2 beSivan - 29, maio, 2025 (restando 216 dias para o final do ano, da gematria de H’Ari) sonhei e vi o Rav MishaËl ensinando Kabbalah a uma porção de gente na pracinha ao ar livre, na frente de uma grande parede com manchas brancas.
Então desceu um raio azul do céu, cujas bordas eram brancas e eletrizadas e imprimiu na parede a expressão em hebraico com Nekudot “כִּי־טוֹב” Ki Tov, o raio estava se comunicando com o Rav.
Pirush (explicação): Em Kalach Pitchei Chochmah de Rabbi Chaim Luzzatto, capítulo 16 somos informados sobre a contemplação da visão profética das Sefirot através do espelho Malchut, e diz:
“As Sefirot brilham com dois tipos de luz, uma luz direta (Ohr Yashar) e uma luz de retorno (Ohr Chozer): Nenhuma luz completa sua função a não ser quando ela sai e depois retorna à sua fonte. Ou seja, ela desce até o ponto mais baixo com força, e então, ao subir, deixa abaixo uma medida, algo do que continha, e se eleva. E assim, o grau (madrigá) permanece estruturado em sua construção. E assim ocorre com todas elas. Na visão profética esses dois tipos são observados.
Após as graduações descerem de Keter até Malchut, Malchut retorna e se torna Keter. E assim continua esse ciclo, até que Keter se transforme novamente em Malchut.
E esta visão se apresenta como a visão de um relâmpago intenso, como uma lâmina flamejante que sai — e a princípio se vê que ela emerge de um lado e segue para outro. E imediatamente se vê que se inverte, do segundo lado para o primeiro.
Assim são as dez sefirot, em qualquer lugar em que se manifestem — quando são contempladas, são vistas assim: Keter emerge primeiro da Fonte, e as graduações descem até Malchut.
Depois, vê-se que Malchut em si retorna a ser Keter, e sai novamente do Ein Sof, bendito seja Ele.
E isto porque o Ein Sof, bendito seja Ele, envolve a visão das sefirot por cima e por baixo. E eis que a luz se inflama desde o alto, desce e se espalha para baixo. E à medida que se expande, vai se enfraquecendo. E quando atinge o ponto mais baixo, retorna à Fonte que está abaixo, ou seja, o Ein Sof, bendito seja Ele, que envolve por baixo.
E então volta a se inflamar, de baixo para cima, pelo mesmo caminho.
E isso é o que significa: "E os seres vivos corriam e voltavam, como o brilho de um relâmpago" (Yechezkel 1:14).
Quando uma determinada luz precisa fazer um ou vários níveis, ela desce sem falhas e sem obstáculos, mas com grande poder. Então, ela ascende novamente, deixando para trás o que deixa (ou seja, um traço – reshimu – de sua radiação, ou seja, o nível que permanece lá embaixo)”. (Fim da citação)
Agora, o que são as letras (Otiot) que o raio imprimiu na parede? Vejamos Petichá LeChochmat haQabalah do Baal HaSulam, a partir do capítulo 46 e veremos isso de modo simples: A luz direta que se expande para baixo é chamada Taamei, a memória (Reshimo) que essa luz deixa é chamada Tagin; a luz que retorna para envolver a luz que desceu é chamada Nekudot, e a memória ou o resquício (Reshimo) que ficou dessa luz de retorno é chamada de Otiot (letras) ou kelim (vasos).
Veja Zohar Sipra deTzniuta 2:11 “E os seres viventes iam e vinham" [Ezequiel 1:14 ], como está escrito: "E viu Deus a luz, e eis que era boa" [ Gênesis 1:4 ], "Dizei que o Justo é bom" [ Isaías 3:10 ].
Eis que a parede é Malchut, a conclusão de todos os graus.
A expressão “Ki Tov” aparece primeiramente em Bereshít 1:4 a respeito da Luz “Vayar Elohim et-ha’or ki-tov” - E viu Elohim que a Luz era boa. O sobrenome “Vital” (ויטאל) de Chaim Vital aparece ali a cada três letras. Investigue o Zôhár que esclarece que este versículo refere-se a Moisés, nosso mestre sobre quem se disse em Shemot 2:2 “E viu-o, que era bom” (וַתֵּ֤רֶא אֹתוֹ֙ כִּי־ט֣וֹב ה֔וּא) sobre Moshe.
וַיַּ֧רְא אֱלֹהִ֛ים אֶת־הָא֖וֹר כִּי־ט֑וֹב
ילאוט
ויטאל
Em Shaár HaGilgulim, Introdução 38, o Rav Chaim registrou:
“O Rabi Iehudá Baguiliair também me disse que o meu mestre lhe contou sobre a proximidade que meu mestre tinha comigo. Isso porque as três letras: '' - אב׳י Alef, Bet e Iud estavam aludidas no nome de: '' עקיבא — Akiva, de trás para frente. Ele não quis me explicar mais do que isso, mas também me disse que sobre mim foi dito: "O que já foi voltará a ser" (מַה־שֶּֽׁהָיָה֙ ה֣וּא שֶׁיִּֽהְיֶ֔ה) - Kohelet 1:9 cujas iniciais em hebraico formam o nome: ''Moshé”. A questão é que do mesmo modo que o Rabi Akiva ensinou Torá para seus 24.000 alunos e para todo o mundo, eu faria o mesmo, com a ajuda do Santíssimo, bendito seja.”
E hoje, o mundo inteiro aprende os segredos da Torá (Qabalah) pelas palavras de nosso mestre, o Rav Chaim Vital z'l. E é por isso que o Ruach haQodesh, no sonho, imprimiu na parede o grau espiritual chamado "Moshe", pois ele é o professor de todo Israel.
Não se afastará o cetro de Yehudá, até que venha Shiló (לֹֽא־יָס֥וּר שֵׁ֨בֶט֙ מִֽיהוּדָ֔ה וּמְחֹקֵ֖ק מִבֵּ֣ין רַגְלָ֑יו עַ֚ד כִּֽי־יָבֹ֣א שִׁילֹ֔ה וְל֖וֹ יִקְּהַ֥ת עַמִּֽים:) - Bereshit 49:10
Já foi insinuado no livro do Zôhar, no Ra’aya Meheimna, e no livro dos Tikkunim, que Shiló (שִׁילֹ֔ה) em guematria é Moshe (משה) igual a 345. E ele também é o Mashiach ben David. E a explicação deste assunto é conforme o que te informei na parashá Bereshit, a respeito do pecado de Adam haRishon: que todas as almas estavam incluídas nele, e ele possuía nefesh, ruach e neshamah dos três mundos BYA (Briá, Yetzirá e Assiá), e nefesh, ruach, neshamah e chayah dos quatro partzufim de Atzilut, que são Nukva, Zeir Anpin e Aba veIma. Por isso Adam haRishon (Adam, o primeiro) é chamado “Adam”, no segredo de Chochmah, Aba Ilaá de Atzilut, que é chamado Adam haRishon, pois Zeir Anpin é o segundo Adam.
E depois, quando pecou, foi diminuído e ficou na medida de cem amot, chamada “a chalá do mundo”, como mencionado ali. E quando veio Moshe Rabbenu, ele retificou grande parte de Adam haRishon, e por isso mereceu subir até Ima de Atzilut.
E que havia nele todos os aspectos desde nefesh de Assiyah até o aspecto de neshamah de Ima de Atzilut.
E eis que sobre o Mashiach ben David está dito: “Eis que prosperará meu servo; será elevado, exaltado e muito elevado” (Isaías 52:13): elevado mais que Avraham, exaltado mais que Yitzchak, elevado mais que Yaakov, muito mais que Moshe. E o sentido disso é que o Mashiach ben David alcançará até o aspecto de chayah de Aba de Atzilut, chamada “neshamah da neshamah” (Chayá), algo que nem mesmo Moshe alcançou.
E assim se conclui que o primeiro pastor, que é Moshe, é ele mesmo o último pastor, como insinuaram nossos sábios no Midrash. E este é o segredo de “como nos dias da tua saída da terra do Egito, lhe mostrarei maravilhas” (Micha 7). Portanto Shiló, que é o Mashiach e Moshe, somam um só, pois é o mesmo — apenas que o Mashiach é a neshamah da neshamah de Moshe.
Sulam Zohar Bereshit I, 262:
Se retornam em teshuvá, está dito sobre eles: “e Hashem lhe mostrou uma árvore” (Shemot 15:25), e esta é a Árvore da Vida, e nela “as águas se adoçaram”. Pois então se afasta a amargura e o veneno da morte da Torá (o Pshat), e se revela nela a doçura que é o elixir da vida (o nível da Qabalah).
E este é Moshe Mashiach, sobre quem foi dito: “e o bastão de Elohim está em minha mão”. A Árvore da Vida é Moshe Mashiach, isto é, a neshamah de Moshe que será revelada com a vinda do Mashiach. Como está dito sobre ele antes da vinda do Mashiach: “o bastão de Elolim está em minha mão” (Shemot 17:9). Este bastão é Metatro"n, de cujo lado há vida e de cujo lado há morte, pois ele se transforma de serpente em bastão e de bastão em serpente. Quando se transforma em bastão, ele é ajuda para Moshe do lado do bem (O Sod da Torá - Atzilut), e a vida é atraída dele. E quando se transforma em serpente (Peshat, Remez e Derash - Mundos da Separação BYA), ele se torna oposição a Moshe, pois então há morte do seu lado, e imediatamente Moshe foge diante dele.
"Aquilo que foi, isso é o que será." Os sábios disseram: no futuro, as gerações se reunirão diante do Santo, bendito seja, e dirão perante Ele: “Mestre do mundo, quem dirá diante de Ti um cântico primeiro?” E Ele lhes dirá: “No passado, não disseram cântico diante de Mim senão a geração de Moshe, e agora não dirá cântico diante de Mim senão ele.” Qual a razão? Como está dito: “Cantai ao Hashem um cântico novo, Seu louvor desde os confins da terra, os que descem ao mar e tudo o que nele há” (Isaías 42:10).
