LAYLA COL HA'TZADIQIM

LAYLA COL HA'TZADIQIM
CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

GRUPO EDITORIAL QUILHA

GRUPO EDITORIAL QUILHA
ARGONAVIS EDITORA: NAVEGANDO O INFINITO - Nossos livros estão à venda pela Argonavis. Clique na Logomarca acima.

DECLARAÇÃO

DECLARAÇÃO

O PLATÔ DE ORION

O PLATÔ DE ORION
FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

EU QUERO ACREDITAR
CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Novo Livro

Novo Livro
Duna - O Adormecido Deve Despertar

Os Ecos De Enoch

Os Ecos De Enoch
Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"
Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

Faça Uma Tzedaká (Doação)

Faça Uma Tzedaká (Doação)
O Segredo Da Doação
Mostrando postagens com marcador chochmat nistar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chochmat nistar. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Águas do Chessed - Visões da Etz Chaim: Derech Rivka Iménu

 

Para conectar-se com a alma de nossa mãe Rivka


9 beTamuz 5781 (19, junho, 2021)

Sonhei com uma caravana de beduinos, eles tinham um Bazaar (mercado nômade) e eu estava inserida ali no meio como um deles; eu tinha uma barraca de maçãs que procurava vender e comi uma delas, mas a minha barraca era simplesmente um portal de madeira. Também eu estava com muitas notas estrangeiras bem grandes na mão e muitas moedas pesadas. 

Depois a caravana começou a partir e percebi que eram beduinos tecnológicos com bugigangas tecnológicas aos montes e era muita gente. E estávamos montados em camelos, contudo esses camelos eram veículos tecnológicos-vivos, e as suas pernas eram longuíssimas e ligeiras demais como vento de modo que eram a última e mais avançada tecnologia já existente. Na parte superior do camelo, no local de sua corcova e sua cabeça, na verdade era uma grande cúpula transparente e eu estava ali. Então os veículos-camelos pararam cada qual no local onde seria a casa do seu cavaleiro que o montava, e parei no local da minha e toda a estrutura das casas era apenas duas vigas brancas com pontas curvadas que se estendiam do solo, e um a um vi os veículos "caminharem" para tais lugares.

E se curvavam sobre elas como formando cúpulas brancas sobre a estrutura e tais cúpulas eram tendas brancas tecnológicas nas quais viviam os beduínos. Por dentro da tenda, ela projetava hologramas de cômodos e objetos. Depois de ver isso, acordei.


Pirush: O Mundo de Atzilut é chamado "Tendas", as pernas são as vestimentas Netzach-Hod-Yesod e por isso elas são espiritualmente velozes. Além disso, este sonho está conectado com a sefirá Chessed que é Avraham Avinu, o camelo é chamado גָּמָל/gamal em hebraico, essa palavra também significa conceder, como em גְּמִילוּת חֲסָדִים/gemilut chasadim – conceder bondade (Pirkei Avot 1:2), e por este motivo, por se associar com a sefirá de Avrahão - chessed - que Rivka foi escolhida por esposa à Itzhaq "E será que a jovem a quem eu disser: inclina, por favor, o teu cântaro para que eu beba — e ela disser: bebe, e também aos teus camelos darei de beber — a ela designaste para teu servo, para Itzhaq; e por meio dela saberei que fizeste chessed com meu senhor." (Bereshit 24:14).

Após a provação no Monte Moriah, a alma de Itzhaq "voou" de seu corpo devido à intensidade da experiência. Embora tenha retornado, Itzhaq foi levado por anjos ao Gan Eden por um período de três anos para se curar e se elevar espiritualmente (Pirkei DeRabbi Eliezer 31:10, Targum Jonathan, Bereshit 22:19). O Rav Moshe Meir Weiss, expandindo essa ideia (frequentemente baseando-se em conceitos do Sfat Emet ou do Shem MiShmuel), explica que a santidade de Itzhaq era o reflexo direto da "imagem divina". Rivkah não viu apenas um homem, ela viu o Tetragrama (o Nome de Quatro Letras de Deus) manifestado na face e na personalidade de Yitzchak e por isso ela caiu do camelo, significando que demostrava humildade em relação à ele.

Na estrutura dos mundos espirituais, o camelo (Gamal - גָּמָל) ocupa uma posição intermediária única. Ele está ligado à Kelipat Nogah, por isso, diz-se que sua natureza é mista: a parte superior inclina-se para a santidade (Kedushá), enquanto a inferior tende à impureza. De acordo com o Zohar, sonhar com um camelo é um presságio paradoxal. Embora indique que um decreto de morte pairava sobre o indivíduo, traz a boa nova de que ele foi salvo. O segredo desta salvação reside na gematria: Gamal (גָּמָל) é igual a 73, mesmo valor de Chochmah (חכמה - Sabedoria). A transformação da palavra "camelo" em "sabedoria" significa a transmutação do julgamento severo em vida plena.

