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sábado, 15 de junho de 2019

Evidências Das Minhas Reencarnações


O Maharal & O Golem De Praga

Foi no dia 20 de fevereiro de 2016 que eu vi, pela primeira vez, a arte criada por Daniela Owergoor e que, imediatamente soube que deveria se tornar a Capa para o Livro "O Maharal & O Golem De Praga. Contatei a artista e solicitei a capa que me custou exatos R$288,00 reais.

Ora, absolutamente nada acontece por acaso e o Sagrado, abençoado seja Ele, queria me revelar a identidade da centelha de alma que eu havia recebido para ser minha neshamá (alma divina), uma sensação do grande Maharal. O valor 288 é a gematria de Yibur, o nome do tipo de reencarnação pelo qual uma pessoa que realiza Toráh, seu estudo e o estudo do Zôhar sagrado, pode merecer ainda em vida, mas o valor continha outro segredo. O nome Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre conhecido como Maharal de Praga, possui gematria exatamente igual a 288.

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".

Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2

Verdadeiramente então, aquela centelha da Néfesh (alma) de um Tzadiq (justo) passa a ser o Rúach (espírito) ou a neshamá (alma divina) daquela pessoa que, em vida, realizou preceitos da Toráh semelhantes aos que o Tzadiq havia realizado durante sua vida em outra reencarnação. De fato, a pessoa terá uma sensação da alma daquele tzadiq e passará a ter experiências e manifestações divinas semelhantes às que ele teve durante sua vida, o que inclui lembranças.

O Sonho De Karla
Revelando A Centelha Do Maharal

Alguns dias se passaram depois que adquiri a arte que se tornaria a Capa do meu livro (vista acima) e, em 29 de fevereiro, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, o que consistiu em um grande mistério pois, o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos.

A anotação do sonho que Karla teve


Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências. Nos meses seguintes a tia de Karla faria um passeio turístico para Praga, capital da República Tcheca, a cidade do Maharal.

"Em gematria Avgad (אבגד)- cada letra é substituida pela sua próxima. Tav (ת) se torna Aleph (א), Aleph (א) se torna Beit (ב), Beit (ב) se torna Guimel (ג) e assim por diante." Assim, a gematria ordinal de Golem que é 79 em Avgad se torna 101.

Sonhando Com A Morávia

Em 2010, em setembro, eu havia sonhado que estava na Morávia. Fiquei muitos anos sem compreender o porque deste sonho até que, um dia, eu fui inspirado a calcular a gematria do nome Morávia, devidamente transliterado para o hebraico e que é Moraváh (מוראביה) e descobri que, a gematria Mispar Ne'elam (gematria oculta) era igual a 887 e que é exatamente a mesma de "yibur Maharal Mi-Prague (עיבור מהרל מפראג)" que se traduz "Reencarnação do Maharal de Praga".

“Rabbi Elazar ben Chisma disse: “… Astronomia e Gematria são sobremesas (parperaot) da sabedoria (תְּקוּפוֹת וְגִימַטְרִיאוֹת, פַּרְפְּרָאוֹת לַחָכְמָה:).” 

Pirkei Avot 3:23


Brincando De Fazer Golen's

Quando eu era menino, eu tinha um amiguinho chamado Levi com o qual realiza as minhas brincadeiras de menino e, entre estas brincadeiras a minha favorita era criar criaturas de barro modeladas com formas humanas. Esta memória ficou oculta durante mais de 40 anos até que, quando comecei a escrever o Maharal & O Golem de Praga ela emergiu milagrosamente. Hoje, me recordo até mesmo do último "Golemzinho" que criei usando argila de um certo barranco que havia no meu bairro. Este "golemzinho" e que foi o maior que eu havia criado, eu o costumava guardar na casa da minha avô materna que morava na mesma rua.

Nos dias subsequentes ao meu despertar em 27 de setembro de 2014, nos quais eu fui informado divinamente que minha nefesh (alma) é, na verdade, uma centelha, uma sensação, uma faísca da alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua memória, e em razão da qual eu recebi meu nome civil da minha mãe e que possui a mesma gematria de Chaim VItal (חיים ויטל) que é 123, num certo dia daqueles, e não por acaso, o dia 23 de outubro de 2016, aniversário de nascimento no calendário juliano do Rabino Chaim Vital, fui levado, pela luz da minha nefesh, a realizar um teste caseiro de glicemia o qual resultou, às 14h07m, no valor 123 mgdl e o qual eu chamei de "Assinatura da Alma" de acordo com o segredo "... a alma está no sangue...".


