LAYLA COL HA'TZADIQIM

LAYLA COL HA'TZADIQIM
CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

GRUPO EDITORIAL QUILHA

GRUPO EDITORIAL QUILHA
ARGONAVIS EDITORA: NAVEGANDO O INFINITO - Nossos livros estão à venda pela Argonavis. Clique na Logomarca acima.

O PLATÔ DE ORION

O PLATÔ DE ORION
FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

EU QUERO ACREDITAR
CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Novo Livro

Novo Livro
Duna - O Adormecido Deve Despertar

Os Ecos De Enoch

Os Ecos De Enoch
Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"
Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

Faça Uma Tzedaká (Doação)

Faça Uma Tzedaká (Doação)
O Segredo Da Doação
Mostrando postagens com marcador chanuká. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chanuká. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de março de 2016

Segredos Do Nome De 42 Letras - Ana Be'Koach



"O Nome  de D'us de Quarenta e Duas Letras (Ana Be'koach) é  confiado somente aquele que é piedoso, manso, de meia-idade (40 anos), livre de mau humor, sóbrio, e não insistente em seus direitos. E quem sabe, se for diligente do mesmo, e observá-lo em pureza, será amado e popular acima (entre os anjos) e abaixo (entre os homens e demônios), temido pele humanidade, e herdará  dois mundos, este mundo e no mundo futuro". 

- do Talmude

O Segredo De Lúd

"Rabi Chizkiyahu estava a caminhando da Capadócia para Lud, quando Rabbi Yesa correu em sua direção". -

Zôhar Parasha Noach


Há constantemente no Zôhar, menção a uma suposta localidade nomeada "Lud (לוד)" para onde os Mestres constantemente viajavam ou caminhavam.

Por exemplo: "Quando os rabis se encontravam na Caverna em Lud" ou "Quando os rabis estavam viajando para Lud" ou ainda "Quando os rabis estavam na cidade de Lud".

O que é Lud afinal? Lud não é uma localidade física geográfica, mas uma intenção, um estado de consciência.

Como tudo no Zôhar, Lud também é um Código, um acrônimo para "be'kavanot Le'Chochmá, binah U'daat (בכוונות לחכמה, בינה ודעת)" ou apenas Be'Lud cujo significado é  "Com introspecções da Sabedoria, Compreensão e Conhecimento".

Os mestres não estavam viajando ou caminhando, eles estavam Meditando. Isto é Lud, uma intenção da alma.

בכוונות לחכמה, בינה ודעת

Outro segredo de Lud se refere à Tefilat Rabi Nehuniá Ben Hakanah (Ana Be'Koach) pois "Be'Lud (בלוד)" tem a gematria igual a 42 que é uma alusão que eles começavam suas kavanot a partir do Nome de 42 Letras.

Esta revelação veio das minhas conversas com a alma do amado Rabbi Hayim Vital, de abençoada lembrança. Obrigado Rabi Hayim Vital por mais esta revelação da Sabedoria.


Abrindo Profundos Segredos

Estudando o primeiro passuq (verso) do Nome de 42 Letras, aplicando a ele um certo método secreto de temuráh  (permutação), fiz emergir uma maravilhosa sentença esotérica:

"Le'limud mi-Torat nistar, she'zocher ka'ziharáh (ללמוד מ-תורה נסתר, שזוכר כזיהרה) - Aprenda da Torah Escondida, recorde da iluminação superior".

A força do primeiro verso do  Ana Be'Koach é a de libertar a Consciência da Robotização, da limitação religiosa e conduzi-la ao Despertar, a iluminação primordial superior que já possuímos. Ela também abre tudo o que estiver trancado e pode fechar o que estiver aberto.


Mayim Bináh - 42: 
Águas Da Compreensão

Você precisa saber que, ao Compreender os Segredos do Nome de D'us de 42 Letras (Ana Be'Koach), estará mergulhando na Miqvah  (reunião de águas) do Olam ha'Briah - o Mundo da Criação - onde tempo, espaço e movimento não existem e de onde você poderá emergir em qualquer dimensão.

Mergulhando No Futuro

Uma Miqvah Kasher deve ser cheia com 40 sa'ah de volume de águas, o que seria 144 sementes do tamanho de um ovo. Multiplicando 144x40 o resultado é 5760, valor este que corresponde ao ano gregoriano 2000.

Quando os israelitas de todas as épocas mergulhavam em uma miqvah  (piscina ritual) Kasher, eles não apenas removiam todos os 400 grupos de Tumá  (energia negativa) mas vislumbravam também o início da Era de Aquário e suas Reencarnações na Era Messiânica.

