Projeto Jardim Do Éden

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A Associação Qabalista Mundial – Gará Kulam Moshav, na voz do seu fundador e presidente Misha´El Yehuda ben Yisrael, lançou, em 2006, o “Projeto Jardim do Éden” cuja intenção era conseguir a doação, empréstimo ou mesmo arrecadar fundos para a compra de um Sitio ou Chácara onde será instalada a sede da sua Comunidade Mística, o Centro Brasileiro de Estudos da Qabalá. Clique na imagem, conheça o projeto e faça uma doação.

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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Nuances Do Despertar: O Grito Da Alma Despertando A Consciência


Outubro de 2014. Sonho com pessoas em uma passeata carregando uma faixa com os dizeres "PSB 123". Eram vésperas das eleições presidenciais no Brasil e, como meu Despertar era recente, havia se realizado apenas em 27 de setembro, acabei por me confundir permitindo minha consciência se direcionar para as eleições. Eu estava errado. O sonho era um grito da minha Neshamá (alma divina) recém recebida por Ibür, tentando me informar a identidade da minha Néfesh.

O Sha'ar Ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) nos informa que, somente quando uma pessoa descobre o nome da sua alma, ela alcança o Despertar. Este é um processo que pode durar muitos anos.

Então, o que era "PSB 123"? Certamente não era uma indicação a algum partido político. O assunto se tornou um mistério e foi somente em 27 de abril de 2021 que eu me recordaria desse sonho já sabendo o seu mistério, pois, outros "recados" me foram enviados pela minha Neshamá nesse período de sete anos através dos quais eu conheci, não apenas a identidade da minha Néfesh Ha'Elohit (Néfesh Divina), como também a identidade do meu Rúach (Espírito) e da minha Neshamá (Alma Divina).

Eu já escrevi e postei inúmeras vezes em muitas ocasiões sobre esse segredo e com um grande número de irrefutáveis evidências. Nos meus livros Supernatural e Arizal - O Viajante Do Tempo - revelei ser uma reencarnação da alma do Rabino Chaim Vital, de abençoada memória, o mais fiel aluno do Rabino Isaac Lúria, bendito seja.

Na verdade, o processo se iniciou em 1996, quando eu fiz 29 anos (358 meses), que foi quando se deu o meu primeiro despertar, por ocasião da passagem do Cometa Hale-Bopp, quando sonhei que estava em uma em uma caverna na qual havia um Aron Ha'Qodesh (era uma sinagoga) onde pessoas cantavam uma canção em hebraico, idioma que eu jamais havia estudado nessa vida. Acordei cantando aquela cântico. Era o Máh Tovú (מה טבו) - Ó quão bom.

מַה-טֹּבוּ אֹהָלֶיךָ, יַעֲקֹב; מִשְׁכְּנֹתֶיךָ, יִשְׂרָאֵל.

Dois anos depois, um senhor judeu messiânico, muito fluente em hebraico e conhecedor da tradição, misteriosamente me encontrou, quando viu um anuncio meu sobre música na internet com o nome do meu grupo musical Elijah. Esse senhor, residia na rua Tanque Velho, 667, no Tucuruvi, São Paulo. Ele foi o meu primeiro professor. Seu nome, Paulo.

A gematria de Paulo é igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital (חיים ויטל) e o valor 667 é a gematria de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). Ha'Shem queria que eu soubesse de quem eu era a reencarnação e quem havia sido meu professor na outra vida.

Do meu primeiro Despertar até que o antigo Rabino ascendesse no meu coração, foram apenas cinco anos, e, em 2001 eu fui, ordenado, pelas mãos do meu mestre, o Rabbi Isaac Lúria, que veio por Ibür no corpo do velho judeu Paulo, que morava no número 667 que é a gematria de Rabbi Itzchaq Lúria, recebendo a minha Semichá Rabínica no Hilulá de Moshê, nosso mestre e passei a me chamar Rav Misha'El Ha'Levi, nome que me foi dado pelos lábios da alma do meu mestre, o Arizal, naquela noite, encarnado por Ibür no senhor Paulo.

NASCIMENTO

Eu nasci, em 1966, na maternidade do Belenzinho, no Distrito do Belém, São Paulo, 432 anos depois do nascimento do Rabbi Isaac Lúria e este valor é a exata gematria do nome que o Arizal me deu, Misha'El Ha'Levi (מישאל הלוי). Meu mestre estava me instruindo assim como me havia instruído na outra vida. Meu nascimento também se deu 424 anos depois do nascimento do Rabino Chaim Vital.

O SEGREDO DO SONHO

Meu nome também é Paulo e a gematria de Paulo é a mesma de Chaim Vital e essa é 123. Nada acontece por acaso e tudo é um segredo de vidas anteriores.

No século dezesseis, o Arizal profetizou sobre o Rabino Chaim Vital, dizendo o que lhe haviam informado durante suas orações. Eis o que se lê em Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá (Introdução) 38 nas palavras de Chaim Vital:

"Um dia, ele me contou o que lhe tinham dito, durante suas orações, que num futuro próximo eu veria um anjo face a face e que ele falaria comigo. Eu o instei a me dizer qual seria o seu nome, e ele me disse que seria Elias, o profeta, de abençoada memória."

Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 38

De fato, verdadeiramente, Elias apareceu para o Rabino Chaim Vital, mas, o Arizal, não o estava informando somente sobre aquela vida, mas, também, a próxima.

Quando eu tinha 3 anos de idade, costumava dormir na cama da minha mãe. Meu pai estava sempre ausente devido à sua profissão. Uma noite, enquanto minha mãe tricotava e assistia suas séries favoritas no velho televisor Syller valvulado, uma presença encheu o quarto é uma voz masculina me chamou pelo meu nome por três vezes. Após o meu Despertar, eu soube que era o profeta Elias. Em hebraico a expressão "Bá Eliahu Ha'Navi (בא אליהו הנביא)" que se traduz "Veio o profeta Elias" é igual a 123 em gematria. E aquela não seria a única vez que Eliahu me visitaria.

Na madrugada de 22 de setembro de 2009, eu fui visitado por um anjo no meu sonho. Esse anjo me disse que eu era considerado alguém especial nos céus e me comandou pregar aos quatro ventos para que todos ouvissem, quer compreendessem ou não. Depois, ele tomou um instrumento curvo, tipo um daqueles alicates de tirar cuticulas e limpou a sujeira da parte interna da minha unha do polegar direito. Quando acordei, anoitei no meu diário: "- Um anjo me visitou essa noite...".

O dia 22 de setembro é o 265º no ano solar. Se subtrairmos desse valor a gematria de Chaim Vital o que sobra é 142 que é a exata gematria de "Eliahu ba'chelomi (אליהו בַּחֲלֹמִי)" cujo significado é "Elias no meu sonho."

