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DECLARAÇÃO

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O PLATÔ DE ORION

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FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

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domingo, 20 de maio de 2018

EMBAIXADOR MUNDIAL DA PAZ


Queridos amigos, é com imenso prazer que vos comunico que fui aceito pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz (Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix) sediado na França e Suíça para o qual havia sido eu indicado pela estimada Embaixadora Universal da Paz Delasnieve Daspet​ Miranda há alguns dias e, assim sendo, vos declaro que eu Também sou, a partir de hoje, dia 12 de maio de 2018, um Embaixador Mundial da Paz pertencente ao Círculo Universal dos Embaixadores da Paz. Considerações Místicas: O dia de hoje, 12 de maio, no calendário solar, e o 132° dia no ano gregoriano. O valor 132 corresponde à numerologia cabalística da palavra Qabal (קבל) que significa Recepção e é, também, a gematria do plural hebraico "Guilgulim (גילגולים)" que significa "Reencarnações" é que demonstra a bondade e também vontade do D'us me ter feito ascender a este novo estatutos espiritual. Feliz com minha aceitação ao Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix, declado minha intenção espiritual de continuar trabalhando pela Paz, como já o vinha realizando há 20 anos.

A VISÃO

“Mishael Na Etiópia”

Na tarde de 13 de dezembro de 2006, enquanto eu apreciava minha nova aquisição “Dune – Directors Cut (Duna - Versão do Diretor)”, fui levado ao que me pareceu “Chazionot (sonhos lúcidos)” onde um repórter internacional noticiava o seguinte: “O portador da consciência messiânica desta geração está em uma campanha em favor dos carentes da Etiópia. Nisto, eu me via em imagens gravadas sendo exibidas pela Tv, onde eu abaixava para tocar alguém carente. Era um lugar pobre, terra vermelha e haviam arvores no horizonte e eu chorava muito. Depois o cenário mudava, e eu estava agora no oriente médio, na “Velha Jerusalém” onde haviam muitas pessoas concentradas e elas me aceitavam com sendo o “Portador da Consciência Messiânica” desta geração. Haviam árabes ajoelhados para suas preces e eles diziam que eu era a reencarnação do messias deles (Mahdi). Eu senti muito amor durante a “visão” e uma energia poderosa. Minha cabeça esquentou e meu peito doía bastante. Na visão eu era um Embaixador da Paz."

Alguns dias depois desta visão eu fui apresendato à excelentíssima Embaixadora Universal da Paz Delasnieve Daspet Miranda, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Onze anos se passariam e o Sagrado, abençoado seja Ele, me levaria a Jerusalém e, no ano seguinte, eu seria indicado para o Círculo Universal dos Embaixadores da Paz sediado na Suíça e na França.




Paulo Sergio Batalini
(Misha'Ël Ha'Levi/Bën Mähren Qädesh)
Deepak Sankara Veda​
EMBAIXADOR UNIVERSAL DA PAZ

domingo, 17 de setembro de 2017

O Rabino Ancestral


Rabbi D'Qedem
(רַבִּי ד'קֶדֶם)

Na madrugada de 3 de maio de 2008, o 123º dia no ano solar, sonhei que estava em um lugar amplo e me preparando para a Recepção da Shabat (A Shekiná) ao ar livre (era uma chácara) quando alguns judeus chegaram e entre eles estava o rabino que havia feito a minha Brit Milá (Circuncisão) no Hilulá (aniversário de ocultamento) do Leão Sagrado, o meu mestre , o Rabino Isaac Lúria no dia 5 de Menachem-Av de 5763 (3 de agosto de 2003).

O numeral 123 é o resultado em gematria do nome Chaim Vital e que se ocultou do mundo no 123º dia do ano solar e é também o resultado da gematria do meu nome (פאולו).

O Rabino me instruiu a levar o Aron ha'Qodesh (Armário Sagrado onde se guarda o Rolo da Torah) de volta para dentro da casa, pois eu o havia levado para fora para o Ritual.

Dentro da Casa, eu me coloquei na frente do Aron e foi então que notei que nele estava escrito a palavra Tzadiq (צדיק) que é o termo para uma pessoa Santa na QABALÁH. Acordei e anotei o sonho.

Este dia fora o Hilula do Rabbi Chaim Vital no calendário Juliano vigente no século dezesseis e Shabat no calendário sagrado da Torah (28 de Nissan), dois dias antes da data de 30 de Nissan na qual, em 1620, se ocultou a alma de Chaim Vital. Em agosto eu publiquei a primeira versão em PDF do meu Livro "Guilgulim - A Roda das Reencarnações" com dez capítulos do Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) que eu havia traduzido cujo autor fora o Rabino Chaim Vital.

