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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Chaim Vital:- O Saltador De Dimensões

Chaim Vital 
O Saltador De Dimensões
“Kiftzat Há’Dera’k”



"Era manhã do dia onze de novembro de 1577, rosh chodesh Kislev, o primeiro dia do novo mês do luach hebraico antigo. O mestre acordou cedo, como de costume, antes dos primeiros raios do sol iluminarem os telhados das antigas casas da aldeia de Tzfat (Safed) - a cidade mística dos qabalístas judeus, o vilarejo dos estudantes da Sabedoria Escondida. Ainda em sua cama, mentalmente, recitou o Shivit cognitivamente com introspecção, a temurá do Nome Divino de quatro letras correspondente ao mês vigente para, logo a seguir, pronunciar diligentemente e sussurradamente o Modê Ani . Se levantou e caminhou até a pequena mesa sobre a qual descansavam uma pequena bacia de cerâmica e um cântaro médio cheio com água. Tomou a vasilha com a mão direita e entregou-a à esquerda e com kavaná e alternadamente, conforme a tradição do Zôhar, fez a ablução conforme a transmissão esotérica.

Depois de fazer sua higiene pessoal, vestiu os tzitziot, após de recitar a brachá (benção) apropriada, atou os tefilin e se cobriu com seu talit. Proclamou as bênçãos da aurora e seguiu recitando a Amidá de Shacharit cantilando cada letra e meditando em cada nikud e com as tagin das otiot sagradas e foi somente ao terminar, dando três passos para trás e se inclinando para a esquerda, direita e para o centro, que se sentou à mesa para o seu café da manhã. Pães frescos recém assados por sua maravilhosa esposa Oirá Boêina, descansavam dentro de uma cesta feira de folhas de tamareira trançadas. Outras duas continham tâmaras recém colhidas pelo quitandeiro da aldeia e que as entregava de casa em casa e um favo de mel deliciosamente fresco e que o mestre comprava do apicultor da vila.

- Boqer Tóv zugotí – disse o mestre, expressão que significa “Bom dia minha alma gêmea”. Oirá se aproximou e beijou o mestre: - Bom dia raboni – que quer dizer “meu mestre”. Vital se alimentou, agradeceu pela provisão à sua amada esposa, lavou as mãos sem pronunciar benção, uma vez que isto não era adequado e recitou a brachá de agradecimento pela provisão e, como de costume, saiu para caminhar.

O sol timidamente começava a anunciar sua presença suavemente espargindo sua luz sobre a maravilhosa aldeia de Safed e colorindo as nuvens com um púrpuro místico, mas, não foi o sol que lhe sequestrou a atenção e sim a maravilha estrela adornada por uma luminosa cauda que mergulhava por detrás das colinas de Tzfat. Sua longa e luminosa causa foi vista sobre o mar da Galiléia. O mestre se sentou em um banquinho de madeira embaixo de uma frondosa tamareira e a observou desaparecer atrás dos montesinos do lurgo esotérico de Israel. Permaneceu ali, pensativo, refletindo consigo, após o que, se decidiu pela mudança para Jerusalém. Um mistério se vestiu em sua decisão e nem mesmo os companheiros ousaram o questionar sobre sua decisão. 

Quinze dias depois, com aquela maravilhosa estrela ainda brilhando sobre os céus de Israel, o mestre e sua família sagrada se assentou em uma nova casa nos arredores da cidade santa. Dizem que ele comentou, ao pé dos ouvidos dos amigos da assembleia sagrada, da lembrança que teve enquanto observava a estrela. Recordou-se da instrução de seu agora oculto professor, o Sagrado Leão de Safed, o Tzadiq Nistar, sobre as palavras de Raban Iochanan Ben Zakai que ele viu surgir, misticamente, em sua testa numa Shabat do ano do seu ocultamento: “E preparem uma cadeira para Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo”. Foi esta a razão da mudança do mestre junto com sua família para Jerusalém no ano do Grande Cometa de 1577 apareceu.

Certa manhã, após realizar todo o seu ritual sagrado e tomar seu delicioso café regado com tâmaras frescas e aquele delicioso favo de mel, caminhava pelas vielas da antiga cidade quando, um dos guardas do palácio real, bastante ofegante, por sinal, o abordou, engasgando com as palavras enquanto buscava fôlego para lhe declamar as palavras do Sultão de Jerusalém:

“O rei – pausou respirando com dificuldade – requer vossa presença – suspirou aliviado”. Havia caminhado por quase todas as vielas à procura do grande cabalista. Nenhum judeu naqueles dias jamais pensaria em não atender a um chamado do Sultão de Jerusalém “- e certamente – pestanejou franzindo a sobrancelha esquerda – eu não serei o primeiro” – disse para si enquanto caminhava ao lado do guarda real que recebeu ordem de o escoltar até o palácio. O mistério lhe aquecia as almas.

