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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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"ברוכים הבאים ממסורת עתיקה העברים במדבר". Bem vindo á Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto ao "Zen Hebreu". Este site não representa o judaísmo, nada tem haver com judaísmo e com nenhuma de suas vertentes. Este "sítio" é um lugar onde Sabedoria é compartilhada

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Descobrindo Minha Ascendência Davidica


"Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas, que ministram diante de mim" - Yeremiahu (Jeremias) 33, 22º passuq.

"Conheça-te a ti mesmo...":


Para conhecer a si mesmo, você precisa empreender uma viagem mística interior, utilizando-se das ferramentas da Sabedoria mesclada com kavanot (meditações) apropriadas. Alguns anos atrás eu passei a ter sonhos em que estava realizando testes de DNA. D´us queria me contar um segredo! Eu pensei muitas coisas acerca destes sonhos, mas enquanto minha mente não atingisse consciência ampliada suficiente, que em Chochmat Nistar é chamada "Mochim de Gadlut", eu não poderia penetrar o mistério. Foram dois os sonhos, um em 2005 no mês de julho, no dia 17 e outro em 2006 no dia 10 de Abril.

Em 2009, devido a uma infecção em um dos meus dentes que se espalhou pelo sangue, eu ganhei 8 dias de internação recebendo antibióticos e sedativos fortíssimos intra-venais. Eu fiquei um dia no pronto socorro e 7 dias no quarto número 109 da Santa Casa de Misericórdia de Suzano. Até então, em 40 anos eu jamais havia ficado internado.

Em 2010, eu ganhei de um aluno querido, o cirurgião plástico Mário Eduardo Albano, um homem com um enorme coração, um teste de Y-DNA para ancestralidades judaica. O Dr. Mário colheu as amostras no dia 11 de Abril e as enviou para o Family Tree Dna, no Texas EUA. O resultado saiu no dia 3 de Julho, no dia do aniversário da minha querida mãe.



Alguns dias depois eu sonhei que estava no SBT trabalhando, e o sr. Silvio Santos (Sênior Abravanel) era quem me dava instruções para a montagem de um "Set", e o estranho era que, quando ele me instruía eu respondia: Sim senhor pai.

Agora a tarde (25/12/2011), apenas por curiosidade, eu resolvi mesurar a minha pressão sanguínea. O aparelho eletrônico indicou os números: 123 sistólica, 84 diastólica e 104 batidas do coração por minuto.

Qual o significado de tudo isto? O Zohar nos conta que a alma é criada pelas combinações do alef-beit (alfabeto hebreu) e que por sua vez, a alma imprime o mesmo DNA no corpo. Resumindo, as almas que são da linhagem de Levi terão o DNA de levi e assim também o corpo. As almas que são da linhagem do Rei David, terão o DNA da linhagem do Rei David. E porque estou revelando isto? Eis a razão:

"Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas, que ministram diante de mim" - Yeremiahu (Jeremias) 33, 22º passuq.


Abrindo o Mistério

Minha mãe chama-se "Eunice Martins" e nasceu em 3 de julho de 1944 e os "Martins" vem da linhagem de Dom Isaac Abravanel, estadista, filósofo e comentarista biblico. Dom Isaac Abravanel era da linhagem do rei David.

Eu nasci em 1966 no bairro do Belém (Beith lechem) em São Paulo. Belém também é o nome da localidade onde nasceu o rei David. O número 66 é a gematria de "Ben David" que significa "Filho de David" e o ano de 1966 foi Ano shabático, isto é "Shanat Malchut (ano de Malchut)" que é a mercavá (carruagem divina) do Rei David. O ano shabático (shemitá) é o 7º na contagem das sefirot. Sete em hebraico é "Sheva".

O mês de julho é regido pelo signo de Cancer (Mazal Sartan) e é o único mês que recebe a influência da Lua que é o atributo do Rei David. O dia 3, aniversário de mamãe, foi também o dia em que sai o resultado do meu teste de Y-DNA, teste este que deu positivo. As amostras haviam sido colhidas no dia 11, e o número onze é muito importante em QABALAH. O Rei David era a 11º geração de Yehudá que era filho de Israel (Yaaqov). Me nome e titulo (o qual não faço questão de usar) resulta em 583 em gematria hebraica, e este valor é o mesmo de "Esser Echad", onze em hebraico.

