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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

O Retorno De Moisés


O Retorno De Moisés 

O Zôhar sagrado nos revela que Moisés, nosso mestre, retornaria no fim dos dias junto com os dois messias (Zôhar Bereshit A), sendo o primeiro o Filho de José (בן יוספ) e o segundo o Ben David (בן דוד), ou seja, Moisés viria para revelar a Era Messiânica, a Senda para o Despertar. 

Todos aquele que se decidiram por se tornarem estudantes da Sabedoria Sagrada, da doutrina secreta de Daniel, deveriam prestar muita atenção ao que os Yiburim Qodashim (עיבורים קודשים) - Impregnações Sagradas, revelam. Vejam o que foi dito e com profundidade, pela centelha sagrada, e que não foi percebido: 

"E Adunai ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite (וַיהוָה הֹלֵךְ לִפְנֵיהֶם יוֹמָם בְּעַמּוּד עָנָן, לַנְחֹתָם הַדֶּרֶךְ, וְלַיְלָה בְּעַמּוּד אֵשׁ, לְהָאִיר לָהֶם--לָלֶכֶת, יוֹמָם וָלָיְלָה.)" 

- Êxodo 13:21. 

Moisés retornou, como havia sido profetizado no Zôhar, mas não se chamou Moshê, mas "Isaac Lúria (Yitzchaq Lúria)" segredo este que está em "le'hair (לְהָאִיר)" que tem as mesmas letras de "Le'Ha'Ari (a partir do ha'Ari)" que era o apelido espiritual do Rabino Isaac Lúria cujas letras são o acrônimo de "ha'Elohai Rabbi Isaac (O Divino Rabi Isaac)". De fato a Era de Aquário começou no século XVI com o nascimento do Arizal. A gematria de ha'Ari (הארי) é 216.

O pilar de fogo e o pilar de nuvem visto um, ao amanhecer e outro ao anoitecer. Fotografados no Deserto do Atacama, Chile, em março de 2013, o ano dos cometas.

A Data De Nascimento Do Arizal

Até a madrugada de 24 de outubro de 2019, quando a revelação me foi dada, ninguém sabia a data de nascimento do Rabino Isaac Lúria. Ela ficou oculta durante 485 anos. Na noite de 12 de junho de 1534 um cometa, o X/1534 L1, brilhou nos céus. Este foi o auspicioso dia, até então, oculto, do nascimento do nosso mestre Isaac Lúria. O dia 12 de junho foi o 163º dia no ano no calendário solar e este valor contém a gematria de “Mevô Eliahu Há’Navi (מבא אליהו הנביא)” que significa “Veio (à cerimônia) o Profeta Elias”. E é verdade, pois a tradição nos conta que nosso mestre somente foi circuncidado quando o Profeta Elias, cumprindo o que havia disso a Salomão Lúria, o pai de Isaac Lúria, que somente circuncidasse o menino quando ele chegasse. Elias entrou no corpo do pai do nosso mestre por Yibur se fez de sandak para sua brit-miláh. 

Em 1569, quando Rabbi Isaac Lúria chegou a Saféd para encontrar seu discípulo Chaim Vital, outro cometa apareceu, o X/1569 V1. Ele afirmou que não necessitava vir ao mundo e que somente o fez para ensinar o Rabino chaim Vital a sua Qabaláh. A data de nascimento, agora revelada, de nosso amado professor, o Arizal, a encarnação do santo anjo Raziel, foi 29 de Sivan de 5.294. A gematria Avgad Reversa de 29 de Sivan (כט בסיון) é igual a 123 que é a mesma gematria do nome Chaim Vital (חיים ויטל). Esta gematria confirma a data de nascimento do Arizal. 

Como a data de nascimento do nosso mestre me foi revelada? Através de um sonho na madrugada de 24 de outubro de 2019. Ei-lo: 

“Sonhei que pegava um brilhante cometa pela cauda. Dentro dele havia uma inteligência angélica (o anjo Raziel) que me revelava os mistérios do Gan Éden (Qabaláh).”

Sonho 24 de outubro

Já revelei que o Arizal era uma encarnação do anjo Raziel, segredo este que está codificado nas letras do título Arizal (אריזל) que são as mesmas letras do nome Raziel (רזיאל). Eu sou uma reencarnação de uma das centelhas do Rabino Chaim Vital e por esta razão a gematria do meu nome civil é a mesma do nome Chaim Vital que é 123. 

A alma do Arizal estava naquele cometa que brilhou na noite de 29 de Sivan do ano hebreu 5.294 e veio ao mundo para ensinar os mistérios do Jardim do Éden para Chaim Vital (123). Este é o segredo no meu sonho, pois quando eu, que sou 123, pegava o cometa pela cauda, ele se abria a o anjo Raziel emergia de dentro dele. Este sonho veio uma noite depois do aniversário de nascimento de Chaim Vital.

Abençoado seja o Qadosh, baruch hú, que revela os mistérios divinos aos pequeninos que foram rejeitados pelos grandes.

Razá Ila'ah

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sábado, 23 de setembro de 2017

O Cetro De Metatron


Abaixo você verá, assinalado , na imagem que capturei no Starwalk, o Cometa Panstarrs (C/2011 L4) que é o Cometa sobre ao qual já publiquei no Facebook, no Bloggger e no meu Livro Kalamus Elohai - O Mistério Do Cometa - e que foi anunciado pelo Zôhar Sagrado há 2000.

"No sexto dia, no vigésimo quinto dia do sexto mês (Adar), uma Estela se tornará visível e se ocultar no sétimo dia no final de setenta dias. No primeiro dia, ela será vista na cidade de Roma..."

Zôhar Balak)

No dia 7 de março de 2013, que foi o dia 25 de Adar (sexto a partir de Elul), o cometa Panstarrs (C/2011 L4) se tornou extremamente brilhante e todos bispos e cardeais estavam em Roma para o Conclave. Em Roma era quinta-feira, mas em Israel já era sexta.

Acham que é  um acaso que este mesmo cometa está agora apontando a Constelação de Leão bem  o dia no qual a Era Messiânica que está nascendo? Parem e pensem... Releiam tudo o que já publiquei, estudem e VEJAM...

Ele surgiu emj 2013 justamente no dia no qual o Zôhar o havia profetizado. No calendário hebraico, 2013 foi o ano universal 5773 (התשע'ג) e ao somarmos as letras de 5773 o resultado é 778.

