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sábado, 1 de outubro de 2016

O DNA DE DEUS




O "Olam ha'Assyáh (Mundo da manifestação) que é o "Olam hazêh (este mundo)" recebe sua influência e iluminação do nome Divino Adonai (אדני) cujo segredo é este:- O nome Adonai (אדני) contém as letras de "ADN-Y (אדנ-י)" ou quando permutado "Y-ADN (י-אדנ)".

Este mundo é o "Vergel" do Divino chamado nas escritos hebraicos de "Gan Éden Alai ha'aretz (גן עדן עלי אדמות) - O Jardim do Éden sobre a terra".

O "Yud-ADN (י-אדנ)" e uma combinação do Nome Divino "Yud Hê Vav Hê (יהוה)" com ADN (אדנ). Como foi explicado anteriormente em outro post intitulado "QABALAH & OS SÍMIOS", anteriormente o homem pré-adamico andava curvado até que recebeu a infusão do Nome Divino no seu ADN fazendo com que ele ficasse ereto e transformando o seu "ADN" comum no ADN DIVINO, o "Y-ADN (י-אדנ).

O Nome Divino "Yud Hê Vav Hê" possui o valor numérico igual a 26 e é por esta razão que hoje possuímos 26 ossos nos pés. Nosso ADN foi modificado pelos "Engenheiros Celestes" e é por isto que quando lemos sobre a formação do Adão Marciano encontramos "Vai'yetzer o "Yud Hê Vav Hê Elohim ET ha'Adam afar min ha'Adamáh (וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר מִן-הָאֲדָמָה,) cuja tradução é"E formou o "Yud Hê Vav Hê Elohim" o "Alfabeto da Humanidade da poeira de Adamah (Marte)... - Gênesis 2:7".

Em outro lugar diz "E plantou o "Yud Hê Vav Hê Elohim"  um Jardim no Éden de Qedêm e colocou ali a humanidade que havia formando (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר) - Gênesis 2:8".

Em uma das 70 camadas de códigos no verso, o Jardim é a terra e Qedêm é a galáxia e penetrando ainda mais, o verso contém "e lá o NOME no Alfabeto da Humanidade que havia formado'. 




AUTOR
Deepak Sankara Veda

domingo, 27 de setembro de 2015

Abrindo A Fonte Da Primavera

O Despertar
Abrindo As Fontes da Primavera 
(Era Messiânica)

Comumente ouço, ao preparar, com muito esforço, um Retiro Espiritual com fins de Compartilhar a Sabedoria e o Despertar, a recusa educada "fica para uma próxima ou outra oportunidade". Este é o grande erro que comete a maioria, pois o "tempo" era aquele quando o convite foi feito. Um casal mudaria a data do seu casamento apenas porque, alguns de seus convidados se recusaram educadamente a comparecer naquela data que fora cuidadosamente "escolhida"? Vou exemplificar com uma experiência vivida pelo Rabi Chayim Vital há cerca de 470 anos, durante o Século XVI.



O rabino Chayim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, o Ari, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas do Gihon. O Gihon era uma nascente subterrânea que fluia em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud tinha sido fechada pelo Rei Hizkyyahu (Ezequias) contra a opinião dos estudiosos (Sábios) de sua geração (2° Crônicas 32:30).


Sabemos que retirar o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo e espiritual do que o físico e que vou revelar mais abaixo, por agora vou continuar a narrativa. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chayim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechada desde a antiguidade, mas o Rabino Vital não quis, e sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusasse a fazê-lo, e usando uma técnica do Kwisatz ha'Derech (o encurtador do caminho), se teletransportou imediatamente para Damasco, fugindo da presença do Sultão e da missão que lhe fora confiada.


Naquela noite, seu professor, o Ari'zl (Rabi Isaac Lúria), apareceu para ele em um sonho: "Por que você se recusou a abrir o Gihon hoje?", Perguntou ao seu discípulo. "Eu estava com medo de usar os nomes Sagrados de Deus que eram necessários para fazer isso", retrucou o rabino Chayim. "E como você chegou a Damasco, então?" Questionou o Santo Ari.


