LAYLA COL HA'TZADIQIM

LAYLA COL HA'TZADIQIM
CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

GRUPO EDITORIAL QUILHA

GRUPO EDITORIAL QUILHA
ARGONAVIS EDITORA: NAVEGANDO O INFINITO - Nossos livros estão à venda pela Argonavis. Clique na Logomarca acima.

O PLATÔ DE ORION

O PLATÔ DE ORION
FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

EU QUERO ACREDITAR
CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Novo Livro

Novo Livro
Duna - O Adormecido Deve Despertar

Os Ecos De Enoch

Os Ecos De Enoch
Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"
Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

Faça Uma Tzedaká (Doação)

Faça Uma Tzedaká (Doação)
O Segredo Da Doação
Mostrando postagens com marcador comunidade do deserto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comunidade do deserto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abraão - O Iogini



De repente, durante a minha kavanná (instrospecção, direção interior), ficou claro, ou seja, a luz revelou o mistério diante dos "Einai ha' Neshamá (olhos da alma)", e a imagem "religiosa" que eu carregava de um "Pai Abraão" velho, avançado em dias, curvado, foi substituida pela verdadeira essência de Abraão: Um praticante dos segredos ocultos da Instrução Divina (Torah), um "Iogini (Praticante de Yoga)". De fato, Abraão é o pai da yoga e suas práticas e também do Tantra. Mas, a religião, em razão de controlar as pessoas através da ignorância e do medo mentiu, ocultando estas verdades espirituais e produzindo assim, um mundo de pessoas acorrentadas, escravas.

Tomando uma avenida paralela, preciso dizer que, não há nada pior do quem o "bajulador", aquele que tece palavras de elogios afim de obter algo que não lhe pertence, algo que não lhe foi concedido pela Luz através do mérito. Nem todas as pessoas podem e não terão acesso à Sabedoria divina, pois não possuem mérito obtido através de muitas encarnações praticando a compaixão, bondade e o amor elevado pelas nações e pela própria Sabedoria.

O Zohar diz que, nada pode ser tomado de alguém a quem algo foi destinado. No entanto, aquele a qual tal coisa não lhe pertence e que foi obtido através da falsidade, da prática da bajulação com fins escusos, o Zohar diz que, sempre lhe será tirado aquilo que não lhe pertence. Em outras palavras, a Sabedoria não pode ser dada, não permanecerá sobre o domínio da pessoa para quem ela não foi destinada e sempre será tomada do "néscio" que deseja mantê-la sobre o seu domínio.

Pouco tempo depois de tentar possuir a Sabedoria, de haver bajulado os mestres a fim de obter vantagens através do conhecimento divino, o bajular se volta contra aquele que procurou instruí-lo com amor caluniando-o, difamando-o diante da sua ausência.

Voltando à nossa avenida principal, assim que o mistério foi revelado à minha neshamá, a imagem caduca religiosa de pai Abraão velho, doente, foi erradicada da minha mente, sendo substituida pela sua verdadeira imagem. Mas, como dizem, falar é fácil. Necessário é produzir evidência de que, o que escrevo aqui é verdadeiro.

Ontem, enquanto me deslocava sobre a merkavá do mantra "Om Namah Shivaya" iniciando minha nessiá (viagem mística) em direção aos mundos no interior, os olhos da alma se abriram novamente, e o texto hebraico do Gênesis capítulo 12 me foi mostrado, e dentro dele, codificado estava o termo transliterado para o hebreu "Yoga (יוגה)", e não apenas isto, mas o principal Nome de D'us usado em mantras indianos, budistas e das práticas orientais estava lá também, foi já o era usado pelo pai Abraão.


Acima, nós podemos conferir o capítulo 12 do Gênesis disposto numa grade de 26 em 26 letras equidistantes. No centro, na posição vertical na cor abóbora temos "Yoga" com a ocorrência duas vezes do termo "Qedem (Oriente)" na posição horizontal na cor rosa. Acima, cruzando "Qedem" na posição vertical em verde está o "Omm" o nome divino dos 72 Nomes usado em mantras hindus e budistas.



Quem codificou isto no capítulo 12 do Gênesis? O Sagrado, bendito seja Ele, e conforme foi escrito "e a escrita nas tábuas era a escrita de D'us...". Portanto, o hinduísmo, o budísmo e práticas místicas orientais, não são práticas impuras como dizem os rabinos ortodoxos, mas práticas místicas da Torah e que eram praticadas pelo pai Abraão.