A partir daquele dia, eu passei a compreender instantaneamente os mistérios do Zôhar e também da Torá, recebendo chidushim (novos segredos revelados) todos os dias.

Em 2017, durante minha viagem e estadia em Israel, me foi revelado que a centelha de alma que eu havia recebido para ser a minha Neshamá, em 2014, era uma faísca da alma do Maharal de Praga, de abençoada memória, e foi a minha Neshamá que estava gritando para minha Néfesh e para o meu Rúach, que eu era uma reencarnação da alma do Rabino Chaim Vital.

Chaim Vital faleceu no dia 3 de maio de 1620, dia esse que, no calendário gregoriano é o dia 123 no ano, restando para terminar o período, 242 dias, valor esse que é a gematria do nome bíblico Zechariah (זכריה) cujo significado é "Hashem o fará recordar." PSB são as iniciais do meu nome, Paulo Sergio Batalini, e 123 é Chaim Vital. Minha Neshamá estava me dizendo "Paulo Sergio Batalini. acorde! Você é Chaim Vital."

E qual é a gematria AtBash de Maharal (מהרל)? É exatamente igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital, veio o profeta Elias e Paulo. Abençoado seja o Qadosh, baruch hú, que nos enviou de volta para esta Era e nos fez Despertar.


Razá Ila'ah

Autor

Bën Mähren Qadësh

sábado, 24 de abril de 2021

O Retorno De Rabino Shimon

 


Rabino Shimon bar Yochai viveu há 2.000 anos, na palestina. Ele foi o maior cabalista que já existiu em todos os tempos. Um homem de tal nível de santidade que os mais elevados anjos e as almas dos justos que agora vivem no jardim do éden superior, pediram autorização para descer e lhe revelar todos os segredos do universo. Estas revelações lhe foram dadas enquanto ele esteve oculto em uma caverna por treze anos. Duas vezes por dia, Moisés e o profeta Elias lhe apareciam para ensinar-lhe os segredos. Estas revelações estão unidas em uma obra sagrada e de tal nível de pureza, que aqueles que a possui, são considerados como estando ligados ao próprio rabino Shimon. Esta obra maravilhosa chama-se “Zohar – O Livro do Esplendor”.

 Após doze anos, rabino Shimon saiu de seu esconderijo, e tão irado ele ficou ao ver a decadência espiritual do povo, que de seus olhos saiam labaredas de fogo e muitos foram queimados. Então ele foi comandado a voltar para a caverna e permanecer lá por mais um ano, até que aprendesse a controla o seu poder.


Acerca do Zôhar está escrito em Daniel 12:3-4: Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim, muitos o estudarão minuciosamente, e o conhecimento se multiplicará”. Este livro citado no verso é o Zohar Sagrado.

A respeito de rabino Shimon, está dito que, quando ele se preparava para o seu “ocultamento”, revelava a seus discípulos uma grande quantidade de segredos, rabino Abba os estava anotando, e quando rabino Shimon cessou de falar, rabino Abba disse: “Não pude levantar a minha cabeça. Pois a luz que o rodeava era tão grande e brilhante que não podia olhar para ela”. Eu pus o meu rosto sobre a terra, e chorei em voz alta”. Então rabino Elezar (filho de rabino Shimon) e rabino Abba levantaram-se e o vestiram com seus ornamentos sepulcrais, e depositaram-no no ataúde. Quando chegaram a Meron, onde ele seria sepultado, ao abrirem o ataúde, ele, o corpo de rabino Shimon elevou-se pelos ares envolto e rodeado por um fogo flamejante.

Quando ele foi levado para dentro da caverna onde seria sepultado, escutou-se uma voz que dizia: “Este é ele, que perturbou a terra e fez tremer os reinados”.

E relação a ele, rabino Shimon, está escrito em Daniel 12:13: “ E, quanto a ti mesmo, vai até o fim, e descansarás, mas te levantarás para tua porção ao fim dos dias”. E isso nem poderia se provar verdadeiro, se no próprio Daniel 12 não estive codificado o nome Yochai, e não apenas uma, mas, duas vezes.


Yochai está codificado no Livro de Daniel capítulo 12 que é onde o Zôhar é mencionado como "O Livro Selado". O código surge duas vezes no mesmo texto, sendo que um deles cruza os pessuqim (versículos) 3 e 4: "Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará (Daniel 12:3,4)." Na matriz, o Código "Yochai" está marcado em abóbora e os versos mencionados em verde. O termo "Zohar" está marcado em vermelho. Isso evidencia que Shimeon Bar Yochai existiu mesmo e que estava destinado desde o princípio dos tempos a revelar o "Livro Selado".

Se pode esconder a verdade, se pode alterá-la, mas não se pode ocultá-la por muito tempo e nem alterar o que D'us mesmo codificou nas Suas Escrituras Sagradas. Rashbi (acrônimo de Rabi Shimon Bar Yochai) também está codificado no mesmo capítulo de Daniel. Na matrix em verde na vertical, confirma que RASHBI recebeu os ensinamentos secretos de Yeshu'a, pois ele era o seu irmão e discípulo chamado Shimon Bar Halfai. Marcado também em verde na horizontal à direita e tudo no capítulo 12 de Daniel. Codificado no mesmo capítulo de Daniel que revela o Zôhar, está codificado também o Rabino Berg, e esse código revela que ele veio com uma centelha de Daniel (e também de Eliahu, o que ele mesmo me revelou em um sonho em 2010), para revelar o Zôhar no fim dos dias...



O significado disto é que, agora, no fim dos dias, rabino Shimon estaria de volta, andando entre os vivos. As centelhas da sua alma estariam encarnadas para ajudar-nos na propagação da Sagrada Cabalá. Dezenas de mestres que agora habitam o jardim do éden tem descido à terra, a aparecido a muitos, revelando os segredos do Zohar, e ajudando-os a propagá-los sobre a terra.

Acerca disto está escrito no Zohar: “E uma coluna de fogo aparecerá do céu a terra, e queimará por quarenta dias”. A coluna de fogo é a sabedoria do Zohar Sagrado. Assim como em Daniel, os anos são referidos como dias, assim também, quarenta dias são uma referencia aos anos. Em 1966, o rabino Phillip Berg, encontrou com seu mestre, o rabino Yehuda Brandwein, com quem estudou a sabedoria do zohar por três anos. A coluna de fogo fora acesa, e agora fazem quarenta anos que ela é vista do céu a terra. 

Nós devemos nos esforçar mais para que a Sabedoria do Zohar possa ser espalhada sobre a terra, pois em breve a coluna de fogo se esconderá, para depois reaparecer novamente.

