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"Quando olho para os Céus, não estou procurando por um Deus que vive no espaço exterior, estou lendo as estrelas e ouvindo os seus mistérios (Tehilim 19)". Deepak Sankara Veda

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"ברוכים הבאים ממסורת עתיקה העברים במדבר". Bem vindo á Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto ao "Zen Hebreu". Este site não representa o judaísmo, nada tem haver com judaísmo e com nenhuma de suas vertentes. Este "sítio" é um lugar onde Sabedoria é compartilhada

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Descobrindo Minha Ascendência Davidica


"Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas, que ministram diante de mim" - Yeremiahu (Jeremias) 33, 22º passuq.

"Conheça-te a ti mesmo...":


Para conhecer a si mesmo, você precisa empreender uma viagem mística interior, utilizando-se das ferramentas da Sabedoria mesclada com kavanot (meditações) apropriadas. Alguns anos atrás eu passei a ter sonhos em que estava realizando testes de DNA. D´us queria me contar um segredo! Eu pensei muitas coisas acerca destes sonhos, mas enquanto minha mente não atingisse consciência ampliada suficiente, que em Chochmat Nistar é chamada "Mochim de Gadlut", eu não poderia penetrar o mistério. Foram dois os sonhos, um em 2005 no mês de julho, no dia 17 e outro em 2006 no dia 10 de Abril.

Em 2009, devido a uma infecção em um dos meus dentes que se espalhou pelo sangue, eu ganhei 8 dias de internação recebendo antibióticos e sedativos fortíssimos intra-venais. Eu fiquei um dia no pronto socorro e 7 dias no quarto número 109 da Santa Casa de Misericórdia de Suzano. Até então, em 40 anos eu jamais havia ficado internado.

Em 2010, eu ganhei de um aluno querido, o cirurgião plástico Mário Eduardo Albano, um homem com um enorme coração, um teste de Y-DNA para ancestralidades judaica. O Dr. Mário colheu as amostras no dia 11 de Abril e as enviou para o Family Tree Dna, no Texas EUA. O resultado saiu no dia 3 de Julho, no dia do aniversário da minha querida mãe.



Alguns dias depois eu sonhei que estava no SBT trabalhando, e o sr. Silvio Santos (Sênior Abravanel) era quem me dava instruções para a montagem de um "Set", e o estranho era que, quando ele me instruía eu respondia: Sim senhor pai.

Agora a tarde (25/12/2011), apenas por curiosidade, eu resolvi mesurar a minha pressão sanguínea. O aparelho eletrônico indicou os números: 123 sistólica, 84 diastólica e 104 batidas do coração por minuto.

Qual o significado de tudo isto? O Zohar nos conta que a alma é criada pelas combinações do alef-beit (alfabeto hebreu) e que por sua vez, a alma imprime o mesmo DNA no corpo. Resumindo, as almas que são da linhagem de Levi terão o DNA de levi e assim também o corpo. As almas que são da linhagem do Rei David, terão o DNA da linhagem do Rei David. E porque estou revelando isto? Eis a razão:

"Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas, que ministram diante de mim" - Yeremiahu (Jeremias) 33, 22º passuq.


Abrindo o Mistério

Minha mãe chama-se "Eunice Martins" e nasceu em 3 de julho de 1944 e os "Martins" vem da linhagem de Dom Isaac Abravanel, estadista, filósofo e comentarista biblico. Dom Isaac Abravanel era da linhagem do rei David.

Eu nasci em 1966 no bairro do Belém (Beith lechem) em São Paulo. Belém também é o nome da localidade onde nasceu o rei David. O número 66 é a gematria de "Ben David" que significa "Filho de David" e o ano de 1966 foi Ano shabático, isto é "Shanat Malchut (ano de Malchut)" que é a mercavá (carruagem divina) do Rei David. O ano shabático (shemitá) é o 7º na contagem das sefirot. Sete em hebraico é "Sheva".

O mês de julho é regido pelo signo de Cancer (Mazal Sartan) e é o único mês que recebe a influência da Lua que é o atributo do Rei David. O dia 3, aniversário de mamãe, foi também o dia em que sai o resultado do meu teste de Y-DNA, teste este que deu positivo. As amostras haviam sido colhidas no dia 11, e o número onze é muito importante em QABALAH. O Rei David era a 11º geração de Yehudá que era filho de Israel (Yaaqov). Me nome e titulo (o qual não faço questão de usar) resulta em 583 em gematria hebraica, e este valor é o mesmo de "Esser Echad", onze em hebraico.

Você se lembra? eu fiquei sete dias no quarto 109 da Santa Casa e 109 é a gematria de "David ha"Melech" que é David o Rei em hebraico. Sete é "sheva" e "sheva" é malchut. Eu tinha uma amiga maravilhosa nesta época, cujo nome hebreu é Bat-Sheva e que foi me visitar no quarto 109 quando eu estava internado.

bem, vamos aos número de hoje: 123 é a exata gematria de "Paulo" transliterado para o hebraico. Paulo é o meu nome civil. 84 é a gematria de "Yada" que é "Conhecimento" na língua sagrada, e 104 é a gematria de "Melech David" que você já sabe qual é o significado: Rei David. A número do quarto somando à gematria do meu primeiro nome hebreu, Misha"Ël, é igual a 490 que é a mesma gematria de "Beith-lechem (Belém)".

Queridos, a "Assinatura de D´us" está na nossa alma e por sua vez em nosso sangue. Para conhecermos como isto é perfeito, vou demonstrar falando de um evento muito significativo: A missão que colocou o homem na Lua, chamava-se "Apolo 11". Em hebraico "Apolo" é igual a 123. Foram exatas 109 horas de viagem até o nosso satélite e você já sabe agora que 109 é a gematria de David ha"Mélech (David o Rei)" e que a Lua é o atributo do Rei David. Ao final das missões Apolo, os astronautas haviam trazido da Lua 381 quilos de pedras. 381+109=490 que é Belém. 381 também é a gematria de Misha"Ël.


O Zohar diz que, determinados mistérios só podem ser penetrados por aqueles que são da linhagem do Rei David. Assim, Rabi Ashlag, Rabi Isaac Lúria, Dom Isaac Abravanel e Rabi Shimeon bar Yochai eram todos da linhagem do Rei David. Albert Einstein, Isaac Asimov, H.G Wells e o Maharal de Praga eram da linhagem do Rei David.

Em 2007, com a ajuda de uma amiga maravilhosa, Frida Traven, eu consegui tirar o CNPJ da Associação Cabalista Mundial - gará Kulam Moshav. Frida tem também ascendência da familia do Rei David .

Por que eu estou revelando tudo isto? É para que você saiba que você, meu querido e minha querida, não é um acaso no universo, e que se você empreender uma viagem mística estudando a Sabedoria Escondida da Torah, a Chochmat Nistar, você também poderá descobrir a sua própria identidade espiritual, e toda a dor que você sente, que é um resultado das perguntas que não querem se calar no seu interior, forçando-o (a) em direção ao seu destino, desaparecerá!

