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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Crônicas de Akrav




QÉDEM
Crônicas de A´krav
ID: 144.372.048 – T3B
A beleza de T3B[1] comparava-se a poucos mundos no universo. O gigante planeta aquático, circundado por cinqüenta e quatro anéis de água e orbitante de d Scorpius[2]. Possui três belíssimas luas: Dana[3], a primeira e a menor das três, brilhava ao norte, acima da cordilheira da serpente que fica na quarta ilha suspensa. Ao todo, sete gigantescas ilhas formadas em sete diferentes locais de T3B. Dana na sua cheia, exibe em sua face à sombra de Akrav[4], lembrando os seus habitantes à forma mística da magnífica constelação. O que se apresenta para os habitantes de T3B a distancia como uma sombra, é na verdade uma gigantesca cratera formada, na antiguidade, pelo impacto do “QRV 372”, um asteróide de 5,4 km que chocou-se com a face norte da lua. A nova de Dana é a época em que os Qorbanot[5] são oferecidos sobre as Piras Suspensas, também chamadas de Piras Azuis.
Ao sul levanta-se Degânya, a segunda lua, e que em sua cheia, a cada setenta e dois dias, assinalava a época da colheita dos grãos, o arroz akraviano, também chamado de Degân, plantado em piscinas suspensas dentro dos grandes domos-estufas, fabricados a partir do vidro obtido com o derretimento das areias do gigante desértico, orbitante de Ommicron A´krav, e usado exclusivamente para o plantio dos grãos. A cada quatrocentos e sessenta e sete dias realiza-se o “Festival dos Grãos” chamado de “Ha-Deganit”. Alegres danças circulares e recitações poéticas ao som da musica de Akrav, oferecidos como agradecimento pelas fartas colheitas.
Elevadores circulares subaquáticos deslizam suavemente por dentro de tubos feitos de chashmal – partículas de taqion aceleradas que criam de baixo d água, tubos de energia luminosa por onde os elevadores deslizam, transportando os akravianos para qualquer uma das sete ilhas suspensas. Os “maelit tzafim” viajam a 32 km/segundo.
À leste brilha Dor A´krav, a terceira lua, e sob sua luz as mulheres de T3B tornam-se férteis, aptas para conceber os filhos de A´krav. Dan fora concebido e também nascera sob a sua luz em 240.769 da criação. Sua mãe sempre o ninava sobre a Canção da Profecia, durante a sua gestação, e também, no único ano em que permaneceu com ele, antes de deixá-lo nas mãos dos cientistas médicos de Elióra – 4º planeta de a Antares, no ano 241.769, quando sofreria a cirurgias de implante simbiótico que o transformaria no Guerreiro do Juízo. Ligas de kessaf e zahav importadas de Aur substituiriam os seus ossos, e no lugar do coração a Even Lév – a pedra da contração – captaria a energia das quinze estrelas de A´krav, zilhões em energia estelar. A simbiose com o ser de mesmo nome da mística constelação, fora um sucesso. A criatura, encontrada apenas em Vênus-Sabra, primeiro planeta de Ommicron A´krav, na verdade um artrópode aracnídeo de 1,78 cm de comprimento, conhecido também por al´aqrab, lhe fora implantada na cervical. Fora encontrado a primeira vez por uma expedição cientifica enviada a Vênus-Sabra. Certa noite, um dos expedicionários que dormira em sua tenda armada nas areias do gigante desértico, à frente do gigante templo de pedra, fora atacado pela criatura que tentou unir-se a ele em simbiose, mas ele não sobrevivera. Assim, criatura e sua vitima foram estudados pelos cientistas médicos de Elióra que descobriram sua função e o seu poder, e que também a criatura não era natural de Vênus-Sabra, mas de uma nebulosa encontrada no espaço profundo da Constelação.
“Sua mãe será Lesath e seu pai Ḥešwān. Seu coração se contrairá com o poder de Antares. Sua morada será sobre as águas e ele será à força do juízo no universo, e, portanto, ele o chamarão Dan. Seu código será “Mayim” e sua coroa será a bondade”.
Entoava Hânya, a mãe de Dan, toda as noites do ano de Lesath, dias em que a magnifica estrela da cauda de A´krav brilhou intensa e misteriosamente, o ano da profecia, como chamaram nas Crônicas de Akrav. Ao contrário dos habitante dos mundos da Constelação do Escultor, os chamados Akum[6], os moradores de T3B não eram idólatras, mas conhecedores da Sabedoria de Qédem compartilhada com eles por Dayan, professor da Escola de Mistérios residente em seu mundo.
O pai de Dan, Adád, fora um humilde lavrador, mas também um Chachâm[7] que usara os segredos que aprendera na Escola de Misterios na concepção de Dan, para cumprir a profecia com a qual sabia estar atado, pois seu apelido desde a mais tenra idade sempre fora Ḥešwān, e não por acaso o nascimento de Dan se derá no 8º mês, chamado de Chodesh Chesvan na língua dos filhos de Éber.
