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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O Hebreu Sobre A Lótus


Descobrindo O Buda Interior

Tudo começou no dia 12 de dezembro de 2003 quando eu fui convidado para palestrar para jovens formandos no Colégio Lumbini, na cidade de Suzano. Naquele ano, eu sequer atentei para o nome do Colégio e também não tenho certeza de que sabia o que Lumbini significava. Eu usei como motivação os Códigos do Filme Matrix

No ano seguinte, 2004, novamente fui convidado para dirigir algumas palavras aos jovens formandos daquele ano no mesmo Colégio Lumbini, e novamente não atentei para o seu significado.

Em 2005, uma jovem da nossa Hayk'la Arazuta (Comunidade Mística) chamada Ilaná, sonhou que ela e o noivo estavam nos EUA para cursar uma Universidade. Lá, eles eram recebidos por um oriental bastante dócil e que os conduziu a um amplo salão biblioteca e no momento no qual se despedia deles, olhou para a jovem e lhe saudou com a palavra Satori. Ilaná memorizou esta palavra pois sabia que ela era para mim. No salão biblioteca os jovens noivos foram recebidos por um afro-americano que os conduziu para assistir uma especie de reportagem onde um grande holocausto estava sendo praticado. O homem afro era Barack Obama e as imagens eram da Síria.

Ilaná me escreveu o sonho o qual guardo até hoje. Levei dez meses para descobrir o significado da palavra Satori, pois ainda não tinha internet na Comunidade. Naquele ano, 2005, eu criei o meu perfil no Orkut e uma jovem me adicionou e foi dela cuja mãe era budista que veio o conhecimento do que Satori é:

Satori (悟り) é um termo budista para "Despertar" e também para "Compreensão" ou "Entendimento". Ele é derivado do verbo japonês Satoru. Na tradição zen-budista, Satori refere-se à experiência de Kensho que signfica "ver sua verdadeira natureza ". Ken significa "ver", shō significa "natureza" ou "essência". Satori e Kensho são comumente traduzido como iluminação. Num sentido mais profundo Satori é significa "Tu és o Buda - O Iluminado".

Eu sempre amei o Oriente. Amava e ainda amo ouvir músicas orientais, tanto japonesas como hindus. Na infância, os meus seriados favoritos eram os japoneses como, Ultraseven, Ultraman, Nacional Kid e o animê Fantomas - o Guerreiro da Justiça. Eu não sabia que toda esta atração era divido a uma das centelhas de almas em mim escondida.

O conhecimento de que D'us me chamava de Satori me abalou. Eu era o rabino da nossa Comunidade e me considerava um judeu, mesmo caminhando pela estrada corrompida do ortodoxismo judaico.

Os sonhos não pararam. Em 2007, no dia 14 de maio, eu mesmo sonhei com o Buda. Eis o sonho: 

"Eu comparecia diante do Buda e fazia uma queixa a ele. Ele estava sentado num trono e eu reclamava da minha ex namorada que ela tinha tentando me prejudicar. Algo como uma “mandala” era enviada do Buda e quando chegava na vila em que esta jovem morava com seu atual companheiro e o bebe deles, aquela mandala se virava para o sol e a luz era refletida para a casa deles avisando que eles deveriam comparecer diante do Buda. Então o Buda os avaliava e os separava mandando o rapaz embora que era levado por dois homens, e a jovem tinha seu bebe tomado pelo Buda. Num determinado momento, o Buda tomou a criança e sentou-se sobre ela, mas seu intuito era testar o rapaz e a moça. O rapaz não teve reação, mas eu implorei pela criança, pedindo ao Buda que não fizesse aquilo. E ai ele entregava a criança para a mãe".

O Buda estava me testando para ver se havia mesmo bondade em mim e se eu seria capaz de interceder por alguém que havia tentando me prejudicar.

Em 2008 sonhei novamente. Desta vez eu estava recebendo em um local belíssimo, como se fosse um mosteiro budista, a benção de um monge onde eu também me tornava um monge. Este foi o ano no qual faleceu o grande ator David Carradine - o Kwai Chang Caine da série Kung Fu que eu amo até os dias atuais.

