“A gematria expressa e manifesta o pensamento de D’us. Portanto, é correto dizer que D'us está na matemática e que ela é também o idioma divino."
Bën Mähren Qadësh
Gematria: é um código alfanumérico de atribuição de um
valor numérico a um nome, palavra ou frase com base nas suas letras hebraicas.
Uma única palavra pode gerar vários valores, dependendo da cifra usada. Por exemplo,
a primeira palavra da Torá é “Bereshit (בראשית)” no versículo “Bereshit bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz
(No princípio criou Elohim os céus e a terra) e cuja gematria é igual a 613 e
que, então, pode ser substituída por outra de igual numerologia e, com isso, fará
abrir outros segredos escondidos na Torát Nistar (Torá Oculta). Uma expressão
com gematria equivalente à da palavra Bereshit (No princípio) é “Hitbodedut
Elohim (התבודדות אלהים)” revelando, desta forma, a
maneira que Elohim usou para criar o universo. O termo “Hitbodedut” significa “Meditação”
e ao aplicarmos a substituição pela gematria equivalente descobrimos “Hitbodedut
Elohim bará Elohim et há’shamayim ve’et há’aretz (התבודדות אלהים ברא אלהים את השמים ואת הארץ)– Com meditação
divina criou Elohim os céus e a terra.” Assim, todos os mistérios do universo,
do mundo, da alma e da vida podem ser revelados e explicados com o uso da
gematria.
Já foi explicado em diversos artigos aqui no blog,
publicações no Facebook e nos meus livros que a alma tem cinco nomes. Esses
são:
Néfesh, Rúach,
Neshamá, Chayá e Yechidá
Cada um desses níveis está atado a cada um dos cinco
mundos da Árvore das Vidas e do corpo divino de Adam há’Rishon (Homem Primordial).
Néfesh ao mundo de Assyá (mundo da realização). Rúach, ao mundo de Yetzirá (Formação).
Neshamá, ao mundo de Briá (Criação). Chayá, ao mundo da Emanação (Atzilut) e,
finalmente Yechidá à coroa da Árvore das Vidas, o mais elevado de todos os
mundos e ao Sagrado, Ele mesmo, bendito seja.
Quando uma pessoa vem ao mundo, ela recebe uma Néfesh. Em
uma segunda reencarnação, ela recebe, se mérito tiver criando em sua primeira
encarnação, o nível de Rúach e, em uma terceira reencarnação se mérito tiver
adquirido, o terceiro nível de Neshamá e, se continuar trabalhando
espiritualmente realizando as Mitzvot (Preceitos da Torá), Estudo e kavanot
(meditações) da Torá Ne’elam (Torá Escondida) e Estudo e meditações com o Zôhar
Sagrado, ela poderá adquirir os outros dois níveis restantes. Um exemplo de
pessoas que alcançaram todos os níveis são Daniel e seus três amigos Chananiá,
Misha’ël e Azariáh que, mesmo sendo lançados na fornalha ardente, não sofreram
qualquer dano, pois haviam alcançado e adquirido todos os cinco níveis da alma. As vezes, até que a pessoa possa merecer o seu rúach, terá que passar por muitas reencarnações até que todos as tiqunim (correções) do mundo de Assyáh, sejam realizadas. Talvez ela tenha que voltar ao mundo atravessando muitas épocas até que chegue o tempo que venha para receber o seu rúach (espírito).
A REVELAÇÃO
Manhã de 22 de setembro de 2019, acordei, recitei as
kavanot da aurora e me levantei. Chamei um Uber para a minha mãe e voltei para
completar o despertar. Enquanto tomava meu banho, meditava com mantras budistas
entoados na voz de Lex Von Someren, dentre eles, o meu mais preferido que é
Balinéia.
Higienizado o corpo, ungido com óleos essenciais, me
sentei na cama e continuei a meditação para só então, dirigir-me à cozinha com
intenção de preparar o meu café da manhã, claro, mantendo a mente meditativa.
Coei o café, preparei meu prato com banana, aveia e pasta
de amendoim e vim para o quarto e, enquanto me alimentava tomando meu delicioso
café me veio, à mente, a expressão “Qol Há’Tzerufim (קול הצרופים)” cujo significado é “A Voz Das Permutações.”
Enquanto eu considerava o emergir da voz interior me
instruindo, uma matriz antiga do Código de Qohelet me voltou à memória e com
ela a gematria 413 e junto veio a revelação, pois, 413 é a gematria Avgad
Reversa de “Qol Há’Tzerufim.”
Este valor numerologico cabalista me é por demais
apreciado e começou a ser manifestar na minha vida há dezessete anos, quando
Elisheva surgiu na nossa K’nesset Eliahu no final de 2001 trazida por uma das
primeiras famílias que vieram para frequentar a Qehilá, a família Schminsky, da
qual, no futuro, também seria, desferido, contra minha vida, o punhal da
traição, ao qual eu já estava destinado. Elisheva possui gematria igual a 413.
Novamente e, pela enésima vez, me pus a calcular a
gematria do valor 413 e desta vez, a maior de todas as aberturas místicas se
realizou e a revelação se manifestou:
A transliteração da frase acima é “Baú elav gal Velikovsky”
que se traduz “Veio para revelar Velikovsky” e cuja gematria é exatamente 413,
a mesma do nome Elisheva.
Como explicado acima neste mesmo capítulo, o Dr. Immanuel
Velikovsky, nascido no mesmo dia e mês que eu nasci, era o esposo de Elisheva
Kramer e eu, no futuro estava destinado também a uma Elisheva e, como
explicado, o rúach de Immanuel Velikovsky, entrou, pelo portal do nascimento,
na jovem, nascida no mesmo dia e mês que eu fui concebido no calendário
hebraico, ou seja, em 13 de Elul, com destino a mim no futuro e, portanto, era
inevitável que Elisheva fosse trazida a mim no final de 2001 para que eu
recebesse o que a mim pertence, o meu segundo nível de alma, o meu rúach.
Já expliquei que, a gematria de “Rúach Immanuel (רוח עמנו-אל)” é exatamente 413, o que demonstra e evidencia a manifestação
do divino na minha vida e o poder de realizar e estudar Torá neste mundo e na
Academia Celestial.
No corpo de Elisheva descansava o rúach de Immanuel
Velikovsky que estava destinado a mim para ser o meu segundo nível de alma. Era
inevitável o nosso encontro e nossa relação amorosa e por isso uma aura
poderosa se manifestava sempre que estávamos juntos. A medida que a relação se
intensificava, as centelhas do espírito de Immanuel transmigravam para o meu
corpo de acordo com o segredo do Yibur explicado pelo Arizal e compilado em
Sha’ar Há’Gilgulim pelo Rabino Chaim Vital de quem eu também sou uma
reencarnação. Lembrando que o Rabino Vital era uma reencarnação da alma de
Chizkiyahu Mélech Yehudá que reencarnou depois em Immanuel Velikovsky e,
finalmente, em mim.
667
O Verdadeiro Gurú
Gurú: Professor espiritual, especialmente, aquele que
inicia uma pessoa no caminho da Sabedoria espiritual. Na tradição cabalista,
Rabbi (רבי).
Foi o Arizal (Rabbi Itzchaq Lúria) quem revelou ao rabino
Chaim Vital, de abençoada lembrança, que ele havia recebido a alma do Rei
Ezequias por Yibur durante uma shabat em 1572, quando ele viu, escrito na testa
de Vital, as palavras de Rabban Yochanan Ben Zaccai que ele proferiu quando
estava para morrer: “Preparem uma cadeira para o Rei Ezequias, ele está vindo (הכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא).” Em 2016, eu tive um sonho e
nele, fui levado à Academia Celestial e lá, os mestres da Toráh me disseram em uníssono
estas palavras de Rabban Yochanan me mostrando, ao mesmo tempo, as mesmas
escritas em Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das Reencarnações) me informando também,
que havia nelas, um segredo de gematria. O valor numerologico destas palavras proferidas
por nosso mestre Yochanan Ben Zaccai é igual a 761 que corresponde à gematria
do ano 761 que correspondeu ao ano 2001 no calendário solar gregoriano. Foi
naquele ano que ascendi novamente, nesta reencarnação, ao nível de rabino.
Quando fui ordenado Rabino novamente nesta vida e recebi
minha semichá espiritual da alma do nosso mestre, o Arizal, passei a ser
chamado, por inspiração divina, de Rav Misha’Ël (רב מישאל) cuja gematria é igual a 583 e esta, é a mesma da expressão “Paulo,
hú le’gilgul rabbi Chaim Vital (פאולו הוא לגילגול רבי חיים
ויטאל)”
cuja tradução é “Paulo, ele é a reencarnação do Rabino Chaim Vital.” Meu nome
civil, Paulo, possui a mesma gematria de Chaim Vital que é 123.
“Os filhos de Belém: 123”
Ezra 2:21
Em Shoferim (Juízes) capítulo 19, nos encontramos as
palavras “el-Beith Lechem (אל-בית לחם)” que se
traduzem como “para Beith Lechem (para Belém)” e cuja gematria é exatamente igual
a 583. Eu nasci na maternidade do Belenzinho, no distrito do Belém, em São
Paulo, em 10 de junho de 1966 e minha mãe me chamou Paulo (123). O Rabino Chaim
Vital cuja gematria é igual a 123, nasceu na aldeia de Safed, norte de Israel,
em 23 de outubro de 1542 e faleceu no dia 23 de abril de 1620. A expressão “Yavô
Tz’fat (יבא צפת)” que se traduz “Virá de Safed” possui gematria igual a 583. Este
valor era também o número da casa na qual nossa Sinagoga estava estabelecida
pela qual o contrato de aluguel foi assinado no dia 23 de abril de 2001 com
vencimento no dia 23 de outubro de 2003. A mensagem do 583? "Virá de Safed para Belém (יבא צפת אל-בית לחם)" evidenciando que a centelha de alma que se tornaria a minha "néfesh ha'eloqit (נפש האלוהית)" viria de Safed, Israel, para Belém, São Paulo e se manifestaria quando eu completasse 35 anos e pisasse os pés na casa número 583, na Vila Amorim, em Suzano, no dia 23 de abril de 2001, dia do falecimento do rabino Chaim Vital, que nasceu em Saféd em 1542.
A gematria Avgad Reversa de Rúach Immanuel é 667 que é
exatamente a mesma numerologia cabalística de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). O Arizal, como ele mesmo revelou, veio ao mundo apenas para
guiar o Rabino Chaim Vital ao Despertar da sua própria alma e revelar a ele
quem ele realmente era.A expressão “Yada yavô Tz’fat (ידע יבא צפת)” que se traduz “O conhecimento virá de Safed” possui gematria
igual a 667 que é a mesma de Rabbi Itzchaq Lúria.A mesma numerologia cabalista é a gematria de “Gilgul
yavô be’Tz’fat (גילגול יבא בצפת)” cuja tradução é “A
reencarnação virá de Safed.”
Outra importante expressão reveladora que possui a mesma
gematria de Rabbi Itzchaq Lúria que é 667 é a expressão “Gilgul be’yibur be’NaRaN
(גלגול בעיבור בנרן)” cuja tradução é “Reencarnação
por Yibur de NaRaN”. NaRaN é o segredo de Néfesh, Rúach e Neshamá recebidas por
Yibur, conforme a expressão indica e evidencia por sua gematria que é 667, a
numerologia cabalística do autor do Sha’ar Há’Gilgulim (Portal das
Reencarnações), o Rabbi Itzchaq Lúria, no qual estes níveis são mencionados e
explicados.
