וַתֵּ֤רֶד בַּת־פַּרְעֹה֙ לִרְחֹ֣ץ עַל־הַיְאֹ֔ר וְנַעֲרֹתֶ֥יהָ הֹלְכֹ֖ת עַל־יַ֣ד הַיְאֹ֑ר וַתֵּ֤רֶא אֶת־הַתֵּבָה֙ בְּת֣וֹךְ הַסּ֔וּף וַתִּשְׁלַ֥ח אֶת־אֲמָתָ֖הּ וַתִּקָּחֶֽהָ׃
האר"י
וַתֵּ֤רֶד בַּת־פַּרְעֹה֙ לִרְחֹ֣ץ עַל־הַיְאֹ֔ר וְנַעֲרֹתֶ֥יהָ הֹלְכֹ֖ת עַל־יַ֣ד הַיְאֹ֑ר וַתֵּ֤רֶא אֶת־הַתֵּבָה֙ בְּת֣וֹךְ הַסּ֔וּף וַתִּשְׁלַ֥ח אֶת־אֲמָתָ֖הּ וַתִּקָּחֶֽהָ׃
האר"י
הִנֵּה֩ הַיּ֨וֹם הַזֶּ֜ה רָא֣וּ עֵינֶ֗יךָ אֵ֣ת אֲשֶׁר־נְתָנְךָ֩ יְהֹוָ֨ה ׀ הַיּ֤וֹם ׀ בְּיָדִי֙ בַּמְּעָרָ֔ה וְאָמַ֥ר לַהֲרָגְךָ֖ וַתָּ֣חׇס עָלֶ֑יךָ וָאֹמַ֗ר לֹֽא־אֶשְׁלַ֤ח יָדִי֙ בַּאדֹנִ֔י כִּֽי־מְשִׁ֥יחַ יְהֹוָ֖ה הֽוּא׃ וְאָבִ֣י רְאֵ֔ה גַּ֗ם רְאֵ֛ה אֶת־כְּנַ֥ף מְעִֽילְךָ֖ בְּיָדִ֑י כִּ֡י בְּכׇרְתִי֩ אֶת־כְּנַ֨ף מְעִֽילְךָ֜ וְלֹ֣א הֲרַגְתִּ֗יךָ דַּ֤ע וּרְאֵה֙ כִּי֩ אֵ֨ין בְּיָדִ֜י רָעָ֤ה וָפֶ֙שַׁע֙ וְלֹא־חָטָ֣אתִי לָ֔ךְ וְאַתָּ֛ה צֹדֶ֥ה אֶת־נַפְשִׁ֖י לְקַחְתָּֽהּ׃
האר"י בא
כי-משיח יהו"ה הוא
O ARI VEIO
POIS ELE É O MESSIAS DE
ADONAI
וַיִּקְרָא יְהוָה אֱלֹהִים, אֶל־הָאָדָם; וַיֹּאמֶר לוֹ, אַיֶּכָּה
Somente as almas cuja a raiz se encontram no DA'AT ELYON, é que conseguem ver o SÓD da Toráh e produzir CHIDUSHIM MUTZAFANIM (חִדּוּשִׁים מֻצְפָּנִים) - INOVAÇÕES CRIPTOGRAFADAS também chamadas de CHIDUSHIM NISTARIM (חִדּוּשִׁים נִסְתָּרִים) - INOVAÇÕES DE MISTÉRIOS, pois a Torah Ne'elam se encontra em Tiféret de Atzilut
"Assim diz Adonai: Postai-vos (de pé) às margens dos caminhos, e olhai, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele.
- Jeremias 6:16
כֹּ֣ה אָמַ֣ר יְהֹוָ֡ה עִמְדוּ֩ עַל־דְּרָכִ֨ים וּרְא֜וּ וְשַׁאֲל֣וּ ׀ לִנְתִב֣וֹת עוֹלָ֗ם אֵי־זֶ֨ה דֶ֤רֶךְ הַטּוֹב֙ וּלְכוּ־בָ֔הּ וּמִצְא֥וּ מַרְגּ֖וֹעַ לְנַפְשְׁכֶ֑ם וַיֹּאמְר֖וּ לֹ֥א נֵלֵֽךְ׃
Há duas palavras usadas neste passuq (versículo) que são por demais importantes. A primeira é "derachim (דְּרָכִ֨ים)" cujo significado é "caminhos" mas que também significa "tradições." Aqui Hashem nos comando a examinar todas as tradições (dentro do judaísmo) e buscar pelas "veredas antigas."
O termo usado do qual foi traduzido "veredas antigas" é "Netivot Olam (נְתִב֣וֹת עוֹלָ֗ם)" significando verdadeiramente "caminhos ocultos" que é uma indicação aos caminhos da Árvore das Vidas, mas claramente para a SABEDORIA DA QABALAH, para o ZOHAR SAGRADO.
O CÓDIGO ZÔHAR
Foi um dos meus alunos, o AVNER, que descobriu este código dentro deste passuq que já era o SLOGAM do nosso movimento qabalista deste idos 2006. Dentro do passuq a partir da letra ZAYIN (ז) de "EI-ZÊH (אֵי־זֶ֨ה) - qual é - está criptografado ZOHAR (זוהר) a cada 7 saltos equidistantes, revelando que este CAMINHO é o CAMINHO DO ZÔHAR, o SENDERO LUMINOSO. E há mais...
O termo "EI (אֵי)" é um advérbio interrogativo cuja gematria é ONZE e ONZE se escreve "ECHAD ASSAR (אֶחָד עָשָׂר) cuja gematria é igual a 583 que é a mesma gematria Mispar Milui de ZÔHAR (זהר) e que é a gematria Mispar Ne'elam de Yemot Ha'Mashiach (ימות המשיח) - ERA MESSIÂNICA e também a gematria AYAK-BAKAR de MASHIACH (משיח).
Portanto, o comando do HQBH aqui é se envolver no estudo do ZÔHAR que é a TRADIÇÃO DE MASHIACH trazendo para nós a ERA MESSIÂNICA.
