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quarta-feira, 25 de julho de 2018

A Reencarnação Do Anjo Raziel


25 de julho, 1572 - Ano bissexto, ducentésimo sétimo dia no ano juliano, há 446 anos, se ocultava desse mundo a alma do Rabino Yitzchaq Lúria, conhecido como "Ha'Ari (האר"י)" titulo construído pela roshei teivot (iniciais) de "Ha'Elohêi Rabbi Yitzchaq (O Divino Rabino Yitzchaq)".

O dia 25 de julho naquele ano, foi o 207º dia no ano bissexto 1972. Duzentos e sete contém a gematria (numerologia cabalística) da palavra "Raz (רָז)" e que significa "mistério divino".

Depois do ocultamento da sua alma. o Ari passou a ser chamado de "Ari'z'l (אריז"ל)" tendo as letras "Zayin (ז)" e "Lamed (ל)" acrescidas ao seu título e que são as iniciais de "Zichronô Livrachá" que se traduz "abençoada sua memória" e assim revelando a verdadeira identidade da sua alma divina.

O Ari'z'l, assim como Mohsê, nosso mestre , o pai de todos os profetas, tinha apenas a metade da sua alma humana, a outra metade era parte da alma do Anjo Raziel, o professor de Adam ha'Rishon (o primeiro Adão) no Jardim do Éden e como o próprio Ari'z'l revelou, ele não tinha necessidade alguma de vir ao mundo, mas o fez unicamente para ensinar o Rabino Chaim Vital e esta era a sua única missão. E por que? Porque o Rabino Chaim Vital era uma reencarnação de Adam ha'Rishon, de uma parte da alma de Adão que não havia sido manchada pelo pecado e ele estava destinado a alcançar a consciência espiritual que Adão possuía no Éden e por estava razão, o próprio Anjo Raziel veio para instruí-lo.

Todas as palavras e nomes hebraicos podem ser permutados para revelar os seus segredos. Uma palavra de duas letras pode ser permutava duas vezes, uma de três pode ser permutada seis vezes e uma de quatro pode ser permutada doze vezes.

Quando, por exemplo, a Torah diz "E colocarão meu Nome sobre os Filhos de Israel...(Benção Sacerdotal)" o Zôhar revela que este Nome é o Nome de Doze Letras, em parte devido ao Tetragrammaton ser mencionado três vezes na benção e, como o Nome possui quatro letras, isso resulta em doze, e também porque o Nome pode ser permutado doze vezes.

Estranhamente o título "Ari'z'l (אריז"ל)" só pode ser permutado uma única vez e, quando permutado, ele se transforma em "Raziel (רָזִיאֵל)" o Anjo de Chochmá, o encarregado dos mistérios divinos abaixo de Metatron, o professor de Adão no Jardim do Éden e, portanto, não poderia ser em outro dia no qual, a alma deste anjo sagrado escolhesse para retornar aos céus que não o dia 207 que somente pode ser representado pelas letras "Reish (ר)" e "Zayin (ז)" e que juntas formam a palavra "Raz (רָז)" cujo significado, como já exposto acima, é "Mistério Divino".

Para concluir esta maravilhosa revelação da sabedoria, há, ainda, outro segredo perfeito e que atesta perfeitamente este "satori" divino e que está no sobrenome Lúria (לוּרְיָא). Quando aplicamos a Temurá Avgad na letra "Vav (וּ)" de Lúria, ela é transformada na letra "Zayin (ז)" e então, quando fazemos o Tzeruf de Lúria ele se transforma em Arizal e Raziel.

Nosso mestre, o Rabbi Yitzchaq Lúria, o Ari'z'l, era uma encarnação do Anjo Raziel, o professor de Adam ha'Rishon no Jardim do Éden, abençoada seja sua lembrança.

E quem poderia revelar tais mistério divinos e maravilhosos se não o próprio Ari'z'l, a encarnação do Anjo Raziel e, poderia haver algum outro dia no qual este segredo, novamente, pudesse ser escrito e revelado que não o dia 207? 

