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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

413: Um Selo Sobre A Reencarnação



Recebendo O Meu Rúach

“A gematria expressa e manifesta o pensamento de D’us. Portanto, é correto dizer que D'us está na matemática e que ela é também o idioma divino."

Bën Mähren Qadësh

Gematria: é um código alfanumérico de atribuição de um valor numérico a um nome, palavra ou frase com base nas suas letras hebraicas. Uma única palavra pode gerar vários valores, dependendo da cifra usada. Por exemplo, a primeira palavra da Torá é “Bereshit (בראשית)” no versículo “Bereshit bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz (No princípio criou Elohim os céus e a terra) e cuja gematria é igual a 613 e que, então, pode ser substituída por outra de igual numerologia e, com isso, fará abrir outros segredos escondidos na Torát Nistar (Torá Oculta). Uma expressão com gematria equivalente à da palavra Bereshit (No princípio) é “Hitbodedut Elohim (התבודדות אלהים)” revelando, desta forma, a maneira que Elohim usou para criar o universo. O termo “Hitbodedut” significa “Meditação” e ao aplicarmos a substituição pela gematria equivalente descobrimos “Hitbodedut Elohim bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz (התבודדות אלהים ברא אלהים את השמים ואת הארץ) – Com meditação divina criou Elohim os céus e a terra.” Assim, todos os mistérios do universo, do mundo, da alma e da vida podem ser revelados e explicados com o uso da gematria.

Já foi explicado em diversos artigos aqui no blog, publicações no Facebook e nos meus livros que a alma tem cinco nomes. Esses são:

Néfesh, Rúach, Neshamá, Chayá e Yechidá

Cada um desses níveis está atado a cada um dos cinco mundos da Árvore das Vidas e do corpo divino de Adam há’Rishon (Homem Primordial). Néfesh ao mundo de Assyá (mundo da realização). Rúach, ao mundo de Yetzirá (Formação). Neshamá, ao mundo de Briá (Criação). Chayá, ao mundo da Emanação (Atzilut) e, finalmente Yechidá à coroa da Árvore das Vidas, o mais elevado de todos os mundos e ao Sagrado, Ele mesmo, bendito seja.

Quando uma pessoa vem ao mundo, ela recebe uma Néfesh. Em uma segunda reencarnação, ela recebe, se mérito tiver criando em sua primeira encarnação, o nível de Rúach e, em uma terceira reencarnação se mérito tiver adquirido, o terceiro nível de Neshamá e, se continuar trabalhando espiritualmente realizando as Mitzvot (Preceitos da Torá), Estudo e kavanot (meditações) da Torá Ne’elam (Torá Escondida) e Estudo e meditações com o Zôhar Sagrado, ela poderá adquirir os outros dois níveis restantes. Um exemplo de pessoas que alcançaram todos os níveis são Daniel e seus três amigos Chananiá, Misha’ël e Azariáh que, mesmo sendo lançados na fornalha ardente, não sofreram qualquer dano, pois haviam alcançado e adquirido todos os cinco níveis da alma.

As vezes, até que a pessoa possa merecer o seu rúach, terá que passar por muitas reencarnações até que todos as tiqunim (correções) do mundo de Assyáh, sejam realizadas. Talvez ela tenha que voltar ao mundo atravessando muitas épocas até que chegue o tempo que venha para receber o seu rúach (espírito).

A REVELAÇÃO

Manhã de 22 de setembro de 2019, acordei, recitei as kavanot da aurora e me levantei. Chamei um Uber para a minha mãe e voltei para completar o despertar. Enquanto tomava meu banho, meditava com mantras budistas entoados na voz de Lex Von Someren, dentre eles, o meu mais preferido que é Balinéia.

Higienizado o corpo, ungido com óleos essenciais, me sentei na cama e continuei a meditação para só então, dirigir-me à cozinha com intenção de preparar o meu café da manhã, claro, mantendo a mente meditativa.

Coei o café, preparei meu prato com banana, aveia e pasta de amendoim e vim para o quarto e, enquanto me alimentava tomando meu delicioso café me veio, à mente, a expressão “Qol Há’Tzerufim (קול הצרופים)” cujo significado é “A Voz Das Permutações.”

Enquanto eu considerava o emergir da voz interior me instruindo, uma matriz antiga do Código de Qohelet me voltou à memória e com ela a gematria 413 e junto veio a revelação, pois, 413 é a gematria Avgad Reversa de “Qol Há’Tzerufim.”

