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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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"ברוכים הבאים ממסורת עתיקה העברים במדבר". Bem vindo á Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto ao "Zen Hebreu". Este site não representa o judaísmo, nada tem haver com judaísmo e com nenhuma de suas vertentes. Este "sítio" é um lugar onde Sabedoria é compartilhada

domingo, 2 de abril de 2017

Sonhos: Lembranças Do Futuro

"Feliz é o íntegro a quem o Santo, santificado seja Ele, revela os segredos d'Ele a eles nos seus sonhos, de forma que eles podem se proteger do julgamento". 

- Zôhar 


No momento no qual vocês estiverem lendo este artigo, eu estarei voando para Eretz Israel pela Turkish Airline. Este escrito relata como eu fui informado em sonhos do futuro que me aguardava no ano de 2017.

COM A MINHA ALMA EU O DESEJEI À NOITE
"ZOHAR"
Mistérios antigos que pertencem às atividades da alma durante a noite são desvelados pelo Zohar. Durante sono, pessoas que fizeram uma tentativa sincera de crescimento espiritual e mudanças de positivas durante o dia verão suas almas se elevarem aos mais altos níveis na atmosfera espiritual durante a noite. Para estas almas é determinada uma janela espiritual pela qual eles podem perceber o futuro. Reciprocamente, esses que permanecem espiritualmente complacentes, que não têm nenhuma consideração ou desejo por ações positivas e crescimento espiritual, suas almas se elevam, mas são engolfadas imediatamente por forças negativas.

Rabino Shimon estava caminhando no caminho (MEDITANDO), acompanhado pelo filho dele, Rabino Elazar, do Rabino Abba e Rabino Yehudá. Como eles estavam caminhando (meditando), Rabino Shimon disse: Eu fico pasmo com as pessoas deste mundo que não prestam atenção às palavras da Torá para compreender a razão para a própria existência delas no mundo! Vem e veja: Quando uma pessoa vai para cama, a néfesh (alma animal) dela deixa o seu corpo e viaja em outras dimensões. Existem muitos graus e degraus a serem escalados pela alma. Se ela não se impurificou durante o dia com a consciência egoísta do corpo, ela sobre e recebe informações do que vai acontecer no mundo futuro e sempre se encontrará no lugar certo e na hora certa, mas se ela se impurificou com a consciência do corpo durante o dia, ela também sobe, mas recebe uma mistura de verdades e mentiras e quando ela volta e o corpo desperta, a pessoa se sente confusa e perplexa e não consegue encontrar seu lugar neste mundo e atrai para si muitos infortúnios.



SONHOS SÃO LEMBRANÇAS DO FUTURO

No meu sonho de 30 de julho do ano passado e que postei no Facebook, eu estava no Saguão amadeirado de um aeroporto sentado em um banco também de madeira e curvo ao lado de uma jovem que conheço e que reside na Dinamarca. A cena então muda, e agora há uma correria e tumulto no hall. Eu estou vestido de preto e usando um turbante e estava vendo tudo isso por uma tela de tevê que exibia um noticiário internacional. Ao acordar, imaginei que o aeroporto era o da Dinamarca, pois a jovem com quem eu estava no sonho e como escrevi acima, mora lá. Pelas imagens que eu vi no noticiário (acho que era a CNN) eu achei que haveria algum atentado naquele país. Eu estava errado. O sonho era o conhecimento do futuro de que eu iria fazer uma viagem. O aeroporto é o da Turquia e por isso no sonho eu estava com minha bata preta e usando meu turbante também preto.

No mês seguinte, agosto, tive outro sonho: "Sonhei, na madrugada de 31 de agosto com as palavras de Raban Yochanan Ben Zacai quando estava para morrer: "Ve'hachinu Kissê le'Hizkyiahu melech Yehudá she'bô (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - E preparemos uma cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo".

No final de Outubro, minha querida amiga Angélica Dinar que é casada com o judeu israelense Avraham Dinar, herói da Milchamá Sheshet Iamim (Guerra dos Seis Dias, 1967) reforçou o convite que me fez há dez anos e o reforçou em 2011 quando realizei a cerimônia de casamento do filho dela, para passar algum tempo na casa dela e do marido em Ra'anana, Israel. Na verdade, meu desejo de visitar Israel estava escondido, eu o havia escondido em 2003 em razão das inúmeras perseguições que sofri. Não estava em meus planos visitar a terra santa, mas os propósitos do Sagrado, bendito seja Ele, são outros.

Devido aos sonhos eu soube que deveria ir e, então, fui à polícia federal e renovei meu passaporte. No dia 15 de março, minha amiga me avisou que estava voltando para sua residencia em Israel e que eu deveria comprar minha passagem para logo. Comprei no mesmo dia, mas como tudo já estava predestinado, a reserva foi cancelada e foi então que eu fui atingido pela compreensão divina. No meu interior a compreensão (biná) me disse que a passagem era para ser comprada no aniversário da minha amiga que mora na Dinamarca. No dia seguinte, acordei, e fui ver a reserva e descobri que havia sido cancelada e então visitei o perfil no Facebook da minha amiga e descobri que ela estava fazendo aniversário exatamente naquele dia, 16 de março e então descobri que a passagem era para ser comprada no dia 16 e não no dia 15 e, por esta razão, a reserva havia sido cancelada.

Fiz novamente a reserva e desta vez ela não foi cancelada. Estarei viajando, por razões espirituais, para a terra de Israel.

O meu quarto em Ra'anana - Eretz Israel


"Feliz é o íntegro a quem o Santo, santificado seja Ele, revela os segredos d'Ele a eles nos seus sonhos, de forma que eles podem se proteger do julgamento". 

- Zôhar


"Uma pessoa cuja alma é amada nos céus sempre recebe ajuda do Jardim do Éden. Almas sagradas lhe são envidas pelo Santo, bendito seja Ele, para lhe revelar a Sabedoria e o que irá acontecer no mundo futuro".