A Torá descreve o momento em que Itzhaq sai ao campo (Gênesis 24:63): Este "campo" é o Pomar das Maçãs Sagradas. Ao ver a combinação de camelos com a Shekinah, Itzhaq — que personifica o atributo de Gevurah — percebeu a presença de forças impuras e julgamentos que trazem a morte. Sua intenção ao "sair ao campo" era justamente separar o sagrado do profano e erradicar essa negatividade. Quando Rivkah avista Itzhaq, a Torá diz que ela "caiu do camelo" (Gênesis 24:64). Conforme explica o Sefer Ohev Yisrael, esta queda não foi acidental, mas espiritual: ela abandonou a configuração de letras de גָּמָל (o decreto de morte) para abraçar a luz de חכמה (Sabedoria), conforme ensina o Rei Salomão em Kohelet 7:12: "mas a vantagem do Da'at (Conhecimento) é que a Chochmah preserva a vida de quem a possui.". 

Portanto, ao elevar a energia do "camelo" (Nogah) através da retificação espiritual, o julgamento é anulado.

Esta visão do camelo é também a visão da Árvore das Vidas, posto que a parte superior elevada é o Olam haAtzilut onde as Klipot não alcançam, e a parte inferior é a Etz haDaat Tov veRá que engloba os Mundos de BYA (Briá, Yeztirá e Assiá).

יֹשֵׁב אֹהָלִים

"aquele que habita em tendas"


30 beKislev, 5782 (4, dezembro, 2021) 

Sonhei, mas permaneci dormindo, e estive num escuro por longo tempo como se descesse e após isso, eu acordei. No sonho, eu ando por uma estrutura na aparência de uma casa com cômodos bem definidos e grandes. Todas as coisas acontecem encima de águas a semelhança de um rio, contudo as águas correm pelas laterais e há uma torre de água caindo de cima enquanto respinga por toda a estrutura. Há como uma pedra lisa enorme sob meus pés que é como se fosse todo o piso que é a pista da BR-222. Então eu vejo três fileiras de três tendas sendo colocadas numa ação invisível sobre aquelas águas formando exatamente a disposição das 10 sefirot. A tenda de cima não se materializa e está alocada mais acima das outras e mais para o lado como se fosse um local de observação (à parte), eu a vejo e a sinto e sei que ela tem a mesma aparência das outras, eu estou dentro dela.

O topo das tendas é de tecido branco, mas as hastes de sustentação são de tendas de praia.

Eu estou explicando para alguém que as tendas são os compartimentos da casa e elas são a semelhança de como eram as tendas (dos tempos) de Abraão. Cada tenda tem uma especificidade as quais não me recordo e os membros da minha família estão espalhados por elas cada qual deles realiza algo em particular.

Sentados nessa tenda há três homens ao redor de uma mesa redonda, eles lançam cartas numa pilha cada uma com um valor superior à carta anterior, há um quarto jogador oculto, sendo o rosto do primeiro muito visível, do segundo menos visível que aquele e o rosto do terceiro completamente borrado - como se eles próprios fossem níveis sucessivos. Eles estão sexualmente atraídos por mim, a medida do nível do seu ratzon de modo que ele se diminui a conforme a materialização de seus aspectos.

O homem com o rosto mais visível estava tão atraído que se levantou e veio até mim, enquanto o segundo permaneceu apenas a cortejar com palavras. Eu estava vestida de águas, pois as águas que corriam lateralmente e a torre de águas que caia corriam para mim e me vestiam e estas águas era o que causava atração aos homens. (...)


Pirush: No alfabeto hebraico, as letras de "BR" (ב-ר) são as mesmas de Rav (רב - Mestre/Grande) que equivale a 202 somando com 222 é igual a 424 a gematria de Machiach Ben David. O Olam haAtzilut é comparado ao nível da casa e é também chamado "Tendas", conforme já dito anteriormente.

Estar vestida de águas, isso é, Ohr Chochmá - a Luz do Deleite.

A tenda que permanece à parte das outras no local mais elevado e que não se materializou, está associada ao palácio espiritual onde a alma do Mashiach reside, aguardando o momento da revelação. É um estado de perfeição que existe acima das limitações da matéria, representa também insights espirituais que não podem ser deduzidos apenas pela lógica. É o conhecimento que vem da intuição profética ou de uma conexão direta com o Divino, ora, a "Torre que flutua no Ar" significa uma fé (Emunah) tão elevada que não precisa de provas racionais para se sustentar, esta é a excitação espiritual.

