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O PLATÔ DE ORION

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sábado, 19 de maio de 2018

A VERDADEIRA ESTRELA DE BELÉM


Hoje é Érev Shavu'Ot e o yibur (reencarnação) do Dr. Immanuel Velikovsky está desperto e já me contou segredos profundos sobre os quais eu sempre me julgo indigno de os receber. Ele me disse que no dia da Morte de David ha'Melech (Rei David) um cometa maravilhoso brilhou nos céus e foi o mesmo cometa que brilhou no dia do nascimento do Rei, e este cometa foi o Halley e me mostrou a cripto-evidência codificada em Devarei ha'Iamim Alef, pereq 29, passuq 28: 

"E morreu em boa velhice, com os dias completos, riqueza e glória; e Sh'lomô, seu filho, reinou em seu lugar (וַיָּמָת בְּשֵׂיבָה טוֹבָה, שְׂבַע יָמִים עֹשֶׁר וְכָבוֹד; וַיִּמְלֹךְ שְׁלֹמֹה בְנוֹ, תַּחְתָּיו)". As palavras "be'shivá továh sevá iamim (בְּשֵׂיבָה טוֹבָה, שְׂבַע יָמִים)" contém as roshei teivot (iniciais) que formam o terno "shavit (שביט)" que e cometa em hebraico e "seva iamim (שְׂבַע יָמִים) com a mudança dos niqudot (vogais) se transforma em "sheva iamim" que pode ser compreendida como "sete dias" indicando que o cometa brilhou por sete dias. É ainda há mais... 

וַיָּמָת בְּשֵׂיבָה טוֹבָה, שְׂבַע יָמִים עֹשֶׁר וְכָבוֹד; וַיִּמְלֹךְ שְׁלֹמֹה בְנוֹ, תַּחְתָּיו.
 שְׂבְּיט ע-ו ו" שבת
Cometa 70 a 76 (anos) em 6 Shabat

Este "chidush mutzafon" também nos informa que este cometa tinha uma órbita de 70 anos e depois aumentou para 76 anos. Também fomos informados que este cometa brilhou em Shavuot (aniversa´rio do Rei David) conforme esta criptografado em suas rashei teivot (6 shabat) foi shavuot é uma Shabat. Fui meditar e verificar a cripto-evidência e, para minha surpresa, descobri "Cometa Halley" no texto que me foi apresentado pela alma de Immanuel Velikovsky.

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Na matriz acima, a palavra-chave (key-word) é Shavit (cometa) e cruzando esta ocorrência esta o versículo mencionado acima (Iº Crônicas 29:28) e cruzando ambas ocorrências está o nome deste cometa que é "Halley (em vede)".

538 

Ao calcular a gematria de "Ha'sod Kochav Shavit ha'gadol Halley (הַסוֹד כּוֹכָב שָׁבִיט הָגְדּוֹל הַאֲלִי) - O segredo do grande Cometa Halley" descobri que é a mesma de "kochav Beith-Lechêm (כוכב בית לחם)" que é "Estrela De Belém" indicando que o Halley apareceu no nascimento do Rei David em Belém, sua cidade natal, e novamente 70 anos depois no dia da seu falecimento visível nos céus de Jerusalém. Esta numerologia qabalística é 538 e que, por temurá é 358 (gematria de Mashiach) e finalmente, 583. 

A data de nascimento do Rei David é apontada como sendo o ano 907 a.C e como ele viveu exatos setenta anos, a data de seu falecimento é apontada como sendo o ano 837 a.C. Acredito que a órbita do Cometa Halley seja de cerca de 66 a 80 anos, isto devido as mudanças gravitacionais na sua órbita caudadas pela gravidade gigantes do sol e também as mudanças de precessão do nosso planeta e, sendo assim, se calcularmos as aparições do Halley, baseados em cerca de 68 anos, vamos encontrar duas aparições desta estrela magnífica entre 906 a.C e 838 a.C que são anos muito próximos ao nascimento (907 a.C) e morte do Rei David (837 a.C).  Como o catolicismo romano alterou muitas vezes o calendário, tanto o juliano, como o gregoriano, pode sim haver alguma diferença de anos. Ainda vou buscar um amparo astronômico para esta revelação com algum astrônomo brasileiro.

As revelações do Divino são assim, cheias de evidências que arrancam para fora do achismo religioso e interpretação dogmática e erradicam qualquer duvida e, ainda, esta maravilhosa revelação da Sabedoria Escondida me foi dada em Érev Shavu'Ot e que é também a Érev Hilulá shel David ha'Melech - a véspera do aniversário de falecimento do Rei David. Abençoada seja a centelha do meu Mestre, Immanuel Velikovsky, que, com a permissão do Sagrado, bendito seja Ele, veio para me instruir. Razá Ila'ah.

Immanuel Velikovsky


sábado, 7 de abril de 2018

Jetro: O Sogro De Moisés


Choten Moshê

Não há uma Shabat na qual o Sagrado, bendito seja Ele, não se revele, saindo do seu lugar secreto, e abrindo Sua Sabedoria maravilhosa. Muitas vezes a revelação começa muitos dias antes da descida do Sagrado-Feminino e da sua entrada em sua tenda mística (malchut) que é a Qehilat Yisrael (Comunidade de Israel), a Sua Lotus divina. 

Na Torá, Moshê sai do deserto e encontra as sete filhas de Itro (Jetro) dentre as quais Tziporá, a mais velha, lhe será dada por esposa. Itrô é chamado "Chotên (חתן) Moshê", e como está escondido no primeiro passuq do Capítulo 3 de Shemot (Exodus), Jetro era um Sábio. Diz o versículo: "... Itrô chotênu Cohen Midian... (יִתְרוֹ חֹתְנוֹ--כֹּהֵן מִדְיָן;)...". As iniciais de "chotenu Cohen Midian..." formam a palavra "Chacham (חכם)" que se traduz para Sábio. E ele não era apenas mais um Sábio, mas um Sábio da Sabedoria Escondida da Torá, conforme a sua posição diz: Choten (Sogro). A palavra chotên (חתן) contém as roshei teivot de "Chochmat Torat Nistar (חכמת תורת נסתר) - Sabedoria da Torah Escondida". Jetro é a S'firá Chochmá! 

Moses entra na Tenda de seu futuro sogro (Zeir Anpin) onde se encontram suas sete filhas (Chessed, Guevurá, Tiferet, Netzach, Hód e Yesod) e como é shabat todas estão unificadas com Tziporá que é Malchut e então Moshê descobre o Cajado (Yesod) que está ficado no Jardim (Tziporá) de Jetro (a Sabedoria Escondida). Jetro havia prometido que daria sua filha Tziporá ao homem que lê-se o Nome Sagrado gravado no Cajado e o retirasse da terra onde fora plantado. Muitos homens haviam tentado e não haviam conseguido ler o Nome, e isso porque ele estava cifrado. Moisés que conhecia a Sabedoria Escondida (Itro) permuta o Nome (Tziporá) e a Vara levita em sua mão. 

Tziporá (צפרה) significa pássaro que é o segredo de Tzerufá (צרפה)" que é "Permutar" e cujas as letras são as mesmas de Tziporá. Isso é como está escrito: "Ha'El tamim daarchô, imrat Adonai tzerufá... (הָאֵל, תָּמִים דַּרְכּוֹ; אִמְרַת יְהוָה, צְרוּפָה) - D'us é perfeito em seu caminho, a palavra de Adonai deve ser permutada... (IIº Sh'muel 22:31). Assim, Itro dá a Torá não revelada a Moisés (suas seis filhas) e a chave para decodificá-la (Tziporá) e assim revelá-la ao mundo, como está escrito: "... va'yavô el Har ha'Elohim Chorevá (וַיָּבֹא אֶל-הַר הָאֱלֹהִים חֹרֵבָה.) - É veio ao monte de Elohim, Chorevá". Por que aqui está escrito "Chorevá (חֹרֵבָה)" com "hê (ה)" que é feminino no final? Porque ele trouxe para baixo ao mundo a Sabedoria primordial da Torá, pois Chorev (חרב) contém as iniciais de "Chochmat Rishoná be'ha'Torah (חכמת ראשונה ב'התורה) - Sabedoria Primordial da Instrução Divina" é por isso está escrito "Chorevá (חֹרֵבָה)" com hê no final porque o hê é Malchut. 

