LAYLA COL HA'TZADIQIM

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O PLATÔ DE ORION

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

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domingo, 20 de maio de 2018

EMBAIXADOR MUNDIAL DA PAZ


Queridos amigos, é com imenso prazer que vos comunico que fui aceito pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz (Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix) sediado na França e Suíça para o qual havia sido eu indicado pela estimada Embaixadora Universal da Paz Delasnieve Daspet​ Miranda há alguns dias e, assim sendo, vos declaro que eu Também sou, a partir de hoje, dia 12 de maio de 2018, um Embaixador Mundial da Paz pertencente ao Círculo Universal dos Embaixadores da Paz. Considerações Místicas: O dia de hoje, 12 de maio, no calendário solar, e o 132° dia no ano gregoriano. O valor 132 corresponde à numerologia cabalística da palavra Qabal (קבל) que significa Recepção e é, também, a gematria do plural hebraico "Guilgulim (גילגולים)" que significa "Reencarnações" é que demonstra a bondade e também vontade do D'us me ter feito ascender a este novo estatutos espiritual. Feliz com minha aceitação ao Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix, declado minha intenção espiritual de continuar trabalhando pela Paz, como já o vinha realizando há 20 anos.

A VISÃO

“Mishael Na Etiópia”

Na tarde de 13 de dezembro de 2006, enquanto eu apreciava minha nova aquisição “Dune – Directors Cut (Duna - Versão do Diretor)”, fui levado ao que me pareceu “Chazionot (sonhos lúcidos)” onde um repórter internacional noticiava o seguinte: “O portador da consciência messiânica desta geração está em uma campanha em favor dos carentes da Etiópia. Nisto, eu me via em imagens gravadas sendo exibidas pela Tv, onde eu abaixava para tocar alguém carente. Era um lugar pobre, terra vermelha e haviam arvores no horizonte e eu chorava muito. Depois o cenário mudava, e eu estava agora no oriente médio, na “Velha Jerusalém” onde haviam muitas pessoas concentradas e elas me aceitavam com sendo o “Portador da Consciência Messiânica” desta geração. Haviam árabes ajoelhados para suas preces e eles diziam que eu era a reencarnação do messias deles (Mahdi). Eu senti muito amor durante a “visão” e uma energia poderosa. Minha cabeça esquentou e meu peito doía bastante. Na visão eu era um Embaixador da Paz."

Alguns dias depois desta visão eu fui apresendato à excelentíssima Embaixadora Universal da Paz Delasnieve Daspet Miranda, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Onze anos se passariam e o Sagrado, abençoado seja Ele, me levaria a Jerusalém e, no ano seguinte, eu seria indicado para o Círculo Universal dos Embaixadores da Paz sediado na Suíça e na França.




Paulo Sergio Batalini
(Misha'Ël Ha'Levi/Bën Mähren Qädesh)
Deepak Sankara Veda​
EMBAIXADOR UNIVERSAL DA PAZ

sábado, 31 de março de 2018

FONTE DA VIDA


Venha e aprenda. O que está escrito sobre a boca do Tzadiq (Justo)? Eis que lemos "A boca do justo é manancial de vida, porém a boca dos perversos esconde a violência."

מְקוֹר חַיִּים, פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים, יְכַסֶּה חָמָס

- Mishlei 10:11 

Por que a boca do justo (tzadiq) é fonte de vidas? Porque ele revela os misterios do Divino. E como sabemos isso? Porque está dito "pi tzadiq u'pi reshayim (פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים)". As letras iniciais nestas quatro palavras são "Pei (פ), Tzad (צ), Vav (ו) e Resh (ר)" e que são o anagrama da palavra "Tzeruf (צרוף)" que é permutar, trocar de lugar as letras de uma palavra para revelar seu mistério. Note abaixo as letras na cor vermelha no versículo original hebraico.