Quando Eliezer, o servo de Abraão, pede um sinal ao Santo, Abençoado Seja Ele, para encontrar a esposa ideal para Itzhaq, ele estabelece um teste de hospitalidade extrema. Itzhaq é Gevurah, e ele precisava de uma contraparte que fosse o epítome de Chessed.

Rivka então aplica um esforço sobre-humano em sustentar não apenas Eliezer, mas também aos seus camelos, significando um ato de doar-se além da medida, a capacidade da alma de dar além do que é solicitado.

Rivka ao tirar água do poço está, misticamente, extraindo a sabedoria das fontes superiores e canalizando-a para o mundo físico. O número de camelos não é aleatório. Os dez camelos representam as dez Sefirot (as dimensões da Árvore das Vidas). O camelo, sendo um animal "impuro" para o consumo (segundo as leis da Cashrut), mas essencial para a travessia do deserto, representa as forças da natureza que precisam ser "elevadas", ao dar de beber a todos os dez camelos, Rivka demonstrou que tinha a capacidade espiritual de nutrir e equilibrar todos os dez canais de energia divina. Ela demonstrou que era capaz de sustentar toda a estrutura da Árvore das Vidas que a linhagem de Abraão estava construindo.

Veja Sulam Chayei Sara 224: Vem e vê: “e aconteceu que ela saía”. Pergunta-se: está escrito “saía” (yotzet), deveria dizer “vinha” (ba’ah), como está dito “e eis que Rachel sua filha vinha…”. Por que está escrito “saía”? E responde-se que isso indica que o Santo, bendito seja, a fez sair de entre todos os homens da cidade, pois todos eram ímpios, e Rivka saía e se separava do conjunto dos habitantes da cidade, pois ela era justa. “E desceu à fonte” העינה (ha‘ayinah) está escrito com a letra ה, e este é o segredo: foi-lhe preparado ali o poço de Miriam, que é o aspecto da Nukva de Zeir Anpin quando ilumina com a iluminação de Chochmah. Por isso está escrito ha‘ayinah com ה, aludindo à Nukva, que é o ה inferior do Nome Havayáh. Também ha‘ayinah העינה é da linguagem de “olhos” עֵינַיִם (einayim), que é o nome de Chochmah. E as águas subiam ao encontro de Rivka.


Razá Ilaah!


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Místico cabalista publica quarto livro




ELAINE BRUM
DA REPORTAGEM LOCAL



O rabino, morador de Suzano, Misha’El publica seu quarto livro que vem desvendando os mistérios da Cabala (Qabalah) - sabedoria que investiga a natureza divina. Com o título “Qabalah – Introdução à Sabedoria Escondida” (Editora Clube dos Autores) o livro contém os principais ensinamentos do rabino no assunto, indo desde o surgimento da ciência, até os segredos que a mesma revela sobre acontecimentos atuais. O rabino diz que utilizará a nova obra como base para quem desejar fazer seu curso. “Coloquei nesse livro todo material que venho estudando durante dez anos”, disse.

Misha’El é professor de Cabala e além dos alunos de São Paulo e Suzano, possui alunos de outros estados e até mesmo de outros países como Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Israel, Sérvia, Inglaterra e outros. Ele diz que o livro “Qabalah – Introdução à Sabedoria Escondida” é recomendado para todo aquele que deseja saber mais sobre a ciência mística, porém recomenda que o mesmo seja estudado com o auxílio de um professor judeu.

O rabino ainda explica o significado do termo “místico” que muitas vezes acaba por sofrer preconceito. “Trata-se de uma palavra de origem hebraica que significa ‘Conhecimento Escondido da Torah (Pentateuco)’”, relatou. Ele ainda diz que todo aquele que estuda a “sabedoria escondida” é considera místico. O Pentateuco se refere aos cinco primeiros livros da Bíblica cristã.

O novo livro do rabino aborda assuntos como a meditação cabalística, a importância do sono, o segredo do número 13, o segredo dos sonhos, o destino, além de explicar o chamado “Dejá-vu” e também o “efeito borboleta” - tudo de acordo com os estudos da Cabala e do Zohar – o “Livro do Esplendor”, que segundo o rabino refere-se ao misterioso “Livro Selado” dito em Daniel na Bíblia.

O livro pode ser adquirido pelo site da editora www.clubedeautores.com.br , pelo valor de R$ 52. O Rabino, que também é músico, gravou na última semana a canção cabalista “Qrá Elai” no Estúdio Público Musical José Gonzaga Sobrinho da Secretaria de Cultura de Suzano, com a ajuda de Sergio Fujimoto, o Tico. A música está disponível no Youtube.

