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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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"ברוכים הבאים ממסורת עתיקה העברים במדבר". Bem vindo á Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto ao "Zen Hebreu". Este site não representa o judaísmo, nada tem haver com judaísmo e com nenhuma de suas vertentes. Este "sítio" é um lugar onde Sabedoria é compartilhada

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Vingador do Sangue



Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Cabalá explica que há dois reinos paralelos, o físico e o espiritual. Em outras palavras, tudo o que existem neste mundo, se são humanos, animal, vegetal, ou inanimados, têm uma correspondência no reino espiritual. O mesmo é verdadeiro para Torah. Há a Torah no reino físico e a Torah no reino espiritual.
Quanto a Torah do reino espiritual, os nossos Sábios afirmam que o Torah precedeu o mundo em dois mil anos. Naturalmente, isto não vinculado ao vinculado ao tempo, já que o tempo foi criado junto com todo o resto da criação física. Isto significa que o Torah é dois mil níveis acima de todos os mundos. É o aspecto espiritual da Torah. Mas o objetivo último da Torah é relacionar-se com este mundo, e não aos mundos espirituais: “Lo bashamayim hi (o Torah não está no Céu). A Gemará (uma parte do Talmud) descreve um incidente onde houve uma discordância entre os Sábios da Mishná (outra parte do Talmud) - mais especificamente entre os Chachamim (sábios) e Rabino Eliezer. Uma voz ecoou do céu e declarou que o Rabino Eliezer tinha razão. Mas os Chachamim argumentaram que eles não eram obrigados a dar atenção a uma voz celeste (uma bat kol – voz feminina - como é conhecida) desde que a Torah não está no Céu. 

Semelhantemente quando Moshe Rabbeinu foi chamado por D´us para vir e receber a Torah, a Gemará diz-nos que os anjos trouxeram um pedido urgente a D´us: “Dão a Sua honra (isto é, a Torah) nos céus”. A Moshe Rabbeinu foi dito para responder-lhes, explicando por que o Torah era necessária especificamente no mundo físico.

Sem embargo, essas duas dimensões da Torah - o físico e o espiritual - realmente existem. Assim, quando a Torah fala sobre a lei civil, por exemplo - se um boi escornear outro boi ou uma pessoa, ou se duas pessoas ambas reclamarem sobre a posse sobre um objeto eles encontraram, ou as leis de campos adjacentes, etc. - isto pode ser entendido de dois modos: Quanto ao mundo físico, acerca da decisão legal prática em tais casos, e quanto ao seu conteúdo espiritual. Que relevância pode ter os bois, os campos e os objetos perdidos com os anjos? Assim cada um desses conceitos - um campo, um escravo, um boi, um objeto perdido, etc., todos esses conceitos tem uma contraparte espiritual que é aplicável mesmo quando as leis reais não se aplicam porque não temos mais o Beit HaMikdash, ou porque o incidente se realiza fora do Israel, mas a lei em questão aplica-se só em Israel.

A Torah, por isso, pode ser estudado de dois modos - de um modo terrestre, ou de um modo celeste. Vamos tomar, por exemplo, a lei das Cidades de Refúgio - As “Arei hamiklat”, como são chamadas na Torah as “Cidades de Refugio”. Essas foram cidades especiais que foram deixadas de lado para uma pessoa fugir para elas se ele matou outro Judeu involuntariamente.

Lá ele pode encontrar o refúgio do “Goel hadam”, um parente da pessoa morta, que vem para vingar o seu sangue derramado.

Qual é a contraparte celeste, místico, espiritual das Cidade de Refúgio? O Rebbe explica que a matéria inteira pode ser interpretada em um sentido espiritual - quanto à alma de uma pessoa. Quem é o assassino, e quem é a vítima, e quem é o parente que vem para vingar a matança não intencional?

Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Quando uma pessoa realiza algo que ele não deveria ter feito - e penso que muitos de nós já experimentaram este momento o que há de fazer então? Como cada um foge e vira e cria uma nova história? Como cada um apaga o seu passado?

A solução dada pelo Torah é fugir para uma Cidade de Refúgio. Isto é a Torah, da qual o nossos Sábios dizem, “as palavras da Torah concedem o refúgio”. Cada um pode ficar absorto no mundo da Torah tão como um assassino desintencional pode fugir para uma Cidade do Refúgio. No momento que uma pessoa examina que o passado não foi perfeito e que ele quer começar uma nova vida, ele obrigou-se a fazer assim. A idade é inaplicável nesta discussão. A coisa importante está atrelada a esta verdade, esta consciência, e o desejo de vir mais perto D´us. Ele deve começar a estudar Torah então; ele deve começar a estudar a cabalá.

Mas ele deve lançar-se "na Cidade do Refúgio" completamente. Pois, tal como o “goel o hadam (o vingador do sangue)” pode requerer a vingança se ele encontrar o assassino fora da “Cidade do Refúgio”, assim também o “yetzer hara (a má inclinação) pode requerer tomar a vingança se ele encontrar a pessoa fora do refúgio da Torah e da prática das mitzvot (boas ações). Deste modo, uma pessoa pode deixar de incomodar-se com o passado, e enfocar a sua energia e a sua concentração no presente no futuro.

Reencarnação Em Ybur
A alma de uma pessoa assassinada pode requerer do Criador uma permissão para reencarnar em um outro corpo junto com a alma que já habita ali, para cumprir a “redenção do seu sangue derramado”, levando o assassino à justiça, ou requerendo a sua vida. Este tipo de reencarnação é chamada de “Ybur”, e acontece ainda com a pessoa em vida, quanto uma outra alma vem e habita no mesmo corpo, levando uma pessoa a uma mudança drástica de caráter.

O segredo sobre como Isto pode ocorrer está ligado à questão de que são chamadas “Cidades de Refugio (Arei Miklat)”. De acordo com o “Licutei Amarim Tânia”, o corpo de uma pessoa é chamado de uma “Pequena Cidade”, e ainda nos informa que “Duas nações farão guerra uma contra a outra”, se referindo as duas almas: A Alma Divina e a Alma Animal. Ambas guerrearão pela posse da “Pequena cidade” e por seus “habitantes (os órgãos do corpo)”. Se a alma animal vencer esta batalha, ela subjugará todos os habitantes da cidade, e tornará está cidade um “lugar ruim” uma vez que a má inclinação está atrelada à Alma Animal. Havendo a expulsão de um dos “habitantes (órgão)” da “Cidade”, e “caminhando” este habitante para se refugiar em outra cidade, ele tentará subjugar este novo “vilarejo”. Os habitantes do vilarejo farão guerra contra este “intruso” tentando subjugá-lo, e se perderem, ele dominará toda a cidade.

O mesmo e contrario acontecerá se a Alma Divina ganhar a guerra e dominar a alma animal. Como a Alma divina é uma justa governante, todos os habitantes da cidade a servirão com alegria. A alma divina poderá até mesmo enviar um “emissário” para uma outra cidade, a fim de ajudá-la na guerra contra um mal governante (a alma animal), e o resultado é que, todo o caos e doenças geradas por aquele governo maléfico, serão erradicadas com a ajuda deste “emissário santo”.
Você já deve ter percebido que eu estou revelando um segredo concernente à “DOAÇÃO DE ORGÃOS”.

Completando, devo dizer que, nenhum assassinato ficará impune neste mundo, pois se o assassino não se arrepender e se “refugiar” no estudo da Torah e da Cabalá, ele será encontrado pelo “Vingador do sangue”, e este pode até mesmo ser um parente da pessoa assassinada que requeira justiça diante de D´us, e então, o “anjo da morte” sairá para requerer a vida do assassino.