Inspirado novamente pela alma, resolvi calcular o número de minutos existente em "14h07m" e descobri que, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos completos. Abaixo do registro em gematria do valor da minha nefesh (123) estava a assinatura da minha neshamá, a gematria 887, a gematria de "Yibur Maharal Mi-Prague". A revelação me impactou e, em razão dela, eu escrevi para o inicio do livro: "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga."

A brincadeira de fazer "Golen's" era uma sensação da neshamá que eu receberia no futuro e esta, para se revelar, me inspiraria a escrever o Maharal e o Golem de Praga e, como uma das evidências, inspiraria um sonho em Karla para manifestar sua assinatura divina.

Há ainda outros mistérios, acontecidos antes desta experiência, no qual a alma manifestaria sua presença e entre estas a revelação do titulo Maharal codificado no Tehilim 139 que narra a criação do Golem. Este foi o primeiro segredo que a sensação do Maharal em mim revelou à minha consciência ainda não desperta naqueles dias de 2002.

גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם. יז וְלִי--מַה-יָּקְרוּ רֵעֶיךָ אֵל; מֶה עָצְמוּ, רָאשֵׁיהֶם.

Codificado no Tehilim (Salmos) 139, onde se lê "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmos 139:16,17)" a centelha do Maharal me revelou "Golem" e "Maharal" que no versículo original hebraico estão marcados em vermelho.

Eu comecei a escrever para o Livro no dia seguinte após ter comprado, por R$288,00, a arte para a Capa do livro, no dia 21 de fevereiro de 2016 usando um tablete que depois eu doaria para uma pessoa com necessidades especiais.

A Evidência Das Evidências

O sonho de Karla Roberta Carvalho​ no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi na segunda-feira dia 29 de fevereiro de 2016 e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 (כ׳ בַּאֲדָר א׳ תשע״ו) e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença e revelar a si mesma. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580) também numa segunda-feira, o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga.

Conscientemente, eu nada sabia desta data, mas a alma, a centelha do Maharal, sua sensação em mim, a conhecia e por está razão e como evidência da sua presença, entrou no sonho de Karla no mesmo 20 de Adar, 436 anos depois, e mostrou a ela o que somente ele sabia, o segredo de como criar um Golem e ainda assinou a gematria hebraica Avgad de Golem.

Agora, eu conheço minhas reencarnações e a minha estrutura espiritual e está inclui a néfesh do Rabino Chaim Vital, o Rúach de Immanuel Velikovsky que era uma reencarnação, assim como Vital, do Rei Ezequias (Chizkyiahu) e a néfesh do Maharal como minha neshamá.

Ah! Eu ia me esquecendo! O valor mostrado no sonho para Karla, 101 é também a gematria da expressão "Ha'Sod Ha'Shem (הסוד יהוה)" cuja tradução é "Um Segredo De Ha'Shem."

Abençoado seja o Sagrado que faz com que os homens mereçam joias tão preciosas, mesmo que eles acreditem não terem mérito para presentes tão elevados. 

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Deepak Sankara Veda

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Segredos do Êxodo - Parashat Beshalach



Das Qlipot Ao Paraíso
Dos Ensinamentos do Rabbi Yitzchak Luria

Nós sabemos que não houve escravidão no Egito nem escravos hebreus, da forma como foi ensinada pelos "ravs (rabinos)", nem pessoas fazendo trabalho forçado, escravo. Eis aqui, um mistério do êxodo, uma das 70 camadas de segredos que o texto contém escondido.
Naib Misha'Ël

"E o Egito é Adão e não o Divino..."

וּמִצְרַיִם אָדָם וְלֹא-אֵל

Isaías 31:3

O texto a seguir é uma bela interpretação [mística] do Êxodo do Egito, como uma alusão ao desprendimento da alma do corpo [na morte]. Este é o mistério escondido na narrativa do Êxodo na Torah.

"Quando o Faraó mandou o povo [hebreu] embora… " (Ex. 13:17). Isto se refere a quando a alma deixa o corpo. Faraó, o rei do Egito, é o pescoço, pois [o corpo] é teimoso. [A teimosia] controla o corpo, que é o Egito. A palavra em hebraico para “Faraó” [pei-reish-ayin-hei] é composta das mesmas letras da expressão "o pescoço" [ha-oref, hei-ayin-reish-pei], como explicado anteriormente. A palavra para “teimoso” em hebraico traduz-se ao pé da letra como “pescoço duro”. O corpo pode ser descrito como “teimoso”, já que insiste em impor sua rude perspectiva material sobre a alma. “Egito” [mitzrayim] significa “restrição” [meitzarim], um termo adequado para o corpo, uma vez que ele limita os poderes da alma a aqueles deste mundo, forçando-a a compreender tudo em termos de tempo e espaço.