AUTOR Misha’El é escritor e poeta, membro do grupo mundial Poetas Del Mundo. Autor da obra literária de ficção científica “Cabalista Crônicas de Qédem”. Místico hebreu, rabino fundador e presidente da Associação Cabalista Mundial - A Comunidade Mística do Deserto. Humanista e pacifista foi indicado para ser membro dos Poetas Del Mundo pela Embaixadora Universal da Paz, a doutora Delasniev Daspet Miranda. Seus outros livros foram “Segredos Revelados da Qabalah”, “Qédem” e “Efeito Borboleta – Erradicando o Caos” – todos também podem ser adquiridos pelo site da editora. Para saber mais sobre o autor, acesse o site www.comunidadedodeserto.blogspot.com.

Matéria publicada em 4/05/2011
no Jornal "O Diário de Suzano".

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Conde de Monte Cristo


"A vida é uma tempestade, meu jovem amigo. Você se aquece ao sol em um momento, e é jogado às rochas no outro. O que faz de você um homem, é a sua reação quando vem a tormenta..." 

- Edmond Dantes - O Conde de Monte Cristo

"Monte Cristo - hebraico הר המשיח (Har Ha´mashiach)". O termo "Har (Montanha) tem raiz no termo "Hirhurim" que significa "Pensamentos (singular "Hirhur")". O significado da frase הר המשיח é literalmente "Pensamentos Messiânicos" e alude àquele que atingiu o grau que é chamado na Sabedoria de "Gad´lut" ou elevou a sua consciência ao estado messiânico tornando-se ele "Mashiach (Messias)". Já sei, você assitiu o filme e não sabia disto. Bem, o que é que você quer que eu te diga? Estude "Chochmat Nistar (Qabaláh)", mas estude com um verdadeiro qabalista, e não com pessoas não circuncisas que se dizem "kabbalistas".

"Então, Adonai respondeu a Jó do meio da tempestade, dizendo: “Quem é este que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento? Prepare‑se como homem; eu farei perguntas, e você me responderá."

- Yóv 38

O roteirista que escreveu The Count Of Monte Cristo foi o judeu "Akiva Goldsman" e então é certo que o filme está repleto de códigos da Chochmat Nistar e que ele pode ter recebido por Ibür.


Na cena em que Edmond Dantê esta na prisão do Castelo Deaf, quando o padre lhe oferece o "conhecimento (hebraico Da'at)" as paredes ao fundo estão repletas de desenhos que aludem à sabedoria, inclusive a Árvore das Vidas. Ah! Você não viu? Quem mandou assisitir o filme sem um qabalista presente ao seu lado... rs

Nesta maravilhosa parábola, Edmond Dantes é aquele que tem o potencial para ser o messias. Falta-lhe apenas um degrau para alcançar a consciência messiânica. O segredo está na gematria de Edmond Dantes (אדמונד דנטס) que é 582, faltando apenas 1 para 583 que é a gematria secreta de Mashiach.

"Monte Cristo - Hebrew הר המשיח (Har Ha'mashiach). The term "Har (Mountain) is rooted in the term" Hirhurim "which means" Thoughts (singular "Hirhur"). "The meaning of the phrase is literally הר המשיח" Messianic Thoughts "and alludes to that which reached the level which is called the Wisdom of "Gad'lut" or raised their consciousness to the state it became messianic "Mashiach (Messiah)." I know, you watched the movie and not know it. Well, what do you want me to tell you? Study "Chochmat NISTAR (Qabalah)".

segunda-feira, 29 de março de 2010

Espaço Qabalat Movies - Ghost Rider




Ontem em nosso encontro no Espaço Qabalat Movies, tivemos um místico momento de descontração e uma aula fantástica sobre os níveis da alma "nefesh, ruach e neshamá" e um pincelada no segredo chamado de "Goel Ha-Dam (O Vingador do Sangue)". Usei o filme "Ghost Ride (Cavaleiro Fantasma)" e suas alusões místicas. Notem, por exemplo, a abertura do filme narrada pelo ator Sam Elliot:

"Dizem que o Oeste foi construído em cima de lendas, contos que ajudam a explicar histórias aterrorizantes demais para se acreditar. Esta, é a lenda do Cavaleiro Fantasma. Cada geração tem o seu Cavaleiro, uma alma amaldiçoada que vaga pela terra recolhendo as almas para o demônio. Há muitos anos, um Cavaleiro Fantasma foi enviado ao vilarejo de San Venganza, para cumprir um pacto de mil almas que pertenciam ao demônio. Mas este pacto era tão poderoso, que o Cavaleiro sabia que não podia deixar o demônio por as mãos nestas almas. Então ele fez, o que, nenhum Cavaleiro fez antes: Ele fugiu! Mas o detalhe das lendas é que, as vezes, elas são reais!".