Este valor numerologico cabalista me é por demais apreciado e começou a ser manifestar na minha vida há dezessete anos, quando Elisheva surgiu na nossa K’nesset Eliahu no final de 2001 trazida por uma das primeiras famílias que vieram para frequentar a Qehilá, a família Schminsky, da qual, no futuro, também seria, desferido, contra minha vida, o punhal da traição, ao qual eu já estava destinado. Elisheva possui gematria igual a 413.

Novamente e, pela enésima vez, me pus a calcular a gematria do valor 413 e desta vez, a maior de todas as aberturas místicas se realizou e a revelação se manifestou:


A transliteração da frase acima é “Baú elav gal Velikovsky” que se traduz “Veio para revelar Velikovsky” e cuja gematria é exatamente 413, a mesma do nome Elisheva.

Como explicado acima neste mesmo capítulo, o Dr. Immanuel Velikovsky, nascido no mesmo dia e mês que eu nasci, era o esposo de Elisheva Kramer e eu, no futuro estava destinado também a uma Elisheva e, como explicado, o rúach de Immanuel Velikovsky, entrou, pelo portal do nascimento, na jovem, nascida no mesmo dia e mês que eu fui concebido no calendário hebraico, ou seja, em 13 de Elul, com destino a mim no futuro e, portanto, era inevitável que Elisheva fosse trazida a mim no final de 2001 para que eu recebesse o que a mim pertence, o meu segundo nível de alma, o meu rúach.

Já expliquei que, a gematria de “Rúach Immanuel (רוח עמנו-אל)” é exatamente 413, o que demonstra e evidencia a manifestação do divino na minha vida e o poder de realizar e estudar Torá neste mundo e na Academia Celestial.

No corpo de Elisheva descansava o rúach de Immanuel Velikovsky que estava destinado a mim para ser o meu segundo nível de alma. Era inevitável o nosso encontro e nossa relação amorosa e por isso uma aura poderosa se manifestava sempre que estávamos juntos. A medida que a relação se intensificava, as centelhas do espírito de Immanuel transmigravam para o meu corpo de acordo com o segredo do Yibur explicado pelo Arizal e compilado em Sha’ar Há’Gilgulim pelo Rabino Chaim Vital de quem eu também sou uma reencarnação. Lembrando que o Rabino Vital era uma reencarnação da alma de Chizkiyahu Mélech Yehudá que reencarnou depois em Immanuel Velikovsky e, finalmente, em mim.

 667
O Verdadeiro Gurú

Gurú: Professor espiritual, especialmente, aquele que inicia uma pessoa no caminho da Sabedoria espiritual. Na tradição cabalista, Rabbi (רבי).

Foi o Arizal (Rabbi Itzchaq Lúria) quem revelou ao rabino Chaim Vital, de abençoada lembrança, que ele havia recebido a alma do Rei Ezequias por Yibur durante uma shabat em 1572, quando ele viu, escrito na testa de Vital, as palavras de Rabban Yochanan Ben Zaccai que ele proferiu quando estava para morrer: “Preparem uma cadeira para o Rei Ezequias, ele está vindo (הכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא).” Em 2016, eu tive um sonho e nele, fui levado à Academia Celestial e lá, os mestres da Toráh me disseram em uníssono estas palavras de Rabban Yochanan me mostrando, ao mesmo tempo, as mesmas escritas em Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das Reencarnações) me informando também, que havia nelas, um segredo de gematria. O valor numerologico destas palavras proferidas por nosso mestre Yochanan Ben Zaccai é igual a 761 que corresponde à gematria do ano 761 que correspondeu ao ano 2001 no calendário solar gregoriano. Foi naquele ano que ascendi novamente, nesta reencarnação, ao nível de rabino.

Quando fui ordenado Rabino novamente nesta vida e recebi minha semichá espiritual da alma do nosso mestre, o Arizal, passei a ser chamado, por inspiração divina, de Rav Misha’Ël (רב מישאל) cuja gematria é igual a 583 e esta, é a mesma da expressão “Paulo, hú le’gilgul rabbi Chaim Vital (פאולו הוא לגילגול רבי חיים ויטאל)” cuja tradução é “Paulo, ele é a reencarnação do Rabino Chaim Vital.” Meu nome civil, Paulo, possui a mesma gematria de Chaim Vital que é 123.

