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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Haran: O Conhecimento Proibido


"... e veio até Haran e habitou lá (וַיָּבֹאוּ עַד-חָרָן, וַיֵּשְׁבוּ שָׁם)" - Torá Bereshit (Gênesis) 11 versículo 31. Somente a criptologia pode nos fornecer resposta e somente ela pode nos permitir entrar nos domínios do que foi escondido pelo Divino nas Kituvei ha'Qodeshim como, também, no Código Genético (Gan Éden) da humanidade. 

Talvez você tenha lido em qualquer tradução e se limitado por ela que é uma distração da verdade e talvez tenha lido mas, por falta de conhecimento e de ferramentas adequadas, não tenha descoberto a verdade. Vamos começar pelo nosso Código Genético. Nos diz o Sipra ha'Zôhar ha'Qadosh (O Livro Selado): 

"- A Essência da Sabedoria Suprema é composta de Terra e de Céus, do Divino e do Humano, do material e do imaterial, assim como o homem (Adão) é composto de corpo e alma. A humanidade é a síntese de todos os Nomes Sagrados. No homem (Adão) estão contidos todos os mundos, tanto o Superior quanto o Inferior. O homem contém todos os mistérios, mesmo aqueles que existiram antes da Criação do mundo". 

- do Zôhar "Revelações sobre Adão" - há 2000 anos. 

"E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר.)" 

- Torá Bereshit (Gênesis) 2:8 

Há camadas e camadas de códigos secretos aqui, setenta camadas de códigos em cada setenta e, a tradução é apenas confusão e perplexidade. Vamos ler novamente? "Vaytá Yud Hê Vav Hê Elohim gen b'adn mi144 ishemô sham alef-tav ha'adam asher yatzar (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר.) - E plantou o Yud Hê Vav Hê Elohim um gene no adn de Qédem e seu Nome lá naquele lugar, no código genético de Adão que havia formado". 


Talvez agora você compreenda o que sempre digo: Que a Torá contem todo o Código Genético da humanidade. O termo de onde se traduziu "Jardim" é "Gan (גַּן)" e contem as mesmas letras de "Gen (גֶּן)" e no Milot (Dicionário hebraico), nós encontramos: "Gen (גֶּן):- O material genético composto por ADN e proteína encontrado no cromossoma humano". 

Voltando ao passuq (versículo), eles nos informa criptograficamente que, no ADN de Adão o Sagrado havia colocado um gene especial que é formando por quatro letras e que é o seu próprio Nome Santo, só que anteriormente o Código de Adão era "Ayin Dalet Nun (עֵדֶן)" que se traduziou para "ÉDEN", mas, depois da queda ele se tornou "ADN-Y (אֲדֹנָ-י)" que é o Nome ADONA-I que ilumina sobre o nosso mundo, que é malchut, para dentro de onde a humanidade caiu. O verso ainda é mais específico, pois nos informa que este Gene especial foi colocado no ADN "M-144 (מִקֶּדֶם)" ou seja, no "Haplogrupo M-144". Na genética mitocondrial humana , o haplogrupo M é um haplogrupo de DNA mitocondrial humano (mtDNA). Um enorme haplogrupo que abrange todos os continentes, o macro-haplogrupo M, como o seu macro-haplogrupo N, é descendente do haplogrupo L3 . Todos os haplogrupos mtDNA considerados nativos fora da África são descendentes do haplogrupo M ou do seu haplogrupo N irmão . Todos os haplogrupos mtDNA considerados nativos fora da África são descendentes do haplogrupo M ou do seu haplogrupo N irmão.


A humanidade passou a caminhar ereta, ganhando 26 ossos nos pés e 26 na coluna. O valor 26 é a gematria do Nome Santo (יְהוָה). 


O verso ainda informa que, este gêne é o 86, pois está codificado "Vaytá Yud Hê Vav Hê (26) Elohim (86) gene no ADN "M-144...". Quer saber o que é o 86? Leia abaixo: 

"O gene KRT86 fornece instruções para a produção de proteína katatin k86 de cabelo do tipo II (K86). Esta proteína pertence a um grupo de proteínas conhecidas como queratinas, que são proteínas fibrosas resistentes que formam a estrutura estrutural das células que compõem o cabelo, a pele e as unhas. Cada proteína de queratina se associa com outra proteína de queratina para formar moléculas chamadas de filamentos intermediários. Esses filamentos se reúnem em redes fortes que proporcionam força e resiliência aos tecidos e protegem-os de serem danificados pelos estresses físicos diários. A proteína K86 é encontrada em células que compõem o compartimento interno do eixo do cabelo conhecido como córtex, e esta proteína ajuda a dar ao cabelo a sua força e elasticidade". 