O "Oeste" é uma alusão ao Sefirot de Yesod na Etz Ha-Chaiim (Árvore das Vidas) que é o "Olam Ha-Sódot - O Mundo dos Mistérios". A palavra "Lenda" vem do aramaico "Agadá" que é uma história que esconde um mistério e é também a raíz do verbo "Le´aguid" que significa "Contar" e que alude a "contar um segredo místico".

As "Almas" são uma alusão às "Nafeshot" termo este que é plural de "Nefesh" e se refere à "Alma animal", cuja a residência é o ventrículo esquerdo do coração onde há sangue, assim nos revela o Likutei Amarim Tânya.




O CAVALEIRO FANTASMA


O primeiro cavaleiro fantasma sobrenatural é o motociclista de dublê Johnny Blaze, que, para salvar a vida de seu pai, que estava morrendo de câncer, concordou em entregar sua alma a "Satan (mais tarde revelado como um arqui-demônio chamado Mephisto). À noite e quando cercado pelo mal, Blaze possui sua carne consumida pelo fogo do inferno, fazendo com que sua cabeça se torne um crânio flamejante. Ele monta uma motocicleta de fogo e usa explosões do fogo do inferno de seu corpo, geralmente de suas mãos esqueléticas. Ele finalmente descobre que ele foi ligado com o demônio Zarathos que é um personagem fictício que aparece nos quadrinhos americanos publicados pela Marvel Comics. Ele é descrito geralmente como um vilão em histórias com o personagem Ghost Rider . Um ser demoníaco que tortura e devora almas.

Como explicado em Ghost Rider # 77 (série de 1973), o físico, corpo de pedra do demônio Zarathos ficou inerte e inanimado sob a terra por eras até que seu espírito foi convocado por um feiticeiro tribal nativo americano chamado K'Nutu para ajudar sua tribo. Foi então oferecido a Zarathos um suprimento constante de almas para serem consumidas em troca de sua ajuda para derrotar os inimigos da tribo de feiticeiros e para oferecer seu poder a seu serviço. Esta aliança se mostra mutuamente benéfica, floresce e um forte culto se constrói em torno de Zarathos, o que chama a atenção de Mephisto, que decide que Zarathos tem muitos seguidores e está privando ele e os outros Lordes do Inferno das almas. Mefisto eventualmente confronta Zarathos e o derrota (pelo uso enganoso de seu peão sem alma, Centurioso). Zarathos é então forçado a servir Mephisto por muitos séculos no Netherworld , uma terra extra-dimensional dos mortos, às vezes chamada de "Inferno", embora ainda poderoso o suficiente para evitar o confinamento total. Mephisto envia seu vassalo indisciplinado de volta para a Terra em ocasiões, ligando-o a hospedeiros humanos e permitindo que ele destrua almas (em menor escala). Nos tempos modernos, Zarathos está ligado a Johnny Blaze  e esta entidade combinada Blaze/Zarathos se manifesta como um esqueleto flamejante vestido de couro conhecido como Ghost Rider, servindo ao lado de "bem" enquanto ainda usa meios infernais, o que dá ao Ghost Rider uma reputação de medo e Johnny Blaze um interminável sentimento de culpa.

A etimologia do nome Ghost Rider quando traduzido para o hebraico (גוסט ריידר) nos ajuda a penetrar mistérios muito interessante, pois, as iniciais de "Ghost Rider" formam o acrônimo "Gër (גר)" e que, de acordo com o Portão das Reencarnações são as iniciais de "Gilgul Ruach" que significa "reencarnação do espírito". O que sobra de Rider (יידר) resulta no termo "yiaréd (יידר)" que pode ser compreendido como "aquele que desceu" e então, o resultado final é "a reencarnação do espírito que desceu."

Sobre o nome Zarathos, sua transliteração para o hebraico nos fornece alguma pista. As letras hebraicas transliteradas de Zarathos (זרתוס) contém as letras da temurá (permutação) "s'thur (סְתוּר)" e "zar (זָר)" que se torna em "segredo estranho" ou "estranho segredo".

