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terça-feira, 15 de março de 2016

O Livro De Razi'Ël & As Grandes Pirâmides


As palavras "Este é o livro das gerações de Adão (זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם) - Gênesis 5: 1, "gerações (תּוֹלְדֹת)" refere-se a todas as imagens das almas que estavam incluídas na alma de Adão, porque todas as almas que se originaram a partir de Adão e estão listadas no livro. Este “Livro” que é o “Sipra Razi’Ël há’Malach (ספרא המלאך רזיאל)”é o Livro do nosso DNA.

Rabi Yitschac disse: O Santo, bendito seja Ele, revelou a Adão as imagens das almas de todas as gerações que viriam ao o mundo e de todos os sábios e reis destinados a reinar sobre Israel. Quando Adão ele viu David, rei de Israel, que nasceria e morreria, porque ele não tinha dias em sua vida devido a sua alma ter caído na mais profunda escuridão no Poço das Almas[1], ele então, pediu ao Santo, bendito seja Ele, dizendo "Vou dar-lhe setenta anos da minha vida”. Então, 70 anos foram tirados de Adão e o Santo, bendito seja, deu-lhes a Davi e esta é a razão secreta do porque o rei David sabia que viveria apenas setenta anos e do porquê Adão viveu apenas 930 anos.

1000-70=930

Sobre os dias nos quais sua alma passou aprisionada dentro das Qlipot, o rei David declarou:

“Circundavam-me os vagalhões da morte, torrentes de Belial me atemorizavam, enlaçavam-se as cadeias da habitação dos mortos[2], a própria morte me prendia em suas redes”.

O rei David se recordava dos milênios durante os quais sua alma passou presa no fundo do Poço Das Almas chamada “habitação dos mortos”.

670 Glifin

Quando Adão estava no Éden (Estado elevado de consciência), D’us enviou a ele através de Razi’ël – o anjo que está nomeado sobre os Segredos Sagrados Superiores (Razin) - um Livro que nos quais haviam inscrições da Santa Sabedoria Divina e 72 ramos da Saberoria Sagrada com 670 glifos de Segredos sobrenaturais.

Isto indica que, os 72 Nomes, contém, escondidos neles, seiscentos e setenta inscrições de segredos e não apenas os 72 que supostamente já foram revelados.

O Segredo Do Omm

No meio do livro, havia uma gravura de sabedoria contendo 1.500 chaves que não foram entregues aos seres sagrados supernais (anjos e habitantes de outros mundos), durante os últimos 6.000 anos. Todos esses segredos foram escondidos no livro antes dele ser entrege, pelas mãos de Razi’Ël, a Adão. E quando ele o recebeu, os santos anjos se reuniram ao redor dele, a fim de conhecer e ouvir destes segredos. Eles costumavam delcarar: 

"Seja exaltado, Elohim, acima dos céus e sobre toda a Terra brilhe a sua glória (Tehilim 57:12)”.

Esta declaração não está registrada ao acaso no Salmos 57, porque este número contém mas iniciais de “Zôhar Nistar (r[sn rhz)” cujo significado é “O Brilho Oculto”. Cinquenta e sete se le “Zen”.

Hadrani’Ël

Nesse momento, no qual os anjos desejaram conhecer os segredos do Livro, o santo anjo Hadraniel insinuou para Adão: "Adão, Adão esconda a glória de vosso Mestre, e não a revele aos anjos, porque, que a permissão para o estudar foi dada somente para você, e nem mesmo para os anjos celestiais, conhecer a glória do seu Mestre". Por esta razão, ele o escondeu com ele até que ele deixou o Jardim do Éden.

Adão o utilizou para estudar e usar os segredos de seu Mestre diariamente, segredos sublimes que nenhum dos anjos celestiais sabiam foram revelados a ele. Quando, porém, ele transgrediu o comando de seu Mestre por comer da árvore do conhecimento, o livro voou para longe dele. Adão começou a golpear sua cabeça e chorar. Ele foi para as águas do rio Giom e submergiu nelas até o pescoço até que seu corpo ficou enrugado e poroso e sua radiação alterada.

Nesse ponto, o Santo, bendito seja, ordenou o anjo Rafael devolver o livro para Adão. Adão se ocupou com ele e o deixou para seu filho Seth e todas as gerações depois dele até Abraão veio junto. Abraão sabe como usar o livro para examinar a glória do seu Mestre. Isso já foi explicado. Este livro também foi dado a Enoque, e através dela, ele descobriu os segredos supernais das Estrelas e suas constelações.

Adão e Seth construíram dois Pilares (Piramides) e esconderam dentro delas estes segredos. Enoque construiu um terceiro Pilar (Pirâmide) e também gravou em suas paredes os segredos superiores do Livro.

Como todos as almas que estava em Adão aprenderam destes mistérios, estes segredos estão gravados no nosso DNA.


Este artigo é um excerto da Obra Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us e é protegido pela lei de Direitos Autorais.


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[1] Árvore Das Qlipot do Adão Belial
[2] She’ól

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abraão - O Iogini



De repente, durante a minha kavanná (instrospecção, direção interior), ficou claro, ou seja, a luz revelou o mistério diante dos "Einai ha' Neshamá (olhos da alma)", e a imagem "religiosa" que eu carregava de um "Pai Abraão" velho, avançado em dias, curvado, foi substituida pela verdadeira essência de Abraão: Um praticante dos segredos ocultos da Instrução Divina (Torah), um "Iogini (Praticante de Yoga)". De fato, Abraão é o pai da yoga e suas práticas e também do Tantra. Mas, a religião, em razão de controlar as pessoas através da ignorância e do medo mentiu, ocultando estas verdades espirituais e produzindo assim, um mundo de pessoas acorrentadas, escravas.