Em 2011, no dia 24 de fevereiro, eu comecei a escrever um conto místico para o meu livro Crônicas De Qédem, e nem conto se revelou a personagem Dipankara Vedas - chamada de "O Fabricante de Candelabras" - as Lâmpadas Místicas da Sabedoria. Imediatamente senti que Dipankara era um aspecto meu, uma centelha de alma que estava oculta da minha consciência ainda não totalmente desperta. Eu postei um recado no Facebook avisando que eu estaria assumindo, além do meu nome hebreu, o nome Dipankara Vedas.

No dia 3 de maio de 2012, eu fui acometido de uma arritmia cardíaca. No dia 4 fui à Santa Casa de Misericórdia de Suzano para fazer um eletro. o Wesak Festival de Buda (היום של הירח המלא) seria celebrado no dia 6. Depois de ser diagnosticado com esta arritmia que era temporária, resolvi ir ao templo budista em Suzano para receber bênçãos de um monge. O sonho se realizava.

No mesmo mês de maio, dois alunos meus, orientais, me convidaram para ir ao Templo Budista Zulai em Cotia. Foi uma experiência muito significativa e então assumi o nome Dipankara. Eu ainda não conhecia todo o segredo.

Anos antes, no dia 2 de março de 2001, que foi o dia 7 de Adar (Hilulá de Moisés), meu mestre, cuja centelha de alma vive em mim junto com a centelha do seu amado aluno, em yibur no meu professor de judaísmo, me ordenou como o rabino da nossa recém fundada Comunidade naquele ano. Neste dia, o Talibã explodiu a gigante estátua do Buda Dipankara no Afeganistão, mas foi somente em 2014, quando meu Despertar se completou e que acordei, na manhã de sábado de 27 de setembro, sabendo quem eu era e quem havia sido em outras vidas, que descobri, através de uma palestra realizada pelo Lama Padma Santen e postada no Youtube, que Dipankara havia sido um dos primeiros budas na antiguidade.

Em 2015, pesquisando um Código na Torá para uma querida, descobri que o meu próprio apelido espiritual, o nome da centelha do buda em mim, estava no mesmo Código. Ao abri-lo, notei que, não apenas estava escrito Dipankara, mas "Rabi Dipankara" e cruzando-o estava escrito "Aos 50 anos irá para lá, Tzfat (Safed) - a cidade dos Cabalistas em Israel". Eu não havia atentado para esta linha. Então, sonhei, em 2016, que estava no saguão de um aeroporto na Dinamarca ao lado de uma amiga querida que reside lá. Eu estava vestido com meu turbante preto. Logo em seguida tive outro sonho onde me foi mostrado o Sha'ar Ha'Guilgulim e as palavras de Raban Iochanan Ben Zaccai: E preparemos uma cadeira para o Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo". Logo após este sonho eu recebi um convite de uma querida amiga que mora em Israel para ir passar alguns meses em sua casa lá.

Um querido amigo, tradutor do Sêfer Yetzirá publicado pela Editora Sêfer, me disse que eu iria sim, este é o desígnio do Criador e que D'us iria me enviar "O Cavalo Selado" para que eu fosse, e realmente como ele havia profetizado, aconteceu. Eu tirei meu passaporte e ganhei de outro querido amigo que mora no Reino Unido, a passagem de ida e volta para Israel. O Código se realiza.


O Código: Rabi (Amarelo) Dipankara (Vermelho) Ele é o Buda (azul/abóbora). Aos 50 anos para Safed (verdade e rosa). Também em verdade está acima o nome da jovem a quem eu pesquisava e "homem bem-aventurado". 

Foi através destas experiências e do conhecimento da Sabedoria Escondida da Torá que eu Despertei e descobri o meu Buda Interior.

