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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Betzalel Está Vivo




"Nós mesmos colheremos os frutos das árvores que plantamos, mesmo que algumas vidas sejam necessárias. Não há como evitar o destino, a escolha que as centelhas de almas que nos habitam fizeram em outras vidas. Boas ou más, nós vamos ceifar estas escolhas." 

Na madrugada de 21 de julho de 2013, durante um sonho, no qual eu estava na companhia de Sam, Dean e do Anjo Castiel da série Supernatural, segredos profundos me foram revelados. Nós quatro estávamos, ao que me pareceu, uma escola e, então, eu escrevia um Nome Divino no quadro negro e sabia que este Nome faria com que o Sagrado, abençoado seja Ele, aparecesse imediatamente. Ao escrever o Nome pela primeira vez, o Anjo Castiel, veio e o apagou e, então, eu o escrevi novamente e o Santo, bendito seja, apareceu instantaneamente. 

O Nome que eu escrevia no quadro negro era Elul (אלול) que é o acrônimo de "Ani Le'dodí Ve'dodí Li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי) - Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu - uma declaração de amor esotérica da alma (néfesh) chamada "K'nesset Yisrael (כנסת ישראל) para o espírito (rúach) chamado "O Rei (המלך)" com a qual ela deve se unificar. 

A escola, na qual estávamos, é uma alusão à Academia Celestial e o segredo do sonho é o que se segue: 

A madrugada de 21 de julho é a 202ª madrugada do ano e este valor possui a gematria da expressão esotérica "Betzalel hú chai ve'yavo (בצלאל הוא חי ויבא)" que se traduz "Betzalel está vivo e está vindo." Elul é o nome que recebe o sexto mês lunar no calendário hebraico que é chamado “O Mês da Teshuvá (retorno)”, um mês propício para o retorno de determinadas almas. 

Betzalel é o sobrenome do nosso mestre, o Maharal de Praga. E quando faleceu (se ocultou) o Rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel? Em Elul, no dia 18. 

 "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito retorne a Elohim, que o deu (וְיָשֹׁב הֶעָפָר עַל-הָאָרֶץ, כְּשֶׁהָיָה; וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)." 

- Eclesiastes 12:7 

Aqui neste versículo, o termo que foi traduzido para "retorno" foi "Tashuv (תָּשׁוּב)" que é o segredo de Elul. 

Alguns meses depois desse sonho, exatamente na manhã de 28 de outubro, a pessoa que estava carregando esse ruách elevado e que estava destinado a mim por Ibür, apareceu. Ora, o dia 28 de outubro é 0 300º dia no ano solar e este valor possui a gematria de "Rúach Elohim (Espírito de Elohim)" e como eu estava destinado a receber, por Ibür esta centelha do rúach do Maharal para ser a minha neshamá (alma divina), a pessoa que veio e na qual este rúach foi entesourado, nasceu, como eu já havia explicado, em 1º de T'shri que é o segredo do Bereshit bará Elohim et ha'Shamayim (בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם)..." que por temurá (permutação) e gematria (numerologia cabalistica) se transforma revelando "Em primeiro de T'shri, criou Elohim a neshamá..." 

Mas, porque, o Anjo Castiel estava no sonho? Um anjo que, até antes da publicação do meu livro Supernatural, o mundo acreditava ser uma criação para uma série de televisão? Eu ainda não havia descoberto Castiel nos escritos do Rabino Chaim Vital (Sêfer ha'Chazionot) e então, D’us veio a mim em sonho através do Anjo Castiel para me revelar este e outro profundo e singular mistério. 

Em Sha'ar Ha'Gilgulim, o Arizal, de abençoada lembrança, revelou ao Rabino Chaim Vital, que o dia da semana para ele era a segunda-feira e o mês era o de Elul. O dia do mês do Rabino Chaim Vital, me contou o Arizal, abençoado seja, era o dia 13. Elul, como supra explicado, é o segredo de "Ani Le'dodi Ve'Dodí Li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja gematria é igual a 185 e esta é a mesma da declaração "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que se traduz "Eu sou Chaim Vital. Eis a razão de, por muitos anos, eu usar no dedo anular da mão esquerda, um anel no qual estava gravado Elul e do meu primeiro email ser elul13@hotmail.com e de eu haver sido concebido na noite de 13 de Elul. 


Esta foto foi capturada na tarde de 3 de julho de 2009, o dia que é o 185º no calendário solar, valor esse que possui a gematria de "Ani Chaim Vital." 

Pobres religiosos que olham o corpo, nascido de ventre não casher, mas não veem a alma. Eles desprezam e rejeitam a árvore que o Sagrado plantou no mundo. Pobre dos arrogantes que não se levantam diante das cãs e lhes prestam reverência e com arrogância as queiram aconselhar. 

No dia 11 de Elul (26 de agosto, 27 em Israel) de 2015, eu cheguei no estúdio da Tv Geração Z (extinta) para apresentar o Programa Os Arquivos X, carregando nas mãos um exemplar do Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) que havia acabado de comprar na Livraria e Editora Sêfer. Ao tomar o metrô para me dirigir à Avenida Paulista na qual o edifício na qual a TVGZ transmitia seu sinal, tomei o carro A472 e depois baldiei e entrei no carro H583. Meu mestre, o Sagrado Leão de Safed (Arizal) me havia conduzido a ir à livraria e comprar o seu livro.



O primeiro valor somado ao A é igual a 473 e que, subtraído de 2015 é igual a 1542, ano no qual nasceu o grande Rabino Chaim Vital. O outro valor, possui o segredo que já revelei em muitos artigos, pois 583 é a gematria de Rav Misha'Ël (רב מישאל) que sou eu. O "H" é a inicial de "Hastér (הסתר)" que significa "oculto, escondido." A mensagem do meu mestre, o Arizal, foi "Em 583 está oculto aquele que nasceu em 1542." Ao chegar no estúdio, meu celular tocou. Era minha mãe avisando que a Santa Casa, na qual meu pai estava internado e sendo cuidado pelo Dr. Eduardo Ferreira, havia pedido para que ela fosse à Santa Casa urgente. Eu disse, "mãe, o pai faleceu..." Eu sepultei meu pai na tarde do dia 27 de agosto (28 em Israel), exatamente em 13 de Eul... 



A permissão do mestre Arizal para que eu compartilhasse estes mistérios, veio na semana passada e eu meditei por uma semana antes de vir aqui escrever e postar.  Eu até a postei no Facebook com os seguintes dizeres:

"Há tanto, sobre as visitas do Santo Leão, o Arizal, e das coisas que ele me contou para escrever e revelar, que acho que vou escrever por todo o restante da minha transição nesta encarnação." 

Era para ter postado ontem, dia 29 de Sivan, dia no qual, em 1534, o Arizal nasceu neste mundo...

Onze meses depois de haver encontrado aquela que estava trazendo a centelha do rúach do Maharal, o despertar me alcançou, exatamente no dia do aniversário dela, 27 de setembro, que é o 270º dia no calendário solar valor este que é o mesmo do termo "Ër (ער)" que significa "Desperto."