Foi no dia 20 de fevereiro de 2016 que eu vi, pela primeira vez, a arte criada por Daniela Owergoor e que, imediatamente soube que deveria se tornar a Capa para o Livro "O Maharal & O Golem De Praga. Contatei a artista e solicitei a capa que me custou exatos R$288,00 reais.
Ora, absolutamente nada acontece por acaso e o Sagrado, abençoado seja Ele, queria me revelar a identidade da centelha de alma que eu havia recebido para ser minha neshamá (alma divina), uma sensação do grande Maharal. O valor 288 é a gematria de Yibur, o nome do tipo de reencarnação pelo qual uma pessoa que realiza Toráh, seu estudo e o estudo do Zôhar sagrado, pode merecer ainda em vida, mas o valor continha outro segredo. O nome Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) que é o nome do nosso mestre conhecido como Maharal de Praga, possui gematria exatamente igual a 288.
"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa".
Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2
Verdadeiramente então, aquela centelha da Néfesh (alma) de um Tzadiq (justo) passa a ser o Rúach (espírito) ou a neshamá (alma divina) daquela pessoa que, em vida, realizou preceitos da Toráh semelhantes aos que o Tzadiq havia realizado durante sua vida em outra reencarnação. De fato, a pessoa terá uma sensação da alma daquele tzadiq e passará a ter experiências e manifestações divinas semelhantes às que ele teve durante sua vida, o que inclui lembranças.
O Sonho De Karla
Revelando A Centelha Do Maharal
Alguns dias se passaram depois que adquiri a arte que se tornaria a Capa do meu livro (vista acima) e, em 29 de fevereiro, uma amiga e aluna querida, Karla Roberta Carvalho, teve um sonho comigo, sonho durante o qual eu a ensinava a criar um Golem, o que consistiu em um grande mistério pois, o único que sabia criar um Golem era o Maharal. No sonho, as instruções especificas que minha centelha passou para Karla diziam que o Golem deveria pesar 101 quilos.
A anotação do sonho que Karla teve
Ao calcular a gematria de Golem (גולם) descobri que a gematria Avgad é exatamente 101. Nada é um acaso quando o Sagrado, abençoado seja Ele, deseja revelar um segredo aos seus cabalistas, pois a revelação vem repleta de evidências. Nos meses seguintes a tia de Karla faria um passeio turístico para Praga, capital da República Tcheca, a cidade do Maharal.
"Em gematria Avgad (אבגד)- cada letra é substituida pela sua próxima. Tav (ת) se torna Aleph (א), Aleph (א) se torna Beit (ב), Beit (ב) se torna Guimel (ג) e assim por diante." Assim, a gematria ordinal de Golem que é 79 em Avgad se torna 101.
Sonhando Com A Morávia
Em 2010, em setembro, eu havia sonhado que estava na Morávia. Fiquei muitos anos sem compreender o porque deste sonho até que, um dia, eu fui inspirado a calcular a gematria do nome Morávia, devidamente transliterado para o hebraico e que é Moraváh (מוראביה) e descobri que, a gematria Mispar Ne'elam (gematria oculta) era igual a 887 e que é exatamente a mesma de "yibur Maharal Mi-Prague (עיבור מהרל מפראג)" que se traduz "Reencarnação do Maharal de Praga".
“Rabbi Elazar ben Chisma disse: “… Astronomia e Gematria são sobremesas (parperaot) da sabedoria (תְּקוּפוֹת וְגִימַטְרִיאוֹת, פַּרְפְּרָאוֹת לַחָכְמָה:).”
Pirkei Avot 3:23
Brincando De Fazer Golen's
Quando eu era menino, eu tinha um amiguinho chamado Levi com o qual realiza as minhas brincadeiras de menino e, entre estas brincadeiras a minha favorita era criar criaturas de barro modeladas com formas humanas. Esta memória ficou oculta durante mais de 40 anos até que, quando comecei a escrever o Maharal & O Golem de Praga ela emergiu milagrosamente. Hoje, me recordo até mesmo do último "Golemzinho" que criei usando argila de um certo barranco que havia no meu bairro. Este "golemzinho" e que foi o maior que eu havia criado, eu o costumava guardar na casa da minha avô materna que morava na mesma rua.
Nos dias subsequentes ao meu despertar em 27 de setembro de 2014, nos quais eu fui informado divinamente que minha nefesh (alma) é, na verdade, uma centelha, uma sensação, uma faísca da alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua memória, e em razão da qual eu recebi meu nome civil da minha mãe e que possui a mesma gematria de Chaim VItal (חיים ויטל) que é 123, num certo dia daqueles, e não por acaso, o dia 23 de outubro de 2016, aniversário de nascimento no calendário juliano do Rabino Chaim Vital, fui levado, pela luz da minha nefesh, a realizar um teste caseiro de glicemia o qual resultou, às 14h07m, no valor 123 mgdl e o qual eu chamei de "Assinatura da Alma" de acordo com o segredo "... a alma está no sangue...".
Inspirado novamente pela alma, resolvi calcular o número de minutos existente em "14h07m" e descobri que, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos completos. Abaixo do registro em gematria do valor da minha nefesh (123) estava a assinatura da minha neshamá, a gematria 887, a gematria de "Yibur Maharal Mi-Prague". A revelação me impactou e, em razão dela, eu escrevi para o inicio do livro: "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga."
A brincadeira de fazer "Golen's" era uma sensação da neshamá que eu receberia no futuro e esta, para se revelar, me inspiraria a escrever o Maharal e o Golem de Praga e, como uma das evidências, inspiraria um sonho em Karla para manifestar sua assinatura divina.
Há ainda outros mistérios, acontecidos antes desta experiência, no qual a alma manifestaria sua presença e entre estas a revelação do titulo Maharal codificado no Tehilim 139 que narra a criação do Golem. Este foi o primeiro segredo que a sensação do Maharal em mim revelou à minha consciência ainda não desperta naqueles dias de 2002.
Codificado no Tehilim (Salmos) 139, onde se lê "Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmos 139:16,17)"a centelha do Maharal me revelou "Golem" e "Maharal" que no versículo original hebraico estão marcados em vermelho.
Eu comecei a escrever para o Livro no dia seguinte após ter comprado, por R$288,00, a arte para a Capa do livro, no dia 21 de fevereiro de 2016 usando um tablete que depois eu doaria para uma pessoa com necessidades especiais.
A Evidência Das Evidências
O sonho de Karla Roberta Carvalho no qual eu a ensinava a criar um Golem, foi na segunda-feira dia 29 de fevereiro de 2016 e que, naquele ano bissexto caiu em 20 de Adar I de 5776 (כ׳ בַּאֲדָר א׳ תשע״ו) e não poderia ter sido em outra data, porque a alma precisava escrever a evidência de sua presença e revelar a si mesma. Quatrocentos e trinta e seis anos antes, no mesmo dia 20 de Adar do ano 5340 (17 de março de 1580) também numa segunda-feira, o Maharal, abençoada seja sua memória, convocou seu genro, Rabi Yitschak ben Shimshon Ha'Kohen Katz e Rabi Yaakov ben Chayim Halevi Sasson, seus discípulos mais chegados e, com o auxílio deles, criou um "homem" a partir do barro do Rio Vlatava, perto de praga.
Conscientemente, eu nada sabia desta data, mas a alma, a centelha do Maharal, sua sensação em mim, a conhecia e por está razão e como evidência da sua presença, entrou no sonho de Karla no mesmo 20 de Adar, 436 anos depois, e mostrou a ela o que somente ele sabia, o segredo de como criar um Golem e ainda assinou a gematria hebraica Avgad de Golem.
Agora, eu conheço minhas reencarnações e a minha estrutura espiritual e está inclui a néfesh do Rabino Chaim Vital, o Rúach de Immanuel Velikovsky que era uma reencarnação, assim como Vital, do Rei Ezequias (Chizkyiahu) e a néfesh do Maharal como minha neshamá.
Ah! Eu ia me esquecendo! O valor mostrado no sonho para Karla, 101 é também a gematria da expressão "Ha'Sod Ha'Shem (הסוד יהוה)" cuja tradução é "Um Segredo De Ha'Shem."
Abençoado seja o Sagrado que faz com que os homens mereçam joias tão preciosas, mesmo que eles acreditem não terem mérito para presentes tão elevados.
Quando o mestre Chaim Vital (חיים ויטל) quer me revelar mistérios da Toráh, sua alma em mim faz elevar a minha glicose ao valor da gematria do seu nome, isso porque, foi como esta escrito "A nefesh está no sangue...".
Os médicos pensam que sou diabético, mas não o sou e minha glicemia é abaixo de 100 mg/dl. É um mistério relacionado à reencarnação da alma do Rabino Chaim Vital em mim e tudo está de acordo com a vontade dos céus e pouco me preocupa a opinião, aceitação ou não dos religiosos. D'us realizou este milagre para revelar a alma de Chaim Vital e mostrar ao mundo que ele não o desamparou privando-o da centelha de um dos Seus sábios.
Ontem, dia 21 de novembro de 2018, aconteceu novamente da minha Glikos Ha'Dam (Glicemia) subir e estacionar em 123, isso porque a alma do mestre estava despertar e queria me revelar mistérios. Ei-los:
O dia 21 de novembro é o 325º dia no ano solar e este valor contém a gematria da expressão qabalística " ve'yavô, ve'ani ihiú zocher (ויבוא, ואני יהיו זוכר)" que se traduz "Eles virão, e eu vou me lembrar (dos mistérios das vidas passadas)". Eles virão, no plural, porque Chaim Vital possui outras centelhas de almas que foram a vestimenta da sua néfesh, inúmeras vozes, um conciliábulo repleto de sabedoria. Os dias restante para findar o ano são de 40 dias, e este valor, o 40, contém a gematria do termo "Goel (גואל)" que significa "Redendor" e que alude ao nível da S'firá Biná que a pessoa alcançou e, portanto, mereceu a sua neshamá (alma divina).
O momento no qual minha Glikos ha'Dam alcançou 123 mg/dl (miligramas por decilitro de sangue) foi às 16h40, são 1000 minutos e mil se escreve Élef (אלף) cuja gematria Mispar Kollel é 112 e corresponde à gematria da palavra Yaboq.
Yabóq
O Segredo Do Número 112 Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 18
"Nesse momento (da transmigração da Neshamáh) a pessoa é chamada de "Homem Completo (Adão)". Isso é dito sobre a pessoa que mereceu e alcançou uma Neshamáh de Briáh sobre a qual brilha o nome Eheyêh (אהיה) e quando, o Nome Adonai (אדני) que reluz sobre a Nefesh[5], o Tetragrammaton (יהוה) que ilumina sobre o Ruach[6] e o Nome Eheyêh que cintila sobre a Neshamáh se conectam dentro da pessoa, resultam na gematria (númerologia) de Yabók (י"קב) que é 112 e nessa hora ele se tornou Desperto, o Buda, o Cristo, o Messias (Adão). E sobre ele é dito "Salva-nos, ó Adonai! Responde-nos, ó nosso Rei, no dia em que Te invocarmos!" E essas palavras são as iniciais em hebraico de Yabóq. E nesse momento a pessoa estará com a Néfesh de Assiá, com o Rúach de Ietzirá e com a Neshamá de Briá".