Obviamente, o rabino Chayim emudeceu diante da pergunta do seu mestre, pois ele havia usado os Nomes Divinos para se teletransportar para Damasco. O Arizal lhe disse então: "Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Chizquiyahu (Ezequias) e você veio ao mundo para reabrir a primavera (A Era Messiânica/Despertar) que você mesmo tinha fechado há muitos séculos atrás".


Podemos apenas imaginar a responsabilidade o que o rabino Chayim sentiu sobre seus ombros. Ele mesmo documentou sua reação em sua auto biografia : "Amanhã voltar lá e eu vou abri-lo." Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje era o dia e, agora, a oportunidade se foi".


Um dos nossos testes mais difíceis é aprender usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser "dojek et ha'shaá - forçar quando muito cedo é tão inútil quanto tarde demais".


O rei bíblico Chyzkiahu (Ezequias) era o Messias da sua geração (Immanu'Ël) e para atingir a consciência messiânica e abrir as fontes da primavera (o Despertar) sua tarefa era ter composto uma shiráh (poesia) a qual ele não realizou, fechando assim a fonte de Gihon (גיחון). Sua alma reencarnou no rabino Chaim para realizar a tarefa, mas Vital teve medo e postergou por mais 444 anos a abertura da fonte do Gihon, as fontes da primavera, o Despertar. O Sultão era o próprio Criador.


Como sabemos que o Rabi Chayim Vital havia postergado a abertura da Era Messiânica por 444 anos? Eis o segredo:
A gematria de Damasco (דמשק) é 444 e Gihon (גיחון) é 77. O Rabino Chayim atravessou a cortina (ocultou-se naquela geração) no dia 23 de Abril (juliano) de 1620 aos 77 anos de idade. O ano no qual foi requerido a ele abrir as fontes da primavera foi 1572 quando seu mestre havia se ocultado.

Ora, 1572+444 é igual a 2016 (5776 no calendário hebreu). 5776 (התשְׁעָ"וַ) é o valor numérico de "Beia't ha'Mashiach (vem o messias - o despertar)" e este ano é Chéssed na Árvore das Vidas que é chamado "Primavera (Aviv)".

Naquela noite a alma do Rabino Chayim Vital se teletransportou para 2016 para abrir a fonte de Gihon, algo que somente ele poderia ter feito, mesmo que a razão não possa ser compreendida. Apesar de ter falhado naquele dia, ele o consertou imediatamente, e deu a nós, nossa geração, o Presente do Despertar Cristico. E ainda há muitos segredos aqui... De fato, o Rabino Chayim Vital faleceu em Damasco aos 77 anos, para onde ele havia se mudado no final da vida. 77 é também o valor numérico de Mazal (Destino).

Este escrito contando está segredo esotérico do Rabino Chayim Vital chegou até mim no ano passado (14 de Dezembro), e imediatamente ao estudá-lo, compreendi o seu mistério e me aprofundei em suas águas descobrindo outras camadas de mistérios.

A Fonte do Gihon  (Giom) é no hebraico "Mayan Gihon  (מעין גיחון)" é o Rei Ezequias é  "Mele'k Hizkyyahu  (מלך חזקיהו)". Somando os dois nos temos encontrei o valor 473 em gematria, e 474 em gematria "Im Hakollel". O rabino Chayim Vital foi uma reencarnação do Rei Ezequias. Vital nasceu em 1542, no dia 23 de Outubro (calendário Juliano) e 11 de Outubro no calendário Gregoriano (atual calendário). Ora, 1542+473 é igual a 2015, e 1452+474 é igual a 2016, e novamente temos confirmado o Ano do Despertar.


 A Grande Pirâmides & O Ano 5776
A altura da Grande Pirâmide de Gizah era, quando foi edificada pelos Malachim (anjos), de 481.40 pés e um segredo foi codificado nesta metragem. Ao convertermos 481.40 pés para polegadas, o resultado será 5776 polegadas, altura está que alude ao correspondente ano gregoriano de 2016. Os anjos deixaram um recado codificado na atura da Grande Pirâmide. E quem foi o Engenheiro Chefe encarregado de sua edificação? Hanoch (Enoque).