OS CÓDIGOS SÃO A VERDADE
Gênesis 1:7
Dentro desse passuq a partir da letra QUF (ק) da palavra "raqia (רקיע) - expsansão" a cada 3 saltos equidistantes encontramos "QODIM EMET (קודים-אמת)" que se traduz "OS CÓDIGOS SÃO A VERDADE."
Esta sequência me levou a descobrir uma mui importante chave onde meu nome está criptografado. Nesta key-code "TENÚ RAV MISHA'EL(תנו רב מישאל) - Conceda ao Rabino Misha'Ël" surge cruzada por "QODIM-El (קודים-אל) - Os Códigos De Deus."
Este maravilhoso código me conduziu à pergunta a quem a ordem estava sendo dada pelo Ha'Qadosh Baruch Hú? A resposta está no próprio texto criptografado: - Lúria.
Acima, na matrix do código, em vermelho está "TENÚ RAV MISHAEL" e em verde logo acima "QODIM-EL." Abaixo na vertical está "Reshimot Shidur Lúria (ר"ש לוריא) - Impressões da Luz transmitidas por Lúria. Acima, logo abaixo de "QODIM-EL" está "HA'AR'I" e ao lado dele "Vai'Qrá Malach Adonai (ויקרא מלאך יהו"ה) - E será chamado "Anjo de Adonai."
Autor
BËN MÄHREN QADËSH
RAV MISHA'ËL HA'LEVI
"E não oprimireis cada um ao seu próximo; e temerás o teu Deus, pois Eu sou Havayah, vosso Deus." (Vayikra 25:17)
Ona'at Devarim (אונאת דברים): A palavra Ona'ah geralmente se refere a fraude financeira, mas os sábios explicam que o versículo de Vayikra se refere a "fraude verbal" — o ato de insultar, constranger ou causar dor emocional a alguém com palavras.
O Talmud e o código de leis Shulchan Aruch listam comportamentos específicos que se enquadram nesta categoria, dentre eles: Desenterrar o Passado (Ferir a Identidade): É proibido lembrar alguém de falhas antigas ou de uma origem da qual a pessoa se envergonhe. Opressão por meio de Conselhos Mal-intencionados: Dar um conselho que parece útil, mas que na verdade visa o benefício do aconselhador ou o prejuízo do aconselhado. Humilhação Intelectual ou Profissional: Colocar alguém em "xeque" publicamente para demonstrar superioridade, fazer uma pergunta técnica difícil a alguém que você sabe que não conhece a resposta, apenas para expor a ignorância da pessoa perante outros. Atribuição de Culpa: Dizer a alguém que está sofrendo (como uma doença ou perda financeira) que isto é um castigo pelos seus pecados.
Para entender melhor essa questão, vamos nos aprofundar nos trechos do Bava Metzia 59a:
"E disse Mar Zutra bar Tuvia em nome de Rav — e alguns dizem que foi Rav Chana bar Bizna em nome de Rabi Shimon Chasida, e outros ainda dizem que foi Rabi Yochanan em nome de Rabi Shimon ben Yochai: 'É melhor para um homem lançar-se em uma fornalha ardente do que branquear a face de seu próximo em público.'"
("Branquear a face" הלבנת פנים): É a expressão idiomática hebraica para "envergonhar". Quando alguém sente uma vergonha súbita e intensa, o sangue foge do rosto, deixando a pessoa pálida. O Talmud compara isso a "derramar sangue" - assassinato espiritual)
"De onde aprendemos isso? De Tamar, nora de Judá. Quando foi levada para ser queimada. Ela possuía provas de que o sogro, Judá, era o pai de seu filho. Em vez de confrontá-lo publicamente e humilhá-lo, ela enviou os objetos de forma privada, dando a ele a chance de confessar por vontade própria sem ser exposto por ela. Ela estava disposta a morrer queimada para não envergonhá-lo. E ela disse: Examina estes, de quem são esses, o sinete, as cordas e o cajado?" (Gênesis 38:24–25).
9 beTamuz 5781 (19, junho, 2021)
Sonhei com uma caravana de beduinos, eles tinham um Bazaar (mercado nômade) e eu estava inserida ali no meio como um deles; eu tinha uma barraca de maçãs que procurava vender e comi uma delas, mas a minha barraca era simplesmente um portal de madeira. Também eu estava com muitas notas estrangeiras bem grandes na mão e muitas moedas pesadas.
Depois a caravana começou a partir e percebi que eram beduinos tecnológicos com bugigangas tecnológicas aos montes e era muita gente. E estávamos montados em camelos, contudo esses camelos eram veículos tecnológicos-vivos, e as suas pernas eram longuíssimas e ligeiras demais como vento de modo que eram a última e mais avançada tecnologia já existente. Na parte superior do camelo, no local de sua corcova e sua cabeça, na verdade era uma grande cúpula transparente e eu estava ali. Então os veículos-camelos pararam cada qual no local onde seria a casa do seu cavaleiro que o montava, e parei no local da minha e toda a estrutura das casas era apenas duas vigas brancas com pontas curvadas que se estendiam do solo, e um a um vi os veículos "caminharem" para tais lugares.
E se curvavam sobre elas como formando cúpulas brancas sobre a estrutura e tais cúpulas eram tendas brancas tecnológicas nas quais viviam os beduínos. Por dentro da tenda, ela projetava hologramas de cômodos e objetos. Depois de ver isso, acordei.
Pirush: O Mundo de Atzilut é chamado "Tendas", as pernas são as vestimentas Netzach-Hod-Yesod e por isso elas são espiritualmente velozes. Além disso, este sonho está conectado com a sefirá Chessed que é Avraham Avinu, o camelo é chamado גָּמָל/gamal em hebraico, essa palavra também significa conceder, como em גְּמִילוּת חֲסָדִים/gemilut chasadim – conceder bondade (Pirkei Avot 1:2), e por este motivo, por se associar com a sefirá de Avrahão - chessed - que Rivka foi escolhida por esposa à Itzhaq "E será que a jovem a quem eu disser: inclina, por favor, o teu cântaro para que eu beba — e ela disser: bebe, e também aos teus camelos darei de beber — a ela designaste para teu servo, para Itzhaq; e por meio dela saberei que fizeste chessed com meu senhor." (Bereshit 24:14).
