Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia

Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia
O Velho Testamento bíblico e outras partes do livro sagrado estão repletos de alusões a avistamentos ufológicos e contatos com seres extraterrestres, como se verá neste curso, que dá continuidade ao ministrado pelo mesmo professor no ano de 2020. Há até mesmo ocorrências de abduções alienígenas nele descritas com clareza, como a do profeta Elias, que foi levado aos céus. Se lida com uma ótica moderna e interpretada com conhecimentos ufológicos, na Bíblia, principalmente em sua versão hebraica, há ainda inúmeras outras menções a situações inusitadas apresentadas em um código próprio, que hoje é estudado pela chamada Ufocriptologia, que o curso ministrado pelo rabino Misha’ Ël Há’ Levi, como também é conhecido Paulo Sergio Batalini, abordará. Clique na imagem para mais informações.

EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

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A verdade jamais revelada sobre os Anunnaki

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Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

413: Um Selo Sobre A Reencarnação



Recebendo O Meu Rúach

“A gematria expressa e manifesta o pensamento de D’us. Portanto, é correto dizer que D'us está na matemática e que ela é também o idioma divino."

Bën Mähren Qadësh

Gematria: é um código alfanumérico de atribuição de um valor numérico a um nome, palavra ou frase com base nas suas letras hebraicas. Uma única palavra pode gerar vários valores, dependendo da cifra usada. Por exemplo, a primeira palavra da Torá é “Bereshit (בראשית)” no versículo “Bereshit bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz (No princípio criou Elohim os céus e a terra) e cuja gematria é igual a 613 e que, então, pode ser substituída por outra de igual numerologia e, com isso, fará abrir outros segredos escondidos na Torát Nistar (Torá Oculta). Uma expressão com gematria equivalente à da palavra Bereshit (No princípio) é “Hitbodedut Elohim (התבודדות אלהים)” revelando, desta forma, a maneira que Elohim usou para criar o universo. O termo “Hitbodedut” significa “Meditação” e ao aplicarmos a substituição pela gematria equivalente descobrimos “Hitbodedut Elohim bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz (התבודדות אלהים ברא אלהים את השמים ואת הארץ) – Com meditação divina criou Elohim os céus e a terra.” Assim, todos os mistérios do universo, do mundo, da alma e da vida podem ser revelados e explicados com o uso da gematria.

Já foi explicado em diversos artigos aqui no blog, publicações no Facebook e nos meus livros que a alma tem cinco nomes. Esses são:

Néfesh, Rúach, Neshamá, Chayá e Yechidá

Cada um desses níveis está atado a cada um dos cinco mundos da Árvore das Vidas e do corpo divino de Adam há’Rishon (Homem Primordial). Néfesh ao mundo de Assyá (mundo da realização). Rúach, ao mundo de Yetzirá (Formação). Neshamá, ao mundo de Briá (Criação). Chayá, ao mundo da Emanação (Atzilut) e, finalmente Yechidá à coroa da Árvore das Vidas, o mais elevado de todos os mundos e ao Sagrado, Ele mesmo, bendito seja.

Quando uma pessoa vem ao mundo, ela recebe uma Néfesh. Em uma segunda reencarnação, ela recebe, se mérito tiver criando em sua primeira encarnação, o nível de Rúach e, em uma terceira reencarnação se mérito tiver adquirido, o terceiro nível de Neshamá e, se continuar trabalhando espiritualmente realizando as Mitzvot (Preceitos da Torá), Estudo e kavanot (meditações) da Torá Ne’elam (Torá Escondida) e Estudo e meditações com o Zôhar Sagrado, ela poderá adquirir os outros dois níveis restantes. Um exemplo de pessoas que alcançaram todos os níveis são Daniel e seus três amigos Chananiá, Misha’ël e Azariáh que, mesmo sendo lançados na fornalha ardente, não sofreram qualquer dano, pois haviam alcançado e adquirido todos os cinco níveis da alma.

As vezes, até que a pessoa possa merecer o seu rúach, terá que passar por muitas reencarnações até que todos as tiqunim (correções) do mundo de Assyáh, sejam realizadas. Talvez ela tenha que voltar ao mundo atravessando muitas épocas até que chegue o tempo que venha para receber o seu rúach (espírito).

A REVELAÇÃO

Manhã de 22 de setembro de 2019, acordei, recitei as kavanot da aurora e me levantei. Chamei um Uber para a minha mãe e voltei para completar o despertar. Enquanto tomava meu banho, meditava com mantras budistas entoados na voz de Lex Von Someren, dentre eles, o meu mais preferido que é Balinéia.

Higienizado o corpo, ungido com óleos essenciais, me sentei na cama e continuei a meditação para só então, dirigir-me à cozinha com intenção de preparar o meu café da manhã, claro, mantendo a mente meditativa.

Coei o café, preparei meu prato com banana, aveia e pasta de amendoim e vim para o quarto e, enquanto me alimentava tomando meu delicioso café me veio, à mente, a expressão “Qol Há’Tzerufim (קול הצרופים)” cujo significado é “A Voz Das Permutações.”

Enquanto eu considerava o emergir da voz interior me instruindo, uma matriz antiga do Código de Qohelet me voltou à memória e com ela a gematria 413 e junto veio a revelação, pois, 413 é a gematria Avgad Reversa de “Qol Há’Tzerufim.”

Este valor numerologico cabalista me é por demais apreciado e começou a ser manifestar na minha vida há dezessete anos, quando Elisheva surgiu na nossa K’nesset Eliahu no final de 2001 trazida por uma das primeiras famílias que vieram para frequentar a Qehilá, a família Schminsky, da qual, no futuro, também seria, desferido, contra minha vida, o punhal da traição, ao qual eu já estava destinado. Elisheva possui gematria igual a 413.

Novamente e, pela enésima vez, me pus a calcular a gematria do valor 413 e desta vez, a maior de todas as aberturas místicas se realizou e a revelação se manifestou:


A transliteração da frase acima é “Baú elav gal Velikovsky” que se traduz “Veio para revelar Velikovsky” e cuja gematria é exatamente 413, a mesma do nome Elisheva.

Como explicado acima neste mesmo capítulo, o Dr. Immanuel Velikovsky, nascido no mesmo dia e mês que eu nasci, era o esposo de Elisheva Kramer e eu, no futuro estava destinado também a uma Elisheva e, como explicado, o rúach de Immanuel Velikovsky, entrou, pelo portal do nascimento, na jovem, nascida no mesmo dia e mês que eu fui concebido no calendário hebraico, ou seja, em 13 de Elul, com destino a mim no futuro e, portanto, era inevitável que Elisheva fosse trazida a mim no final de 2001 para que eu recebesse o que a mim pertence, o meu segundo nível de alma, o meu rúach.

Já expliquei que, a gematria de “Rúach Immanuel (רוח עמנו-אל)” é exatamente 413, o que demonstra e evidencia a manifestação do divino na minha vida e o poder de realizar e estudar Torá neste mundo e na Academia Celestial.

No corpo de Elisheva descansava o rúach de Immanuel Velikovsky que estava destinado a mim para ser o meu segundo nível de alma. Era inevitável o nosso encontro e nossa relação amorosa e por isso uma aura poderosa se manifestava sempre que estávamos juntos. A medida que a relação se intensificava, as centelhas do espírito de Immanuel transmigravam para o meu corpo de acordo com o segredo do Yibur explicado pelo Arizal e compilado em Sha’ar Há’Gilgulim pelo Rabino Chaim Vital de quem eu também sou uma reencarnação. Lembrando que o Rabino Vital era uma reencarnação da alma de Chizkiyahu Mélech Yehudá que reencarnou depois em Immanuel Velikovsky e, finalmente, em mim.

 667
O Verdadeiro Gurú

Gurú: Professor espiritual, especialmente, aquele que inicia uma pessoa no caminho da Sabedoria espiritual. Na tradição cabalista, Rabbi (רבי).

Foi o Arizal (Rabbi Itzchaq Lúria) quem revelou ao rabino Chaim Vital, de abençoada lembrança, que ele havia recebido a alma do Rei Ezequias por Yibur durante uma shabat em 1572, quando ele viu, escrito na testa de Vital, as palavras de Rabban Yochanan Ben Zaccai que ele proferiu quando estava para morrer: “Preparem uma cadeira para o Rei Ezequias, ele está vindo (הכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא).” Em 2016, eu tive um sonho e nele, fui levado à Academia Celestial e lá, os mestres da Toráh me disseram em uníssono estas palavras de Rabban Yochanan me mostrando, ao mesmo tempo, as mesmas escritas em Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das Reencarnações) me informando também, que havia nelas, um segredo de gematria. O valor numerologico destas palavras proferidas por nosso mestre Yochanan Ben Zaccai é igual a 761 que corresponde à gematria do ano 761 que correspondeu ao ano 2001 no calendário solar gregoriano. Foi naquele ano que ascendi novamente, nesta reencarnação, ao nível de rabino.

