LAYLA COL HA'TZADIQIM

LAYLA COL HA'TZADIQIM
CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

GRUPO EDITORIAL QUILHA

GRUPO EDITORIAL QUILHA
ARGONAVIS EDITORA: NAVEGANDO O INFINITO - Nossos livros estão à venda pela Argonavis. Clique na Logomarca acima.

O PLATÔ DE ORION

O PLATÔ DE ORION
FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

EU QUERO ACREDITAR
CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Novo Livro

Novo Livro
Duna - O Adormecido Deve Despertar

Os Ecos De Enoch

Os Ecos De Enoch
Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"
Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

Faça Uma Tzedaká (Doação)

Faça Uma Tzedaká (Doação)
O Segredo Da Doação
Mostrando postagens com marcador DUNA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DUNA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Presciência: Sonhos & Visões


"Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas (שְׁאַל-לְךָ אוֹת, מֵעִם יְהוָה אֱלֹהֶיךָ; הַעְמֵק שְׁאָלָה, אוֹ הַגְבֵּהַּ לְמָעְלָה)" -Isaías 7:11 "O rabino Elazar abriu a discussão com o versículo: "Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas - Yeshayah 7:11. Olhei para as gerações anteriores e as gerações posteriores. Qual é a diferença entre as gerações anteriores e as gerações posteriores? As gerações anteriores sabiam e perceberam a sabedoria suprema e sabiam permutar as letras sagradas, que foram dadas a Moisés no Sinai. Mesmo os ímpios entre Yisrael, conheciam as letras da sabedoria suprema, pois o profeta disse-lhe: Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas" - Isaías 7:11 E através das letras mais altas desenhadas a partir de Bináh (os céus), e letras inferiores manifestadas em malchut (o mundo físico). Portanto, aquele que conhece como permutar as letras divinas é aquele com o qual D'us fala e ele fala com D'us e D'us o ouve e lhe responde". 

Sêfer Ha'Zôhar


Preciência:- 
substantivo feminino 
conhecimento do futuro. 
previsão, pressentimento. 

Todos nós somos seres prescientes porque a presciência vem e é uma habilidade da alma. Existem ferramentas que podem abrir a presciência da alma, mas elas, como toda ferramenta são limitadas. A ferramenta mais pura e perfeita é o sonho, mas o sonho necessita de compreensão e não de interpretação. Uma outra excelente ferramenta é o Oráculo da Cabalá, mas, mesmo o Oráculo precisa do conhecimento das letras hebraicas e do domínio da mesma, ou, do contrário, o Oraculista produzirá falsas informações. A melhor ferramenta continua sendo mesmo os Sonhos. 

Foi e é costume dos cabalistas pedirem respostas em seus sonhos. Claro, não são todos que alcançam esta habilidade porque ela depende de níveis de alma que a pessoa mereceu e alcançou. Outro segredo está em obter informações divinas das almas que forma a Ór Maqif (Luz Circundante/Aura) ou das centelhas que formam a vestimenta da alma de uma pessoa. As vezes a informação divina vem através dos sonhos que, um dos companheiros ou dos alunos do mestre cabalista recebe. O segredo é devido a reencarnação, quando uma das centelhas que formam a Ór Maqif do mestre transmigra, por Yibur, para o corpo do aluno indo se agregar as centelhas que já estão ali na vestimenta da sua alma. 

Para esclarecer melhor, digamos que, uma das centelhas do mestre cabalista seja uma faísca do Rabino Akiva e sua transmigração temporária, por razões secretas e que somente o Sagrado, bendito seja Ele, conhece, para o discípulo inspirou o professor a chamar o discípulo pelo nome Akiva e este passa a ter sonhos que deverão ser comunicados ao mestre. 

Eu tive muitos alunos os quais eu nomeava por nomes de almas da Torah e dos sábios e muitos deles receberam nomes de centelhas que estavam na minha Ór Maqif ou das centelhas que formam a vestimenta da minha Ór Penimi (Luz Interna) e todos eles tiveram sonhos, os quais eu ainda tenho anotados, que foram recados divinos para mim e informações do que aconteceria no meu futuro e no futuro do mundo. Até mesmo a eleição de Barack Obama (quando este nem era conhecido) me foi informada através dos sonhos. Fica, então, estabelecido que os sonhos são umas das ferramentas mais abençoadas. Mas, claro, não vamos desprezar a meditação!

"Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas (שְׁאַל-לְךָ אוֹת, מֵעִם יְהוָה אֱלֹהֶיךָ; הַעְמֵק שְׁאָלָה, אוֹ הַגְבֵּהַּ לְמָעְלָה)" -Isaías 7:11 "O rabino Elazar abriu a discussão com o versículo: "Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas - Yeshayah 7:11. Olhei para as gerações anteriores e as gerações posteriores. Qual é a diferença entre as gerações anteriores e as gerações posteriores? As gerações anteriores sabiam e perceberam a sabedoria suprema e sabiam permutar as letras sagradas, que foram dadas a Moisés no Sinai. Mesmo os ímpios entre Yisrael, conheciam as letras da sabedoria suprema, pois o profeta disse-lhe: Pede para ti a Adunai teu Elohim um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas" - Isaías 7:11 E através das letras mais altas desenhadas a partir de Bináh (os céus), e letras inferiores manifestadas em malchut (o mundo físico). Portanto, aquele que conhece como permutar as letras divinas é aquele com o qual D'us fala e ele fala com D'us e D'us o ouve e lhe responde". 


Sêfer Ha'Zôhar

Razá Ila'ah
Autor
Bën Mähren Qadësh

sexta-feira, 7 de junho de 2019

She'elat Chalom:- Uma Questão No Sonho


She'elat Chalom (Uma Questão No Sonho): Durante minha vida nesta reencarnação eu tive esta experiência maravilhosa e, mesmo não tendo ido dormir e feito, antes de fechar os olhos, uma pergunta ao Criador, minha alma parece ter O questionado e por diversas vezes o Criador me enviou um pergaminho vindo dos céus com a resposta escrita em hebraico. Foi o caso quando a centelha de Jonas foi despertada em mim através de um pergaminho todo escrito em hebraico com a pergunta "Eifo ha'navi ben Amittai (איפה המביא בן אמתי) - Onde está o profeta o filho de Amittai?". Em seguida a esta experiência eu comecei a receber revelação sobre Jonas e a Era Messiânica e sobre a identidade do Leviathan.

She'elat Chalom é um segredo cabalistico no qual o Mequbal (Cabalista) faz uma pergunta ao Criador para receber a resposta em sonhos. O Maharal, de abençoada lembrança, recebeu as instruções, o segredo e o Nomes Divinos que deviam ser permutados para criar o seu Golem através de She'elat Chalom.

Em uma segunda vez sobre a questão de Jonas, eu sonhei que estava na casa de um ex-talmid cujo pai se chamava Jonas e lá, uma máquina de escrever antiga que estava sobre uma mesa começava a escrever sozinha e quando eu ia verificar, ela havia escreito "18 de Janeiro" e no momento que eu vi a data eu soube, no sonho, que era um segredo sobre reencarnação e, quando calculei a gimatria de "18 de janeiro (יח ב-יאנואר)" descobri o valor 288 que é o segredo da palavra Yibur que é um dos tipos de reencarnação mencionados secretamente na Toráh de Ha'Shem. Além disso, 288 é também a gematria de "judá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל)" que é o nome do nosso mestre, o Maharal de Praga, o criador do Golem.

Ontém, enquanto eu estava estudando, os céus se abriram e a identidade de um certo Tzadiq Nistar (mestre ascenso que mora no Jardim do Éden) que havia me visitado em um sonho em Lag Ba'Ômer de 5763 (2003) e me revelado um segredo do Portal das Reencarnações, me foi revelada. Em me lembro, durante o sonho, da bengala que ele estava carregando. Era o próprio Maharal que viera no meu sonho e, mais uma vez veio por She'elat Chalom. Abençoado seja o Criador dos céus que nos permitiu ter estas experiências maravilhosas. 