Tomando uma avenida paralela, preciso dizer que, não há nada pior do quem o "bajulador", aquele que tece palavras de elogios afim de obter algo que não lhe pertence, algo que não lhe foi concedido pela Luz através do mérito. Nem todas as pessoas podem e não terão acesso à Sabedoria divina, pois não possuem mérito obtido através de muitas encarnações praticando a compaixão, bondade e o amor elevado pelas nações e pela própria Sabedoria.

O Zohar diz que, nada pode ser tomado de alguém a quem algo foi destinado. No entanto, aquele a qual tal coisa não lhe pertence e que foi obtido através da falsidade, da prática da bajulação com fins escusos, o Zohar diz que, sempre lhe será tirado aquilo que não lhe pertence. Em outras palavras, a Sabedoria não pode ser dada, não permanecerá sobre o domínio da pessoa para quem ela não foi destinada e sempre será tomada do "néscio" que deseja mantê-la sobre o seu domínio.

Pouco tempo depois de tentar possuir a Sabedoria, de haver bajulado os mestres a fim de obter vantagens através do conhecimento divino, o bajular se volta contra aquele que procurou instruí-lo com amor caluniando-o, difamando-o diante da sua ausência.

Voltando à nossa avenida principal, assim que o mistério foi revelado à minha neshamá, a imagem caduca religiosa de pai Abraão velho, doente, foi erradicada da minha mente, sendo substituida pela sua verdadeira imagem. Mas, como dizem, falar é fácil. Necessário é produzir evidência de que, o que escrevo aqui é verdadeiro.

Ontem, enquanto me deslocava sobre a merkavá do mantra "Om Namah Shivaya" iniciando minha nessiá (viagem mística) em direção aos mundos no interior, os olhos da alma se abriram novamente, e o texto hebraico do Gênesis capítulo 12 me foi mostrado, e dentro dele, codificado estava o termo transliterado para o hebreu "Yoga (יוגה)", e não apenas isto, mas o principal Nome de D'us usado em mantras indianos, budistas e das práticas orientais estava lá também, foi já o era usado pelo pai Abraão.


Acima, nós podemos conferir o capítulo 12 do Gênesis disposto numa grade de 26 em 26 letras equidistantes. No centro, na posição vertical na cor abóbora temos "Yoga" com a ocorrência duas vezes do termo "Qedem (Oriente)" na posição horizontal na cor rosa. Acima, cruzando "Qedem" na posição vertical em verde está o "Omm" o nome divino dos 72 Nomes usado em mantras hindus e budistas.



Quem codificou isto no capítulo 12 do Gênesis? O Sagrado, bendito seja Ele, e conforme foi escrito "e a escrita nas tábuas era a escrita de D'us...". Portanto, o hinduísmo, o budísmo e práticas místicas orientais, não são práticas impuras como dizem os rabinos ortodoxos, mas práticas místicas da Torah e que eram praticadas pelo pai Abraão.

Brahmanismo

Quando Siddarta Gautama começou a sua "Nativ (caminhada mística)" os praticantes da Sabedoria eram chamados "Brahmanês" que eram então os praticamentes do "Brahmanismo". De fato, e é fácil evidênciar isto, os Brahmanes eram os praticantes da Sabedoria que o Pai Abraão ensinou aos filhos das suas concubinas conforme o Zohar Sagrado revela. 

ברהמניזם
O termo hebraico acima é "Brahmanismo" translirerado do inglês para o "ivrit (hebraico)". Notem, abaixo a semelhança com o nome de Abrahm nosso pai.

אברהם
Marquei as letras semelhantes com a cor vermelha, para que a verificação fique mais fácil. Então vemos que, verdadeiramente, Abrahm é o pai do Bramanismo, e procurando por uma outra evidencia, encontrei na Torah um impressionante código:

Acima, temos em hebraico dentro do Livro do Levitcos "Brahmanism" e marcado em azul estão as letras raizes do nome Abrahm.

Aqui todo o código "Brahmanism" está marcado com a cor azul. Talvez você tenha notado, como eu notei assim que abri o código, a letra "alef (א)" que está sobrando acima do código central "Brahmanism". Ela surgiu espontaneamente, pois não pedi ao programa para procurar por ela. De fato, o código revelado pela Divina Providência é "Abrahmanism", como destacado abaixo:
 אברהםיזם

Então, acima temos agora o código "Abrahmanismo" marcado com cores diferentes, sendo o alef revelado pela torah em azul com o código raíz "Brhm" em vermeho e "nism" em verde. Então, Abraão é de fato o pai dos "vedas brahmanes" e consequentemente do "hinduísmo" e do "budismo". Estas práticas tiveram origem na Sabedoria escondida da Torah que Abraão revelou aos seus filhos e os mandou para o oriente, conforme está na Torah Bereshit  no capítulo 25 verso 6.

Compaixão

A principal caracteristica do Bramanismo e que foi herdada pelo budismo é a Compaixão, a bondade por todos os seres vivos e isto foi herdado do Pai Abraão, também conhecido como Pai da Misericórdia, da bondade e compaixão. Isto é com certeza mais uma evidência de que tanto o Bramanismo como o Budismo se originaram em Avraham Avinu (Abraão nosso pai).