Quando fui ordenado Rabino novamente nesta vida e recebi minha semichá espiritual da alma do nosso mestre, o Arizal, passei a ser chamado, por inspiração divina, de Rav Misha’Ël (רב מישאל) cuja gematria é igual a 583 e esta, é a mesma da expressão “Paulo, hú le’gilgul rabbi Chaim Vital (פאולו הוא לגילגול רבי חיים ויטאל)” cuja tradução é “Paulo, ele é a reencarnação do Rabino Chaim Vital.” Meu nome civil, Paulo, possui a mesma gematria de Chaim Vital que é 123.

“Os filhos de Belém: 123”
Ezra 2:21

Em Shoferim (Juízes) capítulo 19, nos encontramos as palavras “el-Beith Lechem (אל-בית לחם)” que se traduzem como “para Beith Lechem (para Belém)” e cuja gematria é exatamente igual a 583. Eu nasci na maternidade do Belenzinho, no distrito do Belém, em São Paulo, em 10 de junho de 1966 e minha mãe me chamou Paulo (123). O Rabino Chaim Vital cuja gematria é igual a 123, nasceu na aldeia de Safed, norte de Israel, em 23 de outubro de 1542 e faleceu no dia 23 de abril de 1620. A expressão “Yavô Tz’fat (יבא צפת)” que se traduz “Virá de Safed” possui gematria igual a 583. Este valor era também o número da casa na qual nossa Sinagoga estava estabelecida pela qual o contrato de aluguel foi assinado no dia 23 de abril de 2001 com vencimento no dia 23 de outubro de 2003.

A mensagem do 583? "Virá de Safed para Belém (יבא צפת אל-בית לחם)" evidenciando que a centelha de alma que se tornaria a minha "néfesh ha'eloqit (נפש האלוהית)" viria de Safed, Israel, para Belém, São Paulo e se manifestaria quando eu completasse 35 anos e pisasse os pés na casa número 583, na Vila Amorim, em Suzano, no dia 23 de abril de 2001, dia do falecimento do rabino Chaim Vital, que nasceu em Saféd em 1542.

A gematria Avgad Reversa de Rúach Immanuel é 667 que é exatamente a mesma numerologia cabalística de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). O Arizal, como ele mesmo revelou, veio ao mundo apenas para guiar o Rabino Chaim Vital ao Despertar da sua própria alma e revelar a ele quem ele realmente era.  A expressão “Yada yavô Tz’fat (ידע יבא צפת)” que se traduz “O conhecimento virá de Safed” possui gematria igual a 667 que é a mesma de Rabbi Itzchaq Lúria.  A mesma numerologia cabalista é a gematria de “Gilgul yavô be’Tz’fat (גילגול יבא בצפת)” cuja tradução é “A reencarnação virá de Safed.”

Outra importante expressão reveladora que possui a mesma gematria de Rabbi Itzchaq Lúria que é 667 é a expressão “Gilgul be’yibur be’NaRaN (גלגול בעיבור בנרן)” cuja tradução é “Reencarnação por Yibur de NaRaN”. NaRaN é o segredo de Néfesh, Rúach e Neshamá recebidas por Yibur, conforme a expressão indica e evidencia por sua gematria que é 667, a numerologia cabalística do autor do Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das Reencarnações), o Rabbi Itzchaq Lúria, no qual estes níveis são mencionados e explicados.

Continuará...


Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Yibur Maharal: O Milagre Da Reencarnação


YIBUR

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".

Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2



Hoje é 18 de setembro, no calendário hebraico cabalístico, 18 de Elul (יח ב"אלול), data do ocultamento da alma do nosso grande mestre, o salvador do povo judeu de Praga, o Grão Rabino Yehudá Loëw Bën Betzalel, o Maharal de Praga, abençoada seja sua memória.

E justamente hoje, no dia do seu Hilulá, o Sagrado, bendito seja Ele, me revelou um segredo concernente a um sonho que foi sonhado no dia 28 de março de 2017, no qual o Rebbe de Lubavitcher. veio no sonho de uma pessoa para revelar um segredo sobre a minha neshamá. E esta jovem não havia sido qualquer pessoa ou uma pessoa desconhecida, ela havia sido minha noiva para a qual eu estava destinado naqueles dias por razões de reencarnação. Mas, antes de revelar sobre este sonho de 28 de março é preciso começar por um outro sonho que foi sonhado em 21 de julho de 2013. Ei-lo aqui conforme anoite no meu diário:

"Madrugada, 21 de julho de 2013. Sonhei e um novo mistério me foi revelado: No sonho estávamos eu, Dean e Sam Winchester e o Anjo Castiel. Havia um quadro negro com muitos mistérios escritos nele. Num determinado momento, tomei um giz e escrevi um Nome Divino no quadro e Castiel veio e o apagou. Escrevi-o novamente e então o Sagrado, bendito seja Ele, apareceu imediatamente e então me revelou que este é um Nome pelo qual D’us, abençoado seja, atende prontamente. Outros mistérios me foram contados sobre os quais ainda vou meditar."

Elul (אלול) foi o Nome Divino que eu escrevia no quadro negro no meu sonho. É o nome que recebe o sexto mês lunar no calendário hebraico que é chamado “O Mês da Teshuvá (retorno)”. Mas, porque Castiel, Dean e Sam de Supernatural? Eu ainda não havia descoberto Castiel nos escritos do Rabino Chaim Vital e então, D’us veio a mim em sonho através do Anjo Castiel para me revelar este é outro profundo e singular mistério.

A primeira missão desse sonho era me chamar atenção para os mistérios que estavam escondido, criptografado no nome Elul (אלול), nome que contém as roshei teivot (iniciais) de "Ani Le'dodí Ve'dodí Lí (אני לדודי ודודי לי) - Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim" que é uma declaração do neshamá (alama divina) para o rúach (espírito), um segredo que vou explanar mais abaixo. Um desses mistérios eu já havia revelado que era o que estava escondido na gematria de "Ani Le'dodí Ve'dodí Lí" que é 185 e que é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - Eu sou Chaim Vital." O outro mistério era revelar a outra centelha que eu iria receber também por yibur.

A QABALÁH nos ensina que nenhuma relação acontece ao acaso e todas estão relacionadas ao mistério do gilgul (reencarnação) e todas são para o bem da pessoa mesmo que estes relacionamentos sejam difíceis e dolorosos.

HAÿFFA

Quando eu sonhei na madrugada de 27 de julho de 2013 ela não tinha aparecido ainda e eu não tinha sequer um vislumbre do que iria me acontecer e desse encontro profundo e poderoso que se realizaria por razões espirituais e para realizar o mistério da reencarnação.

Eu sempre dizia para ela, a italianinha, quando estamos juntos: "O que é seu, virá para você, no entanto, o que não é seu, lhe será tirado". O segredo era que ela tinha vindo até mim, trazida pela neshamá (alma divina) que nela havia sido reencarnada para a devolver para mim, pois ela era minha e deveria ser devolvida a mim.

Eu fui abençoado. neste gilgul, para adquirir méritos e alcançar os três níveis de alma (néfesh, rúach e neshamá) e todos estes níveis vieram para mim por Yibur (Impregnação). A néfesh em 1999, o rúach em 2003 e a neshamá em 2014.

Este sonho foi recebido na madrugada de 21 de julho continha o segredo da chegada da centelha de alma que me seria emprestada para ser a minha neshamá. O dia 21 de julho é o 202º dia no calendário solar e este valor contém a gematria da expressão “Betzalel chai va’yavoú (בצלאל חי ויבאו)” e cuja tradução é “Betzalel está vivo e está chegando.” Betzalel é o sobrenome do nosso mestre, o criador do golem, o rabino Judá Loëw Ben Betzalel, de abençoada memória.

O Sagrado, o Qadosh Baruch Hú, Ele mesmo veio no sonho para me revelar este segredo: Que "Betzalel está vivo e que estava chegando", mas eu estava dormindo, não havia despertando ainda e o despertar somente viria no dia 27 de setembro de 2014, exatamente no aniversário daquela que viria trazendo a centelha que a mim seria devolvida: Haÿffa!