Não existe nenhum assassinato, roubo ou qualquer tipo de transgressão que ficará impune neste mundo. Por isto, quando vemos supostamente uma pessoa ser condena “injustamente” a prisão perpétua, ou mesmo, como nos casos nos EUA em que é condenada a morte, devemos ter em mente que, a “Justiça pode parecer falha”, mas quem comanda os “juizes” é o Criador do universo, e assim, alguém pode estar sendo punido por uma transgressão que cometeu não nesta vida, mas numa vida anterior.

Recomendo assistir junto com este ensino da cabalá o filme "The Wrait - A Aparição", caso não o encontrei em locadoras, poderá ser comprado em sites na internet.
Fonte: http://www.sichosinenglish.org – traduzido com acréscimos do Cabalista Mishael Yehudá Ben Yisrael.

O Encurtador do Caminho


O Kwisatz Haderach é um nome fictício de uma figura profetizada do messias no universo de Duna, criada por Herbert Frank, e estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicada pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.” A frase Kwisatz Haderach veio originalmente do Hebreu (קְפִיצַתהַדֶּרֶךְ, HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qif̄îá do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento cabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

As Quatro Faces de Amaleq




Corte da semente de Amalek
(Zohar)


O Pastor Fiel (Moisés) fala sobre Amalek e como os nomes de Bila´am e Balak estão escondidos nele. Ele diz-nos das quatro faces de Yisrael - Jacob e Rachel, Israel e Leah - e diz que essas correspondem às quatro faces da águia. Do mesmo modo existem quatro faces a Amalek - divinação, encantamento, iniqüidade e teimosia. Amalek em cima é Samael, cujas faces tentam as pessoas a pecar contra o Deus.


“Por isso, será, quando o Eterno Seu D´us, te der descanso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Eterno, teu D´us, te ETA dando por herança para possuí-la, apagarás a memória de Amalek de debaixo dos céus, não te esquecerás (Devarim 25:19)”. Porque o Sagrado, abençoado seja Ele, jurou não voltar ao Seu trono antes que Ele realize Sua vingança. O Pastor Fiel abriu e disse: “seguramente é por isso que eles viajavam na selva e pelo mar, e não se introduziram terra de Yisrael até que Ele (D´us) tomasse a vingança em cima de Amalek”.


Ele pergunta: “quem é esta raiz de Amalek acima no sentido espiritual? Vemos que as almas de Bila´am e Balak vieram do Amalek celestial, e é por isso que eles tiveram mais inimizade contra Yisrael do que qualquer outra nação ou língua. É por isso que AMALEK está marcado nos seus nomes, a saber o “AM (עמ)” de Bila´am e “Lak (לק)” de Balak. Os Amalekitas são masculinos e femininos e deles o pastor fiel diz: “Ele não observou a iniqüidade em Jacob nem ele viu a teimosia de Yisrael (Bamidbar 23:21)”, ONDE A INQÜIDADE É O LADO MASCULINO de AMALEK E A TEIMOSIA É A SUA FÊMEA. As letras que sobram de Bila´am e Balak formam o nome “Bavel (בבל)” que significa “Confusão”.




As Quatro Faces


O Yisrael tem quatro faces que são: Jacob que é Yisrael, Rachel e Leah. Yisrael e Jacob são o macho e Leah e Rachel são a fêmea. Essas quatro correspondem ao segredo de Ezequiel quando nos conta sobre as “Chaiót (os Animais Sagrados)”: “E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro (Yechezkel 1:10)”. Isto é, que correspondem as quatro faces da águia, desde que Jacob e Yisrael são o aspecto de uma águia que é a coluna central da Árvore das Vidas, chamada de “A Face Pequena”. Do mesmo modo há quatro faces a Amalek, que são: a divinação, o encantamento, a iniqüidade e a teimosia. As letras do termo iniqüidade (Hebraico: amal) estão presentes em Amalek (Amal-ek), e de Haman, quem descendeu de Amalek sobre quem se diz: “O seu dano (Heb. amal) se voltará sobre a sua própria cabeça (Tehilim 7:17)”. E todos os chefes de Esaú (Essav) vieram de Amalek. Amalek em cima é Samael que tem quatro faces que são a iniqüidade, o encantamento, a teimosia e o engano. Eles tentam o homem pecar contra o Sagrado, abençoado seja Ele. A divinação “קסם” (Heb. kesem) é o Quf (ק) de Amalek, o veneno “סם (Heb. Sam)” de Samael, e o encantamento é o El (אל) de Samael.




A Batalha de Riddick
(The Chronicles Of Riddick)


No filme protagonizado pelo ator americano Vin Diesel, o universo enfrenta um poderoso inimigo chamado “Necromongers”, um exercito de “semi-vivos” liderado pelo maléfico “Lorde Supremo” que curiosamente usa um Elmo (uma mascara/capacete) que tem “Quatro Faces”.


Os necromongers viajam de planeta em planeta convertendo seus habitantes à sua maléfica religião, matando os que não aceitam serem convertidos, e destruindo por fim, os seus mundos.


O termo “Necromonger (singular)” pode ser dividido em “Necromon-Ger” sendo que a ultima parte forma, em hebraico, o termo usado para “Convertido”, mas que carrega um outro segredo.


O termo “GER” é escrito com duas letras hebraicas, as letras “ג Guimel” e ר Resh” que são as iniciais de “Guilgul Ruach (A Roda do Espírito)” significando que, as pessoas convertidas recebem então um espírito adicional profano chamado “rashá (perverso)”.


Os nossos Sábios nos ensinaram: É proibido dar a um filho o mesmo nome de um Rashá. Alguns acrescentam que esta proibição não recai apenas sobre o pai, mesmo que já tenha dado a seu filho o nome de um Rashá (porque ele não sabia que era proibido), ao público é proibido chamá-lo por aquele nome. Eles devem substituí-lo por um apelido, e chamá-lo por este apelido.


Um exemplo, para que fique claro em nossa mente de um nome de um “perverso (rashá)”, seria dar à criança o nome de “Hitler, Stalin ou Mussolini”, ou mesmo “Saddam”, ou em um outro exemplo, dar à criança o nome de “Charles Manson”, o assassino serial que matou a atriz “Sharon Tate” esposa do então cineasta “Roman Polansky (O Bebê de Rosimary e o aclamado O Pianista)”.




Uma Advertência


Esta, pois escrito no Tehilim: “Bem-aventurado a pessoa que não segue os conselhos dos perversos (reshaim – plural de rashá)”. Desta forma é proibido se associar com eles, comer com eles, andar com eles, e mesmo tomar uma carona com eles.


Os “reshaim” que são aqueles encarnados com espíritos perversos, às vezes não são pessoas, mas, demônios em forma humana, e a pergunta que fica é: Como saber que são? Eles são aqueles que se recusam a cumprir Torah, não praticam e nem tem a intenção de praticar as mitzvot.


Algumas vezes, mesmo tendo a aparência de piedosos, não o são, e na primeira oportunidade usarão do julgamento contra aqueles que praticam Toráh. Usam suas bocas para dizerem palavras profanas, palavras de baixo calão, etc. Eu vejo pessoas que se dizem judias usando o tal do "twitter" e que só escrevem palavrões e eu fico pensando como é que, estas pessoas "recitam o Shemá" duas vezes ao dia, uma oração sagrada. Como a mesma fonte por dar água doce e água salgada?


Ao judeu é proibido usar seus lábios para tais praticas, uma vez que a boca que recita as palavras sagradas da Toráh e o Santo Nome de D´us, não pode fluir com duas fontes, sendo uma doce e a outra salgada.


Os “reshaim” fazem parte da “Érev Rav (A multidão misturada)” que são os Nefilim (Caídos), Giborim (Poderosos), Anakim (Gigantes), Reshaim (Perversos) e Amalek. A “cabeça (coroa)” desta árvore maléfica é Amalek.


A moda agora é o surgimento de “kabbalistas” que sequer tem a marca do pacto sagrado, a circuncisão, que criam e abrem escolas de kabala. Tem a aparência de piedosos, mas na primeira oportunidade que tiverem, usarão de julgamento para com os “santos (os praticantes da Toráh)” e destruirão as vidas daqueles que sem conhecimento se associaram a eles. Que D´us nos livre de tal associação.