Quando mergulhados em uma Mikváh, mergulhamos na reunião de águas de Malchut, no mundo da manifestação e emergimos em Bináh no mundo da Criação. Entrar em uma mikváh é um ritual de Kavannáh (introspecção meditativa) e deve se usar os Segredos do Nome de 42 Letras.



Segredos Ocultos no Sutra Ana Be'koach 

A Tefilát Rabi Nechuniáh ben Ha'kaná que conhecemos como Ana Be'koach, possui inúmeros segredos, os quais os seguidores da Kabbalah Virtual não conhecem, pois não estão dedicados ao estudo do Profundo, aliados à apatia, porque querem e se acham meritosos dos mistérios divinos sem, no entanto,  se dedicarem diariamente a estudá-los, sem contar os seguidores de artistas famosos que se decidiram por kabbalah (e não QABALAH) por serem fãs de tais artistas e também aquele que não possuem Lév Tahór (Coração Puro).

Ainda há profundos mistérios ocultos na Prece que ainda não foram revelados e que serão dados pelo Sagrado àqueles que se dedicarem a mergulhar nas águas profundas da Sabedoria.

Devo compartilhar todos os mistérios que o Sagrado me revela. No momento estou meditando em um profundo segredo que veio à superfície na noite de ontem, segredo escondido nas seis primeiras letras do Ana Be'koach. Assim que todas suas camadas estiverem desveladas na minha alma, compartilharei. 





Compre aqui o livro 'Os 72 Nomes de Deus'



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Chanuká: Criando Milagres



O sinal de Kislev é a arco (Keshet, no hebraico). No começo de Kislev o primeiro arco-íris foi visto após a inundação. O arco-íris simboliza o pacto que D´us fez com Noah de nunca outra vez destruir o mundo com água. O simbolismo do arco ecoa também a vitória militar de Chanuká - a arco da pureza de Israel que vence o arco da impureza da Grécia. Misticamente, o arco simboliza o poder da oração: Quanto mais a corda do arco é puxada para mais perto, mais longe a flecha alcançará; assim, mais profunda a intenção de uma oração, mais alto a flecha alcançará nos céus. 
O fogo nas velas de chanuká consiste em dois poderes: o poder queimar, e no poder iluminar. Nos dias de Chanuká, os Chashmonaim (makabiim) usaram ambos estes poderes. Fogo para queimar e erradicar a impureza dos gregos, e o fogo da Torah para iluminar acima o Beit Hamikdash (o templo santo) uma vez que restaurado. Um fogo a queimar o mal, e um fogo para iluminar o bom.
Aprendemos com Hillel (um dos Sábios antigos) a respeito de como iluminar as velas de Chanuká: Hillel diz que você começa com uma vela na primeira noite e trabalha todos os dias até alcançar oito.
O poder da luz, entretanto, é sempre algo que cresce mais forte e mais forte: Hillel considerou que as Luzes da chanukia devem forçar o triunfo da luz - porque onde há uma luz, a escuridão deve fugir.
Assim Hillel nos ensinou que devemos iluminar uma vela na primeira noite, e então essa luz cresce e cresce até que encha o mundo e não haja nenhum lugar à esquerda para a escuridão.
Os dois filhos de Yosef, Ephraim e Menashe, são estes dois poderes do fogo e da luz enraizados em toda a Israel. Menashe é o poder "negativo", o poder queimar e destruir o mal, com o resultado que a luz brilhará. E Ephraim é o poder "positivo"; o poder iluminar, de modo que a escuridão não possa ter nenhum lugar para governar.
Porque os Judeus serão chamados finalmente pelo nome de Ephraim, o poder da iluminação, similarmente, a halacha segue Hillel, para começar com uma vela e para adicionar mais luz cada noite até que a escuridão desapareça.
Quando você fecha seus olhos e pensa em Chanuká, o que vem em sua mente? As luzes da chanukia. Girar do dreidel (sevivon). O aroma dos doces e sonhos. E naturalmente - o som de "Maoz Tzur".Nessa canção bonita de Chanuká, nós cantamos os "filhos da compreensão".Quem eram estes "filhos da compreensão" e qual é sua conexão a Chanuká?
O sinal de Kislev é o arco ou o arco-íris - keshet. Há uma conexão entre "Lag B´Omer e o arco de Kislev, o mês de Chanuká? O Lag B´Omer é o dia da passagem de Rabbi Shimon bar Yochai.
O dia em que deixou este mundo, Rabbi Shimon revelou muito dos segredos escondidos da Torah, a luz escondida".
A revelação da luz escondida é como a revelação das cores no arco-íris. Um arco-íris revela a anatomia da luz branca. A luz branca parece indivisível. Nenhum detalhe pode ser discernido em seu brilho puro. O arco-íris revela o segredo da luz branca.
Mostra-nos como a luz branca é composta realmente de todas as cores. Rabbi Shimon disse a seu filho Rabbi Elazar "meu filho, não espera a vinda de Mashiach até que você veja o arco-íris iluminado".Apenas porque a vinda de Mashiach é comparada ao revelação da luz escondida, assim Chanuká, o festival das luzes, é um símbolo do revelação da luz escondida, a Torah escondida.
 Esta é a conexão entre o arco, o sinal do mês de Kislev - em qual a luz escondida é revelada em Chanuká, e o arco-íris que revela as cores escondidas dentro dele. De todos os filhos de Yaakov Avinu, associado mais próximo com o estudo de Torah é Yissaschar. Yissaschar foi carregado (gerado) em Shavuot, o festival de recebimento da Torah. Sua concepção, entretanto, estava em Chanuká. Assim, Yissaschar ele mesmo, sua entrada neste mundo, nos conecta Chanuká e a Shavuot. Assim o significado de Chanuká simboliza a luz escondida da Torah. O nascimento representa o revelação final daquilo que é escondido. Shavuot significa a revelação final - a Torah revelado na luz e no som do shofar em Sinai. Shavuot é o "aniversário" da Torah e o nascimento da nação judaica. Os "filhos da compreensão" que nós cantamos em Maoz Tzur são aqueles que herdaram esta conexão - a conexão de Chanuká e a Shavuot.
São os filhos de Yissaschar que simbolizam a conexão entre o escondido e a Torah revelada. Porque o livro de Crônicas diz, os filhos de Yissaschar são "os possuidores da compreensão dos tempos".
Os "Makabiim" foram os grandes heróis de Chanuká. A palavra "makabi" é um "notarikon" de "Mi Kamocha Baelim Adonai" (Quem é como Tú entre os poderosos óh D´us).
Cantamos este cântico em todos os Shabbatot, mas talvez poucos de nós tenhamos notado que ele possui exatamente 42 palavras, nos dando uma poderosa conexão com o "nome de 42 letras" "Ana Bekoach". A palavra "makabi" soma exatamente 72. Este é o segredo na vitória dos "makabiim" contra os reis selêucidas. A conexão com a Torah escondida, A Qabaláh. A utilização da força interna de Sagitário. O poder dos 72 Nomes de D´us.