Brahmanismo

Quando Siddarta Gautama começou a sua "Nativ (caminhada mística)" os praticantes da Sabedoria eram chamados "Brahmanês" que eram então os praticamentes do "Brahmanismo". De fato, e é fácil evidênciar isto, os Brahmanes eram os praticantes da Sabedoria que o Pai Abraão ensinou aos filhos das suas concubinas conforme o Zohar Sagrado revela. 

ברהמניזם
O termo hebraico acima é "Brahmanismo" translirerado do inglês para o "ivrit (hebraico)". Notem, abaixo a semelhança com o nome de Abrahm nosso pai.

אברהם
Marquei as letras semelhantes com a cor vermelha, para que a verificação fique mais fácil. Então vemos que, verdadeiramente, Abrahm é o pai do Bramanismo, e procurando por uma outra evidencia, encontrei na Torah um impressionante código:

Acima, temos em hebraico dentro do Livro do Levitcos "Brahmanism" e marcado em azul estão as letras raizes do nome Abrahm.

Aqui todo o código "Brahmanism" está marcado com a cor azul. Talvez você tenha notado, como eu notei assim que abri o código, a letra "alef (א)" que está sobrando acima do código central "Brahmanism". Ela surgiu espontaneamente, pois não pedi ao programa para procurar por ela. De fato, o código revelado pela Divina Providência é "Abrahmanism", como destacado abaixo:
 אברהםיזם

Então, acima temos agora o código "Abrahmanismo" marcado com cores diferentes, sendo o alef revelado pela torah em azul com o código raíz "Brhm" em vermeho e "nism" em verde. Então, Abraão é de fato o pai dos "vedas brahmanes" e consequentemente do "hinduísmo" e do "budismo". Estas práticas tiveram origem na Sabedoria escondida da Torah que Abraão revelou aos seus filhos e os mandou para o oriente, conforme está na Torah Bereshit  no capítulo 25 verso 6.

Compaixão

A principal caracteristica do Bramanismo e que foi herdada pelo budismo é a Compaixão, a bondade por todos os seres vivos e isto foi herdado do Pai Abraão, também conhecido como Pai da Misericórdia, da bondade e compaixão. Isto é com certeza mais uma evidência de que tanto o Bramanismo como o Budismo se originaram em Avraham Avinu (Abraão nosso pai).

Brahma

A origem do nome Brahma é sanskrito e significa "Extremamente Grande" e este é também o significado de Abraham. Antes conhecido por Avram cujo significado é "O pai elevado, grande, sublime" ou ao contrário "O elevado e sublime pai", Avram ganha a letra do Nome divino e passa a ser "Avraham" cujo significado é "O grande, elevado, sublime pai" e não, como deram os tradutores biblicos "Pai de Nações". Em hebraico "Av (אב)" é "Pai" e "Raham (רהם)" é "Elevado, sublime, grande". Verdadeiramente a raiz de "Raham (רהם)" é "Ram (רם)" que é "Grande, elevado, sublime" e que sofre um acréscimo do "Hê (ה)" do Nome Divino" tornando-se "Raham (רהם)". Se permutarmos "Raham" movendo o "Hê" para o inicio teremos "Haram (הרם)" que é "O Grande, O Elevado, O Sublime".

Há, por exemplo, um nome bíblico hebraico cuja signifiado é "Meu pai é elevado" que é "Abiram (אבירם)".


Continuará...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Duna & O Zohar



Foi a obra literária de Ficção Científica "Duna" de "Frank Herbert" influenciada pelo Zohar? Quando Ha'Shem trouxe Duna até mim, através das irmãs minhas queridas alunas e amigas Marcia Mitie Hamatsu e Marly Hamatsu que tanto bem me proporcionaram, eu senti que havia energia divina que emanava das páginas e das palavras daquele livro. O grande impacto que "Dune" causou na minha alma, mudaria para sempre a minha vida, sem contar a revelação de que minha própria vida estava codificada nas letras da obra. Comecei a colecionar os filmes e os livros da série, e até hoje não parei.

Encontrei alusões à Qabalah na obra, e por algumas vezes cheguei a sentir que Frank Herbert houvera recebido influência do Zohar Sagrado, mas não havia encontrado ainda alguma evidência que erradica-se a dúvida, isto, até hoje.