Talvez você esteja achando, pensando ou até julgando que eu seja um preconceituso, um segregador, mas tenha certeza de que não o sou. A questão é, que quando mais Sabedoria nós é revelada, mais nos aproximamos da verdade e do conhecimento. O que poucos sabem é que, nem todos aqueles que caminham entre nós são seres humanos, ou será que você acredita mesmo que "Hitler" que assassinou 6,6 milhões de judeus e no total 66,6 milhões de pessoas no mundo em razão da guerra, era um ser humano?. E o que falar de Joseph Stalin que assassinou 40 milhões de pessoas, você acha mesmo que ele era um ser humano? Eu não sou mesmo preconceituoso e nem segregador, mas escolho bem com quem vou andar, isto é certo.


Infelizmente os reshaim estão se inserindo no meio da nação de Israel. Rabinos sem sabedoria, desligados do estudo do Zohar sagrado e da sagrada Qabalah, tem aceitado estas pessoas como convertidos no seio do povo. E muito fácil, encontrar na internet, por exemplo, estes seres, e verificar pelo uso que fazem desta ferramenta (a net) que são reshaim disfarçado de “yehudim”. Usam de palavrões, perseguem outras raças e credos, usam de julgamento, se utilizam do lashon hará (calúnia), e ainda por cima se intitulam como ortodoxos para enganar a justiça, ou faltar às audiências marcadas pela justiça depois de terem sido denunciados e processados por seus crimes.


Minha oração é para que D´us nos livre de estarmos associado a estas pessoas, e que se, involuntariamente o fizemos, que Ele nos perdoe por nossa falta de sabedoria e apague as conseqüências de tal associação. Amén!





domingo, 18 de julho de 2010

O Segredo de Gilad Shalit

No dia 25/06/2006, o jovem membro da IDF (Israel Defence Force) Gilad Shalit (גלעד שליט) foi sequestrado pelo Hamas. Quatro anos depois, o jovem Gilad ainda permanece cativo pelo Hamas. Inúmeras manifestações e protestos tem sido feitos em prol da libertação do jovem Shalit, o que é sim, importante. Mais importante ainda é conhecer o "Sod (mistério)" por trás do sequestro do jovem Gilad e saber porque Ha´Shem o permitiu.

Na mesma semana, um jovem colono de Itamar, Ashri Eliyahu (אליהו אשרי) também foi sequestrado, algo realmente estranho.

Nós sabemos que Ha´Shem é quem permite as coisas para acontecer, e que nada acontece por acaso. Enquanto muitos se ligam apenas no "P´shat (Literal)" deste triste evento, os místicos procuram as razões escondidas para conhecer o porque D´us permitiu que Gilad Shalit e Ashri Eliyahu fosse abduzidos.

O mistério deste poderoso evento está oculto nos nomes dos dois jovens sequestrados: Gilad Shalit & Ashri Eliahu.

גלעד שליט
אליהו אשרי

Os dois jovens estão dentro da "Aliança Sagrada" que é a "Brit Milá" é portando estão marcados com o Nome de Ha´Shem que é a letra "Yud", e então Gilad Shalit e Ashri Eliyahu se tornam "Eliyahu HaGiladi", e este é o poderoso segredo escondido nesta ação e o porque Ha´Shem o permitiu, pois nos cantamos em todo Havdalá:

אליהו הנביא, אליהו התשבי, אליהו הגלעדי במהרה יבוא אלינו עם משיח בן דוד

Eliiyahu Ha´Navi, Eliyahu Ha´tishbi, Eliyahu Ha´Giladí
bim'herá veiamenu iavô elêinu, im Mashiach ben David

Eliahu (Elias), o profeta
Eliahu, o "tishbita (Ha´tishbi)", Eliahu, o "giladi (Ha´Giladí)
Rapidamente virá a nós com o messias, filho de David. Umén

Que eles sejam libertados rapidamente em nossos dias, pelo mérito dos Patriarcas antigos e da Tsedaká. Umén

Eliyahu é o precursor do Messias, e ele é o único que irá restaurar os corações dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais, unindo as gerações do povo judeu através de todas as idades. E este é o mistério por trás do sequestro de Gilad Shalit e Ashri Eliyahu, pois eles tem unido todo o povo, os pais e os filhos e os filhos e os pais, na busca por suas libertações.



O Segredo de Gilad Shalit

No dia 25/06/2006, o jovem membro da IDF (Israel Defence Force) Gilad Shalit (גלעד שליט) foi sequestrado pelo Hamas. Quatro anos depois, o jovem Gilad ainda permanece cativo pelo Hamas. Inúmeras manifestações e protestos tem sido feitos em prol da libertação do jovem Shalit, o que é sim, importante. Mais importante ainda é conhecer o "Sod (mistério)" por trás do sequestro do jovem Gilad e saber porque Ha´Shem o permitiu.

Na mesma semana, um jovem colono de Itamar, Ashri Eliyahu (אליהו אשרי) também foi sequestrado, algo realmente estranho.

Nós sabemos que Ha´Shem é quem permite as coisas para acontecer, e que nada acontece por acaso. Enquanto muitos se ligam apenas no "P´shat (Literal)" deste triste evento, os místicos procuram as razões escondidas para conhecer o porque D´us permitiu que Gilad Shalit e Ashri Eliyahu fosse abduzidos.

O mistério deste poderoso evento está oculto nos nomes dos dois jovens sequestrados: Gilad Shalit & Ashri Eliahu.

גלעד שליט
אליהו אשרי
Os dois jovens estão dentro da "Aliança Sagrada" que é a "Brit Milá" é portando estão marcados com o Nome de Ha´Shem que é a letra "Yud", e então Gilad Shalit e Ashri Eliyahu se tornam "Eliyahu HaGiladi", e este é o poderoso segredo escondido nesta ação e o porque Ha´Shem o permitiu, pois nos cantamos em todo Havdalá:

אליהו הנביא, אליהו התשבי, אליהו הגלעדי במהרה יבוא אלינו עם משיח בן דוד

Eliiyahu Ha´Navi, Eliyahu Ha´tishbi, Eliyahu Ha´Giladí
bim'herá veiamenu iavô elêinu, im Mashiach ben David

Eliahu (Elias), o profeta
Eliahu, o "tishbita (Ha´tishbi)", Eliahu, o "giladi (Ha´Giladí)
Rapidamente virá a nós com o messias, filho de David. Umén

Que eles sejam libertados rapidamente em nossos dias, pelo mérito dos Patriarcas antigos e da Tsedaká. Umén

Eliyahu é o precursor do Messias, e ele é o único que irá restaurar os corações dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais, unindo as gerações do povo judeu através de todas as idades. E este é o mistério por trás do sequestro de Gilad Shalit e Ashri Eliyahu, pois eles tem unido todo o povo, os pais e os filhos e os filhos e os pais, na busca por suas libertações.



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Segredos de Avatar






Na primeira vez que assisti Avatar no cinema, soube imediatamente que tratava-se de um daqueles raros filmes cuja mensagem causaria muito impacto. Repleto de códigos espirituais e de uma poderosa e positiva mensagem sobre a preservação do meio ambiente. Mas isto é apenas a superfície do filme, apenas o "P´shat (literal)" e somente aqueles que foram iniciados nos "Netiv´Ot Peli´Ot (Caminhos Místicos)" poderão ver os elevados segredos escondidos no filme.

"I See You (Eu Vejo Você...)"

Avatar

Vou começar pela etimologia do nome "Avatar" e isto já causará surpresa e admiração. Avatar é uma palavra que vem do sanscrito "Avatara" e que significa "Descida", a descida de uma entidade espiritual elevada em um corpo, este é parte do segredo, porque "Avatara" é na verdade "Ava´Tarah" ou melhor revelando "Ava´Torah" que traduzido é "A Descida da Torah".

