Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia

Curso: Manifestações Ufológicas EM Código Secreto Na Bíblia
O Velho Testamento bíblico e outras partes do livro sagrado estão repletos de alusões a avistamentos ufológicos e contatos com seres extraterrestres, como se verá neste curso, que dá continuidade ao ministrado pelo mesmo professor no ano de 2020. Há até mesmo ocorrências de abduções alienígenas nele descritas com clareza, como a do profeta Elias, que foi levado aos céus. Se lida com uma ótica moderna e interpretada com conhecimentos ufológicos, na Bíblia, principalmente em sua versão hebraica, há ainda inúmeras outras menções a situações inusitadas apresentadas em um código próprio, que hoje é estudado pela chamada Ufocriptologia, que o curso ministrado pelo rabino Misha’ Ël Há’ Levi, como também é conhecido Paulo Sergio Batalini, abordará. Clique na imagem para mais informações.

EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Os Verdadeiros Anunnki

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A verdade jamais revelada sobre os Anunnaki

Novo Livro

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Duna - Uma Experiência Verdadeira

Os Ecos De Enoch

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Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

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Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

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domingo, 5 de novembro de 2017

A Constância Do Tempo


A fragmentação de Adam ha'Rishon (O Homem Primordial) é uma consequência da fragmentação de Adam Qadmon (O Homem Celestial), conforme afirma o Zôhar: "assim como é acima, é abaixo".

Antes da fragmentação, Adam ha'Rishon possuía 300 cúbitos de altura, o que são 137 metros. A idade do universo criado após a fragmentação de Adam Qadmon é de 13,7x1.000.000 e que é igual a 13,7 bilhões de anos. 

Para os que desconhecem a Chochmat Nistar ha'Torá (Sabedoria Escondida da Torá) que o Zôhar chama "QABALÁH" foi a fragmentação de Adam Qadmon (O Homem Celestial) que deu origem ao nosso universo. O ego científico convenceu a si mesmo de que a ciência foi quem postulou a teoria do Big Bang - a Grande Explosão - que deu origem ao universo conhecido. A verdade é que, foi o Rabino Nehuniá Ben Ha'Kanná (o revelador da prece Ana Be'koach) quem postulou primeiro esta verdade e, isto, há mais de 2000 anos. O Rabino Nehuniá explicou que, no princípio não havia nada e a Luz (Ein Sof Ór) preenchia absolutamente tudo e, não havia nem começo e nem fim, nem cabeça e nem cauda. Então, a Luz resolveu criar e deu nascimento ao Cli (Vasilha) para o qual a Luz passou a emanar tudo. Com o tempo, o Cli percebeu que ele não era merecedor de tudo o que gratuitamente recebia e passou a rejeitar a Luz se contraindo e expandindo, efeito este chamado "Tzim-Tzum (Contração e Expansão)". Este movimento afastou a Luz criando um espaço vazio entre a Luz e o Receptáculo (Cli). Em relação a nós, este ponto vazio era do tamanho de um grão de mostarda e o Talmude diz sobre esta semente "Ein bô mamash (nela, nada havia)". Quando o espaço vazio apareceu no nada absoluto, o Criador (Ein Sof Ór) traçou um filete de luz até a cabeça (keter) de Adam Qadmon que começou a preenchê-lo enchendo todas as suas sefirot (vasilhas divinas) com a luz primordial. Ao chegar nas pernas do Cli, a Luz não pôde ser contida e elas se estilhaçaram sendo arremessadas em todas as direções contendo centelhas da Luz Divina aprisionadas nos seus cacos e este efeito é o início de toda a criação. 

No século dezesseis, o Rabino Isaac Lúria chamou esta fragmentação de "Shevirat ha'Kelim (A quebra das vazilhas)". Portanto, o Big Bang não foi postulado pela ciência, e sim pelos Sábios da Torá. O número 137 é o valor numerológico da palavra QABALÁH que significa "Recepção do Divino (Qabel-Hê)". 

Adam ha'Rishon foi criado à semelhança do Criador que é uma alusão a Adam Qadmon e como Adão era muito alto e abrangia toda a criação o tempo também era maior e diferente do tempo atual. Quando o Adão Primordial foi fragmentado em centelhas de almas menores (613.000) o tempo também foi afetado e diminuído, mas, mesmo assim, como no princípio as almas viviam muito, como o próprio Adão (930 anos) o tempo também era maior do que o atual. 


"A galáxia não possui 200 bilhões de sóis como pensado pela ciência astronômica, mas, 613 bilhões de massas solares, pois, como foi dito: "Assim como é acima, é abaixo".

Porque se vivia muito a oportunidade de cometer outros erros aos invés de corrigir o que causou a fragmentação era maior e, então, o Sagrado dividiu novamente as centelhas e centelhas de almas menores diminuindo o tempo de vida e facilitando a correção e, então, o tempo também diminuído e é por esta razão que a ciência não consegue conciliar a criação de Adão há 5778 anos atrás com a idade dos fosseis ou da primeira mutação genética a partir de Adão e que ele afirmam ter ocorrido há 130.000 anos. Adão pecou ao meio dia da sexta-feira cósmica, isto é, quando ele tinha doze horas divinas de vida. Qual a base de cálculo para descobrirmos a idade que Adão possuía em relação ao tempo atual quando ele foi fragmentado? 

"Porque mil anos são aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite (כִּי אֶלֶף שָׁנִים, בְּעֵינֶיךָ--כְּיוֹם אֶתְמוֹל, כִּי יַעֲבֹר; וְאַשְׁמוּרָה בַלָּיְלָה.)" - Tehilim (Salmos) 90 versículo 6. 

O passuq (versículo) contém o segredo que é a nossa base de cálculo. Um dia divino são mil dos nossos anos. Logo, um ano divino são 365.250 dos nossos anos. Como Adão ainda não havia cometido seu erro e está sob a influência do Divino, ele tinha 500 anos divinos quando pecou, isto é, Adão tinha cerca de 182.625.000 anos (cento e oitenta e dois milhões seiscentos e vinte e cinco mil anos). O tempo foi drasticamente diminuído com a fragmentação e continua sendo diminuído a cada dia que passa. Este mistério contêm o segredo da duração de uma vida: Quanto mais centelhas de almas uma pessoa possuí, mas longa é a sua vida, pois soma as o tempo de vida que estas centelhas viveram em outras encarnações de acordo com as raízes de suas almas.

Autor
BËN MÄHREN QADËSH
"Dipankara Vedas"

O Artesão Da Luz