Um ano depois, na madrugada de 2 de maio se 2009 durante meu sonho, uma das minhas tias chamada Zazá (זָזָא) falava comigo e me dizia que, na antiguidade havia tido um Rabino na nossa família e ela me mostrava um documento e nele estava escrito "Rabbi D'Qedem (רַבִּי ד'קֶדֶם).

Lembranças De Outras Vidas

Todos os eventos nesta minha vida foram milagres e os maiores se deram em 1996 quando sonhei e acordei cantando o Má Tovú (מַה-טֹּבוּ אֹהָלֶיךָ, יַעֲקֹב; מִשְׁכְּנֹתֶיךָ, יִשְׂרָאֵל) - o Sagrado Nome de 26 Letras - sem nunca antes ter ouvido hebraico e principalmente estudado a língua sagrada e em 2014 quando meu Despertar aconteceu.

A gematria Mispar Hechrachi também conhecida por Mispar ha'Panim que é o cálculo do valor normativo de Rabbi D'Qedem (רַבִּי ד'קֶדֶם) é 360 e esta  é a mesma de "ha'Ari qodêm (הארי קֹדֶם)" cuja a tradução é "anteriormente o Ari (Elohei Rabbi Yitzchak)" o que seria o mesmo que dizer "anteriormente, ele foi o Ari".

Qodêm (קֹדֶם) também pode ser traduzido como "Ele tinha vindo antes (em outra reencarnação)" e também "Em tempos antigos, num passado distante".

Existe uma expressão em QABALÁH usada para como referência a uma reencarnação anterior de uma pessoa que é "Guilgul Qodêm (גִּלְגּוּל קֹדֶם)". A gematria de Guilgul Qodêm é 216 que é a mesma de ha'Ari.

Recebendo Instrução Da Alma
Do Arizal

Por que minha tia Zazá (זָזָא) foi quem veio no sonho para me revelar o segredo? O nome da minha tia, é um nome hebraico e significa "clarear" e podemos compreender como "revelar". A gematria Mispar Miluí de Zaza (זָזָא) que somadas às suas três letras resultam em 248 que é a gematria de Arizal. Foi meu mestre, meu professor santo, de abençoada lembrança, que veio me instruir no sonho vestido na imagem da minha tia e selando o atributo da sua alma.


A gematria Mispar Kadmi (soma do valor da letra com as letras anteriores a ela) de Rabbi D'Qedem é 1613 que neste evento se refere ao ano de 1613 que foi correspondente ao ano hebraico de 5373, ano no qual o Rabino Chaim Vital publicou o seu Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) e não apenas isto. A 5373 letra da Torah ê a letra Guimel (ג) na palavra "heragô" no Genesis 4 versículo 25, onde diz "heragô Kayin (o assassinou Kayin)" se referindo a Abel. A partir desta letra Guimel de "heragô (הֲרָגוֹ)" de três em três letras está codificada a palavra "Guilgul (גִּילְגּוּל) - Reencarnação".

כִּי הֲרָגוֹ קָיִן. כו וּלְשֵׁת גַּם-הוּא יֻלַּד
גִּילְגּוּל

Meu professor, o Arizal, me instruiu através dos sonhos para que eu me recordasse das minhas reencarnações anteriores e este é o significado de "Conhecer a si mesmo" e de "Estar Desperto".

Finalmente, a gematria Avgad de Rabbi D'Qedem, que é método que substitui cada letra pela anterior é 583, o número na parede do meu quarto e na sala na qual está sediado o nosso Espaço Hayk'la Arazuta e que é o exato valor de Rav Misha'Ël (רַב מִישָׁאֵל), ou seja, Rabino Misha'Ël.

"O valor 583 é também a gematria Ayak-Bakar de Mashiach (משיח) e também a gematria Mispar Ne'elam (Oculta) de Yemot Ha'Mashiach (ימות המשיח) - Era Messiânica - e era o número da casa na qual estava sediada nossa sinagoga. 

Em 2001, no dia 23 de abril, assinei o contrato de aluguel da casa número 583 na Rua Gastão Vidigal, na Vila Amorim em Suzano, que se tornaria a sede da nossa K'nesset Eliahu (Sinagoga do Profeta Elias). O contrato foi firmado por 30 meses com vencimento no dia 23 de outubro de 2003. Eu nada sabia sobre mim e nem sobre minhas reencarnações anteriores. Me lembro até hoje da voz da secretária da Imobiliária Concept quando me disse que a vigência do contrato seria de 23 de abril de 2001 a 23 de outubro de 2003. Não fui eu quem escolhi as datas. Foi a Providência Divina. E qual o segredo?

O maior e principal discípulo do Ari'zl (Rabino Isaac Lúria, de abençoada lembrança) foi o Rabino Chaim Vital que nasceu em Safed no dia 23 de outubro de 1542 e faleceu em Damasco na Síria no dia 23 de abril de 1620. O Rabino Hayim frequentava a sinagoga do seu mestre chamada "K'nesset Eliahu Ha'Navi (Sinagoga do Profeta Elias)".