SAN VENGANZA

O Contrato de San Venganza (também grafado incorretamente como " Contrato de San Vengeanza ") foi um pergaminho antigo criado por Mephisto e contém o enorme poder de todas as almas de todos os condenados habitantes de San Venganza e desempenha um papel importante em Ghost Rider. . O contrato em si é uma poderosa arma demoníaca. É o resultado de toda a população de San Venganza vendendo suas almas para o diabo, dando assim ao contrato um enorme poder. Não querendo que Mephisto se tornasse quase todo poderoso, o ex-Texas Ranger Carter Slade, escondeu o Contrato por séculos. Johnny Blaze, o novo Ghost Rider, foi forçado pelo demônio Blackheart , filho renegado de Mepistopheles, a lhe dar o contrato em troca da vida de Roxanne Simpson. Blackheart usou o poder do Contrato para se tornar Legião, um demônio poderoso o suficiente para derrotar e destruir até mesmo Mephisto. Infelizmente para Blackheart, a ligação de tantas almas malignas dentro dele o tornou vulnerável ao famoso "Olhar da Penitência" do Ghost Rider, imediatamente resultando na morte de Legião, e permitindo a Johnny Blaze dstruir o contrato.

O OLHAR DA PENITÊNCIA

Sobre o "Olhar da Penitência" que é uma "arma" usada pelo Cavaleiro Fantasma para queimar a alma manchada dos pecadores, ele revela um mistério da Torah que é chamado de "Caret (Corte)". A "Sentença de Caret" é dada para uma alma (Nefesh) que peca criando uma mancha em si mesmo e causando assim o seu "Corte" da estrutura metafísca, fazendo com que ela seja separada do seu "marido" o "ruach (espírito)", pois, de acordo com o Sha´ar Ha-guilgulim do Rabbi Chaiim Vital, uma nefesh manchada não pode mais permanecer do mesmo corpo com um ruach retificado.

Quando a "Sentença de Caret" é aplicada sobre uma nefesh manchada, ela, a nefesh, é retirada do corpo e incinerada e suas cinzas são espalhadas no Gan Éden (Jardim do Éden) para serem pisadas pelos Tzadiqim (justos)". É é justamente isto que vemos no filme Ghost Rider.

O vilarejo de "San Venganza" é uma alusão ao "Goel Ha-Dam - O Vingador do Sangue" cujo o mistério é citado no Livro Bíblico de Números (Ba´Midbar - No Deserto) que é aquele que requer a vingança sobre o sangue inocente derramado, as vezes uma alma que volta ao mundo para requerer a vida do seu assassino.

Dois outros mistérios aludidos no filme são "O Pacto de Sangue" e o "Olhar da Penitência". Sobre o "Pacto de Sangue (Pactum Pactorum - do Latim)" onde a pessoa vende a sua alma assinando o Pacto com seu prórprio sangue. O segredo disto está codificado no verso na Torah onde diz "A alma (nefesh) está no sangue" e então, ao fazer o pacto de sangue, a pessoa vende a sua alma.


MEFISTÓFELES

A palavra pode derivar do hebraico מֵפִיץ (mêp̄îṣ) que significa "espalhador, dispersor" e tophel, abreviação de ט֫פֶל שֶׁ֫קֶר (tōp̄el šeqer) que significa "estucador de mentiras". O nome também pode ser uma combinação de três palavras gregas: μή (mḗ) como uma negação, φῶς (phō̃s) significando "luz", e φιλις "philis" significando "amante", fazendo com que signifique "não-amante da luz" ou "o que não ama a luz", possivelmente parodiando o latim "Lúcifer" ou "portador da luz".



Gostou? então venha participar comigo do Espaço Qabalat Movies e aprender mais destas maravilhosas "Agadot (Lendas)". O número de pessoas que podem participar é limitado, portanto, escreva-nos e peça informações:

domingo, 28 de março de 2010

O Zohar & O Livro Selado de Dani´El







וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת


"Tu, porém, Dani´El, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará (Dani´El péreq 12, 4º passuq)".

Este tem sido um antigo e obscuro enigma, perseguido por muitos e penetrado por poucos, até agora. A maioria procurou interpretá-lo usando ferramentas limitadas e não apropriadas, outros criaram suas próprias idéias sobre este profundo mistério: "O Livro Selado". Eu estive meditando sobre este mistério, tentando penetrá-lo com esforço e temor, até que o "Tzadiq Nistar" veio e contou-me sobre ele.

Qual seria este Livro Selado de Dani´El? A pergunta pode ser respondida e o seu mistério penetrado quando lemos o passuq 3º: "E os sábios brilharão como o "esplendor" do firmamento, e aqueles que retornarem à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre".

No original hebreu a palavra "esplendor" é literalmente "Zohar" e aqui temos o mistério do livro selado e revelado a sua identidade: O Zohar - O Livro do Esplendor.

