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domingo, 17 de setembro de 2017

O Rabino Ancestral


Rabbi D'Qedem
(רַבִּי ד'קֶדֶם)

Na madrugada de 3 de maio de 2008, o 123º dia no ano solar, sonhei que estava em um lugar amplo e me preparando para a Recepção da Shabat (A Shekiná) ao ar livre (era uma chácara) quando alguns judeus chegaram e entre eles estava o rabino que havia feito a minha Brit Milá (Circuncisão) no Hilulá (aniversário de ocultamento) do Leão Sagrado, o meu mestre , o Rabino Isaac Lúria no dia 5 de Menachem-Av de 5763 (3 de agosto de 2003).

O numeral 123 é o resultado em gematria do nome Chaim Vital e que se ocultou do mundo no 123º dia do ano solar e é também o resultado da gematria do meu nome (פאולו).

O Rabino me instruiu a levar o Aron ha'Qodesh (Armário Sagrado onde se guarda o Rolo da Torah) de volta para dentro da casa, pois eu o havia levado para fora para o Ritual.

Dentro da Casa, eu me coloquei na frente do Aron e foi então que notei que nele estava escrito a palavra Tzadiq (צדיק) que é o termo para uma pessoa Santa na QABALÁH. Acordei e anotei o sonho.

Este dia fora o Hilula do Rabbi Chaim Vital no calendário Juliano vigente no século dezesseis e Shabat no calendário sagrado da Torah (28 de Nissan), dois dias antes da data de 30 de Nissan na qual, em 1620, se ocultou a alma de Chaim Vital. Em agosto eu publiquei a primeira versão em PDF do meu Livro "Guilgulim - A Roda das Reencarnações" com dez capítulos do Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) que eu havia traduzido cujo autor fora o Rabino Chaim Vital.

Um ano depois, na madrugada de 2 de maio se 2009 durante meu sonho, uma das minhas tias chamada Zazá (זָזָא) falava comigo e me dizia que, na antiguidade havia tido um Rabino na nossa família e ela me mostrava um documento e nele estava escrito "Rabbi D'Qedem (רַבִּי ד'קֶדֶם).

Lembranças De Outras Vidas

Todos os eventos nesta minha vida foram milagres e os maiores se deram em 1996 quando sonhei e acordei cantando o Má Tovú (מַה-טֹּבוּ אֹהָלֶיךָ, יַעֲקֹב; מִשְׁכְּנֹתֶיךָ, יִשְׂרָאֵל) - o Sagrado Nome de 26 Letras - sem nunca antes ter ouvido hebraico e principalmente estudado a língua sagrada e em 2014 quando meu Despertar aconteceu.

A gematria Mispar Hechrachi também conhecida por Mispar ha'Panim que é o cálculo do valor normativo de Rabbi D'Qedem (רַבִּי ד'קֶדֶם) é 360 e esta  é a mesma de "ha'Ari qodêm (הארי קֹדֶם)" cuja a tradução é "anteriormente o Ari (Elohei Rabbi Yitzchak)" o que seria o mesmo que dizer "anteriormente, ele foi o Ari".

Qodêm (קֹדֶם) também pode ser traduzido como "Ele tinha vindo antes (em outra reencarnação)" e também "Em tempos antigos, num passado distante".

Existe uma expressão em QABALÁH usada para como referência a uma reencarnação anterior de uma pessoa que é "Guilgul Qodêm (גִּלְגּוּל קֹדֶם)". A gematria de Guilgul Qodêm é 216 que é a mesma de ha'Ari.

Recebendo Instrução Da Alma
Do Arizal

Por que minha tia Zazá (זָזָא) foi quem veio no sonho para me revelar o segredo? O nome da minha tia, é um nome hebraico e significa "clarear" e podemos compreender como "revelar". A gematria Mispar Miluí de Zaza (זָזָא) que somadas às suas três letras resultam em 248 que é a gematria de Arizal. Foi meu mestre, meu professor santo, de abençoada lembrança, que veio me instruir no sonho vestido na imagem da minha tia e selando o atributo da sua alma.


A gematria Mispar Kadmi (soma do valor da letra com as letras anteriores a ela) de Rabbi D'Qedem é 1613 que neste evento se refere ao ano de 1613 que foi correspondente ao ano hebraico de 5373, ano no qual o Rabino Chaim Vital publicou o seu Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) e não apenas isto. A 5373 letra da Torah ê a letra Guimel (ג) na palavra "heragô" no Genesis 4 versículo 25, onde diz "heragô Kayin (o assassinou Kayin)" se referindo a Abel. A partir desta letra Guimel de "heragô (הֲרָגוֹ)" de três em três letras está codificada a palavra "Guilgul (גִּילְגּוּל) - Reencarnação".

כִּי הֲרָגוֹ קָיִן. כו וּלְשֵׁת גַּם-הוּא יֻלַּד
גִּילְגּוּל

Meu professor, o Arizal, me instruiu através dos sonhos para que eu me recordasse das minhas reencarnações anteriores e este é o significado de "Conhecer a si mesmo" e de "Estar Desperto".

Finalmente, a gematria Avgad de Rabbi D'Qedem, que é método que substitui cada letra pela anterior é 583, o número na parede do meu quarto e na sala na qual está sediado o nosso Espaço Hayk'la Arazuta e que é o exato valor de Rav Misha'Ël (רַב מִישָׁאֵל), ou seja, Rabino Misha'Ël.

"O valor 583 é também a gematria Ayak-Bakar de Mashiach (משיח) e também a gematria Mispar Ne'elam (Oculta) de Yemot Ha'Mashiach (ימות המשיח) - Era Messiânica - e era o número da casa na qual estava sediada nossa sinagoga. 

Em 2001, no dia 23 de abril, assinei o contrato de aluguel da casa número 583 na Rua Gastão Vidigal, na Vila Amorim em Suzano, que se tornaria a sede da nossa K'nesset Eliahu (Sinagoga do Profeta Elias). O contrato foi firmado por 30 meses com vencimento no dia 23 de outubro de 2003. Eu nada sabia sobre mim e nem sobre minhas reencarnações anteriores. Me lembro até hoje da voz da secretária da Imobiliária Concept quando me disse que a vigência do contrato seria de 23 de abril de 2001 a 23 de outubro de 2003. Não fui eu quem escolhi as datas. Foi a Providência Divina. E qual o segredo?