Como estou me recuperando da cirurgia a qual me submeti ontem (16/02/2012), aproveitei para reler algumas páginas da obra, e cheguei então à página 247. No final da página, com Paul Atreides, sentado dentro de uma tenda destiladora armada no deserto, após o assassinado de seu pai, o Duque Leto Atreides, o autor nos diz: "Paul levantou a aba do embrulho e retirou um micromanual com ampliador e aba luminosa. Letras verdes e laranja destacavam-se nas páginas: "reservatórios de água, tenda destiladora, capas de energia, recaths, respirador para areia, binóculos, estojo para reparos em traje-destilador, pistola baramarca, mapa de escoadouro, filtroplugs, parabússola, ganchos de produtor, batedor, estojo fremen, pilar de fogo..."

Quando li este trecho, novamente a "Voz" me disse: "Tem Zohar aqui...". Isto porque o Zohar é quem menciona o Pilar de Fogo! Óh! E tinha mesmo!

No paragrafo seguinte, Paul Atreides diz: "- Meu pai falava do "Poder do Deserto."

Ao traduzir para o hebraico a frase "Poder do Deserto" ela se torna "כוח במדבר" - "Koach ba'Midbar". Evidente torna-se para o iniciado no "Sendero luminoso (Zohar)" que a frase esconde um segredo. Ao aplicarmos "temurot (permutações de letras)" "Koach ba'Midbar" se torna "כוח מב דבר" - "Koach Mem Beit Davar" cujo significado é "O Poder das 42 Palavras".

Existe um grande número de Tefilot (Orações, preces) na Qabaláh que possuem propositalmente 42 palavras que nos conectam com o poder do "Nome de 42 Letras" popularmente conhecido como "Ana be'Koach. Preces como a primeira parte do Qiriat Shemá (Shem Ayin)" que possui 42 palavras, ou o Ma tovú que também possui 42 palavras ou o Mi Kamocha também com 42 palavras.

Mas a evidência não se encontrava aqui, mas na página seguinte, a página 248. No final, no penúltimo paragrafo, encontrei:

"A aba brilhante do manual do estojo Fremen colocada entre eles chamou sua atenção. pegou-a olhando para a folha e lendo: "Manual do Deserto Amistoso - o lugar cheio de vida. Aqui estão o ayat e o burhan da vida. Acredite e al-Lat nunca o queimara."

Na continuação deste trecho encontra-se a evidência de que Frank Herbert foi inspirado pelo Zohar Santo para "canalizar" a maior obra de Ficção Científica de todos os tempos, obra que inspirou George Lucas a criar Guerra nas Estrelas (Star Wars) e Gene Rodemberry a criar "Jornada Nas Estrelas (Star Trek). O trecho diz:

"Parece-se com o Livro de Azhar", pensou Jessica lembrando-se de seus estudos sobre os Grandes Segredos. Será que um manipulador de Religiões visitou Arrakis (Duna)?".

Todo e qualquer estudante de Qabalah sabe que os Grandes Segredos encontram-se nas páginas do Zohar. A evidência aqui está na frase "Livro de Azhar". Quando tomamos o nome "Azhar" e o permutamos ele se tona "Zahar". Basta trocarmos a primeira letra "a" para "o" e teremos "Zohar". Reescrevendo a frase nós temos:

"Parece-se com o Livro do Zohar", pensou Jessica lembrando-se de seus estudos sobre os Grandes Segredos".

Quando um escritor "canaliza" uma obra do "Mundo das Centelhas Luminosas (Zeir Anpin)" uma assinatura é impressa espiritualmente em suas palavras para que os estudantes dos mistérios reconheçam a sua origem.

Duna foi inspirado pelo Zohar a Frank Hebert, de abençoada memória. Shabath Shalom!