"Não se afastará o "Cetro" de Yehudá e nem o Comando dentre os seus pés até que venha o "messias", a ele todos os povos se reunirão (לֹא-יָסוּר שֵׁבֶט מִיהוּדָה, וּמְחֹקֵק מִבֵּין רַגְלָיו, עַד כִּי-יָבֹא שִׁילֹה, וְלוֹ יִקְּהַת עַמִּים)". 

Genesis 49:10

A palavra da qual eu traduzi "Cetro" é a palavra "shevet (שֵׁבֶט)" que tem as mesmas letras de "Shavit (שביט)" que é cometa. Vejam que ele aponta para os pés do Leão e o verso diz "nem a vara de comando dentre os seus pés".

A constelação de Leão é, de acordo com o Sêfer ha'Yetzirá - o Livro da Formação - escrito por Avraham Avinu e que é mencionado secretamente no Tehilim (Salmos) 91 e no Tehilim 139, a Tribo de Judá (Yehudá) no universo e cometa aponta ela ela, além do mais o cometa é o Cajado de Adonai que é o Anjo Metatron. Com esta compreensão Eu posso retraduzir o verso:

"Não se afastará o Cometa de Leão e nem a vara (cajado) dentre as suas pernas antes que venha a Era Messiânica e a ela todos os povos serão reunidos".

O que eu traduzi como "Era Messiânica" e a parte no verso que diz "ad ki yavô Shiló (עַד כִּי-יָבֹא שִׁילֹה) - até que venha Shiló...". A parte "yavô Shiló  (-יָבֹא שִׁילֹה)" possui gematria igual a 358 que é a mesma de Mashiach (messias). A palavra "ad  (עַד)" tem as letras de "Déa (דע)" que se traduz para "conheça" ou seja "a Era Messiânica se dá a conhecer" através deste sinal Estelar esplendoroso, o alinhamento dos planetas com o "Cetro de Metatron" apontando para o Leão.


É para completar e ratificar esta compreensão do Mistério divino, vos ofereço esta gematria: A expressão "Cometa do Messias Filho De David" se diz em hebraico/aramaico "kochavá shavit Mashiach Ben David  (ככבא שבט משיח בן דוד)" escrita com abreviação em "kochavá shavit  (ככבא שבט)" resulta em gematria igual a 778. 


Autor
Deepak Sankara Veda​
Bën Mähren Qadesh

terça-feira, 20 de junho de 2017

A Verdadeira Identidade Do Rabino Isaac Lúria


Raziël 
רַזִיאֶל
אָרִיזַל


Quem tem "ouvidos" para "ouvir" que "ouça" e adquira o temor dos céus para que o orgulho não lhe suba ao coração e o faça cometer peshá (pecado de rebelião) contra o Criador dos céus e da terra, o todo poderoso, abençoado seja Ele. Eis aqui um maravilhoso segredo que não foi revelado nos tempos antigos e que somente agora o selo que o protegia foi retirado.

Quando uma pessoa alcança, neste mundo, o mesmo nvel da consciência espiritual que Adão possuía no Gan Éden (Jardim Do Éden), o próprio Raziël ha'Malach (Anjo Raziël) vem para instruí-lo com a Chochmat Nistar ha'Torá (Sabedoria Escondida da Instrução Divina), isto porque, Raziël foi o professor de Adão no Jardim Superior. 

Este evento aconteceu no século dezesseis com o nascimento do Rabino Yitzchaq Lúria e este segredo está codificado no Sha'ar ha'Guilgulim (o Portal das Reencarnações). 

Em diversos momentos o rabino Chaim Vital mencionou a recusa de seu mestre, o Leão Sagrado, em lhe revelar a verdadeira natureza da sua alma e quando o rabino Vital insistia, ouvia dos lábios do seu mestre: 

"Não me é permitido revelar-te a verdadeira natureza da minha alma, unicamente que eu vim ao mundo para te instruir". 

Quem era o Rabino Yitzchaq Lúria? E por que sempre se recusava a revelar a verdadeira natureza da sua alma?

"Ele me disse que veio para Safed só por minha causa. Além disso, ele me disse que a principal missão da reencarnação atual era passar por aqui por minha causa, para me completar, e que ele não tinha vindo por causa própria, porque ele não precisava ter encarnado".

Sha'ar Ha'Guilgulim - Ha'Qadmá 38

Depois de seu ocultamento no dia 16 de julho de 1572, o sagrado Leão passou a ser chamado de "Arizal (אָרִיזַל)" cujas a letras hebraicas revelam a verdadeira natureza da sua alma. 

Quando aplicamos temurá (permutação cabalística) sobre as letras de Arizal elas se transformam em Raziël (רַזִיאֶל) o Nome do professor de Adão no Jardim do Éden. 

A magnificência da Sabedoria alcança todos os céus. Se o Rabino Yitzchaq Lúria era uma manifestação do mestre dos mistérios divinos, quem foi então, o rabino Chaim Vital? 

Por muitos episódios no Portal das Reencarnações, quando questionado pelo próprio Vital para que lhe revelasse quem ele era e qual a verdadeira natureza da sua néfesh (alma), o Arizal dizia: "Saiba, eu ainda não tenho permissão para lhe revelar qual a sua missão ao vir ao mundo e quem você é. E se eu lhe dissesse detalhadamente o assunto em questão, você flutuaria no ar de tanta alegria (Sha'ar ha'Guilgulim ha'Qadmá 38". 

Vital era uma manifestação do primeiro ser, Adão e por isso o Arizal, que era uma manifestação do Anjo Raziël, veio ao mundo para instruí-lo. 

Muitos mestres contemporâneos do Rabino Chaim Vital imploraram com lágrimas para que o Arizal lhes ensinasseo Dere'k Nistar (Caminho Escondido) ao que o Rabino Yitzchaq Lúria lhes assegurou ter vindo ao mundo apenas é unicamente para instruir Chaim Vital e que ninguém poderia aprender esta Sabedoria se não fosse por meio do Rabino Vital (Sha'ar ha'Guilgulim ha'Qadmá 38). 

Eu havia dito e escrito que, quando eu voltasse de Eretz Israel, após ter completado a unificação da minha alma com a alma do meu mestre, o Arizal, muitos mistérios da Sabedoria Escondida seriam abertos. 