Se calcularmos Gizé (גיזה), Pirâmide  (פירמידה) e Enoque (חנוך) o resultado será 888 que é o mesmo do termo "Tifatach (תפתח)" cujo significado é "Aberto" e é também o mesmo de "Patachai (פתחת)" que traduzido é "Inaugurado".
É, portanto, requerido de nós, agora que a Fonte da Primavera foi aberta, não apenas observar, mas aceitar e agir. Este é o momento, a época, a Era do Despertar.


Em 2006 um recado dos Céus me foi enviado, e nele o Sagrado, bendito seja, me disse que eu tinha que aceitar, pois Ele tinha pressa. A princípio me fiz de desentendido, mas sentindo a responsabilidade, aceitei e por isso escrevi outro dia: "Quando alguém aceita o Despertar, provoca uma reação dentro da Árvore Das Vidas e desperta o mundo inteiro". Deepak Sankara Deepak Sankara V

sábado, 10 de agosto de 2013

O Traje Bio-Luminoso de Elias


"...quando a alma se separa do corpo e quer ir para aquele mundo (vindouro), ela não vai para aquele mundo enquanto não lhe derem um outro corpo de luz, e depois então ela pode ir".



Zôhar Parashat Emór

Antes de falarmos sobre o "corpo luminoso" de Elias, vamos estudar sobre outro ser que também possuiu um corpo "bio-luminoso" com o qual podia trafegar em todos os outros mundos.


O Astronauta Antigo



O Zohar é o texto onde profundos mistérios estão codificados. Tudo o que a ciência, a astrofísica e a mecânica quântica revelaram, está nas letras do Zohar. Assim, o próprio Zohar diz que, somente aqueles que são da linhagem do Rei David podem penetrar os mais profundos e secretos mistérios codificados no Zohar. Albert Einstein era da linhagem do Rei David.

E é no Zohar que nós encontramos o segredo sobre o "Primeiro Astronauta". Não, eu não me refiro a Neil Armstrong que, em 1969 pisou na Lua. Eu me refiro a Adão.


O Traje Bio-Luminescente de Adão

Está escrito no Zohar: "Quando Adão habitava o Jardim do Éden superior, ele estava vestido como os seres do Céu: num brilhante traje feito da Luz superior. Mas quando foi deportado do Jardim e forçado a atender suas necessidades mundanas, D'us ensinou a ele como fazer "túnicas de pele" para si próprios".

Revelando O Mistério: 

Este traje usado por Adão para poder permanecer no outro mundo, era feito de "partículas" da Luz superior, ou seja, uma roupagem feita das centelhas da própria "Shekiná - A Presença Divina". Esta partícula da Luz da Shekiná é o que hoje é chamada de "Táquion (טכיון)" cujo deslocamento supera a velocidade da luz. Desta forma Adão não só estava protegido como também podia se deslocar por todo o Jardim do Éden (A Galáxia) a uma velocidade acima à da luz. O táquion é chamado na Qabaláh de "Or Maqif - A Luz Circundante".

Agora, é preciso ter em mente que Adão não tinha está aparência que nós temos hoje, pois esta "forma" humana só surgiu a partir de Noach (Noé) conforme noz revela o Zohar na parashat honônima: "Pavor e medo de vós virão..." (Gênesis 9:2), daqui em diante vocês terão a imagem do ser humano, pois no começo não havia neles a imagem do ser humano"".

Quando Adão pecou, perdeu este traje bio-luminescente, ou seja, a shekiná deixou de vestí-lo como um tecido bio-luminoso e se afastou dele, e esta é a razão do porque, quando D'us veio passear pelo Jardim (A Galáxia), ao questionar Adão onde ele estava ele respondeu que havia se escondido. Na Torah é dito que ele se havia escondido "dentro da Árvore do Jardim" a qual a Qabaláh revela ser a Sefirá de Yesod que é a Lua.

Adão respondeu ao Criador quando este lhe perguntou onde estava que havia se escondido porque está "nú", ou seja, despido do seu traje bio-luminescente que era feito da luz da própria Presença Divina.