A maginifica aparencia de Dan, caracterisca incomum para um akraviano, deixava admirados todos aqueles naturais não naturais de seu mundo. Seus 0,3588 centimetros de altura, deixavam os alienigenas com sentimento de pequenez. Nas costas da mão esquerda, uma tatuagem bio-luminescente, assina a origem de Dan: Um belo lacrau circundado pelas letras[8] sagradas do Senhor do Universo. A partir da cauda do pequeno e luminoso a´krav, pequeninas letras do idioma de D´us, bio-luminescentes também, sobem pelo ante braço até o ombro, percorrendo a cravicula e circundado o contorno interior do torax esquerdo. Um segredo particular fora escrito, desta forma, neste magnifico ser de A´krav, palavras pronunciadas na criação do universo.
Agora, prestes a completar os seus cinquenta e três anos, Dan dera inicio aos 372 dias de kavan´ot. Estava dentro do Miqdash – O Templo, eregido no centro da terceira ilha suspensa. Houvera assumido uma posição yogue e assim permanecera até que sua mente, no quinquagesimo quarto dia, alcançou elevada estatura, consciencia ampliada o suficiente para fazer levitar o seu corpo e criar ao redor de si mesmo a Ór Maqif[9]. À sua frente levitava, sob antigravitação quântica, produzida pela energia entesourada dentro de si, a Esfera de Antares, dentro da qual as centelhas da Gigante Vermelha permaneciam aprisionadas, tendo a aparencia de uma pequena galáxia vermelho/laranja.
O enorme Templo cúbico, fora eregido no Oásis de Atiká, dentro do Platô de Antares, na terceira ilha suspensa. Sua área é de 54.000 amot3 . Em seu interior, cinquenta e quatro grandes colunas, as “me´aglei amudot[10]”, dispostas em circulos contendo cada uma delas, trinta e um simbolos místicos, os chamados Gliphos de A´krav, num total de 372, que representa o idoma e a escrita dos mundos de A´krav. A aparencia das me´aglei amudot era semelhante aos antigos Toten de pedra, eregido pelas antigas civilizações de Arv´Ot. Dan possuia todos os 372 Gliphos em sua memória, e precisava meditar com eles, permutando-os entre si, criando novas alquimias de simbolos, pelo mesmo periodo de tempo, num total de 744[11] dias até que o enigma lhe fosse aberto, o “Mapetach Chaii[12]”, ou “Chave do Poder”. Este mistério ativaria a Even Lév implantada no lugar do seu coração, permitindo-lhe captar o poder de Antares.
O ano de T3B é de sete meses num total de 372+6 dias, sendo os seis dias restantantes para anos bisextos, tendo a cada dois anos um 8º mês – o cheshvan. O mês akraviano é de 53.142857 dias de acordo com o ciclo lunar de Dana, ou popularmente arredondado para 54 dias.
Ao lado esquerdo da coluna circular, quase rente à parede leste do Miqdash, uma Kartis Nessiá[13], atravessaria milagrosamente o “peregrino” para qualquer uma das 54 câmaras secretas, escondidas em lugares místicos dentro do templo, ou para qualquer das seis ilhas suspentas restantes onde, uma outra Kartis Nessiá também fora colocada.
Ao lado direito, uma Livinat Saphir, também quase rente à parede da câmara interna do Templo, tinha nela todos os 372 Gliphos esculpidos com o Ashurit – O Fogo Negro. Sua cor azul semi-transparente, permitia ao iniciado uma visão mística do universo, que surgia milagrosamente no centro da “tábua de safira”, como a chamavam, após o praticante alcançar uma mente alterada em razão das kavan´Ot. Os gliphos gravados nela eram a chave para decifrar o enigma para a ativação da Éven Lév. Cada Glipho contém doze significados especificos e diferentes, num total de 4.464 palavras secretas. Este processo é também conhecido como “Ha-Hirhurim Al Ha-Milim Ha-Sodot[14]”.
Dan alcançou a 372º kavanná no 744º dia e então, a Even Lév em seu corpo começou com os movimentos de contração e expansão, emitindo uma luz vemelho alaranjada. À sua frente, a Esfera de Antares começou a emitir um som magnifico e logo toda a Constelação de Akrav era visivel dentro dela. O Corpo de Dan tornou-se como uma imagem de raio-x e os seus ossos de liga de zahav mostravam-se através dele. A “Pedra da Contração” pulsava cada vez mais forte em seus movimentos de contração e expansão. De repente tudo parou, até mesmo a “even lév”. Nenhum som mais se ouvia dentro do templo. Os cabelos de Dan estavam para cima, atraidos por “chashmalim[15]” que ziguezaqueavam através das esferas da “Árvore de Hadar” que aparecera milagrosamente acima de Dan flutuando no espaço. Ao seu lado direito, na parede, a Livinat Saphir exibia dentro de si a Galáxia de Qédem, uma visão magnifica que somente os olhos dos iniciados poderiam contemplar.
Assim, ativada a Esfera de Antares, a pedra da contração no corpo de Dan d´Akrav brilharia com zilhões em energia estelar, capitando a luz de a Scorpion, tranformando-o no “Guerreiro do Juízo”.
“Escorpião, Escorpião, assentado sobre as águas, orientado pelas reflexões de Elazar o sábio, as meditações das palavras de segredos, a história no livro dos Jubileus, pérolas de Ya´qóv, o único homem escrevendo no meu quarto, na Casa de El, o pastor de Cheshvan, o homem do mistério, Ben Zakai, que me faz conhecer através das profundas reflexões sobre as palavras dos Segredos. Escorpião, Escorpião...”.
Cantou Dan a finalizar as kavan´Ot, no 744º dia do ano de Antares quando ativou a pedra da contração, dentro do templo eregido no Platô de Antares, sob cheia de Dor Akrav –A Terceira Lua.
Akrav na Língua de T3B