"D-us endureceu o coração do Faraó, rei do Egito, e ele perseguiu od Filhos de Israel." (Ex. 14:8). [Quando a alma abandona o corpo,] as forças da má inclinação partem em busca da alma para ferí-la. Isto acontece porque a má inclinação é também o anjo acusador. Após tomar a alma [do corpo], ela a persegue para ferí-la e se vingar nela. Como foi dito pelos sábios, a má inclinação [yetzer hara], o anjo da morte [malach hamavet], e o anjo acusador [Satan] são o mesmo, ou seja, o ego!


"SATAN É UM CÓDIGO PARA A NATUREZA EGOÍSTA DE UMA PESSOA".

"Ele os alcançou enquanto estavam acampados próximo ao mar …" (Ex. 14:9). O mar se refere ao Purgatório [Gehinom], conhecido como o “rio de fogo." 


O "rio de fogo" é o segredo do porque o mar foi chamado de "mar vermelho", o que antes pensávamos ser devido a um erro de tradução do inglês "reed sea (mar de juncos)" para "red sea (mar vermelho)". Vermelho porque é feito de fogo... no hebraico o termo é "Yam Suf" cujo significado é "Mar do Fim".

Quando a alma deixa o corpo, ela deve ser expurgada da casca existente de materialismo e negatividade que adquiriu durante sua estada no mundo físico. Só então ela pode prosseguir para experimentar a pura espiritualidade do Paraíso.

"Enquanto o Faraó se aproximava..." (Ex. 13:10) para entregar a alma aos agentes do dolo e infligidores de dor para torturá-la … Os Filhos de Israel ergueram os olhos e avistaram os egípicios avançando pela sua retaguarda, e ficaram com muito medo. Então os Filhos de Israel clamaram a D-us.

Para a alma ser purificada de sua casca material mundana, ela deve experimentar a extensão da antítese de sua materialidade frente à verdade e espiritualidade. É um torturante despertar.

"Eles disseram a Moisés" (Ex. 14:11) i.e., para a boa inclinação (Moisés alude ao yetzer tov - a boa inclinação): "Foi por que não havia túmulos no Egito que nos trouxeste para morrer no deserto?" i.e., "Agora que você vê toda essa dor e sofrimento que estes poderes do mal estão infligindo em mim, esta "agressão no túmulo" [em Hebraico: 'chibut ha-kever'], não foi dor suficiente para eu ter que ser enterrado e sofrer dentro do corpo além das restrições do mundo físico, que eu agora tenha que experimentar também a dor desta sepultura " – isto se refere a como a alma é agredida dentro do túmulo - "e fui levado para morrer[novamente] no deserto?" i.e., no Purgatório, a desolada moradia das forças do mal. Aqui é onde a vingança é extraída da alma.

A alma se refere a seu nascimento num corpo físico como sendo “enterrada” dentro de um “túmulo”. A Morte não é vista como o cessar da existência, mas sim como a descida de um nível espiritual para outro inferior. Já basta, reclama a alma, que eu tenha que viver uma vida inteira neste túmulo de um corpo; por que devo sofrer mais? A imagem da alma sendo “açoitada” no túmulo se refere a como ela é “sacudida” existencialmente de suas cascas materiais, como visto acima.

"O que é isso que nos fizeste, nos tirando do Egito? Não é justamente o que dissemos a você no Egito, pedindo ‘Deixe-nos em paz e servindo aos egípcios?’ Pois teria sido melhor para nós servir aos egípcios do que morrer no deserto!" (Ex. 14:11-12) i.e., "era melhor para mim no corpo. Eu poderia ter me submetido à má inclinação no mundo físico; ao menos eu não estaria sofrendo a dor que sofro agora."

Ao ser mostrada a verdade e o esplendor da espiritualidade, a alma é rudemente despertada para a trivialidade de todas as coisas que o corpo convenceu de que são importantes neste mundo. A realização da futilidade e do vazio da vida material do mundo físico é mais dolorosa que qualquer outra dor que possa ser experimentada no mundo físico. Como os sábios dizem, “contra sua vontade nascerás, e contra sua vontade viverás”.