Autor
Dipankara Vedas
"Misha'Ël Ha'Levi"


quarta-feira, 22 de março de 2017

Chaim Vital:- O Saltador De Dimensões

Chaim Vital 
O Saltador De Dimensões
“Kiftzat Há’Dera’k”



"Era manhã do dia onze de novembro de 1577, rosh chodesh Kislev, o primeiro dia do novo mês do luach hebraico antigo. O mestre acordou cedo, como de costume, antes dos primeiros raios do sol iluminarem os telhados das antigas casas da aldeia de Tzfat (Safed) - a cidade mística dos qabalístas judeus, o vilarejo dos estudantes da Sabedoria Escondida. Ainda em sua cama, mentalmente, recitou o Shivit cognitivamente com introspecção, a temurá do Nome Divino de quatro letras correspondente ao mês vigente para, logo a seguir, pronunciar diligentemente e sussurradamente o Modê Ani . Se levantou e caminhou até a pequena mesa sobre a qual descansavam uma pequena bacia de cerâmica e um cântaro médio cheio com água. Tomou a vasilha com a mão direita e entregou-a à esquerda e com kavaná e alternadamente, conforme a tradição do Zôhar, fez a ablução conforme a transmissão esotérica.

Depois de fazer sua higiene pessoal, vestiu os tzitziot, após de recitar a brachá (benção) apropriada, atou os tefilin e se cobriu com seu talit. Proclamou as bênçãos da aurora e seguiu recitando a Amidá de Shacharit cantilando cada letra e meditando em cada nikud e com as tagin das otiot sagradas e foi somente ao terminar, dando três passos para trás e se inclinando para a esquerda, direita e para o centro, que se sentou à mesa para o seu café da manhã. Pães frescos recém assados por sua maravilhosa esposa Oirá Boêina, descansavam dentro de uma cesta feira de folhas de tamareira trançadas. Outras duas continham tâmaras recém colhidas pelo quitandeiro da aldeia e que as entregava de casa em casa e um favo de mel deliciosamente fresco e que o mestre comprava do apicultor da vila.

- Boqer Tóv zugotí – disse o mestre, expressão que significa “Bom dia minha alma gêmea”. Oirá se aproximou e beijou o mestre: - Bom dia raboni – que quer dizer “meu mestre”. Vital se alimentou, agradeceu pela provisão à sua amada esposa, lavou as mãos sem pronunciar benção, uma vez que isto não era adequado e recitou a brachá de agradecimento pela provisão e, como de costume, saiu para caminhar.

O sol timidamente começava a anunciar sua presença suavemente espargindo sua luz sobre a maravilhosa aldeia de Safed e colorindo as nuvens com um púrpuro místico, mas, não foi o sol que lhe sequestrou a atenção e sim a maravilha estrela adornada por uma luminosa cauda que mergulhava por detrás das colinas de Tzfat. Sua longa e luminosa causa foi vista sobre o mar da Galiléia. O mestre se sentou em um banquinho de madeira embaixo de uma frondosa tamareira e a observou desaparecer atrás dos montesinos do lurgo esotérico de Israel. Permaneceu ali, pensativo, refletindo consigo, após o que, se decidiu pela mudança para Jerusalém. Um mistério se vestiu em sua decisão e nem mesmo os companheiros ousaram o questionar sobre sua decisão. 

Quinze dias depois, com aquela maravilhosa estrela ainda brilhando sobre os céus de Israel, o mestre e sua família sagrada se assentou em uma nova casa nos arredores da cidade santa. Dizem que ele comentou, ao pé dos ouvidos dos amigos da assembleia sagrada, da lembrança que teve enquanto observava a estrela. Recordou-se da instrução de seu agora oculto professor, o Sagrado Leão de Safed, o Tzadiq Nistar, sobre as palavras de Raban Iochanan Ben Zakai que ele viu surgir, misticamente, em sua testa numa Shabat do ano do seu ocultamento: “E preparem uma cadeira para Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo”. Foi esta a razão da mudança do mestre junto com sua família para Jerusalém no ano do Grande Cometa de 1577 apareceu.

Certa manhã, após realizar todo o seu ritual sagrado e tomar seu delicioso café regado com tâmaras frescas e aquele delicioso favo de mel, caminhava pelas vielas da antiga cidade quando, um dos guardas do palácio real, bastante ofegante, por sinal, o abordou, engasgando com as palavras enquanto buscava fôlego para lhe declamar as palavras do Sultão de Jerusalém:

“O rei – pausou respirando com dificuldade – requer vossa presença – suspirou aliviado”. Havia caminhado por quase todas as vielas à procura do grande cabalista. Nenhum judeu naqueles dias jamais pensaria em não atender a um chamado do Sultão de Jerusalém “- e certamente – pestanejou franzindo a sobrancelha esquerda – eu não serei o primeiro” – disse para si enquanto caminhava ao lado do guarda real que recebeu ordem de o escoltar até o palácio. O mistério lhe aquecia as almas.

“- Pelas barbas de Rabi Akiva...” – balbuciou puxando as próprias zaqenot “ – e pela luz da lâmpada sagrada, o que será que deseja o sultão comigo?” – discorreu em seus pensamentos.

Adentraram, depois de vinte e seis minutos de andança, os portões do palácio entre olhando-se como se aliviados ambos por terem alcançado as entradas da oponente edificação sãos e salvos.

“- Dias perigosos!” – sussurrou o guarda ao que Vital, franzindo a sobrancelha esquerda, demonstrou concordar. O guarda sei foi.

“- Eu ouvi, enquanto caminhava pelas ruas de Jerusalém, o som de águas subterrâneas correndo por baixo desta grande e sagrada cidade e curioso” – disse o sultão – “me informei com meus sábios sobre este mistério e eles me revelaram se tratar das águas do rio Giom que foi selado pelo rei Ezequias” – completou.

“- Alteza” – disse o mestre se curvando da forma apropriada – “ – se me permite o questionar, foi por este mistério que o rei mandou me chamar?

“- Não!” – Respondeu o sultão. “- Eu o mandei chamar porque, fui informado pelos meus sábios, que você é o mais elevado cabalista em toda Israel e que somente você poderia retirar o sifão e abrir a fonte do Giom e é o meu desejo que você o faça!” – Exclamou o rei apontando seu cetro na direção do coração do mestre.