"Conheça-te a ti mesmo". Chag Chanuká Sameach ve´Shavua Tov! - Naib Mishael HaLevi

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Chanuká: Criando Milagres



O sinal de Kislev é a arco (Keshet, no hebraico). No começo de Kislev o primeiro arco-íris foi visto após a inundação. O arco-íris simboliza o pacto que D´us fez com Noah de nunca outra vez destruir o mundo com água. O simbolismo do arco ecoa também a vitória militar de Chanuká - a arco da pureza de Israel que vence o arco da impureza da Grécia. Misticamente, o arco simboliza o poder da oração: Quanto mais a corda do arco é puxada para mais perto, mais longe a flecha alcançará; assim, mais profunda a intenção de uma oração, mais alto a flecha alcançará nos céus. 
O fogo nas velas de chanuká consiste em dois poderes: o poder queimar, e no poder iluminar. Nos dias de Chanuká, os Chashmonaim (makabiim) usaram ambos estes poderes. Fogo para queimar e erradicar a impureza dos gregos, e o fogo da Torah para iluminar acima o Beit Hamikdash (o templo santo) uma vez que restaurado. Um fogo a queimar o mal, e um fogo para iluminar o bom.
Aprendemos com Hillel (um dos Sábios antigos) a respeito de como iluminar as velas de Chanuká: Hillel diz que você começa com uma vela na primeira noite e trabalha todos os dias até alcançar oito.
O poder da luz, entretanto, é sempre algo que cresce mais forte e mais forte: Hillel considerou que as Luzes da chanukia devem forçar o triunfo da luz - porque onde há uma luz, a escuridão deve fugir.
Assim Hillel nos ensinou que devemos iluminar uma vela na primeira noite, e então essa luz cresce e cresce até que encha o mundo e não haja nenhum lugar à esquerda para a escuridão.
Os dois filhos de Yosef, Ephraim e Menashe, são estes dois poderes do fogo e da luz enraizados em toda a Israel. Menashe é o poder "negativo", o poder queimar e destruir o mal, com o resultado que a luz brilhará. E Ephraim é o poder "positivo"; o poder iluminar, de modo que a escuridão não possa ter nenhum lugar para governar.
Porque os Judeus serão chamados finalmente pelo nome de Ephraim, o poder da iluminação, similarmente, a halacha segue Hillel, para começar com uma vela e para adicionar mais luz cada noite até que a escuridão desapareça.
Quando você fecha seus olhos e pensa em Chanuká, o que vem em sua mente? As luzes da chanukia. Girar do dreidel (sevivon). O aroma dos doces e sonhos. E naturalmente - o som de "Maoz Tzur".Nessa canção bonita de Chanuká, nós cantamos os "filhos da compreensão".Quem eram estes "filhos da compreensão" e qual é sua conexão a Chanuká?
O sinal de Kislev é o arco ou o arco-íris - keshet. Há uma conexão entre "Lag B´Omer e o arco de Kislev, o mês de Chanuká? O Lag B´Omer é o dia da passagem de Rabbi Shimon bar Yochai.
O dia em que deixou este mundo, Rabbi Shimon revelou muito dos segredos escondidos da Torah, a luz escondida".
A revelação da luz escondida é como a revelação das cores no arco-íris. Um arco-íris revela a anatomia da luz branca. A luz branca parece indivisível. Nenhum detalhe pode ser discernido em seu brilho puro. O arco-íris revela o segredo da luz branca.
Mostra-nos como a luz branca é composta realmente de todas as cores. Rabbi Shimon disse a seu filho Rabbi Elazar "meu filho, não espera a vinda de Mashiach até que você veja o arco-íris iluminado".Apenas porque a vinda de Mashiach é comparada ao revelação da luz escondida, assim Chanuká, o festival das luzes, é um símbolo do revelação da luz escondida, a Torah escondida.
 Esta é a conexão entre o arco, o sinal do mês de Kislev - em qual a luz escondida é revelada em Chanuká, e o arco-íris que revela as cores escondidas dentro dele. De todos os filhos de Yaakov Avinu, associado mais próximo com o estudo de Torah é Yissaschar. Yissaschar foi carregado (gerado) em Shavuot, o festival de recebimento da Torah. Sua concepção, entretanto, estava em Chanuká. Assim, Yissaschar ele mesmo, sua entrada neste mundo, nos conecta Chanuká e a Shavuot. Assim o significado de Chanuká simboliza a luz escondida da Torah. O nascimento representa o revelação final daquilo que é escondido. Shavuot significa a revelação final - a Torah revelado na luz e no som do shofar em Sinai. Shavuot é o "aniversário" da Torah e o nascimento da nação judaica. Os "filhos da compreensão" que nós cantamos em Maoz Tzur são aqueles que herdaram esta conexão - a conexão de Chanuká e a Shavuot.
São os filhos de Yissaschar que simbolizam a conexão entre o escondido e a Torah revelada. Porque o livro de Crônicas diz, os filhos de Yissaschar são "os possuidores da compreensão dos tempos".
Os "Makabiim" foram os grandes heróis de Chanuká. A palavra "makabi" é um "notarikon" de "Mi Kamocha Baelim Adonai" (Quem é como Tú entre os poderosos óh D´us).
Cantamos este cântico em todos os Shabbatot, mas talvez poucos de nós tenhamos notado que ele possui exatamente 42 palavras, nos dando uma poderosa conexão com o "nome de 42 letras" "Ana Bekoach". A palavra "makabi" soma exatamente 72. Este é o segredo na vitória dos "makabiim" contra os reis selêucidas. A conexão com a Torah escondida, A Qabaláh. A utilização da força interna de Sagitário. O poder dos 72 Nomes de D´us.

Acendemos 2 velas na primeira noite, sendo uma a vela shamash que sempre será acesa primeiro e então a primeira vela. Na segunda noite acedemos 3 velas,  a shamash, a segunda e a primeira. Na terceira noite acendemos 4 velas, shamash, terceira, segunda e primeira. Na quarta noite acendemos 5 velas, shaamash, quarta, terceira, segunda e primeira.  Na quinta noite acendemos 6 velas, shamash, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sexta noite 7 velas, shamash, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sétima noite 8 luzes, shamash, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na oitava e ultima noite acendemos 9 velas, shamash, oitava, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na ultima noite o total de velas acesas terá somando 44.

Imagem compartilhada de
Para mais informações e as bençãos da conexão, 
clique no link acima


O número 44 é muito importante na QABALAH e vou dar-lhe dois bons motivos: O primeiro é que 44 é a gematria de Talê (טלה) e corresponde ao mês de Nissan e ao mês de Áries. Nissan é o Mês da quebra da consciência da escravidão, a saída de Mitzraim (Egito), a libertação da consciência escravizada pelos dogmas religiosos. O segundo motivo é que 44 é também a gematria de D´li (דלי) que é Aquário, o  Cântaro cheio com as Maiym ha'Chochmá (מים החכמה) - As Águas da Sabedoria. O Portador do Cântaro é o Messias. Chanuká é uma oportunidade que D´us nos preparou para nos conectarmos com a consciência de mashiach (messias).
É muito simples verificarmos a evidência disto: Durante a conexão nós giramos o Sevivon (Dreidel), um pequeno pião de 4 lados onde estão gravadas as 4 letras hebraicas que são as iniciais da frase mistica "Ness gadol hayá sham (נס  גדול היה שם )" cuja gematria é 358, a mesma de Mashiach (Messias).