Queratina? O Zôhar diz que o corpo de Adão era protegido por uma pele transparente da qual em nós restou apenas as unhas que são queratina. Em toda a criação a queratina é encontrada. Ela existe nas escamas dos peixes, nos chifres dos mamíferos, nas penas e bicos das aves e no humano. E o que diz a Torá sobre isto? "e descerá ele no peixe do mar, na ave dos céus e em todo o animal e em toda a terra (וְיִרְדּוּ בִדְגַת הַיָּם וּבְעוֹף הַשָּׁמַיִם, וּבַבְּהֵמָה וּבְכָל-הָאָרֶץ)..." Torá Bereshit 1:26. 


E para encerrar, vamos para Haran: - No arábico Haran significa "Conhecimento Proibido" ganhando no arábico a grafia "Haram" e algumas outras variantes como "Hérem" no hebraico significando "um homem a quem foi imposto Herem e proibido o contato com ele por ele ser um "herege (os ortodoxos judeus o impunham aos cabalistas para que a população não tivesse contato com sua "heresia") e também "Harêm - um lugar com muitas mulher belas as quais somente o rei poderia contemplar" e considerando que a mulher alude à sabedoria e sua beleza oculta alude aos segredos escondidos da sabedoria", este foi o caso de Hadassah, na Pérsia, a quem seu marido Mordechai chamou "Esther" que significa "Escondido/secreto (Seter)". O verso citado no inicio deste artigo diz, na verdade, por temurá (permutação qabalista) "e veio ao conhecimento de Haran e estudou o Nome (וַיָּבֹאוּ עַד-חָרָן, וַיֵּשְׁבוּ שָׁם)". A palavra "ëd (עַד)" que é "até" se torna "de'á (דעַ)" e significa "conhecimento". Haran (חָרָן)" contém as letras de "chachmatá rabanim nistarim (חוכמתא רבנים נסתרים)" que significa "Sabedoria escondida dos mestres da Torá". Já "e habitou" vem do mesmo radical de "academia de estudos" e sabemos pelos Zôhar que, em Haran estava a Academia de Shem (Malki-tzedek), filho de Noé, e não é isto que diz o verso "va'yeshev shem (וַיֵּשְׁבוּ שָׁם) - e estudou com Shem". 

Bän Mahëran Qedësh 
"Deepak Sankara Veda"
Especialista em Criptologia Hebraica.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

A Senda Para O Ninho Do Pássaro


"Rabi Shimon disse a seu filho Rabi Elazar: Elazar, quando o Messias DESPERTAR, tantos outros sinais e milagres serão despertados no mundo. Venha e veja, no Jardim do Éden (עֵדֶן) terrestre, existe um lugar escondido e escondido, que não é conhecido, e é tecido com muitas cores. Existem ocultos lá mil palácios agradáveis e ninguém os pode adentrar, exceto o Messias, que está sempre presente no Jardim do Éden. Acima de todas estes mil palácios edênicos, há um lugar escondido e escondido que é inteiramente desconhecido, chamado Eden (עֵדֶן) e não há ninguém que possa concebê-lo. O Messias está escondido do lado de fora daquele lugar, até que um lugar chamado "ken tzipor (קַן צִפּוֹר) ninho de pássaro" lhe seja revelado. Este lugar é anunciado pelo pássaro (צִפּוֹר), que desperta diariamente no Jardim do Éden". - Zôhar Shemot

Pobre geração iludida pela luz do próprio ego, que se deixou enganar por líderes religiosos e donos de instituições que usam a verdade da sabedoria para se enriquecerem e ocultarem suas próprias transgressões, que vendem a lua e os festivais para os indoutos de coração.

Pobre geração a qual foi estampada aos olhos o andarilho místico, o iluminado esotérico que carrega no próprio alforje aquele livro que dantes fora escondido e que o desprezou. Pobre geração.