Compre aqui o livro 'Duna'

Autor
Bën Mähren Qadësh
Deepak Sankara Veda​

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Mudança De Lugar, Mudança De Destino


Meu romance de Ficção Científica preferido é Duna de Frank Herbert, e não é porque, como a grande maioria eu o considero o maior romance de ficção já escrito, mas, devido ao impacto que ele causou na minha vida espiritual e as mudanças que, devido ao conhecimento e segredos descobertos, ele me proporcionou. Em Duna, Liet-Kynes - o profeta Elias dos Fremen - cita, em um certo episódio no qual alguns dos Fremen vão para o deserto profundo, um dito esotérico parte da fé mística dos habitantes do deserto: 

"Quando um homem tem que morrer, D'us o conduz ao lugar apropriado." 

Este ditado é profundamente místico e espiritual. Se nós meditarmos sobre ele descobriremos o quão verdadeiro ele o é: 

"Dezembro de 2004, manhã do dia 26 em alguma praia da Indonésia, Rodrigo está deitado na areia se banhando ao sol. Algum tempo atrás ele havia sentido um enorme desejo por viajar e durante meses planejou este passeio. Juntou dinheiro, fez reserva em um hotel próximo à orla. A viagem correra bem e no dia 25 à tarde ele já estava hospedado e na manhã seguinte estaria na praia. Ele foi dormir cedo e à meia noite já estava dormindo. Às 00:58, um sismo de magnitude 9.3 no Oceano Índico, causa um tsunami com ondas de 30 metros de altura. Rodrigo está dormindo e nada sabe sobre o sismo. Pela manhã ele se levanta, toma seu café e se dirige para a praia, estende sua toalha sobre a areia embaixo de um guarda-sol e se deita ouvindo as relaxantes ondas do mar dedilhar a orla como um músico habilidoso dedilhando seu instrumento. A manhã está agradável e Rodrigo coloca seus fones de ouvidos e relaxa ao som de suas músicas preferidas. De repente, uma onda de 50 metros chicoteia a orla como um feitor invisível. Seu corpo jamais foi encontrado". 

"Kynes disse sem se voltar: - Quando D'us ordena a uma criatura que morra num lugar determinado, Ele faz com que a vontade dessa criatura a leve para aquele lugar" 

Duna, página 165. 

É o tikun (תִּיקּוּן) - correção espiritual/karma - daquela pessoa que a conduz ao lugar onde ela deverá morrer. Da mesma maneira e oposta, quando uma criatura tem que viver D'us a conduz ao lugar apropriado. 

Aos dormentes, indoutos, incautos, nada pode ser feito para evitar que alguém morra e, de certa maneira, eles estão certos, pois, àqueles que estão separados da Sabedoria, não são concedidas ferramentas para evitar ou alterar o próprio destino. O Zôhar Sagrado revela que, todos aqueles que vão descer à sepultura, têm seus nomes na lista do Anjo Dumá, o responsável por todos os cemitérios do mundo e somente aqueles que possuem habilidade espiritual e sabedoria, podem enganar Dumá e escapar das suas mãos. Há um ditado cabalista em yiddish (idioma dos judeus europeus) que declara: 

שׁוֹנֶה מָקוֹם שׁוֹנֶה מַזָּל
"Shonêh maqom, shonêh mazal (Mudança de lugar, mudança de destino)".

Este ditado é semelhante ao declarado por Liet-Kynes em Duna, mas, em uma análise mais profunda, ele nos fornece compreensão e ferramentas maravilhosas para alterar nossos destinos. Vamos começar pela palavra "Shonêh (שׁוֹנֶה)" que significa "Mudança" e que vem da mesma raiz etimológica da palavra "Shanáh (שָׁנָה)" que se traduz para "ano" que é o hebraico "Shinui (שִׁינּוּי)" que significa "mudança", como explicado acima.

A celebração mística do ano novo cabalístico, o "Rosh Ha'Shaná" é a primeira ferramenta que dá à humanidade, a habilidade para mudar o seu destino. No mundo inteiro, o ano novo reduziu-se a uma celebração regada a muita comida e bebida no calendário católico romano. Você já parou e notou quantas tragédias acontecem no ano novo mundo a dentro durante a celebração do Réveillon?

"Quanto à etimologia, réveillon tem origem no verbo em frânces réveiller, que significa "acordar" ou "reanimar". Assim, o réveillon é o despertar do novo ano".

Em outras palavras, o réveillon deveria ser a celebração da mudança, o despertar para uma nova e mais elevada consciência, e não o comer e beber apenas.

No calendário cabalístico, a mudança de ano acontece na noite do dia 1º de T'shiri que é o sétimo mês hebreu sob a influência zodiacal de Moznaim (מֹאזְנִים) que é Libra. O nome "Moznaim" vem do hebraico para "ouvidos" que é "ozên (אוֹזֶן)" e é comumente compreendida como "equilíbrio" e por que?

"O sistema responsável pelo equilíbrio se localiza no ouvido interno, é o sistema ou aparelho vestibular, conhecido como “centro do equilíbrio”. Este é formado por um conjunto de órgãos: três canais semicirculares que se juntam a uma região central chamada vestíbulo, que apresenta ainda duas estruturas chamadas sáculo e utrículo. Ligada ao vestíbulo encontra-se também a cóclea que é a sede do sentido da audição. O conjunto dessas duas estruturas chama-se labirinto".

Fonte: O Aparelho Audititivo

De uma pessoa sem equilíbrio é dito que ela tem "labirintite". O mês de libra nos dá esta oportunidade de alcançar equilíbrio compreendendo o que nos causou sua ausência na vida. O principal preceito da Toráh a ser realizado na noite da "Mudança" é ouvir o toque do Shofar e daí o seu nome no livro do Levítico que é "Yom Teruá (dia de teruá)".

"Sobre o poder do toque do shofar, ensina o Baal Shem Tov: "No palácio real há muitos cômodos, cada um com uma chave própria. Há uma chave, no entanto, um único instrumento, que abre todas as portas - é o machado. O shofar é um machado. Quando uma pessoa, arrebatada pela paixão, desmonta seu coração diante do Todo Poderoso, ela consegue pôr abaixo qualquer dos portões do palácio do Rei dos Reis, Melech ha-Melachim, o Santo, Bendito é Ele".


O Zôhar ensina que não há um universo (câmara do Rei dos Reis) onde o sopro do shofar não seja ouvido confundido o Satan (forças negativas) e erradicando o Caos.


Adam ha'Rishon foi criado no dia 1º de T'shri na sexta feita cósmica e ao meio dia seu pecado fez com que sua alma fosse fragmentada cujos cacos criaram o universo e este é o segredo da palavra "Bereshit (בְּרֵאשִׁית)" que se traduziu para "Gênesis" e na Bíblia para "No princípio" e que contém a data da criação e queda da humanidade, uma "temurá (permutação) das mesmas letras: "Be'Alef Tshri (בְּ'א תשִׁרֵי) - Em primeiro de Tshri. Por esta razão o ano novo é também importante, pois é a oportunidade para corrigirmos a fragmentação e a nossa queda e repararmos nossas vidas causando "Mudanças"

A segunda palavra que devemos analisar é a palavra "Mazal (מַזָּל)" que signfica "sorte, destino" e também "constelação" pois, a sorte e o destino de uma pessoa dependem do seu mazal, ou seja, da constelação que influenciou a sua concepção e o seu nascimento.

A compreensão destes segredos é que nos dá a habilidade para elegermos ferramentas espirituais adequadas para mudarmos a nossa sorte, o nosso destino e erradicar o nosso karma, pois, a gematria atba'sh de "Shonêh maqom, shonêh mazal" é 566 que é a mesma de "Tikun (תִּיקּוּן)". Este movimento de mudança de lugar se inicia com um movimento para o interior, para dentro de nós, uma introspecção, viagem interior e resulta na mudança de lugar físico, estabelecendo nosso corpo nossa alma sob a influência de outra constelação, favorecendo o nosso destino.

"Considera toda as obra de D'us; quem poderá endireitar o que ele fez torto (רְאֵה, אֶת-מַעֲשֵׂה הָאֱלֹהִים: כִּי מִי יוּכַל לְתַקֵּן, אֵת אֲשֶׁר עִוְּתוֹ.)?"