Os arrogantes olham para você e veem os defeitos do teu corpo gerado de um ventre não casher, de acordo com o dogma deles, mas não veem a sua alma, a árvore da vida que D'us plantou no mundo. 

"Nós mesmos colheremos os frutos das árvores que plantamos, mesmo que algumas vidas sejam necessárias. Não há como evitar o destino, a escolha que as centelhas de almas que nos habitam fizeram em outras vidas. Boas ou más, nós vamos ceifar estas escolhas."

Autor
Bën Mähren Qadësh

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Percebendo A Centelha Do Maharal

Praga, República Tcheca

Existe um recado dos céus, uma mensagem, um código divino criptografado em algum lugar para cada um de nós. Percepções sinalizam o caminho guiando a alma ao seu destino final. São como gatilhos que vão dando à alma pequenas gostas de lembrança que a vão fazendo recordar de sua verdadeira identidade até que ela alcance o momento pela qual reentrou nesse mundo: O Despertar.

O Despertar acontece quando a alma se recorda de seu verdadeiro nome (ver Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 38). A alma à qual nos referimos aqui é a neshamá, mas o processo é o mesmo para os três níveis.

Em 22 de janeiro de 2001, no meu primeiro ano do rabinato cabalístico, estreou, na Rede Globo, a novela "Um Anjo Caiu Do Céus" com Caio Blat e Tarcísio Meira. 22 de janeiro transliterado para o hebraico (כב ב"יאנואר) possui gematria igual a 292. Teve seu primeiro capítulo gravado em Praga, na República Tcheca, sim, Praga, a cidade na qual o Maharal, o rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel foi o Rabino chefe e na qual ele criou o Golem, o ser de barro feito para proteger o povo judeu e muitos outros milagres.

A novela teve 185 capítulos e teve o seu último episódio exibido na noite de 25 de agosto de 2001 (7 de Elul, 5761).

Tarcísio Meira


Não por acaso, o valor 292 é o resultado em gematria mispar kollel de Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה לוואי בן בצלאל). A gematria mispar kollel é o resultado da soma da gematria mispar gadol com o numero de palavras na frase ou no nome e nesse caso, a gematria do nome do Rabi que é 288 mais as quarto palavras que o formam.

Já o valor 185 é o resultado em gematria da expressão "Yavoú ba'chelom ha'layla (יבאו בחלום הלילה)" cuja tradução é "Ele virá em um sonho à noite..." Quem viria em um sonho à noite? A alma do rabino Judá Loëw Ben Betzalel. 

A data do término da novela, noite de 7 de Elul (ז ב"אלול) possui gematria mispar musafi igual a 82 que é a mesma gematria da palavra Gilgul (גילגול) que significa "Reencarnação."

Em hebraico "Um Anjo Caiu Do céu" é "Ha'Malach-Nafal-Mi-Shamayim (המלאך-נפל-משמיים)" escrito assim mesmo com "Maqafim (hifens)" e a gematria mispar kollel é igual a 697 que é exatamente a mesma de "Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים) - Portal das Reencarnações."

Passados dois anos da estreia da novela, na madrugada de Lag Ba'Omer de 5763 (20 de maio de 2003), a alma do Maharal me visitou durante um sonho. Ele portava sua maravilhosa bengala na mão esquerda. Ele me olhou e passou a me revelar um segredo sobre reencarnação que eu jamais havia lido ou ouvido dos lábios de qualquer pessoa. Eu chorei durante todo o recorrer daquele dia e cada vez que um dos discípulos vinha falar comigo eu chorava e nada conseguia falar ou responder.

E, por que na madrugada de Lag Ba'ômer? Porque, 413 anos antes, na mesma madrugada de Lag Ba'ômer de 1590, o Maharal desativava o Golem que havia criado para proteger o povo judeu. Naqueles dias eu estava noite de uma jovem cuja gematria do nome era exatamente 413.

A gematria do nome do ator principal da novela, Tarcísio Meira (טרסיסיו מאירה) é 611 que é a mesma de Torá (תורה), e a gematria mistar kollel é 613 que é o número de preceitos que contém a Torá. Já a gematria Avgad Reversa é 774 (תשע"ד) que foi o ano do meu despertar.

Quando o despertar acontece, todos os segredos ficam despidos diante da alma do que despertou e ele passa a ler os códigos que sua alma escreveu no universo antes de entrar no mundo. Este código estava lá para mim e por esta razão somente minha alma pode percebê-lo e o decodificar.

A propósito, o valor 288 é o resultado gematrico de Yehuda Loëw Ben Betzalel e tbem de Ibür (impregnação, tipo de reencarnação mencionada em Shaar Ha'Gilgulim) e é tbe a gematria de "Borê Golem (בורא גולם)" que significa "Criador do Golem." Bendito seja o Atiqá Qadishá que revela os segredos. 

Bën Mähren Qadësh
Razá Ila'ah.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

O Mistério Do Número 887


Sód Mispar 887

O termo hebraico "Sód (סוד)" significa "Segredo Divino" e alude à porção oculta da Toráh que somente pode ser revelada com a aplicação de todas as ferramentas sagradas que foram reveladas em Har Sinai (Monte Sinai) e que foram dadas aos cabalistas por nosso mestre Moisés.

A gematria 887 me foi revelada divinamente e é um segredo do Gilgul (Reencarnação). Este valor contém a numerologia cabalista de "Néfesh ha'Elohit (נפש האלוהית)" expressão que geralmente transcrevemos "Néfesh ha'Eloqit" e que significa "Alma Divina" que é a parte mais elevada da "néfesh".

Como já foi explicado aqui e acolá e em muitos artigos neste Blog, são cinco os níveis e os nomes da alma:


NÉFESH, RÚACH, NESHAMÁ, CHAYÁ E YECHIDÁ

Todos esses nomes são mencionados nas Escrituras Sagradas Hebraicas, como, por exemplo, no versículo "A lâmpada de Adonai é a alma do homem... (Provérbios 20:27". No hebraico lemos "Nër Adonai nishamat Adam... (נֵר יְהוָה, נִשְׁמַת אָדָם)". O termo usado para alma foi nishmá que é derivado de neshamá e significa fôlego/respiração. A melhor tradução seria "A lâmpada de Adonai é a neshamá de Adão...". De acordo com o Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações), uma pessoa só é considerada Adão quando merece a alcança o terceiro nível de alma que é Neshamá.

O termo Rúach é mencionado, por exemplo, no versículo "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu (Eclesiastes 12:7)". Em hebraico lemos "ve'ha'rúach tashuv el-ha'Elohim asher nitaná (וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)" e neste caso, especificamente, o versículo está mencionando um rúach que é uma faísca de Elohim e não um rúach de Adão e é por isso que afirma "e o rúach volte a Elohim que o deu.

Quando uma pessoa recebe uma faísca de um rúach de Elohim acima, ela é chamada de Ish ha'Elohim (איש האלהים) - O homem de Elohim, como foi Moisés nosso mestre e os profetas Eliahu e Elisha.