Vital estremeceu e em poucos segundo refletiu sobre toda as meditações que teria que realizar para abrir o manancial do Giom. “- E se eu falhar...” – Pensou. O medo o tomou de súbito.

“- Agora que você conhece o meu desejo, vá e o realize para mim!” – Ordenou o sultão fazendo um sinal para que um guarda o escoltasse até ao portão do palácio.

Vital saiu, curvando-se adequadamente, atemorizado da presença do rei. Ao chegar em casa, atravessou a porta sob os sinos de vento colocados sob o telhado e se fechou em seu quarto. Acendeu muitas velas e tomando aquele antigo livro de meditações que ele mesmo havia anotado, intencionou com determinados nomes secretos e sagrados que ali estavam escritos. Os sinos de vento pendurados sob o telhado em frente à porta de entrada da casa tilintaram como que soprados por um vento esotérico assoviando mistérios. No quarto, o mestre já não era. Somente as cortinas dançavam à luz de velas acesas sopradas pelo mesmo ruach que fez cantar os sinos do lado de fora.

Que homem era este que recebia imediatamente o auxílio da provisão divina ao invoca-la? Vital reapareceu em Damasco caminhando pela rua principal como que saído de lugar algum. Ninguém o notou. À noite, o sagrado Leão, veio a ele em um sonho, enquanto Vital se revirava na cama da velha hospedaria de Damasco no quarto iluminado pelas flamas de uma vela e lhe perguntou:

“- Por que você fugiu?” – “- Tive medo meu mestre” – respondeu o cabalista ao seu professor e tentou infortunadamente lhe explicar:

“- As meditações eram muito complexas e eu temi pela minha alma” – justificou-se o cabalista tentando convencer o seu mestre.

“- Dezesseis dias atrás em vim até você cavalgando uma brilhante estrela e lhe recordei das palavras de nosso mestre ben Zakai quando estava para morrer, e você sabe que você é a reencarnação de Ezequias, rei de Judá, que fechou a fonte superior do Despertar e era sua tarefa retirar o sifão a liberar as águas e você me diz que teve medo por causa das temurot que teria que realizar? – Lhe repreendeu o sagrado professor.

“- Sim meu mestre!” – Tentou novamente se justificar o cabalista ao que seu mestre lhe questiounou: “ – E como você chegou a Damasco? Não foi através das muitas permutações sobre os Nomes Sagrados?” – O lembrou seu amado instrutor.

“ – Esta bem mestre, eu vou voltar lá amanhã e vou retirar o sifão!” – Vital disse arrependido, ao que o mestre lhe respondeu enquanto esvanecia de seu sonho: “ – O dia era hoje e agora somente daqui a quatrocentos e trinta e seis anos, no primeiro dia do festival de Hannuká quando outro Anjo do Sagrado Nome aparecer anunciando a chegada da Era messiânica, e eu o estarei cavalgando novamente...” – sumiu.

Vital desistiu de voltar para Jerusalém e mandou buscar a família. Ele se ocultou do mundo atravessando a cortina para uma nova reencarnação no 123º dia do ano de 1620 aos 77 anos. Em muitos livros se anotaram o seu feito milagroso de ter saltado, atravessando dimensões, até reaparecer na cidade de Damesheq no ano de 1577".

O Mistério Do Rio Giom

O rio Gichon é mencionado no Gênesis como um dos quatro afluentes do principal rio que fluía do Éden para regar o Jardim místico de D’us.  Ele é identificado pelos sábios como o manancial do despertar e que foi represado pelo Rei Chizkiahu (Ezequias) que era o responsável para inaugurar a Era messiânica. A missão passou ao Rabino Chaim Vital que era uma reencarnação de Ezequias e ele postergou a inauguração da Era messiânica se recusando a obedecer ao sultão de Jerusalém (D’us). A gematria de Gichon é igual a 77 “im há’kollel”.


O Mistério Do Sifão

O termo sifão vem do hebraico “sifon”  e a sua gematria esconde o seu verdadeiro segredo. Sifão possui seu valor numerológico igual a 207 que é o mesmo da palavra hebraica “raz” que significa “mistério divino”. O sifão foi o selo colocado pelo rei para represar as águas dos mistérios divinos da Sabedoria Escondida da Torá. A gematria do nome do rio é a mesma da palavra “mazal” cuja raiz “nozel” significa “a partir do oculto não revelado”. Retirar o sifão e liberar as águas do Giom significa “abrir das fontes do despertar messiânico” através da revelação de mistérios divinos que nunca antes haviam sido revelados.

A gematria das palavras de Raban Iochanan ben Zakai quando estava para morrer “Ve’hachino kissê le’Chizkiahu melech Yehudá, shevô “E preparemos uma cadeira para Ezequias, o rei de Judá, ele está vindo” é igual a 773 em gematria “im há’teivot”. O valor 773 corresponde ao ano hebraico 773 do quinto milênio que foi correspondente ao gregoriano 2013.

436 anos depois...

No ano 2013, uma maravilhosa estrela apareceu alcançando sua máxima aproximação do sol no primeiro dia do Festival de Hannuká e o restante, você já o conhece...



Autor 
Dipankara Vedas 
Misha’Ël Há’Levi 
Kalamus Elohai 
O Mistério Do Cometa 
“Zechar-Yáh”

Compre aqui o livro 'Kalamus Elohai'

sábado, 18 de março de 2017

Doctor Who: Quem é o senhor do tempo?


Doctor Who (דוקטור הו) em hebraico resulta em gematria (numerologia cabalista) igual a 336. O Primeiro ator a interpretar o Senhor do Tempo na televisão britânica foi William Hartnell que faleceu no dia 23 de abril de 1975 aos 67 anos. 

Rabbi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) foi o mais proeminente discípulo do grande cabalista do século XVI, o Rabino Isaac Lúria. Rabbi Chaim tinha a habilidade de se deslocar no tempo e espaço, como registrado em muitas narrativas cabalistas, desaparecendo de uma cidade e aparecendo em outra instantaneamente, como Lemos em uma agaddá onde ele salta de Jerusalém para Damasco na Síria usando os Nomes de D'us. Rabbi Chaim Vital faleceu no dia 23 de abril de 1620. 