(...) Rabi Berechiah disse em nome de Rabi Yitzchak: assim como o primeiro redentor, assim será o último redentor. Assim como o primeiro redentor — como está dito: “Moshe tomou sua esposa e seus filhos e os fez montar sobre o jumento” (Shemot 4:20) — assim também o último redentor, como está dito: “humilde e montado sobre um jumento” (Zechariah 9:9). Assim como o primeiro redentor fez descer o maná, como está dito: “eis que farei chover pão dos céus” (Shemot 16:4), assim também o último redentor fará descer o maná, como está dito: “haverá abundância de grão na terra” (Tehilim 72:16). Assim como o primeiro redentor fez subir a fonte de água, assim também o último redentor fará brotar as águas, como está dito: “uma fonte sairá da casa do Hashem e irrigará o vale de Shitim” (Yoel 4:18).
"- Você está há muito tempo na estrada e a estrada muda um homem..."
Will Macklin - Velozes & Mortais
Uma estrada pode ser assustadora, mas também pode ser um caminho para uma bênção, uma vereda para a revelação. Assim, aconteceu comigo. Era o ano de 1999...
Havia três anos que a alma do meu mestre, o Arizal, tinha vindo e durante um sonho, me levado a Saféd e para a antiga caverna onde ficava sua sinagoga. Ele havia feito isso para despertar a minha alma que é a centelha do Rabino Chaim Vital.
Em 1998, o meu mestre veio, novamente, até mim por Ibür, em um senhor, um judeu messiânico chamado Paulo que morava na rua Tanque Velho número 667. Ora, o nome Paulo (que também é o meu) possui gematria igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital e o valor 667 é o resultado em gematria de Rabbi Itzchaq Lúria, o Arizal. O que eu ainda não sabia mas que descobriria no futuro era que meu mestre estava presente desde que eu estive no ventre de minha mãe.
Tanque Velho, 667
Em 1999, eu estava inquieto e insatisfeito e havia nascido em mim um desejo enorme por mudança de lugar. Escrevi um anuncio oferecendo meus serviços como músico e um pastor, um evangivaldo (mequetrefe como todos os outros) me respondeu me convidando para viajar com ele pelo interior de Minas Gerais para ministrar música enquanto ele pregava. Ali, eu ainda acreditava que poderia haver algo bom no cristianismo. Aquela viagem, destruiu aquela crença ilusória.
Aceitei ao convite do pastor, que naquele ano ainda residia nos EUA onde tinha sua igreja e, no dia 19 de abril, me encontrei com ele em Belo Horizonte para, no dia seguinte, em um Wolksvagem Gol cor verde, iniciarmos a viagem pela BR381. Era o inicio da minha jornada pela autoestrada do despertar, o caminho místico para a aurora da minha alma.
Escrito na imagem acima com o Gol verde, está a transliteração para o hebraico de BR381, o código que começaria a revelar a minha reencarnação e o meu destino. A gematria de BR381 é igual a 583.
No dia 3 de maio, depois de muitos dias de viagem, eu me encontrei com a pessoa que seria um gatilho para a centelha de Chaim Vital que já me circundava e estava destinada a transmigrar definitivamente para dentro de mim. Ora, o dia 3 de maio é o 123 dia no ano solar e a data na qual 379 anos no passado, havia se ocultado a alma do grande mestre, o Rabino Chaim Vital. Sim, o Rabino Chaim Vital havia falecido no dia 3 de maio de 1620.
O nome da jovem, Clélia (קליליה) cuja gematria é igual a 185 e que é o segredo da declaração "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) e que se traduz "Eu sou Chaim Vital." Clélia, assim como Chaim Vital, havia nascido sob a influência de Aqrav (Escorpião) no universo no dia 14 de Cheshvan do ano hebraico 5741 (התשמ"א). A gematria AVGAD de Akrav é igual a 583 e a Albam de 5741 (1981) é igual a 132 que é a mesma de Gilgulim (Reencarnações) e o mestre Chaim Vital é o autor do Sha'ar Ha'Gilgulim - O Portal das Reencarnações.
No mesmo ano me mudei por alguns meses para Dom Cavati onde Clélia residia. Uma noite antes de retornar à Suzano, acordei com um ESCORPIÃO amarelo na parede da casa que tinha alugado lá. Lá estava novamente o número 583 acenando para minha alma...
Dois anos depois, novamente o meu mestre veio e me deu a sua semichá (ordenação rabínica) e mudou meu nome para Rav Misha'Ël. Ora, o título Rav (רב) tem as mesmas letras de BR (בר) e Misha'Ël possui a gematria igual a 381. Isso foi na noite de Hilulá de Moshê, nosso mestre (7 de Adar) e o Rabino Isaac Lúria foi uma reencarnação de Moshê. Somando a gematria das letras de Rav Misha'Ël (רב מישאל) o resultado é igual a 583. Alguns dias depois e não por acaso, o meu mestre, o Arizal, me conduziu para morar na casa que ele já havia preparado, a casa 583 e no mês de Touro (מזל שור) cuja gematria é igual a 583...
O rabino Chaim Vital havia se ocultado em 3 de maio de 1620, no dia 30 de Nissan do ano hebraico 380. No ano 381 foi o seu primeiro Hilulá e e 381 anos depois, eu seria novamente rabino.
Quatorze anos depois desses eventos, no dia 27 de setembro de 2014, eu alcancei o despertar e todas as almas em mim acordaram e eu soube as minhas reencarnações. Eu tinha 583 meses de vida...
Em 22 de novembro de 2019, encontrei com o Rabino Joseph Saltoun na sinagoga de Mogi das Cruzes. Na shabat, dia 23, fizemos o miqevê na piscina da casa da avó do rabino Gabriel Grinberg. Depois do miqevê, o rabino Joseph Saltoun quis saber a minha história e eu contei à ele. À noite, ele se virou para mim e declarou: Você foi um dos alunos do Arizal...
O que eu não contei ao Rabino Saltoun foi que eu já sabia pois o próprio Arizal já havia me revelado. Ele me havia conduzido ao despertar.
"Estou surpreso que as pessoas deste mundo não prestem atenção às palavras da Torá ou à compreensão da razão de sua própria existência no mundo!"
Em época de Páscoa cristã, sempre quando se menciona o crucificação de Yeshu'a, se torna comum encontrar postagens e artigo teológicos que mencionam o "véu do templo sendo rasgado" e, em suma, a mensagem de todos estes artigos é a mesma: Não havendo o "véu" o caminho até o Divino está aberto para sempre, uma vez que, anteriormente, somente os Cohanim podiam ter acesso ao Qodesh Ha'Qodashim (Santíssimo dos Santíssimos).
O que se nota em todas essas postagens e artigos é que, depois de 2.0000 anos a Sabedoria e a Compreensão ainda continua longe da teologia e nada novo se produziu que revelasse o mistério e que, nem mesmo o "véu" tendo, de acordo com o novo testamento, se divido ao meio, os líderes cristãos se quer tiveram acesso ao "Heichal Ha'Sodót (היכל הסודות) - Palácio dos Mistérios - do qual os Profetas obtinham sustento e revelação da profecia. Na verdade se nota que, sequer compreenderam ainda o que o referido "templo" mencionado nas Escrituras do Novo Testamento é...
Em resumo, tais lideres cristãos e teólogos que constantemente e, por muitas vezes, se utilizando de certa violência, para impor o cristianismo como uma religião verdadeira e a única capaz de conduzir a humanidade ao Divino, até hoje, 2.000 anos depois do aparecimento de Yeshu'a, não sabem nem este e nem qualquer outro segredo espiritual que lhes tenha sido revelado diretamente dos Palácios Celestiais.
A pergunta que deveria ter sido feita era: Qual foi esse templo mencionado lá no qual o véu foi partido e, de fato, qual era esse véu?
O Templo
Tando no Evangelho de Marcos como também no Evangelho de Lucas, o termo usado no hebraico para se referir ao Templo foi "Heichal (היכל)" e que significa verdadeiramente "Palácio" e é o termo usando na tradição Cabalista para se referir aos "Sete Palácios Celestiais" chamados "Sheva Heichalot (שבע היכלות)" e não ao "Beit Ha'Miqdash (בית המקדש)" que foi edificado por Sh'lomô Ha'Melech e restaurado por Hordos (Herodes). Vejamos Marcos e Lucas:
"E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo."
Na transliteração para o hebraico, lemos: "U'paróchet ha'Heichal niqrah li'shinayim qerayim milmaelá limatá." Claramente notamos aqui a ausência do uso do termo "Beit Ha'Miqdash" deixando claro que, o templo mencionado se refere a um dos Palácios celestiais e não ao templo físico restaurado por Herodes, ou seja, NENHUM VÉU SE RASGOU NO TEMPLO DE SALOMÃO.
Na transliteração de Lucas vemos o mesmo: "U'paróchet ha'Heichal niqráh li'shinayim qerayim." Ai está, novamente, o termo Heichal aludindo e reforçando que a "PARÓCHET (lit. Cortina)" que se rasgou foi uma outra que não a Paróchet que separava o Átrio do Santo dos Santos.
Se não foi a paróchet que separava e protegia o Santo dos Santos dentro do qual a Aron Ha'Bereti (Arca da Aliança) era mantida, qual foi, então, a paróchet que se rasgou? Vejamos outro versículo do Novo Testamento.
"E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles."
A palavra usada neste versículo e que foi traduzida para "véu" e diferente da usada em Marcos e Lucas e que foi Paróchet (פרכת) que é Cortina. A usada neste versículo supracitado tem raiz em "massach (מסך)" que significa "tela" que é algo usado como um "filtro" para "filtrar a luz" e que, de acordo com a Sabedoria do Zôhar, precisa ir sendo tirada gradualmente para que a Luz dos mundos superiores não nos queime.