Brahma

A origem do nome Brahma é sanskrito e significa "Extremamente Grande" e este é também o significado de Abraham. Antes conhecido por Avram cujo significado é "O pai elevado, grande, sublime" ou ao contrário "O elevado e sublime pai", Avram ganha a letra do Nome divino e passa a ser "Avraham" cujo significado é "O grande, elevado, sublime pai" e não, como deram os tradutores biblicos "Pai de Nações". Em hebraico "Av (אב)" é "Pai" e "Raham (רהם)" é "Elevado, sublime, grande". Verdadeiramente a raiz de "Raham (רהם)" é "Ram (רם)" que é "Grande, elevado, sublime" e que sofre um acréscimo do "Hê (ה)" do Nome Divino" tornando-se "Raham (רהם)". Se permutarmos "Raham" movendo o "Hê" para o inicio teremos "Haram (הרם)" que é "O Grande, O Elevado, O Sublime".

Há, por exemplo, um nome bíblico hebraico cuja signifiado é "Meu pai é elevado" que é "Abiram (אבירם)".


Continuará...

sábado, 16 de abril de 2011

Segredos Sobre O Cajado De Moisés


"O Cajado de Mestre Yoda é na verdade uma alusão à letra hebraica "Vav" que tem o poder de influenciar o mundo material".
            
"Oito coisas foram criadas no segundo dia da criação, ou seja, o Bem, o Maná, o Cajado, o Arco-íris, a arte de escrever, os caracteres da escrita, as vestes e os espíritos destruidores".


Pirkê Rabino Eliezer

Quando se fala na “Vara” de Moisés logo as pessoas imaginam uma haste de madeira que era usada pelo pastor para apascentar suas ovelhas. A maioria das pessoas logo imagina um cajado de madeira, que era o que, o Cajado de Moisés não era. Uma haste que, nas mãos de Arão, o sumo sacerdote, era dotada de poderes milagrosos que liberaram as diversas pragas que precederam o Êxodo dos Israelitas do Egito. Nesta função, o Cajado de Moisés poderosíssimo.

Na Literatura Rabínica

"A vara com a qual Jacó atravessou o Jordão era idêntica à que Judá deu à sua nora, Tamar (Gen. 38:18). É também a vara com a qual Moisés trabalhou (Ex. 4. 20 21), com a qual Arão realizou maravilhas diante de Faraó vii (Ex.. 10), e com o qual, finalmente, Davi matou o gigante Golias (I Sam. 17. 40). Davi deixou para seus descendentes, e os reis posteriores usaram-na como um cetro até a destruição do Beit ha’Miqdash (O Templo Sagrado), quando milagrosamente desapareceu. Quando o Messias vier (entenda-se "era messiânica chegar"), será dada a ele como um cetro em sinal de sua autoridade sobre as nações".

De qual material era feito?

Era feito de safira e pesava 40 sa'ah, isto é, seis quilos (um Sa'ah = £ 10,70), e trazia a inscrição que era composta pelas iniciais dos nomes hebraicos das Dez Pragas.

Quando Foi Criado?

Deus o criou no crepúsculo do sexto dia da Criação e o entregou a Adão. Quando Adão se exilou do paraíso (Gan Éden), o levou com ele. Depois o passou às mãos de Enoque, Shem (filho de Noé), Abraão, Isaque e finalmente para as mãos de Jacó. Sucessivamente veio para a posse de Iosef ha'Tzadiq que era filho de Jacó. Com a morte de José, os nobres egípcios se apossaram de alguns de seus pertences entre os quais estava o Matêh (Cajado). Jethro que viria a ser o sogro de Moisés se apropriou do Cajado. Ele o plantou em seu jardim que ficava dentro da sua tenda, e foi quando sua virtude maravilhosa foi revelada pelo fato de que ninguém conseguia o retirar do chão, e até mesmo tocá-lo era um desafio cheio de perigos para a vida. Isso acontecia porque o Inefável Nome de Deus (יְהוָה) estava gravado nele. Quando Moisés que havia fugido do Egito entrou casa de Jetro, ele leu o Nome, e por meio dele foi capaz de retirar o Cajado do solo, e por isto Tzípora, filha de Jetro, foi-lhe dada em casamento. Seu pai havia jurado que ela somente seria esposa do homem fosse capaz de dominar a “Vara milagrosa” e de nenhum outro (Pirke Avot 40; Sefer ha-Yashar), e eu penso que é daqui que originou-se a lenda do rei Arthur e sua Escalibur. 

Deve, no entanto, ressaltar que a Mishná (Ab. v. 9) diz que ainda ninguém sabia nada sobre a criação milagrosa do Cajado de Aaron. Este fato da suposta origem sobrenatural do Cajado explica a afirmação que a “Vara de Arão” junto com suas flores e frutos, foi preservada na Arca da Aliança pelo rei Josias, que previa a iminente catástrofe nacional, e escondeu a Arca e seu conteúdo. O seu paradeiro permanece desconhecido até que, na era messiânica, o profeta Elias irá revelá-la.


*Quando o Cajado se transformava em serpente, o animal era maior do que um camelo.

*Moshê (Moisés) era uma encarnação do Messias "Shiló" e por isto o Cajado foi dado a ele, conforme o segredo interno do passuq 10 do Gênesis 49. Neste passuq encontramos as palavras יָבֹא שִׁילֹה palavras estas cujo valor em gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas) é igual a 358 que é o mesmo do termo "Mashiach". O nome messiânico "Shiló (שִׁילֹה)" é igual a 345 e este é o mesmo de "Moshê (Moisés)".

A Escalibur


"Excalibur , ou Caliburn , é a lendária espada do rei Arthur , às vezes também atribuída com poderes mágicos ou associada à legítima soberania da Grã-Bretanha . Às vezes, Excalibur e a Espada na Pedra (a prova da linhagem de Arthur) são a mesma arma, mas na maioria das versões elas são consideradas separadas. Excalibur foi associada com a lenda Arthurian muito cedo. Em galês, é chamado Caledfwlch; em Cornish, Calesvol; em Breton, Kaledvoulc'h; e em Latim, Caliburnus".


