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domingo, 30 de agosto de 2026

A PRINCESA, A TORRE ENCANTADA E O DRAGÃO


PALAVRAS CONTADAS PELO ANJO - O PROFETA ELIAS A RABI SHIMON BAR YOHAI - A LÂMPADA SAGRADA - NA CAVERNA A CERCA DE DOIS MIL ANOS ATRÁS SOBRE EVENTOS QUE OCORRERAM NUMA ANTIGA ERA ANTERIOR À TODAS AS ANTERIORIDADES... NOS TEMPOS DO VELHO ANCIÃO...


"Há uma torre que flutua no ar. Sobre ela permanece a Filha do Rei, enquanto uma poderosa e antiga Serpente desafia todos aqueles que tentam alcançá-la... Àquele que conseguir derrotar a Serpente será entregue a Princesa"

Você sabe de quem é essa torre? Quem é o dragão, e qual é a identidade da princesa? E quem será o herói que virá para resgatá-la e entregá-la ao Rei?

TIKUNEI ZOHAR, TIKUN 21 folha 42b:

Alguns sábios estavam pelo caminho, investigando nos segredos da primeira palavra da Torá: Bereshit. A conversa avançava por sendas cada vez mais ocultas e escondidas.

Eles diziam "Bereshit. Nela estão insinuados seis anciãos. E quem são esses seis? Eles estão indicados nas palavras: “Et ha-shamayim ve-et ha-aretz” — “os céus e a terra”. Eis que, então, somos sete. Mas existem ainda três que permanecem ocultos acima deles. Assim aparecem sete anciãos e uma Filha. Essa Filha é o Shabat, a única, que corresponde aos sete."

Um jovem vinha seguindo atrás deles. E esses anciãos encontraram a Lâmpada Sagrada - Rav Shimon - e seus companheiros. Disseram-lhe: “Rabbi, Rabbi! Tu e teus companheiros encontrastes um jovem que, pelo caminho, vinha seguindo atrás de vós?”

Ele lhes disse: “Encontrei muitos acampamentos que vinham da batalha contra a Serpente Primordial [Nachash ha-Qadmoni]. Eram acampamentos de anjos, que desciam apressadamente para receber as orações, provenientes do aspecto das cinquenta letras com as quais Israel realiza a Unificação todos os dias [Qeriat Shemá que possui 25 letras recitado duas vezes]. É a respeito delas que está escrito: ‘E armados subiram os filhos de Israel da terra do Egito.’”

Em hebraico "e armados" chamushim (וַחֲמֻשִׁים) pode ser escrito como chamishim (חֲמִשִּׁים) que é cinquenta.

[São] anjos que descem para travar a batalha, encarregados das orações. Todos eles desciam com a força da Gevurá [a coluna da esquerda]. Quando venciam a Serpente Antiga e as numerosas forças que lhe pertencem, estas os perseguiam por causa dos muitos pecados de Israel.

E eles são os mestres das orações, e contemplam o Nome Havayah, que é Biná, a qual desce sobre eles com a força da Gevurá.

Todos estas forças caem de sua posição, e neles se cumpre: “O cavalo e seu cavaleiro lançou ao mar”. Esse “mar” são os cinquenta Portões de Biná, as cinquenta letras do Qeriat Shemá. A gematria de Yam que é Mar (ים) é 50.

Nesse meio-tempo, eis que aquele jovem apareceu diante deles, conduzindo os animais por trás. Ele lhes perguntou: “Qual é o significado de: ‘E deixou sua veste na mão dela’?” (sobre Yosef fugindo da mulher de Potifar)

E esta é a sua veste: a veste da Serpente é a idolatria [avodá zara]. Quando a Serpente vem para unir-se ao corpo de um homem adormecido, dizendo: “Deita-te comigo” — uma prostituta insolente —, e por causa do sinal da Brit [em Yosef] foi dito: “E ele fugiu e saiu para fora”.

Quando ela procura unir-se aos Tzadikim, é necessário separar-se dela e não obter nenhum benefício dela, nem sequer…

Folha 43a: Nem sequer de sua pele. “Vai, vai”, dizem ao nazireu; “dá a volta, dá a volta ao redor da vinha, mas não te aproximes dela”. É isso que está escrito: “E deixou sua veste junto dela” — a pele do Yetzer ha-Ra. E esta é a veste da Serpente, o avodá zara.

Disseram ao jovem: “Quem és tu?”

Ele lhes disse: “Eu sou o filho de um certo Peixe [Leviatã] que nada no Grande Mar [os 50 graus de retificação que se concluem em Malchut de Malchut e abrem o Gmar Tikun, Moshe alcançou 49 portões, mas virá para atingir o 50 portão como Moshe-Mashiach], que engole todos os peixes do mar [todos os níveis espirituais] e os faz sair vivos para fora [que não se anulam,pois são iluminados pela Luz de Yechidá que é a fonte da Vida Eterna que só desce após a retificação do 50 portão]. 

E, às vezes, ele sai para a terra seca, para que nele se cumpra: ‘E multipliquem-se como peixes em abundância no meio da terra’.” Eles ficaram maravilhados.

Disseram-lhe: “Já que não é tua vontade revelar quem és e de quem és filho, qual é o lugar de tua morada?”

Ele lhes disse: “O lugar da minha morada é uma certa torre que voa no ar [Biná, a letra Lamed, a Torre do Messias, Ohr Neshamá].” Eles ficaram maravilhados.

Disseram-lhe: “Não nos digas mais nada. Quem é teu pai?”

Ele lhes disse: “Meu pai é um grande Peixe [o grau do Atik Yomin]. Quando tem sede, abre sua boca e engole as águas do mar [contempla todos os aspectos da Torá em todas as infinitas formas]; e durante setenta anos o mar não retorna à sua força. E o segredo dessa palavra é: ‘Ele confia que o Jordão irromperá para dentro de sua boca’. E ele engole tanto do mar, enquanto vós não extraístes dele senão o equivalente a um único jarro (Kad - כד- 24), que corresponde aos vinte e quatro livros da Torá [isto é, os 24 livros do Tanach]. Como, então, não o reconhecestes?”