O valor 67 é a gematria do Nome Elul (אֱלוּל) um acrônimo do verso de Cânticos dos Cânticos do Rei Salomão "Ani le'dodi vê'dodi li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja tradução é "Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu". A gematria deste verso é igual a 185 é que é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - Eu sou Chaim Vital'. Quem é no Senhor do Tempo? Doctor Who é uma parábola sobre o verdadeiro Senhor do Tempo, a alma do mestre Chaim Vital que, segundo o Portão das Reencarnações, já se regenerou 12 vezes... 

William Hartnell - Falecido em 23 de abril de 1975 aos 67 anos

Existem outras situações que trazem evidencias sobre este mistério em toda a série. No episódio "Let´s Kill Hitler" que foi ao ar em 27 de agosto de 2011, o Doutor morre e é revivido por River Song sua alma gêmea. No final do episódio, o Doutor vê em uma tela a data da sua morte: 22 de abril de 2011. Como o episódio foi ao ar à noite, no calendário hebreu já era o dia 23 de abril, data do hilulá no calendário juliano da passagem da alma do Rabbi Chaim Vital.

O primeiro episódio da 6ª temporada "The Impossible Astronaut (O Astronauta Impossível)" foi ao ar em 23 de abril de 2011.


"Personagens são almas e almas reencarnam".



"It all just disappears doesn't it? Everything you are, gone in a moment like breath on a mirror. Any moment now, he’s a coming, The Doctor and I always will be. But times change and so must I. We all change, when you think about it. We are all different people all through our lives and that's okay, that's good you've got to keep moving so long as you remember all the people that you used to be. I will not forget one line of this, not one day, I swear. I will always remember when The Doctor was me...".

"Tudo isso simplesmente desaparece, não é? Tudo que você é, se vai em um momento como a respiração em um espelho. A qualquer momento agora, ele está chegando, O Doutor e eu sempre serei. Mas os tempos mudam e eu também. Nós todos mudamos, quando você pensa sobre isso. Somos todos pessoas diferentes durante toda a nossa vida e tudo bem, isso é bom e você tem que continuar se movimentando, desde que você se lembre de todas as pessoas que você costumava ser. Eu não vou esquecer uma linha disto, nem um dia, eu juro. Eu sempre lembrarei quando o doutor era eu ..."

Doctor Who indo para sua 12ª reencarnação

Autor
Deepak Sankara Veda​
Misha'Ël Ha'Levi

segunda-feira, 13 de março de 2017

A Assinatura Da Alma (Néfesh)


A alma está no sangue

"Porque a néfesh (alma) está no sangue (כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר, בַּדָּם הִוא)" - Vaikrá (Levítico) 17: 11. 

Como a alma está no sangue, ela produz uma assinatura de acordo com sua origem e raiz e o que se tornou sábio reconhecerá este segredo. 

O meu nome civil é Paulo (פאולו) e o valor numerológico do meu nome é 123. Minha alma tem raiz na alma do sábio Chaim Vital (חיים ויטל) cujo nome possui o mesmo valor numerológico que é 123.

Como Chaim Vital eu também fui visitado (e ainda sou) pelo Profeta Eliahu. Em hebraico "Eliahu Ha'Navi Bô (אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא) - Veio o Profeta Elias" possui a gematria (valor numerológico) igual a 123. 

אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא
123

Cento e vinte e três (123) é também a gematria de "Nés Ahavá (נס אהבה) - Milagre do Amor" e outros mais segredos. 

Abaixo o meu teste de glicose realizado na manhã de 12 de Fevereiro de 2017 (123 mg/dl). Nada acontece por acaso e a assinatura do Divino está em toda Sua criação. 


Eu nasci em 1966 na Maternidade do Belenzinho no bairro do Belém em São Paulo. Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito:- "B'ney Beit-lechem, meá asserim u'shloshá (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.) - Os Filhos de Belém: Cento e vinte e três. 

בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה

Não é mais possível flertar com o ordinário (comum) depois do Despertar da alma. Eu alcancei o despertar total no dia 270 do ano solar de 2014. O valor 270 é a gematria do nome Ër (עֵר) cujo significado é Desperto.

A Residência Da Néfesh

De acordo com o Likutei Amarim Tania, a alma mora no ventrículo esquerdo do coração onde há sangue. Diz o Tania:

"O domicílio da alma animal (néfesh ha'bahamit), que é derivada da Qlipá Noga (casca brilhante) em todo o judeu é no coração, no ventrículo esquerdo que é cheio de sangue. E está escrito: "Pois o sangue é a néfesh (Levítico 17:11)".

Likutei Amarim 9

No dia 3 de maio de 2012 eu fui acometido de uma arritmia cardíaca e precisei ser medicado na santa casa. Por que no dia 3 e não no dia 4? Por que no dia 3 e não no dia 2? Porque o dia 3 de maio é o 123º dia do ano no calendário solar, restando para o final do ano 242 dias. Em 2012 me foi revelado o segredo do Nome Divino Zechariáh, o Nome que tem o poder de abrir os arquivos celestiais e todas as lembranças da alma.

Cento e vinte e três é a gematria de Chaim Vital e Paulo e duzentos e quarenta e dois é a gematria do Nome Zechariáh cujo significado é "Yáh se lembrou" e também "Yah fará recordar (as memórias da alma)".

זְכַרְיָה
242

Dois anos depois, no dia 3 de maio, no 123º dia do ano solar, eu me recordei dos segredos da minha vida passada e descobri quem eu era realmente. Eu nomeei este dia "O 123º dia do ano do Despertar".

Claro, neste momento, os religiosos ortodoxos que estão lendo este artigo estão tendo comichões na alma e dizendo "como pode este impuro afirmar tal coisa?". Minha resposta: Perguntem para o Criador do universo cuja criação é perfeita.


Autor
Dipankara Vedas
"Misha'Ël Ha'Levi"
Com A Permissão Do Qadosh, Baruch Hú

sexta-feira, 10 de março de 2017

O Ninho Do Pássaro - Qan Ha'Tzipor


"Naquele tempo, o rei, o Messias, se levantará para sair do Jardim do Éden do lugar chamado o 'Niinho do Pássaro' e ele será revelado na terra da Galiléia" 

Zôhar Porção Shemot (Êxodo). 