O termo Néfesh é mencionado, por exemplo, em Ezequiel, onde lemos "... a alma que pecar, ela morrerá (Ezequiel 18:4)." No hebraico lemos "... ha'néfesh ha'chotét, hí tamút (הַנֶּפֶשׁ הַחֹטֵאת, הִיא תָמוּת.)".

Existem determinados pecados que afetam somente a néfesh de uma pessoa. Outros pecados podem manchar apenas o rúach e o Santo, bendito seja Ele, proveu meios para que, uma vez corrigidos esses níveis, eles sejam guardados e protegidos do pecado para que não sejam novamente manchados e toda correção alcançada seja perdida gerando mais carma.

Para ajudar com compreensão àqueles que desconhecem a língua sagrada e seus mistérios, cito aqui, o versículo do chamado "Novo Testamento" no qual se lê "... o que é nascido de Elohim não peca, pois o que é nascido de Elohim e é protegida a sua néfesh e o o mal não lhe toca (יָדַעְנוּ כִּי כָל־הַנּוֹלָד מֵאֵת הָאֱלֹהִים לֹא יֶחֱטָא כִּי אֲשֶׁר יֻלַּד מֵאֵת הָאֱלֹהִים יִשְׁמֹר אֶת־נַפְשׁוֹ וְהָרַע לֹא־יִגַּע בּוֹ׃) - Iª Carta de João 5:18

AS DUAS ALMAS

'E neshamot (almas) que eu fiz (וּנְשָׁמוֹת אֲנִי עָשִׂיתִי).' Eu (Rabi Shneur Zalman de Liadi) sabia que em todo judeu, homem ou mulher, residem duas almas, uma das quais é a alma Divina, e a outra a alma animalesca. Sempre me empenhei muito, fazendo grandes esforços, para entender a profundidade de cada conceito, e assim passei muito tempo ponderando a diferença entre estas duas almas. Afinal, ambas são formadas pelo Criador, e a respeito de ambas o versículo declara: 'Eu fiz.'"


Likutei Amarim Tanya - 7

O versículo citado acima pelo Rabbi Sheneur Zalman de Liadi se refere especificamente à neshamá que é o terceiro nível da alma.

Toda pessoa quando nasce recebe uma "Néfesh Bahamit (נפש נהמית) - alma animal" e precisa trabalhar espiritualmente cumprindo mitzvot (preceitos da Toráh) para merecer uma "Néfesh ha'Eloqit" a, não ser, que tenha nascido num lar judaico e, através da Brit Milá (Circuncisão) no oitavo dia a partir do nascimento e através das kavanót (meditações) adequadas, os pais adquiram para a criança, uma néfesh elevada.

A possessão da pessoa apenas de uma alma que é a néfesh bahamit (alma animal) explica as atitudes e ações animalescas dessa pessoa e sua falta de espiritualidade.

Na antiguidade, quando os israelitas estavam totalmente envolvidos com a Toráh ha'Sód (Toráh do Segredo), aos oito dias de nascimento recebia-se uma néfesh elevada de assiá (mundo da ação). Aos 13 anos, durante o Bar Mitzvá, um Rúach de Yetzirá (mundo da formação) e, aos vinte anos, uma neshamá de Briá (mundo da criação) e, a partir dai, se mérito adquirisse, almas mais elevadas de Atzilut (mundo da emanação) e de Yechidá (mundo da unificação). Hoje, o Bar Mitzvá, não passa de uma festa para um menino judeu que completou 13 anos...

Quando eu nasci, e, mesmo tendo nascido no exílio (fora de um lar onde Toráh e Qabaláh são praticadas) e por razões secretas e de reencarnação eu recebi uma néfesh judia. Isso me foi revelado quarenta e dois dias antes da minha Brit Milá (circuncisão) em Lag ba'Ômer de 5763 (2003) quando, durante meu sonho eu fui visitado pelo Tzadiq Nistar (Justo escondido que é a alma de um mestre da Toráh que habita no Jardim do Éden) que me disse:

"- Um rúach judeu não pode assentar sobre uma néfesh não judia..." 

Este tzadiq nistar era a alma do Maharal Sagrado que trazia, na sua mão esquerda, sua bengala milagrosa.

O meu nome civil é Paulo cuja gematria é 123. Ele foi escolhido por minha mãe e inspirado pelo anjo que me acompanhava no ventre dela durante sua gestação.

Um ano antes da minha Brit Milá, eu havia experimentado uma elevação (projeção astral) e durante esta uma voz me ordenou dizendo: "- Una ao seu nome Misha'Ël Ha'Levi o nome "Yehudá". Eu obedeci e passei a ser chamado e conhecido por "Misha'Ël Yehudá Ha'Levi".

Treze anos após a minha circuncisão, dois anos após o meu despertar, na tarde de 23 de outubro de 2016, eu fui inspirado pelo Divino a realizar um teste caseiro de glicemia. O Sagrado, bendito seja Ele, queria me revelar o segredo chamado "A néfesh está no sangue." Imediatamente após receber a inspiração, eu tomei o meu glicosímetro e aferi a glicose no sangue e o valor foi exatamente 123 mg/dl.

O horário registrado pelo glicosímetro foi 14h07m. Ora, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos. O Sagrado, bendito seja Ele, estava me revelando a identidade da alma que eu havia recebido, uma néfesh ha'eloqit cuja identidade secreta estava guardada na gematria 123. Ora, a gematria 123 além de ser a numerologia cabalística do meu nome civil é, também, a gematria do nome "Chaim Vital (חיים ויטל)". Sim, eu havia recebido uma centelha da alma do mestre Chaim Vital, de abençoada memória e por isso, todos os milagres que me aconteceram se realizaram nas datas de 23 de abril, 3 de maio, 11 e 23 de outubro que são datas relacionadas ao nascimento e morte do rabbi Chaim Vital, de abençoada memória.



O dia no qual aferi a glicose foi o dia de nascimento de Chaim Vital em 1542. Foi em razão deste segredo de reencarnação que, em 1996, eu acordei de um sonho, durante o qual eu fui levado à caverna do Arizal (K'nesset Eliahu Ha'Navi), falando e cantando em hebraico, idioma que, até então, eu jamais havia estudado nesta encarnação.

Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito: "B'ney Beit-Lechêm: 123 (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.)." A tradução é "Os filhos de Belém: 123."

Eu nasci em 1966, no dia 10 de junho na maternidade do Belênzinho. no distro de Belém em São Paulo, e como disse, minha mãe me chamou pelo nome Paulo (פאולו) cuja gematria é 123. "Os filhos de Belém, 123." O rabino Chaim Vital também está em simetria com Beit-Lechém mesmo tendo nascido em Tzfat (Safed), Israel, pois ele era da família do rei David.