Naib Mishael HaLevi

domingo, 31 de julho de 2011

O Mistério Está No Deserto


Alguém, um certo "kabbalista (não qabalista)" perguntou em uma certa "Newsletter": "Qual a importância do Deserto em nossas vidas?" A pessoa mesma respondeu: "Nenhum". Eu logo notei que o mistério não estava com aquela pessoa. O Deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas? Como poderia, se a Torah e a Chochmat Nistar foram reveladas no Deserto? O termo "Deserto" vem do hebraico "Midbar (מדבר)" e seu valor em gematria é 246 que é o mesmo da frase "Derech ha'Tov (דֶרֶךְ הַטּוֹב)" que significa "Caminho do Bem" ou simplesmente "Caminho Bom". É no deserto onde encontramos a Sabedoria, e assim escreveu "Yeremiahu ha"Novi (O Profeta Jeremias)": "Postai-vos à margem dos caminhos (derechim) e perguntai pelas veredas antigas (netivot), eis ai o caminho do bem (derech ha'tov), trilhai-os e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Abrindo mais deste mistério maravilhoso, o termo usado pelo profeta "Netivot" traduzido para "veredas antigas" é na verdade "caminhos místicos" e alude às avenidas da Árvore das Vidas. O que o sagrado qabalista está nos instruindo a fazer é buscar pelos caminhos místicos antigos, os caminhos da Árvore das vidas, a Sabedoria Mística Escondida da Torah que nossos pais receberam no Deserto, e Deserto, como o verso nos instrui é o "caminho do bem". Então, como pode ser que o deserto não tenha nenhum significado em nossas vidas? Queridos, não se tornem dogmáticos, mas questionem sempre. "A polidez vem das cidades, Sabedoria do Deserto (Frank Herbert - Duna)".

כֹּה אָמַר יְהוָה עִמְדוּ עַל-דְּרָכִים וּרְאוּ וְשַׁאֲלוּ לִנְתִבוֹת עוֹלָם, אֵי-זֶה דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ, וּמִצְאוּ מַרְגּוֹעַ, לְנַפְשְׁכֶם; וַיֹּאמְרוּ, לֹא נֵלֵךְ

Jeremias péreq 6, 16 passuq


Marcado em abóbora no passuq original hebraico, estão as palavras e frases "derachim (caminhos), netivot (avenidas misticas) e derech ha'tov (caminho do bem, o bom caminho, caminho bom)".


Rabi Eleazar começou seu discurso assim: "Quem é esta que sobe (Olah) do deserto?". As palavras “MI (Quem?)” e” Zot (esta)" denotam a santidade separada dos mundos unidos em fortes e unidos laços, dois mundos em um laço vinculado, e essa união é chamada “Olah”, uma oferenda de holocausto, e este é o mais sagrado. Pois “MI” é Santo dos Santos, e Zot acontece através de sua união com isto se torna um holocausto (Olah), que é santo dos santos.

"Do deserto" porque ela tem que sair daqui para se tornar a noiva dos céus e entrar sob o dossel de casamento (zeir anpin). Então, o termo “midbar” (deserto) significa “linguagem”, como lemos "e seu idioma (umidbarech) é gracioso (Cântico dos Cânticos 4:3)" Por meio de “midbar”, que é a expressão dos lábios, ela ascende aos céus.


Além disso, temos sido ensinados o seguinte: Está escrito: "Estes deuses poderosos; estes são os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto (Bamidbar) – I Samuel 4:8. O que esse versículo? Será que o Senhor mostrou Seus grandes feitos só no deserto e não no país habitado? O termo “bamidbar” significa “através da palavra” e aqui se esconde outro mistério, pois o termo “bamidbar” pode ser lido “Mem beit davar - 42 palavras” aludindo ao “Nome de D´us de 42 Letras – O Ana Be´koach”. Portanto aprendemos através desta lição no Zohar Sagrado a importância do deserto em nossas vidas, e não, como quis ensinar aquele que não caminha no mistério, que o deserto não tem nenhuma importância em nossas vidas. 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Kabala Yoga


"Os seus olhos estavam fixos na sha´on de sete horas que repousava sobre uma placa de saphir, esta flutuava próximo do chão, calçado com placas de shocham. Observava as micro pedras enquanto elas caiam para repousar no fundo da redoma feita não de vidro de odêm, mas de berilo. O seu corpo repousava sobre um tapete entrançado com fibras de q´namon e folhas das qórem tamar. Assumira uma posição yogue enquanto meditava, usando as centelhas luminosas da nebulosa do relógio de areia que caiam, contando os daqót, permitindo assim a ampliação da sua mente. Uma expansão provocada pelo aroma de q´namon, que fluía de alguns qetoret samim flutuantes espalhados pelo ambiente, colocados estrategicamente nos pontos cardeais e pelas letras do shab´ta nas quais se transformavam as pedras da ampulheta ao descerem do receptáculo superior, sendo, ao mesmo tempo, impressas nas pupilas brancas do patriarca, gravando em suas almas e no seu espírito, os códigos celestiais do universo".