Então, na segunda-feira, 28 de outubro de 2013, segundo dia de leitura da Porção Toledot, ela surgiu misteriosamente e o inevitável se realizou: O que era meu, veio para mim.

Betzalël está vivo e está chegando...

O SONHO DE HAÿFFA

Ela possuía uma profunda admiração pelo Rebbe Menachem Mendel, também conhecido como Lubavitcher Rebbe, e nem ela e nem eu sabíamos o mistério, mas, não há mistério que não seja revelado pelo Sagrado, abençoado seja Ele, para aqueles a quem Ele deseja.

"Estou tendo uma sequencia de sonhos... Do dia 27 para o dia 28 na madrugada, sonhei com o rebe Lubavitch. Há detalhes, mas o principal: Me mostrou letras do alfabeto hebraico. Já procurei o significado delas mas creio que há outros mais profundos. Ele estava em uma casa, era de noite. Tudo muito escuro. Antes de me encontrar com ele, uma senhora que estava comigo, arrumou minhas vestes, como se a engomasse (o sonho começou assim). Eu estava vestida com um traje em tons escuros. Ela abriu uma porta e logo vi à alguns metros, a casa, de onde surgiu o rabi. Adentrei a casa, logo sentei à mesa onde ele também estava. A perfeição de detalhes do rosto dele era inacreditável. Ele abriu o livro, e me mostrou três palavras . Uma delas significa "segredo." As utras duas palavras tem haver com os 36 justos...'


Haÿffa

O sonho não era para ela! Era um recado do Rebbe para mim, um segredo sobre transmigração por yibur, um segredo que parcialmente eu já conhecia conscientemente desde fevereiro de 2016 e desde aquele ano já publiquei inúmeros artigos sobre este segredo.

Há dois anos eu não pensava neste sonho, sequer me recordei dele, apesar de o ter anotado devidamente com a data e, de repente, no dia de hoje, 18 de Elul, no hilulá do Maharal, ele veio ao pensamento como uma flash de luz brilhando da escuridão. Não foi acaso...

No sonho o Rebbe abria um livro, como relatado nas próprias palavras da jovem, e lhe mostrava, escrito em hebraico "Sód Lamed Vav (סוד ל"ו)" palavras que se traduzem "O Segredo do Justo Escondido" código este que também é uma alusão à neshamá de uma pessoa que pode ser a faísca da alma de um Justo Escondido. As letras "Lamed Vav (ל"ו)" são as iniciais de "Lamed Vav Tzadiqim (לו צדיקים)" que se traduz "Trinta e Seis Justos."

"Abaye disse: O mundo tem pelo menos trinta e seis justos em cada geração que cumprimentam a Presença Divina (Shechiná), como é afirmado: “Felizes são todos os que esperam por Ele [lo]” - Isaías 30:18. O valor numérico de lo (לו), soletrado lamed vav, é trinta e seis. 


Talmud Sanhedrin 97b

Yibur Do Maharal De Praga 

Rebbe é um descendente direito do Maharal de Praga e a madrugada na qual ele veio no sonho da pessoa foi a 87º madrugada do ano e este valor, o 87 é a exata gematria de "18 de Elul (יח ב"אלול)" que é a data do ocultamento da alma do Maharal.

Esta visita do Rebbe aconteceu um pouco antes da minha viagem para Israel em abril e foi quando eu estava lá que o segredo do yibur da minha neshamá me foi revelado. A expressão hebraica "Tzadiq Ne'elam (צדיק נעלם)" possui gematria mispar kollel igual a 395 que é a mesma do nome do 3º nível da alma que é "neshamá (נשמה)." O nome da jovem que sonhou possui a mesma gematria mispar musafi, ou seja, 395. Ela nasceu no dia 1º de Tshri de 5745 e esta data é o segredo da primeira palavra da Torá (Bereshit) que ao ser permutada se torna "Alef b'Tshiri (א ב"תשרי)" que se traduz "1º de Tshri". E o que lemos depois? "... criou Elohim os céus... (...בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם...)". A palavra "shamayim (הַשָּׁמַיִם)" que é "céus" possui a mesma gematria de "neshamá" que é 395 e, então, o versículo pode ser compreendido como "Em 1º de Tshiri criou Elohim a neshamá... (א ב"תשרי ברא אלהים את נשמה)". Tudo se encaixa perfeitamente e, como revelei no meu artigo "Alcançando A Plenitude", o meu rúach e a minha neshama vieram ao mundo nos corpos de outras pessoas, conforme o segredo explicado em Sha'ar ha'Gilgulim e a jovem a quem o Rebbe visitou para contar o segredo foi a pessoa na qual a minha neshamá veio ao mundo.

Foto Haÿffa

Dois dias depois do sonho dela, a primeira coisa que ela escreveu, após aprender o alfabeto hebraico, foi o nome Menachem Mendel (מנחם מנדל) e cuja gematria mispar musafi é igual a 270 que é a mesma da palavra Ër (ער) que significa "Desperto." O mesmo valor corresponde ao dia 27 de setembro, a data do aniversário dela e o dia no qual o despertar me alcançou.

Por que somente hoje, no hilulá do Maharal, este segredo me foi aberto? Mais de dois anos depois da visita do Rebbe? O segredo está na gematria Atbash de Maharal que é 123 que é a gematria do meu nome civil.

O Maharal de Praga faleceu no dia 18 de Elul no ano de 5369 (1609). Este é o mesmo dia em que sete gerações depois, seu descendente direto, o primeiro Rebe de Chabad, Rabino Schneur Zalman de Liadi, nasceu no ano de 5505 (1745). O fundador do movimento chassídico, o rabino Israel Baal Shem Tov, nasceu no mesmo dia no ano de 5458 1698).

Os dias que sobraram no ano a partir da madrugada do sonho em 28 de março foram 278 valor em gematria de Ór Ganuz (Luz Oculta) e da expressão "Galé sód zô ha'chacham be'18 be'Elul (גל סוד זו החכם ב'י"ח ב'אלול) - Descubra este segredo, do sábio de 18 de Elul." O dia 18 de Elul é o Hilulá (aniversário de ocultamento da alma) do Maharal de Praga.

Quando ela surgiu, em 28 de outubro de 2013, ela mencionou o nome Haÿffa e eu imediatamente compreendi que este era o seu nome espiritual e, mais tarde compreendi que era o nome da neshamá que estava reencarnada nela e que veio para ser devolvida à mim. A gematria mispar ha'achor de Haÿffa (חיפה) é igual a 288 que é a mesma gematria de Yibur e também do nome da centelha que eu receberia por este tipo de reencarnação.

Mesmo com todas estas experiencias maravilhosas, eu declaro e reafirmo que, a minha neshamá é apenas uma faísca do Maharal. Certamente existem outros que possuem almas que são faíscas do Grão Rabino de Praga e talvez um dia, sejam aproximados milagrosamente e, então, nos reencontraremos...

O sonho me foi relatado na madrugada de 30 de março de 2017 a 01h01m e eu o vi apenas pela manhã quando abri o email.

Eu viajei para Israel na madrugada de 3 de abril de 2017 e cheguei lá as 3 horas da madrugada do dia 4. No dia 22 de abril, véspera do hilulá de Chaim Vital, o segredo da minha reencarnação me foi aberto e as identidades das pessoas nas quais estes três níveis de almas vieram ao mundo destinadas a mim por yibur me foram reveladas. A primeira centelha na pessoa que nasceu em novembro de 1981 e cuja gematria ne'elam do nome é igual a 185 que é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que significa "Eu sou Chaim Vital." A segunda centelha que é o meu rúach veio ao mundo na pessoa que nasceu em agosto (13 de Elul) de 1980 e cuja gematria do nome é igual a 214 que é a mesma de "rúach (espírito) que é o segundo nível de alma e que é a alma de Immanuel Velikovsky, uma centelha de Chizkiyahu ha'melech e, finalmente, a terceira centelha veio ao mundo na pessoa que nasceu em setembro de 1984 e cuja gematria do nome é igual a 395 que é a mesma numerologia do nome do terceiro nível de alma que é a neshamá e é uma faísca do Maharal. Isso tudo eu compreendi no dia 22 de abril de 2017. A gematria somada dos nomes destas três centelhas de almas é igual a 467 que é a mesma de "Gilgul Chodesh Elul (גילגול חודש אלול)" que significa "Reencarnação De Elul". Elul é um acrônimo para o versículo "Ani Le'dodi Ve'dodí Li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי) - Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim" que é uma declaração da neshamá para o rúach que é o seu marido e também do versículo. de acordo com o Arizal, de Êxodo 21 no qual se lê "...Ana Le'yadô Ve'shamti Lechá (אִנָּה לְיָדוֹ--וְשַׂמְתִּי לְךָ)" que é sobre a lei do "homicídio acidental" e a mim, foi revelado que Elul é também as iniciais no versículo (IIºCrônicas 5:13) "...Echad Le'hallél Le'hodót L'adonai (אֶחָד, לְהַלֵּל וּלְהֹדוֹת לַיהוָה) - unidos para louvar e bendizer a Adonai..." que é o segredo da unificação destes três níveis de almas.