DESCOBRINDO A MINHA NESHAMÁ

Em 2010, eu sonhei que estava na Morávia. Anotei o sonho no meu diário daquele ano e fiz uma menção a ele no dia 10 de novembro. O dia 10 de novembro é o 318º dia no calendário solar e, este valor é a gematria do nome Eliezer (אֱלִיעֶזֶר) cujo significado é "Aquele a quem D'us auxilia." Além disso é também a gematria de "NR'N - CH'Y" que são o segredo dos cinco níveis da alma (néfesh, rúach, neshamá, chayá e yechidá). Em fevereiro de 2014, um pouco antes do meu despertar no 270° dia no calendário solar (270 é a gematria de Ër que significa Desperto), o nome "Bën Mähren Qadësh (בן מהרן קדש)" me foi revelado através de um maravilhoso e enigmático Código na Torah e que seria um enigma para mim até a minha viagem a Israel, quando o segredo me foi revelado.


Na tabela acima, o código que me foi revelado pelo Sagrado em fevereiro de 2014. No centro encontra-se a key-word (palavra-chave) em vermelho que é "Shavit T'shri (Cometa de outubro)" e ao lado em rosa surge "Bën Mähren Qadësh (Filho da Mähren Sagrada)." Ambas ocorrências são cruzadas pelo meu nome civil "Paulo" e ao lado, no canto direito da tabela esta "Yibur Maharal". Há muito mais neste código e eu o venho decodificando ao logo dos cinco últimos anos. Para não haver dúvida de que o Paulo mencionado no código sou eu, o nome da pessoa com a qual eu me relacionava na época (פרננדה) e que estava ao meu lado quando o código foi aberto, está codificado também na matriz e compartilhando a mesma letra "Pei(פ)" do meu nome. Nós estávamos sentados no sofá do apartamento dela, o número 112.

Em Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) Ha'Qadmáh (Introdução) 18, o Rabino Chaim Vital revela sobre os três Nomes Divinos que brilham e reinam sobre os três níveis de alma, nefesh, ruach e neshamá que são Adonai (אדנ"י), o Tetragrammaton (יהו"ה) e o Nome Eheyêh (אהי"ה) e quando estes três Nomes se conectam dentro da pessoa, isso é,  quando ela recebeu e unificou a estes três níveis de alma, o número 112 brilha sobre ela nítida e misticamente, porque a soma da gematria destes três Nomes Sagrados resulta em 112. Nada me aconteceu por acaso!

A expressão "Giluí ha'gilgul Bën Mähren Qadësh (גלוי הגילגול בן מהרן קדש)" que se traduz "A descoberta da reencarnação de Bën Mähren Qadësh" possui gematria igual a 887. Bën Mähren Qadësh significa "Filho do Mähren Sagrado" e pode ser lido também "Von Mähren Qadësh.

Então, em 2016, no dia 20 de março, Karla Roberta Carvalho, uma amiga e aluna, sonhou que eu a estava ensinando a criar um golém, na mesma madrugada na qual, 433 anos antes, o Maharal Sagrado havia criado Yosséle, o Golem, da argila do Rio Vlatava.

Algum tempo depois, eu estava tentando descobrir o significado de ter sonhado com a Morávia e, ao calcular a gematria de Morávia transliterada para o hebraico (מוראביה), quase perdi os sentidos, ao descobrir a gematria ne'elam (oculta) de Morávia, pois o valor é 887.

Então, certa tarde, eu estava estudando gematriot, quando fui inspirado a procurar pelo significado de "Mähren". Cliquei no app Google Translate e, sem notar, deixei em "detectar idioma" e escrevi Mähren com esta exata grafia. O Google tradutor identificou com sendo Alemão e o significado "MORÁVIA".



"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa". - 


Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2 

Este tipo de reencarnação mencionada nesta Introdução do Portal das Reencarnações é chamado "Yibur (עיבור)" que significa "gestação" pois a pessoa fica grávida de uma outra alma que recebe ainda em vida.

Devo mencionar aqui que, antes de que o código mostrado acima me fosse revelado, eu jamais, nesta vida, tinha ouvido ou lido o nome Mähren e nunca alguém o havia mencionado para mim.

Em hebraico "O falecido Maharal, de boa lembrança, Mikulov, Morávia, República Tcheca (מהרל ז"ל מיקולוב במוראבה צכיה)" possui gematria igual a 887. O Maharal, abençoada sua lembrança, ficou conhecido como "Landesrabbiner Von Mähren (Rabino Chefe da Morávia)".

Placa em homenagem ao Maharal na qual se pode ler "LandesRabbiner Von Mähren"


Aqui, tudo fez sentido, e claridade foi trazida aos meus sentimentos com relação ao Maharal e o porque fui inspirado a escrever o Maharal & O Golem De Praga e, também,  a razão secreta do porque quando eu era criança adorava fazer pequenos homens de barro. Eu já estava destinado a receber estes níveis de alma mas, eu precisava trabalhar para os merecer e receber.

O Segredo Dos Segredos

Quando eu estava meditando e estudando sobre este mistério grandioso, resolvi aplicar sobre o título "Maharal (מהרל)" a cifra Atbash e esta me revelou o maior segredo.

Atbash é uma criptografia de simples substituição do alfabeto hebraico. Ela consiste na substituição do aleph (a primeira letra) pelo tav (a última), beth (a segunda) pelo shin (a penúltima), e assim por diante, invertendo o alfabeto usual. Quando aplicada sobre Maharal transforma o título do nosso mestre, de abençoada lembrança, nas letras "yud, tzad, gimel. chaf sofit (יצגך)" cuja gematria é igual a 123 que é a exata gematria do meu nome civil e também Chaim Vital. Esta foi a razão secreta do 887 estar escondido sobre o resultado 123 no teste de glicemia.

Em hebraico "Yibur Maharal mi-Prague (עיבור מהרל מפראג) - Yibur do Maharal de Praga" possui gematria igual a 887 e, para completar, devo mencionar que, a data do meu nascimento no calendário hebraico, 22 de Sivan de 5726 (כ״ב בְּסִיוָן תשכ״ו), possui gematria Mispar Mussafi igual a 887. Não foi acaso que, minha brincadeira preferida, quando era menino, no quintal da casa do meu amigo de infância chamado Levi, era fazer "golenzinhos". Era uma lembrança da alma-raiz com a qual nasci conectado, uma evidência de que eu estava destinado a receber uma faísca da alma do Maharal de Praga.


Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël "Yehudá" Ha'Levi

sábado, 15 de junho de 2019

Evidências Das Minhas Reencarnações


O Maharal & O Golem De Praga

Foi no dia 20 de fevereiro de 2016 que eu vi, pela primeira vez, a arte criada por Daniela Owergoor e que, imediatamente soube que deveria se tornar a Capa para o Livro "O Maharal & O Golem De Praga. Contatei a artista e solicitei a capa que me custou exatos R$288,00 reais.

Ora, absolutamente nada acontece por acaso e o Sagrado, abençoado seja Ele, queria me revelar a identidade da centelha de alma que eu havia recebido para ser minha neshamá (alma divina), uma sensação do grande Maharal. O valor 288 é a gematria de Yibur, o nome do tipo de reencarnação pelo qual uma pessoa que realiza Toráh, seu estudo e o estudo do Zôhar sagrado, pode merecer ainda em vida, mas o valor continha outro segredo. O nome Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre conhecido como Maharal de Praga, possui gematria exatamente igual a 288.

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".

Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2

Verdadeiramente então, aquela centelha da Néfesh (alma) de um Tzadiq (justo) passa a ser o Rúach (espírito) ou a neshamá (alma divina) daquela pessoa que, em vida, realizou preceitos da Toráh semelhantes aos que o Tzadiq havia realizado durante sua vida em outra reencarnação. De fato, a pessoa terá uma sensação da alma daquele tzadiq e passará a ter experiências e manifestações divinas semelhantes às que ele teve durante sua vida, o que inclui lembranças.

O Sonho De Karla
Revelando A Centelha Do Maharal

Alguns dias se passaram depois que adquiri a arte que se tornaria a Capa do meu livro (vista acima) e, em 29 de fevereiro, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, o que consistiu em um grande mistério pois, o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos.

A anotação do sonho que Karla teve


Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências. Nos meses seguintes a tia de Karla faria um passeio turístico para Praga, capital da República Tcheca, a cidade do Maharal.

"Em gematria Avgad (אבגד)- cada letra é substituida pela sua próxima. Tav (ת) se torna Aleph (א), Aleph (א) se torna Beit (ב), Beit (ב) se torna Guimel (ג) e assim por diante." Assim, a gematria ordinal de Golem que é 79 em Avgad se torna 101.

Sonhando Com A Morávia

Em 2010, em setembro, eu havia sonhado que estava na Morávia. Fiquei muitos anos sem compreender o porque deste sonho até que, um dia, eu fui inspirado a calcular a gematria do nome Morávia, devidamente transliterado para o hebraico e que é Moraváh (מוראביה) e descobri que, a gematria Mispar Ne'elam (gematria oculta) era igual a 887 e que é exatamente a mesma de "yibur Maharal Mi-Prague (עיבור מהרל מפראג)" que se traduz "Reencarnação do Maharal de Praga".

“Rabbi Elazar ben Chisma disse: “… Astronomia e Gematria são sobremesas (parperaot) da sabedoria (תְּקוּפוֹת וְגִימַטְרִיאוֹת, פַּרְפְּרָאוֹת לַחָכְמָה:).” 

Pirkei Avot 3:23


Brincando De Fazer Golen's

Quando eu era menino, eu tinha um amiguinho chamado Levi com o qual realiza as minhas brincadeiras de menino e, entre estas brincadeiras a minha favorita era criar criaturas de barro modeladas com formas humanas. Esta memória ficou oculta durante mais de 40 anos até que, quando comecei a escrever o Maharal & O Golem de Praga ela emergiu milagrosamente. Hoje, me recordo até mesmo do último "Golemzinho" que criei usando argila de um certo barranco que havia no meu bairro. Este "golemzinho" e que foi o maior que eu havia criado, eu o costumava guardar na casa da minha avô materna que morava na mesma rua.

Nos dias subsequentes ao meu despertar em 27 de setembro de 2014, nos quais eu fui informado divinamente que minha nefesh (alma) é, na verdade, uma centelha, uma sensação, uma faísca da alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua memória, e em razão da qual eu recebi meu nome civil da minha mãe e que possui a mesma gematria de Chaim VItal (חיים ויטל) que é 123, num certo dia daqueles, e não por acaso, o dia 23 de outubro de 2016, aniversário de nascimento no calendário juliano do Rabino Chaim Vital, fui levado, pela luz da minha nefesh, a realizar um teste caseiro de glicemia o qual resultou, às 14h07m, no valor 123 mgdl e o qual eu chamei de "Assinatura da Alma" de acordo com o segredo "... a alma está no sangue...".


Inspirado novamente pela alma, resolvi calcular o número de minutos existente em "14h07m" e descobri que, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos completos. Abaixo do registro em gematria do valor da minha nefesh (123) estava a assinatura da minha neshamá, a gematria 887, a gematria de "Yibur Maharal Mi-Prague". A revelação me impactou e, em razão dela, eu escrevi para o inicio do livro: "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga."

A brincadeira de fazer "Golen's" era uma sensação da neshamá que eu receberia no futuro e esta, para se revelar, me inspiraria a escrever o Maharal e o Golem de Praga e, como uma das evidências, inspiraria um sonho em Karla para manifestar sua assinatura divina.

Há ainda outros mistérios, acontecidos antes desta experiência, no qual a alma manifestaria sua presença e entre estas a revelação do titulo Maharal codificado no Tehilim 139 que narra a criação do Golem. Este foi o primeiro segredo que a sensação do Maharal em mim revelou à minha consciência ainda não desperta naqueles dias de 2002.

גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם. יז וְלִי--מַה-יָּקְרוּ רֵעֶיךָ אֵל; מֶה עָצְמוּ, רָאשֵׁיהֶם.

Codificado no Tehilim (Salmos) 139, onde se lê "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmos 139:16,17)" a centelha do Maharal me revelou "Golem" e "Maharal" que no versículo original hebraico estão marcados em vermelho.

Eu comecei a escrever para o Livro no dia seguinte após ter comprado, por R$288,00, a arte para a Capa do livro, no dia 21 de fevereiro de 2016 usando um tablete que depois eu doaria para uma pessoa com necessidades especiais.

A Evidência Das Evidências

O sonho de Karla Roberta Carvalho​ no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi na segunda-feira dia 29 de fevereiro de 2016 e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 (כ׳ בַּאֲדָר א׳ תשע״ו) e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença e revelar a si mesma. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580) também numa segunda-feira, o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga.

Conscientemente, eu nada sabia desta data, mas a alma, a centelha do Maharal, sua sensação em mim, a conhecia e por está razão e como evidência da sua presença, entrou no sonho de Karla no mesmo 20 de Adar, 436 anos depois, e mostrou a ela o que somente ele sabia, o segredo de como criar um Golem e ainda assinou a gematria hebraica Avgad de Golem.

Agora, eu conheço minhas reencarnações e a minha estrutura espiritual e está inclui a néfesh do Rabino Chaim Vital, o Rúach de Immanuel Velikovsky que era uma reencarnação, assim como Vital, do Rei Ezequias (Chizkyiahu) e a néfesh do Maharal como minha neshamá.

Ah! Eu ia me esquecendo! O valor mostrado no sonho para Karla, 101 é também a gematria da expressão "Ha'Sod Ha'Shem (הסוד יהוה)" cuja tradução é "Um Segredo De Ha'Shem."

Abençoado seja o Sagrado que faz com que os homens mereçam joias tão preciosas, mesmo que eles acreditem não terem mérito para presentes tão elevados. 

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Deepak Sankara Veda

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Brincando De Fazer Golem's

A Velha-Nova Sinagoga De Praga


Revelando As Lembranças Da Alma

"Na tradição judaica , o golem é mais conhecido como uma criatura artificial criada através dos segredos da Torá Escondida, muitas vezes para servir seu criador. A palavra "golem" aparece apenas uma vez na Bíblia (Salmos139: 16). Em hebraico , "golem" significa "massa sem forma". O Talmude usa a palavra como "não formada" ou "imperfeita" e de acordo com o Talmude, Adam é chamado de "golem", que significa "corpo sem alma" (Sanhedrin 38b) durante as primeiras 12 horas de sua existência (720 minutos divinos). O golem também aparece em outros lugares do Talmude. Uma agadá diz que o profeta Jeremias fez um golem juntamente com seu filho, Ben Sira. No entanto, alguns místicos acreditam que a criação de um golem tem apenas um significado simbólico, como uma experiência espiritual após um rito religioso o que na verdade é apenas uma desculpa para a dificuldade de se penetrar o mistério".