Após a provação no Monte Moriah, a alma de Itzhaq "voou" de seu corpo devido à intensidade da experiência. Embora tenha retornado, Itzhaq foi levado por anjos ao Gan Eden por um período de três anos para se curar e se elevar espiritualmente (Pirkei DeRabbi Eliezer 31:10, Targum Jonathan, Bereshit 22:19). O Rav Moshe Meir Weiss, expandindo essa ideia (frequentemente baseando-se em conceitos do Sfat Emet ou do Shem MiShmuel), explica que a santidade de Itzhaq era o reflexo direto da "imagem divina". Rivkah não viu apenas um homem, ela viu o Tetragrama (o Nome de Quatro Letras de Deus) manifestado na face e na personalidade de Yitzchak e por isso ela caiu do camelo, significando que demostrava humildade em relação à ele.
Na estrutura dos mundos espirituais, o camelo (Gamal - גָּמָל) ocupa uma posição intermediária única. Ele está ligado à Kelipat Nogah, por isso, diz-se que sua natureza é mista: a parte superior inclina-se para a santidade (Kedushá), enquanto a inferior tende à impureza. De acordo com o Zohar, sonhar com um camelo é um presságio paradoxal. Embora indique que um decreto de morte pairava sobre o indivíduo, traz a boa nova de que ele foi salvo. O segredo desta salvação reside na gematria: Gamal (גָּמָל) é igual a 73, mesmo valor de Chochmah (חכמה - Sabedoria). A transformação da palavra "camelo" em "sabedoria" significa a transmutação do julgamento severo em vida plena.
A Torá descreve o momento em que Itzhaq sai ao campo (Gênesis 24:63): Este "campo" é o Pomar das Maçãs Sagradas. Ao ver a combinação de camelos com a Shekinah, Itzhaq — que personifica o atributo de Gevurah — percebeu a presença de forças impuras e julgamentos que trazem a morte. Sua intenção ao "sair ao campo" era justamente separar o sagrado do profano e erradicar essa negatividade. Quando Rivkah avista Itzhaq, a Torá diz que ela "caiu do camelo" (Gênesis 24:64). Conforme explica o Sefer Ohev Yisrael, esta queda não foi acidental, mas espiritual: ela abandonou a configuração de letras de גָּמָל (o decreto de morte) para abraçar a luz de חכמה (Sabedoria), conforme ensina o Rei Salomão em Kohelet 7:12: "mas a vantagem do Da'at (Conhecimento) é que a Chochmah preserva a vida de quem a possui.".
Portanto, ao elevar a energia do "camelo" (Nogah) através da retificação espiritual, o julgamento é anulado.
Esta visão do camelo é também a visão da Árvore das Vidas, posto que a parte superior elevada é o Olam haAtzilut onde as Klipot não alcançam, e a parte inferior é a Etz haDaat Tov veRá que engloba os Mundos de BYA (Briá, Yeztirá e Assiá).
יֹשֵׁב אֹהָלִים
"aquele que habita em tendas"
30 beKislev, 5782 (4, dezembro, 2021)
Sonhei, mas permaneci dormindo, e estive num escuro por longo tempo como se descesse e após isso, eu acordei. No sonho, eu ando por uma estrutura na aparência de uma casa com cômodos bem definidos e grandes. Todas as coisas acontecem encima de águas a semelhança de um rio, contudo as águas correm pelas laterais e há uma torre de água caindo de cima enquanto respinga por toda a estrutura. Há como uma pedra lisa enorme sob meus pés que é como se fosse todo o piso que é a pista da BR-222. Então eu vejo três fileiras de três tendas sendo colocadas numa ação invisível sobre aquelas águas formando exatamente a disposição das 10 sefirot. A tenda de cima não se materializa e está alocada mais acima das outras e mais para o lado como se fosse um local de observação (à parte), eu a vejo e a sinto e sei que ela tem a mesma aparência das outras, eu estou dentro dela.
O topo das tendas é de tecido branco, mas as hastes de sustentação são de tendas de praia.
Eu estou explicando para alguém que as tendas são os compartimentos da casa e elas são a semelhança de como eram as tendas (dos tempos) de Abraão. Cada tenda tem uma especificidade as quais não me recordo e os membros da minha família estão espalhados por elas cada qual deles realiza algo em particular.
Sentados nessa tenda há três homens ao redor de uma mesa redonda, eles lançam cartas numa pilha cada uma com um valor superior à carta anterior, há um quarto jogador oculto, sendo o rosto do primeiro muito visível, do segundo menos visível que aquele e o rosto do terceiro completamente borrado - como se eles próprios fossem níveis sucessivos. Eles estão sexualmente atraídos por mim, a medida do nível do seu ratzon de modo que ele se diminui a conforme a materialização de seus aspectos.
O homem com o rosto mais visível estava tão atraído que se levantou e veio até mim, enquanto o segundo permaneceu apenas a cortejar com palavras. Eu estava vestida de águas, pois as águas que corriam lateralmente e a torre de águas que caia corriam para mim e me vestiam e estas águas era o que causava atração aos homens. (...)
Pirush: No alfabeto hebraico, as letras de "BR" (ב-ר) são as mesmas de Rav (רב - Mestre/Grande) que equivale a 202 somando com 222 é igual a 424 a gematria de Machiach Ben David. O Olam haAtzilut é comparado ao nível da casa e é também chamado "Tendas", conforme já dito anteriormente.
Estar vestida de águas, isso é, Ohr Chochmá - a Luz do Deleite.
A tenda que permanece à parte das outras no local mais elevado e que não se materializou, está associada ao palácio espiritual onde a alma do Mashiach reside, aguardando o momento da revelação. É um estado de perfeição que existe acima das limitações da matéria, representa também insights espirituais que não podem ser deduzidos apenas pela lógica. É o conhecimento que vem da intuição profética ou de uma conexão direta com o Divino, ora, a "Torre que flutua no Ar" significa uma fé (Emunah) tão elevada que não precisa de provas racionais para se sustentar, esta é a excitação espiritual.
