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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Tzom Tammuz: O SEGREDO DO BEZERRO DE OURO



וַיִּקַּ֣ח מִיָּדָ֗ם וַיָּ֤צַר אֹתוֹ֙ בַּחֶ֔רֶט וַיַּֽעֲשֵׂ֖הוּ עֵ֣גֶל מַסֵּכָ֑ה וַיֹּ֣אמְר֔וּ אֵ֤לֶּה אֱלֹהֶ֨יךָ֙ יִשְׂרָאֵ֔ל אֲשֶׁ֥ר הֶֽעֱל֖וּךָ מֵאֶ֥רֶץ מִצְרָֽיִם

"Vayikach miyadam vaiotzer oto bacheret vaiaasehu egel massecha; vaiomru: "Eleh eloheicha Yisra'el asher heelucha me'eretz Mitzrayim"

"Ele (Aarão) tomou das mãos deles, formou (o ouro) com um cinzel e fez dele um bezerro de fundição; então eles disseram: ‘Este é o teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.’" - Shemot 32:4


Shaar HaPessukim, Ki Tisa siman 32:

O assunto do Bezerro: É necessário saber qual era a intenção do Erev Rav ao fazer este Bezerro agora.

Já te informei no Pasuk "E levantou-se um novo rei sobre o Egito" [Shemot 1:8] a respeito do assunto de Balaão e do assunto do Erev Rav: como eles provêm das escórias (siguim) e da impureza da alma de Moshé Rabênu (que a paz esteja com ele) — cuja alma provinha do próprio Da'at de Zeir Anpin, a partir do aspecto dos Mochin de Abba (iluminações de Abba).

Contudo, ainda havia neles uma mistura de faíscas de santidade; por isso, Moshé se esforçou com todas as suas forças para trazer o Erev Rav para debaixo das asas da Shechiná. E assim também encontramos a respeito de Balaão, sobre quem nossos Sábios, de abençoada memória, disseram: "E nunca mais se levantou em Israel profeta como Moshé" [Devarim 34:10] — em Israel não se levantou, mas nas nações do mundo se levantou. E quem foi? Balaão.

Também te informei no Pasuk "E Rachel roubou os terafim que eram de seu pai" [Bereshit 31:19] que Labão, o Arameu, reencarnou em Balaão, filho de Beor, pois Beor era filho de Labão e pai de Balaão. Ora, toda aquela família provém de uma única e mesma raiz mencionada, que são as escórias da alma de Moshé Rabênu. E eles são: Labão, Beor, Balaão, e seus filhos Yanes e Yambres, mencionados ao final da parashá de Ki Tissa. Por isso, todos eles foram grandes magos e adivinhos, como nenhum outro igual a eles existiu no mundo.

E já te informei no Shaar HaGuilgulim, e também nas mitzvot de Birkat HaMazon na Parashat Ekev, sobre o assunto daqueles que reencarnam em todas as quatro categorias existenciais, que são: Domem (Inanimado), Tzomeach (Vegetal), Chai (Animal) e Medaber (Falante/Humano).

Também te informei lá que, para cada uma dessas categorias, há um tempo determinado para que eles se elevem dali para um nível superior. Eis que o tempo daqueles que reencarnaram no Tzomeach ocorre nos quatro primeiros meses [do calendário judaico], que são: Nissan, Iyar, Sivan e Tamuz. E eles se elevam e reencarnam na categoria de animal (Baal Chai).

Ora, a Nefesh de Beor, pai de Balaão, estava reencarnada no Tzomeach (vegetal), e ainda não tinha o mérito (tikun) para se elevar a Baal Chai [ao nível animal], devido à abundância da impureza do mal (zoamat hara) que havia nele. E, sem dúvida, ele representava o aspecto mais elevado de todas as escórias (siguim) que existiam naquela raiz espiritual. Por isso, Yanes e Yambres, seus netos — que eram os líderes do Erev Rav, como é sabido —, bem como o próprio Erev Rav, todos eles desejavam a retificação de Beor, pois com a elevação dele, haveria uma elevação para todos eles.

E eles olharam e compreenderam, por meio de seus encantamentos e adivinhações (kesamim), que ele não tinha a capacidade de se elevar dali a menos que fizessem Israel pecar. Através disso, a Klipá se fortaleceria e seria capaz de extrair a Nefesh de Beor, pai deles, do nível Tzomeach.

A isto somou-se o fato de que este pecado foi realizado por meio de Aharon HaKohen, o santo de Hashem. E somou-se também a isso o fato de estar nas mãos deles aquela lâmina (tas) de ouro na qual estava escrito: "Ale shor" (Sobe, boi).

Então, eles usaram de astúcia para fazer aquele Bezerro de ouro, que é chamado de Shor (boi), por meio das poderosas bruxarias de suas bocas — as quais enfraquecem o tribunal celeste. E uniram-se todas as ajudas mencionadas: a da Klipá e das bruxarias, a santidade do poder de Aharon, e o Nome Sagrado que estava naquela lâmina (com o qual haviam subido Yosef do rio Nilo).