מְקוֹר חַיִּים, פִּי צַדִּיק; וּפִי רְשָׁעִים, יְכַסֶּה חָמָס

E quando alguém e considerado um perverso? Quando ele esconde o mistério divino e não o revela fazendo com que a mundo se encha de violência, pois ele favorece a interpretação literal (P'shat) que edifica os dogmas e pelos dogmas pessoas matam umas as outras. Portanto, repito o que já foi antes aconselhado, que é proibido citar os pessuqim (versículos) das Escrituras Sagradas sem a intenção de revelar os seus mistérios. Não se torne perverso! Se a você não foi dado revelar os mistérios das escrituras, não queira ser professor dela e falar ou escrever apenas o literal cometendo perversidade.


עֵץ-חַיִּים הִיא, לַמַּחֲזִיקִים בָּהּ; וְתֹמְכֶיהָ מְאֻשָּׁר.

Árvore de vida Ela é (a Torá) para os que dela tomam, e são bem-aventurados todos os que a retêm.  Adonai, com sabedoria (Chachmá) fundou a terra; com entendimento (Tevuná) preparou os céus. 

Provérbios 3:18 & 19



AUTOR
Bën Mähren Qadësh
Deipankara Vedas

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O Hebreu Sobre A Lótus


Descobrindo O Buda Interior

Tudo começou no dia 12 de dezembro de 2003 quando eu fui convidado para palestrar para jovens formandos no Colégio Lumbini, na cidade de Suzano. Naquele ano, eu sequer atentei para o nome do Colégio e também não tenho certeza de que sabia o que Lumbini significava. Eu usei como motivação os Códigos do Filme Matrix

No ano seguinte, 2004, novamente fui convidado para dirigir algumas palavras aos jovens formandos daquele ano no mesmo Colégio Lumbini, e novamente não atentei para o seu significado.

Em 2005, uma jovem da nossa Hayk'la Arazuta (Comunidade Mística) chamada Ilaná, sonhou que ela e o noivo estavam nos EUA para cursar uma Universidade. Lá, eles eram recebidos por um oriental bastante dócil e que os conduziu a um amplo salão biblioteca e no momento no qual se despedia deles, olhou para a jovem e lhe saudou com a palavra Satori. Ilaná memorizou esta palavra pois sabia que ela era para mim. No salão biblioteca os jovens noivos foram recebidos por um afro-americano que os conduziu para assistir uma especie de reportagem onde um grande holocausto estava sendo praticado. O homem afro era Barack Obama e as imagens eram da Síria.

Ilaná me escreveu o sonho o qual guardo até hoje. Levei dez meses para descobrir o significado da palavra Satori, pois ainda não tinha internet na Comunidade. Naquele ano, 2005, eu criei o meu perfil no Orkut e uma jovem me adicionou e foi dela cuja mãe era budista que veio o conhecimento do que Satori é:

Satori (悟り) é um termo budista para "Despertar" e também para "Compreensão" ou "Entendimento". Ele é derivado do verbo japonês Satoru. Na tradição zen-budista, Satori refere-se à experiência de Kensho que signfica "ver sua verdadeira natureza ". Ken significa "ver", shō significa "natureza" ou "essência". Satori e Kensho são comumente traduzido como iluminação. Num sentido mais profundo Satori é significa "Tu és o Buda - O Iluminado".

Eu sempre amei o Oriente. Amava e ainda amo ouvir músicas orientais, tanto japonesas como hindus. Na infância, os meus seriados favoritos eram os japoneses como, Ultraseven, Ultraman, Nacional Kid e o animê Fantomas - o Guerreiro da Justiça. Eu não sabia que toda esta atração era divido a uma das centelhas de almas em mim escondida.

O conhecimento de que D'us me chamava de Satori me abalou. Eu era o rabino da nossa Comunidade e me considerava um judeu, mesmo caminhando pela estrada corrompida do ortodoxismo judaico.