Quando Eliezer, o servo de Abraão, pede um sinal ao Santo, Abençoado Seja Ele, para encontrar a esposa ideal para Itzhaq, ele estabelece um teste de hospitalidade extrema. Itzhaq é Gevurah, e ele precisava de uma contraparte que fosse o epítome de Chessed.
Rivka então aplica um esforço sobre-humano em sustentar não apenas Eliezer, mas também aos seus camelos, significando um ato de doar-se além da medida, a capacidade da alma de dar além do que é solicitado.
Rivka ao tirar água do poço está, misticamente, extraindo a sabedoria das fontes superiores e canalizando-a para o mundo físico. O número de camelos não é aleatório. Os dez camelos representam as dez Sefirot (as dimensões da Árvore das Vidas). O camelo, sendo um animal "impuro" para o consumo (segundo as leis da Cashrut), mas essencial para a travessia do deserto, representa as forças da natureza que precisam ser "elevadas", ao dar de beber a todos os dez camelos, Rivka demonstrou que tinha a capacidade espiritual de nutrir e equilibrar todos os dez canais de energia divina. Ela demonstrou que era capaz de sustentar toda a estrutura da Árvore das Vidas que a linhagem de Abraão estava construindo.
Veja Sulam Chayei Sara 224: Vem e vê: “e aconteceu que ela saía”. Pergunta-se: está escrito “saía” (yotzet), deveria dizer “vinha” (ba’ah), como está dito “e eis que Rachel sua filha vinha…”. Por que está escrito “saía”? E responde-se que isso indica que o Santo, bendito seja, a fez sair de entre todos os homens da cidade, pois todos eram ímpios, e Rivka saía e se separava do conjunto dos habitantes da cidade, pois ela era justa. “E desceu à fonte” העינה (ha‘ayinah) está escrito com a letra ה, e este é o segredo: foi-lhe preparado ali o poço de Miriam, que é o aspecto da Nukva de Zeir Anpin quando ilumina com a iluminação de Chochmah. Por isso está escrito ha‘ayinah com ה, aludindo à Nukva, que é o ה inferior do Nome Havayáh. Também ha‘ayinah העינה é da linguagem de “olhos” עֵינַיִם (einayim), que é o nome de Chochmah. E as águas subiam ao encontro de Rivka.
Razá Ilaah!
ר' יִצְחָק אָמַר, וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, דָּא מַלְכָּא קַדִּישָׁא, וְהָכִי הוּא. וּמְנָלָן. מִקְרָא אַחֲרִינָא אַשְׁכַּחְנָא לֵיהּ, דִּכְתִּיב, (ישעיהו י״ב:ב׳) כִּי עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְיָ' וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, מִמַּשְׁמַע דְּקָאָמַר יְיָ' וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה, דָּא מַלְכָּא קַדִּישָׁא.
הִנֵּה אֵל יְשׁוּעָתִי אֶבְטַח, וְלֹא אֶפְחָד: כִּי־עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְהוָה, וַיְהִי־לִי לִישׁוּעָה.
Rabi Yitzchaq disse: “e Ele se tornou para mim salvação” — isto é o Rei Santo (Malka Qadisha), e assim é. E de onde sabemos isso? De outro versículo encontramos isso, como está escrito (Isaías 12:2): “Pois minha força e meu cântico é Yah, YHVH, e Ele se tornou para mim salvação”; do fato de que diz “YHVH, e Ele se tornou para mim salvação”, isto é o Rei Santo (Malka Qadisha).
A parte mencionada "e Ele se tornou para mim salvação (וַיְהִי לִי לִישׁוּעָה)... Vayechi Li Lishuá" possui gimatria Mispar Siduri igual a 123 que é a gimatria ordinal de "Chaim Vital" soletrada como aparece no Isaías capítulo 12 versículo 2 visto acima (ויטל חיים) e portanto, a alma do rabino Chaim Vital é o Malka Qadishá (מַלְכָּא קַדִּישָׁא) - Rei Santo e que é a alma de Ezequias, rei de Judá.
2 beSivan - 29, maio, 2025 (restando 216 dias para o final do ano, da gematria de H’Ari) sonhei e vi o Rav MishaËl ensinando Kabbalah a uma porção de gente na pracinha ao ar livre, na frente de uma grande parede com manchas brancas.
Então desceu um raio azul do céu, cujas bordas eram brancas e eletrizadas e imprimiu na parede a expressão em hebraico com Nekudot “כִּי־טוֹב” Ki Tov, o raio estava se comunicando com o Rav.
Pirush (explicação): Em Kalach Pitchei Chochmah de Rabbi Chaim Luzzatto, capítulo 16 somos informados sobre a contemplação da visão profética das Sefirot através do espelho Malchut, e diz:
“As Sefirot brilham com dois tipos de luz, uma luz direta (Ohr Yashar) e uma luz de retorno (Ohr Chozer): Nenhuma luz completa sua função a não ser quando ela sai e depois retorna à sua fonte. Ou seja, ela desce até o ponto mais baixo com força, e então, ao subir, deixa abaixo uma medida, algo do que continha, e se eleva. E assim, o grau (madrigá) permanece estruturado em sua construção. E assim ocorre com todas elas. Na visão profética esses dois tipos são observados.
Após as graduações descerem de Keter até Malchut, Malchut retorna e se torna Keter. E assim continua esse ciclo, até que Keter se transforme novamente em Malchut.
E esta visão se apresenta como a visão de um relâmpago intenso, como uma lâmina flamejante que sai — e a princípio se vê que ela emerge de um lado e segue para outro. E imediatamente se vê que se inverte, do segundo lado para o primeiro.
Assim são as dez sefirot, em qualquer lugar em que se manifestem — quando são contempladas, são vistas assim: Keter emerge primeiro da Fonte, e as graduações descem até Malchut.
Depois, vê-se que Malchut em si retorna a ser Keter, e sai novamente do Ein Sof, bendito seja Ele.