“Os filhos de Belém: 123”
Ezra 2:21

Em Shoferim (Juízes) capítulo 19, nos encontramos as palavras “el-Beith Lechem (אל-בית לחם)” que se traduzem como “para Beith Lechem (para Belém)” e cuja gematria é exatamente igual a 583. Eu nasci na maternidade do Belenzinho, no distrito do Belém, em São Paulo, em 10 de junho de 1966 e minha mãe me chamou Paulo (123). O Rabino Chaim Vital cuja gematria é igual a 123, nasceu na aldeia de Safed, norte de Israel, em 23 de outubro de 1542 e faleceu no dia 23 de abril de 1620. A expressão “Yavô Tz’fat (יבא צפת)” que se traduz “Virá de Safed” possui gematria igual a 583. Este valor era também o número da casa na qual nossa Sinagoga estava estabelecida pela qual o contrato de aluguel foi assinado no dia 23 de abril de 2001 com vencimento no dia 23 de outubro de 2003.

A mensagem do 583? "Virá de Safed para Belém (יבא צפת אל-בית לחם)" evidenciando que a centelha de alma que se tornaria a minha "néfesh ha'eloqit (נפש האלוהית)" viria de Safed, Israel, para Belém, São Paulo e se manifestaria quando eu completasse 35 anos e pisasse os pés na casa número 583, na Vila Amorim, em Suzano, no dia 23 de abril de 2001, dia do falecimento do rabino Chaim Vital, que nasceu em Saféd em 1542.

A gematria Avgad Reversa de Rúach Immanuel é 667 que é exatamente a mesma numerologia cabalística de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). O Arizal, como ele mesmo revelou, veio ao mundo apenas para guiar o Rabino Chaim Vital ao Despertar da sua própria alma e revelar a ele quem ele realmente era.  A expressão “Yada yavô Tz’fat (ידע יבא צפת)” que se traduz “O conhecimento virá de Safed” possui gematria igual a 667 que é a mesma de Rabbi Itzchaq Lúria.  A mesma numerologia cabalista é a gematria de “Gilgul yavô be’Tz’fat (גילגול יבא בצפת)” cuja tradução é “A reencarnação virá de Safed.”

Outra importante expressão reveladora que possui a mesma gematria de Rabbi Itzchaq Lúria que é 667 é a expressão “Gilgul be’yibur be’NaRaN (גלגול בעיבור בנרן)” cuja tradução é “Reencarnação por Yibur de NaRaN”. NaRaN é o segredo de Néfesh, Rúach e Neshamá recebidas por Yibur, conforme a expressão indica e evidencia por sua gematria que é 667, a numerologia cabalística do autor do Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das Reencarnações), o Rabbi Itzchaq Lúria, no qual estes níveis são mencionados e explicados.

Continuará...


Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi


sábado, 15 de junho de 2019

Evidências Das Minhas Reencarnações


O Maharal & O Golem De Praga

Foi no dia 20 de fevereiro de 2016 que eu vi, pela primeira vez, a arte criada por Daniela Owergoor e que, imediatamente soube que deveria se tornar a Capa para o Livro "O Maharal & O Golem De Praga. Contatei a artista e solicitei a capa que me custou exatos R$288,00 reais.

Ora, absolutamente nada acontece por acaso e o Sagrado, abençoado seja Ele, queria me revelar a identidade da centelha de alma que eu havia recebido para ser minha neshamá (alma divina), uma sensação do grande Maharal. O valor 288 é a gematria de Yibur, o nome do tipo de reencarnação pelo qual uma pessoa que realiza Toráh, seu estudo e o estudo do Zôhar sagrado, pode merecer ainda em vida, mas o valor continha outro segredo. O nome Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre conhecido como Maharal de Praga, possui gematria exatamente igual a 288.

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".

Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2

Verdadeiramente então, aquela centelha da Néfesh (alma) de um Tzadiq (justo) passa a ser o Rúach (espírito) ou a neshamá (alma divina) daquela pessoa que, em vida, realizou preceitos da Toráh semelhantes aos que o Tzadiq havia realizado durante sua vida em outra reencarnação. De fato, a pessoa terá uma sensação da alma daquele tzadiq e passará a ter experiências e manifestações divinas semelhantes às que ele teve durante sua vida, o que inclui lembranças.