Elul é chamado de "O Mês Da Teshuvá" termo este traduzido erroneamente para "arrependimento" mas que verdadeiramente significa "retorno" porque as almas retornam em Elul e, de acordo com o Sêfer ha'Yetizirá, as letras que criaram o mês de Elul são "Rêsh (ר)" que criou mercúrio e "Yud (י)" que criou virgem e ambas são as iniciais de "Rakav Yashuv (רכב ישוב)" que significa "Carruagem Do Retorno." Eu fui concebido no dia 13 de Elul de 5725 (10 de setembro de 1965)...

18 De Janeiro


ELUL

Na tarde de 18 de janeiro de 2014, eu coloquei, no dedo dela, um anel no qual estava gravado "Ani Le'dodí Ve'dodi Lí (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי) - Eu sou do meu amado e o meu amado é meu" que é uma declaração da neshamá (alma divina) pelo seu amado que é o rúach (espírito). Um ano depois eu sonhei com ela na mesma data e mais outro ano, outro sonho. D'us queria que eu soubesse o segredo.

A gematria de "18 de janeiro (יח ביאנואר) é 288 que é a mesma numerologia cabalística do termo "Yibur (עיבור)" e que significa "Impregnação" e é o segredo mencionado do começo deste escrito. Mas, havia outro maior e grandioso segredo nesta gematria.

Foi durante os dias nos quais estávamos nos relacionado que o nome Bën Mähren Qadësh me foi velado. Eu ainda levaria alguns anos para compreendê-lo.

O nome do nosso mestre era "Yehudá Loëw Bën Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל)" e gematria do nome do nosso professor, de abençoada lembrança, é exatamente 288 e este número revela que um Yibur se realizou e foi o Yibur de Judá Loëw Bën Betzalel. Abençoado seja o Sagrado que não nos abandonou na galút (exílio) e não deixa no escuro os seus pequenos e humildes servos.

Este relato aqui publicado ainda será estendido e melhor organizado. Eu o publiquei hoje para não deixar passar a data na qual o segredo me foi revelado.

Razá Ila'ah. 
Bën Mäheren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

Rabbi Isaac Lúria:- Uma Reencarnação De Moisés


Nosso mestre, de abençoada lembrança, o rabbi Isaac Lúria, foi uma reencarnação de nosso mestre Moisés, abençoado seja, o que ele mesmo revelou ao seu discípulo Chaim Vital. Agora, passo a revelar, neste artigo, este segredo maravilhoso que estava oculto no Zôhar Sagrado que foi "descoberto" por nosso professor amado, o Rabino Shimeon Bar Yochai.

Inicio a abertura desse mistério pelas palavras codificadas em Sha'ar ha'Gilgulim de autoria do Arizal (Rabbi Isaac Lúria) e compilado por seu discípulo Chaim Vital. Sabia que, em Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) Introdução 17, está escrito:

"Sabia que o total de almas (de Israel) é 600.00 e não mais do que isso. E a Torá é a Raiz de todas as almas de Israel, pois dela as almas saíram e nela estão enraizadas. E, portanto, a Torá tem 600.000 maneiras de ser explicada, e todas elas se encontram no nível de P'shat (Literal)."

Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 17

Este é o segredo do nome Israel (ישראל) cujas letras são as roshei teivot (iniciais) de "Iêsh Sheshim Ribô Oti'ot Le'Torá (יש שישים ריבוא אותיות לתורה)" cujo significado é "Existem seiscentas mil letras na Torá." Razá Ila'áh.

"Ainda há 600.000 maneiras no nível de Remêz (alusivo), 600.000 no nível de Derash (Exegético) e 600.000 no nível de Sód (Secreto). Assim, de cada um das 600.000 maneiras de explicar Torá, uma alma de Israel foi criada e, num futuro próximo, cada indivíduo de Israel conseguirá saber toda a Torá de acordo com a sua explicação, que está relacionada com a raiz da sua alma. Isto é, aquela explicação que o criou e lhe deu existência."

Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 17

Imagine, então que, para todos os quatro níveis da Torá existem 2.400.000 (dois milhões e quatrocentas mil) maneiras de serem explicados, de acordo com cada uma raiz das 600.000 em cada nível.

"Mas há algumas almas que compreendem dois tipos de interpretações, enquanto outras compreendem muitos e muitos mais. E a alma de Moshê (Moises), que a paz esteja com ele, compreendia todas as 600.000 interpretações da Torá, e, prova disso é o que os Sábios disseram, de que ele sabia até o que cada aluno iria eventualmente renovar no ensino de Torá. Isso ocorria porque a alma dele (Moisés) envolvia todas as 600.000 almas de Israel. É por isso, também, que outros Sábios de Israel conseguiram compreender e fornecer tantas interpretações para a Torá, porque tudo depende do aspecto das almas incluídas nas almas deles."

Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 17

Agora venha, leia e compreenda, o que foi escrito no Zõhar Sagrado há mais de 2.000 anos, muito antes que o Arizal viesse ao mundo para instruir o Rabino Chaim Vital:

"Aprendemos que, naquele momento, que chegou a hora de Moisés, o profeta fiel, descer ao mundo. O Santo, abençoado seja ele, retirou um Espírito Santo de um bloco cortado da pedra preciosa, a safira, que estava escondida dentro de 248 luzes, e brilhava sobre ele. E ele o coroou com 365 coroas e ficaram diante dele, e ele o nomeou sobre tudo o que era dele. Ele lhe deu 173 chaves, e o coroou com cinco coroas. Toda coroa subiu e iluminou em mil mundos que iluminam e nas luzes escondidas nos tesouros do Rei Santo Revelável"

Zôhar Beshalach


A alma possui 248 órgãos e 365 nervos e tendões que são forma aos órgãos, nervos e tendões do corpo, mas o segredo não é apenas este. A Torá possui 248 preceitos positivos e 365 negativos. 

A gematria do Nome Raziël (רַזִיאֶל) é 248 que é a mesma gematria de Arizal (אָרִיזַל). As 173 chaves são as letras na Prece Ana Bekoach e as cinco coroas são o segredo das cinco letras no Nome Raziël (רַזִיאֶל) e também no nome Arizal (אָרִיזַל).

Os sábios declararam que Moisés era metade homem e metade anjo o que comprova esta revelação. Lemos em Sêfer Devarim (Deuteronômio) capítulo 33, a seguinte declaração sobre a natureza angélica de Moisés:

"Esta é a bênção com que Moisés, homem de Deus, abençoou os filhos de Israel antes do seu ocultamento (וְזֹאת הַבְּרָכָה, אֲשֶׁר בֵּרַךְ מֹשֶׁה אִישׁ הָאֱלֹהִים--אֶת-בְּנֵי יִשְׂרָאֵל)".

Deuteronômio 33:1

Neste passuq, Moisés é chamado de "Ish ha'Elohim" e sabemos que os "Ishim e os Elohim" são hierarquias angelicais. Em Dere'k Nistar (QABALAH), os ishim (Heb. אִישִׁים - "homens", "personagens", "personalidades", "indivíduos") ou Eshim (אֵשִׁים - "incêndios", "chamas", "faíscas") são uma classe de anjos sobre os quais disseram que são os mais próximos dos assuntos da humanidade. Eles são compostos de fogo e neve, e são descritos como "as almas belas" que residem em Makon, o 5º Céu e Moisés foi chamado "Ish ha'Elohim (אִישׁ הָאֱלֹהִים)".


No próprio Sêfer Devarim nós encontramos "Raziel" e abaixo dele "Yavô (virá) e ao lado "Moshê ish ha'Elohim...".

A metade anjo da alma de Moisés era o Anjo Raziël e por isso ele era chamado "Ish ha'Elohim" que pode ser compreendido como "Faísca de D'us". Assim também, nosso mestre Isaac Lúria era, alem de uma reencarnação de Moisés, uma reencarnação também do anjo Raziel, professor de Adão no Jardim do Éden.

