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domingo, 31 de maio de 2026

OS PORTÕES DA MORTE: "Degraus do Gehinom" - Zohar Pekudei Parte I

Nesta primeira parte elaboraremos sobre os três primeiros palácios da Sitra Achrá:

Zohar Pekudei: Rabi Shimon abriu e disse:

“Ve'héma keAdam avrú berit, sham bagdú bi” (Hoshe'a 6:7) — “E eles, como Adam, transgrediram a aliança; ali agiram traiçoeiramente contra Mim.”

Quem removerá o pó dos teus olhos, Adam haRishon (o primeiro homem), pois o Santo, bendito seja, te ordenou um único mandamento e não pudeste sustentá-lo, porque foste seduzido pelas palavras malignas com as quais te enganou aquela serpente maligna, conforme está escrito: “E a serpente era astuta”.

E por isso te deixaste seduzir por ela e causaste a morte para ti e para todos os descendentes que sairiam de ti. Vem e vê: todo aquele que se deixa seduzir por ela e desce até ela, em um instante se perderá por ela — isto é, cairá sob seu domínio.

Vem e vê: David tinha sua existência fixada na fonte das águas que jorram — isto é, na Biná, pois David corresponde à Malchut superior a partir de Machazé (o umbigo) para cima, onde se encontra o lugar da Biná, da qual vêm sua vitalidade e sua sustentação (como explicado acima).
E quando foi expulso para outra terra, ao fugir de Shaúl e sofreu por causa disso, foi afastado da Terra Santa — isto é, caiu de seu grau, que é a Terra Santa.

E mesmo tendo descido de seus graus a um grau inferior, ele permaneceu firme em sua existência, e não caiu sob o domínio da Sitra Achra nem foi por ela tomado.

O que está escrito? “Porém, vive o Eterno e vive tua alma, que há apenas um passo entre mim e a morte” (I Shemuel 20:3) — pois ele havia descido tanto que havia apenas essa medida entre ele e a morte, e “morte” aqui é a Sitra Achra, que é chamada de morte (como explicado anteriormente). Ashrei — feliz é a porção de quem se guarda desse lado maligno e de todos os graus desse lado que existem no mundo.

Pois há muitas facetas e graus para o Yetzer HaRá (mau instinto): eles são: o Satán (acusador), o Malach haMavet (anjo da morte), e o próprio Yetzer HaRá. E já estabelecemos que, apesar de ser chamado por esses nomes, ele possui, em especial, sete nomes: Satán, Tamê (impuro), Sonê (odiador), Even Mikshol (pedra de tropeço), Arel (incircunciso), Ra (mal), e Tzefoni (oculto do norte).

Estes são os sete nomes que correspondem aos sete graus de seus heichalot (palácios ou câmaras), todos do lado da impureza, como dissemos. E contra esses sete nomes existem os nomes pelos quais o Guehinom é chamado — ou seja, o lugar onde os perversos são julgados.

E são eles: Bor (poço), Shachat (destruição), Dumah (silêncio/morte), Tit HaYaven (lama movediça), Sheol, Tzelmavet (sombra da morte), e Eretz Tachtiyah (terra inferior). Todos estes são os sete compartimentos do Guehinom que correspondem aos sete nomes do Yetzer HaRá.

E os sete heichalot da Sitra Achra são chamados por esses mesmos nomes dos sete compartimentos do Guehinom.

Eis que já estabelecemos que, assim como existem madregot (degraus espirituais) e heichalot (palácios) do lado da kedushá (santidade), também há equivalentes do lado da tumá (impureza). E todos eles existem e exercem domínio no mundo, do lado da impureza. Por isso, há sete heichalot que correspondem aos sete nomes pelos quais o Guehinom é chamado — isto é, nomes correspondentes aos sete níveis infernais. E todos esses palácios estão posicionados para julgar e contaminar os ímpios do mundo que a eles se apegaram, e que não guardaram seus caminhos deles enquanto viviam neste mundo.

Pois aquele que vem para se purificar neste mundo, do lado da pureza, é purificado naquele lugar chamado sod ha’emunáh (segredo da fé), ou seja, em Malchut deQedushá. Ali há muitos madregot (graus espirituais) e muitos memunim (supervisores angelicais), todos posicionados para aproximar a pessoa do serviço ao Qadosh Baruch Hu para purificá-la. Mas quem vem para se contaminar, esse é contaminado pelo outro lado, que é impuro, onde também há muitos madregot e muitos memunim, todos posicionados para contaminar os seres humanos.

Aquele que se aproxima deles e se deixa atrair por esse lado do mal, sobre ele está escrito: “Quem é o homem que viverá e não verá a morte, que poderá livrar sua alma...?” (Tehilim 89:49). Quem é o ser humano criado neste mundo que não verá a morte — isto é, o Malach haMavet (anjo da morte)? Pois todos os seres deste mundo acabam sendo conduzidos a ele.

Quando a pessoa se prepara para prestar contas diante de seu Senhor — isto é, quando está prestes a deixar este mundo —, antes mesmo de falecer, ela vê o Malach haMavet. E isso já foi devidamente estabelecido e explicado.

O primeiro heichal (palácio) é o início do Yetzer Hará. Este primeiro palácio é chamado “poço vazio de tudo” (Bor Reiq mikol). Quem tenta entrar ali, não há quem o sustente para não cair. Todos o empurram para fazê-lo cair, e ele não consegue se levantar. Não há nele nenhum apoio para o bem.