Assim revelou o Sagrado nesta manhã de Shabat e aqueles que realmente amam e apreciam a Sabedoria divina e reconhecem a alma do seu Mestre (123) e não possuem preconceito de propagar o que o seu Professor revelou, são os que se regozijarão com o que revelou o Santo pela boca do seu servo.


Autor
Bën Mähren Qadësh 
Deepak Sankara Veda
Misha'Ël Ha'Levi

sábado, 31 de março de 2018

FONTE DA VIDA


Venha e aprenda. O que está escrito sobre a boca do Tzadiq (Justo)? Eis que lemos "A boca do justo é manancial de vida, porém a boca dos perversos esconde a violência."

מְקוֹר חַיִּים, פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים, יְכַסֶּה חָמָס

- Mishlei 10:11 

Por que a boca do justo (tzadiq) é fonte de vidas? Porque ele revela os misterios do Divino. E como sabemos isso? Porque está dito "pi tzadiq u'pi reshayim (פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים)". As letras iniciais nestas quatro palavras são "Pei (פ), Tzad (צ), Vav (ו) e Resh (ר)" e que são o anagrama da palavra "Tzeruf (צרוף)" que é permutar, trocar de lugar as letras de uma palavra para revelar seu mistério. Note abaixo as letras na cor vermelha no versículo original hebraico.

מְקוֹר חַיִּים, פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים, יְכַסֶּה חָמָס

E quando alguém e considerado um perverso? Quando ele esconde o mistério divino e não o revela fazendo com que a mundo se encha de violência, pois ele favorece a interpretação literal (P'shat) que edifica os dogmas e pelos dogmas pessoas matam umas as outras. Portanto, repito o que já foi antes aconselhado, que é proibido citar os pessuqim (versículos) das Escrituras Sagradas sem a intenção de revelar os seus mistérios. Não se torne perverso! Se a você não foi dado revelar os mistérios das escrituras, não queira ser professor dela e falar ou escrever apenas o literal cometendo perversidade.


עֵץ-חַיִּים הִיא, לַמַּחֲזִיקִים בָּהּ; וְתֹמְכֶיהָ מְאֻשָּׁר.

Árvore de vida Ela é (a Torá) para os que dela tomam, e são bem-aventurados todos os que a retêm.  Adonai, com sabedoria (Chachmá) fundou a terra; com entendimento (Tevuná) preparou os céus. 

Provérbios 3:18 & 19



AUTOR
Bën Mähren Qadësh
Deipankara Vedas

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A Liteira De Salomão


"Eis que é a liteira de Salomão; estão ao redor dela sessenta valentes, dos valentes de Israel (הִנֵּה, מִטָּתוֹ שֶׁלִּשְׁלֹמֹה--שִׁשִּׁים גִּבֹּרִים, סָבִיב לָהּ:  מִגִּבֹּרֵי, יִשְׂרָאֵל)" - Shir ha'Shirim (Cânticos de Salomão) 3:7

Venha, Leia em Compreenda: Salomão é o Sefirot de Chochmá (Sabedoria Divina) que é sua Carruagem (Merkavá) - sua liteira. Os sessenta valentes que a cercam são os seis Sefirot de Zeir Anpin (a Face Curta de D'us) que são Chessed, Guevurá, Tiféret, Netzach, Hód e Yesod, cada uma com outros dez Sefirot (6×10=60) e "dos valentes de Israel" é Malchut que é o Reino.

Tudo é uma alusão e o segredo da Árvoredas Vidas (Etz ha"Chaim) e para os Cristãos tomo, para lhes oferecer Compreensão, um excerto de Chazon Yohanan (Apocalipse), onde se diz: "...que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor (קֹרְאִים בְּקוֹל גָּדוֹל נָאֶה לַשֶׂה הַטָּבוּחַ לָקַחַת עֹז וְעֹשֶׁר וְחָכְמָה וּגְבוּרָה וְהָדָר וְכָבוֹד וּבְרָכָה׃)" - Apocalipse 5:12

Verdadeiramente, a expressão "Qoreím be'qol gadol (קֹרְאִים בְּקוֹל גָּדוֹל )" que foi traduzida para "que com grande voz diziam..." é, na verdade "Invocavam com grande voz...". Há muita diferença entre "hem omerú (diziam)" para "qoreím" porque, "qoreím" vem da raiz de "qará" que é "chamar, nomear, proclamar, invocar" e este último como em Yeremiahu 33 versículo 3, onde se lê: "Qrá elai ve'"eenechá, ve'aguidá lechá, guedolot, u've'tzorot lo yedatêm (קְרָא אֵלַי, וְאֶעֱנֶךָּ; וְאַגִּידָה לְּךָ גְּדֹלוֹת וּבְצֻרוֹת, לֹא יְדַעְתָּם)" e que na maioria das antigas traduções se encontra "Clama a mim" ou "Invoca-me" e, portanto, "qoreím" tem mais sentido de "Invocavam com grande voz". E o que eles invocavam?

No hebraico o passuq (versículo) diz "Chochmá, u'Guevurá ve'Hadar (yesod) ve'Kavod (Hód) u'Brachá (Chessed)" e se trata de uma invocação da Árvores das Vidas é suas Emanações (Sefirot) que são chamadas Luzes.



E o que há sobre as Emanações divinas das Sefirot da Árvore das Vidas? Sobre elas brilham os Nomes do Adon Olam (Senhor do Universo) que são: Keter (Ehyeh), Chochmah (YHVH), Binah (YHVH Elohim), Chesed(El), Gevurah (Elohim Gibo), Tiferet (YHVH Eloah va'Da'at), Netzach (YHVH Tzva'ot), Hod (Elohim Tzva'ot), Yesod (Shadai El Chai) e Malchut (Adonai h'a"Aretz). Eles estavam invocando os Nome Divinos de D' us que foi chamado pelo Apóstolo Tiago de "Pai das Luzes".

"Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação (כָּל־מַתָּת טוֹבָה וְכָל־מַתָּנָה שְׁלֵמָה תֵּרֵד מִמַּעַל מֵאֵת אֲבִי הָאוֹרוֹת אֲשֶׁר חִלּוּף וְכָל־צֵל שִׁנּוּי אֵין־עִמּוֹ׃)" - Tiago (Yaakov) 1:17

O "Pai" se refere ao Sefirot Chochmá que é chamada Pai e as Luzes se referem aos Sefirot de Zeir Anpin que é esotericamente nomeado "Filho" e "Messias" e "O Cordeiro" e que não é uma referência ao "Jesus Católico- Cristão", enquanto Malchut, o Reino, é chamado de "Filha" ou "a Noiva" que são uma alusão à Shekiná (A Divina Presença). Além do mais, o termo "orót (אוֹרוֹת)" que é "Luzes" se refere à Torá, pois, orót tem o mesmo valor que é o número de mitzvot (preceitos positivos e negativos) que contém a Torá.


"Respondeu-lhe Yeshu'a: Eu sou o caminho, e a verdade, e as vidas; ninguém vem ao Pai, senão através de mim (וַיֹּאמֶר אֵלָיו יֵשׁוּעַ אָנֹכִי הַדֶּרֶךְ וְהָאֱמֶת וְהַחַיִּים לֹא־יָבֹא אִישׁ אֶל־הָאָב בִּלְתִּי עַל־יָדִי)" - Ha'beshorá al pi Iochanan 14: 6

Ninguém pode alcançar Chochmá sem atravessar Zeir Anpin que é o Filho (não uma pessoa, mas uma emanação das sefirot) e isto requer realizar todas as correções da néfesh (alma animal) para merecer um ruach de Yetzirá (mundo da formação) e depois merecer uma neshamá de briá (alma divina do mundo da criação) e então poderá chegar à chochmá que está em Atzilut (mundo da emanação). Claro que, através do despertar tudo é possível.