Diário
16 de Abril de 2015
19h21m

: - "Meditava pela manhã e na minha Kavanná (introspecção) contemplei-me em uma encarnação onde eu fora um Buda que meditava dentro de uma caverna onde haviam mil outros Budas. Nunca havia lido ou estudado nada a respeito, mas quando voltei da meditação fui pesquisar no Google e descobri que existe um lugar chamado "Caverna dos Mil Budas" que fica na China. Durante minha introspecção neste lugar Sagrado havia uma frase que flutuava sobre minha cabeça escrita em hebraico "Meurat Élef Budahot (מערת אלף בודהות) - Caverna dos Mil Budas". 

Diário
17 De Abril de 2015
Manhã

: - "Durante minha Kavanná, fui transladado novamente para aquele lugar Santo (A Caverna Dos Mil Budas), mas desta vez, havia diante de mim uma Lótus Radiante com Mil Pétalas. Nunca havia visto Flor tão bela e luminosa". Estas foram as minhas primeiras visões da "Pineal - A Cidade Luz" e eu nunca havia lido que, na antiguidade, a Pineal era chamada de "Lótus De Mil Pétalas".


Poemas Místicos
Dipankara Vedas

"Fecho os olhos e visto minha alma no corpo luminoso de Dipankara na Terra dos Budas. Sento-me sobre a minha Lotus de Mil Pétalas e o coral de milhares de vozes que ouço , são de infinitas almas entoando a Sabedoria".

"Ter descoberto o Buda dentro de si mesmo, e o maior milagre que se pode alcançar". 

"Um Buda também deve ser humano, para mostrar aos outros seres que eles também podem alcançar a Iluminação".

"O que Despertou, despertou também a muitos. Um Buda gera outro Buda até o dia que seremos todos Budas".

Sobre encontrar a Iluminação 

"Somente quando a pessoa deseja ardentemente encontrar o Buda, o Cristo, o Messias, Krishna, somente quando ardentemente desejar, então, pela Sabedoria o Buda surgirá diante dela e ela o encontrara no seu próprio interior".

"Queria encontrar palavras para descrever como é maravilhoso fechar os olhos a qualquer momento e contemplar o Estado Do Buda Desperto no meu interior e toda sua Sabedoria. Queria encontrar, mas somente posso compartilhar a Sabedoria e emerge do Jardim dos Treze Budas reveladas a mim pelo Buda que levita sobre a Lótus de Luz no centro da piscina luminosa no meio do Jardim".

O Que Apascenta Entre As Lótus 

Todas as manhãs, após permanecer na "Ohël Moëd Ya'aqov (אהל מועד יעקב) - Tenda da Justiça - O Pilar Central da Árvore das Vidas da Sefirá Tiferet - O Ponto entre a Severidade e a Serenidade - e de agradáveis conversas com Avraham, Yitzchaq e Ya'akov, despeço-me e com as Brachot (bênçãos) dos Patriarcas, desço ao Heichal ha'Sodot (היכל הסודות) - O Palácio dos Mistérios - para ouvir dos Lábios da Tara'á (תרעא) - A Sentinela - os Segredos da Sabedoria que descem do Trono do Divino na forma de uma Coroa cravejada com pedras preciosas (mistérios divinos). Nesta manhã enquanto meditava, a imagem de Dipankara Buda emergiu na minha Kavanná. Ao seu redor uma aura de luz (אור מקיף) - Luz Circundante - sobre a qual levitavam as Letras do Alfabeto Divino. Inúmeros mistérios estavam ali e um deles era um segredo Codificado pelo Rei Salomão em Shir ha'Shirim Pereq 6, passuq 3° (Cântico dos Cânticos 6:3): "Ani Le'Dodi ve'Dodi Lí ha'Roêh ba'Shoshanim (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי, הָרֹעֶה בַּשּׁוֹשַׁנִּים)". A tradução aproximada seria "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o que apascenta entre as Lótus". Enquanto eu contemplava o verso que, como vaga-lumes levitavam ao redor do Desperto, a palavra "Pastor (ha'Roêh)" se permutou. Suas letras mudaram de lugar se transformando em "ha"Ër Ha'Shem (הער ה)" cujo significado é "O Desperto do Sagrado". Qual é então o segredo deste verso? Quando algum desperta no mundo em sua geração, a Shekináh (שכינה) - A Presença Divina, a Esposa do Rei - vem e se declara para o que Despertou "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o Desperto do Sagrado entre as Lótus". Ele se tornou o Buda, o Cristo, o Messias e agora recebe por mérito casar-se com a Shekináh, sua verdadeira Esposa.

