LAYLA COL HA'TZADIQIM

LAYLA COL HA'TZADIQIM
CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR

GRUPO EDITORIAL QUILHA

GRUPO EDITORIAL QUILHA
ARGONAVIS EDITORA: NAVEGANDO O INFINITO - Nossos livros estão à venda pela Argonavis. Clique na Logomarca acima.

DECLARAÇÃO

DECLARAÇÃO

O PLATÔ DE ORION

O PLATÔ DE ORION
FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

EU QUERO ACREDITAR
CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

Novo Livro

Novo Livro
Duna - O Adormecido Deve Despertar

Os Ecos De Enoch

Os Ecos De Enoch
Página dedicada à criação online da Obra "Os Ecos De Enoch"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"
Apresentado entre agosto e novembro de 2015. Clique na imagem!

Faça Uma Tzedaká (Doação)

Faça Uma Tzedaká (Doação)
O Segredo Da Doação
Mostrando postagens com marcador matrix. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador matrix. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ONDE O MEU NOME ESTÁ (criptografado) NA TORÁ?

Vamos começar com uma história encontrada no Sefer Seder HaDorot, seção Yemot Olam, quinto milênio, [ano] 4954. Eis suas palavras:

“Recebi por tradição que o Ramban tinha um discípulo chamado Rabbi Avner, que se tornou apóstata [abandonou a Torá]. Sua sorte fez com que ascendesse a uma posição elevada, tornando-se temido em toda a terra.

Depois de algum tempo, no dia de Yom Kippur, mandou buscar seu mestre, o Ramban, e, diante dele, matou com suas próprias mãos um porco, cortou-o em pedaços, cozinhou-o e comeu-o. Depois de comê-lo, perguntou ao Rav quantas penas de karet havia transgredido. O Rav respondeu que eram quatro; ele, porém, disse que eram cinco e quis discutir com seu mestre. O Rav lançou-lhe um olhar de ira, e o homem emudeceu, pois ainda lhe restava algum temor de seu mestre.

Por fim, o Rav perguntou-lhe o que o havia levado à apostasia. Ele respondeu que certa vez ouvira [o Ramban] ensinar sobre a Parashat Ha’azinu, dizendo que naquela parashá estavam incluídas todas as mitzvot e todas as coisas existentes no mundo. Como isso lhe pareceu impossível, transformou-se em outro homem [rompeu com a Torá].

O Rav respondeu: ‘Ainda sustento aquilo que disse. Pergunte o que quiser.’

O homem ficou extremamente admirado e disse: ‘Se é assim, mostre-me, por favor, se consegue encontrar meu nome escrito ali.’

O Ramban respondeu: ‘Pediste corretamente; isso podes pedir de mim.’

Imediatamente retirou-se para um canto e orou. Então veio à sua boca o versículo:


אָמַרְתִּי אַפְאֵיהֶם אַשְׁבִּיתָה מֵאֱנוֹשׁ זִכְרָם

ר' אבנר

Rabbi Avner

Amarti af’eihem, ashbitah me’enosh zichram — “Eu disse: Eu os dispersaria; faria cessar dentre os homens a memória deles” (Deuteronômio 32:26).

Pois contando a terceira letra de cada palavra no versículo, encontramos o nome daquele homem, que era Avner junto com a letra Reish que é a inicial de Rabbi, pois o fato de a Torá chamá-lo implicitamente de “Rabi Avner”, apesar de naquele momento ele ser um mumar [apóstata], é uma indicação de que ele retornou em teshuvá.

Quando Avner ouviu isso, seu semblante caiu, e perguntou ao mestre se havia remédio [tikkun] para sua transgressão. O Rav respondeu: ‘Tu ouviste as palavras do versículo’, ou seja, o próprio versículo que contém teu nome já te disse o que fazer.

O Rav seguiu seu caminho.

Imediatamente o homem tomou um barco sem marinheiro e sem remo, entrou nele e deixou-se levar para onde o vento o conduzisse. E nunca mais se soube coisa alguma a seu respeito. (fim da citação)

O Gaon de Vilna num comentário sobre o Sifra deTzniuta, capítulo 5, declarou:

"E o princípio geral é este: tudo aquilo que foi, que é e que será até o fim dos tempos está inteiramente incluído na Torá, desde Bereshit [Bereshit 1:1] até le-einei kol Yisrael [aos olhos de todo Israel - Devarim 34:12].

E não apenas os princípios gerais, mas até mesmo os detalhes de cada espécie e de cada ser humano individualmente, e tudo aquilo que lhe acontecerá desde o dia de seu nascimento até o seu fim, bem como todos os seus gilgulim [reencarnações], todos os seus detalhes e os detalhes dos detalhes.

Do mesmo modo ocorre com cada espécie de animal doméstico, animal selvagem e todo ser vivo existente no mundo; e com cada erva, planta e objeto inanimado; todos os seus detalhes e detalhes dos detalhes, em cada espécie, bem como os indivíduos pertencentes às espécies, até o fim dos tempos — aquilo que lhes acontecerá e sua raiz.

Da mesma maneira, tudo aquilo que está escrito acerca dos Patriarcas, de Moshe e de Israel existe em cada geração, pois as centelhas de todos eles se reencarnam em cada geração, como é sabido.

E igualmente todos os seus atos, desde Adam HaRishon até o final da Torá, encontram-se em cada geração, como é sabido por aquele que compreende. E assim também ocorre em cada ser humano individualmente [...]" (fim da citação).

Veja também Kol haTor 3:3 na continuação das palavras do Gaon:

"E todas essas alusões estão contidas nos números, segundo o segredo do versículo: “Ha-motzi ve-mispar tzeva’am, le-kulam be-shem yikrá — Aquele que faz sair seu exército segundo o número, e a todos chama pelo nome” (Isaías 40:26).

Isto significa que cada ser criado possui um número fundamental próprio, e que a finalidade ou destino particular de cada um, de acordo com seu nome e seu número fundamental, encontra-se aludida na Torá segundo o segredo de “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo”; isto é, por meio do cálculo das letras da Torá através de guematria — gematriot e notarikon, método pelo qual as letras são interpretadas como abreviações ou combinações significativas.

E conforme disseram nossos Sábios acerca do versículo: “Lechu chazu mif‘alot Havayah, asher sam shamot ba’aretz — Ide, contemplai as obras de Havayah, que estabeleceu desolações na terra” (Salmos 46:9). Não leias “shamot — desolações”, mas “shemot — nomes”, conforme a interpretação registrada no Talmud Bavli, Berachot 7b.

As “parperaot la-chochmá — iguarias ou condimentos da sabedoria” são os recipientes que recebem as propriedades espirituais superiores provenientes do Olam HaAtzilut — Mundo da Emanação, através dos miluiim — preenchimentos dos nomes e das letras, e dos miluiim de-miluiim — preenchimentos dos preenchimentos, prosseguindo sucessivamente até o Ein Sof — Infinito.

Ou seja, as letras hebraicas (Otiot) podem possuir significado em sua forma simples, em sua forma expandida ou “preenchida” [milu’in], e ainda no preenchimento das próprias letras que compõem esse preenchimento [milu’in de-milu’in], continuando assim em níveis sucessivos.

E cada criatura e cada ser humano, de acordo com suas funções gerais e particulares, encontra-se aludido em seu próprio nome; e encontra-se também aludido na Torá por meio dos valores numéricos da guematria.

Cabe a cada pessoa de Israel empenhar-se com todas as suas forças para alcançar e compreender o nível dos números superiores — misparim elyonim, ocultos em seu próprio nome por meio dos cálculos de guematria — cheshbon gematriot, os quais estão aludidos na Torá e dizem respeito à missão singular — ha-shelichut ha-yechida’it de cada indivíduo, conforme está escrito: “ish al diglo be-otot le-veit avotav — cada homem junto à sua bandeira, segundo os sinais da casa de seus pais” (Números 2:2).