"E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida (וְהָרוּחַ וְהַכַּלָּה אֹמְרִים בֹּא וְהַשֹּׁמֵעַ יֹאמַר בֹּא וְהַצָּמֵא יָבוֹא וְהֶחָפֵץ יִקַּח מַיִם חַיִּים חִנָּם׃)" - Ha'Hitgalut 22:17

No hebraico está escrito "Ha'Ruach (o Espirito)" que ê o Olam ha"Yetzirá (Filho/messias) - O mundo da Formação - composto de Chessed, guevurá, tiferet, netzach, hod e Yesod, e "ve'Kalá (malchut) que é a Noiva (a Shechiná) e que habita na sua Tenda que é Malchut (a mulher) - O Sagrado feminino.

No final está escrito: "mayim chaim chinam (מַיִם חַיִּים חִנָּם) - águas das Vidas livremente" que se refere aos mistérios da Torá que é chamada "Águas das Vidas" e o termo "chinam (חִנָּם)" que é composto das letras "Chet (ח)", Nun (נ) e Mem Sofit (ם)" que são as iniciais de "Chochmat Nistar mi-Toráh (Sabedoria Escondida da Toráh)" que é uma alusão à QABALÁH SAGRADA.

Corram pastores e padres e adquiram o que vocês nunca tiveram - Sabedoria - pois o Era do Messias (Despertar) chegou e o povo será liberto da vossa escravidão. Sintam medo e temor, pois o Sagrado está se revelando e dando da Sua Sabedoria ao mundo. Escondam-se, se puderem, pois o Santo agora está contra vós. Autor Deepak Sankara Veda​

English Translate


Solomon's Bed: "Behold, it is the bed of Solomon: there are about sixty mighty men of valor, of the mighty men of Israel (הִנֵּה, מִטָּתוֹ גִּבֹּרִים, סָבִיב לָהּ: מִגִּבֹּרֵי, יִשְׂרָאֵל)" - Shir ha'Shirim of Solomon) 3: 7

Come, Read in Understand: Solomon is the Sefirot of Chochma (Divine Wisdom) who is his Chariot (Merkavá) - his litter. The sixty braves surrounding it are the six Sefirot of Zeir Anpin (the Short Face of Gd) who are Chessed, Gevurah, Tifferret, Netzach, Hod and Yesod, each with ten other Sefirot (6 × 10 = 60) and "the mighty of Israel" is Malchut who is the Kingdom.

Everything is an allusion and the secret of the Tree of Lifes (Etz ha "Chaim) and for the Christians I take an excerpt from Chazon Yohanan (Revelation), to offer them Comprehension, where it says:" ... with a loud voice they said: Worthy is the Lamb, who was slain, to receive power, and wealth, and wisdom, and strength, and honor, and glory, and praise (קֹרְאִים בְּקוֹל גָּדוֹל נָאֶה לַשֶׂה הַטָּבוּחַ לָקַחַת עֹז וְעֹשֶׁר וְחָכְמָה וּגְבוּרָה וְהָדָר וְכָבוֹד וּבְרָכָה:) Revelation 5:12

In Hebrew the passuq (verse) says "Chochma, u'Guevurá ve'Hadar (yesod) ve'Kavod (Hód) u'Brachá (Chessed)" and it is an invocation of the Trees of the Lives and its Emanations (Sefirot) are called Lights.



"Every good gift and every perfect gift comes from above, descending from the Father of lights, in whom there is no change or shadow of variation (כָּל-מַתָּת טוֹבָה וְכָל-מַתָּנָה שְׁלֵמָה תֵּרֵד מִמַּעַל מֵאֵת אֲבִי הָאוֹרוֹת אֲשֶׁר חִלּוּף וְכָל-צֵל שִׁנּוּי אֵין -עִמּוֹ:) "- James (Yaakov) 1:17

The "Father" refers to Sefirot Chochma who is called Father and the Lights refer to the Sefirot of Zeir Anpin who is esoterically named "Son" and "Messiah" and "The Lamb" and who is not a reference to "Jesus Catholic- Christian, "while Malchut, the Kingdom, is called" Daughter "or" the Bride "which is an allusion to Shekinah (The Divine Presence). Moreover, the term "orót (אוֹרוֹת)" which is "Lights" refers to the Torah, for, orót has the same value as is the number of mitzvot (positive and negative precepts) contained in the Torah.



"Yeshua answered him, 'I am the way, the truth, and the lives: no man cometh unto the Father, but by me' (וַיֹּאמֶר אֵלָיו יֵשׁוּעַ אָנֹכִי הַדֶּרֶךְ וְהָאֱמֶת וְהַחַיִּים לֹא-יָבֹא אִישׁ אֶל-הָאָב בִּלְתִּי עַל-יָדִי) "- Ha'beshorá al pi Iochanan 14: 6

No one can reach Chochma without crossing Zeir Anpin who is the Son (not a person, but an emanation of the sefirot) and this requires realizing all the corrections of the néfesh (animal soul) to deserve a ruach of Yetzira (world of formation) and then deserve a neshamah of briá (divine soul of the world of creation) and then can reach the chochma that is in Atzilut (world of emanation). Of course, by awakening everything is possible. requires Definições de require verbo need for a particular purpose. three patients required operations sinônimos: need, be in need of Veja também require Traduções de require verbo exigir require, demand, ask, need, exact, command pedir ask, ask for, request, seek, demand, beg requerer require, request, apply, claim, need, petition necessitar need, require, necessitate, want, lack, demand reclamar reclaim, call, protest, require, lay claim to, assert mandar send, have, order, tell, boss, enjoin

"And the Spirit and the bride say, Come, and whoever hears, say: Come, and let him who is thirsty come, and whosoever will, let him receive the water of life freely" (וְהָרוּחַ וְהַכַּלָּה אֹמְרִים בֹּא וְהַשֹּׁמֵעַ יֹאמַר בֹּא וְהַצָּמֵא יָבוֹא וְהֶחָפֵץ יִקַּח מַיִם חַיִּים חִנָּם:) "- Ha'Hitgalut 22:17

In Hebrew it is written "Ha'Ruach (the Spirit)" which is the Olam ha "Yetzirah (Son / messiah) - The world of Formation - composed of Chesed, guevurá, tiferet, netzach, hod and Yesod, and" ve'Kalá (malchut) who is the Bride (the Shechina) and who dwells in his Tent which is Malchut (the woman) - the sacred feminine.

At the end it is written: "mayim chaim chinam (מַיִם חַיִּים חִנָּם) - waters of the Lives freely" which refers to the mysteries of the Torah which is called "Waters of the Lives" and the term "chinam (חִנָּם)" which is composed of the letters " Chet (ח), Nun (נ) and Mem Sofit (ם) "which are the initials of" Chochmat Nistar mi-Torah (Hidden Wisdom of Torah) "which is an allusion to SACRED QABALÁH.

Run pastors and priests and acquire what you have never had - Wisdom - for the Age of the Messiah (Awakening) has come and the people will be delivered from your bondage. Feel fear and fear, for the Holy One is revealing Himself and giving of His Wisdom to the world. Hide yourselves, if you can, for the Holy One is now against you. 


Author 
Deepak Sankara Veda
"Bën Mähren Qadosh"

sexta-feira, 10 de março de 2017

O Ninho Do Pássaro - Qan Ha'Tzipor


"Naquele tempo, o rei, o Messias, se levantará para sair do Jardim do Éden do lugar chamado o 'Niinho do Pássaro' e ele será revelado na terra da Galiléia" 

Zôhar Porção Shemot (Êxodo). 

Este é grande segredo que não foi revelado pelos antigos e sobre qual os novos nada sabem, ele se chama "Qan Ha'Tzipor (קַן הצִפּוֹר) - O Ninho do Pássaro". Na mesma parashá (porção) o Zôhar nos informa: 

"O Messias está escondido fora ao redor desse lugar, chamado "ninho do pássaro" é revelado a ele. Este lugar é anunciado pelo pássaro, que desperta diariamente no Jardim do Éden". 

Todas as manhãs há uma proclamação no Jardim do Éden, um criptograma é anunciado pelo pássaro que vive lá e somente o messias pode ouvi-la e decifrá-lo e quando ele o decifra, esta proclamação se chama "Ará D'Galilí (אַרְעָא דְּגָלִיל) - Terra da Revelação" que é a sefirá yesod. 