Foi desta visão mística que nasceu a capa para o livro "O Hebreu Sobre A Lótus" e que você pode contemplar aqui abaixo.


Foi então, depois de todas estas experiências que eu atentei que o Buda Gautama havia nascido nos Jardins de Lumbini e que antes, em uma vida anterior, ele recebeu de Dipankara Buda que seria um buda no futuro.

Autor
Dipankara Vedas
"O Hebreu Sobre A Lótus"
Em Processo De Criação

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

SEGREDOS DO DESPERTAR


Artigo Em Construção

"E concebeu, e deu à luz um filho, e chamou seu nome Ér ( וַתַּהַר, וַתֵּלֶד בֵּן; וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ, עֵר.) - Gênesis 38 verso 3.

O original hebraico diz: "Ve'tahar, ve'teléd ben, vai'qrá Et shemô Ér". A sentença "Ve'tahar (וַתַּהַר)" contém as mesmas letras de "Toráh (תורה)" quando rearranjada e que contém "Tor-Hê (תור-ה)" cujo significado aqui é "Intruiu-se do Divino". 

A próxima sentença "ve'teléd (וַתֵּלֶד) cujas letras, quando também rearranjadas, se tornam "ve'délet (ו'דלת)" que traduzimos para "e abriu (uma passagem)"e que se junta a "Ben (בן) - filho" que junte-se à letra Alef (א) de "Et (את)" para formar "Nabê (נבא)" que é "Vaticinar".

Depois temos "vai'qrá (וַיִּקְרָא)" que é "e chamou". O que sobrou do verso é "te-shemô (ֶת-שְׁמוֹ)" que significa "e seu nome"cuja gematria Albam é 112 que é o valor do nome "Yabóq (יבק)" e "Ér (עֵר)" cujo significado é"Desperto".

A compreensão esotérica (ne'elam) deste verso está nos dizendo: "Intruiu-se do Divino e abriu um vaticínio para o Despertar e chamou seu nome "Yabóq (112)'.

No Sha'ar Ha'Guilgulim, estamos que, quando a pessoa Desperta é porque ela recebeu uma "Alma do mundo da Criação (Neshamáh)", ou seja, ela realizou todos os preceitos da Torah durante muitas vidas e mereceu uma Neshamáh de Briá (mundo da Criação) e então o número 112 aparece como um sinal sobre esta pessoa.

Como eu descobri este mistério? O nome Ér (עֵר) que significa "Desperto" resulta em gematria igual a 270. O meu Despertar aconteceu no dia 27 de setembro de 2014, no 270 dia do ano solar e quando isto aconteu e eu soube que era era no interior, o número 112 apareceu sobre mim.

O número 112 está escondido em Isaías capítulo 12 verso 2, mas somente os Sabios podem extraí-lo de lá.

Para maior compreensão dos mistérios do Despertar e do número 112, estude o artigo "Reencarnação Através Do Beijo". Siga no link abaixo:


Autor
Deepak Sankara Veda

sábado, 1 de outubro de 2016

O DNA DE DEUS




O "Olam ha'Assyáh (Mundo da manifestação) que é o "Olam hazêh (este mundo)" recebe sua influência e iluminação do nome Divino Adonai (אדני) cujo segredo é este:- O nome Adonai (אדני) contém as letras de "ADN-Y (אדנ-י)" ou quando permutado "Y-ADN (י-אדנ)".

Este mundo é o "Vergel" do Divino chamado nas escritos hebraicos de "Gan Éden Alai ha'aretz (גן עדן עלי אדמות) - O Jardim do Éden sobre a terra".

O "Yud-ADN (י-אדנ)" e uma combinação do Nome Divino "Yud Hê Vav Hê (יהוה)" com ADN (אדנ). Como foi explicado anteriormente em outro post intitulado "QABALAH & OS SÍMIOS", anteriormente o homem pré-adamico andava curvado até que recebeu a infusão do Nome Divino no seu ADN fazendo com que ele ficasse ereto e transformando o seu "ADN" comum no ADN DIVINO, o "Y-ADN (י-אדנ).