Então, a Torah diz que, D'us tomou pele e vestiu Adão e sua mulher. O termo para pele neste passuq em que é mencionado que o Criador os vestiu é "Ór" e refere-se à "pele humana", ou seja, Adão vestiu-se nos seres que já existiam aqui neste mundo, os homens pré-históricos.

Reconstruindo Nosso Traje Bio-Luminoso: O Zohar diz que nós não podemos entrar no outro mundo sem uma roupagem adequada, ou seja, sem uma vestimenta própria daquele mundo. Como faremos então para podermos retornar ao lar sem um traje apropriado?

Imagine que você é convidado para um jantar de gala no palácio do Rei da Inglaterra. Evidentemente você terá que vestir-se apropriadamente para aquele evento, ainda mais porque você vai estar na residência e na presença do rei ou então, não poderá entrar.

O Zohar nos diz que, a cada boa ação que fazemos aqui neste mundo, uma centelha da Luz superior vem para baixo e se une a nós, e a cada centelha nós vamos construindo nosso traje para podermos trafegar no outro mundo.

Esta dito no Zohar: "E a alma, para ser perfeita, deve ter dois trajes: um para o mundo terrestre e outro para o mundo vindouro".

Evidências 

Anteriormente havia escrito e publicado revelando que Adão fora criado da poeira de Marte. Infelizmente, devido ao nosso baixo nível de consciência, nós sempre imaginamos Adão como se parecendo conosco e como dito acima, Adão não tinha esta aparência. Seu corpo era feito de Queratina (קרטין), o mesmo componente das nossas unhas e cabelos. De fato, o corpo de Adão era semelhante às nossas unhas.

O termo Táquion em hebraico (טכיון) tem o valor em gematria de 95 e este por sua vez é o mesmo de Ma'adim (מאדים) que é Marte e também de Malká (מלכה) que é o termo hebraico para "Rainha" e se refere à Shekiná (שכינה). Se vocês prestarem atenção vão notar que todos estes termos hebraicos, inclusive a Queratina, tem as mesmas letras hebraicas em comum.


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Táquion surge uma vez codificado em todo o Tana'k no menor intervalo que é de 6 SAEs (Saltos Alfabéticos Eqüidistantes) na Meguilat Esther e como já expliquei no artigo sobre Purim, o termo Megulá vem de Galuí que é revelação. No Centro da matrix em vermelho e na posição vertical temos "Shekiná" e ao lado direito na cor verde e na posição horizontal temos "Táquion". Abaixo de Táquion surge "Seter ha'Malká" cuja tradução é "O Segredo Escondido da Rainha (Shekiná)".

Nós estamos apenas começando a compreender estes mistérios, depois de 2000 de embotamento mental provocado pelas religiões. Certamente existem outros maravilhosos segredos da Mecânica Quântica escondidos entre as letras da Meguilat Esther, e vamos penetrá-los, com a permissão do Criador.


A Partícula de D'us

Durante décadas os cientistas tem buscado um poderoso e místico segredo, a chamada "Partícula de D'us" ou "Bosson de Higgs (בוזון היגס)". O que eles ainda não sabem é que, esta "partícula" especial tem origem, assim como o Táquion, na mesma fonte: A Rainha Shekiná - A Presença Divina.

Os Dois Corpos de Elias

"E isso sabemos através de Eliahú (Elias), que tinha dois corpos, um com o qual era visto em baixo pelos seres humanos, e outro com o qual era visto em cima entre os anjos superiores sagrados".

Zôhar Emór

Elias possui também um traje bio-luminoso com o qual ele pode entrar em outros mundos, e também sobreviver dentro de uma outra atmosfera mecânica, a de dentro das "rakavot eshim (Carruagens de Fogo) que o tomaram e o levaram deste nosso mundo.

Reflita a respeito deste mistério! 

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Shabath Shalom

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Olhando Para Dentro...

"Este é o lugar onde não podemos olhar", pensou. "Ai está o local que as Reverendas Madres tão relutantemente mencionam. O lugar onde, somente o Kwisatz ha'Derak poderá penetrar" - Duna página 449.



A alma não desperta não pode penetrar no lugar onde os mistérios se ocultam, onde estão escritos e entesourados no interior. Somente o desperto o pode.