O maior e principal discípulo do Ari'zl (Rabino Isaac Lúria, de abençoada lembrança) foi o Rabino Chaim Vital que nasceu em Safed no dia 23 de outubro de 1542 e faleceu em Damasco na Síria no dia 23 de abril de 1620. O Rabino Hayim frequentava a sinagoga do seu mestre chamada "K'nesset Eliahu Ha'Navi (Sinagoga do Profeta Elias)".

O aviso de vencimento do Contrato de aluguel


É há outro sonho no qual outra alma, outra centelha e reencarnação me foram reveladas, mas esta e uma outra história.

A gematria Mispar Kollel de K'nesset-Eliahu (כנסת-אליהו) é igual a 583. Nada neste mundo acontece por um acaso, nada! 

"O que já foi voltará a ser, e o que feito será repetido, e nada há de novo sob o sol. Há fatos perante os quais alguém poderá dizer: "Veja, trata-se de algo novo!" Isto, porém, já ocorrera nos tempos passados (מַה-שֶּׁהָיָה, הוּא שֶׁיִּהְיֶה, וּמַה-שֶּׁנַּעֲשָׂה, הוּא שֶׁיֵּעָשֶׂה; וְאֵין כָּל-חָדָשׁ, תַּחַת הַשָּׁמֶשׁ. י יֵשׁ דָּבָר שֶׁיֹּאמַר רְאֵה-זֶה, חָדָשׁ הוּא: כְּבָר הָיָה לְעֹלָמִים, אֲשֶׁר הָיָה מִלְּפָנֵנוּ.)".

Qohelet 1: 9 & 10


Autor
Deepak Sankara Veda​
"Ben Mähren Qadësh".


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A Prece De Elias - O Livro


Advertência

"O relato abaixo é parte integrante da Obra literária "A Prece De Elias - O Segredo Do Nome De Deus De 42 Letras" e poderá ser compartilhada desde que citado o autor e de que suas palavras não sejam alteradas ou corrompidas. O uso indevido ou citações pejorativas de qualquer parte deste texto sofrerá as ações previstas na Lei".

O Autor


Recordações

Quando eu tinha três anos, numa determinada noite enquanto tentava dormir na cama da minha mãe, como de costume, eu ouvi uma voz que me chamou pelo meu nome[1]. Meu pai não estava em casa, porque deviso ao seu trabalho, ele estava sempre viajando pelo país. Eu me levantei e fui até a pequena sala da casa onde morávamos em São Miguel Paulista e onde minha mãe costumava fazer tricô e crochê enquanto assistia seus seriados preferidos na tela de um antigo televisor Siller a válvulas e perguntei pelo meu pai.

Minha mãe me respondeu dizendo que meu pai não se encontrava, pois estava viajando. Eu retruquei, dizendo: “Mas ele está me chamando!”. Mamãe reforçou sua resposta e me pediu para que voltasse para o quarto e para a cama. Obedeci.

Assim que me deitei, ouvi, novamente, a mesma voz me chamando pelo meu nome. Novamente me levantei e fui até a sala e novamente perguntei pelo meu pai, dizendo à minha mãe que ele estava me chamando.

- Seu pai está viajando filho. Volta para cama – Ela me disse novamente. Fiz como mamãe me havia instruído e me deitei e, assim que me cobri com a colcha de veludo abóbora, a voz surgiu pela última vez me chamando pelo meu nome.

Eu jamais esqueci esta experiência. Ela me acompanhou por toda a minha vida até ao início de 2001 quando compreendi que havia sido visitado pelo Profeta Elias.

Absolutamente nada em nossas vidas acontece por acaso e tudo possui um propósito divino escondido e cabe a cada um de nós decifrá-lo.


O Justo Escondido

O Profeta Elias é um Tzadik Nistar – um Justo Escondido – e somente apareceu, em toda história da humanidade, para alguns poucos indivíduos que se revelaram, depois, grande almas.

"Há somente 36 tsadikim (imortais) no mundo que recebem a presença divina (Talmude Bavlí. Sanhedrin 97b)”.

A Sabedoria Escondida da Torá nos revela que existem 36 Justos Escondidos que mantém o mundo com suas obras de bondade evitando que os pecados da humanidade os destrua. Estes justos escondidos são chamados de “Lamed Vav Nistarim (ל"ו נסתרים) – Os 36 Escondidos” e que são conhecidos pelo selo “Lamed Vav (ל"ו)”.


ל"ו

Aos três anos uma criança possui exatos 36 meses de vida e não foi por acaso que Elias veio até mim quando eu completei esta idade mística, anunciando sua presença.


O Segredo

O meu nome civil resulta em gematria[2] igual a 123 e este valor é o mesmo de “Bô Eliahu há’Novi (בא אליהו הנביא)” cuja tradução é “Veio Elias, o Profeta”.

 א
 י
 ב
 נ
 ה
 ו
 ה
 י
 ל
 א
 א
 ב
1
10
2
50
5
6
5
10
30
1
1
2
=123

Este valor possuía outros mistérios que me seriam revelados pelo próprio Profeta Elias. Em minha vida anterior eu fui o Rabino Hayim Vital, o mais amado pupilo do Leão de Safed, o Rabino Isaac Lúria. O Rabino Hayim Vital faleceu no dia 3 de maio de 1620 aos 77 anos. Naquela época era vigente o calendário juliano e o dia 3 de maio é exatamente o 123º dia no ano solar.

Antes do nascimento do Rabino Hayim em Safed no ano de 1542, o profeta Elias visitou Yossef Vital, o pai do Rabino Hayim e lhe revelou que ele iria ter um filho e que ele o deveria chamar de Hayim cujo significado é Vida, e seu nome, Hayim Vital (חיים ויטל) resulta em gematria igual a 123.