Por meio disso tudo, saiu dali o boi de ouro, e dentro dele a espiritualidade e a força vital da Nefesh de Beor, pai deles. E ele subiu de Tzomeach [vegetal] para Chai [animal]. Então, eles o aceitaram sobre si como líder, para que ele lhes informasse o futuro e tudo o que precisassem. E tudo isso ocorreu por meio do fato de terem feito Israel pecar, conforme mencionado acima.

E a Néfesh do perverso Beor, que estava naquele boi, era quem gritava e dizia: "Estes são os teus deuses, ó Israel", conforme disseram nossos Sábios, de abençoada memória.

Também este é o segredo do que disseram nossos Sábios, de abençoada memória, que o alimentaram com ervas, como está escrito no Pasuk (Tehilim 106:20): "À semelhança de um boi que come erva". E o assunto é que, visto que ele estava reencarnado no Tzomeach (Vegetal) e nas ervas, ele comia delas para transferir dali o aspecto de sua Néfesh que estava lá reencarnada; e, por meio de sua alimentação delas, tornavam-se membros dos membros daquele boi vivo (Chai), e ele subia de Tzomeach para animal (Baal Chai). E tudo isso ocorria por meio do poder dos Kesamim deles. Por isso, fizeram este Bezerro no mês de Tamuz, que é o último mês do tempo da reencarnação e elevação do Tzomeach para o nível de Baal Chai.

וַיָּמִ֥ירוּ אֶת־כְּבוֹדָ֑ם    בְּתַבְנִ֥ית שׁ֝֗וֹר אֹכֵ֥ל עֵֽשֶׂב

עש"ב

Shaar HaGilgulim, haQadmá 22:

E eis que o assunto dos gilgulim foi explicado em muitos lugares, e como está mencionado no versículo: "Livra a minha Nefesh da espada, e da mão do cão a minha vida [literalmente minha Yechidá]" (Salmos 22:21). Os nossos Sábios (de abençoada memória) também aludiram a isso ao dizerem [Berachot 33a, veja também Pessachim 112b]: "[Se você vir] a cabeça de um touro [comendo] no cesto — suba ao teto e jogue a escada debaixo de você!", pois aquele que vê um touro preto nos dias de Nissan deve fugir dele e subir ao telhado, porque haSatan dança entre os seus chifres.

"O BOI BUMBA"

"BOI BOI BOI, BOI DA CARA PRETA, PEGA ESSE MENINO QUE TEM MEDO DE CARETA"

"FESTA DE SAN FERMIN"

(ESPANHA)

E o assunto é que o touro, que é Dina Kashia (julgamento duro), está mais pronto para que a Nefesh faça gilgul nele do que os demais animais; por isso deve-se fugir dele, o que não ocorre com as outras feras. Visto que estabelecemos anteriormente que não há tempo de ascensão do gilgul que está no Tzomach (vegetal) para o Chai (animal), exceto de Nissan em diante, por isso nos dias de Nissan — que é quando entra nele aquele gilgul do ímpio —, talvez por causa do acréscimo desse Ibur mau, ele cause dano a quem o encontrar. Porém, depois que o animal se acostuma com ela, já não causa dano; por isso não há preocupação exceto no primeiro mês de sua ascensão, que é o mês de Nissan, no qual o touro, ao comer a erva que é Tzomach, recebe o gilgul daquele ímpio que estava antes naquele Tzomach.

E já foi explicado por nós no Sha'ar HaPessukim no assunto de Yunus e Yumbrus, os filhos do ímpio Balaão, que eles fizeram o Bezerro no mês de Tamuz, e sobre ele foi dito: "na semelhança de um touro que come erva" (Tehilim 106:20).

OREV & ZEEV

YANES & YUMBRUS

REMO & ROMOLUS

ROMA

CRISTIANISMO

(Nota marginal: E em outro lugar encontrei escrito em nome do Maharchu [מהרח"ו ז"ל], de abençoada memória, que a palavra עשב [erva] serve como iniciais para שבעה עשר בתמוז [Dezessete de Tamuz]).


O TOURO DE BRONZE [de Wall Street]



Os EUA foram fundados em 4 de julho de 1776. No calendário hebraico, esse dia caiu exatamente em Shiva Assar be'Tammuz (שִׁבְעָה עָשָׂר בתַּמּוּז), o "Dezessete de Tammuz" do ano 5536 (תקל"ו) - Tzom Tamuz; o dia 17 de Tamuz é um dos dias mais negativos do ano qabalístico. Ele marca o início do período de luto de três semanas (Bein HaMetzarim) que culmina em Tisha b'Av (9 de Av). Historicamente, nesta data as duas Tábuas dos Dez Pronunciamentos - Aseret HaDibrot (עשרת הדיברות) cairam das mãos de Moisés e se quebraram, quando ele se deparou com o Éguel Zahav (Bezerro de Ouro), e séculos mais tarde os muros de Jerusalém foram rompidos pelos romanos antes da destruição do Segundo Templo.

Quando calculamos a gematria da data exata da fundação dos EUA escrito como "No 17 (dezessete) de Tamuz, em [5]536"


בי״ז בְּתַמּוּז בהתקל״ו
778

Através dos métodos de decodificação cabalística (como a Cifra Avgad Reverso), essa assinatura numérica revela conexões profundas com as forças arquetípicas de Gog u'Magog.