"E disse para eles o Ancião: Venham e comam. E nenhum dos discípulos ousou perguntar quem ele era, pois creram ser Ele. E pegou o Ancião o pão e o peixe e abençoou-os e deu-lhes. E quando eles comeram, o Ancião de dias disse a Simão: Tu, Simão, filho de Qlopas, tu me amas? Ele disse a ele: Sim, meu Senhor. Ele disse a ele: Cuida dos meus cordeiros. E novamente disse para ele o Ancião de dias: Tu, Simão, filho de Alfeu, amas-me muito? Ele disse a ele: Sim, meu Senhor. Disse-lhe: Cuida das minhas ovelhas. E novamente disse-lhe o Ancião: Simão, o Zeloso, amas-me a mim? E entristeceu Simão pelas três vezes que o Ancião de dias lhe disse isso. E disse- lhe Simão: Tudo Tu sabes; que te amo, tu o sabes! E ele disse-lhe Cuida de minhas ovelhas. Amén, Amén, tu és Simão, o filho de Alfeu, serás chamado Bar Yohai – que significa em aramaico “filho do Senhor Vivo” –, e disse-lhe o ancião: Eis aqui meu servo, que sustento; o meu escolhido, que minha alma tem imenso prazer. Pus o meu Espírito sobre ele. Ele revelará a Verdadeira Justiça e a porá em execução entre as nações (Isaías 42:1). Amén, Amén, vos digo que saiam meus filhos, saiam de Jerusalém, pois que o mal vem do Norte e a grande desgraça! E num instante abriram-se os olhos deles e ele sumiu diante deles. E fugiram para a cidade de Pella no caminho do deserto de Judá. E foi ali em Pella, nas Dez Cidades, que encontraram o Livro Oculto que Daniel, o profeta, escondeu. Como diz: E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro até o tempo do fim: e vaguearão muitos e aumentará o Conhecimento (Daniel 12:4)."

MEEMRO D’AVOHAIN 

Os ditos dos nossos pais

CAPÍTULO 1O


Autor

Bën Mähren Qadësh

Misha'Ël Ha'Levi

ESCRITO EM 2006

 

segunda-feira, 29 de março de 2021

O Profeta Elias: Revelando O Meu Afluente Secreto

 


Nome
Paulo
Nascimento
10/06/1966
Local
Maternidade Do Belenzinho
Belém -SP
Gematria
123

Era érev Chanucá (véspera de Chanucá), a Festa das Luzes, o Festival do Messias. Eu havia alugado uma Van da empresa Amanhecer Turismo, como de costume, para nos conduzir à Mogi das Cruzes para Chácara Serpa, local que alugava desde o Pessach de 2008, para o nosso retiro de final de ano. Era o dia 27 de novembro de 2013, véspera da passagem do grande Cometa Ison, cujo periélio (máxima aproximação do sol), se daria no dia seguinte, 28 de novembro e que, não coincidentemente, seria o primeiro dia de Chanucá.

A gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas de uma palavra ou sentença) da expressão "Shavit Ison be'Chanucá (שביט יסון בחנוכה)" que se traduz "Cometa Ison em Chanucá" é igual a 538 que é a mesma gematria de "Kochav Beit-Lechêm (כוכב בית-לחם)" cuja tradução é "Estrela de Belém."

Nada acontece por acaso. Dezessete anos antes, durante a passagem do grande Cometa Hale-Bopp, depois de sonhar que estava em uma antiga sinagoga que ficava dentro de uma caverna e dentro da qual ouvia pessoas cantando uma canção no idioma hebraico, acordei cantando aquela canção no idioma que eu jamais, nesse vida e até aquele momento, havia estudado e aprendido. Três anos depois, eu já lia o Tanach e escrevia em hebraico. A canção era o Máh Tovú, entoada desde o tempos de Moisés.

O Grande Cometa Hale-Bopp


Quando a Van chegou, na tarde de 27 de novembro de 2013, eu instintivamente a fotografei. Até então, eu jamais havia atentado para a gematria do meu nome que é 123. Eu já sabia desde 2001 que era a reencarnação de uma alma antiga, a essência de um antigo rabino que viveu em Tzfat (Safed) durante a idade média e sentia muita aproximação com o Santo Leão de Safed, o Rabino Isaac Lúria. Inocente que era, eu jamais poderia ter imaginado que, verdadeiramente, minha alma era uma reencarnação da alma de Chaim Vital, principal discípulo do Arizal.

Ha'Shem já havia enviado o Profeta Elias para falar comigo quando eu tinha três anos de idade, em 1969. Naquela noite a qual jamais pude esquecer, Eliahu me chamou pelo meu nome por três vezes. A gematria do meu nome é igual a 123. A gematria da expressão "Veio o Profeta Eliahu (בא אליהו הנביא)" é igual a 123 e o 123º dia no ano solar é o dia 3 de maio, dia no qual, em 1620 faleceu o grande rabino Chaim Vital cujo nome possui também, e não por acaso, a gematria igual a 123. No Tanach nós lemos:

"Os filhos de Belém: 123."
בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.
Ezra 2:21

Eliahu voltaria para me visitar em 1986 e, novamente quando eu completasse vinte e seis anos em 1992 numa noite em que me encontrava com minha noiva e primeira namorada no apartamento do primo dela, Denis Melo, na Avenida Mazei, 1754. Naquela noite, Denis Melo me presenteou com uma cassete de um opera cristã chamada Elijah (Elias em inglês). Nada acontece por acaso e, como eu estava destinado a receber auxílio de Eliahu, o que já havia acontecido em outras vidas, Eliahu veio também naquela noite. O valor 1754 é a gematria de "Ha'Shaná hitegalut Eliahu Ha'Novi mi-shamayim  (השנה התגלות אליהו הנביא משמים)" que traduzido significa "Este ano, o Profeta Elias será revelado dos céus...". 

Alguns meses antes daquela noite, eu havia fundado, junto com as irmãs da minha noiva e outro primo dela, o Lucas Bandeira, um Grupo Musical e que a partir daquela noite, por influencia de Eliahu, eu passei a chamar de Grupo Elijah e que mais tarde viria a ser a Sinagoga Eliahu Kibbutz (כנסת-אליהו). Nome cuja gematria mispar kollel é igual a 583. A sinagoga foi estabelecida em uma casa no número 583 e meu nome e titulo, Rav Misha'ël é igual a 583. Era o mês de Touro do ano 2001, dia 23 de abril. Mazal Shor (signo de Touro) é igual a 583. 23 de abril é o hilulá (aniversário de falecimento) no calendário solar gregoriano do Rabino Chaim Vital.

Treze anos se passaram desde que fundei a sinagoga Eliahu Kibbutz e, então, na tarde 27 de novembro de 2013, Eliahu veio novamente, mas, desta vez, para despertar em mim a alma do rabino Chaim Vital e, novamente, durante a passagem de um grande Cometa. Isso seria apenas um acaso se, no ano da minha concepção no ventre de minha mãe, no dia 13 de Elul, não estivesse viajando pelos céus o grande Cometa Ikeia-Seki.

O Grande Cometa Ikeia-Seki em outubro de 1965.