 ל
 ט
 י
 ו
 ם
 י
 י
 ח
30
9
10
6
40
10
10
8
=123

Outro profundo e impactante mistério está registrado no Tanach[3] há mais de três mil anos no livro de Ezra (Esdras).

“B’ney beith-lechem, méah asserim u’sh’losháh - Os filhos de Belém, cento e vinte e três (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה)”.
Ezra 2:21

Eu nasci na Maternidade do Belenzinho, no distrito do Belém, em São Paulo, no dia 10 de junho de 1966 (22 de Sivan de 5726) e fui registrado no dia 14 de junho (26 de Sivan) no dia do Hilulá de Rabi Iochanan Ben Uzziel - o Tzadik das Almas Gêmeas - e meu pai me chamou Paulo cuja gematria é 123, como exposto acima.

Quando eu completei 26 anos, novamente o profeta Elias veio e me inspirou a criar o grupo musical Elijah e que no futuro se tornaria a Sinagoga Elijah Qibbutz.



Em seus escritos, o Rabino Hayim Vital relata que, aos 26 anos, o profeta Elias lhe apareceu em um sonho e o levou a um belo jardim, onde ele viu os piedosos de todas as idades em forma de pássaros, voando pelo jardim e estudando a Mishná[4]. No centro do jardim ele viu o Sagrado, bendito seja Ele, sentado num trono que estava rodeado pelos piedosos que descansavam sobre tapeçarias elaboradas.

Vinte e seis anos são 312 meses completos e este valor é o segredo da palavra hebraica para retorno (shiv).

Os números guardam muitos segredos. Trinta e seis é o Tzadik Nistar. Trezentos e doze é o Retorno. Estes valores juntos revelam a frase “Shiv Lamed Vav – O Retorno do Justo Escondido”.

Claramente eu fui inspirado para escrever esta obra revelando os mistérios do Santo Nome pelo profeta Elias e pela alma do Rabino Hayim Vital em mim.

O meu primeiro despertar aconteceu em 1996. Durante um sonho eu ouvi uma canção hebraica e quando acordei comecei a cantá-la sem nunca antes, nesta vida, ter ouvido ou estudado a língua hebraica. Era o Má Tovú, cântico este entoado em toda as sinagogas nos serviços matinais e durante a recepção da Shabat. No meu sonho eu estava em uma caverna onde havia um Aron Ha'Qodesh (Arca Sagrada onde a Torá é guardada) e haviam pessoas lá e eram os anjos quem entoavam aquela maravilhosa canção. O local onde eu me encontrava durante o sonho era a caverna de Abbayê e Rava (אביי ורבא), dois dos mais elevados Sábios do período amoraíta chamados de Amoraim (אמוראים).

Em 1998, eu fui contato, devido a um anuncio meu postado num grupo de internet chamado Eclesianet. Um senhor de nome Paulo se identificou com um judeu. Ele viria a ser o meu primeiro professor e foi quem me levou a uma sinagoga pela primeira vez nesta minha vida. Ele residia no Tucuruvi, na casa de número 667. Ora, seiscentos e sessenta e sete é a gematria de Rabino Isaac Lúria, o professor do Rabino Hayim Vital.

Por que Elias me chamou por três vezes? o Rabino Hayim Vital revelou este mistérios em seus escritos. Em Sha'ar Ha'Guilgulim - ha'Qadmá (Introdução) 38, o rabino Hayim Vital escreveu: "A ordem e a raíz da minha nefesh (alma) é a seguinte: Samuel, o profeta; Chizkiáhu, rei de judá; Rabino Iochanan ben Zacai, Rabino Akiva ben Iosef; Rav Iba Saba de Mishpatim; Abaiê; o amoraíta, chamado de Nachmani e, por fim, eu, Chaim Vital. Por isso (razão), o Rabino Iochanan ben Zacai, quando estava para morrer, disse:

"Ve'hachinu Kissê le'Hizkyiahu melech Yehudá she'bô (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - E preparemos uma cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo". Sha'ar ha'Guilgulim - 38 E o que lemos sobre o profeta Samuel? Em Iº Samuel, capítulo 3, nos é contato como o Sagrado, bendito seja Ele, se revelou a Samuel: 

"E estando também Samuel já deitado, antes que a lâmpada de Deus se apagasse no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus, O Senhor chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui. E correu a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, torna a deitar-te. E foi e se deitou. E o Senhor tornou a chamar outra vez a Samuel, e Samuel se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei eu, filho meu, torna a deitar-te. Porém Samuel ainda não conhecia ao Senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor. O Senhor, pois, tornou a chamar a Samuel terceira vez, e ele se levantou, e foi a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Então entendeu Eli que o Senhor chamava o jovem. Por isso Eli disse a Samuel: Vai deitar-te e há de ser que, se te chamar, dirás: Fala, Senhor, porque o teu servo ouve. Então Samuel foi e se deitou no seu lugar. Então veio o Senhor, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve".