Mjölnir

O velho Noruego Mjǫllnir / mjɔlːnir / se torna regularmente Mjøllnir / mjœlːnir / no antigo islandês até o século 13. A forma islandesa moderna é Mjölnir , norueguês e dinamarquês Mjølner , sueco Mjölner . O nome é derivado de uma forma proto-germânica * meldunjaz , da raiz germânica de * malanan "para moer" produzindo uma interpretação de " o triturador, triturador ". Além disso, há uma sugestão de que a "arma do trovão" mitológica que recebeu o nome da palavra "grindstone (mó)" é considerável, a era Proto-Indo-européia (se não Indo-Hitita ); De acordo com essa sugestão, a arma divina do trovão (identificada com o relâmpago) do deus da tempestade foi imaginada como uma grindstone (russo molot e possivelmente Hittite malatt - " marreleiro , bludgeon"), refletido no russo молния ( molniya ) e Welsh Mellt "relâmpago "(possivelmente cognado com Old Norse mjuln "fogo"). Nos textos da velha nórdica, Mjölnir é identificado como hamarr "um martelo", uma palavra que em noruegueses velhos e alguns dialetos noruegueses modernos pode significar "martelo", bem como "pedra, rocha, penhasco", em última instância, derivado de um indo-europeu palavra para "pedra, ferramenta de pedra", h₂éḱmō ; como tal, é conhecido com o sânscrito aśman , que significa "pedra, pedra, ferramenta de pedra, martelo", bem como "raio".


Jedi Lightsaber


Um sabre de luz é uma espada de energia que aparece no universo ficcional-filosófico de Star Wars . Um sabre de luz típico geralmente consiste em um punho de metal geralmente cerca de 11 polegadas (28 cm) de comprimento que projeta uma lâmina de energia brilhantemente iluminada geralmente em torno de 3 pés (91 cm) de comprimento). O sabre é a arma assinatura da Ordem Jedi e seus Sith homólogos, ambos os quais podem utilizá-los para o combate próximo , ou para desviar Blasters.

Os números aqui citados são muito importante em numerologia cabalista. 28 é a gematria da palavra para "força (Coach)" e 91 é a gematria da palavra para "Anjo (Malach)". Além disso, a mão possui 14 falanges cada uma, sendo 28 ao toda nas duas.



"Ele pegou a "Vara" que estava em sua mã, e a deu a Gehazi, dizendo-lhe: não fale com a sua boca nenhuma palavra; vá e coloque a Vara sobre o rosto do rapaz, para que ele possa viver".



"Agora, quanto a Gehazi, o assunto era risível aos seus olhos, e a cada homem que conheceu ele disse: você? Acredita que esta Vara vai reviver os mortos?".


Pesquisa: 
Avraham ben A´aron Kuk
Tradução:
Misha'El Yehudá
(com acréscimos e explicações)



[1] O Nome brilhante de Fogo

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Meditação



Rabino Misha´El Yehudá

Antes de iniciar nossa “Nessiá” ou nossa "Hajra" sobre meditação, é necessário primeiro explicar o que é meditação.

O grande místico hebreu, rabino Avraham Yitzachak Kook (1865-1935), disse: “Mitzavá bli kavanná, Ke´guf bli neshamá – Mandamento sem kavanná é o mesmo que um corpo sem neshamá”.

A palavra hebraica “Kavanná” é derivada do termo “kivun”, e significa “Direção Interior” ou “Jornada Interior” que é muito semelhante ao termo arábico “Hajra” o qual usamos acima e que fora usado por Frank Herbert em sua obra máxima “Duna” cujo significado é “Jornada de busca”. Em árabe, significa imigração, segredo que também está ligado ao processo de "Guilgul Neshamot (Roda das Almas)".

Trocando em palavras de forma que todos possam compreender, “kavanná” que é quase sempre traduzida para meditação, é uma “viagem de busca” pelos mundos interiores dentro das nossas almas, digo “almas” e não “alma”, porque todo ser humano possui uma “nefesh (alma animal), um “ruach (espírito) e uma “neshamá (alma divina)”, e quando se senta com a intenção de meditar, está na verdade, iniciando uma viagem interior pelas terras dentro de si mesmo.

Acerca desta viagem interior, a Torah nos conta sobre Abraão: “D´us disse a Abrão: “Anda de tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei (Genesis 12:1)”.

No texto original hebraico D´us diz: “Lech lechá (Parta para ti)”. D´us estava comandando Abrão a iniciar uma Hajra, uma viagem interior para as terras dentro de si mesmo. Assim, o Zohar nos diz que, quando Abrão chegou a Canaan, D´us apareceu a ele, e lhe deu a néfesh (alma animal). Depois Abrão partiu para sul e então recebeu o ruach (espírito), e finalmente alcançou o grau mais elevado recebendo a neshamá (alma divina).

Todos estes graus somente podem ser atingidos quando, intencionalmente o iniciado inicia sua kavanná, sua hajra, buscando dentro de si mesmo as respostas que jamais poderiam ser encontradas no lado de fora.

A alma (neshamá) é atemporal, e nela está o conhecimento do passado, presente e do futuro. Qabalsitas, iniciados nos caminhos místicos na “Escola Séter – a antiga escola de mistérios”, não prevêem o futuro, mas, se lembram dele através da kavanná. O Zohar nos conta que, quando o bebê está no ventre, ele vê de um lado a outro do mundo através de uma "lâmpada mística" que fica acesa no ventre, ou seja, a alma vê passado, presente e futuro, mas depois, o anjo que acompanha a alma no ventre lhe diz: Esqueça...! Nossa tarefa é lembrar de tudo o que vimos, ouvimos e da Sabedoria que nos foi compartilha pelas palavras do Anjo durante o período da gravidez.

