Projeto Jardim Do Éden

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A Associação Qabalista Mundial – Gará Kulam Moshav, na voz do seu fundador e presidente Misha´El Yehuda ben Yisrael, lançou, em 2006, o “Projeto Jardim do Éden” cuja intenção era conseguir a doação, empréstimo ou mesmo arrecadar fundos para a compra de um Sitio ou Chácara onde será instalada a sede da sua Comunidade Mística, o Centro Brasileiro de Estudos da Qabalá. Clique na imagem, conheça o projeto e faça uma doação.

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domingo, 31 de julho de 2011

O Mistério Está No Deserto


Alguém, um certo "kabbalista (não qabalista)" perguntou em uma certa "Newsletter": "Qual a importância do Deserto em nossas vidas?" A pessoa mesma respondeu: "Nenhum". Eu logo notei que o mistério não estava com aquela pessoa. O Deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas? Como poderia, se a Torah e a Chochmat Nistar foram reveladas no Deserto? O termo "Deserto" vem do hebraico "Midbar (מדבר)" e seu valor em gematria é 246 que é o mesmo da frase "Derech ha'Tov (דֶרֶךְ הַטּוֹב)" que significa "Caminho do Bem" ou simplesmente "Caminho Bom". É no deserto onde encontramos a Sabedoria, e assim escreveu "Yeremiahu ha"Novi (O Profeta Jeremias)": "Postai-vos à margem dos caminhos (derechim) e perguntai pelas veredas antigas (netivot), eis ai o caminho do bem (derech ha'tov), trilhai-os e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Abrindo mais deste mistério maravilhoso, o termo usado pelo profeta "Netivot" traduzido para "veredas antigas" é na verdade "caminhos místicos" e alude às avenidas da Árvore das Vidas. O que o sagrado qabalista está nos instruindo a fazer é buscar pelos caminhos místicos antigos, os caminhos da Árvore das vidas, a Sabedoria Mística Escondida da Torah que nossos pais receberam no Deserto, e Deserto, como o verso nos instrui é o "caminho do bem". Então, como pode ser que o deserto não tenha nenhum significado em nossas vidas? Queridos, não se tornem dogmáticos, mas questionem sempre. "A polidez vem das cidades, Sabedoria do Deserto (Frank Herbert - Duna)".

כֹּה אָמַר יְהוָה עִמְדוּ עַל-דְּרָכִים וּרְאוּ וְשַׁאֲלוּ לִנְתִבוֹת עוֹלָם, אֵי-זֶה דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ, וּמִצְאוּ מַרְגּוֹעַ, לְנַפְשְׁכֶם; וַיֹּאמְרוּ, לֹא נֵלֵךְ

Jeremias péreq 6, 16 passuq


Marcado em abóbora no passuq original hebraico, estão as palavras e frases "derachim (caminhos), netivot (avenidas misticas) e derech ha'tov (caminho do bem, o bom caminho, caminho bom)".


Rabi Eleazar começou seu discurso assim: "Quem é esta que sobe (Olah) do deserto?". As palavras “MI (Quem?)” e” Zot (esta)" denotam a santidade separada dos mundos unidos em fortes e unidos laços, dois mundos em um laço vinculado, e essa união é chamada “Olah”, uma oferenda de holocausto, e este é o mais sagrado. Pois “MI” é Santo dos Santos, e Zot acontece através de sua união com isto se torna um holocausto (Olah), que é santo dos santos.

"Do deserto" porque ela tem que sair daqui para se tornar a noiva dos céus e entrar sob o dossel de casamento (zeir anpin). Então, o termo “midbar” (deserto) significa “linguagem”, como lemos "e seu idioma (umidbarech) é gracioso (Cântico dos Cânticos 4:3)" Por meio de “midbar”, que é a expressão dos lábios, ela ascende aos céus.


Além disso, temos sido ensinados o seguinte: Está escrito: "Estes deuses poderosos; estes são os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto (Bamidbar) – I Samuel 4:8. O que esse versículo? Será que o Senhor mostrou Seus grandes feitos só no deserto e não no país habitado? O termo “bamidbar” significa “através da palavra” e aqui se esconde outro mistério, pois o termo “bamidbar” pode ser lido “Mem beit davar - 42 palavras” aludindo ao “Nome de D´us de 42 Letras – O Ana Be´koach”. Portanto aprendemos através desta lição no Zohar Sagrado a importância do deserto em nossas vidas, e não, como quis ensinar aquele que não caminha no mistério, que o deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas. 

O Artesão Da Luz