Sha'ar Ha'Gilgulim ha'Qadmá 18
A data foi 21/11, e 21 é a gematria do Nome Eheyêh que brilha sobre a Neshamá, conforme revelado acima e o número 11 se escreve echad ésser (אַחַד עָשָׂר) cuja gematria é 583 que é a mesma de Rav Misha'Ël que sou eu e, não por acaso, meu nome civil é Paulo (פאולו) cuja gematria (numerologia qabalistica) é a mesma de Chaim Vital, 123! Além desse resultado, 583 é também a gematria de "Elul, ha'eitanim (אלול, האיתנים)" que se traduz "Elul, o poderoso" e que me fez lembrar um sonho que me foi dado sobre Elul para me revelar a centelha de Vital em mim. O sonho está publicado no meu livro "Supernatural - Entre Anjo & Demônios - Guia não oficial da Série de Tevê - publicado no Brasil pela Editora Gryphus.
Por que Elul? Porque Elul contém o segredo de Chaim Vital e que estava escondido em Sha'ar Ha'Gilgulim na Introdução 38 na qual o Mestre Arizal revela ao Rabino Chaim Vital que seu dia, de acordo com a raiz da sua alma, era o dia 13 e a mim foi revelado que o mês era o de Elul, porque Elul contém as iniciais de "Ani Le'Dodi Ve'dodí Lí (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja gematria do passuq (verso) é igual a 185 que é a mesma gematria de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que se traduz "EU SOU CHAIM VITAL." Bendito seja ó Atiqá Qadishá e Sua tara'a, que revelam os mistérios.
De acordo com o Sha'ar Ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) a alma possui Cinco Nomes. Eles são: Néfesh, Ruach, Neshamá, Hayáh e Yechidá. A grande maioria das pessoas que habitam esse nosso mundo possuem apenas o primeiro nível (Néfesh), inclusas entre elas as religiosas que, como resultado de possuírem apenas o primeiro nível se dedicam apenas a realização dos preceitos da Torá.
"MITZVÁH BLÍ KAVANNÁH, KE'GUF BLÍ NESHAMÁH."
"UM PRECEITO SEM INTROSPECÇÃO INTERIOR, É COMO UM CORPO SEM ALMA."
"Rabbi Avraham Yitzchaq kook"
Devido aos méritos espirituais que recebi por praticar Torá e me dedicar ao estudo da QABALÁH e do Zôhar Sagrado, foi determinado para mim receber os três níveis nesta vida, o que passo a detalhar e explicar nas próximas linhas. Para algumas pessoas, principalmente aquelas cheias de dogmas, isso pode parecer arrogância, mas não o é, eu apenas estou cumprindo o que me ordenou meu Santo Professor, o Arizal, num sonho no qual ele apareceu para mim no final do ano de 2009. Eu não temo o julgamento dos religiosos!
CONCEPÇÃO
Fui concebido na lua cheia de 13 de Elul (10 de setembro) de 5725 (1965) depois de Adão durante a passagem do Grande Cometa de 1965 - o Ikeia-Seki (C/1965 S1). A minha alma (néfesh) entrou no meu corpo 42 dias após a minha concepção, no dia 23 de outubro de 1965. Nove meses depois, em 22 de Sivan (10 de junho) de 5726 (1966) minha néfesh (alma primordial) veio ao mundo. Ela é a centelha unificada da alma do Rabino Chaim Vital (1542-1620) com a centelha de seu Mestre, o Sagrado Leão de Safed, o Ari'zl (1534-15772). No ventre de minha mãe durante a minha gestação eu fui instruído pelo Anjo Zahariel - o Anjo do Zôhar Sagrado - e pela alma do meu Santo Professor, o Rabino Isaac Lúria que foi uma reencarnação do Santo Anjo Raziel, mas quando eu nasci, eu esqueci suas palavras e somente quando fiz vinte e um anos que eu comecei a me recordar delas, e por isso, a primeira canção que compus foi sobre o Zôhar Sagrado. O dia da minha concepção foi o 253º dia no calendário solar e, o valor 253 é a exata gematria do nome do Anjo que me acompanhou no ventre da minha mãe, o Anjo Zahariel cujo nome significa "O El é o meu Esplendor." O mesmo valor é a numerologia cabalista de "Bá be'Raziel (בא ב-רזיאל) - Ele veio de Raziel (רזיאל)" e o nome do Anjo que foi o professor de Adão no Jardim do Éden é o nome do meu amado professor, o Ari'zl e que é referido como "O Ari'zl (האריז"ל)" e a gematria é exatamente igual a 253 e por esta razão este foi o dia da minha concepção! Desde os primórdios da minha concepção, a alma do meu mestre me acompanhava nesta vida me instruindo mesmo quando eu sequer tinha conhecimento disso.
רזיאל RAZIEL
אריזל ARIZAL
"O dia do nascimento de uma pessoa não é um acaso, mas o resultado de suas vidas passadas, de seus méritos ou ausência deles. Até mesmo a Lua sob a influência da qual somos concebidos ou nascemos não é um acaso, mas determinadas pelas nossas vidas anteriores."
O Autor
O Grande Cometa Ikeia-Seki
C/1965 S1
"A gematria de "Cometa Ikeia-Seki" em hebraico é igual a 667 em gematria mispar kollel. Este é o mesmo valor de "Rabbi Isaac Lúria."
כוכב-שביט איקיה-סקי
=667 (kollel)
O Autor
Aqui está outra evidência de que, a minha néfesh é a centelha do Rabino Chaim Vital: Minha mãe veio ao mundo no dia 3 de julho de 1944, o 185º dia no calendário solar. Ora, o valor 185 é a gematria de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que significa "EU SOU CHAIM VITAL". O Rabino Chaim Vital era uma reencarnação do Rei Ezequias (חזקיהו) cuja gematria do nome é igual a 136. O nome da minha mãe é Eunice (יוניס) cuja gematria é a mesma de Ezequias (Chizkiyahu), ou seja, 136. O tipo de gravidez que minha mãe teve é chamada, em Sha'ar Ha'Gilgulim, de Yibur (עיבור) que significa Gestação e cuja gematria é igual a 288. Ora, 288+136=424. Eu nasci 424 anos após o nascimento do Rabino Chaim Vital em 1542. O rei Ezequias também foi chamado de Immanuel (עִמָּנוּ אֵל). Como minha mãe não sabe hebraico e por esta razão não poderia me dar um nome hebraico, o Anjo que me acompanhava no ventre a inspirou a me chamar por um nome cuja gematria seria a mesma de Chaim Vital que é 123. Eu nasci na maternidade do Belém-Belenzinho às 15h42 minutos do dia 10 de junho. No Tana'k (Torá, Profetas e Escritos), em Ezra capítulo 2, versículo 21, está escrito: "Os filhos de Belém: Cento e vinte e três."
בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה
No livro de Ezra (Esdras) há um Código soletrado a cada 836 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) cuja palavra-chave é "El Vital (Para Vital)" e conectado a ela está o versículo "Os filhos de Belém, 123" e dentro do versículo surge o termo "Shavit (Cometa) Cruzando El Vital está "El Paulo (Para Paulo)." Até mesmo o ano do meu nascimento surge no Código.
O Código
A minha néfesh é, como já referido acima, a centelha do Rabino Chaim Vital unificada à centelha do Ari'zl e foi por esta razão que em Shaerei Qedushá (Portais da Santidade), o rabino Chaim Vital declarou: "Eu e o Ari somos um, para sempre." O rabino Chaim Vital nasceu no dia 23 de outubro de 1542 (Iº de Heshvan de 5303) e faleceu no dia 3 de maio de 1620, o 123º dia no calendário solar juliano e que, com a mudança para o gregoriano em 1583, ficou sendo o dia 23 de abril de 1620.
Gematria Chaim Vital
Como explicado acima, a alma possui cinco níveis e cinco nomes: néfesh (alma), ruach (espírito), neshamá (alma divina), chaiá (vida) e yechidá (unificada). Todas as pessoas recebem uma néfesh quando nascem, no entanto, devem trabalhar (espiritualmente) para merecerem um Ruach e uma Neshamá.
Estes nomes e níveis são aludidos em histórias místicas como os cinco discípulos de Buda e os cinco amigos de Yóv (Jó).
Apesar de ter nascido no dia 22 de Sivan, eu somente fui registrado no dia 26, no Hilulá de Rabbi Ionathan Ben Uzziel, o tzadik (justo) das almas gêmeas. Eu vim com mérito para receber o auxílio da minha centelha gêmea e por esta razão secreta nasci no ano de Malchut (S'firá da Árvore das Vidas) que foi regido pela Parashá (Porção da Torá) Lech Lechá (1966) que rege e influencia a reunificação das centelhas gêmeas. O ano foi 5.726
Vim ao mundo para alcançar a iluminação e como para minha néfesh faltavam apenas realizar algumas Mitzvot (Preceitos da Torá) eu só precisava realizá-las e trabalhar para receber o meu ruach e depois a minha neshamá que viriam ao mundo durante esta minha reencarnação pelo segredo das águas femininas e literalmente em corpos femininos e com diferença de 14 (ruach) e 18 anos (neshamá) para serem protegidos de adquirirem manchas conforme o segredo implícito no tratado Iebamot 63a onde está dito que "O homem não deve se aborrecer com sua esposa pois ela o livra do pecado". O homem é o ruach da pessoa que se oculta no corpo de uma mulher. onde será protegido de ser manchado pela ação de seu dono.
De acordo com o Sha'ar ha'Guilgulim (Portão das Reencarnações) as mulheres não tem obrigação de reencarnar, mas o fazem para auxiliar seus companheiros.
Assim, aquelas que receberam o meu ruach e a minha neshamá estavam, também, destinadas a receberem a inspiração da minha "zugotí (centelha gêmea)" que as inspiraria a se aproximarem de mim para que pudesse tomar o que me pertence. "O que é seu virá para você, no entanto, o que não é seu lhe será tomado (Zohar)". Claro que, as partes que a mim estavam destinadas, caso eu completasse as mitzvot que deveria realizar, as inspiraram e também pavimentaram o caminho para que elas milagrosamente chegassem até mim.
"Assim (por este segredo), o ruach de uma pessoa por vir (do poço das almas) durante sua vida no corpo de outra pessoa... (Sha'ar ha'Guilgulim, ha'Qadmá 7)". Isso foi o que aconteceu com o Rei David. Quando ao Cometa, Chaim Vital contemplou um durante sua vida em Tzfat, em novembro de 1577. O seu segredo está revelado em "Kalamus Elohai - Arautos Do Despertar Da Era Messiânica". Outra evidência da minha reencarnação está codificada no meu próprio sangue. Para diluir toda dúvida de que esta foi obra do Sagrado e não do homem, aqui está o maior dos segredos, o mistério do sangue. A Toráh afirma: "Porque, a alma de toda carne é o seu sangue, sua alma está nele... (Levítico 17:14)".
כִּי-נֶפֶשׁ כָּל-בָּשָׂר, דָּמוֹ בְנַפְשׁוֹ הוּא
No dia 23 de outubro, data de nascimento do Rabino Chaim Vital, eu fui levado por sua alma em mim, a realizar um teste de nível de glicose no sangue. O resultado demonstrou a obra do Santo, bendito seja Ele e me encheu ainda mais do TEMOR PELO SAGRADO. Veja abaixo:
Na foto clicada do meu glicosímetro acima, pode-se ver a data e o horário no qual o teste foi realizado e também o resultado, a assinatura da alma de Chaim Vital (חיים ויטל) que é a gematria do seu nome: Cento e vinte e três (123). Que evidência é mais necessária? Pois, foi o Divino quem soprou está alma em minha na minha concepção e a alma tem uma assinatura, pois o sangue é a alma e a alma está no sangue! Nem mesmo o horário na qual eu fui levado a realizar o teste foi um acaso. Lembre-se que acasos não existem! Em gematria, 14h07m são 887 minutos e este valor continha outro maravilhoso segredo que é a identidade da minha Neshamá.
