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terça-feira, 13 de julho de 2021

A Verdadeira Semichá



Meu nome é Paulo Sergio Batalini e eu sou o único Rabino qabalista que foi ordenado, no Hilulá (aniversário de ocultamento da alma) de Moshê Rabenu, pela alma do Santo Leão de Safed, o Rabino Itzchaq Lúria, de abençoada lembrança, também conhecido como Ha'Ari (acrônimo de Ha'Elohei Rabbi Itzchaq) e de Arizal que é o segredo da encarnação de Raziel Ha'Malach (Anjo Raziel), o professor de Adão no Jardim do Éden. Este é o mistério que você vai ler aqui com todas as evidências.

A RABANUT

A religião judaica é tão hipócrita quanto o cristianismo e outras religiões. Fala em qedushá (santidade) através da prática de mitzvot (preceitos da Toráh) que na verdade não realiza. Hoje está tão cheia de ódio gratuito e segregação como no período no qual o Beit Ha'Miqdash foi destruído. A maioria dos judeus se esforça para proteger as más ações da religião e seus malfeitores, não se importando nem um pouco em destruir qualquer pessoa e sua reputação através de Ëd-Shéqer (Falso Testemunho) o que é uma violação do preceito "Lo-taanêh bereacha ëd shaqer (לֹא-תַעֲנֶה בְרֵעֲךָ עֵד שָׁקֶר.) - Shemot 20 versículo 12. Ela tentará destruir qualquer um que ouse se opor às suas maldades não importando se essa pessoa seja a reencarnação de um grande sábio do passado ou mesmo o portador das neshamót ha'mashiach e quando você procura se defender, a religião e seus guardiões logo sacam do bolso citações talmúdicas do tipo "proteja a honra do seu irmão" esfregando-a nas faces dos ofendidos fazendo-os se sentirem os maiores e mais perversos pecadores. Judeus perversos, e como são chamadas essas pessoas guardiãs dos pecados da religião judaica.

A VISITA DO ARIZAL


Essa madrugada de 13 de julho, véspera do Hilulá do meu mestre, o Arizal, ele me visitou e passou algumas horas me instruindo e me fazendo recordar da sua presença na minha vida desde a minha concepção. Isso aconteceu depois de eu ter passado muitas horas chorando depois de ter sido chamado de antissemita e melindroso em razão de haver subido um vídeo no Youtube com uma reportagem da Rede Globo sobre nosso Pêssach de 2004 com uma explicação sobre todas as perseguições judaicas que eu havia sofrido e porque nossa comunidade havia sido encerrada e por uma pessoa que jamais o deveria ter feito e ainda mais em uma comunidade que nasceu do meu esforço pessoal, do meu trabalho de muitos anos, de um período onde até os meus dentes eu arranquei com as próprias mãos num esforço para guardar dinheiro para pagar o aluguel da sinagoga. Depois, quando finalmente peguei no sono, o Arizal veio em um sonho, me instruindo ainda mais. O Resultado dessa conversa, eu reproduzo abaixo. Sobre o sonho? Talvez eu o conte no final do artigo.

A SEMICHÁ

"A Semichá (סמיכה) refere-se, tradicionalmente, à ordenação, dentro do judaísmo, de um Rabino. A Semichá original era a "transmissão de autoridade" formal de Moisés através das gerações. Esta forma de semichá cessou entre 360 ​​e 425 EC. Desde então, a Semichá continuou de uma maneira menos formal. As escolas rabínicas são chamadas de Beit Rabanut ou Yeshivót."

"Eles constroem sinagogas e escolas rabínicas quem contém um rolo da Toráh com uma coroa em em topo, como descrito no versículo "⁴ Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. (Bereshit 11:4)" mas eles fazem isso por amor a eles mesmos e não por amor ao Criador."

Zôhar Bereshit A

A verdadeira Semichá é a recepção, por parte de uma pessoa, de uma faísca da alma de Moisés nosso mestre, de forma que, verdadeiramente ele seja e possa ser chamado de Rabbi. Isso ainda é possível nos dias atuais mas, é extremamente raro. O segredo é a reencarnação por Ibür.

Existe um termo na QABALAH e que é menos conhecido que é "Ha'Semichat-Maguid (הסמכת מגיד)" que é a Ordenação Rabínica dada pela alma de um Maguid. A gematria de "Ha'Semichat-Maguid" é igual a 583. Memorize este número pois ele será importante.

"Maggid é um termo da QABALAH que descreve um poder superior, um anjo ou a alma de um justo (tzadiq) falecido, que são revelados a um justo vivo em uma experiência mística, em um sonho ou durante o dia, às vezes como resultado de usando um convite ativo e singularidades e às vezes inesperadamente. O Magid revela as palavras da Torá para uma pessoa, e também fala sobre eventos futuros. Na maioria das vezes o Magid fala pela boca do tzadiq, mas em várias fontes o Magid é descrito como uma figura externa que dita suas palavras ao tzadiq. O pico do fenômeno Maguídico foi entre os séculos XVI e XVIII. Na maioria das vezes o Maguid é descrito como alguém que aparece seguindo uma atividade específica e especial com a finalidade de revelá-la como uma característica única."

O termo Rabbi (רבי) é sim, um termo "bíblico" apesar de muitos desconhecerem isso. Rabbi é um acrônimo de "Rashei B'ney Israel (רָאשֵׁי בְנֵי-יִשְׂרָאֵל)" que se traduz "Líderes dos Filhos de Israel" e é encontrado em Bamidbar péreq 13, no 3º passuq, no qual se lê:

"E enviou-os Moisés do deserto de Parãn, segundo a ordem do Senhor; todos aqueles homens líderes dos filhos de Israel."

וַיִּשְׁלַח אֹתָם מֹשֶׁה מִמִּדְבַּר פָּארָן, עַל-פִּי יְהוָה:  כֻּלָּם אֲנָשִׁים, רָאשֵׁי בְנֵי-יִשְׂרָאֵל הֵמָּה.

Bamidbar 13:3

Rabbi também é um acrônimo de "Re'ehu bi'devar Ha'Shem (רֵעֵהוּ בִּדְבַר יְהוָה)" e significa "Amigo da Palavra de Adonai" e é encontrado em Melachim Alef, 20 passuq 35, onde se lê:

Então um dos homens dos filhos dos profetas disse ao seu companheiro, pela palavra do Senhor: Ora fere-me. E o homem recusou feri-lo. 

וְאִישׁ אֶחָד מִבְּנֵי הַנְּבִיאִים, אָמַר אֶל-רֵעֵהוּ בִּדְבַר יְהוָה--הַכֵּינִי נָא; וַיְמָאֵן הָאִישׁ, לְהַכֹּתוֹ.

1 Reis 20:35

“Há três maneiras principais que podemos merecer um ibur. Uma é fazendo uma ação pela qual o justo era conhecido, da fonte de sua alma. Por exemplo, a grande ação do Rav Pinchas ben Yair era compartilhar. Então, se uma pessoa faz uma grande ação de compartilhar, pode provavelmente obter a centelha da alma de Rav Pinchas ben Yair, ou se uma pessoa tem grande humildade, que era uma das qualidades de Moisés, ela pode receber uma centelha da Luz de Moisés. A segunda maneira é através do estudo. Quando lemos o Zohar, por exemplo, recebemos uma injeção de ibur uma centelha de Luz, da alma do Rav Shimon Bar Yochai. E o terceiro caminho é ir aos sepulcros dos justos. Fazemos isso para pedir que uma parte de sua alma entre em nossa alma.”[5]. 

As vezes, por razões misteriosas e secretas, uma pessoa pode nascer, no exílio, conectada a uma determinada alma-raiz e ser conduzida e influenciada por esta "inspiração" durante toda sua vida até que chegue aquele momento no qual, uma centelha daquela determinada alma-raiz vai entrar nela por Ibür e se unir à sua alma para sempre. Foi isso que aconteceu comigo.

Recebendo A Semichá Do 
Arizal

Eu nasci conectado à três almas-raízes, pois, eu estava destinado, nessa vida, nessa minha reencarnação, para alcançar os três níveis de alma: Nefesh, Rúach e Neshamá. Eu fui concebido na noite de 13 de Elul de 5725 (10 de setembro de 1965), no 253º dia do ano solar civil e esse valor possui a gematria de de Arizal (אריזל) em Mispar Musafi. O mistério? O Santo mestre veio, por Ibür, trazendo minha alma com ele e entrou no coração do meu pai para que eu fosse concebido conectado à sua gloriosa alma devido eu ser a reencarnação do seu amado discípulo Chaim Vital. E esse é, ainda, um grande mistério.

Em razão deste mistério, eu sou um Gilgul Merubá (גלגול מרובע) - uma reencarnação quadrupla, pois são três almas antigas e mais uma nova, conforme é explicado em Sha'ar Ha'Gilgulim (Portal das Reencanações).

Evidentemente minha mãe não sabia hebraico, como não sabe até hoje, mas, inspirada pelo Santo Ari, ela me chamou de "Paulo (פאולו)" pois, a gematria desse nome é a mesma de Chaim Vital (חיים ויטל) que é 123.