O Nome Divino "Yud Hê Vav Hê" possui o valor numérico igual a 26 e é por esta razão que hoje possuímos 26 ossos nos pés. Nosso ADN foi modificado pelos "Engenheiros Celestes" e é por isto que quando lemos sobre a formação do Adão Marciano encontramos "Vai'yetzer o "Yud Hê Vav Hê Elohim ET ha'Adam afar min ha'Adamáh (וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר מִן-הָאֲדָמָה,) cuja tradução é"E formou o "Yud Hê Vav Hê Elohim" o "Alfabeto da Humanidade da poeira de Adamah (Marte)... - Gênesis 2:7".

Em outro lugar diz "E plantou o "Yud Hê Vav Hê Elohim"  um Jardim no Éden de Qedêm e colocou ali a humanidade que havia formando (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר) - Gênesis 2:8".

Em uma das 70 camadas de códigos no verso, o Jardim é a terra e Qedêm é a galáxia e penetrando ainda mais, o verso contém "e lá o NOME no Alfabeto da Humanidade que havia formado'. 




AUTOR
Deepak Sankara Veda

domingo, 27 de setembro de 2015

Abrindo A Fonte Da Primavera

O Despertar
Abrindo As Fontes da Primavera 
(Era Messiânica)

Comumente ouço, ao preparar, com muito esforço, um Retiro Espiritual com fins de Compartilhar a Sabedoria e o Despertar, a recusa educada "fica para uma próxima ou outra oportunidade". Este é o grande erro que comete a maioria, pois o "tempo" era aquele quando o convite foi feito. Um casal mudaria a data do seu casamento apenas porque, alguns de seus convidados se recusaram educadamente a comparecer naquela data que fora cuidadosamente "escolhida"? Vou exemplificar com uma experiência vivida pelo Rabi Chayim Vital há cerca de 470 anos, durante o Século XVI.



O rabino Chayim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, o Ari, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas do Gihon. O Gihon era uma nascente subterrânea que fluia em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud tinha sido fechada pelo Rei Hizkyyahu (Ezequias) contra a opinião dos estudiosos (Sábios) de sua geração (2° Crônicas 32:30).


Sabemos que retirar o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo e espiritual do que o físico e que vou revelar mais abaixo, por agora vou continuar a narrativa. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chayim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechada desde a antiguidade, mas o Rabino Vital não quis, e sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusasse a fazê-lo, e usando uma técnica do Kwisatz ha'Derech (o encurtador do caminho), se teletransportou imediatamente para Damasco, fugindo da presença do Sultão e da missão que lhe fora confiada.


Naquela noite, seu professor, o Ari'zl (Rabi Isaac Lúria), apareceu para ele em um sonho: "Por que você se recusou a abrir o Gihon hoje?", Perguntou ao seu discípulo. "Eu estava com medo de usar os nomes Sagrados de Deus que eram necessários para fazer isso", retrucou o rabino Chayim. "E como você chegou a Damasco, então?" Questionou o Santo Ari.


Obviamente, o rabino Chayim emudeceu diante da pergunta do seu mestre, pois ele havia usado os Nomes Divinos para se teletransportar para Damasco. O Arizal lhe disse então: "Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Chizquiyahu (Ezequias) e você veio ao mundo para reabrir a primavera (A Era Messiânica/Despertar) que você mesmo tinha fechado há muitos séculos atrás".


Podemos apenas imaginar a responsabilidade o que o rabino Chayim sentiu sobre seus ombros. Ele mesmo documentou sua reação em sua auto biografia : "Amanhã voltar lá e eu vou abri-lo." Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje era o dia e, agora, a oportunidade se foi".


Um dos nossos testes mais difíceis é aprender usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser "dojek et ha'shaá - forçar quando muito cedo é tão inútil quanto tarde demais".