Moed Tóv  Chanuká Sameach le´kulam (um bom tempo fixado de Chanuká para todos). Shalom

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Compreensão Elevada



Estou certo que nós não temos a mesma compreensão da Sabedoria alcançada pelos israelitas no evento do "Har Sinai (A Montanha da Ira). Mas nós temos as kavanot (meditações) para acessar os arquivos metafísicos gravados nas almas que estavam presentes na revelação da Torah e sua Sabedoria escondida e temos os Tzadiqim Nistarim (Os Sábios do Jardim do Éden) que podem se assim obtivermos merecimento, nos revelar os códigos espirituais, a mesma sabedoria que os bebês que estavam nos ventres das grávidas receberam ao tornarem-se conscientes nos úteros de suas mães durante a travessia do Iam Suf (Mar do Fim).

Desejo revelar aqui algo que também me foi revelado, pois a Sabedoria revelada que não é compartilhada não ilumina, mas ajuda a escurecer o mundo. É como se alguém ateá-se fogo em uma biblioteca repleta de conhecimento entesourado em livros antigos. Por isto, quando os antigos mestres da Sabedoria estavam para se ocultar deste mundo, chamavam seus talmidim (discípulos) e revelaram o maior número de mistérios possíveis os quais haviam penetrado. Infelizmente hoje, certos professores só revelam a sabedoria se forem pagos para isto. As almas neles não são as mesmas dos Sábios antigos.



Imagine o Nome Divino acima. Foi nos ensinado que ele é para cura, e realmente é, pois eu testemunhei o seu poder incontáveis vezes. Mas qual é a sabedoria por trás dele, qual é a tecnologia escondida nele? Imagine se alguém lhe desse um pedaço de papel com a formula E=mc² escrita nele. Você sabedoria como usá-la? O mesmo acontece com os 72 Nomes. Nós ainda não temos a compreensão da sua tecnologia. O Zohar nos diz que eles, os 72 Nomes possuem 670 mistérios escondidos.

Deixe-me compartilhar algo com vocês: Por vezes, quando a humanidade é atacada por algum vírus desconhecido, o primeiro passo é a "Quarentena", termo hoje que é sinônimo de "Isolamento". Antigamente este isolamento era de 40 dias, tempo destinado à compreensão e erradicação do vírus. Pois bem, o Nome Divino "MEM HÊI SHIN (מהש)" acima começa com a letra "Mem" do alfabeto divino. O valor numérico da "ÓT Mem (מ)" é 40. O Mem isola o vírus causador do desequilíbrio, impedindo que ele se espalhe a partir do momento que o escaneamento do Nome teve início. A próxima "Ot" o "Hê (ה)" trás o "Entendimento" sobre a doença e assim, o qabalista pode aplicar outras ciências da sabedoria para ajudar na cura do paciente, pois esta "ÓT" é o "Hê" de Biná que é a compreensão divina. A "ÓT" final, o "Shin (ש)" é a letra que criou o fogo e é a responsável por erradicar o causador da doença, o agente genético que deu origem a patologia.

Nós precisamos compreender o funcionamento e os demais 670 mistérios que os nomes possuem, para que sejamos plenos e obtenhamos plenitude ao aplicá-los nas nossas vidas.

Que os céus nos ouçam, e que nós obtenhamos mérito para receber a revelação completa.

Por favor, compartilhem! Todá rabá (muito obrigado) Naib Mishael HaLevi

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

El poder del incienso (Qetoret)



Fomos ensinados através do Zohar Sagrado que o incesnso cuja formula foi prescrita na Torah, tem o poder de afastar o Anjo Da Morte. Além do mais, o Zohar nos ensina também que, toda pessoa que conseguir meditar na Parashat da Torah que fala da fabricação do Qetoret (incenso), o Anjo da Morte não poderá tocá-la. Foi-nos dito também que as letras do Nome Sagrado apareciam na fumaça do incenso quando Aaron o oferecia. O texto a seguir está em espanhol, mas com as ferramentas de idioma encontradas na internet, todos poderão traduzi-lo e aprender com ele. Bom estudo

O Poder Del Qetoret

En Marzo de 1988 se encontró en una de las cuevas de Qumran una pequeña jarra que contenía una aceite rojizo. Se cree que es la única muestra sobreviviente del aceite balsámico prescripto en la Toráh para ungir el Mishkan (Tabernáculo) y sus vasijas, así como a los kohanim, sacerdotes y reyes de Israel. El aceite -cuando fue encontrado- tenía una consistencia como de miel. La jarra en la que se encontró estaba envuelta en hojas de palmera cuidadosamente dobladas y preservadas en un pozo con suficiente profundidad para evitar que se desperdicie por las inclemencias del tiempo extremo de la zona.
 
Cuatro años después se descubrían 600 kilos de una sustancia orgánica rojiza dentro de un silo construido con rocas en otra parte del complejo Qumran. Subsecuentes análisis determinaron que dicha sustancia rojiza contenía al menos 8 de las once especies que se utilizaban en el Pitum haQetoret (mezcla de Incienso) y ofrecidas en el Templo.

Un par de años más tarde, se presentó la muestra ante dos grandes rabinos que la dieron a sus propios profesionales químicos para analizar su cualidad orgánica y se sugirió que se quemara algo de ésta mezcla con propósitos científicos (para lo cual hubo que utilizar ácido clorhídrico y no fuego). También fue sugerido que se quemara junto con otras dos especies que se hallaron en otro lado de la cueva.

Los resultados fueron asombrosos. Si bien las especies habían perdido algo de su potencia a los largo de dos milenios desde su entierro, todavia eran poderosas. El residuo de su fragancia permaneció en la vecindad por numerosos días después del experimento. Muchas personas reportaron que su cabello y ropas retenían el aroma. Aún más asombroso, el área en donde fueron quemadas las especies cambió radicalmente ya que había estado infectada desde hacía meses, con hormigas, mosquitos y otros insectos, que luego de la prueba del incienso desaparecieron mágicamente.

Después del Ketoret ninguno de estos insectos fue visto por un buen lapso. Esto trae reminiscencias de la  Mishná en Avot 5:5 (Talmud) que dice que no había moscas en el área del Templo.

El poder y efecto prolongado del Ketoret está también descripto en el Talmud Yoma 39b, en donde está escrito que las cabras en Jericó (al Norte de Qumrán) estornudaban por el aroma del Ketoret, y las mujeres no necesitaban perfumarse. En Jerusalem las novias no necesitaban usar su perfumero (un pendiente con mezclas de hierbas cerca del cuerpo) dado el dulcísimo y omnipresente aroma del Ketoret.

El Ketoret y la Biblia 

En el Talmud (Arajin 16ª) está escrito que el Beit haMikdash (Templo), el Mishkán (Tabernáculo) así como las vasijas sagradas, el Aron Hakodesh (Arca sagrada), la Menoráh (el candelabro) el Mizbeaj haKetoret (Altar del Incienso) las vestiduras del Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote), las cenizas de los sacrificios, etc., no eran sólo artefactos físicos, sino que también representaban niveles espirituales de acercamiento a Dios. Lo mismo sucede con el Aceite (Shemen) y el Ketoret. 

De la lectura del Éxodo 30 podemos destacar que el aceite de la unción y el Ketoret están muy ligados uno al otro ya que contienen varias especias iguales. 