Perush (explicação) do Baal haSulam:
No fim da kedushá, ou seja, após a Malchut de Qedushá (reino da santidade), começa o domínio do Yetzer Hará — isto é, da Sitra Achra, que possui sete nomes, como já explicado. E sobre ela está dito: “À porta jaz o pecado” (Bereshit 4:7), ou seja, à entrada inferior de Malchut repousa a Sitra Achra. Trata-se da Malchut que não foi adoçada em Biná, e por isso é chamada Man’uláh (fechadura), sendo o ponto inicial da Sitra Achra. Como ela deriva da Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo), todo aquele que tenta entrar ali é empurrado — todos o fazem cair, sem que ele possa se reerguer. Isso significa que ele perde os Gadlut deNeshamáh (mochin superiores da alma), pois “levantar-se” indica possuir Gadlut (grandeza espiritual). (Chaz ve’Shalom!)

Perush Pashtaní (comentário simples) Haykla Arazuta:
Malchut (dinim) que não foi adoçada por Biná - ou seja, extremo desejo de receber sem aspectos de misericórdia (Biná), como uma "fechadura" trancada por um julgamento severo e implacável, qualquer pessoa que tente cruzar essa barreira ou ceda a essa energia negativa é derrubada espiritualmente, perdendo sua maturidade mental e conexão com a própria alma (Gadlut), restando em um estado de profunda fraqueza espiritual.

Neste heichal encontra-se um supervisor chamado Dumá (דומה) – (Chaz ve’Shalom!) Ele é o mesmo que atua acima, no terceiro heichal da Sitra Achra, e também abaixo, neste primeiro heichal aqui, ele é quem segura a alma quando ela é rejeitada do heichal haQedosh (palácio sagrado) pelo supervisor Tahari’el (טהריא"ל). Esse Dumá (Ch”V) se encontra junto ao portão daquele lado sagrado — isto é, à entrada do primeiro heichal de Qedushá — e ali permanece para agarrar a alma e conduzi-la aos heichalot da tumáh (impureza). Com ele há muitos executores de julgamento e severidade.

Perush Baal HaSulam:
Se a alma não estiver em estado de taharáh (pureza), então o anjo Tahari’el a rejeita, impedindo-a de entrar no primeiro heichal da santidade. E imediatamente o anjo Dumá (Ch”V), que se encontra ali, próximo à kedushá, na entrada da Sitra Achra, a agarra. Esta é a origem do lado impuro, que provém do sod (segredo) do Zachat, o aspecto masculino da Sitra Achra, e que se encontra no início de toda sua estrutura.

E abaixo daquele supervisor, Dumá (Ch”V), está outro supervisor, sob o qual há milhares e dezenas de milhares de subordinados, e esse supervisor é chamado Patut (פתות), Ch”V. Este é o que se coloca para seduzir os seres humanos, e é ele quem se posiciona junto à alma, incitando-a a olhar e contemplar aquilo que não deveria — com relação a muitos atos de fornicação e adultério. Todos esses anjos que estão com ele se mantêm ao redor da alma, caminham à sua frente e a forçam a desviar seus olhos para observar o que é impróprio.

E esse Patut Ch”V é um intermediário maligno, que incita a todos esses atos perversos. Ele está presente junto à sepultura quando o corpo é julgado e quebra os olhos do corpo. Isso porque ele os ganhou enquanto o corpo ainda estava neste mundo — eles lhe pertencem.

Perush Baal haSulam:
Esses dois supervisores, Dumá e Patut são os aspectos de zachar veNekeváh (masculino e feminino) da Sitra Achra, Ch”V. A Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo) não causa dano completo logo no início de sua revelação, enquanto ainda está no aspecto masculino da Sitra Achra. Ela precisa se manifestar repetidamente até alcançar força para agir e punir — o que corresponde ao aspecto feminino da Sitra Achra. Assim, Dumá é o aspecto masculino, que apenas agarra a alma, mas ainda não tem poder de puni-la diretamente. Já Patut, que está sob seu comando, é quem seduz a alma a olhar para o que não deveria, ou seja, a puxar Chochmá (Luz do deleite) de cima para baixo (sem a Luz da Misericórdia) — da mesma forma que age a Sitra Achra. Toda vez que isso acontece, a Midat haDin haKasháh se revela no final, como está escrito: “À porta jaz o pecado” (Bereshit 4:7). É nesse ponto que a alma é ferida pelo juízo severo e tem seus olhos destruídos junto ao corpo morto.

Tudo o que o corpo fez neste mundo, a alma é obrigada a repetir no mundo vindouro. E como o corpo caiu na armadilha desse Patut, também a alma cai em suas mãos e realiza aquilo que ele a incita e ordena a fazer. Por isso está escrito: “e eu a forçarei a desviar seus olhos para olhar o que não deveria” — ou seja, por causa das ações do corpo neste mundo. E é o que está dito: “ele se posiciona junto ao túmulo... e quebra os olhos dele, porque foram ganhos por ele enquanto ainda estava neste mundo.” Pois por ter se vinculado a Patut e sua comitiva enquanto vivo, seus olhos foram moldados a partir deles — e por isso, agora, eles lhe pertencem, e ele os destrói.

E nesse lugar — o túmulo — é julgada a alma, até que ela seja lançada num lugar chamado Bor (poço), no qual há muitas serpentes e escorpiões. Eles são mal’achê chabalah (anjos destruidores), e todos eles picam essa alma, a agarram e a julgam.

Mais internamente do que aquele ruach (espírito) chamado Patut, existe um outro espírito de impureza, que está acima de todos. Ele domina sobre todo esse heichal, e todos os outros dependem de sua força. Seu nome é Gamgimá (גמגימא), Chaz veShalom. Ele é avermelhado e agitado, e está sempre pronto para fazer o mal. Quando a prece de uma pessoa é rejeitada, e o indivíduo não tem mérito nela, esse ruach, Gamgimá (Ch' V) , se ergue e se associa com o espírito superior da impureza, que é o Satan (השטן), e então ambos acusam nas alturas, trazendo à lembrança as transgressões da pessoa perante o Santo, bendito seja. E o sinal está na expressão: “E veio também o Satan entre eles” (Iyov 1:6) — pois não está escrito apenas “e veio o Satan”, mas sim “também o Satan” (gam haSatan), o que alude a Gamgimá (Ch'V), que se juntou ao Satan (השטן) para acusar.