Qohelet 7:13

Se pode notar, no passuq acima, que eu destaquei em vermelho a palavra "le'takën (לְתַקֵּן)" que é o verbo radical de origem de "tikun (תִּיקּוּן)" que é consertar, endireitar, no sentido cármico.



"Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou (עֵת לָלֶדֶת, וְעֵת לָמוּת; עֵת לָטַעַת, וְעֵת לַעֲקוֹר נָטוּעַ);".

Qohelet 3:2


Compre aqui o livro 'Efeito Borboleta'


Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas

terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Mistério Dos Cinquenta Jubileus


Na madrugada de 31 de Agosto de 2016 (27 de Av), eu sonhei com as palavras de Raban Yochanan Ben Zakkay quando estava para morrer: "Ve'hachinu Kissê le'Hizkyiahu melech Yehudá she'bô (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - E preparemos uma cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo". 

Enquanto eu ouvia estas palavras de nosso mestre no sonho, meus olhos as viam o Sha'ar Ha'Guilgulim (Portão das Reencarnações) e estas linhas que lá estão escritas e ao mesmo tempo me era dito que havia nelas, um segredo de gematria. Certamente, um segredo me foi contado pela Academia Celestial e cabia a mim, agora, penetrá-lo.

O Inicio Da Era Messiânica

O Rei Ezequias era o messias chamado "Imanuel" na profecia de Isaías (não, não era Jesus) e o responsável de Inaugurar a Era Messiânica. Ao invés disso, ele fechou a Fonte Superior do Gihon (Giom) retendo a "Primavera do Despertar" por cerca de três mil anos.

A gematria das palavras ditas por Raban Yochanan Ben Zakkay - o "Ribaz (iniciais de Raban Yochanan Ben Zakkay) é igual a 767 e que somadas ao seu acrônimo (ריב״ז) que  é 219 é igual a 1200 que é o valor numérico hebraico da expressão "5777, raz ha'Ari (תשעז רז הארי)" que traduzida é "2017, o mistério do Leão (messias)" e é aqui que a coisa se abre para revelar sua grandeza.

A Profecia De Judá Ben Samuel

Judá ben Samuel de Regensburg (1150 - 22 de fevereiro de 1217), também chamado HeHasid ou "o Piedoso" em hebraico, foi um líder do Chassidei Ashkenaz, um movimento do misticismo judaico na Alemanha considerado diferente do misticismo cabalístico porque enfatizava Oração específica e conduta moral. Judá nasceu em Speyer em 1150, mas depois estabeleceu-se em Regensburg em 1195. Ele escreveu Sefer Hasidim (Livro dos Piedosos), Sefer Gematriyot (um livro sobre astrologia) e Sefer Hakavod (Livro da Glória), este último foi perdido e é Só conhecido por citações que outros autores fizeram a partir dele. Seus estudantes mais proeminentes foram Elazar Rokeach - O Perfumista, Isaac ben Moisés de Viena autor de Ou Zarua e talvez também Moisés ben Jacob de Coucy (de acordo com o Hida).

Eleazar Rokeach esteve comigo em um sonho na madrugada de 17 de Dezembro de 2014 e me revelou segredos do Jardim do Éden.

O rabino Judá ben Samuel foi o autor de um vaticínio profético impressionante no qual a data do incio da era messiânica foi revelada. Ei-lo:

"Quando os Otomanos conquistarem Jerusalém, eles governarão Jerusalém por oito jubileus. Depois, Jerusalém se tornará terra de ninguém para um Jubileu, e então no nono Jubileu voltará a ser posto na posse da nação judaica - o que significará o início da Era Messiânica".

O que é exatamente um Jubileu? É um período específico de tempo. Na Torá Vay'qrá nós encontramos o seu segredo: 

"Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta vibrante; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. Santificareis o ano quinquagésimo e proclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. O ano quinquagésimo vos será jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele colhereis as uvas das vinhas não podadas. Porque é jubileu, santo será para vós outros; o produto do campo comereis. Neste Ano do Jubileu, tornareis cada um à sua possessão.” 

Levítico 25:8-13

Passados 300 anos do falecimento do Rabino Judá ben Samuel, em 1517 o Império Turco Otomano tomou Jerusálem que ficou sob seu domínio até 1917, ou seja, 400 anos, o que são exatos 8 períodos de 50 anos - oito jubileus.

Em 1917, a força aliada Britânica do General Edmund Allenby no 8º dia de  Hanukkah (17 de Dezembro) desse ano, reconquistou Jerusalém. Após esta data, a Liga das Nações conferiu a Turquia, Síria e Egito o Mandato Britânico, que incluiu a Terra de Israel, então chamada Palestina, e Jerusalém para os britânicos. 

Então, tem início o 9° Jubileu e Israel se torna “terra de ninguém” Com o mandato Britânico em 1917, Israel ficou subordinada a leis internacionais e se tornou uma terra de ninguém. Somente depois em 17 de Junho 1967 através da Guerra dos Seis dias, Israel tomou toda região da Cisjordânia e reconquistou toda a cidade de Jerusalém para controle total do estado de Israel, o que não acontecia desde ano 70. De 1917 a 1967 foram 50 anos.

De 1967 a 2017 são exatos 50 anos, ou seja, mais um jubileu, o 10º, realizando assim a maravilhosa profecia do Rabino Judá.

O Retardo Mental-Espiritual Da Religião Cristã

Cristãos evangélicos e protestantes do mundo inteiro já tomaram esta profecia do Rabino Judá ben Samuel e com ela marcaram, mais uma vez, a data do "retorno" de Jesus para 2017, e mais uma vez vão se decepcionar. O problema é que Jesus nunca ressuscitou e, portanto, nunca vai retornar. O verdadeiro local do tumulo de Jesus foi citado pelo Rabino Hayim Vital em Sha'ar ha'Guilgulim (O Portão das Reencarnações) na Introdução 37:

"Ao norte de Safed, saindo de Safed para o lado norte, indo em direção à vila de Ein Zeitun, passando por uma árvore de Alfarroba, está enterrado "Yesh'u ha'Notzeri (Jesus, o nazareno)".

Sha'ar Ha'guilgulim - Ha'Qadmá 37

Jesus é o ponto central no retardo espiritual do cristianismo, o ponto no qual tudo é distorcido pela mentalidade cristã e se tornar uma mentira e assim, pura confusão e perplexidade.

Nenhum messias físico virá, nem um salvador mundial, o que irá acontecer é o início da Era Messiânica, o tempo no qual todos nós despertaremos o cristo-buda dentro de nós e nos tornaremos iluminados. 

Na verdade, este tempo já chegou, pois o ano 777 do 5º milênio (2017) se iniciou em 3 de Outubro de 2016. 777 é a gematria de "Sha'ar Ór (שער אור) - O Portal da Luz.

Foi esta, uma das razões secretas, do meu sonho com as palavras de Raban Yochanan Ben Zakkay:- O Rei Ezequias estava para chegar - ou seja, A Era messiânica chegou, foi inaugurada. Baruch Ha'Shem.


O ADORMECIDO DEVE DESPERTAR



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O Segredo Do Maná



O Segredo do Maná: O Midrash nos ensina que a Torah "pertence à aqueles que comeram o maná". Que alimento misterioso foi esse? Vamos ver o que nós descobrimos através do que nos ensinaram os sábios e com o uso da gematria da raiz da palavra que é "Man (מן)".

O sábio rabino Jacob de Izbitsa escreveu que o maná, Man (מן) é a união harmoniosa entre este mundo e o mundo de superior, dito este poético e enigmático e que alude a um maravilhoso mistério. A gematria do termo "Man (מן) maná" é 90, valor que vai nos ensinar muitos segredos.

A letra Nun (נ) representa o mundo superior da Árvore das Vidas, a Face Curta de D'us (Zeir Anpin) que e chamda Céus (שמים) e a letra Me (מ) representa a Sefirá Malchut (מלכות) que é a Terra, isto porque Malchut se inicia com a letra Mem.

A letra Nun (נ) é  a inicial da palavra Nistar (ניסתר) cujo significado é Oculto e alude aos mistérios ocultos da própria Torah cujas letras são suas vestes. Isso significa que as histórias da Torah não são literais, mas apenas um veículo para os seus mistérios elevados.