Lo otro que podemos destacar es que ambos eran muy sagrados. Sagrado en hebreo se dice Kodesh, cuando algo es Kodesh debe apartarse y ser mantenido por separado, adquiriendo por lo tanto el poder de santificar y elevar todo a su alrededor (Shabat Hakodesh, Torat Hakodesh, lashon Hakodesh, Ierushalaim Ir Hakodesh, etc.). 

Desde la Qabalah podemos decir que el incienso consistía de diez perfumes o especias con agradable fragancia, y una especia más, jelbená (gálbano), con un olor infame. Estas especies se mezclaban para ser usadas en el Templo. Como las once especias paralelan las diez más una sefirot (o emanaciones) del Árbol de la Vida del Universo de Tohu (caos), se dice por lo tanto que representan la completa rectificación del mal. Esto está indicado por el agregado de la 11ª. especia, gálbano, que alude al la elevación del mal devuelta al reino de lo sagrado. 

El Talmud (Shabat 89ª) enseña que Moisés fue instruido acerca del misterio del incienso por el Ángel de la Muerte (el Ángel de la Muerte reveló a Moisés que el Ketoret tiene el poder de anular un decreto maligno, aún el de la muerte). 

¿Por qué el Ketoret supera la maldad y la muerte? ¿De dónde sale su poder? Lo obtiene del hecho de que la pulverización de las especias semejan el rompimiento y muerte  de las sefirot originales. Las sefirot originales dan luz con una pequeñísima proporción de oscuridad. La oscuridad no se podía manifestar como “mal” íntegro hasta que la luz fuera “pulverizada”. El rompimiento  de la luz se denomina muerte y oscuridad. Pero el Ketoret, en la precisa forma en que está hecho, y especialmente el número y naturaleza de sus ingredientes tiene el poder de sobreponerse a la muerte y a la oscuridad, y transformar completamente el mal, tanto enen nosotros y el mundo, en bien. 

El jelbená

El incienso consistía en diez especias o perfumes con buenas fragancias y una undécima, gálbano, con terrible olor que refiere a la elevación del mal hacia el reino de lo sagrado.

Es interesante observar que el jelbená, una de las cuatro especias más importantes del Ketoret, listada en la Toráh corresponde ni más ni menos que al carbono, uno  de los cuatro elementos primarios encontrados en el Universo, que junto con el oxígeno eran los esenciales para mantener la vida! 

Siguiendo con la idea de las 10 fragantes especias y una desagradable el Talmud dice: (Keritot 6b): “Todo ayuno colectivo que no incluya a los pecadores de Israel no es ayuno”.

Esto tiene que ver con el hecho de  que el incienso contenía jelbená. Así como el jelbená era necesario para que el incienso adquiriera ese aroma, una congregación no está completa sin alguien que se haya equivocado y quiera elevarse a través del arrepentimiento. En particular cuando un castigo difícil ha sido decretado en contra de Israel debido a alguna mala acción, este mismo mal debe ser elevado. Por lo tanto, la idea de transformar el mal elevándolo nuevamente a su fuente en lo sagrado está incorporado en el incienso. Es por esta razón que todo ayuno comunal debe incluir a los pecadores de Israel. 

La Toráh escrita menciona cuatro especias especias  fundamentales para el Ketoret: Bálsamo, estacte, gálbano y frankincienso puro. Es sólo a través de la transmisión oral que conocemos las otras siete, sumando un total de 11. Los sabios de todas formas, se toman el trabajo de explicarnos de qué manera está aludido en la Toráh, repitiendo dos veces la palabra “samim” o especias. La Toráh no especifica cuáles eran. 

El Talmud una vez más explica las propiedades del Keroret: 

Keritot 6ª: “Cómo estaba compuesto el Ketoret? Contenía 368 maneh (medidas). 365 correspondían al número de días del año solar, una medida por día, media en la mañana y media en la noche. Las otras tres son aquellas que el Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote) traería (al Sancta Sanctorum) como doble ración en Iom Kipur” 

Existe una plegaria acerca de que nuestra ofrenda sea agradable y aceptable para Dios. El Ketoret tiene el poder de anular los efectos del Lashon Hará (malos dichos, chismes, insultos, agravios verbales, literalmente “malas lenguas”). Aquí debemos puntualizar que la Toráh y la plegaria son la forma más poderosa de utilización de lenguaje para el bien. A veces, es muy fácil decir palabras, aquellas que no son nuestras y nos acostumbramos a recitar, al punto que pierden profundidad y significado. Pero el secreto de la verdadera plegaria  es ponernos detrás de las palabras, de impulsarlas especialmente aquellas que han sido pronunciadas para purificarse durante milenios. Esto eleva nuestros pensamientos y palabras en una verdadera ofrenda.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O conhecimento do Senhor encherá a terra...

"כִּי תִּמָּלֵא הָאָרֶץ, לָדַעַת אֶת-כְּבוֹד יְהוָה, כַּמַּיִם, יְכַסּוּ עַל-יָם (Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar." - Chavakuk 2:14)". 

O conhecimento aludido no verso não são as pregações de pastores, padres, vigários ou quaisquer lideres das religiões conhecidas ou que levam o título de "igreja" e que são uma herança de Edom que é o qlipá (casca negativa) da sefirá de Netzach, Roma e portanto Amalek. Nenhum líder (excluindo aqui os qabalistas hebreus, budistas e os lamas do Tibet) que não tenha aprendido a "Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida da Torah)" pode falar ou revelar qualquer coisa baseada nos textos das Qituvei ha'Qodesh, que são escritos hebraicos, e portanto torna-se necessário possuir o conhecimento da Lashon ha'Qodesh que é a língua da criação, que foi criada por D´us 2.000 anos antes da criação do universo.

O Conhecimento aludido no verso é o conhecimento da Chochmat Nistar (Qabaláh) e por isto o profeta usou o termo "Da´at (דַעַת)" que é uma indicação da Sefirá honônima.

Não confunda "Da´at (conhecimento/sabedoria)" com "Dat (lei/religião)", pois há uma diferença entre as duas palavras que é a letra hebraica "Ayin (עַ)" que aludeà "Pequena Face de D´us" que é também chamada "Os Céus". Dat (דַת) é uma palavra com defeito pois está desfalcada da letra "Ayin (עַ)" e portanto sabemos que, devido a este defeito a religião somente possui dogma e não conhecimento, pois está separada do mundo superior que é chamado "Céus".

Portanto, qualquer pessoa que se utilize das Qituvei ha"Qodesh sem possuir o conhecimento da "Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida da Torah)" mente, engana e produz dano, defeito nas almas de todos aqueles que se ligam com eles e neste falso céus que criam com interpretações erroneas das Qituvei ha'Qodesh.

"Tu, porém, Dani´El, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará (Dani´El péreq 12, 4º passuq)".

O termo "saber" no verso acima é o mesmo usado pelo profeta Chavakuk, Da´at (דַעַת) e como aprendemos alude ao conhecimento escondido da Torah. um exemplo, para que compreendamos melhor, foi Moshê (Moisés) cujo nome significa "Retirado das águas". Estás águas aludem a "Da´at" de "Zeir Anpin (A Pequena Face de D´us)" que foi de onde Moisés emergiu, e conhecemos assim que Moshê estava destinado a revelar o conhecimento escondido.

Este conhecimento escondido refere-se ao Zohar que é o "livro selado" dito em Dani´Ël capítulo 12 no 4º passuq.