O filme está repleto de códigos da Toráh Sagrada e da Qabaláh e é preciso ter a mente elevada, ampliada pela "Especiaria (A Sabedoria Escondida)" para que estes códigos sejam revelados.

Na´vi

O nome dos nativos habitantes de "Pandora" é na verdade de origem hebraica, mesmo que a "língua na´vi" tenha sido criada para este mundo e seus nativos. Na´vi significa "Profeta/vidente", ou, em outras palavras "Aquele que vê". Uma das frases mais pronunciadas no filme é "I see you" que em inglês significa "Eu vejo você". O termo hebraico para "Olho" é "Ayin" cujo valor gemátrico (cálculo do valor numérico das letras hebraicas) é 70, que por sua vez é o mesmo valor da palavra "Sód" que significa "Mistério/Segredo". Então, "I see you" refere-se a ver além da camada externa, ver a "alma", ver os mistérios interiores, aquilo que pessoas normais não vêem.

Pandora

A lua de Avatar é chamada "Pandora" e que é uma alusão ao "Gan Éden (Jardim do Éden)" onde tudo é luminoso. Os "Na´vi" são os "Shom´rei Ha-Gan Eden - Os Guardiões do Jardim do Éden (Paraíso)". É no Jardim do Éden, conforme nos revela o Zohar Sagrado, onde o "Messias" se esconde, em lugar chamado "Ninho do Pássaro".

Toruk

O gigantesco "pássaro" cujo nome em na´vi significa "A última sombra". O mistério aqui alude ao "último aspecto negativo" que "Jack Sully" deve dominar para atingir a consciência de mashiach, a "última qlipá (casca)" para então tornar-se "Toruk Mactô - O Cavaleiro da última Sombra". Em outras palavras, o "messias" está no "Qan Ha-Tzipor (O Ninho do Pássaro)" para fazer as correções necessárias e alcançar a sua plena consciência messiânica. O Nome "Jack" é o diminutivo de "Jackob" que em hebraico é "Ya´kov" o patriarca das doze tribos de Isra´El. Jack Sully é o "Sexto Toruk Mactô" ou melhor revelando, ele é a encarnação de "Mashiach Ben Yosef" o "Messias Guerreiro de Isra´El", aquele que fara guerra contra "Armilus - O Príncipe de Gog e Magog" e contra "Amaleq". Jack possui uma deficiência física assim como Moisés (Moshê) nosso mestre possuía. Jack Sully também é chamado de "Dreamwalker" que em inglês significa "Aquele que caminha no sonho", aludindo novamente à consciência de Mashiach ben Iosef, também conhecido como "Iosef Ha-Tsadiq".

Shechitá

O "abate kosher e ritualístico judeu" é chamado de "Shechitá (שחיטה)" e que é praticado pelo imolador judeu que é treinado para isto desde a sua infância. Antes da imolação, a pessoa então conversa com o animal, agradecendo-o pelo alimento que sua carne ira se tornar e recita orações específicas para "elevar a nefesh (alma)" do animal aos mundos superiores. Em Avatar nós somos ensinados sobre este mistério logo no principio do filme, quando Neytiri mata um animal para salvar a vida de Jack.

Eywa

Enquanto Jack está tentando convencer Neytiri a ajudá-lo, as "Sementes da Árvore Sagrada - Eywa" vem e repousam sobre ele. Neytiri revela que são "Almas Puras". Na Qabaláh estas almas são chamadas de "Tzadiqim - As Almas dos Justos". Eywa é a Árvore das Vidas e seu nome é uma alusão ao "Nome de D´us" o tetragrama sagrado o qual os qabalistas pronunciam "Hewayê". Mude as letras de lugar (anagrama) e você descobrirá "Eywa". Quando estas almas puras estão no corpo de um na´vi, este nativo é chamado "Tsahik" termo este muito semelhante ao hebreu "Tsadiq" que significa "Justo". Um (a) Tsahik é aquele (a) que interpreta os "sinais de Eywa". Ainda há a "Árvore das Almas" outra alusão à Árvore das Vidas e também existe as "Árvores das Vozes".

Hallellujah

É o nome dado às "Montanhas Flutuantes" de Avatar, lançado-nos novamente em direção à Torah. O Midrash nos conta que, na manhã de Shavu´Ot quando a Torah foi revelada, D´us levantou o "Har Sinai (Monte Sinai)" acima das cabeças dos israelitas. O termo hebreu "Har (montanha)" vem de "Hirhurim" que significa "Pensamentos". O segredo aqui é que, para que a Torah fosse "descida" dos céus á terra, os hebreus tiveram que "Elevar seus pensamentos", e este é o segredo da "Subida de Moisés ao Monte Sinai" para receber a Torah. A guemará nos conta que, quando Moisés estava recebendo a Torah, ele teve uma visão do Rabi Akiva a quem D´us revelaria o segredo dos "Tagins (as coroas das letras)" e que então Moisés disse ao Creador que Ele deveria dar a Torah para o Rabino Akiva. Em resposta, a guemará nos conta que D´us disse a Moisés: "Guarda silêncio e eleva os teus pensamentos".

Continua...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Reconhecendo Mashiach

Atenção: 
Este artigo não possui nenhuma intenção de fornecer ou evidenciar que o "Jesus" dos Cristãos, era é é o único e verdadeiro Mashiach (Messias), uma vez que, o verdadeiro segredo sobre o "código mashiach" é acerca da consciência", e sim ajudar na compreensão do mistério "Mashiach". Algumas pessoas tolas, sem entendimento dos mistérios divinos, tem me acusado de haver declarado eu "ser o mashiach" pois não conseguem entender que apenas estava destinado a revelar estes mistérios.


O ARTIGO

O "judaísmo" que foi criado e é mantido pela "Erev Rav (multidão mista)", não deseja que as pessoas, que a humanidade conheça o seu verdadeiro potencial para elevar-se e atingir a "consciência de mashiach" onde cada pessoa se tornará um messias caminhando pelas avenidas do mundo. Ficam o tempo todo mantendo a mentira de que o "messias" um dia virá, quando a essência de mashiach se manifesta em todas as gerações. Nas próximas linhas você conhecerá os mistérios sobre o "código mashiach". Estude com atenção e permita que seus dogmas sejam quebrados.


Código onde o ano 1966 aparece dentro de verso de Melachim Beit (II Reis) péreq 13 passúq 5 que diz: "Vai´Natan Ado-nai me´Isra´El Moshiach (E deu o Eterno para Isra´El um Salvador). De fato, existem muitos outros segredos neste código, mas eu somente posso revelar este, que é o ano escondido no verso.

Vilna HaGaon, zs'l, conhecido como "Kol Ha Tor (Voz da Instrução)" disse: "Yosef reconheceu seus irmãos, mas eles não o reconheceram". Este é um dos atributos de Yosef HaTzaddik, zs'l. Não apenas em sua geração, mas em cada geração, Mashiach ben Yosef reconhece seus irmãos mas eles não o reconhecem. Isto é um ato do Satan (a contra inteligência) que esconde atributos Mashiach ben Yosef, de modo que os judeus, infelizmente, não reconhecem seus passos, e nem o reconhecem como Mashiach e ainda fazem chacota dele. Em cada geração Mashiach Ben Yosef se revela para alguns do seus irmãos, mas eles não creem nele. Eles o agridem com palavras e fazem piada dele. Mashiach Ben David não pode aparecer (ser despertado) até Mashiach Ben Yossef seja revelado, assim como foi no antigo Egito quando Moshe Rabenu, zs'l, foi incapaz de tirar os B´nei Israel (Filhos de Israel) do Egito até que o local onde o Aron (Sarcofago) de Yosef HaTzaddik estava fosse revelado, e fosse tirado para fora do Rio Nilo e acompanhasse o Am (Povo) Israel à Geula (redenção)".