E acerca disso foi dito: “Yigdal na koach Adonai — Que seja engrandecido, por favor, o poder de Adonai...” (Números 14:17).

Este é o segredo do “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo” mencionado em Kohelet 9:10.

Cabe, portanto, a cada pessoa alcançar e compreender os cheshbonot ve-gematriot shemo — cálculos e guematriot de seu próprio nome. Caso contrário, ela poderá ter de passar por um novo gilgul, a fim de reparar aquilo que deixou incompleto neste gilgul.

Pois aquele que não conhece as guematriot e os cálculos que lhe pertencem e que estão ocultos em seu nome está destinado a descer ao Sheol.

E, segundo a explicação de nosso mestre no Tikkunei Zohar Chadash, deve-se alcançar aquilo que está contido em seu próprio cheshbon — cálculo — mediante o poder que está em sua mão. Este é o sentido do versículo: “Kol asher timtzá yadchá la‘asot be-koachachá, asê — Tudo aquilo que tua mão encontrar para fazer, faze-o com tua força” (Kohelet/Eclesiastes 9:10), pois:

“ein ma‘assê ve-cheshbon bi-Sheol — não há ação nem cálculo no Sheol” (Kohelet 9:10).

Isto significa que, no Sheol, já não será possível realizar ou completar esse “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo”. A razão é que, com base nesse conhecimento, cada pessoa poderá saber como cumprir sua missão singular neste mundo.

E, quanto mais entramos nos Ikvot Meshicha — “passos do Mashiach”, mais se revelam as alusões de guematria — remezei ha-gematriot, nas quais estão ocultos os segredos das finalidades ou missões destinadas tanto gerais quanto particulares.

E acerca disso foi dito:

“Kol gei yinnassê — Todo vale será elevado...” (Isaías 40:4).

E isto corresponde às gematriot que são chamadas “parperaot la-chochmá — iguarias da sabedoria”, conforme é apresentado no Zohar HaKadosh, Tikkun 70. (fim da citação)

EXEMPLOS DE NOMES CRIPTOGRAFADOS NA TORA:

Veja Tratado Chulin 139b, apesar de Haman só surgir muito tempo depois lá na Meguillat Ester, no entanto, ele já é mencionado na Torá:

"os sábios do Talmude perguntam: 'De onde [encontramos uma alusão a] Haman na Torá?' A resposta é: “Ha-min ha-etz” — הֲמִן הָעֵץ — “Acaso da árvore...?” (que pode ser lido Haman para a forca)

Os Sábios perguntaram a Rav Mattana: “De onde, na Torá, encontramos uma alusão a Haman e seu enforcamento?” Ele respondeu citando o versículo pronunciado depois que Adam comeu da Árvore do Conhecimento:

Ha-min ha-etz asher tziviticha le-vilti achol mimennu achalta? — הֲמִן־הָעֵץ אֲשֶׁר צִוִּיתִיךָ לְבִלְתִּי אֲכָל־מִמֶּנּוּ אָכָלְתָּ — “Acaso comeste da árvore da qual Eu te ordenei que não comesses?” (Gênesis 3:11).

A alusão encontra-se em ha-min — הֲמִן. Quando retiramos os nekudot (sinais vocálicos), temos המן, exatamente as mesmas letras do nome Haman.

De onde [encontramos uma alusão a] Mordechai na Torá?”

Rav Mattana respondeu citando Êxodo 30:23, onde, entre os ingredientes do óleo sagrado da unção, aparece a expressão mor deror — מָר דְּרוֹר, “mirra pura”. Essa expressão é traduzida para o aramaico como meira dachya — מֵירָא דַּכְיָא, cuja pronúncia apresenta uma correspondência com o nome Mordechai — מָרְדֳּכַי." (fim da citação).

E agora, de nossos próprios exemplos:

Nosso mestre, o Ari z'l nos guiou a encontrar muitos códigos importantes na Torá e no Tanack, dentre eles, citaremos estes dois:

Em Zechariah 9:9 no verso que fala sobre o Mashiach Ben David, nós encontramos codificado o nome de Rav Akiva:

Gili me’od bat-Tziyon, hari‘i bat-Yerushalayim; hineh malkech yavo lach, tzaddik ve-nosha hu; ani ve-rochev al-chamor, ve-al ayir ben-atonot.

“Alegra-te muito, filha de Tziyon! Exulta, filha de Yerushalayim! Eis que teu rei virá a ti; ele é justo e vitorioso; humilde, montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumentas.”


גִּילִ֨י מְאֹ֜ד בַּת־צִיּ֗וֹן הָרִ֙יעִי֙ בַּ֣ת יְרוּשָׁלַ֔͏ִם הִנֵּ֤ה מַלְכֵּךְ֙ יָ֣בוֹא לָ֔ךְ צַדִּ֥יק וְנוֹשָׁ֖ע ה֑וּא עָנִי֙ וְרֹכֵ֣ב עַל־חֲמ֔וֹר וְעַל־עַ֖יִר בֶּן־אֲתֹנֽוֹת׃

ר' עקיבא
Rabbi Akiva, o Reish de Rabbi é o Reish de Chamor - O notarikon de חמור — CHaMoR é:
 חכם מופלא ורב רבנן
Chacham Muflá ve-Rav Rabbanan que se traduz:
 “Mestre extraordinário e mestre dos mestres.”

Constantemente o Rabi Akiva é associado à figura do jumentinho, por causa de muitos aspectos de seus gilgulim [um deles Yissachar chamado de um jumento poderoso - Bereshit 49:14], da origem de sua alma que veio dos prosélitos, conforme é nos explicado no Shaar haGilgulim, por ele ser da raiz de Kayin e esses é um dos motivos de ele ter dito em Pesachim 49b:

“Quando eu era um am ha’aretz [homem sem instrução em Torá], eu dizia: ‘Quem me dera encontrar um talmid chacham [sábio da Torá], para que eu o mordesse como um jumento (חמור — chamor)!"

Outro exemplo é o nome completo do Rav Chaim Vital criptografo no profeta Isaías 12:2 que trata sobre o Rei Mashiach:

Hineh El yeshu‘ati, evtach ve-lo efchad; ki ozi ve-zimrat Yah Havayah, va-yehi li li-yeshu‘ah.

“Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei, pois minha força e meu cântico são Yah, Havayah, e Ele se tornou para mim salvação.

הִנֵּ֨ה אֵ֧ל יְשׁוּעָתִ֛י אֶבְטַ֖ח וְלֹ֣א אֶפְחָ֑ד כִּֽי־עׇזִּ֤י וְזִמְרָת֙ יָ֣הּ יְהֹוָ֔ה וַֽיְהִי־לִ֖י לִישׁוּעָֽה׃


חיים ויטל

Chaim Vital

Outro exemplo de código:

Codificado em MEGUILAT ESTHER capítulo Iº no passuq 18 através de RASHEI TEIVOT (INICIAIS) temos o ano 5786 (התשפ"ו) seguido por "ÊSH (אש) - FOGO" e "ËD (אד) - VAPOR" conforme se pode ver abaixo como o ano 5786 marcado em vermelho, FOGO em abóbora escuro e VAPOR em verde.

"Vehayom hazeh tomar'nah sarot Paras u'Madai, asher sham'u et devar hamalkah, lechol sarei hamelech; uchedai bizayon vakatsef."

"E neste mesmo dia dirão as nobres da Pérsia e da Média, que ouviram a palavra da rainha, a todos os príncipes do rei; e haverá desprezo e indignação em abundância."