Pobre geração que não notou o Pilar de Fogo (עַמּוּדָא דְּאֶשָׁא), a estrela do messias (כּוֹכָב מִיַּעֲקֹב) pairando sobre a cabeça do artrópode estelar coroado pelo sol no primeiro dia do festival das luzes. Pobre geração...


Pobre geração que não percebeu o pássaro de fogo com as suas flamejantes asas abertas sobre a reencarnação do rei (חִזְקִיָּהוּ) que abriu o sifão que represava a fonte celestial do despertar (גִּיחוֹן). Pobre geração, pois destruiu a si mesma com sua arrogância. Pobre geração que se deixou enganar por líderes obscuros. Pobre geração. 

"kevód Elohim hastér davar, u'kevód melachim chakór davar (כְּבֹד אֱלֹהִים, הַסְתֵּר דָּבָר;    וּכְבֹד מְלָכִים, חֲקֹר דָּבָר) - Mishley 25:2 . 

Bän Mahëran Qedësh 
(Deepak Sankara Veda​).

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O LIVRO SELADO DE DANIEL


Em 2010, publiquei a revelação sobre o que lemos e estudamos em Daniel capítulo 12 versículos 3 e 4: 

"E os sábios, pois, se iluminarão como o esplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos o esquadrinharão minuciosamente, e o conhecimento se multiplicará".

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד. {פ} ד וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת.

Daniel 12:3,4

Qual seria a identidade deste Livro Selado? Poderia se tratar de qualquer interpretação fortuita e desprovida do conhecimento secreto do Dere'k Nistar (Caminho Escondido)? Vamos examinar minuciosamente o os versículos, claro, no original aramaico:

ג וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד. {פ} ד וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת.

Através da criptografia, analisando o versículo, naquele ano, descobri que "Zôhar (זֹוֹהַר)" está codificado a cada 3 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) no próprio versículo 3 a partir de "Yazhirú (יַזְהִרוּ)" que se traduz para "se iluminarão" e que tem raiz no termo "zôhar (זֹהַר)" que aparece logo a seguir em "ka'zôhar ha'raqia (כְּזֹהַר הָרָקִיעַ)" que se traduziu para "como o esplendor do firmamento" mas que literalmente se traduz para "como o Zôhar do firmamento" porque Zôhar é um nome próprio e nomes não se traduzem!

Treze palavras depois de "ka'Zôhar (כְּזֹהַר)" nós encontramos "ha'Sêfer (הַסֵּפֶר)" que se traduz para "O Livro" e o treze (13) aqui é muito importante porque alude às treze partes da barba do divino Atiqá Qadishá (Ancião Sagrado) citado por Daniel no capítulo 7 e aos treze atributos de misericórdia e ainda há outro segredo, o que se segue abaixo:

"Rabbi Shimon Bar Yochai (o Rashbi) escreveu o livro do Zohar. Isso aconteceu por volta do ano 150 da era comum. O Rabbi Shimon era um discípulo do famoso Rabbi Akiva (40ec – 135ec). O Rabbi Akiva e vários de seus discípulos foram torturados e mortos pelos romanos, que se sentiam ameaçados pelo ensinamento da Cabala. Eles esfolaram sua pele até os ossos com uma escova de aço para cavalos (como o atual ancinho). Em seguida à morte de 24.000 discípulos do Rabbi Akiva, o Rashbi foi autorizado pelo Rabbi Akiva e pelo Rabbi Yehuda Ben Aba a ensinar a Cabala às gerações futuras, tal como tinha sido ensinada a ele. O Rabbi Shimon Bar Yochai e quatro outros foram os únicos a sobreviver. Após a captura e prisão do Rabbi Akiva, o Rashbi escapou com seu filho, Elazar. Eles se esconderam numa caverna por 13 anos. Eles saíram da caverna com o Zohar, e com um método consolidado para estudar Cabala e atingir a espiritualidade. O Rashbi atingiu os 125 níveis que o homem pode alcançar durante sua vida neste mundo. O Zohar nos conta que ele e seu filho alcançaram o nível chamado ‘Eliahu o Profeta’, o que significa que o próprio Profeta os ensinou. O Zohar foi escrito de uma forma especial e única, a forma das parábolas, em aramaico – uma língua falada nos tempos bíblicos. O Zohar nos conta que o aramaico é o ‘inverso do hebraico’, o lado oculto do hebraico. O Rabbi Shimon Bar Yochai não escreveu, ele mesmo; ele transmitiu a sabedoria e o modo de alcançá-la de um modo organizado, ditando o conteúdo ao Rabbi Aba. Aba escreveu novamente o Zohar de um tal modo que somente aqueles que fossem merecedores pudessem compreendê-lo. O Zohar explica que o desenvolvimento humano divide-se em 6.000 anos, durante os quais a alma atravessa um contínuo processo de desenvolvimento, a cada geração. No fim do processo as almas alcançarão uma posição chamada ‘o fim da correção’, isto é, o nível mais alto de espiritualidade e plenitude. O Rabbi Shimon Bar Yochai foi um dos maiores de sua geração. Ele escreveu e interpretou muitos assuntos Cabalistas, que foram publicados e são bastante conhecidos até os dias de hoje. Por outro lado, o livro do Zohar desapareceu após ter sido escrito. Segundo a lenda, os escritos do Zohar foram mantidos ocultos numa caverna próxima de Safed, em Israel. Eles somente foram encontrados muitas centenas de anos após, por árabes que moravam naquela área. Um Cabalista de Safed comprou peixe no mercado um dia, e surpreendeu-se quando descobriu o valor imensurável do papel em que o peixe vinha embrulhado. Ele imediatamente comprou as demais folhas de papel dos árabes, e reuniu-as em um livro. Isso aconteceu porque a natureza das coisas ocultas é tal que elas precisam ser descobertas no momento apropriado, quando almas apropriadas tiverem reencarnado e entrado no nosso mundo. Foi assim que o Zohar pôde ser revelado após tanto tempo. O estudo desses escritos foi conduzido em segredo por pequenos grupos de Cabalistas. A primeira publicação do livro foi efetuada pelo Rabbi Moshe de Leon, no século XIII, na Espanha. O segundo período do desenvolvimento da Cabala é muito importante para a nossa geração. Esse foi o período do ‘ARI’, Rabbi Yitzchak Luria, que criou a transição entre os dois métodos do estudo da Cabala. A primeira vez em que a pura linguagem da Cabala apareceu foi nos escritos do Ari. O Ari proclamou o início de um período de estudo massivo e aberto da Cabala. O Ari nasceu em Jerusalém em 1534. Era criança quando seu pai morreu, e sua mãe o levou para o Egito, onde ele cresceu na casa de seu tio. Durante sua vida no Egito, ele se sustentava com o comércio, mas dedicava a maior parte do seu tempo a estudar Cabala. A lenda diz que ele passou treze anos anos isolado na ilha de Rodes, no Nilo, onde ele estudou o Zohar, livros dos primeiros Cabalistas e escritos de um outro Rabbi de sua geração, o ‘Ramak’, Rabbi Moshe Cordovero. Em 1570 o Ari chegou a Safed, Israel. Apesar de sua juventude, ele imediatamente começou a ensinar Cabala. Sua grandeza foi logo reconhecida; todos os sábios de Safed, que eram muito versados na Sabedoria oculta e revelada, vieram estudar com ele, e ele se tornou famoso. Por ano e meio seu discípulo, o Rabbi Chaim Vital, anotou as respostas a muitas questões que surgiram durante seus estudos. O Ari nos deixou um sistema básico para o estudo da Cabala, que ainda é usado hoje. Alguns desses escritos foram Etz haChayim (a árvore da vida), Sha’ar haKavanot (o portal das intenções), Sha’ar haGilgulim (o portal das reencarnações) e outros. O Ari morreu em 1572, ainda jovem. Segundo sua última vontade, seus escritos foram arquivados, para que sua doutrina não fosse revelada antes que chegasse a época certa. Os grandes Cabalistas forneceram o método e o ensinaram, mas sabiam que sua geração ainda não seria capaz de apreciar sua dinâmica. Assim, muitas vezes eles preferiram esconder, ou até queimar seus escritos. Sabemos que o Baal haSulam queimou e destruiu a maior parte de seus escritos. É especialmente significativo este fato, de que o conhecimento tenha sido escrito em papel, e a seguir, destruído. O que quer que tenha sido revelado no mundo material afeta o futuro, e é revelado com mais facilidade da segunda vez. O Rabbi Vital ordenou que outras partes dos escritos do Ari fossem escondidas e enterradas com ele. Uma parte foi entregue ao seu filho, que organizou os famosos escritos, os Oito Portais. Muito mais tarde, um grupo de estudiosos liderados pelo neto do Rabbi Vital retirou outra parte dos escritos do túmulo. O estudo do Zohar em grupos começou abertamente durante o período do Ari e então, prosperou por dois séculos. No grande período da Chassidut (1750 até o fim do século XIX), quase todo grande rabbi era um Cabalista. Apareceram Cabalistas, principalmente na Polônia, na Rússia, no Marrocos, no Iraque, no Yemen e em vários outros países. Então, no começo do século XX, o interesse em Cabala enfraqueceu até desaparecer quase completamente. O terceiro período do desenvolvimento da Cabala contém um método adicional às doutrinas do Ari, escrito nesta geração pelo Rabbi Yehuda Ashlag, autor do comentário Sulam (escada), sobre o Zohar e os ensinamentos do Ari. Esse método é particularmente apropriado para as almas da geração atual. O Rabbi Yehuda Ashlag é conhecido como o ‘Baal HaSulam’, por causa de sua obra Sulam do Zohar. Ele nasceu em Lodz, Polônia, em 1885; absorveu um profundo conhecimento da lei escrita e oral em sua juventude e mais tarde, tornou-se um juiz e professor em Varsóvia. Em 1921 ele emigrou para Israel com sua família, e tornou-se o rabbi de Givat Shaul em Jerusalém. Ele já estava ocupado em escrever sua própria doutrina quando começou a esboçar o comentário sobre o Zohar em 1943. O Baal HaSulam acabou de escrever seu comentário sobre o Zohar em 1953. Ele morreu no ano seguinte e foi enterrado em Jerusalém, no cemitério Givat Shaul".