Você se lembra? eu fiquei sete dias no quarto 109 da Santa Casa e 109 é a gematria de "David ha"Melech" que é David o Rei em hebraico. Sete é "sheva" e "sheva" é malchut. Eu tinha uma amiga maravilhosa nesta época, cujo nome hebreu é Bat-Sheva e que foi me visitar no quarto 109 quando eu estava internado.

bem, vamos aos número de hoje: 123 é a exata gematria de "Paulo" transliterado para o hebraico. Paulo é o meu nome civil. 84 é a gematria de "Yada" que é "Conhecimento" na língua sagrada, e 104 é a gematria de "Melech David" que você já sabe qual é o significado: Rei David. A número do quarto somando à gematria do meu primeiro nome hebreu, Misha"Ël, é igual a 490 que é a mesma gematria de "Beith-lechem (Belém)".

Queridos, a "Assinatura de D´us" está na nossa alma e por sua vez em nosso sangue. Para conhecermos como isto é perfeito, vou demonstrar falando de um evento muito significativo: A missão que colocou o homem na Lua, chamava-se "Apolo 11". Em hebraico "Apolo" é igual a 123. Foram exatas 109 horas de viagem até o nosso satélite e você já sabe agora que 109 é a gematria de David ha"Mélech (David o Rei)" e que a Lua é o atributo do Rei David. Ao final das missões Apolo, os astronautas haviam trazido da Lua 381 quilos de pedras. 381+109=490 que é Belém. 381 também é a gematria de Misha"Ël.


O Zohar diz que, determinados mistérios só podem ser penetrados por aqueles que são da linhagem do Rei David. Assim, Rabi Ashlag, Rabi Isaac Lúria, Dom Isaac Abravanel e Rabi Shimeon bar Yochai eram todos da linhagem do Rei David. Albert Einstein, Isaac Asimov, H.G Wells e o Maharal de Praga eram da linhagem do Rei David.

Em 2007, com a ajuda de uma amiga maravilhosa, Frida Traven, eu consegui tirar o CNPJ da Associação Cabalista Mundial - gará Kulam Moshav. Frida tem também ascendência da familia do Rei David .

Por que eu estou revelando tudo isto? É para que você saiba que você, meu querido e minha querida, não é um acaso no universo, e que se você empreender uma viagem mística estudando a Sabedoria Escondida da Torah, a Chochmat Nistar, você também poderá descobrir a sua própria identidade espiritual, e toda a dor que você sente, que é um resultado das perguntas que não querem se calar no seu interior, forçando-o (a) em direção ao seu destino, desaparecerá!

"Conheça-te a ti mesmo". Chag Chanuká Sameach ve´Shavua Tov! - Naib Mishael HaLevi