Autor
Bën Mähren Qadësh
"Misha'Ël Ha'Levi"

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O LIVRO SELADO DE DANIEL


Em 2010, publiquei a revelação sobre o que lemos e estudamos em Daniel capítulo 12 versículos 3 e 4: 

"E os sábios, pois, se iluminarão como o esplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente. E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos o esquadrinharão minuciosamente, e o conhecimento se multiplicará".

וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד. {פ} ד וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת.

Daniel 12:3,4

Qual seria a identidade deste Livro Selado? Poderia se tratar de qualquer interpretação fortuita e desprovida do conhecimento secreto do Dere'k Nistar (Caminho Escondido)? Vamos examinar minuciosamente o os versículos, claro, no original aramaico:

ג וְהַמַּשְׂכִּלִים--יַזְהִרוּ, כְּזֹהַר הָרָקִיעַ; וּמַצְדִּיקֵי, הָרַבִּים, כַּכּוֹכָבִים, לְעוֹלָם וָעֶד. {פ} ד וְאַתָּה דָנִיֵּאל, סְתֹם הַדְּבָרִים וַחֲתֹם הַסֵּפֶר--עַד-עֵת קֵץ; יְשֹׁטְטוּ רַבִּים, וְתִרְבֶּה הַדָּעַת.

Através da criptografia, analisando o versículo, naquele ano, descobri que "Zôhar (זֹוֹהַר)" está codificado a cada 3 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) no próprio versículo 3 a partir de "Yazhirú (יַזְהִרוּ)" que se traduz para "se iluminarão" e que tem raiz no termo "zôhar (זֹהַר)" que aparece logo a seguir em "ka'zôhar ha'raqia (כְּזֹהַר הָרָקִיעַ)" que se traduziu para "como o esplendor do firmamento" mas que literalmente se traduz para "como o Zôhar do firmamento" porque Zôhar é um nome próprio e nomes não se traduzem!

Treze palavras depois de "ka'Zôhar (כְּזֹהַר)" nós encontramos "ha'Sêfer (הַסֵּפֶר)" que se traduz para "O Livro" e o treze (13) aqui é muito importante porque alude às treze partes da barba do divino Atiqá Qadishá (Ancião Sagrado) citado por Daniel no capítulo 7 e aos treze atributos de misericórdia e ainda há outro segredo, o que se segue abaixo:

"Rabbi Shimon Bar Yochai (o Rashbi) escreveu o livro do Zohar. Isso aconteceu por volta do ano 150 da era comum. O Rabbi Shimon era um discípulo do famoso Rabbi Akiva (40ec – 135ec). O Rabbi Akiva e vários de seus discípulos foram torturados e mortos pelos romanos, que se sentiam ameaçados pelo ensinamento da Cabala. Eles esfolaram sua pele até os ossos com uma escova de aço para cavalos (como o atual ancinho). Em seguida à morte de 24.000 discípulos do Rabbi Akiva, o Rashbi foi autorizado pelo Rabbi Akiva e pelo Rabbi Yehuda Ben Aba a ensinar a Cabala às gerações futuras, tal como tinha sido ensinada a ele. O Rabbi Shimon Bar Yochai e quatro outros foram os únicos a sobreviver. Após a captura e prisão do Rabbi Akiva, o Rashbi escapou com seu filho, Elazar. Eles se esconderam numa caverna por 13 anos. Eles saíram da caverna com o Zohar, e com um método consolidado para estudar Cabala e atingir a espiritualidade. O Rashbi atingiu os 125 níveis que o homem pode alcançar durante sua vida neste mundo. O Zohar nos conta que ele e seu filho alcançaram o nível chamado ‘Eliahu o Profeta’, o que significa que o próprio Profeta os ensinou. O Zohar foi escrito de uma forma especial e única, a forma das parábolas, em aramaico – uma língua falada nos tempos bíblicos. O Zohar nos conta que o aramaico é o ‘inverso do hebraico’, o lado oculto do hebraico. O Rabbi Shimon Bar Yochai não escreveu, ele mesmo; ele transmitiu a sabedoria e o modo de alcançá-la de um modo organizado, ditando o conteúdo ao Rabbi Aba. Aba escreveu novamente o Zohar de um tal modo que somente aqueles que fossem merecedores pudessem compreendê-lo. O Zohar explica que o desenvolvimento humano divide-se em 6.000 anos, durante os quais a alma atravessa um contínuo processo de desenvolvimento, a cada geração. No fim do processo as almas alcançarão uma posição chamada ‘o fim da correção’, isto é, o nível mais alto de espiritualidade e plenitude. O Rabbi Shimon Bar Yochai foi um dos maiores de sua geração. Ele escreveu e interpretou muitos assuntos Cabalistas, que foram publicados e são bastante conhecidos até os dias de hoje. Por outro lado, o livro do Zohar desapareceu após ter sido escrito. Segundo a lenda, os escritos do Zohar foram mantidos ocultos numa caverna próxima de Safed, em Israel. Eles somente foram encontrados muitas centenas de anos após, por árabes que moravam naquela área. Um Cabalista de Safed comprou peixe no mercado um dia, e surpreendeu-se quando descobriu o valor imensurável do papel em que o peixe vinha embrulhado. Ele imediatamente comprou as demais folhas de papel dos árabes, e reuniu-as em um livro. Isso aconteceu porque a natureza das coisas ocultas é tal que elas precisam ser descobertas no momento apropriado, quando almas apropriadas tiverem reencarnado e entrado no nosso mundo. Foi assim que o Zohar pôde ser revelado após tanto tempo. O estudo desses escritos foi conduzido em segredo por pequenos grupos de Cabalistas. A primeira publicação do livro foi efetuada pelo Rabbi Moshe de Leon, no século XIII, na Espanha. O segundo período do desenvolvimento da Cabala é muito importante para a nossa geração. Esse foi o período do ‘ARI’, Rabbi Yitzchak Luria, que criou a transição entre os dois métodos do estudo da Cabala. A primeira vez em que a pura linguagem da Cabala apareceu foi nos escritos do Ari. O Ari proclamou o início de um período de estudo massivo e aberto da Cabala. O Ari nasceu em Jerusalém em 1534. Era criança quando seu pai morreu, e sua mãe o levou para o Egito, onde ele cresceu na casa de seu tio. Durante sua vida no Egito, ele se sustentava com o comércio, mas dedicava a maior parte do seu tempo a estudar Cabala. A lenda diz que ele passou treze anos anos isolado na ilha de Rodes, no Nilo, onde ele estudou o Zohar, livros dos primeiros Cabalistas e escritos de um outro Rabbi de sua geração, o ‘Ramak’, Rabbi Moshe Cordovero. Em 1570 o Ari chegou a Safed, Israel. Apesar de sua juventude, ele imediatamente começou a ensinar Cabala. Sua grandeza foi logo reconhecida; todos os sábios de Safed, que eram muito versados na Sabedoria oculta e revelada, vieram estudar com ele, e ele se tornou famoso. Por ano e meio seu discípulo, o Rabbi Chaim Vital, anotou as respostas a muitas questões que surgiram durante seus estudos. O Ari nos deixou um sistema básico para o estudo da Cabala, que ainda é usado hoje. Alguns desses escritos foram Etz haChayim (a árvore da vida), Sha’ar haKavanot (o portal das intenções), Sha’ar haGilgulim (o portal das reencarnações) e outros. O Ari morreu em 1572, ainda jovem. Segundo sua última vontade, seus escritos foram arquivados, para que sua doutrina não fosse revelada antes que chegasse a época certa. Os grandes Cabalistas forneceram o método e o ensinaram, mas sabiam que sua geração ainda não seria capaz de apreciar sua dinâmica. Assim, muitas vezes eles preferiram esconder, ou até queimar seus escritos. Sabemos que o Baal haSulam queimou e destruiu a maior parte de seus escritos. É especialmente significativo este fato, de que o conhecimento tenha sido escrito em papel, e a seguir, destruído. O que quer que tenha sido revelado no mundo material afeta o futuro, e é revelado com mais facilidade da segunda vez. O Rabbi Vital ordenou que outras partes dos escritos do Ari fossem escondidas e enterradas com ele. Uma parte foi entregue ao seu filho, que organizou os famosos escritos, os Oito Portais. Muito mais tarde, um grupo de estudiosos liderados pelo neto do Rabbi Vital retirou outra parte dos escritos do túmulo. O estudo do Zohar em grupos começou abertamente durante o período do Ari e então, prosperou por dois séculos. No grande período da Chassidut (1750 até o fim do século XIX), quase todo grande rabbi era um Cabalista. Apareceram Cabalistas, principalmente na Polônia, na Rússia, no Marrocos, no Iraque, no Yemen e em vários outros países. Então, no começo do século XX, o interesse em Cabala enfraqueceu até desaparecer quase completamente. O terceiro período do desenvolvimento da Cabala contém um método adicional às doutrinas do Ari, escrito nesta geração pelo Rabbi Yehuda Ashlag, autor do comentário Sulam (escada), sobre o Zohar e os ensinamentos do Ari. Esse método é particularmente apropriado para as almas da geração atual. O Rabbi Yehuda Ashlag é conhecido como o ‘Baal HaSulam’, por causa de sua obra Sulam do Zohar. Ele nasceu em Lodz, Polônia, em 1885; absorveu um profundo conhecimento da lei escrita e oral em sua juventude e mais tarde, tornou-se um juiz e professor em Varsóvia. Em 1921 ele emigrou para Israel com sua família, e tornou-se o rabbi de Givat Shaul em Jerusalém. Ele já estava ocupado em escrever sua própria doutrina quando começou a esboçar o comentário sobre o Zohar em 1943. O Baal HaSulam acabou de escrever seu comentário sobre o Zohar em 1953. Ele morreu no ano seguinte e foi enterrado em Jerusalém, no cemitério Givat Shaul".