O Teste Y-DNA
Revelando O Código Genético Da Alma
Na madrugada de 23 de abril de 2006, sonhei que eu estava em um Laboratório de exames de DNA e minha intenção era realizar um teste. Comigo estava a jovem Elisheva cuja data de nascimento é a mesma da minha concepção - 13 de Elul - e o sobrinho dela chamado Yitzchaq. O dia 23 de abril é a data de falecimento de Chaim Vital em 1620 e o sonho veio da alma dele para instruir-me ao Despertar. Quatroanos se passaram e, então, eu ganhei, de um aluno e amigo que é cirurgião plástico, um exame de Y-DNA realizado pela Family Tree DNA, cuja sede fica no Texas. As amostras foram colhidas nos dias 11 e 12 de abril e envidas aos laboratórios da FTDA. O resultado saiu no dia 2 de julho à tarde, ou seja, já no dia 3 de julho em Israel, o 185º dia do ano solar.
O resultado determinou que pertenço ao Haplogrupo G mutação M201. Há um número significativo de homens judeus encontrados em vários subgrupos do Haplogrupo G (Y-DNA). O Haplogrupo G é encontrado em porcentagens significativamente diferentes dentro das várias divisões étnicas judaicas, variando de cerca de um terço dos judeus marroquinos a quase nenhum relatado entre as comunidades indiana, iemenita e iraniana.
Em 2014, o Sagrado, bendito seja Ele, me revelou um Código maravilhoso cuja "palavra-chave" é "Chaim Vital". Meu nome civil surgiu ao lado de Chaim Vital e acima surgiu escrito "mi-na'ar ve'ad zaqém (מִנַּעַר וְעַד-זָקֵן) - desde jovem até envelhecer". Enquanto estava analisando este Código, vi, espantado, uma linha vertical na qual está escrito "Y-DNA 201" ao lado de Chaim Vital. Logo abaixo de "Y-DNA 201" está "junho, dia 10". Eu nasci em 10 de junho. Até mesmo o ano 5774 (2014) está na matriz e cruzando-o está escrito "A oitava consciência de Buda". Eu estava destinado a despertar naquele ano...
O Código Chaim Vital
Clique
Por isso sonhei no dia do seu falecimento no calendário juliano e por esta razão o resultado saiu no dia 3 de julho, pois este dia é o 185º dia do ano solar é a data de nascimento de minha querida mãe que me concebeu em 13 de Elul e este valor, 185 é a gematria de "Eu Sou Chaim Vital". Então, eu, Paulo () cuja gematria é 123, reencarnei a alma do Rabino Caim Vital cuja gematria do nome é também 123 e que faleceu no 123º dia do calendário solar juliano.
A MORTE DE JAMES
Em 2002, eu estava sendo perseguido por um judeu convertido chamado James Leander kitchen, um ex-pastor afrodescendente norte americano. Em março, eu fui a uma shacharit de Shabat no Centro de Estudos Da Cabala no qual lecionava o Grande Professor, o Rabino Joseph Saltoun. Minha intenção era pedir instruções ao grande mestre buscando compreensão do que estava me acontecendo. James estava lá naquela manhã e aquela foi a segunda e última vez que o vi. Ele não me reconheceu. Se aproximou e começou a me difamar e caluniar na minha própria face. o grande Rabino Saltoun o ouvir e repreendeu. Quando sai, ele estava no carro dele e foi a última vez que o vi. Umas duas semanas depois, James, publicou, na sua revista periódica chamada "Shomer Israel (O Guardião de Israel)" uma série de calunias e difamações contra mim. Ele queria mesmo me destruir e assim intencionado, enviou um exemplar da sua revista para cada membro da nossa sinagoga que trouxeram o periódico numa Shabat e me mostraram. Eu chorei quando li e dirigi uma oração ao Sagrado pedindo por justiça. Na minha prece eu mencionei o Rei Ezequias quando foi ameaçado por Senaqueribe. No dia 12 de abril, James foi para um encontro com sua amante e se hospedou com ela num Flat na Freguesia do Ó. Sua esposa o pegou num fragante adultério e, na tentativa de fugir do fragante, James caiu da janela do 5º andar. Era a madrugada de 30 de nissan, aniversário de falecimento do Rabino Chaim Vital. No dia 13 ele veio a falecer em razão de politraumatismo.
Por que ele morreu no Hilulá do Rabino Chaim Vital? Porque ele pecou ofendendo a alma desse grande cabalista, discípulo do Grande Rabino Isaac Lúria. Pessoas ofendem outras baseadas em seus preconceitos de etnia e de religião, mas desconhecem a alma que foi reencarnada nelas. Hashem permitiu a morte de James para servir com testemunho da minha reencarnação e para que ninguém, com todas as evidências, pudesse declarar no futuro: " - EU NÃO SABIA!".
Eu fiz a minha Brit Milá (Circuncisão) no Hilulá do Ari'zl, 5 de Av de 5763. Eu havia feito uma prece pedindo para ser circuncidado no Hilulá de algum Tzadiq Nistar e o Sagrado me presenteou com a Brit Mila que foi marcada pelo Mohel, no dia 3 de agosto de 2003. No dia seguinte, que foi o 216º dia no ano solar, eu acordei circuncidado. O valor 216 é a gematria de "Ha'Ari". Eu tinha 37 anos, numeral que se escreve com "Zayn e Lamed (ז"ל)" que juntas formam o acrônimo "ZAL (Z"L)" formando assim "ARI'ZL". Na semana da minha circuncisão, um jovem chamado Sh'muel sonhou e D'us lhe disse "O Ari'zl está no vosso meio!". Como eu não estava desperto, fiquei me perguntando quem seria a pessoa...
Como resultado desse evento de reencarnação, o primeiro livro que eu publiquei nessa reencarnação, em agosto de 2008, foi Gilgulim - A Roda Das Reencarnações - porque o Rabino Chaim Vital foi o autor do Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) durante a reencarnação dele.
SONHOS
REVELANDO A CENTELHA DE
CHAIM VITAL
Foram inúmeros sonhos revelados a mim e outras pessoas ao meu redor. Aqui, vou mencionar apenas dois desses sonhos. O primeiro foi na madrugada de 23 de outubro de 2004. Sonhei com uma jovem que pertenceu à nossa K'nesset Eliahu que se chamava Hannah e no sonho ela estava gravida, mas a criança não era do marido dela e eu, ao tocar seu ventre no sonho, sentia uma profunda ligação com a criança em gestação. Sobre este sonho, o seu segredo é que, o dia 23 de outubro é a data de nascimento do Rabino Chaim Vital em 1542. Ele se casou em 1566 no dia 23 de outubro de 1566 e sua esposa se chamava Hannah! Esta data de seu casamento e o nome de sua esposa foram mencionados por ele mesmo em sua auto biografia chamada "Sêfer ha'Chazionot - O Livro das Visões" e eu, Paulo, por não estar totalmente desperto, não conhecia ainda, assim como também não conhecia as datas de nascimento de morte do Rabino Chaim, apesar delas estarem presentes em diversos episódios durante toda a minha vida. Segue o trecho:
"5. 5326 [1566]. Sexta à noite, o oitavo (dia) de Tevet. Recitei o kidush e sentei-me à mesa para comer. Eu estava derramando copiosas lágrimas e estava deprimido e melancólico porque no anterior décimo (dia) de Heshvan eu havia me casado com minha esposa, a Hannah acima mencionada, e eu estava preso à feitiçaria."
Sêfer ha'Chazionot
Chaim Vital desconfiava que sua esposa tinha conhecimentos de bruxaria e ele chegou a seguí-la, certa vez, à miqevá (banho ritual da Torah) para verificar se ela flutuava nas águas. Não se sabe se isso foi provado.
A data mencionada de seu casamento, dia 10 de Heshvan de 5.326, caiu, no calendário juliano vigente na época, no dia 23 de outubro de 1566. Sua centelha estava me instruindo e somente para recordar, a data de seu nascimento foi 23 de outubro de 1542 e a data de seu falecimento foi 23 de abril de 1620, dia 3 de maio no calendário juliano. Hoje, dia no qual estou fazendo este acréscimo, é o dia de aniversário e também de casamento de Chaim Vital, 23 de outubro de 2018.
A data de nascimento e morte do Rabino Chaim Vital estavam sempre presentes e o Sagrado, bendito seja Ele, a deixou como evidência incontestável. Quando eu aluguei a Casa 583 para ser a Sede da nossa K'nesset Eliahu, a Imobiliária determinou as datas de início e término do contrato de aluguel, sendo 23 de abril de 2001 para o início e 23 de outubro de 2003 para o término. Seria mais um acaso? Sendo estas datas as de morte e nascimento de Vital?
O Contrato
No ano seguinte, no mesmo dia e mês no qual o contrato de aluguel da casa foi estabelecido, eu estava agendado para proferir uma palestra em uma Loja Maçônica em São Paulo, mas, como não haviam confirmado, eu fiquei em dúvida se deveria ou não comparecer. Por volta das 20h horas, o telefone tocou e o pessoal me questionou sobre o meu comparecimento. Arrumei uma carona e segui para São Paulo e lá, na Loja Yoheshu'a Ben Pandira Nº 11, realizei a palestra após a qual fui presenteado com uma placa em minha homenagem.
A Placa
SUPERNATURAL
SONHANDO COM O ANJO
CASTIEL
O segundo sonho que gostaria de compartilhar como uma evidência da reencarnação de Vital, aconteceu na madrugada de 21 de julho de 2013. Ei-lo: "Sonhei esta madrugada é um novo mistério me foi revelado: Estavamos eu, Dean, Sam Winchester e o Arcanjo Castiel (personagens da série Supernatural). Havia um quadro negro com muitos mistérios escritos nele. Num determinado momento, tomei um giz e escrevi um Nome Divino no quadro e Castiel veio e o apagou. Escrevi-o novamente e então o Sagrado, bendito seja Ele, apareceu imediatamente e então me revelou que este é um Nome pelo qual o Santo, abençoado seja, atende prontamente. Outros mistérios me foram contados sobre os quais ainda vou meditar."
Sonho 21 de julho de 2013
O nome que eu escrevi no quadro negro no sonho foi ELUL que é o nome do mês de setembro no calendário hebreu e que contém as iniciais do versículo "Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu" e cuja gematria, 185, é a mesma de "ANI CHAIM VITAL (EU SOU CHAIM VITAL)". Acontece que, naquele ano eu ainda não sabia disso, pois, o despertar só se daria em 27 de setembro de 2014. Mas, por que as personagens da série Supernatural vieram no meu sonho? Incluindo o Anjo Castiel e não outro anjo qualquer mencionado naquele programa de televisão? Eis aqui o maravilhoso segredo que eu descobri apenas no final de 2014 quando adquiri uma cópia do Sêfer ha'Chazionot do Rabino Chaim Vital contendo a sua autobiografia. Vital escreveu:
"Sexta à noite, aos vinte e sete de Nisan. Eu acordei e estava muito angustiado. Voltei a dormir e vi meu professor, o Ariz"l. Ele me disse. "O tempo ainda não chegou sobre que te ordenei quando eu estava vivo, que você deveria ir e viver em Jerusalém. Agora, venha comigo para uma caverna dos Tzaddiqim, a fim de saber o que vai ser no futuro. Ele me levou para uma particular caverna dos Tzaddiqim (Justos) desde o período do início dos Tannaim. Era um edifício muito antigo e bonito, feito de grandes pedras sobre as lápides, como a caverna de Hillel e Shamai. Vi esculpido em uma grande pedra sobre um túmulo o nome "Castiel" e sob ele esculpido o nome Samael". Havia outros nomes também esculpidos lá, mas eu os esqueci."