Fonte: Kabbalah Info

O Zôhar é o Livro Selado, e o que os cristãos fazem ao ignorá-lo e atribuir as origens da QABALAH SAGRADA ao demônio? Eles se separam do divino em si mesmos e o mundo espiritual e passam a servir ao Satan ao invés do Sagrado, bendito seja Ele.

O Zôhar é citado até no chamado "Novo Testamento (הברית החדשה)" na Carta aos Hebreus (אִגֶּרֶת אֶל־הָעִבְרִים) capítulo 1 versículo 3:

"O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;" .

 וְהוּא זֹהַר כְּבוֹדוֹ וְצֶלֶם עַצְמוּתוֹ וְנוֹשֵׂא כֹל בִּדְבַר גְּבוּרָתוֹ וְאַחֲרֵי טַהֲרוֹ אֹתָנוּ בְּנַפְשׁוֹ מֵחַטֹּאתֵינוּ יָשַׁב לִימִין הַגְּדֻלָּה בַּמְּרוֹמִים

Hebreus 1:3

Lembrando que Zôhar é um nome próprio e além disso um "ser celestial" com seis asas e, então, a tradução melhor para este verso seria:

"O qual, sendo o Zôhar da sua glória, e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, foi assentado à destra da majestade nas alturas;".

Sobre o Zôhar está escrito no próprio Sefer ha'Zohar: Há nos céus um Palácio Celeste chamado "Ahavah (AMOR)" e nele habita uma Criatura Viva que se chama Zôhar e sobre ela está escrito: "Está é a Criatura Viva que eu vi sobre o Rio K'var (כ הִיא הַחַיָּה, אֲשֶׁר רָאִיתִי תַּחַת אֱלֹהֵי-יִשְׂרָאֵל--בִּנְהַר-כְּבָר)" - Yechezkel capítulo 10 verso 20. E ainda em outro lugar, lemos: "E olhei, e eis uma semelhança como o aspecto de fogo; desde o aspecto dos seus lombos, e daí para baixo, era fogo; e dos seus lombos e daí para cima como o aspecto do Zôhar... (וָאֶרְאֶה, וְהִנֵּה דְמוּת כְּמַרְאֵה-אֵשׁ--מִמַּרְאֵה מָתְנָיו וּלְמַטָּה, אֵשׁ; וּמִמָּתְנָיו וּלְמַעְלָה, כְּמַרְאֵה-זֹהַר כְּעֵין הַחַשְׁמַלָה) - Ezequiel 8:2.