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Chanuká: Criando Milagres



O sinal de Kislev é a arco (Keshet, no hebraico). No começo de Kislev o primeiro arco-íris foi visto após a inundação. O arco-íris simboliza o pacto que D´us fez com Noah de nunca outra vez destruir o mundo com água. O simbolismo do arco ecoa também a vitória militar de Chanuká - a arco da pureza de Israel que vence o arco da impureza da Grécia. Misticamente, o arco simboliza o poder da oração: Quanto mais a corda do arco é puxada para mais perto, mais longe a flecha alcançará; assim, mais profunda a intenção de uma oração, mais alto a flecha alcançará nos céus. 
O fogo nas velas de chanuká consiste em dois poderes: o poder queimar, e no poder iluminar. Nos dias de Chanuká, os Chashmonaim (makabiim) usaram ambos estes poderes. Fogo para queimar e erradicar a impureza dos gregos, e o fogo da Torah para iluminar acima o Beit Hamikdash (o templo santo) uma vez que restaurado. Um fogo a queimar o mal, e um fogo para iluminar o bom.
Aprendemos com Hillel (um dos Sábios antigos) a respeito de como iluminar as velas de Chanuká: Hillel diz que você começa com uma vela na primeira noite e trabalha todos os dias até alcançar oito.
O poder da luz, entretanto, é sempre algo que cresce mais forte e mais forte: Hillel considerou que as Luzes da chanukia devem forçar o triunfo da luz - porque onde há uma luz, a escuridão deve fugir.
Assim Hillel nos ensinou que devemos iluminar uma vela na primeira noite, e então essa luz cresce e cresce até que encha o mundo e não haja nenhum lugar à esquerda para a escuridão.
Os dois filhos de Yosef, Ephraim e Menashe, são estes dois poderes do fogo e da luz enraizados em toda a Israel. Menashe é o poder "negativo", o poder queimar e destruir o mal, com o resultado que a luz brilhará. E Ephraim é o poder "positivo"; o poder iluminar, de modo que a escuridão não possa ter nenhum lugar para governar.
Porque os Judeus serão chamados finalmente pelo nome de Ephraim, o poder da iluminação, similarmente, a halacha segue Hillel, para começar com uma vela e para adicionar mais luz cada noite até que a escuridão desapareça.
Quando você fecha seus olhos e pensa em Chanuká, o que vem em sua mente? As luzes da chanukia. Girar do dreidel (sevivon). O aroma dos doces e sonhos. E naturalmente - o som de "Maoz Tzur".Nessa canção bonita de Chanuká, nós cantamos os "filhos da compreensão".Quem eram estes "filhos da compreensão" e qual é sua conexão a Chanuká?
O sinal de Kislev é o arco ou o arco-íris - keshet. Há uma conexão entre "Lag B´Omer e o arco de Kislev, o mês de Chanuká? O Lag B´Omer é o dia da passagem de Rabbi Shimon bar Yochai.
O dia em que deixou este mundo, Rabbi Shimon revelou muito dos segredos escondidos da Torah, a luz escondida".
A revelação da luz escondida é como a revelação das cores no arco-íris. Um arco-íris revela a anatomia da luz branca. A luz branca parece indivisível. Nenhum detalhe pode ser discernido em seu brilho puro. O arco-íris revela o segredo da luz branca.
Mostra-nos como a luz branca é composta realmente de todas as cores. Rabbi Shimon disse a seu filho Rabbi Elazar "meu filho, não espera a vinda de Mashiach até que você veja o arco-íris iluminado".Apenas porque a vinda de Mashiach é comparada ao revelação da luz escondida, assim Chanuká, o festival das luzes, é um símbolo do revelação da luz escondida, a Torah escondida.
 Esta é a conexão entre o arco, o sinal do mês de Kislev - em qual a luz escondida é revelada em Chanuká, e o arco-íris que revela as cores escondidas dentro dele. De todos os filhos de Yaakov Avinu, associado mais próximo com o estudo de Torah é Yissaschar. Yissaschar foi carregado (gerado) em Shavuot, o festival de recebimento da Torah. Sua concepção, entretanto, estava em Chanuká. Assim, Yissaschar ele mesmo, sua entrada neste mundo, nos conecta Chanuká e a Shavuot. Assim o significado de Chanuká simboliza a luz escondida da Torah. O nascimento representa o revelação final daquilo que é escondido. Shavuot significa a revelação final - a Torah revelado na luz e no som do shofar em Sinai. Shavuot é o "aniversário" da Torah e o nascimento da nação judaica. Os "filhos da compreensão" que nós cantamos em Maoz Tzur são aqueles que herdaram esta conexão - a conexão de Chanuká e a Shavuot.
São os filhos de Yissaschar que simbolizam a conexão entre o escondido e a Torah revelada. Porque o livro de Crônicas diz, os filhos de Yissaschar são "os possuidores da compreensão dos tempos".
Os "Makabiim" foram os grandes heróis de Chanuká. A palavra "makabi" é um "notarikon" de "Mi Kamocha Baelim Adonai" (Quem é como Tú entre os poderosos óh D´us).
Cantamos este cântico em todos os Shabbatot, mas talvez poucos de nós tenhamos notado que ele possui exatamente 42 palavras, nos dando uma poderosa conexão com o "nome de 42 letras" "Ana Bekoach". A palavra "makabi" soma exatamente 72. Este é o segredo na vitória dos "makabiim" contra os reis selêucidas. A conexão com a Torah escondida, A Qabaláh. A utilização da força interna de Sagitário. O poder dos 72 Nomes de D´us.