Para as demais é um caminho perigoso e que pode "ferir" a mente não preparada e que não adquiriu mérito para penetrar mistérios da Sabedoria. Portando, os mistérios não são para todos.

É como os quatro rabis que penetraram no PaRDeS, o paraíso místico da Sabedoria, o Pomar Secreto, e apenas um sobreviveu.

É um risco para o professor que, sem ponderar, ou por razões financeiras, coloca o aluno como guarda de um tesouro secreto. Assim para estes que vendem a Sabedoria para qualquer um, mercenários que não, mostram não possuir amor nem pela Sabedoria e seus mistérios e nem por seu aluno.



Somente aquele que atingiu o nível de consciência de Mashiach (o desperto, o buddha) poderá penetrar, decifrar e compreender mistérios elevados. 

Há, portanto, uma proibição de ensinar a Sabedoria para aquele que não atingiu o "MEM (מ)", pois aquele lugar secreto, o domicílio da Sabedoria, é o lugar no qual ele não poderá entrar, o Heichal ha'Sodot (Palácio dos Mistérios), e mesmo que chegasse até a Porta, como poderia passar por Ela sem mencionar o nome da Sentinela e obter permissão? Assim, é perigoso para ele até mesmo tentar.

Este é o lugar qual as "Reverendas Madres (os 50 portões do entendimento, da compreensão) tão relutantemente ousam mencionar ao não desperto. Somente o Kwisatz ha'Derak (O desperto) poderá ouvir dos lábios da Mãe Divina (A Compreensão) sobre os tesouros nele segredados.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abraão - O Iogini



De repente, durante a minha kavanná (instrospecção, direção interior), ficou claro, ou seja, a luz revelou o mistério diante dos "Einai ha' Neshamá (olhos da alma)", e a imagem "religiosa" que eu carregava de um "Pai Abraão" velho, avançado em dias, curvado, foi substituida pela verdadeira essência de Abraão: Um praticante dos segredos ocultos da Instrução Divina (Torah), um "Iogini (Praticante de Yoga)". De fato, Abraão é o pai da yoga e suas práticas e também do Tantra. Mas, a religião, em razão de controlar as pessoas através da ignorância e do medo mentiu, ocultando estas verdades espirituais e produzindo assim, um mundo de pessoas acorrentadas, escravas.

Tomando uma avenida paralela, preciso dizer que, não há nada pior do quem o "bajulador", aquele que tece palavras de elogios afim de obter algo que não lhe pertence, algo que não lhe foi concedido pela Luz através do mérito. Nem todas as pessoas podem e não terão acesso à Sabedoria divina, pois não possuem mérito obtido através de muitas encarnações praticando a compaixão, bondade e o amor elevado pelas nações e pela própria Sabedoria.

O Zohar diz que, nada pode ser tomado de alguém a quem algo foi destinado. No entanto, aquele a qual tal coisa não lhe pertence e que foi obtido através da falsidade, da prática da bajulação com fins escusos, o Zohar diz que, sempre lhe será tirado aquilo que não lhe pertence. Em outras palavras, a Sabedoria não pode ser dada, não permanecerá sobre o domínio da pessoa para quem ela não foi destinada e sempre será tomada do "néscio" que deseja mantê-la sobre o seu domínio.

Pouco tempo depois de tentar possuir a Sabedoria, de haver bajulado os mestres a fim de obter vantagens através do conhecimento divino, o bajular se volta contra aquele que procurou instruí-lo com amor caluniando-o, difamando-o diante da sua ausência.

Voltando à nossa avenida principal, assim que o mistério foi revelado à minha neshamá, a imagem caduca religiosa de pai Abraão velho, doente, foi erradicada da minha mente, sendo substituida pela sua verdadeira imagem. Mas, como dizem, falar é fácil. Necessário é produzir evidência de que, o que escrevo aqui é verdadeiro.

Ontem, enquanto me deslocava sobre a merkavá do mantra "Om Namah Shivaya" iniciando minha nessiá (viagem mística) em direção aos mundos no interior, os olhos da alma se abriram novamente, e o texto hebraico do Gênesis capítulo 12 me foi mostrado, e dentro dele, codificado estava o termo transliterado para o hebreu "Yoga (יוגה)", e não apenas isto, mas o principal Nome de D'us usado em mantras indianos, budistas e das práticas orientais estava lá também, foi já o era usado pelo pai Abraão.