O verso nunca foi sobre Jesus, mas sobre o Zôhar. Foram os Papas que acrescentaram Jesus nestes pessuqim (versículos). E ainda sobre esta Criatura Viva chamada Zôhar, diz o próprio Zôhar que toda a existência abaixo é sustenta pela Sua palavra (Zôhar Parashat Pekudei) e não é isto que lemos no versículo de Hebreus?

D'us é uma alusão ao Atiqá Qadishá (Ancião Santo) também chamado de Atiq Iomin (עַתִּיק יוֹמִין) - O Ancião Antigo ou Antigo de Dias, e, à Sua direita está a Sefirá Chochmá (sabedoria escondida) a qual Daniel faz alusão quando menciona o aramaico "chachmatá". O trono é a sefirá Biná (compreensão divna) que está à esquerda.

Jesus foi um portador das palavras e da sabedoria do Zõhar, conforme lemos em Mateus capítulo 13:

"Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: "Por que falas ao povo por parábolas? " Ele respondeu: "A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não".

וַיִּגְּשׁוּ אֵלָיו הַתַּלְמִידִים וַיֹּאמְרוּ לָמָּה זֶּה בִּמְשָׁלִים תְּדַבֵּר אֲלֵיהֶם׃ 11 וַיַּעַן וַיּאֹמֶר כִּי לָכֶם נִתַּן לָדַעַת אֶת־סוֹדוֹת מַלְכוּת הַשָׁמָיִם וְלָהֶם לֹא נִתָּן׃

Mateus 13:10,11

Duas palavras são faladas aqui, uma é Da'at (Conhecimento da QABALAH) e a outra é Sodot que se refere aos segredos do Zôhar. Jesus era um cabalista!

Assim, convertam-se dos seus maus caminhos e deixem de ofender os Sábios e a Sabedoria e de seguirem os demônios que se vestiram com peles humanas, que pregam o ódio e a segregação, o preconceito e a altivez do ego que é o "deus" deles. Venham estudar o Zôhar e a Qabalah sagrada que é a luz que alimenta todos os Sábios e os profetas.

Autor
Bën Mahëran Qedësh
"Dipankara Vedas"

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Evidências Das Minhas Reencarnações



"Feliz é o íntegro a quem o Santo, santificado seja Ele, revela os segredos d'Ele a eles nos seus sonhos, de forma que eles podem se proteger do julgamento". 

- Zôhar Lech-Lechá 



No momento no qual vocês estiverem lendo este artigo, eu terei voado para Eretz Israel pela Turkish Airline. Este escrito relata como eu fui informado em sonhos do futuro que me aguardava no ano de 2017.

COM A MINHA ALMA EU O DESEJEI À NOITE
"ZOHAR"
Mistérios antigos que pertencem às atividades da alma durante a noite são desvelados pelo Zohar. Durante sono, pessoas que fizeram uma tentativa sincera de crescimento espiritual e mudanças de positivas durante o dia verão suas almas se elevarem aos mais altos níveis na atmosfera espiritual durante a noite. Para estas almas é determinada uma janela espiritual pela qual eles podem perceber o futuro. Reciprocamente, esses que permanecem espiritualmente complacentes, que não têm nenhuma consideração ou desejo por ações positivas e crescimento espiritual, suas almas se elevam, mas são engolfadas imediatamente por forças negativas.

Rabino Shimon estava caminhando no caminho (MEDITANDO), acompanhado pelo filho dele, Rabino Elazar, do Rabino Abba e Rabino Yehudá. Como eles estavam caminhando (meditando), Rabino Shimon disse: Eu fico pasmo com as pessoas deste mundo que não prestam atenção às palavras da Torá para compreender a razão para a própria existência delas no mundo! Vem e veja: Quando uma pessoa vai para cama, a néfesh (alma animal) dela deixa o seu corpo e viaja em outras dimensões. Existem muitos graus e degraus a serem escalados pela alma. Se ela não se impurificou durante o dia com a consciência egoísta do corpo, ela sobre e recebe informações do que vai acontecer no mundo futuro e sempre se encontrará no lugar certo e na hora certa, mas se ela se impurificou com a consciência do corpo durante o dia, ela também sobe, mas recebe uma mistura de verdades e mentiras e quando ela volta e o corpo desperta, a pessoa se sente confusa e perplexa e não consegue encontrar seu lugar neste mundo e atrai para si muitos infortúnios.