O que se está dizendo no versículo citado de Coríntios é que, quando a Torá era lida, os seus mistérios sagrados não era abertos a eles, pois permaneciam escondidos às consciências e a Torá Ne'elam permanecia oculta.
O véu mencionado em Marcos e Lucas que se retirou, foi a cortina que encobria os mistérios que Yeshu'a lhes tinha ensinado e que eles não haviam compreendido e que agora estavam claros às suas consciências.
O templo sagrado é uma alusão ao corpo humano. O Santo dos Santos é a Cabeça dentro da qual está a Arca da Aliança que é a Glândula Pineal que é chamado de "Beit-El (בית-אל) - Casa de D'us" dentro da qual residente a Neshamá (Alma Divina). O altar no qual está acesa a Ner Tamid (Lâmpada Eterna) é o coração do qual brota do fogo do constante amor pelo Divino.
Conclusão
O véu foi a cortina que encobria a consciência espiritual sobre os segredos que Yeshu'a lhes tinha comunicado e, agora, eles tinham livre acesso ao Heichal Ha'Sodot (Palácio dos Mistérios) se se alimentavam constantemente dos mistérios sagrados escondidos na Torá.
Aqui, deixamos claro que, o véu que encobre a consciência do cristianismo permanece até hoje, pois eles não tem acesso aos mistérios divinos a não ser quando um cabalista lhes revela o segredo interior de algum versículo da Torá e que, mesmo assim, ainda permanece encoberto, pois há um outro véu que precisa ser retirado que é a cobertura do prepúcio que encobre "Yesod" e que, completa, com a adição da Letra "yud (י)" o Nome Divino "Shadda'i (שד"י)" afastando as sombras produzidas pelas letras "Shin e Dalet (ש"ד)" que formam a palavra "She'd" que significa "Demônio" e que não lhes permite compreender os segredos de D'us. Eles precisam da Circuncisão...
"Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho de luzes, e a terra lançará de si os mortos."
Isaías 26:19
"E o mestre, Shimon Bar Yochai, tirou deles o medo da morte, enquanto os consolava, dizendo: "Sabei que os corpos dos mortos voltarão a viver com as mesmas almas que tiveram antes. E renovarão a face do mundo. As almas dos que hão de ser ressuscitados estão sempre na presença do Todo Poderoso, esperando Seu sinal para irem e animarem os corpos. No momento da Ressurreição, D'us fará com que caia um Orvalho sobre a terra, na qual os mortos estavam enterrados, e estes se levantarão. Esse Orvalho vem da Árvore das Vidas, e é um Orvalho de Luz."
Zôhar - Revelações Sobre A Ressurreição Dos Mortos
Quando Viria A Ressurreição?
O Zôhar nos fala de dois tipos de ressurreição, sendo uma a restauração das almas aos corpos e outra a ressurreição e a liberação dos túmulos dos corpos que antes jaziam sobre o domínio da morte.
O Rabino Avraham Azulai, grande Cabalista medieval (1570-1643) revelou uma conexão extraordinária entre o poder de limpeza da Água (a Sabedoria Escondida da Toráh) e as energias negativas (Tumá) que influenciam nossas vidas e quebram nossa conexão com a Luz do Criador e o Ano 5760 (2000) no calendário hebraico.
O segredo desta imersão ritual (miqeváh) é o mergulho dentro das sefirot Chochmá e Bináh na Árvore das Vidas que são a Sabedoria Escondida da Toráh e a Compreensão Divina. Este é o verdadeiro mergulho na miqeváh (reunião de águas). A Toráh é chamada Água.
"Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas impurezas e de todos os vossos ídolos vos purificarei."
O termo usado no versículo mencionado acima para "impurezas" foi "tumeoteichem (טֻמְאוֹתֵיכֶם)" cuja raiz é o próprio termo hebraico bíblico "tamê (טָמֵא)" e que se refere aos 400 grupos caóticos de energia negativa. As águas que no versículo são "mayim (מַיִם)" são o segredo da Era Messiânica que chamamos Era de Aquários porque são as inciais de "Matai Yavô Mashiach (מתי יבוא משיח?)? cujo significado é a pergunta "Quando virá o messias?"
A Era De Aquário
De acordo com a tradição da Toráh que nos foi transmitida por Moshê rabeinu (Moisés, nosso mestre), a piscina ritual deveria ser cheia com 40 Sa'Ot de águas. Uma sa'ah é igual a 144 ovos de tamanho normal e logo, 40 sa'ot é igual a 5.760 ovos. O valor 144 contém a gematria do termo bíblico hebraico "Qédem (קֶּדֶם)" cujo verdadeiro significado é "a partir do oculto não revelado". O valor 5.760 é uma referência secreta ao ano no luach hebraico 5.760, ou seja, o ano 2.000 no calendário gregoriano. Este foi o ano determinado pelo Qadosh, Baruch Hú, para que as almas dos antigos israelitas e das almas dos sábios retornariam para animar os corpos novamente e iluminar o mundo com a Sabedoria Escondida da Toráh.
"E os homens terão um conhecimento perfeito das coisas divinas. Então, todas as criaturas saberão que a alma que as anima é a Alma de Vida, a Alma de Felicidade, a Alma que recebe os grandes deleites diretamente do alto e os transmite ao corpo. E todos aqueles que tiverem o privilégio de saborear esse júbilo exclamarão: "Quão doce és tu, Amor repleto de deleites!" E seu júbilo será tal que a inteligência do homem nem sequer pode compreendê-lo."
Zôhar - Revelações Sobre A Ressurreição Dos Mortos
Então, em 26 de junho de 2000, isto é, no ano 760 do 5º milênio, ou seja, no ano 5.760 após a criação de Adão, o genoma humano foi decifrado e mapeado. Francis Collins e J. Craig Venter anunciaram, em cerimônia na Casa Branca, com a presença do presidente Bill Clinton, que haviam completado o primeiro mapeamento do genoma humano. O dia 26 de junho foi, naquele ano, o 178º dia no ano solar e este valor, o 178, possui a gematria do termo "Mequbal (מְקוּבָּל)" que se translitera como "Cabalista". O número 26 possui a gematria do Nome Divino, o "Yud Hê Vav Hê (יְהוָה)" que está codificado no Genoma Humano.
"E plantou o Yud He Va He Elohim um jardim no Éden Mi-Qedem e colocou lá o Adão que havia formado."
Na verdade, o passuq (versículo) contem um segredo muito mais elevado do que a tradução literal parece nos querer informar. Vejamos em uma tradução aberta pela Sabedoria divina:
"E plantou o "Yud He Va He Elohim" um gene no ADN Mi-Qedem e o colocou lá, naquele lugar, o Nome, no "alfabeto (alef-tav) do Adão que havia formado."
גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם
O Genoma Humano estava destinado a ser revelado naquele ano, no 5760 após a criação de Adão, no mesmo ano no qual as almas dos Chachahim Mequbalim (Sábios Cabalistas) estavam destinados a despertar nos corpos nos quais foram reencarnados.
Na Torah Bereshit (Gênesis) o ano 5760 aparece codificado a cada 5048 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) e logo acima dele está o versículo que decodificamos em linhas prévias neste assunto e, cruzando o ano 5760 (התש״ס) está escrito "... assá et ha'Adam be'aretz (fez o alfabeto de Adão na terra...)".
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Orvalho de Luzes
A expressão "Orvalho de Luzes" vem do hebraico bíblico "Tal Orót (טַל אוֹרֹת)" e é extraída do Profeta Ishayahu (Isaías) pereq 26, passuq 19. Este é o mesmo Orvalho do qual o Maná foi criado e é o segredo de Zeir Anpin - a Face Curta de D'us - na Árvore das Vidas que é formada pelas Luzes "Chessed, Guevurá, Tiféret Netzach, Hód e Yesód" e que é chamada também de "Toráh Escondida" enquanto Malchut que é o nosso mundo é chamada de "Toráh Revelada". A gematria de "Tal Orót (טַל אוֹרֹת)" é 646 que é a mesma de "Matan Iosef (מתן יוסף)" que significa "Dado a José." Mas, o que foi dado a José? Primeiro, Yesód na Etz ha'Chaim (Árvore das Vidas) é a Merkavá (Carruagem Divina) de Ioséf ha'Tzadiq que nós conhecemos como "José do Egito". Yesód é o local do Heichal ha'Sodót - O Palácio dos Mistérios - de dentro do qual os Profetas recebiam revelações. Matan (מתן) é escrito com as letras Mem (מ), Tav (ת) e Nun Sofit (ן) que são as Roshei Teivot (Iniciais) de "Mi-Torat Nistar (מ-תורת נסתר)" que se traduz "a partir da Toráh Escondida". Logo, compreendemos que a Ioséf foi dada da Toráh Escondida, os segredos não revelados da Toráh e compreendemos também que, o Orvalho de Luzes são os mistérios dos céus (Zeir Anpin) que seriam abertos a partir do ano 5760 (2000 no calendário greco-romano), o início do Orbe da Era de Aquárius. Nesta época as almas dos chachamim (sábios da Toráh) começariam a ser ressuscitadas!
O Segredo Da Ressurreição
No momento da fecundação, a alma destinada para aquela concepção de acordo com os méritos do casal, mergulha para dentro do ventre da mulher trazendo o DNA da alma e imprimindo este mesmo ADN no corpo que começa a ser construído.
"As vinte e duas letras do alfabeto divino (hebraico) estão impressas em cada alma, que, por sua vez, as imprime no corpo que anima."
Zôhar - Os Tipos De Homen
Está é uma grande revelação e compreendemos através deste Sód (segredo escondido da Toráh) que o DNA do corpo é o mesmo que o DNA da alma e, portanto, o corpo será o mesmo que a alma teve em uma encarnação anterior.