Os sonhos não pararam. Em 2007, no dia 14 de maio, eu mesmo sonhei com o Buda. Eis o sonho: 

"Eu comparecia diante do Buda e fazia uma queixa a ele. Ele estava sentado num trono e eu reclamava da minha ex namorada que ela tinha tentando me prejudicar. Algo como uma “mandala” era enviada do Buda e quando chegava na vila em que esta jovem morava com seu atual companheiro e o bebe deles, aquela mandala se virava para o sol e a luz era refletida para a casa deles avisando que eles deveriam comparecer diante do Buda. Então o Buda os avaliava e os separava mandando o rapaz embora que era levado por dois homens, e a jovem tinha seu bebe tomado pelo Buda. Num determinado momento, o Buda tomou a criança e sentou-se sobre ela, mas seu intuito era testar o rapaz e a moça. O rapaz não teve reação, mas eu implorei pela criança, pedindo ao Buda que não fizesse aquilo. E ai ele entregava a criança para a mãe".

O Buda estava me testando para ver se havia mesmo bondade em mim e se eu seria capaz de interceder por alguém que havia tentando me prejudicar.

Em 2008 sonhei novamente. Desta vez eu estava recebendo em um local belíssimo, como se fosse um mosteiro budista, a benção de um monge onde eu também me tornava um monge. Este foi o ano no qual faleceu o grande ator David Carradine - o Kwai Chang Caine da série Kung Fu que eu amo até os dias atuais.

Em 2011, no dia 24 de fevereiro, eu comecei a escrever um conto místico para o meu livro Crônicas De Qédem, e nem conto se revelou a personagem Dipankara Vedas - chamada de "O Fabricante de Candelabras" - as Lâmpadas Místicas da Sabedoria. Imediatamente senti que Dipankara era um aspecto meu, uma centelha de alma que estava oculta da minha consciência ainda não totalmente desperta. Eu postei um recado no Facebook avisando que eu estaria assumindo, além do meu nome hebreu, o nome Dipankara Vedas.

No dia 3 de maio de 2012, eu fui acometido de uma arritmia cardíaca. No dia 4 fui à Santa Casa de Misericórdia de Suzano para fazer um eletro. o Wesak Festival de Buda (היום של הירח המלא) seria celebrado no dia 6. Depois de ser diagnosticado com esta arritmia que era temporária, resolvi ir ao templo budista em Suzano para receber bênçãos de um monge. O sonho se realizava.

No mesmo mês de maio, dois alunos meus, orientais, me convidaram para ir ao Templo Budista Zulai em Cotia. Foi uma experiência muito significativa e então assumi o nome Dipankara. Eu ainda não conhecia todo o segredo.

Anos antes, no dia 2 de março de 2001, que foi o dia 7 de Adar (Hilulá de Moisés), meu mestre, cuja centelha de alma vive em mim junto com a centelha do seu amado aluno, em yibur no meu professor de judaísmo, me ordenou como o rabino da nossa recém fundada Comunidade naquele ano. Neste dia, o Talibã explodiu a gigante estátua do Buda Dipankara no Afeganistão, mas foi somente em 2014, quando meu Despertar se completou e que acordei, na manhã de sábado de 27 de setembro, sabendo quem eu era e quem havia sido em outras vidas, que descobri, através de uma palestra realizada pelo Lama Padma Santen e postada no Youtube, que Dipankara havia sido um dos primeiros budas na antiguidade.

Em 2015, pesquisando um Código na Torá para uma querida, descobri que o meu próprio apelido espiritual, o nome da centelha do buda em mim, estava no mesmo Código. Ao abri-lo, notei que, não apenas estava escrito Dipankara, mas "Rabi Dipankara" e cruzando-o estava escrito "Aos 50 anos irá para lá, Tzfat (Safed) - a cidade dos Cabalistas em Israel". Eu não havia atentado para esta linha. Então, sonhei, em 2016, que estava no saguão de um aeroporto na Dinamarca ao lado de uma amiga querida que reside lá. Eu estava vestido com meu turbante preto. Logo em seguida tive outro sonho onde me foi mostrado o Sha'ar Ha'Guilgulim e as palavras de Raban Iochanan Ben Zaccai: E preparemos uma cadeira para o Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo". Logo após este sonho eu recebi um convite de uma querida amiga que mora em Israel para ir passar alguns meses em sua casa lá.