IBÜR COLETIVO

No meu sonho de 30 de julho do ano passado e que postei no Facebook, eu estava no Saguão amadeirado de um aeroporto sentado em um banco também de madeira e curvo ao lado de uma jovem que conheço e que reside na Dinamarca. A cena então muda, e agora há uma correria e tumulto no hall. Eu estou vestido de preto e usando um turbante e estava vendo tudo isso por uma tela de tevê que exibia um noticiário internacional. Ao acordar, imaginei que o aeroporto era o da Dinamarca, pois a jovem com quem eu estava no sonho e como escrevi acima, mora lá. Pelas imagens que eu vi no noticiário (acho que era a CNN) eu achei que haveria algum atentado naquele país. Eu estava errado. O sonho era o conhecimento do futuro de que eu iria fazer uma viagem. O aeroporto é o da Turquia e por isso no sonho eu estava com minha bata preta e usando meu turbante também preto.

No mês seguinte, agosto, O meu mestre, o Arizal, veio e me conduziu, através do sonhos à Academia Celestial. Lá eu vi todos os mestres assentados em suas cadeiras e eles falaram comigo. Eis a anotação do sonho: "Sonhei, na madrugada de 31 de agosto com as palavras de Raban Yochanan Ben Zaccai quando estava para morrer: "Ve'hachinu Kissê le'Hizkyiahu melech Yehudá she'vô (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - E preparemos uma cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo". Essas palavras me foram ditas pelas vozes dos mestres da Academia Celestial em uníssono e, enquanto eles me declaravam estas palavras, abriram o Sha'ar Ha'Gilgulim e as me mostraram escritas lá e, enquanto me mostravam me disseram que havia nelas um segredo de gematria.

O Rabino Chaim Vital tinha sido informado também pelo Arizal sobre ele ter recebido a alma do Rei Ezequias:

"Numa tarde de sexta-feira ele (Arizal) viu o seguinte escrito em minha testa: "Preparamos um assento para Ezequias, o rei de Juda, ele está vindo." Isto foi para me revelaqr que seu Animus (de Ezequias) foi revelado em mim através do segredo da adição (neshamá ieterá) da Shabat. Mais tarde, durante o dia, fiquei furioso em minha casa e ela (a alma de Ezequias) se foi de mim. Depois, me arrependi durante a semana e na tarde da érev Shabat (sexto dia) seguinte meu professor z"l  (Arizal) viu que o Espírito de Ezequias e o Espírito do Rabino Akiva estavam se apegando a mim no segredo da alma adicional da Shabat. Fiquei novamente com raiva em minha casa naquele dia e ele me disse que elas haviam ido. Mais tarde naquele dia eu chorei e me arrependi daquela raiva e ele me disse que só o Espírito de Ben Azzai veio até mim, embora ele não seja da minha fonte. Isso porque ele era genro do Rabino Akiva. Ele me disse que na manhã de érev Shabat Akiva foi escrito com um Hê (em vez de um Aleph)."

- Sêfer Chezionot - O Livro Das Visões


O ANEL DO REI EZEQUIAS



No dia 8 de março de 2008, eu ganhei um presente, um anel inspirado em Duna, o qual eu estive desejando desde que o encontrei no site da joalheria Ka'Gold, criado pelo joalheiro israelense David Weitzman. O anel estava destinado a mim e eu a ele, mas o motivo, eu só saberia em 2017. Um ano depois de haver ganho este anel, o qual uso até os dias atuais, um outro, joia arqueologia, foi descoberta no sítio arqueológico de Ofel, em Israel: O anel rei Ezequias. 