O aviso de vencimento do Contrato de aluguel


É há outro sonho no qual outra alma, outra centelha e reencarnação me foram reveladas, mas esta e uma outra história.

A gematria Mispar Kollel de K'nesset-Eliahu (כנסת-אליהו) é igual a 583. Nada neste mundo acontece por um acaso, nada! 

"O que já foi voltará a ser, e o que feito será repetido, e nada há de novo sob o sol. Há fatos perante os quais alguém poderá dizer: "Veja, trata-se de algo novo!" Isto, porém, já ocorrera nos tempos passados (מַה-שֶּׁהָיָה, הוּא שֶׁיִּהְיֶה, וּמַה-שֶּׁנַּעֲשָׂה, הוּא שֶׁיֵּעָשֶׂה; וְאֵין כָּל-חָדָשׁ, תַּחַת הַשָּׁמֶשׁ. י יֵשׁ דָּבָר שֶׁיֹּאמַר רְאֵה-זֶה, חָדָשׁ הוּא: כְּבָר הָיָה לְעֹלָמִים, אֲשֶׁר הָיָה מִלְּפָנֵנוּ.)".

Qohelet 1: 9 & 10


Autor
Deepak Sankara Veda​
"Ben Mähren Qadësh".


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Artrópode De Pedra


Excerto Da Ficção Mística
CRÔNICAS DE QÉDEM 

Ele fora encontrado nas profundezas áridas de um planeta orbitante da gigante azul Sigma Scorpii, nomeada na cartografia estelar por Al Nyat . Os místicos da Escola de Mistérios a chamam de Avir Nistar – O Sopro Do Oculto – ou simplesmente “A’n”. O templo artrópode apareceu nos e scanners de varredura quando a luz de Al Nyat o iluminou.

Os expedicionários que o descobriram faziam parte de um grupo de arqueólogos esotéricos do chamado Qibbütz 474. Compreenderem posteriormente que, o Akrav de pedra fora, na antiguidade, quarenta e quatro mil anos distantes no passado, a Catedral do povo alienígena de D’rash – o artrópode humanoide remanescente dos Evenim Yodêa há’Erev Briáh – Pedras do Conhecimento do Crepúsculo da Criação. Sua edificação fora datada milênios antes da descoberta do Templo de Vênus Sabra, o rubi estelar pendente no colar de Omicron Akrav , onde o sarcófago de D’rash fora descoberto e desde de que ele revelara a origem de seu povo e contara a Nachimânides sobre as vinte e seis Pedras do Conhecimento, que os arqueólogos procuravam por elas. Souberam pelos lábios do ser artrópode, que todos os segredos da criação estavam codificados naquelas vinte e seis estelas gravados no idioma antigo que D’rash chamou de “Lisan Even’i – O Idioma do Alfabeto Oculto do Criador.
Os estudiosos de mistérios que acompanharam os expedicionários do Qibbutz 474, Criptólogos de Elióra, desvendaram que o Even’i era um acrônimo para “Alef-Beis Yodêa Nistar – O Alfabeto Escondido do Conhecimento”.


O Alef-Beis Nistar
O ALFABETO OCULTO 

A gigantesca basílica artrópode possui quarenta e duas câmaras com vinte e seis subcâmaras cada uma. Na cabeça da edificação de pedra os arqueólogos descobriram duzentos e dezesseis parlamentos contendo em cada um deles um altar com uma inscrição gravada em Even’i. Eram os aposentos dos duzentos e dezesseis membros da Assembléia parlamentar de Dovrat Nistar - o nome do árido gélido planeta, a joia maior orbitante do colar gravitacional da gigante fria Al Nyat, o qual apelidaram de Kaden-Da’a devido a uma planta roxa encontrada em um Jardim interior dentro do templo em uma câmara hermética e que ficou conhecida como Muscári da Sabedoria. Bio-luminescênte e repleta de bulbos dependurados em sua haste, ao todo, vinte e oito pequenos tetraedros, cada um contendo um líquido púrpuro luminoso que descobriram ser chamado Razin D’Orayita – Luzes de Mistérios – pequeninas sementes cintilantes encontradas dentro das câmaras das flores. Os primeiros que as viram as compararam com estrelas pulsares devido às suas cintilancias. Se descobriu, que o nome era devido às propriedades geriátricas iluminadoras do licor encontrado nas pequeninas pirâmides florídeas, setenta e duas qoren zeraím, e que era usado como veneno ampliador da consciência pelo povo de D’rash.

- Você já tinha visto dunas bioluminescêntes feitas de gelo Cholit? – Perguntou She’ül, um dos expedicionários ao seu perplexo companheiro de expedição.