Acima, nós podemos conferir o capítulo 12 do Gênesis disposto numa grade de 26 em 26 letras equidistantes. No centro, na posição vertical na cor abóbora temos "Yoga" com a ocorrência duas vezes do termo "Qedem (Oriente)" na posição horizontal na cor rosa. Acima, cruzando "Qedem" na posição vertical em verde está o "Omm" o nome divino dos 72 Nomes usado em mantras hindus e budistas.



Quem codificou isto no capítulo 12 do Gênesis? O Sagrado, bendito seja Ele, e conforme foi escrito "e a escrita nas tábuas era a escrita de D'us...". Portanto, o hinduísmo, o budísmo e práticas místicas orientais, não são práticas impuras como dizem os rabinos ortodoxos, mas práticas místicas da Torah e que eram praticadas pelo pai Abraão.

Brahmanismo

Quando Siddarta Gautama começou a sua "Nativ (caminhada mística)" os praticantes da Sabedoria eram chamados "Brahmanês" que eram então os praticamentes do "Brahmanismo". De fato, e é fácil evidênciar isto, os Brahmanes eram os praticantes da Sabedoria que o Pai Abraão ensinou aos filhos das suas concubinas conforme o Zohar Sagrado revela. 

ברהמניזם
O termo hebraico acima é "Brahmanismo" translirerado do inglês para o "ivrit (hebraico)". Notem, abaixo a semelhança com o nome de Abrahm nosso pai.

אברהם
Marquei as letras semelhantes com a cor vermelha, para que a verificação fique mais fácil. Então vemos que, verdadeiramente, Abrahm é o pai do Bramanismo, e procurando por uma outra evidencia, encontrei na Torah um impressionante código:

Acima, temos em hebraico dentro do Livro do Levitcos "Brahmanism" e marcado em azul estão as letras raizes do nome Abrahm.

Aqui todo o código "Brahmanism" está marcado com a cor azul. Talvez você tenha notado, como eu notei assim que abri o código, a letra "alef (א)" que está sobrando acima do código central "Brahmanism". Ela surgiu espontaneamente, pois não pedi ao programa para procurar por ela. De fato, o código revelado pela Divina Providência é "Abrahmanism", como destacado abaixo:
 אברהםיזם

Então, acima temos agora o código "Abrahmanismo" marcado com cores diferentes, sendo o alef revelado pela torah em azul com o código raíz "Brhm" em vermeho e "nism" em verde. Então, Abraão é de fato o pai dos "vedas brahmanes" e consequentemente do "hinduísmo" e do "budismo". Estas práticas tiveram origem na Sabedoria escondida da Torah que Abraão revelou aos seus filhos e os mandou para o oriente, conforme está na Torah Bereshit  no capítulo 25 verso 6.

Compaixão

A principal caracteristica do Bramanismo e que foi herdada pelo budismo é a Compaixão, a bondade por todos os seres vivos e isto foi herdado do Pai Abraão, também conhecido como Pai da Misericórdia, da bondade e compaixão. Isto é com certeza mais uma evidência de que tanto o Bramanismo como o Budismo se originaram em Avraham Avinu (Abraão nosso pai).

Brahma

A origem do nome Brahma é sanskrito e significa "Extremamente Grande" e este é também o significado de Abraham. Antes conhecido por Avram cujo significado é "O pai elevado, grande, sublime" ou ao contrário "O elevado e sublime pai", Avram ganha a letra do Nome divino e passa a ser "Avraham" cujo significado é "O grande, elevado, sublime pai" e não, como deram os tradutores biblicos "Pai de Nações". Em hebraico "Av (אב)" é "Pai" e "Raham (רהם)" é "Elevado, sublime, grande". Verdadeiramente a raiz de "Raham (רהם)" é "Ram (רם)" que é "Grande, elevado, sublime" e que sofre um acréscimo do "Hê (ה)" do Nome Divino" tornando-se "Raham (רהם)". Se permutarmos "Raham" movendo o "Hê" para o inicio teremos "Haram (הרם)" que é "O Grande, O Elevado, O Sublime".