O contrário é verdade sobre o tzadik; ele clama pela morte neste mundo para viver no mundo da verdade. Como os sábios dizem, “contra sua vontade nascerás, e contra sua vontade viverás”.

"Mas Moisés disse ao povo, "Não temam…" (Ex. 14:13). A boa inclinação diz para a alma, não tenha medo desta punição, pois isto é para o seu próprio bem. Desta forma, você estará livre destes infligidores de dor e será poupado da provação do Purgatório. Todos os poderes da impureza ficarão neste mar, i.e., o rio de fogo.

"Fique firme e testemunhe a libertação que D-us proverá em sua vida hoje… Pelo processo de purificação do Purgatório você será lavado de seus pecados.

…pois os egípcios que vistes hoje, jamais os verá novamente." Pois eles permanecerão no Purgatório.

"Até o fim da noite, D-us olhou para campo dos egípcios com o pilar de fogo e nuvem … "(Ex. 14:24). Isto se refere à descida da alma a ser julgada no Purgatório. Quando isto acaba "…Ele lançou o campo dos egípcios em confusão." Isto se refere aos poderes da má inclinação, que são arremessados no “mar”, onde permanecem.

"Mas os Filhos de Israel caminharam em terra seca no meio do mar, enquanto as águas formavam uma muralha para eles à direita e à esquerda." (Ex. 14:29). A palavra hebraica para “muralha” é 'chomah', que é escrita da mesma forma que a palavra para “fúria” [em hebraico, 'cheimah']. As forças do mal se enfurecem quando a alma parte do Purgatório purificada de seu lixo material.



"Moisés então conduziu os Filhos de Israel para fora do Mar Vermelho e eles entraram no deserto de Shur. Eles andaram por três dias no deserto sem encontrar nenhum sinal de água. Eles chegaram a Mara, mas não puderam beber a água de Mara, pois era amarga; por isto o lugar foi chamado de Mara ["amarga"]." (Ex. 15:22-23). Depois que a alma deixa o Purgatório, ela passa fome por três dias, uma vez que ela passa três dias sem estudar a Torah. A Torah é o alimento da alma, permitindo que ela resista ao Purgatório antes de entrar no Paraíso.

"O povo reclamou contra Moisés, dizendo, "O que devemos beber?" (Ex. 15:24) i.e., "já que não estamos estudando Torah. A Torah é uma Árvore de Vida para os que se agarram a ela. "

"D-us mostrou [a Moisés] uma árvore; ele a arremessou na água e a água se tornou doce. Foi lá que Ele deu [ao povo] um estatuto e uma lei, e lá Ele os testou." i.e., [a boa inclinação] mostra para a alma a recompensa que aguarda no mundo vindouro. A palavra “estatuto” também significa “provisão”; a palavra para “testou” também significa “elevou”. Quando a alma está para entrar no Paraíso, D-us a prepara dizendo que ela está para experimentar o verdadeiro valor das mitzvot que cumpriu enquanto estava no corpo. Isso adoça a água da Torah, que a alma pode ter experimentado como uma amarga privação no mundo físico.

"Ele disse, “Se vocês diligentemente guardarem a voz do Senhor teu D-us e fizerem o que é correto aos Seus olhos, cuidadosamente observando a todos os Seus mandamentos e velando por todos os Seus estatutos, então nenhuma das pragas que eu trouxe ao Egito trarei sobre vocês, pois eu sou o D-us que os irá curar." (Ex. 15:26) i.e., D-us promete para a alma que, uma vez que ela guarde a Torah [durante sua vida no mundo físico] e se submeta ao processo de purificação no Purgatório, ela não mais experimentará a negatividade e a depressão do mal, pois foi curada dele. Em outras palavras, a conjugação futura do verso deveria ser lida no pretérito: "Uma vez que vocês, diligentemente, guardaram a voz…" etc.

"Então vieram a Elim, onde haviam sete fontes de água e setenta palmeiras e ali acamparam junto das águas." (Ex. 15:27). Há doze rios de pura água espiritual percorrendo o Paraíso, que correspondem às doze tribos de Israel. Toda [alma de cada] tribo imersa em seu respectivo rio de forma a se refrescar do fogo do Purgatório e curada de suas feridas... na “circuncisão do coração” também há dois estágios.