- Por que elas emitem este brilho azul? – Questionou intrigado apontando para uma das cintilantes dunas.

- Dizem que os cristais de gelo pelos quais são formadas emitem a luz da criação e é por isso que são luminescentes – respondeu Cholit.

Uma inscrição em hieróglifo genético  sobre uma Livnat Saphir que se descobriu, ter sido talhada de uma lasca do trono divino, no idioma de Kaden-Da’a, sequestrou a atenção dos Criptologistas de Elióra que levaram seis anos  para decifrá-la.

A câmara onde foi encontrada esta estela azul, ficara lacrada durante mil duzentos e sessenta e seis anos. Foi Patách, o chefe do departamento de criptografia de Elióra quem descobriu que o segredo, para destrancar a sala secreta, estava no sabre de D’rash que fora dado a Nachimanides.

A inscrição dizia: “Da coroa do Rei brilham quatrocentos e vinte e seis cintilancias de Luz. Sua cidade possui trinta e duas avenidas, e para entrar nela cinquenta Portões estelares foram preparados. Setenta e duas pontes cruzam o rio que cerca o seu Palácio. Quarenta e duas colunas de fogo guardam as portas dos salões dos tesouros reais e somente o que conhece o segredo do Nome do Rei contendo seis palavras abrirá os mistérios das Estelas da Criação”.

Esta esfinge da Sabedoria ocupou os decifradores por muitos meses, até que, não conseguindo abrir está pirâmide mística, a enviaram a mim, Beniel bar Ayyub e eu a coloquei sobre a guarda de S’thur que  como eu, fora iniciado na Escola de Mistérios de Qedêm, e foi ele quem decifrou o enigma.

- No sabre de D’rash há uma inscrição contendo doze letras que é a chave biogenética que abrirá a câmara – explicou Tzafën, o Criptólogo de Qedêm ao membros do 474.
Sobre a descoberta de Kadên-Da’a,  fora o Delta Argos, um veleiro espacial fabricado em Avior, que o encontrara enquanto navegava os mares profundos da Constelação de Escorpião. O Argos fora construído para ser uma biblioteca esotérica com arquivos repletos de milhares de pergaminhos–filmes. Gal’enay fora o experiente timoneiro que conduziu o Argos pelas águas de Akrav sob as vozes dos navegantes que entoavam o poema de Yoach Kalach – o Anjo protetor criado por Niflá – o poeta músico-escrivão – também conhecido por trovador das estrelas.

Na cauda do Artrópode de Pedra os expedicionários encontraram uma necrópole sagrada contendo duzentos e setenta sarcófagos flutuantes levitando sobre um magnífico mar de luz. No centro deste oceano luminoso descobriam uma Cidadela flutuante cujas casas, edificadas em todos os bairros, possuíam um Escorpião fluorescente em cada porta. Os estudiosos de Elióra descobriram que era um leitor de palma, e de fato,  somente através deste as portas se abririam. Já haviam desistido de entrar em qualquer casa quando, acidentalmente, um jovem arqueólogo do grupo chamado Liór, colocou instintivamente a palma da mão direita sobre um dos escorpiões fluorescentes nas portas. O leitor leu as linhas da mão do jovem e a porta se abriu. A curiosidade em descobrir como se dera este “milagre” conduziu os cientistas a uma incrível descoberta: Liór era um descendente do próprio D’rash, linhagem de sua primeira esposa, uma mulher de Elióra chamada Malka Livna. Sobre Liór e sua distante genealogia farei um relato em pergaminho-filme.
No sarcófago de D’rash havia uma inscrição gravada no idioma de Evenim Yodê’a, quatro palavras escritas com treze letras que transliteradas para o eberiano diziam: Chaf beit shomerei há’shesh rakavan. Os tradutores interpretaram como “22 segredos guardados por seis cavaleiros”.

Claramente havia nela um segredo sobre o sagrado Nome de 42 letras e que certamente seria decifrado pelos criptógrafos de Elióra.

Compre aqui o livro 'Crônicas De Qédem'


domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Lenda Do Zorro: Não sejais como a mula...



"Uma mula que girava uma pedra de moinho percorreu uma centena de quilômetros a pé. Quando foi solta, ela descobriu que ainda estava no mesmo lugar. Semelhantemente há pessoas que fazem muitas viagens, mas sem fazer nenhum progresso em relação a qualquer destino".

Adágio Popular

O significado disto é que, aquele que estuda apenas o literal (p´shat) da Torah e nada entende dos seus mistérios, ele é comparado a uma mula que gira a "Gisar (termo do aramaico nazoraico para pedra de moinho)" sem sair do lugar.

Assim, David ha'Melech (o Rei David) disse: "Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento e que são guiadas apenas por cabrestos (Salmo 32:9)".