Há, por exemplo, um nome bíblico hebraico cuja signifiado é "Meu pai é elevado" que é "Abiram (אבירם)".


Continuará...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Enfrentando o "deus" da Guerra



"Você faria as pazes com o deus da guerra?" - Perseus em Wrath Of The Titans (Fúria de Titãns).

Está chegando a época em que o deus da guerra é libertado e a batalha no nosso interior se intensifica. Na antiga mitologia grega, o deus da guerra é Ares e este é o nome do Planeta Marte que, de acordo com o "Livro da Formação (Sefer Yetziráh)" do nosso amado patriarca Avraham (Abraão) é o regente de Áries (Talê) e Escorpião (Akrav) no universo.

Áries é o mês da guerra, o tempo em que empreendemos a batalha para nos libertarmos do egito (a consciência dogmática religiosa) que é, de acordo com Yeremiahu na'Novi (O profeta Jeremias), o corpo no qual a consicência do desejo de receber para si mesmo está atada. Este mês regido por Talê (Áries) é chamado de Nissan e antigamente "Aviv" que significa "Primavera" e secretamente "O Pai dos Doze (ha'Av-Iv האביב)" aludindo que ele, Áries é o "cabeça" o primeiro dos doze signos do zodíaco, e por esta razão secreta, são muito importantes dos "doze primeiros dias do ano hebreu" que tem início em 1º de Nissan, porque, nestes primeiros doze dias podemos influênciar todos os doze meses do ano positivamente. Alguém poderá retrucar e dizer que é errado hebreus se basearem ou se deixarem influenciar por astrologia, mas, nós não estamos falando aqui de astrologia e sim, de "consciência estelar" pois, as estrelas são de fato as "almas de adão" de quem as almas da humanidade se derivaram. Portanto, com a consciência espiritual certa, podemos nos elevar acima da influencia zodiacal e causarmos mudanças positivas desde que, nosso desejo não esteja sendo governado pelo Satan (O Ego) e assim, alimentando nosso desejo de receber para si mesmo.

Fazendo um pequeno parenteses neste assunto, foi nos ensinado que, o 5º mês hebreu, o mês de Av que é governado por Leão no universo, é um dos mêses mais negativos do ano, o que é um erro, pois não existem meses negativos, e sim consciência negativa. O mês de Av é o único regido pelo Sol, e portando, recebe toda a influência desde astro rei. O Sol vivifica a tudo, e tudo ganha vida, inclusive nossos pensamentos. Então, se nossos pensamentos são negativos, eles serão vivificados pela luz e fortalecidos e o resultado será um mês negativo.

O nono dia do mês de Av é o "Tishá be'Av (o 9º de Av)" que segundo a tradição "judaica" é o dia mais negativo do ano, o o zohar nos ensina que este dia é governado pelo Satan. Muita gente desconhece a verdade por trás disto e o resultado é confusão, perplexidade. O "satan" é o código para o "ego" que é vivificado pela luz neste dias, pois neste dia está influencia da luz é poderosíssima. Atados a uma consciência religiosa dogmática, consciência daquelas pessoas que caminham pelo trigal sem conhecer os mistérios escondidos nele, tudo o que fazemos é permitir que nosso ego seja fortalecido, e ai, grandes tragédias tem origem. Por esta razão, o dia nove de Av foi é continua ser um dia de grandes tragédias, e não vai ser diferente com o 3ª guerra mundial.

Mas também, o 9º de Av é o dia em que o Messias nasce, e veja que não estamos dizendo "nascerá" e sim nasce, pois diferente da mentira "judaico-ortodoxa" de que o messias um dia virá, é no dia nove que o messias nasce. O significado secreto disto é que, grandes tragédias trazem mudança de consciência, forçando a humanidade a mudar, elevar os pensamentos e assim, se aproximando mais da era da justiça: A era de Aquário. O que não está compreendido no disto "que um dia o messias virá" é que, será no dia nove de Av depois de uma grande tragédia que a humanidade alavancará, se catapultará em direção à uma consciência elevada que chamamos de "consciência do messias".