Trecho do Meu Livro "Qédem"



domingo, 30 de maio de 2010

O Nome de D´us de 42 Letras


São 7 seqüências de 6 letras, correspondentes as iniciais da Oração Ana Bekoach, a mais forte e poderosa do universo e da Tradição Cabalista. Ele promove uma grande limpeza dos canais inferiores da Árvore da Vida. Visualizando estas seqüências de letras, geramos uma das mais poderosas formas de energia espiritual disponíveis para um ser humano.

O Segredo do Ana Bekoach
O Zohar nos conta como D´us permutou as primeiras 42 letras do primeiro capitulo da Torah e através delas deu origem a tudo o que existe no universo. O primeiro sábio cabalista a revelar este segredo foi Nechuniá ben Hakana, no século 13.

O Ana Bekoach é a oração mais poderosa do universo; os cabalistas revelaram que esta seqüência de letras hebraicas circundam os reais poderes da criação. 

As sete sentenças do “Nome de 42 Letras” se relacionam com as sete esferas da Árvore das Vidas, com os sete principais planetas, com os sete dias da semana, com as horas do dia e da noite. O Zohar diz que D´us permutou estas 42 letras e deu origem ao nosso mundo físico.

Betza´El – O Permutador de Letras
O Nome de 42 Letras, foi usado por Betzalel no deserto para construir o Mishkan (tabernáculo) e por Moisés para erguê-lo. No livro do Rabino Hamnuna Saba (o mais velho), aprendemos sobre o segredo das duas letras Chet & Tet, cuja combinação forma a palavra pecado. Essas letras foram retiradas dos nomes das tribos de Yisrael, para que eles não fossem marcados com o pecado.


No tabernáculo todas as letras do alfabeto são gravadas de acordo o segredo do Nome Sagrado, Yud Hei Vav Hei (O Tetragrammaton). Betzal´El, era quem possuía a Sabedoria de combinar as letras com as quais os céus e a terra foram criados, foi escolhido acima por D´us, e também escolhido abaixo. O seu nome significa “na sombra de D´us”. Depois lemos dos significados “do filho de Uri” e “do filho de Chur”, que tem duas explicações. Finalmente, dizem-nos que Betzal´El foi apontado sobre da tribo de Judá.


A sabedoria destilada aqui acerca das letras místicas Chet & Tet absolve-nos dos nossos pecados, do tempo de Adão ao momento presente, finalmente erradicando as nossas tendências de errar e cometer transgressões.


O Tetragrammaton, dizem-nos, personifica todos os segredos da Criação, o mundo acima e o mundo abaixo. Assim, a Luz que permeia toda a realidade agora rejuvenesce a nossa alma e levanta toda a existência. A nossa consciência é liberada do racional, egocêntrica do Satân (a Má Inclinação) por meio da Luz de Biná (o filho de Chur).


"Foi gravado no Cajado de Moisés o Nome Santo que brilhava em 42 cores diferentes (Zohar)".

domingo, 28 de março de 2010

O Zohar & O Livro Selado de Dani´El







וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת


"Tu, porém, Dani´El, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará (Dani´El péreq 12, 4º passuq)".

Este tem sido um antigo e obscuro enigma, perseguido por muitos e penetrado por poucos, até agora. A maioria procurou interpretá-lo usando ferramentas limitadas e não apropriadas, outros criaram suas próprias idéias sobre este profundo mistério: "O Livro Selado". Eu estive meditando sobre este mistério, tentando penetrá-lo com esforço e temor, até que o "Tzadiq Nistar" veio e contou-me sobre ele.

Qual seria este Livro Selado de Dani´El? A pergunta pode ser respondida e o seu mistério penetrado quando lemos o passuq 3º: "E os sábios brilharão como o "esplendor" do firmamento, e aqueles que retornarem à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre".

No original hebreu a palavra "esplendor" é literalmente "Zohar" e aqui temos o mistério do livro selado e revelado a sua identidade: O Zohar - O Livro do Esplendor.

Muitas pessoas vão, é claro, questionar: "Mas o Zohar já existia no tempo de Dani´El? não foi ele revelado ao Rabbi Shimeon bar Yochai na Palestina do século 1º? A resposta surpreenderá a muitos: Sim, o Zohar já existia no tempo de Dani´El, e este é o seu mistério.