E isto porque o Ein Sof, bendito seja Ele, envolve a visão das sefirot por cima e por baixo. E eis que a luz se inflama desde o alto, desce e se espalha para baixo. E à medida que se expande, vai se enfraquecendo. E quando atinge o ponto mais baixo, retorna à Fonte que está abaixo, ou seja, o Ein Sof, bendito seja Ele, que envolve por baixo.
E então volta a se inflamar, de baixo para cima, pelo mesmo caminho.
E isso é o que significa: "E os seres vivos corriam e voltavam, como o brilho de um relâmpago" (Yechezkel 1:14).
Quando uma determinada luz precisa fazer um ou vários níveis, ela desce sem falhas e sem obstáculos, mas com grande poder. Então, ela ascende novamente, deixando para trás o que deixa (ou seja, um traço – reshimu – de sua radiação, ou seja, o nível que permanece lá embaixo)”. (Fim da citação)
Agora, o que são as letras (Otiot) que o raio imprimiu na parede? Vejamos Petichá LeChochmat haQabalah do Baal HaSulam, a partir do capítulo 46 e veremos isso de modo simples: A luz direta que se expande para baixo é chamada Taamei, a memória (Reshimo) que essa luz deixa é chamada Tagin; a luz que retorna para envolver a luz que desceu é chamada Nekudot, e a memória ou o resquício (Reshimo) que ficou dessa luz de retorno é chamada de Otiot (letras) ou kelim (vasos).
Veja Zohar Sipra deTzniuta 2:11 “E os seres viventes iam e vinham" [Ezequiel 1:14 ], como está escrito: "E viu Deus a luz, e eis que era boa" [ Gênesis 1:4 ], "Dizei que o Justo é bom" [ Isaías 3:10 ].
Eis que a parede é Malchut, a conclusão de todos os graus.
A expressão “Ki Tov” aparece primeiramente em Bereshít 1:4 a respeito da Luz “Vayar Elohim et-ha’or ki-tov” - E viu Elohim que a Luz era boa. O sobrenome “Vital” (ויטאל) de Chaim Vital aparece ali a cada três letras. Investigue o Zôhár que esclarece que este versículo refere-se a Moisés, nosso mestre sobre quem se disse em Shemot 2:2 “E viu-o, que era bom” (וַתֵּ֤רֶא אֹתוֹ֙ כִּי־ט֣וֹב ה֔וּא) sobre Moshe.
וַיַּ֧רְא אֱלֹהִ֛ים אֶת־הָא֖וֹר כִּי־ט֑וֹב
ילאוט
ויטאל
Em Shaár HaGilgulim, Introdução 38, o Rav Chaim registrou:
“O Rabi Iehudá Baguiliair também me disse que o meu mestre lhe contou sobre a proximidade que meu mestre tinha comigo. Isso porque as três letras: '' - אב׳י Alef, Bet e Iud estavam aludidas no nome de: '' עקיבא — Akiva, de trás para frente. Ele não quis me explicar mais do que isso, mas também me disse que sobre mim foi dito: "O que já foi voltará a ser" (מַה־שֶּֽׁהָיָה֙ ה֣וּא שֶׁיִּֽהְיֶ֔ה) - Kohelet 1:9 cujas iniciais em hebraico formam o nome: ''Moshé”. A questão é que do mesmo modo que o Rabi Akiva ensinou Torá para seus 24.000 alunos e para todo o mundo, eu faria o mesmo, com a ajuda do Santíssimo, bendito seja.”
E hoje, o mundo inteiro aprende os segredos da Torá (Qabalah) pelas palavras de nosso mestre, o Rav Chaim Vital z'l. E é por isso que o Ruach haQodesh, no sonho, imprimiu na parede o grau espiritual chamado "Moshe", pois ele é o professor de todo Israel.
Rabi Shim‘on amar, vai le-hahu bar nash de-amar, de-ha orayta ata le-achaza sipurin be-alma, u-millin de-hedyotei. De-i hachi, afilu be-zimna da, anan yachlin le-me‘bad orayta, be-millin de-hedyotei, u-vishvacha yatir mi-kulhu. I le-achaza milla de-alma, afilu inun qafsirei de-alma, it beinayhu millin ila’in yatir. I hachi nezil avatrayhu, ve-na‘bed minayhu orayta, ke-hai gavna. Ela kol millin de-orayta, millin ila’in inun, ve-razin ila’in.
וְהָיָ֣ה הַֽנַּעֲרָ֗ אֲשֶׁ֨ר אֹמַ֤ר אֵלֶ֙יהָ֙ הַטִּי־נָ֤א כַדֵּךְ֙ וְאֶשְׁתֶּ֔ה וְאָמְרָ֣ה שְׁתֵ֔ה וְגַם־גְּמַלֶּ֖יךָ אַשְׁקֶ֑ה אֹתָ֤הּ הֹכַ֙חְתָּ֙ לְעַבְדְּךָ֣ לְיִצְחָ֔ק וּבָ֣הּ אֵדַ֔ע כִּי־עָשִׂ֥יתָ חֶ֖סֶד עִם־אֲדֹנִֽי׃ וַֽיְהִי־ה֗וּא טֶ֘רֶם֮ כִּלָּ֣ה לְדַבֵּר֒ וְהִנֵּ֧ה רִבְקָ֣ה יֹצֵ֗את אֲשֶׁ֤ר יֻלְּדָה֙ לִבְתוּאֵ֣ל בֶּן־מִלְכָּ֔ה אֵ֥שֶׁת נָח֖וֹר אֲחִ֣י אַבְרָהָ֑ם וְכַדָּ֖הּ עַל־שִׁכְמָֽהּ׃
"E será que a jovem à qual eu disser: “Inclina, por favor, o teu cântaro, para que eu beba”, e ela disser: “Bebe, e também os teus camelos darei de beber”, — ela, tu designaste para o teu servo, para Isaac; e por meio dela saberei que fizeste bondade com o meu senhor. E aconteceu que, antes que ele terminasse de falar, eis que Rebecca saía — que havia nascido a Bethuel, filho de Milcah, esposa de Nahor, irmão de Abraham — e o seu cântaro estava sobre o seu ombro."