Acendemos 2 velas na primeira noite, sendo uma a vela shamash que sempre será acesa primeiro e então a primeira vela. Na segunda noite acedemos 3 velas,  a shamash, a segunda e a primeira. Na terceira noite acendemos 4 velas, shamash, terceira, segunda e primeira. Na quarta noite acendemos 5 velas, shaamash, quarta, terceira, segunda e primeira.  Na quinta noite acendemos 6 velas, shamash, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sexta noite 7 velas, shamash, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sétima noite 8 luzes, shamash, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na oitava e ultima noite acendemos 9 velas, shamash, oitava, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na ultima noite o total de velas acesas terá somando 44.

Imagem compartilhada de
Para mais informações e as bençãos da conexão, 
clique no link acima


O número 44 é muito importante na QABALAH e vou dar-lhe dois bons motivos: O primeiro é que 44 é a gematria de Talê (טלה) e corresponde ao mês de Nissan e ao mês de Áries. Nissan é o Mês da quebra da consciência da escravidão, a saída de Mitzraim (Egito), a libertação da consciência escravizada pelos dogmas religiosos. O segundo motivo é que 44 é também a gematria de D´li (דלי) que é Aquário, o  Cântaro cheio com as Maiym ha'Chochmá (מים החכמה) - As Águas da Sabedoria. O Portador do Cântaro é o Messias. Chanuká é uma oportunidade que D´us nos preparou para nos conectarmos com a consciência de mashiach (messias).
É muito simples verificarmos a evidência disto: Durante a conexão nós giramos o Sevivon (Dreidel), um pequeno pião de 4 lados onde estão gravadas as 4 letras hebraicas que são as iniciais da frase mistica "Ness gadol hayá sham (נס  גדול היה שם )" cuja gematria é 358, a mesma de Mashiach (Messias).

Moed Tóv  Chanuká Sameach le´kulam (um bom tempo fixado de Chanuká para todos). Shalom

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Compreensão Elevada



Estou certo que nós não temos a mesma compreensão da Sabedoria alcançada pelos israelitas no evento do "Har Sinai (A Montanha da Ira). Mas nós temos as kavanot (meditações) para acessar os arquivos metafísicos gravados nas almas que estavam presentes na revelação da Torah e sua Sabedoria escondida e temos os Tzadiqim Nistarim (Os Sábios do Jardim do Éden) que podem se assim obtivermos merecimento, nos revelar os códigos espirituais, a mesma sabedoria que os bebês que estavam nos ventres das grávidas receberam ao tornarem-se conscientes nos úteros de suas mães durante a travessia do Iam Suf (Mar do Fim).

Desejo revelar aqui algo que também me foi revelado, pois a Sabedoria revelada que não é compartilhada não ilumina, mas ajuda a escurecer o mundo. É como se alguém ateá-se fogo em uma biblioteca repleta de conhecimento entesourado em livros antigos. Por isto, quando os antigos mestres da Sabedoria estavam para se ocultar deste mundo, chamavam seus talmidim (discípulos) e revelaram o maior número de mistérios possíveis os quais haviam penetrado. Infelizmente hoje, certos professores só revelam a sabedoria se forem pagos para isto. As almas neles não são as mesmas dos Sábios antigos.