"Sabei que os corpos dos mortos voltarão a viver com as mesmas almas que tiveram antes. E renovarão a face do mundo."
Zôhar - Revelações Sobre A Ressurreição Dos Mortos
O Grande Milagre
Em 1996, sonhei que eu estava dentro de uma caverna onde havia um Aron ha'Qodesh e pessoas dentro desta gruta cantavam uma canção que eu jamais havia ouvido e quando acordei, mesmo sem ter um conhecimento prévio do hebraico, comecei a entoá-la. Esta canção era o Mah Tovú e ali teve o inicio da ressurreição da alma que eu havia recebido na minha concepção, a alma do Sábio Chaim Vital e como tudo o que me ocorrei deste aquele dia, o Qadosh, Baruch Hú, revelou também a evidência desse milagre.
Sonho Laboratório De DNA
Na madrugada de 23 de Abril de 2006, sonhei que estava em um Laboratório de Teste de DNA e minha intenção era clara: Obter informações sobre exames de DNA. Acordei e anotei o sonho e a data. Eu nada sabia sobre o que viria e nem o segredo da data de 23 de abril.
Cinco anos se passaram e, em abril de 2011 eu ganhei, de um aluno meu, um médico cirurgião plástico e que hoje vive nos EUA chamado Mario Eduardo Albano e que é uma reencarnação de um judeu morto em Auschwitz, um kit para exame de DNA e no dia 11 de abril, ele mesmo colheu o material e o enviou à Family Tree DNA nos EUA para a realização do teste. O resultado saiu em 2 de julho de 2011 e revelou que eu sou pertencente ao Haplogrupo G e minha mutação é a M201+.
Em 2014 eu despertei e descobri que eu carrego um tesouro no meu corpo, a alma de um antigo rabino místico chamado Chaim Vital que foi o mais proeminente aluno do Leão de Safed, o Rabino Yitzchaq Lúria, de abençoada memória.
Em 1 de novembro de 2014, o Sagrado, bendito seja Ele, me conduziu para descobrir um Código onde o nome Chaim Vital está criptografado junto com o meu nome civil e também com o meu nome espiritual hebraico que é Misha'Ël.
Neste mesmo texto criptografado, há uma linha que diz "mi-na'ar ve'ed zaqen (מנער ועד זקן)" que significa "desde jovem até a velhice" e cruzando este está a expressão "Y-dna m201+". Abaixo de Chaim Vital está o ano do meu despertar que foi 5774 (2014).
O CÓDIGO CHAIM VITAL
O RESULTADO DO TESTE DE DNA
"Venham e vejam, quando eles despertarem do pó durante a ressurreição (volta das almas antigas em novos corpos), eles se levantarão conforme entraram na sepultura. Se eles entraram coxo ou cegos, eles vão subir coxos ou cegos, ou seja, eles vão subir com a mesma vestimenta (DNA) para que ninguém diga que é outro que foi revivido e não ele. O Santo, bendito seja Ele, irá então curá-los para que eles sejam íntegros diante Dele, e o mundo estará completo em tudo. Então, como foi escrito "naquele dia Hashem será um, e Seu Nome Um (Zecharyah 14: 9)."
Zôhar Parashá Emór
Recentemente eu reencontrei uma foto minha de quando era jovenzinho na qual eu me encontro em frente a uma Kombi branca cuja placa se lê "S 5774 85". O "S" é o inicial hebraico de Sod (סוד) que significa "Segredo" é 5774 (התשע'ד) é o ano hebraico que correspondeu ao 2014 gregoriano. A dezena final, 85 continha outro mistério divino maravilhoso.
Eu vim para está reencarnação destinado ao despertar é alcançar elevados níveis espirituais e assim favorecer o mundo todo. O grande milagre foi que D'us restaurou o DNA do Rabino Chaim Vital devolvendo sua alma ao mundo. Sei que ainda não alcancei o nível total de sua consciência e D'us sabe se vou ou não.
A FOTO
"Desde jovenzinho até a velhice..." é um segredo do Anjo Metatron que é chamado Naar (jovem) porque ele era Enoque e Zaqen (velho) porque ele foi transformado no Príncipe das Faces.
Por que o sonho foi em 23 de abril e não em outra madrugada qualquer? A alma estava manifestando evidências. O rabino Chaim Vital do qual eu herdei a minha néfesh (alma primordial) faleceu em 23 de abril de 1620. Bendito seja o Sagrado que revela os mistérios.
No jornal israelense HAARETZ de 23 de abril de 2013, se lê: "Neste dia na história judaica em 1620 - "O Cabalista Rabino Chaim Vital, morre."
A Alma Está No Sangue
A para diluir toda dúvida de que esta foi obra do Sagrado e não do homem, aqui está o maior dos segredos, o mistério do sangue. A Toráh afirma: "Porque, a alma de toda carne é o seu sangue, sua alma está nele... (Levítico 17:14)".
כִּי-נֶפֶשׁ כָּל-בָּשָׂר, דָּמוֹ בְנַפְשׁוֹ הוּא
No dia 23 de outubro, data de nascimento do Rabino Chaim Vital, eu fui levado por sua alma em mim, a realizar um teste de nível de glicose no sangue. O resultado demonstrou e confirmou a obra do Santo, bendito seja Ele. Veja abaixo:
Na foto clicada do glicosímetro acima, pode-se ver a data e o horário no qual o teste foi realizado e também o resultado, a assinatura da alma de Chaim Vital que é a gematria do seu nome: Cento e vinte e três (123). Que evidência é mais necessária? Pois, foi o Divino quem soprou está alma em minha na minha concepção e a alma tem uma assinatura, pois o sangue é a alma e a alma está no sangue! Meu nome civil possui a mesma gematria de Chaim Vital que é 123 e por que? Quando a centelha sagrada de Chaim Vital entrou no ventre da minha e nada sabendo ela sobre a língua hebraica, o anjo que acompanhava esta centelha sagrada "soprou" aos ouvidos da minha alma um nome que possui a mesma gematria do nome Chaim Vital e assim a inspirando a me chamar Paulo cuja gematria é a mesma de Chaim Vital.
Então, no ano hebreu 5760 eu pisei meus pés, pela primeira vez nesta reencarnação, dentro de uma Sinagoga, quatro anos depois do Despertar da alma de Chaim Vital e no ano 5761, 381 anos depois do seu falecimento eu fui ordenado novamente um rabino pela alma do meu mestre, o Sagrado Arizal. O primeiro aniversário de falecimento de Chaim Vital foi no ano 381 do 5º milênio (5381) e meu nome espiritual, Misha'Ël possui gematria igual a 381.
GIMATRIA
DNA-CHACHAM
Como explicado linhas acima, a gimatria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas) do meu nome civil que é Paulo (פאולו) é 123 e que por sua vez é o mesmo do nome Chaim Vital (חיים ויטל). O valor 123 é também a gimatria de "Eliahu-Yonáh (יונה אליהו) - Elias-Jonas". Agora, 123 é a mesma gimatria da expressão "DNA-CHACHAM (דנ"א-חכם)" que se traduz "DNA DO SÁBIO" e esse SÁBIO é a alma do mestre Chaim VItal, abençoada seja sua lembrança. O significado disso? Ha'Shem ressuscitou em mim a alma do Rabino Chaim Vital e por isso, por esta razão eu sou um milagre do Seu amor nessa geração. A propósito, a expressão "Néss-Ahaváh (נס אהבה)" que significa "Milagre de Amor" possui a gimatria igual a 123. A obra de D'us é perfeita!
Eu nasci em 10 de junho de 1966 na maternidade do Belenzinho, distrito do Belém, em São Paulo, às 15h42m. O nome Belém vem do hebraico "Beit-Lechêm (בית לחם)" cujo significado é "Casa do Pão." A gimatria Avgad de Beit-Lechêm é igual a 123!
"Os filhos de Belém: Cento e vinte e três."
בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.
Ezra 2:21
Palavra-Chave
Baseado nessa descoberta, fiz de "DNA-CHACHAM" uma palavra-chave criptografia e busquei por ela em toda a Torah. Encontrei apenas uma ocorrência na qual Chaim Vital surgiu em estreita proximidade com "DNA-CHACHAM".
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Acima, na matriz criptografica, no centro na posição vertical em vermelho está "DNA-CHACHAM (DNA DO SÁBIO) e logo abaixo em rosa na posição diagonal está "CHAIM" e na mesma linha ao lado esquerdo está "IOSEF VITAL" junto com a data do seu ocultamento, dia 30 de Nissan. Na mesma matriz surgiu "Na terça-feira, 5 de Av" e na mesma linha "Ha'Ari". Ao conferir no calendário gregoriano a data do ocultamento do ARIZAL, descobri que foi numa terça-feira 15 de julho (calendário gregoriano). Ao lado de "DNA-CHACHAM" está o ano do meu nascimento "1966".
Quando mudo o comprimento da linha de 7.865 letras por linha que é a razão da palavra-chave "DNA-CHACHAM" para 7.869 letras por linha o código muda e, agora, faz-se palavra-chave o nome CHAIM e outras ocorrências surgem como, meu mês e dia de nascimento (10 de junho) em estreita proximidade com o ano 1966. Agora, DNA-CHACHAM (DNA DO SÁBIO) aparece no plural (DNA-CHACHAMIM) pois o nome Lúria também surge na matriz.
"E o mestre, Shimon Bar Yochai, tirou deles o medo da morte, enquanto os consolava, dizendo: "Sabei que os corpos dos mortos voltarão a viver com as mesmas almas que tiveram antes. E renovarão a face do mundo. As almas dos que hão de ser ressuscitados estão sempre na presença do Todo Poderoso, esperando Seu sinal para irem e animarem os corpos. No momento da Ressurreição, D'us fará com que caia um Orvalho sobre a terra, na qual os mortos estavam enterrados, e estes se levantarão. Esse Orvalho vem da Árvore das Vidas, e é um Orvalho de Luz."