A palavra hebraica para mula neste passuq (verso) é "péred (פֶרֶד)" um termo escrito com defeito, pois falta-lhe a letra "Samech (ס)" que é a inicial da palavra "Sód (סּוֹד)" cujo significado é mistério. Portanto, aquele que não estuda os mistérios da Torah derruba a letra samech (ס) da palavra "PARDES (פַּרְדֵּס)". PARDES é uma palavra emprestada do Persa para o hebraico cujo significado é "Paraíso" ou "Pomar Secreto" e é mencionada uma única vez em toda Qituvei Ha'Qodeshim em Shir Ha'Shirim capítulo 4 versículo 13.

אַל-תִּהְיוּ, כְּסוּס כְּפֶרֶד--    אֵין הָבִין:


O BURRO

"Não é costume do rei (Messias) e da matrona (Shechiná) montar um burro (heb. chamor), a saber, a compreensão literal (heb. chomer) da Torá, que é o trigo e a árvore do conhecimento do bem e do mal, conforme mencionado. Em vez disso, eles andam a cavalo, ou seja, o segredo dos mistérios da Torá. Este é o significado de “você monta em seus cavalos, suas carruagens de salvação” (Chavakuk 3:8). Pois malchut não é tratada levianamente para que a rainha monte um burro, e ainda mais o rei, pois não é lugar para plebeus e servos, esse é Metatron que é chamado de plebeu e servo, cujo caminho é montar um burro (chamor). é por isso que se diz do messias, quando Israel não terá mérito, e então, “humilde (heb. ani), e montado sobre um jumento (chamor) - Zacarias 9:9”. Ani (עָנִי) representa as ordens da Mishaná (מִשְׁנָה)- a Neshamá de Briá pois, Ani(ענ"י) possui as iniciais quais formam “Etzot Nistarim Adonai (עצות נסתרים יהו"ה) – Conselhos dos Mistérios de Adonai -  o que indica que enquanto não se conhece os mistérios da Torá, mas apenas a Torá revelada, é pobre em conhecimento e montando em um burro, que é o aspecto de a árvore do conhecimento do bem e do mal. O Santo, abençoado seja Ele, não é considerado um Rei até que ele monte em seu cavalo, que é a congregação de Israel, a saber, malchut, de acordo com o segredo de: “eu te comparei, ó meu amor, a uma égua do carros do faraó (Shir Hashirim 1:9)”, que é totalmente bom sem nenhum mal."

- Zôhar Ki Tetzê

חֲמוֹר


Qabalistas estudam os mistérios primeiro fazendo com que a letra samech seja movida do final de PARDES para o inicio transformando-a em "SEFARD". Hebreus Sefaradim são aqueles que estudam o Zohar primeiro, ou seja, os mistérios da Torah Sagrada.

Quando os rabis da Idra Rabá (Grande Assembléia) ou da Idra Zuta (Pequena Assembléia) precisavam se "mover" de um lugar para outro, eles o faziam montados sobre mulas, o que parece um paradoxo, uma vez que é proibido assemelhar-se com este animal. Mas ao montar sobre suas mulas, imediatamente eles começam a falar sobre os mistérios da Torah, o Sód, transformando suas mulas em cavalos, pois a letra samech é também a inicial de "Sus" que significa "Cavalo".

O Zohar nos revela que, aqueles que estudam os mistérios da Torah primeiro, são comparados a pessoas que caminham sobre cavalos.

De forma semelhante aquele que caminha sobre uma mula, aqueles que tomam o Zohar santo apenas para repetir suas palavras sem penetrar os seus mistérios, comparam-se também a pessoas que caminham sobre uma mula. Mas é verdade que a maioria das pessoas não tem habilidade para penetrar os mistérios do Zohar, e então o que é preciso fazer? O Talmude tem a resposta. Ele diz: “Procure um mestre para você”.


Vocês devem se lembrar de quando escrevi sobre o “Zorro” outro dia. Notaram que o Zorro sempre viaja sobre um cavalo e não sobre uma mula? E também sobre o que Dom Diego diz para Alejandro? “Quando o aluno estiver pronto, o mestre aparecerá”. O ato de procurar um professor, como o Talmude ensina, é o ato de “criar um esforço” para ser merecedor da Sabedoria. Assim, no filme “A Máscara do Zorro” Alejandro veste a máscara, o seja, o véu que oculta a sua verdadeira identidade e quem quiser conhece-la, deve tornar-se merecedor. Na continuação da série, no filme “A lenda do Zorro” Alejandro agora tem a máscara retirada para revelar sua identidade para o próprio filho. Em outras palavras é o filho quem retira o véu para revelar os mistérios. O significado disto é que, em todas as gerações são as “neshamot (almas)” de mashiach (messias)” quem retiram o véu para revelar os mistérios sagrados do Zohar.