Um querido amigo, tradutor do Sêfer Yetzirá publicado pela Editora Sêfer, me disse que eu iria sim, este é o desígnio do Criador e que D'us iria me enviar "O Cavalo Selado" para que eu fosse, e realmente como ele havia profetizado, aconteceu. Eu tirei meu passaporte e ganhei de outro querido amigo que mora no Reino Unido, a passagem de ida e volta para Israel. O Código se realiza.


O Código: Rabi (Amarelo) Dipankara (Vermelho) Ele é o Buda (azul/abóbora). Aos 50 anos para Safed (verdade e rosa). Também em verdade está acima o nome da jovem a quem eu pesquisava e "homem bem-aventurado". 

Foi através destas experiências e do conhecimento da Sabedoria Escondida da Torá que eu Despertei e descobri o meu Buda Interior.

Diário
16 de Abril de 2015
19h21m

: - "Meditava pela manhã e na minha Kavanná (introspecção) contemplei-me em uma encarnação onde eu fora um Buda que meditava dentro de uma caverna onde haviam mil outros Budas. Nunca havia lido ou estudado nada a respeito, mas quando voltei da meditação fui pesquisar no Google e descobri que existe um lugar chamado "Caverna dos Mil Budas" que fica na China. Durante minha introspecção neste lugar Sagrado havia uma frase que flutuava sobre minha cabeça escrita em hebraico "Meurat Élef Budahot (מערת אלף בודהות) - Caverna dos Mil Budas". 

Diário
17 De Abril de 2015
Manhã

: - "Durante minha Kavanná, fui transladado novamente para aquele lugar Santo (A Caverna Dos Mil Budas), mas desta vez, havia diante de mim uma Lótus Radiante com Mil Pétalas. Nunca havia visto Flor tão bela e luminosa". Estas foram as minhas primeiras visões da "Pineal - A Cidade Luz" e eu nunca havia lido que, na antiguidade, a Pineal era chamada de "Lótus De Mil Pétalas".


Poemas Místicos
Dipankara Vedas

"Fecho os olhos e visto minha alma no corpo luminoso de Dipankara na Terra dos Budas. Sento-me sobre a minha Lotus de Mil Pétalas e o coral de milhares de vozes que ouço , são de infinitas almas entoando a Sabedoria".

"Ter descoberto o Buda dentro de si mesmo, e o maior milagre que se pode alcançar". 

"Um Buda também deve ser humano, para mostrar aos outros seres que eles também podem alcançar a Iluminação".

"O que Despertou, despertou também a muitos. Um Buda gera outro Buda até o dia que seremos todos Budas".

Sobre encontrar a Iluminação 

"Somente quando a pessoa deseja ardentemente encontrar o Buda, o Cristo, o Messias, Krishna, somente quando ardentemente desejar, então, pela Sabedoria o Buda surgirá diante dela e ela o encontrara no seu próprio interior".

"Queria encontrar palavras para descrever como é maravilhoso fechar os olhos a qualquer momento e contemplar o Estado Do Buda Desperto no meu interior e toda sua Sabedoria. Queria encontrar, mas somente posso compartilhar a Sabedoria e emerge do Jardim dos Treze Budas reveladas a mim pelo Buda que levita sobre a Lótus de Luz no centro da piscina luminosa no meio do Jardim".