Zôhar - Revelações Sobre A Ressurreição Dos Mortos
CONCLUSÃO
Desde 2000, nós estamos vivendo a época que eu chamo, de acordo com as palavras do Profeta Isaías, de "nivelati yequmun (נְבֵלָתִי יְקוּמוּן) - a ressurreição dos corpos e devolução das almas dos sábios aos seus corpos originais", pois, de acordo com o Zôhar, o DNA do corpo é criado a partir do DNA da alma e, se, o DNA é o das almas dos Sábios, o corpo será o mesmo que eles tiveram no passado. Isso já ficou provado quando descobri que o DNA do meu corpo é o mesmo da alma do Sábio que recebei por gilgul e ibür. A gematria Mispar Ne'elam de "nivelati yequmun (נְבֵלָתִי יְקוּמוּן) é igual a 730 que é dez vezes 73 que é a gematria de "Ha'Chacham (החכם) - o Sábio" e também de "Chochmá (חכמה)" que é Sabedoria. Bom estudo!
"Venha e veja, quando eles despertarem do pó DURANTE A RESSURREIÇÃO, eles se levantarão como entraram na sepultura. Se eles entraram coxos ou cegos, eles se levantarão coxos ou cegos, ou seja, eles se levantarão com a mesma vestimenta, CORPO, para que ninguém diga que é outro que foi revivido para a VIDA. O Santo, bendito seja Ele, então os curará para que fiquem inteiros diante Dele, e o mundo seja inteiro em tudo. Então, "naquele dia Hashem será um, e Seu Nome Um" (Zacarias 14:9)."
O Leviathan - Zôhar Parashat Sh'lach Lechá, paragrafo 39: Primeiramente, devo dizer que, as explicações entre parenteses serão minhas. Dito isto, vamos ao texto:
"Um dia, o Leviatã sai no grande mar (a Torá). Todo o oceano treme e todos os peixes (segredos) se espalham em todas as direções. Quando o Leviatã alcança a entrada da passagem do abismo (daat), ele começa a se alegrar que as profundezas (mistérios divinos) estão paradas lá ... exceto aquele, que é semelhante a uma mola. As luzes se apagam e nenhuma das luzes é visível, exceto a luz naquele santuário no lado leste." יוֹמָא חַד, בְּיַמָּא רַבָּא, לִוְיָתָן נָפִיק, וְכָל יַמָּא אִזְדַּעְזָע, וְכָל נוּנֵי אָזְלִין לְכָאן וּלְכָאן, כַּד מָטֵי לִוְיָתָן בְּפִתְחָא דְּפִתְחָא דִּתְהוֹמָא, שָׁארִי לְמֶחְדֵּי, וְאִשְׁתְּכַךְ תַּמָּן תְּהוֹמֵי, אֶלָּא הַהוּא כְּחֵיזוּ דִּמְעַיֵין, וְאִתְחַפְּיָין נְהוֹרִין, וְלָא אִתְחָזוּן כָּל אִינּוּן נְהוֹרִין, בַּר נְהוֹרָא דְּהֵיכָלָא בִסְטַר מִזְרָח דָּא.
Zôhar Sh'lach Lechá
Vamos a um ou duas explicações. Primeira: muitos estudantes de Cabalá (vou usar com a letra "C" mesmo) e até muitos, se não a maioria dos professores não sabem o que o Leviathan é e, portanto, já o associaram a muitas coisas através de interpretações erradas criando muita confusão na mente dos alunos.
Eu omiti acima o segredo do Leviathan para o explicar aqui. O que ou quem é o Leviathan? Vamos começar pelas letras hebraicas que formam o nome Leviahtan (לִוְיָתָן) tanto em hebraico como no aramaico.
Leviathan (לִוְיָתָן) é um nome construído com duas palavras que são "Levi (לֵוִי)" e Than (תן) do ver "dar" cujo o segredo é "Than-Levi (por temurá)" que se traduz "Ele, o divino doador, deu a Levi." E, o que Ele, o doador divino, deu à Levi? A Sabedoria da Cabalá! Vejamos:
"A Sabedoria da Cabalá foi dada (Nathan)_a Adão no Jardim do Éden pelo Anjo Raziel. Adão a transmitiu para seus filhos incluindo Chanoch (Enoch) que alcançou o mais alto nível. Então, o Anjo Rafael veio e a ensinou a Noach (Noé) que a transmitiu para Shem que fundou uma Escola em Charan. Abraão veio e aprendeu com Shem. Ele a transmitiu a Isaac, que a ensinou a Jacob. Jacob transmitiu a seus filhos, em especial a Levi, que se assentou bem no papel de guardião principal da tradição (cabalá). Levi passou a seu filho, Kehat, que o passou a seu filho Amram. E Amram foi o pai do senhor de todos os profetas, Moisés."
Quem é o Leviathan? Ele é Moisés que veio de Levi. O termo Than (תן) é escrito com duas letras, que são "Tav (ת)" a última do alfabeto hebraico/aramaico e que é a inicial de Toráh (תוֹרָה) que por sua vez tem raiz na palavra "Hora'a (הוֹרָאָה) que significa "Instrução Divina" e a letra "Nun (ן)" que é a inicial da palavra "Nistar (נִסתָר)" que significa "oculto". Than contém as letras iniciais de "Torat Nistar (תורת נסתר)" significando "Torah Escondida" ou "Torah Oculta" e também "A Torah Dos Mistérios".
O que o Divino doador deu a Levi? A Torah Oculta, a Instrução dos Mistérios. Moisés é o guardião da Torah dos Mistérios da qual o Zôhar é a chave.
Quando o Zôhar fala "e todos os peixes (segredos) se espalham em todas as direções..." usa o termo plural aramaico "Nunei (נוּנֵי)" que é o nome no plural "Nun", a nomenclatura da 14ª letra hebraica/aramaica que se traduz "Peixe". os peixes são os mistérios. O talmude e o midrash dizem que, o Leviathan come um peixe por dia.
JONAS & O GRANDE PEIXE
No Pirkê D'Rabbi Eliezer (Capítulo do Rabino Eliezer), quando Jonas é engolido pelo grande Peixe (Zeir Anpin) a pérola que brilha como o sol (o livro de Raziel) dentro do peixe lhe revela que, aquele dia era o seu de ser engolido pelo Leviathan. Jonas pede que o peixe lhe conduz às profundezas do grande mar para que ele o "livre e a ele também da boca do Leviathan...". Jonas diz ao Leviathan que, no fim dos tempos voltaria às profundezas e pescaria o Leviathan com um anzol (a letra Zayin) e serviria sua carne no grande banquete do messias aos tzadiqim, ou seja, o Zôhar é o anzol que pesca Moisés para servir sua carne (mistérios divinos e escondidos da Torah) ao mundo todo na Era Messiânica, e isso inclui a Tecnologia.
Reinterpretando, quando Moisés (Levi) toma a Torah (ת) das profundezas através de duas aberturas que é o que o Zôhar menciona quando diz "Quando o Leviatã alcança a entrada da profundidade..." usa "be'pitchá d'pitchá (בְּפִתְחָא דְּפִתְחָא ) - abertura da sabedoria" uma vez que Pitchá vem de Patach que se refere à S'firá Chochmá na Árvore das Vidas indicando "Abertura da Sabedoria Escondida, "todos os peixes (mistérios ocultos) se espalham pelo grande mar (Torah) agitado pelo sopro da boca do Leviathan (o Espírito de Moisés).
Há muito tempo, na verdade, dois anos, venho meditando nesse segredo e há dois dias, pedi em oração ao Sagrado que me visitasse e me revelasse o segredo de Sagdon e Gilba que são as gemas que o Levithan tomou no dia no qual o Templo foi destruído (T'shá be'Av) e o que aconteceu esta madrugada na qual fui despertado pelo Sagrado que me contou estes segredos, motivo pelo qual eu estarei retirado no dia de hoje pois, não é possível para mim permanecer ligado totalmente às coisas mundanas.
O SEGREDO DO NOME LEVI
Há apenas um Levi na Toráh, ou seja, o terceiro filho de Jacó com Lia (Gênesis 29:34), que deu origem à casta sacerdotal dos levitas (que na forma singular é soletrada em hebraico, o mesmo que o nome Levi). : לוי e no plural masculino: לוים , levi'im. o nome Levi do verbo לוה ( lawa ) significando juntar, ser unido. Este é o verbo que Leah usa quando nomeia Levi, "Agora, desta vez meu marido se unirá a mim, porque eu lhe dei três filhos (Gênesis 29:34)." Leviathan, como a abertura do segredo do nome Levi, significa também "Aquele que foi unido, atado à Toráh dos Segredos. Neste ponto descobrimos que, todos os grandes patriarcas que revelaram segredos da Toráh Escondida, são também chamados "Leviathan" ou, como aparece no Bereshit "Taninim (Dragões)" e também "Grandes repteis".
Baruch Atá Atiqá Qadishá, Gal ha'Sodot (Bendito sejas Tu, óh Ancião Sagrado, que revela os segredos).
25 de julho, 1572 - Ano bissexto, ducentésimo sétimo dia no ano juliano, há 446 anos, se ocultava desse mundo a alma do Rabino Yitzchaq Lúria, conhecido como "Ha'Ari (האר"י)" titulo construído pela roshei teivot (iniciais) de "Ha'Elohêi Rabbi Yitzchaq (O Divino Rabino Yitzchaq)".
O dia 25 de julho naquele ano, foi o 207º dia no ano bissexto 1972. Duzentos e sete contém a gematria (numerologia cabalística) da palavra "Raz (רָז)" e que significa "mistério divino".