ג וְנֵר אֱלֹהִים טֶרֶם יִכְבֶּה, וּשְׁמוּאֵל שֹׁכֵב, בְּהֵיכַל יְהוָה, אֲשֶׁר-שָׁם אֲרוֹן אֱלֹהִים. {פ} ד וַיִּקְרָא יְהוָה אֶל-שְׁמוּאֵל, וַיֹּאמֶר הִנֵּנִי. ה וַיָּרָץ אֶל-עֵלִי, וַיֹּאמֶר הִנְנִי כִּי-קָרָאתָ לִּי, וַיֹּאמֶר לֹא-קָרָאתִי, שׁוּב שְׁכָב; וַיֵּלֶךְ, וַיִּשְׁכָּב. {ס} ו וַיֹּסֶף יְהוָה, קְרֹא עוֹד שְׁמוּאֵל, וַיָּקָם שְׁמוּאֵל וַיֵּלֶךְ אֶל-עֵלִי, וַיֹּאמֶר הִנְנִי כִּי קָרָאתָ לִי; וַיֹּאמֶר לֹא-קָרָאתִי בְנִי, שׁוּב שְׁכָב. ז וּשְׁמוּאֵל, טֶרֶם יָדַע אֶת-יְהוָה; וְטֶרֶם יִגָּלֶה אֵלָיו, דְּבַר-יְהוָה. ח וַיֹּסֶף יְהוָה קְרֹא-שְׁמוּאֵל, בַּשְּׁלִישִׁת, וַיָּקָם וַיֵּלֶךְ אֶל-עֵלִי, וַיֹּאמֶר הִנְנִי כִּי קָרָאתָ לִי; וַיָּבֶן עֵלִי, כִּי יְהוָה קֹרֵא לַנָּעַר. ט וַיֹּאמֶר עֵלִי לִשְׁמוּאֵל, לֵךְ שְׁכָב, וְהָיָה אִם-יִקְרָא אֵלֶיךָ, וְאָמַרְתָּ דַּבֵּר יְהוָה כִּי שֹׁמֵעַ עַבְדֶּךָ; וַיֵּלֶךְ שְׁמוּאֵל, וַיִּשְׁכַּב בִּמְקוֹמוֹ. י וַיָּבֹא יְהוָה וַיִּתְיַצַּב, וַיִּקְרָא כְפַעַם-בְּפַעַם שְׁמוּאֵל שְׁמוּאֵל; וַיֹּאמֶר שְׁמוּאֵל דַּבֵּר, כִּי שֹׁמֵעַ עַבְדֶּךָ

1 Samuel 3:3-10 

Na madrugada de 31 de agosto de 2016, 72 dias depois do meu aniversário de 50 anos, sonhei com as palavras de Raban Yochanan Ben Zacai quando estava para morrer: 

"Ve'hachinu Kissê le'Hizkyiahu melech Yehudá she'bô (והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - E preparemos uma cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo". 

Enquanto eu ouvia estas palavras de nosso mestre no sonho, meus olhos as viam o Sha'ar Ha'Guilgulim e ao mesmo tempo me era dito que há nelas, um segredo de gematria. Alguns dias depois deste sonho, fui convidado por uma amiga querida que mora em Israel há muitos anos, para passar um tempo em sua casa. Tudo o que me aconteceu foi para descortinar os segredos da minha reencarnação nesta vida e quem eu sou de fato e eu não possuo quaisquer pretensões com isto, que não apenas fazer a vontade do Santo, bendito seja ele, e também não possuo preocupações com as opiniões das pessoas e nem mesmo com as dos religiosos judeus e suas acusações e preconceitos.


Dia 23 De Abril 

Nossa sinagoga se iniciou no dia 7 de janeiro de 2000 na sala emprestada na residência de número 337 estabelecida na rua São Miguel Paultista, no bairro Cidade Edson, em Suzano, Quinze meses depois, no dia 23 de abril de 2001, mudamos para a casa de número 583 na Vila Amorim. Este era o dia do Hilulá de Rabi Hayim Vital e Amorim é na verdade Amoraim.

O valor 337 é a gematria "im ha'kollel" de Rabi Hayim Vital e 583 é a gematria de Rabi Misha'ël que é meu nome e titulo hebraico como estabelecido na minha Semichá (ordenção rabínica) e no meu Guiur le'shem guerut. 583 é também o valor de "Rabi Hayim Vital ve'baú Abayê ve Rava (רבי חיים ויטל ובאו אביי ורבא) - Rabino Hayim Vital e virão Abayê e Rava e nesta época eu estava residindo na Vila dos Amoritas (Amorim).

Para melhor compreensão do segredo do valor em gematria de 583 e que nada, absolutamente acontece por acaso, clique aqui.

Em casa eu sou chamado cariosamente de "Beato Salú" ao que repondo sempre com um sorriso e com as palavras "meu filho, Roque Santeiro, está vivo" relembrando a personagem da novela da Rede Globo. Meu irmão me chama de "Mula", mas eu não me ofendo com isto, pois em hebraico Mula é Chamór (חֲמוֹר) e que de acordo com o Zôhar ha'Qadosh, é um acrônimo de "Chacham muflá ve'Rav Rabanan" cujo signficado é "Um mestre maravilhoso e mestre de mestres (Zôhar III, 275b)" e que certamente não sou eu, mas a alma que eu carrego. O Zõhar diz que os que tem preconceito não podem ver a alma da Torá, isto é, os seus mistérios divinos e maravilhosos. Isto se aplica também aos que possuem preconceitos contra pessoas e que certamente não podem ver as almas que eles possuem. Um religioso pode estar diante da reencarnação de um maravilhoso mestres, mas ele não o conhecerá, pois tem preconceito e em razão disto, este mestre não lhe revelará nenhum mistério sagrado.

"Aquele que possui preconceito contra seus irmãos é aquele que realmente não encontrou o Sagrado em sua vida".

O Autor


Lag Ba'ômer 5763

Na madrugada de 18 de Iyar de 5763 (20 de maio de 2003), Hilulá (ocultamento) do Rashbi (Rabi Shimeon Bar Yochai), o revelador do Zôhar, recebi a visita de Elias que estava vestido como um Chassid e usava uma bengala na mão esquerda. Eliahu me revelou um segredo do Sha'ar ha'Guilgulim e naquela época eu ainda não conhecia, nesta vida, os escritos de Rabi Hayim Vital. Por que para mim e por que do Sha'ar ha'Guilgulim? Imeditamente após esta visita eu comecei a escrever o que seria o meu primeiro livro e que chamei de Guilgulim - A Roda das Reencarnações - e depois, quando a compreensão já havia me atingido, mudei o nome para "O Portal das Reencarnações".

Compre aqui o livro 'A RODA DAS REENCARNAÇÕES'

Uma Nova Visita De Elias

Na madrugada de 22 de setembro de 2009 (4 de T'shri de 5770), Elias veio novamente para me instruir. Ele me disse: "Anuncia aos quatro ventos os mistérios que te são revelados, quer entendam ou não" - e então completou me dizendo: "Você é uma pessoa especial (amada nos céus)". Ao me revelar isto, Elias tomou um instrumento curvo que se parecia com um alicate para retirar cutículas e, tomando meu polegar da mão direita retirou a sujeira de debaixo da minha unha.