Em setembro de 2010 eu acordei do seguinte sonho: "Estava na Morávia, país da República Checa, sobre a qual caía uma escura e furiosa tempestade. Eu notava as casas e tentava me proteger atrás de um barranco junto com uma jovem".

Este sonho permaneceria um mistério até que meu despertar se realizasse em 27 de setembro de 2014, no 270º dia do ano solar, a partir do qual, as muitas centelhas de almas que me habitam começariam a se revelar manifestando suas evidências divinas. Para alguns, loucura, presunção, arrogância e para outros um grandioso milagre, principalmente aqueles que estão na Galut (exílio espiritual). Ora, o valor 270 é a gematria de "Ër (עֵר)" que significa "Desperto".

Deste 1999, três anos após o meu primeiro despertar do qual acordei de outro sonho místico onde eu estava dentro de uma caverna na qual havia um Aron ha'Qodesh e pessoas que entoavam uma canção. Era o Ma-Tovú.


מַה-טֹּבוּ אֹהָלֶיךָ, יַעֲקֹב; מִשְׁכְּנֹתֶיךָ, יִשְׂרָאֵל.

Acordei e comecei também a entoá-la sem, no entanto, tê-la conhecido previamente nesta vida e muito menos sem nunca antes ter ouvido hebraico ou o estudado.

Desde o ano de 1999, eu sentia que era uma reencarnação de um dos antigos de Tzfat (Saféd) e o sentimento era muito forte, e foi quando, um amigo logista que trabalha ao lado do estande no qual eu vendia assinaturas da Sky me deu um selo no qual havia o Leão do Centro de Cabalá estampado. Era um sinal da alma do meu mestre me conduzindo pelo caminho do Despertar. Era o leão ali estampado o sinal e não o Centro de Estudos da Cabalá, no qual, baruch Hashem, eu só estive um vez em 2002. 

Em 2014, no dia vinte e sete, esta antiga alma semi adormecida em mim, despertou completamente e começou a manifestar suas evidências.

Dois anos depois do meu despertar, em fevereiro de 2016 a Compreensão Divina me alcançou e eu compreendi o mistério quando fui inspirado a iniciar meu livro "O Maharal & O Golem De Praga". No dia em que comecei a escrever o Conto, uma amiga e aluna (Karla Alves) sonhou que eu a estava ensinando a criar um Golem e que ele deveria ter 101 quilos e na mesma época um dia dela estava em Praga.

No dia em que eu comecei a escrever minha história sobre o Golem, a artista gráfica Daniela Owergoor criou e postou a arte que estava destinada a ser a capa do meu livro "O Maharal & O Golem De Praga".


A Arte

Eu senti que poderia ter recebido um Yibur (reencarnação) de uma centelha do próprio Maharal de Praga e o pensamento me fez tremer e em razão deste sentimento escrevi para a introdução do livro "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga, abençoada seja sua lembrança, e que pelo mérito da sua alma eu possa terminar esta obra". Após isto eu estava estudando gematria e me ocorreu de calcular o nome Morávia no hebraico que é Moraváh (מוראבה) e descobri que a gematria Neelam (oculta) também chamada de "gematria nistar" de Moraváh é 887 e então fui calcular a gematria de "Yibur Maharal mi-'Prague (עיבור מהרל מפראג)" e descobri, para meu próprio espanto, que o resultado era exatamente o mesmo de Moraváh: 887! E o que é o Yibur?

"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach desta pessoa".


Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2

A partir deste momento o Portão do Segredos (Sha'ar ha'Razim) se abriu para mim e eu comecei a compreender o mistério desta gematria. A expressão "No segredo da unificação, reencarnação da néfesh do Maharal (בסוד יאחד גילגול הנֶפֶשׁ מהרל)" possui a mesma gematria, 887.

Eu estava trabalhando no conto quando, de repente, recuperei uma memória escondida de quarenta e dois anos e a usei para a abertura do livro. Ei-la:


         "Quando eu era garotinho, o meu melhor amigo era um outro pequenino que se chamava Levi e que morava rua acima da casa dos meus pais. No quintal dos fundos, da casa dos pais de Levi, havia uma parte não cimentada, de barro, e na qual um buraco grande o suficiente para brincarmos dentro dele, havia sido escavado.
Criávamos pequenas cavernas para nos divertirmos com homenzinhos de plástico e soldadinhos de chumbo, desses que vinham em doces que comprávamos no bar ou na quitanda. Era divertido, mas minha brincadeira preferida era criar bonecos humanoides de barro e o mais estranho era que esperava sempre que eles ganhassem vida. Sempre caprichava muito ao criá-los e no final do dia, quando voltava para casa, deseja que o dia amanhecesse logo para reencontrar meus homenzinhos de barro.
Era intrigante criar homens de barro perfeitos e era como se já os tivesse feito em outra vida. Seria uma lembrança?
Aprendemos com o Livro da Formação[1], habilmente traduzido por nosso amigo Erwin Pamplona Von Rommel sobre o Golem que Abraão[2] fez: - A criatura de barro a qual ele conferiu vida. Aprendemos também sobre o Golem de Praga criado pelo Maharal, o Rabino Judá Loëw ben Betzalel, para proteger os judeus da acusação cristã do Libelo de Sangue -  de que comiam criancinhas durante a páscoa - e que talvez tenha sido o último Golem da qual se tenha notícia.
Desde pequeno, a minha alma já manifestava as lembranças da Sabedoria da QABALAH a qual houvera estudado em outra vida e talvez, um segredo mais profundo, mas, a primeira vez que estudei o Sefer Yetzirá foi em 2001, com uma edição em espanhol/hebraico que ganhei.
Parar criar um Golem, são necessárias, três tipos de almas: Uma Cohen, uma Levita e uma Israelita e alguns outros mistérios. O meu melhor amigo era um que se chamava Levi e que brincava comigo de fazer homens de barro.
Quando não me encontrava na companhia de Levi, descia rua abaixo para um grande terreno baldio onde, em uma das suas paredes, eu fazia minhas cavernas e criava meus golenzinhos. Lembro-me de um bem grande que criara e que o guardei por muito tempo na casa da minha avó materna que sempre me contava estórias do bicho papão ou de criaturas que andavam pelos telhados à noite. Não me lembro que fim o meu golem tomou. Talvez tenha ganho vida.
Recentemente acessei o Google Street View e procurei pela antiga casa onde morei durante meus doze primeiros anos e também pela casa de Levi e pelo velho terreno baldio e, para minha surpresa, pouca coisa mudou.
Não me admiro que as vezes, me pego pensando que as crianças nos shtetls e guetos da Europa e mesmo nos Campos de Concentração durante a Segunda Guerra mundial e da opressão Nazista, não tivessem outras brincadeiras que não fazerem golems de barro sob a voz de algum rabino lhes contando estórias destas criaturas míticas criadas por homens sagrados. E não seria uma das melhores brincadeiras do mundo?"