Perush Baal HaSulam:
Os dois primeiros ruachot, Dumá e Patut, derivam da Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo) que pertence à Malchut, a qual é chamada Man’uláh (fechadura). Já esse ruach chamado Gamgimá se apoia sobre a iluminação de Biná, ou seja, sobre Israel Saba veTevuná (metade de baixo de Biná). Pois quando ocorre uma transgressão no nível inferior, a Malchut sobe até Biná, e com isso as Qlipot se elevam e se apegam à Malchut no lugar de Biná. Por isso ele é chamado Gamgimá — pois traz “gagueira”, isto é, falta de clareza na iluminação de Israel Saba veTevuná. E é isso que significa que ele está “acima de todos”, pois por se apegar à iluminação de Israel Saba veTevuná, ele se encontra acima de Dumá e Patut, que pertencem apenas aos juízos da própria Malchut.

Perush Pashtaní Hayka Arazuta:
Como as forças da negatividade (Qlipot) estão grudadas em Malchut, elas pegam "carona" nessa subida. Elas invadem o nível inferior de Biná. Gamgimá (גמגימא) vem do hebraico e do aramaico na raiz ג-מ-ג-ם (G-M-G-M), o verbo legamgem (לגמגם) significa literalmente gaguejar ou balbuciar. Desta forma, em termos gerais, prejudicando uma transmissão de pensamento clara, fluida e iluminada. Enquanto Dumá e Patut (Chaz veShalom) ativam os julgamentos pesados, Gamgimá (Chaz veShalom) consegue infiltrar até o nível do intelecto.

E desse ruach rá (espírito maligno) derivam muitos outros instigadores do juízo, que são supervisores encarregados de agarrar qualquer palavra impura ou imunda que o ser humano pronuncie com sua boca, e que depois são seguidas por palavras sagradas. Ai deles, ai de suas vidas! Esses seres humanos causam com suas ações que esses instigadores do juízo dominem e causem dano no lugar sagrado. Ai deles neste mundo, e ai deles no mundo vindouro! Pois esses ruachot da tumáh (espíritos da impureza) tomam aquela palavra impura que saiu da boca da pessoa, e quando a pessoa pronuncia logo em seguida uma palavra de kedusháh (santidade), esses ruachot da tumáh se adiantam, tomam a palavra impura e contaminam a palavra sagrada. Com isso, o ser humano não merece aquela santidade — e, por assim dizer, a força da kedusháh se enfraquece.

Perush Baal HaSulam:
O trecho explica como as Qlipot se apegam à iluminação de Yeshsut (Ysrael Saba veTevuná) por causa da transgressão humana. Ele diz: quando o ser humano peca e é afetado pelos juízos de Malchut, sendo rejeitado do heichal da Malchut pelo supervisor Tahari’el (טהריא"ל), isso é considerado como se ele tivesse pronunciado uma palavra impura com sua boca. E se, antes de ter se purificado de sua tumáh (impureza), ele atrai a iluminação de Yeshsut, então as forças externas (chitzonim) tomam a falha que ele causou em Malchut e a projetam também sobre a iluminação de Yeshsut. É isso que o texto diz: “tomam aquela palavra impura” — ou seja, o dano causado nos juízos de Malchut. E mesmo que, posteriormente, a pessoa pronuncie uma milá qedosháh (palavra sagrada), ou seja, mesmo que atraia a iluminação de Yeshsut, e mesmo que ela mesma não tenha manchado diretamente esse nível, ainda assim, essas forças pegam a impureza da primeira palavra e a transferem para a segunda — a palavra sagrada. Assim, as Qlipot se apegam, por assim dizer, também à iluminação de Yeshsut (Ysrael Saba veTevuná).

Perush Pashtaní Haykla Arazuta:
Um processo de contaminação espiritual onde a transgressão gera uma impureza nos juízos rígidos de Malchut. Se, antes de se purificar desse defeito através da Teshuvá, o indivíduo tenta "atrair a iluminação de Yeshsut" — o que significa buscar estados elevados de consciência, clareza mental e conexão com as luzes intelectuais superiores —, as forças negativas (Qlipot) pegam a impureza fixada no nível inferior e a projetam sobre a luz sagrada que é atraída.

E acima destes há um supervisor, cujo nome é Sefseritá (ספסיריט"א), Ch”V. E muitos incitadores de lei e julgamento estão com ele, e esse supervisor, que está sobre eles, toma todas as palavras más que o ser humano pronunciou (como foi dito no trecho anterior), e também toma todas aquelas coisas que o homem lançou com as mãos no momento em que a ira se apoderou dele. Pois então esse supervisor, Sefseritá (Ch'V) segura aquele objeto que o homem atirou em sua ira, sobe e diz:
“Este é o sacrifício de fulano que ele ofereceu ao nosso lado.”
(Chaz veShalom!)

Pois todo o lado da tranquilidade pertence ao lado da direita e da fé (Emuná, Malchut da Santidade), e todo o lado da ira pertence ao outro lado — o lado mau e impuro. E por isso, aquele que atira algo com suas mãos em sua ira, todos os que pertencem ao lado do mal tomam esse objeto lançado, elevam-no para cima e o aproximam daquele lado, dizendo:
“Este é o sacrifício de fulano.”

E o arauto clama em todos os firmamentos e diz:
“Ai de fulano, que se desviou após um deus estranho, e serviu a outro deus!”
E o arauto clama uma segunda vez e diz:
“Ai deles, pois se afastaram de Mim...”
Bem-aventurado é o homem que guarda seus caminhos e não se desvia nem para a direita nem para a esquerda, e não cai no poço profundo, do qual não é possível sair.