“- Pelas barbas de Rabi Akiva...” – balbuciou puxando as próprias zaqenot “ – e pela luz da lâmpada sagrada, o que será que deseja o sultão comigo?” – discorreu em seus pensamentos.

Adentraram, depois de vinte e seis minutos de andança, os portões do palácio entre olhando-se como se aliviados ambos por terem alcançado as entradas da oponente edificação sãos e salvos.

“- Dias perigosos!” – sussurrou o guarda ao que Vital, franzindo a sobrancelha esquerda, demonstrou concordar. O guarda sei foi.

“- Eu ouvi, enquanto caminhava pelas ruas de Jerusalém, o som de águas subterrâneas correndo por baixo desta grande e sagrada cidade e curioso” – disse o sultão – “me informei com meus sábios sobre este mistério e eles me revelaram se tratar das águas do rio Giom que foi selado pelo rei Ezequias” – completou.

“- Alteza” – disse o mestre se curvando da forma apropriada – “ – se me permite o questionar, foi por este mistério que o rei mandou me chamar?

“- Não!” – Respondeu o sultão. “- Eu o mandei chamar porque, fui informado pelos meus sábios, que você é o mais elevado cabalista em toda Israel e que somente você poderia retirar o sifão e abrir a fonte do Giom e é o meu desejo que você o faça!” – Exclamou o rei apontando seu cetro na direção do coração do mestre.

Vital estremeceu e em poucos segundo refletiu sobre toda as meditações que teria que realizar para abrir o manancial do Giom. “- E se eu falhar...” – Pensou. O medo o tomou de súbito.

“- Agora que você conhece o meu desejo, vá e o realize para mim!” – Ordenou o sultão fazendo um sinal para que um guarda o escoltasse até ao portão do palácio.

Vital saiu, curvando-se adequadamente, atemorizado da presença do rei. Ao chegar em casa, atravessou a porta sob os sinos de vento colocados sob o telhado e se fechou em seu quarto. Acendeu muitas velas e tomando aquele antigo livro de meditações que ele mesmo havia anotado, intencionou com determinados nomes secretos e sagrados que ali estavam escritos. Os sinos de vento pendurados sob o telhado em frente à porta de entrada da casa tilintaram como que soprados por um vento esotérico assoviando mistérios. No quarto, o mestre já não era. Somente as cortinas dançavam à luz de velas acesas sopradas pelo mesmo ruach que fez cantar os sinos do lado de fora.

Que homem era este que recebia imediatamente o auxílio da provisão divina ao invoca-la? Vital reapareceu em Damasco caminhando pela rua principal como que saído de lugar algum. Ninguém o notou. À noite, o sagrado Leão, veio a ele em um sonho, enquanto Vital se revirava na cama da velha hospedaria de Damasco no quarto iluminado pelas flamas de uma vela e lhe perguntou:

“- Por que você fugiu?” – “- Tive medo meu mestre” – respondeu o cabalista ao seu professor e tentou infortunadamente lhe explicar:

“- As meditações eram muito complexas e eu temi pela minha alma” – justificou-se o cabalista tentando convencer o seu mestre.

“- Dezesseis dias atrás em vim até você cavalgando uma brilhante estrela e lhe recordei das palavras de nosso mestre ben Zakai quando estava para morrer, e você sabe que você é a reencarnação de Ezequias, rei de Judá, que fechou a fonte superior do Despertar e era sua tarefa retirar o sifão a liberar as águas e você me diz que teve medo por causa das temurot que teria que realizar? – Lhe repreendeu o sagrado professor.

“- Sim meu mestre!” – Tentou novamente se justificar o cabalista ao que seu mestre lhe questiounou: “ – E como você chegou a Damasco? Não foi através das muitas permutações sobre os Nomes Sagrados?” – O lembrou seu amado instrutor.

“ – Esta bem mestre, eu vou voltar lá amanhã e vou retirar o sifão!” – Vital disse arrependido, ao que o mestre lhe respondeu enquanto esvanecia de seu sonho: “ – O dia era hoje e agora somente daqui a quatrocentos e trinta e seis anos, no primeiro dia do festival de Hannuká quando outro Anjo do Sagrado Nome aparecer anunciando a chegada da Era messiânica, e eu o estarei cavalgando novamente...” – sumiu.