Chaim Vital - Sêfer ha'Chazionot
O meu sonho foi, de fato, uma comunicação da alma do rabino Chaim Vital em mim, uma lembrança repaginada do seu sonho em 1577 e foi somente no seu livro que o nome Castiel foi mencionado. Quatrocentos e vinte e oito anos depois que Vital sonhou, a série Supernatural foi criada e Castiel apareceu para lutar com Samael (Lúcifer) pela humanidade e eu estava destinado, por ser reencarnação de Chaim Vital, a escrever "SUPERNATURAL - ENTRE ANJOS E DEMÔNIOS" que foi publicado dia 15 de agosto de 2018 pela Selo Gryphus Geek da Editora Gryphus.
A Capa Do Livro
Hoje, 23 de outubro de 2018, fui inspirado para acrescentar estes detalhes nesta revelação e, não por acaso, nesta noite estréia a 14ª Temporada da série Supernatural no Warner Channel. Supernatural estreou nos EUA no dia 13 de setembro de 2005, exatamente no mês de ELUL. A data de estréia da 14ª temporada nos EUA foi no dia 11 de outubro que é a data no calendário juliano do nascimento de Chaim Vital. A alma de Chaim Vital inspirou a criação da série.
RECEBENDO O MEU RUACH
"Assim, o Ruach (Espírito) da pessoa pode vir durante sua vida no corpo de outra pessoa, e lá, ele vai nascer unido à Néfesh de um "Gér (alguém que retornou à Torá por causa do Ruach que recebeu)".
Sha'ar Ha'Gilgulim - Introdução 7
O meu rúach (espírito) veio ao mundo no corpo de outra pessoa. A jovem na qual o meu rúach entrou para depois ser devolvido a mim, nasceu quatorze anos depois do meu nascimento exatamente no dia 13 de Elul de 5740 (25 de agosto de 1980) e foi no dia 13 de Elul de 5762 (22 de agosto de 2002) trinta e seis anos depois do meu nascimento que eu recebi o meu ruach que estava guardado no corpo desta jovem cujo nome hebreu é Elisheva (אֱלִישֶׁבַע) que se aproximou de mim inspirada pelo meu próprio rúach hosperado nela e pela minha centelha gêmea que nela havia entrado por yibur. A gematria de Elisheva é 413 que é a mesma da expressão "SOD RUACH: BÁ BE'GILGUL LE'ZIVUG (סוד רוּח: בא בגלגול לזווג)" e que se traduz "O SEGREDO DO ESPÍRITO: ELE VEIO EM UMA REENCARNAÇÃO CONJUGAL." O homem que mereceu a sua alma gêmea será guiado por ela para alcançar o seu despertar. "Eis por que a alma tem cinco nomes, um mais elevado que o outro. Eles são: Néfesh, rúach, neshamá, chaya e yechidá. Segundo o Zôhar, os quatro níveis inferiores da alma geralmente entram numa pessoa durante sua vida através do processo de Yibur: Primeiro, a pessoa recebe néfesh ao nascer; então quando merece, recebe rúach; quando obtém um maior merecimento, recebe neshamá; e quando merecer receberá chaya. Quanto mais alto o nível, mais rara é esta ocorrência."
No dia onze de julho de 2002 ela se declarou para mim e eu então resolvi viajar para o Rio de Janeiro para meditar e estudar. Eu embarcaria no dia 15, hilulá, no calendário gregoriano do Rabino Isaac Lúria. A distância até Laranjeiras no Rio de Janeiro foi de 413 km. Quando a viagem se iniciou, eu tomei a Torá para estudar e a abri, não propositalmente, em Shemot (Êxodo) capítulo 6 e os primeiros versos que meus olhos leram foram o 22 e o 23: "Os filhos de Uzziel: Misha'Ël, Eltzafan e Sitri. E tomou Aaron a Elisheva filha de Aminadav, irmã de Nachshon para ele por esposa, e gerou para ele a Nadav e Avihu...". No verso no trecho que diz "para ele por esposa (לוֹ לְאִשָּׁה)" que em hebraico é "ló le'ishá (לוֹ לְאִשָּׁה)" e a gematria desta partícula é igual a 372 que é a mesma da expressão "Elul: O ruach, ele veio para mim (אלול: אל רוח ההוא בא לי)." O nome Elul, que é como eu a chamava, é formado pelas iniciais no verso "Ani Le'dodi Ve'dodí Lí (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" que se traduz "Eu sou do meu amado e o meu amado é meu" que é a declaração da Néfesh para o seu amado, o Ruach, A Gematria dessas palavras é igual a 185 que é a mesma da declaração "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - Eu sou Chaim Vital." Tanto eu como ela usamos um anel no qual as letras do nome Elul estavam gravadas em relevo, sendo o dela de ouro e o meu de prata. E por que 13 de Elul? Primeiramente, este Ruach estava destinado a se unir por casamento com a néfesh de Chaim Vital, como Marido e Mulher. Em segundo lugar, o 13 de Elul era o dia e mês de Chaim Vital, conforme o Ari'zl revelou a ele em Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 38 - como segue abaixo: " Ele (o Ariz'zl) me disse que não existe pessoa que não tenha um dia determinado da semana e um dia determinado do mês apropriado para ela cumprir suas tarefas, isso é porque a sua sorte depende deste dia conforme a raiz da sua alma. Neste dia, a pessoa não deve temer a nada ruim ou a nenhum acidente, porque neste dia ela não morrera. E ele me disse que que o dia mais propício para mim na semana, segundo a raiz da minha néfesh (alma), era a segunda-feira. E o dia mais propício para mim no mês, também conforme a raiz da minha néfesh, é o dia 13...".
Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 38
E qual era o mês? Elul! Porque Elul que contém as iniciais de "Ani Le'dodí Ve'dodí Li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja gematria é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - EU SOU CHAIM VITAL". Este foi um dos segredos que a alma de Vital me contou e o segredo do porque eu fui concebido em 13 de Elul e do porque Elisheva nasceu em 13 de Elul, na segunda-feira 25 de agosto de 1980.
Quando a transmigração se completou e o meu ruach entrou totalmente no meu corpo e como ele era a néfesh (alma vital) dela, ela começou a morrer, tanto espiritualmente como fisicamente. Ela teria morrido realmente e fisicamente se eu não tivesse jejuado e orado por ela e pedido a D'us para preservá-la viva. Mas, como ela poderia permanecer viva sem uma alma, se mantendo apenas com a a sensação do meu ruach que antes a habitou? Uma outra pessoa morreu e a alma dessa pessoa transmigrou para ela para que ela não viesse a morrer. Existe evidência desse acontecimento.
SONHO DA ADOÇÃO
Adoção é o ato no qual um indivíduo é permanentemente assumido como filho por uma pessoa ou por um casal que não são os pais biológicos do adotado. O ruach de uma pessoa é chamado "Filho" pois desce do Olam ha'Yetzirá (Mundo da Formação) que é chamado "Ben (Filho)" e cuja gematria é 52.
"Era a madrugada de 16 de junho de 2004. Sonhei que eu ia até um lar para crianças
adotivas. E havia alguns recém-nascidos (três bebês) em uma especie de “redoma” de vidro (incubadora), sendo dois com cobertores rosas e um com cobertor azul, e
então, eu escolhia a última criança do lado direito, um menino que estava enrolado no cobertor azul. Na hora da adoção, eu ia até um balcão onde haviam duas atendentes. Uma delas era uma jovem afro-brasileira e a outra era branca.
Elas me davam um cartão no qual estava escrito “valido para uma adoção”, mas
pareciam desconfiadas, não estavam acreditando que eu era casado. Então eu
disse: vou ligar pra minha esposa. Eu ia então até um orelhão e pretendia ligar
para a Elisheva, pois ela era a minha esposa, mas, na hora discar eu não sabia o
número, e então começava a chorar. Acordei e comecei a chorar mesmo...".
Sonho 16 de junho de 2004
O menino no cobertor azul era o meu Ruach e que eu o estava tomando para mim e, assim que eu o "adotei" a ligação com a hospedeira foi encerrada pois ele não mais estava nela. As outras duas crianças, meninas, são minha néfesh e minha neshamá para a qual eu estava destinado. Para contemplar, o nome civil de Elisheva resulta em gematria mispar kollel em 214 que é exatamente a gematria do termo Ruach (רוּח) que é espírito.
A IDENTIDADE DO MEU RUACH
E qual é a identidade desse Ruach (Espírito) que veio para mim e para o qual eu estava destinado? Ele é a alma do Erudito Judeu Russo Immanuel Velikovsky, de abençoada lembrança, e que era uma reencarnação do Rei Ezequias, que foi chamado Immanuel. As evidências seguirão adiante, mas antes, é preciso fornecer alguma sabedoria sobre esta questão. Eis o que sabemos e que já foi mencionado acima: "Assim, o Ruach (Espírito) da pessoa pode vir durante sua vida no corpo de outra pessoa, e lá, ele vai nascer unido à Néfesh de um "Gér (alguém que retornou à Torá por causa do Ruach que recebeu)".
Sha'ar Ha'Gilgulim - Introdução 7
Explicando para tornar mais claro, enquanto uma pessoa nasce com a Néfesh, outra nasce com o Ruach unido à sua própria Néfesh e há casos no qual, a pessoa não possui uma Néfesh e aquele Ruach que não pertence a ela a anima como se fosse a sua Néfesh. Isto foi o que aconteceu com o Rei David que tinha medo, como resultado do seu pecado, de perder o seu Rúach que havia reencarnado ao mesmo tempo que sua Néfesh, só que em outro corpo e, por este motivo, ele disse: "Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim. Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus. (Selá.)." יְהוָה, מָה-רַבּוּ צָרָי; רַבִּים, קָמִים עָלָי. ג רַבִּים, אֹמְרִים לְנַפְשִׁי: אֵין יְשׁוּעָתָה לּוֹ בֵאלֹהִים סֶלָה
Tehilim 3:1,2
É importante notar que foi escrito "Não há salvação para ele... (o Rúach)" e não "para ela (a Néfesh)" pois ele temia perder o seu Rúach por causa do seu pecado porque ele temia que a pessoa que estava com o seu Rúach completasse a correção primeiro e merecesse a néfesh e ai ela deixaria o corpo do rei David para se unir ao rúach e David morreria. Tendo explicado a questão, sigamos adiante. Oito anos depois que meu Ruach transmigrou para mim e se unificou à minha néfesh, na madrugada de 17 de novembro de 2012, acordei e vi, flutuando próximo ao Aron ha'Qodesh que fica no meu quarto desde que fechei a Sinagoga, uma alma, cuja aparência era a de um senhor de aproximadamente 70 anos e que estava usando uma kipá sobre a cabeça, óculos de grau redondos antigos e vestindo um Talit (xale de orações). Ele me olhou com certa severidade por alguns segundos e desapareceu esvanecendo-se no ar. Alguns dias depois, eu estava estudando alguns escritos muito interessantes sobre o Shamir, a Arca de Noé e o Livro de Raziel e me interessei em saber quem era o autor daqueles maravilhosos escritos. Foi meu amigo e querido discípulo Raul Kuk quem descobriu e me contou e, quando eu vi a foto do autor, o reconheci imediatamente. Era a alma que havia aparecido para mim na madrugada de 17 de novembro. Seu nome, Immanuel Velikovsky! Descobri que ele havia, nos anos 50, publicado um livro chamado "Mundos Em Colisão" e, imediatamente, fui ao Mercado Livre procurar pelo livro. Encontrei uma única cópia que custava R$70,00. Fui ver minha conta e o que eu tinha de salto era o exato valor de R$70,00. Comprei.