[1] Terceiro planeta de Dschuba Scorpio.
[2] Delta Scorpius.
[3] Juíza
[4] A Constelação de Scorpio.
[5] Sacrificios
[6] Acrônimo de “Ovedim Kochavim u´Mazalot – Adoradores de estrelas e signos zodiacais”.
[7] Sábio
[8] Ayin (i), Quf (q), Rêsh (r), Beith (b)
[9] Luz Circundante
[10] Literalmente “Colunas Circulares”.
[11] Razão em gematria na língua de Éber para איש החידות – O Homem do Enigma.
[12] Conhecida também nas Crônicas de Ak´rav como “Chave da Vida”.
[13] Passagem Milagrosa. Feita com a Pedra do Milagre de Pála, a terceira lua de Aur.
[14] O termo Hirhurim tem a mesma raiz da palavra “Har” que significa “Montanha”. Este processo de meditação alude a uma “mística subida” que o “caminhante” faz ao escalar uma montanha. A frase “Ha-Hirhurim Al Ha-Milim Ha-Sodot” é traduzida como “Reflexões sobre as Palavras dos Segredos”.
[15] Entidades vivas que se manifestam na forma de “partículas de taqions super carregadas” em um ziguezague constante pela estrutura Sefirótica.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Segredos da Concepção de Moisés



A grande maioria das pessoas que se autodenominam "religiosas" não sabem sequer uma partícula de sabedoria sobre os mistérios da concepção e nascimento do maior líder de todos os tempos: Moisés.

Este escrito possui a missão de apresentar aos estudantes da sabedoria da Toráh e mesmo aos autodenominados religiosos os segredos sobre a concepção milagrosa e nascimento incomum de Moshê (Moisés) nosso Mestre, de abençoada lembrança.

JOQUEBEDE
"MIDRASH & AGADDÁ"

O midrash retrata Joquebede como uma mulher sábia que era justa e temente a Deus. Por mérito de suas boas ações, ela deu à luz os três líderes da geração Êxodo: Moisés, Arão e Miriã . Um número de milagres foi realizado para Joquebede em conexão com o nascimento de Moisés: ela o deu aos cento e trinta anos, e Deus restaurou sua juventude e sua beleza. Joquebede gozou de longevidade, vivendo para testemunhar as posições de liderança de seus filhos, e foi até uma das israelitas que entraram na terra de Canaã. Sobre o segredo dela haver concebido Moisés aos 130 anos, veremos mais adiante.

Além de seu nome, a Torá também designa Joquebede como a “filha de Levi” (Núm. 26:59): “O nome da esposa de Amram era Joquebede, filha de Levi, que nasceu de Levi no Egito.” O midrash acrescenta que ela foi concebida a caminho do Egito e nasceu entre os muros (na entrada do Egito). Embora a Torá afirme que a casa de Jacó, que veio ao Egito, contava setenta almas, os rabinos observaram que apenas sessenta e nove indivíduos estão listados no Gen. 46. Uma das explicações dessa discrepância é que Joquebede completou o número setenta; ela não foi incluída na lista porque ainda estava no ventre de sua mãe (Midrash Gen. Rabbah 94: 9).

AMRAM
O CABALISTA

De acordo com essa tradição, Amram foi o principal estudioso da geração. Ele era de Levi e a tribo de Levi era a guadiã da Sabedoria da Cabalá. Quando ele viu que o faraó havia decretado que todos os meninos seriam lançados no Nilo, ele proclamou: "Estamos trabalhando em vão? (Damos à luz filhos que eventualmente serão mortos)". Então ele se divorciou da esposa Joquebede. Todo o Israel viu isso e, em conseqüência, eles também se divorciaram de suas esposas. Miriam, que tinha seis anos na época, disse: “Pai, pai, seu decreto é mais severo que o do faraó. O faraó só decretou contra os meninos, mas você decretou contra os meninos e contra as meninas também (já que todos os israelitas se divorciaram de suas esposas, nem filhos nem filhas viriam ao mundo). Faraó decretou apenas para este mundo, mas você decretou tanto para este mundo como para o próximo (um bebê que nasceu e morreu como resultado do decreto do faraó merece o mundo vindouro, mas um feto não alcançaria isso). É duvidoso que o decreto do perverso faraó seja cumprido, mas você é justo, e seu decreto será, sem dúvida, cumprido". Então, trouxeram Joquebede e ele a sentou em um palanquim, Aaron e Miriam dançaram diante dela, e os anjos ministradores proclamaram (Sl. 113: 9): “Ele põe a mulher sem filhos (akeret ha-bayit) entre sua família como uma feliz mãe de filhos". Joquebede, que fora arrancada (nitakrah) de sua casa como resultado do decreto do faraó, seria agora colocada alegremente entre sua família. Todo o Israel viu isso, e eles também se casaram novamente com suas esposas (Mekhilta de Rabi Simeon bar Yohai - ed. Epstein-Melamed, p. 6; Talmude Bavli Sotah 12a; Pesikta Rabbati 43).