O segundo Heichal da Sitra Achrá.
Este palácio é mais escuro do que o primeiro. Este palácio é chamado Shachat (Destruição), correspondente ao nome do Yétzer HaRá que é chamado Tamê (Impuro). Pois o primeiro palácio é chamado Bor (Poço), correspondente ao nome do Yétzer HaRá que é chamado Satan, e este é chamado Shachat, correspondente ao nome do Yétzer HaRá chamado Tamê. Neste palácio há três portais.

O primeiro portal:
Nele se encontra um supervisor, cujo nome é Astiryá (עסטירי"א), Ch”V, e há milhares e dezenas de milhares de anjos de destruição (malachê chabalah) sob sua autoridade.
Ele está sobre todos aqueles que corrompem seus caminhos ao derramar sêmen sobre a terra, ou que emitem sêmen de maneira não natural, ou todos os que se masturbam com as mãos.
Estes não veem o rosto da Shechiná de modo algum. Apenas este supervisor, do lado da impureza, que mencionamos, sai naquele momento, e com ele milhares e dezenas de milhares — todos se reúnem sobre aquele homem para contaminá-lo neste mundo.
Depois, quando a alma dele sai deste mundo, esse supervisor, Astiryá (Ch'V) e todos os que estão com ele, contaminam sua alma, agarram-na e a levam para ser julgada entre eles.

E estes, os malachê chabalah (anjos de destruição), são chamados “shichvat zéra rotechat” (שכבת זרע רותחת, “sêmen fervente”), pois todos os coléricos impuros estão presentes sobre isso — todos eles se colocam e repousam sobre o homem naquele momento em que ele se aquece (no desejo), e são eles que o aquecem para essa paixão. Então, tomam aquela paixão, e aquele sêmen que foi derramado na terra, fortalecem-se com ele e o elevam para cima, e causam que o pacto superior — que é o Yesod (fundamento) — seja submetido ao lado da impureza. Ou seja, para proporcionar prazer e fortalecimento a eles.

O segundo portal:
Ali está de pé outro supervisor, cujo nome é Taskifé (טסקיפ"ה) Ch”V. Este é o supervisor sobre todos aqueles que corrompem seus caminhos, e não derramam seu sêmen sobre a terra, mas o derramam sobre animais ou em transgressões severas da Torá, como as arayot (relações sexuais proibidas). Este supervisor e os muitos milhares e dezenas de milhares que estão com ele, todos se colocam sobre ele para julgá-lo — assim como dissemos sobre aqueles que são julgados no primeiro portal.

Vem e vê: este supervisor tem em suas mãos um cálice, e é chamado “Cálice da Amargura” (Kos HaTarála), o cálice de Sua ira. E todos aqueles executados pelo tribunal (Beit Din) ou punidos por essas transgressões, todos eles foram arrancados destes lados da impureza, e não têm parte com eles. E esse cálice, que é chamado Kos HaTarála (כוס התרעלה), está ligado ao outro cálice que beberam no início, aquele que o Beit Din lhes deu antes de sua morte. E a sua morte pelo tribunal é a sua expiação.

E todos aqueles que não beberam daquele cálice do Beit Din — ou seja, que não foram executados pelo julgamento do tribunal — serão tomados posteriormente por esse cálice da amargura. Quando sua alma sai deste mundo, esse supervisor e todos os que estão com ele o agarram, e este é o dia amargo; e aquela alma bebe desse cálice e sofre muitos tipos de julgamentos, variados uns dos outros.

Neste palácio está presente um espírito, sob o qual aqueles citados acima estão subordinados, e seu nome é Niatiryel (ניאציריא"ל), Ch”V.

E desse espírito poderoso saem três gotas amargas, que caem dentro desse Kos HaTarála (Cálice da Amargura). Uma se chama Chatzatz (חצץ), que significa “corte” ou “aniquilação”, como está escrito: “e o número dos seus meses cortaram” (Jó 21:21). A segunda se chama Mar HaMavet (מר המות, “amargura da morte”), como está dito: “certamente passou a amargura da morte” (I Samuel 15:32). E a terceira se chama Kova’at (קובעת), como está dito: “cálice de vertigem da amargura” (Isaías 51:17). E essas três gotas caem, então, desse cálice sobre aquela espada do Malach HaMavet (anjo da morte) que mata os seres humanos.

O terceiro portal:
Ali se encontra um supervisor, cujo nome é Sangadyel (סנגדיא"ל), Ch”V. Este é o supervisor sobre todos aqueles que introduziram o pacto sagrado (Brit HaQodesh) em uma mulher estranha — que é do lado de um deus estranho (El Nêchar), e todos os que corrompem seu caminho nisso, e mentem no sinal do pacto sagrado.
Este supervisor e todos os supervisores com ele desenham dentro de si imagens daquelas mulheres impuras, nas quais foi profanado aquele Brit HaQodesh, e todas essas imagens ficam registradas diante dele quando o homem sai deste mundo, e depois contaminam aquele espírito.

E neste palácio estão suspensos todos os segredos da feitiçaria, para matar seres humanos antes do tempo determinado, e todas as magias que os homens utilizam — estão pendentes aqui.
Aqueles que praticam feitiçaria para se contaminar com ela, como Bilam, que praticava feitiçaria com seus encantamentos, primeiro se contaminavam com a impureza do sêmen fervente derramado sobre a besta. E por isso Bilam foi julgado naquele sêmen fervente, como dissemos. E por isso este palácio é chamado Shachat Tamê (שחת טמא, “destruição impura”).

E neste palácio há um outro espírito, que está subordinado ao espírito acima dele, e seu nome é Sartiyá (סרטי"א) Ch'V. E há milhares e dezenas de milhares sob sua autoridade. Todos eles se colocam sobre aquela palavra que sai com o espírito do homem em seu sonho, da parte do lado sagrado. Este espírito da impureza, e todos os incitadores de julgamento que estão com ele, todos saem e se apegam àquela palavra, e descem até ela e se conectam com ela, a fim de negar aquela palavra que veio do homem, e lhe anunciam em seu lugar outras coisas — palavras de mentira misturadas com palavras de verdade.