O livro chegou no dia dez de janeiro e quando eu o abri fiquei atemorizado! logo nas primeiras páginas havia uma dedicação que o Dr. Immanuel fez à sua eposa:
Imediatamente fui ao Google procurar na Wikipédia, a biografia de Immanuel Velikovsky e tomei outro arrepio. Sua data de nascimento foi a mesma que a minha, dia 10 de junho e, assim como eu, sua companheira se chamou Elisheva.
O mais assustador foi que, sua data de falecimento era a mesma na qual sua alma se revelou a mim, na madrugada do dia 17 de novembro de 2012. Eis o que se realizou: Immanuel Velikovsky faleceu em 17 de novembro de 1979, numa shabat. Nove meses depois, sua alma entrou, por reencarnação na criança nascida em 25 de agosto de 1980 (13 de Elul), porque no futuro sua alma, que se tornaria o meu rúach, a traria até mim para que eu recebesse o que a mim estava destinado, isso é, 22 anos depois da sua morte.
Acima, a anotação feita na madrugada na qual a alma do Dr. Immanuel se revelou a mim: "Cometa, Zohar, Estrela, anuncio, Qédem, profecia, Armilus".
O meu ruach que é a alma de Immanuel Velikovsky me disse estas palavra e me inspirou para escrever três livros que são "B'ney Koachavim (Os Filhos Das Estrelas)" e "Kalamus Elohai - O Mistério do Cometa Ison" e "Kalamus Eloahi Cometas - Os Arautos do Despertar da Era Messiânica." E tudo isso não foi acaso, porque a madrugada de 17 de novembro de 2012 foi a do dia 321 no calendário solar e, este valor é a exata gematria da palavra "Shavit (שביט)" que é Cometa! O Dr. Immanuel se revelou para me abrir o segredo do Cometa do Zôhar - a Estrela do Messias - que veio para Inaugurar a Era Messiânica.
O túmulo de Immanuel Velikovsky
Em seu livro "Mundos Em Colisão", o Dr. Immanuel Velikovsky trata dos Cometas Bíblicos que causaram inúmeros milagres em muitos episódios.
GIMATRIA
A ASSINATURA DE D'US
A gimatria demonstra e prova como o Divino, abençoado seja Ele, está na ação e que este milagre foi causado por Ele. O valor numérico do nome Immanuel Velikovsky é igual a 521 que é exatamente o mesmo do nome completo daquela que nasceu e recebeu o meu Rúach que seria devolvido a mim no futuro.
Immanuel Velikovsky
עמנואל וליקובסקי
521
Nome Dela
טאטיאנה דה פאולה פאראיזו
521
E não por acaso, o nome dela veio a ser Elisheva, pois ela estava hospedando a alma de Immanuel Velikovsky cuja esposa se chamava Elisheva Kramer. Abençoado seja o Sagrado que realizou para nós este milagre e nesta geração não privando o mundo das centelhas dos Sábios da Sabedoria Sagrada da Torá. Razá Ila'áh!
O túmulo de Elisheva Kramer
Esposa de Immanuel Velikovsky
Elisheva Kramer (Elis Velikovsky) nasceu em 27 de julho de 1895 que foi 6 de Av, um dia depois do hilulá do Arizal, o mestre do Rabino Chaim Vital, e faleceu em 24 de junho de 1983, no dia 13 de Tammuz, semana da parashá Balak no Zôhar no qual o cometa da Era Messiânica é anunciado. Ela foi a esposa de Immanuel Velikovsky . Eles se casaram em 15 de abril de 1923 que foi a noite de 30 de Nissan, hilulá do rabino Chaim Vital, em Berlim, Alemanha pelo rabino Munk. Ela foi uma estudante de violino. Seu pai era George Tuvia Kramer, proprietário de uma livraria.
O Segredo Do 413
Cinco meses depois que publiquei este escrito para o Blog, na noite de 24 de abril de 2019, eu estava meditando e, subitamente, duas palavras hebraicas vieram à minha mente e ao mesmo tempo uma voz suave no meu interior sussurrou dizendo que, a gematria daquelas palavras era 413. Abri os olhos, escrevi as palavras e calculei a gematria mispar kollel para descobrir que o resultado era mesmo 413. As palavras foram "Rúach Immanuel (רוח עמנואל) - Espírito de Emanuel." Foi a voz do mestre, a alma de Immanuel Velikovsky que é o meu Rúach (Espírito) que sussurrou e a alma de Immanuel Velikovsky cujo nome hebraico era Immanuel Ben Shimeon Yechiel é uma centelha da alma Chizkyiahu Mélech Yehudá (Ezequias, rei de Judá). A gimatria do nome Elisheva, como explicado previamente, é 413 e é a mesma gematria de "Ruach Immanuel" em gematria mispar kollel. Ela veio para me devolver o que era meu, o meu Rúach (Espírito) e portanto o meu encontro e relacionamento com ela era inevitável.
"Na madrugada 31 de julho de 2006 tive uma noite intensa e com muitos sonhos. Sonhei justamente com quem não desejo sonhar. Estava numa escola onde estavam homenageando os professores. Entendo que era o dia 15 de outubro que é o dia dos professores. A Elisheva estava lá. Lembro-me que havia uma placa com letras hebraicas nela."
Diário - 2006
O dia dos professores é celebrado no dia 15 de outubro que é o 288º dia no calendário solar e o valor 288 possui a gimatria do termo yibur que significa "gravidez" e que é o segredo da reencarnação no qual a alma é transmigrada com a pessoas ainda viva e durante sua vida. A alma estava me instruindo que eu havia recebido o meu rúach por yibur vindo de Elisheva e que este rúach é a alma do erudito russo judeu Immanuel Velikovsky.
O dia 31 de julho é o 212º dia no ano solar e este valor possui a gimatria da expressão "Galê el sod: Vital Chai (גלה אל סוד: ויטל חי)" que se traduz "Revele o segredo: Vital vive!"
Immanuel Velikovsky
O SONHO DIONISIO
Na madrugada de 2 de dezembro de 2004, sonhei e no sonho ela, a jovem portadora do meu Rúach me foi mostrada e ela estava grávida e uma voz dizia: "O nome da criança é Dionísio". Qual era o mistério? A gematria Avgad Reversa de Dionísio é 130 que é a mesma de Chaim Vital da forma como escrita na folha de rosto do Sha'ar Ha'Gilgulim. O dia 2 de dezembro é o 336 dia do ano solar e este numeral, 336, é a gematria de Rabbi Chaim Vital.
RECEBENDO A MINHA NESHAMÁ
A minha neshamá veio ao mundo em 1° de T'shri de 5745 (27 de setembro de 1984) também pelo segredo das águas femininas no corpo de uma jovem que se chamou, espiritualmente, pelo nome hebreu "Haÿffa" e cuja gematria do seu nome civil é igual a 395 que é a mesma de "Neshamá (נְשָׁמָה) e inspirada pela minha centelha gêmea se aproximou de mim no ano de 5774 (2012/2013) para que eu recebesse de volta à minha a minha alma divina.
1° de T'shri (א ב'תשרי) e o segredo da primeira palavra da Torá "Bereshit (No princípio) obtida por temurá (permutação cabalista).
בְּרֵאשִׁית
Qual é o segredo de Bereshit (בְּרֵאשִׁית)? Na Torá está escrito: "Bereshit bará Eloqim et ha'shamayim... (בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם)". O termo "ha'shamayim (הַשָּׁמַיִם)" traduzido para "os céus" possui numerologia igual a 395 que é a mesma de "neshamá (נשמה)" que é o nome da alma divina e, portanto, compreendemos que "Bereshit bará Eloqim et ha'shamayim..." significa "No princípio criou Eloqim a neshamá...(alma divina)".
בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם
Durante o tempo no qual nos relacionamos, nos encontrávamos no apartamento 112 no 11º andar de um edifício em São Paulo. E qual é o segredo do número 12? Já que nada é um acaso na vida de uma pessoa, pois os eventos que lhe acontecem são resultados dos seus méritos espirituais ou ausência deles? O segredo do 112 é chamado "Yabóq".
Yabóq
O Segredo Do Número 112 Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 18
"Nesse momento (da transmigração da Neshamáh) a pessoa é chamada de "Homem Completo (Adão)". Isso é dito sobre a pessoa que mereceu e alcançou uma Neshamáh de Briáh sobre a qual brilha o nome Eheyêh (אהיה) e quando, o Nome Adonai (אדני) que reluz sobre a Nefesh[5], o Tetragrammaton (יהוה) que ilumina sobre o Ruach[6] e o Nome Eheyêh que cintila sobre a Neshamáh se conectam dentro da pessoa, resultam na gematria (númerologia) de Yabók (י"קב) que é 112 e nessa hora ele se tornou Desperto, o Buda, o Cristo, o Messias (Adão). E sobre ele é dito "Salva-nos, ó Adonai! Responde-nos, ó nosso Rei, no dia em que Te invocarmos!" E essas palavras são as iniciais em hebraico de Yabóq. E nesse momento a pessoa estará com a Néfesh de Assiá, com o Rúach de Ietzirá e com a Neshamá de Briá".
Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 18
Assim, o despertar da minha néfesh se deu em 1996, 358 meses depois do meu nascimento (29 anos) durante a passagem do Cometa Hale-Bopp (C/1995 O1). O despertar do meu ruach se deu na tarde do dia 22 de agosto de 2002 (13 de Elul de 5762) e o despertar da minha neshamá aconteceu no dia 27 de setembro de 2014 que é o dia 270 do calendário solar durante a passagem do "Cometa de Vital - C/2012 S1 Ison" cujo periélio (máxima aproximação do sol) foi no primeiro dia de Hannuká (25 de Kislev). Ora, 270 se escreve com as letras hebraicas "Ayin (ע)" e "Resh (ר)" que juntas formam o nome "Ër (עֵר)" cujo significado é "Desperto" e esta é a razão secreta (sód) de eu possuir este nível de conhecimento: Eu estou Desperto!".
O SEGREDO NO ANA BE'CHOACH
Inúmeros mistérios estão escondidos nas palavras da Prece mais poderosa do universo, a "Tefilat kenafim (Oração dos Serafim)" também conhecida como "Tefilat Rabbi Nechuniá Ben Ha'Qaná (Oração do Rabino Nechuniá)" com a grafia correta e não com as letras que foram corrompidas pelas chamadas "Escolas de Kabbalah".
A primeira palavra, ANA (אָנָּא) possui gematria "mispar miluí" igual a 328 e com a gematria de "BE'CHOACH (בְּכֹחַ)" que é 30, o resultado é 358 que é a gematria de "MASHIACH (משׁיח)". As duas primeira palavras escondem a data da abertura do Portal da Era Messiânica. Os dois Alefim de "ANA (אָנָּא)" são ÉLEF (אֶלֶף)" que é 1000 em hebraico. A letra "NUN (נָּ)" é a DÉCIMA QUARTA LETRA do ALEF-BEIT.