O dia 27 de novembro de 2013 caiu, como já supramencionado, em 24 de Kislev de 5774 (כ״ד בְּכִסְלֵו תשע״ד) e a gematria desta data é igual a 916 que é exatamente a mesma da expressão "Eliahu Ha'Navi iavô hitegalê nahar ha'sodi (אליהו הנביא יבא התגלה נהר הסודי)" cuja tradução é "Elias, o profeta, virá para revelar o rio secreto". A alma de uma pessoa é chamada "rio", conforme está escrito:

"Todos os rios correm para o mar; contudo, o mar nunca se enche; ainda que sempre se dirijam para o mar, para lá voltam a correr."

Qohelet 1:7

Eliahu veio para revelar o meu rio secreto, ou seja, que havia reencarnado em mim a alma do grande Rabino Chaim Vital. Eliahu escreveu isso na minha alma. Eliahu, profeta veio, cuja gematria é 123, marcou esta revelação na minha alma, cuja gematria é igual a 123. A revelação de que havia reencarnado em mim a alma de Chaim Vital cuja gematria é igual a 123, na noite da passagem do grande Cometa Ison.

O Grande Cometa Ison

Como foi dito: "Uma vez é acaso. Duas vezes é uma coincidência. Três vezes é uma manifestação divina."

PRESENTE DOS CÉUS

Cometa NeoWise

Na madrugada de 24 de outubro de 2019, o Arizal veio me visitar, no meu sonho, cavalgando um belíssimo e brilhante cometa. Quando o cometa passou por mim, eu o segurei pela cauda. Então, ele caiu em um extenso campo aberto próximo a uma árvore frondosa. O Arizal emergiu de dentro dele e começou a me revelar mistérios e, entre eles, a data do seu nascimento em 1534.

Eu havia recebido, dos lábios de Metatron, informações proféticas sobre este cometa, quando ele me sussurrou, na alma, o Conto ARGAMAN para as Crônicas De Qédem. Eis os trechos:

"O Arpoador iniciou flutuação antigravitacional no espaço-porto de Pardês – a Capital de Aür – em direção à nascente do Argaman – o rio púpura. A bordo eu, Beniel, S’thur e muitos alunos e mestres da Escola de Mistérios incluindo, Dipankara Vedas, que preparou as lâmpadas suspensas para nossa iluminação, para uma viagem de introspecção e também as chamas levitantes para a Menorá suspensa que está no Heichal Sód Elohai – o Salão do Segredo de D’us – que fica em um compartimento secreto abaixo da popa do Arpoador. Râma[1], o capitão-timoneiro, estava no leme conduzindo a belíssima embarcação como se declamasse uma poesia esotérica. De inicio, nos foi servido café com biscoitos de q’namon os quais provocaram a espanção das nossas consciências. A viagem duraria a queda de 144.000 pedras de nossas shaonim. A bordo também estavam os vinte e quatro Zaqenim – os Anciãos de Aür – que servem com conselhos ao regente do Planeta da Luz Divina, o meu Pai, o mestre Ayyüb. Um cometa riscava os céus velejando as constelações em direção ao sol ocidental de Aür. No final, na foz do ARGAMAN se encontra a escarpa rochosa de Kadma’a na qual se encontra a caverna de Adam Kásia, abaixo da qual fica o Poço de Sheva guardado por Tahorá – o eremita. Chegadas as noites, as embarcações suspensas dos Kivunim – os meditantes – iluminadas por lâmpadas suspensas surgem navegando acima do leito do rio e são vistas flutuando sobre o álveo do Argaman. Estrelas maravilhosas iluminam as noites com mistérios escritos nas constelações pelo maravilhoso Cometa Argos que cruza o grupo estelar da Quilha e se torna visivel a cada sete anos e que estava próximo de seu periélio nesta nossa nessiá[13]."


Em 28 de março de 2020, um cometa foi descoberto cruzando a constelação da Quilha, também conhecida, em tempos antigos, como Argonautas e eu havia recebido, proféticamente, que este cometa viria e seria chamado Argos, porque ele estaria navegando a constelação dos Argonautas. O periélio desse cometa, que foi nomeado C/2020 F3 NeoWise, foi em 3 de julho de 2020, o 185º dia no ano solar, e, este valor, é o resultado, em gematria da expressão "kochav Chaim Vital (כוכב חיים ויטאל)" que se traduz "A Estrela De Chaim Vital."

Onze dias depois da passagem do Cometa "Argos" pelo sol, eu ganhei, através de doação, as terras para o Projeto Pardês, vinte e seis hectares de terras. Presente do Arizal, meu mestre. O valor onze em hebraico é "Echad Ésser (אַחַד עָשָׂר)" e sua gematria é igual a 583 que é a mesma de Rav Misha'Ël.


Autor
Bën Mähren Qadësh
(Misha'Ël Ha'Levi)



segunda-feira, 22 de março de 2021

SINAIS DA CHEGADA DA ERA MESSIÂNICA


"E assim como nos dias de Noé, assim também será na chegada da Era Messiânica (וְכִימֵי נֹחַ כֵּן יִהְיֶה גַּם־בּוֹאוֹ שֶׁל־בֶּן־הָאָדָם׃)." 

- Mateus 24:37 

E como foi nos dias de Noé? "Nos últimos sete dias antes do dilúvio, quando os sinais terríveis e grande comoção encheu os céus, nos "últimos dias de descanso" durante o período final dos 120 anos que haviam sido dados, Deus mudou o curso da natureza (o que incluiu a inversão do campo magnético). 

Depois de sete dias" [Gen. 7:4, 10] - nestes últimos sete dias, o Santo mudou a ordem da criação e o sol passou a nascer no oeste e se por no leste (Talmude Sanhedrin 108b). Então começou o dilúvio. Todas as fontes do grande abismo foram abertas, e as janelas (portais) dos céus se abriram. (Gênesis 7:11). A água fluiu a partir do interior da terra e dirigiu-se para a superfície, e ao mesmo tempo uma chuva verteu-se não das nuvens, mas do universo, a partir de uma direção definida. As águas superiores correram através do espaço quando Deus removeu duas estrelas da constelação das Plêiades (aqui, aprendemos com o Talmude sobre o fenômeno estelar que a ciência hoje chama de Supernovas). Estas águas superiores eram quentes (ferventes), ferviam não como águas da uma chuva comum e eram mais densas. Os pecadores foram literalmente cozidos e foram punidos por águas ferventes, pois Deus ordenou que cada gota d'água passasse através do Geena antes de cair para a terra (Talmud Sanhedrin- 108b). 

Desde o dia em que as águas inundaram TODOS OS MUNDOS (planetas) através das janelas dos céus e durante o dilúvio, o sol estava encoberto (cometas e meteoros atingiram a terra e lançaram escombros na atmosfera), e a terra tremeu (gigantescos terremotos) e os vulcões entraram em erupção. A pangeia se moveu e se separou em continentes.