Shoah Atomit (Holocausto Nuclear)

שואה אטומית

778

Os EUA foram fundados sob o domínio de energias severas, no dia associado à um grande sistema de idolatria. E não são os EUA que dominam e ditam as regras do mundo inteiro?!

O TOURO DE BRONZE DE WALL STREET


Sempre que a pessoa corrompe a santidade de sua essência e entrega a sua alma aos domínios da Avodá Zará — seja acorrentando-se à ilusão da riqueza, à obsessão pelo controle ou à embriaguez do poder, seja mesmo depositando sua esperança e suas intenções em locais externos —, abre-se instantaneamente um abismo insondável em seu próprio ser. Esse vazio interior testemunha a dolorosa ruptura entre a centelha do homem e o seu relacionamento com o seu Criador, apartando a criatura do Fluxo de Luz da Fonte Suprema.

"Não terás outros deuses diante de Mim...", "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma..." (Êxodo 20)

O Criador é o Soberano Absoluto, a Raiz Única de onde emana e subsiste toda a existência. Sob essa luz, a essência da Avodá Zará desvela-se não apenas como o culto a um ídolo de pedra, mas como qualquer ato que curve o ser humano ao exílio de si mesmo, escravizando-o a um sistema de forças estranhas à realidade espiritual de sua alma.

O PECADO DO BEZERRO DE OURO


O Pecado do Bezerro foi um dos pecados mais graves em que o povo de Israel falhou. O pecado ocorreu no quadragésimo dia da subida de Moshe Rabbeinu ao Monte Sinai. Aqueles que falharam foram mortos por três tipos de execução. Como resultado desse pecado, as Tábuas da Lei foram quebradas e todo o povo de Israel foi punido com quarenta anos no deserto.

Este pecado se assemelha ao pecado da Árvore do Conhecimento, pois na entrega da Torá a impureza da serpente havia se afastado do povo de Israel e a morte havia sido anulada para eles; porém, após o Pecado do Bezerro, a impureza retornou e a morte lhes foi decretada como punição, assim como foi decretada para Adão HaRishon e sua descendência.

Depois que o povo de Israel saiu do Egito em 15 de Nissan, eles iniciaram uma jornada de cinquenta dias, alternando dias de viagem e de acampamento. No início do mês de Sivan, eles chegaram ao deserto do Sinai e acamparam no sopé do Monte Sinai, do lado oriental. No quinquagésimo pela manhã, a Divina Presença (Shechiná) desceu sobre o monte e o povo de Israel vivenciou o momento da Entrega da Torá, ouviram os Dez Pronunciamentos e suas almas voaram de seus corpos até que o Santo, Bendito Seja Ele, enviou-lhes o orvalho da ressurreição, com o qual Ele ressuscitará os mortos no futuro, e os reviveu. Depois disso, eles se voltaram a Moisés e pediram que ele servisse como intermediário entre eles e Deus, pois temiam a experiência de uma nova expiração da alma.

Na manhã seguinte, Moisés subiu ao Monte Sinai para receber mais detalhes sobre os mandamentos da Torá e para descer com as Tábuas da Lei. Antes de sua subida, Moisés anunciou que subiria por quarenta dias completos, após os quais desceria com as Tábuas.

Houve alguns dentre o povo de Israel, especialmente da "multidão misturada" (Erev Rav, os egípcios que se juntaram ao êxodo), que erraram e pensaram que o dia da subida de Moisés estava incluído na contagem, embora ele tivesse anunciado que se tratava de dias completos, que incluem "noite e dia". Essas pessoas esperaram por Moisés no dia 16 de Tamuz e, ao meio-dia, começaram a dizer que Moisés certamente havia morrido. Além disso, o Satã agiu para que o mundo parecesse "confuso" e mostrou-lhes uma visão em que anjos carregavam o caixão de Moisés, ou seja, que Moisés havia morrido e os anjos estavam realizando seu funeral.

Quando a Erev Rav viu isso, reuniram o povo ao redor de Aharon HaKohen, e pediram que ele lhes fizesse "outros deuses". O Rebe explica que, na verdade, eles queriam um substituto para Moisés e não para o Santo, Bendito Seja Ele, e como não se pode confiar em seres humanos e eles já sabiam que os servos de Hashem na Carruagem Celestial possuem a face de um boi, pediram um substituto semelhante.

Aarão, vendo que o povo estava muito entusiasmado e não podia ser adiado, pediu-lhes que trouxessem as joias de ouro das orelhas das mulheres e das crianças, a fim de atrasar a fabricação do bezerro. As mulheres recusaram-se a entregar seu ouro para a confecção do bezerro; por isso, os homens tiraram de si mesmos os brincos que tinham nas orelhas e os reuniram em um só lugar. Aarão atirou o ouro no fogo e os magos que estavam entre a multidão misturada moldaram a forma do bezerro por meio de feitiçaria. Segundo outra opinião, Mica pegou a placa de metal na qual Moisés havia escrito as palavras "Sobe, boi" para erguer o caixão de José do rio Nilo, jogou-a no fogo e imediatamente um bezerro de ouro saiu do fogo, com a capacidade de andar e comer.