O Talmude nos diz que na primeira vez em que Moshê recebeu as Tábuas da Torah, ele recebeu "Seis Tábuas", e após quebrá-las, na segunda vez em que subiu os mundos celestiais para recebê-la novamente, ele recebeu "Cinco Tábuas", uma a menos que na primeira vez, e por quê? Porque uma foi escondida, pois esta, diferente das outras que eram a "Torah Bereshit, a Torah Shemot, a Torah Vay´qrá, a Torah Bamidbar e a Torah Devarim, a "Sexta Torah" era a "Torah dos Mistérios", a "Torah Sód", que fora escondida pela razão de que os hebreus tinham utilizado mal o seu conhecimento e sabedoria.

Alguém poderá estranhar esta surpreendente revelação: Seis Toratót? Seis Tábuas? Sim, é verdade, e é por isto também que a Torah é chamada de "Amudim Vavim ou Vovim (Colunas de Vavs)". Para aqueles que estudam as Oti´Ót Sagradas, é evidente que "Vavim" e o plural de "Vav" que é a sexta letra do Alef beit, cujo valor numérico é "6", e tudo está atado a este mistério. Foram seis os dias da criação, Adam foi criado no sexto dia, o nosso Glorioso Shabat tem inicio ao entardecer do sexto dia, e no Qidush nos recitamos o "Iom Ha-Shishi (O Sexto Dia)". Assim, o primeiro verso do Bereshit esconde este mistério da Torah celeste, a Torah dos mistérios, escondida e revelada para Dani´El e depois escondida novamente para ser revelada ao Rabbi Shimeon bar Yochai e escondido por 1200 anos, revelado ao Rabbi Moshê deLeon e finalmente aberto no nosso tempo, na "Sexta feira cósmica".

Diz o Bereshit (Gênesis): "Bereshit bará Eloqim et ha-shamayim ve´et ha-aretz (No principio D´us criou os Céus e a Terra)".


בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ

Acima nós podemos notar claramente este mistério, onde o termo "Et
(sublinhado e em azul)" é a Torah dos Céus que possui Seis Livros (Tábuas)
e o segundo "Et (tb sublinhado e em verde)" é a Torah da Terra que
possui cinco Livros. Logo em seguida a "Et Ha-Shamayim" nós temos a
"Letra Vav (וְ)"
revelando que esta Torah (
אֵת
dos Céus é a Torah de Seis Tábuas, e no final temos "Et Ha-Aretz (
אֵת הָאָרֶץ
onde logo em seguida de "Et (
אֵת
)" nos temos a letra "Hê  (
הָ
)" marcada em vermelho cujo valor numérico é "Cinco" e nos revela que está Torah  (
אֵת
é a Torah da Terra.

Mas isto parece conter uma "aparente" contradição, pois a própria Torah diz que eram "duas" as tábuas contendo as mitzvot. E então? Sim, é verdade, a Torah diz que eram duas as tábuas, como revela o 15º passuq do capítulo 32 do Êxodo: 



"E Moshê virou-se e desceu do monte, e as duas tábuas do Testemunho estavam na sua mão - tábuas escritas  em seus dois lados, pois de ambos os lados elas estavam escritas (Êxodo 32: 15)".


O Zohar nos revela que todos as mitzvot se podiam ver em ambos os lados, direito e esquerdo e milagrosamente também do lado avesso. Duas tábuas dividas em "seis" e "cinco". Um tábua contendo as "seis Toratot (a Toráh superior)" e "cinco Toratot (a Toráh da Terra)". Uma contendo o "alfabeto superior (
אֵת 
as letras maiores)" e uma contendo o alfabeto de baixo (
אֵת as letras menores).

Os Cristãos & O Zohar

Para os Cristãos, aqueles que estão mais atados aos dogmas e separados da Sabedoria Divina, que revelar que os primeiros Talmidim (Discípulos) estavam intimamente ligados com a "Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida)" e com o Zohar, mesmo no tempo em que ele ainda não havia sido revelado ao Rabbi Shimeon.
No carta aos Hebreus, o desconhecido autor diz no passuq 3º do péreq 1º:
 "Ele, que é o esplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas (Hebreus péreq 1, 3º passuq)".