Se minhas palavras lhe causam desconforto, eu não sinto, pois minha missão é compartilhar a sabedoria e não dogmas. Sinto sim por aqueles, que, tendo oportunidade para se ligar ao estudo da Sabedoria escondida e serem atados ao Zohar, a tenha rejeitado, pois ao rejeitar a Sabedoria e Zohar Santo que foi enviado à terra por D´us, rejeitaram também aquele que o enviou, o Sagrado, bendito seja Ele.

"קְרָא אֵלַי, וְאֶעֱנֶךָּ; וְאַגִּידָה לְּךָ גְּדֹלוֹת וּבְצֻרוֹת, לֹא יְדַעְתָּם (Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes - Jeremias 33:3)".

"Qrá Elai veê'enêcha ve'aguidá lechá, guedolot u've'tzurot lo yedatem (Yeremiahu 33:3)".

Aqui neste passuq nos temos o termo "yedatem (יְדַעְתָּם)" cuja raiz é a mesma de "da´at (דַעְתָּ)" e novamente aludindo ao conhecimento escondido. Além disto nos temos também o termo aguidá (אַגִּידָה) que vem de "le´aguid" e alude a contar um "segredo místico". É também a raiz de "maguid (מָּגִּידָ)" que alude a um "tzadiq nistar - um sábio que reside no Éden e que é enviado para revelar um segredo escondido.

Assim, aprendemos a razão do por que as pessoas tem sofrido e tem tido suas almas mutiladas pelas religiões, pois todo aquele que negou a Torah Sagrada e ao conhecimento secreto que ela entesoura, e todo aquele que negou a "brit milá (a circuncisão)" atou-se à combinação mais negativa de letras que existe no alfabeto hebrraico, às letras "shin, quf e resh (שִׁקר)" que juntas dão origem á palavra "Sheqer (שִׁקר)" cujo significado é "falso/impostor".

Aconselho o estudo do artigo "O Zohar e o Livro Selado de Daniel" que o ajudará a ter uma melhor compreensão:


Reflita sobre estas palavras! 

Shalom a todos

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

2º Retiro Místico Espiritual D.U.N.A




Será realizado nos dias 9, 10 e 11 de Dezembro o 2º Retiro Místico Espiritual "D.U.N.A - Sigla de Da´at u'Nistar ha'Torah que significa Conhecimento e Segredos Escondidos da Instrução do Hê (o termo Torah é composto de Tor-Hê cujo significado místico alude a Sabedoria Escondida do Shem ha'Meforsha - Tetragrama). O Encontro será servido com muita "Especiaria (QABALAH)" e "Água da Vida" cuja fonte é o rio místico que  flui do Éden (a Shekiná, a Presença Divina)". 

Os lugares são poucos. O Local, uma chácara escondida a 4 km serra a dentro, comporta 21 pessoas.

O investimento será apenas de R$120,00 por pessoa já incluso alimentação. O Valor alude a palavra hebraica "Moéd" que significa "Tempo Fixado".  Faremos Leitura e o compartilhar dos Mistérios do Zohar Sagrado sob a luz das Mazalot (Constelações), e uma vez que são 88 o número delas, temos outro número místico: 2x44. Em hebraico 44 é a gematria do termo D´li que é Aquário e alude ao derramar das águas superiores, o "Cântaro de Chochmá (Sabedoria)" cujo portador é o Messias.







Na sexta-feira, dia inicial, teremos o ritual de Shabat à luz de lampiões e velas. O Ritual da "Separação" será realizado no sábado. Orações místicas e secretas e a revelação dos seus mistérios.

Reserve já a sua participação. Para reserva e mais informações escreva para o email da Comunidade Mistica do Deserto:


Confirmada a presença através do pagamento do valor acima mencionado, será marcado um ponto de encontro na Rodoviária de Mogi das Cruzes de onde nos dirigiremos para a chácara Serpa. Até lá...




Shalom




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Campo Dos Sonhos



Enviado Por:
Issachar ben Kanaan

Criando Espaço para o Criador
Se você constrói um desejo pelo Criador, Ele irá se revelar nesse desejo.
A sabedoria da QABALÁH nos explica como:

“Se você construir, ele virá”. O sussurro além-túmulo no filme “Campo dos Sonhos” (1989), levou o personagem de Kevin Costner a mudar sua vida, para que ele pudesse construir um campo de baseball. Ao fazê-lo, ele permitiu que jogadores de baseball já mortos pudessem aparecer, de forma milagrosa, e jogar um jogo de baseball que eles nunca puderam jogar durante suas vidas. Mas apenas o personagem de Kevin Costner podia ver os jogadores; apenas Costner podia interagir com eles.

De forma semelhante, cabalistas dizem que se construímos um lugar para o Criador, Ele vai ocupá-lo. Mas apenas a pessoa que construiu esse lugar conseguirá senti-Lo e interagir com Ele.

Atração ao Desconhecido
Diferente da voz misteriosa do filme, o chamado para construir um “lugar” novo para o Criador começa com um sentimento: uma atração a algo desconhecido, além dos limites da nossa experiência de vida. Em primeiro lugar, começamos a procurar por algo que não sabemos ao certo o que é. Fazemos perguntas como: “Qual e o objetivo da minha vida?” “De onde vim e para onde estou indo?” e sentimos que temos de obter respostas a essas perguntas.

A busca por algo desconhecido indica um desejo que despertou em nós – um desejo por descobrir a origem da vida. E esse desejo é exatamente o “lugar’ onde o Criador irá eventualmente aparecer.
Não se trata de um lugar físico, mas um lugar interno. É o desejo nos nossos corações que os cabalistas chamam de “ponto no coração”, que cresce gradualmente de um pequeno ponto para um “lugar” onde o Criador se revela. Esse lugar, que começa como um “ponto no coração” eventualmente cresce para se tornar uma “alma” – o recipiente que recebe a presença do Criador.

A Alma
O “lugar” para construir para que Ele venha
QABALÁH explica que nenhum de nós nasce com uma alma totalmente desenvolvida. Nosso desejo inicial por algo novo e desconhecido é um “ponto” inicial da alma, que pode ser desenvolvido em uma alma completa e eterna. Ela pode ser comparada a uma imagem de um pontinho de feto que vemos nos ultra-sons, aos dois meses de desenvolvimento de uma gravidez.

No entanto, diferente de um feto que se desenvolve no útero de sua mãe, um ponto da alma não cresce de forma automática. O desenvolvimento desse ponto de alma em uma alma totalmente desenvolvida depende de nós. Depende da nossa participação ativa e dos esforços que fazemos para construir esse “lugar”. E, na medida em que o ponto cresce, começamos a sentir o Criador.

A Sabedoria da QABALÁH:
A ferramenta para desenvolver a alma
A sabedoria da QABALÁH provê as ferramentas para que desenvolvamos nossas almas, o lugar para que o Criador seja revelado. Esse método oferece instrução e conselhos guiados sobre como trabalhar com o ponto no coração, como diferenciá-lo de todos os outros desejos que temos, como entender o que é e da onde vem e como assumir responsabilidade por ele. Tudo isso nos ajuda a cultivar esse ponto e desenvolvê-lo em uma alma.