Nistar (ניסתר) tem a gematria de 720 que são 10×72. Os céus de Zeir Anpin são formados por 72 mazalot  (constelações) e que aludem a dez vezes o poder dos 72 Nomes Divinos. Isso significa que os hebreus que saíram do Egito estavam instruídos pela Torat Nistar (תורת ניסתר) - à Instrução da Sabedoria Escondida e ela era o seu alimento. Man (מן) são as iniciais de Mi-Torat Nistar  (מ-תורת ניסתר) que pode e deve ser entendido por "A partir da Torah Escondida".

Todo aquele que estuda com verdadeira intenção é com Lév Tahór (Coração Puro), isto é,  livre de intenções enganosas que provém do aspecto da Érev Rav no coração que é o Veículo das Qlipot (cascas impuras que encobrem a luz), atrai para si e se áta à Shechinah  (שכינה) - A Divina Presença - que é representada pela letra hebraica Hê  (ה) que é a quinta do alfabeto místico e que se anexa ao termo Man (מן) formando assim "Maná (מנה) que é o "Pão dos Céus" é este é o segredo do Maná. 

Observação: A expressão "Sam Qadosh  (סם קדוש)" cujo significado é "Especiaria Sagrada" é o segredo da palavra "Mistor (מיסתור)" que se traduz para Mistério  (oculto) obtida através da permutação pelo Atbash (אתבש), um dos métodos de permutação da QABALAH,  das letras hebraicas de Sam Qadosh. Os mistérios da Sabedoria Oculta da Torah são uma Especiaria Sagrada que Eleva a Consciência e que Prolonga a Vida.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Duna & O Zohar



Foi a obra literária de Ficção Científica "Duna" de "Frank Herbert" influenciada pelo Zohar? Quando Ha'Shem trouxe Duna até mim, através das irmãs minhas queridas alunas e amigas Marcia Mitie Hamatsu e Marly Hamatsu que tanto bem me proporcionaram, eu senti que havia energia divina que emanava das páginas e das palavras daquele livro. O grande impacto que "Dune" causou na minha alma, mudaria para sempre a minha vida, sem contar a revelação de que minha própria vida estava codificada nas letras da obra. Comecei a colecionar os filmes e os livros da série, e até hoje não parei.

Encontrei alusões à Qabalah na obra, e por algumas vezes cheguei a sentir que Frank Herbert houvera recebido influência do Zohar Sagrado, mas não havia encontrado ainda alguma evidência que erradica-se a dúvida, isto, até hoje.

Como estou me recuperando da cirurgia a qual me submeti ontem (16/02/2012), aproveitei para reler algumas páginas da obra, e cheguei então à página 247. No final da página, com Paul Atreides, sentado dentro de uma tenda destiladora armada no deserto, após o assassinado de seu pai, o Duque Leto Atreides, o autor nos diz: "Paul levantou a aba do embrulho e retirou um micromanual com ampliador e aba luminosa. Letras verdes e laranja destacavam-se nas páginas: "reservatórios de água, tenda destiladora, capas de energia, recaths, respirador para areia, binóculos, estojo para reparos em traje-destilador, pistola baramarca, mapa de escoadouro, filtroplugs, parabússola, ganchos de produtor, batedor, estojo fremen, pilar de fogo..."

Quando li este trecho, novamente a "Voz" me disse: "Tem Zohar aqui...". Isto porque o Zohar é quem menciona o Pilar de Fogo! Óh! E tinha mesmo!

No paragrafo seguinte, Paul Atreides diz: "- Meu pai falava do "Poder do Deserto."

Ao traduzir para o hebraico a frase "Poder do Deserto" ela se torna "כוח במדבר" - "Koach ba'Midbar". Evidente torna-se para o iniciado no "Sendero luminoso (Zohar)" que a frase esconde um segredo. Ao aplicarmos "temurot (permutações de letras)" "Koach ba'Midbar" se torna "כוח מב דבר" - "Koach Mem Beit Davar" cujo significado é "O Poder das 42 Palavras".

Existe um grande número de Tefilot (Orações, preces) na Qabaláh que possuem propositalmente 42 palavras que nos conectam com o poder do "Nome de 42 Letras" popularmente conhecido como "Ana be'Koach. Preces como a primeira parte do Qiriat Shemá (Shem Ayin)" que possui 42 palavras, ou o Ma tovú que também possui 42 palavras ou o Mi Kamocha também com 42 palavras.

Mas a evidência não se encontrava aqui, mas na página seguinte, a página 248. No final, no penúltimo paragrafo, encontrei:

"A aba brilhante do manual do estojo Fremen colocada entre eles chamou sua atenção. pegou-a olhando para a folha e lendo: "Manual do Deserto Amistoso - o lugar cheio de vida. Aqui estão o ayat e o burhan da vida. Acredite e al-Lat nunca o queimara."

Na continuação deste trecho encontra-se a evidência de que Frank Herbert foi inspirado pelo Zohar Santo para "canalizar" a maior obra de Ficção Científica de todos os tempos, obra que inspirou George Lucas a criar Guerra nas Estrelas (Star Wars) e Gene Rodemberry a criar "Jornada Nas Estrelas (Star Trek). O trecho diz:

"Parece-se com o Livro de Azhar", pensou Jessica lembrando-se de seus estudos sobre os Grandes Segredos. Será que um manipulador de Religiões visitou Arrakis (Duna)?".

Todo e qualquer estudante de Qabalah sabe que os Grandes Segredos encontram-se nas páginas do Zohar. A evidência aqui está na frase "Livro de Azhar". Quando tomamos o nome "Azhar" e o permutamos ele se tona "Zahar". Basta trocarmos a primeira letra "a" para "o" e teremos "Zohar". Reescrevendo a frase nós temos:

"Parece-se com o Livro do Zohar", pensou Jessica lembrando-se de seus estudos sobre os Grandes Segredos".

Quando um escritor "canaliza" uma obra do "Mundo das Centelhas Luminosas (Zeir Anpin)" uma assinatura é impressa espiritualmente em suas palavras para que os estudantes dos mistérios reconheçam a sua origem.

Duna foi inspirado pelo Zohar a Frank Hebert, de abençoada memória. Shabath Shalom!

Naib Mishael HaLevi

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Serão Todos Seres Humanos?




"Nós peneiramos pessoas para encontrarmos seres humanos".

Citação de Duna de Frank Herbert - página 20 (Editora nova fronteira) 

Nós aprendemos com os livros antigos da Sabedoria que, quando Adão exilou-se do Gan Éden, D´us lhe ensinou como fazer "roupagens" para se vestir apropriadamente em cada mundo onde ele residiu antes de vir para a terra. Assim, Adão aprendeu a fazer para si e sua esposa "vestes humanas" que lhes dariam condições de viverem neste mundo.

Da mesma forma os anjos quando descem a este nosso mundo, vestem-se como os daqui, para que possam sobreviver e para ocultar suas belezas angelicais, pois o mundo não as poderia suportar. Assim, os demônios também utilizam-se de "vestimentas humanas" para entrarem neste mundo.

O significado disto? Nem todos os que caminham como seres humanos são de fato seres humanos, ou você acredita mesmo que Hitler, Stalin, Mussolini eram, foram seres humanos? Você acredita mesmo que George W. Bush é um ser humano? Maniaco do parque, Chico picadinho, Pedrinho matador, Bandido da luz vermelha e outros eram e são seres humanos?

 A pergunta é: Como estas criaturas das trevas ganham "vestimentas" para subirem ao nosso mundo? O Zohar revela que, quando uma mulher esta destinada a um homem e vem o destruidor e a desvia do seu destino, e encontrando outro para quem ela não estava destinada, eles terão filhos os quais nunca deveriam ter tido, filhos que somente trarão dor, sofrimento e destruição ao mundo.

 Você acha que o sujeito que arrastou o garoto João Hélio com o carro por tantos quilômetros é um ser humano? Think about this (Reflita sobre isto)"

os genitores destas criaturas monstruosas ocultam-se atra´s da religião e seus dogmas e acusam tudo e a todos ao invés de si mesmos por haverem criado a oportunidade para que estas criaturas das trevas se manifestassem em nosso mundo.