O Que Apascenta Entre As Lótus 

Todas as manhãs, após permanecer na "Ohël Moëd Ya'aqov (אהל מועד יעקב) - Tenda da Justiça - O Pilar Central da Árvore das Vidas da Sefirá Tiferet - O Ponto entre a Severidade e a Serenidade - e de agradáveis conversas com Avraham, Yitzchaq e Ya'akov, despeço-me e com as Brachot (bênçãos) dos Patriarcas, desço ao Heichal ha'Sodot (היכל הסודות) - O Palácio dos Mistérios - para ouvir dos Lábios da Tara'á (תרעא) - A Sentinela - os Segredos da Sabedoria que descem do Trono do Divino na forma de uma Coroa cravejada com pedras preciosas (mistérios divinos). Nesta manhã enquanto meditava, a imagem de Dipankara Buda emergiu na minha Kavanná. Ao seu redor uma aura de luz (אור מקיף) - Luz Circundante - sobre a qual levitavam as Letras do Alfabeto Divino. Inúmeros mistérios estavam ali e um deles era um segredo Codificado pelo Rei Salomão em Shir ha'Shirim Pereq 6, passuq 3° (Cântico dos Cânticos 6:3): "Ani Le'Dodi ve'Dodi Lí ha'Roêh ba'Shoshanim (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי, הָרֹעֶה בַּשּׁוֹשַׁנִּים)". A tradução aproximada seria "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o que apascenta entre as Lótus". Enquanto eu contemplava o verso que, como vaga-lumes levitavam ao redor do Desperto, a palavra "Pastor (ha'Roêh)" se permutou. Suas letras mudaram de lugar se transformando em "ha"Ër Ha'Shem (הער ה)" cujo significado é "O Desperto do Sagrado". Qual é então o segredo deste verso? Quando algum desperta no mundo em sua geração, a Shekináh (שכינה) - A Presença Divina, a Esposa do Rei - vem e se declara para o que Despertou "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o Desperto do Sagrado entre as Lótus". Ele se tornou o Buda, o Cristo, o Messias e agora recebe por mérito casar-se com a Shekináh, sua verdadeira Esposa.

Foi desta visão mística que nasceu a capa para o livro "O Hebreu Sobre A Lótus" e que você pode contemplar aqui abaixo.


Foi então, depois de todas estas experiências que eu atentei que o Buda Gautama havia nascido nos Jardins de Lumbini e que antes, em uma vida anterior, ele recebeu de Dipankara Buda que seria um buda no futuro.

Autor
Dipankara Vedas
"O Hebreu Sobre A Lótus"
Em Processo De Criação

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Artrópode De Pedra


Excerto Da Ficção Mística
CRÔNICAS DE QÉDEM 

Ele fora encontrado nas profundezas áridas de um planeta orbitante da gigante azul Sigma Scorpii, nomeada na cartografia estelar por Al Nyat . Os místicos da Escola de Mistérios a chamam de Avir Nistar – O Sopro Do Oculto – ou simplesmente “A’n”. O templo artrópode apareceu nos e scanners de varredura quando a luz de Al Nyat o iluminou.

Os expedicionários que o descobriram faziam parte de um grupo de arqueólogos esotéricos do chamado Qibbütz 474. Compreenderem posteriormente que, o Akrav de pedra fora, na antiguidade, quarenta e quatro mil anos distantes no passado, a Catedral do povo alienígena de D’rash – o artrópode humanoide remanescente dos Evenim Yodêa há’Erev Briáh – Pedras do Conhecimento do Crepúsculo da Criação. Sua edificação fora datada milênios antes da descoberta do Templo de Vênus Sabra, o rubi estelar pendente no colar de Omicron Akrav , onde o sarcófago de D’rash fora descoberto e desde de que ele revelara a origem de seu povo e contara a Nachimânides sobre as vinte e seis Pedras do Conhecimento, que os arqueólogos procuravam por elas. Souberam pelos lábios do ser artrópode, que todos os segredos da criação estavam codificados naquelas vinte e seis estelas gravados no idioma antigo que D’rash chamou de “Lisan Even’i – O Idioma do Alfabeto Oculto do Criador.
Os estudiosos de mistérios que acompanharam os expedicionários do Qibbutz 474, Criptólogos de Elióra, desvendaram que o Even’i era um acrônimo para “Alef-Beis Yodêa Nistar – O Alfabeto Escondido do Conhecimento”.