A multidão misturada, vendo o sucesso, proclamou: "Estes são os teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito!".

Depois que o bezerro foi feito, Aarão quis adiar o povo de Israel um pouco mais e, por isso, proclamou: "Amanhã haverá uma festa para o Senhor". Aarão pretendia atrasá-los o máximo possível e, por isso, começou uma construção intencionalmente lenta do altar, na esperança de que Moisés descesse e os impedisse. Ele teve medo de contê-los diretamente após ver que haviam matado Hur, filho de Miriam, que os havia repreendido.

Na manhã seguinte, haSatan apressou o povo de Israel a acordar cedo, para que tivessem tempo de pecar antes que Moisés descesse do monte. O povo de Israel ofereceu sacrifícios, sentou-se para comer e festejou.

O dia em que Moisés realmente deveria descer era 17 de Tamuz. No mesmo momento em que Hashem entregava as Tábuas da Lei a Moisés, o povo de Israel começou a festejar com o bezerro. O Santo, Bendito Seja Ele, disse imediatamente a Moisés: "Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir da terra do Egito, se corrompeu". Ou seja: "Toda a tua grandeza existe por causa do povo de Israel, e agora que eles pecaram por causa do povo que você subiu do Egito — a Erev Rav —, desça da tua grandeza".

Hashem queria exterminar todo o povo de Israel e criar uma nova nação a partir de Moisés, mas Moisés implorou ao Santo, Abençoado Seja Ele, que não o fizesse por duas razões:

O Faraó havia dito a Moisés para não ir ao deserto porque via a estrela da "maldade" (Ra'ah) subindo contra eles, e agora pareceria que o Faraó estava certo — de que quando o povo de Israel estivesse no deserto, a destruição viria sobre eles.

Em virtude dos Patriarcas, a quem o Santo, Abençoado Seja Ele, jurou que estabeleceria deles um povo que herdaria a Terra de Israel.

Hashem ouviu as palavras de Moisés e "arrependeu-se" da decisão de exterminar todo o povo de Israel.
[fonte: Chabadpédia]


17 BE'TAMUZ - As Cinco Rupturas Cósmicas da Data


A tradição rabínica estabelece cinco eventos históricos e catastróficos que motivaram a instituição do jejum público no dia 17 de Tamuz:

1. A Quebra das Tábuas da Lei
Após a outorga da Torá em Shavuot, Moshé subiu ao Monte Sinai no dia 7 de Sivan. Ele permaneceu lá por quarenta dias e quarenta noites para receber as Tábuas da Lei com os Dez Pronunciamentos. Esse período encerrou-se exatamente no dia 17 de Tamuz. Ao descer do monte e se deparar com o povo cometendo o Pecado do Bezerro de Ouro, as Letras da sustentação voaram de sobre as Tábus e elas cairam e se quebraram ao pé do monte.

2. A Cessação do Sacrifício Diário (Korban HaTamid)
O Korban HaTamid era o sacrifício diário realizado no Templo Sagrado, composto por dois cordeiros ofertados ininterruptamente — um pela manhã e outro ao entardecer. Durante o cerco a Jerusalém, as forças inimigas bloquearam o fornecimento dos animais necessários, forçando a interrupção definitiva deste serviço ritual no dia 17 de Tamuz.

3. O Rompimento das Muralhas de Jerusalém
Durante o período do Segundo Templo, o exército romano cercou Jerusalém. No dia 17 de Tamuz, as forças invasoras conseguiram romper as muralhas da cidade, o que culminou na invasão subsequente e na destruição do Santuário.

Nota Histórica: No Primeiro Templo, o rompimento das muralhas ocorreu originalmente no dia 9 de Tamuz. Contudo, os Sábios unificaram o jejum no dia 17 porque a destruição do Segundo Templo possui consequências mais severas e duradouras para o exílio atual. Paralelamente, o Talmud Jerusalém afirma que, mesmo na época do Primeiro Templo, o rompimento ocorreu no dia 17, mas o sofrimento e a confusão da população levaram a um erro no registro cronológico da data.

4. A Queima do Rolo da Torá
Um oficial romano chamado Apostomus queimou publicamente um rolo da Torá, em um ato de profanação e ataque direto à fé e à identidade judaica.

5. A Colocação de um Ídolo no Santuário
Uma imagem de idolatria foi introduzida no interior do Templo (Heichal).


A RETIFICAÇÃO MÍSTICA


No dia 16 de Tamuz, o povo fez surgir o Bezerro de Ouro. Naquele momento, Aharon HaKohen proclamou: "Amanhã haverá uma festa para o Senhor", referindo-se ao dia 17 de Tamuz. A intenção de Aharon era que Moshé retornasse a tempo de interceptar o culto ao Bezerro, transformando o dia seguinte em uma celebração ao Deus único através da anulação da idolatria. Embora o povo tenha se precipitado antes da descida de Moshé, a declaração de Aharon permanece como uma profecia para o futuro.