 וְֽהַיּ֨וֹם הַזֶּ֜ה תֹּאמַ֣רְנָה ׀ שָׂר֣וֹת פָּֽרַס־וּמָדַ֗י אֲשֶׁ֤ר שָֽׁמְעוּ֙ אֶת־דְּבַ֣ר הַמַּלְכָּ֔ה לְכֹ֖ל שָׂרֵ֣י הַמֶּ֑לֶךְ וּכְדַ֖י בִּזָּי֥וֹן וָקָֽצֶף׃


O mais surpreendente veio como a deflagração do bombardeio contra o IRAN e sua nomeação como "EPIC FÚRY (זַעַם אַגָּדִי) - ZA'AM AGADI - FÚRIA ÉPICA. Ao reezaminar o CÓDIGO, descobri que "ZA"AM AGADI" também estava codificado no mesmo passuq através de RASHEI TEIVOT (INICIAIS) sendo a letra ZAYIN (ז) de ZA"AM (זַעַם) o ZAYIN de HAZÊH (הזה) e o ALEF (א) de AGADI (אַגָּדִי) o ALEF de TOMAR'NÁH (תֹּאמַרְנָה).

O passuq fala do temor de uma REVOLTA FEMININA inspirada na rebelião da rainha contra a ordem do rei e isso é muito importante.

"No início de janeiro de 2026, o Irã registrou uma nova e intensa onda de protestos deflagrada inicialmente por uma profunda crise econômica, que rapidamente se transformou em um movimento antigovernamental generalizado. As mulheres voltaram a ocupar um papel central na linha de frente da resistência, construindo sobre o legado do movimento "Mulher, Vida, Liberdade" de 2022."

Fonte: Quadrinhos na Cia.

Se você deseja conhecer a localidade do seu nome na Torá-Tanach, nós temos uma pesquisa de código, você deve entrar em contato conosco e escrever para:

baaltzafuntorah@gmail.com 



sábado, 25 de maio de 2019

Wireframe: O Mundo Em Um Fio


O Mundo Em Um Fio

Quando um mundo virtual começa a ser projetado em um ambiente computacional, ele é chamado de Wireframe. Nosso mundo é um Wireframe e é por isso designado "World On A Wire - O Mundo Em Um Fio." 

De acordo com o Zôhar Sagrado, nosso mundo é chamado Malchut (Reino) mas que não existia aqui anteriormente, mas acima, unido aos outros mundos. Nosso mundo é o resultado da queda da S'firá Da'at (Conhecimento) também chamada de "Etz Da'at Tóv ve'Rá - Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal - a Dualidade da qual Adão foi aconselhado a não se alimentar. 

O nome Malchut (מלכות) possui gematria igual a 496 e esta, por sua vez, é a mesma gematria mispar ne'lam (oculta) do nome Da'at (דעת). Nosso mundo é uma projeção de Da'at. Ele não existe. É uma ilusão, um holograma criado para dar às almas o ambiente virtual para suas correções espirituais.

Antes da queda


Como já foi explicado, após a desobediência de Adam ha'Rishon (o ser primordial), seu corpo espiritual foi fragmentado da cintura para baixo e todas as centelhas de almas que formavam o corpo luminoso adâmico dali para os pés, caíram para dentro do recém criado mundo do Adão Belial - o Adão feito de Conchas (Qlipot). As conhas aprisionaram as centelhas de almas sugando suas luzes para se manter existindo. Aprisionadas dentro das Qlipót (Conchas), as almas se projetam através do segredo de "Tenú óz la'Elohim (Deem força a Elohim)". Elohim é o pensamento e através do pensamento as almas aparecem dentro da "Construção (Wireframe)" para fazerem suas correções e assim, retornarem ao seu local de origem na Árvore Sagrada (Adam ha'Rishon). Quando todas as almas aprisionadas lá se corrigirem e saírem das Qlipót, malchut desaparecerá, pois não mais será necessária. 

A palavra para mundo é Olam (עולם) que significa "Ocultar" e está é a razão de eu haver proclamado, em uma entrevista para a Rede Globo há 15 anos:

"O mundo é uma cortina que oculta o programador." 

Wireframe é também definido como "um modelo tridimensional esquelético no qual apenas linhas e vértices são representados." À medida na qual as consciências das almas forem se elevando do seu estado pós-queda tomado pelo esquecimento dos segredos divinos, o wireframe do mundo foi sendo melhorado gradualmente. Agora, estamos quase para romper a fronteira. Em breve vamos projetar um mundo dentro deste mundo e, então a cortina cairá e nós seremos capazes de enxergar o wireframe. Será neste dia que todos ficaremos consciente da projeção e de que o mundo é realmente uma ilusão. Ele não existe...


Somos marionetes de nós mesmos, mas, os fios, estão sob o controle de Adam Belial, o Adão das trevas e, por isso, foi declarado por Qohelet (Rei Salomão): 

"Época no qual Adão governa sobre Adão para o seu próprio mal (עֵת, אֲשֶׁר שָׁלַט הָאָדָם בְּאָדָם--לְרַע לוֹ.)" 

- Qohelet 8:9



Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Dipankara Vedas

Compre aqui o livro 'SIMULACRON'



sábado, 18 de maio de 2019

Simulacron:- Elohim é o pensamento


Elohim É O Pensamento

Foi declarado pelo Salmista que nós somos Elohim (divindades), conforme está escrito: "Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo (אֲנִי-אָמַרְתִּי, אֱלֹהִים אַתֶּם; וּבְנֵי עֶלְיוֹן כֻּלְּכֶם.). - Salmos 82:6. 

Do hebraico se translitera "Ani amartí, Elohim atem, u'beney Elion kulechem." Claramente "Vós sois Elohim..." E o que lemos no começo da Toráh? "No princípio Elohim criou os céus e a terra (בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ.)." - Gênesis 1:1. Do hebraico transliteramos "Bereshit bará Elohim et ha'shamayim ve'et ha'aretz."


HITBODEDÜT

Os chachamim (sábios) nos disseram que, qualquer palavra na Toráh pode ser substituída por uma palavra equivalente de mesma numerologia (gematria). Assim, é possível penetrar e revelar novos e antigos mistérios da Toráh. Elohim é o pensamento e como foi explicado, a gematria de Elohim (אֱלֹהִים) é igual a 86. O cérebro humano, como também já foi dito, possui 86 bilhões de neurônios. Mas, o grande segredo está na palavra "Bereshit (בְּרֵאשִׁית) - No princípio... A gematria de Bereshit é igual a 913 que é a mesma numerologia de "Hitbodedut Elohim... (התבודדות אֱלֹהִים)." E o que é Hitbodedut? 

"Hitbodedut é a prática de meditação espiritual realizada em uma base individual com a finalidade de aproximar-se de Hashem e descobrir os segredos místicos registrados na alma. Praticamente desde o início dos tempos, as pessoas chegaram seu elevado nível de Avodat HaShem - Serviço a D'us - através da Hitbodedut." 

Usando do segredo da gematria podemos substituir, ou melhor, extrair Hitbodedut Elohim de dentro de Bereshit e assim transcrever o restante do passuq (versículo) e revelar como o universo foi criado. 

"Hitbodedut Elohim bara ba'chelom et ha'shamayim ve'et ha'aretz (התבודדות אֱלֹהִים בָּרָא בחלום אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ.)."

A tradução é: "Com meditação Elohim criou sonhando os céus e a terra." Tudo foi criado pelo segredo do pensamento. O universo é uma simulação criada pelo pensamento e é pelo segredo do pensamento que vamos desvendar o segredo do simulcro, da matrix na qual estamos vivendo e interagindo.

A palavra hebraica para pensamento é Machshaváh (מחשבה) cuja raiz é a mesma da palavra para computador e que é Machshév (מחשב) No dia no qual criamos uma simulação dentro deste simulacro e entrarmos nela atravessando a fronteira da realidade simulada, nós descobriremos impressionados, que nossa realidade sempre foi uma simulação, um segredo do pensamento. Nós criamos a "realidade."