Mas veja: CADA CASO É UM CASO E TODOS CARECEM DE SEREM INVESTIGADOS, POIS HÁ CAMADAS E CAMADAS DE MISTÉRIOS!

É comum ouvir tais genitores dizendo: "Nós colocamos os filhos no mundo mas não sabemos no que eles vão se tornar. Deus é que sabe...".

Na antiguidade, na época da Sabedoria, do hebraísmo místico, quando ainda não havia o judaísmo, o povo caminhava com a Sabedoria e sabiam como geram filhos justos e até mesmo conheciam os segredos de como escolher o sexo do bebê antes da concepção.

Hoje, a maioria acredita que, por causa da "religião" que professam seus filhos são justos. Eles dizem: "Ah, nós cremos em Jesus nesta casa! Jesus é o senhor da minha casa!". Dizem estas coisas acreditando que seus filhos nascerão justos devido a fé (dogma e não emuná) nas suas religiões.

Muitos monstros assassinos foram filhos de pais altamente religiosos. Pesquise e descubra por si mesmo. 

A única coisa que pode nos salvar de produzirmos vestimentas para que demônios venham ao nosso mundo, é aceitar a Torah e sua Sabedoria (não o dogma judaico) e estudarmos os mistérios e compreendê-los, para que, no momento de gerarmos filhos, tenhamos conhecimento para fazer isto. Reflita sobre este artigo!

Shlamá Rabá (Paz Elevada)

Conheça mais sobre estes mistérios, adquira o Livro

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

El poder del incienso (Qetoret)



Fomos ensinados através do Zohar Sagrado que o incesnso cuja formula foi prescrita na Torah, tem o poder de afastar o Anjo Da Morte. Além do mais, o Zohar nos ensina também que, toda pessoa que conseguir meditar na Parashat da Torah que fala da fabricação do Qetoret (incenso), o Anjo da Morte não poderá tocá-la. Foi-nos dito também que as letras do Nome Sagrado apareciam na fumaça do incenso quando Aaron o oferecia. O texto a seguir está em espanhol, mas com as ferramentas de idioma encontradas na internet, todos poderão traduzi-lo e aprender com ele. Bom estudo

O Poder Del Qetoret

En Marzo de 1988 se encontró en una de las cuevas de Qumran una pequeña jarra que contenía una aceite rojizo. Se cree que es la única muestra sobreviviente del aceite balsámico prescripto en la Toráh para ungir el Mishkan (Tabernáculo) y sus vasijas, así como a los kohanim, sacerdotes y reyes de Israel. El aceite -cuando fue encontrado- tenía una consistencia como de miel. La jarra en la que se encontró estaba envuelta en hojas de palmera cuidadosamente dobladas y preservadas en un pozo con suficiente profundidad para evitar que se desperdicie por las inclemencias del tiempo extremo de la zona.
 
Cuatro años después se descubrían 600 kilos de una sustancia orgánica rojiza dentro de un silo construido con rocas en otra parte del complejo Qumran. Subsecuentes análisis determinaron que dicha sustancia rojiza contenía al menos 8 de las once especies que se utilizaban en el Pitum haQetoret (mezcla de Incienso) y ofrecidas en el Templo.

Un par de años más tarde, se presentó la muestra ante dos grandes rabinos que la dieron a sus propios profesionales químicos para analizar su cualidad orgánica y se sugirió que se quemara algo de ésta mezcla con propósitos científicos (para lo cual hubo que utilizar ácido clorhídrico y no fuego). También fue sugerido que se quemara junto con otras dos especies que se hallaron en otro lado de la cueva.

Los resultados fueron asombrosos. Si bien las especies habían perdido algo de su potencia a los largo de dos milenios desde su entierro, todavia eran poderosas. El residuo de su fragancia permaneció en la vecindad por numerosos días después del experimento. Muchas personas reportaron que su cabello y ropas retenían el aroma. Aún más asombroso, el área en donde fueron quemadas las especies cambió radicalmente ya que había estado infectada desde hacía meses, con hormigas, mosquitos y otros insectos, que luego de la prueba del incienso desaparecieron mágicamente.

Después del Ketoret ninguno de estos insectos fue visto por un buen lapso. Esto trae reminiscencias de la  Mishná en Avot 5:5 (Talmud) que dice que no había moscas en el área del Templo.

El poder y efecto prolongado del Ketoret está también descripto en el Talmud Yoma 39b, en donde está escrito que las cabras en Jericó (al Norte de Qumrán) estornudaban por el aroma del Ketoret, y las mujeres no necesitaban perfumarse. En Jerusalem las novias no necesitaban usar su perfumero (un pendiente con mezclas de hierbas cerca del cuerpo) dado el dulcísimo y omnipresente aroma del Ketoret.

El Ketoret y la Biblia 

En el Talmud (Arajin 16ª) está escrito que el Beit haMikdash (Templo), el Mishkán (Tabernáculo) así como las vasijas sagradas, el Aron Hakodesh (Arca sagrada), la Menoráh (el candelabro) el Mizbeaj haKetoret (Altar del Incienso) las vestiduras del Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote), las cenizas de los sacrificios, etc., no eran sólo artefactos físicos, sino que también representaban niveles espirituales de acercamiento a Dios. Lo mismo sucede con el Aceite (Shemen) y el Ketoret. 

De la lectura del Éxodo 30 podemos destacar que el aceite de la unción y el Ketoret están muy ligados uno al otro ya que contienen varias especias iguales. 

Lo otro que podemos destacar es que ambos eran muy sagrados. Sagrado en hebreo se dice Kodesh, cuando algo es Kodesh debe apartarse y ser mantenido por separado, adquiriendo por lo tanto el poder de santificar y elevar todo a su alrededor (Shabat Hakodesh, Torat Hakodesh, lashon Hakodesh, Ierushalaim Ir Hakodesh, etc.). 

Desde la Qabalah podemos decir que el incienso consistía de diez perfumes o especias con agradable fragancia, y una especia más, jelbená (gálbano), con un olor infame. Estas especies se mezclaban para ser usadas en el Templo. Como las once especias paralelan las diez más una sefirot (o emanaciones) del Árbol de la Vida del Universo de Tohu (caos), se dice por lo tanto que representan la completa rectificación del mal. Esto está indicado por el agregado de la 11ª. especia, gálbano, que alude al la elevación del mal devuelta al reino de lo sagrado. 

El Talmud (Shabat 89ª) enseña que Moisés fue instruido acerca del misterio del incienso por el Ángel de la Muerte (el Ángel de la Muerte reveló a Moisés que el Ketoret tiene el poder de anular un decreto maligno, aún el de la muerte). 

¿Por qué el Ketoret supera la maldad y la muerte? ¿De dónde sale su poder? Lo obtiene del hecho de que la pulverización de las especias semejan el rompimiento y muerte  de las sefirot originales. Las sefirot originales dan luz con una pequeñísima proporción de oscuridad. La oscuridad no se podía manifestar como “mal” íntegro hasta que la luz fuera “pulverizada”. El rompimiento  de la luz se denomina muerte y oscuridad. Pero el Ketoret, en la precisa forma en que está hecho, y especialmente el número y naturaleza de sus ingredientes tiene el poder de sobreponerse a la muerte y a la oscuridad, y transformar completamente el mal, tanto enen nosotros y el mundo, en bien. 

El jelbená

El incienso consistía en diez especias o perfumes con buenas fragancias y una undécima, gálbano, con terrible olor que refiere a la elevación del mal hacia el reino de lo sagrado.

Es interesante observar que el jelbená, una de las cuatro especias más importantes del Ketoret, listada en la Toráh corresponde ni más ni menos que al carbono, uno  de los cuatro elementos primarios encontrados en el Universo, que junto con el oxígeno eran los esenciales para mantener la vida! 

Siguiendo con la idea de las 10 fragantes especias y una desagradable el Talmud dice: (Keritot 6b): “Todo ayuno colectivo que no incluya a los pecadores de Israel no es ayuno”.