Este é um momento muito crítico para Israel e o seu povo. Mashiach ben Yosef necessita da força dos iniciados na Chochmat Nistar HaTorah (Sabedoria Escondida da Torah) para ajudá-lo a atingir seu pleno potencial para corrigir Am Israel e fazer todas as suas correções dentro Kan HaTzippor (Ninho do Pássaro). Temos de ajudar Mashiach Ben Yosef através das nossas acções e orações.

Mas para isto, cada estudante dos misterios escondidos da Torah de Hashem precisa conhecer as evidências que apontam e revelam a identidade daquela pessoa que é a portadora das Neshamot de Mashiach (As Almas de Mashiach).

As evidências que apontam para a identidade de Mashiach Ben Yosef e Ben David são estas: O Número 66 (mispar 66), o Pilar de Fogo (amud ha´êsh), O Ninho do Pássaro (qen ha´tzipor), a Pele Branca (ór lavan), a Parashá Shelach Lechá, Beith Lechém (Belém), a Estrela de Yaqov (Kochav Mi-Ya´qov), a Serpente (Nachash) a Lua, a batalha contra Amaleq, a batalha contra Armilus, principe de Gog & Magog, Qédem, os "Quatro Nomes de Mashiach", o Número 358 (mispar 358) o Jardim do Éden (Gan Éden) que é geralmente traduzido para "Paraíso" e o Mês de Elul (Chodesh Elul)".

As Duas Consciências de Messias


Existem então, duas consciencias Messiânicas: 1º) Chama-se "Ben Yosef (Filho de José)" e se refere à centelha do messias encarnada em cada ser humano no planeta e que deve ser despertada e elevada. Neste ponto, como explicou Ba´al Shem Tóv, de abençoada memória, cada judeu é uma “Cochav Me-Iaqóv (Estrela de Iaqóv)”. 2º) Chama-se "Ben David (Filho de David)" e se refere ao estado de messias que toda a humanidade atingirá quando, cada pessoa despertar o "filho de josé" no seu interior, elevando a centelha. Em cada geração existe também aquele que possui a maior centelha e que fará despertar nas outras pessoas as demais centelhas.


O Número 66

Ao segredo de "Ben David" está atado do segredo do número "66" que é o resultado do código "Ben (Filho)" cujo valor em hebraico é "52" somado ao código "David" que em hebraico é igual "14": 52+14=66. Em cada geração há um individuo que carrega uma porção maior das centelhas messiânicas, e que fará despertar e elevar as outras centelhas. Este individuo incomum, pode ser descoberto pelos iniciados olhando as evidencias, sobre as quais já postei um tópico aqui na comunidade. Um exemplo deste individuo incomum foi o Rebbe Menachem Mendel, de abençoada memória.

Relembrando: "Ór Lavan (Pele Branca)" - Ben Joseph (Filho de José) - Os Numeros 44, 52, 66, 358 & 424" - A Lua.

Pele Branca


O Rebe Menachem Mendel, de abençoada memória, revelou em uma de suas pregações: "O Mashiach é branco". Primeiro, nunca leve isto para interpretação literal (P´shat), isto é proibído! e nunca para o "racial" isto só criará confusão.

Só para que vocês possam começar a compreender: O termo hebreu "Ór Lavan (Pele Branca) é igual a 358 e este número por sua vez é o mesmo que "Mashiach (Messias)". A Qabalah nós informa que o "Messias" está atado a este segredo. Neste caso, a pele branca é como a pele daquele que possui a "Lépra", e então o messias é chamado de "leproso", não que ele tenha a Lépra", mas por estar atado a este segredo da “Luz Branca”, e ser o "Justo que Sofre".

Para que vocês possam entender, podemos usar o exemplo de "Yashua (Jesus)" que conhecia estes mistérios, e por isto forneceu-os para que os iniciados pudessem reconhecer a sua identidade messiânica:"E, eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo (Mateus 8:2)".

Para Moisés, o messias, D´us forneceu este sinal para que ele descobri-se a sua própria identidade messiânica: "E disse-lhe mais o SENHOR: Põe agora a tua mão no teu seio. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve (Êxodo 4:6)". 
Quando Moisés questionou como os Hebreus creriam nele, D´us lhe disse para mostrar-lhe este sinal, e por quê? Porque os levitas, descendentes de Levi que tornou-se o guardião da tradição da Chochmat Nistar Ha-Torah, conheciam estes mistérios, e saberiam que Moshê era o Mashiach.

O Ninho do Pássaro

O Zohar nos conta que, há um lugar no Gan Éden (Jardim do Éden) onde o Messias se esconde. Este lugar é chamado “Kan HaTzzipor (Ninho do Pássaro). Estas alusões no Zohar aludem a Nomes de pessoas e lugares, que fornecem ao individuo que é o portador as “Almas de Mashiach” as adversidades com as quais ele fara os seus tikunim (correções). Assim, também o "Gan Éden" se refere a uma pessoa, cujo nome alude ao "Jardim do Éden" e este nome pode ser "Paraíso". Se tomarmos este "Nome (ou Sobrenome)" e lançarmos num tradutor de hebraico, Paraíso será traduzido para "גן עדן" "Gan Éden".

פאראיסו
(Paraíso)=358

Para que possamos compreender, vou usar novamente o exemplo de Moisés que encontra uma mulher Midianita que lhe será esposa, cujo nome era Tzziporah (Pássarinha). Moisés a encontra na tenda de Itro (Jetro) e portanto no “Kan HaTzzipor (Ninho do Pássaro).

Esta evidencia também se manifestou na vida de Yashua, o mais conhecido dos Messias. Quando nos perguntamos a que altura encontramos esta manifestação do Ninho do Pássaro na vida de Yashua, descobrimos o seguinte:

A Cidade de Seforis

Yashua morava em Nazareth e trabalha com seu padrasto numa pequena cidade a norte-nordeste chamada Seforis. Na verdade o nome original de Seforis é “Tzzipori” que traduzido do hebraico significa “Meu Pássaro”. Estou usando "Yashua" aqui apenas como um exemplo para revelar um mistério, e não tentando evidencia se ele era ou não uma encarnação de Mashiach fortalecendo assim o dogma católico cristão.

Tzippori (em hebraico: צִפּוֹרִי, ציפורי), também conhecido como Séforis, Dioceserea e Saffuriya (em árabe: صفورية, também transliterado Safurriya e Suffurriye) está localizado na região da Galiléia central, 6 km (4 mi) norte-noroeste de Nazaré, na moderna Israel. O site possui um rico e diversificado legado histórico e arquitectónico que inclui assíria, helenista, da Judéia, babilônico, romano, bizantino, islâmico, cruzado, árabe e otomano influências.

O i
nteresse por parte de arqueólogos bíblicos está relacionada com a crença na tradição cristã que os pais da “Virgem” Maria, Ana e Joaquim, eram nativos de Séforis, que na época era uma cidade helenizada.

O nome צִפּוֹרִי possui o valor numérico em hebraico igual a 386 que é o mesmo no nome Yashua. A Tzippori do tempo de Jesus era uma cidade grande, Romano-influenciada e um viveiro de ativismo político. A evidência arqueológica apóia a idéia de que Jesus, enquanto vivia em Nazaré, trabalhava a maior parte do tempo em Tzippori.

Os habitantes de Seforis não aderiram à resistência contra o domínio romano durante a primeira revolta judaica de 66 (=ben david). Eles assinaram um pacto com o exército romano e abriram as portas da cidade para o general romano Vespasiano, em sua chegada em 67. Foram recompensados por terem poupado a cidade da destruição sofrida por muitas outras cidades judaicas, incluindo Jerusalém.