Na Toráh Bereshit (Gênesis) capítulo 50, no versículo 20, lemos: "Vós bem pensastes mal contra mim; porém Elohim o pensou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida (וְאַתֶּם, חֲשַׁבְתֶּם עָלַי רָעָה; אֱלֹהִים, חֲשָׁבָהּ לְטֹבָה, לְמַעַן עֲשֹׂה כַּיּוֹם הַזֶּה, לְהַחֲיֹת עַם-רָב.)." Quando quebramos o verso juntando "Elohim chashaváh (אֱלֹהִים, חֲשָׁבָהּ)" emprestando-nos da letra mem (ם) de Elohim e doando-a a "chashaváh" nos temos "Elohim machshaváh (אֱלֹהִים מחשבה)" que se traduz "Elohim é o pensamento."

A Realidade Precisa Ser Mesurada
"Físicos afirmam que a realidade não existe até que a medimos"

Cientistas australianos confirmaram recentemente um dos aspectos teóricos da física quântica: que certos objetos alternam entre os estados de partícula e onda quando são medidos, mas mantêm-se em um estado dual enquanto isso. No mundo macroscópico, ondas são ondas e objetos sólidos são partículas. No entanto, essa distinção não é tão clara quando entramos no mundo da teoria quântica. A luz pode comportar-se como uma onda, ou como uma partícula. O mesmo vale para objetos muito pequenos, com a mesma massa de elétrons, por exemplo.

Mas o que determina quando um fóton ou elétron vai se comportar como uma onda ou como uma partícula? O modelo dominante da mecânica quântica diz que essa “decisão” só é tomada quando uma medição é feita.

Portando, tudo nesta e em outras "realidade" é determinado pela "observação" e a observação vem pela meditação com intenção de adquirir compreensão.

"Um cântico de ascensão. Quando o Eterno nos trouxer de volta a Tsión, a nós, seus exilados, nos parecerá estar sonhando."

שִׁיר, הַמַּעֲלוֹת: בְּשׁוּב יְהוָה, אֶת-שִׁיבַת צִיּוֹן-- הָיִינוּ, כְּחֹלְמִים

Tehilim 126

No local onde nossas almas estão exiladas agora, dentro dos casulos no mundo de Adam Belial, nós estamos em permanente estado de sonho. Zion (Tsión). de acordo com o Zôhar Sagrado, é a S'firá Malchut na Árvore das Vidas e que é chamada de "Os Pés de Adam Ha'Rishon (O homem Primordial)".

O segredo é que não apenas estamos nos projetando para dentro do simulacro, mas o estamos criando também à medida na qual estamos nos projetando. Elohim é o pensamento.


Quando eu era mais jovem costumava brincar com uma frase que surgiu na minha mente a partir de um filme que assisti nos anos 1980, o Feitiço de Áquila: "Sonhei que estava dormindo sonhando que estava acordado e quando eu acordei ainda estava dormindo..."




Quando acordamos de um sonho, estamos despertando realmente ou... estamos acordando de um sonho dentro de outro sonho? Será que estamos acordados agora?

CONHECIMENTO

A gematria de Elohim que é 86 é tando a numerologia de "be'chelom (em sonho)" como também a gematria de "be'yada (com conhecimento)" e com esta informação podemos retraduzir o verso  primeiro do Gênesis novamente e dar novo significado a ele:

"Hitbodedut Elohim bara ba'yada et ha'shamayim ve'et ha'aretz (התבודדות אֱלֹהִים בָּרָא ביָדַע אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ.)." - "Meditando Elohim criou com conhecimento os céus e a terra."

E lembre-se: Há diferença entre desejo, que as pessoas chamam erroneamente de sonhos e sonhos propriamente dito e compreendido que são projeções, informações e lembranças que temos enquanto estamos dormindo ou meditando. Eu acredito que, nossas almas que estão agora mesmo presas nos casulos do mundo de Adam Belial estão, num certo nível de consciência, projetando-se para dentro do simulacro construído através de sonhos e conhecimento para poderem fazer as correções necessárias para que, um dia, a escravidão possa terminar e, então as Qlipót (casulos) desaparecerão e o Simulacro, a Matrix, não mais serão necessários.

Razá Ila'áh

Autor
Bën Mähren Qadësh
Simulacron
A Realidade É Uma Ilusão

Compre aqui o livro 'SIMULACRON'



sábado, 16 de junho de 2018

O Auspicioso 1966


O ano 1966 foi auspicioso. Anunciado por um grande cometa (Ikeia-Seki) em 23 de outubro de 1965 (Eliahu Ha'Navi) iniciou a contagem do chamado Fim dos Dias (acharit ha'iamim).

O Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh em Ha'Qadmá (Introdução) afirma que, no Fim dos Dias Moisés retornaria trazendo com ele os dois Messias, o Messias Ben Yosef (Messias Filho de José) e o Messias Ben David (Messias Filho de David). O primeiro alude à iluminação pessoal de cada pessoa no mundo e o segundo à iluminação do mundo inteiro. O primeiro alude à centelha messiânica em cada pessoa e o segundo à todas estas centelhas despertas tornando o mundo todo iluminado.

"O messias não será uma pessoa, mas um dia quando todo o mundo for iluminado."

 - Alejandro Jodorowsky.

No Êxodo, quando Moisés, nosso Mestre, alcança a iluminação, isso nos é informado pelo código chamado "ha'senêh boër (הַסְּנֶה בֹּעֵר) - a Sarça Ardente" que é, na verdade, uma visão da S'firá Biná na Árvore das Vidas chamada Satori no Zen Budismo. Moisés havia alcançado o 49° Portal da Compreensão.


"Va'yerê malach Yud Hê Vav Hê elaiv bilabat êsh--mitóch ha'senêh (וַיֵּרָא מַלְאַךְ יְהוָה אֵלָיו, בְּלַבַּת-אֵשׁ--מִתּוֹךְ הַסְּנֶה;) - E apareceu o Anjo do Yud Hê Vav Hê numa chama de fogo entre a Sarça... (Êxodo 3:2)."

As sofei teivos (letras finais) de "Malach Yud Hê Vav Hê elaiv bilabat êsh (מַלְאַךְ יְהוָה אֵלָיו, בְּלַבַּת-אֵשׁ)" que são "chaf sofit (ך) hê (ה) vav (ו) tav (ת) e shin (ש)" formam, por temurá (permutação qabalistica) o ano 5726 (התשכ"ו) equivalente no calendário solar gregoriano à 1966.

A expressão bíblica hebraica "be'acharit ha'yamim (בְּאַחֲרִית הַיָּמִים)" que se traduz como "no fim dos dias" possui gematria (numerologia qabalistica) igual a 726 que corresponde ao ano hebraico 726 do 5 milênio ou com a adição da letra hê (ה) que foi 1966 (5726).

AYRTON SENNA


Para tornar mais claro e evidente que está verdade espiritual, vou revelar outro segredo. Em 21 de março de 1960, nascia em São Paulo Ayrton Senha da Silva, uma reencarnação messiânica para nossa geração. O ano 1960 foi, no luach hebraico "5720 (התש'ך)" sendo o numeral 20 representado pela letra hebraica "chaf sofit (ך)". Senna, no Hebraico é escrito com as mesmas letras da palavra "Senêh (סְּנֶה)" que significa "sarça". No verso mencionado acima (Êxodo 3:2), a sequência "bilabat êsh--mitóch ha'senêh (בְּלַבַּת-אֵשׁ--מִתּוֹךְ הַסְּנֶה)" contém as sofei teivos (letras final) que formam o ano hebraico 5720 que são "tav (ת) shin (ש) chaf sofit (ך) e hê (ה)" que por temurá formam 5720 equivalente no solar gregoriano à 1960. E o que lemos em seguida? O termo "senêh (סְּנֶה)" ou "Senna". A sequência é "5720 Senna". Até mesmo o nascimento de Ayrton Senna está no verso com a sua data de nascimento para ratificar que a iluminação do mundo inteiro teve início em 1966.