Acendemos 2 velas na primeira noite, sendo uma a vela shamash que sempre será acesa primeiro e então a primeira vela. Na segunda noite acedemos 3 velas,  a shamash, a segunda e a primeira. Na terceira noite acendemos 4 velas, shamash, terceira, segunda e primeira. Na quarta noite acendemos 5 velas, shaamash, quarta, terceira, segunda e primeira.  Na quinta noite acendemos 6 velas, shamash, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sexta noite 7 velas, shamash, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na sétima noite 8 luzes, shamash, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na oitava e ultima noite acendemos 9 velas, shamash, oitava, sétima, sexta, quinta, quarta, terceira, segunda e primeira. Na ultima noite o total de velas acesas terá somando 44.

Imagem compartilhada de
Para mais informações e as bençãos da conexão, 
clique no link acima


O número 44 é muito importante na QABALAH e vou dar-lhe dois bons motivos: O primeiro é que 44 é a gematria de Talê (טלה) e corresponde ao mês de Nissan e ao mês de Áries. Nissan é o Mês da quebra da consciência da escravidão, a saída de Mitzraim (Egito), a libertação da consciência escravizada pelos dogmas religiosos. O segundo motivo é que 44 é também a gematria de D´li (דלי) que é Aquário, o  Cântaro cheio com as Maiym ha'Chochmá (מים החכמה) - As Águas da Sabedoria. O Portador do Cântaro é o Messias. Chanuká é uma oportunidade que D´us nos preparou para nos conectarmos com a consciência de mashiach (messias).
É muito simples verificarmos a evidência disto: Durante a conexão nós giramos o Sevivon (Dreidel), um pequeno pião de 4 lados onde estão gravadas as 4 letras hebraicas que são as iniciais da frase mistica "Ness gadol hayá sham (נס  גדול היה שם )" cuja gematria é 358, a mesma de Mashiach (Messias).

Moed Tóv  Chanuká Sameach le´kulam (um bom tempo fixado de Chanuká para todos). Shalom

O Artesão Da Luz