Esto tiene que ver con el hecho de  que el incienso contenía jelbená. Así como el jelbená era necesario para que el incienso adquiriera ese aroma, una congregación no está completa sin alguien que se haya equivocado y quiera elevarse a través del arrepentimiento. En particular cuando un castigo difícil ha sido decretado en contra de Israel debido a alguna mala acción, este mismo mal debe ser elevado. Por lo tanto, la idea de transformar el mal elevándolo nuevamente a su fuente en lo sagrado está incorporado en el incienso. Es por esta razón que todo ayuno comunal debe incluir a los pecadores de Israel. 

La Toráh escrita menciona cuatro especias especias  fundamentales para el Ketoret: Bálsamo, estacte, gálbano y frankincienso puro. Es sólo a través de la transmisión oral que conocemos las otras siete, sumando un total de 11. Los sabios de todas formas, se toman el trabajo de explicarnos de qué manera está aludido en la Toráh, repitiendo dos veces la palabra “samim” o especias. La Toráh no especifica cuáles eran. 

El Talmud una vez más explica las propiedades del Keroret: 

Keritot 6ª: “Cómo estaba compuesto el Ketoret? Contenía 368 maneh (medidas). 365 correspondían al número de días del año solar, una medida por día, media en la mañana y media en la noche. Las otras tres son aquellas que el Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote) traería (al Sancta Sanctorum) como doble ración en Iom Kipur” 

Existe una plegaria acerca de que nuestra ofrenda sea agradable y aceptable para Dios. El Ketoret tiene el poder de anular los efectos del Lashon Hará (malos dichos, chismes, insultos, agravios verbales, literalmente “malas lenguas”). Aquí debemos puntualizar que la Toráh y la plegaria son la forma más poderosa de utilización de lenguaje para el bien. A veces, es muy fácil decir palabras, aquellas que no son nuestras y nos acostumbramos a recitar, al punto que pierden profundidad y significado. Pero el secreto de la verdadera plegaria  es ponernos detrás de las palabras, de impulsarlas especialmente aquellas que han sido pronunciadas para purificarse durante milenios. Esto eleva nuestros pensamientos y palabras en una verdadera ofrenda.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

2º Retiro Místico Espiritual D.U.N.A




Será realizado nos dias 9, 10 e 11 de Dezembro o 2º Retiro Místico Espiritual "D.U.N.A - Sigla de Da´at u'Nistar ha'Torah que significa Conhecimento e Segredos Escondidos da Instrução do Hê (o termo Torah é composto de Tor-Hê cujo significado místico alude a Sabedoria Escondida do Shem ha'Meforsha - Tetragrama). O Encontro será servido com muita "Especiaria (QABALAH)" e "Água da Vida" cuja fonte é o rio místico que  flui do Éden (a Shekiná, a Presença Divina)". 

Os lugares são poucos. O Local, uma chácara escondida a 4 km serra a dentro, comporta 21 pessoas.

O investimento será apenas de R$120,00 por pessoa já incluso alimentação. O Valor alude a palavra hebraica "Moéd" que significa "Tempo Fixado".  Faremos Leitura e o compartilhar dos Mistérios do Zohar Sagrado sob a luz das Mazalot (Constelações), e uma vez que são 88 o número delas, temos outro número místico: 2x44. Em hebraico 44 é a gematria do termo D´li que é Aquário e alude ao derramar das águas superiores, o "Cântaro de Chochmá (Sabedoria)" cujo portador é o Messias.







Na sexta-feira, dia inicial, teremos o ritual de Shabat à luz de lampiões e velas. O Ritual da "Separação" será realizado no sábado. Orações místicas e secretas e a revelação dos seus mistérios.

Reserve já a sua participação. Para reserva e mais informações escreva para o email da Comunidade Mistica do Deserto:


Confirmada a presença através do pagamento do valor acima mencionado, será marcado um ponto de encontro na Rodoviária de Mogi das Cruzes de onde nos dirigiremos para a chácara Serpa. Até lá...




Shalom




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Segredos do 11 de Setembro de 2001



Ler o Zohar é uma coisa. Lê-lo com kavanná é outra coisa e decifrá-lo é um esforço e um trabalho sobrenatural. Assim, no Zohar foi escrito: 

"No ano 66, o Messias (Mashiach) aparecerá na terra de Galiléia, ele é chamado Messias Filho de José (Mashiach ben Yosef) que aparecerá conseqüentemente na Galiléia (Beith Lechem)".

Vamos começar pelo termo hebreu "shaná (ano)". Sua gematria (cálculo numérico) é igual a 355 e este por sua vez é o mesmo da palavra "sefirá (esfera da Árvore das Vidas)". O número 66 é o nosso próximo passo. Ele é a gematria de "ben David (filho de David)" que é um código para o "Messias filho de David" e este alude a "sefira de malchut" na Árvore das Vidas e também à shemitá (no ano shabático). O ano de 2001 foi o sétimo na contagem das sefirot (sefirot é o plural de sefirá que é o mesmo que ano).

No mesmo trecho citado acima, o Zohar diz: "Um pilar de fogo (Amud HaEsh) aparecerá do céu a terra e será visível durante quarenta dias. Neste momento, o Messias aparecerá na Galileia".

O ataque ao WTC (World Trade Center) aconteceu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001. Logo, um "pilar de fogo" foi visto do céu a terra...". 

Onze (11) em hebraico é "echad esser (אחד עשר) cujo valor numérico é igual a 583. Este valor quando permutado torna-se 358 que é a gematria de "Mashiach (Messias). O Primeiro vôo a ser lançado na Torre Norte do WTC foi o vôo 11.

No primeiro passuq (verso) do Zohar Sagrado citado acima, está dito que este evento do "aparecimento do messias" se daria na Galilélia, que é Beith Lechem (Belém). Os eventos descritos no Zohar tem varias faces, assim como a Torah tem 70 Faces (mistérios) para cada verso.

A Galil (Galiléia) citada aqui é a Galil celeste, a Constelação de Virgem, que é representada na roda do zodiaco por uma jovem que segura na mão esquerda um feixe de trigo, e portanto a Constelação de Virgem é chamada pelo código de "Beith Lechem (Casa do Pão)".

Os ataques ao WTC ocorreram em Setembro que no ano está sobre a influência da Constalação de Virgem.

Na manhã do dia 11, eu vi pela tevê o vôo 175 se chocar contra a Torre Sul. Eu residia no número 583 da rua Gastão Vidigal. Meu nome é titulo "Rav Misha"Ël (רב מישאל)" resultam em 583 no calculo de gematria, e eu nasci no ano de 1966 na maternidade do Belém (bairro paulista). O ano em que eu nasci foi também um ano  de malchut, isto é, ano shabath na contagem das sefirot, e por isto eu posso compreender estes códigos, pois eu fui destinado para está época, destinado a penetrar a Sabedoria do Zohar  e revelá-la. Não existe acaso no universo.

Este é, ao menos em parte, o segredo por trás do evento do 11 de Setembro, e há muito mais. Bendito sejas Tú, Eterno, nosso Eloqim, que revelas os mistérios! Umen!

Para esta questão de aprendermos mais sobre como o acaso não existe, recomendo assistirem ao filme "Sinais" com o ator Mel Gibson. Shalom

sábado, 9 de abril de 2011

A Obra de Frank Herbert "Duna" & a Qabalá



Deus me enviou Duna num momento em que eu enfrentava minhas maiores restrições. Como judeu estudante e praticante da Sabedoria Mística Escondida – A Chochmat Nistar há’Torah, logo começei a reconhecer em Duna elementos escondidos em livros antigos, digo antigos, porque foram revelados há mais de 2.000 anos.

Eu abandonaria, devido a esta revelação, a prática do judaísmo rabínico para abraçar o Retorno a Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto. Não mais judeu... Apenas um hebreu.

Vou tentar chegar ao que está na minha mente agora, uma questão sobre o Messias, como foi revelado no Zohar.