O que é o Ninho (קַן)? As letras aramaicas de "Qan (קַן)" contém as iniciais de "Qabalat Nistar (קבלת נסתר) - Recepção do Escondido", e o que é o Pássaro (צִפּוֹ"ר)? É a permutação (צִרוֹ"ף) - tzeruf - das palavras da Torá que é chamada "Gan Éden (Jardim do Éden) para revelar o seu segredo interior (ver a live Moisés, o Cajado & o Pássaro de Fogo). Na Torá este criptograma é chamado de "Gan be'Éden Mi-Qedêm (גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם) - que significa "a partir da Torá não revelada (escondida) que é Zeir Anpin (A Pequena Face de D'us).

Quando o messias (aquele que despertou) revela os segredos da Torá Escondida que ele ouve todas as manhãs do pássaro que habita no Jardim (as permutações) e vai e entra em um Palácio Celestial (nível de consciência) chamado "Ekron Avelei Tzion (אִקְרוּן אֲבֵלֵי צִיּוֹן)" que significa "Prantos de Sião" onde os santos anjos reais choram pela destruição do Beit Ha'Miqdash (O Templo Santo) que era o corpo de luz de Adam ha'rishon (o adão celeste) chamado templo e que foi fragmentado. Então, o santos anjos vem e dão ao messias uma veste púrpura chamada "Argaman (אַרְגָּמָן)" feita das luzes dos santos anjos Ariel, Rafael, Gavriel, Micael e Nuriel" e por esta razão se chama Argaman (אַרְגָּמָן), porque este nome contem as iniciais destes santos anjos. 

Muitos judeus, a grande maioria, guiado por religiosos ortodoxos, estão à procura do "esconderijo do messias" o "ninho do pássaro" há milênios, mas não o encontram porque estão procurando por um lugar físico e um messias físico ao invés de despertar a própria centelha do messias permutando as palavras da Torá Santa.

Até hoje, ninguém jamais havia revelado este mistério, mas eu o venho ouvindo do pássaro que habita o Éden já a alguns dias e hoje me foi dada a permissão para o revelar.


Autor
Eliahu Ha'Novi
"O Profeta Elias"
Publicado Por
Deepak Sankara Veda
Escritor Místico

sábado, 25 de fevereiro de 2017

A Arca Bio-Genética De Noé


Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. 

עֲשֵׂה לְךָ תֵּבַת עֲצֵי-גֹפֶר, קִנִּים תַּעֲשֶׂה אֶת-הַתֵּבָה; וְכָפַרְתָּ אֹתָהּ מִבַּיִת וּמִחוּץ, בַּכֹּפֶר.

Gênesis 6:14

Quanto mais investigo, mais fica claro que seres extraterrestres e seres intra terrenos ajudaram Noach (Noé) a preservar todo o DNA do mundo (Marte) e trazê-lo para a Terra depois do Dilúvio. A Arca era uma "chalalit (חללית) - um navio espacial".

Eu encontrei uma evidência que não pode ser desprezada e que deixa claro que a Arca era mesmo uma espaçonave:

"Rabi Meir disse: Uma pérola estava suspensa na Arca, e derramava luz sobre todas as criaturas, como uma lâmpada que ilumina dentro de uma casa, e como o sol que brilha em seu poder". 

Excerto do Pirkê D'Rabbi Eliezar

O que era esta pérola que estava suspensa dentro da Arca? Na mesma obra existe uma outra referência a esta misteriosa pérola suspensa citada pelo mesmo sábio:

Rabi Meir disse: Uma pérola estava suspensa dentro do ventre do peixe e deu iluminação a Jonas, como o sol que brilha com sua força ao meio-dia; e mostrou a Jonas tudo o que estava no mar e nas profundezas, como se diz: "A luz é semeada para os justos".

Excerto do Pirkê D'Rabbi Eliezar

Esta citação foi sobre o peixe bio-mecânico que tragou jonas e o levou à cidade submarina (Atlântida) e que lhe revelou os segredo ocultos nas profundezas do mar e do futuro da Era messiânica. Para ler este artigo, clique aqui.

Por esta citação confirmamos que a Arca de Noé era também uma máquina, um navio extraterrestre ou intra terreno, um silo que armazenou todo o DNA do mundo (marte) antes que fosse destruído.

Ainda sobre a Arca, o Zôhar faz uma citação enigmática que nos leva a ter mais certeza que ela era uma especie de silo extraterrestre ou intra terreno: 

"Venha e veja: assim era com Noé abaixo. Noé era a aliança sagrada abaixo. E ele é chamado de "Homem da terra (Isha Ha'Adamá)". Então, agora aprendemos um segredo, que Noé precisava da Arca para que ele pudesse se unir a ela e preservar a semente de todo o mundo. Como está escrito: "manter a semente viva (לְחַיּוֹת זֶרַע)" - Beresheet 7: 3.



Quando eu estava estudando esta Porção do Zôhar, encontrei uma evidência sobre a qual já havia postulado e publicado, de que Noé era de Marte. O Zôhar o chama de "Ish Ha'Adamá (אִישׁ הָאֲדָמָה)". Ora, Adamá (אֲדָמָה) é o nome hebraico na Torá para Marte (Ma'adim). Marte sofreu destruição pela água e isto foi confirmado recentemente por um artigo publicado na Revista Nature:

"Este mistério pode começar a ser resolvido a partir de um estudo publicado na revista Nature Scientific Reports e liderado pelo pesquisador Alexis Rodriguez, do Planetary Science Institute, do estado americano de Arizona. De acordo com a pesquisa, Marte foi castigado por dois gigantescos mega-tsunamis há cerca de 3 bilhões de anos e estes fenômenos, causados pelos impactos de asteroides, espalharam sedimentos pelo planeta, apagando as evidências de costas ou litorais. Os estudos de Rodriguez o levaram a concluir que o impacto do primeiro corpo estelar formou uma cratera de 30 quilômetros de diâmetro no fundo do oceano de Marte. Ainda segundo o pesquisador, as ondas geradas pela colisão foram de 120 metros de alturas e se espalharam por mais de 250 quilômetros do solo marciano. “Isso deve ter sido bem espetacular”, Rodriguez disse à Nature.


Particularmente não acredito que tenham sido apenas meteoros, mas, também cometas devido à perturbação causada por um tsunami cósmico originado pela explosão de duas estrelas nas Plêiades, conforme o Talmud narra:

"Nos últimos sete dias antes do dilúvio, quando os sinais terríveis e grande comoção encheu os céus, nos "últimos dias de descanso" durante o período final dos 120 anos que haviam sido dados, Deus mudou o curso da natureza: "Depois de sete dias (Gen. 7:4, 10)" - nestes últimos sete dias (7.000 anos), o Santo mudou a ordem da criação e o sol passou a nascer no oeste e se por no leste". Então começou o dilúvio. "Todas as fontes do grande abismo foram abertas, e as janelas (portais) dos céus se abriram. (Gênesis 7:11)". A água fluiu a partir do interior da terra e dirigiu-se para a superfície, e ao mesmo tempo uma chuva verteu-se não das nuvens, mas do universo, a partir de uma direção definida. As águas superiores correram através do espaço quando Deus removeu duas estrelas da constelação das Plêiades. Estas águas superiores eram quentes, ferviam não como águas da uma chuva comum. Os pecadores foram literalmente cozidos e foram punidos por águas ferventes, Deus ordenou que cada gota d'água passasse através do Geena antes de cair para a terra". 

Talmud Sanhedrin- 108b


Na própria Torá, dentro do Livro do Gênesis, existe criptografado o termo "Chalalit (Nave Espacial)" e que é cruzado pelo passuq onde D'us ordena Noé a construir a Arca:


No centro da matriz temos o termo hebraico "chalalit (nave espacial)" e abaixo dele em azul e com o mesmo salto equidistante temos "tavô (veio)" e cruzando ambos marcado em amarelo está "Assá lechá Teivá etzei gomer (עֲשֵׂה לְךָ תֵּבַת עֲצֵי-גֹפֶר) - Faça para você uma Arca de madeira de gômer... (Gênesis 6:14)".