"Os filhos de Belém, cento e vinte e três"

בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.
Ezra 2:21

Eu nasci no Hospital-Maternidade do Belenzinho, no Distrito do Belém, na tarde de 10 de junho de 1966 e desde pequeno fui influenciado pela alma do Santo mestre, o Arizal, até o momento do meu primeiro despertar, aos 29 anos, quando sonhei e acordei falando hebraico. Uma das memórias mais vividas que possuo, é de estar assistindo, quando tinha três anos, no velho televisor valvulado Syller preto e branco, a Neil Armstrong descendo a escada do Módulo Lunar, o que aconteceu em 20 de julho de 1969. E por que esta é uma das minhas lembranças mais claras? Porque 20 de julho de 1969 foi, no lúach hebraico da Torá, correspondente ao dia 5 de Menachem-Av de 5729, Hilulá (aniversário de ocultamento) da alma do Arizal.

O Arizal revelou que, a Era Messiânica, deveria ter chegado em 1569, no século XVI, quando ele chegou a Saféd para instruir Chaim Vital. Mas, o Sagrado, abençoado seja Ele, adiou a Era Messiânica em 400 anos, para abençoar toda humanidade. O valor 400 possui a gematria da letra hebraica Tav (ת) que, de acordo com o Sêfer Ha'Yetzirá, criou a Lua. A conquista da Lua representa a chegada da Era Messiânica e por isso, está é a minha memória mais vivida.

A lua é 400 vezes menor que o Sol e está 400 vezes mais distante da Terra. Este é o segredo dela ter sido criada pela letra Tav (ת) cujo valor é exatamente 400. Neil Armstrong pisou na lua no dia 5 de Menachem-Av de 5729, exatamente no hiluá do meu mestre, o Rabino Itzchaq Lúria.

Dois anos depois do meu primeiro despertar, que aconteceu em 1996, o Arizal veio a mim, novamente, por Ibur, no corpo de um senhor judeu messiânico chamado Paulo (פאולו) nome, cuja gematria é igual a 123 e que você, já sabe que, é a mesma gematria de Chaim Vital (חיים ויטל). Esse senhor, Paulo, residia (ou ainda reside) em uma casa, no bairro do Tucuruvi, de número 667, valor esse que possui a exata gematria de "Rabbi Isaac Lúria (רבי יצחק לוריא). O Arizal fez isso para deixar registrada a sua ação, e, que todos esses milagres era uma manifestação divina da sua alma, de forma que, depois do despertar da minha Neshamá, quando eu olhasse para trás, eu reconheceria as ações da alma do Arizal, reconheceria sua presença em toda minha caminhada.


A Casa 667

Este professor, Paulo, influenciado pela alma do Arizal que vinha a ele durante as Shabatot por Ibür, para me instruir, me acompanhou durante três anos. Então, na noite de 1º de março de 2001, o Arizal, por Ibür, me deu a Semichá, fazendo de mim um verdadeiro Rabino. O Arizal era uma reencarnação de nosso mestre Moisés e, por esta razão, ele veio na noite do Hilulá de Moshê (7 de Adar) para me ordenar Rabino. E por que o Arizal veio para me dar a verdadeira Semicha? Porque ele não tinha feito isso por Chaim Vital há 432 Anos. Naquela noite, de 1 de março de 2001, 432 anos depois do Arizal chegar a Saféd, eu recebi a Semichá e passei a ser chamado pelo nome que o Arizal, por Ibür, escolheu para mim, que é Misha'Ël Ha'Levi (מישאל הלוי). E qual é a gematria de Misha'Ël Ha'Levi? É exatamente 432. Não por acaso, eu nasci, na tarde de 10 de junho de 1966, 432 anos depois do nascimento do Arizal em 1534.

Em hebraico "Semichá Le'Arizal (סמיכה לאריזל) possui a gematria Mispar Kollel igual a 415 que era o número do local onde nossa pequena sinagoga estava estabelecida. Não existe qualquer acaso. O meu mestre sempre assinou suas ações e manifestações. A gematria de Ha'Semichat-Maguid (הסמכת-מגיד) é igual a 583. Assim que me deu a semichá, o Arizal, por Ibur no senhor Paulo, me nomeou Rav Misha'El (רב מישאל) cuja gematria é igual a 583.

O termo-código para "Ordenação do Arizal" é "Semichá Arizal (סמיכה אריזל) e sua gematria Ofanim é também igual a 583. Assim que o Arizal me ordenou e, como supracitado, fui nomeado, como já supra explicado, pela alma do Arizal "Rav Misha'Ël (רב מישאל) cuja gematria, como também já explicado, é igual a 583. Alguns dias depois à minha ordenação rabinica, o Arizal veio em um sonho e me mostrou a casa que seria a sede da K'nesset-Eliahu (כנסת-אליהו) nome, cuja gematria é igual a 583. Depois desse sonho, a alma do meu mestre me guiou, como um maguid, para encontrar a casa que ele havia me mostrado no sonho. E qual era o número da casa? Sim, esse mesmo: 583.


A Casa 583

Quinhentos e oitenta e três é a gematria Ayak Bakar de Mashiach e também de Yemot Ha'Mashiach (Era Messiânica). O mesmo valor é também a gematria de "Ha'Semichat Maguid (הסמכת-מגיד)" como já supra explicado e sua gematria é também 583.

Os código aqui mencionado que aparece escritos separados por "maquefim (hifens)" são considerados, como na Torah, como uma única palavra. A titulo de exemplo, o termo "K'nesset-Eliahu (כנסת-אליהו)" possui gematria igual a 582 e, portando, sua gematria mispar kollel será 583. O mesmo acontece com "Derech-Mashiach (דרך-משיח) - Caminho do Messias" cuja gematria é igual a 582 e o valor em mispar kollel é igual a 583. O segredo do 583 é que ele é um atributo da alma de Mashiach para revelar não apenas o segredo de Mashiach como também a identidade do hospedeiro das almas de Mashiach na Era Messiânica. Mashiach é uma reencarnação da alma de Yosseff Ha'Tazdiq. A declaração "ANI YOSSEFF (אֲנִי יוֹסֵף) - EU SOU YOSSEFF - possui gematria Atbash igual a 583. 

משיח
ימות המשיח
דרך-משיח
כנסת-אליהו
אֲנִי יוֹסֵף
583

É tão certo que o meu santo professor veio por Ibür para me dar a sua Semichá, que, a gematria de Ibür Arizal (עיבור אריזל) é igual a 381 em Achas Beta que é a exata gematria do nome Misha'Ël que foi o nome que ele me deu naquela noite.



Eu fui circuncidado na manhã de 5 de Menachem-Av de 5763 (3 de agosto de 2003) no Hilulá do Arizal na casa 583.

O SONHO

Eu fui dormir, como tradicionalmente, cedo. Acordei à meia noite em ponto e não mais consegui dormir. Minha mente estava repleta de pensamentos sobre a humilhação que eu havia sofrido e meu coração continuava muito triste e eu me perguntava o tempo todo porque haviam feito isso comigo novamente. De repente, me veio à mente o nome D+TV, que era uma rede na qual eu já havia particpado de alguns programas. Fui levado a procurar pela D+TV no google e a pesquisa me sugeriu um aplicativo chamado SOULTV. Entrei na loja de aplicativos do Google, baixei e instalei o aplicativo sugerido. Abri-o e procurei pela D+TV e assisti ao filme que estava sendo exibido: A Lenda De Grendel (Beowulf & Grendel). O filme estava quase no final e então, terminei de o assistir. Havia sido a alma do meu professor que havia me guiado.

Assis que o filme terminou, por volta das 4 da manhã, eu adormeci e sonhei. O mestre, o Arizal,veio no meu sonho. Ele me levou a uma sinagoga onde estavam pessoas que conheci e que me haviam humilhado e me mostrou o que aconteceria se eu insistisse em revelar para eles que sou a reencarnação de Chaim Vital. No sonho, eu tentava explicar esse segredo ao Rabino Josef Saltoun, mas ele se recusava a aceitar. O Arizal me fez compreender, no sonho, que devo ter cuidado com as pessoas que falam em nome dele, que traduzem seus escritos, pois, eles estão cheios de preconceitos se não conseguem ver os seus mistérios e nem as reencarnações dos sábios na Galut (Exílio).

O interessante foi que, em agosto de 2019, eu havia sonhado que iria encontrar com o rabino Joseph Saltoun. Contei o sonho para o líder da comunidade que me informou que o Rabino chegaria em 22 de novembro, o que eu não sabia. Na data informada, ao encontrar com o rabino, ele me questionou sobre minha história e depois de ouví-la ele se virou para mim e declarou: Você foi um dos alunos do Arizal.

Verdadeiramente, eu não precisava ouvir isso da boca do rabino, pois o meu mestre já me havia revelado que eu sou o gilgul de Chaim Vital.

Triste para eles, que rejeitaram uma reencarnação sagrada para proteger a religião e suas práticas maliciosas. 

Artigo escrito depois de uma madrugada em claro meditando sobre os mistérios divinos, na presença do Arizal e sobre as palavras do Zôhar.

CONSIDERAÇÕES POSTERIORES

Cinco dias se passaram desde essa nova visita e experiência com a alma do meu Mestre, o Arizal, e na tarde de 17 de julho de 2021, enquanto me perguntava por que aquela filme (A Lenda de Grendel) e naquela madrugada? Descobri a resposta ao calcular a gematria de Grendel devidamente transliterada para o hebraico (גרנדל). A gematria mispar kollel é 288 que é a mesma de Ibür. A gematria AchBi é 667 que é a mesma de Rabbi Itzhaq Lúria. A gematria AlBam é 123 que é a mesma de Chaim Vital e Paulo.