"Eles partiram de Elim e toda a comunidade de Israel foi para o deserto de Sinn, que é entre Elim e Sinai, no décimo-quinto dia do segundo mês após terem deixado o Egito. Lá, no deserto, toda a comunidade dos Filhos de Israel reclamou contra Moisés e Aarão. " (Ex. 16:1-2) i.e., depois de tudo isso, [ainda há mais um estágio antes de a alma entrar no Paraíso]. Ela é imersa novamente para ser julgada na “chama da espada giratória”, que é referida aqui como o deserto de Sinn. Quando Adão e Eva foram banidos do Paraíso, D-us colocou a chama da espada giratória na entrada para guardá-lo. Este fogo purificador é muito mais sutil do que aquele do Purgatório, e é necessário para remover o delicado materialismo que ainda resista após a purificação preliminar feita até aqui. Isto pode ser comparado aos dois estágios da circuncisão: após remover a dura pele do prepúcio, a fina membrana mucosa deve ser também puxada para trás. Negligenciar isto invalida a circuncisão. Da mesma forma, a “circuncisão do coração” também tem dois estágios.

"Os Filhos de Israel disseram a eles “se ao menos tivessemos morrido nas mãos de D-us na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão até nos fartarmos! Mas tu nos trouxeste para este deserto, para matar de fome toda essa multidão!" (Ex. 16:3). A alma reclama desta punição mais sutil também. Mas a supera e, quando passa deste estágio e quer entrar no Paraíso, D-us a diz:

"Farei chover pão para ti dos céus." (Ex. 16:4). i.e., aqui no Paraíso comerás fartamente do pão da Torah que estudaste enquanto estiveste naquele mundo; esta Torah é o alimento da alma. São os 248 órgãos do corpo e 365 tendões [da alma], que são as 613 mitzvot que formam a vestimenta da alma. A própria Torah [ - à parte das mitzvot - ] é o alimento da alma. Se alguém não se ocupou com o estudo da Torah dia e noite no mundo físico, não terá o que comer no mundo das almas, ainda que possa ter algo para vestir, formado pelas mitzvot que cumpriu.


"O povo sairá e coletará a porção de cada dia…" No Paraíso, a alma coleta sua recompensa diária e alimento …

"Toda a comunidade dos Filhos de Israel partiu do deserto de Sinn em sua jornada, de acordo com a palavra de D-us." (Ex. 17:1) i.e., após receber sua recompensa no nível mais baixo do Paraíso, a alma vai para o nível mais elevado, referido como Sinai, para receber [novos níveis da] Torah da boca de D-us. A letra yud é adicionada a Sinn para formar Sinai.

"Eles acamparam em Rephidim, mas não havia água para o povo beber…." (Ex. 17:1) "Amalek então veio e lutou contra Israel em Rephidim." (Ex. 17:8). Mas antes de ascender para o nível mais alto do Paraíso, há outro tipo de Purgatório que deve ser atravessado, mais sutil que o rio de fogo, para queimar aqueles “pecados” dos justos que são mais tênues que um fio de cabelo. Os pecados mais grosseiros já foram retificados pelo Purgatório inferior. O mais alto ascende em espiritualidade, à medida que os níveis anteriores pareciam ser grosseiros e rudes. Assim, em um nível mais alto, uma pessoa pode vir a considerar uma maneira de pensar ou se comportar que tenha anteriormente considerado “espiritual” ou “boa” como egocêntrica ou “imatura”. Para prosseguir rumo ao nível mais alto de perspectiva da realidade, deverá se livrar do mais baixo, que agora considerará constrangedor ou mesmo vergonhoso. É por isso que D-us julga os justos como “da espessura de um fio de cabelo”: seus elevados padrões morais tornam atitudes ou ações que seriam normalmente consideradas inócuas ou até meritórias parecerem depravadas em contexto.

Este Purgatório superior é chamado Rephidim, que alude aos justos cuja “atenção aos mandamentos era fraca.". De acordo com o Talmud, em Sanhedrin 106a, a implicação do nome Rephidim é que lá os judeus "afrouxaram seu empenho no estudo da Torah," pois a palavra Rephidim é derivada da raiz rafeh [reish-pei-hei], que significa "afrouxar" or "fraco." Isso significa que [em Rephidim] os judeus não executaram os mandamentos de D-us apropriadamente, mas de maneira preguiçosa e relapsa. Da mesma forma, aqui a alma conquistou a entrada para o nível mais baixo do Paraíso, mas para adentrar o Paraíso superior, deve ter cumprido mitzvot [no mundo físico] com amor, com grande kavanah e vontade. Ela recebe sua punição por não ter feito isso no Purgatório superior, que é sinônimo de Amalek, o mais alto nível de impureza, a chama sutil que está permanentemente em guerra com Israel. Assim, "Amalek então veio e lutou contra Israel em Rephidim"significa "por causa de Rephidim."