Vital desistiu de voltar para Jerusalém e mandou buscar a família. Ele se ocultou do mundo atravessando a cortina para uma nova reencarnação no 123º dia do ano de 1620 aos 77 anos. Em muitos livros se anotaram o seu feito milagroso de ter saltado, atravessando dimensões, até reaparecer na cidade de Damesheq no ano de 1577".

O Mistério Do Rio Giom

O rio Gichon é mencionado no Gênesis como um dos quatro afluentes do principal rio que fluía do Éden para regar o Jardim místico de D’us.  Ele é identificado pelos sábios como o manancial do despertar e que foi represado pelo Rei Chizkiahu (Ezequias) que era o responsável para inaugurar a Era messiânica. A missão passou ao Rabino Chaim Vital que era uma reencarnação de Ezequias e ele postergou a inauguração da Era messiânica se recusando a obedecer ao sultão de Jerusalém (D’us). A gematria de Gichon é igual a 77 “im há’kollel”.


O Mistério Do Sifão

O termo sifão vem do hebraico “sifon”  e a sua gematria esconde o seu verdadeiro segredo. Sifão possui seu valor numerológico igual a 207 que é o mesmo da palavra hebraica “raz” que significa “mistério divino”. O sifão foi o selo colocado pelo rei para represar as águas dos mistérios divinos da Sabedoria Escondida da Torá. A gematria do nome do rio é a mesma da palavra “mazal” cuja raiz “nozel” significa “a partir do oculto não revelado”. Retirar o sifão e liberar as águas do Giom significa “abrir das fontes do despertar messiânico” através da revelação de mistérios divinos que nunca antes haviam sido revelados.

A gematria das palavras de Raban Iochanan ben Zakai quando estava para morrer “Ve’hachino kissê le’Chizkiahu melech Yehudá, shevô “E preparemos uma cadeira para Ezequias, o rei de Judá, ele está vindo” é igual a 773 em gematria “im há’teivot”. O valor 773 corresponde ao ano hebraico 773 do quinto milênio que foi correspondente ao gregoriano 2013.

436 anos depois...

No ano 2013, uma maravilhosa estrela apareceu alcançando sua máxima aproximação do sol no primeiro dia do Festival de Hannuká e o restante, você já o conhece...



Autor 
Dipankara Vedas 
Misha’Ël Há’Levi 
Kalamus Elohai 
O Mistério Do Cometa 
“Zechar-Yáh”

Compre aqui o livro 'Kalamus Elohai'

sábado, 18 de março de 2017

Doctor Who: Quem é o senhor do tempo?


Doctor Who (דוקטור הו) em hebraico resulta em gematria (numerologia cabalista) igual a 336. O Primeiro ator a interpretar o Senhor do Tempo na televisão britânica foi William Hartnell que faleceu no dia 23 de abril de 1975 aos 67 anos. 

Rabbi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) foi o mais proeminente discípulo do grande cabalista do século XVI, o Rabino Isaac Lúria. Rabbi Chaim tinha a habilidade de se deslocar no tempo e espaço, como registrado em muitas narrativas cabalistas, desaparecendo de uma cidade e aparecendo em outra instantaneamente, como Lemos em uma agaddá onde ele salta de Jerusalém para Damasco na Síria usando os Nomes de D'us. Rabbi Chaim Vital faleceu no dia 23 de abril de 1620. 

O valor 67 é a gematria do Nome Elul (אֱלוּל) um acrônimo do verso de Cânticos dos Cânticos do Rei Salomão "Ani le'dodi vê'dodi li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja tradução é "Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu". A gematria deste verso é igual a 185 é que é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - Eu sou Chaim Vital'. Quem é no Senhor do Tempo? Doctor Who é uma parábola sobre o verdadeiro Senhor do Tempo, a alma do mestre Chaim Vital que, segundo o Portão das Reencarnações, já se regenerou 12 vezes... 

William Hartnell - Falecido em 23 de abril de 1975 aos 67 anos

Existem outras situações que trazem evidencias sobre este mistério em toda a série. No episódio "Let´s Kill Hitler" que foi ao ar em 27 de agosto de 2011, o Doutor morre e é revivido por River Song sua alma gêmea. No final do episódio, o Doutor vê em uma tela a data da sua morte: 22 de abril de 2011 - 5h02pm. Como o episódio foi ao ar à noite, no calendário hebreu já era o dia 23 de abril, data do hilulá no calendário juliano da passagem da alma do Rabbi Chaim Vital.