Ao procurar um professor, você precisa saber que, este professor deve ser um legitimo qabalista, ou seja, alguém que possui no corpo a marca da brit milá (a circuncisão), pois o ato de não possuir a circuncisão ou negá-la corresponde ao ato de negar a Torah e os seus mistérios.

Ninguém jamais havia entendido porque Yashu'a (Jesus) entrou em Jerusalém montando sobre um jumento. Não foi para cumprir a profecia de Zacarias 9:9 "Eis ai vem o teu rei sobre o lombo de um jumento...", mas foi para dizer que aquele era o estado de consciência de Israel naqueles dias, pois é isto que o Zohar revela. Outro segredo está oculto na palavra hebraica para jumento que é Chamor  (חמור) que contém as iniciais de "Chaham Muflá ve'Rav Rabanan  (חכם מופלא ורב רבנן)" cujo significado é "Um mestre maravilhoso e mestre de mestres".


Quando na antiga Pérsia Mordechai venceu Haman, o amalequita, o arqui-inimigo dos hebreus naquela época, ele foi colocado sobre um cavalo e puxado por toda cidade pelo próprio Haman. O significado disto foi que, Mordechai era um entendido nos mistérios da Torah, um qabalista, e esta é a razão secreta do nome Mordechai cuja gematria é 274 que é duas vezes a gematria de “QABALAH” que é 137.

Queridos, não se façam parecer com pessoas que viajam assentados sobre o lombo de uma mula, mas tornem-se pessoas que viajam sobre cavalos!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Compreensão Elevada



Estou certo que nós não temos a mesma compreensão da Sabedoria alcançada pelos israelitas no evento do "Har Sinai (A Montanha da Ira). Mas nós temos as kavanot (meditações) para acessar os arquivos metafísicos gravados nas almas que estavam presentes na revelação da Torah e sua Sabedoria escondida e temos os Tzadiqim Nistarim (Os Sábios do Jardim do Éden) que podem se assim obtivermos merecimento, nos revelar os códigos espirituais, a mesma sabedoria que os bebês que estavam nos ventres das grávidas receberam ao tornarem-se conscientes nos úteros de suas mães durante a travessia do Iam Suf (Mar do Fim).

Desejo revelar aqui algo que também me foi revelado, pois a Sabedoria revelada que não é compartilhada não ilumina, mas ajuda a escurecer o mundo. É como se alguém ateá-se fogo em uma biblioteca repleta de conhecimento entesourado em livros antigos. Por isto, quando os antigos mestres da Sabedoria estavam para se ocultar deste mundo, chamavam seus talmidim (discípulos) e revelaram o maior número de mistérios possíveis os quais haviam penetrado. Infelizmente hoje, certos professores só revelam a sabedoria se forem pagos para isto. As almas neles não são as mesmas dos Sábios antigos.



Imagine o Nome Divino acima. Foi nos ensinado que ele é para cura, e realmente é, pois eu testemunhei o seu poder incontáveis vezes. Mas qual é a sabedoria por trás dele, qual é a tecnologia escondida nele? Imagine se alguém lhe desse um pedaço de papel com a formula E=mc² escrita nele. Você sabedoria como usá-la? O mesmo acontece com os 72 Nomes. Nós ainda não temos a compreensão da sua tecnologia. O Zohar nos diz que eles, os 72 Nomes possuem 670 mistérios escondidos.

Deixe-me compartilhar algo com vocês: Por vezes, quando a humanidade é atacada por algum vírus desconhecido, o primeiro passo é a "Quarentena", termo hoje que é sinônimo de "Isolamento". Antigamente este isolamento era de 40 dias, tempo destinado à compreensão e erradicação do vírus. Pois bem, o Nome Divino "MEM HÊI SHIN (מהש)" acima começa com a letra "Mem" do alfabeto divino. O valor numérico da "ÓT Mem (מ)" é 40. O Mem isola o vírus causador do desequilíbrio, impedindo que ele se espalhe a partir do momento que o escaneamento do Nome teve início. A próxima "Ot" o "Hê (ה)" trás o "Entendimento" sobre a doença e assim, o qabalista pode aplicar outras ciências da sabedoria para ajudar na cura do paciente, pois esta "ÓT" é o "Hê" de Biná que é a compreensão divina. A "ÓT" final, o "Shin (ש)" é a letra que criou o fogo e é a responsável por erradicar o causador da doença, o agente genético que deu origem a patologia.

Nós precisamos compreender o funcionamento e os demais 670 mistérios que os nomes possuem, para que sejamos plenos e obtenhamos plenitude ao aplicá-los nas nossas vidas.

Que os céus nos ouçam, e que nós obtenhamos mérito para receber a revelação completa.