Muitas pessoas vão, é claro, questionar: "Mas o Zohar já existia no tempo de Dani´El? não foi ele revelado ao Rabbi Shimeon bar Yochai na Palestina do século 1º? A resposta surpreenderá a muitos: Sim, o Zohar já existia no tempo de Dani´El, e este é o seu mistério.

O Talmude nos diz que na primeira vez em que Moshê recebeu as Tábuas da Torah, ele recebeu "Seis Tábuas", e após quebrá-las, na segunda vez em que subiu os mundos celestiais para recebê-la novamente, ele recebeu "Cinco Tábuas", uma a menos que na primeira vez, e por quê? Porque uma foi escondida, pois esta, diferente das outras que eram a "Torah Bereshit, a Torah Shemot, a Torah Vay´qrá, a Torah Bamidbar e a Torah Devarim, a "Sexta Torah" era a "Torah dos Mistérios", a "Torah Sód", que fora escondida pela razão de que os hebreus tinham utilizado mal o seu conhecimento e sabedoria.

Alguém poderá estranhar esta surpreendente revelação: Seis Toratót? Seis Tábuas? Sim, é verdade, e é por isto também que a Torah é chamada de "Amudim Vavim ou Vovim (Colunas de Vavs)". Para aqueles que estudam as Oti´Ót Sagradas, é evidente que "Vavim" e o plural de "Vav" que é a sexta letra do Alef beit, cujo valor numérico é "6", e tudo está atado a este mistério. Foram seis os dias da criação, Adam foi criado no sexto dia, o nosso Glorioso Shabat tem inicio ao entardecer do sexto dia, e no Qidush nos recitamos o "Iom Ha-Shishi (O Sexto Dia)". Assim, o primeiro verso do Bereshit esconde este mistério da Torah celeste, a Torah dos mistérios, escondida e revelada para Dani´El e depois escondida novamente para ser revelada ao Rabbi Shimeon bar Yochai e escondido por 1200 anos, revelado ao Rabbi Moshê deLeon e finalmente aberto no nosso tempo, na "Sexta feira cósmica".

Diz o Bereshit (Gênesis): "Bereshit bará Eloqim et ha-shamayim ve´et ha-aretz (No principio D´us criou os Céus e a Terra)".


בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ

Acima nós podemos notar claramente este mistério, onde o termo "Et
(sublinhado e em azul)" é a Torah dos Céus que possui Seis Livros (Tábuas)
e o segundo "Et (tb sublinhado e em verde)" é a Torah da Terra que
possui cinco Livros. Logo em seguida a "Et Ha-Shamayim" nós temos a
"Letra Vav (וְ)"
revelando que esta Torah (
אֵת
dos Céus é a Torah de Seis Tábuas, e no final temos "Et Ha-Aretz (
אֵת הָאָרֶץ
onde logo em seguida de "Et (
אֵת
)" nos temos a letra "Hê  (
הָ
)" marcada em vermelho cujo valor numérico é "Cinco" e nos revela que está Torah  (
אֵת
é a Torah da Terra.

Mas isto parece conter uma "aparente" contradição, pois a própria Torah diz que eram "duas" as tábuas contendo as mitzvot. E então? Sim, é verdade, a Torah diz que eram duas as tábuas, como revela o 15º passuq do capítulo 32 do Êxodo: 



"E Moshê virou-se e desceu do monte, e as duas tábuas do Testemunho estavam na sua mão - tábuas escritas  em seus dois lados, pois de ambos os lados elas estavam escritas (Êxodo 32: 15)".


O Zohar nos revela que todos as mitzvot se podiam ver em ambos os lados, direito e esquerdo e milagrosamente também do lado avesso. Duas tábuas dividas em "seis" e "cinco". Um tábua contendo as "seis Toratot (a Toráh superior)" e "cinco Toratot (a Toráh da Terra)". Uma contendo o "alfabeto superior (
אֵת 
as letras maiores)" e uma contendo o alfabeto de baixo (
אֵת as letras menores).

Os Cristãos & O Zohar

Para os Cristãos, aqueles que estão mais atados aos dogmas e separados da Sabedoria Divina, que revelar que os primeiros Talmidim (Discípulos) estavam intimamente ligados com a "Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida)" e com o Zohar, mesmo no tempo em que ele ainda não havia sido revelado ao Rabbi Shimeon.
No carta aos Hebreus, o desconhecido autor diz no passuq 3º do péreq 1º:
 "Ele, que é o esplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas (Hebreus péreq 1, 3º passuq)".