Fonte: Kabbalah Info

O Zôhar é o Livro Selado, e o que os cristãos fazem ao ignorá-lo e atribuir as origens da QABALAH SAGRADA ao demônio? Eles se separam do divino em si mesmos e o mundo espiritual e passam a servir ao Satan ao invés do Sagrado, bendito seja Ele.

O Zôhar é citado até no chamado "Novo Testamento (הברית החדשה)" na Carta aos Hebreus (אִגֶּרֶת אֶל־הָעִבְרִים) capítulo 1 versículo 3:

"O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;" .

 וְהוּא זֹהַר כְּבוֹדוֹ וְצֶלֶם עַצְמוּתוֹ וְנוֹשֵׂא כֹל בִּדְבַר גְּבוּרָתוֹ וְאַחֲרֵי טַהֲרוֹ אֹתָנוּ בְּנַפְשׁוֹ מֵחַטֹּאתֵינוּ יָשַׁב לִימִין הַגְּדֻלָּה בַּמְּרוֹמִים

Hebreus 1:3

Lembrando que Zôhar é um nome próprio e além disso um "ser celestial" com seis asas e, então, a tradução melhor para este verso seria:

"O qual, sendo o Zôhar da sua glória, e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, foi assentado à destra da majestade nas alturas;".

Sobre o Zôhar está escrito no próprio Sefer ha'Zohar: Há nos céus um Palácio Celeste chamado "Ahavah (AMOR)" e nele habita uma Criatura Viva que se chama Zôhar e sobre ela está escrito: "Está é a Criatura Viva que eu vi sobre o Rio K'var (כ הִיא הַחַיָּה, אֲשֶׁר רָאִיתִי תַּחַת אֱלֹהֵי-יִשְׂרָאֵל--בִּנְהַר-כְּבָר)" - Yechezkel capítulo 10 verso 20. E ainda em outro lugar, lemos: "E olhei, e eis uma semelhança como o aspecto de fogo; desde o aspecto dos seus lombos, e daí para baixo, era fogo; e dos seus lombos e daí para cima como o aspecto do Zôhar... (וָאֶרְאֶה, וְהִנֵּה דְמוּת כְּמַרְאֵה-אֵשׁ--מִמַּרְאֵה מָתְנָיו וּלְמַטָּה, אֵשׁ; וּמִמָּתְנָיו וּלְמַעְלָה, כְּמַרְאֵה-זֹהַר כְּעֵין הַחַשְׁמַלָה) - Ezequiel 8:2.