O AriZal (Rabino Isaac Luria) esclarece que há um segredo (Sod) nessas palavras: no futuro, Hashem reverterá o dia 17 de Tamuz em uma data de celebração, cumprindo a visão de Aharon. Na Torá, o termo "amanhã" frequentemente alude a um tempo futuro e messiânico.

A conversão do 17 de Tamuz em dia de festa atuará como a retificação (Tikun) definitiva para o Pecado do Bezerro. O erro do Bezerro consistiu em atribuir poder a uma existência separada da Unidade do Criador. Essa distorção será totalmente corrigida na Redenção Final, quando a Unidade Absoluta preencher a criação, elevando inclusive as faíscas de santidade capturadas pelas cascas mais densas da impureza.
[fonte: Chabadpédia]



SHALOM! RAZÁ ILAÁ!

terça-feira, 14 de agosto de 2018

O Stargate Do Sinai


O STARGATE
Artigo Em Construção

Então, no sexto dia de Sivan, o Sagrado desceu sobre o Har Sinai (Monte Sinai), foi a sexta descida dele a este mundo. Como ele desceu? E o que aconteceu lá? O sexto de Sivan é Shavu'Ot, a descida da Shechiná (Sagrado Feminino do Divino) a este universo e a outorga da Torá à humanidade. A gematri'ot de "6 de Sivan (ו סיון)" nos revelam o que realmente aconteceu naquela manhã esplendorosa. Primeiro, vamos ao cenário ufológico ao raiar do sol no sexto de sivan de 2448 (14 de maio de 1313 a.C): 

"Rechéve Elohim, ribotain alfei shinan; Adonai bam Sinai ba'qodesh (רֶכֶב אֱלֹהִים, רִבֹּתַיִם אַלְפֵי שִׁנְאָן; אֲדֹנָי בָם, סִינַי בַּקֹּדֶשׁ.) - A As carruagens de Elohim s]ao duas vezes dez mil vezes milhares de anjos e entre elas veio Adonai ao Sinai em Sua santidade."

- Tehilim 68:18.

Naquela manhã, como já foi explicado inúmeras vezes, milhares de Carruagens Divinas e que hoje chamamos UFOs ou OVNIs, pilotadas por incontáveis seres luminosos de outros universos, atravessaram o Stargate (Portão Estelar) aberto pelo Sagrado sobre o monte Sinai. A montanha foi arrancada do chão levitando sobre as cabelas dos israelitas, conforme nos dizem os relatos escritos nos livros antigos hebraicos, e virada de ponta cabeça com o pico para baixo e o Divino descansou os Seus pés sobre a base da montanha. 

"Vai'irú et Elohei israel ve'tachat raglaiv ke'maasê livnat ha'saphir u'che'etzêm ha'shamayim la'tahor (וַיִּרְאוּ, אֵת אֱלֹהֵי יִשְׂרָאֵל; וְתַחַת רַגְלָיו, כְּמַעֲשֵׂה לִבְנַת הַסַּפִּיר, וּכְעֶצֶם הַשָּׁמַיִם, לָטֹהַר.) - E viram o D'us de Israel, e debaixo de Seus pés estava um pavimento de safira e como a aparência dos céus em sua pureza."

- Êxodo 24:10.

De alguma forma a qual ainda não podemos compreender em sua totalidade e mistério, outro universo desceu com Ele a este mundo e, de acordo com seu nome, Etzêm ha'Shamayim (עֶצֶם הַשָּׁמַיִם)" este foi o sexto universo que foi criado e é mantido pelas seis letras do sexto verso do Sagrado Nome de 42 Letras. Isso está como já foi escrito nesta obra. 

"No Zôhar, porção Yitrô (Jetro), lemos: “Rabi Yitschac disse: Está escrito: "Ele abaixou os céus, e desceu (II Samuel 22:10)”, E na Torá está escrito: "E Hashem descerá à vista de todo o povo sobre o monte Sinai (Êxodo 19:11)." 

Ele desceu seis céus acima no sexto dia à vista de seiscentas mil almas, trazendo com Ele o sexto universo. A gematria hechrachi de "6 de Sivan (ו סיון)" é 132 que é a mesma da expressão "Hú bá be'galgalim (הו בא בגלגלים)" que se traduz "Ele veio através das Rodas.". 

No sexto dia, ao amanhecer, uma Porta Estelarum foi aberta, um Portal de Luz, foi aberto acima do Monte Sinai, uma roda dentro de outra roda nas quais as letras do Alfabeto Sagrado estavam escritas com Luz. A gematria mispar gadol de "6 de Sivan (ו סיון)" é 782 que é a mesma de "Sha'ar Ha'Ór (שער האור) - Portão De Luz" e é também a mesma gematria milui de "Har Sinai (הר סיני) - monte Sinai". 

O anjo Metatron estava lá com suas setenta e duas asas repletas de mistérios divinos. A gematria AchBi de "6 de Sivan (ו סיון)" é 314 que é a gematria hechrachi de Metatron (מטטרו'ן)" o Escriba Divino conhecedor de todos os mistérios.