Pois assim é o caminho do mentiroso: se ele não incluir alguma verdade, não poderá sustentar sua mentira para que seja acreditado.
Assim também aqui: uma vez que se misturam com palavras de verdade que a pessoa viu em sonho, e as negam diante dele, anunciam-lhe depois palavras de verdade para dar sustentação às palavras falsas que lhe informam. Mais adiante, isso se espalha entre os espíritos inferiores (ruchot tachtonim) — que não possuem existência verdadeira, e não perduram. E essa informação é divulgada no mundo de muitas formas e tipos diversos.

Deste palácio saem dois espíritos que se transformam, ora em homens, ora em mulheres. Eles vagueiam pelo mundo, no ar, e zombam dos seres humanos em seus sonhos, aparecendo-lhes como mulheres belas em visão onírica, tomando para si a paixão do homem. E da mesma forma, para as mulheres, aparecem como homens.
E esses são chamados Ra’á (רָעָה, “mal”) e Néga (נֶגַע, “aflição”), como está dito: “Não te acontecerá o mal (Ra’á), e a aflição (Néga) não se aproximará da tua tenda” (Salmos 91:10).

E estes, Ra’á e Néga (רעה ונגע), são chamados espíritos inferiores (ruchot tata'ei), que saem de uma labareda de fogo. Pois, quando aqueles espíritos superiores percorrem o interior do heichal, saem duas labaredas de fogo, e delas se formam esses dois espíritos, Ra’á e Néga, como dissemos.
E tudo isso provém deste lado da impureza. Bem-aventurados são os justos que se afastaram desses lados e se protegeram deles. E sobre isso está escrito:
“Para te guardar da mulher estranha…” (Provérbios 7:5)

O terceiro palácio:
Este é um palácio escuro e sombrio, sem nenhuma luz. Ele é mais tenebroso do que os palácios anteriores. E este é chamado Dumá (דומה), em correspondência com o nome do Yétzer HaRá (impulso do mal) que é chamado Sone (שונא, “inimigo”). Neste palácio há quatro portais, um voltado para este lado, e outro para aquele, correspondendo aos quatro lados.

Um supervisor está de pé sobre o primeiro portal, e esse supervisor se encontra no poder da ira que paira sobre o mundo. Quando o julgamento domina o mundo, esse supervisor que reside nesse portal toma armas e as coloca nas entradas das sinagogas (beit knesset). E seu nome é Sakfortiyá (סקפורטי"א) Ch”V. E este é o tropeço do mundo.
Sobre ele está escrito:
“O caminho dos ímpios é como a escuridão; não sabem no que tropeçarão.” (Provérbios 4:19)
Nesse tempo, quando ele domina e o julgamento reina no mundo, ele observa quem caminha sozinho no mercado, e se o encontra, pode prejudicá-lo e enfraquecer sua sorte (mazal).

PerushBaal haSulam:
A Malchut é chamada de "sinagoga" (beit knesset), e é sabido que à entrada da Malchut espreita o pecado (chatat rovétz) — que é a medida do julgamento severo da Man'ulá (מנעולא, a “tranca”, fechadura), como foi mencionado anteriormente.
E este anjo aqui, chamado Sakfortiyá é o que deposita ali estas armas — isto é, o segredo da Man'ulá - julgamentos — por estar de frente para o Heichal haNetzach (palácio da eternidade) da santidade, e por isso sua força é grande. E foi dito: “Este supervisor que reside neste portal toma armas e as coloca nas entradas das sinagogas” — ou seja, na entrada da Malchut, como explicado. E por isso os ímpios, que se apegam à Sitra Achrá e atraem Chochmah de cima para baixo (desejo intenso de receber), é sobre eles que está dito:
“Se não melhorares, o pecado espreita à porta” (Gênesis 4:7), pois tropeçam nesse pecado — que é o segredo da Man'ulá (julgamentos) — que está à porta da Malchut, e perecem por causa disso no “lenho da vida”. E por isso está escrito: “E este é o tropeço do mundo…”

O segundo portal:
Ali está de pé outro supervisor. Este é aquele que recebe os veredictos do julgamento — ou seja, os escritos nos quais os decretos de julgamento estão registrados. E esse é Sangadyel (סנגדיא"ל), e sob sua autoridade estão muitos que despertam o julgamento e o direito (din u’mishpat), que dominam e estão prontos para receber esses veredictos.
E esse supervisor está postado sobre esse segundo portal.

E quando ele recebe o petek (פסקא, veredito) do julgamento, da parte do supervisor Malkiel (מלכיאל), que está no primeiro portal do terceiro heichal da santidade (conforme mencionado acima), ele permanece neste portal (do lado da Sitra Achrá) e desce para aqueles portais sombrios inferiores: um para aquele que é chamado Shachat (שחת, destruição) — ou seja, o segundo heichal da Sitra Achrá — e outro para aquele que é chamado Bor (בור, poço) — que é o primeiro heichal da Sitra Achrá — pois estes estão abaixo (conforme explicado acima).
E ali há milhares e dezenas de milhares de supervisores que dominam no mundo para executar o julgamento, e o decreto daquele petek din (veredicto judicial) é então cumprido.

O terceiro portal:
Neste portal há outro supervisor, cujo nome é Angaryon (אנגריו"ן), Ch”V.
Ele está encarregado de todas aquelas doenças, dores, febres e fogo nos ossos — isto é, sofrimentos que não conduzem à morte — que derivam dos julgamentos do lado esquerdo. Pois dele saem muitos milhares e dezenas de milhares de supervisores com ele, sobre todas essas enfermidades e dores, como aprendemos.