O Mistério Da Pérola Suspensa
"מַרְגְּלָא עִלָּאָה"

O que era esta "pérola" sobre a qual Rabi Meir revelou estar suspensa (leviando) dentro da Arca e da máquina da Atlântida que salvou Jonas e também ao Taná Rabi Nehorai? Ela era o Sipra Raziel Ha'Malach (O Livro Do Anjo Raziel) que continha todos os segredos e mistérios da criação e com o qual Adão aprendeu a Qabalá de D'us no Jardim do Éden com o seu professor o Anjo Raziel. Esta pérola não era de madrepérola, mas de safira e era viva e falava, conforme descobrimos quando Rabi Meir a citou no caso de Jonas:

"Uma pérola estava suspensa dentro do ventre do peixe e deu iluminação a Jonas, como o sol que brilha com sua força ao meio-dia; e mostrou a Jonas tudo o que estava no mar e nas profundezas..."

A pérola revelou a Jonas os mistérios ocultos nas profundezas dos oceanos e assim também, o mesmo aconteceu a Noé:

"Uma pérola estava suspensa na Arca, e derramava luz sobre todas as criaturas, como uma lâmpada que ilumina dentro de uma casa, e como o sol que brilha em seu poder".

A palavra hebraica de onde "luz" é traduzida é "Ór (אוֹר)" e cuja a gematria é a mesma da palavra hebraica para mistério que é "Ráz" e cujo o equivalente aramaico é "Razá (רָזָא)", ou seja, esta "Luz" continha os mistérios do Livro de Raziel. No Jardim do Éden onde Adão foi colocado depois de ser criado, haviam inúmeras pedras preciosas e pérolas (mistérios) que D'us havia preparado para ele.

Imagine a beleza desta maravilhosa pérola viva que falou com Jonas revelando a ele mistérios que haviam sido revelado para Adão e seus descendentes, incluindo Noé.


Em hebraico a expressão para "Pérola Suspensa" é "Peniná Mosha'ah (פנינה מושעה)" e sua gematria é 838 que é a mesma de "Galô et ha'Gan Éden (גלה את גן עדן) - Revelar o Jardim do Éden. No Zôhar, a expressão para "Pérola Suspensa" é "Marg'lá Ila'áh (מַרְגְּלָא עִלָּאָה)" cuja gematria é 380.

O que é está pérola superior que fica suspensa sem o auxílio de mãos no ventre do peixe e dentro da Arca? O Zôhar diz: 

"Há duas pérolas e há uma cortina entre elas. A pérola supernal está escondida e não tem cor visível"

Zôhar Yitrô - As Duas Pérolas

Há muitos segredos aqui, mas eu vou resumir abrindo este mistério apenas. O Zôhar é um jardim fechado repleto de preciosidades no qual poucos tem permissão do hortelão para entrar. Somente os que possuem zechut (mérito) é que são convidados pelo Rei Santo para entrar no seu Jardim. O peixe é Zeir Anpin (chessed, guevurá, tiféret, netzach, hód e yesod) e a pérola que brilha suspensa no ventre do peixe é yesód - o Heichal ha'Sodot (Palácio dos Mistérios) onde poucos entram, pois não possuem permissão da Tara'a (sentinela).

As duas pérolas são "Malchut" que é a Arca e Biná e a cortina é Zeir Anpin. E a pérola que está escondida e que não tem cor? Ela é Chochmá - a Sabedoria Divina. A gematria 380 de Marg'lá Ila'áh que é 380 é a mesma de Mishlei () - Provérbios de Salomão, onde lemos: "O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução".

Provérbios 1:7

E em seguida lemos: "Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe".

Provérbios 1:8

O Pai é chochmá que é a Sabedoria Divina, e a Mãe é Biná que é a Compreensão Divina. Estas duas são também duas pérolas.

Autor
Dipankara Vedas
"Eu Quero Acreditar"
Direitos Reservados


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O Leão De Fogo

Capa Do Livro
"A Prece De Elias"

O Leão De Fogo

"Porque o fogo saiu de diante do Senhor, e consumiu o holocausto e a gordura, sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilaram e caíram sobre as suas faces -  (וַתֵּצֵא אֵשׁ, מִלִּפְנֵי יְהוָה, וַתֹּאכַל עַל-הַמִּזְבֵּחַ, אֶת-הָעֹלָה וְאֶת-הַחֲלָבִים; וַיַּרְא כָּל-הָעָם וַיָּרֹנּוּ, וַיִּפְּלוּ עַל-פְּנֵיהֶם)".

- Vaykrá (Levítico) 9:24

Leia e Compreenda:- Este fogo que descia sobre o altar tinha a aparência de um Leão se debruçando sobre o sacrifício. Este fogo com aparência de um Leão é o Anjo Uriel e o leão é o segredo do Santo Nome de 216 Letras - O Ana Be'Koach.

O altar é o segredo do Santo Nome de 12 letras e das 12 permutações do Tetragrammaton e por esta razão era edificado com 12 pedras.

Foi escrito:- "... Va'yarê col ha'am... (וַיַּרְא כָּל-הָעָם) - e viu todo o povo...". O que eles viam? Eles viram o leão de fogo descendo sobre as chamas no altar para devorar a "elevação (ha'oláh)" e é por isto que foi escrito "yarê (ַיַּרְא)" que lido no sentido inverso se torna "'ari" que significa "leão".

Os 42 Pilares De Fogo

O Rabino Hayim Vital sonhou, certa ocasião, e ouviu um enigma. Uma voz na Academia Celestial lhe disse: " 426 pilares de Luz, 32 caminhos, 50 Portais, 72 pontes sobre as águas e 42 pilares de fogo".

Este enigma é o segredo das Sefirot Keter (a Coroa Sagrada), Chochmá (a Sabedoria Divina), Biná (os 50 Portais da Compreensão), Chessed (Os 72 Nomes) e Guevurá (Ana Be'Koach) e está última e só segredo dos 42 pilares de fogo que são uma alusão as 42 letras iniciais do Ana Be'Koach e suas 174 palavras que somam 216 que é o exato valor em gematria de "Guevurá (גבורה)".

O valor 216 mais os 32 caminhos resulta em 248 que é a gematria de Uriel e também Raziël e portanto o Leão De Fogo e o segredo do Santo Nome de 42 letras que contém em si o Santo Nome de 216 Letras. Razá Ila'ah

Autor
Dipankara Vedas
"A Prece De Elias" 
O Segredo Do Nome De Deus De 42 Letras
(Livro)

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O MAHARAL & O GOLEM DE PRAGA




CAPÍTULO 6
Fogos Do Holocausto

Pés rápidos sobre pedras rústicas. O velho rabino caminhava apressadamente sobre a calçada de ardósias antigas ao lado esquerdo da rua Maiselova parcialmente iluminada por tênues lâmpadas elétricas. Seguia na direção da Velha-Nova Sinagoga de Praga. Era noite de 14 de setembro de 1939, lua nova de Tishri, o sétimo mês hebreu, brumas do ano novo judeu. Ruas adjacentes apresentam suas belezas adornadas com grandes paralelepípedos ardósios, um convite à introspecção.

Nuvens pálidas semiocultavam a lua nova como uma noiva adornada com um vestido transparente. Seis quarteirões atrás, as vozes dos homens da Gestapo nazista, a polícia de Himmler, se faziam ouvir junto aos gritos dos moradores do bairro enquanto esmurravam as portas das casas forçando suas entradas aos gritos e empurrões.

- Onde ele está? O velho rabino? Vocês o estão escondendo aqui? – Vociferavam os homens de brilhantes uniformes negros, que abriam passagem derrubando ao chão os moradores sob a mira de suas lugers alemãs engatilhadas sobre as frontes dos habitantes do shtetl de Praga Interpelando-os voraz e violentamente.

A Staronová Synagoga, construída em 1270 no também antigo bairro Josefov, guarda, em seu sótão seu maior e assombroso segredo, o qual Himmler desejava tomar sob seu controle: O corpo adormecido do Golem criado, no século dezesseis, pelo Rabino Loëw - o Maharal de Praga.