Este é grande segredo que não foi revelado pelos antigos e sobre qual os novos nada sabem, ele se chama "Qan Ha'Tzipor (קַן הצִפּוֹר) - O Ninho do Pássaro". Na mesma parashá (porção) o Zôhar nos informa: 

"O Messias está escondido fora ao redor desse lugar, chamado "ninho do pássaro" é revelado a ele. Este lugar é anunciado pelo pássaro, que desperta diariamente no Jardim do Éden". 

Todas as manhãs há uma proclamação no Jardim do Éden, um criptograma é anunciado pelo pássaro que vive lá e somente o messias pode ouvi-la e decifrá-lo e quando ele o decifra, esta proclamação se chama "Ará D'Galilí (אַרְעָא דְּגָלִיל) - Terra da Revelação" que é a sefirá yesod. 

O que é o Ninho (קַן)? As letras aramaicas de "Qan (קַן)" contém as iniciais de "Qabalat Nistar (קבלת נסתר) - Recepção do Escondido", e o que é o Pássaro (צִפּוֹ"ר)? É a permutação (צִרוֹ"ף) - tzeruf - das palavras da Torá que é chamada "Gan Éden (Jardim do Éden) para revelar o seu segredo interior (ver a live Moisés, o Cajado & o Pássaro de Fogo). Na Torá este criptograma é chamado de "Gan be'Éden Mi-Qedêm (גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם) - que significa "a partir da Torá não revelada (escondida) que é Zeir Anpin (A Pequena Face de D'us).

Quando o messias (aquele que despertou) revela os segredos da Torá Escondida que ele ouve todas as manhãs do pássaro que habita no Jardim (as permutações) e vai e entra em um Palácio Celestial (nível de consciência) chamado "Ekron Avelei Tzion (אִקְרוּן אֲבֵלֵי צִיּוֹן)" que significa "Prantos de Sião" onde os santos anjos reais choram pela destruição do Beit Ha'Miqdash (O Templo Santo) que era o corpo de luz de Adam ha'rishon (o adão celeste) chamado templo e que foi fragmentado. Então, o santos anjos vem e dão ao messias uma veste púrpura chamada "Argaman (אַרְגָּמָן)" feita das luzes dos santos anjos Ariel, Rafael, Gavriel, Micael e Nuriel" e por esta razão se chama Argaman (אַרְגָּמָן), porque este nome contem as iniciais destes santos anjos. 

Muitos judeus, a grande maioria, guiado por religiosos ortodoxos, estão à procura do "esconderijo do messias" o "ninho do pássaro" há milênios, mas não o encontram porque estão procurando por um lugar físico e um messias físico ao invés de despertar a própria centelha do messias permutando as palavras da Torá Santa.

Até hoje, ninguém jamais havia revelado este mistério, mas eu o venho ouvindo do pássaro que habita o Éden já a alguns dias e hoje me foi dada a permissão para o revelar.


Autor
Eliahu Ha'Novi
"O Profeta Elias"
Publicado Por
Deepak Sankara Veda
Escritor Místico

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O Segredo De Beer-Sheva


Na madrugada de hoje, 27 de Fevereiro (Iº de Adar), sonhei e me mostraram no sonho um pergaminho que estava queimada nas bordas e onde haviam grandes letras hebraicas escritas. Quando acordei, realizei as kavanot (introspecções), tomei banho e recitei as preces matinais ao mesmo tempo em que refletia no sonho. "- À tarde eu anoto..." - Concordei comigo mesmo sobre o que havia visto no sonho.

O Zôhar diz, citando a Torá Bereshit: ""E Iosef se lembrou dos sonhos que ele sonhara...(וַיִּזְכֹּר יוֹסֵף--אֵת הַחֲלֹמוֹת, אֲשֶׁר חָלַם לָהֶם)"

Beresheet 42: 9

Pela natureza dos meus sonhos e pelas visões que sempre tenho neles, já sabia que este não havia sido diferente e que algum segredo da Torá me havia sido entregue. À tarde, depois do almoço, sentei na minha cama e fui anotar o sonho. Enquanto fazia a anotação, a imagem que tinha visto no sonho me veio à memória e junto com ela as seis primeiras letras do Nome de 42 Letras e o ano 5774 (2013/2014). Abri meu software de pesquisa dos códigos da, selecionei a Torá Bereshit apenas e escrevi as seis primeiras letras do Santo Nome e solicitei ao programa que fizesse uma busca com um cruzamento com o ano 5774. Bingo!


Assim que meus olhos encontraram as letras na matriz, imediatamente eu tive um chazon (sonho lúcido) e vi o Profeta Eliahu descendo dos céus e tomando um balde junto ao Poço de Beer-Sheva. Ele o desceu e o recolheu cheio com as águas do Poço e me deu para beber e assim que bebi das águas de Beer-Sheva o véu foi tirado e eu vi todo o segredo no meu sonho e também que era justamente o segredo de Beer-Sheva. Eu comecei a tremer e meus braços e pernas adormeceram e eu fiquei na visão por alguns minutos e quando voltei, olhei novamente para a matrix e vi que, cruzando "Ana Be'koach" estava escrito "No deserto de Beer-Sheva" logo acima do ano 5774 que foi o ano do meu Despertar.

Quando voltei novamente meu olhar para o Nome Santo (בְּאֵר שָׁבַע) - Beer-Sheva eu vi as letras se permutarem e revelarem as seis primeiras letras do Ana Be'koach.

Todo o pensamento elevado sobre os mistérios da Torá começa em Biná e terminar em Malchut que é chamada esotericamente de "Be'er Shevá - O Poço dos Sete" e que pode também ser compreendida como "Nas Sete Luzes (be'or-sheva)" uma vez que os sete sefirot superiores derramam suas luzes em malchut que é chamada poço e como malchut é o Vergel (Jardim) do Santo, bendito seja Ele, nos o nomeamos "Jardim das Sete Luzes". 