Naquele momento, Rabbi Elazar se lembrou e disse: “Certamente, tu és o filho de Rav Hamnuna Saba! [ou seja, tu, o jovem, és a Luz de Chaya]”

Eles se alegraram com ele e disseram: “Certamente, se tu estivesses neste mundo em tua verdadeira condição [pois o jovem estava empregnado neles no estado de Ybur e eles não podiam reconhecê-lo], nós desceríamos de nossos cavalos e seríamos nós mesmos a conduzir os animais atrás de ti.”

Ele lhes disse: “Aquela Serpente contra a qual travais batalha — como conseguistes escapar dela? Pois ela engole e mata. E não somente isso: ela matou Adam ha-Rishon e todas as gerações que vieram depois dele.”

E a Filha do Rei [do Santo Abençoado Seja Ele] está sobre uma torre que voa no ar [a ascenção da alma até o nível do Messias que é a neshamá de Biná]. E todos os dias proclamam no firmamento que todo aquele que matar esta Serpente receberá por esposa a Filha interior do Rei (Bat Melech Penima'ah), “vestida com adornos de ouro” (Tehilim 45:14).

E este “ouro” (Zahav — זהב) é: Zayin (ז) — os sete dias da Criação; He (ה) — as cinco ocorrências de “luz” (Or — אור) em Bereshit 1:3-5; e Bet (ב) — o Bet de Bereshit (בראשית).

Sobre ela foi dito: “Bela como a lua.” Na Academia celestial, chamam-na de Torá Oral (Torah she-be‘al Peh).

E por causa disso, um arauto proclama.

Quantos homens, quantos mestres dos escudos (Marei Terisin) se reuniram no Beit Midrash para travar batalha contra a Serpente por causa dela! E quantos escudos foram feitos — decisões [haláchicas] por causa da Filha do Rei!

E voltou-se para um lado e para o outro, e viu que não havia homem” entre eles capaz de matar a Antiga Serpente — até que venha aquele a respeito de quem foi dito: “E voltou-se para um lado e para o outro [...] e feriu o egípcio”, isto é, Moshe-Mashiach que ferirá a Serpente.

E por causa disso foi dito: “Até que venha Shiloh (‘Ad ki Yavo Shiloh)”. Pois Shiloh (שילה = 345) corresponde a Moshe (משה = 345) pela gematria.

E ela é a sua herança (Morashah), conforme o segredo de: “A Torá que Moshe nos ordenou é uma herança (Morashah)”.

E por isso foi dito a respeito dele:

“Até que venha Shiloh” — Shiloh, que certamente lhe pertence. Ele é quem mata a Serpente Antiga.

E a ele será a obediência dos povos” (וְלוֹ יִקְּהַת עַמִּים — Ve-lo Yiqhat ‘Amim), como está escrito: “O cetro não se afastará de Yehudá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Shiloh, e a ele será a obediência dos povos.”

— Bereshit 49:10

E ele mata a Serpente e suas forças no mar, na terra seca e no firmamento.

E quantos mestres de batalha travaram guerra contra ele sobre o mar! Como está escrito: “Ali navegam os navios” — no Mar da Torá. Esses “navios” são os olhos daqueles que contemplam a Torá. E quantos desses navios foram quebrados e caíram no mar, até que venha aquele a quem [a Filha do Rei, a Torá Oral] pertence por herança (Morashah), que fenderá o Mar da Torá. Então: “O cavalo e seu cavaleiro lançou ao mar” — o cavaleiro é a Serpente Antiga [Sameach-Mem], e sua companheira é o golem sobre a qual ele cavalga [Lili Chaz veShalom].

Naquele tempo, quando aquela Serpente Má for removida do mar, a Serpente Sagrada [o Mashiach] reinará.

Tikkunei Zohar 29b:

Rabbi Shimon abriu [seu discurso] e disse: “Ó seres superiores, preparai-vos e armai-vos com armas de guerra contra a Nachash haQadmoni - a Velha Serpente, que faz seu ninho nas grandes montanhas. Ela matou Adam ha-Rishon e todas as gerações que vieram depois dele.”

E por causa disso, todos os dias sai uma proclamação: “Aquele que matar essa Serpente, que faz seu ninho nas grandes montanhas, receberá a Filha do Rei (Barta de-Malka), que é a Oração [uma personificação da Sechiná], e que está sentada sobre uma torre, a respeito da qual foi dito: ‘Torre forte é o Nome de Havayah; para ela corre o Tzadik e é elevado. (Mishlei 18:10)’”

Enquanto isso, eis que o Ra‘aya Meheimna (Pastor Fiel) vinha chegando com muitas ovelhas, bois e cordeiros, e com um cajado em sua mão. Ele ergueu os olhos para a torre e viu um jovem, um homem chamado Tzadik, que estava sentado sobre a torre. Um arco estava em suas mãos, e ele lançava flechas contra a Serpente. 

Mas a Serpente não dava importância a elas. E o arco é a língua; a concavidade do arco é a boca. O fio escarlate — isto é, o lábio — é a corda do arco. Com ele, o Tzadik lançava flechas, que são as palavras da oração, contra a Serpente.

E não é por causa de alguma fraqueza do próprio Yesod chamado Tzadik, o “Vivente dos Mundos” (Chai ‘Almin), mas por causa da fraqueza daquele que lança essas flechas [por causa daquele que produz fracas orações]: Quando este não é completo [não é um tzadik completo], por causa disso a Serpente não faz caso delas.

Até que veio o Ra‘aya Meheimna (Pastor Fiel) o Mashiach, tomou uma flecha e a lançou contra ela; e assim, uma após outra, por meio de sua oração que é completa, até que uma flecha atravessou o fígado da Serpente.