O golem havia sido criado na madrugada de 20 de Adar de 1580 pelo Maharal e seus dois mais queridos e próximos discipulos e desativado na aurora de 18 de Iyar, no 33º dia do Sefirat ha'Ômer, aniversário do ocultamento da alma de Rabbi Shimon Bar Yochai, o grande do século I e o autor do Zôhar Sagrado.

O rabino Yoseff Cohen Há’Levi tinha pressa. Queria chegar antes da Gestapo. Sua intenção era acordar a antiga criatura moldada da argila colhida das margens do Rio Moldova no século dezesseis, e a lua nova do ano novo favorecia este momento. Em outros tempos, teria preferido acordar a criatura na mesma madrugada em que ela fora criada, mas a urgente não lhe dera essa escolha. 

Enquanto caminhava apressadamente, via, ao longe, outras sinagogas dos bairros adjacentes que ardiam consumidas pelos fogos maléficos de Adolf Hitler. Lembrou-se da carta escrita a ele pelo amigo da Yeshivá Qol Yehudá de Jerusalém, o rabino Yehudá Leib Ashlag, e que lhe avisava dos fumos negros que pairavam sobre os judeus da Europa, o que viu em uma visão, aconselhando os rabinos da Europa sobre o mal que estava por vir. 

Hitler, ele já sabia, era um gilgul ha'rá (reencarnação do mal), uma transmigração da alma do demônio amalequita Haman.

Yoseff sabia que, ao entrar na sinagoga, teria que sentar na antiga e ornamentada cadeira do Rabino Loëw para receber a alma de Betzalel momentaneamente por ibür, uma reencarnação temporária ou, quem sabe, permanente[1], pois somente se a centelha do criador do golem estivesse nele, poderia encontrar a passagem secreta que levaria ao sótão oculto onde a criatura estava escondida e ressuscitar o ser feito do barro. Tinha esperança de que o Golem o ajudasse a salvar o povo da tirania nazista que o estava dizimando. Ao chegar, deteve-se por um momento, se virou e contemplou a lua e as estrelas e percebeu que ela ainda navegava os mares da constelação de Libra. Entrou por uma passagem adjacente lateral à sinagoga e encontrou a porta que o conduziria para dentro. Enfiou a mão esquerda no bolso do kitel preto e pegou um dos dois pequenos pergaminhos amarrados com tiras feitas de pele de carneiro.

- Onde está a passagem secreta? – Balbuciou enquanto tomava do bolso o escrito. Sabia da existência desta passagem desde sua mais tenra idade quando seu pai lhe contou, em uma noite chuvosa, a lenda do Golem de Praga. O documento secreto esteve aos cuidados do seu próprio Abba[2].

O pergaminho continha não apenas as instruções que o levariam à passagem secreta cuja entrada era ao lado do Aron ha’Qodesh[3] e que o conduziria ao sótão escondido onde repousava o corpo da opulenta criatura, mas também o conhecimento para acordar o golem. Ele jamais o tinha aberto, pois havia sido instruído para o fazer somente se o povo estivesse em perigo.

A sinagoga estava parcialmente iluminada por velas que foram acesas pelos membros para a prece de Amidá de Arvit e que proporcionavam uma atmosfera maravilhosa e mística. Sabia, pela tradição desde o Maharal, que eram setenta e duas velas, nenhuma a mais, nenhuma a menos. Um número místico que ocultava um segredo. Aquelas luzes místicas conduziram seus olhos à cadeira de Betzalel que descansava ao lado da Arca sagrada. Mas, de fato, ele já sabia que, aquela não era a cadeira de Judá, mas uma réplica, pois, a verdadeira fora escondida para evitar que os desavisados se sentassem sobre ela. Não era permitido pelos céus. Seu pai lhe havia dito, quando ele era criança, que a verdadeira fora escondida em um lugar secreto. Quem poderia ter mérito para se sentar na cadeira do grande rabino de Praga? Somente aquele que para ela fora destinado.


- Baruch ata Atika Qadishá megalê há’sodot – Bendito sejas Tu ó Ancião Sagrado, que revelas os segredos – pronunciou o rabino Joseff a brachá[4] apropriada para a ocasião e abriu o pergaminho que tirou do bolso e começou a ler o que nele estava escrito. Ficou surpreso ao descobrir que estava assinado pelo próprio Grão Rabino de Praga à época em que o monstro foi criado.

O documento havia sido passado de mestre para discípulo desde o Rabi Betzalel até que chegou aos cuidados do pai do Rabino Joseff, o rabino Lavan Cohen Ha’Levi, um habidoloso artesão e escriba cujos os Tefilin que fazia eram muito elogiados e apreciados e que era o Rabino chefe de Praga. Palavras escritas com letras estranhas as quais Joseff identificou como sendo o Alfabeto Malachim e uma prece em hebraico preenchiam a claff. Joseff o aproximou da luz de uma das velas acesas para poder ler melhor as letras e palavras no pergaminho. Logo descobriu o nome de cinco anjos escritos em angélico e uma oração com duzentas e dezesseis letras[5]. Palavras escritas ao redor da claff continham uma inscrição em código que Joseff descobriu ser a escrita atbash. Cinco pontos interligados por linhas estavam também anotados no pergaminho, os quais, identificou o Rabino como sendo o desenho de uma constelação estelar: - Libra! – Balbuciou. A lua estava desenhada acima destes cinco pontos. Agradeceu ao conhecimento astrológico que seu pai lhe havia instruído sem o qual não poderia ter identificado a constelação.

A lua nova do ano novo era a única na qual a criatura que dormia no sótão há quatro séculos, poderia ser despertada, a noite na qual o satã não tem domínio. Joseff sabia também que teria que colocar em prática os conhecimentos que obteve daquele pequeno livro de capa preta gravado com letras douradas que seu Abba havia lhe dado.

O rabino tinha esperança de que a Gestapo não o encontrasse imediatamente, dando-lhe tempo para as kavanot[6] e invocações necessárias para acordar o ser de argila. Ele sabia que o Grão Rabi de Praga havia colocado um selo sobre a entrada do sótão e ninguém jamais poderia entrar sem a permissão dos céus e da alma de Betzalel, o que indicava que ele primeiro deveria se sentar na cadeira de Judá Loëw e, se zechut[7] tivesse, receberia por ibür, a alma do Grão Rabi e assim, poderia quebrar o selo e entrar no sótão para despertar o Golem, o antigo protetor dos judeus do gueto de Josefov em Praga.

Enquanto caminhava para o lado do Armário Sagrado, lembrou-se, por um momento, das brincadeiras de menino e de como gostava de fazer pequenos homenzinhos de barro lembrando as histórias que seu pai e mestre lhe contava quando pequeno. Sorriu.

Encontrou a alavanca, conforme havia sido instruído pelo pergaminho e abriu a primeira passagem secreta. Tomou uma das velas acesas e se deixou escorregar para dentro da câmara oculta. Iluminados pelas flamas da vela, seus olhos encontraram a antiga cadeira do mestre de Praga que estava no centro da sala secreta. O assento místico descansava sobre um Escudo de David entalhado no chão ao centro da sala por algum dos artesãos do passado. Inscrições místicas em hebraico adornavam o círculo desenhado ao redor do hexagrama. Nomes de anjos estavam escritos nele numa escrita antiga que Joseff identificou como sendo “Transitus Fluvii[8]”. Se deteve por um momento. O temor do Divino lhe tomou a alma e um arrepio, como uma corrente elétrica lhe percorreu a cervical fazendo-o contorcer o pescoço.

- Santo, bendito sejas, tenho eu méritos para me sentar nesta cadeira tão sagrada? – Sussurrou em uma prece enquanto mantinha a mão direita sobre o coração. Se lembrou das palavras de seu velho pai “- não temas, quando o povo em perigo estiver e te desafiar a atos grandiosos”.