Em alguns textos nos encontramos o Arizal revelando em resposta as provocações de dois judeus perversos que sempre estavam rindo dele: "Vocês não sabem que a minha alma tem raiz na alma de Moisés? E que eu poderia fazer a terra abrir como Moisés o fez, e fazer com que eles fossem engolidos, uma vez que eles são reencarnações de Datan e Aviram que foram tragados vivos no episódio de Korach?". Esta declaração parece conter uma contradição, mas ela desaparece quando estudamos o Zohar Beshalach sobre a criação da alma de Moisés: 

"Aprendemos que, naquele momento, que chegou a hora de Moisés, o profeta fiel, descer ao mundo. O Santo, abençoado seja ele, retirou um Espírito Santo de um bloco cortado da pedra preciosa, a safira, que estava escondida dentro de 248 luzes, e brilhava sobre ele. E ele o coroou com 365 coroas e ficaram diante dele, e ele o nomeou sobre tudo o que era dele. Ele lhe deu 173 chaves, e o coroou com cinco coroas. Toda coroa subiu e iluminou em mil mundos que iluminam e nas luzes escondidas nos tesouros do Rei Santo Revelável"

Zôhar Beshalach

A alma possui 248 órgãos e 365 nervos e tendões que são forma aos órgãos, nervos e tendões do corpo, mas o segredo não é apenas este. A Torá possui 248 preceitos positivos e 365 negativos. 

A gematria do Nome Raziël (רַזִיאֶל) é 248 que é a mesma gematria de Arizal (אָרִיזַל). As 173 chaves são as letras na Prece Ana Bekoach e as cinco coroas são o segredo das cinco letras no Nome Raziël (רַזִיאֶל). 

Os sábios declararam que Moisés era metade homem e metade anjo o que comprova esta revelação. Lemos em Sêfer Devarim (Deuteronômio) capítulo 33, a seguinte declaração sobre a natureza angélica de Moisés:

"Esta é a bênção com que Moisés, homem de Deus, abençoou os filhos de Israel antes do seu ocultamento (וְזֹאת הַבְּרָכָה, אֲשֶׁר בֵּרַךְ מֹשֶׁה אִישׁ הָאֱלֹהִים--אֶת-בְּנֵי יִשְׂרָאֵל)".

Deuteronômio 33:1

Neste passuq, Moisés é chamado de "Ish ha'Elohim" e sabemos que os "Ishim e os Elohim" são hierarquias angelicais. Em Dere'k Nistar (QABALAH), os ishim (Heb. אִישִׁים - "homens", "personagens", "personalidades", "indivíduos") ou Eshim (אֵשִׁים - "incêndios", "chamas", "faíscas") são uma classe de anjos sobre os quais disseram que são os mais próximos dos assuntos da humanidade. Eles são compostos de fogo e neve, e são descritos como "as almas belas" que residem em Makon, o 5º Céu e Moisés foi chamado "Ish ha'Elohim (אִישׁ הָאֱלֹהִים)".


No próprio Sêfer Devarim nós encontramos "Raziel" e abaixo dele "Yavô (virá) e ao lado "Moshê ish ha'Elohim...".

A metade anjo da alma de Moisés era o Anjo Raziël e por isso ele era chamado "Ish ha'Elohim" que pode ser compreendido como "Faísca de D'us".

Manuscritos De Qumram

Dois fragmentos de manuscritos descobertos em Qumram,  especialmente o 4Q374 e 4Q377, levantam especulações de que a Moisés foi concedido um status "divino e angélico".

"E, subindo Moisés ao monte, a nuvem cobriu o monte. E a glória de Hashem repousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e ao sétimo dia chamou a Moisés do meio da nuvem. E a aparência da glória de Hashem era como um fogo consumidor no cume do monte, aos olhos dos filhos de Israel. E Moisés entrou no meio da nuvem, depois que subiu ao monte; e Moisés esteve no monte quarenta dias e quarenta noites (וַיַּעַל מֹשֶׁה, אֶל-הָהָר; וַיְכַס הֶעָנָן, אֶת-הָהָר. טז וַיִּשְׁכֹּן כְּבוֹד-יְהוָה עַל-הַר סִינַי, וַיְכַסֵּהוּ הֶעָנָן שֵׁשֶׁת יָמִים; וַיִּקְרָא אֶל-מֹשֶׁה בַּיּוֹם הַשְּׁבִיעִי, מִתּוֹךְ הֶעָנָן. יז וּמַרְאֵה כְּבוֹד יְהוָה, כְּאֵשׁ אֹכֶלֶת בְּרֹאשׁ הָהָר, לְעֵינֵי, בְּנֵי יִשְׂרָאֵל. יח וַיָּבֹא מֹשֶׁה בְּתוֹךְ הֶעָנָן, וַיַּעַל אֶל-הָהָר; וַיְהִי מֹשֶׁה, בָּהָר, אַרְבָּעִים יוֹם, וְאַרְבָּעִים לָיְלָה.)". 

Êxodo 24:15-18

Os sábios disseram que, somente por causa de sua natureza "humano-angélica" Moisés pode suportar 40 dias e 40 noites sem comer e sem dormir.

O Livro De Raziel

"Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez (זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם: בְּיוֹם, בְּרֹא אֱלֹהִים אָדָם, בִּדְמוּת אֱלֹהִים, עָשָׂה אֹתוֹ)". 

Gênesis 5:1

"Rabi Aba disse: Um livro foi realmente enviado a Adão através do qual ele discerniu e compreendeu a sabedoria suprema. Por isso, o verso se refere a ele como "o livro das gerações de Adão". Este livro mais tarde foi para as mãos dos "filhos de Elohim" Os sábios de sua geração, que tiveram o privilégio de aprender com ele e coletar a sabedoria suprema. Eles o compreenderam e compreenderam. Este livro foi trazido pelo guardião dos segredos que é o anjo Raziel e foi dado a Adão no Jardim do Éden. Três anjos da guarda estavam diante dele e guardavam o livro, para que as forças externas não tivessem acesso a ele".