Tudo o que o Divino realiza Ele deixa evidência para que seja provado e comprovado. A alma do mestre veio por Ibür e entrou no meu coração e por isso 288 e 667. O mestre queria falar com a alma de Chaim Vital e, consequentemente com a minha e, por isso, 123. Se tudo isso não for um milagre, nessa geração, o que seria então? E por que estou escrevendo isso hoje, durante a Shabat? Porque recebi ontem, novamente, o Ibür do Arizal e, sempre que isso acontece, a minha gatinha, a Lulua, vai até o Aron Qodesh (ארון קודש), e aponta, com a patinha, para o coleção de Livros do Arizal, chamada Kitvei Ha'Ari. A gematria de Aron Qodesh (ארון קודש) é igual a 667 que é a mesma de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא).


Luazinha apontando a Letra Hê (ה) de Ha'Ari (האר"י) 
sobre a coleção do Kitvei Ha'Ari

PERMUTAÇÕES

As permutações do nome Grendël revelaram um segredo maravilhoso, a palavra "Nër Gadol (נר-גדל) - Grande Luz." Sim, e a luz d alma do meu mestre é mesmo muito grande e essa grande luz veio por Ibür naquela madrugadas de 13 de julho, véspera do Hilulá do meu mestre para me consolar e me revelar mistérios.


ל

ד

נ

ר

ג

ל

ד

ג

ר

נ


A PERMUTAÇÃO DE GRENDËL

Razá Ila'ah
Rav Misha'Ël Ha'Levi

sábado, 16 de maio de 2020

Ibür: A Visita Do Maharal De Praga


Artigo Em Construção

"Presenteá-la com um Talit foi preparar para ela uma chupá, porque, a centelha de alma que ela estava carregando, veio para unir-se ao meu rúach e à minha néfesh e era preciso preparar o pálio nupcial para o casamento."

Matizes Do Despertar

Enquanto eu estudava os segredos da reencarnação, no Lag Ba'Ômer de 5763, madrugada de terça-feira 20/5/2003, fui visitado em meus sonhos pela alma de um tzadiq nistar  (justo escondido) que me contou um segredo sobre reencarnação por Ibür o qual eu nunca tinha ouvido até aquela madrugada. Ele me disse: 

“O rúach de um judeu, não pode assentar sobre a néfesh de um gentio. O segredo para isto está nos textos da Toráh que falam sobre casamento."

Tzadiq Nistar

A visita deste Tzadiq cuja identidade me seria revelada somente quatorze anos no futuro e depois do meu Despertar, me fez permanecer com uma consciência muito elevada durante todo Lag Ba'Ômer e cada vez que algum dos discípulos ou membros da Comunidade falavam comigo, eu apenas vertia lágrimas dos meus olhos. Essa mensagem do Tzadiq Nistar era um recado para as centelhas de almas que já me habitavam para que, quando chegasse o momento derradeiro da transmigração, eu fosse guiado por elas para o qidushim.

“Toda verdade passa por três estágios. No primeiro, ela é ridicularizada. No segundo, é rejeitada com violência. No terceiro, é aceita como evidente por si própria.” 

– Arthur Schopenhauer

O significado dessa declaração de Arthur Schopenhauer é que, a verdade produz suas próprias evidências e a torna clara como uma verdade.

Eu nasci conectado com três almas-raízes: A alma-raiz Chaim Vital em unificação com a alma-raiz Arizal, a alma-raiz Chizqiyahu, melech Yehudá e a alma-raiz Maharal e destinado a receber, por Ibür as centelhas dessas três almas-raízes e, portanto, eu fui guiado por elas, durante toda a minha vida, até alcançar a verdadeira Teshuvá que não é a ilusória conversão ao judaísmo. Hashem me proibiu de fazer conversão ao judaísmo porque a autoridade sobre a minha vida deveria ser apenas do Qadosh baruch hú e não dos homens. Em razão desse mistério, minha brincadeira preferida durante a infância era fazer homenzinhos de barro, golenzinhos.

BRINCANDO DE FAZER GOLEMS

Maharal (מהר"ל) era o título do nosso professor, de abençoada memória, o Rabbi Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) cuja gematria do nome é exatamente a mesma de Ibür (עיבור) que é 288. Maharal (מהר"ל) é um notariqon e significa "Morêinu Ha'Rav Loëw (Nosso mestre, o Rabino Loëw)."

A centelha de alma do Maharal seria a última a reencarnar no meu corpo, através de Ibür, para se unir com as outras centelhas me ajudando a alcançar o Despertar e o Deveiqut - a aderência total ao Criador.

A centelha de Chaim Vital se uniu à minha néfesh em 1999. A do rei Chizqiyahu, em 2002 e a do Maharal em 2014. Eu soube que havia sido o Maharal que havia me visitado para me instruir devido a dois segredos. O primeiro foi que ele estava portanto uma belíssima bengala na mão esquerda e, o segundo, foi porque ele veio em Lag Ba'Ômer pois e foi em Lag Ba'ômer de 1590, quatrocentos e treze anos antes daquela madrugada maravilhosa, que o Maharal desativou o seu Golem.

"Presenteá-la com um talit foi preparar para ela uma chupá, porque, a centelha de alma que ela estava carregando, veio para unir-se ao meu rúach e à minha néfesh e era preciso preparar o pálio nupcial para o casamento."

Matizes Do Despertar

Isso se realizou no dia 28 de março de 2014, o dia no qual os céus haviam determinado para que se celebra-se o Qidushim. Ora, não é o dia 28 de março o 87º dia no ano solar e não é este valor e gematria de "18 de Elul (יח באלול)" e os dias restantes no ano, 278 revelam o segredo em gematria de "Ba Maharal (בא מהר"ל) - Veio o Maharal."

Antes dessa data e desse evento, na madrugada de 21 de julho de 2013 eu sonhei e no sonho me foi dito "Betzalel chai ve'yavoú (Betzalel está vivo e está vindo)." No sonho, eu escrevia, em um quadro negro, o nome ELUL e o Anjo Castiel vinha e o apagava e, então, eu o escrevia novamente e de repente, o Santo, bendito seja Ele apareceu.

E não foi em 18 de Elul de 5369 que se ocultou desse mundo o nosso grande mestre o Rabino Judá? Conhecido como Maharal? Não existe acasos no universo...

Este casamento da centelha de alma do Maharal com o meu rúach estava destinado nos céus, conforme o mistério registrado nesta foto que foi capturada na minha infância.


יְהוָה--הֶעֱלִיתָ מִן-שְׁאוֹל נַפְשִׁי;    חִיִּיתַנִי, מיורדי- (מִיָּרְדִי-) בוֹר
Adonai, fizeste subir a minha alma do She'ol; conservaste-me a vida para que não descesse ao abismo. Tehilim 30:4

A placa da Kombi "S-5774 85" contem o segredo de "Svach 5774 18 Elul (סִבֵּךְ-התשעד יח אלול)" ou seja, "Entrelaçar/Emaralhar em 28 de março de 2014".

Então, declarou Yóv: "Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido." - Jó 42:2

Três anos depois, no mesmo 28 de março de 2017, durante um sonho, ela foi levada à presença do Rebbe Menachem Mendel, de abençoada lembrança, que escreveu, um um papel diante dela o código hebraico "Lamed Vav Niq" que é o segredo dos 36 justos escondidos. Ela estava de preto, como enlutada, pois, de fato, a centelha que estava nela já havia transmigrado para mim e o Santo, abençoado seja Ele, queria que eu tivesse conhecimento do mistério. O Rebbe era da linhagem do Maharal de Praga.

A partir daquele dia, os céus revelaram, sobre mim, o nome novo adquirido por causa desse casamento: Bën Mähren Qadësh - Filho do Mähren Sagrado. Mähren significa Morávia e a gematria Mispar Ne'elam de Morávia é igual a 887 que é a mesma de Néfesh Ha'Elochit (alma divina) e também de "Ibür Maharal Mi-Prague."

Maharal
Letras Que Iluminam

Absolutamente nada, mas nada mesmo, acontece por acaso. O selo Maharal - Letras Que Iluminam - foi criado no dia 20 de Adar de 5780 para a minha recém fundada Argonavis Editora - Grupo Editorial Quilha. Nesse mesmo dia, há 440 anos atrás, o Maharal de Praga criava o seu Golem da argila do rio Vlatava e, por mais maravilhoso que possa se assemelhar, e o é, 20 de Adar de 5780 foi 17 de março de 2020 assim como 20 de Adar de 5340 foi 17 de março de 1580. Acham que eu planejei isso? Criar o selo Maharal para o Grupo Editorial Quilha no aniversário de 440 anos do nascimento do Golem criado pelo Maharal? Não! Eu sequer lembrei ou verifiquei a data no dia. Os céus produzem as evidências para amparar tudo o que tenho revelado sobre a centelha de alma que recebi da alma-raiz do Maharal de Praga. E há muitas outras. O valor 440 possui a gematria da palavra "Tam (תם)" que significa "Completo."

O MAHARAL E O GOLEM DE PRAGA
LIVRO


Há 4 anos, em 29 de fevereiro de 2016, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, mas o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos. Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. O interessante foi que, entre os dias no qual comprei a arte e o sonho de Karla, a tia dela, Karla, estava em um passeio turístico na cidade de Praga, capital da República Tcheca. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências.