Quem é o messias? Você, eu e toda a humanidade o somos. De fato "NÓS SOMOS MESSIAS" e precisamos assumir isto, tomar posse desta verdade e deixarmos de lado a mentira religiosa de um dia o messias, uma pessoas fisica aparecerá para salvar a humanidade.

Em Duna, que é o meu livro favorito, a um dito muito interessante: "Horrivel coisa é para um povo cair nas mãos de um heroi". O significado disto é que, a crença no aparecimento de uma pessoa que irá salvar o povo, conduz as pessoas à apatia, pois, estas pessoas deixam de elevar-se para tornarem-se o "messias", trocam a ascensão da consciência por uma armadilha que os tornará e assim ficam presas à "Samsara (a roda karmica)".

O "Filho de David" é um código para o dia em que "TODA A HUMANIDADE SERÁ ELEVADA, ILUMINADA".

O judaismo falhou com a missão de informar às pessoas, ensiná-las a verdade de que elas são o messias. A religião nunca diz a verdade, pois se o fizesse, se enfraqueceria, pois a religião fortalece-se através do medo impostos às pessoas.

Buddha atingiu a consciência que os "judeus" deveriam ter atingido e ensinou a verdade às pessoas, de que todas elas podem ser "buddha" através da eliminação do ego. Já o judaismo  mostra ser tão egoísta quanto outras religiões no seu dito que que os "judeus são superiores aos outros povos". As pessos de fato não entenderam o que "ISRAEL" significa. Yeshu'a também atingiu o mesmo nível de consciência e ensinou outros que eles também poderiam atingí-la.

Quando Ya'aqov lutou contra o Anjo enviado por Esav (Esaú), logo após tê-lo vencido, Hashem veio o mudou seu nome para Israel, e por que? Israel é o resultado de "Ya'aqov (יעקב) que é 182+Satan (שטן) que é 359":

182+359=541

A gematria (o cálculo do valor numérico das letras hebraicas) de Israel (ישראל)é exatamente 541, e portanto, conhecemos que o anjo de Esáv era simplesmente o "Ego" de Jacó o qual ele conheceu e dominou elevando-se à consciência do messias que recebe o título de "Israel". De fato, Israel alude àqueles que alcançaram, que ascensionaram-se torando-se iluminados e não a um determinado povo sobre a terra. Portanto, todos aqueles que atingem este nível de consciência são chamados israel. Neste segredo, o próprio Buddha é chamado Israel.
Voltando à nossa batalha contra o deus da guerra, o outro mês governado por Ares (Marte) é o mês de Escorpião, mês este em que todos os nossos inimigos internos ganham força para manifestarem-se e assim, nós ganhamos a preciosa oportunidade de conhecê-los. É aqui onde a pergunta de Perseus em Fúria de Titans 2 torna-se interessante: Você faria as pazes com o deus da guerra? Evidentemente não á como assinar um "tratado de paz" com aquele que governa os nossos inimentos intermos: ira, inveja, cobiça, medo, distração, apatia, etc. E quem é o deus da guerra? Ele é aquele a quem Buddha chamou de "Arquiteto" ou "Senhor do nosso próprio ego" que na Bíblica recebe o titulo de "ha'Satan". Não, nós não estamos batalhando contra um ser vermelho de chifres e causa com um tridente nas mãos. Nossa batalha é contra o "senhor dos nossos próprios inimigos internos": O Ego!

Portanto, nós não podemos fazer as pazes com o deus da guerra, e sim, podemos e devemos conhecê-lo e às suas mentiras e estratégias.

Quando o mês de Escorpião chegar, e você começar a sentir toda a guerra no seu interior, todo o cerco sufucante provocado por todos os seus inimimos internos, lembre-se de não "converter-se" à religião buscando alivio para suas dores procurando fazer as pazes com o deus da guerra. Ao invés disto, busque compreensão, adquira sabedoria, eleve-se, vença o satan (o ego) e todos os seus exércitos, e torne-se você aquilo que veio ao mundo para o ser: O Messias...

O Artesão Da Luz