Imagine o Nome Divino acima. Foi nos ensinado que ele é para cura, e realmente é, pois eu testemunhei o seu poder incontáveis vezes. Mas qual é a sabedoria por trás dele, qual é a tecnologia escondida nele? Imagine se alguém lhe desse um pedaço de papel com a formula E=mc² escrita nele. Você sabedoria como usá-la? O mesmo acontece com os 72 Nomes. Nós ainda não temos a compreensão da sua tecnologia. O Zohar nos diz que eles, os 72 Nomes possuem 670 mistérios escondidos.

Deixe-me compartilhar algo com vocês: Por vezes, quando a humanidade é atacada por algum vírus desconhecido, o primeiro passo é a "Quarentena", termo hoje que é sinônimo de "Isolamento". Antigamente este isolamento era de 40 dias, tempo destinado à compreensão e erradicação do vírus. Pois bem, o Nome Divino "MEM HÊI SHIN (מהש)" acima começa com a letra "Mem" do alfabeto divino. O valor numérico da "ÓT Mem (מ)" é 40. O Mem isola o vírus causador do desequilíbrio, impedindo que ele se espalhe a partir do momento que o escaneamento do Nome teve início. A próxima "Ot" o "Hê (ה)" trás o "Entendimento" sobre a doença e assim, o qabalista pode aplicar outras ciências da sabedoria para ajudar na cura do paciente, pois esta "ÓT" é o "Hê" de Biná que é a compreensão divina. A "ÓT" final, o "Shin (ש)" é a letra que criou o fogo e é a responsável por erradicar o causador da doença, o agente genético que deu origem a patologia.

Nós precisamos compreender o funcionamento e os demais 670 mistérios que os nomes possuem, para que sejamos plenos e obtenhamos plenitude ao aplicá-los nas nossas vidas.

Que os céus nos ouçam, e que nós obtenhamos mérito para receber a revelação completa.

Por favor, compartilhem! Todá rabá (muito obrigado) Naib Mishael HaLevi

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

El poder del incienso (Qetoret)



Fomos ensinados através do Zohar Sagrado que o incesnso cuja formula foi prescrita na Torah, tem o poder de afastar o Anjo Da Morte. Além do mais, o Zohar nos ensina também que, toda pessoa que conseguir meditar na Parashat da Torah que fala da fabricação do Qetoret (incenso), o Anjo da Morte não poderá tocá-la. Foi-nos dito também que as letras do Nome Sagrado apareciam na fumaça do incenso quando Aaron o oferecia. O texto a seguir está em espanhol, mas com as ferramentas de idioma encontradas na internet, todos poderão traduzi-lo e aprender com ele. Bom estudo

O Poder Del Qetoret

En Marzo de 1988 se encontró en una de las cuevas de Qumran una pequeña jarra que contenía una aceite rojizo. Se cree que es la única muestra sobreviviente del aceite balsámico prescripto en la Toráh para ungir el Mishkan (Tabernáculo) y sus vasijas, así como a los kohanim, sacerdotes y reyes de Israel. El aceite -cuando fue encontrado- tenía una consistencia como de miel. La jarra en la que se encontró estaba envuelta en hojas de palmera cuidadosamente dobladas y preservadas en un pozo con suficiente profundidad para evitar que se desperdicie por las inclemencias del tiempo extremo de la zona.
 
Cuatro años después se descubrían 600 kilos de una sustancia orgánica rojiza dentro de un silo construido con rocas en otra parte del complejo Qumran. Subsecuentes análisis determinaron que dicha sustancia rojiza contenía al menos 8 de las once especies que se utilizaban en el Pitum haQetoret (mezcla de Incienso) y ofrecidas en el Templo.

Un par de años más tarde, se presentó la muestra ante dos grandes rabinos que la dieron a sus propios profesionales químicos para analizar su cualidad orgánica y se sugirió que se quemara algo de ésta mezcla con propósitos científicos (para lo cual hubo que utilizar ácido clorhídrico y no fuego). También fue sugerido que se quemara junto con otras dos especies que se hallaron en otro lado de la cueva.