O sonho de Karla Roberta Carvalho no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi no dia 29 de fevereiro e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580), o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga. Ele desenhou a figura do Golem na argila usando sua maravilhosa e belíssima bengala e foi por esta razão que, em Lag Ba'ômer de 5763 ele veio a mim durante o sonho usando sua bengala para que, mais tarde, anos depois, eu pudesse reconhecer sua identidade oculta.
Agadot Al Ibür 
(Contos sobre Ibür)
Razá Ila'ah

O SONHO DE KARLA

“Toda verdade passa por três estágios. No primeiro, ela é ridicularizada. No segundo, é rejeitada com violência. No terceiro, é aceita como evidente por si própria.” 

– Arthur Schopenhauer

 EVENTOS E EVIDÊNCIAS RECENTES
EMERGEM AS IRMÃS KOSLOSKI

Cheguei ao nosso Espaço Hayk'la Arazuta na Érev Shabat do crepúsculo de 6 de Av de 5782 (3 de Agosto de 2022). Ao começar a preparar o Aron Ha'Qodesh para, depois, recepcionar a Shabat, comecei a imaginar qual história contaria, já que é nossa tradição sempre contar uma histórias que honre as memórias dos nossos mestres. Foi, então, que me veio ao coração, contar minha experiência com a visita do Maharal em Lag Ba'Ômer de 5763 e, então, ler duas partes do livro O Maharal de Praga sobre a feitura do Golem e sua destruição em Lag Ba'ômer de 1590.

Após a recepção, me sentei na Cadeira do Arizal, contei minha experiência e comecei a ler os capítulos do livro que me haviam sido inspirados. Foi então, enquanto lia última parte, que fui tomado por uma revelação poderosa, pois no relato da destruição do Golem o narrador menciona uma família chamada de "Koslovski." Fiz uma pausa devido ao choque.

"O Pêssach do ano de 1590 ocorreu sem novidades. Não me lembro de outro ano tão pacífico como aquele. Meu sogro, o Maharal, advertiu-nos a não esquecermos os maus tempos durante os bons, para que não deixássemos de apreciar a bondade Divina. Durante o Pêssach daquele ano, o Maharal fez uma narrativa do incidente dos irmãos Kozlovski. Ele contou a história quase como o mesmo zelo com que relatava o êxodo do Egito. Era importante, enfatizava ele, não esquecer os momentos em que D'us intervem em nossa vida para nos livrar do perigo. Ele aconselhou ainda, a prestarmos atenção a tentativas posteriores de CONSIDERAR a experiência apenas como "ACASO" ou "SORTE."

O Maharal De Praga

Em Adar desse ano de 2022, eu fui contatado por uma jovem chamada Fernanda Kosloski que me encomendou pesquisas dos Códigos da Torah. Em 7 de março, depois de alguns e-mails trocados e enviada a primeira parte das pesquisas, fui motivado pelo Qadosh Baruch a convidar as Irmãs Kosloski e a amiga Josiane para estudarem aqui em nossa Escola de Qabalah. Essa foi uma ação do Santo, abençoado seja ele, para prover outra evidência da centelha do Maharal em mim reencarnada. As Irmãs Kosloski são as reencarnações dos Irmãos Koslovski mencionados na história de vida do Maharal e foram enviadas pelo Santo para fornecer evidência da minha reencarnação.

No sábado, durante nosso estudo de Qabaláh, revelei a elas a informação e, então, elas me informaram que, sim, membros da família delas possuem sobrenome com a grafia correta que é Kozlovski. 

Abençoado seja o Qadosh baruch Hu que ainda realiza milagres e milagres tão grande e poderosos como os que realizou para os nossos mestres no passado.

Eu sou um milagre nesta geração dos séculos XX e XXI e, somente os verdadeiros estudantes da Torah e os meus verdadeiros discípulos e que vão considerar e crer verdadeiramente na Providência Divina e nestes milagres que ele me causou.

RAZÁ ILA'AH
BËN MÄHREN QADËSH



quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Percebendo A Centelha Do Maharal

Praga, República Tcheca

Existe um recado dos céus, uma mensagem, um código divino criptografado em algum lugar para cada um de nós. Percepções sinalizam o caminho guiando a alma ao seu destino final. São como gatilhos que vão dando à alma pequenas gostas de lembrança que a vão fazendo recordar de sua verdadeira identidade até que ela alcance o momento pela qual reentrou nesse mundo: O Despertar.

O Despertar acontece quando a alma se recorda de seu verdadeiro nome (ver Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 38). A alma à qual nos referimos aqui é a neshamá, mas o processo é o mesmo para os três níveis.

Em 22 de janeiro de 2001, no meu primeiro ano do rabinato cabalístico, estreou, na Rede Globo, a novela "Um Anjo Caiu Do Céus" com Caio Blat e Tarcísio Meira. 22 de janeiro transliterado para o hebraico (כב ב"יאנואר) possui gematria igual a 292. Teve seu primeiro capítulo gravado em Praga, na República Tcheca, sim, Praga, a cidade na qual o Maharal, o rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel foi o Rabino chefe e na qual ele criou o Golem, o ser de barro feito para proteger o povo judeu e muitos outros milagres.

A novela teve 185 capítulos e teve o seu último episódio exibido na noite de 25 de agosto de 2001 (7 de Elul, 5761).

Tarcísio Meira


Não por acaso, o valor 292 é o resultado em gematria mispar kollel de Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה לוואי בן בצלאל). A gematria mispar kollel é o resultado da soma da gematria mispar gadol com o numero de palavras na frase ou no nome e nesse caso, a gematria do nome do Rabi que é 288 mais as quarto palavras que o formam.

Já o valor 185 é o resultado em gematria da expressão "Yavoú ba'chelom ha'layla (יבאו בחלום הלילה)" cuja tradução é "Ele virá em um sonho à noite..." Quem viria em um sonho à noite? A alma do rabino Judá Loëw Ben Betzalel. 

A data do término da novela, noite de 7 de Elul (ז ב"אלול) possui gematria mispar musafi igual a 82 que é a mesma gematria da palavra Gilgul (גילגול) que significa "Reencarnação."

Em hebraico "Um Anjo Caiu Do céu" é "Ha'Malach-Nafal-Mi-Shamayim (המלאך-נפל-משמיים)" escrito assim mesmo com "Maqafim (hifens)" e a gematria mispar kollel é igual a 697 que é exatamente a mesma de "Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים) - Portal das Reencarnações."

Passados dois anos da estreia da novela, na madrugada de Lag Ba'Omer de 5763 (20 de maio de 2003), a alma do Maharal me visitou durante um sonho. Ele portava sua maravilhosa bengala na mão esquerda. Ele me olhou e passou a me revelar um segredo sobre reencarnação que eu jamais havia lido ou ouvido dos lábios de qualquer pessoa. Eu chorei durante todo o recorrer daquele dia e cada vez que um dos discípulos vinha falar comigo eu chorava e nada conseguia falar ou responder.

E, por que na madrugada de Lag Ba'ômer? Porque, 413 anos antes, na mesma madrugada de Lag Ba'ômer de 1590, o Maharal desativava o Golem que havia criado para proteger o povo judeu. Naqueles dias eu estava noite de uma jovem cuja gematria do nome era exatamente 413.

A gematria do nome do ator principal da novela, Tarcísio Meira (טרסיסיו מאירה) é 611 que é a mesma de Torá (תורה), e a gematria mistar kollel é 613 que é o número de preceitos que contém a Torá. Já a gematria Avgad Reversa é 774 (תשע"ד) que foi o ano do meu despertar.

Quando o despertar acontece, todos os segredos ficam despidos diante da alma do que despertou e ele passa a ler os códigos que sua alma escreveu no universo antes de entrar no mundo. Este código estava lá para mim e por esta razão somente minha alma pode percebê-lo e o decodificar.

A propósito, o valor 288 é o resultado gematrico de Yehuda Loëw Ben Betzalel e tbem de Ibür (impregnação, tipo de reencarnação mencionada em Shaar Ha'Gilgulim) e é tbe a gematria de "Borê Golem (בורא גולם)" que significa "Criador do Golem." Bendito seja o Atiqá Qadishá que revela os segredos. 

Bën Mähren Qadësh
Razá Ila'ah.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

O Retorno De Moisés


O Retorno De Moisés 

O Zôhar sagrado nos revela que Moisés, nosso mestre, retornaria no fim dos dias junto com os dois messias (Zôhar Bereshit A), sendo o primeiro o Filho de José (בן יוספ) e o segundo o Ben David (בן דוד), ou seja, Moisés viria para revelar a Era Messiânica, a Senda para o Despertar. 

Todos aquele que se decidiram por se tornarem estudantes da Sabedoria Sagrada, da doutrina secreta de Daniel, deveriam prestar muita atenção ao que os Yiburim Qodashim (עיבורים קודשים) - Impregnações Sagradas, revelam. Vejam o que foi dito e com profundidade, pela centelha sagrada, e que não foi percebido: 

"E Adunai ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite (וַיהוָה הֹלֵךְ לִפְנֵיהֶם יוֹמָם בְּעַמּוּד עָנָן, לַנְחֹתָם הַדֶּרֶךְ, וְלַיְלָה בְּעַמּוּד אֵשׁ, לְהָאִיר לָהֶם--לָלֶכֶת, יוֹמָם וָלָיְלָה.)" 

- Êxodo 13:21. 