Qual o significado desta ação do Profeta Elias para com a minha alma? De acordo com o Sêfer Yetzirá (O Livro Da Formação), o polegar direito está conectado com a Sefirá (Emanação Divina) Chochmá (a Sabedoria) na Etz ha'Hayim (Árvore das Vidas). Ao limpar a minha unha Elias retirou o véu que me impedia me penetrar e conhecer os segredos mais profundos. De fato, quando acordei, minha compreensão dos mistérios divinos estava ampliada e passei a compreender quase que imediatamente os mistérios do Zôhar.

Por que no ano hebreu de 770? Por que Elihu não esperou pelo ano novo de 5771? O segredo está na gematria. O valor 770 é a gematria de "Eliahu baú le'Gan le'ezrá Metatron (אליהו באו לגן לעזרה מטטרו'ן שד'י)" que se traduz para "Elias veio do Jardim (do Éden) para auxiliar Metatron/Shadai".

Poucas pessoas sabem que, os Cheruvim sobre o Tampo da Aron ha'Brit (Arca da Aliança) são Metatron e Sandalfon. Metatron é Hanoch (Enoque) e Sandalfon é Eliahu (Elias). Eu já revelei aqui no blog sobre a minha conexão com Metatron/Shadai.



A Alma Do Mestre Revelando Segredos


Uma das evidências da alma do mestre Hayim Vital em mim são os profundos segredos que ela me revela, e aqui, eu vou abrir um destes segredos que colocaria o mundo ortodoxo e suas aspirações messiânicas ilusórias de pernas para o ar.

O  Profeta Isaías disse: "Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação".

הִנֵּה אֵל יְשׁוּעָתִי אֶבְטַח, וְלֹא אֶפְחָד: כִּי-עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְהוָה, וַיְהִי-לִי לִישׁוּעָה

"Hinêh Ël yeshuatí evtach ve'ló efchad ki azi ve'zimrat, Yáh Adonai vai'yehí lí líshu'a"

Isaías 12:2

Este passuq é parte do cântico de Havdalá entoado em todas as sinagogas para o encerramento da Shabat. Você notou as letras marcadas na cor vermelha? Vamos juntá-las aqui abaixo.

ויטל חיים


Se você lê hebraico já descobriu que elas (as letras) formam "Vital Hayim" dentro do verso do Profeta Isaías a partir de "Yeshuatí (יְשׁוּעָתִי) - minha salvação". Eu recordei este segredo que foi "soprado" aos "ouvidos da alma" no ano passado, 5766 (2016/2017), e por que somente em 5766? A resposta está no próprio passuq. A palavra "Yeshuati (יְשׁוּעָתִי)" contém as letras do ano 5766 (תשע״ו) bastando permutá-las. A primeira letra de "Vital (ויטל)" é a letra vav (ו) de "yeshuati (יְשׁוּעָתִי)" e as duas "yudim (יי)" que sobraram são o Nome Sagrado. O ano de 5766 foi chamado de "Shanat Adonai (שנת יְהוָה) cuja gematria é exatamente 5766.



CLIQUE

Quando fui verificar por análise criptográfica, ao dispor o texto numa tabela de 13 letras de comprimento, não apenas confirmei Hayim Vital num salto equidistante perfeito, mas também, o que havia uma menção Leão Sagrado, o mestre do mestre Hayim Vital. Em vermelho está Vital e em amarelo Hayim e, finalmente em verde está "Le'Ari". Juntando tudo temos a frase "Hayim Vital para o Ari (Hayim Vital para o Leão).


A alma do mestre Hayim Vital recordou deste segredo e soprou à minha néfesh que me fazendo recordá-lo também, pois, como eu poderia alcançar a revelação de um mistério divino tão elevado tendo nascido no exílio e de ventre não kasher? Como fazem impor a ortodoxia àqueles que nasceram na Galut (Exílio)? Está claro que D'us, o Qadosh Baruch Hú, não rege o mundo de acordo com a consciência e pela Halachá ortodoxa, pois não revelou este mistério à ortodoxia, mas àqueles que são rejeitados por ela.


Autor
 Dipankara Vedas 
"A Prece De Elias"







[1] Paulo
[2] Cálculo do valor numérico atribuído as letras hebraica que compõem uma palavra.
[3] A Bíblia hebraica
[4] Uma das principais obras do judaísmo rabínico, e a primeira grande redação na forma escrita da tradição oral judaica, chamada a Torá Oral.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O Portão Das Reencarnações: - A Marca D'água Da Alma De Hayim Vital

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Quem sou eu? Nada! E me considero nada, apesar de saber tudo sobre a minha alma e minhas doze reencarnações neste universo. 

Eu estava estudando agora à pouco e me lembrei das palavras do mestre Hayim Vital, de abençoada lembrança, sobre suas reencarnações desde que sua alma emergiu de um tendão no ombro esquerdo de Adam ha'Rishon que é o lado de Kayin. 

Em Sha'ar ha'guilgulim, ha'Qadmá (Introdução) 38, o mestre mencionou: - "A retificação começou para Kayin com as almas Keinan e Mahalelel, conforme mencionado no Zohar em Parashat (Porção) Terumá". 

Neste momento, no qual minha alma refletia sobre esta lembrança, me ocorreu de contar os versos da Torá desde o Gênesis capítulo um pela gematria (valor numérico) do nome do mestre (Hayim Vital) que é 123. Contei, então, 123 versos a partir do Gênesis um verso primeiro e descobri que o verso número 123 da Torá é o verso dezessete do capítulo cinco do Gênesis. E o que diz este passuq (verso)? "E foram todos os dias de Mahalaleel oitocentos e noventa e cinco anos, e morreu (וַיִּהְיוּ, כָּל-יְמֵי מַהֲלַלְאֵל, חָמֵשׁ וְתִשְׁעִים שָׁנָה, וּשְׁמֹנֶה מֵאוֹת שָׁנָה; וַיָּמֹת)" - Gênesis 5:17. 