Continuará...


Iº Edição
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domingo, 11 de setembro de 2016

Razá Ila'ah - A Conexão Com Metatron


Razá Ila'ah (רָזָא עִלָּאָה):- Eis que agora se torna necessário explicar a minha Saudação quando faço uma transmissão (Live) online ou público algum mistério.

Esta Saudação me foi revelada pelas almas dos mestres do Zôhar Sagrado e que é o mistério do meu nascimento nesta reencarnação: Revelar Mistérios ocultos do Livro da Iluminação (Zôhar).

Razá Ila'ah é a Carruagem (Merkaváh) do Anjo Metatro'n (מטטרו'ן). A gematria de Metatro'n é 314 e que é a mesma de Shadda'y (שד'י). Razá Ila'ah significa que tenho recebido Mistérios divinos dos lábios de Metatro'n, o que inclui as Poesias que público. O segredo segue como será explicado abaixo. Razá Ila'ah tem o mesmo valor numerologico que é 314.

314

Eu tirei meu CPF quando tinha 14 anos e quando ainda o documento era chamado CIC. O número (091.314.978-02) que me foi dado contém este segredo:- 91 é a gematria de Malach (מלאך) que é Anjo em hebraico. Já 314 é a gematria de Metatro'n. 978-02 é a exata gematria de be'Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh. Traduzindo tudo lemos: "Malach Metatro'n be'Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh (מלאך מטטרו'ן ב'ספר הזוהר הקדוש) - Anjo Metatron no Livro do Zôhar Sagrado", e ainda há mais.

978+02 igual 980 que é a gematria de "Tzafen Sefer Zôhar Pinchás (צפן ספר זהר פינחס)" cuja tradução é "Codificado no Livro do Zôhar, Pinchás".

Onde encontramos no Sêfer ha'Zohar sobre a Carruagem De Metatro'n? Na Porção Pinchás que foi donde recebi a Canção ao Anjo Metatron a qual vocês já me ouviram cantar e com a qual sempre início às Lives (transmissões ao vivo) no Facebook.

Fica, portanto explicado que, Razá alude às três sefirot superiores do Rosto Extendido (Arich Anpin) que são Keter, Chochmá e Biná que são chamadas "Razá (Mistério) Ila'ah (Superior)".

Uma evidência de que tenho recebido os segredos da Boca de Metatro'n está no meu Livro Crônicas De Qédem (Devarei ha'Iamim Mi-Qedem), pois Mi-Qedem (מקדם) significa "Do oculto não revelado", ou seja, diretamente do "Ancião Sagrado (Atiká Qadishá)" para Metatro'n e foi por esta razão que eu disse "mi-na'ar ve'ed Zaqen (desde à juventude até a velhice)" porque o "Jovem (hebraico Na'ar)" é Metatro'n e o "Velho (hebraico Zaqen) é o Ancião Sagrado (Atik Yomim)" indicando que o Jovem (Metatro'n) recebe instruções do Velho (Atiká). Além do mais, Zaqen alude às barbas do Sagrado, sendo a barba da Face Curta (zeir Anpin) e a barba da Face Extendida (Arich Anpin) sendo esta última formada pelos "Treze Atributos de Misericórdia" como revelado pelo Rama'k (Rabi Moshe Kordovero) em seu Tomer Devorá (A Tamareira De Devorá), que a paz esteja com ele, abençoada seja sua memória. 

Ainda sobre o Jovem que é Hanoch  (Enoque) foi escrito "Chanoch la'na'ar al pi darchô, gam ki yazkim ló yassur mimenáh  (חֲנֹךְ לַנַּעַר, עַל-פִּי דַרְכּוֹ--    גַּם כִּי-יַזְקִין, לֹא-יָסוּר מִמֶּנָּה) - Enoque se tornou jovem (Metatron), de acordo com seu caminho,  e mesmo na velhice não se desviou dele". - Provérbios 23:6. Aqui nós encontrarmos Naar (נער)  e Zaqen (יזקין).



Quem são os Cheruvim sobre o tampo da Aron ha'Berit (Arca da Aliança)? "Ve'asita shnayim keruvim zahav mikshah ta'aseh otam mishnei ketzot hakaporet".

יח וְעָשִׂיתָ שְׁנַיִם כְּרֻבִים, זָהָב; מִקְשָׁה תַּעֲשֶׂה אֹתָם, מִשְּׁנֵי קְצוֹת הַכַּפֹּרֶת

ÊXODO 25:18

Eis aqui algo que os "auto-proclamados profetas cristãos evangélicos" não sabem, o que determina que jamais tiveram um contato com o Sagrado realmente e que são, na verdade, falsos profetas. Claro que, a partir desta revelação aqui publicada e aqueles que a lerem, vão, como é de costume, declarar tal conhecimento em seus cultos e para seus cegos seguidores, que D'us lhes revelou tal mistério, mentirosos que são.

Os "Chevurim" sobre o tampo da Arca da Aliança são Metatron e Sandalfon, isto é, Enoque e Elias, pois ambos foram transformados em Anjos.