Depois do ocultamento da sua alma. o Ari passou a ser chamado de "Ari'z'l (אריז"ל)" tendo as letras "Zayin (ז)" e "Lamed (ל)" acrescidas ao seu título e que são as iniciais de "Zichronô Livrachá" que se traduz "abençoada sua memória" e assim revelando a verdadeira identidade da sua alma divina.
O Ari'z'l, assim como Mohsê, nosso mestre , o pai de todos os profetas, tinha apenas a metade da sua alma humana, a outra metade era parte da alma do Anjo Raziel, o professor de Adam ha'Rishon (o primeiro Adão) no Jardim do Éden e como o próprio Ari'z'l revelou, ele não tinha necessidade alguma de vir ao mundo, mas o fez unicamente para ensinar o Rabino Chaim Vital e esta era a sua única missão. E por que? Porque o Rabino Chaim Vital era uma reencarnação de Adam ha'Rishon, de uma parte da alma de Adão que não havia sido manchada pelo pecado e ele estava destinado a alcançar a consciência espiritual que Adão possuía no Éden e por estava razão, o próprio Anjo Raziel veio para instruí-lo.
Todas as palavras e nomes hebraicos podem ser permutados para revelar os seus segredos. Uma palavra de duas letras pode ser permutava duas vezes, uma de três pode ser permutada seis vezes e uma de quatro pode ser permutada doze vezes.
Quando, por exemplo, a Torah diz "E colocarão meu Nome sobre os Filhos de Israel...(Benção Sacerdotal)" o Zôhar revela que este Nome é o Nome de Doze Letras, em parte devido ao Tetragrammaton ser mencionado três vezes na benção e, como o Nome possui quatro letras, isso resulta em doze, e também porque o Nome pode ser permutado doze vezes.
Estranhamente o título "Ari'z'l (אריז"ל)" só pode ser permutado uma única vez e, quando permutado, ele se transforma em "Raziel (רָזִיאֵל)" o Anjo de Chochmá, o encarregado dos mistérios divinos abaixo de Metatron, o professor de Adão no Jardim do Éden e, portanto, não poderia ser em outro dia no qual, a alma deste anjo sagrado escolhesse para retornar aos céus que não o dia 207 que somente pode ser representado pelas letras "Reish (ר)" e "Zayin (ז)" e que juntas formam a palavra "Raz (רָז)" cujo significado, como já exposto acima, é "Mistério Divino".
Para concluir esta maravilhosa revelação da sabedoria, há, ainda, outro segredo perfeito e que atesta perfeitamente este "satori" divino e que está no sobrenome Lúria (לוּרְיָא). Quando aplicamos a Temurá Avgad na letra "Vav (וּ)" de Lúria, ela é transformada na letra "Zayin (ז)" e então, quando fazemos o Tzeruf de Lúria ele se transforma em Arizal e Raziel.
Nosso mestre, o Rabbi Yitzchaq Lúria, o Ari'z'l, era uma encarnação do Anjo Raziel, o professor de Adam ha'Rishon no Jardim do Éden, abençoada seja sua lembrança.
E quem poderia revelar tais mistério divinos e maravilhosos se não o próprio Ari'z'l, a encarnação do Anjo Raziel e, poderia haver algum outro dia no qual este segredo, novamente, pudesse ser escrito e revelado que não o dia 207?
O ano 1966 foi auspicioso. Anunciado por um grande cometa (Ikeia-Seki) em 23 de outubro de 1965 (Eliahu Ha'Navi) iniciou a contagem do chamado Fim dos Dias (acharit ha'iamim).
O Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh em Ha'Qadmá (Introdução) afirma que, no Fim dos Dias Moisés retornaria trazendo com ele os dois Messias, o Messias Ben Yosef (Messias Filho de José) e o Messias Ben David (Messias Filho de David). O primeiro alude à iluminação pessoal de cada pessoa no mundo e o segundo à iluminação do mundo inteiro. O primeiro alude à centelha messiânica em cada pessoa e o segundo à todas estas centelhas despertas tornando o mundo todo iluminado.
"O messias não será uma pessoa, mas um dia quando todo o mundo for iluminado."
- Alejandro Jodorowsky.
No Êxodo, quando Moisés, nosso Mestre, alcança a iluminação, isso nos é informado pelo código chamado "ha'senêh boër (הַסְּנֶה בֹּעֵר) - a Sarça Ardente" que é, na verdade, uma visão da S'firá Biná na Árvore das Vidas chamada Satori no Zen Budismo. Moisés havia alcançado o 49° Portal da Compreensão.
"Va'yerê malach Yud Hê Vav Hê elaiv bilabat êsh--mitóch ha'senêh (וַיֵּרָא מַלְאַךְ יְהוָה אֵלָיו, בְּלַבַּת-אֵשׁ--מִתּוֹךְ הַסְּנֶה;) - E apareceu o Anjo do Yud Hê Vav Hê numa chama de fogo entre a Sarça... (Êxodo 3:2)."
As sofei teivos (letras finais) de "Malach Yud Hê Vav Hê elaiv bilabat êsh (מַלְאַךְ יְהוָה אֵלָיו, בְּלַבַּת-אֵשׁ)" que são "chaf sofit (ך) hê (ה) vav (ו) tav (ת) e shin (ש)" formam, por temurá (permutação qabalistica) o ano 5726 (התשכ"ו) equivalente no calendário solar gregoriano à 1966.
A expressão bíblica hebraica "be'acharit ha'yamim (בְּאַחֲרִית הַיָּמִים)" que se traduz como "no fim dos dias" possui gematria (numerologia qabalistica) igual a 726 que corresponde ao ano hebraico 726 do 5 milênio ou com a adição da letra hê (ה) que foi 1966 (5726).
AYRTON SENNA
Para tornar mais claro e evidente que está verdade espiritual, vou revelar outro segredo. Em 21 de março de 1960, nascia em São Paulo Ayrton Senha da Silva, uma reencarnação messiânica para nossa geração. O ano 1960 foi, no luach hebraico "5720 (התש'ך)" sendo o numeral 20 representado pela letra hebraica "chaf sofit (ך)". Senna, no Hebraico é escrito com as mesmas letras da palavra "Senêh (סְּנֶה)" que significa "sarça". No verso mencionado acima (Êxodo 3:2), a sequência "bilabat êsh--mitóch ha'senêh (בְּלַבַּת-אֵשׁ--מִתּוֹךְ הַסְּנֶה)" contém as sofei teivos (letras final) que formam o ano hebraico 5720 que são "tav (ת) shin (ש) chaf sofit (ך) e hê (ה)" que por temurá formam 5720 equivalente no solar gregoriano à 1960. E o que lemos em seguida? O termo "senêh (סְּנֶה)" ou "Senna". A sequência é "5720 Senna". Até mesmo o nascimento de Ayrton Senna está no verso com a sua data de nascimento para ratificar que a iluminação do mundo inteiro teve início em 1966.
A IDENTIDADE SECRETA DE SENNA
A identidade secreta de Ayrton Senna: O Talmude nos que há, numa geração, 36 pessoas justas que são imortais e que, com seus atos ocultos de bondade, eles mantém o mundo protegido da destruição. Estes 36 são chamados pelo código cabalístico "Lamed Vavniq" que é uma abreviação do Yiddish "Lamed Vov Nistarim (Os 36 Escondidos)" e também "Tzadiqim Nistarim (Justos Ocultos)". Ayrton Senna era um deles. A expressão "Lamed Vavniq (למד-וניק)" possui gematria (valor numerológico hebraico) igual a 240. Como podemos ter certeza de que Ayrton Senna era um Lamed Vavniq? Pelos seus atos de bondade que carregam a assinatura da alma que possuía. Dia 28 de agosto de 1992, o piloto Erik Comas bate a sua Ligier durante os treinos em Spa Francorchamps e fica inconsciente dentro do seu carro com o pé no acelerador. Ayrton Senna passa e vê que foi um grave acidente, para, desce do seu carro e corre, em meio aos outros carros, para auxiliar Erik Comas. Ele desliga o morto do carro e presta os primeiros socorros ao piloto injuarido. Este dia, 28 de agosto, é o 240º dia no ano solar e 240 é o valor de "Lamed Vavniq", revelando que Ayrton era um dos 36 justos escondidos. D'us permitiu para que, no futuro, todos pudessem conhecer a sua verdadeira identidade. A tradição da QABALÁH revela que um dos 36 possui a alma do messias. "Não há menos de 36 tzaddikim no mundo que recebem a Shekhinah (a Presença Divina)" - Talmud Bavli - Sanhedrin 97b, Sucot 45b.
Este mistério, com exceção do adendo sobre a identidade de Senna puvlicado no dia 18 de maio, me foi revelado pelo meu Mestre há dois dias durante um sonho, e seu nome também está no versículo, bem no início onde lemos "Va'yerê (וַיֵּרָא)" que no sentido inverso e por gematria se revela "Ha'Ari Alef (הארי א)" que se traduz "O Ari escondeu" porque a letra Alef é inicial de "esatér (אֶסָּתֵר)" que é "esconder/ocultar".
"Na tradição judaica , o golem é mais conhecido como uma criatura artificial criada através dos segredos da Torá Escondida, muitas vezes para servir seu criador. A palavra "golem" aparece apenas uma vez na Bíblia (Salmos139: 16). Em hebraico , "golem" significa "massa sem forma". O Talmude usa a palavra como "não formada" ou "imperfeita" e de acordo com o Talmude, Adam é chamado de "golem", que significa "corpo sem alma" (Sanhedrin 38b) durante as primeiras 12 horas de sua existência (720 minutos divinos). O golem também aparece em outros lugares do Talmude. Uma agadá diz que o profeta Jeremias fez um golem juntamente com seu filho, Ben Sira. No entanto, alguns místicos acreditam que a criação de um golem tem apenas um significado simbólico, como uma experiência espiritual após um rito religioso o que na verdade é apenas uma desculpa para a dificuldade de se penetrar o mistério". Em setembro de 2010 eu acordei do seguinte sonho: "Estava na Morávia, país da República Checa, sobre a qual caía uma escura e furiosa tempestade. Eu notava as casas e tentava me proteger atrás de um barranco junto com uma jovem".