Para acabar com a inundação. Deus teve de transferir duas estrelas da constelação da Ursa para a constelação das Plêiades (aqui aprendemos com o Talmude o que a ciência, astrofísica e astronomia hoje sabem, que as estrelas se movem). É por isso que a ursa corre atrás das Plêiades. Ela quer que seus dois filhos voltem, mas eles somente vão retornar para ela no mundo futuro (Olam habá). Como Deus havia retirado duas estrelas das Plêiades para abrir os portais e dar inicio à inundação, Ele teve que fechá-los, e por está razão tomou duas estrelas da Ursa.

Preparem-se para o que está por vir... 

Autor

Bën Mähren Qadësh

Baseado Em

"Mundos Em Colisão"

De Immanuel Velikovsky 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

A VISITA DO ARIZAL EM UM PILAR DE FOGO


“-E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite."

וַיהוָה הֹלֵךְ לִפְנֵיהֶם יוֹמָם בְּעַמּוּד עָנָן, לַנְחֹתָם הַדֶּרֶךְ, וְלַיְלָה בְּעַמּוּד אֵשׁ, לְהָאִיר לָהֶם--לָלֶכֶת, יוֹמָם וָלָיְלָה.

Torá Shemot 13:21

Uma continua e fina garoa caia ao anoitecer do dia 1º de janeiro de 2003, uma quarta-feira. Eram por volta das 20 horas. Estávamos reunidos eu, Arieh, meu irmão, Avraham e Elisheva para, como de costume, realizarmos o ritual de “Yom Tóv (יום טוב)” e assistirmos a cultuada seção de “Os Arquivos X” no espaço que havia criado seis meses antes. Era o segundo ano do trabalho que houvera se iniciado em uma sala emprestada na Rua São Miguel, 337, Cidade Edson, em Suzano e, depois em uma garagem emprestada próxima ao Suzano shopping center, e que agora estava em uma ampla mansão com piscina e hidromassagem, uma dádiva do "Ribonô shel Olam (Mestre do Universo)".

A noite de 1º de janeiro de 2003 havia caído em 27 de Tevet de 5763 e essa data possuia um grande mistério divino, assim, como também, o evento que se seguiu naquela noite.

כ״ז בְּטֵבֵת תשס״ג

A campainha tocou, e uma jovem, grávida e às lágrimas pedia por ajuda. Tinha ouvido falar das terapias qabalisticas que eu aplicava. Pedi que ela esperasse enquanto eu preparava o ambiente para ministrar o que, em Qabalah é conhecido como “tikun ha"nefesh (correção da alma)”. Acendi velas, incensos e recitei as orações sagradas em aramaico e hebraico para “alterar” a sala, preenchendo-a com a energia de cura. Entre as velas que acendi, havia uma feita de gel aromático por uma de minha alunas e membras da k'nesset e que ela havia condicionado em um copo de vidro.

Aquela jovem havia sido enviada pelo Qadosh, Baruch Hú, como parte da revelação do meu mestre, o Arizal, que se daria naquela noite. Gravidez é o mistério e dar à luz é a revelação do mistério.

A jovem foi trazida à sala, deitou-se na maca onde, em seguida, após a ouvir durante alguns minutos, eu apliquei a terapia. Depois de terminar, acompanhei-a até a saída, despedi-a e voltei para a sala de áudio e vídeo no andar superior onde também ficava o quarto de terapias, no qual a nossa seção de “Arquivo X”, pausada, nos aguardava.

Após alguns minutos apreciando o episódio da noite, senti um cheiro de fumaça. Levantei-me então, e dirigi-me à sala de terapias, e achei a vela “gel” que havia acendido para aplicar o “tikun ha"nefesh” em chamas muito próxima à cortina e com medo de que a cortina se incendiasse, o que, por um milagre, não havia acontecido, apressei-me e tomei o copo com a mão direita. Como ela havia se incendiado, o gel havia se liquefeito, e ao tomar o vidro em que a vela fora confeccionada, o gel fervente se derramou sobre a minha mão direita, causando-me uma queimadura de 2º grau. A dor foi intensa, mas, por alguma razão, controlei-a respirando profundamente e saindo para a sacada da casa, esperei que o gel quente se esfriasse sobre a minha mão.

"E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima. E vendo o Senhor que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui. E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.".

ב וַיֵּרָא מַלְאַךְ יְהוָה אֵלָיו, בְּלַבַּת-אֵשׁ--מִתּוֹךְ הַסְּנֶה; וַיַּרְא, וְהִנֵּה הַסְּנֶה בֹּעֵר בָּאֵשׁ, וְהַסְּנֶה, אֵינֶנּוּ אֻכָּל.  ג וַיֹּאמֶר מֹשֶׁה--אָסֻרָה-נָּא וְאֶרְאֶה, אֶת-הַמַּרְאֶה הַגָּדֹל הַזֶּה:  מַדּוּעַ, לֹא-יִבְעַר הַסְּנֶה.  ד וַיַּרְא יְהוָה, כִּי סָר לִרְאוֹת; וַיִּקְרָא אֵלָיו אֱלֹהִים מִתּוֹךְ הַסְּנֶה, וַיֹּאמֶר מֹשֶׁה מֹשֶׁה--וַיֹּאמֶר הִנֵּנִי.  ה וַיֹּאמֶר, אַל-תִּקְרַב הֲלֹם; שַׁל-נְעָלֶיךָ, מֵעַל רַגְלֶיךָ--כִּי הַמָּקוֹם אֲשֶׁר אַתָּה עוֹמֵד עָלָיו, אַדְמַת-קֹדֶשׁ הוּא.  ו וַיֹּאמֶר, אָנֹכִי אֱלֹהֵי אָבִיךָ, אֱלֹהֵי אַבְרָהָם אֱלֹהֵי יִצְחָק, וֵאלֹהֵי יַעֲקֹב; וַיַּסְתֵּר מֹשֶׁה, פָּנָיו, כִּי יָרֵא, מֵהַבִּיט אֶל-הָאֱלֹהִים.

Torá Shemot 3:2-6

O local da queimadura ficou branco. Imediatamente, Avraham tomou o carro e, junto com Elisheva, conduziu-me à Santa Casa de Misericórdia de Suzano, onde o ferimento foi limpo e medicado. Iniciei um tratamento lento e doloroso. Eu estava para descobrir que nada acontece por acaso, mas tudo são sinais que revelam ao individuo o destino e o caminho da sua alma. Elisheva tratou-me, limpando o ferimento e trocando o curativo todos os dias. A queimadura sobre a mão direita sinalizava um ano caótico, era o “julgamento estabelecido sobre a misericórdia”, mas acima de tudo, eu viria a descobrir o que os antigos qabalistas ensinaram sobre a "Ór Lavan (Pele branca)" e a sua importante gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas)": 358

Queimaduras de 2º grau deixam a pele branca, e isto é um importante sinal. A pele fica semelhante a cor provocada pela lepra ou pelo vitiligo.