O que acontece quando o desenvolvimento é completo, quando o lugar esta pronto? O Criador imediatamente aparece e preenche esse desejo com sensações de eternidade e perfeição. Essas sensações vêm da conexão com a origem da vida, que é perfeita e eterna. Esse acontecimento, chamado de “revelação do Criador” é o objetivo do estudo da QABALÁH. De fato, o método da QABALÁH tem como objetivo construir esse “lugar” para a revelação do Criador.

Rav Dr. Michael Laitman, PhD.
Texto original: Making Room for the Creator
Bnei Baruch - A Sabedoria da QABALÁH

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Quinto Elemento



A sefirá Malchut é representada pela 5º letra do Alef Beit, o Hê (ה) e alude também à Shekiná, a Divina Presença que é representada pela mulher, o quinto elemento.


O Zohar descreve que as mulheres estão em um nível espiritual superior aos homens. Portanto, o trabalho de refinamento através da Torá cabe ao homem.

No pecado original, a serpente injetou impurezas na mulher. Assim, as mulheres são mais suscetíveis a se inclinarem à prática da magia e feitiçaria. Cabalisticamente, feitiçaria é toda vez que a mulher utiliza seus dons negativamente, para conseguir satisfazer seus desejos egoístas, de receber para si mesma. Ou seja, a feitiçaria é um domínio exclusivo feminino. Os homens podem aprender, mas na mulher é um dom que nasce com ela.

Especialmente quando menstruadas, as mulheres adquirem um poder maior de enfeitiçar por que já estão impuras. Elas precisam policiar-se muito para não caírem em sua má inclinação, não desejarem o mal e não predizerem o futuro principalmente neste período.

Uma vez corrompidas, as mulheres têm maior dificuldade de se purificar por serem oriundas da coluna da esquerda e estão sujeitas ao julgamento restrito deste pilar.

Ou seja, homens e mulheres necessitam igualmente purificar seus desejos. Sendo que as mulheres têm uma responsabilidade ainda maior sobre este refinamento para não caírem na má inclinação.

A porção Chayei Sarah (As vidas de Sarah) no Zohar tem o poder de ajudar homens e mulheres a purificarem seus desejos negativos. Que possamos todos subjugar nossa negatividade para gerarmos cada vez mais Luz!

Artigo
Glória Salviano, Florência Saraiva & Maria Emília Voss
qabalistas

O filme The Fifth Element (O Quinto Elemento) mostra a mulher como receptor da Luz divina, como tendo a consciência mais leve e elevado que o homem, como aquela que pode salvar o mundo da escuridão. Assista...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Caverna da Recepção - The Cave Of Reception

19 de Agosto de 2011

Na minha conversa mística com o 30º dos Ethanim (Tzadiqim Nistarim) nesta manhã, ele abriu-me um mistério. Disse-me que, a sexta seqüência do Nome de D´us de 42 Letras é conhecida entre os "Antigos" por "יסוד המעלה - Iesod ha'Maelêh - A Base da Ascensão", e também por "אולם המסתורין - Ulam ha"Mistorin - O Salão dos Mistérios". Para adentrar este lugar santo, o candidato deve primeiro "descobrir a porta (aramaico "Ta´ará)" e passar pelo "Porteiro" após receber por mérito a sua permissão, sem a qual ele jamais poderá entrar no "Palácio dos Mistérios" que é o lugar de onde os profetas receberam a sustentação e a revelação dos segredos da Sabedoria. Este lugar sagrado é também chamado, desde a antiguidade de "מערת הקבלה - Meurat ha'Qabalah - A Caverna da Recepção". Sua entrada neste mundo fica em "Miron - o lugar onde Rabi Shimeon bar Yochai recebeu o Zohar Santo".

Aprenda mais sobre estes misterios elevados, adquira o meu Livro "Crônicas de Qédem": http://www.clubedeautores.com.br/book/35435--Cronicas_De_Qedem

August 19, 2011


In my mystique conversation with of the 30 of Ethanim (Tzadiqim Nistarim) this morning, he gave me a mystery. He told me that the sixth string Name of Gd of 42 letters is known between the "Ancients" by "יסוד המעלה - Iesod ha'Maelêh - The Basis of the Ascension," and also "אולם המסתורין - Ulam ha" Mistorin - The Hall of Mysteries. "To enter this holy place, the candidate must first discover the door (Aramaic "Ta'ará)" and go through the "Concierge" on merit after receiving your permission, without which he can never entering the 'Palace of Mysteries "which is the place where prophets received their support and the revelation of the secrets of Wisdom. This holy place is also known from the antiquity of "מערת הקבלה - Meurat ha'Qabalah - The Cave of Reception". His entrance into this world is "Miron - the place where Rabbi Shimon Bar Yochai Zohar received the Holy."


Learn more about these high mysteries, get my book "Chronicles of Qédem" http://www.clubedeautores.com.br/book/35435--Cronicas_De_Qedem
Available only in Portuguese


Shab'tá Sh'lamá

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Morte Pede Carona



"Aquele que oferece carona na estrada, coloca em risco a sua própria vida (Zohar Parashat Qedoshim)". 

Melanie Therese Goodwin dirigia para casa no dia 25 de Setembro de 2007. Parou em uma loja de conveniências para comprar um lanche. Ao sair, um homem pediu-lhe carona. Ela negou-lhe, mas o "Anjo da Morte" vestido no corpo deste homem já havia escolhido a sua vitima. Melanie nunca chegou em casa. Seu corpo foi encontrado carbonizado em um terreno baldio pela manhã. Melanie era evangélica metodista e praticante.

As pessoas costumam achar, de acordo com os dogmas das suas religiões, que devido ao seu amor aquela prática espiritual e supostamente ao seu amor ao Criador, elas serão protegidas do mal neste mundo, ou como costumam ensinar os pastores néscios que não possuem a Chochmat Nistar ha'Torah "o nome de Jesus é poderoso e é o nome sobre todo o nome", uma mentira, pois o Nome sobre todos os nomes é o "Shem ha'Meforash". Esta crença de que serão protegidas porque são crentes e praticantes de alguma religião é apenas um dogma.

Da mesma forma, muitos judeus que morreram nas câmaras de gás na Alemanha nazista, acreditavam que, por estarem nas sinagogas todas as sextas feiras, não poderiam estar morrendo ali. Há relatos de pessoas que sobreviveram e disseram que muitos morriam dizendo "mas eu vou à sinagoga toda sexta feira". Grande perigo há na arrogância...

A única coisa que pode nos proteger neste mundo é a prática da Torah de Hashem e a Sua Sabedoria Escondida. Conhecer os caminhos que o mal trilha neste mundo, e somente o Zohar Sagrado pode nos dar este conhecimento, esta Sabedoria.

O Zohar nos conta que, à meia noite os buracos se abrem, e as criaturas do mal saem e começam a procurar pessoas e corpos a quem possam possuir. Portanto, estar fora de casa após a meia noite é colocar-se em risco de morte. O Zohar menciona o assombroso número de 125.000 criaturas aladas que saem a partir da meia noite.

Durante o holocausto, os judeus que foram misteriosamente protegidos das garras da Gestapo e das SS de Himmler, foram aqueles que estudavam o Zohar Sagrado.

Na placa do carro de Melanie Goodwin estava escrito: "Os anjos olham por mim...". Mas naquela noite, os anjos não olharam por ela? E por quê?