O verso nunca foi sobre Jesus, mas sobre o Zôhar. Foram os Papas que acrescentaram Jesus nestes pessuqim (versículos). E ainda sobre esta Criatura Viva chamada Zôhar, diz o próprio Zôhar que toda a existência abaixo é sustenta pela Sua palavra (Zôhar Parashat Pekudei) e não é isto que lemos no versículo de Hebreus?

D'us é uma alusão ao Atiqá Qadishá (Ancião Santo) também chamado de Atiq Iomin (עַתִּיק יוֹמִין) - O Ancião Antigo ou Antigo de Dias, e, à Sua direita está a Sefirá Chochmá (sabedoria escondida) a qual Daniel faz alusão quando menciona o aramaico "chachmatá". O trono é a sefirá Biná (compreensão divna) que está à esquerda.

Jesus foi um portador das palavras e da sabedoria do Zõhar, conforme lemos em Mateus capítulo 13:

"Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: "Por que falas ao povo por parábolas? " Ele respondeu: "A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não".

וַיִּגְּשׁוּ אֵלָיו הַתַּלְמִידִים וַיֹּאמְרוּ לָמָּה זֶּה בִּמְשָׁלִים תְּדַבֵּר אֲלֵיהֶם׃ 11 וַיַּעַן וַיּאֹמֶר כִּי לָכֶם נִתַּן לָדַעַת אֶת־סוֹדוֹת מַלְכוּת הַשָׁמָיִם וְלָהֶם לֹא נִתָּן׃

Mateus 13:10,11

Duas palavras são faladas aqui, uma é Da'at (Conhecimento da QABALAH) e a outra é Sodot que se refere aos segredos do Zôhar. Jesus era um cabalista!

Assim, convertam-se dos seus maus caminhos e deixem de ofender os Sábios e a Sabedoria e de seguirem os demônios que se vestiram com peles humanas, que pregam o ódio e a segregação, o preconceito e a altivez do ego que é o "deus" deles. Venham estudar o Zôhar e a Qabalah sagrada que é a luz que alimenta todos os Sábios e os profetas.

Autor
Bën Mahëran Qedësh
"Dipankara Vedas"

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

SEGREDOS DO DESPERTAR


Artigo Em Construção

"E concebeu, e deu à luz um filho, e chamou seu nome Ér ( וַתַּהַר, וַתֵּלֶד בֵּן; וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ, עֵר.) - Gênesis 38 verso 3.

O original hebraico diz: "Ve'tahar, ve'teléd ben, vai'qrá Et shemô Ér". A sentença "Ve'tahar (וַתַּהַר)" contém as mesmas letras de "Toráh (תורה)" quando rearranjada e que contém "Tor-Hê (תור-ה)" cujo significado aqui é "Intruiu-se do Divino". 

A próxima sentença "ve'teléd (וַתֵּלֶד) cujas letras, quando também rearranjadas, se tornam "ve'délet (ו'דלת)" que traduzimos para "e abriu (uma passagem)"e que se junta a "Ben (בן) - filho" que junte-se à letra Alef (א) de "Et (את)" para formar "Nabê (נבא)" que é "Vaticinar".

Depois temos "vai'qrá (וַיִּקְרָא)" que é "e chamou". O que sobrou do verso é "te-shemô (ֶת-שְׁמוֹ)" que significa "e seu nome"cuja gematria Albam é 112 que é o valor do nome "Yabóq (יבק)" e "Ér (עֵר)" cujo significado é"Desperto".

A compreensão esotérica (ne'elam) deste verso está nos dizendo: "Intruiu-se do Divino e abriu um vaticínio para o Despertar e chamou seu nome "Yabóq (112)'.