ABEL & SETH
DE VOLTA À VIDA

Em Shaar Ha´Gilgulim (Hakdama 36), Rabi Yitschac Luria (o Arizal) escreve que Moshe era uma reencarnação do terceiro filho de Adão, Seth, e que Sheit era a reencarnação de Hevel (Abel). O mem (מ) do nome de Moisés é a letra inicial de Moshe (משה), o Shin (ש) é a inicial de Shet e o Hê (ה) é a inicial de Hevel (Abel).

משה


Rabi Shimon Bar Yochai e Rabbi Yitzchak Luria foram um גלגול (reencarnação) de Moshe.

"E foi-se um da casa de Levi e tomou uma filha de Levi (Shemót, péreq 2, passuq 1º)”. O rabino Chaim Vital levanta aqui uma questão. Quando Amram tomou a Yocheved como sua esposa, ela é chamada de "filha (hebraico Bat)", implicando que ela ainda era muito jovem. No entanto, no versículo seguinte, ela é imediatamente chamada de "mulher" como esta escrito: "E a mulher concebeu". Como é que em apenas um momento Yocheved foi transformada de uma filha (uma jovem) em uma mulher madura? O rabino Chaim nos fornece a revelação desta questão citando a Gemara (Sotah 12) que afirma que realmente Yocheved tinha 130 anos, quando ela se tornou novamente como uma menina muito jovem (filha). O segredo por trás disso é que Yocheved era a reencarnação de Eva (Chava), a esposa de Adão. Assim como Adão esteve separado de Eva por 130 anos (uma consequencia do pecado dele), até que Seth nasceu, conforme o relato da Torah: “E viveu Adão 130 anos, e gerou à sua semelhança, conforme à sua imagem (um filho), e chamou seu nome Shet (Bereshit péreq 5, passuq 3º)”. O mistério é que, assim como Adão, Eva (Chava) tinha 130 quando concebeu Shet. Assim Yocheved, a reencarnação de Eva não podia dar à luz a Moshe Rabeinu, a reencarnação de Seth, até que ela completasse 130 anos, e é por isso que ela é chamada “filha (Bat), pois foi nesse momento que a alma de Eva encarnou dentro dela através do processo de “Ibur”. Logo depois, ela é chamada imediatamente de "mulher", porque a alma de Eva encarnou junto à alma dela.

"...e chamou seu nome Moshê (Moisés), e disse: Porque das águas o tirei (hebraico m'shiti'hu)”. 


Moshe emanou de Da'at de zeir anpin (a pequena face) que inclui em si mesma o ChaGaT (os sefirot de Chesed, Geburah e Tiferet) de zeir anpin. Desses sairam Chabad (os sefirot de Chochmá , Da'at e Binah). As letras do nome de Moshe escondem o segredo dos três sefirot de ChaGaT: O Mem é Chesed, o Shin é Tiferet e Hê é Gevurah. Sua ordem normal, entretanto, deve ser Mahash: Mem é chesed, o Hê é gevurah e o Shin é Tiferet. Este união forma um dos 72 Nomes que sairam das três palavras iniciais “Vayisa, Vayavo e Vayet de Shemót péreq 14, passuqim 19-21, que é o nome de ChaGaT. Assim, teria sido apropriado chamar Moshe de "Mahash", e não Moshe. No entanto, o versículo diz "e chamou-o de água (m'shiti'hu)". As letras no versículo estão na ordem Mem, Shin, Hê. Assim, Moshe é chamado Moshe e não Mahash. No entanto, a ordem das letras em seu nome exprime a importância das interações sefiróticas. O atributo de Chesed (misericórdia), que corresponde ao elemento água tem precedência. Se, no entanto, a letra Hê fosse a segunda, ou a letra do meio do nome de Moshe, em seguida, a Sefirat Gevurah relativa a esta letra seria a coluna central. Todas as coisas, portanto, teriam que ser equilibradas e julgadas por suas normas severas, uma vez que Gevurá estaria no lugar de Tiféret.

HaShem em Sua benevolente misericórdia, colocou a letra Shin no meio, tanto no sefirot acima e no nome de Moshe abaixo, para que o atributo de Tiféret pudesse dispensar a justiça e graça ao invés da severidade. Assim, a coluna central estaria propícia a se inclinar para a direita, para o lado da misericórdia. Desta forma, podemos estar diante de D´us, nosso bendito Criador, sabendo que a Sua graça perdoará os nossos pecados e nos permitirá estar diante d´Ele. Isto não teria sido assim se Gevurah estive na coluna central. Pois então, se faltasse mérito nós iríamos encontrar apenas a punição. Agora, devido à sua benevolente misericórdia, temos esperança.

O HUMANO ANGÉLICO

"O segredo de todos os segredos é revelado para aqueles que são sábios em seus corações. Existem três níveis que estão unidos um ao outro e são Nefesh, Ruach e Neshamah. A Nefesh é a força a partir da qual o corpo é construído. Quando um homem é despertado neste mundo para se unir sexualmente com sua esposa, todas as partes do corpo concordam com isso e estão dispostas a receber prazer. Então, a Nefesh e o desejo da pessoa se dedicam voluntariamente nesse ato. A Nefesh desce do coração e entra no esperma que surge".

Zôhar Lech Lechá

Dependendo do mérito do casal e da missão que a criança terá neste mundo, um semeador estelar vem e implanta seu adn no adn do feto recém gerado:

"Da combinação desse desejo e Nefesh, outro poder é extraído dos níveis dos anjos, que são chamados Ishim (pessoas). Todos entram à medida que o esperma flui, e o corpo é então construído e construído deles".