Por favor, compartilhem! Todá rabá (muito obrigado) Naib Mishael HaLevi

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Silêncio - Poesia Mística



Silêncio! As vozes se calaram. O único som que ouço é o do vento uivando sobre as pedras, ruínas das antigas construções, monturos assolados pelo tempo que os castiga como um chicote invisível. Mesmo os demônios estão em silencio agora...

Não ouço mais o coaxar dos sapos e nem o som dos grilos que preenchiam a noite com suas canções. O galo se foi. Sua voz foi calada há quarenta e dois anos. O único som agora é a voz síntese do velho hardware, aquela cabeça metálica de olhos vermelhos colocada em cima do velho balcão de mármore.

- Água senhor? – Ela pergunta – O teor de radiação está baixo hoje – terminou. A mesma música entoada uma vez na semana. As vozes? Elas se calaram. Os demônios estão em silencio agora.

Ahh! Eu desejava ouvir a voz do velho rabino, aquele de barbas brancas de longos peyot , quando ele dizia para prestarmos atenção às pequenas vozes, as vozes dos humildes, andarilhos iluminados, centelhas do alfabeto místico, avisando a humanidade que o dia chegaria, quando as vozes se calariam.

Lá no interior, os demônios continuam em silêncio. Suas vozes foram silenciadas pela voz da maldade que plantara residência na câmara esquerda do templo do coração do homem.

O gueto esta frio hoje. Pessoas se reúnem ao redor do fogo aceso dentro do velho barril de petróleo, sangue negro, chamavam-no. Ele não existe mais. As veias estão secas e o sangue já não corre mais...

As manchas brancas cobrem a pele. Deveria ser um bom sinal, mas não é. A lepra voltou devorando a alma dos homens, mulheres e crianças. Nem os animais escaparam. Os contaminados são exilados. Eles os mandam para o vale do esquecimento onde a voz jamais se reerguerá. Eles a usaram maliciosamente. Difamaram com ela. Suas calunias foram lançadas ao vento como as folhas do velho carvalho que ficava na floresta de chaiim. Ele também se calou. O vento já não uiva mais por entre os seus frondosos galhos.

Ahh! Onde está a voz do rabino? Foi calada pelos religiosos dogmáticos. Suas centelhas luminosas já não mais crepitam pelo ar. Mesmo os demônios não falam mais. Calaram-se no interior.
Onde estão as vozes dos poemas e dos poetas? Calaram-se também. Elas causavam comichões nos ouvidos da humanidade. Elas acusaram: - Foram os poderosos, os lideres das nações, em seus palácios decorados com sangue. Sangue dos inocentes. Eles as fizeram calar. Elas causavam comichões aos ouvidos do poder.

O brilho nos cegou os olhos. Foi em 2029. Detonaram a velha arma russa trocada por um pedaço de pão para alimentar as crianças famintas. Todas elas morreram com o calor nuclear.

Silêncio! As vozes se calaram. O único som que ouço é o do vento uivando sobre as pedras, ruínas das antigas construções, monturos assolados pelo tempo que os castiga como um chicote invisível. Mesmo os demônios estão em silencio agora...

Ah! Onde está a voz do velho rabino? Eu desejava ouvi-la agora. Calou-se. Mesmo lá no interior há silencio agora, nem mesmo os demônios sussurram mais...

Dipankara Sankara Vedas
(Misha´El Yehudá Ha´Levi)
Poeta Místico

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Encurtador Do Caminho



O Kwisatz Haderach é um nome fictício de uma figura profetizada do messias no universo de Duna, criada por Herbert Frank, e estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicada pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.” A frase Kwisatz Haderach veio originalmente do Hebreu (קְפִיצַתהַדֶּרֶךְ, HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qif̄îṣáṯ do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento cabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

domingo, 26 de setembro de 2010

Milagres



O Zohar Sagrado nos ensina que, uma pessoa não deve confiar em um milagre para salvá-la, isto porque D´us não realiza milagres, conforme nos diz o Talmud. Milagres não devem ser esperados e sim criados, e para criá-los é preciso ter CONHECIMENTO. 


Podemos usar os filmes como alusão para exemplificar isto: Todas as vezes que a humanidade precisa de um milagre para salvá-la, recorre a um Heroi específico e o Heroi possui o conhecimento que transforma em habilidade. Vejamos um outro exemplo: O pouso do homem na Lua. Evidentemente este evento singular não foi um milagre, mas um resultado do conhecimento transformado em habilidade por diversos homens e mulheres envolvidos no projeto apolo, e aqui, temos algo interessante: Um dos termo no hebraico para "Milagre" é "Pele" cuja raíz é "Pala" que é obtido com a combinação de três letras hebraicas, que são "PEI, LAMED & ALEF". Interessantemente vamos encontrar a combinação que resulta no termo "pele" dentro do nome "Apolo" que é escrito em hebraico com "ALEF, PEI, VAV, LAMED & VAV". Se você imagina que a escolha do nome "Apolo" para o projeto foi resultado do acaso, você está no caminho errado.