Quando Eliahu me deu de beber do Poço de Sheva eu bebi das águas de Biná que me deram compreensão. Foi o Ana Be'koach  que eu vi no meu sonho anotada em um pergaminho queimado nas bordas, significando que um segredo do Santo Nome de  Letras me tinha sido presenteado. É de Biná que Sandalfon (Elias) vem.

Ainda tomado pela visão de Eliahu, eu comecei a permutar as letras de Beer-sheva e anotá-las no meu diário. O segredo das permutações é este: Através do método de temurá (permutação) chamado "anterior" a letra "beit (בְּ)" se torna "alet (אָ)". A letra "alef (אֵ)" de "Beer" se torna "beit (בְּ)" e através do método "atbash" a letra "resh (ר)" se torna a letra "guimel (ג) e então nos temos as três primeiras letras do "Ana Be'koach" e então, vamos para "sheva (שָׁבַע)". A letra "shin (שָׁ)" através do método "próxima (seguinte)" se torna a letra "tav (ת)" e que através do método "albam (alef-lamed, beit-mem)" se torna a letra "yud (י)". A letra "beit (בְּ)" de "sheva (שָׁבַע)" se transforma, através de "atbash" em "shin (שָׁ)" e esta, através de "próxima" se torna em "tav (ת)", e então vamos para a última letra que é "ayin (ע)". Ao aplicarmos sobre "ayin (ע)" o método "atbash" ela se transforma em "zayin (זְ)" e esta, através de "albam" se transforma na letra "hê (ה)". Ao aplicarmos novamente o "atbash" na letra "hê (ה)" ela se transforma em "tzad (צְ)" resultando na última letra da primeira sequencia do Ana Be'koach (אב"ג ית"ץ).

As Temurot 
"Permutações"


Como explicado acima, usei basicamente três métodos ou cifras, se assim preferirem, para extrair para fora de "Beer-sheva" o segredo que me tinha mostrado o Profeta Eliahu. Estas cifras foram o "Atbash (צופן אתב"ש)" - método usado pelo profeta Jeremias (capítulos 25 verso 26 e 51 verso 41) onde a primeira letra "alef (א)" é substituída pela última que é "tav (ת)", a segunda letra que é "beit (בֹ)" é substituída pela penúltima que é "shin (שִׁ)" e assim sucessivamente. O segundo método que usei foi o "Avgad (אַבְּגַ'ד)" onde o alef é substituído pela próxima e assim sucessivamente e tamb´´em o oposto. E finalmente a cifra "Albam (אלב"ם)" onde o alef-beit é dividido em dois grupos de onze letras e então, a primeira é substituída pela décima primeira, a segunda pela décima segunda e sucessivamente.

ע
בַ
שָׁ
ר
אֵ
בְּ
זַ
שָׁ
ת
גַ
בְּ
אֵ
ה
ת
י
גַ
בְּ
אֵ
ץ
ת
י
גַ
בְּ
אֵ

אב"ג ית"ץ

A cifra "Atbash" foi a que o Sagrado, Ele mesmo, bendito seja, usou para extrair Seu Nome Sagrado de 42 Letras das primeiras 42 letras do Gênesis. Todos estes métodos são divinos.

Foi este segredo que me foi dado no sonho e que Elias veio para me dar a compreensão dando-me de beber das águas místicas do Poço de sheva e ainda há mais. A gematria de Beer-sheva (בְּאֵר שָׁבַע) é 575 e este valor é o mesmo de "Vai'omer Elohim: Yehi ór (וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים, יְהִי אוֹר)" cuja tradução é "E disse D'us: Haja luz... (Gênesis :3)" e sabemos que a palavra "Ór (אוֹר)" possui a mesma gematria da palavra "raz (רז)" que é "segredo místico". O valor 575 também é a gematria de "Va'yehi davar Adonai elai le'emor (וַיְהִי דְבַר-יְהוָה, אֵלַי לֵאמֹר) - E veio a mim a palavra de Adonai, dizendo (Jeremias 1:4)".

SOD HA"NIQUDOT

As vogais (niqudot) embaixo de "Ber-sheva" nos revelam outro segredo, o número 72, uma alusão aos 72 Nomes.



Beer-sheva é um Nome poderoso porque, carrega o segredo do primeiro verso do Santo Nome de 42 Letras e a força dos 72 Nomes de D'us. Claro, ainda existem outros mistérios.

As Águas De Beer-Sheva

No dia 25, dois dias antes de receber a visita de Eliahu, eu republiquei no Facebook um excerto do meu Livro Crônicas De Qédem que narra o Rio Púrpura que corre em Aur e deságua no Pardes Rimonim (malchut):


"A leste encontra-se a nascente do “Argaman (אַרְגָּמָן) – o Rio púrpura”, e no centro do rio, numa ilha flutuante está “Onég – A Árvore Do Deleite” cujas folhas destilam o “Samim” usado como especiaria nos templos de “Sagidá – o mundo da adoração eterna ”, o segundo planeta do sistema do Altar, onde o Rei Yoshiahu também chamado “A Quarta Centelha ”, escondeu a “Arca da Aliança”, a mesma que fora usada pelos Filhos de Éber durante seu exílio em Aretz, posteriormente procurada pelos arqueólogos durante milénios. Agora, todo o universo conhecerá o seu lugar. O primeiro planeta deste sistema é “Hallel” cujo patriarca, “Dód”, fora o criador das “cento e cinquenta canções”, usadas nos serviços de adoração por quase todos os planetas do universo e que escrevera: “Ele é o contador do inumerável exército de estrelas a qual chama uma a uma pelo nome (Crónicas de Dód 147º Suráta 4º ayát) ”. As folhas de “onég” possuem três cores, fruto da sua complexa fotossíntese derivada dos três sóis Darom, Tzafun e Mizrach, e das águas púrpuras do Argaman. O “Argaman” cruza todo o planeta Aur, passando por baixo da muralha escudo do castelo, precipitando-se numa belíssima cachoeira no Vale da Imortalidade. As suas águas são a razão dos lábios purpúreos dos Sekudot. Ali, no Vale da Imortalidade é onde crescem as “rimonim – as maçãs de 613 sementes”. 