O Sonho De Karla
Revelando A Centelha Do Maharal

Alguns dias se passaram depois que adquiri a arte que se tornaria a Capa do meu livro (vista acima) e, em 29 de fevereiro, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, o que consistiu em um grande mistério pois, o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos.

A anotação do sonho que Karla teve


Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências. Nos meses seguintes a tia de Karla faria um passeio turístico para Praga, capital da República Tcheca, a cidade do Maharal.

"Em gematria Avgad (אבגד)- cada letra é substituida pela sua próxima. Tav (ת) se torna Aleph (א), Aleph (א) se torna Beit (ב), Beit (ב) se torna Guimel (ג) e assim por diante." Assim, a gematria ordinal de Golem que é 79 em Avgad se torna 101.

Sonhando Com A Morávia

Em 2010, em setembro, eu havia sonhado que estava na Morávia. Fiquei muitos anos sem compreender o porque deste sonho até que, um dia, eu fui inspirado a calcular a gematria do nome Morávia, devidamente transliterado para o hebraico e que é Moraváh (מוראביה) e descobri que, a gematria Mispar Ne'elam (gematria oculta) era igual a 887 e que é exatamente a mesma de "yibur Maharal Mi-Prague (עיבור מהרל מפראג)" que se traduz "Reencarnação do Maharal de Praga".

“Rabbi Elazar ben Chisma disse: “… Astronomia e Gematria são sobremesas (parperaot) da sabedoria (תְּקוּפוֹת וְגִימַטְרִיאוֹת, פַּרְפְּרָאוֹת לַחָכְמָה:).” 

Pirkei Avot 3:23


Brincando De Fazer Golen's

Quando eu era menino, eu tinha um amiguinho chamado Levi com o qual realiza as minhas brincadeiras de menino e, entre estas brincadeiras a minha favorita era criar criaturas de barro modeladas com formas humanas. Esta memória ficou oculta durante mais de 40 anos até que, quando comecei a escrever o Maharal & O Golem de Praga ela emergiu milagrosamente. Hoje, me recordo até mesmo do último "Golemzinho" que criei usando argila de um certo barranco que havia no meu bairro. Este "golemzinho" e que foi o maior que eu havia criado, eu o costumava guardar na casa da minha avô materna que morava na mesma rua.

Nos dias subsequentes ao meu despertar em 27 de setembro de 2014, nos quais eu fui informado divinamente que minha nefesh (alma) é, na verdade, uma centelha, uma sensação, uma faísca da alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua memória, e em razão da qual eu recebi meu nome civil da minha mãe e que possui a mesma gematria de Chaim VItal (חיים ויטל) que é 123, num certo dia daqueles, e não por acaso, o dia 23 de outubro de 2016, aniversário de nascimento no calendário juliano do Rabino Chaim Vital, fui levado, pela luz da minha nefesh, a realizar um teste caseiro de glicemia o qual resultou, às 14h07m, no valor 123 mgdl e o qual eu chamei de "Assinatura da Alma" de acordo com o segredo "... a alma está no sangue...".


Inspirado novamente pela alma, resolvi calcular o número de minutos existente em "14h07m" e descobri que, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos completos. Abaixo do registro em gematria do valor da minha nefesh (123) estava a assinatura da minha neshamá, a gematria 887, a gematria de "Yibur Maharal Mi-Prague". A revelação me impactou e, em razão dela, eu escrevi para o inicio do livro: "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga."

A brincadeira de fazer "Golen's" era uma sensação da neshamá que eu receberia no futuro e esta, para se revelar, me inspiraria a escrever o Maharal e o Golem de Praga e, como uma das evidências, inspiraria um sonho em Karla para manifestar sua assinatura divina.

Há ainda outros mistérios, acontecidos antes desta experiência, no qual a alma manifestaria sua presença e entre estas a revelação do titulo Maharal codificado no Tehilim 139 que narra a criação do Golem. Este foi o primeiro segredo que a sensação do Maharal em mim revelou à minha consciência ainda não desperta naqueles dias de 2002.

גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם. יז וְלִי--מַה-יָּקְרוּ רֵעֶיךָ אֵל; מֶה עָצְמוּ, רָאשֵׁיהֶם.

Codificado no Tehilim (Salmos) 139, onde se lê "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmos 139:16,17)" a centelha do Maharal me revelou "Golem" e "Maharal" que no versículo original hebraico estão marcados em vermelho.