O rei bíblico Chyzkiahu (Ezequias) era o Messias da sua geração (Immanu'Ël) e para atingir a consciência messiânica e abrir as fontes da primavera (o Despertar) sua tarefa era ter composto uma shiráh (poesia) a qual ele não realizou, fechando assim a fonte de Gihon (גיחון). Sua alma reencarnou no rabino Chaim para realizar a tarefa, mas Vital teve medo e postergou por mais 444 anos a abertura da fonte do Gihon, as fontes da primavera, o Despertar. O Sultão era o próprio Criador.


Como sabemos que o Rabi Chayim Vital havia postergado a abertura da Era Messiânica por 444 anos? Eis o segredo:
A gematria de Damasco (דמשק) é 444 e Gihon (גיחון) é 77. O Rabino Chayim atravessou a cortina (ocultou-se naquela geração) no dia 23 de Abril (juliano) de 1620 aos 77 anos de idade. O ano no qual foi requerido a ele abrir as fontes da primavera foi 1572 quando seu mestre havia se ocultado.

Ora, 1572+444 é igual a 2016 (5776 no calendário hebreu). 5776 (התשְׁעָ"וַ) é o valor numérico de "Beia't ha'Mashiach (vem o messias - o despertar)" e este ano é Chéssed na Árvore das Vidas que é chamado "Primavera (Aviv)".

Naquela noite a alma do Rabino Chayim Vital se teletransportou para 2016 para abrir a fonte de Gihon, algo que somente ele poderia ter feito, mesmo que a razão não possa ser compreendida. Apesar de ter falhado naquele dia, ele o consertou imediatamente, e deu a nós, nossa geração, o Presente do Despertar Cristico. E ainda há muitos segredos aqui... De fato, o Rabino Chayim Vital faleceu em Damasco aos 77 anos, para onde ele havia se mudado no final da vida. 77 é também o valor numérico de Mazal (Destino).

Este escrito contando está segredo esotérico do Rabino Chayim Vital chegou até mim no ano passado (14 de Dezembro), e imediatamente ao estudá-lo, compreendi o seu mistério e me aprofundei em suas águas descobrindo outras camadas de mistérios.

A Fonte do Gihon  (Giom) é no hebraico "Mayan Gihon  (מעין גיחון)" é o Rei Ezequias é  "Mele'k Hizkyyahu  (מלך חזקיהו)". Somando os dois nos temos encontrei o valor 473 em gematria, e 474 em gematria "Im Hakollel". O rabino Chayim Vital foi uma reencarnação do Rei Ezequias. Vital nasceu em 1542, no dia 23 de Outubro (calendário Juliano) e 11 de Outubro no calendário Gregoriano (atual calendário). Ora, 1542+473 é igual a 2015, e 1452+474 é igual a 2016, e novamente temos confirmado o Ano do Despertar.


 A Grande Pirâmides & O Ano 5776
A altura da Grande Pirâmide de Gizah era, quando foi edificada pelos Malachim (anjos), de 481.40 pés e um segredo foi codificado nesta metragem. Ao convertermos 481.40 pés para polegadas, o resultado será 5776 polegadas, altura está que alude ao correspondente ano gregoriano de 2016. Os anjos deixaram um recado codificado na atura da Grande Pirâmide. E quem foi o Engenheiro Chefe encarregado de sua edificação? Hanoch (Enoque).

Se calcularmos Gizé (גיזה), Pirâmide  (פירמידה) e Enoque (חנוך) o resultado será 888 que é o mesmo do termo "Tifatach (תפתח)" cujo significado é "Aberto" e é também o mesmo de "Patachai (פתחת)" que traduzido é "Inaugurado".
É, portanto, requerido de nós, agora que a Fonte da Primavera foi aberta, não apenas observar, mas aceitar e agir. Este é o momento, a época, a Era do Despertar.


Em 2006 um recado dos Céus me foi enviado, e nele o Sagrado, bendito seja, me disse que eu tinha que aceitar, pois Ele tinha pressa. A princípio me fiz de desentendido, mas sentindo a responsabilidade, aceitei e por isso escrevi outro dia: "Quando alguém aceita o Despertar, provoca uma reação dentro da Árvore Das Vidas e desperta o mundo inteiro". Deepak Sankara Deepak Sankara V

sexta-feira, 5 de junho de 2015

5776 - O Ano Da Revelação


 Poster de Star Wars - O Despertar Da Força

A importância do Ano Hebreu 5776 (התשע'ו) - O ano do Despertar do Messias, Cristo Interior.