Portando, no Zôhar, já estava codificado que nosso mestre Moisés, que a paz esteja com ele, voltaria ao mundo e se chamaria Arizal, e ele abriria para nós os segredos inefáveis da nossa sagrada Torá. Abençoada seja a memória do nosso mestre...

Razá Ila'ah

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Evidência De Vida Extraterrestre Na Bíblia


"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos."
הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל; וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ.

Tehilim (Salmos) 19:1

Certa vez,  o Dr. Velvl Greene, um proeminente microbiologista que anos atrás foi recrutado pela NASA em seu projeto para determinar se há vida. em Marte, procurou pelo Rebe de Lubavitcher e o questionou se isso era algo que ele deveria estar fazendo. O Rebe respondeu: “Dr. Greene, procure vida em Marte! E se você não o encontrar lá, procure outro lugar no universo. Porque você se sentar aqui e dizer que não há vida fora do planeta Terra estará colocando limitações no Criador, e isso não é algo que nenhuma de Suas criaturas possa fazer!”

Quando eu comecei a investigar, muitos anos atrás, através da Cripto-Ufologia, as interações extraterrestres e intraterrenas no passado da humanidade, eu fiquei surpreso, boquiaberto e exultante ao descobrir que, os rabbis do Talmude, dois mil anos no passado, já conheciam sobre a vida extraterrestre em nossa galaxia a ponto de, inclusive explicar que, a citação à Meroz na canção de Devoráh ha'Neviá (Profetiza Deborá) era alusão a um planeta habitado em algum lugar na nossa espiral galáctica.

Ao longo dos anos acabei por descobrir e decodificar inúmeras referências ufológicas criptografadas nos textos hebraicos originais do Tana'k (Torah, Profetas e Escritos). Uma dessas cripto-evidências segue aqui no próximo tópico.

Minhas investigações não tem por base textos traduzidos que são chamados Bíblia não estão corrompidos por uma mentalidade edomita (cristã), como as dos pastores evangélicos que acreditam que OVNIs e manifestações extraterrestres e intraterrenas são manifestações demoníacas.

O OVNI DE JACÓ
עב"ם יעקב

Dentro do nosso universo físico, os "anjos (מלאכים)" enviados pelo Divino e Sagrado Nome (יהוה) se manifestam e se locomovem com vestimentas materiais. Estes "malachim (mensageiros) também são chamados "chaizarim (חייזרים)" termo plural hebraico este que significa "alienígenas". Uma cripto-evidência da aparição de "anjos" aos antigos se encontra em Genesis capítulo 35, lembrando que "anjo" é uma mera tradução interpretativa católica-cristã emprestada ao termo hebraico-bíblico "malach (מלאך)" cujo verdadeiro significado é "mensageiro." O versículo da Toráh Bereshit (Gênesis) 35, diz:

"Apareceu Elohim outra vez a Jacó, quando ele voltou de Padãn-Arãm, e o abençoou."
וַיֵּרָא אֱלֹהִים אֶל-יַעֲקֹב עוֹד, בְּבֹאוֹ מִפַּדַּן אֲרָם; וַיְבָרֶךְ, אֹתוֹ.
"Vá'yerá Elohim el Ya'aqov ód, be'vô mi-Paddan-Aram va'yevaréch otô."
Gênesis, 35:9)".

No versículo original hebraico as iniciais (roshei teivot) das palavras "ód be'voô mi-Paddan-Aram (וַיֵּרָא אֱלֹהִים אֶל-יַעֲקֹב עוֹד, בְּבֹאוֹ מִפַּדַּן אֲרָם; וַיְבָרֶךְ, אֹתוֹ)" revelam o notarikon (acrônimo) hebraico para "OVNI (עב"ם) que são as iniciais de "Etzem Balti Mezoháh (Objeto Voador Não Identificado)".



Como Elohim veio a Ya'akov? Numa carruagem divina que hoje chamamos de Ufo-Ovni. Para evidenciar esta cripto-evidência, transcrevo novamente o versículo citado acima com as devidas marcações.

וַיֵּרָא אֱלֹהִים אֶל-יַעֲקֹב עוֹד, בְּבֹאוֹ מִפַּדַּן אֲרָם; וַיְבָרֶךְ, אֹתוֹ.

Esta é uma cripto-evidência ufológica da presença Alien no passado da humanidade e claro que, estes alienígenas não são os que preenchem a mentalidade de cultura ufológica moderna.


Contato Imediato
מפגש מהסוג השלישי

Na Toráh Bereshit (Gênesis) existe a narrativa do contato de Avraham Avinu (o Patriarca Abraão) com três homens que surgem de repente caminhando em sua direção enquanto ele estava sentado à entrada da sua tenda. O Zôhar, na Porção Vayerá, esclarece que estes três homens eram os três anjos Micha'Ël, Gavri'Ël e Rafa'Ël que se vestiram na "avir (atmosfera)" e assumiram a aparência de homens. Dentro do versículo no qual este encontro de terceiro grau é narrado, nós descobrimos o mesmo acrônimo hebraico para "UFO-OVNI (עב"ם)". Vamos ao versículo:

וַיַּרְא, וְהִנֵּה שְׁלֹשָׁה אֲנָשִׁים, נִצָּבִים עָלָיו; וַיַּרְא, וַיָּרָץ לִקְרָאתָם מִפֶּתַח הָאֹהֶל, וַיִּשְׁתַּחוּ, אָרְצָה.

"Va'yerê ve'hinêh sheloshá anashim, ntzavim alaiv; va'yarê, va'yaratz liqratam mipatach ha'ohel va'yshtachu aretzá."

Dentro das palavras "anashsim nitzavim alaiv (אֲנָשִׁים, נִצָּבִים עָלָיו)" o acrônimo UFO (עב"ם) está codificado a cada três saltos equidistantes e, não por acaso, são três os anjos que vem ao encontro de Abraão.


Não foi a primeira e nem a única vez que descobri o acrônimo OVNI (עב"ם) no hebraico moderno criptografado nas Escrituras Hebraicas, tanto no singular como no plural (עב"מים) e você poderá ler estas referencias nos artigos "As Carruagens De Eliseu" e "A Abdução Do Profeta Elias." Uma destas cripto-ocorrências se encontra na Toráh Devarim (Deuteronômio) capítulo 33, como demonstro a seguir. Este acrônimo para UFO no hebraico pode ser encontrado no verbete sobre o Incidente Rendlesham, acontecido na Floresta de Rendlesham, Sufolk, Inglaterra, entre 26 e 28 de dezembro de 1980.

CAVALGANDO OS CÉUS
רכב השמים

A explicação deste versículo está publicada em alguns artigos aqui neste blog, incluindo o maior deles intitulado "Evidências Ufológicas". O plural de "Objeto Voador Não Identificado" no hebraico (עב"מים) está criptografado na Toráh Devarim (Deutoronômio) capítulo 33 versículo 26, como se segue:

"Não há outro, ó Jesurum, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda, e com a sua majestade sobre as mais altas nuvens."
אֵין כָּאֵל, יְשֻׁרוּן: רֹכֵב שָׁמַיִם בְּעֶזְרֶךָ, וּבְגַאֲוָתוֹ שְׁחָקִים.
"Ein ka'El Yeshurun; rochév shamayim be'ezrêcha u've'gavatô shechaqim."

Deuteronômio 33:26

A pergunta certa a ser feita aqui é: Como o "El" cavalga os céus para auxiliar Yeshurun (a Terra)? A resposta está criptografada no próprio versículo, como demonstro a seguir:

אֵין כָּאֵל, יְשֻׁרוּן: רֹכֵב שָׁמַיִם בְּעֶזְרֶךָ, וּבְגַאֲוָתוֹ שְׁחָקִים

No sentido inverso ao do hebraico tradicional, ou seja, escrito da esquerda para a direita, descobrimos o acrônimo plural "UFOs" no hebraico (מים"בע) como demonstrado aqui entre parenteses. e, não por acaso, o termo está criptografado entre as palavras "be'ezêcha (para o teu auxílio)" e "shamayim (céus)".

Para deixar claro e evidente que realmente o versículo está aludindo a OVNIs e vida extraterrestre, fiz uma pesquisa criptográfica cruzando este versículo com o nome de um dos mais renomados ufologistas do brasil: Gevaerd.

Clique para ampliar

No centro da matriz, marcado na cor vermelha, está a key-word (palavra-chava) que é "Gevaerd" devidamente transliterado para o hebraico (גבערד) de acordo com a grafia no verbete da Wikipédia traduzido para o hebraico. No código Gevaerd é cruzando pelo versículo citado e explicado acima, sendo que, seu nome é cruzado por "rochev shamayim (cavalgando os céus)". Fica claro aqui, com a decodificação deste código que o versículo é um segredo ufológico.