Zôhar Bereshit A - 472

O nome Raziel está codificado neste verso (Gênesis 5) a partir da palavra "Zêh Sêfer (זֶה סֵפֶר)" a cada quatro letras no sentindo inverso na direção do verso 26 do capítulo 4:

 כו וּלְשֵׁת גַּם-הוּא יֻלַּד-בֵּן, וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ אֱנוֹשׁ; אָז הוּחַל, לִקְרֹא בְּשֵׁם יְהוָה א זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם: בְּיוֹם, בְּרֹא אֱלֹהִים אָדָם, בִּדְמוּת אֱלֹהִים, עָשָׂה אֹתוֹ

Raziël 
רַזִיאֶל

Dentro deste trecho da Torá nos encontramos "Lúria" e acima dele os dois versos onde Raziel está codificado:


Acima, no centro (em vermelho) está "Lúria (לוּרְיָא)" e acima dele à esquerda esta "Zêh sêfer (amarelo)" e Raziel em verde.

Esta é a razão secreta do porque o Rabino Isaac Lúria era chamado de "ha'Ari (הָאֲרִי)" cujas letras são as inciais de "Elohai Rabbi Yitzchaq (הַאֱלֹהָי רַבִּי יִצְחָק) - O Divino Rabbi Isaac".

"Os montes foram cobertos da sua sombra, e os seus ramos se fizeram como os formosos cedros". - Salmos 80:10

כָּסּוּ הָרִים צִלָּהּ; וַעֲנָפֶיהָ, אַרְזֵי-אֵל
רְזֵיאֵל

Autor
Dipankara Vedas
Misha'Ël Ha'Levi

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Segredos do Êxodo - Parashat Beshalach



Das Qlipot Ao Paraíso
Dos Ensinamentos do Rabbi Yitzchak Luria

Nós sabemos que não houve escravidão no Egito nem escravos hebreus, da forma como foi ensinada pelos "ravs (rabinos)", nem pessoas fazendo trabalho forçado, escravo. Eis aqui, um mistério do êxodo, uma das 70 camadas de segredos que o texto contém escondido.
Naib Misha'Ël

"E o Egito é Adão e não o Divino..."

וּמִצְרַיִם אָדָם וְלֹא-אֵל

Isaías 31:3

O texto a seguir é uma bela interpretação [mística] do Êxodo do Egito, como uma alusão ao desprendimento da alma do corpo [na morte]. Este é o mistério escondido na narrativa do Êxodo na Torah.

"Quando o Faraó mandou o povo [hebreu] embora… " (Ex. 13:17). Isto se refere a quando a alma deixa o corpo. Faraó, o rei do Egito, é o pescoço, pois [o corpo] é teimoso. [A teimosia] controla o corpo, que é o Egito. A palavra em hebraico para “Faraó” [pei-reish-ayin-hei] é composta das mesmas letras da expressão "o pescoço" [ha-oref, hei-ayin-reish-pei], como explicado anteriormente. A palavra para “teimoso” em hebraico traduz-se ao pé da letra como “pescoço duro”. O corpo pode ser descrito como “teimoso”, já que insiste em impor sua rude perspectiva material sobre a alma. “Egito” [mitzrayim] significa “restrição” [meitzarim], um termo adequado para o corpo, uma vez que ele limita os poderes da alma a aqueles deste mundo, forçando-a a compreender tudo em termos de tempo e espaço.

"D-us endureceu o coração do Faraó, rei do Egito, e ele perseguiu od Filhos de Israel." (Ex. 14:8). [Quando a alma abandona o corpo,] as forças da má inclinação partem em busca da alma para ferí-la. Isto acontece porque a má inclinação é também o anjo acusador. Após tomar a alma [do corpo], ela a persegue para ferí-la e se vingar nela. Como foi dito pelos sábios, a má inclinação [yetzer hara], o anjo da morte [malach hamavet], e o anjo acusador [Satan] são o mesmo, ou seja, o ego!


"SATAN É UM CÓDIGO PARA A NATUREZA EGOÍSTA DE UMA PESSOA".

"Ele os alcançou enquanto estavam acampados próximo ao mar …" (Ex. 14:9). O mar se refere ao Purgatório [Gehinom], conhecido como o “rio de fogo." 


O "rio de fogo" é o segredo do porque o mar foi chamado de "mar vermelho", o que antes pensávamos ser devido a um erro de tradução do inglês "reed sea (mar de juncos)" para "red sea (mar vermelho)". Vermelho porque é feito de fogo... no hebraico o termo é "Yam Suf" cujo significado é "Mar do Fim".

Quando a alma deixa o corpo, ela deve ser expurgada da casca existente de materialismo e negatividade que adquiriu durante sua estada no mundo físico. Só então ela pode prosseguir para experimentar a pura espiritualidade do Paraíso.

"Enquanto o Faraó se aproximava..." (Ex. 13:10) para entregar a alma aos agentes do dolo e infligidores de dor para torturá-la … Os Filhos de Israel ergueram os olhos e avistaram os egípicios avançando pela sua retaguarda, e ficaram com muito medo. Então os Filhos de Israel clamaram a D-us.

Para a alma ser purificada de sua casca material mundana, ela deve experimentar a extensão da antítese de sua materialidade frente à verdade e espiritualidade. É um torturante despertar.

"Eles disseram a Moisés" (Ex. 14:11) i.e., para a boa inclinação (Moisés alude ao yetzer tov - a boa inclinação): "Foi por que não havia túmulos no Egito que nos trouxeste para morrer no deserto?" i.e., "Agora que você vê toda essa dor e sofrimento que estes poderes do mal estão infligindo em mim, esta "agressão no túmulo" [em Hebraico: 'chibut ha-kever'], não foi dor suficiente para eu ter que ser enterrado e sofrer dentro do corpo além das restrições do mundo físico, que eu agora tenha que experimentar também a dor desta sepultura " – isto se refere a como a alma é agredida dentro do túmulo - "e fui levado para morrer[novamente] no deserto?" i.e., no Purgatório, a desolada moradia das forças do mal. Aqui é onde a vingança é extraída da alma.

A alma se refere a seu nascimento num corpo físico como sendo “enterrada” dentro de um “túmulo”. A Morte não é vista como o cessar da existência, mas sim como a descida de um nível espiritual para outro inferior. Já basta, reclama a alma, que eu tenha que viver uma vida inteira neste túmulo de um corpo; por que devo sofrer mais? A imagem da alma sendo “açoitada” no túmulo se refere a como ela é “sacudida” existencialmente de suas cascas materiais, como visto acima.