O Alef-Beis Nistar
O ALFABETO OCULTO 

A gigantesca basílica artrópode possui quarenta e duas câmaras com vinte e seis subcâmaras cada uma. Na cabeça da edificação de pedra os arqueólogos descobriram duzentos e dezesseis parlamentos contendo em cada um deles um altar com uma inscrição gravada em Even’i. Eram os aposentos dos duzentos e dezesseis membros da Assembléia parlamentar de Dovrat Nistar - o nome do árido gélido planeta, a joia maior orbitante do colar gravitacional da gigante fria Al Nyat, o qual apelidaram de Kaden-Da’a devido a uma planta roxa encontrada em um Jardim interior dentro do templo em uma câmara hermética e que ficou conhecida como Muscári da Sabedoria. Bio-luminescênte e repleta de bulbos dependurados em sua haste, ao todo, vinte e oito pequenos tetraedros, cada um contendo um líquido púrpuro luminoso que descobriram ser chamado Razin D’Orayita – Luzes de Mistérios – pequeninas sementes cintilantes encontradas dentro das câmaras das flores. Os primeiros que as viram as compararam com estrelas pulsares devido às suas cintilancias. Se descobriu, que o nome era devido às propriedades geriátricas iluminadoras do licor encontrado nas pequeninas pirâmides florídeas, setenta e duas qoren zeraím, e que era usado como veneno ampliador da consciência pelo povo de D’rash.

- Você já tinha visto dunas bioluminescêntes feitas de gelo Cholit? – Perguntou She’ül, um dos expedicionários ao seu perplexo companheiro de expedição.

- Por que elas emitem este brilho azul? – Questionou intrigado apontando para uma das cintilantes dunas.

- Dizem que os cristais de gelo pelos quais são formadas emitem a luz da criação e é por isso que são luminescentes – respondeu Cholit.

Uma inscrição em hieróglifo genético  sobre uma Livnat Saphir que se descobriu, ter sido talhada de uma lasca do trono divino, no idioma de Kaden-Da’a, sequestrou a atenção dos Criptologistas de Elióra que levaram seis anos  para decifrá-la.

A câmara onde foi encontrada esta estela azul, ficara lacrada durante mil duzentos e sessenta e seis anos. Foi Patách, o chefe do departamento de criptografia de Elióra quem descobriu que o segredo, para destrancar a sala secreta, estava no sabre de D’rash que fora dado a Nachimanides.

A inscrição dizia: “Da coroa do Rei brilham quatrocentos e vinte e seis cintilancias de Luz. Sua cidade possui trinta e duas avenidas, e para entrar nela cinquenta Portões estelares foram preparados. Setenta e duas pontes cruzam o rio que cerca o seu Palácio. Quarenta e duas colunas de fogo guardam as portas dos salões dos tesouros reais e somente o que conhece o segredo do Nome do Rei contendo seis palavras abrirá os mistérios das Estelas da Criação”.

Esta esfinge da Sabedoria ocupou os decifradores por muitos meses, até que, não conseguindo abrir está pirâmide mística, a enviaram a mim, Beniel bar Ayyub e eu a coloquei sobre a guarda de S’thur que  como eu, fora iniciado na Escola de Mistérios de Qedêm, e foi ele quem decifrou o enigma.

- No sabre de D’rash há uma inscrição contendo doze letras que é a chave biogenética que abrirá a câmara – explicou Tzafën, o Criptólogo de Qedêm ao membros do 474.
Sobre a descoberta de Kadên-Da’a,  fora o Delta Argos, um veleiro espacial fabricado em Avior, que o encontrara enquanto navegava os mares profundos da Constelação de Escorpião. O Argos fora construído para ser uma biblioteca esotérica com arquivos repletos de milhares de pergaminhos–filmes. Gal’enay fora o experiente timoneiro que conduziu o Argos pelas águas de Akrav sob as vozes dos navegantes que entoavam o poema de Yoach Kalach – o Anjo protetor criado por Niflá – o poeta músico-escrivão – também conhecido por trovador das estrelas.