No Sha'ar Ha'Guilgulim, estamos que, quando a pessoa Desperta é porque ela recebeu uma "Alma do mundo da Criação (Neshamáh)", ou seja, ela realizou todos os preceitos da Torah durante muitas vidas e mereceu uma Neshamáh de Briá (mundo da Criação) e então o número 112 aparece como um sinal sobre esta pessoa.

Como eu descobri este mistério? O nome Ér (עֵר) que significa "Desperto" resulta em gematria igual a 270. O meu Despertar aconteceu no dia 27 de setembro de 2014, no 270 dia do ano solar e quando isto aconteu e eu soube que era era no interior, o número 112 apareceu sobre mim.

O número 112 está escondido em Isaías capítulo 12 verso 2, mas somente os Sabios podem extraí-lo de lá.

Para maior compreensão dos mistérios do Despertar e do número 112, estude o artigo "Reencarnação Através Do Beijo". Siga no link abaixo:


Autor
Deepak Sankara Veda

terça-feira, 8 de março de 2016

Razi'Ël & Metatron

ESCUDO DA QABALAH DO ARIZAL

Despertar Do Dia:- Bamidbar 28 - "E falou o Sagrado à Moisés, dizendo (וַיְדַבֵּר יְהוָה, אֶל-מֹשֶׁה לֵּאמֹר) - Vai Davar Adonai el Moshê,  le'emor". Estas palavras são apenas uma vestimenta, um véu para ocultar mistérios divinos.

Comecemos com "Vai Davar Adonai (וַיְדַבֵּר יְהוָה). A gematria desta sentença é igual a 248 que é a mesma do nome Razi'Ël  (רזיאל) o Príncipe dos Mistérios Divinos e o Professor de Adão no Jardim do Éden. Então,  aprendemos aqui que, onde quer em toda Torah que surja "Vai Davar Adonai" significa que o Príncipe dos  Segredos da Qabalah Sagrada está comunicando um mistério da Sabedoria (חכמת נסתר), porque Razi'Ël é a Tara'a da Sefirá Chochmá na Árvore das Vidas.

Ter um mistério da Sabedoria nas mãos e não possuir a sua Compreensão, é o mesmo que possui um livro de Códigos e não saber o que nele está escrito, e é aqui que entra o Príncipe Metatron.

Então, lemos: "El Moshê (אֶל-מֹשֶׁה) - à Moisés". Ël indica que, o que foi comunicado o foi feito divinamente e com bondade, ou seja, por mérito, e Moshê  (מֹשֶׁה) que a Sabedoria que divinamente foi dada foi explicada por Metatron que é a Tara'a da Sefirá Binah  (Compreensão). O nome Moshê (מֹשֶׁה) esconde as iniciais de "Metatron Sar Ha'Panim  (מטטרון שר הפנים) - Metatron (Enoque) O Príncipe das Faces".

E finalmente temos "le'emor (לֵּאמֹר) - dizendo". Este tem a gematria de "mi-ha'tzafun  (מ-הצפון) - à partir de um segredo Codificado. A gematria aqui é 271 e que é a mesma da palavra "Heraion  (הריון)" cujo significado é "Gravidez" indicando que este segredo exigiu Reflexão, pois a Gravidez é o Segredo e o nascimento e a Revelação.

A conclusão é que, onde quer que "Vai Davar Adonai el Moshê,  le'emor (וַיְדַבֵּר יְהוָה, אֶל-מֹשֶׁה לֵּאמֹר)" apareça significa que, Raziel veio com o mistério da Sabedoria e que Metatron o explicou, mas que, a revelação deste mistério da Sabedoria e a sua Compreensão levou algum tempo no trabalho de Reflexão à sua revelação. 

As vezes com algumas almas isso é imediato, e foi como aconteceu comigo nesta manhã. E quanto recitava uma prece e quando cheguei nesta seção, imediatamente eu vi o segredo todo. 

Deepak Sankara​ Deepak Sankara Veda​ 
Qabalah D'Ari'zl.

O Artesão Da Luz