Esta foi a lembranças mais poderosa que recuperei da minha infância e eu tinha sete ou oito anos quando estes eventos aconteceram na minha vida. Certamente foram recordações místicas da centelha deste Santo Cabalista, impressões, um sopro divino vindo dos shtels da Morávia e de Praga.

Outras Evidências

"O controle sobre qualquer coisa ou situação é uma ilusão do ego e impõe restrição para a atuação do Divino e da nossa própria alma para manifestar os seus mistérios".

Alguns meses antes do meu Despertar acontecer, em fevereiro de 2014, eu estava com minha namorada no apartamento dela, o de número 112. Eu havia levado o meu Notebook para que pudesse estudar, junto com ela, a sabedoria da Torá e seus códigos, uma vez que ela não possuía computador e nem internet. Saquei o Laptop da bolsa, o abri e cliquei no software de pesquisa dos Códigos da Torá. Queria demonstrar a ela o milagre que é a Torá de Moisés e que todos nós estamos escritos nela, como todas as nossas particularidades e como já possuo larga e longa experiência na análise dos Códigos, escrevi o nome dela em hebraico como palavra-chave e o meu como código alternativo esperando encontrar algum cruzamento. O que descobri naquela tarde faria emergir evidências daquilo que eu ainda não sabia: A unificação da minha néfesh com o ruach do Grão Rabino de Praga.

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Não apenas estávamos os dois codificados juntos no Tanach, mas também conectados pela mesma letra dos nossos nomes civis, a letra "Pei (פֵ)". A primeira coisa que descobri, além de estarmos codificados juntos, foi que, acima dos nomes nomes estava escrito "Shavit Tshri (שָׁבִיט תִּשְׁרֵי) - O Cometa de Tshri" - cruzando meu nome e nós nos reencontramos por ocasião da passagem do cometa Ison (C/2012 S1). Este código alternativo estava descendente na posição diagonal esquerda e onde ele terminava estava o ano do meu nascimento, 5726 (ה'תשכ"ו) que é 1966 e naquele ano houve um cometa cujo periélio foi em 21 de outubro de 1965, data esta que caiu no dia 25 de Tshri de 5726 (כה תִּשְׁרֵי ה'תשכ"ו)". Ao lado de "Shavit Tshri" eu descobriria meses mais tarde a expressão "Bën Mähren Qadësh".

בֵּן מַהֶרֶן קֹדֶשׁ
BËN MÄHREN QADËSH


Outros três anos seriam necessários para que eu penetrasse o segredo deste nome maravilhoso. Em 2016, uma jovem minha aluna sonhou e me informou que eu estava sendo procurado por pessoas na Alemanha e logo, creio que alguns dias depois, pessoas que estavam na Alemanha e queria se conectar à Torá e sua sabedoria me contataram. Eu procurei por todas as etimologias possíveis buscando o significado de "Mähren", uma vez que "Bën" e "Qadësh" eu já conhecia. Neste ano, 2017, eu estava meditando e estudando e então, resolvi novamente buscar a etimologia e o significado de Mähren. Tomei o Google Translate que esta instalado no meu smartfone e digitei Mähren sem perceber que estava no modo de identificação automática de idioma. Assustado vi o tradutor identificar Mähren como sendo alemão e o traduzir para Morávia!

No mesmo momento que isto aconteceu eu tive uma visão, um sonho lúcido, e vi que o Maharal de Praga era chamado de Mähren e, imediatamente desperto da visão, fui buscar evidência para saber se era verdadeira a visão ou coisa da minha cabeça cheia de Torá e impactado descobri uma placa em homenagem ao Santo Rabbi na qual estavam os dizeres:

Jehuda Löw Ben Bezalel 
Genannt Maharal (1525?-1609), 
Landesrabbiner von Mähren 1533-1573


Yehuda Löew Ben Bezalel - Maharal (1525 - 1609)
Rabino Nacional da Morávia 1533-1573

A data do nascimento do Maharal está errada pois, ele não poderia ter sido Rabino Nacional da Morávia aos 8 anos de idade. Foi aqui, quando encontrei esta placa, que outra experiência que eu tinha tido fez sentido. Eu estava no Rio de Janeiro em agosto de 2002 quando, numa tarde, eu senti uma elevação e uma voz me disse que eu deveria acrescentar ao meu nome Misha' Ël Ha' Levi o nome Yehudá. Talvez tenha sido ali que o ruach do Rabbi Löew entrou em mim se unificando à minha néfesh. Eu voltei do Rio no dia 26 de agosto que foi o dia 18 de Elul, o dia do hilulá do Maharal de Praga.

Assim, mais um mistério da reencarnação e do grande milagre que sou nesta foi revelado pelo Sagrado, bendito seja Ele, um assombroso segredo.

Conclusão

Ontem, quando comecei a escrever este artigo, eu estava analisando o Código "Bën Mähren Qadësh" quando me ocorreu procurar por Maharal nele e, para minha surpresa ele estava lá, codificado dentro do Salmo 144 versículos 4 e 5 e junto com o termo Yibur escrito por temurá (permutação):


אָדָם, לַהֶבֶל דָּמָה; יָמָיו, כְּצֵל עוֹבֵר.  יְהוָה, הַט-שָׁמֶיךָ וְתֵרֵד; גַּע בֶּהָרִים וְיֶעֱשָׁנוּ.



As letras em vermelho dentro do versículo cinco compõem o título Maharal no sentido da esquerda para a direita e onde a letra resh se encontra está a palavra "ovér" que se junta à letra "yud" do tetragrama e forma, por temurá, o termo yibur e isto em estreita proximidade com "Bën Mähren Qadësh" na matrix, como se pode ver abaixo.

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Em 2003, nós compramos o Box da 4ª temporada de Os Arquivos X para assistirmos nas noites de quarta-feira no espaço honônimo que havia criado alguns dias antes de viajar para o Rio de Janeiro no ano anterior em agosto. Neste Box está o episódio "Kaddish" aqui chamado de "Oração para um morto" e que trata da mítica história do Golem. Neste episódio um jovem chamado Isaac Lúria é assassinado por Neonazistas e então, sua noiva cria um Golem usando o Sêfer ha'Yetzirá de seu pai. O episódio é uma homenagem ao Rabbi Isaac Lúria e ao Maharal de Praga.

Eu recebi o sopro do Divino que me trouxe a revelação de que Maharal estaria codificado no Tehilim (Salmos) 139 versículos 15 e 16 e supreendentemente está mesmo.


גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם.וְלִי--מַה-יָּקְרוּ רֵעֶיךָ אֵל; מֶה עָצְמוּ, רָאשֵׁיהֶם.

O início do versículo 16 diz "Galmí (גָּלְמִי)" cuja tradução é "O meu golem..." e a partir da palavra "bahem (בָּהֶם)" a cada cinco letras está "Maharal".