Moisés retornou, como havia sido profetizado no Zôhar, mas não se chamou Moshê, mas "Isaac Lúria (Yitzchaq Lúria)" segredo este que está em "le'hair (לְהָאִיר)" que tem as mesmas letras de "Le'Ha'Ari (a partir do ha'Ari)" que era o apelido espiritual do Rabino Isaac Lúria cujas letras são o acrônimo de "ha'Elohai Rabbi Isaac (O Divino Rabi Isaac)". De fato a Era de Aquário começou no século XVI com o nascimento do Arizal. A gematria de ha'Ari (הארי) é 216.

O pilar de fogo e o pilar de nuvem visto um, ao amanhecer e outro ao anoitecer. Fotografados no Deserto do Atacama, Chile, em março de 2013, o ano dos cometas.

A Data De Nascimento Do Arizal

Até a madrugada de 24 de outubro de 2019, quando a revelação me foi dada, ninguém sabia a data de nascimento do Rabino Isaac Lúria. Ela ficou oculta durante 485 anos. Na noite de 12 de junho de 1534 um cometa, o X/1534 L1, brilhou nos céus. Este foi o auspicioso dia, até então, oculto, do nascimento do nosso mestre Isaac Lúria. O dia 12 de junho foi o 163º dia no ano no calendário solar e este valor contém a gematria de “Mevô Eliahu Há’Navi (מבא אליהו הנביא)” que significa “Veio (à cerimônia) o Profeta Elias”. E é verdade, pois a tradição nos conta que nosso mestre somente foi circuncidado quando o Profeta Elias, cumprindo o que havia disso a Salomão Lúria, o pai de Isaac Lúria, que somente circuncidasse o menino quando ele chegasse. Elias entrou no corpo do pai do nosso mestre por Yibur se fez de sandak para sua brit-miláh. 

Em 1569, quando Rabbi Isaac Lúria chegou a Saféd para encontrar seu discípulo Chaim Vital, outro cometa apareceu, o X/1569 V1. Ele afirmou que não necessitava vir ao mundo e que somente o fez para ensinar o Rabino chaim Vital a sua Qabaláh. A data de nascimento, agora revelada, de nosso amado professor, o Arizal, a encarnação do santo anjo Raziel, foi 29 de Sivan de 5.294. A gematria Avgad Reversa de 29 de Sivan (כט בסיון) é igual a 123 que é a mesma gematria do nome Chaim Vital (חיים ויטל). Esta gematria confirma a data de nascimento do Arizal. 

Como a data de nascimento do nosso mestre me foi revelada? Através de um sonho na madrugada de 24 de outubro de 2019. Ei-lo: 

“Sonhei que pegava um brilhante cometa pela cauda. Dentro dele havia uma inteligência angélica (o anjo Raziel) que me revelava os mistérios do Gan Éden (Qabaláh).”

Sonho 24 de outubro

Já revelei que o Arizal era uma encarnação do anjo Raziel, segredo este que está codificado nas letras do título Arizal (אריזל) que são as mesmas letras do nome Raziel (רזיאל). Eu sou uma reencarnação de uma das centelhas do Rabino Chaim Vital e por esta razão a gematria do meu nome civil é a mesma do nome Chaim Vital que é 123. 

A alma do Arizal estava naquele cometa que brilhou na noite de 29 de Sivan do ano hebreu 5.294 e veio ao mundo para ensinar os mistérios do Jardim do Éden para Chaim Vital (123). Este é o segredo no meu sonho, pois quando eu, que sou 123, pegava o cometa pela cauda, ele se abria a o anjo Raziel emergia de dentro dele. Este sonho veio uma noite depois do aniversário de nascimento de Chaim Vital.

Abençoado seja o Qadosh, baruch hú, que revela os mistérios divinos aos pequeninos que foram rejeitados pelos grandes.

Razá Ila'ah

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Sonhos: Revelando A Identidade Da Alma


A Visita de Platão & Aristóteles

Na madrugada de 7 de janeiro de 2013, eu passei a madrugada nas companhias de Platão e Aristóteles. Eu mencionei esta experiência na manhã do dia 7 em um e-mail para o meu amigo e aluno Raul Kuk​. Nada acontece por acaso e então, a pergunta certa a ser feita sobre esta experiência é: Por que Platão e Aristóteles vieram a mim durante a madrugada de 7 de janeiro e não no dia 6 ou no dia 8? Eis a razão:

Sete dias contém 169 horas e este valor é a exata gematria (numerologia cabalística) de "Atlantis (אטלנטיס)" quando transliterada para o hebraico. E qual o significado disto? Por que Platão e Aristóteles vieram ao meu sonho?

Platão foi aluno de Sócrates e professor de Aristóteles. Foi Platão quem mencionou Atlantis em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida" e foi seu aluno Aristóteles quem declarou "Um amigo é uma alma solitária que vive em dois corpos". Está declaração enigmática é um segredo da reencarnação por Yibur, tipo de gilgul que acontece com a pessoa ainda em vida.

Aristótles era uma centelha da alma de Avtalyon que tinha ensinado aos alunos que não tinham mérito para isto. Aristóteles ficou adverso com a Torá, mas fez teshuváh (arrependimento) no fim a sua vida. Ele então, foi devolvido em vida (reencarnado) no guilgul de Antonyn que foi estudar com RABEINU HAQADOSH (Judá, o príncipe).

A declaração "Ani Avtalyon (אני אַבְטַלְיוֹן)" que se traduz "Eu sou Avtalyon" possui gematria igual a 169 que é a mesma de Atlantis e isso confirma que Avtalyon era o gilgul (reencarnação) de Aristóteles que foi aluno de Platão que foi quem escreveu sobre Atlantis - o Continente perdido.

O meu primeiro sonho sobre Atlantis havia sido no amanhecer de 12 de junho de 2005, sonho no qual vi a cena final da minha série preferira de todos os tempos desde que eu tinha 12 anos de idade: Man From Atlantis. Quando acordei estava em lágrimas e, então, uma suave voz me disse: "Você ainda não conhece tudo..." E realmente eu não sabia.

Mas a pergunta ainda permanece. Por que Platão e Aristóteles vieram a mim durante a madrugada do dia 7 de janeiro?

Aristóteles para falar à minha alma, à minha néfesh ha'eloqit (alma divina) sobre reencarnação, uma vez que ele conhecia os seus segredos e, especificamente sobre Yibur. Platão, para falar sobre Atlantis cuja gematria é igual a 169 que é a mesma de "Li, ha'bá Yonáh, dag gadol (לי, הבא יונה, דג גדול)" cuja tradução é "Para mim, a seguir (yibur) Jonas, e o grande peixe."


Todos nós conhecemos a narrativa bíblica de Jonas e de como ele foi comandado pelo Sagrado, abençoado seja Ele, para a grande cidade de Nínive para conduzi-la à Teshuvá que é o retorno à Compreensão Divina (Biná) que possui cinquenta portais e o valor cinquenta é a gematria de "dag gadol (דָּג גָּדוֹל)" mencionado no capítulo 2 de Jonas, no versículo 1º.

Alguns anos depois das visitas de Platão e Aristóteles, em 17 de junho de 2016 eu recebi uma visita incomum de uma jovem residente em Amisterdã, Holanda, que desde 2014 vinha se aconselhado comigo pelo Facebook. O nome desta jovem? Nínive! Sim, o nome da cidade para qual Jonas foi enviado. Um mês depois, em 16 de julho, sonhei novamente e nesta cripto-visão, um código me foi mostrado. Eis a descrição do sonho:

"Sonhei que estava na antiga casa de um dos meus antigos discípulos, o Samuel. Havia uma mesa e sobre ela repousava uma antiga máquina datilográfica de cor verde (uma Olivetti). De repente, a máquina começou a datilografar sozinha e alguém que estava no lugar queria impedir esta ação milagrosa, mas eu não permiti e fui até a máquina verificar o que ela havia escrito. No papel, a Olivetti havia datilografado uma data: 18 de janeiro."

No sonho eu sabia que a data tinha haver com Yibur (um dos tipos de reencarnação mencionadas secretamente na Torá) e sabia que havia recebido yibur nesta data em outros anos. O segredo é que, 18 de janeiro (יח ב'יאנואר) possui gematria igual a 288 que é a gematria de "yibur (עיבור)". O que D'us queria me revelar? O yibur do profeta Jonas, pois a casa onde eu estava no sonho pertencia ao sr. Jonas, pai do meu antigo discípulo Samuel.

A data de 16 de julho contém outro segredo que está relacionado ao 198º dia no calendário solar. O valor 198 é a gematria de "yaviú Atlantis (יביאו אטלנטיס)" que se traduz "traga Atlantis". Trazer no sentido de "revelar" ou "trazer à tona", em outras palavras, "revelar a sabedoria escondida." No final deste artigo, a compreensão te alcançara...

Na madrugada de 4 de setembro de 2016, eu novamente sonhei que estava em busca da Atlântida perdida. Por que tantos sonhos sobre Atlantis?

Ao amanhecer do dia 31 de outubro do mesmo ano, tive um sonho recorrente, o mesmo que havia sonhado na madrugada anterior. Nele, eu estava mergulhando no mar, em uma caverna submarina onde havia uma garganta que eu sabia ser a passagem para Atlântida. Acordei e voltei a dormir e sonhei novamente. Neste novo sonho, eu estava com meu amigo Raul Kuk  quando minha mãe me chama por um apelido e em resposta eu dizia: "Mas nos céus, Deus me chama de "Pashan Narada". Acordei e escrevi os sonhos para o e-mail.