Amalek é sinônimo de cumprimento sem inspiração, sem entusiasmo dos mandamentos, pois está escrito: "Amalek… que os esfriou em seu caminho [para receber a Torah]." (Deut. 25:18).

"Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado."




Deuteronômio 5:15



Tradução:
Naib Avraham ben A'aron kuk
"Na'avaq"
Acréscimos:
Naib Misha'Ël Yehudá
(Sofer Ha'Nistar)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Mistério do Vôo AF447 Escondido no Filme Presságio


O Mistério da Queda do Air France 447

Eu assiste ao filme, na sala 4 do Centerplex do Suzano Shopping no dia 16/04/2009 na sessão das 19h15, e na cena da queda do Boing, eu soube que havia algo escondido. Veja o comprovante do cinema abaixo.



A queda do vôo "AF 447" foi prevista e codificada no filme "Presságio (Knowing)". A previsão e seus códigos podem ser vista na faixa "6" do "DVD (não pirata)". Segue aqui, e decodificação:

"Texto do filme: - Hoje tivemos um dos piores dias da aviação americana recente, quando "4" aviões fizeram pousos forçados em vários estados desde Maine até "Miami". Um deles terminou em desastre, quando o vôo "74" de Pittsburg caiu a 3 km da pista do Aéroporto de logan. As primeiras estimativas indicam "81" mortos".

Preste atenção nos números acima: Se você juntar o "4" ao "74" você encontrará "744" e se você ler ao contrário encontrará "447". O próximo número importante é o "81" que em hebraico é escrito com duas letras que são o "Fei פ (F)" e o "Alef א (A)" formando assim a sigla "AF" ao contrário", e assustadoramente revelando "AF 447" que são a sigla e o prefixo do A320 da AirFrance que caiu no dia 31 de Maio.


Ainda tem Mais: Miame (Maiâmi) é escrito em hebraico com "Mem, yud, alef, mem, yud (מיאמי)". As três primeiras letras permutadas formam "May (מאי)" que é "Maio (Mês)" em ingles transliterado para o hebraico, e as duas últimas que sobraram formam a palavra hebraica "Iam (ים)" que significa "Mar/Oceano" em hebraico.

Vejam que o universo está cheio de códigos, e como sempre venho compartilhando, D´us fala através dos filmes.

Então, no filme "Knowing (Sabendo/conhecendo)" que em português foi chamado de "Presságio", D´us codificou a queda do vôo "AF 447" da AirFrance. 



Os códigos são: "AF 447 - Maio no Mar". O filme fala que tudo já foi escrito e que não existe acaso no universo.


Este evento assustador está codificado na cena em que um avião modelo Airbus A320 apresenta problemas de "NAVEGAÇÃO (o mesmo que derrubou o A320 da Air France)", e não em outras cenas do filme, como a da colisão no metrô.





Para conhecer mais sobre este mistério e outros ainda mais intrigantes, adquira o Livro "Os Arquivos X".



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domingo, 31 de julho de 2011

O Mistério Está No Deserto


Alguém, um certo "kabbalista (não qabalista)" perguntou em uma certa "Newsletter": "Qual a importância do Deserto em nossas vidas?" A pessoa mesma respondeu: "Nenhum". Eu logo notei que o mistério não estava com aquela pessoa. O Deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas? Como poderia, se a Torah e a Chochmat Nistar foram reveladas no Deserto? O termo "Deserto" vem do hebraico "Midbar (מדבר)" e seu valor em gematria é 246 que é o mesmo da frase "Derech ha'Tov (דֶרֶךְ הַטּוֹב)" que significa "Caminho do Bem" ou simplesmente "Caminho Bom". É no deserto onde encontramos a Sabedoria, e assim escreveu "Yeremiahu ha"Novi (O Profeta Jeremias)": "Postai-vos à margem dos caminhos (derechim) e perguntai pelas veredas antigas (netivot), eis ai o caminho do bem (derech ha'tov), trilhai-os e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Abrindo mais deste mistério maravilhoso, o termo usado pelo profeta "Netivot" traduzido para "veredas antigas" é na verdade "caminhos místicos" e alude às avenidas da Árvore das Vidas. O que o sagrado qabalista está nos instruindo a fazer é buscar pelos caminhos místicos antigos, os caminhos da Árvore das vidas, a Sabedoria Mística Escondida da Torah que nossos pais receberam no Deserto, e Deserto, como o verso nos instrui é o "caminho do bem". Então, como pode ser que o deserto não tenha nenhum significado em nossas vidas? Queridos, não se tornem dogmáticos, mas questionem sempre. "A polidez vem das cidades, Sabedoria do Deserto (Frank Herbert - Duna)".