Pois ele é o Sameach-Mem, o “outro deus”; ali estão seu fundamento e sua raiz. E por causa disso o fígado se ira. Com o que ele se ira? Com a bile, que está aderida a ele. Esta é o Veneno da Morte, sua contraparte feminina, sua cauda [Lili o demônio, Chaz veShalom]. O lobo do fígado é chamado Yoteret (“excedente,resto”), porque, depois de cometer adultérios, ela entrega as sobras ao seu marido [o Sameach- Mem].

E a cauda é sua serva [sua emissária]. Com a bile [o aspecto masculino da impureza] ele se enfurece, e com a cauda [o aspecto feminino da impureza] ele mata. A bile é o seu semblante; a Yoteret é a sua cauda.

No entanto, este é chamado “Adam mau” (Adam Ra) e foi produzir a partir da Árvore da Morte.

Até aqui, Moshe-Mashiach lança as flechas da oração contra a Serpente. A serpente é vencida. Eliminado o obstáculo, pode ocorrer a união com a Shechiná. Agora חץ (chetz) já não representa a flecha que mata o dragão antigo - a Nachash haQadmoni. Ela representa o zera (זרע), a semente, dirigida à Kallah — a Noiva, isto é, ao princípio feminino.

Em direção a ela [a Shechinpa] ele lança as flechas [palavras de orações], com o amor dos olhos.

O “Alvo” é certamente a Shechiná, pois ela protege Israel da Serpente Má, o Sameach-Mem. E ela é a proteção e o escudo do Tzadik. Por isso é dito:

“E sob Suas asas encontrarás refúgio” — as suas asas são os dois He (ה״ה), seu corpo é Vav (ו), sua cabeça é Yod (י).

“Escudo e proteção é a Sua verdade.” “Escudo e proteção” são a Shechiná Superior e a Shechiná Inferior [Biná e Malchut]. “Sua verdade” é o Pilar Central [Tipheret que é a Torá cujo nome é Emet - verdade]; sua cabeça é a Chochmá Superior - a consciência do Olam haAtzilut plenamente unificada ao Santo, Bendito Seja Ele]. O Tzadik [Yesod] é à Sua imagem e à Sua semelhança.

Bem-aventurado aquele que guarda a Brit Milá [Yesod] e a Torá, que é o Pilar Central [Tipheret], pois ambas o protegem: uma neste mundo e a outra no Mundo Vindouro.

(Fim das citações)

De quem é a torre?

A torre representa um lugar espiritual muito elevado, ligado à Biná, o nível da compreensão e da consciência superior, do Mashiach. É chamada de uma “torre que voa no ar” porque não pertence ao mundo físico, mas a uma realidade espiritual acima da nossa percepção comum.

Quem é o Dragão?

O Dragão é a Serpente Primordial, a mesma força que anteriormente derrubou Adam. Ela é toda a impureza do mundo. É ela que impede que a união com a Princesa aconteça. Ela faz ninho nas montanhas, pois representa o Coração de Pedra - o local mais egoísta no ser humano.

Quem é a Princesa?

A Princesa é a Filha do Rei, a Shechiná, o aspecto feminino das Ações do Santo, Abençoado Seja Ele, sua presença entre a Criação. Nas palavras dos sábios, ela apresenta neste texto duas manifestações muito importantes: a Torá Oral e a Oração voltada para a Torá. 

E quem é o herói que derrotará o Dragão?

O herói é Moshe-Mashiach. Muitos guerreiros tentam enfrentar a Serpente, mas nenhum consegue destruí-la definitivamente. No final, é Moshe, em sua dimensão messiânica, quem consegue vencê-la e finalmente entrar na Eretz Yisrael - a completude de tudo.

Shalom, Shalom! Razá Ilaá!

quarta-feira, 22 de abril de 2026

SOD ISAÍAS 12

 


ר' יִצְחָק אָמַר, וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, דָּא מַלְכָּא קַדִּישָׁא, וְהָכִי הוּא. וּמְנָלָן. מִקְרָא אַחֲרִינָא אַשְׁכַּחְנָא לֵיהּ, דִּכְתִּיב, (ישעיהו י״ב:ב׳) כִּי עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְיָ' וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, מִמַּשְׁמַע דְּקָאָמַר יְיָ' וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, דָּא מַלְכָּא קַדִּישָׁא.

הִנֵּה אֵל יְשׁוּעָתִי אֶבְטַח, וְלֹא אֶפְחָד:  כִּי־עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְהוָה, וַיְהִי־לִי לִישׁוּעָה.

Rabi Yitzchaq disse: “e Ele se tornou para mim salvação” — isto é o Rei Santo (Malka Qadisha), e assim é. E de onde sabemos isso? De outro versículo encontramos isso, como está escrito (Isaías 12:2): “Pois minha força e meu cântico é Yah, YHVH, e Ele se tornou para mim salvação”; do fato de que diz “YHVH, e Ele se tornou para mim salvação”, isto é o Rei Santo (Malka Qadisha).

A parte mencionada "e Ele se tornou para mim salvação (וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה)... Vayechi Li Lishuá" possui gimatria Mispar Siduri igual a 123 que é a gimatria ordinal de "Chaim Vital" soletrada como aparece no Isaías capítulo 12 versículo 2 visto acima (ויטל חיים) e portanto, a alma do rabino Chaim Vital é o Malka Qadishá (מַלְכָּא קַדִּישָׁא) - Rei Santo e que é a alma de Ezequias, rei de Judá.

sexta-feira, 27 de março de 2026

A IDENTIDADE DO MASHIACH BEN DAVID

 



YAVÔ SHILÓH

358


Shaar haPessukim, Vayechi parágrafo 10:

Não se afastará o cetro de Yehudá, até que venha Shiló (לֹֽא־יָס֥וּר שֵׁ֨בֶט֙ מִֽיהוּדָ֔ה וּמְחֹקֵ֖ק מִבֵּ֣ין רַגְלָ֑יו עַ֚ד כִּֽי־יָבֹ֣א שִׁילֹ֔ה וְל֖וֹ יִקְּהַ֥ת עַמִּֽים:) - Bereshit 49:10

Já foi insinuado no livro do Zôhar, no Ra’aya Meheimna, e no livro dos Tikkunim, que Shiló (שִׁילֹ֔ה) em guematria é Moshe (משה) igual a 345. E ele também é o Mashiach ben David. E a explicação deste assunto é conforme o que te informei na parashá Bereshit, a respeito do pecado de Adam haRishon: que todas as almas estavam incluídas nele, e ele possuía nefesh, ruach e neshamah dos três mundos BYA (Briá, Yetzirá e Assiá), e nefesh, ruach, neshamah e chayah dos quatro partzufim de Atzilut, que são Nukva, Zeir Anpin e Aba veIma. Por isso Adam haRishon (Adam, o primeiro) é chamado “Adam”, no segredo de Chochmah, Aba Ilaá de Atzilut, que é chamado Adam haRishon, pois Zeir Anpin é o segundo Adam.

E depois, quando pecou, foi diminuído e ficou na medida de cem amot, chamada “a chalá do mundo”, como mencionado ali. E quando veio Moshe Rabbenu, ele retificou grande parte de Adam haRishon, e por isso mereceu subir até Ima de Atzilut.

E que havia nele todos os aspectos desde nefesh de Assiyah até o aspecto de neshamah de Ima de Atzilut.

E eis que sobre o Mashiach ben David está dito: “Eis que prosperará meu servo; será elevado, exaltado e muito elevado” (Isaías 52:13): elevado mais que Avraham, exaltado mais que Yitzchak, elevado mais que Yaakov, muito mais que Moshe. E o sentido disso é que o Mashiach ben David alcançará até o aspecto de chayah de Aba de Atzilut, chamada “neshamah da neshamah” (Chayá), algo que nem mesmo Moshe alcançou.

E assim se conclui que o primeiro pastor, que é Moshe, é ele mesmo o último pastor, como insinuaram nossos sábios no Midrash. E este é o segredo de “como nos dias da tua saída da terra do Egito, lhe mostrarei maravilhas” (Micha 7). Portanto Shiló, que é o Mashiach e Moshe, somam um só, pois é o mesmo — apenas que o Mashiach é a neshamah da neshamah de Moshe.

Sulam Zohar Bereshit I, 262:

Se retornam em teshuvá, está dito sobre eles: “e Hashem lhe mostrou uma árvore” (Shemot 15:25), e esta é a Árvore da Vida, e nela “as águas se adoçaram”. Pois então se afasta a amargura e o veneno da morte da Torá (o Pshat), e se revela nela a doçura que é o elixir da vida (o nível da Qabalah).

E este é Moshe Mashiach, sobre quem foi dito: “e o bastão de Elohim está em minha mão”. A Árvore da Vida é Moshe Mashiach, isto é, a neshamah de Moshe que será revelada com a vinda do Mashiach. Como está dito sobre ele antes da vinda do Mashiach: “o bastão de Elolim está em minha mão” (Shemot 17:9). Este bastão é Metatro"n, de cujo lado há vida e de cujo lado há morte, pois ele se transforma de serpente em bastão e de bastão em serpente. Quando se transforma em bastão, ele é ajuda para Moshe do lado do bem (O Sod da Torá - Atzilut), e a vida é atraída dele. E quando se transforma em serpente (Peshat, Remez e Derash - Mundos da Separação BYA), ele se torna oposição a Moshe, pois então há morte do seu lado, e imediatamente Moshe foge diante dele.

YAVÔ SHILÓH

O CÓDIGO

לֹֽא־יָס֥וּר שֵׁ֙בֶט֙ מִֽיהוּדָ֔ה וּמְחֹקֵ֖ק מִבֵּ֣ין רַגְלָ֑יו עַ֚ד כִּֽי־יָבֹ֣א שִׁילֹ֔ה וְל֖וֹ יִקְּהַ֥ת עַמִּֽים׃

Kohelet Rabba 1:9:

מַה־שֶּֽׁהָיָה֙ ה֣וּא שֶׁיִּהְיֶ֔ה

"Aquilo que foi, isso é o que será." Os sábios disseram: no futuro, as gerações se reunirão diante do Santo, bendito seja, e dirão perante Ele: “Mestre do mundo, quem dirá diante de Ti um cântico primeiro?” E Ele lhes dirá: “No passado, não disseram cântico diante de Mim senão a geração de Moshe, e agora não dirá cântico diante de Mim senão ele.” Qual a razão? Como está dito: “Cantai ao Hashem um cântico novo, Seu louvor desde os confins da terra, os que descem ao mar e tudo o que nele há” (Isaías 42:10).

(...) Rabi Berechiah disse em nome de Rabi Yitzchak: assim como o primeiro redentor, assim será o último redentor. Assim como o primeiro redentor — como está dito: “Moshe tomou sua esposa e seus filhos e os fez montar sobre o jumento” (Shemot 4:20) — assim também o último redentor, como está dito: “humilde e montado sobre um jumento” (Zechariah 9:9). Assim como o primeiro redentor fez descer o maná, como está dito: “eis que farei chover pão dos céus” (Shemot 16:4), assim também o último redentor fará descer o maná, como está dito: “haverá abundância de grão na terra” (Tehilim 72:16). Assim como o primeiro redentor fez subir a fonte de água, assim também o último redentor fará brotar as águas, como está dito: “uma fonte sairá da casa do Hashem e irrigará o vale de Shitim” (Yoel 4:18).