Este sonho permaneceria um mistério até que meu despertar se realizasse em 27 de setembro de 2014, no 270º dia do ano solar, a partir do qual, as muitas centelhas de almas que me habitam começariam a se revelar manifestando suas evidências divinas. Para alguns, loucura, presunção, arrogância e para outros um grandioso milagre, principalmente aqueles que estão na Galut (exílio espiritual). Ora, o valor 270 é a gematria de "Ër (עֵר)" que significa "Desperto".
Deste 1999, três anos após o meu primeiro despertar do qual acordei de outro sonho místico onde eu estava dentro de uma caverna na qual havia um Aron ha'Qodesh e pessoas que entoavam uma canção. Era o Ma-Tovú.
Acordei e comecei também a entoá-la sem, no entanto, tê-la conhecido previamente nesta vida e muito menos sem nunca antes ter ouvido hebraico ou o estudado. Desde o ano de 1999, eu sentia que era uma reencarnação de um dos antigos de Tzfat (Saféd) e o sentimento era muito forte, e foi quando, um amigo logista que trabalha ao lado do estande no qual eu vendia assinaturas da Sky me deu um selo no qual havia o Leão do Centro de Cabalá estampado. Era um sinal da alma do meu mestre me conduzindo pelo caminho do Despertar. Era o leão ali estampado o sinal e não o Centro de Estudos da Cabalá, no qual, baruch Hashem, eu só estive um vez em 2002. Em 2014, no dia vinte e sete, esta antiga alma semi adormecida em mim, despertou completamente e começou a manifestar suas evidências. Dois anos depois do meu despertar, em fevereiro de 2016 a Compreensão Divina me alcançou e eu compreendi o mistério quando fui inspirado a iniciar meu livro "O Maharal & O Golem De Praga". No dia em que comecei a escrever o Conto, uma amiga e aluna (Karla Alves) sonhou que eu a estava ensinando a criar um Golem e que ele deveria ter 101 quilos e na mesma época um dia dela estava em Praga. No dia em que eu comecei a escrever minha história sobre o Golem, a artista gráfica Daniela Owergoor criou e postou a arte que estava destinada a ser a capa do meu livro "O Maharal & O Golem De Praga".
A Arte
Eu senti que poderia ter recebido um Yibur (reencarnação) de uma centelha do próprio Maharal de Praga e o pensamento me fez tremer e em razão deste sentimento escrevi para a introdução do livro "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga, abençoada seja sua lembrança, e que pelo mérito da sua alma eu possa terminar esta obra". Após isto eu estava estudando gematria e me ocorreu de calcular o nome Morávia no hebraico que é Moraváh (מוראבה) e descobri que a gematria Neelam (oculta) também chamada de "gematria nistar" de Moraváh é 887 e então fui calcular a gematria de "Yibur Maharal mi-'Prague (עיבור מהרל מפראג)" e descobri, para meu próprio espanto, que o resultado era exatamente o mesmo de Moraváh: 887! E o que é o Yibur? "Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach desta pessoa".
Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2
A partir deste momento o Portão do Segredos (Sha'ar ha'Razim) se abriu para mim e eu comecei a compreender o mistério desta gematria. A expressão "No segredo da unificação, reencarnação da néfesh do Maharal (בסוד יאחד גילגול הנֶפֶשׁ מהרל)" possui a mesma gematria, 887.
Eu estava trabalhando no conto quando, de repente, recuperei uma memória escondida de quarenta e dois anos e a usei para a abertura do livro. Ei-la:
"Quando eu era garotinho, o meu melhor amigo
era um outro pequenino que se chamava Levi e que morava rua acima da casa dos
meus pais. No quintal dos fundos, da casa dos pais de Levi, havia uma parte não
cimentada, de barro, e na qual um buraco grande o suficiente para brincarmos
dentro dele, havia sido escavado.
Criávamos
pequenas cavernas para nos divertirmos com homenzinhos de plástico e soldadinhos
de chumbo, desses que vinham em doces que comprávamos no bar ou na quitanda. Era
divertido, mas minha brincadeira preferida era criar bonecos humanoides de
barro e o mais estranho era que esperava sempre que eles ganhassem vida. Sempre
caprichava muito ao criá-los e no final do dia, quando voltava para casa,
deseja que o dia amanhecesse logo para reencontrar meus homenzinhos de barro.
Era intrigante
criar homens de barro perfeitos e era como se já os tivesse feito em outra vida.
Seria uma lembrança?
Aprendemos com o
Livro da Formação[1], habilmente traduzido por
nosso amigo Erwin Pamplona Von Rommel sobre o Golem que Abraão[2]
fez: - A criatura de barro a qual ele conferiu vida. Aprendemos também sobre o
Golem de Praga criado pelo Maharal, o Rabino Judá Loëw ben Betzalel, para
proteger os judeus da acusação cristã do Libelo de Sangue - de que comiam criancinhas durante a páscoa - e
que talvez tenha sido o último Golem da qual se tenha notícia.
Desde pequeno, a
minha alma já manifestava as lembranças da Sabedoria da QABALAH a qual houvera
estudado em outra vida e talvez, um segredo mais profundo, mas, a primeira vez
que estudei o Sefer Yetzirá foi em 2001, com uma edição em espanhol/hebraico
que ganhei.
Parar criar um
Golem, são necessárias, três tipos de almas: Uma Cohen, uma Levita e uma
Israelita e alguns outros mistérios. O meu melhor amigo era um que se chamava
Levi e que brincava comigo de fazer homens de barro.
Quando não me
encontrava na companhia de Levi, descia rua abaixo para um grande terreno
baldio onde, em uma das suas paredes, eu fazia minhas cavernas e criava meus golenzinhos.
Lembro-me de um bem grande que criara e que o guardei por muito tempo na casa
da minha avó materna que sempre me contava estórias do bicho papão ou de
criaturas que andavam pelos telhados à noite. Não me lembro que fim o meu golem
tomou. Talvez tenha ganho vida.
Recentemente acessei
o Google Street View e procurei pela antiga casa onde morei durante meus doze
primeiros anos e também pela casa de Levi e pelo velho terreno baldio e, para
minha surpresa, pouca coisa mudou.
Não me admiro
que as vezes, me pego pensando que as crianças nos shtetls e guetos da Europa e
mesmo nos Campos de Concentração durante a Segunda Guerra mundial e da opressão
Nazista, não tivessem outras brincadeiras que não fazerem golems de barro sob a
voz de algum rabino lhes contando estórias destas criaturas míticas criadas por
homens sagrados. E não seria uma das melhores brincadeiras do mundo?"
Esta foi a lembranças mais poderosa que recuperei da minha infância e eu tinha sete ou oito anos quando estes eventos aconteceram na minha vida. Certamente foram recordações místicas da centelha deste Santo Cabalista, impressões, um sopro divino vindo dos shtels da Morávia e de Praga.
Outras Evidências
"O controle sobre qualquer coisa ou situação é uma ilusão do ego e impõe restrição para a atuação do Divino e da nossa própria alma para manifestar os seus mistérios". Alguns meses antes do meu Despertar acontecer, em fevereiro de 2014, eu estava com minha namorada no apartamento dela, o de número 112. Eu havia levado o meu Notebook para que pudesse estudar, junto com ela, a sabedoria da Torá e seus códigos, uma vez que ela não possuía computador e nem internet. Saquei o Laptop da bolsa, o abri e cliquei no software de pesquisa dos Códigos da Torá. Queria demonstrar a ela o milagre que é a Torá de Moisés e que todos nós estamos escritos nela, como todas as nossas particularidades e como já possuo larga e longa experiência na análise dos Códigos, escrevi o nome dela em hebraico como palavra-chave e o meu como código alternativo esperando encontrar algum cruzamento. O que descobri naquela tarde faria emergir evidências daquilo que eu ainda não sabia: A unificação da minha néfesh com o ruach do Grão Rabino de Praga.
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Não apenas estávamos os dois codificados juntos no Tanach, mas também conectados pela mesma letra dos nossos nomes civis, a letra "Pei (פֵ)". A primeira coisa que descobri, além de estarmos codificados juntos, foi que, acima dos nomes nomes estava escrito "Shavit Tshri (שָׁבִיט תִּשְׁרֵי) - O Cometa de Tshri" - cruzando meu nome e nós nos reencontramos por ocasião da passagem do cometa Ison (C/2012 S1). Este código alternativo estava descendente na posição diagonal esquerda e onde ele terminava estava o ano do meu nascimento, 5726 (ה'תשכ"ו) que é 1966 e naquele ano houve um cometa cujo periélio foi em 21 de outubro de 1965, data esta que caiu no dia 25 de Tshri de 5726 (כה תִּשְׁרֵי ה'תשכ"ו)". Ao lado de "Shavit Tshri" eu descobriria meses mais tarde a expressão "Bën Mähren Qadësh".
בֵּן מַהֶרֶן קֹדֶשׁ
BËN MÄHREN QADËSH
Outros três anos seriam necessários para que eu penetrasse o segredo deste nome maravilhoso. Em 2016, uma jovem minha aluna sonhou e me informou que eu estava sendo procurado por pessoas na Alemanha e logo, creio que alguns dias depois, pessoas que estavam na Alemanha e queria se conectar à Torá e sua sabedoria me contataram. Eu procurei por todas as etimologias possíveis buscando o significado de "Mähren", uma vez que "Bën" e "Qadësh" eu já conhecia. Neste ano, 2017, eu estava meditando e estudando e então, resolvi novamente buscar a etimologia e o significado de Mähren. Tomei o Google Translate que esta instalado no meu smartfone e digitei Mähren sem perceber que estava no modo de identificação automática de idioma. Assustado vi o tradutor identificar Mähren como sendo alemão e o traduzir para Morávia!