"O que é isso que nos fizeste, nos tirando do Egito? Não é justamente o que dissemos a você no Egito, pedindo ‘Deixe-nos em paz e servindo aos egípcios?’ Pois teria sido melhor para nós servir aos egípcios do que morrer no deserto!" (Ex. 14:11-12) i.e., "era melhor para mim no corpo. Eu poderia ter me submetido à má inclinação no mundo físico; ao menos eu não estaria sofrendo a dor que sofro agora."

Ao ser mostrada a verdade e o esplendor da espiritualidade, a alma é rudemente despertada para a trivialidade de todas as coisas que o corpo convenceu de que são importantes neste mundo. A realização da futilidade e do vazio da vida material do mundo físico é mais dolorosa que qualquer outra dor que possa ser experimentada no mundo físico. Como os sábios dizem, “contra sua vontade nascerás, e contra sua vontade viverás”.

O contrário é verdade sobre o tzadik; ele clama pela morte neste mundo para viver no mundo da verdade. Como os sábios dizem, “contra sua vontade nascerás, e contra sua vontade viverás”.

"Mas Moisés disse ao povo, "Não temam…" (Ex. 14:13). A boa inclinação diz para a alma, não tenha medo desta punição, pois isto é para o seu próprio bem. Desta forma, você estará livre destes infligidores de dor e será poupado da provação do Purgatório. Todos os poderes da impureza ficarão neste mar, i.e., o rio de fogo.

"Fique firme e testemunhe a libertação que D-us proverá em sua vida hoje… Pelo processo de purificação do Purgatório você será lavado de seus pecados.

…pois os egípcios que vistes hoje, jamais os verá novamente." Pois eles permanecerão no Purgatório.

"Até o fim da noite, D-us olhou para campo dos egípcios com o pilar de fogo e nuvem … "(Ex. 14:24). Isto se refere à descida da alma a ser julgada no Purgatório. Quando isto acaba "…Ele lançou o campo dos egípcios em confusão." Isto se refere aos poderes da má inclinação, que são arremessados no “mar”, onde permanecem.

"Mas os Filhos de Israel caminharam em terra seca no meio do mar, enquanto as águas formavam uma muralha para eles à direita e à esquerda." (Ex. 14:29). A palavra hebraica para “muralha” é 'chomah', que é escrita da mesma forma que a palavra para “fúria” [em hebraico, 'cheimah']. As forças do mal se enfurecem quando a alma parte do Purgatório purificada de seu lixo material.



"Moisés então conduziu os Filhos de Israel para fora do Mar Vermelho e eles entraram no deserto de Shur. Eles andaram por três dias no deserto sem encontrar nenhum sinal de água. Eles chegaram a Mara, mas não puderam beber a água de Mara, pois era amarga; por isto o lugar foi chamado de Mara ["amarga"]." (Ex. 15:22-23). Depois que a alma deixa o Purgatório, ela passa fome por três dias, uma vez que ela passa três dias sem estudar a Torah. A Torah é o alimento da alma, permitindo que ela resista ao Purgatório antes de entrar no Paraíso.

"O povo reclamou contra Moisés, dizendo, "O que devemos beber?" (Ex. 15:24) i.e., "já que não estamos estudando Torah. A Torah é uma Árvore de Vida para os que se agarram a ela. "

"D-us mostrou [a Moisés] uma árvore; ele a arremessou na água e a água se tornou doce. Foi lá que Ele deu [ao povo] um estatuto e uma lei, e lá Ele os testou." i.e., [a boa inclinação] mostra para a alma a recompensa que aguarda no mundo vindouro. A palavra “estatuto” também significa “provisão”; a palavra para “testou” também significa “elevou”. Quando a alma está para entrar no Paraíso, D-us a prepara dizendo que ela está para experimentar o verdadeiro valor das mitzvot que cumpriu enquanto estava no corpo. Isso adoça a água da Torah, que a alma pode ter experimentado como uma amarga privação no mundo físico.

"Ele disse, “Se vocês diligentemente guardarem a voz do Senhor teu D-us e fizerem o que é correto aos Seus olhos, cuidadosamente observando a todos os Seus mandamentos e velando por todos os Seus estatutos, então nenhuma das pragas que eu trouxe ao Egito trarei sobre vocês, pois eu sou o D-us que os irá curar." (Ex. 15:26) i.e., D-us promete para a alma que, uma vez que ela guarde a Torah [durante sua vida no mundo físico] e se submeta ao processo de purificação no Purgatório, ela não mais experimentará a negatividade e a depressão do mal, pois foi curada dele. Em outras palavras, a conjugação futura do verso deveria ser lida no pretérito: "Uma vez que vocês, diligentemente, guardaram a voz…" etc.

"Então vieram a Elim, onde haviam sete fontes de água e setenta palmeiras e ali acamparam junto das águas." (Ex. 15:27). Há doze rios de pura água espiritual percorrendo o Paraíso, que correspondem às doze tribos de Israel. Toda [alma de cada] tribo imersa em seu respectivo rio de forma a se refrescar do fogo do Purgatório e curada de suas feridas... na “circuncisão do coração” também há dois estágios.

"Eles partiram de Elim e toda a comunidade de Israel foi para o deserto de Sinn, que é entre Elim e Sinai, no décimo-quinto dia do segundo mês após terem deixado o Egito. Lá, no deserto, toda a comunidade dos Filhos de Israel reclamou contra Moisés e Aarão. " (Ex. 16:1-2) i.e., depois de tudo isso, [ainda há mais um estágio antes de a alma entrar no Paraíso]. Ela é imersa novamente para ser julgada na “chama da espada giratória”, que é referida aqui como o deserto de Sinn. Quando Adão e Eva foram banidos do Paraíso, D-us colocou a chama da espada giratória na entrada para guardá-lo. Este fogo purificador é muito mais sutil do que aquele do Purgatório, e é necessário para remover o delicado materialismo que ainda resista após a purificação preliminar feita até aqui. Isto pode ser comparado aos dois estágios da circuncisão: após remover a dura pele do prepúcio, a fina membrana mucosa deve ser também puxada para trás. Negligenciar isto invalida a circuncisão. Da mesma forma, a “circuncisão do coração” também tem dois estágios.