AKIVA

GILGUL MOSHÊ

גִּילִ֨י מְאֹ֜ד בַּת־צִיּ֗וֹן הָרִ֙יעִי֙ בַּ֣ת יְרוּשָׁלַ֔͏ִם הִנֵּ֤ה מַלְכֵּךְ֙ יָ֣בוֹא לָ֔ךְ צַדִּ֥יק וְנוֹשָׁ֖ע ה֑וּא עָנִי֙ וְרֹכֵ֣ב עַל־חֲמ֔וֹר וְעַל־עַ֖יִר בֶּן־אֲתֹנֽוֹת׃


Razá Ilaá!

sábado, 1 de outubro de 2016

O DNA DE DEUS




O "Olam ha'Assyáh (Mundo da manifestação) que é o "Olam hazêh (este mundo)" recebe sua influência e iluminação do nome Divino Adonai (אדני) cujo segredo é este:- O nome Adonai (אדני) contém as letras de "ADN-Y (אדנ-י)" ou quando permutado "Y-ADN (י-אדנ)".

Este mundo é o "Vergel" do Divino chamado nas escritos hebraicos de "Gan Éden Alai ha'aretz (גן עדן עלי אדמות) - O Jardim do Éden sobre a terra".

O "Yud-ADN (י-אדנ)" e uma combinação do Nome Divino "Yud Hê Vav Hê (יהוה)" com ADN (אדנ). Como foi explicado anteriormente em outro post intitulado "QABALAH & OS SÍMIOS", anteriormente o homem pré-adamico andava curvado até que recebeu a infusão do Nome Divino no seu ADN fazendo com que ele ficasse ereto e transformando o seu "ADN" comum no ADN DIVINO, o "Y-ADN (י-אדנ).

O Nome Divino "Yud Hê Vav Hê" possui o valor numérico igual a 26 e é por esta razão que hoje possuímos 26 ossos nos pés. Nosso ADN foi modificado pelos "Engenheiros Celestes" e é por isto que quando lemos sobre a formação do Adão Marciano encontramos "Vai'yetzer o "Yud Hê Vav Hê Elohim ET ha'Adam afar min ha'Adamáh (וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר מִן-הָאֲדָמָה,) cuja tradução é"E formou o "Yud Hê Vav Hê Elohim" o "Alfabeto da Humanidade da poeira de Adamah (Marte)... - Gênesis 2:7".

Em outro lugar diz "E plantou o "Yud Hê Vav Hê Elohim"  um Jardim no Éden de Qedêm e colocou ali a humanidade que havia formando (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר) - Gênesis 2:8".

Em uma das 70 camadas de códigos no verso, o Jardim é a terra e Qedêm é a galáxia e penetrando ainda mais, o verso contém "e lá o NOME no Alfabeto da Humanidade que havia formado'. 




AUTOR
Deepak Sankara Veda

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O Anjo No Espelho


Nós vimos algumas coisas místicas no filme Constantine com Keanu Reeves e também na recente série de tevê que, para os não iniciados, soam certamente como fantasia. Em função de clarear se são ou não fantasias, aqui vai uma história verdadeira, um relado da vida de um dos maiores místicos da QABALAH: Hayim Vital.

O ANJO NO ESPELHO

No primeiro ano após a morte do Ari, o rabino Hayim Vital ainda não havia sonhado com seu mestre e com o tempo, ele começou a temer que o Ari estava bravo com ele e começou a pensar que ele era um discípulo indigno.

Hayim Vital confidenciou esses medos para o rabino Yehoshua Albuv. Rabino Yehoshua lhe disse que ele conhecia um Nome Sagrado que poderia invocar o anjo Tsadkiel, e que este anjo poderia lhe revelar o motivo da ausência do Ari. Mas esse anjo somente poderia ser visto em um espelho. Rabino Yehoshua ensinou o Nome secreto para Hayim Vital.

Na semana seguinte, ele jejuou e mergulhou na mikváh. Em seguida, no quinto dia de Av, o yarhzeit da morte do Ari, Hayim Vital se colocou diante do espelho e pronunciou o Nome Santo. De repente, uma luz ofuscante surgiu no espelho e Hayim Vital fechou os olhos. Quando ele os abriu, ele mal foi capaz olhar para a presença no espelho. Quando seus olhos se adaptaram a essa grande luz, ele reconheceu que era realmente um anjo.

O anjo falou primeiro e lhe disse: "Eu vim ao seu comando. O que é que você deseja saber?" E Hayim Vital respondeu: "Diga quem você é e qual é o seu papel celestial". E o anjo disse: "Meu nome é Tsadkiel, e eu sou o anjo que veste cada alma que entra Paraíso com uma peça de vestuário de grande pureza, tecida pela noiva de Deus. Eu também eu fui o rabino de Abraão, o patriarca, e lhe ensinei os Caminhos da Sabedoria e agora eu estou pronto para revelar a minha Sabedoria para você". Então Vital pediu ao anjo para o ajudar a contactar o Ari no Mundo Vindouro, pois desde sua morte, o Ari estava em silencio.


Hayim Vital também perguntou a Tsadikiel se ele tinha de alguma forma pecado e, portanto, havia se tornado indigno da presença do Ari em seus sonhos. Em resposta Tsadkiel disse: "Saiba que o santo Ari preparou um lugar para você no paraíso, ao lado dele, junto com o rabino Akiva e Rabi Yohanan ben Zakkai, porque você é um verdadeiro tzaddik (justo) aos olhos de Deus, no entanto, há um pecado que detém o Ari voltar a visitar você no mundo dos sonhos". E Hayim Vital perguntou: "Que pecado é esse?" O anjo respondeu: "Em sua vida, você é perfeito, mas você não tem feito o suficiente para que os outros realmente se arrependam, para fazer a vinda do Messias (inauguração da Era Messiânica) possível, e até que você aceiter o fardo de ser um tsadic e trazer outros ao arrependimento, o Ari não voltará a visitar você, mas se você conseguir isso, ele irá guiá-lo em seus sonhos como ele fez quando ele estava no mundo. Então Hayim Vital jurou que iria fazer de tudo para fazer os outros conscientes do poder do arrependimento para apressar o fim dos dias e quando testemunhou este voto, Tsadikiel desapareceu do espelho e se foi. Então, noite e dia Hayim Vital dedicou-se a cumprir o seu voto, e antes do fim do ano o Ari começou a visitá-lo em seus sonhos, e mais uma vez se tornou o seu guia.