Na cauda do Artrópode de Pedra os expedicionários encontraram uma necrópole sagrada contendo duzentos e setenta sarcófagos flutuantes levitando sobre um magnífico mar de luz. No centro deste oceano luminoso descobriam uma Cidadela flutuante cujas casas, edificadas em todos os bairros, possuíam um Escorpião fluorescente em cada porta. Os estudiosos de Elióra descobriram que era um leitor de palma, e de fato,  somente através deste as portas se abririam. Já haviam desistido de entrar em qualquer casa quando, acidentalmente, um jovem arqueólogo do grupo chamado Liór, colocou instintivamente a palma da mão direita sobre um dos escorpiões fluorescentes nas portas. O leitor leu as linhas da mão do jovem e a porta se abriu. A curiosidade em descobrir como se dera este “milagre” conduziu os cientistas a uma incrível descoberta: Liór era um descendente do próprio D’rash, linhagem de sua primeira esposa, uma mulher de Elióra chamada Malka Livna. Sobre Liór e sua distante genealogia farei um relato em pergaminho-filme.
No sarcófago de D’rash havia uma inscrição gravada no idioma de Evenim Yodê’a, quatro palavras escritas com treze letras que transliteradas para o eberiano diziam: Chaf beit shomerei há’shesh rakavan. Os tradutores interpretaram como “22 segredos guardados por seis cavaleiros”.

Claramente havia nela um segredo sobre o sagrado Nome de 42 letras e que certamente seria decifrado pelos criptógrafos de Elióra.

Compre aqui o livro 'Crônicas De Qédem'


sábado, 1 de outubro de 2016

O DNA DE DEUS




O "Olam ha'Assyáh (Mundo da manifestação) que é o "Olam hazêh (este mundo)" recebe sua influência e iluminação do nome Divino Adonai (אדני) cujo segredo é este:- O nome Adonai (אדני) contém as letras de "ADN-Y (אדנ-י)" ou quando permutado "Y-ADN (י-אדנ)".

Este mundo é o "Vergel" do Divino chamado nas escritos hebraicos de "Gan Éden Alai ha'aretz (גן עדן עלי אדמות) - O Jardim do Éden sobre a terra".

O "Yud-ADN (י-אדנ)" e uma combinação do Nome Divino "Yud Hê Vav Hê (יהוה)" com ADN (אדנ). Como foi explicado anteriormente em outro post intitulado "QABALAH & OS SÍMIOS", anteriormente o homem pré-adamico andava curvado até que recebeu a infusão do Nome Divino no seu ADN fazendo com que ele ficasse ereto e transformando o seu "ADN" comum no ADN DIVINO, o "Y-ADN (י-אדנ).

O Nome Divino "Yud Hê Vav Hê" possui o valor numérico igual a 26 e é por esta razão que hoje possuímos 26 ossos nos pés. Nosso ADN foi modificado pelos "Engenheiros Celestes" e é por isto que quando lemos sobre a formação do Adão Marciano encontramos "Vai'yetzer o "Yud Hê Vav Hê Elohim ET ha'Adam afar min ha'Adamáh (וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר מִן-הָאֲדָמָה,) cuja tradução é"E formou o "Yud Hê Vav Hê Elohim" o "Alfabeto da Humanidade da poeira de Adamah (Marte)... - Gênesis 2:7".

Em outro lugar diz "E plantou o "Yud Hê Vav Hê Elohim"  um Jardim no Éden de Qedêm e colocou ali a humanidade que havia formando (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר) - Gênesis 2:8".

Em uma das 70 camadas de códigos no verso, o Jardim é a terra e Qedêm é a galáxia e penetrando ainda mais, o verso contém "e lá o NOME no Alfabeto da Humanidade que havia formado'. 




AUTOR
Deepak Sankara Veda

O Artesão Da Luz