O quarto portal:
Aqui há um espírito que foi criado por causa da diminuição da lua, e seu nome é Askará (אסכר"א). Ele está encarregado da morte das crianças. Ele aparece para as crianças e ri com elas, até que as mata. E ele se manifesta para elas como uma mulher, semelhante à mãe da criança, amamentando-a, rindo com ela, segurando-a — e então a mata.

No centro deste heichal, há um espírito cujo nome é Agirison (אגיריסו"ן), Ch”V. Este foi nomeado sobre todos aqueles que morrem entre os treze e vinte anos. Essa é a morte deles, que vem da parte desse supervisor, como já estabelecemos. E isso ocorre por sua conexão com aquela serpente (nachash) que mencionamos, que está com ele e o acompanha. E sobre isso está dito: “E eis que era muito bom” (Gênesis 1:31), e explicamos que isso se refere ao anjo da morte.

Deste lugar se espalham e saem dois espíritos: Af (אף, “ira”) e Chemá (חמה, “furor”). Estes foram designados sobre todos aqueles que escutam uma repreensão vinda de alguém que se ocupa com a Torá — ou seja, quando alguém que estuda Torá os repreende por não seguirem o caminho correto — e, ainda assim, confiam em sua própria bondade e não se preocupam com isso. E também sobre todos aqueles que zombam e ridicularizam as palavras da Torá ou as palavras dos Rabbanan (sábios).

Desses dois — Af (אף, “ira”) e Chamá (חמה, “furor”) — saem muitos milhares e dezenas de milhares. Todos eles saem e repousam sobre pessoas que se ocupam com a Torá ou com palavras de mitsvá, e que andam no caminho da mitsvá, com o propósito de que fiquem tristes e não sintam alegria na Torá e na mitsvá que realizam. E foi por causa desses que Moshê temeu quando Israel pecou com o bezerro de ouro e ele desceu do monte, conforme está escrito: “Pois temi diante da ira (af) e do furor (chamá)...” (Devarim 9:19)

Abaixo desses — Af e Chamá — há um espírito que está sobre todos aqueles que praticam lashon hará (לשון הרע, “fala maldizente”). Pois quando as pessoas despertam a lashon hará, ou mesmo uma única pessoa desperta em lashon hará, então se desperta aquele espírito impuro de cima, chamado Siskisyá (סכסיכ"א). E ele repousa sobre esse despertar da lashon hará que os homens começaram, e ele ascende ao alto, e causa, por esse despertar da lashon hará, morte, espada e matança no mundo.
Ai daqueles que despertam esse lado do mal e não guardam sua boca e sua língua, e não se preocupam com isso, pois não sabem que o despertar de baixo causa o despertar de cima — tanto para o bem quanto para o mal.

Vem e vê:
Quando esse despertar de lashon hará se desperta aqui embaixo, então aquela serpente tortuosa (nachash ‘aqaltón) ergue suas escamas e as levanta para cima, de modo que fiquem eretas voltadas para o alto, e desperta desde sua cabeça até os pés. Pois, quando suas escamas se levantam e se agitam, todo seu corpo se desperta. Essas escamas são todos os executores da lei e do julgamento exteriores.


(continua...)


sábado, 14 de outubro de 2017

Guilgulim Ha'Rá: Reencarnações Do Mal


A MISTERIOSA MORTE DE 
STALIN

"Sucedeu isto no dia treze do mês de Adar; e descansaram no dia catorze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria. 18 Também os judeus, que se achavam em Susã se ajuntaram nos dias treze e catorze do mesmo; e descansaram no dia quinze, e fizeram, daquele dia, dia de banquetes e de alegria. 19 Os judeus, porém, das aldeias, que habitavam nas vilas, fizeram do dia catorze do mês de Adar dia de alegria e de banquetes, e dia de folguedo, e de mandarem presentes uns aos outros. 20 E Mardoqueu escreveu estas coisas, e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto, e aos de longe, 21 Ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de Adar, e o dia quinze do mesmo, todos os anos, 22 Como os dias em que os judeus tiveram repouso dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa, para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e dádivas aos pobres."

- Esther Cap 9

Em 1 de março de 1953, a equipe de Stalin encontrou-o semi-consciente no chão do quarto de sua Dacha Volynskoe urinando sobre si mesmo.. Ele havia sofrido uma hemorragia cerebral. Ali, caído, estava um dos mais perversos e sanguinários ditadores que emergiram do inferno no século XX. Que segredo sinistro estaria por trás da data do golpe final que causou sua morte? Era o dia I4 de Adar no calendário da Toráh quando Stalin foi golpeado pelo Anjo da Morte...

O INÍCIO
" - Morra! Nazista maldito!" Eram os meus rompantes exaltados gritos diante do monitor do agora velho 386 que meu irmão havia montado em 1993 e onde estava instalado o jogo "Wolfenstein 3D" que eu havia adquirido na Loja Clipper, em Suzano e que me cativou durante muitos anos e ainda me cativa. As vezes, quando termino o trabalho à noite, volto ao velho game e jogo um pouco tentando relembrar aqueles dias.

O jogo "Wolfenstein 3D"

Naqueles momentos, minha repulsa pelo Nazismo e pelos Nazistas se tornava muito evidente e não era algo novo, vinha desde a minha infância. Me recordo do primeiro filme sobre Nazismo que assisti ainda com a idade de onze anos chamado "Os meninos do Brazil" com Gregory Peck, Sir Laurence Olivier e Rosemary Harris (a Tia May de Homem Aranha) no qual Peck era o médico nazista Joseph Mengele e Sir Laurence era Ezra Lieberman, um caçador de Nazistas foragidos. Outros filmes dos quais me lembro foram a mini série "Holocausto" com James Wood e Meryl Streep e ainda outro e dentre estes meu preferido "O Dossiê Odessa (The Odessa File)" com Jon Voight, o pai de Angelina Jolie. 