Eu comecei a escrever para o Livro no dia seguinte após ter comprado, por R$288,00, a arte para a Capa do livro, no dia 21 de fevereiro de 2016 usando um tablete que depois eu doaria para uma pessoa com necessidades especiais.

A Evidência Das Evidências

O sonho de Karla Roberta Carvalho​ no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi na segunda-feira dia 29 de fevereiro de 2016 e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 (כ׳ בַּאֲדָר א׳ תשע״ו) e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença e revelar a si mesma. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580) também numa segunda-feira, o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga.

Conscientemente, eu nada sabia desta data, mas a alma, a centelha do Maharal, sua sensação em mim, a conhecia e por está razão e como evidência da sua presença, entrou no sonho de Karla no mesmo 20 de Adar, 436 anos depois, e mostrou a ela o que somente ele sabia, o segredo de como criar um Golem e ainda assinou a gematria hebraica Avgad de Golem.

Agora, eu conheço minhas reencarnações e a minha estrutura espiritual e está inclui a néfesh do Rabino Chaim Vital, o Rúach de Immanuel Velikovsky que era uma reencarnação, assim como Vital, do Rei Ezequias (Chizkyiahu) e a néfesh do Maharal como minha neshamá.

Ah! Eu ia me esquecendo! O valor mostrado no sonho para Karla, 101 é também a gematria da expressão "Ha'Sod Ha'Shem (הסוד יהוה)" cuja tradução é "Um Segredo De Ha'Shem."

Abençoado seja o Sagrado que faz com que os homens mereçam joias tão preciosas, mesmo que eles acreditem não terem mérito para presentes tão elevados. 

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Deepak Sankara Veda

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A ALMA ESTÁ NO SANGUE


Quando o mestre Chaim Vital (חיים ויטל) quer me revelar mistérios da Toráh, sua alma em mim faz elevar a minha glicose ao valor da gematria do seu nome, isso porque, foi como esta escrito "A nefesh está no sangue...".

Os médicos pensam que sou diabético, mas não o sou e minha glicemia é abaixo de 100 mg/dl. É um mistério relacionado à reencarnação da alma do Rabino Chaim Vital em mim e tudo está de acordo com a vontade dos céus e pouco me preocupa a opinião, aceitação ou não dos religiosos. D'us realizou este milagre para revelar a alma de Chaim Vital e mostrar ao mundo que ele não o desamparou privando-o da centelha de um dos Seus sábios.

Ontem, dia 21 de novembro de 2018, aconteceu novamente da minha Glikos Ha'Dam (Glicemia) subir e estacionar em 123, isso porque a alma do mestre estava despertar e queria me revelar mistérios. Ei-los:

O dia 21 de novembro é o 325º dia no ano solar e este valor contém a gematria da expressão qabalística " ve'yavô, ve'ani ihiú zocher (ויבוא, ואני יהיו זוכר)" que se traduz "Eles virão, e eu vou me lembrar (dos mistérios das vidas passadas)". Eles virão, no plural, porque Chaim Vital possui outras centelhas de almas que foram a vestimenta da sua néfesh, inúmeras vozes, um conciliábulo repleto de sabedoria. Os dias restante para findar o ano são de 40 dias, e este valor, o 40, contém a gematria do termo "Goel (גואל)" que significa "Redendor" e que alude ao nível da S'firá Biná que a pessoa alcançou e, portanto, mereceu a sua neshamá (alma divina).

O momento no qual minha Glikos ha'Dam alcançou 123 mg/dl (miligramas por decilitro de sangue) foi às 16h40, são 1000 minutos e mil se escreve Élef (אלף) cuja gematria Mispar Kollel é 112 e corresponde à gematria da palavra Yaboq.