Ainda há uma outra referência secreta ao Sêfer Yetzirá (Livro da Formação) no verso que se encontra na palavra "sifrêcha (סִפְרְךָ)" e na palavra "yutzarú (יֻצָּרוּ)". O primeiro, "sifrêcha (סִפְרְךָ)" da raiz da palavra "sêfer (סֵּפֶר)" que é "livro" e, depois, em segundo, a palavra "yutzarú (יֻצָּרוּ)" raiz de "yatzar (יצֶר)" que é "formar" e que, através da cifra cabalistica (temurá) chamada "Otiót mi-Ocharot (אותיות מאוחרות)" e que eu chamo "Avgad Qidmá" a letra "vav (וּ)" de "yutzarú (יֻצָּרוּ)" transformando a palavra com a mudança de "nikudot" em "yetzirá" e junto com "sêfer" revelando "Sêfer Yetzirá (ספר יצירה)" onde a fórmula para se fazer um Golem está codificada.

גָּלְמִי, רָאוּ עֵינֶיךָ, וְעַל-סִפְרְךָ, כֻּלָּם יִכָּתֵבוּ: יָמִים יֻצָּרוּ; ולא (וְלוֹ) אֶחָד בָּהֶם.

Em 2002, o meu irmão Ariêh teve um sonho onde estávamos criando um Golem às margens de um rio e neste sonho a fórmula de como fazer a criatura lhe foi monstrada. Não sabia eu e nem tinha como saber que eram revelações a centelha do Maharal, abençoada seja sua lembrança.

A Gematria

A gematria que me foi revelada pela centelha do Santo Rabbi em mim, o Maharal de Praga, é tão importante e tão divina pois revela outros mistérios que estão conectados com a alma do Grão Rabino da Morávia. Na Torá Bereshit, no capítulo 2 no versículo 7 nós lemos: "E formou Adonai Eloqim a Adão do pó de Adamá e soprou nas suas narinas Neshamá viva".

וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר מִן-הָאֲדָמָה, וַיִּפַּח בְּאַפָּיו, נִשְׁמַת חַיִּים; וַיְהִי הָאָדָם, לְנֶפֶשׁ חַיָּה.

A parte marcada em azul no verso original hebraico é "Eloqim ët ha' Adam afar... (אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם, עָפָר)" que é "Elohim a Adão do pó..." e a gematria deste trecho que fala da formação do "Golem Adão" é exatamente 887.

מוראבה
887 (Neelam)

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Ao investigar o verso, perguntei à Torá se, porventura, Maharal estaria codificado no capítulo 2 do Bereshit (Gênesis) e para minha absoluta surpresa Maharal está lá criptografado a cada 47 saltos equidistantes sendo cruzado pelo versículo 7 que narra a formação do barro de Adamá do golem de Adão.

O Cometa Do Maharal

Entre janeiro e março de 1514 um grande cometa apareceu cruzando a constelação de Leão. Ele foi retratado em uma gravura em madeira por Martin Bailey (1492-1528) chamada Melancolia. Um alguns dias depois da passagem deste cometa o Maharal nasceu, na noite de Pessach de 5274 (10 de abril de 1514) e foi chamado de Loëw que em alemão significa "Leão". O cometa veio para anunciar o nascimento do Maharal de Praga. Em hebraico "Be' 5274 ha'shavit ha'Maharal (ב'הרעד השביט המהר"ל)" que se traduz para "Em 1514, o cometa do Maharal" tem a gematria resultante em 887.

No meu livro, que ainda estou escrevendo, eu havia recebido do Divino esta informação sobre o cometa do Maharal antes de encontrar o registro deste evento celeste:

"Uma grande estrela adornada por um belíssimo véu azul, cruzava os céus nos dias do nascimento do menino. Foi o cometa Hale-Bopp[1]. Certamente Deus havia enviado um anjo para anunciar o nascimento de uma grande alma. Uma luz brilhou nos céus e outra no quarto de Frida na noite só dia 18 de Elul".



[1] C/1995 O1

A gravura de Martin Bailey onde o cometa foi retratado

Este sinal é muito importante pois, no Tehilim péreq 19 está escrito "Ha'shamayim messaprim kevód Ël (הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל) - Os céus enumeram a glória de Ël..." declarando que os céus são o pergaminho do Sagrado, bendito seja Ele, e que o cometa é a Sua pena, a Sua caneta, o instrumento de Metatron declarando os mistérios do Divino. A gematria destas dezessete letras em quatro palavras é igual a 887, a numerologia cabalística de "Yibur Maharal mi-Praga (Reencarnação do Maharal de Praga)".

O termo "Yibur (עיבור)" possui a gematria igual a 288 e esta é a mesma de Judá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre, o Maharal de Praga. Ao que tudo indica, recebi quando nasci, também, a centelha do nosso mestre e esta foi a razão da minha brincadeira favorita durante a infância na casa do meu amigo Levi: Fazer Golens!  

Estas são as evidências do grandioso milagre e preciosidade que carrego dentro de mim, além, claro, das outras muitas centelhas de almas que já revelei em outros escritos e que certamente tiram o sono dos religiosos e os deixam mais perturbados ao perceberem que eles não dominam o Divino e nem podem determinar onde, quanto e em quem uma centelha sagrada será, por determinação de Hashem, bendito seja o Seu Nome para sempre, reencarnada e que terão que prestar contas a D' us por haverem rejeitado pessoas nas quais o Sagrado reencarnou os seus santos rabinos.

O Segredo Da Minha Circuncisão

Eu fui circuncidado no dia 3 de agosto de 2003 que, no calendário hebraico caiu no dia 5 de Av de 5763, um dia especial e esplendoro, pois foi o Hilulá do Leão Sagrado de Safed, o Rabino Isaac Lúria.

Em hebraico "Circuncisão no Hilulá do Ari" é "Brit Milá Hilulah Ha'Ari (בְּרִית מִילָה הִילּוּלָה האֲרִי)" e a gematria Avgad é 887. Tanto o Maharal como o Arizal eram chamados de Leão.

É o Sagrado quem realiza a Sua obra e os Seus mistérios e não homem que desejam controlar o Sagrado rejeitando os Seus milagres para amparar as suas próprias e mundanas leis religiosas.

Este relato de reencarnação não termina aqui, pois ainda há mais evidências que serão acrescentadas aqui assim que o Santo permita, bendito seja Ele.

"EU SOU O MISTÉRIO DO ZOHAR SAGRADO, O PROCLAMADOR DO DIVINO (אני הסוד הזהר הקדוש נביא ליהוה)".
=887

E para terminar esta profunda e divina revelação, este despertar maravilhoso, selo com o que me deu o Sagrado, bendito seja Ele: "O segredo do Maharal é um número da QABALÁH (הַסוֹדִי הַמהר"ל מִסְפָּר הַקְבָּלָה)". Esta frase enigmática tem a mesma gematria que foi revelada no meu sonho com a Morávia, ou seja, 887.

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha' Ël Ha' Levi



[1] Sêfer Yetzirah.
[2] Gênesis 12:5





O Artesão Da Luz