Los resultados fueron asombrosos. Si bien las especies habían perdido algo de su potencia a los largo de dos milenios desde su entierro, todavia eran poderosas. El residuo de su fragancia permaneció en la vecindad por numerosos días después del experimento. Muchas personas reportaron que su cabello y ropas retenían el aroma. Aún más asombroso, el área en donde fueron quemadas las especies cambió radicalmente ya que había estado infectada desde hacía meses, con hormigas, mosquitos y otros insectos, que luego de la prueba del incienso desaparecieron mágicamente.

Después del Ketoret ninguno de estos insectos fue visto por un buen lapso. Esto trae reminiscencias de la  Mishná en Avot 5:5 (Talmud) que dice que no había moscas en el área del Templo.

El poder y efecto prolongado del Ketoret está también descripto en el Talmud Yoma 39b, en donde está escrito que las cabras en Jericó (al Norte de Qumrán) estornudaban por el aroma del Ketoret, y las mujeres no necesitaban perfumarse. En Jerusalem las novias no necesitaban usar su perfumero (un pendiente con mezclas de hierbas cerca del cuerpo) dado el dulcísimo y omnipresente aroma del Ketoret.

El Ketoret y la Biblia 

En el Talmud (Arajin 16ª) está escrito que el Beit haMikdash (Templo), el Mishkán (Tabernáculo) así como las vasijas sagradas, el Aron Hakodesh (Arca sagrada), la Menoráh (el candelabro) el Mizbeaj haKetoret (Altar del Incienso) las vestiduras del Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote), las cenizas de los sacrificios, etc., no eran sólo artefactos físicos, sino que también representaban niveles espirituales de acercamiento a Dios. Lo mismo sucede con el Aceite (Shemen) y el Ketoret. 

De la lectura del Éxodo 30 podemos destacar que el aceite de la unción y el Ketoret están muy ligados uno al otro ya que contienen varias especias iguales. 

Lo otro que podemos destacar es que ambos eran muy sagrados. Sagrado en hebreo se dice Kodesh, cuando algo es Kodesh debe apartarse y ser mantenido por separado, adquiriendo por lo tanto el poder de santificar y elevar todo a su alrededor (Shabat Hakodesh, Torat Hakodesh, lashon Hakodesh, Ierushalaim Ir Hakodesh, etc.). 

Desde la Qabalah podemos decir que el incienso consistía de diez perfumes o especias con agradable fragancia, y una especia más, jelbená (gálbano), con un olor infame. Estas especies se mezclaban para ser usadas en el Templo. Como las once especias paralelan las diez más una sefirot (o emanaciones) del Árbol de la Vida del Universo de Tohu (caos), se dice por lo tanto que representan la completa rectificación del mal. Esto está indicado por el agregado de la 11ª. especia, gálbano, que alude al la elevación del mal devuelta al reino de lo sagrado. 

El Talmud (Shabat 89ª) enseña que Moisés fue instruido acerca del misterio del incienso por el Ángel de la Muerte (el Ángel de la Muerte reveló a Moisés que el Ketoret tiene el poder de anular un decreto maligno, aún el de la muerte). 

¿Por qué el Ketoret supera la maldad y la muerte? ¿De dónde sale su poder? Lo obtiene del hecho de que la pulverización de las especias semejan el rompimiento y muerte  de las sefirot originales. Las sefirot originales dan luz con una pequeñísima proporción de oscuridad. La oscuridad no se podía manifestar como “mal” íntegro hasta que la luz fuera “pulverizada”. El rompimiento  de la luz se denomina muerte y oscuridad. Pero el Ketoret, en la precisa forma en que está hecho, y especialmente el número y naturaleza de sus ingredientes tiene el poder de sobreponerse a la muerte y a la oscuridad, y transformar completamente el mal, tanto enen nosotros y el mundo, en bien. 

El jelbená

El incienso consistía en diez especias o perfumes con buenas fragancias y una undécima, gálbano, con terrible olor que refiere a la elevación del mal hacia el reino de lo sagrado.

Es interesante observar que el jelbená, una de las cuatro especias más importantes del Ketoret, listada en la Toráh corresponde ni más ni menos que al carbono, uno  de los cuatro elementos primarios encontrados en el Universo, que junto con el oxígeno eran los esenciales para mantener la vida! 