O Zohar explica a razão revelando o que os anjos dizem quando vêem que uma determinada pessoa se afastou de praticar a Torah de D´us ou simplesmente a rejeitou. Eles dizem: "Afastai-vos do fulano que rejeitou a Torah...".

A religião não pode proteger ninguém do mal neste mundo. A única coisa que pode nos proteger é a prática da Torah de D´us e o estudo do Zohar Sagrado.

Todos os dias, exceto no shabath, a partir do meio dia, as criaturas do mal saem de seus esconderijos e caminham pela superfície da terra. À meia noite, no momento em que o galo bate as suas asas e canta, ele libera o vento norte que com ele trás o espírito do julgamento.

Atentai para estas palavras escritas aqui, e protejam-se do mal que caminha sobre a superfície da terra.


O Zohar também nos ensina que, associar-se com pessoas que rejeitaram a Torah e que não a praticam, ou mesmo com aqueles que, possuem aparência de piedosos mas que, na verdade estão usando a Qabalah para fazer "fama e dinheiro" é perigoso...

Aqui, eu recomendo que as pessoas, estudantes da Sabedoria, ou mesmo os apenas curiosos assistam e estudem o filme "A Morte Pede Carona" versão de 1986 com o ator Rutger Hauer (não o ruim remake realizado recentemente). Veja o trailer abaixo. O Segredo do filme é que, o caronista assassino é uma encarnação do Anjo da Morte, e por isto sequer possui digitais. Assista ao filme.


Para ver ao trailer, desabilite o áudio do blog no final da página. Basta clicar no pause. Bom estudo




Shabath shalom

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Steve Jobs e a Apple



A Apple sobreviverá sem Steve Jobs? Será verdadeiro o dito popular de que "ninguém é insubstituível?

"O Zohar nos revela que, Moisés estava destinado a receber a Torah na geração da inundação (dilúvio), mas devido aos pecados daquela geração, ele somente recebeu a Torah na geração do Sinai".

Eis a resposta: *"No século dezesseis, um jovem monge apaixonou-se por uma linda camponesa que frequentava sua paróquia. Devido ao seu voto de celibato, ele iniciou com esta jovem um romance secreto. Ambos eram apaixonados um pelo outro, amavam-se profundamente. O jovem monge era muito inteligente e sábio, e possuía o conhecimento segredo da "fitoterapia (cura com ervas)". 

Naquele ano, em que se conheceram e se apaixonaram, o anjo da morte desceu ao mundo trazendo em sua espada o veneno da morte por uma terrível epidemia. 

O jovem monge, passou a estudá-la e a procurar uma cura para ela. Ele trabalhou arduamente na busca desta cura, até que sua amada caiu doente havendo contraído a terrível doença.

Desesperado, o jovem monge passou dias e dias cuidado de sua amada ao mesmo tempo em que, incansavelmente, buscava pela cura.

Uma manhã, um estranho e sinistro andarilho entrou através da porta da paroquia do jovem monge dizendo: "Tenho visto seu esforço na busca de uma cura para esta terrível epidemia, mas me parece que tens pouco tempo. Sua amada morrerá..."

O monge estranhou que um estranho que nunca havia estado na cidade, soubesse do seu relacionamento secreto com a jovem camponesa.

Antes que o monge replica-se as palavras do estranho, o andarilho lhe fez uma sinistra oferta: "Eu darei a ela mais dez anos de vida. Em troca, você trabalhará para mim, arrebanhado almas para o inferno".

O diabo mostrou-lhe a sofrível morte da jovem camponesa, um universo alternativo, caso o jovem monge não aceita-se o acordo e fizesse o pacto. 

Após ver a terrível morte da sua amanda num universo futuro alternativo, o jovem padre exclamou com lágrimas nos olhos: - "Eu aceito".

Como prometido, o satan curou a jovem e partiu dizendo que voltaria para cobrar o pacto ao fim de dez anos. O jovem monge largou sua vocação espiritual e abandou seu dom com as ervas e casou-se com sua amada.

Passado o tempo estabelecido pelo diabo, a jovem caiu doente novamente e faleceu nos braços do seu querido, que aos prantos gritava: "Por que? Por que D´us?".

O satan surgiu num torvelinho e disse-lhe: "Há dez anos você estava destinado a descobrir a cura para esta enfermidade, mas por causa do que você fez, a cura só será descoberta daqui a um século".


Steve Jobs

Moral deste conto? AS PESSOAS NÃO SÃO SUBSTITUÍVEIS! Quando uma pessoa está destinada a criar algo neste mundo, e não o faz, a humanidade deverá esperar até que, noutra encarnação, a alma destinada cumpra a sua missão.

Assim, o Zohar nos revela que, Moisés estava destinado a receber a Torah na geração da inundação (dilúvio), mas devido aos pecados daquela geração, ele somente recebeu a Torah na geração do Sinai.

Certamente "Steve Jobs" cumpriu sua missão neste mundo, revelando novas tecnologias cujas formas e nomes estão escritas no Jardim do Éden desde a criação.

Desta forma Moisés revelou  a torah, rabi Shimeon os seus mistérios ocultos, rabi Isaac Lúria organizou-os e rav Ashlag os traduziu do aramaico para o hebraico. O trabalho da mesma alma em cada geração.

Jobs significa "Trabalhos"....

*Conto criado por Misha"Ël Yehudá

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Por quê nós hebreus não comemos porcos?


*"Aos separatistas, preconceituosos e à Érev Rav: O fato de mencionar "Jesus" no meu artigo, não é uma afirmação ou qualquer alusão que eu possua fé no "Novo Testamento" ou no "Messias Cristão", e uma simples questão de respeito chamá-lo (Jesus) mestre, o que de fato ele o foi, pois era um rabi. Ademais, quem não respeita a crença de outros não pode exigir respeito".


Outro dia, encontrei um pastor evangélico, um amigo de longa data. Ele convindou-me à casa dele para almoçarmos juntos. Eu recusei, sabendo que encontraria alimentos impuros, proibidos pela Torah de D´us, na mesa. Recusei de todas as formas que encontrei, mas ele insistiu. Ok! Lá fomos, e lá chegando, o que havia na mesa para o almoço? Carne de Porco. Pior de tudo é que, estas pessoas sabem que judeus não comem porcos, e ainda pior é, um homem que professa a fé no cristianismo, e que conhece de cor e salteado o evento narrado no Novo Testamento onde "Yashua (Jesus)" expulsou uma legião de shedim (demônios) para uma "vara de porcos (e não manada como diz no novo testamento)", nunca se perguntar o porquê o mestre Yashua permitiu que os demônios fossem para os porcos e não para quaisquer outros tipos de animais.


Por que judeus não comem porcos? Porque judeus devem ser obedientes a Torah, pois Hashem nos proibiu de comer a carne deste animal impuro. Já sei você vai perguntar (eu espero), como pessoa inteligente que é: Por que D´us proibiu comer a carne de um animal que Ele mesmo criou? A resposta é: D´us não criou o porco! E por isto, proibiu comê-lo. 

O Porco foi criado pela "Sitra Achará". Claro, você vai me perguntar: O que é a "Sitra Achará?" Para deixar de fácil compreensão, a "Sitra Achará" é o "Lado Sombrio da Força", o "Lado da Negatividade".