A Caligrafia do Messias

No terceiro yarhzeit da morte do Ari, Rabi Hayim Vital sonhou que ele estava sozinho em casa, lendo o Zôhar, quando alguém bateu na porta. Quando ele a abriu, viu o Ari. Mas, mesmo no sonho, lembrou-se que o Ari não estava mais entre os vivos, e ele entendeu que, se a Ari tinha vindo a ele de tão longe, ele deve ter algo muito importante para lhe dizer. O Ari então lhe disse: "Sempre foi o seu desejo de ver a caligrafia do Messias! Veja, eu lhe trouxe uma carta de próprio punho, uma mensagem do Messias Abra-a!

Hayim Vital pediu ao Ari para jurar três vezes que a carta foi realmente escrita pelo Messias. E o Ari jurou. Então Hayim Vital quebrou o sele e abriu a carta e ele viu palavras escritas em fogo negro no branco e da forma na qual as letras são escritas em um rolo da Torá. Daquelas letras flamejantes emergiu a revelação e ele soube que os passos do Messias em breve seriam ouvido na Terra de Israel e que tudo deveria ser preparado.

Quando Hayim Vital acabou de ler a carta, ele olhou para cima e viu que o Ari tinha desaparecido. Voltou-se para a carta, mas desta vez ela estava escrita em fogo branco no preto. Lá, nas letras de fogo branco, os mistérios do Messias foram revelados. E Hayim Vital tremeu de pavor ao ler aquelas palavras memoráveis. No momento em que Hayim Vital ler a última palavra escrita no fogo branco, ele acordou. E a primeira coisa que viu quando abriu os olhos foi uma pomba fora de sua janela, com algo em seu bico que parecia ser uma carta. Em seguida, a pomba levantou vôo e ele a seguiu até que ela desapareceu".

Também lemos e estuados que Hayim Vital chamava demônios no espelho e os obrigada a revelar a verdade. Hayim Vital é o verdadeiro John Constantine.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Krypton - A Ressurreição De Efraim

KRYPTON

Krypton - do Grego "Oculto/Escondido". É também um elemento químico na Tabela Periódica cujo símbolo é "kr" e o número atômico é "36". Logo, Crypton 36 é no hebraico místico "Lamed Vav Nistar" que significa "36 Oculto". O segredo é que o "messias é uma centelha oculta em todo ser humano" ele é chamado "Tzadiq Nistar (Justo Escondido/Oculto)". É uma questão do amor divino que D'us enviou Israel para o exílio para espalhar a sabedoria entre todos os povos e trazer o despertar da centelha messiânica em todos nós, e por isto O Sagrado inspirou a criação da personagem Kal'ël porque este nome pode ser traduzido também para "Todos são Ël ou, aplicando compreensão, "Todos são Divinos", pois todos tem a centelha do messias em si mesmos. Veja o vídeo, aprenda, espalhe o Dharma, o Despertar.

Os Sinais são tão claros, tão evidentes, tão surpreendentes, maravilhosos. Em 2002, nosso amigo Raul Kuk veio para nossa Sinagora e no ano seguinte fez sua Brit Milá (Circuncisão). Nossa Qehilá ficava na casa número 583 da Rua Gastão Vidigal, na Vila Amorim, em Suzano, e Raul Kuk mora na mesma rua no número 538, os mesmos números em posições diferentes. Ano passado, quando o filme Man Of Steel foi lançado, Raul tinha 36 anos. As iniciais de Raul Kuk são Rk que ao contrário ficam Kr que é o símbolo do Elemento Químico Krypton e junto com sua idade Krypton 36 e os números 538 permutados se tornam 358 que é a gematria de Mashiach (Messias). Cada alma que vem até nós é um livro codificado repleto de mistérios e cabe a cada pessoa decodificar. Foi Raul que em 2006 fez uma palestra para nós sobre o Homem de Aço no antigo Espaço Universos. Quando a mim, eu nasci sobre a influência da Porção Shelach Lechá.

No universo de Man Of Steel, os descendentes de Kal-El, o Superman original, continuam a defender o seu legado de heroísmo no século 853rd. Permute os número 853 e você terá tanto 358, como 538 e 583. Seria isto um mero acaso?





VÍDEO

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Olhando Para Dentro...

"Este é o lugar onde não podemos olhar", pensou. "Ai está o local que as Reverendas Madres tão relutantemente mencionam. O lugar onde, somente o Kwisatz ha'Derak poderá penetrar" - Duna página 449.



A alma não desperta não pode penetrar no lugar onde os mistérios se ocultam, onde estão escritos e entesourados no interior. Somente o desperto o pode.

Para as demais é um caminho perigoso e que pode "ferir" a mente não preparada e que não adquiriu mérito para penetrar mistérios da Sabedoria. Portando, os mistérios não são para todos.

É como os quatro rabis que penetraram no PaRDeS, o paraíso místico da Sabedoria, o Pomar Secreto, e apenas um sobreviveu.

É um risco para o professor que, sem ponderar, ou por razões financeiras, coloca o aluno como guarda de um tesouro secreto. Assim para estes que vendem a Sabedoria para qualquer um, mercenários que não, mostram não possuir amor nem pela Sabedoria e seus mistérios e nem por seu aluno.



Somente aquele que atingiu o nível de consciência de Mashiach (o desperto, o buddha) poderá penetrar, decifrar e compreender mistérios elevados. 