Às 22h53m12s saímos da Drogaria São Paulo com a pomada para o tratamento de queimaduras e voltado a nossa Bait-K'nesset Eliahu.

"E disse-lhe o Eterno, mais: "Leva, por favor, a tua mão ao teu peito". E levou a sua mão ao seu peito, e a tirou, e eis que a sua mão estava leprosa como a neve (branca)".

Torá Shemot 4: 6

Você deve ter notado acima, na citação do original hebraico dos versículos 4 e 6 que há letras destacadas em tamanho maior neles. Estas letras são as letras de "Ha'Ari (האר"י)" e "Vital (ויטאל)", mestre e aluno codificados juntos no mesmo texto.

A data de 27 de Tevet de 5763 possui gematria igual a 1203 e este é o mesmo valor de "Ha'Ari Ha'Qadosh be'Tzfat (הארי הקדוש בצפת) - O Leão Sagrado De Safed." O Arizal veio naquele pilar de fogo para me visitar, me revelar o mistério e me despertar naquela noite. Nada neste mundo acontece por acaso e, somente aqueles que são reencarnações dos sábios antigos, podem ver a mão de Hashem em eventos que se disfarçam de cotidianos.

“-E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite."

וַיהוָה הֹלֵךְ לִפְנֵיהֶם יוֹמָם בְּעַמּוּד עָנָן, לַנְחֹתָם הַדֶּרֶךְ, וְלַיְלָה בְּעַמּוּד אֵשׁ, לְהָאִיר לָהֶם--לָלֶכֶת, יוֹמָם וָלָיְלָה.

Torá Shemot 13:21

Dentro deste versículo, o verbo "le'hair (לְהָאִיר)" se permuta para revelar "le'ha'Ari (להאר"י)" que se traduz "a partir do Ari (A chegada da Era de Aquário)."

O Pilar de fogo carrega outros maravilhosos segredos que, não apenas confirmam a visita do Arizal a mim naquela noite, mas, também revelam outros mistérios.

עמוד האש

426

A gematria Mispar Gadol de Amud Ha'Êsh (עמוד האש) é igual a 426 que é a mesma de Moshia. A gematria Mispar Siduri é igual a 66 que é a mesma de Ben David. A gematria Mispar Ne'elam (Oculta) é igual a 697 que é exatamente a mesma de Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים) - Portal das Reencarnações. E quem foi o revelador do Portal das Reencarnações? Foi o Arizal e o seu autor foi o rabino Chaim Vital, abençoadas sejam suas lembranças.

Por que a cortina não pegou fogo? Já que a vela estava muito próxima a ela? Porque o Arizal não permitiu, pois ele estava naquela pilar de fogo.

A gematria de Ór Lavan (עור לבן) que é pele branca, é igual a 358 que é a mesma de Mashiach (Messias). Hashem estava revelando a Moisés que ele era o Mashiach de sua geração. A gematria Avgad de Ór Lavan é igual a 490 que é a mesma de Beith-Lechêm (בית-לחם) que é Belém.

Nascimento

Eu nasci em 22 de Sivan de 5.726 (10 de Junho de 1966), no bairro de “Beith Lechem (Belém)” em São Paulo. Conta minha mãe, que me chamou Paulo cuja gematria é igual a 123, que eu chorava no ventre durante a gravidez, e de acordo com o misticismo, crianças que choram no ventre serão místicas e estão intercedendo pela humanidade. Toda a minha vida eu estive ligado ao mistério e a espiritualidade, e mesmo quando estava fazendo coisas “comuns” do cotidiano, estava ligado ao Divino. O Zôhar conta que quando a criança está no ventre da sua mãe, ela vê o mundo de um lado ao outro (passado, presente e futuro) através de uma lâmpada mística acesa no ventre. Eu chorava por conhecer tudo o que eu iria passar. Aos 3 anos eu fui visitado pelo profeta Elias que me chamou pelo meu nome, Paulo, por três vezes.

בא אליהו הנביא

VEIO O PROFETA ELIAS

123

A gematria de "Veio o profeta Elias (בא אליהו הנביא)" é igual a 123 e é a mesma de Chaim Vital e de Paulo. Conta a QABALÁH que o Profeta Elias dormia no seio do Arizal (Ibür).

"Os filhos de Belém, cento e vinte e três."

בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.

Ezra 2:21

"Há uma lenda Hebraica que diz: "O Messias não será homem, mas um dia; o dia quando todos os seres humanos serão iluminados ."

GASTÃO VIDIGAL 583

No inicio de 2001, ainda estávamos na garagem que um empresário do ramo de formaturas havia nos emprestado para os nossos rituais. Em 2 de março, uma Shabat, o Arizal veio por Ibür e me deu a Semichá rabínica, mudando meu nome para Misha'Ël Ha'Levi. A pessoa no corpo da qual o Arizal veio, morava em São Paulo, no Tucuruvi, em uma casa de número 667. Ora, o valor 667 é a exata gematria de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). Aquela noite caiu em 7 de Adar, hilulá de Moshê rabênu, e o Arizal era uma reencarnação de Moshê.

Alguns dias depois, tive um sonho no qual eu estava de face para uma parede de tijolos aparentes e pessoas cantavam, atrás de mim, o Veshamrú e, então, uma voz me disse: "- Mantenha firme a aliança!"

Posteriormente, estudando a canção Veshamrú (ושמרו) que é baseada em Torá Shemot péreq 31, pessuqim 16 e 17, eu descobri que o apelido espiritual do Rabbi Itzchaq Lúria, está codificado nela:

וְשָׁמְרוּ בְנֵי-יִשְׂרָאֵל, אֶת-הַשַּׁבָּת, לַעֲשׂוֹת אֶת-הַשַּׁבָּת לְדֹרֹתָם, בְּרִית עוֹלָם.  בֵּינִי, וּבֵין בְּנֵי יִשְׂרָאֵל--אוֹת הִוא, לְעֹלָם:  כִּי-שֵׁשֶׁת יָמִים, עָשָׂה יְהוָה אֶת-הַשָּׁמַיִם וְאֶת-הָאָרֶץ, וּבַיּוֹם הַשְּׁבִיעִי, שָׁבַת וַיִּנָּפַשׁ.

Dentro de "beini Israel ót hi (בְּנֵי יִשְׂרָאֵל--אוֹת הִוא)" está codificado o apelido espiritual (Ha'Ari) do meu amado professor, o Arizal. Em apenas um mês, o Arizal me havia visitado duas vezes, sendo a primeira para em dar a Semichá Rabínica e a segunda para me revelar o futuro.