- Obrigado Abba sheli – balbuciou com emoção e, caminhando até a cadeira, respirou profundamente e se sentou. Talvez, em tempos de paz, teria um momento para atar seu Tefilin e vestir seu Talit, mas hoje, com a polícia de Himmler o caçando pelas casas do bairro, era preciso urgência. O Reichsführer[9] das Schutzstaffel[10] nazistas, havia sido instruído pelo Mentor do ocultismo de Adolf Hitler, Dietrich Eckart, para não apenas encontrar o golem e despertá-lo, mas também tomar posse do conhecimento secreto da fabricação da criatura.

“- Imagine um exército feito de golems” – insuflou a imaginação de Himmler em uma certa noite no Castelo Wewelsburg, onde os rituais da Ahnnerbe – a religião do 3° Reich – eram realizados. Himmler já fazia experiências com soldados mortos criando zumbis através de rituais onde as almas de antigos espíritos teutônicos eram invocadas a possuir os corpos de militares falecidos. Ele mesmo acreditava ser uma reencarnação. Mas está é uma outra recordação para um outro momento.

Não foi preciso muito tempo para “lembranças” de quatro séculos tomarem seus pensamentos depois que Joseff se sentou na cadeira de Betzalel. Sim! Estava certo que havia recebido o ibur da alma do Grão cabalista de Praga, o Maharal. Começou a recordar seus segredos e entre eles, a entrada secreta para o sótão onde repousava o corpo do Golem, porém, uma dúvida permaneceu: Havia recebido o ibür da alma do Maharal ali naquele momento ou no nascimento? Todos aqueles “homenzinhos de barro” – brincadeiras de criança? – Questionou a si mesmo. Foi um despertar! Aquele terrível momento no qual descobriu a si mesmo.

- “Eu sei quando o Golem foi criado” – Exclamou para si. – “Na madrugada de 20 de Adar de 5340– Completou.

Fazia um sentido absolutamente esotérico que o Golem tivesse sido criado no ano 340 do 5° milênio, porque 340 era a gematria da palavra “SHEM (שם)” cujo significado é Nome divino, o segredo do SHEM QADOSH (יהו"ה).

Entre outras muitas e mistas recordações, uma particularmente flutuou em sua consciência. Levantou-se vagarosamente e afastou a cadeira olhando para a estrela de David que estava abaixo dela. Abaixou-se e pressionou o centro do Escudo, onde sinal de Aaron foi esculpido, com a palma da mão direta. Um ruído de engrenagens girando e madeira roçando madeira se fez ouvir. Subitamente, o chão se abriu sobre seus pés lançando poeira ao ar e obrigando-o a saltar para o lado, revelando uma passagem que conduzia para baixo da sala secreta por uma escada. O cheiro de mofo sequestrou seu olfato. Tomou a vela e desceu. Logo seus olhos descobriram muitas estantes repletas de livros e pergaminhos antigos. Certamente, em outros tempos, se sentaria ali por muitas horas para os estudar. Seus olhos perceberam também seis mesas retangulares separadas, três à esquerda e três à direta. Percebeu que ali, no passado, deveria ser a escola de Talmude Torá[12] do antigo shtetl de Praga. Caminhou entre as mesas pelo corredor guiado pelas flamas da vela e descobriu no final dele uma outra estante de madeira tomada por muitos livros e mais pergaminhos. Girou sobre si mesmo apontando a vela para o lugar nos qual seus olhos buscavam alguma porta ou passagem. 

- Nenhuma porta? Mas deve estar aqui embaixo – murmurou. Voltou-se para a estante no final do corredor entre as mesas e desta vez seus olhos perceberam algo.

- Hummm. É isto! Tem que ser! Sussurrou. Entre os livros naquela estante estava um em particular que apreciava por demais: O Sêfer Yetzirah – O Livro da Formação. Recordou-se do presente que seu pai lhe dera em seu bar mitzvá, o livro de capa preta e letras douradas já desgastadas que trazia no bolso do kitel – O Sêfer Yetzirah. Trocou a vela para a mão esquerda e puxou com a direita o livro da estante enquanto colocava a vela no lugar do livro. Abriu-o e de pronto percebeu a anotação em hebraico no verso da capa:

“Tehilim 91:1 – A porta será aberta para aquele que conhece o segredo oculto por gematria neste passuq[13]”. Fez um gesto para tomar a luz novamente em sua mão e foi quando notou um criptograma de dez letras fixado na parede onde o livro repousava.

“Segredo de gematria? ” – Pensou enquanto permitia que o verso viesse à tona em sua mente. “Yohev be’seter elyon be’tzel Shaddai itlonan (יושב בסתר עליון בצל שדי יתלונן) ”.

Sua mente focou-se instintivamente na palavra “be’seter (בסתר) ” cujo significado “no esconderijo” lhe foi muito sugestivo. “E agora? ” – Pensou. Calculou a gematria e descobriu o valor 662. Olhou para o esotérico livro em sua mão. Sua alma se concentrou nas dez letras hebraicas que compunham o título do livro. Voltou a atenção para o Criptógrafo colocado na parede atrás da estante.

-“Dez Letras. Mas é claro” – Exclamou no pensamento. Voltou novamente a atenção para o título do livro e contou as letras e descobriu que eram oito letras.

-“be’Sefer há’Yetziráh” – murmurou. “Dez letras”. Calculou a gematria: - “Razá Ila’ah! ” – Recitou. “ – 662!”. Colocou o livro que segurava em uma das mesas atrás de si e girou as letras hebraicas no Criptógrafo na parede até formarem “be’Sefer Yetzirah”. Uma pancada seca ressoou e a estante deslizou para a esquerda revelando uma porta atrás dela onde o Criptógrafo estava fixado. A porta destravou. Degraus ascendentes que o conduziriam finalmente ao sótão onde o guardião dos judeus criado por Judá Loëw o aguardava se revelaram.

Ao lado da escada ascendente notou um quadro onde leu uma inscrição em aramaico: “Você que aqui se aventurar a subir, guarde tua boca e em teu coração o temor de D’us”. Era certamente um aviso aos curiosos que quisessem se aventurar a subir ao sótão e descobrir o seu poderoso inquilino.

Conta a agadá do shtetl que, certa vez, um espia cristão enviado pelo bispo de Praga para Inquisição seguiu, na calada da noite, um dos antigos rabinos de Praga e entrou escondido na sinagoga. Ele subiu ao sótão, mas nunca retornou. Seus ossos foram descobertos na manhã seguinte. Judá Loëw mandou recitar por eles um Qadish e os enviou para serem sepultados do lado de fora do cemitério israelita do shtetl.

Se Joseff obtivesse sucesso em acordar a criatura, a partir daquela noite, Frankenstein, de Mary Sheley, se tornaria uma estória em quadrinhos.

Com temor, subiu o primeiro degrau em parou. Tentou suspirar profundamente, mas o cheiro de mofo não o permitiu. Tomou coragem assim mesmo e retomou a ascensão até o sótão.

- Treze degraus – disse a si mesmo. No final do décimo terceiro deu de frente com uma porta de madeira trabalhada com um desenho que se pareciam com mãos moldando barro.

- Certamente é aqui! – Exclamou num sussurro enquanto levava as mãos à boca. Notou a mezuzá fixada no batente direito um pouco acima da cabeça de quem entra. Deu mais um passo é levantou a mão direita tocando o objeto Sagrado e, como de costume, trazendo-a aos lábios.

Precisaria de muita coragem para entrar no local onde o Sagrado Grão Rabi de Praga havia escondido sua monstruosa criatura, o Golem protetor dos judeus do antigo gueto de Josefov.


[1] Reencarnação temporária.
[2] Papai.
[3] O Armário Sagrado onde o Rolo da Torah é mantido.
[4] Bênção.
[5] Ana Be’koach.
[6] Meditações.
[7]MERITO
[8] Alfabeto Passando O Rio.
[9] Comandante Militar.
[10] Tropa de proteção.
[11] 19 de Setembro de 1506.
[12] Local onde a Torah é estudada.
[13] Verso.