Excerto de Crônicas De Qédem

Argaman (אַרְגָּמָן) é um nome esotérico, um acrônimo dos Nomes dos cinco malachim (anjos) "Ariel, Rafael, Gabriel, Michael e Nuriel" e que juntos criam as "vestes púrpuras do messias (daquele que despertou)".

Qual é a cor das águas de Beer-sheva? Elas são púrpuras que é o resultado das águas de Biná que descem passando por Zeir Anpin sendo misturadas em yesod. Quando são despejadas no "Poço de Sheva (malchut) elas estão desta cor e como só há um caminho de yesod a malchut este caminho é chamado "Nahar Argaman (Rio Púrpura)".



Shirat Beer-Sheva
O Poema De Beer-Sheva

Em dezoito de janeiro, estando tomado pela sabedoria superior, eu poetizei e publiquei no Facebook "És Beer-Sheva". Eu nada sabia do que me estava para acontecer:

"És Beer-sheva, o jardim das sete luzes e eu desejo eternamente habitar em ti. Teus lábios púrpuros declamam fagulhas de luz vestidas em palavras místicas. Teu corpo é uma tenda esotérica e os sábios se reúnem para observar-te. Campo sagrado é a tua pele dourada, um pergaminho onde anotam os anjos os desejos e as vontades dos céus. Teus belos seios são esfinges divinas que ocultam o mel da Sabedoria. Quem será digno de ti se alimentar? Sobre quais lábios destilarás o doce e sublime mel que escorrem dos teus lindos mamilos excitados protegidos por tuas róseas auréolas? Que eu seja digno de beber do tua doçura e que minha boca possua mérito para provar as águas púrpuras da tua fonte, pois tu és o Santuário do Divino, a morada da Presença Santa neste mundo. És Beer-sheva, o jardim das sete luzes e eu eternamente desejo habitar em ti". 

Deepak Sankara Veda​



Autor
O Qadosh Baruch Hú
com o auxílio de Eliahu
Anotado por
Dipankara Vedas




sábado, 25 de fevereiro de 2017

A Arca Bio-Genética De Noé


Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. 

עֲשֵׂה לְךָ תֵּבַת עֲצֵי-גֹפֶר, קִנִּים תַּעֲשֶׂה אֶת-הַתֵּבָה; וְכָפַרְתָּ אֹתָהּ מִבַּיִת וּמִחוּץ, בַּכֹּפֶר.

Gênesis 6:14

Quanto mais investigo, mais fica claro que seres extraterrestres e seres intra terrenos ajudaram Noach (Noé) a preservar todo o DNA do mundo (Marte) e trazê-lo para a Terra depois do Dilúvio. A Arca era uma "chalalit (חללית) - um navio espacial".

Eu encontrei uma evidência que não pode ser desprezada e que deixa claro que a Arca era mesmo uma espaçonave:

"Rabi Meir disse: Uma pérola estava suspensa na Arca, e derramava luz sobre todas as criaturas, como uma lâmpada que ilumina dentro de uma casa, e como o sol que brilha em seu poder". 

Excerto do Pirkê D'Rabbi Eliezar

O que era esta pérola que estava suspensa dentro da Arca? Na mesma obra existe uma outra referência a esta misteriosa pérola suspensa citada pelo mesmo sábio:

Rabi Meir disse: Uma pérola estava suspensa dentro do ventre do peixe e deu iluminação a Jonas, como o sol que brilha com sua força ao meio-dia; e mostrou a Jonas tudo o que estava no mar e nas profundezas, como se diz: "A luz é semeada para os justos".

Excerto do Pirkê D'Rabbi Eliezar

Esta citação foi sobre o peixe bio-mecânico que tragou jonas e o levou à cidade submarina (Atlântida) e que lhe revelou os segredo ocultos nas profundezas do mar e do futuro da Era messiânica. Para ler este artigo, clique aqui.

Por esta citação confirmamos que a Arca de Noé era também uma máquina, um navio extraterrestre ou intra terreno, um silo que armazenou todo o DNA do mundo (marte) antes que fosse destruído.

Ainda sobre a Arca, o Zôhar faz uma citação enigmática que nos leva a ter mais certeza que ela era uma especie de silo extraterrestre ou intra terreno: 

"Venha e veja: assim era com Noé abaixo. Noé era a aliança sagrada abaixo. E ele é chamado de "Homem da terra (Isha Ha'Adamá)". Então, agora aprendemos um segredo, que Noé precisava da Arca para que ele pudesse se unir a ela e preservar a semente de todo o mundo. Como está escrito: "manter a semente viva (לְחַיּוֹת זֶרַע)" - Beresheet 7: 3.



Quando eu estava estudando esta Porção do Zôhar, encontrei uma evidência sobre a qual já havia postulado e publicado, de que Noé era de Marte. O Zôhar o chama de "Ish Ha'Adamá (אִישׁ הָאֲדָמָה)". Ora, Adamá (אֲדָמָה) é o nome hebraico na Torá para Marte (Ma'adim). Marte sofreu destruição pela água e isto foi confirmado recentemente por um artigo publicado na Revista Nature:

"Este mistério pode começar a ser resolvido a partir de um estudo publicado na revista Nature Scientific Reports e liderado pelo pesquisador Alexis Rodriguez, do Planetary Science Institute, do estado americano de Arizona. De acordo com a pesquisa, Marte foi castigado por dois gigantescos mega-tsunamis há cerca de 3 bilhões de anos e estes fenômenos, causados pelos impactos de asteroides, espalharam sedimentos pelo planeta, apagando as evidências de costas ou litorais. Os estudos de Rodriguez o levaram a concluir que o impacto do primeiro corpo estelar formou uma cratera de 30 quilômetros de diâmetro no fundo do oceano de Marte. Ainda segundo o pesquisador, as ondas geradas pela colisão foram de 120 metros de alturas e se espalharam por mais de 250 quilômetros do solo marciano. “Isso deve ter sido bem espetacular”, Rodriguez disse à Nature.