O primeiro episódio da 6ª temporada "The Impossible Astronaut (O Astronauta Impossível)" foi ao ar em 23 de abril de 2011.


"Personagens são almas e almas reencarnam".



"It all just disappears doesn't it? Everything you are, gone in a moment like breath on a mirror. Any moment now, he’s a coming, The Doctor and I always will be. But times change and so must I. We all change, when you think about it. We are all different people all through our lives and that's okay, that's good you've got to keep moving so long as you remember all the people that you used to be. I will not forget one line of this, not one day, I swear. I will always remember when The Doctor was me...".

"Tudo isso simplesmente desaparece, não é? Tudo que você é, se vai em um momento como a respiração em um espelho. A qualquer momento agora, ele está chegando, O Doutor e eu sempre serei. Mas os tempos mudam e eu também. Nós todos mudamos, quando você pensa sobre isso. Somos todos pessoas diferentes durante toda a nossa vida e tudo bem, isso é bom e você tem que continuar se movimentando, desde que você se lembre de todas as pessoas que você costumava ser. Eu não vou esquecer uma linha disto, nem um dia, eu juro. Eu sempre lembrarei quando o doutor era eu ..."

Doctor Who indo para sua 12ª reencarnação

Autor
Deepak Sankara Veda​
Misha'Ël Ha'Levi

segunda-feira, 13 de março de 2017

A Assinatura Da Alma (Néfesh)


A alma está no sangue

"Porque a néfesh (alma) está no sangue (כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר, בַּדָּם הִוא)" - Vaikrá (Levítico) 17: 11. 

Como a alma está no sangue, ela produz uma assinatura de acordo com sua origem e raiz e o que se tornou sábio reconhecerá este segredo. 

O meu nome civil é Paulo (פאולו) e o valor numerológico do meu nome é 123. Minha alma tem raiz na alma do sábio Chaim Vital (חיים ויטל) cujo nome possui o mesmo valor numerológico que é 123.

Como Chaim Vital eu também fui visitado (e ainda sou) pelo Profeta Eliahu. Em hebraico "Eliahu Ha'Navi Bô (אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא) - Veio o Profeta Elias" possui a gematria (valor numerológico) igual a 123. 

אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא
123

Cento e vinte e três (123) é também a gematria de "Nés Ahavá (נס אהבה) - Milagre do Amor" e outros mais segredos. 

Abaixo o meu teste de glicose realizado na manhã de 12 de Fevereiro de 2017 (123 mg/dl). Nada acontece por acaso e a assinatura do Divino está em toda Sua criação. 


Eu nasci em 1966 na Maternidade do Belenzinho no bairro do Belém em São Paulo. Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito:- "B'ney Beit-lechem, meá asserim u'shloshá (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.) - Os Filhos de Belém: Cento e vinte e três. 

בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה

Não é mais possível flertar com o ordinário (comum) depois do Despertar da alma. Eu alcancei o despertar total no dia 270 do ano solar de 2014. O valor 270 é a gematria do nome Ër (עֵר) cujo significado é Desperto.

A Residência Da Néfesh

De acordo com o Likutei Amarim Tania, a alma mora no ventrículo esquerdo do coração onde há sangue. Diz o Tania:

"O domicílio da alma animal (néfesh ha'bahamit), que é derivada da Qlipá Noga (casca brilhante) em todo o judeu é no coração, no ventrículo esquerdo que é cheio de sangue. E está escrito: "Pois o sangue é a néfesh (Levítico 17:11)".

Likutei Amarim 9

No dia 3 de maio de 2012 eu fui acometido de uma arritmia cardíaca e precisei ser medicado na santa casa. Por que no dia 3 e não no dia 4? Por que no dia 3 e não no dia 2? Porque o dia 3 de maio é o 123º dia do ano no calendário solar, restando para o final do ano 242 dias. Em 2012 me foi revelado o segredo do Nome Divino Zechariáh, o Nome que tem o poder de abrir os arquivos celestiais e todas as lembranças da alma.

Cento e vinte e três é a gematria de Chaim Vital e Paulo e duzentos e quarenta e dois é a gematria do Nome Zechariáh cujo significado é "Yáh se lembrou" e também "Yah fará recordar (as memórias da alma)".

זְכַרְיָה
242

Dois anos depois, no dia 3 de maio, no 123º dia do ano solar, eu me recordei dos segredos da minha vida passada e descobri quem eu era realmente. Eu nomeei este dia "O 123º dia do ano do Despertar".