Excerto
O MAHARAL & O GOLEM DE PRAGA
Em Processo De Criação
Direitos Reservados Ao Autor

Autor
Deepak Sankara Veda


CAPA
ARTE & DESIGNE

DANIELA OWERGOOR


EDITORAS CONTATO:


terça-feira, 8 de março de 2016

Razi'Ël & Metatron

ESCUDO DA QABALAH DO ARIZAL

Despertar Do Dia:- Bamidbar 28 - "E falou o Sagrado à Moisés, dizendo (וַיְדַבֵּר יְהוָה, אֶל-מֹשֶׁה לֵּאמֹר) - Vai Davar Adonai el Moshê,  le'emor". Estas palavras são apenas uma vestimenta, um véu para ocultar mistérios divinos.

Comecemos com "Vai Davar Adonai (וַיְדַבֵּר יְהוָה). A gematria desta sentença é igual a 248 que é a mesma do nome Razi'Ël  (רזיאל) o Príncipe dos Mistérios Divinos e o Professor de Adão no Jardim do Éden. Então,  aprendemos aqui que, onde quer em toda Torah que surja "Vai Davar Adonai" significa que o Príncipe dos  Segredos da Qabalah Sagrada está comunicando um mistério da Sabedoria (חכמת נסתר), porque Razi'Ël é a Tara'a da Sefirá Chochmá na Árvore das Vidas.

Ter um mistério da Sabedoria nas mãos e não possuir a sua Compreensão, é o mesmo que possui um livro de Códigos e não saber o que nele está escrito, e é aqui que entra o Príncipe Metatron.

Então, lemos: "El Moshê (אֶל-מֹשֶׁה) - à Moisés". Ël indica que, o que foi comunicado o foi feito divinamente e com bondade, ou seja, por mérito, e Moshê  (מֹשֶׁה) que a Sabedoria que divinamente foi dada foi explicada por Metatron que é a Tara'a da Sefirá Binah  (Compreensão). O nome Moshê (מֹשֶׁה) esconde as iniciais de "Metatron Sar Ha'Panim  (מטטרון שר הפנים) - Metatron (Enoque) O Príncipe das Faces".

E finalmente temos "le'emor (לֵּאמֹר) - dizendo". Este tem a gematria de "mi-ha'tzafun  (מ-הצפון) - à partir de um segredo Codificado. A gematria aqui é 271 e que é a mesma da palavra "Heraion  (הריון)" cujo significado é "Gravidez" indicando que este segredo exigiu Reflexão, pois a Gravidez é o Segredo e o nascimento e a Revelação.

A conclusão é que, onde quer que "Vai Davar Adonai el Moshê,  le'emor (וַיְדַבֵּר יְהוָה, אֶל-מֹשֶׁה לֵּאמֹר)" apareça significa que, Raziel veio com o mistério da Sabedoria e que Metatron o explicou, mas que, a revelação deste mistério da Sabedoria e a sua Compreensão levou algum tempo no trabalho de Reflexão à sua revelação. 

As vezes com algumas almas isso é imediato, e foi como aconteceu comigo nesta manhã. E quanto recitava uma prece e quando cheguei nesta seção, imediatamente eu vi o segredo todo. 

Deepak Sankara​ Deepak Sankara Veda​ 
Qabalah D'Ari'zl.

terça-feira, 1 de março de 2016

Segredos Do Nome De 42 Letras - Ana Be'Koach



"O Nome  de D'us de Quarenta e Duas Letras (Ana Be'koach) é  confiado somente aquele que é piedoso, manso, de meia-idade (40 anos), livre de mau humor, sóbrio, e não insistente em seus direitos. E quem sabe, se for diligente do mesmo, e observá-lo em pureza, será amado e popular acima (entre os anjos) e abaixo (entre os homens e demônios), temido pele humanidade, e herdará  dois mundos, este mundo e no mundo futuro". 

- do Talmude

O Segredo De Lúd

"Rabi Chizkiyahu estava a caminhando da Capadócia para Lud, quando Rabbi Yesa correu em sua direção". -

Zôhar Parasha Noach


Há constantemente no Zôhar, menção a uma suposta localidade nomeada "Lud (לוד)" para onde os Mestres constantemente viajavam ou caminhavam.

Por exemplo: "Quando os rabis se encontravam na Caverna em Lud" ou "Quando os rabis estavam viajando para Lud" ou ainda "Quando os rabis estavam na cidade de Lud".

O que é Lud afinal? Lud não é uma localidade física geográfica, mas uma intenção, um estado de consciência.

Como tudo no Zôhar, Lud também é um Código, um acrônimo para "be'kavanot Le'Chochmá, binah U'daat (בכוונות לחכמה, בינה ודעת)" ou apenas Be'Lud cujo significado é  "Com introspecções da Sabedoria, Compreensão e Conhecimento".

Os mestres não estavam viajando ou caminhando, eles estavam Meditando. Isto é Lud, uma intenção da alma.

בכוונות לחכמה, בינה ודעת

Outro segredo de Lud se refere à Tefilat Rabi Nehuniá Ben Hakanah (Ana Be'Koach) pois "Be'Lud (בלוד)" tem a gematria igual a 42 que é uma alusão que eles começavam suas kavanot a partir do Nome de 42 Letras.

Esta revelação veio das minhas conversas com a alma do amado Rabbi Hayim Vital, de abençoada lembrança. Obrigado Rabi Hayim Vital por mais esta revelação da Sabedoria.


Abrindo Profundos Segredos

Estudando o primeiro passuq (verso) do Nome de 42 Letras, aplicando a ele um certo método secreto de temuráh  (permutação), fiz emergir uma maravilhosa sentença esotérica:

"Le'limud mi-Torat nistar, she'zocher ka'ziharáh (ללמוד מ-תורה נסתר, שזוכר כזיהרה) - Aprenda da Torah Escondida, recorde da iluminação superior".

A força do primeiro verso do  Ana Be'Koach é a de libertar a Consciência da Robotização, da limitação religiosa e conduzi-la ao Despertar, a iluminação primordial superior que já possuímos. Ela também abre tudo o que estiver trancado e pode fechar o que estiver aberto.


Mayim Bináh - 42: 
Águas Da Compreensão

Você precisa saber que, ao Compreender os Segredos do Nome de D'us de 42 Letras (Ana Be'Koach), estará mergulhando na Miqvah  (reunião de águas) do Olam ha'Briah - o Mundo da Criação - onde tempo, espaço e movimento não existem e de onde você poderá emergir em qualquer dimensão.

Mergulhando No Futuro

Uma Miqvah Kasher deve ser cheia com 40 sa'ah de volume de águas, o que seria 144 sementes do tamanho de um ovo. Multiplicando 144x40 o resultado é 5760, valor este que corresponde ao ano gregoriano 2000.

Quando os israelitas de todas as épocas mergulhavam em uma miqvah  (piscina ritual) Kasher, eles não apenas removiam todos os 400 grupos de Tumá  (energia negativa) mas vislumbravam também o início da Era de Aquário e suas Reencarnações na Era Messiânica.

Quando mergulhados em uma Mikváh, mergulhamos na reunião de águas de Malchut, no mundo da manifestação e emergimos em Bináh no mundo da Criação. Entrar em uma mikváh é um ritual de Kavannáh (introspecção meditativa) e deve se usar os Segredos do Nome de 42 Letras.



Segredos Ocultos no Sutra Ana Be'koach 

A Tefilát Rabi Nechuniáh ben Ha'kaná que conhecemos como Ana Be'koach, possui inúmeros segredos, os quais os seguidores da Kabbalah Virtual não conhecem, pois não estão dedicados ao estudo do Profundo, aliados à apatia, porque querem e se acham meritosos dos mistérios divinos sem, no entanto,  se dedicarem diariamente a estudá-los, sem contar os seguidores de artistas famosos que se decidiram por kabbalah (e não QABALAH) por serem fãs de tais artistas e também aquele que não possuem Lév Tahór (Coração Puro).

Ainda há profundos mistérios ocultos na Prece que ainda não foram revelados e que serão dados pelo Sagrado àqueles que se dedicarem a mergulhar nas águas profundas da Sabedoria.

Devo compartilhar todos os mistérios que o Sagrado me revela. No momento estou meditando em um profundo segredo que veio à superfície na noite de ontem, segredo escondido nas seis primeiras letras do Ana Be'koach. Assim que todas suas camadas estiverem desveladas na minha alma, compartilharei. 





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O Artesão Da Luz