Alguns dias depois desse sonho, uma casa nos foi oferecida e, quando a visitei, dei de cara com a parede de tijolos aparentes. A mansão ficava no número 583, valor esse que é a exata gematria de Rav Misha'Ël (רב מישאל) e Mazal Shor (מזל שור) - signo de touro. Assinei o contrato de aluguel no dia 23 de abril, data em que se ocultou do mundo a alma do Rabbi Chaim Vital em 1620 (durante o mês de touro), com duração de 30 meses até 23 de outubro de 2003, data em que nasceu, em 1542, o Rabino Chaim Vital.

O valor 583 é também a gematria Ayak Bakar de Mashiach (משיח). Nessa casa de número 583, no hilulá do Arizal de (5 de Av) eu fiz a minha Brit Milá (Circuncisão). O Arizal sempre esteve presente na minha vida desde a minha concepção em 13 de Elul de 5725, no ventre da minha mãe. O Arizal escolheu a casa na qual nossa K'nesset-Eliahu. Alias, a gematria de K'nesset-Eliahu (כנסת-אליהו) escrita assim, com um makef unindo as palavras, é 583 em Mispar Kollel.

A Parde De Tijolos Aparentes


Pequem, Ortodoxos, ofendendo, perseguindo e humilhando as flores que Hashem plantou no deserto (Exílio), as reencarnações do povo santo e seus sábios, pequem contra os céus, se erguendo contra a obra de Hashem. Chamem-nos de antissemitas por criticarmos vocês pelas maldades que vocês praticam, pelos vossos pecados de "judiar" das "vozes no exílio." 

Sim, o Arizal veio me visitar naquela noite de 1º de janeiro, como nas outras anteriormente e posteriormente, e ele marcou a minha mão direita com o mistério da Era Messiânica.

Autor
Bën Mähren Qadësh
(Misha'Ël Ha'Levi)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

QABALAH PRIMEIRO


"Gal einai ve'avitá nifla'ot mi-Toratêcha (גַּל-עֵינַי וְאַבִּיטָה--    נִפְלָאוֹת, מִתּוֹרָתֶךָ.) - Desvenda os meus olhos para que eu veja as maravilhas ocultas da Tua Torá." 

- Tehilim 119:18 

O que possui os olhos abertos vê, despida, a Sabedoria Oculta da Torá. Pois a Torá em si, suas narrativas são apenas uma vestimenta para sua alma que são os seus mistérios.

No episódio 3 da terceira temporada de Star Trek Next Generation (TNG), que foi ao ar em 9 de outubro de 1989 (Yom ha'Kippurim), a Enterprise chega a um planeta chamado Delta Rana que havia sido destruído. Apenas dois, dos 11.000 habitantes haviam sobrevivido. Um dos habitantes é um alienígena imortal que assumiu aparência humana e adotou o nome Kevin e o outro, sua esposa humana, motivo pelo qual Kevin se tornou humano, chamada Rishon. 

Há muito neste episódio, mas vou me ater a apenas alguns aspectos esotéricos. O nome Rishon é hebraico (ראשון) e significa "primeiro" e Delta Rana, o nome do planeta é uma transliteração fonética do hebraico "Chaná (חנה)" para o inglês. Chaná (חנה) é um notarikon (acrônimo) de "Chochmat Nistar Ha'Torá (חכמת נסתר התורה) - Sabedoria Oculta da Torá. Kevin, o imortal é o professor oculto, um dos Lamed Vav Nick (36 imortais). A gematria Mispar Millui de Kevin (קווין) é igual a 336 que é a mesma de Rabbi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) e a gematria Mispar Kidmi é igual a 887 que é a mesma de Nefesh Ha'Elochit (alma divina) e também de Ibür Maharal Mi-Prague (Ibür do Maharal de Praga). 

O que o Qadosh, baruch hú, está nos ensinando através desse episódio é que, primeiro se deve estudar a Sabedoria Oculta da Torá, que é uma de suas quatro faces e por isso o planeta se chama Delta Rana ou, para melhor se compreender, Rana 4, ou, a quarta face da Torá é a Sabedoria Oculta.

Claro, ainda há mais segredos. Como eu sempre digo, Ha'Shem entra na mente do criador do roteiro e codifica na sua história segredos destinado a uma ou mais alma em particular que, no futuro irão penetrar estes códigos. 

Como eu disse, o episódio foi ao ar em 9 de outubro de 1989, ou seja, 10 de tshri de 5750 e a gematria Mispar Ne'elam de 5750 é igual a 123, que a mesma do nome Paulo (פאולו). 

"E os filhos de Belém, 123 (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.)." 

- Ezra 2:21. 

Eu nasci em 1966 na maternidade do Belenzinho, no distrito do Belém em São Paulo e minha mãe me chamou Paulo, cuja gematria é igual a 123. Somente aquele a quem os Códigos foram destinados é que os poderá decifrar. Isso é semelhante a um livro que foi escrito em algum lugar do passado e que só poderá ser decifrado pelo próprio autor, quando ele for reencarnado no futuro.

Razá Ila'ah

Autor

Bën Mähren Qadësh

Misha'Ël Ha'Levi

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

OS QUATRO TIPOS DE MORTE


Zohar tem um longo discurso sobre as penas de morte ordenadas na Torá e afirma que, dentro dessas leis prescritas, existem quatro tipos de penas. Em outras palavras, não cabia ao Estado decidir se a execução seria na forma de cadeira elétrica ou decapitação, como ocorreu ao longo dos milênios. Em vez disso, o que aprendemos é que existe uma prescrição de qual pena de morte alguém merece. A aplicação de tais penas não estava sobre a tutela dos magistrados.

As quatro penas de morte ordenadas na Torá - morte por lança, enforcamento, fogo e apedrejamento. Parecem, à principio, primitivas e cruéis, e conduzem os tolos a acreditam na tolice de que Ha'Shem é mal, cruel e sanguinário e é por isso que estudamos QABALÁH, porque sem o Zôhar, não podemos compreender as Qituvei Ha'Qodeshim e somos induzidos pelo Satan a interpretá-las literalmente.

A Torá está dizendo que a punição pode ser um instrumento de Deus, e que em um julgamento, se uma pessoa merece alguma forma de pena de morte, é isso que ela pode esperar; nos alertando para não cometer crimes ou então haverá um método horrível de nossa morte? Não, deixe-me assegurar-lhes o que o Talmude nos diz: Segundo ele (o Talmude) a pena de morte nunca aplicada e que nunca poderia acontecer porque o sistema judicial aqui referido exigia nada menos do que duas testemunhas; não poderia haver nenhuma evidência circunstancial, nenhuma outra forma de evidência, nenhuma impressão digital. O que é preciso são duas testemunhas que possam testemunhar que viram a situação com seus próprios olhos e, como duas testemunhas nunca contaram a mesma história, não havia pena de morte. O Talmude também afirma que o Sanhedrin (Tribunal Rabínico) só funcionava uma vez a cada setenta anos.