Pouco antes da revolta de Bar Kochba (Filho da Estrela), o nome da cidade foi alterado novamente para Diocaesarea. Na sequência da revolta de Bar Kochba em 132 (66 anos após o acordo com os Romanos) muitos refugiados judeus se lá se estabeleceram, transformando-a no centro da vida religiosa e espiritual da Galileia. O rabino Yehuda HaNassi, um dos compiladores da Mishná, um comentário sobre a Torá, mudou-se para Tzippori, juntamente com o Sinédrio, o mais alto tribunal religioso judaico. Antes de mudar-se para Tiberíades por volta de 150 CE. Academias judaicas de aprendizagem estabeleceram-se ali.



Sobre Jesus (Yashua)

Pensava-se que Flávio Josefo tivesse declarado que o Jesus dos Cristãos era de fato o único  Messias. Não existem versões originais dos escritos de Josephus. No entanto, as comparações de várias traduções levaram analistas dos textos a concluir que esta declaração, bem como outras, foram na verdade alterações inseridas ao texto séculos depois dos factos, não tendo sido escritas por Josefo.

Mais Evidencias

O Zohar nos conta os mistérios relacionados com a identidade do Portador das Almas do Messias. Diz o Zohar: “Depois de 1266 anos, Deus fará muitos milagres e prodígios, e após outros 66 anos, o Santo Nome será perfeitamente gravado, acima e abaixo. Depois de mais 132 anos, a Terra Santa será purificada e D´us vai agitar os ímpios da terra e ressuscitar os mortos. Finalmente, 144 anos depois, os mortos remanescentes (anussim) de Israel que estão em outras terras também serão levantados, e do outro lado será destruído”.
A Sabedoria está aqui:

1266+66+132+144=1608

Todos nós já conhecemos o valor numérico do termo hebreu Mashiach (Messias) que é 358. Ao somarmos este ultimo ao resultado encontrado com a soma dos anos revelados pelo Zohar, descobrimos outra eviencia importante:

1608+358=1966

1966 releva o ano de nascimento desta pessoa que é a portadora das Almas de Mashiach que se somam ao local de nascimento que é Belém. tanto a Belém terrena como a Belém celeste que é a Constelação de Virgem, ao Ninho do Pássaro, ao Pilar de Fogo, à Pele Branca (alusão a Luz Escondida que é a Torah dos Mistérios), à Lua, ao Jardim do Éden, etc. Tudo isto alude tanto a pessoas como a locais. Em Tzfat, cidade dos Misticos Hebreus, encontramos em sites estas evidencias, e alusões, escritos que dizem que o “Portador” nasceu em 1966, e este ano ele fará 44 anos. O número 44 é outra evidencia, pois é a gematria de “D´lí (Aquário em hebraico)”.

Daqui, nós podemos compreender e nos elevarmos, e fugirmos da retórica ortodoxa que há gerações sempre vem dizendo: O Mashiach Virá um dia...

Em todas as gerações nos encontramos Mashiach. Em 1566 (5.326) o Ari Z´l chegou a Tzfat, cidade dos Misticos e se estabeleceu ali. Ele confidenciou a poucos de seus discipulos que ele era a encarnação de Mashiach ben David, enquanto seu fiel Talmid, o Rabino Chaim Vital, era a encarnação de Mashiach Ben Yosef. O Rabino Lúria (o Ari Z´l) escondeu-se deste mundo em 1572 (5.332). Veja que o número “66” está ali e que alude a dois periodos interessantes: 1966 à 1972 (5.726 à 5.732) e 2006 à 2012 (5.766 à 5.772).

Virá O Profeta Elias

Diz o profeta Malachí: 

"הִנֵּה אָנֹכִי שֹׁלֵחַ לָכֶם, אֵת אֵלִיָּה הַנָּבִיא--לִפְנֵי, בּוֹא יוֹם יְהוָה, הַגָּדוֹל, וְהַנּוֹרָא" - Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor (Malachí 3:23 - Biblia original hebraica).

Nós temos um nigun que é entoado em todos os Havdal´ot (encerramentos dos Shabat´ot) no momento após tomarmos a primeira porção do vinho após a primeira Brachá (benção):



אליהו הנביא, אליהו התשבי, אליהו הגלעדי במהרה יבוא אלינו עם משיח בן דוד

Eliiyahu Ha´Navi, Eliyahu Ha´tishbi, Eliyahu Ha´Giladí
bim'herá veiamenu iavô elêinu, im Mashiach ben David


A gematria (cálculo das letras hebraicas) das letras hebraicas desta canção escondem um segredo poderoso. Ao calcularmos todas as otiot (letras) da canção nós encontramos:

אליהו הנביא, אליהו התשבי, אליהו הגלעדי במהרה יבוא אלינו עם משיח בן דוד
=1965

É maravilhoso que a gematria da canção Eliyahu Ha´Navi seja igual a 1965, um ano antes de 1966 que é o segredo do Zohar para o ano do nascimento do portador das Neshamot de Mashiach. Fantástico! Mais uma importante evidência.


Beith Lechem - Belém

Belém - em hebraico "Beith Lechem" e significa "Casa do Pão". Cidade no território da possessão da tribo de judá, situada ao sul de Jerusalém. A matriarca Rachel (Raquel) está sepultada próximo a ela (Gênesis péreq 35, 19º passuq), e a história de Naomi e Ruth tem a cidade como cenário. O Rei David (Davi Ha-Melech) nasceu em Belém (I Sh´mu´El péreq 16), e, como o "Mashiach ben David" pertence à linha Davidica, a cidade é tida como o berço do nascimento de "Mashiach ben David (Micáh péreq 1º, 1º passuq). Enquanto os cristãos e a maioria dos judeus desconectados da "Chochmat Nistar" tomaram isso como literal (P´shat), os comentaristas judeus interpretaram que Belém será o lar ancestral de Mashiach, e não que ele próprio, necessariamente, nascerá ou viverá na cidade.
O Zohar nos revela que há a Belém terrestre e há a Belém superior (celeste), pois foi escrito "assim como é acima é abaixo". A Belém superior é a "Constelação de Virgem" cuja principal estrela "Spica (Espiga)" aparece representada na mão esquerda da "Virgem" que segura uma "Espiga de Trigo" e dai o nome "Beith Lechém". Isto está conectado diretamente a "Chodesh Elul (o mês de Elul)", e portanto, e como tem sido, Mashiach nasce na Galut (exílio) como tem sido sempre desde que a diáspora teve inicio, desde que Ha´Shem colocou o "Am Israel" na dispersão, é concebido (Isaías péreq 7º, 14º passuq) ou nasce sob a influência de "Elul (Virgem)" e isto é secretamente "Belém". Para citar um exemplo que as pessoas possam entender, vejamos o livro cristão de Lucas: "No sexto mês foi o Anjo Gravri´El enviado da parte de D´us, para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré (Lucas péreq 1, 26º passuq)".

O "sexto mês" citado no passuq é o "sexto mês hebreu" que é "Elul". A Galiléia está na "possessão de Iosef" e isto é Yesod e portanto a "consciência messiânica" citada aqui é a "consciência" de "Mashiach ben Iosef".

Beith Lechem está na "possessão de Judá" é isto é "Malchut" e portanto alude à "consciência" de "Mashiach ben David".

Uma outra evidência interessante é o valor gemátrico de "Beith-Lechem (בית לחם)" que é "490" e que por sua vez também é o valor do termo hebraico "Yoda´at (יודעת)" que significa "Conhecimento", e também é o mesmo valor de "Chelomot (חלומות)" que significa "sonhos", porque aquele que "despertou" tem a habilidade de "previsão pelos sonhos", e não termina ai. Como expliquei acima, o valor em gematria de "ben david" é "66". Veja que interessante quando subtraímos "sessenta e seis" de "quatrocentos e noventa":

490-66=424

Quatrocentos e vinte e quatro (424) é o valor numérico em gematria de "Mashiach Ben David (משיח בן דוד). Agora, e se subtraír-mos de "424" novamente o valor "66?"