Zôhar Lech Lechá


E quando isto acontece o que diz a escritura sobre ele, esta criança-anjo quando morre? "E o espírito retorne aos Elohim que o deram (וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)" - Qohelet 12:7.

São metade anjos e metade humanos, como foi o caso de Moshê (Moisés) nosso mestre sobre o qual eu já havia escrito e publicado, e o que diz a Torá Shemot sobre a concepção de Moisés? 

"E foi um homem da casa de Levi e tomou uma filha de Levi. E concebeu a mulher e deu à luz um filho e viu que ele era bom e o escondeu por três meses (וַיֵּלֶךְ אִישׁ, מִבֵּית לֵוִי; וַיִּקַּח, אֶת-בַּת-לֵוִי. ב וַתַּהַר הָאִשָּׁה, וַתֵּלֶד בֵּן; וַתֵּרֶא אֹתוֹ כִּי-טוֹב הוּא, וַתִּצְפְּנֵהוּ שְׁלֹשָׁה יְרָחִים)".

Shemot 2: 1 & 2 

Ao declarar a concepção de Moisés, a Torá diz literalmente "E foi um Ish (וַיֵּלֶךְ אִישׁ) da casa de Levi...". Ora, um Ish e não um homem, ele um hibrido humano angélico e é por esta razão que a Torá omite o nome do pai de Moisés quando declara sua concepção, pois ele foi concebido, semeado, por um semeador das estrelas e isto é apoiado pelo Zôhar: 

"E foi um homem (ish) da casa de Levi (Êxodo 2:1), esse "ish" é o anjo Gabriel, como está escrito "quando o homem Gabriel que eu tinha presenciado na minha visão... (וְהָאִישׁ גַּבְרִיאֵל אֲשֶׁר רָאִיתִי בֶחָזוֹן)"

Daniel 9:21. 

O verso de Daniel diz "ve'ha'ish Gavriel (וְהָאִישׁ גַּבְרִיאֵל) - E o ish Gavriel..." deixando claro que ish não se trata apenas de um homem, mas de um "homem anjo" um "alien humano" uma star kid ou, como gostam de chamar os ufologistas um "hibrido".

A CONCEPÇÃO

Moisés foi concebido durante uma Shabat pois, durante a Shabat não há julgamento e centelhas de almas mais elevadas podem ser adquiridas para a nova concepção. Durante a Shabat nós recebemos almas adicionais que incluem centelhas angélicas. Foi durante uma shabat que Amram recebeu a alma do Anjo Gabriel que se uniu à sua néfesh e quando ele manteve relações com sua esposa Joquebede, esta néfesh unida a alma do anjo Gabriel desceu para o sêmen que fecundou Joquebede. Este é o segredo da concepção de Moisés nosso mestre. E por ter sido concebido e nascido durante uma Shabat, Moisés também se ocultou do mundo durante uma Shabat.

"E o espírito retorne aos Elohim que o deram (וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)"

- Qohelet 12:7.



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quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Vingador do Sangue



Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Cabalá explica que há dois reinos paralelos, o físico e o espiritual. Em outras palavras, tudo o que existem neste mundo, se são humanos, animal, vegetal, ou inanimados, têm uma correspondência no reino espiritual. O mesmo é verdadeiro para Torah. Há a Torah no reino físico e a Torah no reino espiritual.

Quanto a Torah do reino espiritual, os nossos Sábios afirmam que o Torah precedeu o mundo em dois mil anos. Naturalmente, isto não vinculado ao vinculado ao tempo, já que o tempo foi criado junto com todo o resto da criação física. Isto significa que o Torah é dois mil níveis acima de todos os mundos. É o aspecto espiritual da Torah. Mas o objetivo último da Torah é relacionar-se com este mundo, e não aos mundos espirituais: “Lo bashamayim hi (o Torah não está no Céu). A Gemará (uma parte do Talmud) descreve um incidente onde houve uma discordância entre os Sábios da Mishná (outra parte do Talmud) - mais especificamente entre os Chachamim (sábios) e Rabino Eliezer. Uma voz ecoou do céu e declarou que o Rabino Eliezer tinha razão. Mas os Chachamim argumentaram que eles não eram obrigados a dar atenção a uma voz celeste (uma bat kol – voz feminina - como é conhecida) desde que a Torah não está no Céu. 

Semelhantemente quando Moshe Rabbeinu foi chamado por D´us para vir e receber a Torah, a Gemará diz-nos que os anjos trouxeram um pedido urgente a D´us: “Dão a Sua honra (isto é, a Torah) nos céus”. A Moshe Rabbeinu foi dito para responder-lhes, explicando por que o Torah era necessária especificamente no mundo físico.

Sem embargo, essas duas dimensões da Torah - o físico e o espiritual - realmente existem. Assim, quando a Torah fala sobre a lei civil, por exemplo - se um boi escornear outro boi ou uma pessoa, ou se duas pessoas ambas reclamarem sobre a posse sobre um objeto eles encontraram, ou as leis de campos adjacentes, etc. - isto pode ser entendido de dois modos: Quanto ao mundo físico, acerca da decisão legal prática em tais casos, e quanto ao seu conteúdo espiritual. Que relevância pode ter os bois, os campos e os objetos perdidos com os anjos? Assim cada um desses conceitos - um campo, um escravo, um boi, um objeto perdido, etc., todos esses conceitos tem uma contraparte espiritual que é aplicável mesmo quando as leis reais não se aplicam porque não temos mais o Beit HaMikdash, ou porque o incidente se realiza fora do Israel, mas a lei em questão aplica-se só em Israel.