O Zohar diz: "Depois de 1266 anos, nós somos ensinados, que Deus fará muitos milagres e maravilhas, e depois outros 66 anos, o Santo Nome será perfeitamente gravado, acima e abaixo. Depois de mais 132 anos, a Terra Santa será purificada e Deus vai varrer os ímpios da terra e ressuscitar os mortos. Finalmente, 144 anos depois, os mortos restantes de Israel que estão em outras terras (os anussim) também serão ressuscitados, e a Sitra Achará (o outro lado) vai ser destruída”.

Eu estudei muito e dedicadamente essa parte do Zohar, e sempre com Duna em meus pensamentos, e logo um segredo me foi revelado que está relacionado com o ano em que Duna ganhou os seus dois maiores e importantes prêmios (Hugo e Nebula), com a idade em que o Mestre Frank Herbert escolheu para se ocultar esse mundo (os qabalistas não usam a palavra morte, mas ocultamento). Este segredo está escondido nos números 1266, 66, 132, 144. Ao somá-los, eu encontrei o resultado 1608. Após alguns momentos, "A Bat Qol (A Voz da Divina Presença)" veio até mim e me disse: "Faça a adição de 1608 com o valor numérico da palavra Messias em hebraico".

A palavra Messias em hebraico é "Mashiach משיח" e seu valor numérico (gematria) é 358.

1608 + 358=1966

Assim, no Zohar foi escrito há 2.000 anos: "No ano 66, o Rei Mashiach será revelado na terra da Galiléia (BethLechem), e ele é chamado Mashiach ben Yosef (Messias filho de Yosef), ele irá se revelará na Galiléia, na possessão de Yosef (José)”.


O Zohar continua mostrando os sinais que acompanham o aparecimento do portador da alma do Messias: "Um pilar de fogo (Amud Ha'Esh) do céu a terra aparecerá durante quarenta dias. Neste momento, o Messias irá sugir na Galiléia e começar a guerra contra as nações de lá, porque foi onde a devastação começou”.

Em Duna, quando o Duque Leto chega a Arrakis, os Fremen lhe enviam uma mensagem: “Um pilar de fumaça durante o dia, um pilar de fogo à noite". Para mim ficou claro que Deus usou Frank Herbert para revelar para a humanidade os mistérios da origem do Messias, e eu encontrei mais:

Duna ganhou o Hugo e Nebula em 1966 e mestre Frank Herbert ocultou-se deste mundo aos 66 anos. Será isto uma coincidência? Um acaso? Obviamente que não, já que as evidências se somam mais do que o permitido pela lei do acaso e fornecem um significado para os estudantes dos mistérios.

O Zohar revela a residência onde vive oculta a alma do Messias, e assustadoramente Frank Herbert também revelou isto em Duna. O Zohar diz: "Há um lugar escondido no Éden chamado de" Ninho do Pássaro (Qen Ha'Tzipor)”, que é revelado para o Messias pelo pássaro que acorda diariamente no Jardim". Éden em Inglês é Paradise e em Português é Paraíso e este transliterado do Português para o hebraico resulta na gematria 358 que é Mashiach.

פראיסו=358

Em duna o planeta natal de Paul Muad'Dib está em "Delta Pavonis" na constelação de Pavo, e o símbolo místico da Casa Atreides é o "Falcão" e o falcão é um pássaro e a palavra hebraica para pássaro é "Tzipor". Muitas e maravilhosas informações o Santo, bendito seja Ele, deu a Frank Herbert e ele as codificou em Duna.

Messias é um "Tzadiq Nistar (Justo Escondido)" em outras palavras, o Messias é uma centelha espiritual que mora dentro de nós mesmos e temos que despertar. Assim, o Duque Leto Duna, Pai de Paul Atreides diz: "Eu vou sentir falta do mar, mas uma pessoa precisa de novas experiências. Elas despertam algo profundo lá dentro, permitindo-a crescer. Sem mudanças alguma coisa fica adormecida dentro de nós, e raramente desperta. O adormecido deve despertar".

É nossa tarefa "despertar os adormecido" dentro de nós mesmos, a centelha de mashiach escondida em cada um, e para isto nós devemos conhecer os sinais que apontam também para aquela pessoa que carrega a maior centelha e que ajudará as outras pessoas a despertarem as suas.

O Adormecido Deve Despertar

Somente aqueles que estão em busca da verdadeira iluminação e que possuem uma conexão com o Zohar Sagrado, encontrarão dentro de si o Messias e vão despertá-lo, porque conhecem as evidências. Duna também nos ajuda a conhecer algumas dessas evidências. O Messias não é uma pessoa, mas uma consciência. Assim, Alexandro Jorodowsky, o primeiro a tentar trazer Duna para o cinema, escreveu: "Existe uma lenda Hebraica que diz:" O Messias não será um homem, mas um dia: o dia em que todos os seres humanos serão iluminados. "Cabalistas falam sobre uma consciência coletiva, cósmica, uma espécies de Meta-Universo. E aqui está o que para mim Duna significa.



A outra missão que Duna revela é a busca de todos os judeus pela a Antiga Tradição dos Hebreus do Deserto, o Judaísmo de Abraão e de Moisés, o Caminhos Místico da Toráh.

Assim, Frank Herbert nos ensinou em Duna: "A polidez vem das cidades, sabedoria do deserto”.

O Trono do Leão

Em Duna, o Imperador do universo conhecido é o 81º Padishá Shaddam IV que governa assentado no Trono do Leão, trono este que não pertence a ele, mas está destinado ao Muad´dib que se assentará sobre ele depois de derrotar o imperador e a Landsraad.

Trono em hebraico é “Kissê” e de acordo com o Zohar Sagrado, ele foi criado pela letra “Kaf” que é a décima primeira letra do Alef-Beit. Sobre esta “Ot” sagrada nos conta o Zohar: “A letra Caf desceu do “trono de sua gloria” agitando-se e tremendo, ela ficou diante d´Ele e disse: “Mestre do universo, poderia, por favor, você criar o universo comigo, porque eu sou sua gloria”. Quando a letra Kaf desceu do “trono de sua gloria” 200.000 universos foram agitados e o trono tremeu. E todos os universos estavam a ponto de desmoronar. O Santo, abençoado seja ele, perguntou: “Kaf, Kaf, o que você faz aqui? Eu certamente não criarei o universo com você. Volte a seu lugar, porque a palavra hebraica Cliya (destruição total) começa com você. E por causa de você a destruição total está decretada e determinada (Isaías 10:23) Retorne ao seu Trono e permaneça lá. Nesse mesmo momento, a letra Kaf entendeu e retornou a seu lugar”.



O Sefer Yetzirá (O Livro da Formação) nos revela que a letra Kaf criou o Sol e junto com a letra Tet regem o mês de Av (julho/Agosto). Aqui está o segredo, pois o signo de Leão no universo foi criado pela letra “Tet” e em Duna, o Muad´Dib que é o messias, se sentará no Trono do Leão. Aqui a uma poderosa alusão ao Rabi Isaac Luria que era a encarnação de Mashiach Ben David e ocultou-se deste mundo no mês de Leão, no dia 5 de Av de 5332 (1572), e é por esta razão que se diz que, o “Mashiach” é o “Leão da Tribo de Judá”, pois o nascimento de Mashiach esta conectado ao mês de Nissan (Abril/Maio) e a sua revelação, o seu aparecimento está conectado, é o segredo do mês de Av que é o mês de Leão.

O Muad´Dib & a Lua

Na história de Duna, Paul Atreides tem sonhos com a segunda Lua do planeta Arrakis, conhecido como Duna, ele é atraído por ela e a principio não sabe o por que.

Em Qabalá a Lua é um dos segredos do Messias e o Mashiach está ligado com este mistério chamado Levaná que é a palavra bíblica hebraica para Lua e que significa branca.

No ano de 1969, no dia 20 de Julho, Neil Armstrong deu os primeiros passos na Lua. O que as pessoas não sabem é que, 20 de Junho de 1969 foi o dia 5 de Av de 5729, dia do Hilulá (aniversário de ocultamento) do Rabi Isaac Luria, que foi uma encarnação de Mashiach. Ainda mais, porque o ano foi o 29º ano do sétimo século do 5º milênio. Lembramos que 29 é o segredo místico do mês de Leão. Isto tudo mostra ser Duna uma obra inspirada pelo Sagrado, bendito seja Ele, e não o fruto da mente de um autor de livros.