424-66=358

Fantástico! por que o valor numérico 358 é o exato valor do termo "Mashiach" em hebraico. Continuando nesta "Nessiá (Viagem Mística)" se nós somarmos o valor de "Beith-Lechem" com o valor "76" que é o valor numérico de "Iuni (יוני)" que é "junho (mês)" em hebraico, encontraremos outra evidencia de "Mashiach":

490+76=566

Quinhentos e sessenta e seis (566) é o valor numérico em gematria de "Mashiach Ben Iosef (משיח בן יוסף)" e os místicos antigos, os sábios da "chochmat nistar (sabedoria escondida)" nos ensinaram que "mashiach ben david" não pode ser "revelado" sem que antes "mashiach ben iosef" apareça.

Continuando, se somarmos 490 mais o valor numérico de "סוד יכין ובועז - Sod Yachim u´Boaz (O Segredo de Iachim e Boaz)" que é 251 nós teremos um outro mistério que aludo a mashiach:

490+251=741

Este, por sua vez, é o valor em gematria de "Mashiach Ben Efraim (משיח בן אפרים)". O mais incrível disto, é que, sabemos que a "consciência de mashiach ben david" vem de Boaz através de Ruth a moabita. Em "melachim alef, péreq 7, 21º passuq, encontramos:

וַיָּקֶם, אֶת-הָעַמֻּדִים, לְאֻלָם, הַהֵיכָל; וַיָּקֶם אֶת-הָעַמּוּד הַיְמָנִי, וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ יָכִין, וַיָּקֶם אֶת-הָעַמּוּד הַשְּׂמָאלִי, וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ בֹּעַז

"Depois levantou as colunas no pórtico do templo; e levantando a coluna direita, pôs-lhe o nome de Jaquim; e levantando a coluna esquerda, pôs-lhe o nome de Boaz".


Este verso esconde os segredos das colunas do "Templo" que são "netzach e hód" na Árvore das Vidas e que são o poder da profecia e visão e as pernas do Trono. Ainda, lembramos que Boaz foi antepassado do rei David.

Existe um mistério neste verso. O seu valor gemátrico é 5059. Eu descobri que se, somarmos a ele o valor numérico de "Rabi Yitzachaq Lúria (רבי יצחק לוריא)" que é 667, o resultado trará mais luz à nossa investigação:

5059+667=5726

Rabi Isaac Lúria era da linhagem do Rei David. Ora, cinco mil setecentos e vinte e seis (5726) é 1966 no Luachot hebreu e que confirma o mistério do Zohar sobre o ano de nascimento do portador da consciência messiânica.
Para encerrar esta parte, quero chamar atenção para o seguinte questão: Por que será que ninguém notou ainda que o termo português "Messias" está no plural e não no singular como no inglês "Messiah" e no hebraico "Mashiach?". O mistério disto está no Tehilim péreq 105, 15º passuq, que diz:

"Não toqueis nos "meus messias (mashichai)" e não maltrateis os meus profetas (neviim)".

אַל-תִּגְּעוּ בִמְשִׁיחָי; וְלִנְבִיאַי, אַל-תָּרֵעוּ

O valor numérico deste verso no original hebraico é 1696 e se tomarmos este valor e o subtrairmos de 1966, penetraremos um mistério de arrepiar:

1966-1696=270

270 é o valor em gematria de "Cochav me-Ya´qov (כּוֹכָב מִיַּעֲקֹב)" que significa "Estrela de Jacó (Ya´qov)". Aqui você deve ler "bamidbar 24:17".


Levaná - A Lua

Em 20 de Julho de 1969 o homem conquistou a Lua. Este foi realmente um "passo gigantesco para a humanidade". Esta importante data foi equivalente no luach hebreu ao dia 5 de Av de 5729. Este dia maravilhoso é o dia em que todos os anos os qabalistas do mundo todo comemoram o hilulá (aniversário de ocultamento) da alma do rabi Yitzchaq Lúria que fora uma encarnação da neshamá de Mashiach ben David. David ha'Melech é a mercavá do sefirot de Malchut. Na Qabala, malchut, no mundo da Emanação Divina, é representado pelo mar, cujas ondas são controladas pelo poder da lua, o símbolo do Rei Davi (ao ver a lua nova, no ritual de Qidush Levaná - Santificação da Lua - dizemos: "O rei Davi de Israel vive para sempre"). Quando malchut desce para animar os mundos inferiores, é simbolizado pela terra. A lua, portanto, é uma evidencia para o portador e para os estudantes, um atributo de Mashiach. Nos dias de Moshê, a encarnação do Mashiach Shiló, o Zohar nos conta que a lua estava sempre cheia, e assim também nos dias de Shlomô ha'Melech (O rei Salomão).

Advertência

A maioria das pessoas acredita mesmo que Mashiach é e será um religioso. Esta idéia, concepção de Mashiach não passa de um dogma. De acordo com o Rabi Mica'El Laitman, Mashiach é a luz da correção, mas por causa da nossa baixa consciência, nós não podemos perceber Mashiach na sua verdadeira essência, e então as almas de Mashiach descem e se vestem na forma de uma pessoa. Assim, o Rabi Laitman nos ensina que Mashiach pode ser um professor, um escritor de livros, e eu digo que pode até mesmo ser um piloto de corridas, um dançarino. Evidentemente estas deixariam os ortodoxos com os cabelos em pé...


Os Nomes do Messias

Muitas pessoas associam a idéia de Mashiach (“Ungido”) a um indivíduo que viria para promover grandes transformações, mas eu sou partidário da idéia que o Mashiach é um nível de consciência. Quando muito atingirem este nível, aí sim as tais transformações terão início.
A referência mais óbvia relacionada à “identidade” do Mashiach está em um de seus nomes, Yi-Non, citado no Salmo 72:17. Separei apenas para destacar o “Non” que, em hebraico, é soletrado Nun-Vav-Nun sofit da mesma forma que soletramos Nun. Os nomes atribuídos ao Mashiach são: Menachem, Shiló e Yenon e Chaniná – as iniciais destes nomes formam a palavra Mashiach.
Nome
Livro
Capitulo
Verso
Menachem
II Reis
15
14
Shiló
Gênesis
49
10
Yinon
Salmos
72
17
Chaniná
Jeremias
16
13


מנחם
Menachem
=138
שילה
Shilóh
=345
ינון
Yinon
=116
חנינה
Chanináh
=123

Somando o valor numérico de cada um dos "nomes de mashiach" temos 722, que é um número a mais para nossa investigação.

דויד המלך משה רבנו

Dovid Ha´Melech, Moshê Rabeinu
=722
מוות לעמלק
Mavet Le´Amaleq
(Morte p/Amaleq)
=722


Segredos Sobre Micáh 5


Micáh (Miquéias) pereq 5, passuq 1º diz: "E tú, Beith Lechem (Belém) Efratá, pequena demais para figurar como um grupo de milhares de Yehudá, de tí me sairá aquele que há de governar em Yisra'El cujas origens são desde tempos antigos, desde os dias da eternidade". Na verdade, este verso está muito mal traduzido e é claro que foi manipulado em sua tradução. Para começar, não existe "desde tempos antigos" no passuq mas "Mi-Qedem" que o que diz realmente. Então se o traduzirmos novamente, deveria ficar "cujas origens são de Qédem", termo este que geralmente é traduzido para "oriente" ou o lugar onde o sol nasce. 

א  וְאַתָּה בֵּית-לֶחֶם אֶפְרָתָה, צָעִיר לִהְיוֹת בְּאַלְפֵי יְהוּדָה--מִמְּךָ לִי יֵצֵא, לִהְיוֹת מוֹשֵׁל בְּיִשְׂרָאֵל; וּמוֹצָאֹתָיו מִקֶּדֶם, מִימֵי עוֹלָם

Acima, no passuq original, o termo "mi-Qedem" pode ser visto na cor vermelha. Temos algo semelhante no Tehilim pereq 78 passuq 2º: "Contarei uma parábola e enunciarei enigmas de tempos que já passaram há muito". Aqui não existe "de tempos que já passaram há muito", mas novamente "Qédem".