Tudo isto é a razão de eu sempre dizer que aqueles que são almas reencarnadas dos mestres do Zôhar sabem onde suas vidas estão codificadas no Zôhar Sagrado. Verdadeiros Mequbalim (qabalistas) são e agem diferente dos mercadores da Sabedoria e os sinais podem ser percebidos pelos verdadeiros estudantes nas vidas deles.

Fica estabelecido que tudo isso eu revelei com a permissão do Sagrado, Mestre de todos os mestres e de acordo com a vontade dos meus mestres, que a paz esteja com eles, e não por arrogância ou Ego ou para promover-me pessoalmente, longe de mim tais coisas. Razá Ila'ah.



Deepak Sankara Veda
(Misha'El Ha'Levi).

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Zôhar - Revelando O Mistério



A Torah foi outorgada no Quinquagésimo Dia após a Libertação do Egito (a Consciência Robótica). Este dia Auspicioso é chamado Shavu'Ot.

A Torah contém todos os Segredos e a Chave que abre estes Mistérios Divinos chama-se Zôhar  (זהר).

Eis porque o Zohar foi revelado juntamente com a Torah. De acordo com o Livro Da Formação  (Sefer Yetzirah) cada signo do Zodíaco e planeta que o influencia foram criados por uma Letra Hebraica específica.

A Torah foi outorgada no Terceiro Mês hebreu chamado hoje de Sivan - O Mês de Gêmeos - que recebe a influência do Planeta Mercúrio.

O Livro Da Formação instrui-nos que Gêmeos foi criado pela Letra Hebraica Zayin  (ז) e o Planeta Mercúrio foi criado pela Letra Resh  (ר). Juntas, ambas formam a palavra Ráz  (רז) cujo significado é Mistério, e ao contrário formam Zar  (זר) que é Alienígena. Sim, a Torah veio de fora deste mundo e ela É e contém o Mistério.

A Torah é representada pela Letra Hebraica Hê  (ה) cujo valor numérico é Cinco. A Torah possui Cinco Livros: Bereshit, Shemot, Vayiqrá, Bamidbar & Devarim.

Quando tomamos as letras hebraicas do mês de gêmeos e juntamos a elas a letra Hê, a combinação das Três revelam Zôhar  (זהר).

O Zôhar tem a mesma idade da Torah neste mundo, 33 Séculos e é por isso que ele é citado secretamente em alguns livros dos Profetas no Tana'k, como Daniel capítulo 12 verso 3: "É os sábios se iluminarão como o Zohar do firmamento...".

E este é o verdadeiro estudo da Qabalah: Revelar segredos em Nome do Sagrado, bendito seja Ele.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Tablets: Tecnologia Revelada do Éden



Tecnologia Revelada do Éden: 

Para a maioria das pessoas, as "Tábuas (Tabletes)" dados a Moisés em Har Sinai (Monte Sinai) eram como apresentadas nos filmes americanos, sem nenhuma beleza e com letras mal escupidas nelas. Isto é mera e defeituosa imaginação.

O Zohar, o Livro do Esplendor, nos revela que, as "tabletes" dadas a Moisés foram feitas de Safira, magnifica pedra preciosa azul e que, as letras flutuavam sobre elas e se podiam ler tando à direita como à esquerda, tanto de frente como pelo verso.

 וְהַלֻּחֹת--מַעֲשֵׂה אֱלֹהִים, הֵמָּה; וְהַמִּכְתָּב, מִכְתַּב אֱלֹהִים הוּא--חָרוּת, עַל-הַלֻּחֹת

"E aquelas tábuas eram obra dos Elohim; também a escritura era a mesma escritura dos Elohim, esculpida nas tábuas (Êxodo 32:16)".


Acima, a matrix encontrada no texto do Êxodo 32 onde diz "A escrita dos Elohim gravadas sobre as tabletes" e "Foi feito por computador" sendo a raiz da palavra "computador" a mesma de "pensamento".

Eu já revelei no artigo "O Zohar e o Livro Selado de Daniel" que as primeiras Tábuas eram em número de seis. Estas tábuas são a Torah do mundo superior. Este segredo, das "Seis Tábuas" nos podemos ver no verso hebraico assim, onde a palavra "Haluchot (וְהַלֻּחֹת)" é iniciada com a letra "Vav (וְ)" significando "E as tábuas...". O vav (וְ) é a sexta "Ót (Letra)" do Alfabeto hebraico, e portando o verso diz "Seis tábuas criadas pelos Elohim...". Deve revelar aqui que, o termo "Haluchot" aparece duas vezes no verso, sendo uma no início e outra no final.

Mas, diferente da primeira vez, na última vez que o termo (הַלֻּחֹת) aparece no verso ele está sem a letra "vav (וְ)".

As seis "Tábuas" que Moisés recebeu na primeira vez antes de quebrá-las foram: Torah Bereshit, Torah Shemot, Torah Vay'Qrá, Torah Ba'Midbar, Torah Devarim e Torah Sodot (segredos). Este último "Tablete" era o "Zohar Santo". Cada uma das "Tábuas" ligada com um Sefirot da Árvore das Vidas: Chessed, guevurá, tiféret, netzach, hód e yesod.