O renomado Ufólgo Ademar Gevaerd


O termo hebraico "Shechaqim (שְׁחָקִים)" citado no versículo e traduzido para "altas nuvens" é, na verdade, o nome de um dos sete céus mencionado nas Escrituras Hebraicas, nomes estes (dos sete céus) que a cristandade traduziu unicamente para céus, quando, na verdade, são "pavimentos" específicos. Shechaqim é citado no Tehilim 78 versículo 23, no qual lemos "Contudo ordenou às nuvens (shechaqim) lá em cima, E abriu as portas do céu (וַיְצַו שְׁחָקִים מִמָּעַל; וְדַלְתֵי שָׁמַיִם פָּתָח)." A tradução mais correta seria "E ordenou ao shechaqim acima e as portas dos céus se abriram.".

Os sete céus são: Vilon (וילון), Raki'a (רקיע), Shehaqim (שחקים), Zebul (זבול), Ma'on (מעון), Machon (מכון), Arvoth (ערבות) que é o sétimo céu.

O Enigma De Chasdai Crescas
חידת חסדאי קרשקש

Enquanto eu estava investigando estas ocorrências cripto-ufológicas nas Escrituras Hebraicas, ao longo dos últimos cinco anos, me deparei com um enigma que, se tornou, para mim, grandioso. O que eu não sabia era que ele já era conhecido de um dos grandes mestres do judaísmo catalão, o filósofo Chasdai Crescas, no século XIII. Eis o enigma:

"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos."
הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל; וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ.

Tehilim (Salmos) 19:1

É claro que você vai questionar onde o enigma está? E se você continuar a pensar em termos de Bíblia traduzida, nunca vai descobrir o segredo. E como foi mencionado acima, a investigação foi realizada para determinar a ocorrência do acrônimo UFO no hebraico em textos que faziam alusão a aparições Ufo-Extraterrestres nas Escrituras Hebraicas como, no caso do Profeta Elias e do Profeta Eliseu.

Enquanto eu investigava, descobri uma cripto-ocorrência do plural OVNIs no hebraico dentro do Salmo mencionado acima. Vou destacar abaixo:

הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל; וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ. יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ אֹמֶר; וְלַיְלָה לְּלַיְלָה, יְחַוֶּה-דָּעַת.

Criptografado dentro destes versículos se encontra a ocorrência "OVNIs Yiered (עב"מים יירד)" cuja tradução é "OVNIS DESCERÃO."

Eu descobri esta cripto-evidência em 7 de setembro de 2017 e fiz uma publicação para o Facebook sobre esta descoberta intitulada "Magdiim Ha'Raqía". Segue abaixo o que publiquei:

"Os OVNIs são chamados de "Maguidiim ha'Raqia (מַגִּידים הָרָקִיעַ) - Os que contam os segredos dos céus". Minha investigação do "Fenômeno Ufológico" me conduziu ao Tehilim 19 versículo 1º, no qual lemos: "Os céus enumeram a glória do Ël e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos (הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל;    וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ.). A seguir, o versículo 2º diz: "Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite (יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ אֹמֶר;    וְלַיְלָה לְּלַיְלָה, יְחַוֶּה-דָּעַת)". Dentro deste versículo, em suas primeiras palavras hebraicas "Iom la'iom yaviá (יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ)" a cada um salto alfabeto equidistante (SAE) no sentido da esquerda para a direita está codificado o plural de "Etzem Balti Mezohêh (עצם בלתי מזוהה)" que significa "Objeto Voador Não Identificado (עב"ם)". Descartando aqueles Círculos em plantações que sabemos serem falsos, os que não podem ser explicados são, certamente, uma mensagem dos Seres dos Céus, um Código que devemos, sem dúvida alguma, descobrir sua mensagem e segredo, pois, como é possível que um texto com 3.000 anos de idade contenha informações que aludam a eventos modernos os quais investigamos e atribuímos aos seres extraterrestres e intra terrenos? E mais importante ainda: Como é possível que alguns ufólogos desprezem este fenômeno "cripto-ufológico" apenas por não compreendê-lo e com medo daqueles que o compreendem simplesmente por medo de perderem a posição que construíram para si no meio ufológico? Ora, ninguém aqui quer derrubar ninguém e nem obter a posição de outro, pois não se trata de uma guerra de egos, mas uma busca para revelar o que os Céus estão querendo nos revelar."

Mesmo tendo escrito e publicado esta mini explicação, minha consciência sobre o mistério com o qual eu havia me deparado era parcial. De fato, eu não havia compreendido a importância deste código até que, na noite de 10 de setembro de 2019, me deparei com a declaração enigmática do Rabino Chasdai Crescas e então, eu compreendi a importância maravilhosa deste código.

Há mais de seiscentos anos, ou seja, muitos séculos atrás, o grande filósofo judeu Chasdai Crescas (1340-1411), em sua obra clássica Ór Hashem (אור יהו"ה), escreveu um capítulo inteiro no qual sustentava que a possibilidade de vida em outros planetas não está em conflito com a crença judaica. Além disso, as fontes da Torá de fato oferecem apoio a elas. Ele invocou as palavras do Salmo 19: 2: “Os céus declaram a glória de Deus” - a rica paisagem cósmica com todas as suas maravilhas continua a nos impressionar com as infinitas possibilidades das criações de Deus.

Como evidência adicional da possibilidade de vida extraterrestre, Crescas menciona os ensinamentos talmúdicos de que "Deus voa por 18.000 mundos para ouvir os louvores das suas criaturas (Talmud Babilônico Avoda Zara 3B). Além disso, a afirmação do Salmo 145: 13 de que "Seu reino é um reino que abrange todos os mundos (olamim)" poderia implicar a existência de vida extraterrestre, pois se não existisse nesses outros mundos, que tipo de reino Deus teria?

Sobre os 18.000 mundos habitados, declarou Erich Von Danikën em sua clássica-cult publicação dos anos 60 "Carruagens Dos Deuses" aqui intitulada "Eram Os Deuses Astronautas?"

"O número aproximado de estrelas, somente em nossa Via Láctea, sobe a trinta bilhões. A suposição de que nossa galáxia contém, pelo menos, dezoito bilhões de sistemas planetários, é admitida pelos astrônomos da atualidade. Se tentarmos reduzir essas cifras, tanto quanto possível, e imaginarmos que as distâncias no interior de sistemas planetários são reguladas de tal modo que somente num caso entre cem existe planeta em órbita na "ecosfera" de seu próprio sol, tudo isso ainda deixará 180 milhões de planetas capazes de manter a vida. Se, em prosseguimento, supusermos que, entre Os planetas assim capacitados, somente num deles, em cada centena, o potencial vitalizante haja sido aproveitado, ainda teremos 1.800.000 planetas com seres vivos. Admitamos, para concluir, que num só planeta, entre cem com seres vivos, existam criaturas com grau de inteligência semelhante ao do Homo sapiens. Pois esta última conjetura ainda garante para nossa Via Láctea o enorme número de 18.000 planetas com vida inteligente semelhante à nossa."


A Estrela Meróz
מרוז הכוכב

Outra alusão bíblica à vida alienígena são as palavras da canção de Devoráh no livro de Shoferim (Juízes): "Maldita seja Meroz, disse o anjo do Senhor, amaldiçoados amargamente seus habitantes. (Shofetim 5:23) Em seu livro Sefer Ha'Berit (Livro de Rabino Pinchas Eliyahu Horowitz - século XVIII) cita como autoridade uma clara referência do Talmude - a afirmação de que Meróz é uma estrela e seus habitantes uma referência ao seu campo planetário em algum lugar do espaço sideral.

Os sábios de séculos atrás não possuíam uma ferramenta essencial que temos nos tempos modernos, o computador. Então, como eles poderiam saber com absoluta certeza de que Meróz é uma referência a uma estrela se não podiam verificar a criptografia do versículo?

Além disso, ele afirma enfaticamente que Deus criou um número infinito de mundos, de natureza física, espiritual e interdimensional.Esta visão é confirmada pelo Ari'zal (Rabino Yitzchak Luúia), que também falou de um "número infinito de mundos espirituais". 

Falando do verso (Cântico dos Cânticos 6: 8), "Mundos sem número", o Zohar, a obra-prima clássica da Cabala, o misticismo judaico, afirma: "As estrelas certamente são sem número. Mas cada estrela é chamada de mundo separado. Estes são os mundos sem número ".