וְהוּא זֹהַר כְּבוֹדוֹ וְצֶלֶם עַצְמוּתוֹ וְנוֹשֵׂא כֹל בִּדְבַר גְּבוּרָתוֹ וְאַחֲרֵי טַהֲרוֹ אֹתָנוּ בְּנַפְשׁוֹ מֵחַטֹּאתֵינוּ יָשַׁב לִימִין הַגְּדֻלָּה בַּמְּרוֹמִים

Ao contrário do que disseram os teólogos, exegetas, etc, o verso não está falando de "Yashua (Jesus)" e sim do "Zohar Qadosh". O texto original hebreu diz: "Ve´hú Zohar kevodô... (no passuq hebraico acima marcado em azul)". Literalmente está dizendo "E ele, o Zohar da Glória d´Ele (D´us)...", e mais para frente diz "col bi´devar guevuratô", ou seja, tudo pela palavra da Sua guevurá (Sefirá da Árvore das Vidas)", e um pouco mais para frente diz "yashev iamin ha´guedulá", ou seja, "assentou-se à direita de guedulá (Sefirá Chéssed da Árvore das Vidas)".
Portanto, o Zohar Sagrado é mencionado tanto no "Tanach" como na chamada "Brit chadashá", e talvez seja por isto que Paulo, o apóstolo disse: "Eis que vos conto um mistério... (Ha-rishoná el ha-qorintiim 15, 51º passuq)". No original hebraico ele diz "Hinêh sód agidá lachêm...", fazendo uso do termo "Sód (Segredo/mistério)" que se refere à Chochmat Nistar (Sabedoria Escondida), e ainda usa o termo "aguidá" cuja raíz é a mesma de "agadá" que alude a "contar algo que contém um mistério, um segredo místico".
Fazendo uso da "Chochmat Nistar" Paulo diz: "Conheço um homem no Mashiach que há quatorze anos foi ao "terceiro céu"... foi elevado ao Paraíso (Ha-sheni el ha-Qorintiim 12, 2º, 3º e 4º pessuqim)".
Aqui Paulo está falando do Rabbi Akiva, pois ao dizer que ele, este homem esteve no Paríso, Paulo usa o termo "PARDES" e não "Gan Éden (Jardim do Éden)", e nós sabemos que somente quatro rabbis estiveram no PARDES e o único a sair ileso foi o Rabino Akiva, que viveu até os 120 anos.
Ainda, Paulo diz "foi ao "raqia shilishi (terceiro céu)" e este é o segredo do Zohar, conforme nos é dito por Dani´El e pelo próprio Zohar: "E os sábios brilharão como o "esplendor" do firmamento, e aquele que retornarem à justiça para muitos, serão como as estrelas para sempre". Aqui claramente está indicado a "residência secreta do Zohar Santo quando em Dani´El encontramos "Esplendor do Firmamento". No original hebraico diz "ka-Zohar ha-raqia... (como o Zohar do firmamento)". O termo "Raqia" alude ao "Terceiro Céu" o qual o próprio Zohar revela ser o seu nome "Raqia" e a residência do próprio Zohar.

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד 

Acima no texto hebreu, nós podemos notar em abobora "Zohar ha-raqia" no verso 3 de Dani´El capítulo 12. Portanto, agora sabemos que o Zohar fora mencionado na Bíblia e que Ele é a Torah dos Mistérios, a Torah dos Céus.

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד

Acima, temos o passuq 3 original de Dani´El 12. Dentro deste passuq (versículo) soletrado a cada 3 letras nós encontramos "Zohar" como podemos ver em letras marcadas na cor vermelha.
Voltamos então ao passuq 4 do mesmo capítulo 12:"Tu, porém, Dani´El, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará (Dani´El péreq 12, 4º passuq)".

 וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת

Contamos 53 letras a partir da letra "Resh (R)" de Zohar e encontramos a palavra "Sefer (Livro)" com o artigo "Hê" visto acima em vermelho. Juntando tudo, temos e emprestando o artigo "Hê" para o "Zohar" teremos em hebraico "Sefer Ha-Zohar" que literalmente é "O Livro do Zohar".
"Muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará..." - Hoje, o Zohar está sendo conhecido no mundo todo. Milhares de pessoas o estão estudando, examinando minuciosamente, que é o significado de "esquadrinhar" e o conhecimento das coisas antes secretas está nas bocas até mesmo dos pequeninos...


Adquira agora mesmo ao Livro "Segredos Revelados da Qabalah" e aprenda mais deste mistério maravilhoso:

Compre aqui o livro 'Os Arquivos X'

Shavuá Tóv
Dúvidas sobre este assunto e suas alusões místicas? Escreva para:
hayklaarazuta.dmadvra@gmail.com

O Artesão Da Luz