A Torah, por isso, pode ser estudado de dois modos - de um modo terrestre, ou de um modo celeste. Vamos tomar, por exemplo, a lei das Cidades de Refúgio - As “Arei hamiklat”, como são chamadas na Torah as “Cidades de Refugio”. Essas foram cidades especiais que foram deixadas de lado para uma pessoa fugir para elas se ele matou outro Judeu involuntariamente.

Lá ele pode encontrar o refúgio do “Goel hadam”, um parente da pessoa morta, que vem para vingar o seu sangue derramado.

Qual é a contraparte celeste, místico, espiritual das Cidade de Refúgio? O Rebbe explica que a matéria inteira pode ser interpretada em um sentido espiritual - quanto à alma de uma pessoa. Quem é o assassino, e quem é a vítima, e quem é o parente que vem para vingar a matança não intencional?

Cada pessoa possui um corpo, uma alma animal, e uma alma Divina. A alma divina, conforme explica o Tanya é de fato uma parte de D´us acima. Resumidamente, quando uma pessoa tem a tentação para transgredir e aquela pessoa faz a escolha de fazer a transgressão e não a mitzvah (boa ação), ele esgotado a força de vida da alma Divina. Ele despojou a alma Divina de um pouco da sua vitalidade. A cada vez uma pessoa faz um mitzvah ele acrescenta a vitalidade à alma sua divina, e cada vez ele faz uma transgressão ele enfraquece a manifestação da alma divina dentro dele. Então o yetzer hara (a má inclinação) vem diante de D´us e diz, Ó mestre do universo, Tu conheces aquela pessoa? Ele cometeu uma transgressão”. E ele então exige a vingança. Ele é, por isso, o “goel hadam (o vingador do sangue)”.

Quando uma pessoa realiza algo que ele não deveria ter feito - e penso que muitos de nós já experimentaram este momento o que há de fazer então? Como cada um foge e vira e cria uma nova história? Como cada um apaga o seu passado?

A solução dada pelo Torah é fugir para uma Cidade de Refúgio. Isto é a Torah, da qual o nossos Sábios dizem, “as palavras da Torah concedem o refúgio”. Cada um pode ficar absorto no mundo da Torah tão como um assassino desintencional pode fugir para uma Cidade do Refúgio. No momento que uma pessoa examina que o passado não foi perfeito e que ele quer começar uma nova vida, ele obrigou-se a fazer assim. A idade é inaplicável nesta discussão. A coisa importante está atrelada a esta verdade, esta consciência, e o desejo de vir mais perto D´us. Ele deve começar a estudar Torah então; ele deve começar a estudar a cabalá.

Mas ele deve lançar-se "na Cidade do Refúgio" completamente. Pois, tal como o “goel o hadam (o vingador do sangue)” pode requerer a vingança se ele encontrar o assassino fora da “Cidade do Refúgio”, assim também o “yetzer hara (a má inclinação) pode requerer tomar a vingança se ele encontrar a pessoa fora do refúgio da Torah e da prática das mitzvot (boas ações). Deste modo, uma pessoa pode deixar de incomodar-se com o passado, e enfocar a sua energia e a sua concentração no presente no futuro.

Reencarnação Em Ybur


A alma de uma pessoa assassinada pode requerer do Criador uma permissão para reencarnar em um outro corpo junto com a alma que já habita ali, para cumprir a “redenção do seu sangue derramado”, levando o assassino à justiça, ou requerendo a sua vida. Este tipo de reencarnação é chamada de “Ybur”, e acontece ainda com a pessoa em vida, quanto uma outra alma vem e habita no mesmo corpo, levando uma pessoa a uma mudança drástica de caráter.

O segredo sobre como Isto pode ocorrer está ligado à questão de que são chamadas “Cidades de Refugio (Arei Miklat)”. De acordo com o “Licutei Amarim Tânia”, o corpo de uma pessoa é chamado de uma “Pequena Cidade”, e ainda nos informa que “Duas nações farão guerra uma contra a outra”, se referindo as duas almas: A Alma Divina e a Alma Animal. Ambas guerrearão pela posse da “Pequena cidade” e por seus “habitantes (os órgãos do corpo)”. Se a alma animal vencer esta batalha, ela subjugará todos os habitantes da cidade, e tornará está cidade um “lugar ruim” uma vez que a má inclinação está atrelada à Alma Animal. Havendo a expulsão de um dos “habitantes (órgão)” da “Cidade”, e “caminhando” este habitante para se refugiar em outra cidade, ele tentará subjugar este novo “vilarejo”. Os habitantes do vilarejo farão guerra contra este “intruso” tentando subjugá-lo, e se perderem, ele dominará toda a cidade.

O mesmo e contrario acontecerá se a Alma Divina ganhar a guerra e dominar a alma animal. Como a Alma divina é uma justa governante, todos os habitantes da cidade a servirão com alegria. A alma divina poderá até mesmo enviar um “emissário” para uma outra cidade, a fim de ajudá-la na guerra contra um mal governante (a alma animal), e o resultado é que, todo o caos e doenças geradas por aquele governo maléfico, serão erradicadas com a ajuda deste “emissário santo”.
Você já deve ter percebido que eu estou revelando um segredo concernente à “DOAÇÃO DE ORGÃOS”.