Particularmente não acredito que tenham sido apenas meteoros, mas, também cometas devido à perturbação causada por um tsunami cósmico originado pela explosão de duas estrelas nas Plêiades, conforme o Talmud narra:

"Nos últimos sete dias antes do dilúvio, quando os sinais terríveis e grande comoção encheu os céus, nos "últimos dias de descanso" durante o período final dos 120 anos que haviam sido dados, Deus mudou o curso da natureza: "Depois de sete dias (Gen. 7:4, 10)" - nestes últimos sete dias (7.000 anos), o Santo mudou a ordem da criação e o sol passou a nascer no oeste e se por no leste". Então começou o dilúvio. "Todas as fontes do grande abismo foram abertas, e as janelas (portais) dos céus se abriram. (Gênesis 7:11)". A água fluiu a partir do interior da terra e dirigiu-se para a superfície, e ao mesmo tempo uma chuva verteu-se não das nuvens, mas do universo, a partir de uma direção definida. As águas superiores correram através do espaço quando Deus removeu duas estrelas da constelação das Plêiades. Estas águas superiores eram quentes, ferviam não como águas da uma chuva comum. Os pecadores foram literalmente cozidos e foram punidos por águas ferventes, Deus ordenou que cada gota d'água passasse através do Geena antes de cair para a terra". 

Talmud Sanhedrin- 108b


Na própria Torá, dentro do Livro do Gênesis, existe criptografado o termo "Chalalit (Nave Espacial)" e que é cruzado pelo passuq onde D'us ordena Noé a construir a Arca:


No centro da matriz temos o termo hebraico "chalalit (nave espacial)" e abaixo dele em azul e com o mesmo salto equidistante temos "tavô (veio)" e cruzando ambos marcado em amarelo está "Assá lechá Teivá etzei gomer (עֲשֵׂה לְךָ תֵּבַת עֲצֵי-גֹפֶר) - Faça para você uma Arca de madeira de gômer... (Gênesis 6:14)".

O Mistério Da Pérola Suspensa
"מַרְגְּלָא עִלָּאָה"

O que era esta "pérola" sobre a qual Rabi Meir revelou estar suspensa (leviando) dentro da Arca e da máquina da Atlântida que salvou Jonas e também ao Taná Rabi Nehorai? Ela era o Sipra Raziel Ha'Malach (O Livro Do Anjo Raziel) que continha todos os segredos e mistérios da criação e com o qual Adão aprendeu a Qabalá de D'us no Jardim do Éden com o seu professor o Anjo Raziel. Esta pérola não era de madrepérola, mas de safira e era viva e falava, conforme descobrimos quando Rabi Meir a citou no caso de Jonas:

"Uma pérola estava suspensa dentro do ventre do peixe e deu iluminação a Jonas, como o sol que brilha com sua força ao meio-dia; e mostrou a Jonas tudo o que estava no mar e nas profundezas..."

A pérola revelou a Jonas os mistérios ocultos nas profundezas dos oceanos e assim também, o mesmo aconteceu a Noé:

"Uma pérola estava suspensa na Arca, e derramava luz sobre todas as criaturas, como uma lâmpada que ilumina dentro de uma casa, e como o sol que brilha em seu poder".

A palavra hebraica de onde "luz" é traduzida é "Ór (אוֹר)" e cuja a gematria é a mesma da palavra hebraica para mistério que é "Ráz" e cujo o equivalente aramaico é "Razá (רָזָא)", ou seja, esta "Luz" continha os mistérios do Livro de Raziel. No Jardim do Éden onde Adão foi colocado depois de ser criado, haviam inúmeras pedras preciosas e pérolas (mistérios) que D'us havia preparado para ele.

Imagine a beleza desta maravilhosa pérola viva que falou com Jonas revelando a ele mistérios que haviam sido revelado para Adão e seus descendentes, incluindo Noé.


Em hebraico a expressão para "Pérola Suspensa" é "Peniná Mosha'ah (פנינה מושעה)" e sua gematria é 838 que é a mesma de "Galô et ha'Gan Éden (גלה את גן עדן) - Revelar o Jardim do Éden. No Zôhar, a expressão para "Pérola Suspensa" é "Marg'lá Ila'áh (מַרְגְּלָא עִלָּאָה)" cuja gematria é 380.

O que é está pérola superior que fica suspensa sem o auxílio de mãos no ventre do peixe e dentro da Arca? O Zôhar diz: 

"Há duas pérolas e há uma cortina entre elas. A pérola supernal está escondida e não tem cor visível"

Zôhar Yitrô - As Duas Pérolas

Há muitos segredos aqui, mas eu vou resumir abrindo este mistério apenas. O Zôhar é um jardim fechado repleto de preciosidades no qual poucos tem permissão do hortelão para entrar. Somente os que possuem zechut (mérito) é que são convidados pelo Rei Santo para entrar no seu Jardim. O peixe é Zeir Anpin (chessed, guevurá, tiféret, netzach, hód e yesod) e a pérola que brilha suspensa no ventre do peixe é yesód - o Heichal ha'Sodot (Palácio dos Mistérios) onde poucos entram, pois não possuem permissão da Tara'a (sentinela).

As duas pérolas são "Malchut" que é a Arca e Biná e a cortina é Zeir Anpin. E a pérola que está escondida e que não tem cor? Ela é Chochmá - a Sabedoria Divina. A gematria 380 de Marg'lá Ila'áh que é 380 é a mesma de Mishlei () - Provérbios de Salomão, onde lemos: "O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução".

Provérbios 1:7

E em seguida lemos: "Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe".

Provérbios 1:8

O Pai é chochmá que é a Sabedoria Divina, e a Mãe é Biná que é a Compreensão Divina. Estas duas são também duas pérolas.

Autor
Dipankara Vedas
"Eu Quero Acreditar"
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Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

"Todas as palavras postadas aqui tem por finalidade a revelação dos mistérios das escrituras. Por mais duras que algumas vezes possam parecer, elas não tem finalidade de agredir, difamar, caluniar quaisquer pessoas, instituições, religiões ou quaisquer práticas religiosas e seus líderes. É certo que determinadas práticas e seus respectivos lideres precisam sim serem trazidos à luz, mas através da revelação da verdade"

Tradição

"Então, aqueles que são sábios brilharão como o esplendor (Zohar) do firmamento, e aqueles que retornaram à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre (Dani´El Péreq 12, 3º Passuq)".

Aviso

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