A IDENTIDADE SECRETA DE SENNA


A identidade secreta de Ayrton Senna: O Talmude nos que há, numa geração, 36 pessoas justas que são imortais e que, com seus atos ocultos de bondade, eles mantém o mundo protegido da destruição. Estes 36 são chamados pelo código cabalístico "Lamed Vavniq" que é uma abreviação do Yiddish "Lamed Vov Nistarim (Os 36 Escondidos)" e também "Tzadiqim Nistarim (Justos Ocultos)". Ayrton Senna era um deles. A expressão "Lamed Vavniq (למד-וניק)" possui gematria (valor numerológico hebraico) igual a 240. Como podemos ter certeza de que Ayrton Senna era um Lamed Vavniq? Pelos seus atos de bondade que carregam a assinatura da alma que possuía. Dia 28 de agosto de 1992, o piloto Erik Comas bate a sua Ligier durante os treinos em Spa Francorchamps e fica inconsciente dentro do seu carro com o pé no acelerador. Ayrton Senna passa e vê que foi um grave acidente, para, desce do seu carro e corre, em meio aos outros carros, para auxiliar Erik Comas. Ele desliga o morto do carro e presta os primeiros socorros ao piloto injuarido. Este dia, 28 de agosto, é o 240º dia no ano solar e 240 é o valor de "Lamed Vavniq", revelando que Ayrton era um dos 36 justos escondidos. D'us permitiu para que, no futuro, todos pudessem conhecer a sua verdadeira identidade. A tradição da QABALÁH revela que um dos 36 possui a alma do messias. "Não há menos de 36 tzaddikim no mundo que recebem a Shekhinah (a Presença Divina)" - Talmud Bavli - Sanhedrin 97b, Sucot 45b.



Este mistério, com exceção do adendo sobre a identidade de Senna puvlicado no dia 18 de maio, me foi revelado pelo meu Mestre há dois dias durante um sonho, e seu nome também está no versículo, bem no início onde lemos "Va'yerê (וַיֵּרָא)" que no sentido inverso e por gematria se revela "Ha'Ari Alef (הארי א)" que se traduz "O Ari escondeu" porque a letra Alef é inicial de "esatér (אֶסָּתֵר)" que é "esconder/ocultar". 

Autor
Bën Mähren Qadësh
Dipankara Vedas
Misha'Ël Ha'Levi

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

O TENEBROSO SEGREDO DE MATRIX



Este escrito é parte da Obra
"SIMULACRON - A REALIDADE É UMA ILUSÃO"

Artigo Em Construção

"Um cântico de ascensão: Quando o Sagrado Nome nos fizer retornar a Tsión, a nós, seus exilados, nos parecerá termos estado sonhando".


שִׁיר, הַמַּעֲלוֹת: בְּשׁוּב יְהוָה, אֶת-שִׁיבַת צִיּוֹן-- הָיִינוּ, כְּחֹלְמִים

Tehilim 126

Em meados de 1998, dois anos após o início do meu Despertar, fui atingido por uma sombria sensação de que o mundo não era real, e durante muitos dias eu me descobri lutando com meus pensamentos e meu interior, dizendo: "- Não é real! Não pode ser real!".

Certa noite, com os pensamentos conturbados e com esta sensação sombria e crescente de que nada era real e de que tudo era uma ilusão, sai para caminhar e fui a uma locadora de vídeos que ficava na rua Sete de Setembro, 236 em Suzano. Lá, encontrei, nas muitas prateleiras que preenchiam a sala, um filme chamado "Cidade Das Sombras". O aluguei e fui para casa assisti-lo. O filme aumento a minha inquietação interior e tornou mais forte e mais sombria a sensação de o mundo era uma ilusão.



O filme trata do mundo manipulado pelas forças sombrias das Qlipot (cascas do mal) onde o simulacro é alterado a cada noite sempre à meia noite. Durante uma dessas manipulações, um homem (John Murdoch) desperta e começa a perceber a ilusão e ele tem algo na mente, uma imagem recorrente onde ele vê, escrito em um outdoor a palavra Shell Beach (do inglês "Praia da Concha), uma alusão as Qlipot. É neste local que ele vai descobrir a verdade sobre o simulacro.


O filme tem uma ligação com Matrix pois, uma série de peças do set de filmagem, incluindo as utilizadas para a perseguição no telhado, foram vendidas para a produção de Matrix (1999) no final das filmagens.

"Eu acho que o dia não existe aqui! Quando foi a última vez que você se lembra de tê-lo visto? E não estou falando sobre uma lembrança de infância distante e meio esquecida, quero dizer, como ontem. Semana passada. Você consegue uma única memória? Você não pode, pode? Eu não acho que o sol exista ... neste lugar. Porque eu fiquei por horas, horas e horas, e a noite nunca termina aqui".

John Murdoch - Dark City

Esta é um declaração da alma quando ela desperta no mundo das Qlipot e tudo o que encontra é escuridão, pois a luz não existe lá...

Em 1999, dois filmes profundamente esotéricos e espirituais, foram lançados, e trouxeram a revelação iminente e produziram um golpe no Satan, causando uma fissura através da qual, as centelhas de almas escravizadas nas Qlipot, começaram a ver a luz da libertação.

O primeiro filme foi "The Thrirteen Floor (O 13º Andar)" que foi lançado em 16 de abril de 1999 (30 de nissan de 5.758) na Dinamarca. O outro foi Matrix, lançado em 31 de março (15 de nissan de 5.758) nos EUA. O lançamento destes filmes foi como o golpe das dez pragas sobre o Egito dando inicio à libertação das centelhas de almas presas dentro dos órgãos de Adam Belial.



"Eles dizem: "A ignorância é uma benção". Pela primeira vez na minha vida, eu aceito isso. Eu queria nunca ter descoberto a terrível verdade. Eu sei agora. Uma vez que descobrirem, tentarão me silenciar. É por isso que eu tenho que escrever tudo isso para você nesta carta. Você é o único a quem eu posso dizer isso. O único que poderia possivelmente Compreender. Boa sorte meu amigo".

Hannon Fuller - O 13 Andar

O dia 30 de nissan é o dia do aniversário de falecimento (hilulá) do Rabino Chaim Vital, o autor de Sha'ar Ha'Gilgulim (O Portão das Reencarnações) onde os segredos sobre a Matrix estão codificado, e o dia 15 de nissan é o dia do festival de Pessach que é dia da libertação do cativeiro. Não foi acaso! Foi providência divina.

Na década passada, eu costumava lecionar os mistérios da Sabedoria sobre o nosso "Simulacro" usando os filmes chamado  O 13º Andar e Matrix e estas aulas costumavam fazer os alunos desistirem de estudar Dere'k Nistar.

Durante mais de dez anos, este foi o ponto central de todas as exposições místicas lecionadas em quase todas as aulas: O mundo é um simulacro.

"Paraíso e Inferno são pensamentos vistos através de cortinas e toda a criação está apoiada nesta doutrina".

Sêfer Ha'Zôhar Ha'Qadosh

Há quase quinhentos anos, Rabi Chaim Vital completou esta maravilhosa revelação. Ele escreveu: "Já que Adão pecou e como ele era uma criação sagrada do Santíssimo, bendito seja Ele, ele, Adão, não podia ser contaminado com as Qlipot e a morte (ambas cascas do mal). Portanto, OUTRO SER IGUAL A ELE APARECEU. Trata-se do Adão das Trevas, conhecido como Adão Belial".

Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 15


Adão era o Templo Sagrado no qual as centelhas de almas habitavam e o Adão Belial o universo negativo, o mundo invertido que se criou em razão do pecado, este universo é chamado "Sitra Achará (o Outro Lado)". Continua o Rabi Vital: "Por causa do pecado de Adão, todas as centelhas de almas que constituíam o seu corpo metafisico, passaram para o Outro Lado, criando uma IMAGEM paralela de Adão no sistema impuro, chamado Adão Belial. Aos poucos as almas foram se corrigindo e passando para o seu lugar original no corpo do Adão Celestial restando apenas as almas nos pés do Adão das Trevas (malchut da Árvore das Qlipot) e portanto as centelhas aprisionadas nos pés do Adão das Trevas são o último grupo. Então, será somente quando as almas nos pés das Qlipot retornarem à sua posição nos pés de Adão que o messias (o mundo desperto e iluminado) aparecerá . Por isto foi escrito "E naquele dia Seus pés estarão sobre o Monte das Oliveiras (Zacarias 14:4)". O monte das Oliveiras é malchut de Adam Ha'Rishon e que são seus pés.

Cristo (o messias) aqui não é uma referência a Yeshu'a (Jesus) mas, refere-se ao corpo adâmico regenerado à sua forma inicial iluminada e foi por isso que também Paulo, o Apóstolo disse: "Porque assim como a morte veio através de Adão, também a ressurreição dos mortos virá através de Adão (וּמֵאַחַר שֶׁהַמָּוֶת בָּא עַל־יְדֵי אָדָם, גַּם תְּחִיַּת הַמֵּתִים הִיא עַל־יְדֵי אָדָם)" - Iº Corintios 15:21.

Notem que sublinhei em vermelho o termo "Adam (אָדָם)" que se encontra no verso original traduzido para o hebraico.

Adão é o segredo do Bereshit (Gênesis) cujos versículos são o segredo da criação dos dois Adamim (Adãos), sendo o primeiro o Adão Celestial (Adam Qadmon) e o segundo, o Adão Primordial (Adam Ha'Rishon), como vemos a seguir:

"Bereshit bará Elohim et ha'shamayim ve'et ha'aretz (בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ.)".

Gênesis 1:1

A palavra "Bereshit (בְּרֵאשִׁית)" é a cabeça de Adam Qadmon. Já "bará (בָּרָא)" é o cérebro direito e "Elohim (אֱלֹהִים)" o cérebro esquerdo. A ligação "et (אֵת)" suas duas letras (alef e tav) são o braço direito e o braço esquerdo e, a palavra "ha'shamayim (הַשָּׁמַיִם)" é o plexo solar do homem celetial. A seguir as letras "ve'et (וְאֵת)" são a perna direita, a esquerda e os órgãos sexuais e, finalmente "ha'aretz (הָאָרֶץ)" são os pés de Adam Qadmon. E, então, acontece a fragmentação, a destruição do Templo Sagrado:

"Ve'ha'aretz haytá tohú u'bohu, ve'choshéch al faney techom... (וְהָאָרֶץ, הָיְתָה תֹהוּ וָבֹהוּ, וְחֹשֶׁךְ, עַל-פְּנֵי תְהוֹם;) ".

Gênesis 1:2

"E a terra ficou sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo...". O Zôhar revela que "tohú u'bohu" é o segredo da destruição do templo sagrado, o corpo celestial de Adão e que este é o segredo das almas caídas no mundo das Qlipot.

O Mundo Das Qlipot


"Primeiro, havia escuridão. Então vieram os estranhos. Eram uma raça tão antiga quanto o próprio tempo. Eles dominaram a tecnologia. A capacidade de alterar a realidade física por si só. Eles chamaram essa habilidade "Tuning (sintonização)". Mas eles estavam morrendo. Sua civilização estava em declínio, e então eles abandonaram seu mundo procurando uma cura para sua própria mortalidade. Sua jornada sem fim os levou a um mundo pequeno e azul no canto mais distante da galáxia. Nosso mundo. Aqui eles pensaram que finalmente encontraram o que estavam procurando".

Dr. Daniel Schreber - Dark City

Esta narrativa é um segredo sobre o mundo das Qlipot e suas escórias que está morrendo e das escórias reencarnando no mundo da simulação para enganar a humanidade. E não por acaso, o nome do narrador é Daniel e você compreenderá porque.

"Eu sei que isso vai parecer loucura, mas e se nós nunca tivéssemos nos conhecido antes ... e se, tudo o que você lembra, e tudo o que eu deveria lembrar, nunca tivesse acontecido realmente?"

John Murdoch - Dark City

Você acredita que as suas memórias, suas lembranças são suas realmente? Você consegue se lembrar do que fez treze dias atrás?

E o rabino Vital continua revelando a natureza da simulação (Simulacro): "E o aparecimento dessas centelhas de almas fragmentadas de Adão harishon no mundo (simulação) depende das ações realizadas nos Mundos Inferiores (Qlipot), enquanto elas ainda estão presas lá, pelo segredo do versículo "Deem força a Elohim (תְּנוּ עֹז, לֵאלֹהִים)" - Tehilim 68:35. Então, a qualidade dos atos (pensamentos) enquanto aprisionadas nos mundos inferiores, determina a capacidade de tirar aqueles centelhas de almas das qlipot". O que significa que as almas se projetam para dentro da simulação que é o mundo através dos seus pensamentos enquanto ainda estão presas lá (dentro dos casulos) para poderem trabalhar e se corrigirem e então serem libertadas de lá.


Matrix é uma Parabola, um segredo hermético sobre os exílios (Galut) das centelhas de almas de Adam Ha'Rishon (o Adão primordial) caídas e escravizadas no mundo das Qlipot (Conchas) de Adam Belial (o Adão Negativo). 

São quatro os exílios das centelhas de almas no mundo das Qlipot. São eles: Exílio da Babilônia (Keter, Chochmá e Biná das Qlipot). Exílio da Pérsia (Chessed, Guevurá e Tiferet das Qlipot). Exílio da Grécia (Netzach, Hód e Yesod das Qlipot). Exílio de Roma (Malchut das Qlipot) que são os pés da Árvore de Adão Belial. Com exceção do último exílio, o de Edom (Roma). Três destes exílios estão codificados em Matrix.

Ora, por que raios os Wachowski utilizaram nomes bíblicos babilônicos, persas e gregos em sua obra cinematográfica? Claramente eles foram inspirados divinamente.

No primeiro filme, uma das personagens principais é o Overcraft chamado Nabucodonosor. Ora, Nabucodonosor foi o rei da Babilônia e o responsável por exilar as almas de Zion (Sião) que é Malchut de Adão Ha'Rishon na Babilônia que foi o primeiro exílio. No segundo filme, uma das principais personagens é o Conselheiro Haman. Ora, Haman foi Conselheiro do Rei Achashverosh (Xerxes) no Reino da Persia nos dias durante os quais Esther foi a rainha. No terceiro filme, uma das personagens principais e Perséfone (já presente no segundo filme) que é uma deusa na mitologia grega. 

O Termo Matrix transliterado para o hebraico (מטריקס) está codificado no Tana'k (Bíblia Hebraica) 74 vezes sendo que, o código com menor intervalo de saltos de letras equidistantes está no Livro de Daniel que é o que esconde o segredo das almas aprisionadas no mundo das Qlipot. Este mistério neste livro é chamado pelos códigos "Shiveim Shaná (שִׁבְעִים שָׁנָה)" que traduzido significa "Setenta anos" e depois, quando o Arcanjo Gavriel vem para dar compreensão para Daniel sobre este mistério, ele o chama de "Shavuim shiveim (שָׁבֻעִים שִׁבְעִים )" que traduzido é "Setenta semanas". Estes dois códigos não se tratam de "uma época temporal decorrida" ou de um tempo físico, mas é como são chamadas as Sefirot (emanações) da Etz Ha'Chaiim (Árvore das Vidas) e da Etz Ha'Qlipot (Árvore das Conchas). A palavra hebraica "Shaná (שָׁנָה)" traduzida comumente para "ano", possui a mesma gematria (numerologia cabalística) da palavra "Sefirá (ספירה)" e que é 355. A Árvore das Vidas e a Árvore das Qlipot contém 10 Sefirot, sendo que, o pátio inferior contém sete (7). Cada uma das sete Sefirot do pátio inferior da Árvore das Vidas contém 10 outras em si mesmas, e cada uma destas dez contém também sete no pátio inferior e que, quando multiplicadas são chamadas de 70 anos e de Setenta semanas e que não são um tempo físico decorrido. 