A meditação é a única ferramenta capaz de nos colocar em contato com os reinos dentro de nós mesmos, nos permitindo o conhecimento de todos os nossos aspectos, tanto positivos, como negativos, despertando, tornando vivido em nossas mentes todo o conhecimento arquivado em nossas almas.

Recentemente adquiri o livro “Em águas profundas” do cineasta americano David Lynch, que foi quem levou para o cinema o meu livro preferido “Duna”. David revela no livro como a meditação o ajudou em seus projetos e na direção de seus filmes, incluindo “Blue Velvet (Veludo Azul)” e “Twin Peaks”, e como o ajudou também a conhecer a si mesmo, e controlar e erradicar o seu pior inimigo: A ira.

Os iniciados no conhecimento da Qabalah, também usam outras ferramentas para ativar e intensificar estas “Hajras”, como o uso dos Tefilin (filactérios), e a contemplação em alquimias de letras hebraicas as quais os iniciados nos caminhos místicos na Escola Séter, chamam de “Otiót” com as quais é possível realizar milagres, e aqui entra a sabedoria.

A palavra “milagre” vem do hebreu “ness” e significa “escapar/fugir”, pois, quem deseja um milagre quer na verdade, fugir de uma situação que lhe provoca intensa dor. O termo “ness” também é a raiz de “Nessoá (viajar)”.

Acerca disto está escondido na Torah sobre o maior milagre já realizado no universo: A abertura do “Mar Vermelho (Iam Suf)”.

“E disse o Eterno a Moisés: Por que clamas a mim? Fala aos “B´ney Yisra´El” que marchem (Êxodo 14:15)”.

No texto original hebraico D´us diz “Veissaú” que literalmente significa “iniciem a viagem” ou “pulem dentro do mar”. Devo deixar claro aqui, que nós, seres humanos somos constituídos de 70% água, um verdadeiro “mar interno”.

Em seguida a este comando, D´us ainda ordena a Moisés: “E tu, eleva o teu cajado e estende a tua mão sobre o mar e fende-o... (Êxodo 14:16)”. Segredo aqui reside no “cajado (hebraico Matê)”.

Na Torah D´us diz: “E este cajado pegarás com a tua mão, com o qual hás de fazer os sinais (hebraico Otót)”. Já foi explicado acima sobre o termo “otiót (letras)” as quais usamos para realizar milagres através das nossas “kavann-ót (plural de kavanná)”. O termo “Ót (letra)” funde-se aqui com o termo “Kivunn” formando o plural “kavannót” e ganhando o significado “viagem intencional pela letra”.

Sobre o cajado que foi dado a Moisés, o Zohar sagrado nos conta, que ele estava todo gravado com as “otiót” do Nome Santo que irradiava luzes em 42 cores direfentes, e aqui, aprendemos sobre o segredo do Nome de D´us de 42 Letras (Ana Bekoach) com o qual os iniciados realizam suas kavannót e seus “nissim (milagres)”, e entenda “nissim” como “escapadas”. Ainda sobre o cajado, o Zohar nos conta que ele foi criado no crepúsculo do sexto dia da criação.

Em 2006, 5766 no luach hebreu, eu iniciei a criação e gravação de músicas me utilizando deste profundo conhecimento, que resultou no CD “Caminhos Místicos (não lançado por gravadora)”. Iniciei uma “hajra” pelos “multiversos” na minha neshamá até o futuro, e ouvi canções as quais eu mesmo comporia no futuro, trazendo-as para o presente ano (2006) e gravando cada instrumento que ouvi. O resultado sempre provocava uma intensa alegria e elevação espiritual.

Estas são minhas palavras sobre “meditação”, que espero, ajude aos leitores compreender sobre este segredo místico e aplicá-lo em suas vidas.

“Mitzavá bli kavanná, ke´guf bli neshamá (Uma boa ação sem kavanná, é o mesmo que um corpo sem alma)”
(Rabbi Avraham Yitzchak Kook)”.

O rabbi Misha´El Yehudá é o fundador e presidente da “Associação Cabalista Mundial – Gará Kulam Moshav”, e o redescobridor dos antigos ensinamentos da “Escola Séter – A Antiga Escola de Mistérios dos Iordei Edey Há-Merkavá (Os descidos da Carrugem Diniva)”. Nascido Paulo Sergio no ano de 1966 no bairro de Beith-Lechem (Belém) em SP, bisneto de um judeu espanhol imigrado para o Brasil, Misha´El é portanto um judeu marrano (descendente de B´ney anussim). Iniciou sua "Teshuvá (Retorno à Torah de Sha´Shem) no ano de 1996. Circuncidado no “Hilulá (aniversário de ocultamento)” do grande Qabalista do século 16 conhecido como “Ha-Ari (Rabino Yitzchak Lúria)”. Qabalista, iniciou seu caminho pela Sabedoria da Torah, ao receber a visita em seus sonhos de um rabino falecido em 1955, que lhe revelou profundos segredos escondidos na Torah de D´us. Foi este "Tzadiq Nistar (Justo Escondido)" que revelou ao Rabino Misha´El os segredos sobre o Shoá (Holocausto), as verdadeiras origens do Nazismo e a identidade real de Adolf Hitler. Estes mistérios podem ser vistos no documentário "Amalek - As Origens do Nazismo" que você encontrará aqui neste site.



quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Vingador do Sangue



Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Cabalá explica que há dois reinos paralelos, o físico e o espiritual. Em outras palavras, tudo o que existem neste mundo, se são humanos, animal, vegetal, ou inanimados, têm uma correspondência no reino espiritual. O mesmo é verdadeiro para Torah. Há a Torah no reino físico e a Torah no reino espiritual.