Há, portanto, uma proibição de ensinar a Sabedoria para aquele que não atingiu o "MEM (מ)", pois aquele lugar secreto, o domicílio da Sabedoria, é o lugar no qual ele não poderá entrar, o Heichal ha'Sodot (Palácio dos Mistérios), e mesmo que chegasse até a Porta, como poderia passar por Ela sem mencionar o nome da Sentinela e obter permissão? Assim, é perigoso para ele até mesmo tentar.

Este é o lugar qual as "Reverendas Madres (os 50 portões do entendimento, da compreensão) tão relutantemente ousam mencionar ao não desperto. Somente o Kwisatz ha'Derak (O desperto) poderá ouvir dos lábios da Mãe Divina (A Compreensão) sobre os tesouros nele segredados.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Segredos do 11 de Setembro de 2001



Ler o Zohar é uma coisa. Lê-lo com kavanná é outra coisa e decifrá-lo é um esforço e um trabalho sobrenatural. Assim, no Zohar foi escrito: 

"No ano 66, o Messias (Mashiach) aparecerá na terra de Galiléia, ele é chamado Messias Filho de José (Mashiach ben Yosef) que aparecerá conseqüentemente na Galiléia (Beith Lechem)".

Vamos começar pelo termo hebreu "shaná (ano)". Sua gematria (cálculo numérico) é igual a 355 e este por sua vez é o mesmo da palavra "sefirá (esfera da Árvore das Vidas)". O número 66 é o nosso próximo passo. Ele é a gematria de "ben David (filho de David)" que é um código para o "Messias filho de David" e este alude a "sefira de malchut" na Árvore das Vidas e também à shemitá (no ano shabático). O ano de 2001 foi o sétimo na contagem das sefirot (sefirot é o plural de sefirá que é o mesmo que ano).

No mesmo trecho citado acima, o Zohar diz: "Um pilar de fogo (Amud HaEsh) aparecerá do céu a terra e será visível durante quarenta dias. Neste momento, o Messias aparecerá na Galileia".

O ataque ao WTC (World Trade Center) aconteceu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001. Logo, um "pilar de fogo" foi visto do céu a terra...". 

Onze (11) em hebraico é "echad esser (אחד עשר) cujo valor numérico é igual a 583. Este valor quando permutado torna-se 358 que é a gematria de "Mashiach (Messias). O Primeiro vôo a ser lançado na Torre Norte do WTC foi o vôo 11.

No primeiro passuq (verso) do Zohar Sagrado citado acima, está dito que este evento do "aparecimento do messias" se daria na Galilélia, que é Beith Lechem (Belém). Os eventos descritos no Zohar tem varias faces, assim como a Torah tem 70 Faces (mistérios) para cada verso.

A Galil (Galiléia) citada aqui é a Galil celeste, a Constelação de Virgem, que é representada na roda do zodiaco por uma jovem que segura na mão esquerda um feixe de trigo, e portanto a Constelação de Virgem é chamada pelo código de "Beith Lechem (Casa do Pão)".

Os ataques ao WTC ocorreram em Setembro que no ano está sobre a influência da Constalação de Virgem.

Na manhã do dia 11, eu vi pela tevê o vôo 175 se chocar contra a Torre Sul. Eu residia no número 583 da rua Gastão Vidigal. Meu nome é titulo "Rav Misha"Ël (רב מישאל)" resultam em 583 no calculo de gematria, e eu nasci no ano de 1966 na maternidade do Belém (bairro paulista). O ano em que eu nasci foi também um ano  de malchut, isto é, ano shabath na contagem das sefirot, e por isto eu posso compreender estes códigos, pois eu fui destinado para está época, destinado a penetrar a Sabedoria do Zohar  e revelá-la. Não existe acaso no universo.

Este é, ao menos em parte, o segredo por trás do evento do 11 de Setembro, e há muito mais. Bendito sejas Tú, Eterno, nosso Eloqim, que revelas os mistérios! Umen!

Para esta questão de aprendermos mais sobre como o acaso não existe, recomendo assistirem ao filme "Sinais" com o ator Mel Gibson. Shalom

sábado, 16 de abril de 2011

Segredos Sobre O Cajado De Moisés


"O Cajado de Mestre Yoda é na verdade uma alusão à letra hebraica "Vav" que tem o poder de influenciar o mundo material".
            
"Oito coisas foram criadas no segundo dia da criação, ou seja, o Bem, o Maná, o Cajado, o Arco-íris, a arte de escrever, os caracteres da escrita, as vestes e os espíritos destruidores".


Pirkê Rabino Eliezer

Quando se fala na “Vara” de Moisés logo as pessoas imaginam uma haste de madeira que era usada pelo pastor para apascentar suas ovelhas. A maioria das pessoas logo imagina um cajado de madeira, que era o que, o Cajado de Moisés não era. Uma haste que, nas mãos de Arão, o sumo sacerdote, era dotada de poderes milagrosos que liberaram as diversas pragas que precederam o Êxodo dos Israelitas do Egito. Nesta função, o Cajado de Moisés poderosíssimo.

Na Literatura Rabínica

"A vara com a qual Jacó atravessou o Jordão era idêntica à que Judá deu à sua nora, Tamar (Gen. 38:18). É também a vara com a qual Moisés trabalhou (Ex. 4. 20 21), com a qual Arão realizou maravilhas diante de Faraó vii (Ex.. 10), e com o qual, finalmente, Davi matou o gigante Golias (I Sam. 17. 40). Davi deixou para seus descendentes, e os reis posteriores usaram-na como um cetro até a destruição do Beit ha’Miqdash (O Templo Sagrado), quando milagrosamente desapareceu. Quando o Messias vier (entenda-se "era messiânica chegar"), será dada a ele como um cetro em sinal de sua autoridade sobre as nações".

De qual material era feito?

Era feito de safira e pesava 40 sa'ah, isto é, seis quilos (um Sa'ah = £ 10,70), e trazia a inscrição que era composta pelas iniciais dos nomes hebraicos das Dez Pragas.

Quando Foi Criado?