No mesmo momento que isto aconteceu eu tive uma visão, um sonho lúcido, e vi que o Maharal de Praga era chamado de Mähren e, imediatamente desperto da visão, fui buscar evidência para saber se era verdadeira a visão ou coisa da minha cabeça cheia de Torá e impactado descobri uma placa em homenagem ao Santo Rabbi na qual estavam os dizeres:
Jehuda Löw Ben Bezalel
Genannt Maharal (1525?-1609),
Landesrabbiner von Mähren 1533-1573
Yehuda Löew Ben Bezalel - Maharal (1525 - 1609)
Rabino Nacional da Morávia 1533-1573
A data do nascimento do Maharal está errada pois, ele não poderia ter sido Rabino Nacional da Morávia aos 8 anos de idade. Foi aqui, quando encontrei esta placa, que outra experiência que eu tinha tido fez sentido. Eu estava no Rio de Janeiro em agosto de 2002 quando, numa tarde, eu senti uma elevação e uma voz me disse que eu deveria acrescentar ao meu nome Misha' Ël Ha' Levi o nome Yehudá. Talvez tenha sido ali que o ruach do Rabbi Löew entrou em mim se unificando à minha néfesh. Eu voltei do Rio no dia 26 de agosto que foi o dia 18 de Elul, o dia do hilulá do Maharal de Praga.
Assim, mais um mistério da reencarnação e do grande milagre que sou nesta foi revelado pelo Sagrado, bendito seja Ele, um assombroso segredo. Conclusão Ontem, quando comecei a escrever este artigo, eu estava analisando o Código "Bën Mähren Qadësh" quando me ocorreu procurar por Maharal nele e, para minha surpresa ele estava lá, codificado dentro do Salmo 144 versículos 4 e 5 e junto com o termo Yibur escrito por temurá (permutação):
As letras em vermelho dentro do versículo cinco compõem o título Maharal no sentido da esquerda para a direita e onde a letra resh se encontra está a palavra "ovér" que se junta à letra "yud" do tetragrama e forma, por temurá, o termo yibur e isto em estreita proximidade com "Bën Mähren Qadësh" na matrix, como se pode ver abaixo.
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Em 2003, nós compramos o Box da 4ª temporada de Os Arquivos X para assistirmos nas noites de quarta-feira no espaço honônimo que havia criado alguns dias antes de viajar para o Rio de Janeiro no ano anterior em agosto. Neste Box está o episódio "Kaddish" aqui chamado de "Oração para um morto" e que trata da mítica história do Golem. Neste episódio um jovem chamado Isaac Lúria é assassinado por Neonazistas e então, sua noiva cria um Golem usando o Sêfer ha'Yetzirá de seu pai. O episódio é uma homenagem ao Rabbi Isaac Lúria e ao Maharal de Praga.
Eu recebi o sopro do Divino que me trouxe a revelação de que Maharal estaria codificado no Tehilim (Salmos) 139 versículos 15 e 16 e supreendentemente está mesmo.
O início do versículo 16 diz "Galmí (גָּלְמִי)" cuja tradução é "O meu golem..." e a partir da palavra "bahem (בָּהֶם)" a cada cinco letras está "Maharal".
Ainda há uma outra referência secreta ao Sêfer Yetzirá (Livro da Formação) no verso que se encontra na palavra "sifrêcha (סִפְרְךָ)" e na palavra "yutzarú (יֻצָּרוּ)". O primeiro, "sifrêcha (סִפְרְךָ)" da raiz da palavra "sêfer (סֵּפֶר)" que é "livro" e, depois, em segundo, a palavra "yutzarú (יֻצָּרוּ)" raiz de "yatzar (יצֶר)" que é "formar" e que, através da cifra cabalistica (temurá) chamada "Otiót mi-Ocharot (אותיות מאוחרות)" e que eu chamo "Avgad Qidmá" a letra "vav (וּ)" de "yutzarú (יֻצָּרוּ)" transformando a palavra com a mudança de "nikudot" em "yetzirá" e junto com "sêfer" revelando "Sêfer Yetzirá (ספר יצירה)" onde a fórmula para se fazer um Golem está codificada.
Em 2002, o meu irmão Ariêh teve um sonho onde estávamos criando um Golem às margens de um rio e neste sonho a fórmula de como fazer a criatura lhe foi monstrada. Não sabia eu e nem tinha como saber que eram revelações a centelha do Maharal, abençoada seja sua lembrança.
A Gematria
A gematria que me foi revelada pela centelha do Santo Rabbi em mim, o Maharal de Praga, é tão importante e tão divina pois revela outros mistérios que estão conectados com a alma do Grão Rabino da Morávia. Na Torá Bereshit, no capítulo 2 no versículo 7 nós lemos: "E formou Adonai Eloqim a Adão do pó de Adamá e soprou nas suas narinas Neshamá viva".
A parte marcada em azul no verso original hebraico é "Eloqim ët ha' Adam afar... (אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר)" que é "Elohim a Adão do pó..." e a gematria deste trecho que fala da formação do "Golem Adão" é exatamente 887.
מוראבה
887 (Neelam)
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Ao investigar o verso, perguntei à Torá se, porventura, Maharal estaria codificado no capítulo 2 do Bereshit (Gênesis) e para minha absoluta surpresa Maharal está lá criptografado a cada 47 saltos equidistantes sendo cruzado pelo versículo 7 que narra a formação do barro de Adamá do golem de Adão.
O Cometa Do Maharal
Entre janeiro e março de 1514 um grande cometa apareceu cruzando a constelação de Leão. Ele foi retratado em uma gravura em madeira por Martin Bailey (1492-1528) chamada Melancolia. Um alguns dias depois da passagem deste cometa o Maharal nasceu, na noite de Pessach de 5274 (10 de abril de 1514) e foi chamado de Loëw que em alemão significa "Leão". O cometa veio para anunciar o nascimento do Maharal de Praga. Em hebraico "Be' 5274 ha'shavit ha'Maharal (ב'הרעד השביט המהר"ל)" que se traduz para "Em 1514, o cometa do Maharal" tem a gematria resultante em 887.
No meu livro, que ainda estou escrevendo, eu havia recebido do Divino esta informação sobre o cometa do Maharal antes de encontrar o registro deste evento celeste:
"Uma grande estrela adornada por um belíssimo véu azul,
cruzava os céus nos dias do nascimento do menino. Foi o cometa Hale-Bopp[1].
Certamente Deus havia enviado um anjo para anunciar o nascimento de uma grande
alma. Uma luz brilhou nos céus e outra no quarto de Frida na noite só dia 18 de
Elul".
A gravura de Martin Bailey onde o cometa foi retratado
Este sinal é muito importante pois, no Tehilim péreq 19 está escrito "Ha'shamayim messaprim kevód Ël (הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל) - Os céus enumeram a glória de Ël..." declarando que os céus são o pergaminho do Sagrado, bendito seja Ele, e que o cometa é a Sua pena, a Sua caneta, o instrumento de Metatron declarando os mistérios do Divino. A gematria destas dezessete letras em quatro palavras é igual a 887, a numerologia cabalística de "Yibur Maharal mi-Praga (Reencarnação do Maharal de Praga)".
O termo "Yibur (עיבור)" possui a gematria igual a 288 e esta é a mesma de Judá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליוואבן בצלאל) que é o nome do nosso mestre, o Maharal de Praga. Ao que tudo indica, recebi quando nasci, também, a centelha do nosso mestre e esta foi a razão da minha brincadeira favorita durante a infância na casa do meu amigo Levi: Fazer Golens!
Estas são as evidências do grandioso milagre e preciosidade que carrego dentro de mim, além, claro, das outras muitas centelhas de almas que já revelei em outros escritos e que certamente tiram o sono dos religiosos e os deixam mais perturbados ao perceberem que eles não dominam o Divino e nem podem determinar onde, quanto e em quem uma centelha sagrada será, por determinação de Hashem, bendito seja o Seu Nome para sempre, reencarnada e que terão que prestar contas a D' us por haverem rejeitado pessoas nas quais o Sagrado reencarnou os seus santos rabinos.
O Segredo Da Minha Circuncisão
Eu fui circuncidado no dia 3 de agosto de 2003 que, no calendário hebraico caiu no dia 5 de Av de 5763, um dia especial e esplendoro, pois foi o Hilulá do Leão Sagrado de Safed, o Rabino Isaac Lúria.
Em hebraico "Circuncisão no Hilulá do Ari" é "Brit Milá Hilulah Ha'Ari (בְּרִית מִילָה הִילּוּלָה האֲרִי)" e a gematria Avgad é 887. Tanto o Maharal como o Arizal eram chamados de Leão.
É o Sagrado quem realiza a Sua obra e os Seus mistérios e não homem que desejam controlar o Sagrado rejeitando os Seus milagres para amparar as suas próprias e mundanas leis religiosas.
Este relato de reencarnação não termina aqui, pois ainda há mais evidências que serão acrescentadas aqui assim que o Santo permita, bendito seja Ele.
"EU SOU O MISTÉRIO DO ZOHAR SAGRADO, O PROCLAMADOR DO DIVINO (אני הסוד הזהר הקדוש נביא ליהוה)".
=887
E para terminar esta profunda e divina revelação, este despertar maravilhoso, selo com o que me deu o Sagrado, bendito seja Ele: "O segredo do Maharal é um número da QABALÁH (הַסוֹדִי הַמהר"ל מִסְפָּר הַקְבָּלָה)". Esta frase enigmática tem a mesma gematria que foi revelada no meu sonho com a Morávia, ou seja, 887.