Quanto a Torah do reino espiritual, os nossos Sábios afirmam que o Torah precedeu o mundo em dois mil anos. Naturalmente, isto não vinculado ao vinculado ao tempo, já que o tempo foi criado junto com todo o resto da criação física. Isto significa que o Torah é dois mil níveis acima de todos os mundos. É o aspecto espiritual da Torah. Mas o objetivo último da Torah é relacionar-se com este mundo, e não aos mundos espirituais: “Lo bashamayim hi (o Torah não está no Céu). A Gemará (uma parte do Talmud) descreve um incidente onde houve uma discordância entre os Sábios da Mishná (outra parte do Talmud) - mais especificamente entre os Chachamim (sábios) e Rabino Eliezer. Uma voz ecoou do céu e declarou que o Rabino Eliezer tinha razão. Mas os Chachamim argumentaram que eles não eram obrigados a dar atenção a uma voz celeste (uma bat kol – voz feminina - como é conhecida) desde que a Torah não está no Céu. 

Semelhantemente quando Moshe Rabbeinu foi chamado por D´us para vir e receber a Torah, a Gemará diz-nos que os anjos trouxeram um pedido urgente a D´us: “Dão a Sua honra (isto é, a Torah) nos céus”. A Moshe Rabbeinu foi dito para responder-lhes, explicando por que o Torah era necessária especificamente no mundo físico.

Sem embargo, essas duas dimensões da Torah - o físico e o espiritual - realmente existem. Assim, quando a Torah fala sobre a lei civil, por exemplo - se um boi escornear outro boi ou uma pessoa, ou se duas pessoas ambas reclamarem sobre a posse sobre um objeto eles encontraram, ou as leis de campos adjacentes, etc. - isto pode ser entendido de dois modos: Quanto ao mundo físico, acerca da decisão legal prática em tais casos, e quanto ao seu conteúdo espiritual. Que relevância pode ter os bois, os campos e os objetos perdidos com os anjos? Assim cada um desses conceitos - um campo, um escravo, um boi, um objeto perdido, etc., todos esses conceitos tem uma contraparte espiritual que é aplicável mesmo quando as leis reais não se aplicam porque não temos mais o Beit HaMikdash, ou porque o incidente se realiza fora do Israel, mas a lei em questão aplica-se só em Israel.

A Torah, por isso, pode ser estudado de dois modos - de um modo terrestre, ou de um modo celeste. Vamos tomar, por exemplo, a lei das Cidades de Refúgio - As “Arei hamiklat”, como são chamadas na Torah as “Cidades de Refugio”. Essas foram cidades especiais que foram deixadas de lado para uma pessoa fugir para elas se ele matou outro Judeu involuntariamente.

Lá ele pode encontrar o refúgio do “Goel hadam”, um parente da pessoa morta, que vem para vingar o seu sangue derramado.

Qual é a contraparte celeste, místico, espiritual das Cidade de Refúgio? O Rebbe explica que a matéria inteira pode ser interpretada em um sentido espiritual - quanto à alma de uma pessoa. Quem é o assassino, e quem é a vítima, e quem é o parente que vem para vingar a matança não intencional?

Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Quando uma pessoa realiza algo que ele não deveria ter feito - e penso que muitos de nós já experimentaram este momento o que há de fazer então? Como cada um foge e vira e cria uma nova história? Como cada um apaga o seu passado?

A solução dada pelo Torah é fugir para uma Cidade de Refúgio. Isto é a Torah, da qual o nossos Sábios dizem, “as palavras da Torah concedem o refúgio”. Cada um pode ficar absorto no mundo da Torah tão como um assassino desintencional pode fugir para uma Cidade do Refúgio. No momento que uma pessoa examina que o passado não foi perfeito e que ele quer começar uma nova vida, ele obrigou-se a fazer assim. A idade é inaplicável nesta discussão. A coisa importante está atrelada a esta verdade, esta consciência, e o desejo de vir mais perto D´us. Ele deve começar a estudar Torah então; ele deve começar a estudar a cabalá.

Mas ele deve lançar-se "na Cidade do Refúgio" completamente. Pois, tal como o “goel o hadam (o vingador do sangue)” pode requerer a vingança se ele encontrar o assassino fora da “Cidade do Refúgio”, assim também o “yetzer hara (a má inclinação) pode requerer tomar a vingança se ele encontrar a pessoa fora do refúgio da Torah e da prática das mitzvot (boas ações). Deste modo, uma pessoa pode deixar de incomodar-se com o passado, e enfocar a sua energia e a sua concentração no presente no futuro.

Reencarnação Em Ybur


A alma de uma pessoa assassinada pode requerer do Criador uma permissão para reencarnar em um outro corpo junto com a alma que já habita ali, para cumprir a “redenção do seu sangue derramado”, levando o assassino à justiça, ou requerendo a sua vida. Este tipo de reencarnação é chamada de “Ybur”, e acontece ainda com a pessoa em vida, quanto uma outra alma vem e habita no mesmo corpo, levando uma pessoa a uma mudança drástica de caráter.

O segredo sobre como Isto pode ocorrer está ligado à questão de que são chamadas “Cidades de Refugio (Arei Miklat)”. De acordo com o “Licutei Amarim Tânia”, o corpo de uma pessoa é chamado de uma “Pequena Cidade”, e ainda nos informa que “Duas nações farão guerra uma contra a outra”, se referindo as duas almas: A Alma Divina e a Alma Animal. Ambas guerrearão pela posse da “Pequena cidade” e por seus “habitantes (os órgãos do corpo)”. Se a alma animal vencer esta batalha, ela subjugará todos os habitantes da cidade, e tornará está cidade um “lugar ruim” uma vez que a má inclinação está atrelada à Alma Animal. Havendo a expulsão de um dos “habitantes (órgão)” da “Cidade”, e “caminhando” este habitante para se refugiar em outra cidade, ele tentará subjugar este novo “vilarejo”. Os habitantes do vilarejo farão guerra contra este “intruso” tentando subjugá-lo, e se perderem, ele dominará toda a cidade.