כֹּה אָמַר יְהוָה עִמְדוּ עַל-דְּרָכִים וּרְאוּ וְשַׁאֲלוּ לִנְתִבוֹת עוֹלָם, אֵי-זֶה דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ, וּמִצְאוּ מַרְגּוֹעַ, לְנַפְשְׁכֶם; וַיֹּאמְרוּ, לֹא נֵלֵךְ

Jeremias péreq 6, 16 passuq


Marcado em abóbora no passuq original hebraico, estão as palavras e frases "derachim (caminhos), netivot (avenidas misticas) e derech ha'tov (caminho do bem, o bom caminho, caminho bom)".


Rabi Eleazar começou seu discurso assim: "Quem é esta que sobe (Olah) do deserto?". As palavras “MI (Quem?)” e” Zot (esta)" denotam a santidade separada dos mundos unidos em fortes e unidos laços, dois mundos em um laço vinculado, e essa união é chamada “Olah”, uma oferenda de holocausto, e este é o mais sagrado. Pois “MI” é Santo dos Santos, e Zot acontece através de sua união com isto se torna um holocausto (Olah), que é santo dos santos.

"Do deserto" porque ela tem que sair daqui para se tornar a noiva dos céus e entrar sob o dossel de casamento (zeir anpin). Então, o termo “midbar” (deserto) significa “linguagem”, como lemos "e seu idioma (umidbarech) é gracioso (Cântico dos Cânticos 4:3)" Por meio de “midbar”, que é a expressão dos lábios, ela ascende aos céus.


Além disso, temos sido ensinados o seguinte: Está escrito: "Estes deuses poderosos; estes são os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto (Bamidbar) – I Samuel 4:8. O que esse versículo? Será que o Senhor mostrou Seus grandes feitos só no deserto e não no país habitado? O termo “bamidbar” significa “através da palavra” e aqui se esconde outro mistério, pois o termo “bamidbar” pode ser lido “Mem beit davar - 42 palavras” aludindo ao “Nome de D´us de 42 Letras – O Ana Be´koach”. Portanto aprendemos através desta lição no Zohar Sagrado a importância do deserto em nossas vidas, e não, como quis ensinar aquele que não caminha no mistério, que o deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Silêncio - Poesia Mística



Silêncio! As vozes se calaram. O único som que ouço é o do vento uivando sobre as pedras, ruínas das antigas construções, monturos assolados pelo tempo que os castiga como um chicote invisível. Mesmo os demônios estão em silencio agora...

Não ouço mais o coaxar dos sapos e nem o som dos grilos que preenchiam a noite com suas canções. O galo se foi. Sua voz foi calada há quarenta e dois anos. O único som agora é a voz síntese do velho hardware, aquela cabeça metálica de olhos vermelhos colocada em cima do velho balcão de mármore.

- Água senhor? – Ela pergunta – O teor de radiação está baixo hoje – terminou. A mesma música entoada uma vez na semana. As vozes? Elas se calaram. Os demônios estão em silencio agora.

Ahh! Eu desejava ouvir a voz do velho rabino, aquele de barbas brancas de longos peyot , quando ele dizia para prestarmos atenção às pequenas vozes, as vozes dos humildes, andarilhos iluminados, centelhas do alfabeto místico, avisando a humanidade que o dia chegaria, quando as vozes se calariam.

Lá no interior, os demônios continuam em silêncio. Suas vozes foram silenciadas pela voz da maldade que plantara residência na câmara esquerda do templo do coração do homem.

O gueto esta frio hoje. Pessoas se reúnem ao redor do fogo aceso dentro do velho barril de petróleo, sangue negro, chamavam-no. Ele não existe mais. As veias estão secas e o sangue já não corre mais...

As manchas brancas cobrem a pele. Deveria ser um bom sinal, mas não é. A lepra voltou devorando a alma dos homens, mulheres e crianças. Nem os animais escaparam. Os contaminados são exilados. Eles os mandam para o vale do esquecimento onde a voz jamais se reerguerá. Eles a usaram maliciosamente. Difamaram com ela. Suas calunias foram lançadas ao vento como as folhas do velho carvalho que ficava na floresta de chaiim. Ele também se calou. O vento já não uiva mais por entre os seus frondosos galhos.