Esta cena acima é da versão estendida para a tevê de Duna realizada em 1987. Nela, o Muad´Dib vê a  Lua refletida na água derramada por seu pai. Esta Lua é o primeiro satélite do planeta Arrakis e que tem a sombra da mão aberta em sua superfície. A mão aberta (os cinco dedos) representam os Cinco Livros da Torah de D´us. Há ainda o código da Água que em hebraico é מים (maiym) termo este escrito com três letras e que são as iniciais da pergunta "Matai Yavô Mashiach? (Quando virá o Messias?)".

Este Messias é o Messias ben Efraim, o Messias dos povos dispersos, que irá liderá-los para fora do exílio.


Frank Herbert, a Família Atreides e a Linhagem 
Sanguínea do Rei David

Tanto no livro como no filme de 1984 é dito que as "Bene Gesserit" buscavam produzir o Messias através de casamentos e seleção genética específica. No livro a mãe do Messias chama-se "Jessicá". Ora, o profeta Ishayahu (Isaías) escreveu:

 "Um rebento sairá do tronco de Ishai (Jessé) e um ramo de suas raízes brotará (Isaías 11:1)".

O nome da mãe de Paul Muad´Dib, Jéssica, é o feminino de "Jessé" e aqui existe a alusão de que o Messías de Duna vem da linhagem genética de David ha"Melech (Rei David), tanto do lado materno como do lado paterno, pois, o Duque Leto Atreídes é primo do Imperador Padishá Shaddam IV da família imperial.

Mas, o segredo não para ai, pois o autor Frank Herbert também pertencia à linhagem genética do Rei David, apesar de não ser "judeu" conforme estabelecido e ditado pela "Halachá Ortodoxa". Como eu sei e posso provar isto? Aqui vai a evidência: No Tana´k, no Livro de Micáh (Miquéias) nós encontramos o seguinte passuq:

"E tú, Beith-Lechem (Belém) Efratá, és muito pequena para ser contada entre os milhares de Yehudá, mas de ti sairá, para Mim, alguém que a de ser o condutor de Israel, cuja origem remontará ao passado distante (Micah 5:1)"


.א וְאַתָּה בֵּית-לֶחֶם אֶפְרָתָה, צָעִיר לִהְיוֹת בְּאַלְפֵי יְהוּדָה--מִמְּךָ לִי יֵצֵא, לִהְיוֹת מוֹשֵׁל בְּיִשְׂרָאֵל; וּמוֹצָאֹתָיו מִקֶּדֶם, מִימֵי עוֹלָם.

No passuq acima, as letras marcadas em azul constituem o nome Efratá que é lido convencionalmente da direita para a esquerda. Mas, quando invertemos o sentido da leitura da esquerda para a direita, Efratá (אֶפְרָתָה) torna-se "5.681" que é o ano no Luach Hebreu correspondente ao gregoriano 1920. O autor de Duna, Frank Patrick Herbert, nasceu em 20 de Outubro de 1920 (8 de Cheshvan de 5.681).



O Autor Frank Herbert

Já o termo marcado em vermelho é o nome "Qédem (Kedem)", pois o verso não diz "cuja origem remontará ao passado...", mais sim, "cuja origem é de "Qedem". Frank Herbert foi o primeiro a mencionar Qedem em uma obra de ficção científica. O nome encontra-se no segundo livro da série "O Messias de Duna". Aqui nós temos duas evidências de que Frank Herbert pertencia a linhagem genética do Rei David, pois o Rei de Israel nasceu em "Beith-Lechem".

Duna ganhou os dois maiores prêmios da Ficção Científica mundial no ano de sua publicação, 1966 e o autor, Frank Herbert faleceu em 1986 aos 66 anos. Em gematria hebraica, o número 66 é o valor numérico de "Ben David" que significa "Filho de David" e o ano em que Duna foi publicado, 1966, foi um ano sob a influência da Sefira Malchut (Reino) que é a Merkavá de David ha'Melech (O rei David). Ora, o Messias Filho de David é uma manifestação da Sefira de Malchut.


Capa do Livro Duna publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira na década de 80

No Zohar, que é a mais influente e máxima obra da Qabalah, nós somos informados que a alma é criada pelas combinações das letras do alfabeto hebraico (Y-DNA) e que a alma, por sua vez, imprime este mesmo DNA no corpo. Assim, aprendemos que, se a alma tem raiz na família do Rei David, onde quer que esta centelha-raiz encarne, o DNA do corpo será e terá os mesmos marcadores genéticos da linhagem sanguínea do Rei David que é a alma-raiz.

No Zohar também aprendemos que, certos mistérios somente podem ser descobertos e penetrados por aqueles que são da linhagem do Rei David. Assim, sabemos que Einstein, Isaac Asimov, H.G Wells, O Maharal de Praga e Frank Herbert eram certamente da família do Rei David.

Descobrindo a linhagem sanguínea do Rei David 

Foi-nos dito que, a irmandade "Bene Gesserit" manipulou as linhagens sanguíneas durante 90 gerações. Em hebraico, o número 90 é a gematria do termo "Melech" que significa "Rei". Quando Paulo Atreides nos é apresentado no livro ele está com 14 anos de idade. Na língua hebraica 14 é o valor do nome David. O resultado da soma dos dois números é igual a 104 e este é a gematria de "Melech David" que significa "Rei David".

Temos aqui mais uma evidência da linhagem Davídica da família Atreides e que Paul Muad´Dib estava destinado ao trono do leão (a tribo de Judah).

- "Você, Paul Atreides, descendente de reis, filho do Duque, você aprender a governar...". Citação do livro Duna de Frank Herbert.

O Segredo Dos Fremen


"Kynes falou aborrecido. - Não se pode reconhecer Fremen apenas olhando para eles". - Citação de Duna página 165.


Duna é uma grande parábola Anussim, o livro que conta sobre os Marranus e o exílio dos verdadeiros Israelitas. A abertura do filme de 1984 nos diz muito acerca disto:


“O começo é um momento muito delicado. Saiba, então, que este é o ano 10191. O universo conhecido é governado pelo imperador Padishah Shaddam IV, meu pai. Neste tempo, a substância mais preciosa no universo é a Especiaria. A especiaria prolonga a vida. A especiaria expande a consciência. A especiaria é vital para as viagens espaciais. A Guild e seus navegadores, a quem a especiaria transformou mais de 4000 anos, usam do gás laranja da especiria, o que lhes dá a capacidade de dobrar o espaço. Ou seja, viajar para qualquer parte do universo sem se mover. Oh, sim. Eu esqueci de dizer. A especiaria existe em apenas um planeta no universo inteiro. Um planeta desolado, seco com vastos desertos. Escondido dentro das rochas destes desertos vive um povo conhecido como Fremen, que há muito tempo esperam pela realização de uma profecia de que um homem virá, um messias, que os levará à verdadeira liberdade. O planeta é Arrakis, também conhecido como Duna”.

Os "Fremen" são os exilados dos filhos de Israel, os da tribo de Efraim que aguardam o seu messias, o Filho de Efraim, que os trará para fora do exílio, ou seja, á verdadeira liberdade.

O título místico "Fremen" é escrito em hebraico com as letras Pei, resh, mem e nun פרמן  um nome escrito com defeito, pois lhe falta as letras Alef e Yud אי que são são muito importantes, pois são as iniciais de "Eretz Israel (Terra de Israel)" ausentes do nome Fremen devido ao exílio. Se  אי forem acrescentadas a   פרמן este se tornará אפרים - Efraim sobrando-lhe a letra "Nun  ן" que é a letra de Mashiach (Messias). Portanto, os Fremen nada mais são do que nós, os exílados, os Anussim/marrnus, os verdadeiros israelitas lançados na galut (diáspora).

Foi dos escritos de um dos maiores qabalistas do século 20 que veio uma das mais importantes revelações sobre Efraim:

"No esforço para se levantar e sair do exílio, Efraim salvará o mundo todo - Rabi Avraham Yitzachaq Kook".

Continuará...

O Artesão Da Luz