Yabóq
O Segredo Do Número 112
Sha'ar Ha'Guilgulim 
Ha'Qadmá 18

"Nesse momento (da transmigração da Neshamáh) a pessoa é chamada de "Homem Completo (Adão)". Isso é dito sobre a pessoa que mereceu e alcançou uma Neshamáh de Briáh sobre a qual brilha o nome Eheyêh (אהיה) e quando, o Nome Adonai (אדני) que reluz sobre a Nefesh[5], o Tetragrammaton (יהוה) que ilumina sobre o Ruach[6] e o Nome Eheyêh que cintila sobre a Neshamáh se conectam dentro da pessoa, resultam na gematria (númerologia) de Yabók  (י"קב) que é 112 e nessa hora ele se tornou Desperto, o Buda, o Cristo, o Messias (Adão). E sobre ele é dito "Salva-nos, ó Adonai! Responde-nos, ó nosso Rei, no dia em que Te invocarmos!" E essas palavras são as iniciais em hebraico de Yabóq. E nesse momento a pessoa estará com a Néfesh de Assiá, com o Rúach de Ietzirá e com a Neshamá de Briá".


Sha'ar Ha'Gilgulim ha'Qadmá 18

A data foi 21/11, e 21 é a gematria do Nome Eheyêh que brilha sobre a Neshamá, conforme revelado acima e o número 11 se escreve echad ésser (אַחַד עָשָׂר‎) cuja gematria é 583 que é a mesma de Rav Misha'Ël que sou eu e, não por acaso, meu nome civil é Paulo (פאולו) cuja gematria (numerologia qabalistica) é a mesma de Chaim Vital, 123! Além desse resultado, 583 é também a gematria de "Elul, ha'eitanim (אלול, האיתנים)" que se traduz "Elul, o poderoso" e que me fez lembrar um sonho que me foi dado sobre Elul para me revelar a centelha de Vital em mim. O sonho está publicado no meu livro "Supernatural - Entre Anjo & Demônios - Guia não oficial da Série de Tevê - publicado no Brasil pela Editora Gryphus.



Por que Elul? Porque Elul contém o segredo de Chaim Vital e que estava escondido em Sha'ar Ha'Gilgulim na Introdução 38 na qual o Mestre Arizal revela ao Rabino Chaim Vital que seu dia, de acordo com a raiz da sua alma, era o dia 13 e a mim foi revelado que o mês era o de Elul, porque Elul contém as iniciais de "Ani Le'Dodi Ve'dodí Lí (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja gematria do passuq (verso) é igual a 185 que é a mesma gematria de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que se traduz "EU SOU CHAIM VITAL." Bendito seja ó Atiqá Qadishá e Sua tara'a, que revelam os mistérios. 

Razá Ila"ah
Bën Mähren Qadësh

sábado, 11 de maio de 2013

Consciência Etérea




Consciência do Olam ha'Atzilut, o mundo da Sabedoria (The Wisdom World's) onde tudo é etéreo, sem forma e tudo pode ser moldado. Em Crônicas de Qédem este universo é chamado "Sólomon".

Eu não preciso de uma EBE (Entidade Biológica Extraterrestre) para me revelar e ensinar os mistérios da Sabedoria, porque minha Neshamá (Alma Divina) é uma faísca, uma centelhas de uma das 144.000 gigantescas estrelas que D'us criou e espalhou por 72 constelações. Estas estrelas são azuis. São os sóis mais quentes do universo e este é o segredo das “seis tábuas” nas quais a Torah foi gravada.



O Segredo da Alma Divina
Neshamá

Na Instrução Divina (Torah) nossas almas divinas são chamadas de "Pavimento" de Safira cuja cor se assemelha ao azul dos céus. Nossas almas são lascas deste Pavimento de Safira (Livinat ha'Saphir) e as Letras da Torah foram gravadas, segundo o relato escrito nela, em Tabletes feitos desta pedra celestial, portanto, uma vez que nossas almas são lascas deste pavimento, todos os mistérios da Instrução Divina (Hê) estão gravados em nossas Neshamot (almas divinas).




Este é o mistério do porque o Midrash diz que, apesar das Tábuas nas quais a Torah fora escrita serem de Safira, elas podiam ser enroladas como pergaminhos, conforme já havia revelado. Estas tábuas estão em nós, são nossas próprias almas divinas e, portanto, toda instrução dos mistérios da Sabedoria se encontra dentro de nós mesmos.

A busca por EBEs que possam nos revelar que somos na verdade é uma ilusão, pois o verdadeiro caminho, a verdadeira viagem de busca é a "jornada interior" até o "despertar" e então todos os mistérios serão lembrados por nossas almas e saberemos quem realmente somos. Este é o segredo e a razão do porque você o está lendo, pois ele emergiu do meu interior como uma vivida lembrança.