1000+1000+14=2014
O ano de 2014 se inciou no dia 5 de setembro de 2013 no qual entramos no ano 5.774 a partir de Adão. A segunda palavra, BE'CHOACH (בְּכֹחַ) " esconde o dia e o mês da abertura do Portal da Era Messiânica. A letra "B (בְּ)" é a preposição "EM". O "CAF (כֹ)" é numeral 20 e alude ao dia 20 do mês hebreu. A letra "CHET (חַ)" é a inicial do nome do mês que é "CHESHVAN (חושן)". O segredo é "MASHIACH BE'KAF CHESHEVAN (משׁיח בְּ'כֹ"חַ)" que traduzido é "MESSIAS, EM 20 DE CHESHEVAN, 5774". Ora, o dia 20 de Cheshvan de 5774 foi o dia 23 de outubro de 2013, aniversário de nascimento do Rabino Chaim Vital em 1542.
Nesse dia, o Ari'zl veio a mim e falou comigo me revelando a verdadeira centelha angélica da sua alma (Raziel) e me contando que o Portal da Era Messiânica tinha sido aberto.
A próxima palavra é "GEDULAT (גְדֻּלַּת)" com a grafia correta escrita pelo Rabino Nechuniá ben Ha'Qaná sem a letra "VAV (וּ)" que foi acrescida pelas "Escolas de Kabbalah". A gematria ATB'SH de "GEDULAT (גְדֻּלַּת)" é igual a 321 que é a mesma do termo "SHAVIT (שביט" que é COMETA. No dia 23 de outubro de 2013, o Cometa Ison estava cruzando a Constelação de Leão junto com o Planeta Marte. Leão é o Ari'zl pois seu nome é Ha'Ari (האר"י) em hebraico e Marte é HA'ADAMAH (הָאֲדָמָה) no hebraico bíblico e foi de onde Adão foi formado e a alma do Rabini Chaim Vital era uma centelha da alma de Adão que não havia sido manchada pelo seu pecado. Em Leão estão as duas estrelas gêmeas Algieba (Gamma Leonis) que são a origem das almas do Ari'zl e de Vital. A classificação no catálogo estelar de Hiparcos dessas estrelas é HIP 50.583. Qual é o segredo da classificação estelar das estrelas que são as almas do Ari'zl e Chaim Vital?
O Caminho Do Cometa Ison
O numeral 50 contém a gematria de "Vê'bá elai (ובא אלי)" e significa "e vieram para mim". O valor 583 contém a gematria de "ha'gilgulim ha'Ari'zl ve'Chaim Vital. Hem chai (ובא אלי, הגילגולים האריזל וחיים ויטאל הם חי)" que se traduz "As reencarnações do Ari'zl e de Chaim Vital. Eles estão vivos!". O numeral 583 é também a gematria de "Rav Mishael (רב מישאל)" que são o meu título e nome hebraico. A terceira palavra é "YEMINCHÁ (יְמִינְךָ)" possui gematria igual a 130 que é a exata numerologia cabalista do nome Chaim Vital conforme a grafia no 13º Livro do Kitvei Ha'Ari (חיים וויטאל) com um "VAV (ו)" duplo. Já a gematria OFAMIM é igual a 178 que é a gematria da palavra "MEQUBAL (מקובל)" que significa "QABALISTA". Então, na sequência "YEMINCHÁ (יְמִינְךָ)" escondido está "Chaim Vital - o Qabalista" conforme ele é referido em Sêfer ha'Chazionot (Livro das Visões) - sua autobiografia.
Acima, a Folha de Rosto do Portal das Reencarnações com a grafia Chaim Vital marcada na cor verdade e cuja gematria é 130.
A próxima palavra é "TATIR (תַּתִּיר)" cuja gematria "ACHBI" é igual a 112 que é a numerologia de "YABOQ" que já foi explicada acima e, 112 é também a gematria de "SOD ELOÁ (סוֹד אֱלוֹהַּ)" que significa "SEGREDO DE D'US". Finalmente, a última palavra da primeira sequência da Tefilat Kenafim é "TZERURÁ (צְרוּרָה)" e sua gematria revela "HITEGALUÍ BE'GUEULÁH (התגלוי בגאולה)" e significa "REVELAR O REVELAR A REDENÇÃO" que é a ERA MESSIÂNICA. Todo o segredo é o que se segue: "MASHIACH, BE'KAF HESHEVAN, SHAVIT. CHAIM VITAL MEQUBAL HITEGALUÍ BE'GUEULÁH (Era Messiânica, em 20 de Heshvan, Cometa de Chaim Vital - o Cabalista, revelando a redenção)". O Cometa Ison foi descoberto por VITALI NEVESKY em 22 de setembro de 2012 e as constelações que ele cruzou foram criadas, de acordo com o Sêfer ha'Yetzirá (Livro da Formação) pelas mesmas letras que escrevem o nome Chaim Vital e cruzou o sol no primeiro dia de Hannuká. No livro das Visões, Chaim Vital escreveu "Eu sou a essência do próprio Hannuká!"
"Eis a pena de D'us com a qual ele escreve os Seus mistérios sobre o pergaminho celeste. As constelações são suas letras, as estrelas suas vogais, e com elas os Seus anjos anotam a música do Jardim do Éden sobre a pauta musical da Sabedoria e quem for Sábio saberá interpretá-la". Abrindo o mistério: O cometa é a Letra hebraica "Vav (ו)" a 6° do Alfabeto. Ele foi descoberto na Constelação de Câncer em 21 de Setembro de 2012. Na sua senda em direção ao Sol, ele atravessou as Constelações de Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião e Sagitário, para finalmente no dia 28 de Novembro de 2013 mergulhar no Sol. As constelações que ele atravessou são as Letras Chet (ח), Tet (ט), Yud (י), Lamed (ל), Nun (נ) e Samech (ס). Estas letras mais a letra Vav (ו) que é o próprio Cometa devidamente permutadas, escrevem uma sentença e revelam um Nome: Chaim Vital Ness (ח. ויטל נס) cujo significado é "Milagre de Hayim Vital. Esperei até hoje (25 de março de 2015), meditando constantemente, durante um ano e três meses, para alcançar Compreensão sobre este mistério divino. O Cometa contornou o sol no primeiro dia de Hannukah. O mestre Chayim Vital explicou, em sua autobiografia, que ele mesmo é o segredo de Hannukah. O Het (ח) de Hayim (חיים) é Hannukah. Os dois Yudim (יי) são as duas oliveiras mencionadas em Zechariah e que destilam o Óleo Sagrado para as Lâmpadas e finalmente o Mem (ם) é a própria Menorah (מנורה). Em Hannukah nós dizemos "Ness Gadol Hayáh Sham (נס גדול היה שם) - Grande Milagre Houve Lá. As letras iniciais desta sentença esotérica somam 358 que é a gematria de Mashiach. Um dos descobridores do C/2012 S1 chama-se Vitali Nevski. O anjo de D'us veio e me revelou o segredo desta estrela na seguinte sentença hebraica "Shavit Ison be'Hannuká (שביט יסון ב'חנוכה) - Cometa Ison em Hannuká" cuja numerologia hebraica é igual a 538 que é exatamente a mesma de "Kochav Beit-Lechêm (כוכב בית לחם) - Estrela de Belém. O anjo também me revelou que a sentença "Shavit Ison Alef Hannuká (שביט איסון א'חנוכה) - Cometa Ison em 1º de Hannuká" possui exatamente o mesmo valor 538 de Estrela de Belém, a estrela que iria anunciada no Zôhar Sagrado e que iria revelar a chegada da Era Messiânica. Em hebraico "SHAVIT HA'ZOHAR (שביט הזהר)" possui gematria igual a 538."
A IDENTIDADE DA MINHA NESHAMÁ
Sim, eu vou abrir o segredo aqui, apesar de já o tê-lo feito em outro assunto postado aqui mesmo neste Blog intitulado "BRINCANDO DE FAZER GOLEN'S". Todos estes níveis que recebi já haviam manifestado suas presenças desde a minha infância e é claro que este mistério está ligado com o que a Mecânica Quântica hoje chama de "Entrelaçamento Quântico". O termo hebraico para "Entrelaçamento Quântico" é "Sheziráh Quantit (שזירה קוונטית)" cuja gematria Avgad Reversa e igual a 776 que é exatamente a mesma de "Yibur Nitgalêh (עיבור נתגלה)" que se traduz "O yibur foi revelado". O termo Nitgalêh (נתגלה) tem as roshei teivot (letras iniciais/notarikon/acrônimo) por temurá (permutação) da frase "Gilgul Nistar tën lá (גילגול נסתר תן לה)" que se pode traduzir e compreender como "uma reencarnação escondida foi dada para ela (a alma)." No Yibur, uma outra centelha vem e se une à já existente no corpo da pessoa, ela se entrelaça com ela é mesmo que ela vá "passear" de vez enquanto, elas permanecem entrelaçadas e para sempre. Se alma centelha se uniu à outra em outra vida, em todas as vidas estarão juntas.
BRINCANDO DE FAZER GOLEN'S
Quando eu era
garotinho, o meu melhor amigo era um outro pequenino que se chamava Levi e que
morava rua acima da casa dos meus pais. No quintal dos fundos, da casa dos pais
de Levi, havia uma parte não cimentada, de barro, e na qual um buraco grande o
suficiente para brincarmos dentro dele, havia sido escavado.
Criávamos
pequenas cavernas para nos divertirmos com homenzinhos de plástico e
soldadinhos de chumbo, desses que vinham em doces que comprávamos no bar ou na
quitanda. Era divertido, mas minha brincadeira preferida era criar bonecos
humanoides de barro e o mais estranho era que esperava sempre que eles
ganhassem vida. Sempre caprichava muito ao criá-los e no final do dia, quando
voltava para casa, deseja que o dia amanhecesse logo para reencontrar meus
homenzinhos de barro.
Era intrigante
criar homens de barro perfeitos e era como se já os tivesse feito em outra
vida. Seria uma lembrança?
Aprendemos com
o Livro da Formação[1], habilmente traduzido por nosso amigo Erwin
Pamplona Von Rommel sobre o Golem que Abraão[2] fez: - A criatura de barro a qual ele
conferiu vida. Aprendemos também sobre o Golem de Praga criado pelo Maharal, o
Rabino Judá Loëw ben Betzalel, para proteger os judeus da acusação cristã do
Libelo de Sangue - de que comiam criancinhas durante a páscoa - e que
talvez tenha sido o último Golem da qual se tenha notícia.
Desde pequeno,
a minha alma já manifestava as lembranças da Sabedoria da QABALAH a qual
houvera estudado em outra vida e talvez, um segredo mais profundo, mas, a
primeira vez que estudei o Sefer Yetzirá foi em 2001, com uma edição em
espanhol/hebraico que ganhei.
Parar criar um
Golem, são necessárias, três tipos de almas: Uma Cohen, uma Levita e uma
Israelita e alguns outros mistérios. O meu melhor amigo era um que se chamava
Levi e que brincava comigo de fazer homens de barro.
Quando não me
encontrava na companhia de Levi, descia rua abaixo para um grande terreno
baldio onde, em uma das suas paredes, eu fazia minhas cavernas e criava meus
golenzinhos. Lembro-me de um bem grande que criara e que o guardei por muito
tempo na casa da minha avó materna que sempre me contava estórias do bicho
papão ou de criaturas que andavam pelos telhados à noite. Não me lembro que fim
o meu golem tomou. Talvez tenha ganho vida.