Na segunda vez que as "Tabletes" foram dadas a Moisés foram apenas em número de cinco. A Torah dos Segredos, ou seja, o Zohar fora escondido, passando a ser transmitida oralmente até a época de Rabi Shimeon Bar Yochai. Por esta razão, como demostrando acima, a segunda vez que a palavra "Haluchot" aparece no verso, omite a letra "vav (וְ)".

Alguns talvez (raros) questionem a razão do texto bíblico dizer que foram duas tábuas dadas a Moisés. Sim, estão certos estes que questionam e não há contradição, pois, sim, foram duas, uma contendo "seis peças" e a outra contendo "cinco peças".

Evidências

No Êxodo capítulo 24 verso 10 lemos:
י וַיִּרְאוּ, אֵת אֱלֹהֵי יִשְׂרָאֵל; וְתַחַת רַגְלָיו, כְּמַעֲשֵׂה לִבְנַת הַסַּפִּיר, וּכְעֶצֶם הַשָּׁמַיִם, לָטֹהַר

"E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma tábua de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade". A parte marcada em azul é "Livinat ha'Saphir" cujo significado é "Tábua de Safira".

De acordo com o Midrash, foi nesta "pedra de safira" que D´us escreveu as palavras originais em hebraico da Torah, e embora a pedra fosse dura como diamante, podia ser "enrolada" como um pergaminho. Embora sua cor fosse azul profundo, ela também era transparente e o texto hebraico da Torah diz que "sua pureza igualava os céus".

Isto é simplesmente uma demonstração do poder de D´us e não acreditar nisto é negar a onipotência do Criador de todas as coisas.


Assim, não duvide, Steven Jobs canalizou e revelou tecnologia do Jardim do Éden, tecnologia do mundo superior...

Naib Mishael HaLevi

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Compreensão Elevada



Estou certo que nós não temos a mesma compreensão da Sabedoria alcançada pelos israelitas no evento do "Har Sinai (A Montanha da Ira). Mas nós temos as kavanot (meditações) para acessar os arquivos metafísicos gravados nas almas que estavam presentes na revelação da Torah e sua Sabedoria escondida e temos os Tzadiqim Nistarim (Os Sábios do Jardim do Éden) que podem se assim obtivermos merecimento, nos revelar os códigos espirituais, a mesma sabedoria que os bebês que estavam nos ventres das grávidas receberam ao tornarem-se conscientes nos úteros de suas mães durante a travessia do Iam Suf (Mar do Fim).

Desejo revelar aqui algo que também me foi revelado, pois a Sabedoria revelada que não é compartilhada não ilumina, mas ajuda a escurecer o mundo. É como se alguém ateá-se fogo em uma biblioteca repleta de conhecimento entesourado em livros antigos. Por isto, quando os antigos mestres da Sabedoria estavam para se ocultar deste mundo, chamavam seus talmidim (discípulos) e revelaram o maior número de mistérios possíveis os quais haviam penetrado. Infelizmente hoje, certos professores só revelam a sabedoria se forem pagos para isto. As almas neles não são as mesmas dos Sábios antigos.



Imagine o Nome Divino acima. Foi nos ensinado que ele é para cura, e realmente é, pois eu testemunhei o seu poder incontáveis vezes. Mas qual é a sabedoria por trás dele, qual é a tecnologia escondida nele? Imagine se alguém lhe desse um pedaço de papel com a formula E=mc² escrita nele. Você sabedoria como usá-la? O mesmo acontece com os 72 Nomes. Nós ainda não temos a compreensão da sua tecnologia. O Zohar nos diz que eles, os 72 Nomes possuem 670 mistérios escondidos.

Deixe-me compartilhar algo com vocês: Por vezes, quando a humanidade é atacada por algum vírus desconhecido, o primeiro passo é a "Quarentena", termo hoje que é sinônimo de "Isolamento". Antigamente este isolamento era de 40 dias, tempo destinado à compreensão e erradicação do vírus. Pois bem, o Nome Divino "MEM HÊI SHIN (מהש)" acima começa com a letra "Mem" do alfabeto divino. O valor numérico da "ÓT Mem (מ)" é 40. O Mem isola o vírus causador do desequilíbrio, impedindo que ele se espalhe a partir do momento que o escaneamento do Nome teve início. A próxima "Ot" o "Hê (ה)" trás o "Entendimento" sobre a doença e assim, o qabalista pode aplicar outras ciências da sabedoria para ajudar na cura do paciente, pois esta "ÓT" é o "Hê" de Biná que é a compreensão divina. A "ÓT" final, o "Shin (ש)" é a letra que criou o fogo e é a responsável por erradicar o causador da doença, o agente genético que deu origem a patologia.

Nós precisamos compreender o funcionamento e os demais 670 mistérios que os nomes possuem, para que sejamos plenos e obtenhamos plenitude ao aplicá-los nas nossas vidas.

Que os céus nos ouçam, e que nós obtenhamos mérito para receber a revelação completa.

Por favor, compartilhem! Todá rabá (muito obrigado) Naib Mishael HaLevi

O Artesão Da Luz