A gematria mispar ne'elam do nome Ezequias (יְחִזְקִיָּהוּ) é igual a 583 que é a gematria do meu título e nome "Rav Misha'Ël (רב מישאל)" que me foi dado pelo Arizal quando me deu sua semichá (ordenação rabínica) e o número da casa à qual o Arizal me conduziu a alugar para ser a sede da K'nesset-Eliahu em 23 de abril de 2001. A gematria das palavras de Rabban Yochanan Ben Zaccai (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) quando estava para morrer é igual a 767 quye é a gematria do ano 5761 (התשס"א) equivalente ao 2001 no calendário greco-romano. E o que houve lá? O September Eleven. A gematria de onze em hebraico (אחד עשר) é igual a 583. Aquele evento foi uma ação da alma do Rei Ezequias sinalizando a Era Messiânica que em hebraico (ימות המשיח) é igual em mispar ne'elam é igual a 583, o mesmo tipo de gematria do nome do rei Ezequias.

UM LUGAR PREPARADO POR D'US

Em 2006, uma senhora Angélica, recém convertida ao judaísmo, contatou-me pedindo por um conselho. Queria saber se deveria fazer a Aliáh, que é o processo de imigração para ir morar no país Israel. Eu a aconselhei que sim, que ela deveria ir, pois a bênção dela estava lá aguardando por ela. Com tantos rabinos com os quais ela poderia escolher para se aconselhar, ela foi dirigida a mim, nascido na galut. Algum tempo depois, em 23 de maio de 2007, ela me escreveu para comunicar que havia iniciado o processo de Aliáh e que em 10 de junho daquele mesmo ano, estava indo para residir em Ra'anana, uma cidade de Israel, no distrito Central do país Israel. O dia 10 de junho é o dia do meu aniversário. CHegando lá, ela conheceu um judeu turco de terceira idade e se casou com ele. A residência desse judeu está situada na Rua Ahuzáh,  número 12.

No final de Outubro de 2017, Angélica Dinar que é casada com o judeu israelense Avraham Dinar, ex-combatente da Milchamá Sheshet Iamim (Guerra dos Seis Dias, 1967) reforçou o convite que me havia feito dez anos antes e que o havia reforçado em 2011 quando realizei a cerimônia de casamento do filho dela, para passar algum tempo na casa dela e do marido em Ra'anana, Israel. Na verdade, meu desejo de visitar Israel estava escondido, eu o havia escondido em 2003 em razão das inúmeras perseguições que sofri. Não estava em meus planos visitar a "terra santa", mas os propósitos do Sagrado, bendito seja Ele, são outros.

Devido aos sonhos eu soube que deveria ir e, então, fui à polícia federal e renovei meu passaporte. No dia 15 de março, minha amiga me avisou que estava voltando para sua residência em Israel e que eu deveria comprar minha passagem para logo. Comprei no mesmo dia, mas como tudo já estava predestinado, a reserva foi cancelada e foi então que eu fui atingido pela compreensão divina. No meu interior a compreensão (biná) me disse que a passagem era para ser comprada no aniversário da minha amiga que mora na Dinamarca. No dia seguinte, acordei, e fui ver a reserva e descobri que havia sido cancelada e então visitei o perfil no Facebook da minha amiga e descobri que ela estava fazendo aniversário exatamente naquele dia, 16 de março e então descobri que a passagem era para ser comprada no dia 16 e não no dia 15 e, por esta razão, a reserva havia sido cancelada.

Fiz novamente a reserva e desta vez ela não foi cancelada. Então, viajei, por razões gilgul e ibür, para a terra de Israel.

O meu quarto em Ra'anana - Eretz Israel

Tudo isso me aconteceu para revelar que eu também, assim como o rabino Chaim Vital, sou uma transmigração do Rei Ezequias de Judá e, como sempre explico, a alma manifesta seus atributos no mundo físico para que não apenas o hospedeiro a conheça, mas, também, todos aqueles que estudam a sabedoria divina o saibam.

"Feliz é o íntegro a quem o Santo, santificado seja Ele, revela os segredos d'Ele a eles nos seus sonhos, de forma que eles podem se proteger do julgamento". 

- Zôhar



"Uma pessoa cuja alma é amada nos céus sempre recebe ajuda do Jardim do Éden. Almas sagradas lhe são envidas pelo Santo, bendito seja Ele, para lhe revelar a Sabedoria e o que irá acontecer no mundo futuro".


Autor
Dipankara Vedas
"Misha'Ël Ha'Levi"


O Artesão Da Luz