O despertar fora marcado para ter inicio no "sexto céu" chamado "Etzem ha'Shamayin (Essência dos Céus) para atingir seu grau mais elevado onde toda a humanidade estará desperta no "sétimo céu" chamado "Livinat ha'Saphir (Pavimento de Safira), conforme escrito na Torah em Shemot (Êxodo) capítulo 24 verso 10 "E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que um pavimento de pedra de safira (livinat ha'saphir), que se parecia com o céu (etzem ha'shamayim) na sua pureza”.


Quando os hebreus israelitas tiveram suas “lascas de safira” gravadas com a Instrução Divina, eles foram trazidos ao “sétimo milênio” ao futuro, e viram o “D’us de Israel” ou seja, contemplaram a revelação de todos os mistérios da criação como seres despertos, uma só nação de iluminados, todos messias.

No mesmo dia em que esta lembrança emergiu no meu interior, resolvi, como de costume tradicional, procurar por um código que comprova-se este mistérios elevado e maravilhoso, e o encontrei conforme a lembrança da minha neshamá me houvera instruído.

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No código acima, a “key word (Palavra Chave)” é “mi neshamá (O que é a Neshamá?) pergunta para a qual a resposta surpreendeu-me, mesmo tendo recebido a revelação e sabendo que a resposta a comprovaria. Cruzando “mi neshamá” está o 10º passuq (verso) do Êxodo pereq (capítulo) 24 que citamos anteriormente: "E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que um pavimento de pedra de safira (livinat ha'saphir), que se parecia com o céu (etzem ha'shamayim) na sua pureza”.



Logo acima de “mi neshamá” está o termo “modêh” que é uma alusão à prece “Modêh ani” recitada por nós hebreus todas as manhãs em seguida ao “Shiviti” que é a contemplação do Nome Santo. O “Modêh ani” é a prece de agradecimento e a carruagem através da qual nossas “neshamot” são devolvidas ao nosso corpo num processo diário e contínuo de reencarnação.

Resumindo: Nós somos a Torah, a Instrução Divina, e as palavras do Eterno estão gravadas em nossas almas.


PISANDO NO FUTURO

De acordo com este segredo revelado, as "neshamot" dos hebreus, foram trazidas ao futuro e toda a tecnologia que seria canalizada do Gan Éden (Jardim do Éden) neste tempo futuro foi conhecida por elas. Certamente Steve Jobs e Bill Gates estavam entre estas almas. Steve Jobs criou o Tablet para a Apple e este equipamento já estava aludido neste vislumbre futuro:

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Cruzando os dois pessuqim (versos) do Êxodo 24:10 e 24:12 está o termo "Machshev (Computador)". No Êxodo 32 onde novamente somos instruídos sobre as Tabletes dadas a Moshê (Moisés), secretamente o termo "Machshev (Computador)" está codificado e agora, um novo entendimento nos é revelado:

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De acordo com todos os escritos sagrados nos Midrashim, Zohar e no Talmude, nosso universo e tudo o que nele existe, incluindo o DNA primordial de Adão (da humanidade) foram feitos por seres de outros mundos encarregados pelo Sagrado, bendito seja Ele, e que nós chamamos de Malachim (Anjos). Este segredo revelado diminui a nossa "emuná (Fé)" no Criador de todas as coisas? De forma alguma, apenas a aumenta. Sim, fomos feitos por criaturas extraterrestres, por EBEs (Entidades Biológicas Exoplanetárias) de outros mundos e que revelaram as almas dos hebreus em Har Sinai toda a tecnologia que seria descoberta durante o 6º e o 7º milênios.

O sétimo passuq (verso) do Nome de D'us de 42 Letras diz: "Shav'atênu Qabel Ushemá Tza'aqatênu Yodêa Taalumot (Aceita as nossas preces e ouve os nossos clamores, ó Tú que conheces todos os mistérios encobertos)". Este sétimo verso do Ana Be'koach está atado ao sétimo milênio e nos diz que neste tempo todos os mistérios seriam descobertos, os segredos que foram gravados, escritos, esculpidos em nossas neshamot (almas divinas) em Har Sinai cerca de 4.000 anos atrás. Hallelluia!!!!! Umen!

Para evidenciar, fornecer uma prova de que a alma de Steve Jobs estava entre as almas dos Hebreus que foram "transportados" ao futuro, abaixo o código que o Sagrado, bendito seja Ele, me revelou:

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O Artesão Da Luz