Que estrela seria esta tão enigmaticamente mencionada na Canção de Devoráh? A resposta está no texto criptografado. Ao buscarmos por Meróz no texto oculto descobrimos não apenas Meróz como também um outro nome que tem populado o imaginário da população mundial deste a publicação de O 12º Planeta do Dr. Zechariah Sitchin, de abençoada lembrança.

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Aqui, nesta matriz criptográfica, no canto esquerdo temos "Meróz (מרוז)" codificada a cada 146 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) e conectado a esta key-word (palavra-chave) está "A Estrela (הכוכב)". Do outro lado, no canto direito surge o enigmático nome mencionado pelo Dr. Zechariah Sitchin em seu livro clássico-cult "O 12º Planeta": Nibiru (ניבירו).

Teria sido Nibiru um dos planetas pertencente ao campo planetário da enigmática estrela Meróz? Ou seria ele mesmo a própria Meróz? Uma vez que o termo para estrela no hebraico é o mesmo para planeta?

Para clarificar e desfazer esta dúvida, fiz de Nibiru a palavra-chave na pesquisa e busquei para descobrir se haveria um cruzamento de Nibiru com Meroz. Eis o resultado:

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Na matriz criptográfica acima, Nibiru surge como key-word (palavra-chave) e ao lado dele, em estreita proximidade está Meróz! Ao que parece nós descobrimos a identidade e o nome bíblico-hebraico do planeta Nibiru: Meróz!

De Volta Ao Enígma De Crescas
תשוב החידת קרשקש

Graças ao que o Rabino Chasdai Crescas publicou em seu livro Ór Hashem (Luz do Criador) eu pude compreender a profundidade do que eu havia descoberto. O código "OVNIs Descerão" indica que, no futuro as civilizações extraterrestres farão contato com a humanidade para auxiliá-la em todos os campos, tanto cientificamente como espiritualmente, uma vez que, os sábios antigos proclamaram que, se D'us visita 18.000 mundos diariamente é porque sua presença é requerida, ou seja, eles também possuem espiritualidade.

A busca da humanidade por civilizações extraterrestres, planetas habitados, não é uma ilusão e os sábios também declararam a razão mística da nossa buscas por ETs: Iremos habitar as estrelas no futuro...

Compre aqui o livro 'EU QUERO ACREDITAR'

Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas
Misha'El Ha'Levi



terça-feira, 10 de setembro de 2019

O Mistério Do Número 887


Sód Mispar 887

O termo hebraico "Sód (סוד)" significa "Segredo Divino" e alude à porção oculta da Toráh que somente pode ser revelada com a aplicação de todas as ferramentas sagradas que foram reveladas em Har Sinai (Monte Sinai) e que foram dadas aos cabalistas por nosso mestre Moisés.

A gematria 887 me foi revelada divinamente e é um segredo do Gilgul (Reencarnação). Este valor contém a numerologia cabalista de "Néfesh ha'Elohit (נפש האלוהית)" expressão que geralmente transcrevemos "Néfesh ha'Eloqit" e que significa "Alma Divina" que é a parte mais elevada da "néfesh".

Como já foi explicado aqui e acolá e em muitos artigos neste Blog, são cinco os níveis e os nomes da alma:


NÉFESH, RÚACH, NESHAMÁ, CHAYÁ E YECHIDÁ

Todos esses nomes são mencionados nas Escrituras Sagradas Hebraicas, como, por exemplo, no versículo "A lâmpada de Adonai é a alma do homem... (Provérbios 20:27". No hebraico lemos "Nër Adonai nishamat Adam... (נֵר יְהוָה, נִשְׁמַת אָדָם)". O termo usado para alma foi nishmá que é derivado de neshamá e significa fôlego/respiração. A melhor tradução seria "A lâmpada de Adonai é a neshamá de Adão...". De acordo com o Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações), uma pessoa só é considerada Adão quando merece a alcança o terceiro nível de alma que é Neshamá.

O termo Rúach é mencionado, por exemplo, no versículo "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu (Eclesiastes 12:7)". Em hebraico lemos "ve'ha'rúach tashuv el-ha'Elohim asher nitaná (וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)" e neste caso, especificamente, o versículo está mencionando um rúach que é uma faísca de Elohim e não um rúach de Adão e é por isso que afirma "e o rúach volte a Elohim que o deu.

Quando uma pessoa recebe uma faísca de um rúach de Elohim acima, ela é chamada de Ish ha'Elohim (איש האלהים) - O homem de Elohim, como foi Moisés nosso mestre e os profetas Eliahu e Elisha.

O termo Néfesh é mencionado, por exemplo, em Ezequiel, onde lemos "... a alma que pecar, ela morrerá (Ezequiel 18:4)." No hebraico lemos "... ha'néfesh ha'chotét, hí tamút (הַנֶּפֶשׁ הַחֹטֵאת, הִיא תָמוּת.)".

Existem determinados pecados que afetam somente a néfesh de uma pessoa. Outros pecados podem manchar apenas o rúach e o Santo, bendito seja Ele, proveu meios para que, uma vez corrigidos esses níveis, eles sejam guardados e protegidos do pecado para que não sejam novamente manchados e toda correção alcançada seja perdida gerando mais carma.

Para ajudar com compreensão àqueles que desconhecem a língua sagrada e seus mistérios, cito aqui, o versículo do chamado "Novo Testamento" no qual se lê "... o que é nascido de Elohim não peca, pois o que é nascido de Elohim e é protegida a sua néfesh e o o mal não lhe toca (יָדַעְנוּ כִּי כָל־הַנּוֹלָד מֵאֵת הָאֱלֹהִים לֹא יֶחֱטָא כִּי אֲשֶׁר יֻלַּד מֵאֵת הָאֱלֹהִים יִשְׁמֹר אֶת־נַפְשׁוֹ וְהָרַע לֹא־יִגַּע בּוֹ׃) - Iª Carta de João 5:18

AS DUAS ALMAS

'E neshamot (almas) que eu fiz (וּנְשָׁמוֹת אֲנִי עָשִׂיתִי).' Eu (Rabi Shneur Zalman de Liadi) sabia que em todo judeu, homem ou mulher, residem duas almas, uma das quais é a alma Divina, e a outra a alma animalesca. Sempre me empenhei muito, fazendo grandes esforços, para entender a profundidade de cada conceito, e assim passei muito tempo ponderando a diferença entre estas duas almas. Afinal, ambas são formadas pelo Criador, e a respeito de ambas o versículo declara: 'Eu fiz.'"


Likutei Amarim Tanya - 7

O versículo citado acima pelo Rabbi Sheneur Zalman de Liadi se refere especificamente à neshamá que é o terceiro nível da alma.

Toda pessoa quando nasce recebe uma "Néfesh Bahamit (נפש נהמית) - alma animal" e precisa trabalhar espiritualmente cumprindo mitzvot (preceitos da Toráh) para merecer uma "Néfesh ha'Eloqit" a, não ser, que tenha nascido num lar judaico e, através da Brit Milá (Circuncisão) no oitavo dia a partir do nascimento e através das kavanót (meditações) adequadas, os pais adquiram para a criança, uma néfesh elevada.

A possessão da pessoa apenas de uma alma que é a néfesh bahamit (alma animal) explica as atitudes e ações animalescas dessa pessoa e sua falta de espiritualidade.

Na antiguidade, quando os israelitas estavam totalmente envolvidos com a Toráh ha'Sód (Toráh do Segredo), aos oito dias de nascimento recebia-se uma néfesh elevada de assiá (mundo da ação). Aos 13 anos, durante o Bar Mitzvá, um Rúach de Yetzirá (mundo da formação) e, aos vinte anos, uma neshamá de Briá (mundo da criação) e, a partir dai, se mérito adquirisse, almas mais elevadas de Atzilut (mundo da emanação) e de Yechidá (mundo da unificação). Hoje, o Bar Mitzvá, não passa de uma festa para um menino judeu que completou 13 anos...

Quando eu nasci, e, mesmo tendo nascido no exílio (fora de um lar onde Toráh e Qabaláh são praticadas) e por razões secretas e de reencarnação eu recebi uma néfesh judia. Isso me foi revelado quarenta e dois dias antes da minha Brit Milá (circuncisão) em Lag ba'Ômer de 5763 (2003) quando, durante meu sonho eu fui visitado pelo Tzadiq Nistar (Justo escondido que é a alma de um mestre da Toráh que habita no Jardim do Éden) que me disse:

"- Um rúach judeu não pode assentar sobre uma néfesh não judia..." 

Este tzadiq nistar era a alma do Maharal Sagrado que trazia, na sua mão esquerda, sua bengala milagrosa.