"Os Filhos de Israel disseram a eles “se ao menos tivessemos morrido nas mãos de D-us na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão até nos fartarmos! Mas tu nos trouxeste para este deserto, para matar de fome toda essa multidão!" (Ex. 16:3). A alma reclama desta punição mais sutil também. Mas a supera e, quando passa deste estágio e quer entrar no Paraíso, D-us a diz:

"Farei chover pão para ti dos céus." (Ex. 16:4). i.e., aqui no Paraíso comerás fartamente do pão da Torah que estudaste enquanto estiveste naquele mundo; esta Torah é o alimento da alma. São os 248 órgãos do corpo e 365 tendões [da alma], que são as 613 mitzvot que formam a vestimenta da alma. A própria Torah [ - à parte das mitzvot - ] é o alimento da alma. Se alguém não se ocupou com o estudo da Torah dia e noite no mundo físico, não terá o que comer no mundo das almas, ainda que possa ter algo para vestir, formado pelas mitzvot que cumpriu.


"O povo sairá e coletará a porção de cada dia…" No Paraíso, a alma coleta sua recompensa diária e alimento …

"Toda a comunidade dos Filhos de Israel partiu do deserto de Sinn em sua jornada, de acordo com a palavra de D-us." (Ex. 17:1) i.e., após receber sua recompensa no nível mais baixo do Paraíso, a alma vai para o nível mais elevado, referido como Sinai, para receber [novos níveis da] Torah da boca de D-us. A letra yud é adicionada a Sinn para formar Sinai.

"Eles acamparam em Rephidim, mas não havia água para o povo beber…." (Ex. 17:1) "Amalek então veio e lutou contra Israel em Rephidim." (Ex. 17:8). Mas antes de ascender para o nível mais alto do Paraíso, há outro tipo de Purgatório que deve ser atravessado, mais sutil que o rio de fogo, para queimar aqueles “pecados” dos justos que são mais tênues que um fio de cabelo. Os pecados mais grosseiros já foram retificados pelo Purgatório inferior. O mais alto ascende em espiritualidade, à medida que os níveis anteriores pareciam ser grosseiros e rudes. Assim, em um nível mais alto, uma pessoa pode vir a considerar uma maneira de pensar ou se comportar que tenha anteriormente considerado “espiritual” ou “boa” como egocêntrica ou “imatura”. Para prosseguir rumo ao nível mais alto de perspectiva da realidade, deverá se livrar do mais baixo, que agora considerará constrangedor ou mesmo vergonhoso. É por isso que D-us julga os justos como “da espessura de um fio de cabelo”: seus elevados padrões morais tornam atitudes ou ações que seriam normalmente consideradas inócuas ou até meritórias parecerem depravadas em contexto.

Este Purgatório superior é chamado Rephidim, que alude aos justos cuja “atenção aos mandamentos era fraca.". De acordo com o Talmud, em Sanhedrin 106a, a implicação do nome Rephidim é que lá os judeus "afrouxaram seu empenho no estudo da Torah," pois a palavra Rephidim é derivada da raiz rafeh [reish-pei-hei], que significa "afrouxar" or "fraco." Isso significa que [em Rephidim] os judeus não executaram os mandamentos de D-us apropriadamente, mas de maneira preguiçosa e relapsa. Da mesma forma, aqui a alma conquistou a entrada para o nível mais baixo do Paraíso, mas para adentrar o Paraíso superior, deve ter cumprido mitzvot [no mundo físico] com amor, com grande kavanah e vontade. Ela recebe sua punição por não ter feito isso no Purgatório superior, que é sinônimo de Amalek, o mais alto nível de impureza, a chama sutil que está permanentemente em guerra com Israel. Assim, "Amalek então veio e lutou contra Israel em Rephidim"significa "por causa de Rephidim."

Amalek é sinônimo de cumprimento sem inspiração, sem entusiasmo dos mandamentos, pois está escrito: "Amalek… que os esfriou em seu caminho [para receber a Torah]." (Deut. 25:18).

"Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado."




Deuteronômio 5:15



Tradução:
Naib Avraham ben A'aron kuk
"Na'avaq"
Acréscimos:
Naib Misha'Ël Yehudá
(Sofer Ha'Nistar)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Compreensão Elevada



Estou certo que nós não temos a mesma compreensão da Sabedoria alcançada pelos israelitas no evento do "Har Sinai (A Montanha da Ira). Mas nós temos as kavanot (meditações) para acessar os arquivos metafísicos gravados nas almas que estavam presentes na revelação da Torah e sua Sabedoria escondida e temos os Tzadiqim Nistarim (Os Sábios do Jardim do Éden) que podem se assim obtivermos merecimento, nos revelar os códigos espirituais, a mesma sabedoria que os bebês que estavam nos ventres das grávidas receberam ao tornarem-se conscientes nos úteros de suas mães durante a travessia do Iam Suf (Mar do Fim).

Desejo revelar aqui algo que também me foi revelado, pois a Sabedoria revelada que não é compartilhada não ilumina, mas ajuda a escurecer o mundo. É como se alguém ateá-se fogo em uma biblioteca repleta de conhecimento entesourado em livros antigos. Por isto, quando os antigos mestres da Sabedoria estavam para se ocultar deste mundo, chamavam seus talmidim (discípulos) e revelaram o maior número de mistérios possíveis os quais haviam penetrado. Infelizmente hoje, certos professores só revelam a sabedoria se forem pagos para isto. As almas neles não são as mesmas dos Sábios antigos.



Imagine o Nome Divino acima. Foi nos ensinado que ele é para cura, e realmente é, pois eu testemunhei o seu poder incontáveis vezes. Mas qual é a sabedoria por trás dele, qual é a tecnologia escondida nele? Imagine se alguém lhe desse um pedaço de papel com a formula E=mc² escrita nele. Você sabedoria como usá-la? O mesmo acontece com os 72 Nomes. Nós ainda não temos a compreensão da sua tecnologia. O Zohar nos diz que eles, os 72 Nomes possuem 670 mistérios escondidos.