Siguiendo con la idea de las 10 fragantes especias y una desagradable el Talmud dice: (Keritot 6b): “Todo ayuno colectivo que no incluya a los pecadores de Israel no es ayuno”.

Esto tiene que ver con el hecho de  que el incienso contenía jelbená. Así como el jelbená era necesario para que el incienso adquiriera ese aroma, una congregación no está completa sin alguien que se haya equivocado y quiera elevarse a través del arrepentimiento. En particular cuando un castigo difícil ha sido decretado en contra de Israel debido a alguna mala acción, este mismo mal debe ser elevado. Por lo tanto, la idea de transformar el mal elevándolo nuevamente a su fuente en lo sagrado está incorporado en el incienso. Es por esta razón que todo ayuno comunal debe incluir a los pecadores de Israel. 

La Toráh escrita menciona cuatro especias especias  fundamentales para el Ketoret: Bálsamo, estacte, gálbano y frankincienso puro. Es sólo a través de la transmisión oral que conocemos las otras siete, sumando un total de 11. Los sabios de todas formas, se toman el trabajo de explicarnos de qué manera está aludido en la Toráh, repitiendo dos veces la palabra “samim” o especias. La Toráh no especifica cuáles eran. 

El Talmud una vez más explica las propiedades del Keroret: 

Keritot 6ª: “Cómo estaba compuesto el Ketoret? Contenía 368 maneh (medidas). 365 correspondían al número de días del año solar, una medida por día, media en la mañana y media en la noche. Las otras tres son aquellas que el Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote) traería (al Sancta Sanctorum) como doble ración en Iom Kipur” 

Existe una plegaria acerca de que nuestra ofrenda sea agradable y aceptable para Dios. El Ketoret tiene el poder de anular los efectos del Lashon Hará (malos dichos, chismes, insultos, agravios verbales, literalmente “malas lenguas”). Aquí debemos puntualizar que la Toráh y la plegaria son la forma más poderosa de utilización de lenguaje para el bien. A veces, es muy fácil decir palabras, aquellas que no son nuestras y nos acostumbramos a recitar, al punto que pierden profundidad y significado. Pero el secreto de la verdadera plegaria  es ponernos detrás de las palabras, de impulsarlas especialmente aquellas que han sido pronunciadas para purificarse durante milenios. Esto eleva nuestros pensamientos y palabras en una verdadera ofrenda.

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O Artesão Da Luz

O Artesão Da Luz
Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

"Todas as palavras postadas aqui tem por finalidade a revelação dos mistérios das escrituras. Por mais duras que algumas vezes possam parecer, elas não tem finalidade de agredir, difamar, caluniar quaisquer pessoas, instituições, religiões ou quaisquer práticas religiosas e seus líderes. É certo que determinadas práticas e seus respectivos lideres precisam sim serem trazidos à luz, mas através da revelação da verdade"

Tradição

"Então, aqueles que são sábios brilharão como o esplendor (Zohar) do firmamento, e aqueles que retornaram à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre (Dani´El Péreq 12, 3º Passuq)".

Aviso

"A Hayk´la Arazuta não possui vínculos ou ligações com quaisquer endidades "judaicas" e nem mesmo com qualquer federação. A Hayk´la Arazuta não é siosnista e não crê no sionismo. Os rabinos da Hayk´la Arazuta não possuem ligação e nem seguem ou servem ao "judaísmo rabínico". A Hayk´la Arazuta avisa que qualquer um que proferir calúnias, difamações, ataques contra a honra da Comunidade, seus lideres e membros, ameaças de quaisquer tipo, os autores serão levados ao Judiciário através de processos cíveis e criminais. Copiar, distorcer e usar pejorativamente assuntos e experiências aqui publicadas, os autores serão processados. A Hayk´la Arazuta d´Madvra é um Orgão da Associação Cabalista Mundial - Gará Kulam Moshav, organização esta devidamente registrada junto ao Governo Federal Brazileiro de acordo com a Lei e possui CNPJ.".