O luach hebreu é o calendário universal criado e regido pelas letras da Torah assim como todo o universo. Podemos chamá-lo de "Calendário Universal". Nele, os milênios são representados pelas sete primiras letras do alfabeto Alef (א), beit (ב), Guimel (ג),  Dalet (ד), Hê (ה), Vav (ו) e Zayin (ז). Nós nos encontramos agora no 5° milênio no ano 775 (תשע'ה) em 47.775  a partir da criação deste universo. Cada universo foi criado para existir por 50.000 anos divinos.

Muito escrevemos, falamos, explicamos sobre o "Despertar (5773)" anunciado por Cometas maravilhosos, Ano da Sefirah Hod (Esplendor) na Árvore das Vidas. Nós estamos agora na Sefirah Malchut que é a Merkavah do Messias Filho de David - A consciência global que toda a humanidade deve alcançar. Todos somos Cristos, Budas, Messias, Krishnas, Mahdis.

Este é o ano 5775 e que é uma Shemitá - Ano Shabático. A tradição esotérica do Zôhar nos conta que o messias aparecerá depois de uma Shemitá e eis aqui o segredo do proximo ano de 5776 que é o ano da Sefirah Chessed que carrega o poder dos 72 Nomes de Deus e as influências zodiacais de Aries e Libra.

O valor 776 é a gematria de "Be'yat ha'Mashiach  (ביאת המשיח)" cujo significado é "A vinda do messias". Não,  Jesus não vai voltar e nenhum messias vai aparecer para os judeus ou para qualquer outro dogma religiosos. O messias será revelado em cada um de nós. Este é  o poderoso segredo de 5776 (2015/2016).


Então,  no ano seguinte, em 5777 (2016/2017) Outro poderoso segredo será revelado. A gematria 777 é  a mesma de "Baú Sheni meshihim (באו שני משיחים)" cuja tradução é "Virão os dois messias (ben Josef e ben David). O messias filho de José é  a nossa centelha cristica e o messias filho de David é o mundo inteiro Desperto. Este ano estará sob as influências zodiacais de Touro e Escorpião. 777 será um ano maravilhoso para mim devido ao meu segredo é reencarnação que estão ligados a Touro e Escorpião. Foi assim em 1982, 1988, 1996, 2003, 2010.

E então chegaremos ao ano 5778 (2017/2018). A gematria 778 é o valor numérico de "Sha'ar Razá  (שער רזא) - O Portão do Mistério Divino". Neste ano, muitos e maravilhosos mistérios serão abertos para humanidade, na ciência,  na medicina, informática,  etc.


Lembre-se: A Força está em você também é você também a tem. O messias esta em voce e voce possui o potencial para ser o messias. Desperte a Força em voce. 

Deepak Sankara Veda

sábado, 24 de janeiro de 2015

A Senda Da Iluminação




O Navi Yeremiahu  (Jeremias), disse: "Postai-vos às margens dos Caminhos e perguntai pelas veredas místicas antigas, eis aí o bom Caminho, trilhai-o e encontrareis descanso para vossas almas, mas dizeis "não trilharemos (כֹּה אָמַר יְהוָה עִמְדוּ עַל-דְּרָכִים וּרְאוּ וְשַׁאֲלוּ לִנְתִבוֹת עוֹלָם, אֵי-זֶה דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ, וּמִצְאוּ מַרְגּוֹעַ, לְנַפְשְׁכֶם; וַיֹּאמְרוּ, לֹא נֵלֵך). - Jeremias  6:16 

BUDA & A QABALAH

Veredas místicas antigas eu traduzi do termo "Linetivot  (לִנְתִבוֹת)" que alude aos 32 Caminhos Escondidos da Sabedoria. Siddartha Gautama nasceu com 32 marcas no Corpo, e por estas marcas foi dito que ele seria um Sábio.