Deixe-me compartilhar algo com vocês: Por vezes, quando a humanidade é atacada por algum vírus desconhecido, o primeiro passo é a "Quarentena", termo hoje que é sinônimo de "Isolamento". Antigamente este isolamento era de 40 dias, tempo destinado à compreensão e erradicação do vírus. Pois bem, o Nome Divino "MEM HÊI SHIN (מהש)" acima começa com a letra "Mem" do alfabeto divino. O valor numérico da "ÓT Mem (מ)" é 40. O Mem isola o vírus causador do desequilíbrio, impedindo que ele se espalhe a partir do momento que o escaneamento do Nome teve início. A próxima "Ot" o "Hê (ה)" trás o "Entendimento" sobre a doença e assim, o qabalista pode aplicar outras ciências da sabedoria para ajudar na cura do paciente, pois esta "ÓT" é o "Hê" de Biná que é a compreensão divina. A "ÓT" final, o "Shin (ש)" é a letra que criou o fogo e é a responsável por erradicar o causador da doença, o agente genético que deu origem a patologia.

Nós precisamos compreender o funcionamento e os demais 670 mistérios que os nomes possuem, para que sejamos plenos e obtenhamos plenitude ao aplicá-los nas nossas vidas.

Que os céus nos ouçam, e que nós obtenhamos mérito para receber a revelação completa.

Por favor, compartilhem! Todá rabá (muito obrigado) Naib Mishael HaLevi

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A Revelação da Torah


Nada pode ser comparado à revelação da Torah, e depois desta revelação nada semelhante aconteceu novamente.

A Revelação da Torah

"E falou Deus todas estas palavras (Êxodo 20:1)". De acordo com a Rabi Simeão, a palavra "falou" significa que houve uma proclamação. Quando o Santo, bendito seja Ele, revelou a Torah e Ele proclamava as suas palavras, os seres celestiais e os terrestres e começaram a tremer violentamente, e foi tão grande o pavor que se abateu sobre os israelitas, que suas almas abandonaram os seus corpos, e por isto eles disseram: “Fala para nós, e nós ouviremos. Mas que D´us não fale conosco, pois morreremos se Ele o fizer (Êxodo 20:16)”. Em seguida, a palavra de Deus desceu do Céu, gravando em seu caminho sobre os quatro ventos do universo. E está escrito: “E todo o povo VIU os sons, as chamas, o a voz do shofar, e a montanha esfumaçando (Êxodo 20:15).

O midrash ainda nos conta, que D´us ergueu o Har Sinai nos ares, e a montanha flutuou sobre as cabeças dos israelitas. Não é de surpreender que suas almas (nafeshot) tenham abandonado os seus corpos, e se assim permanecessem, certamente os israelitas teriam morrido.

Mas então, caiu o bálsamo puro sobre a montanha e ela foi irrigada com orvalho do céu e quando ele chegou à terra que estava rodeada pelos israelitas, fez com que suas almas fossem devolvidas aos seus corpos garantindo-lhes viver.

Quando as letras foram gravadas sobre as tábuas de safira, elas flutuavam sobre ela, e milagrosamente podiam ser vistas tanto à direita como à esquerda, todas as 620 letras dos dez pronunciamentos.

Rabi Simeão bar Yochai explicou que cada palavra continha todos os tipos de implicações e referências legais, bem como todos os mistérios e os aspectos ocultos. A verdade é que cada palavra era de fato uma casa do tesouro cheia de todas as coisas preciosas. Quando as palavras eram pronunciadas iam sendo estampadas na pedra de safira e revelando os setenta diferentes aspectos secretos. Cinqüenta coroas menos uma de um lado e cinqüenta menos uma do outro lado. E estavam ali presentes almas todos os filhos de Israel, do passado e presente e aquelas que ainda não haviam nascido e as que estavam nascer (as grávidas), e todas aquelas almas que no futuro iriam aceitar a Torá estavam presentes no Monte Sinai, como está escrito: "E não é só com vocês que eu faço esta aliança e este juramento, mas com que quem está aqui com a gente hoje perante o Senhor, nosso Deus, e também aquele que não está aqui conosco hoje.

Este mistério nos revela que, até mesmo os "Ruchot (espíritos)" dos guerim que hoje estão aproximados da Torah, e que são as almas dos anussim (um ruach pode ser dado para a ser a nefesh de uma pessoa) e que foram criados pela "pequena letra hê (ה)" do nome de Avraham Avinu (Abraão nosso pai), já estavam presente na manhã de Shavu'ot quando a Torah foi revelada, quarenta e nove dias depois que os hebreus saíram do Egito.

sábado, 16 de abril de 2011

Segredos Sobre O Cajado De Moisés


"O Cajado de Mestre Yoda é na verdade uma alusão à letra hebraica "Vav" que tem o poder de influenciar o mundo material".
            
"Oito coisas foram criadas no segundo dia da criação, ou seja, o Bem, o Maná, o Cajado, o Arco-íris, a arte de escrever, os caracteres da escrita, as vestes e os espíritos destruidores".


Pirkê Rabino Eliezer

Quando se fala na “Vara” de Moisés logo as pessoas imaginam uma haste de madeira que era usada pelo pastor para apascentar suas ovelhas. A maioria das pessoas logo imagina um cajado de madeira, que era o que, o Cajado de Moisés não era. Uma haste que, nas mãos de Arão, o sumo sacerdote, era dotada de poderes milagrosos que liberaram as diversas pragas que precederam o Êxodo dos Israelitas do Egito. Nesta função, o Cajado de Moisés poderosíssimo.

Na Literatura Rabínica

"A vara com a qual Jacó atravessou o Jordão era idêntica à que Judá deu à sua nora, Tamar (Gen. 38:18). É também a vara com a qual Moisés trabalhou (Ex. 4. 20 21), com a qual Arão realizou maravilhas diante de Faraó vii (Ex.. 10), e com o qual, finalmente, Davi matou o gigante Golias (I Sam. 17. 40). Davi deixou para seus descendentes, e os reis posteriores usaram-na como um cetro até a destruição do Beit ha’Miqdash (O Templo Sagrado), quando milagrosamente desapareceu. Quando o Messias vier (entenda-se "era messiânica chegar"), será dada a ele como um cetro em sinal de sua autoridade sobre as nações".

De qual material era feito?

Era feito de safira e pesava 40 sa'ah, isto é, seis quilos (um Sa'ah = £ 10,70), e trazia a inscrição que era composta pelas iniciais dos nomes hebraicos das Dez Pragas.

Quando Foi Criado?