7×10=70 [70×7=490]=490 
Sefirá/ano 

Este é o segredo nomeado pelos cristãos de "As setenta semanas de Daniel" sobre o qual eles não tiveram compreensão por terem rejeitado a Sabedoria Escondida da Torá. 

Alguns livros textos antigos dizem que Daniel nunca existiu no mundo físico e alguns outros dizem que sim. Eu sou adepto de ele nunca existiu, porque Daniel é como o Sagrado nomeou as centelhas de almas caídas dentro das Qlipot, porque Daniel significa "Aquele que é julgado por Deus" ou "Deus assim julgou", ou ainda, "Deus é meu juiz" e a razão de Daniel (as centelhas de almas) mencionarem os três pecados cometidos por Adão, que foram Peshá (rebelião), Chet (pecado involuntario) e Avon (pecados cometidos pelo Desejo) que levaram a fragmentação do seu corpo luminoso e à queda destes fragmentos de almas para dentro de Adão Belial. Estes três pecados são mencionados pelo Arcanjo Gavriel ao coletivo Daniel: "Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão (peshá), para dar fim aos pecados (chatat), e para expiar a iniqüidade (avon), e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo". -Daniel, 9:24.

"Certamente, há quatro exilios, três correspondentes às três cascas de uma noz. O primeiro é chamado "sem forma (Heb. Tohu)", que é uma linha verde, ou seja, a casca verde da noz. O segundo é chamado "vazio (Heb. Bohu)", que são pedras viscosas, que são fortes pedras, das quais os sábios da Mishná legislaram alguns decretos. A terceira Qlipá é a casca grossa da noz, que é o terceiro exílio que foi curto. Isso é a escuridão. O quarto exílio é um grande abismo, que é o espaço dentro da noz. Isto é "e havia trevas sobre a face do abismo" - Gênesis 1:2.


Este é um mistério complexo e requer estudo e não achismo ou comparações esdruxulas sustentada por dogmas religiosos.

Este segredo é tão verdadeiro que, no episódio "O Recorde Mundial" de "Animatrix" a personagem Dan Davis após o seu despertar, aparece segurando duas nozes na mão esquerda, nozes estas que são uma alusão ao segredo que o Zôhar revelou acima e as Qlipot de Adamn Belial.




A grande ilusão que domina o mundo religioso judaico-cristão é a perpetuante crença de que, o exílio, se refere a pessoas judias espalhadas pelos quatro cantos do mundo, quando, na verdade, o exílio se refere verdadeiramente às centelhas de almas caídas nas qlipot.

A queda de malchut de Adam Ha'Rishon dentro das qlipot é chamada de "dez tribos perdidas" porque, malchut é a décima sefirá da Árvore das Vidas.

"A virgem de Israel caiu, e não mais tornará a levantar-se; desamparada está na sua terra, não há quem a levante". 

Amós 5:2
A virgem de Israel se refere à Shechiná (Presença Divina) e "caiu" se refere à sua queda dentro das qlipot de Adam Belial. O Zôhar diz ainda que, o Messias filho de José que é Yesod da Árvore e o Messias filho de David que é Malchut caíram juntos no poço.

Não é acaso que em Matrix o último refúgio humano é chamado "Sião (Zion)" que é o nome que se dá para a sefirá malchut. Este último refúgio humano é o segredo do último exílio dentro das qlipot que é o exílio de Edom. Este último exílio começou a terminar em 1999 quando o ano hebreu 5760 se iniciou. Este é o segredo de Matrix e a razão do termo transliterado (מטריקס) estar codificado no livro de Daniel. 

"Alguma vez você já teve um sonho, Neo, que você tinha tanta certeza de ser real? E se você não conseguisse acordar desse sonho? Como você saberia a diferença entre o mundo dos sonhos e o mundo real?" - Morpheus

As centelhas de almas sustentam a existência das qlipot enquanto presas lá. Em Sha'ar Ha'Gilgulim, lemos: "Portanto, tudo o que as Qlipot fazem é no sentido de tentar obrigar as almas a continuar dentro delas. Elas ficam lutando para que as centelhas de almas não saiam de lá, para que assim possam viver e ter sustento. E quanto maior for o valor da alma presa lá, maior a extenção de abundância que vem para elas (as Qlipot). Por isso, quando elas, por ventura, se apoderam de uma centelha preciosa, não deixam que ela saia de dentro delas por nada, e tudo que elas tentam fazer é, por qualquer meio possível à sua disposição, segurá-la e não deixá-la sair para sempre."

Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 15

Nós somos baterias, somos o sustento para que as "máquinas (Qlipot) continuem existindo. E não é isto que vemos em Matrix?

"O corpo humano gera mais energia biológica do que uma bateria de 120 volts e mais de 25.000 BTU de calor corporal. Combinados com uma forma de fusão, as máquinas encontraram toda a energia que eles precisariam. Existem campos - campos sem fim - onde os seres humanos já não nascem, somos cultivados. Durante muito tempo eu não acreditei, e então eu vi os campos com os meus próprios olhos. Assisti elas liquefazerem os mortos para que pudessem ser alimentados por via intravenosa aos vivos."

Morpheus em Matrix

As almas caídas dentro das Qlipot são chamadas de mortos porque as Qlipot são chamadas de morte. elas serão eliminadas e engolidas instantaneamente por causa da saída das centelhas de almas de dentro delas (Sha'ar Ha'Gilgulim).

Matrix é um filme tão poderoso e tão divinamente inspirado que contém até profecias. Na cena na qual Smith interroga Neo, podemos ver a folha de rosto de passaporte de Thomas Anderson e o que está ali codificado é de arrepiar os folículos da alma.


Clique para ampliar

A data de nascimento de Neo é 13 de setembro de 1971 e a data na qual o passaporte foi tirado é 11 de setembro de 2001. Ora, 13 de setembro de 1971 foi, no calendário hebraico, o dia 23 de elul de 5.731 e a data de 11 de setembro de 2001 caiu exatamente no mesmo dia e mês hebraico, dia 23 de elul de 5.761. E o que aconteceu em 23 de elul de 5761? A destruição das Torres Gêmeas. Uma previsão assustadora, pois dois anos depois que Matrix foi lançado as Torres do World Trade Center foram destruídas.






O DESPERTAR


Em Matrix, Neo desperta dentro da Qlipá, mas como em Sha'ar Ha'Gilgulim, o trabalho começa com a alma se "projetando (reencarnado)" dentro da Ilusão do Mundo Físico. Perguntamos: É possível desperta dentro do útero de Belial? A alma pode acordar e perceber a torturante escravidão a que está aprisionada? Sim! E há um relato de uma alma grandiosa que despertou dentro das Qlipot: A alma do Rei David.

"A alma (néfesh) do Rei David veio de um local extremamente elevado no corpo de Adam Ha'Rishon e, por causa disso, ela caiu em níveis  muito mais profundos da impureza das Qlipot.".

Sha'ar Ha'Giulgulim Ha'Qadmá 7

A alma do Rei David, exclamou: "Ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me aterrorizaram"

כִּי אֲפָפֻנִי, מִשְׁבְּרֵי-מָוֶת; {ס} נַחֲלֵי בְלִיַּעַל, יְבַעֲתֻנִי.