De fato, porco é o nome de um espírito profano que se veste neste animal criado pela Sitra Achará a qual empresta também o nome. E de tão negativa que é esta carne na qual este espírito se veste nenhuma benção ou oração pode santificá-la e elevá-la. 

O Zohar diz: "Os seres inferiores que são feitos com esse espírito assumem formas se vestindo na pele de outros, tais como as formas de animais impuros, sobre as quais a Torah diz: "Ele é impuro para vocês". Como suínos e aves
impuras..."

O mais horrível disto é saber como a carne desde animal foi gerada para ser uma vestimenta para este espírito profano chamado porco. 

Para que você possa entender, nem mesmo os anjos entram neste nosso mundo sem uma vestimenta humana que lhes tenha sido preparada adequadamente do lado da santidade. Assim, também os espíritos profanos precisavam de vestimentas que lhes fossem preparadas adequadamente, ou seja, de maneira impura e profana. Agora, eu espero que você faça a pergunta certa, e ela deve ser: Qual a maneira que a Sitra Achará usou para criar uma vestimenta impura e profana para que o espírito da impureza viesse para este nosso mundo? Ainda não sabemos a resposta e que só poderá ser encontrada com muito estudo da Sabedoria Escondida e com as revelações dos Sábios.

Certa vez, um feiticeiro poderoso a pedido do rei Balak, rei de Amaleq, procurava maneira para lançar sobre os b´ney israel (filhos de israel) uma maldição. Como os filhos de Israel encontravam-se adequados e sem impurezas, ele, Bila´am (Balaão), não encontrava um caminho para amaldiçoar os filhos de israel. Era preciso então, outra estratégia. Balaão teria que fazer o chamado "derech ha´shedim (caminho dos demônios)" e ascender na Árvore das Vidas pela esquerda que é o lado da severidade. Então, ele foi a certa região chamada de "montanha da escuridão" para consultar os anjos caídos que moram naquele lugar. Ele tomou uma serpente, dividiu a cabeça dela, desenho um circulo ao redor dele (para proteger-se) e para se impurificar e atrair para si aqueles espíritos profanos e consultar-se com eles, tomou sua mula, e manteve relações sexuais com ela durante toda noite. E foi por esta razão que o Anjo de D´us desceu para matá-lo.

Você nunca se perguntou por que a carne de porco tem semelhanças com a carne do homem? A ponto de a ciência considerar criar órgãos a partir da carne de suínos para transplantes humanos? 

Bem, agora você sabe o porquê nós judeus, e principalmente qabalistas, não comemos carne de porco. Os cristãos também não deveriam, uma vez que o mestre Yashua, mostrou o quão profana e impura e esta carne. 

Mas, eu sei que os dogmáticos, tolos e sem sabedoria vão dizer: "Ah, Jesus disse: O que contamina o homem não é o que entra, mas o que sai do coração do homem".

Primeiro estas palavras foram ditas para os judeus do primeiro século. Segundo, judeus não criam porcos. Os romanos criavam. Terceiro, os judeus daquela época comiam, assim como hoje, alimentação kasher, permitida pela Torah, e, portanto, não poderiam ser mesmo contaminados com qualquer coisa que viessem a ingerir. Em lugar nenhuma das escrituras do Novo Testamento Jesus disse: A partir de hoje vos é permitida a carne de porcos...

A Gripe Suína

No Talmud, tratado Taanit, encontramos: “Rabi Iehuda[1] foi informado sobre uma peste entre os suínos. Ele decretou um jejum[2]. O raciocínio de Rav Iehuda é que uma peste numa espécie pode se espalhar para outras? (A Guemará conclui:) O trato digestivo de um porco se assemelha[3] ao do ser humano[4].” O comentário de Tossafot é um pouco diferente: Rabi Iehudá achava que a doença passaria dos porcos aos não-judeus, e destes aos judeus. Meiri (comentário do século XIII sobre o Talmud) acrescenta que como tanto porcos quanto seres humanos carecem de rúmen[5], havia razão em temer que epidemias que afetem porcos também possam afetar seres humanos.

O Vírus H1N1

Na Torah, dentro do passuq no qual D´us nos proibiu a carne do Porco, nós encontramos um surpreende código. Ei-lo:


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Acima na posição vertical na cor azul, nós temos "H1N1" que é o nome do vírus causador da gripe suína, e abaixo dele, na posição horizontal, também na cor azul, nos temos "Porco" que aparece dentro do passuq (Devarim 14:8) no qual a carne de suínos nos foi proibida.


Clique na imagem para ampliá-la



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Acima, temos novamente o mesmo código, mas agora com a localização do termo "Chazir (Porco)" denrto do passuq de Devarim 14:8. Outro profundo mistério é revelado quando atentamos com kavanná (direção interior) para este passuq. Preste atenção abaixo para o verso original hebraico:


וְאֶת-הַחֲזִיר כִּי-מַפְרִיס פַּרְסָה הוּא, וְלֹא גֵרָה--טָמֵא הוּא, לָכֶם; מִבְּשָׂרָם לֹא תֹאכֵלוּ, וּבְנִבְלָתָם לֹא תִגָּעוּ

Os termos assinalados na cor vermelha são "Chazir (Porco) e "Ele é Impuro". Ao destacar isto, eu omiti uma letra do verbo hebraico "Hú (Ele)" deixando com apenas duas letras ao invés das três com as quais ele é escrito. Ao somar a gematria de "Chazir tamê hú (Porco ele é impuro)" encontrei o resultado 274 e este é o mesmo valor da frase "ruach tumá רוּחַ הַטֻּמְאָה (espírito da impureza)" citado no verso de Zecharyah 13:2 onde diz: "... e o espírito da impureza Eu irei varrer da terra". 


É certo que, aqueles que comem carne de porco estão absorvendo este "espírito impuro" e estão além disto, comentendo "peshá (pecado de rebelião contra o Sagrado)" pois, sabendo da proibição de comer carne de porco, comem assim mesmo, são rebeldes, e como tais serão punidos.


Portanto, tolo é aquele que acha que, comendo carne de porco, cometendo "peshá" terá suas orações e suas obras apreciadas diante do Sagrado, bendito seja Ele.


Think about this... (Pense sobre isto...)

Para terminar, devo declarar que não comi a carne de porco servida da mesa do pastor, mas apenas salada. Mas ainda tive que ouvir a pergunta: Puxa, não come mesmo carne de porco? Não sabe o que tá perdendo, um porquinho é delicioso... 



Shabath shalom


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Deepak Veda - Instrutor e compartilhador sobre a Sabedoria Espiritual. Sênior criptólogo especialista em Criptologia Divina. É escritor e autor de 14 obras, incluindo "Shem ha'Meforash - Os 72 Nomes De D'us" e "Guilgulim - O Portal Das Reencarnações".

Advertência

"Todas as palavras postadas aqui tem por finalidade a revelação dos mistérios das escrituras. Por mais duras que algumas vezes possam parecer, elas não tem finalidade de agredir, difamar, caluniar quaisquer pessoas, instituições, religiões ou quaisquer práticas religiosas e seus líderes. É certo que determinadas práticas e seus respectivos lideres precisam sim serem trazidos à luz, mas através da revelação da verdade"

Tradição

"Então, aqueles que são sábios brilharão como o esplendor (Zohar) do firmamento, e aqueles que retornaram à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre (Dani´El Péreq 12, 3º Passuq)".

Aviso

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