Ahh! Onde está a voz do rabino? Foi calada pelos religiosos dogmáticos. Suas centelhas luminosas já não mais crepitam pelo ar. Mesmo os demônios não falam mais. Calaram-se no interior.
Onde estão as vozes dos poemas e dos poetas? Calaram-se também. Elas causavam comichões nos ouvidos da humanidade. Elas acusaram: - Foram os poderosos, os lideres das nações, em seus palácios decorados com sangue. Sangue dos inocentes. Eles as fizeram calar. Elas causavam comichões aos ouvidos do poder.

O brilho nos cegou os olhos. Foi em 2029. Detonaram a velha arma russa trocada por um pedaço de pão para alimentar as crianças famintas. Todas elas morreram com o calor nuclear.

Silêncio! As vozes se calaram. O único som que ouço é o do vento uivando sobre as pedras, ruínas das antigas construções, monturos assolados pelo tempo que os castiga como um chicote invisível. Mesmo os demônios estão em silencio agora...

Ah! Onde está a voz do velho rabino? Eu desejava ouvi-la agora. Calou-se. Mesmo lá no interior há silencio agora, nem mesmo os demônios sussurram mais...

Dipankara Sankara Vedas
(Misha´El Yehudá Ha´Levi)
Poeta Místico

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Místico cabalista publica quarto livro




ELAINE BRUM
DA REPORTAGEM LOCAL



O rabino, morador de Suzano, Misha’El publica seu quarto livro que vem desvendando os mistérios da Cabala (Qabalah) - sabedoria que investiga a natureza divina. Com o título “Qabalah – Introdução à Sabedoria Escondida” (Editora Clube dos Autores) o livro contém os principais ensinamentos do rabino no assunto, indo desde o surgimento da ciência, até os segredos que a mesma revela sobre acontecimentos atuais. O rabino diz que utilizará a nova obra como base para quem desejar fazer seu curso. “Coloquei nesse livro todo material que venho estudando durante dez anos”, disse.

Misha’El é professor de Cabala e além dos alunos de São Paulo e Suzano, possui alunos de outros estados e até mesmo de outros países como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Israel, Sérvia, Inglaterra e outros. Ele diz que o livro “Qabalah – Introdução à Sabedoria Escondida” é recomendado para todo aquele que deseja saber mais sobre a ciência mística, porém recomenda que o mesmo seja estudado com o auxílio de um professor judeu.

O rabino ainda explica o significado do termo “místico” que muitas vezes acaba por sofrer preconceito. “Trata-se de uma palavra de origem hebraica que significa ‘Conhecimento Escondido da Torah (Pentateuco)’”, relatou. Ele ainda diz que todo aquele que estuda a “sabedoria escondida” é considera místico. O Pentateuco se refere aos cinco primeiros livros da Bíblica cristã.

O novo livro do rabino aborda assuntos como a meditação cabalística, a importância do sono, o segredo do número 13, o segredo dos sonhos, o destino, além de explicar o chamado “Dejá-vu” e também o “efeito borboleta” - tudo de acordo com os estudos da Cabala e do Zohar – o “Livro do Esplendor”, que segundo o rabino refere-se ao misterioso “Livro Selado” dito em Daniel na Bíblia.

O livro pode ser adquirido pelo site da editora www.clubedeautores.com.br , pelo valor de R$ 52. O Rabino, que também é músico, gravou na última semana a canção cabalista “Qrá Elai” no Estúdio Público Musical José Gonzaga Sobrinho da Secretaria de Cultura de Suzano, com a ajuda de Sergio Fujimoto, o Tico. A música está disponível no Youtube.

AUTOR Misha’El é escritor e poeta, membro do grupo mundial Poetas Del Mundo. Autor da obra literária de ficção científica “Cabalista Crônicas de Qédem”. Místico hebreu, rabino fundador e presidente da Associação Cabalista Mundial - A Comunidade Mística do Deserto. Humanista e pacifista foi indicado para ser membro dos Poetas Del Mundo pela Embaixadora Universal da Paz, a doutora Delasniev Daspet Miranda. Seus outros livros foram “Segredos Revelados da Qabalah”, “Qédem” e “Efeito Borboleta – Erradicando o Caos” – todos também podem ser adquiridos pelo site da editora. Para saber mais sobre o autor, acesse o site www.comunidadedodeserto.blogspot.com.

Matéria publicada em 4/05/2011
no Jornal "O Diário de Suzano".

O Artesão Da Luz