Havia pouco mais de dois anos que a Guerra do Golfo havia terminado e quase três anos que havia tido uma experiência bastante mística relacionada com o nazismo. Era 1990, agosto, Saddam Hussein havia a pouco invadido o Kuwait e o mundo estava temeroso com a deflagração de um conflito que poderia deflagrar a 3ª Guerra Mundial. Eu estava com amigos, um grupo de cristãos em uma sala da Comunidade que frequentava e na qual havia um mapa mundial pregado na parede Norte. Se crê que orações podem evitar guerras mas, no entanto, nenhuma guerra foi evitada por preces apaixonadas, amparadas por exaltações pentecostais e dogmáticas e este grupo se propôs a fazer uma oração pedindo pela intervenção divina sobre os rumores da guerra. Eles chamavam este tipo de prece de "Oração Intercessória". 

Enquanto oravam, meus olhos espirituais se abriram num sonho lúcido eu vi quando pequenas bandeiras suásticas nazistas começaram a surgir em todos os países impressos no mapa pregado à parede Norte e foi quando uma doce e suave voz feminina sussurrou ao meu ouvido dizendo: "O nazismo não está morto! Está apenas dormindo!" Era a "Bat Qol (Voz da Shechiná)" me instruindo a alma, uma centelha das muitas que formam a vestimenta da minha néfesh (alma) e que havia vindo dos Campos de Auschwitz durante o Holocausto e que era o segredo por trás da minha repulsa pelo nazismo e, principalmente, por Adolf Hitler.


Um foto de Saddam Hussein nos escombros que sobraram de seu Palácio Presidencial

Em 2 de Agosto de 1990, Saddam Hussein invadiu o Kuwait. Imediatamente, no dia 6, a ONU promulgou a Resolução 661 que impunha sanções ao Iraque. Saddam Hussein disparou 95 mísseis Scud contra o Estado de Israel. A guerra se estendeu até o dia 28 de Fevereiro de 1991, quando terminou.

No Tana'k (Toráh, Escritos & Profetas), em Meguilat Ester  (Pergaminho de Ester) nos lemos a história do perverso Haman, um descendente de Amaleq que intentou destruir o povo Judeu na época na qual Ester era rainha da Pérsia. O plano de Haman foi frustrado no dia 13 de Adar (12°mês hebreu). No dia 14 foi promulgada por Ester a Festa de Purim que comemora a vitória dos judeus contra Haman, seus dez filhos e seu plano maléfico.

Haman em hebraico (הָמָן) é igual a 95 em gematria e Amaleq é igual a 240. Ester (אֶסְתֵּר) resulta em 661. Saddam Hussein (סדם חוסין) é igual a 240 (Amaleq) em mispar kollel e lançou 95 Scuds (Haman). A ONU promulgou a sanção 661 que é Ester e a guerra terminou no exato dia de Purim (28 de Fevereiro) que foi 14 de Adar naquele ano.

RESSURGINDO DOS ESCOMBROS DO 3º REICH
Desde pequeno eu fui tomado, subitamente, por fragmentos de memória nos quais eu estava sempre cercado por homens da Gestapo vestido em seus negros e brilhantes uniformes. Era assustador quando isto me acontecia. Lembranças da alma que em mim havia reencarnado. Buscando decifrar este obscuro enigma, estudando Torá e a Chochmat Nistar com dedicação, fui iluminado com uma revelação que abriu um oráculo de mistérios sobre minhas reencarnações durante o Shoáh e a Solução Final idealizados pelos Nazistas.

Na Torá Bereshit, no capítulo 46, versículos 3 e 4, está escrito "E disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer ao Egito, porque eu te farei ali uma grande nação. E descerei contigo ao Egito, e certamente te farei tornar a subir, e José porá a sua mão sobre os teus olhos." Como sabemos e há muito, o texto hebraico contém códigos que não foram criptografados por pensamentos e mãos humanas pois, vão muito além do que podem explicar as intelectualidades dos homens. Vejamos o passuq original.

Iº CÓDIGO

וַיֹּאמֶר, אָנֹכִי הָאֵל אֱלֹהֵי אָבִיךָ; אַל-תִּירָא מֵרְדָה מִצְרַיְמָה, כִּי-לְגוֹי גָּדוֹל אֲשִׂימְךָ שָׁם. אָנֹכִי, אֵרֵד עִמְּךָ מִצְרַיְמָה, וְאָנֹכִי, אַעַלְךָ גַם-עָלֹה; וְיוֹסֵף, יָשִׁית יָדוֹ עַל-עֵינֶיךָ

O primeiro código que notei neste passuq foi o meu nome hebreu "Misha'Ël" escrito no sentido inverso da esquerda para a direita nas palavras "gadol ashimechá (גָּדוֹל אֲשִׂימְךָ)." O nome Misha'Ël quando lido no sentido inverso se torna "Le'eshim (לאשים)" e significa "lançado nos fogos" que é uma referência aos fornos crematórios nazistas.

O PRELÚDIO DO HOLOCAUSTO
Vocês se recordam dos amigos de Daniel que foram lançados dentro da fornalha ardente sob ordem de Nabucodonozor? Entre eles estava Misha'Ël. O lançamento de Misha'Ël e seus amigos na fornalha de fogo ardente já era um prelúdio profético do Holocausto.

IIº CÓDIGO

וַיֹּאמֶר, אָנֹכִי הָאֵל אֱלֹהֵי אָבִיךָ; אַל-תִּירָא מֵרְדָה מִצְרַיְמָה, כִּי-לְגוֹי גָּדוֹל אֲשִׂימְךָ שָׁם. אָנֹכִי, אֵרֵד עִמְּךָ מִצְרַיְמָה, וְאָנֹכִי, אַעַלְךָ גַם-עָלֹה; וְיוֹסֵף, יָשִׁית יָדוֹ עַל-עֵינֶיךָ

O segundo código que notei neste mesmo versículo foi o nome de um dos criminosos nazistas, o responsável pelos Campos de Concentração: Eichmman. Está marcado com a cor verde e com distância de um salto equidistante. O código também diz "Ele consumiu um grande povo..."