Impressionante que o mestre tenha mencionado que, uma das suas reencarnações, que faz parte das retificações (tikunim/karmas) da alma de Kayin tenha sido Mahalalel (מַהֲלַלְאֵל) e, divinamente isto está, como uma marca d'água, registrado na Torá pela gematria do nome do mestre Hayim Vital. de abençoada lembrança. Isto nos mostra que, os registros na alma são tão extensos e profundos e que nós, se nos elevarmos à consciência messiânica, somos capazes de recordar estes registros de forma precisa como o fez o mestre. 

E por que fui eu a descobrir isto? O meu nome cívil é Paulo (פאולו) e sua gematria é exatamente a mesma da do nome do mestre Hayim que é 123! Como a Torá é perfeita! Ela possui os registros de todas as almas, uma vez que todas as almas foram criadas por ela. B'H 

Quando imaginei que havia terminado com esta revelação, minha alma soprou-me que procura-se pelo nome Hayim dentro deste capítulo do Gênesis e que ela iria surgir em estreita proximidade estatística e matemática com "Mahalalel". E qual não foi a minha surpresa? Exatamente a cada 123 saltos alfabéticos equidistantes Hayim esta codificado junto com "E viveu Keinan 70 anos e gerou Mahalalel (וַיְחִי קֵינָן, שִׁבְעִים שָׁנָה; וַיּוֹלֶד, אֶת-מַהֲלַלְאֵל.)" - Gênesis 5:12 - E mais à frente está o verso em questão "E foram todos os dias de Mahalaleel oitocentos e noventa e cinco anos, e morreu (וַיִּהְיוּ, כָּל-יְמֵי מַהֲלַלְאֵל, חָמֵשׁ וְתִשְׁעִים שָׁנָה, וּשְׁמֹנֶה מֵאוֹת שָׁנָה; וַיָּמֹת)" - Gênesis 5:17.



Tudo isto codificado a cada 123 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes, ou seja pelo valor do nome do mestre Hayim provando a veracidade das suas palavras.


"It all just disappears doesn't it? Everything you are, gone in a moment like breath on a mirror. Any moment now, he’s a coming, The Doctor and I always will be. But times change and so must I. We all change, when you think about it. We are all different people all through our lives and that's okay, that's good you've got to keep moving so long as you remember all the people that you used to be. I will not forget one line of this, not one day, I swear. I will always remember when The Doctor was me...".

"Tudo isso simplesmente desaparece, não é? Tudo que você é, se vai em um momento como a respiração em um espelho. A qualquer momento agora, ele está chegando, O Doutor e eu sempre serei. Mas os tempos mudam e eu também. Nós todos mudamos, quando você pensa sobre isso. Somos todos pessoas diferentes durante toda a nossa vida e tudo bem, isso é bom e você tem que continuar se movimentando, desde que você se lembre de todas as pessoas que você costumava ser. Eu não vou esquecer uma linha disto, nem um dia, eu juro. Eu sempre lembrarei quando o doutor era eu ..."

Doctor Who indo para sua 12ª reencarnação

Desde que assisti Doctor Who pela primeira vez depois de adulto, e isto foi em 2005 no  ja extinto canal People+Arts, amei o personagem, principalmente William Hartnell que foi a primeira encarnação do Doutor em Novembro de 1963. Qual era o mistério que me atraía ao Doutor e sua primeira encarnação?



William Henry Hartnell (8 January 1908 – 23 April 1975)

William Hartnell faleceu no mesmo dia que o mestre Hayim Vital em 1620, no dia 23 de Abril e ele é a primeira reencarnação do Doutor, o Senhor do Tempo de Gallifrey.


Eu e a Chave de Fenda Sônica do 12º Doutor



Autor
Deepak Sankara Veda
Direitos Resevados

sábado, 26 de novembro de 2016

O Mistério Da Era De Aquário


Aquárius - Hebraico /Aramaico "Mazal Déli (מזל דלי)" - mas não o Compreenda apenas como um signo astrológico, mas como um segredo esotérico da Sabedoria.

 מזל דלי

Venha, veja e compreenda: Cada letra possui um "Razá Ila'ah - Mistério Superior", assim suas seis letras são as iniciais de "Marei Zocherei Le'Chochmáh Derazin La'Adonai (מארי זוכרי לחכמה דרזין ליהוה) - Mestres das Recordações da Sabedoria dos Mistérios do Sagrado" e se lembre do que me foi revelado pelo mestre da Idra Rabá, o rabino Abba, que Razá Ila'áh é um segredo e uma conexão com Metatron cuja gemaria (314) é a mesma de Shaddai e do próprio Príncipe da Face (Sar ha'Panim).

A Era de Aquárius é  a Época das Reencarnações dos Mestres do Zôhar, dos "Mi - shê'zochër - daqueles que se lembram".

Foi em razão deste mistério sagrado que acresci à Recepção da Shabat (O Sagrado Feminino) o Ritual do Cântaro, como um Qli (Receptáculo) para este mistério divino. 

Há um outro segredo no acrônimo Mazal que é a expressão esotérica "Me-Ari'zl Zocherei le'chochmá de'razin La'Adonai" cuja tradução é "A partir do Ari, de abençoada lembrança, recordaremos a Sabedoria dos Mistérios do Altíssimo". O significado e a importância disso [e que, de fato, a Era de Aquárius começou com a vinda do Santo Leão de Safed ao mundo para instruir, como ele mesmo revelou, seu pupílo Hayim Ben josef Vital e nos dar as recordações da Sabedoria do Gan Éden.

A partir do Ari nos entramos na Última Geração e esta vai durar até que a correção seja concluída e todos alcancemos a consciência messiânica no século vinte e seis (26). E por que no século XXVI? Exatamente por isso que você pensou. Vinte e seis é a gematria do Nome Divino, o "Yud Hê Va Hê (יהוה)".