Pashan Narada é um sábio citado no Bagavad-Gita como tendo aparecido em muitas reencarnações, mas o segredo do sonho estava no nome do meu amigo Raul Kuk cuja gematria é 443 que é a mesma numerologia cabalística da frase "Báh yadúa ha'chacham Nehorai (באה ידוע החכם נהוראי)" que se traduz "Veio o conhecido erudito Nehorai." Quem foi este sábio Nehorai?

"Rabi. Nehorai, o ancião, estava, certa vez, viajando pelo mar. O barco foi destruído em uma tempestade e todos os que estavam nele foram afogados. Mas ele, por algum milagre, desceu até o fundo mar por caminhos secretos e encontrou ali um país em que viu seres humanos estranhos de de pequena estatura. Eles estavam recitando orações, mas ele não pôde entender o que eles estavam dizendo. Por outro milagre ele foi devolvido à superfície e  depois, ele declarou: "Bem-aventurados são os justos que estudam a Torá e conhecem os mistérios mais profundos".


- Do Zôhar

Rabbi Nehorai, como Jonas, foi lançado no mar durante uma tempestade e como Jonas, ele esteve na Atlântida. Rabi Nehorai era, certamente, uma reencarnação de Jonas.

"Existe uma lenda antiga que narra sobre um homem que sai do mar vestido com uma roupa de "pele de peixe" ou que vive no ventre de um peixe e que emerge para ensinar a humanidade de tempos em tempos. Este professor estava na Atlântida quando ela afundou no mar e ele vive lá nas entranhas do grande peixe que o Leviathan devorou".

Mais alguns meses se passaram e, então, dezesseis de fevereiro de 2017, sonhei e me foi mostrado uma escritura hebraica na qual eu podia ler "Eifo ha'navi ben-Amittai (אֵיפֹה הַנָּבִיא בֶן-אֲמִתַּי) - Onde está o profeta, o filho de Amitai?" ao mesmo tempo em que eu ouvia esta pergunta sendo pronunciada por todos os mestres nos Céus (Academia Celestial) que estavam assentados sobre cadeiras.

Durante o sonho eu senti a presença do meu amado Professor, o Sagrado Leão de Safed (Ha'Ari Ha'Qadosh) e sabia que ele queria me revelar um segredo. Ao acordar e ainda com esta impressão mística na memória da alma, procurei nela a assinatura do meu amado Mestre. Calculei a gematria das letras na oração que li e ouvi nos céus e descobri o valor 667 que é a gematria do nome do meu mestre (Rabbi Yitzchaq Lúria).

Quem era o profeta, o filho de Amittai? Vejamos na Bíblia: "E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amittai, dizendo:

"Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do Senhor para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor."

Jonas 1:1-3

Alguns dias depois deste sonho, eu atravessei o Portão de Yaffo (Jope) pela primeira vez nesta minha reencarnação. Em hebraico "Shaar-Yaffo (שָׂעַר-יָפוֹ)" possui gematria Im Hakollel igual a 667 que é a mesma de "Eifo ha'navi ben-Amittai (אֵיפֹה הַנָּבִיא בֶן-אֲמִתַּי) - Onde está o profeta, o filho de Amittai?

O Zohar explica que o segredo interno de Jonas é sobre reencarnação e por esta razão eu fui levado à Academia Celestial e todos os mestre me perguntaram em uníssono "Onde está o profeta, o filho de Amittai?" D'us queria despertar a centelha de Jonas reencarnada em mim por Yibur e por isso Nínive me foi enviada também.

Mas, porque Platão e Aristóteles vieram conversar comigo no dia 7 de janeiro de 2013? Porque Jonas esteve na cidade perdida de Atlântis e por esta razaão Atlantis tem sido meu mistério preferido desde a infância quando meu pai, em uma noite chuvosa no início dos anos 1970 e esta foi, durante toda a minha vida, a única noite na qual meu pai me contou uma história e a única história que ele me contou, a do profeta Jonas.

Conclusão

Fora na noite de 12 de junho de 2003 que assistimos eu e Elisheva Menuchá, minha noiva naqueles dias e que viera ao mundo trazendo o rúach que a minha estava destinado, ao filme piloto de Man From Atlântis, aqui conhecido como "O Homem Do Fundo Do Mar". Dois anos depois, em 12 de abril, eu tive o sonho, mencionado no começo deste artigo, com a cena final de "Man From Atlantis" e, dois meses depois, em 12 de junho, dois anos depois que eu e ela havíamos assistido ao filme piloto, um antigo canal da Directv, chamado "Retrô" exibiu ao filme. A gematria do nome Elisheva Menuchá (אלישבע מנוחה) é igual a 522 que é a mesma gematria mispar kollel de "Ish mi-Atlantis (איש מ-אטלנטיס)" cuja tradução é "O Homem De Atlantis" em inglês "Man From Atlantis". Este homem "(ish) é o profeta Jonas. A cena do filme que eu vi no meu sonho está no final do vídeo abaixo.

Nesta cena cena final, Mark Harris, entra para o oceano depois de dizer, para a jovem oceanóloga que o salvou "Eu te chamarei Elisabeth (Elisheva). Mantenha seus ouvidos limpos, Elisabeth." Ele então se lembra das experiência que teve enquanto esteve no mundo da superfície e decide retornar e, ao fazê-lo, ele diz para Elisabeth: "- Eu não aprendi o bastante."

Manter os ouvidos limpos significa "estar atento à compreensão divina" pois os ouvidos são Biná na Árvore das Vidas.



Razá Ila'áh

Autor
Dipankara Vedas
Bën Mähren Qadësh
Misha'El Ha'Levi

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Hospedando Centelhas Sagradas



A Alma Adicional

Sabe-se que na Shabat se recebe uma "alma adicional (Neshamá Yeterá)". Para entender o conceito da alma adicional da Shabat, devemos primeiro discutir as três dimensões da alma. Estas são a Neshamá (da palavra hebraica "nishama", que significa sopro), o Rúach (literalmente, "vento") e a Nefesh (da palavra hebraica "nafash", que significa "descanso"). A Neshamá repousa sobre o cérebro (na Glándula Pineal); o Rúach habita no ventre (diafragma) e a Nefesh está ligado ao coração, ao ventrículo esquerdo. A Nefesh e o Rúach, responsáveis ​​pelas emoções humanas (Midot), estão diretamente ligados ao corpo. No entanto, devido à sua elevada origem, a Neshamá não está completamente conectada ao corpo; corpo e Neshamá são duas entidades separadas que moram juntas. No momento da morte, a Neshamá deixa o corpo. A Nefesh permanece ligado aos restos mortais, e o Rúach flutua para frente e para trás, retornando anualmente no aniversário da morte para habitar no corpo naquele dia, a não ser que este Rúach seja uma faísca de Elohim que o emprestou e, portanto, como está escrito "o Rúach volte a Elohim que o deu... (Eclesiastes 12:7)".


Fonte: Chabad (com adendos do autor)

Durante os últimos cinco anos, desde o meu Despertar em 27 de setembro de 2014 (3 de T'shri, 5775), no qual eu soube que era uma reencarnação de uma centelha de alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua lembrança, eu vinha tentando descobrir quando esta centelha sagrada teria de fato reencarnado em mim, se no nascimento ou durante meus 53 anos nesta vida. Durante um sonho, na madrugada de 26 de junho de 2019, este segredo me foi revelado.

"Ensina a Cabalá que cada judeu, independentemente de sua natureza ou comportamento, possui duas almas: uma Divina e uma natural (nefesh bahemáh e nefesh ha'elohit). Essas são as almas básicas do ser humano; e não devem ser confundidas com a alma adicional (neshamá yeterá) que um judeu recebe durante o Shabat, ou com os cinco níveis da alma – Nefesh, Ruach, Neshamá, Chaya e Yechidá que sâo adquiridos por reencarnação."


Fonte: Morashá com acréscimos do autor

Todas as pessoas nascem e recebem uma nefesh bahemáh (alma animal) que anima o corpo e, ao se aproximarem da Torá e da pratica de suas mitzvot (preceitos), acumulam méritos para adquirir uma nefesh ha'elohit (alma divina). No homem isso acontecem durante a circuncisão a, não ser e, em raros casos, que a pessoa, por reencarnação tenha acumulado méritos para receber a influência desta nefesh ha'elohit antes mesmo da sua Brit Milá (circuncisão). Isto foi o que aconteceu comigo pois, antes mesmo da minha Brit Milá, em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003) a partir de 1996 quando acordei de um sonho falando hebraico, eu comecei a receber as influências desta nefesh ha'elohit que a mim estava destinada desde o meu nascimento.

A alma animal (nefesh bahemáh) e a alma divina (nefesh ha'elohit) se opõem uma à outra fazendo do corpo um campo de batalha tentado dominar, cada uma, os seus órgãos que sâo chamados de "vilas" ou "cidades", conforme está codificado no Likutei Amarim Tânya: "Duas nações farão guerra uma contra a outra... (Tânya 9)". Estas duas nações são as duas almas.

Em Sha'ar ha'Gilgulim aprendemos que é a néfesh bahemáh (alma animal) a responsável pelos pecados que a pessoa comete, pecados esses que causam dor a "Israel (nefesh ha'elohit)" mas, de acordo com as regras do gilgul (reencarnação), esses pecados não causam manchas que trarão tikun (karma) para a nefesh ha'elohit.