Então, se a pena de morte nunca aconteceu, por que esta seção inteira da Torá foi prescrita? O Zôhar explica que estamos falando sobre as quatro maneiras de morrer; que todo tipo de morte cairá em uma dessas quatro categorias, não importa o que seja. O Zôhar e Rav Isaac Luria (o Arizal) explicam que estas penas de morte estão relacionadas ao nosso tikun (processo de correção) e que todos nós voltamos, somos reencarnados de acordo com Sabá d'Mishpatim, na maioria das vezes sem saber que podemos ter feito algo para ter merecido a pena de morte em uma vida anterior.

"Nada acontece neste mundo sem uma causa prévia colocada em ação em alguma vida anterior."


No entanto, de acordo com o Talmude, não há como ter sentenciado alguém fisicamente e, portanto, isso nunca aconteceu. Não há como indiciar e condenar à morte outra pessoa por um crime cometido. Portanto, uma vez que existe justiça no universo e nada acontece de repente e nem por acaso, e, então, a pergunta é de onde veio isso e por que a merecemos?

Se uma pessoa morre em um prédio que desaba, isso significa que essa pessoa morreu por apedrejamento, morte também chamada de "lapidação". Se uma pessoa morre em um prédio em chamas, isso é morte pelo fogo. Se uma pessoa é apunhalada até a morte, isso é morte por lança, ou se engasga com um pedaço de comida e morre, isso é morte por enforcamento (asfixia). São esses quatro tipos de morte que representam cada morte prescrita e ordenada na Torá.

As vezes a pessoa é atingida por uma pedra e, como consequência, vem a falecer. Isso é morte por apedrejamento, lapidação, devido ela ter transgredido algum preceito da Torá cuja sentença é esse tipo de morte.

O que é quando as artérias são bloqueadas? O que isto significa? Para entender isso, vejamos o que acontece quando alguém é enforcado. Como esse indivíduo morre? Sufocando até a morte. A mesma coisa acontece em uma artéria obstruída, o que pode resultar em um derrame ou ataque cardíaco; isso resulta na única ideia de asfixia.

Sem entrar em todos os detalhes, para resumir, o Zôhar nos lembra de fazer todas as tentativas para limpar nosso tikun. Ele também nos oferece o conhecimento para que possamos alcançar o Dharma. É por isso que temos a porção de Shoftim no mês de Elul (Virgem) que antecede o mês de Rosh Ha'Shaná, Yom Ha'Kippurim e Sukkot. Com a ajuda de Shoftim, podemos nos limpar antes de entrarmos no ano novo em Rosh Ha'Shanah. E ao nos purificarmos, sabemos que nosso Ano Novo não será estabelecido com base em ações negativas pelas quais somos responsáveis, ou por alguma negatividade de mil anos atrás ou de mil vidas pelas quais podemos ter voltado.

No entanto, agora, nós estamos em um momento no qual não existe muita distância entre causa e efeito e as pessoas estão recebendo as consequências de suas ações negativas quase que imediatamente.

"Quatro coisas cancelam o castigo de um homem, a saber, tsedaqá, súplica, mudança de nome e mudança de conduta."

- Talmud Bavlí Rosh Ha'Shaná 16b

Os 4 tipos de morte são níveis de limpeza e cura para a alma. Cada tipo de morte remove um tipo diferente de negatividade. A alma precisa experimentar todos os tipos de morte em diferentes vidas. A pessoa deve superar todos os medos da morte porque a alma nunca morre, mas é transformada.

Sekilá 

(Apedrejamento) 

Chochma (י)

Serifá 

(Fogo) 

Bina (ה)

Harag 

(decapitação) 

Zeir Anpin (ו)

Chenek 

(Asfixia) 

Malchút (ה)

No juízo dos céus e da Terra, se condena por esses quatro tipos de mortes, ao anjo do mal, SAMAEL, o único culpado, o anjo que é responsável pela queda de Adão, pela queda dos filhos de Adão, neste mundo. Por isso todos os que não conhecem os segredos profundos da Torah, creem que podem queimar, decapitar, enforcar e apedrejar seus próximos. Não tem nada a ver! Não se lapida seu próximo, não se enforca seu próximo, não se decapita seu próximo, não se queima seu próximo! Ao próximo não se toca. Se pode prender, enviar ao exílio, mas jamais as leis dos céus autorizam fazer isso com seres humanos, mas, sim, com Samael, o anjo do mal, que não é um ser físico,  Então tão pouco podemos aplicar essa lei nele, fisicamente, porque é um anjo, e como tal, não tem corpo físico. Então como aplicar essa lei neste anjo do mal?

Tudo isso, são metáforas, pois para ele, precisamos de armas não físicas e sim espirituais, a Espada de D-us. A ESPADA de Ha"Qadosh Baruch hu, é o TETRAGRAMA, o YHVH (יהו"ה).  A YUD, é a empunhadura, a VAV, é a espada e as duas HEY, são os fios da direita e da esquerda da lâmina da espada. Então o Nome de D-us, que é ESPADA, que altera as Leis da Natureza e faz milagres, nos permite DECAPITAR ao anjo do mal.

Para ENFORCAR, é preciso se fazer uma corrente, se utiliza a YUD e a VAV, quando se medita durante a relação sexual se asfixia o anjo do mal. A LAPIDAÇÃO, se faz com ONDAS, que atiram pedras. A YUD é a pedra, e a HEY, são os 5 dedos das mãos, para atirar a pedra e a Vav, é a onda. Para se QUEIMAR, utilizamos a YUD incandescente, acendendo a letra Yud, que ilumina a Vav e a Hey.

Jamais um tribunal terreno decreta por pena de morte ao ser humano. JAMAIS. As quatro mortes definidas, são para o anjo do mal, que instigou a serpente a induzir Chavá e Adão comer da arvore do conhecimento do bem e do mal e que provocou a morte neste mundo. Os que não compreendem as leis dos céus, vão matando pessoas, achando terem entendido os textos, mas estão seguindo P'shat (literal), o que é proibido. É um equivoco! Porque é preciso conhecer os segredos dos céus, para destramar as misericórdias dos céus, e com isso fazer reinar a misericórdia no mundo!

MATAR AO INFIEL, é MATAR AO ANJO DO MAL, SAMAEL, com o tetragrama, o YHVH (יהו"ה). O que ele quer (Samael), é destruir a humanidade. Quando o Talmude diz "Aquele que mata um Goy, alegra ao Criador", o GOY é o anjo do Mal, um aspecto negativo na própria alma da pessoa e que, quando é corrigido, alegra a Ha'Shem.


A Origem Da Religião
"EDOM"

"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue". 

- Zôhar Parashat Balak

Autor
Bën Mähren Qadësh
Traduzido Do Espanhol
QABALISTA

O Artesão Da Luz