ב  אֶפְתְּחָה בְמָשָׁל פִּי;    אַבִּיעָה חִידוֹת, מִנִּי-קֶדֶם.

Voltando a Micáh novamente, o segredo do verso é que ele alude a Mashiach Ben Yosef. Os qabalistas chamam esta consciência messiânica pelo acrônimo "MbY" 3 letras que são as iniciais de "Mashiach ben Yosef", e isto está no passuq de Micáh aonde diz "Moshel b'Yisra'El (Governará em Yisra'El). Preste atenção abaixo:

מוֹשֵׁל בְּיִשְׂרָאֵל

Você poderá notar acima, as letras marcadas em vermelho são as iniciais de "Mashiach ben Yosef". A gematria de "MbY" é 62 que também é a mesma de "Adam Tov (Homem bom)". Lembramos que o termo "Adam" somente é usado nas Qituvei ha'Qodeshim para a pessoa completa, ambos aspectos masculino e feminino unidos.



Encarnações de Mashiach Ao Longo dos Séculos
Fonte "Wikipédia"


Menahem ben Judah


Ao contrário daqueles Messias, que esperavam conseguir a libertação do seu povo através de intervenção divina, Menahem ben Judah, o filho de Judas da Galileia, e neto de Hezequiel, o líder dos Zelotes, que tinham irritado o Rei Herodes, era um guerreiro. Quando começou a guerra, ele atacou Masada com o seu grupo, armou os seus seguidores com as armas ali armazenadas, e partiu para Jerusalém, onde capturou a fortaleza Antónia, derrotando as tropas de Agripa II. Encorajado por este sucesso, ele comportou-se como Rei e clamou a liderança de todas as tropas. Espoletou por isso a oposição de Eleazar, outro líder Zelota que alguns historiadores acreditam ser irmão de Menahem, tendo sido assassinado como resultado de uma conspiração. Ele será provavelmente a mesma pessoa mencionada como Menahem ben Hezekiah no Talmud[4] e ali chamado de "provisor de conforto que deverá aliviar".





Bar Kochba


Com a destruição do Segundo Templo de Jerusalém em 70 d.C., a aparição de Messias parou por algum tempo. Sessenta anos mais tarde, um movimento político-messiânico de grandes proporções teve lugar, com Shimeon Bar Kochba (também: Bar Kosiba) como líder. Este líder da revolta contra Roma foi saudado como o Rei-Messias pelo Rabi Aquiva, que se referiu a ele,[5] como: "Uma quarta estrela de Jacob virá e o cetro irá erguer-se fora de Israel, e irá golpear pelos cantos do Reino de Moab,", e Hag. ii. 21, 22; "Eu irei sacudir os céus e a terra e destronar reinados . . . .".[6].

Abraão Abulafia


Com Abraão ben Samuel Abulafia (Hebreuאברהם בן שמואל אבולעפיה) (SaragoçaEspanha1240; morreu depois de 1291 em CominoMalta), o cabalista, começa a tradição de pseudo-Messias cujas actividades são profundamente influenciadas pelas suas especulações cabalísticas.
Como resultado dos seus estudos místicos, Abulafia começou a acreditar que era um profeta, e num livro profético publicado em Urbino (1279) ele declarou que Deus lhe tinha falado. Em Messina, na ilha da Sicília, onde foi bem recebido e ganhou discípulos, declarou ser o Messias e anunciou 1290 como o ano do início da era messiânica. Solomon ben Adret, a quem apelaram para julgar quanto às afirmações de Abulafia, condenou-o, e algumas congregações declararam-se contra ele. Perseguido na Sicília, foi para a ilha de Comino, próximo de Malta (c. 1288), ainda afirmando nas suas escritas a sua missão messiânica. Dois dos seus discípulos, José Gikatilla e Samuel, ambos de Medinaceli, declararam mais tarde serem profetas e milagreiros. O último profetizou em linguagem mística em Ayllon em Segóvia o advento do Messias .

Isaac Luria


Isaac Luria (Isaac ben Solomon Ashkenazi Luria) foi um seguidor judeu da Cabala (misticismo esotérico) e reivindicou ser o Messias. Mais tarde, o seu discípulo e seguidor Hayyim Vital Calabrese foi tido como o Messias por alguns judeus da Palestina. Ambos afirmaram serem Messias Efraíticos, anunciadores do Messias Davídico.
Isaac Luria (n. 1534 em Jerusalém; f. 1572 em Safed, Israel) ensinava no seu sistema místico a transmigração e superfetação das almas, e acreditava ele próprio possuir a alma do Messias da casa de José, e ter como missão apressar a vinda do Messias da linha de David através do melhoramento místico das almas.
Tendo desenvolvido o seu sistema Caalístico no Egipto sem no entanto conseguir ali muitos seguidores, ele foi para Safed, Israel, por volta de 1569. Foi ali que conheceu Hayyim Vital Calabrese, a quem revelou os seus segredos e através de quem assegurou muitos seguidores. A estes, ensinou secretamente o seu messianismo. Ele acreditava que a era messiânica iria ter ínicio no princípio da segunda metade do segundo dia (do ano 1000) após a destruição do templo de Jerusalém, ou seja, em 1568.
Com a morte de Luria, Hayyim Vital Calabrese (n. 1543; f. 1620 em Damasco) reivindicou ser o Messias Efraíta e pregou o breve advento da era Messiânica. Em 1574, Abraão Shalom, um pretendente a Messias Davidico, comunicou a Vital, dizendo que ele (Shalom) era o Messias Davidico, enquanto que Vital era o Messias da casa de José. Ele pediu a Vital que fosse a Jerusalém e que ali ficasse pelo menos dois anos, com o que o espírito divino iria chegar-lhe.
Shalom disse a Vital, para além disso, que não receasse a morte, o destino do Messias Efraíta, já que ele iria tentar salvá-lo dessa perdição.

Concluíndo

É triste ver que as pessoas estão caindo nas mentiras do sionismo, que está preparando terreno (as mentes das pessoas) com sua pregação "O Mashiach ainda virá", com a clara intenção de colar alguém no "governo do mundo". Eu fico triste ao notar que as pessoas estão se permitindo enganar, crendo que realmente o "Portador" nascerá em Israel, uma vez e verdadeiramente que "Israel" está no exílio, o o Zohar revela que se Israel está na Galut, a Shechiná (a Presença Divina)" e o portador da consciência messiânica também estão no exílio.


Triste vida dos "Peredim" que acham que possuem o direito adquirido para reconhecer, apontar e tonar "kosher" aquele que é o portados das neshamot de mashiach. Pessoas sem nenhum conhecimento, erradas nas suas práticas religiosas e que ainda induzem outros ao erro, e que ainda pecam contra a "Shekináh" recebendo como recompensa por seus pecados um "decreto de morte". Recado dado, vista a "touca" quem se identificar com ela.

Rav Avraham Kuk, d abençoada memória, falando sobre as tribos perdidas, e mais especificamente sobre Efraim, nos revelou: No esforço para se levantar do exílio e se elevar, Efraim salvará o mundo inteiro...".


Para aqueles que desejam estudar mais sobre este mistério chamado "Mashiach" ampliando assim as suas consciências, poderão acessar o blog "Dreaming Of Moshiach" mantido por qabalistas da cidade mística de Tzfat (Safed), mas fica a advertência: Nunca use "P'shat (interpretação literal)" para interpretar nada, o estudo deve começar sempre por "Sód (o mistério)".




QABALAH
Iniciação À Sabedoria Escondida



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O Artesão Da Luz

O Artesão Da Luz
Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

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