Completando, devo dizer que, nenhum assassinato ficará impune neste mundo, pois se o assassino não se arrepender e se “refugiar” no estudo da Torah e da Cabalá, ele será encontrado pelo “Vingador do sangue”, e este pode até mesmo ser um parente da pessoa assassinada que requeira justiça diante de D´us, e então, o “anjo da morte” sairá para requerer a vida do assassino.

Não existe nenhum assassinato, roubo ou qualquer tipo de transgressão que ficará impune neste mundo. Por isto, quando vemos supostamente uma pessoa ser condena “injustamente” a prisão perpétua, ou mesmo, como nos casos nos EUA em que é condenada a morte, devemos ter em mente que, a “Justiça pode parecer falha”, mas quem comanda os “juizes” é o Criador do universo, e assim, alguém pode estar sendo punido por uma transgressão que cometeu não nesta vida, mas numa vida anterior.



Recomendo assistir junto com este ensino da cabalá o filme "The Wrait - A Aparição", caso não o encontrei em locadoras, poderá ser comprado em sites na internet.

Fonte: http://www.sichosinenglish.org – traduzido com acréscimos do Cabalista Mishael Yehudá Ben Yisrael.

O Encurtador do Caminho


O Kwisatz Haderach é um nome fictício de uma figura profetizada do messias no universo de Duna, criada por Herbert Frank, e estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicada pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.” A frase Kwisatz Haderach veio originalmente do Hebreu (קְפִיצַתהַדֶּרֶךְ, HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qif̄îṣáṯ do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento cabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

As Quatro Faces de Amaleq



Corte da semente de Amalek
(Zohar)



O Pastor Fiel (Moisés) fala sobre Amalek e como os nomes de Bila´am e Balak estão escondidos nele. Ele diz-nos das quatro faces de Yisrael - Jacob e Rachel, Israel e Leah - e diz que essas correspondem às quatro faces da águia. Do mesmo modo existem quatro faces a Amalek - divinação, encantamento, iniqüidade e teimosia. Amalek em cima é Samael, cujas faces tentam as pessoas a pecar contra o Deus.


“Por isso, será, quando o Eterno Seu D´us, te der descanso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Eterno, teu D´us, te ETA dando por herança para possuí-la, apagarás a memória de Amalek de debaixo dos céus, não te esquecerás (Devarim 25:19)”. Porque o Sagrado, abençoado seja Ele, jurou não voltar ao Seu trono antes que Ele realize Sua vingança. O Pastor Fiel abriu e disse: “seguramente é por isso que eles viajavam na selva e pelo mar, e não se introduziram terra de Yisrael até que Ele (D´us) tomasse a vingança em cima de Amalek”.


Ele pergunta: “quem é esta raiz de Amalek acima no sentido espiritual? Vemos que as almas de Bila´am e Balak vieram do Amalek celestial, e é por isso que eles tiveram mais inimizade contra Yisrael do que qualquer outra nação ou língua. É por isso que AMALEK está marcado nos seus nomes, a saber o “AM (עמ)” de Bila´am e “Lak (לק)” de Balak. Os Amalekitas são masculinos e femininos e deles o pastor fiel diz: “Ele não observou a iniqüidade em Jacob nem ele viu a teimosia de Yisrael (Bamidbar 23:21)”, ONDE A INQÜIDADE É O LADO MASCULINO de AMALEK E A TEIMOSIA É A SUA FÊMEA. As letras que sobram de Bila´am e Balak formam o nome “Bavel (בבל)” que significa “Confusão”.


As Quatro Faces


O Yisrael tem quatro faces que são: Jacob que é Yisrael, Rachel e Leah. Yisrael e Jacob são o macho e Leah e Rachel são a fêmea. Essas quatro correspondem ao segredo de Ezequiel quando nos conta sobre as “Chaiót (os Animais Sagrados)”: “E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro (Yechezkel 1:10)”. Isto é, que correspondem as quatro faces da águia, desde que Jacob e Yisrael são o aspecto de uma águia que é a coluna central da Árvore das Vidas, chamada de “A Face Pequena”. Do mesmo modo há quatro faces a Amalek, que são: a divinação, o encantamento, a iniqüidade e a teimosia. As letras do termo iniqüidade (Hebraico: amal) estão presentes em Amalek (Amal-ek), e de Haman, quem descendeu de Amalek sobre quem se diz: “O seu dano (Heb. amal) se voltará sobre a sua própria cabeça (Tehilim 7:17)”. E todos os chefes de Esaú (Essav) vieram de Amalek. Amalek em cima é Samael que tem quatro faces que são a iniqüidade, o encantamento, a teimosia e o engano. Eles tentam o homem pecar contra o Sagrado, abençoado seja Ele. A divinação “קסם” (Heb. kesem) é o Quf (ק) de Amalek, o veneno “סם (Heb. Sam)” de Samael, e o encantamento é o El (אל) de Samael.


A Batalha de Riddick
(The Chronicles Of Riddick)


No filme protagonizado pelo ator americano Vin Diesel, o universo enfrenta um poderoso inimigo chamado “Necromongers”, um exercito de “semi-vivos” liderado pelo maléfico “Lorde Supremo” que curiosamente usa um Elmo (uma mascara/capacete) que tem “Quatro Faces”.