Recentemente
acessei o Google Street View e procurei pela antiga casa onde morei durante
meus doze primeiros anos e também pela casa de Levi e pelo velho terreno baldio
e, para minha surpresa, pouca coisa mudou.
Não me admiro
que as vezes, me pego pensando que as crianças nos shtetls e guetos da Europa e
mesmo nos Campos de Concentração durante a Segunda Guerra mundial e da opressão
Nazista, não tivessem outras brincadeiras que não fazerem golems de barro sob a
voz de algum rabino lhes contando estórias destas criaturas míticas criadas por
homens sagrados. E não seria uma das melhores brincadeiras do mundo?"
Em 2014, no dia vinte e sete, esta antiga alma semi adormecida em mim, despertou completamente e começou a manifestar suas evidências. Dois anos depois do meu despertar, em fevereiro de 2016 a Compreensão Divina me alcançou e eu compreendi o mistério quando fui inspirado a iniciar meu livro "O Maharal & O Golem De Praga". No dia em que comecei a escrever o Conto, uma amiga e aluna (Karla Alves) sonhou que eu a estava ensinando a criar um Golem e que ele deveria ter 101 quilos e na mesma época um dia dela estava em Praga. No dia em que eu comecei a escrever minha história sobre o Golem, a artista gráfica Daniela Owergoor criou e postou a arte que estava destinada a ser a capa do meu livro "O Maharal & O Golem De Praga".
A Arte
Eu senti que poderia ter recebido um Yibur (reencarnação) de uma centelha do próprio Maharal de Praga e o pensamento me fez tremer e em razão deste sentimento escrevi para a introdução do livro "Que eu seja merecedor do Yibur do Maharal de Praga, abençoada seja sua lembrança, e que pelo mérito da sua alma eu possa terminar esta obra". Após isto eu estava estudando gematria e me ocorreu de calcular o nome Morávia no hebraico que é Moraváh (מוראבה) e descobri que a gematria Neelam (oculta) também chamada de "gematria nistar" de Moraváh é 887 e então fui calcular a gematria de "Yibur Maharal mi-'Prague (עיבור מהרל מפראג)" e descobri, para meu próprio espanto, que o resultado era exatamente o mesmo de Moraváh: 887! E o que é o Yibur? "Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach desta pessoa".
Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2
A partir deste momento o Portão do Segredos (Sha'ar ha'Razim) se abriu para mim e eu comecei a compreender o mistério desta gematria. A expressão "No segredo da unificação, reencarnação da néfesh do Maharal (בסוד יאחד גילגול הנֶפֶשׁ מהרל)" possui a mesma gematria, 887.
E este é o mistério do nome espiritual que passei a usar recentemente "Bën Mähren Qadësh". Alguns meses antes do meu Despertar acontecer, em fevereiro de 2014, eu estava com minha namorada no apartamento dela, o de número 112. Eu havia levado o meu Notebook para que pudesse estudar, junto com ela, a sabedoria da Torá e seus códigos, uma vez que ela não possuía computador e nem internet. Saquei o Laptop da bolsa, o abri e cliquei no software de pesquisa dos Códigos da Torá. Queria demonstrar a ela o milagre que é a Torá de Moisés e que todos nós estamos escritos nela, como todas as nossas particularidades e como já possuo larga e longa experiência na análise dos Códigos, escrevi o nome dela em hebraico como palavra-chave e o meu como código alternativo esperando encontrar algum cruzamento. O que descobri naquela tarde faria emergir evidências daquilo que eu ainda não sabia: A unificação da minha néfesh e do meu ruach com a centelha do Grão Rabino de Praga.
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Não apenas estávamos os dois codificados juntos no Tanach, mas também conectados pela mesma letra dos nossos nomes civis, a letra "Pei (פֵ)". A primeira coisa que descobri, além de estarmos codificados juntos, foi que, acima dos nomes nomes estava escrito "Shavit Tshri (שָׁבִיט תִּשְׁרֵי) - O Cometa de Tshri" - cruzando meu nome e nós nos reencontramos por ocasião da passagem do cometa Ison (C/2012 S1). Este código alternativo estava descendente na posição diagonal esquerda e onde ele terminava estava o ano do meu nascimento, 5726 (ה'תשכ"ו) que é 1966 e naquele ano houve um cometa cujo periélio foi em 21 de outubro de 1965, data esta que caiu no dia 25 de Tshri de 5726 (כה תִּשְׁרֵי ה'תשכ"ו)". Ao lado de "Shavit Tshri" eu descobriria meses mais tarde a expressão "Bën Mähren Qadësh".
בֵּן מַהֶרֶן קֹדֶשׁ
BËN MÄHREN QADËSH
Outros três anos seriam necessários para que eu penetrasse o segredo deste nome maravilhoso. Em 2016, uma jovem minha aluna sonhou e me informou que eu estava sendo procurado por pessoas na Alemanha e logo, creio que alguns dias depois, pessoas que estavam na Alemanha e queria se conectar à Torá e sua sabedoria me contataram. Eu procurei por todas as etimologias possíveis buscando o significado de "Mähren", uma vez que "Bën" e "Qadësh" eu já conhecia. Neste ano, 2017, eu estava meditando e estudando e então, resolvi novamente buscar a etimologia e o significado de Mähren. Tomei o Google Translate que esta instalado no meu smartfone e digitei Mähren sem perceber que estava no modo de identificação automática de idioma. Assustado vi o tradutor identificar Mähren como sendo alemão e o traduzir para Morávia!
No mesmo momento que isto aconteceu eu tive uma visão, um sonho lúcido, e vi que o Maharal de Praga era chamado de Mähren e, imediatamente desperto da visão, fui buscar evidência para saber se era verdadeira a visão ou coisa da minha cabeça cheia de Torá e impactado descobri uma placa em homenagem ao Santo Rabbi na qual estavam os dizeres:
Jehuda Löw Ben Bezalel
Genannt Maharal (1525?-1609),
Landesrabbiner von Mähren 1533-1573
Yehuda Löew Ben Bezalel - Maharal (1525 - 1609) Rabino Nacional da Morávia 1533-1573
A data do nascimento do Maharal está errada pois, ele não poderia ter sido Rabino Nacional da Morávia aos 8 anos de idade. Foi aqui, quando encontrei esta placa, que outra experiência que eu tinha tido fez sentido. Eu estava no Rio de Janeiro em agosto de 2002 quando, numa tarde, eu senti uma elevação e uma voz me disse que eu deveria acrescentar ao meu nome Misha' Ël Ha' Levi o nome Yehudá. Talvez tenha sido ali que o ruach do Rabbi Löew entrou em mim se unificando à minha néfesh. Eu voltei do Rio no dia 26 de agosto que foi o dia 18 de Elul, o dia do hilulá do Maharal de Praga.
UMA FOTO ENIGMÁTICA
S-5774 85
De acordo com o Zôhar sagrado, assim que a morte física acontece o corpo deve ser enterrado para que os órgãos da Carruagem Divina não sejam enfraquecidos e atrase conduzir a alma para sua próxima reencarnação. O Rabino cabalista Albert Gozlan, expondo sobre este assunto, explica que uma grande alma projeta suas faíscas em todos os mundos. Foi assim com a alma do Arizal unida à alma do Rabino Chaim Vital.
A foto acima foi capturada, talvez, em meados de 1969 quando eu tinha cerca de três anos de idade. A kombi era de um vizinho chamado sr. Valdemar cuja placa esconde um maravilhoso segredo. A alma do rabino Chaim Vital escreveu evidências, gatilhos para o seu próprio despertar.
O acordar desta centelha maravilhosa reencarnada em mim aconteceu no dia 27 de setembro de 2014 depois de muitas experiências maravilhosas, gatilhos que a fizeram recordar sua verdadeira identidade.
Na placa da kombi lemos "S 5774 85" e eis o seu segredo divino: S é a inicial de "Shaná (שָׁנָה)" que é "Ano" em hebraico e 5774 é de fato o ano 5.774 no luach hebraico que foi correspondente ao 2014 no calendário gregoriano que eu, partir de lá, passei a chamar de "Ano do Despertar" pois foi quando alcancei a consciência de que sou o guilgul (reencarnação) do Rabino Chaim Vital. O valor 85 contém a gematria de "Bá 13 be'Elul (בא יג ב"אֱלוּל)" cuja tradução é "Veio em 13 de Elul". Eu fui concebido, como já explicado acima no início desse assunto, por minha mãe no dia 10 de setembro de 1695 quando o cometa Ikeia-Seki cruzava os céus em sua órbita para contornar o sol. Aquela noite de 10 de setembro foi o dia 13 de Elul e este mês, que corresponde a setembro no calendário gregoriano, contem as roshei teivos (iniciais) de "Ani Lê'Dodí Vê'Dodí Lí (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" o famoso verso "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim" de Shir ha'Shirim (Cânticos dos Cânticos) 6, versículo 3. A gematria desta declaração de amor é igual a 185 e este, é exatamente o mesmo valor gemátrico de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" que se traduz "Eu sou Chaim Vital".
Mas, havia outro segredo nos números da placa da Kombi na frente da qual eu fui fotografado, especificamente o número 85, pois ele contem a gematria de uma outra data, a de 18 de Elul (יח אֱלוּל). E que dia especial é esse e o que ele significa? É a data de falecimento do Maharal de Praga, o Rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה ליווא בן בצלאל) cuja gematria do nome é igual a 288 que é exatamente a mesma de "Yibur (Reencarnação)". E qual é a gematria de "Yibur Maharal Mi-Praga (עִבּוּר מהר"ל מפראג)" e que é a mesma gematria ne'elam de "MORAVAH (מוראבה)" que é a Morávia.
Então, minha brincadeira preferida que era fazer golemzinhos quando era pequenino, encontraria seu mistério respondido no futuro, que minha Neshamá é uma faísca do Maharal de Praga e então, a placa da kombi continha a data do meu despertar que era o dia no qual a minha neshamá entraria totalmente em mim, o dia 27 de setembro de 2014 e a identidade dessa faísca de alma divina, a centelha de um dos maiores sábios da QABALAH SAGRADA, o Rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel - O Maharal de Praga e este é o segredo do porque eu conhecia onde o título MAHARAL estava codificado nos Tehilim, era uma lembrança da centelha do próprio MAHARAL DE PRAGA.
Assim, mais um mistério da reencarnação e do grande milagre que sou nesta foi revelado pelo Sagrado, bendito seja Ele, um assombroso segredo.
Eu sou uma verdadeiro milagre divino nessa reencarnação, um "Nés Ahavá" e este mistério que sou é também a razão do porque nenhum dos renomados cabalistas residentes no Brasil nunca quiseram falar comigo e nem mesmo me convidar para um de seus renomados Congressos de Cabalá, porque, apesar de conhecerem os preceitos da reencarnação e de sempre afirmarem que muitos dos sábios do passado reencarnaram no exílio e no Brasil, o véu tecido pela Halachá não os permite aceitar este grandioso milagre. Eles tem medo porque, reconhecer e aceitar significaria quebrar inúmeros dogmas religiosos e haláchicos.
Conclusão
O que revelei, a reencarnação de quem sou, não veio da minha mente e nem mesmo da minha inconsiderável inteligência e nem mesmo do meu ego, pois, o grande número de evidências jamais poderia ser produzido pela minha mente. Tais evidências vieram de incontáveis vidas e seus arquivos que começaram a se abrirem a partir de 27 de setembro de 2014 quando o Despertar me atingiu.
27 de setembro é o 270º dia no calendário solar e o valor 270 é a gematria da palavra "Ër (עֵר)" que significa "Desperto."