1966
Nascimento

Eu fui concebido na noite de 10 de setembro de 1965 no 253º dia do ano solar e que, naquele ano coincidiu com a noite de 13 de Elul de 5725. Meu nascimento se deu 274 dias depois em 10 de junho de 1966 no 161º dia do ano solar, 22 de Sivan de 5726. O valor 274 é a gematria de Ben Yosef Ben David (בן יוסף בן דוד) e é também a gematria kollel de "Ór ha'Ganuz (אור הגנוז)" que é a "Luz Oculta da Criação."

“Sua casa (corpo) deve ser um lugar onde os sábios, as grandes almas e os grandes estudiosos (da Toráh) vêm e se reúnem”.

Pirkê Avot


Em hebraico, 13 de Elul de 5725 (י״ג בֶּאֱלוּל התשכ״ה) possui gematria igual a 812 que é a mesma da expressão "Sód ben baruch: O número do destino (סוד בן ברוך: מספר המזל)." Este mesmo valor revela a frase "Ha'Ari sha'ag, mi ló irê (ה'אר'י שאג מי לא ירא?)?" que se traduz "O Ari rugiu, quem não o temeria?". Ari em hebraico significa Leão e é o acrônimo de "Elohei Rabbi Yitzchaq (אלהי רבי יצחק) - O Divino Rabino Isaac."

1969
A Visita Do Profeta Elias

Eu tinha 36 meses de vida e costumava dormir na cama da minha mãe, pois meu pai estava sempre viajando. Numa noite, uma presença encheu o quarto e uma voz masculina me chamou pelo meu nome: - Paulo? Eu me levantei e fui até a pequena sala na qual minha mãe costumava fazer tricô e crochê enquanto via televisão. Eu disse: - Mãe, onde está o meu pai, ele está me chamando! Minha mãe respondeu dizendo que meu pai não estava em casa, pois estava viajando e que eu deveria voltar para a cama e dormir. Voltei para a cama e novamente a voz me chamou ao que me levante e novamente questionei minha mãe pela presença do meu pai. Ela me ordenou que voltasse novamente para a cama pois meu pai não estava. Voltei e novamente, ao me deita, a voz me chamou a terceira vez e novamente me levante e fui à sala perguntar pelo meu pai. Minha mãe então me disse que D’us estava me chamando.

O meu nome civil, Paulo (פאולו) possui gematria igual a 123 que é a mesma da expressão “Bá Eliyahu Há’Navi (בא אליהו הנביא)” que se traduz “Veio o Profeta Elias.” Eu fui visitado pelo profeta Elias ainda na minha infância e jamais pude me esquecer desta visita. Em hebraico "A Voz de Elias" é "Qol Eliahu (קול אליהו)" e sua gematria Ofanim é igual a 185. Mas, qual seria o mistério deste número?

1992
O Grupo Elijah

Em 1992, de comum acordo com minha primeira namorada e as irmãs dela, eu fundei o Grupo Elijah, uma banda musical da qual eu era o líder. O grupo foi formado no dia 14 de maio que, naquele ano, coincidiu com o aniversário de fundação de Israel. Em 2001 o Grupo Elijah que em hebraico é “Eliahu Kibbutz” cuja gematria AchBi é igual a 583 passaria a ser a “Sinagoga Elijah”, em hebraico “K’nesset-Eliahu” e cuja gematria Mispar Kollel é igual a 583. Não por acaso, a casa na qual a Sinagoga fora instalada era a de número 583 e, acima de qualquer coincidência a gematria do meu nome e título, Rav Misha’Ël é igual a 583. A criação do Grupo Elijah foi uma inspiração do Profeta Elias. O valor 583 é também a gematria de Yavô Tzfat (יבא צפת) que se traduz "Virá de Safed."




Em 1993, no mesmo 13 de Elul (29 de agosto), eu entrei em estúdio para gravar o álbum Pela Manhã com músicas compostas, arranjadas e executadas por mim e cantadas pelo Grupo Elijah.

1996
Sonhando Com A Caverna Do Ari

A mais antiga de todas as sinagogas de Tzfat[1], a Ari Sefaradi foi nomeada em honra  ao ARI – Rabbi Yitzhak Luria, em memória do seu pai sefardita. A sinagoga foi mencionada pela primeira vez em 1522 como um lugar sagrado de culto para os judeus imigrantes do norte da África, que era então chamada de “A Sinagoga Eliyahu Ha'Navi[2]”. Segundo a tradição, o ARI que viveu em Tzfat entre 1570 e 1572 costumava rezar ali naquele local, em 1600, já era conhecido como a sinagoga do ARI.

Uma pequena sala da caverna fica na parede leste, onde a tradição informa que era usada pelo ARI para aprender a Torá com Eliyahu HaNavi (Elijah o Profeta). No século XVII, uma grande pedra foi colocada na entrada da caverna para proteger seu espaço sagrado, mas hoje é possível entrar na caverna.

Quatrocentos e vinte e quatro anos depois do ocultamento da alma do Arizal em Safed, entre o dia 23 de abril e 3 de maio, eu sonhei que estava em uma caverna na qual havia uma Arca Sagrada e lá dentro eu ouvia muitas vozes entoando uma canção que, até então, eu nunca tinha ouvido e em um idioma que eu não conhecia. Ao acordar eu comecei entoar aquela canção no idioma que tinha ouvido durante o sonho. A canção era o cântico Má tovú.


Eu, na escadaria da K'nesset Eliyahu Ha'Navi
30 de Nissan de 5777

Até então, eu acreditava que era um cristão, mas, depois deste sonho, eu nunca mais pisaria, a não ser por um breve período que me foi necessário, dentro de uma igreja cristã.

Depois de sonhar, eu fui até a estante de livros do meu pai e tomei um volume da enciclopédia Delta-Larousse e procurei pelo tópico “Hebraico” e quando vi a tabela com o alfabeto tive o sentimento que já havia visto as letras antes. Era um fragmento de lembrança de outra vida.


A página da Delta-Larrouse


1999
A Transmigração

Eu fui destinado, desde minha concepção em 13 de Elul de 5725[3] a receber, nesta vida, os três níveis de alma mencionando em Sha’ar Há’Gilgulim – O Portal das Reencarnações - que são Néfesh, Rúach e Neshamá e, em razão deste mistério a presença da alma do Arizal se fez presente durante minha concepção juntamente com o espírito Zahariel. Este espírito é puro e mais claro que os inferiores. Seu nome é Zahariel, porque ele é extraído do óleo da unção sagrada, que é extraído do mundo superior, Bina (a Compreensão Divina sobre os mistérios sagrados da Toráh), e desse nome ele cresce e cresce. Ambos os nomes Há’Ari’zl e Zahariel possuem a mesma gematria que é 253. E qual é o dia 253 do ano solar? É o dia 10 de setembro, dia no qual eu fui concebido.

Até o dia do sonho da caverna eu nunca tinha ouvido falar do Arizal e nem de Chaim Vital, o mais amado discípulo do Ari. Depois daquela experiencia minha atração pelo mistério divino crescia mais e mais e a cada dia eu me movia mais e mais para o interior.

Quando D’us chamou Abraão cujo nome ainda era Abrão, Ele lhe disse: “-Lech lechá (לך לך)” que traduzido significa “Parta para ti mesmo!” A gematria Mispar Ne’elam de Lech Lechá é igual a 248 que é a mesma de Ari’zl (אריזל) e Raziel (רזיאל) o nome do Príncipe dos Mistérios, o professor de Adão no Jardim do Éden. O Arizal foi uma reencarnação do Anjo Raziel e por esta única razão veio ao mundo ensinar Chaim Vital que era uma reencarnação de Adão.

Esta minha viagem cada vez mais para o interior de mim mesmo, em direção à minha alma, resultou no desejo insuportável de viajar, o que acabou se realizando, pois eu já estava destinado também a esta experiencia.

O Zôhar nos ensina sobre mudança de nome, mudança de lugar e mudança de ação como um processo para a correção do pecado de Adão e para receber as centelhas de almas que já estão nos destinadas. Não suportando mais o desejo de viajar, eu publiquei um recado em um grupo cristão na internet, oferecendo-me como ministro de música e louvor. Um pastor brasileiro residente nos EUA respondeu ao recado e me convidou para viajar com ele pelo interior de Minas Gerais quando ele estaria visitando algumas congregações. Eu aceitei.

No dia 19 de abril de 1999 lá estava eu viajando para Belo Horizonte onde me encontraria com o pastor e, depois de encontrá-lo, iniciamos a viagem pela BR 381. Ora, BR 381 tem as letras de RAV (Rabino) e o valor em gematria do nome Misha’Ël. Dois anos depois, em março de 2001 eu me tornaria o Rabino Misha’Ël (רב מישאל).


O pastor Valdir Viveiros e um amigo, Valdênio. Foto clicada por mim


No dia 1º de maio de 1999, um sábado, nós chegamos à cidadezinha de Sobrália onde à noite eu tocaria em um evento na praça da cidade. Ali, eu encontraria a jovem que estaria carregando a centelha de Chaim Vital destinada a mim. O nome dessa jovem é Clélia (קלליה) nome cuja gematria Ne'elam (Oculta) é igual a 185, o mesmo valor da declaração em hebraico "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" cuja tradução é "EU SOU CHAIM VITAL". A jovem é do signo de escorpião e Chaim Vital era do mesmo signo que é também meu signo ascendente.