Claro, neste momento, os religiosos ortodoxos que estão lendo este artigo estão tendo comichões na alma e dizendo "como pode este impuro afirmar tal coisa?". Minha resposta: Perguntem para o Criador do universo cuja criação é perfeita.


Autor
Dipankara Vedas
"Misha'Ël Ha'Levi"
Com A Permissão Do Qadosh, Baruch Hú

sexta-feira, 10 de março de 2017

O Ninho Do Pássaro - Qan Ha'Tzipor


"Naquele tempo, o rei, o Messias, se levantará para sair do Jardim do Éden do lugar chamado o 'Niinho do Pássaro' e ele será revelado na terra da Galiléia" 

Zôhar Porção Shemot (Êxodo). 

Este é grande segredo que não foi revelado pelos antigos e sobre qual os novos nada sabem, ele se chama "Qan Ha'Tzipor (קַן הצִפּוֹר) - O Ninho do Pássaro". Na mesma parashá (porção) o Zôhar nos informa: 

"O Messias está escondido fora ao redor desse lugar, chamado "ninho do pássaro" é revelado a ele. Este lugar é anunciado pelo pássaro, que desperta diariamente no Jardim do Éden". 

Todas as manhãs há uma proclamação no Jardim do Éden, um criptograma é anunciado pelo pássaro que vive lá e somente o messias pode ouvi-la e decifrá-lo e quando ele o decifra, esta proclamação se chama "Ará D'Galilí (אַרְעָא דְּגָלִיל) - Terra da Revelação" que é a sefirá yesod. 

O que é o Ninho (קַן)? As letras aramaicas de "Qan (קַן)" contém as iniciais de "Qabalat Nistar (קבלת נסתר) - Recepção do Escondido", e o que é o Pássaro (צִפּוֹ"ר)? É a permutação (צִרוֹ"ף) - tzeruf - das palavras da Torá que é chamada "Gan Éden (Jardim do Éden) para revelar o seu segredo interior (ver a live Moisés, o Cajado & o Pássaro de Fogo). Na Torá este criptograma é chamado de "Gan be'Éden Mi-Qedêm (גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם) - que significa "a partir da Torá não revelada (escondida) que é Zeir Anpin (A Pequena Face de D'us).

Quando o messias (aquele que despertou) revela os segredos da Torá Escondida que ele ouve todas as manhãs do pássaro que habita no Jardim (as permutações) e vai e entra em um Palácio Celestial (nível de consciência) chamado "Ekron Avelei Tzion (אִקְרוּן אֲבֵלֵי צִיּוֹן)" que significa "Prantos de Sião" onde os santos anjos reais choram pela destruição do Beit Ha'Miqdash (O Templo Santo) que era o corpo de luz de Adam ha'rishon (o adão celeste) chamado templo e que foi fragmentado. Então, o santos anjos vem e dão ao messias uma veste púrpura chamada "Argaman (אַרְגָּמָן)" feita das luzes dos santos anjos Ariel, Rafael, Gavriel, Micael e Nuriel" e por esta razão se chama Argaman (אַרְגָּמָן), porque este nome contem as iniciais destes santos anjos. 

Muitos judeus, a grande maioria, guiado por religiosos ortodoxos, estão à procura do "esconderijo do messias" o "ninho do pássaro" há milênios, mas não o encontram porque estão procurando por um lugar físico e um messias físico ao invés de despertar a própria centelha do messias permutando as palavras da Torá Santa.

Até hoje, ninguém jamais havia revelado este mistério, mas eu o venho ouvindo do pássaro que habita o Éden já a alguns dias e hoje me foi dada a permissão para o revelar.


Autor
Eliahu Ha'Novi
"O Profeta Elias"
Publicado Por
Deepak Sankara Veda
Escritor Místico

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O Artesão Da Luz

O Artesão Da Luz
Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

"Todas as palavras postadas aqui tem por finalidade a revelação dos mistérios das escrituras. Por mais duras que algumas vezes possam parecer, elas não tem finalidade de agredir, difamar, caluniar quaisquer pessoas, instituições, religiões ou quaisquer práticas religiosas e seus líderes. É certo que determinadas práticas e seus respectivos lideres precisam sim serem trazidos à luz, mas através da revelação da verdade"

Tradição

"Então, aqueles que são sábios brilharão como o esplendor (Zohar) do firmamento, e aqueles que retornaram à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre (Dani´El Péreq 12, 3º Passuq)".

Aviso

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