Deus o criou no crepúsculo do sexto dia da Criação e o entregou a Adão. Quando Adão se exilou do paraíso (Gan Éden), o levou com ele. Depois o passou às mãos de Enoque, Shem (filho de Noé), Abraão, Isaque e finalmente para as mãos de Jacó. Sucessivamente veio para a posse de Iosef ha'Tzadiq que era filho de Jacó. Com a morte de José, os nobres egípcios se apossaram de alguns de seus pertences entre os quais estava o Matêh (Cajado). Jethro que viria a ser o sogro de Moisés se apropriou do Cajado. Ele o plantou em seu jardim que ficava dentro da sua tenda, e foi quando sua virtude maravilhosa foi revelada pelo fato de que ninguém conseguia o retirar do chão, e até mesmo tocá-lo era um desafio cheio de perigos para a vida. Isso acontecia porque o Inefável Nome de Deus (יְהוָה) estava gravado nele. Quando Moisés que havia fugido do Egito entrou casa de Jetro, ele leu o Nome, e por meio dele foi capaz de retirar o Cajado do solo, e por isto Tzípora, filha de Jetro, foi-lhe dada em casamento. Seu pai havia jurado que ela somente seria esposa do homem fosse capaz de dominar a “Vara milagrosa” e de nenhum outro (Pirke Avot 40; Sefer ha-Yashar), e eu penso que é daqui que originou-se a lenda do rei Arthur e sua Escalibur. 

Deve, no entanto, ressaltar que a Mishná (Ab. v. 9) diz que ainda ninguém sabia nada sobre a criação milagrosa do Cajado de Aaron. Este fato da suposta origem sobrenatural do Cajado explica a afirmação que a “Vara de Arão” junto com suas flores e frutos, foi preservada na Arca da Aliança pelo rei Josias, que previa a iminente catástrofe nacional, e escondeu a Arca e seu conteúdo. O seu paradeiro permanece desconhecido até que, na era messiânica, o profeta Elias irá revelá-la.


*Quando o Cajado se transformava em serpente, o animal era maior do que um camelo.

*Moshê (Moisés) era uma encarnação do Messias "Shiló" e por isto o Cajado foi dado a ele, conforme o segredo interno do passuq 10 do Gênesis 49. Neste passuq encontramos as palavras יָבֹא שִׁילֹה palavras estas cujo valor em gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas) é igual a 358 que é o mesmo do termo "Mashiach". O nome messiânico "Shiló (שִׁילֹה)" é igual a 345 e este é o mesmo de "Moshê (Moisés)".

A Escalibur


"Excalibur , ou Caliburn , é a lendária espada do rei Arthur , às vezes também atribuída com poderes mágicos ou associada à legítima soberania da Grã-Bretanha . Às vezes, Excalibur e a Espada na Pedra (a prova da linhagem de Arthur) são a mesma arma, mas na maioria das versões elas são consideradas separadas. Excalibur foi associada com a lenda Arthurian muito cedo. Em galês, é chamado Caledfwlch; em Cornish, Calesvol; em Breton, Kaledvoulc'h; e em Latim, Caliburnus".


Mjölnir

O velho Noruego Mjǫllnir / mjɔlːnir / se torna regularmente Mjøllnir / mjœlːnir / no antigo islandês até o século 13. A forma islandesa moderna é Mjölnir , norueguês e dinamarquês Mjølner , sueco Mjölner . O nome é derivado de uma forma proto-germânica * meldunjaz , da raiz germânica de * malanan "para moer" produzindo uma interpretação de " o triturador, triturador ". Além disso, há uma sugestão de que a "arma do trovão" mitológica que recebeu o nome da palavra "grindstone (mó)" é considerável, a era Proto-Indo-européia (se não Indo-Hitita ); De acordo com essa sugestão, a arma divina do trovão (identificada com o relâmpago) do deus da tempestade foi imaginada como uma grindstone (russo molot e possivelmente Hittite malatt - " marreleiro , bludgeon"), refletido no russo молния ( molniya ) e Welsh Mellt "relâmpago "(possivelmente cognado com Old Norse mjuln "fogo"). Nos textos da velha nórdica, Mjölnir é identificado como hamarr "um martelo", uma palavra que em noruegueses velhos e alguns dialetos noruegueses modernos pode significar "martelo", bem como "pedra, rocha, penhasco", em última instância, derivado de um indo-europeu palavra para "pedra, ferramenta de pedra", h₂éḱmō ; como tal, é conhecido com o sânscrito aśman , que significa "pedra, pedra, ferramenta de pedra, martelo", bem como "raio".


Jedi Lightsaber


Um sabre de luz é uma espada de energia que aparece no universo ficcional-filosófico de Star Wars . Um sabre de luz típico geralmente consiste em um punho de metal geralmente cerca de 11 polegadas (28 cm) de comprimento que projeta uma lâmina de energia brilhantemente iluminada geralmente em torno de 3 pés (91 cm) de comprimento). O sabre é a arma assinatura da Ordem Jedi e seus Sith homólogos, ambos os quais podem utilizá-los para o combate próximo , ou para desviar Blasters.

Os números aqui citados são muito importante em numerologia cabalista. 28 é a gematria da palavra para "força (Coach)" e 91 é a gematria da palavra para "Anjo (Malach)". Além disso, a mão possui 14 falanges cada uma, sendo 28 ao toda nas duas.



"Ele pegou a "Vara" que estava em sua mã, e a deu a Gehazi, dizendo-lhe: não fale com a sua boca nenhuma palavra; vá e coloque a Vara sobre o rosto do rapaz, para que ele possa viver".



"Agora, quanto a Gehazi, o assunto era risível aos seus olhos, e a cada homem que conheceu ele disse: você? Acredita que esta Vara vai reviver os mortos?".


Pesquisa: 
Avraham ben A´aron Kuk
Tradução:
Misha'El Yehudá
(com acréscimos e explicações)



[1] O Nome brilhante de Fogo

O Artesão Da Luz