וְהוּא זֹהַר כְּבוֹדוֹ וְצֶלֶם עַצְמוּתוֹ וְנוֹשֵׂא כֹל בִּדְבַר גְּבוּרָתוֹ וְאַחֲרֵי טַהֲרוֹ אֹתָנוּ בְּנַפְשׁוֹ מֵחַטֹּאתֵינוּ יָשַׁב לִימִין הַגְּדֻלָּה בַּמְּרוֹמִים

Ao contrário do que disseram os teólogos, exegetas, etc, o verso não está falando de "Yashua (Jesus)" e sim do "Zohar Qadosh". O texto original hebreu diz: "Ve´hú Zohar kevodô... (no passuq hebraico acima marcado em azul)". Literalmente está dizendo "E ele, o Zohar da Glória d´Ele (D´us)...", e mais para frente diz "col bi´devar guevuratô", ou seja, tudo pela palavra da Sua guevurá (Sefirá da Árvore das Vidas)", e um pouco mais para frente diz "yashev iamin ha´guedulá", ou seja, "assentou-se à direita de guedulá (Sefirá Chéssed da Árvore das Vidas)".
Portanto, o Zohar Sagrado é mencionado tanto no "Tanach" como na chamada "Brit chadashá", e talvez seja por isto que Paulo, o apóstolo disse: "Eis que vos conto um mistério... (Ha-rishoná el ha-qorintiim 15, 51º passuq)". No original hebraico ele diz "Hinêh sód agidá lachêm...", fazendo uso do termo "Sód (Segredo/mistério)" que se refere à Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida), e ainda usa o termo "aguidá" cuja raíz é a mesma de "agadá" que alude a "contar algo que contém um mistério, um segredo místico".
Fazendo uso da "Chochmat Nistar" Paulo diz: "Conheço um homem no Mashiach que há quatorze anos foi ao "terceiro céu"... foi elevado ao Paraíso (Ha-sheni el ha-Qorintiim 12, 2º, 3º e 4º pessuqim)".
Aqui Paulo está falando do Rabbi Akiva, pois ao dizer que ele, este homem esteve no Paríso, Paulo usa o termo "PARDES" e não "Gan Éden (Jardim do Éden)", e nós sabemos que somente quatro rabbis estiveram no PARDES e o único a sair ileso foi o Rabino Akiva, que viveu até os 120 anos.
Ainda, Paulo diz "foi ao "raqia shilishi (terceiro céu)" e este é o segredo do Zohar, conforme nos é dito por Dani´El e pelo próprio Zohar: "E os sábios brilharão como o "esplendor" do firmamento, e aquele que retornarem à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre". Aqui claramente está indicado a "residência secreta do Zohar Santo quando em Dani´El encontramos "Esplendor do Firmamento". No original hebraico diz "ka-Zohar ha-raqia... (como o Zohar do firmamento)". O termo "Raqia" alude ao "Terceiro Céu" o qual o próprio Zohar revela ser o seu nome "Raqia" e a residência do próprio Zohar.

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד 

Acima no texto hebreu, nós podemos notar em abobora "Zohar ha-raqia" no verso 3 de Dani´El capítulo 12. Portanto, agora sabemos que o Zohar fora mencionado na Bíblia e que Ele é a Torah dos Mistérios, a Torah dos Céus.

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד

Acima, temos o passuq 3 original de Dani´El 12. Dentro deste passuq (versículo) soletrado a cada 3 letras nós encontramos "Zohar" como podemos ver em letras marcadas na cor vermelha.
Voltamos então ao passuq 4 do mesmo capítulo 12:"Tu, porém, Dani´El, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará (Dani´El péreq 12, 4º passuq)".

 וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת

Contamos 53 letras a partir da letra "Resh (R)" de Zohar e encontramos a palavra "Sefer (Livro)" com o artigo "Hê" visto acima em vermelho. Juntando tudo, temos e emprestando o artigo "Hê" para o "Zohar" teremos em hebraico "Sefer Ha-Zohar" que literalmente é "O Livro do Zohar".
"Muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará..." - Hoje, o Zohar está sendo conhecido no mundo todo. Milhares de pessoas o estão estudando, examinando minuciosamente, que é o significado de "esquadrinhar" e o conhecimento das coisas antes secretas está nas bocas até mesmo dos pequeninos...


Adquira agora mesmo ao Livro "Segredos Revelados da Qabalah" e aprenda mais deste mistério maravilhoso:

Compre aqui o livro 'Os Arquivos X'

Shavuá Tóv
Dúvidas sobre este assunto e suas alusões místicas? Escreva para:
hayklaarazuta.dmadvra@gmail.com

O Artesão Da Luz