O mesmo e contrario acontecerá se a Alma Divina ganhar a guerra e dominar a alma animal. Como a Alma divina é uma justa governante, todos os habitantes da cidade a servirão com alegria. A alma divina poderá até mesmo enviar um “emissário” para uma outra cidade, a fim de ajudá-la na guerra contra um mal governante (a alma animal), e o resultado é que, todo o caos e doenças geradas por aquele governo maléfico, serão erradicadas com a ajuda deste “emissário santo”.
Você já deve ter percebido que eu estou revelando um segredo concernente à “DOAÇÃO DE ORGÃOS”.

Completando, devo dizer que, nenhum assassinato ficará impune neste mundo, pois se o assassino não se arrepender e se “refugiar” no estudo da Torah e da Cabalá, ele será encontrado pelo “Vingador do sangue”, e este pode até mesmo ser um parente da pessoa assassinada que requeira justiça diante de D´us, e então, o “anjo da morte” sairá para requerer a vida do assassino.

Não existe nenhum assassinato, roubo ou qualquer tipo de transgressão que ficará impune neste mundo. Por isto, quando vemos supostamente uma pessoa ser condena “injustamente” a prisão perpétua, ou mesmo, como nos casos nos EUA em que é condenada a morte, devemos ter em mente que, a “Justiça pode parecer falha”, mas quem comanda os “juizes” é o Criador do universo, e assim, alguém pode estar sendo punido por uma transgressão que cometeu não nesta vida, mas numa vida anterior.



Recomendo assistir junto com este ensino da cabalá o filme "The Wrait - A Aparição", caso não o encontrei em locadoras, poderá ser comprado em sites na internet.

Fonte: http://www.sichosinenglish.org – traduzido com acréscimos do Cabalista Mishael Yehudá Ben Yisrael.

domingo, 30 de maio de 2010

O Nome de D´us de 42 Letras


São 7 seqüências de 6 letras, correspondentes as iniciais da Oração Ana Bekoach, a mais forte e poderosa do universo e da Tradição Cabalista. Ele promove uma grande limpeza dos canais inferiores da Árvore da Vida. Visualizando estas seqüências de letras, geramos uma das mais poderosas formas de energia espiritual disponíveis para um ser humano.

O Segredo do Ana Bekoach
O Zohar nos conta como D´us permutou as primeiras 42 letras do primeiro capitulo da Torah e através delas deu origem a tudo o que existe no universo. O primeiro sábio cabalista a revelar este segredo foi Nechuniá ben Hakana, no século 13.

O Ana Bekoach é a oração mais poderosa do universo; os cabalistas revelaram que esta seqüência de letras hebraicas circundam os reais poderes da criação. 

As sete sentenças do “Nome de 42 Letras” se relacionam com as sete esferas da Árvore das Vidas, com os sete principais planetas, com os sete dias da semana, com as horas do dia e da noite. O Zohar diz que D´us permutou estas 42 letras e deu origem ao nosso mundo físico.

Betza´El – O Permutador de Letras
O Nome de 42 Letras, foi usado por Betzalel no deserto para construir o Mishkan (tabernáculo) e por Moisés para erguê-lo. No livro do Rabino Hamnuna Saba (o mais velho), aprendemos sobre o segredo das duas letras Chet & Tet, cuja combinação forma a palavra pecado. Essas letras foram retiradas dos nomes das tribos de Yisrael, para que eles não fossem marcados com o pecado.


No tabernáculo todas as letras do alfabeto são gravadas de acordo o segredo do Nome Sagrado, Yud Hei Vav Hei (O Tetragrammaton). Betzal´El, era quem possuía a Sabedoria de combinar as letras com as quais os céus e a terra foram criados, foi escolhido acima por D´us, e também escolhido abaixo. O seu nome significa “na sombra de D´us”. Depois lemos dos significados “do filho de Uri” e “do filho de Chur”, que tem duas explicações. Finalmente, dizem-nos que Betzal´El foi apontado sobre da tribo de Judá.


A sabedoria destilada aqui acerca das letras místicas Chet & Tet absolve-nos dos nossos pecados, do tempo de Adão ao momento presente, finalmente erradicando as nossas tendências de errar e cometer transgressões.


O Tetragrammaton, dizem-nos, personifica todos os segredos da Criação, o mundo acima e o mundo abaixo. Assim, a Luz que permeia toda a realidade agora rejuvenesce a nossa alma e levanta toda a existência. A nossa consciência é liberada do racional, egocêntrica do Satân (a Má Inclinação) por meio da Luz de Biná (o filho de Chur).


"Foi gravado no Cajado de Moisés o Nome Santo que brilhava em 42 cores diferentes (Zohar)".