Não julgue e nem ofenda um mestre da Sabedoria, uma reencarnação de um professor do Zôhar Sagrado, pois ele o conduzirá à  Senda do Despertar.


Razá Ila'ah. 



Autor
Deepak Sankara Veda
Direitos Reservados©


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A Tenda Do Código Do Messias



A Tenda Do Código Do Messias (אוהל צפן משיח): Esta semana estamos estudando a Parashá  (Porção) Mishpatim da Torah é que nos fala indiretamente sobre alcançar a Consciência do Divino (mochin d'gadlut) que é a Consciência do Ancião Sagrado  (Keter) na Árvore Das Vidas, a Consciencia Extendida, algo que poucas almas atingiram durante o tempo da humanidade. Moisés, Rabi Shimeon e o Arizal foram algumas destas pessoas.

Os físicos, cientistas, médicos, matemáticos e outros, recebem alguma inspiração do Mochim de Katnut  (o cérebro pequeno) que é o pátio interior da Árvore Das Vidas chamado Zeir Anpin, composto pelas seis Sefirot  (Emanações) chéssed, guevurá, tiféret, netzach, hod e yesod que são representadas pela letra hebraica vav (ו)cujo valor numérico e seis.

Na Porção Mishpatim (Êxodo 21:1 a 24:18) há uma expressão enigmática e aparentemente contraditória, mas como a Torah não possui contradições, nós precisamos alcançar Compreensão.

A expressão diz: "na'essêh vê'nishmá  (נַעֲשֶׂה וְנִשְׁמָע) - faremos e escutaremos".

Como poderiam fazer algo que sequer haviam escutado ainda? Este é o segredo da unificação de Chochmah, Binah e Daat, as Sefirot que compõem a Face Extendida  (Arich Anpin) do Sagrado.

A gematria de Chochmah  (חכמה), Bináh  (בינה) e Daat  (ודעת) é igual a 620 que é o valor númerico da Sefirah Keter - A Coroa da Árvore Das Vidas que contém dois Partzufim  (Faces) que são o Rosto externo chamado Adam Qadmon e o Rosto interno chamado Atiká Qadishá - O Ancião Santo.

620 é a gematria da expressão esotérica "Neshamáh Tahoráh  (נשמה טהורה)" que significa "Alma Pura".

Existem três tipos de almas  (Neshamot): As almas do Partzuf  
(rosto) de Atzilut que são chamadas de "almas novas" e que não estavam ou faziam parte de Adam ha'Rishon  (Adão do mundo da criação) são o primeiro tipo.

As almas que ficaram nele depois da fragmentação e que ele passou para Kayin e Abel, são o segundo tipo e as almas que caíram no poço das Qlipot (Adam Belial) e das quais Seth, terceiro filho de Adão recebeu sua alma.

Quando uma alma atinge o nível do Mochim d'gadlut ele recebe uma alma que é do primeiro tipo e que jamais foi manchada pelo pecado de Adão porque não fazia parte dele e por isso é chamada de Neshamáh Tahoráh - Alma Pura. E desta alma que vem as revelações daquilo que a mente  (Mochim d'Katnut)jamais tinha ouvido porque faz parte dos pensamentos superiores do Cérebro Extendido. Eu chamo está revelação de entrar na Tenda do Código do Messias - A Ohël Tzafen Mashiach  (אוהל צפן משיח)- E Ohël  (Tenda) é escrita aqui unusualmente com a letra Vav (ו) inclusa nela o que indica a ascensão do cérebro menor para ser incluso no cérebro maior (extendido). Isto significa o Cohen  (neshamáh) entrando na Tenda da Assinação  (Ohël Moed) Para ouvir de Eliahu e Enoque (Sandalfon e Metatron) os segredos superiores. É  neste momento que a Sarça se incendeia e não é consumida pelas chamas.

Então, quando chego à Face do Anjo - Malach Panim  (מלאך פנים) - que é Metatron  (מטטרון) - acontece "na'essêh vê'nishmá  (נַעֲשֶׂה וְנִשְׁמָע). As somas de Malach Panim  (Anjo da Face) e Keter  (Coroa) resultam em 891 que é o valor de "na'essêh vê'nishmá - faremos e ouviremos".

891 e também a gematria de Malchut ha'Shamyim  (מלכות השמים) que significa "Reino dos Céus" que é Malchut de Atzilut - A noiva do Sagrado - que é a Shekináh (Presença Divina/Shabat).

A Tenda (Ohël) é o Nome de D'us de 42 Letras pelo qual os Céus e a Terra foram criados.

"Abrirei a minha boca numa parábola e publicarei enigmas dos dias de Qedem  (Salmos 78:2) - Estes são os enigmas da Face Extendida, ou seja, de Qédem - A partir do Oculto não revelado.

O verso acima citado é  em hebraico (אֶפְתְּחָה בְמָשָׁל פִּי;    אַבִּיעָה חִידוֹת, מִנִּי-קֶדֶם) e cuja gematria é 1716 que é a mesma de Torah Nistar (תורת נסתר) - A Torah escondida. Obrigado Hashem. Deepak Sankara Veda​

domingo, 27 de setembro de 2015

Abrindo A Fonte Da Primavera

O Despertar
Abrindo As Fontes da Primavera 
(Era Messiânica)

Comumente ouço, ao preparar, com muito esforço, um Retiro Espiritual com fins de Compartilhar a Sabedoria e o Despertar, a recusa educada "fica para uma próxima ou outra oportunidade". Este é o grande erro que comete a maioria, pois o "tempo" era aquele quando o convite foi feito. Um casal mudaria a data do seu casamento apenas porque, alguns de seus convidados se recusaram educadamente a comparecer naquela data que fora cuidadosamente "escolhida"? Vou exemplificar com uma experiência vivida pelo Rabi Chayim Vital há cerca de 470 anos, durante o Século XVI.



O rabino Chayim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, o Ari, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas do Gihon. O Gihon era uma nascente subterrânea que fluia em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud tinha sido fechada pelo Rei Hizkyyahu (Ezequias) contra a opinião dos estudiosos (Sábios) de sua geração (2° Crônicas 32:30).