- Torah Chayei Sarah (Bereshit 24: 14-15)
O primeiro criptograma se encontra na SOFEI TEIVOT (Letras Finais) de "Omar eleiha hati-na (אֹמַ֤ר אֵלֶ֙יהָ֙ הַטִּי־נָ֤א)" e que ao serem rearranjadas revelam "Ha'Ari (האר"י)" que é a epígrafe mística do nosso mester Rabbi Itzchaq Lúria cujas letras são as iniciais de "Ha'Elohê Rabbi Itzchaq (האלהי רבי יצחק)."
אֹמַ֤ר אֵלֶ֙יהָ֙ הַטִּי־נָ֤א
האר"י
O segundo criptograma se encontra criptografado na iniciais "le'daber ve'hinêh Rivka Iotzat Asher (לְדַבֵּר֒ וְהִנֵּ֧ה רִבְקָ֣ה יֹצֵ֗את אֲשֶׁ֤ר) - falar eis que Rivka saía a que..." aqui, tanto por RASHEI TEIVOT (Iniciais) como por SAEs (Saltos Afabéticos Equidistante) o sobrenome LÚRIA (לוריא) está codificado.
לְדַבֵּר֒ וְהִנֵּ֧ה רִבְקָ֣ה יֹצֵ֗את אֲשֶׁ֤ר
לוריא
"A glória de Elohim é criptografar, e a glória dos Reis é decodificar."
O próximo "Chidush Mutzafon (חִדּוּשׁ מֻצְפָּן)" se encontra logo após a letra ALEF (א) final de LURIA (לוריא) na palavra "Yuldáh (יֻלְּדָה֙)" traduzida como "NASCIDA" e que, quando lida no sentido inverso se revela "Ha'Delí (הדלי)" cujo significado é "AQUARIUS."
יֻלְּדָה֙
הַדְּלִי
O chidush mutzafon completo é "Ha'Ari Itzchaq Lúria - Era de Aquarius." O Baal HaSulam diz que “…antes dos Kelim de NHYM (Netach, Hod, Yesod e Malchut) começarem a se manifestar no Partzuf do mundo, ou seja, nos últimos dois mil anos, a sabedoria do “Zohar” em geral, e da Cabala em particular, foi ocultada do mundo. Somente durante o tempo do Ari, quando chegou o tempo para a conclusão dos Kelim do peito para baixo, ou seja, em cada um dos três períodos: Chochmah, bina e daat, Chessed Gevura Tipheret e Netzah Hod Yesod, os Kelim se desenvolvem e são corrigidos, seguidos posteriormente pelas Ohrot (NARANCHAI). Graças à alma sagrada do Rabino Isaac Luria (abreviadamente Ari), o brilho da Sabedoria Suprema foi revelado. Os Kelim de NHY estavam suficientemente desenvolvidos na sua época, daí esta alma especial ter descido ao nosso mundo (...). Mas como a alma do Ari apareceu após o desenvolvimento de todos os vasos de NHY, ele foi capaz de revelar a grandeza do “Livro do Zohar” e a sabedoria da Cabala e, ao fazê-lo, ofuscar todos os seus antecessores. Ou seja, a partir do momento em que o “Livro do Zohar” apareceu, ele concentrou em si todo o conhecimento que havia sido recebido dos Cabalistas que viveram antes da destruição do Templo. O livro é considerado tão grande, não porque os Kelim de NHY ainda estivessem subdesenvolvidos, mas porque a sua sabedoria foi recebida por almas muito exaltadas que viveram naquela época. Praticamente, o Ari introduziu o método de correção ao mundo. Uma vez que os Kelim de NHY completaram o seu desenvolvimento, a sua alma poderia descer ao nosso mundo e fornecer-nos tudo o que é necessário para a correção das nossas almas (Kelim). Sua alma é uma imagem coletiva de todos os Kelim de HaBaD, HaGaT e NHY. Ele, por assim dizer, completou seu desenvolvimento. Depois que os Kelim se manifestaram, mas antes que as luzes entrassem neles, o Ari apareceu imediatamente. Portanto, a coleção de suas obras (mais de 20 volumes) constitui um método completo de ascensão espiritual, de correção espiritual. Nenhum dos Cabalistas antes do Ari conseguia entender exatamente como a correção espiritual acontecia. Ninguém poderia atingir o seu nível de realização porque estes Kelim não estavam suficientemente desenvolvidos na criação. Antes do Ari, toda a humanidade existia no estágio de desenvolvimento dos Kelim HaBaD, HaGaT e NHY, de todas as dez Sefirot. Desde a sua época e com a aquisição de uma tela e a recepção da luz nestes Kelim totalmente desenvolvidos começou. O universo inteiro foi incluído nestes HaBaD, HaGaT e NHY. Contudo, o Baal HaSulam continua: Mas estes Kelim não foram totalmente desenvolvidos porque o Ari não teve tempo suficiente para completar todas as correções necessárias.
כָּל מִלִּין דְּאוֹרַיְיתָא, מִלִּין עִלָּאִין אִינּוּן, וְרָזִין עִלָּאִין
“todas as palavras da Toráh são palavras elevadas, e segredos elevados”
A gematria Mispar Milui de ZOHAR (זהר) é igual a 583 que é a mesma de "Achad Assar (אחד עשר) - ONZE" em hebraico e a mesma de "Yemot Ha'Mashiach (ימות המשיח) - Era Messiânica." Fica portanto, estabelecido que, a Era de Aquárius (11º signo zodiacal) teve inicio com o nascimo do Arizal neste mundo e é isto que este código maravilhoso está confirmando.
Estes CHIDUSHIM MUTZFANIM (חִדּוּשִׁים מֻצְפָּנִים) - NOVIDADES CRIPTOGRAFADAS nos foram revelados pela alma do próprio Rabbi Itzchaq Lúria, de abençoada lembrança, e por ele fomos conduzidos a estabelecer o RITUAL DO CÂNTARO SAGRADO - DELI HA'MASHICH (דלי המשיח).