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Espaço Qabalat Movies: 13º Andar


Sua Realidade é uma Ilusão

"Ashton: - O que você fez com o mundo?
Douglas Hall: Desliguei" - do filme 13º Andar

Você entra em seu escritório, em um lugar especialmente separado para tal nas dependências de sua casa. Está escrevendo uma carta, usando óculos e possui uma bela caneta com a qual desenha cuidadosamente as letras sobre o papel. O desejo de tomar uma deliciosa xícara de café surge e se torna irresistível. Você se levanta e vai até outro ambiente. Enquanto caminha em direção a cozinha, ao passar pela sala, você nota a abundante chuva que cai através da janela. Você prepara seu delicioso café e quando retorna, pretende retomar a escrita da carta. É ai que você nota: a caneta não está mais em sua mão. Então começa a procurá-la. Após alguns minutos, começa a ficar pensativo, pois tinha certeza que você a segurava em sua mão. Uma sensação desconfortante se instala no seu interior, como se a caneta houvesse simplesmente desaparecido, mudado de dimensão. Dias se passam, e você não consegue se lembrar onde está a caneta. Durante minutos, nestes vários dias, sua mente se ocupa, com o este problema. Até que, em uma noite, você tem um sonho. Neste sonho, vê que a caneta está em uma caixa colocada em cima do guarda roupas. Você desperta do sonho, e tem uma esquisita sensação. Mas no fundo, tem também uma certeza de que a caneta está mesmo na caixa em cima do guarda roupas. Então, se levanta, sobe no velho e bom “banquinho da penteadeira”, pega a caixa, desejando que isto não seja verdade, e surpreso, encontra dentro dela a caneta que procurava por muitos dias.

O que aconteceu? A maioria das pessoas passa por experiências semelhantes a esta. A maioria as colocará de lado, simplesmente por “preguiça mental”, por não querer gastar tempo tentando encontrar uma resposta satisfatória para um acontecimento tão fora do comum.
Há uma pergunta a ser feita neste caso, desta experiência, esta é: “será que fui eu realmente quem pegou a caneta, e a pus dentro da caixa em cima do guarda roupas?”. A maioria das pessoas daria a seguinte resposta: “Talvez sim, inconscientemente”.

O que muitos não estarão percebidos, e que: “Inconscientemente” que dizer “Não Estar Consciente”, e portando, não ter sido capaz de ter pego a caneta, e tê-la posto na caixa em cima do guarda roupas. Bem, e se eu, ou você não fizemos isto, quem foi então?




Aqueles que são íntimos da Chochmat Nistar Ha´Torah (Sabedoria Escondida da Toráh) e ainda mais, aqueles que são íntimos do Sefer Yetziráh, sabem o mistério daquilo que Ha´Shem disse para Adão: "Da Árvore da Penetração do bem e do mal não comerás...". Sobre a Esferá de Da´at (Árvore do bem e do mal) o Sefer Yetziráh diz: "O seu fim está ligado ao seu começo, e o seu começo ao seu fim...", aludindo à Esfera de Malchut (reino) que é o nosso mundo, e este por sua vez é um resultado da queda de Da´at do seu lugar provocada pela desobediência de Adão.

Sim! é isto mesmo: "O seu mundo é uma ilusão!" e por esta razão este mundo é chamado "Maya (do Sanscrito "Ilusão")".

Claro que vocês se lembram do filme Matrix, pois bem, Matrix é um acrônimo de "Maya Trix" ou "Ilusão Tripla". A primeira ilusão é a física, a segunda e a psífica e a terceira e última é a espiritual, e aqui entram as religiões que controlam e dominam o mundo com suas falsas interpretações das "Kituvei Ha´Qodeshim (Escrituras Sagradas)" como resultado de uma mente corrompida.

Nesta aula assistimos ao filme “13º Andar” para compreendermos melhor os aspectos envolvidos nesta terrível verdade e obtermos a tão terrível verdade. A primeira vez que dei aula com este maravilhoso filme, foi dois anos após tê-lo visto pela primeira vez, e um dos meus alunos mais queridos, me disse: "Este filme tira a esperança da gente". Ele disse isto como resultado da compreensão de que o mundo é mesmo uma ilusão.
Descobrindo a Ilusão
Alguns dias depois desta aula e de compreender este poderoso segredo, ele chegou em casa vindo do trabalho, e cansado que estava, deitou-se e dormir sem ao menos tirar os sapatos. Sonhou que estava caminhando em um campo gramado. Ao acordar, no dia seguinte, percebendo que ainda tinha nos pés os sapatos, procedeu em tirá-los, para descobrir aterrorizado que possuía fios de capim entre os dedos dos pés.

Há um código muito importante nesta experiência, e este está escondido nos pés. Na estrutura metafísica da Árvore das vidas, os pés aludem à Esfera de Malchut que é o nosso reino físico, e portanto, ao acordar e despir os pés dos seus sapatos, Avraham (este é o nome do meu querido ALUNO), estava despindo-se desta realidade ilusória para entrar na verdadeira realidade.

"Não te chegues para cá. Tira teus sapatos dos pés porque o lugar em que tu estás é terra santa (Êxodo 3:5)".

"Quando você sonha você está acessando a verdadeira realidade, o mundo superior chamado "Zeir Anpin" ou "A pequena face de D´us". Quando você está "aparentemente acordado" você está se movendo dentro da ilusão que a Torah chama de "Árvore da Morte".
Morte é uma palavra chave para "término, esquecimento, queda", enfim, tudo aquilo que tem sua vida interrompida, foi tocada pela "Árvore da Morte" que é este mundo, e por esta razão, D´us disse para Adão: "Pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis 2:17)".

Agora que você conhece parcialmente este segredo, cabe a você decidir se permanecerá dentro da ilusão, ou se fugirá para a verdadeira realidade. Pense nisto...

UMA CÓPIA DE VOCÊ PODE ESTAR LENDO ESTE MATERIAL AGORA...
...em uma outra dimensão.
"Você sabe onde estão seus óculos agora? Se você colocou a mão no rosto a procura deles, então deve assistir está aula".
Dúvidas sobre este assunto e suas alusões místicas? escreva para:

O Artesão Da Luz