Sabemos que retirar o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo e espiritual do que o físico e que vou revelar mais abaixo, por agora vou continuar a narrativa. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chayim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechada desde a antiguidade, mas o Rabino Vital não quis, e sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusasse a fazê-lo, e usando uma técnica do Kwisatz ha'Derech (o encurtador do caminho), se teletransportou imediatamente para Damasco, fugindo da presença do Sultão e da missão que lhe fora confiada.


Naquela noite, seu professor, o Ari'zl (Rabi Isaac Lúria), apareceu para ele em um sonho: "Por que você se recusou a abrir o Gihon hoje?", Perguntou ao seu discípulo. "Eu estava com medo de usar os nomes Sagrados de Deus que eram necessários para fazer isso", retrucou o rabino Chayim. "E como você chegou a Damasco, então?" Questionou o Santo Ari.


Obviamente, o rabino Chayim emudeceu diante da pergunta do seu mestre, pois ele havia usado os Nomes Divinos para se teletransportar para Damasco. O Arizal lhe disse então: "Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Chizquiyahu (Ezequias) e você veio ao mundo para reabrir a primavera (A Era Messiânica/Despertar) que você mesmo tinha fechado há muitos séculos atrás".


Podemos apenas imaginar a responsabilidade o que o rabino Chayim sentiu sobre seus ombros. Ele mesmo documentou sua reação em sua auto biografia : "Amanhã voltar lá e eu vou abri-lo." Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje era o dia e, agora, a oportunidade se foi".


Um dos nossos testes mais difíceis é aprender usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser "dojek et ha'shaá - forçar quando muito cedo é tão inútil quanto tarde demais".


O rei bíblico Chyzkiahu (Ezequias) era o Messias da sua geração (Immanu'Ël) e para atingir a consciência messiânica e abrir as fontes da primavera (o Despertar) sua tarefa era ter composto uma shiráh (poesia) a qual ele não realizou, fechando assim a fonte de Gihon (גיחון). Sua alma reencarnou no rabino Chaim para realizar a tarefa, mas Vital teve medo e postergou por mais 444 anos a abertura da fonte do Gihon, as fontes da primavera, o Despertar. O Sultão era o próprio Criador.


Como sabemos que o Rabi Chayim Vital havia postergado a abertura da Era Messiânica por 444 anos? Eis o segredo:
A gematria de Damasco (דמשק) é 444 e Gihon (גיחון) é 77. O Rabino Chayim atravessou a cortina (ocultou-se naquela geração) no dia 23 de Abril (juliano) de 1620 aos 77 anos de idade. O ano no qual foi requerido a ele abrir as fontes da primavera foi 1572 quando seu mestre havia se ocultado.

Ora, 1572+444 é igual a 2016 (5776 no calendário hebreu). 5776 (התשְׁעָ"וַ) é o valor numérico de "Beia't ha'Mashiach (vem o messias - o despertar)" e este ano é Chéssed na Árvore das Vidas que é chamado "Primavera (Aviv)".

Naquela noite a alma do Rabino Chayim Vital se teletransportou para 2016 para abrir a fonte de Gihon, algo que somente ele poderia ter feito, mesmo que a razão não possa ser compreendida. Apesar de ter falhado naquele dia, ele o consertou imediatamente, e deu a nós, nossa geração, o Presente do Despertar Cristico. E ainda há muitos segredos aqui... De fato, o Rabino Chayim Vital faleceu em Damasco aos 77 anos, para onde ele havia se mudado no final da vida. 77 é também o valor numérico de Mazal (Destino).

Este escrito contando está segredo esotérico do Rabino Chayim Vital chegou até mim no ano passado (14 de Dezembro), e imediatamente ao estudá-lo, compreendi o seu mistério e me aprofundei em suas águas descobrindo outras camadas de mistérios.

A Fonte do Gihon  (Giom) é no hebraico "Mayan Gihon  (מעין גיחון)" é o Rei Ezequias é  "Mele'k Hizkyyahu  (מלך חזקיהו)". Somando os dois nos temos encontrei o valor 473 em gematria, e 474 em gematria "Im Hakollel". O rabino Chayim Vital foi uma reencarnação do Rei Ezequias. Vital nasceu em 1542, no dia 23 de Outubro (calendário Juliano) e 11 de Outubro no calendário Gregoriano (atual calendário). Ora, 1542+473 é igual a 2015, e 1452+474 é igual a 2016, e novamente temos confirmado o Ano do Despertar.


 A Grande Pirâmides & O Ano 5776
A altura da Grande Pirâmide de Gizah era, quando foi edificada pelos Malachim (anjos), de 481.40 pés e um segredo foi codificado nesta metragem. Ao convertermos 481.40 pés para polegadas, o resultado será 5776 polegadas, altura está que alude ao correspondente ano gregoriano de 2016. Os anjos deixaram um recado codificado na atura da Grande Pirâmide. E quem foi o Engenheiro Chefe encarregado de sua edificação? Hanoch (Enoque).

Se calcularmos Gizé (גיזה), Pirâmide  (פירמידה) e Enoque (חנוך) o resultado será 888 que é o mesmo do termo "Tifatach (תפתח)" cujo significado é "Aberto" e é também o mesmo de "Patachai (פתחת)" que traduzido é "Inaugurado".
É, portanto, requerido de nós, agora que a Fonte da Primavera foi aberta, não apenas observar, mas aceitar e agir. Este é o momento, a época, a Era do Despertar.


Em 2006 um recado dos Céus me foi enviado, e nele o Sagrado, bendito seja, me disse que eu tinha que aceitar, pois Ele tinha pressa. A princípio me fiz de desentendido, mas sentindo a responsabilidade, aceitei e por isso escrevi outro dia: "Quando alguém aceita o Despertar, provoca uma reação dentro da Árvore Das Vidas e desperta o mundo inteiro". Deepak Sankara Deepak Sankara V

O Artesão Da Luz