Nem mesmo em Sha'ar Ha'Pessuqim (O Portão Dos Capítulos) na porção Chayei Sarah existe qualquer menção a este segredo pelo Rabbi Chaim Vital, não que ele talvez não o conhecesse. Esse foi um chidush que esteve oculto durante 3336 anos desde que a Torah foi outorgada em Sinai.
וַתֵּ֤רֶד בַּת־פַּרְעֹה֙ לִרְחֹ֣ץ עַל־הַיְאֹ֔ר וְנַעֲרֹתֶ֥יהָ הֹלְכֹ֖ת עַל־יַ֣ד הַיְאֹ֑ר וַתֵּ֤רֶא אֶת־הַתֵּבָה֙ בְּת֣וֹךְ הַסּ֔וּף וַתִּשְׁלַ֥ח אֶת־אֲמָתָ֖הּ וַתִּקָּחֶֽהָ׃
האר"י
VAMPIRO
Vampiro é um ser mitológico ou folclórico que sobrevive se alimentando da essência vital de criaturas vivas (geralmente sob a forma de sangue), independentemente de ser um morto-vivo ou uma pessoa viva.
O demônio vampiro é uma alusão ao Anjo Samael que de acordo com textos antigos em aramaico é o Principado da religião Cristã. O cristianismo veio de Roma e Roma foi fundada por Orev e Zeev, reencarnações de YANES E YUMBRUS (Janes e Jambres) os filhos do feiticeiro Balaão. Orev e Zeev reencarnaram através de Magia Negra em Romulos e Remos. Outro texto antigo em aramaico, o Zohar, explica a conexão de Edom (Roma) com Samael, O DEMÔNIO:
"O que Ele fez? Ele chamou Samael, MINISTRO DE ESAU ACIMA, que veio diante d'Ele. Ele (Hashem) disse a ele,"Você aceita a Minha Torá?" Samael respondeu: O que está escrito nela? Hashem disse: "Não matarás" (Shemot 20:13), uma vez que o Santo, bendito seja Ele, pulou diretamente para aquele versículo para mostrar-lhe o lugar necessário - ELE PASSOU PARA O MANDAMENTO QUE ELE SABIA QUE NÃO SERIA CAPAZ DE CUMPRIR. SAMAEL respondeu: Chas ve'Shalom (Deus me livre), esta Torá é Sua e sua permanecerá. Eu não desejo tal Torá. Ele novamente implorou a Ele dizendo: Mestre do Mundo, se você me der ISTO, a TORÁ, todo o meu governo cessará, já que todo o meu domínio é baseado na matança. E SE EU ACEITAR A TORÁ, não haverá mais guerras pois o Meu governo é regido pelo planeta Maadim (Marte) QUE REGE O DERRAMAMENTO DE SANGUE. Se assim for, tudo se torna vazio do mundo."
- ZOHAR PARASHAT BALAQ
Edom é o outro nome de Essav, o irmão de Jacó e os textos antigos dizem que Essav bebia sangue. O símbolo principal da série é a Eucaristia, onde o fiel bebe o "sangue" e come da "carne" de Cristo.
O GRANDE MISTÉRIO
A ORIGEM DO CRISTIANISMO
"E o Eterno lhe disse: Dois povos há no teu ventre, e duas nações, desde as tuas entranhas, se separarão; uma nação será mais forte que a outra nação, e o maior servirá ao menor. E cumpriram-se os seus dias para dar à luz; e eis que havia gêmeos em seu ventre. E saiu o primeiro, ruivo, todo ele como um manto de pelos; e chamaram o seu nome Esaú."
וַיֹּאמֶר יְהוָה לָהּ, שְׁנֵי גֹיִים בְּבִטְנֵךְ, וּשְׁנֵי לְאֻמִּים, מִמֵּעַיִךְ יִפָּרֵדוּ; וּלְאֹם מִלְאֹם יֶאֱמָץ, וְרַב יַעֲבֹד צָעִיר. כד וַיִּמְלְאוּ יָמֶיהָ, לָלֶדֶת; וְהִנֵּה תוֹמִם, בְּבִטְנָהּ. כה וַיֵּצֵא הָרִאשׁוֹן אַדְמוֹנִי, כֻּלּוֹ כְּאַדֶּרֶת שֵׂעָר; וַיִּקְרְאוּ שְׁמוֹ, עֵשָׂו.
Gênesis 25: 23-25
Dentro do passuq, criptografado nós encontramos "ROMA, PEDRO E JESUS." Todos estes emergiram da alma de Esaú onde estavam aprisionados. No trecho onde se encontra "e saiu o primeiro, vermelho, todo ele como um manto de pelos, e chamaram o seu nome Esaú" está criptografado "Yesh'u (יש"ו)" que é o nome hebreu de "Jesus."
וַיִּקְרְאוּ שְׁמוֹ, עֵשָׂו
O MISTÉRIO DA EUCARISTIA
"E Jacó deu a Esaú pão e um cozido de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e foi; e Esaú desprezou a primogenitura."
Gênesis 25: 34
TOMAI E BEBEI ESTE É O MEU SANGUE! TOMAI E COMEI ESTE É O MEU CORPO.
וְיַעֲקֹב נָתַן לְעֵשָׂו, לֶחֶם וּנְזִיד עֲדָשִׁים, וַיֹּאכַל וַיֵּשְׁתְּ, וַיָּקָם וַיֵּלַךְ; וַיִּבֶז עֵשָׂו, אֶת־הַבְּכֹרָה.
A RELIGIÃO DE AMALEQ
דַּת עֲמָלֵק
Na Eucaristia, no momento central da Missa (a Consagração), o padre diz essencialmente as palavras de Jesus na Última Ceia. Em português, na forma mais comum do rito romano:
Sobre o pão: “Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo, que será entregue por vós.” Sobre o vinho: “Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim.”
Antes disso, o padre invoca o Espírito Santo (epiclese), pedindo que o pão e o vinho sejam santificados; depois da consagração, proclama-se o Mistério da Fé. Em latim (forma tradicional), o núcleo é: “Hoc est enim Corpus meum” “Hic est enim calix Sanguinis mei…” Essas palavras são consideradas, pela teologia católica, o momento em que ocorre a transubstanciação.