Em 11 de Abril de 1970, a terceira missão tripulada à Lua foi lançada: A
Apollo 13, mas não cumpriu a missão devido a um acidente com a nave durante a viagem de ida, que impediu a descida no satélite. A nave e seus tripulantes, entretanto, conseguiram retornar à Terra.

A missão foi chamada posteriormente de um "Milagre". O mês de Abril naquele ano de 1970 decorreu-se durante do mês hebraico de "Nissan"termo este que contém em si a palavra "Ness", outro termo hebraico para "Milagre" cuja raiz é a palavra hebraica "Nessiá" que significa "Viajar".

Salvar a nave "Apolo 13" e seus tripulante foi sim um "milagre", mas um feito que dependeu do conhecimento de muitos homens e mulheres envolvidos no projeto, sem os quais, o milagre não teria sido possível.

Na noite de Quarta-Feira 1º de Dezembro de 2010, teremos inicio de um periodo muito importante, onde por oito dias teremos oportunidade para "criar" uma semente que conterá em si os milagres que desejamos, mas para isto precisamos do "Conhecimento" que deve ser transformado em "habilidade", e se você não sabe do que eu estou falando, então procure um professor de Qabalah e matricule-se num curso. Mas lembre-se: Existem professores e "professores (incircuncisos)".

A festividade que terá inicio na terça ao por do sol chama-se "Chanuká" e tem duração de oito dias. Está associada com a influencia de Sagitário e com a vitória militar do Macabeus sobre o domínio Helênico cerca de 2500 anos atrás. O nome "Macabeu (singular)" vem de "MACABI", um acróstico formado por quatro letras hebraicas que são as iniciais de "Mi Camocha Ba´Ellim Adonai (Quem é como o Eterno entre os deuses)" cujo valor numérico é 72. A campanha militar dos "Macabiim (plural hebreu)" durou 42 meses, e aqui nos temos o conhecimento que poderá ser transformado em habilidade para criar um milagre: O uso dos 72 Nomes de D´us (Shem Ha-Meforash) e do Nome de 42 Letras (Ana Be´koach).

Se você também não tem ideia do que eu estou falando sobre estes nomes, então novamente lhe aconselho a procurar um professor de Qabalah.

Um outro exemplo que eu gosto de citar, vem da obra de Frank Herbert "Duna". Há uma cena na adaptação de Duna para o cinema feita por Davi Lynch (Veludo Azul) onde o Muad´Dib diz: "Isto é parte do Weird Way (Caminho Estranho) que eu vou lhes ensinar. Certos pensamentos têm um som especial (pronuncia), equivalente a uma forma (letra). Através de som e movimento poderão paralisar nervos, quebrar ossos, provocar incêncios e destruir órgãos dos inimigos". Ao dizer isto, o Muad´Dib reduz a pó um obelisco de pedra usando a palavra "Sha´aqsá". Tomei cuidado ao analisá-la, e descobri ser construida por cinco letras hebraicas: Shin, Alef, Qod, Samech & Alef. Estas cinco letras resultaram no valor de 462 que, de acordo com o Livro da Formação é o total de permutações que cabem ao alfabeto hebraico, sendo 231 permutações para frente e 231 permutações para trás.

Queridos, milagres são então projetados e nunca esperados, pois de acordo com a sabedoria da Qabalah, aqueles que esperam por milagres serão frustrados na sua espera, a menos que adquiram conhecimentos e se "movimentem" para a criação dos seus próprios milagres.

Ainda tenho uma última coisa a dizer: Há ainda um outro ingrediente para a fabricação de um milagre: Obter Mérito. Sem mérito, o milagre não se realizará. Como não sou um mercenário espiritual como muitos que conheci, que para obterem lucros, enganam as pessoas dizendo a elas para fazerem isto ou aquilo, e cobrando por tais conselhos quantias exorbitantes, alimentando-se da ignorância de muitos e enriquecendo com isto.

Eu mesmo sei que não tenho mérito para obter um milagre, e é por isto que nas minhas orações logo pela manhã, após meditar no "Shem Ha-Meforash (O Nome Brilhante de Fogo)" também conhecido como "Tetragrama", eu menciono os nomes daqueles que obtiveram mérito para realisar milagres, os patriarcas bíblicos "Abraão, Iytzchak & Ya´akov" que são os três pilares da Árvore das Vidas.

Amigo se você não erradicar os traços negativos da sua vida, e procurar ser verdadeiro com os seus semelhantes, não vai adiantar meditar no "Venatêinu" ou em nome de anjos que são veículos para a prosperidade. Não se deixe enganar! Veja o vídeo. para assisti-lo, de um pause no player de música no final do blog..



O Artesão Da Luz