Dentro deste verso de Jeremias encontramos a sentença "Derech ha'Tov (דֶרֶךְ הַטּוֹב)" cuja gematria é 246 (123×2) e que é a mesma de "Le'hair  (להאיר)" cujo significado é "Iluminar" e 246 é também a gematria de "Pê Niflá  (פה נפלא)" que significa "Lábios maravilhosos". Siddartha iluminou com a Sabedoria que emanou dos seus maravilhosos lábios.

A palavra "tov (טוב)" cujo significado é "bom" tem a gematria igual a 17 e que é exatamente a mesma do título "Buda  (בודה)".

O profeta Jeremias estava instruindo o povo que, a única maneira de alcançar paz (equilíbrio) na vida é  Despertando e como Siddartha,  se tornando o Buda, o iluminado e iluminador, e trilhando a Senda do Buda, mas até hoje nos apaticamente dizemos "não trilharemos".

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O código acima foi encontrado dentro do capítulo sexto de Jeremias. No centro, na posição vertical temos "Buda" e cruzando-o na posição horizontal na cor verdade está o passuq (verso) dezesseis do capítulo seis, exatamente a parte que diz "Ei zê Derech ha'Tóv (eis ai o bom Caminho)" que é uma alusão ao Caminho do Meio que foi manifestado no mundo por Ya'aqov Avinu (O Patriarca Jacó). Abaixo de Buda temos Jeremias capítulo seis verso vinte e um onde diz "Kô amar Adonai: Hinení nathan el ha'am ha'zêh, michsholim..." e cuja tradução é "Assim diz Adonai: "Eis que darei a este povo, Sábios... O título "Sábios" aqui foi obtido da permutação da palavra "Michsholim (מִכְשֹׁלִים)" quando a letra "Shin (שֹׁ)" é movida para trás e colocada entre a letra "Mem (מִ)" e a letra "Chaf (כְ)" transformando-se assim em "Maskilim (מִשֹׁכְלִים)" cuja tradução é "Sábios". Seria um acaso que parte deste verso 21 surgisse no Código logo abaixo de Buda? Ou o Sagrado, bendito seja Ele, a colocou ali para ser decodificada?

Nunca confie nas traduções das Bíblias, porque elas foram manipuladas intencionalmente para favores os dogmas das religiões.

Que povo seria este a quem o Sagrado, bendito seja Ele, daria Sábios? Para encontrar a resposta, vamos dar uma olhada em Sêfer Torá Bereshit (Gênesis) capítulo 25 verso 6 cuja tradução aproximada é "E para os filhos das concubinas de Avraham, deu Avraham dádivas e enviou-os de Isaac seu filho, enquanto ele ainda vivia, para Qédmáh na Terra de Qédem (וְלִבְנֵי הַפִּילַגְשִׁים אֲשֶׁר לְאַבְרָהָם, נָתַן אַבְרָהָם מַתָּנֹת; וַיְשַׁלְּחֵם מֵעַל יִצְחָק בְּנוֹ, בְּעוֹדֶנּוּ חַי, קֵדְמָה, אֶל-אֶרֶץ קֶדֶם)".

O Zôhar revela que, estas "dádivas" que Abraão deu aos filhos de Keturá, sua concubina, foram partes da Sabedoria Escondida da Toráh, a QABALAH, e os enviou para Qédem, ou seja, Índia. O nome Ketura é a raiz de Ketoret que é inceso, e sabemos como o incenso é apreciado nos rituais Hindus, Budistas, Bramanistas, Hare Krishnas, etc. Assim foi que a QABALAH foi parar no oriente, através dos filhos de Abraão com Ketura.

CONCLUSÃO

A iluminação atingida por todos os que se tornaram Buda, veio diretamente da Toráh e da QABALAH e assim o Caminho do Meio que Siddartha descobriu que é chamado de Derech ha'Mashiach (o Caminho ou Senda do Messias ou Iluminado) e isto nos explica também porque milhares de Judeus abandonaram o judaísmo para se tornarem praticantes do budismo.



O Artesão Da Luz