666
שֵׁשׁ מֵאוֹת וְשִׁשִּׁים וָשֵׁשׁ
A gematria de DAT AMALEQ (דַּת עֲמָלֵק) - RELIGIÃO DE AMALEQ - é igual a 666 em mispar ne'elam (número oculto). O seiscentos e sessenta e seis é o atributo da alma da religião de Amaleq que bebe sangue.
YAVÔ SHILÓH
358
Shaar haPessukim, Vayechi parágrafo 10:
Não se afastará o cetro de Yehudá, até que venha Shiló (לֹֽא־יָס֥וּר שֵׁ֨בֶט֙ מִֽיהוּדָ֔ה וּמְחֹקֵ֖ק מִבֵּ֣ין רַגְלָ֑יו עַ֚ד כִּֽי־יָבֹ֣א שִׁילֹ֔ה וְל֖וֹ יִקְּהַ֥ת עַמִּֽים:) - Bereshit 49:10
Já foi insinuado no livro do Zôhar, no Ra’aya Meheimna, e no livro dos Tikkunim, que Shiló (שִׁילֹ֔ה) em guematria é Moshe (משה) igual a 345. E ele também é o Mashiach ben David. E a explicação deste assunto é conforme o que te informei na parashá Bereshit, a respeito do pecado de Adam haRishon: que todas as almas estavam incluídas nele, e ele possuía nefesh, ruach e neshamah dos três mundos BYA (Briá, Yetzirá e Assiá), e nefesh, ruach, neshamah e chayah dos quatro partzufim de Atzilut, que são Nukva, Zeir Anpin e Aba veIma. Por isso Adam haRishon (Adam, o primeiro) é chamado “Adam”, no segredo de Chochmah, Aba Ilaá de Atzilut, que é chamado Adam haRishon, pois Zeir Anpin é o segundo Adam.
E depois, quando pecou, foi diminuído e ficou na medida de cem amot, chamada “a chalá do mundo”, como mencionado ali. E quando veio Moshe Rabbenu, ele retificou grande parte de Adam haRishon, e por isso mereceu subir até Ima de Atzilut.
E que havia nele todos os aspectos desde nefesh de Assiyah até o aspecto de neshamah de Ima de Atzilut.
E eis que sobre o Mashiach ben David está dito: “Eis que prosperará meu servo; será elevado, exaltado e muito elevado” (Isaías 52:13): elevado mais que Avraham, exaltado mais que Yitzchak, elevado mais que Yaakov, muito mais que Moshe. E o sentido disso é que o Mashiach ben David alcançará até o aspecto de chayah de Aba de Atzilut, chamada “neshamah da neshamah” (Chayá), algo que nem mesmo Moshe alcançou.
E assim se conclui que o primeiro pastor, que é Moshe, é ele mesmo o último pastor, como insinuaram nossos sábios no Midrash. E este é o segredo de “como nos dias da tua saída da terra do Egito, lhe mostrarei maravilhas” (Micha 7). Portanto Shiló, que é o Mashiach e Moshe, somam um só, pois é o mesmo — apenas que o Mashiach é a neshamah da neshamah de Moshe.
Sulam Zohar Bereshit I, 262:
Se retornam em teshuvá, está dito sobre eles: “e Hashem lhe mostrou uma árvore” (Shemot 15:25), e esta é a Árvore da Vida, e nela “as águas se adoçaram”. Pois então se afasta a amargura e o veneno da morte da Torá (o Pshat), e se revela nela a doçura que é o elixir da vida (o nível da Qabalah).
E este é Moshe Mashiach, sobre quem foi dito: “e o bastão de Elohim está em minha mão”. A Árvore da Vida é Moshe Mashiach, isto é, a neshamah de Moshe que será revelada com a vinda do Mashiach. Como está dito sobre ele antes da vinda do Mashiach: “o bastão de Elolim está em minha mão” (Shemot 17:9). Este bastão é Metatro"n, de cujo lado há vida e de cujo lado há morte, pois ele se transforma de serpente em bastão e de bastão em serpente. Quando se transforma em bastão, ele é ajuda para Moshe do lado do bem (O Sod da Torá - Atzilut), e a vida é atraída dele. E quando se transforma em serpente (Peshat, Remez e Derash - Mundos da Separação BYA), ele se torna oposição a Moshe, pois então há morte do seu lado, e imediatamente Moshe foge diante dele.
YAVÔ SHILÓH
O CÓDIGO
Kohelet Rabba 1:9:
"Aquilo que foi, isso é o que será." Os sábios disseram: no futuro, as gerações se reunirão diante do Santo, bendito seja, e dirão perante Ele: “Mestre do mundo, quem dirá diante de Ti um cântico primeiro?” E Ele lhes dirá: “No passado, não disseram cântico diante de Mim senão a geração de Moshe, e agora não dirá cântico diante de Mim senão ele.” Qual a razão? Como está dito: “Cantai ao Hashem um cântico novo, Seu louvor desde os confins da terra, os que descem ao mar e tudo o que nele há” (Isaías 42:10).
(...) Rabi Berechiah disse em nome de Rabi Yitzchak: assim como o primeiro redentor, assim será o último redentor. Assim como o primeiro redentor — como está dito: “Moshe tomou sua esposa e seus filhos e os fez montar sobre o jumento” (Shemot 4:20) — assim também o último redentor, como está dito: “humilde e montado sobre um jumento” (Zechariah 9:9). Assim como o primeiro redentor fez descer o maná, como está dito: “eis que farei chover pão dos céus” (Shemot 16:4), assim também o último redentor fará descer o maná, como está dito: “haverá abundância de grão na terra” (Tehilim 72:16). Assim como o primeiro redentor fez subir a fonte de água, assim também o último redentor fará brotar as águas, como está dito: “uma fonte sairá da casa do Hashem e irrigará o vale de Shitim” (Yoel 4:18).
AKIVA
GILGUL MOSHÊ
Razá Ilaá!