O meu nome civil é Paulo cuja gematria é 123. Ele foi escolhido por minha mãe e inspirado pelo anjo que me acompanhava no ventre dela durante sua gestação.

Um ano antes da minha Brit Milá, eu havia experimentado uma elevação (projeção astral) e durante esta uma voz me ordenou dizendo: "- Una ao seu nome Misha'Ël Ha'Levi o nome "Yehudá". Eu obedeci e passei a ser chamado e conhecido por "Misha'Ël Yehudá Ha'Levi".

Treze anos após a minha circuncisão, dois anos após o meu despertar, na tarde de 23 de outubro de 2016, eu fui inspirado pelo Divino a realizar um teste caseiro de glicemia. O Sagrado, bendito seja Ele, queria me revelar o segredo chamado "A néfesh está no sangue." Imediatamente após receber a inspiração, eu tomei o meu glicosímetro e aferi a glicose no sangue e o valor foi exatamente 123 mg/dl.

O horário registrado pelo glicosímetro foi 14h07m. Ora, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos. O Sagrado, bendito seja Ele, estava me revelando a identidade da alma que eu havia recebido, uma néfesh ha'eloqit cuja identidade secreta estava guardada na gematria 123. Ora, a gematria 123 além de ser a numerologia cabalística do meu nome civil é, também, a gematria do nome "Chaim Vital (חיים ויטל)". Sim, eu havia recebido uma centelha da alma do mestre Chaim Vital, de abençoada memória e por isso, todos os milagres que me aconteceram se realizaram nas datas de 23 de abril, 3 de maio, 11 e 23 de outubro que são datas relacionadas ao nascimento e morte do rabbi Chaim Vital, de abençoada memória.



O dia no qual aferi a glicose foi o dia de nascimento de Chaim Vital em 1542. Foi em razão deste segredo de reencarnação que, em 1996, eu acordei de um sonho, durante o qual eu fui levado à caverna do Arizal (K'nesset Eliahu Ha'Navi), falando e cantando em hebraico, idioma que, até então, eu jamais havia estudado nesta encarnação.

Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito: "B'ney Beit-Lechêm: 123 (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.)." A tradução é "Os filhos de Belém: 123."

Eu nasci em 1966, no dia 10 de junho na maternidade do Belênzinho. no distro de Belém em São Paulo, e como disse, minha mãe me chamou pelo nome Paulo (פאולו) cuja gematria é 123. "Os filhos de Belém, 123." O rabino Chaim Vital também está em simetria com Beit-Lechém mesmo tendo nascido em Tzfat (Safed), Israel, pois ele era da família do rei David.

DESCOBRINDO A MINHA NESHAMÁ

Em 2010, eu sonhei que estava na Morávia. Anotei o sonho no meu diário daquele ano e fiz uma menção a ele no dia 10 de novembro. O dia 10 de novembro é o 318º dia no calendário solar e, este valor é a gematria do nome Eliezer (אֱלִיעֶזֶר) cujo significado é "Aquele a quem D'us auxilia." Além disso é também a gematria de "NR'N - CH'Y" que são o segredo dos cinco níveis da alma (néfesh, rúach, neshamá, chayá e yechidá). Em fevereiro de 2014, um pouco antes do meu despertar no 270° dia no calendário solar (270 é a gematria de Ër que significa Desperto), o nome "Bën Mähren Qadësh (בן מהרן קדש)" me foi revelado através de um maravilhoso e enigmático Código na Torah e que seria um enigma para mim até a minha viagem a Israel, quando o segredo me foi revelado.


Na tabela acima, o código que me foi revelado pelo Sagrado em fevereiro de 2014. No centro encontra-se a key-word (palavra-chave) em vermelho que é "Shavit T'shri (Cometa de outubro)" e ao lado em rosa surge "Bën Mähren Qadësh (Filho da Mähren Sagrada)." Ambas ocorrências são cruzadas pelo meu nome civil "Paulo" e ao lado, no canto direito da tabela esta "Yibur Maharal". Há muito mais neste código e eu o venho decodificando ao logo dos cinco últimos anos. Para não haver dúvida de que o Paulo mencionado no código sou eu, o nome da pessoa com a qual eu me relacionava na época (פרננדה) e que estava ao meu lado quando o código foi aberto, está codificado também na matriz e compartilhando a mesma letra "Pei(פ)" do meu nome. Nós estávamos sentados no sofá do apartamento dela, o número 112.

Em Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) Ha'Qadmáh (Introdução) 18, o Rabino Chaim Vital revela sobre os três Nomes Divinos que brilham e reinam sobre os três níveis de alma, nefesh, ruach e neshamá que são Adonai (אדנ"י), o Tetragrammaton (יהו"ה) e o Nome Eheyêh (אהי"ה) e quando estes três Nomes se conectam dentro da pessoa, isso é,  quando ela recebeu e unificou a estes três níveis de alma, o número 112 brilha sobre ela nítida e misticamente, porque a soma da gematria destes três Nomes Sagrados resulta em 112. Nada me aconteceu por acaso!

A expressão "Giluí ha'gilgul Bën Mähren Qadësh (גלוי הגילגול בן מהרן קדש)" que se traduz "A descoberta da reencarnação de Bën Mähren Qadësh" possui gematria igual a 887. Bën Mähren Qadësh significa "Filho do Mähren Sagrado" e pode ser lido também "Von Mähren Qadësh.

Então, em 2016, no dia 20 de março, Karla Roberta Carvalho, uma amiga e aluna, sonhou que eu a estava ensinando a criar um golém, na mesma madrugada na qual, 433 anos antes, o Maharal Sagrado havia criado Yosséle, o Golem, da argila do Rio Vlatava.

Algum tempo depois, eu estava tentando descobrir o significado de ter sonhado com a Morávia e, ao calcular a gematria de Morávia transliterada para o hebraico (מוראביה), quase perdi os sentidos, ao descobrir a gematria ne'elam (oculta) de Morávia, pois o valor é 887.

Então, certa tarde, eu estava estudando gematriot, quando fui inspirado a procurar pelo significado de "Mähren". Cliquei no app Google Translate e, sem notar, deixei em "detectar idioma" e escrevi Mähren com esta exata grafia. O Google tradutor identificou com sendo Alemão e o significado "MORÁVIA".



"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa". - 


Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2 

Este tipo de reencarnação mencionada nesta Introdução do Portal das Reencarnações é chamado "Yibur (עיבור)" que significa "gestação" pois a pessoa fica grávida de uma outra alma que recebe ainda em vida.

Devo mencionar aqui que, antes de que o código mostrado acima me fosse revelado, eu jamais, nesta vida, tinha ouvido ou lido o nome Mähren e nunca alguém o havia mencionado para mim.

Em hebraico "O falecido Maharal, de boa lembrança, Mikulov, Morávia, República Tcheca (מהרל ז"ל מיקולוב במוראבה צכיה)" possui gematria igual a 887. O Maharal, abençoada sua lembrança, ficou conhecido como "Landesrabbiner Von Mähren (Rabino Chefe da Morávia)".

Placa em homenagem ao Maharal na qual se pode ler "LandesRabbiner Von Mähren"


Aqui, tudo fez sentido, e claridade foi trazida aos meus sentimentos com relação ao Maharal e o porque fui inspirado a escrever o Maharal & O Golem De Praga e, também,  a razão secreta do porque quando eu era criança adorava fazer pequenos homens de barro. Eu já estava destinado a receber estes níveis de alma mas, eu precisava trabalhar para os merecer e receber.

O Segredo Dos Segredos

Quando eu estava meditando e estudando sobre este mistério grandioso, resolvi aplicar sobre o título "Maharal (מהרל)" a cifra Atbash e esta me revelou o maior segredo.

Atbash é uma criptografia de simples substituição do alfabeto hebraico. Ela consiste na substituição do aleph (a primeira letra) pelo tav (a última), beth (a segunda) pelo shin (a penúltima), e assim por diante, invertendo o alfabeto usual. Quando aplicada sobre Maharal transforma o título do nosso mestre, de abençoada lembrança, nas letras "yud, tzad, gimel. chaf sofit (יצגך)" cuja gematria é igual a 123 que é a exata gematria do meu nome civil e também Chaim Vital. Esta foi a razão secreta do 887 estar escondido sobre o resultado 123 no teste de glicemia.

Em hebraico "Yibur Maharal mi-Prague (עיבור מהרל מפראג) - Yibur do Maharal de Praga" possui gematria igual a 887.


Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël "Yehudá" Ha'Levi


O Artesão Da Luz