Deus o criou no crepúsculo do sexto dia da Criação e o entregou a Adão. Quando Adão se exilou do paraíso (Gan Éden), o levou com ele. Depois o passou às mãos de Enoque, Shem (filho de Noé), Abraão, Isaque e finalmente para as mãos de Jacó. Sucessivamente veio para a posse de Iosef ha'Tzadiq que era filho de Jacó. Com a morte de José, os nobres egípcios se apossaram de alguns de seus pertences entre os quais estava o Matêh (Cajado). Jethro que viria a ser o sogro de Moisés se apropriou do Cajado. Ele o plantou em seu jardim que ficava dentro da sua tenda, e foi quando sua virtude maravilhosa foi revelada pelo fato de que ninguém conseguia o retirar do chão, e até mesmo tocá-lo era um desafio cheio de perigos para a vida. Isso acontecia porque o Inefável Nome de Deus (יְהוָה) estava gravado nele. Quando Moisés que havia fugido do Egito entrou casa de Jetro, ele leu o Nome, e por meio dele foi capaz de retirar o Cajado do solo, e por isto Tzípora, filha de Jetro, foi-lhe dada em casamento. Seu pai havia jurado que ela somente seria esposa do homem fosse capaz de dominar a “Vara milagrosa” e de nenhum outro (Pirke Avot 40; Sefer ha-Yashar), e eu penso que é daqui que originou-se a lenda do rei Arthur e sua Escalibur. 

Deve, no entanto, ressaltar que a Mishná (Ab. v. 9) diz que ainda ninguém sabia nada sobre a criação milagrosa do Cajado de Aaron. Este fato da suposta origem sobrenatural do Cajado explica a afirmação que a “Vara de Arão” junto com suas flores e frutos, foi preservada na Arca da Aliança pelo rei Josias, que previa a iminente catástrofe nacional, e escondeu a Arca e seu conteúdo. O seu paradeiro permanece desconhecido até que, na era messiânica, o profeta Elias irá revelá-la.


*Quando o Cajado se transformava em serpente, o animal era maior do que um camelo.

*Moshê (Moisés) era uma encarnação do Messias "Shiló" e por isto o Cajado foi dado a ele, conforme o segredo interno do passuq 10 do Gênesis 49. Neste passuq encontramos as palavras יָבֹא שִׁילֹה palavras estas cujo valor em gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas) é igual a 358 que é o mesmo do termo "Mashiach". O nome messiânico "Shiló (שִׁילֹה)" é igual a 345 e este é o mesmo de "Moshê (Moisés)".

A Escalibur


"Excalibur , ou Caliburn , é a lendária espada do rei Arthur , às vezes também atribuída com poderes mágicos ou associada à legítima soberania da Grã-Bretanha . Às vezes, Excalibur e a Espada na Pedra (a prova da linhagem de Arthur) são a mesma arma, mas na maioria das versões elas são consideradas separadas. Excalibur foi associada com a lenda Arthurian muito cedo. Em galês, é chamado Caledfwlch; em Cornish, Calesvol; em Breton, Kaledvoulc'h; e em Latim, Caliburnus".


Mjölnir

O velho Noruego Mjǫllnir / mjɔlːnir / se torna regularmente Mjøllnir / mjœlːnir / no antigo islandês até o século 13. A forma islandesa moderna é Mjölnir , norueguês e dinamarquês Mjølner , sueco Mjölner . O nome é derivado de uma forma proto-germânica * meldunjaz , da raiz germânica de * malanan "para moer" produzindo uma interpretação de " o triturador, triturador ". Além disso, há uma sugestão de que a "arma do trovão" mitológica que recebeu o nome da palavra "grindstone (mó)" é considerável, a era Proto-Indo-européia (se não Indo-Hitita ); De acordo com essa sugestão, a arma divina do trovão (identificada com o relâmpago) do deus da tempestade foi imaginada como uma grindstone (russo molot e possivelmente Hittite malatt - " marreleiro , bludgeon"), refletido no russo молния ( molniya ) e Welsh Mellt "relâmpago "(possivelmente cognado com Old Norse mjuln "fogo"). Nos textos da velha nórdica, Mjölnir é identificado como hamarr "um martelo", uma palavra que em noruegueses velhos e alguns dialetos noruegueses modernos pode significar "martelo", bem como "pedra, rocha, penhasco", em última instância, derivado de um indo-europeu palavra para "pedra, ferramenta de pedra", h₂éḱmō ; como tal, é conhecido com o sânscrito aśman , que significa "pedra, pedra, ferramenta de pedra, martelo", bem como "raio".


Jedi Lightsaber


Um sabre de luz é uma espada de energia que aparece no universo ficcional-filosófico de Star Wars . Um sabre de luz típico geralmente consiste em um punho de metal geralmente cerca de 11 polegadas (28 cm) de comprimento que projeta uma lâmina de energia brilhantemente iluminada geralmente em torno de 3 pés (91 cm) de comprimento). O sabre é a arma assinatura da Ordem Jedi e seus Sith homólogos, ambos os quais podem utilizá-los para o combate próximo , ou para desviar Blasters.

Os números aqui citados são muito importante em numerologia cabalista. 28 é a gematria da palavra para "força (Coach)" e 91 é a gematria da palavra para "Anjo (Malach)". Além disso, a mão possui 14 falanges cada uma, sendo 28 ao toda nas duas.



"Ele pegou a "Vara" que estava em sua mã, e a deu a Gehazi, dizendo-lhe: não fale com a sua boca nenhuma palavra; vá e coloque a Vara sobre o rosto do rapaz, para que ele possa viver".



"Agora, quanto a Gehazi, o assunto era risível aos seus olhos, e a cada homem que conheceu ele disse: você? Acredita que esta Vara vai reviver os mortos?".


Pesquisa: 
Avraham ben A´aron Kuk
Tradução:
Misha'El Yehudá
(com acréscimos e explicações)



[1] O Nome brilhante de Fogo

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Encurtador do Caminho


O Kwisatz Haderach é um nome fictício de uma figura profetizada do messias no universo de Duna, criada por Herbert Frank, e estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicada pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.” A frase Kwisatz Haderach veio originalmente do Hebreu (קְפִיצַתהַדֶּרֶךְ, HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qif̄îá do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento cabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

O Artesão Da Luz