Quando meus olhos encontraram os olhos verdes de Clélia, a atração foi instantânea e nossas almas se conectaram imediatamente. Havia uma criança de colo aos prantos ao lado de Clélia e que não parava de chorar de jeito algum. Eu deixei meu violão e caminhei até ela, coloquei a mão direita em sua cabeça e disse “Shalom” e imediatamente a criança parou de chorar.

Depois do evento, eu me aproximei de Clélia e iniciei uma conversa com ela. No dia seguinte, voltaríamos a nos encontrar e no dia 3 de maio, o dia 123 no calendário solar, iniciaríamos nosso namoro e ela me ofereceria seus lábios pela primeira vez iniciando o processo de transmigração por Yibur da alma que ela havia recebido e que era minha trinta e três anos depois do meu nascimento, valor este que contém a gematria da palavra "Gal (גל)" cujo significado é "revelar." Clélia havia nascido no dia 11 de novembro de 1980, dia que coincidiu no calendário hebraico ao dia 3 de Kislev. Ora, a gematria Mispar Kollel de 3 de Kislev (ג בכסלו) é exatamente 123, a mesma de Chaim Vital.

“Se uma pessoa faz uma ação da maneira correta, ela recebe uma quantidade da alma de uma pessoa justa que deixou este mundo. Em seu comentário no Sulam, Rav Ashlag diz que uma pessoa não pode crescer espiritualmente, a menos que receba a assistência e pequenas partes da alma de uma pessoa justa, chamado ibur.”[4]

Devido a esta experiencia, eu desistiria de viajar para os EUA a convite do pastor que havia me convidado para residir lá e ser ministro em sua congregação. Na verdade, o próprio pastor motivado pelo Divino Espírito, desistiria de me levar antes mesmo que eu desistisse. Voltei para São Paulo e no início de junho viajei de volta para a cidade de Dom Cavati onde Clélia residia. Meu desejo era me casar com ela. Eu pouco sabia sobre reencarnação e não havia tido contato com o Sha’ar Há’Gilgulim nesta vida ainda e, portanto, não conhecia seus mistérios.

Depois de algumas semanas em Dom Cavati, eu retornei para São Paulo para pegar algumas dos meus pertences e roupas e, no dia 15 de julho, embarquei de volta para Dom Cavati para residir na casa que havia alugado e me casar com Clélia. Eu não sabia que esta relação era temporária e terminaria assim que a transmigração se completasse.


Dom Cavati - MG


Durante minha estadia em Dom Cavati, Clélia entrou em profunda depressão e me pediu pelo fim do nosso relacionamento. Sua depressão, é claro, se dera em razão de que ela estava perdendo a alma que era a centelha de Chaim Vital destinada a mim. A gematria do nome Cavati (קוואטי) é igual a 132 que é a mesma de Gilgulim. Ora, o Rabino Chaim Vital fora o autor do Sha’ar Há’Gilgulim – O Portal das Reencarnações – no qual ele reunira os ensinamentos do seu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria, o Ari’zl sobre os segredos bíblicos da reencarnação.

“Há três maneiras principais que podemos merecer um ibur. Uma é fazendo uma ação pela qual o justo era conhecido, da fonte de sua alma. Por exemplo, a grande ação do Rav Pinchas ben Yair era compartilhar. Então, se uma pessoa faz uma grande ação de compartilhar, pode provavelmente obter a centelha da alma de Rav Pinchas ben Yair, ou se uma pessoa tem grande humildade, que era uma das qualidades de Moisés, ela pode receber uma centelha da Luz de Moisés. A segunda maneira é através do estudo. Quando lemos o Zohar, por exemplo, recebemos uma injeção de ibur uma centelha de Luz, da alma do Rav Shimon Bar Yochai. E o terceiro caminho é ir aos sepulcros dos justos. Fazemos isso para pedir que uma parte de sua alma entre em nossa alma.”[5]. 


Sobre Reencarnação

Foi no Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) que a reencarnação foi retirada do cristianismo pelo imperador Justiniano e sua esposa Teodora. Essa história da influência de Justiniano e Teodora no citado concílio, de um modo geral, não é abordada pelos historiadores, certamente, para evitarem conflitos com a Igreja, com as contradições e adulterações na Bíblia cristã e os dogmas do cristianismo.

"Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem, Para trazer a sua alma de volta da cova, e a iluminar com a luz dos viventes. "

הֶן-כָּל-אֵלֶּה, יִפְעַל-אֵל-- פַּעֲמַיִם שָׁלוֹשׁ עִם-גָּבֶר. ל לְהָשִׁיב נַפְשׁוֹ, מִנִּי-שָׁחַת-- לֵאוֹר, בְּאוֹר הַחַיִּים.

Jó 33:29,30

No versículo é usado o termo "Shachar (שָׁחַת)" que é uma alusão ao poço das almas, o Sheol, o antigo mundo dos mortos (עולם המתים הקדום הנזכר בתנ"ך) mencionado no Tana'k (Bíblia hebraica).

O Escorpião Na Parede

Minha última noite em Dom Cavati foi de imensa tristeza e choro. Na manha seguinte quando acordei, olhei para a parede do quarto e havia um escorpião amarelo agarrado a ela, imóvel, me espreitando como se tivesse mesmo vindo apenas para me instruir. Era um sinal da alma de Chaim Vital. Claro que, naquele momento eu não poderia saber disso. À noite, embarquei de volta para São Paulo. Em 1º de outubro de 1999, noite de 21 de T’shiri na qual se celebra Roshaná Rabá, eu entrei pela primeira vez em uma sinagoga para nunca mais sair.

A mensagem deste artrópode estava na palavra hebraica para escorpião que é Akrav (עקרב) e cuja gematria é igual a 372 e esta, por sua vez, é a mesma e exata numerologia cabalística da expressão "Lo Rabbi Chaim Vital (לו רבי חיים ויטאל) que se traduz "Para ele (a centelha) do Rabino Chaim Vital)." Como este evento poderia ser um acaso do universo? Eu não sabia que o Rabino Chaim Vital tinha sido do signo de Escorpião.

Sobre o meu signo nesta vida, Gêmeos, a astrologia cabalística diz "Se você nasceu em 1966 e é do signo de Gêmeos, significa que em sua ultima vida você foi Escorpião...


Alcançando O Rúach Ha'Qodesh 
Espírito Santo

"O quarto caminho que é maior do que todos eles (caminhos) é que ele merecerá uma revelação da alma de um antigo tsadic que morreu (como o rei Salomão). Se a partir de um daqueles que são de sua alma raiz (ou seja, perto da raiz de sua alma), como é conhecido ou de outro, mas porque ele realizou um mitzva (excepcionalmente) semelhante a este tsadic. Aquele que merece esse nível, alcançará que eles lhe ensinarão sabedoria e segredos e maravilhas ocultas da Torá. Tudo isso está de acordo com suas ações."


Shaerei Qedush (Portais da Santidade)

O que é o Espírito Santo (Rúach Ha'Qodesh)? É a centelha de alma de um tzadiq (Justo da Torah) que é dada por reencarnação em Yibur para aquele que alcançou mérito semelhante a ele em sua vida. Isso foi o que me aconteceu, de acordo com a raiz da minha alma.

No dia 23 de abril de 2001, assinei o contrato de aluguel da casa que seria a sede da K’nesset-Eliahu, contrato que venceria em 23 de outubro de 2003, ano da minha Brit-Milá (Circuncisão). Ora, o dia 23 de abril no calendário gregoriano de 1620 foi o dia do ocultamento da alma do Rabino Chaim Vital em Damasco, na Síria, e o dia 23 de outubro o dia do seu nascimento na cidade de Safed, Israel, em 1942. Minha circuncisão foi em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003), no aniversário de ocultamento da alma do meu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria.

2014
O Despertar

Depois de 13 anos mergulhado no estudo do Zôhar Sagrado o Despertar me alcançou. Na manha de 27 de setembro durante um retiro espiritual, acordei com uma voz me dizendo “Cuidado com a pessoa de um olho só” e logo uma visão me revelou o segredo da minha reencarnação e de onde minha centelha de alma havia vindo. Ora, o dia 27 de setembro é o 270º no calendário solar e o valor 270 possui a gematria da palavra “Ër (ער)” que significa Desperto.

“Quando se diz no Pirkei Avot, "Sua casa deve ser sempre um lugar onde os justos vêm", significa que devemos sempre estar despertando a nós mesmos para a necessidade e a importância de receber ajuda e faíscas dos justos. Mas também diz, que sua casa precisa ser um lugar onde essas almas venham o tempo todo, não apenas de vez em quando. Portanto, temos que nos perguntar: esta semana, que almas, que iburim, eu trouxe para a minha casa, para o meu corpo? Precisa ser um processo constante de trazer iburim, de trazer assistência. É uma das mais importantes preparações para Shavuot, a fim de receber a Luz de Bila HaMavet LaNetzach, a Remoção da Morte.”[6]

O Segredo De Elul

Por que eu fui concebido no mês de Elul? Durante muitos anos eu usei, no dedo anular da mão esquerda, que é Yesod na Árvore das Vidas, um anel com a gravação em revelo escrita E.L.U.L que é o nome do 6º mês hebreu, o de virgem e um acrônimo para o versículo de Shir Há’Shirim[7] “Ani Le’dodi Ve’dodí Lí (אני לדודי ודודי לי) – Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu.” A gematria deste verso é igual a 185 e este valor é o mesmo da afirmação “Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)” que se traduz:

EU SOU CHAIM VITAL
אני חיים ויטאל




O Artesão Da Luz