Os necromongers viajam de planeta em planeta convertendo seus habitantes à sua maléfica religião, matando os que não aceitam serem convertidos, e destruindo por fim, os seus mundos.


O termo “Necromonger (singular)” pode ser dividido em “Necromon-Ger” sendo que a ultima parte forma, em hebraico, o termo usado para “Convertido”, mas que carrega um outro segredo.


O termo “GER” é escrito com duas letras hebraicas, as letras “ג Guimel” e ר Resh” que são as iniciais de “Guilgul Ruach (A Roda do Espírito)” significando que, as pessoas convertidas recebem então um espírito adicional profano chamado “rashá (perverso)”.


Os nossos Sábios nos ensinaram: É proibido dar a um filho o mesmo nome de um Rashá. Alguns acrescentam que esta proibição não recai apenas sobre o pai, mesmo que já tenha dado a seu filho o nome de um Rashá (porque ele não sabia que era proibido), ao público é proibido chamá-lo por aquele nome. Eles devem substituí-lo por um apelido, e chamá-lo por este apelido.


Um exemplo, para que fique claro em nossa mente de um nome de um “perverso (rashá)”, seria dar à criança o nome de “Hitler, Stalin ou Mussolini”, ou mesmo “Saddam”, ou em um outro exemplo, dar à criança o nome de “Charles Manson”, o assassino serial que matou a atriz “Sharon Tate” esposa do então cineasta “Roman Polansky (O Bebê de Rosimary e o aclamado O Pianista)”.


Uma Advertência


Esta, pois escrito no Tehilim: “Bem-aventurado a pessoa que não segue os conselhos dos perversos (reshaim – plural de rashá)”. Desta forma é proibido se associar com eles, comer com eles, andar com eles, e mesmo tomar uma carona com eles.


Os “reshaim” que são aqueles encarnados com espíritos perversos, às vezes não são pessoas, mas, demônios em forma humana, e a pergunta que fica é: Como saber que são? Eles são aqueles que se recusam a cumprir Torah, não praticam e nem tem a intenção de praticar as mitzvot.


Algumas vezes, mesmo tendo a aparência de piedosos, não o são, e na primeira oportunidade usarão do julgamento contra aqueles que praticam Toráh. Usam suas bocas para dizerem palavras profanas, palavras de baixo calão, etc. Eu vejo pessoas que se dizem judias usando o tal do "twitter" e que só escrevem palavrões e eu fico pensando como é que, estas pessoas "recitam o Shemá" duas vezes ao dia, uma oração sagrada. Como a mesma fonte por dar água doce e água salgada?


Ao judeu é proibido usar seus lábios para tais praticas, uma vez que a boca que recita as palavras sagradas da Toráh e o Santo Nome de D´us, não pode fluir com duas fontes, sendo uma doce e a outra salgada.


Os “reshaim” fazem parte da “Érev Rav (A multidão misturada)” que são os Nefilim (Caídos), Giborim (Poderosos), Anakim (Gigantes), Reshaim (Perversos) e Amalek. A “cabeça (coroa)” desta árvore maléfica é Amalek.


A moda agora é o surgimento de “kabbalistas” que sequer tem a marca do pacto sagrado, a circuncisão, que criam e abrem escolas de kabala. Tem a aparência de piedosos, mas na primeira oportunidade que tiverem, usarão de julgamento para com os “santos (os praticantes da Toráh)” e destruirão as vidas daqueles que sem conhecimento se associaram a eles. Que D´us nos livre de tal associação.

Talvez você esteja achando, pensando ou até julgando que eu seja um preconceituso, um segregador, mas tenha certeza de que não o sou. A questão é, que quando mais Sabedoria nós é revelada, mais nos aproximamos da verdade e do conhecimento. O que poucos sabem é que, nem todos aqueles que caminham entre nós são seres humanos, ou será que você acredita mesmo que "Hitler" que assassinou 6,6 milhões de judeus e no total 66,6 milhões de pessoas no mundo em razão da guerra, era um ser humano?. E o que falar de Joseph Stalin que assassinou 40 milhões de pessoas, você acha mesmo que ele era um ser humano? Eu não sou mesmo preconceituoso e nem segregador, mas escolho bem com quem vou andar, isto é certo.


Infelizmente os reshaim estão se inserindo no meio da nação de Israel. Rabinos sem sabedoria, desligados do estudo do Zohar sagrado e da sagrada Qabalah, tem aceitado estas pessoas como convertidos no seio do povo. E muito fácil, encontrar na internet, por exemplo, estes seres, e verificar pelo uso que fazem desta ferramenta (a net) que são reshaim disfarçado de “yehudim”. Usam de palavrões, perseguem outras raças e credos, usam de julgamento, se utilizam do lashon hará (calúnia), e ainda por cima se intitulam como ortodoxos para enganar a justiça, ou faltar às audiências marcadas pela justiça depois de terem sido denunciados e processados por seus crimes.


Minha oração é para que D´us nos livre de estarmos associado a estas pessoas, e que se, involuntariamente o fizemos, que Ele nos perdoe por nossa falta de sabedoria e apague as conseqüências de tal associação. Amén!

RIDDICK TRAILER


O Artesão Da Luz