2 Samuel 22 verso 5

Por que a alma do Rei Sagrado disse tal enigma? Notem que "Belial" está sublinhado em vermelho para evidenciar que isto foi dito. Mas qual a razão?

"Eis que fui nascido em iniqüidade, E em pecado me concebeu minha mãe". - ( כִּי-פְשָׁעַי, אֲנִי אֵדָע;    וְחַטָּאתִי נֶגְדִּי תָמִיד) - 

Tehilim (salmos) 51 verso 5

Como as grandes almas se libertam das Qlipot (os órgãos do Adão Belial)? Uma vez que elas não a deixariam sair por nenhuma força?  Pois se mantém existindo pela luz que recebem das almas que seguram dentro delas?

Deus usa para com elas (as Qlipot) de truque e engano. Foi assim com a alma do Rei David e esta é a razão secreta dele haver dito o verso que mencionamos acima.

Quando houve a fragmentação de Adam ha'Rishon  (O Adão Primordial) as almas caíram para dentro da Sitra Achará  (a Outra dimensão da impureza) de Adam Belial - o Adão feito de Conchas.

Algumas das almas mais elevadas que formavam o corpo de Adam ha'Rishon caíram no fundo das Qlipot, nos pés de Adão Belial. A alma do Rei David foi uma delas, e tão fundo ela caiu que sequer tinha existência no mundo para ela, e por esta razão Adam ha'Rishon pediu a Deus para doar uma parte da sua existência para que a alma de David pudesse vir ao mundo. Deus concordou e Adão doou setenta (70) anos da sua vida para que o Rei David existisse no mundo, e por isso Adão viveu novecentos e trinta (930) anos ao invés de mil (1000) e o Rei David viveu exatos setenta anos.

Agora não havia como as Qlipot libertarem a alma do Rei David do seu domínio e para que isto acontecesse, Deus as enganou fazendo com que David fosse concebido em pecado.

A coisa foi assim: Quando Ishay  (Jessé) veio à sua esposa para que ela concebesse, no final do intercurso sexual ele percebeu uma gota de sangue menstrual e assim, quando as Cascas do mal viram que ela tinha concebido em nidáh (menstruada) se convenceram que David seria perverso neste mundo e libertaram sua alma e assim ela subiu ao mundo.

David veio a ser o compositor dos Salmos, uma poderosa ferramenta espiritual para nos ajudar com o Tikun Olam  (concerto da fragmentação).

O Rei David tinha recordações dos milênios nos quais sua alma permaneceu acorrentada dentro dos órgãos de Adam Belial e sobre isto ele escreveu:

"Ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me aterrorizaram"- 2 Samuel 22 verso 5.

Assim também aconteceu com Yehu'a (Jesus) cuja mãe, Miriam, fora violada por um soldado romano. As Qlipot acreditando que por ele ter sido concebido por um pai perverso, libertaram sua alma para vir ao mundo e ele foi, como sabemos, um grande tzadiq  (Justo) que veio da linhagem do rei David e é  por esta razão que sobre ele foi escrito:

"Ao qual Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte... (וֵאלֹהִים הֱקִימוֹ מִן־הַמֵּתִים בְּהַתִּירוֹ אֶת־חֶבְלֵי הַמָּוֶת לְפִי שֶׁלּא הָיָה בְיָדוֹ לְהַחֲזִיק בּוֹ)- Atos 2 verso 24.

O verso no hebraico não diz "ressuscitou" mas "levantou/ergueu - fez ascencionar". Os tradutores católicos colocaram ressuscitou para confundir e enganar o povo. O termo usado foi "heqimô (הֱקִימוֹ)" da raiz Qam que é levantar, erguer ou ascencionar.

A morte é uma alusão as Qlipot que são chamadas morte. Assim, uma alma pode acordar dentro das Qlipot como aconteceu com o Rei David e isto foi aludido em Matrix.​

Clique para ampliar

No cripto-evidência acima, descoberta dentro do Livro de IIº Samuel, no centro em vermelho nos descobrirmos o termo plural "Qlipot (קְלִפּוֹת)" e cruzando-o estão as palavras proclamadas pela alma do Rei David "Ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me aterrorizaram"- 2 Samuel 22 verso 5.

O GRANDE SEGREDO

O maior segredo de Matrix e que também a sua última e definitiva evidência de que, Matrix é realmente o mundo das Qlipot e a persistente ilusão do mundo físico que é a queda de Daat e o sonho permanente de Adam Ha'Rishon, a projeção de todos os pensamentos coletivos das almas escravizadas dentro do mundo das "máquinas (qlipot)" está na sua gematria (valor numerológico hebraico qabalista).

A expressão "O Mistério de Matrix" é em hebraico "Raz Matrix (רז מטריקס)" possui gematria igual a 626 e esta, por sua vez, é exatamente a mesma de "Qlipot (קְלִפּוֹת)".

"A Matrix está em toda parte. Está tudo à nossa volta. Mesmo agora, neste mesmo quarto. Você pode vê-la quando você olha pela janela ou quando liga sua televisão. Você pode sentí-la quando você vai ao trabalho ... quando você vai à igreja ... quando paga seus impostos. É o mundo que foi colocado diante dos seus olhos para que você não veja a verdade".

Que verdade?

"Que você é um escravo, Neo. Como todos os outros, você nasceu em servidão. Em uma prisão que você não pode saborear ou ver ou tocar. Uma prisão para sua mente (alma)".

Morpheus


ADENDUM

A gematria Albam de Sod Matrix (סוֹד מַטְרִיקְס) é igual a 667 que é a gematria de Rabbi Itzchaq Luria que ensinou os misterios do gilgul para Chaim Vital. O número 3 que aparece na estação de metrô na qual Neo luta com Smith é o segredo de Gilgul que se inicia com a letra gimel cujo valor gemátrico é igual a 3. Sobre a letra gimel de gilgul, ver Gênesis capítulo 4 versículos 25 e 26 que é a 5373 letra da Toráh.

NEO

Neo (ניאו) possui gematria igual a 67 que é o segredo do nome Elul e consequentemente de Chaim Vital. A porta que Neo entra é a 303 e o Rabino Chaim Vital nasceu no ano 303 do 5º milênio.A gematria Albam de Neo é igual a 413 que é a gematria da pergunta "Mi ha'Mashiach (מי המשיח) - Quem é o Messias? A resposta está no final do filme no qual o número 583 aparece. A gematria AtBach de Neo é 153 que é a gematria de Nés Gadol (Grande Milagre) e a gematria mispar ne'elam de Nés Gadol é igual a 667 que é a gematria de Rabbi Itzcgaq Luria. A gematria mispar ne'elam de Mi Ha'Mashiach é 580 somada gematria mispar kollel da gematria mispar ne'elam e mais a gematria mispar mishpat (gematria da sentença) é igual a 583. 

MORPHEUS

A gematria Avgad Reversa de Morpheus (מורפיאוס) é igual a 669 somada á mispar mishpat é igual a 670 que é a gematria mispar kollel de Rabbi Itzchaq Luria.

TRINITY

A gematria mispar kollel de Trinity (טריניטי) é igual a 299 somada à gematria mispar mishpat é igual a 300 que é a gematria de Nara'n (נר"ן). Trininy é uma alusão aos três níveis da alma (nefesh, ruach e neshamá).

SMITH

O Agente Smith é uma manifestação das Qlipot. Em hebraico "Sochen Smith (סוֹכֵן סמית') possui gematria igual a 646 que é a mesma de "Hu Bô Qlipot (הו בוא קליפות) - Ele veio das Qlipot (conchas do mal).

CYPHER

Cypher (סייפר) possui gematria Albam igual a 619 que é a gematria de Haman Ben Hamedatha Ha'Agagi (הָמָן בֶּן-הַמְּדָתָא הָאֲגָגִי) arqui inimigo da consciência da Torah.

ADQUIRA O LIVRO



Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

O Artesão Da Luz