Otto Adolf Eichmann (Solingen, 19 de Março de 1906 – Ramla, 1 de Junho de 1962) foi um SS-Obersturmbannführer (tenente-coronel) da Alemanha Nazista, e um dos principais organizadores do Holocausto. Eichmann foi designado pelo SS-Obergruppenführer (general/tenente-general) Reinhard Heydrich para gerir a logística das deportações em massa dos judeus para os guetos e campos de extermínio das zonas ocupadas pelos alemães no Leste Europeu durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1960, foi capturado na Argentina pela Mossad, o serviço secreto de Israel. Após um julgamento de grande publicidade em Israel, foi considerado culpado por crimes de guerra e enforcado em 1962.


Alguns anos se passaram e em 2001 eu redigi a apostila "AMALEK" que usei para minha primeira preleção sobre os segredos do Nazismo em uma palestra na nossa sinagoga em Suzano. Este material seria a base para o meu Livro "Amaleq - As Origens Ocultas Do Nazismo". Em 2002, noutra experiência mística, a alma do falecido Rabino Yehudá Ashlag veio a mim durante um sonho lúcido e me disse: Vem! E eu te mostrarei o segredo escondido no nome do perverso Hitler. Rabi Ashlag  soprou uma brisa de seus lábios que embaçou à sua frente como num espelho num ambiente aquecido por água quente e escreveu em hebraico diante dos meus olhos o nome do malvado (היטלר) e me disse: " - Este é um Notarikon (acrônimo) de 'Haman Yashuv Torquemada Le'Rotzêach (הָמָן יָשׁוּב טורקומאדה לרצוח)". Tendo me mostrado este mistério, a alma de Rabi Ashlag se esvaneceu desaparecendo diante dos meus olhos.

HITLER:
Decifrando O Mistério

O nome Hitler contem as iniciais de "Haman retornará em Torquemada para assassinar (הָמָן יָשׁוּב טורקומאדה לרצוח)" e para os que não conhecem, o demônio Haman foi o arqui-inimigo dos judeus na Pérsia há cerca de 2400 anos e que intentou destruí-los, promulgando uma lei com o selo do Rei Achashverosh, saquear-lhes os bens após a sua destruição. Haman reencarnou em Tomás de Torquemada, o Inquisidor Católico espanhol que assassinou, nos tribunais da "santa inquisição", milhares de pessoas. Cerca de 400 anos depois, Haman, tendo a alma fragmentada em três centelhas, reencarnou em Hitler, Stalin e Mussolini, tentando levar a cabo a sua vingança. No tempo em que ele, Haman, foi o conselheiro do Rei na Pérsia, ele era chamado "Haman Ben Hamedata, o Agagi (הָמָן בֶּן-הַמְּדָתָא הָאֲגָגִי)" nome este cuja gematria é igual a 619 e está por sua vez é a mesma dos nomes dos três perversos mencionados acima, evidenciando que Stalin, Mussolini e Hitler (מֻסוֹליני סְטַלִין הִיטְלֵר) eram reencarnações da alma fragmentada de Haman e ainda há mais. O perverso título "Ha'Agagi (הָאֲגָגִי)" esconde outro segredo pois suas cinco letras são as iniciais dos nomes "Himmler (הימלר), Eichmann (אייכמן), Goering (גרינג), Goebbels (גבלס) e Joseph Mengele (יוסף מנגלה)".

'הָאֲגָגִי


Amaleq: 
As Origens Ocultas Do Nazismo

Ainda em 2002, tomado por estas revelações, numa tarde de shabat na qual eu assistia ao filme "Pitch Black (Eclipse Mortal)" com Vin Diesel, foi tomado e preenchido com o roteiro que seria a base do meu primeiro documentário "Amalek - As Origens Do Nazismo". Com narração de Elisheva Menuchá.

Todo este conhecimento e segredos resultaram no livro "AMALEQ - AS ORIGENS OCULTAS DO NAZISMO" publicado em 2011.

Em 2007, fui convidado pelo Raul Kuk para uma palestra que seria proferida pelo Dr. Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira que foi o chefe da Força Tarefa que exumou os restos do carrasco nazista morto no Brasil em 1979, o médico-monstro Dr. Joseph Mengele. Eu possuo até hoje um autografo que me foi dado por ele.

O Enforcamento Dos Filhos De Haman

No Tana'k, na Meguilat Ester, no capítulo 9 onde são mencionados os nomes dos dez filho de Haman e que foram perdurados (depois de morrerem na batalha contra os judeus) juntamente com ele na forca que ele havia erguido para enforcar o judeu Mordechai, há um segredo profundo e maravilhoso. Três dos nomes dos dez filhos de Haman aparecem escritos com uma de suas letras menor. São estes os nomes dos dez filhos de Haman: Farshandata, Dalfon, Aspata, Porata, Adalia, Aridata, Farmashta, Arisai, Aridai e Vaizata.



No pergaminho acima, na coluna à direita estão escritos os nomes dos dez filhos de Haman. No primeiro, Farshandata (פַּרְשַׁנְדָּתָא), a letra "Tav (תָ)" está escrita num tamanho menor que as outras letras que compõem o nome. No sétimo nome, Farmashta (פַּרְמַשְׁתָּא), a letra "Shin (שְׁ)" também está escrita em um tamanho menor que as outras, e no último nome, Vayzata (וַיְזָתָא), a letra "Zayin (זָ)" também está grafada em um tamanho menor. Qual seria o segredo?

A tradição nos informa que foi o judeu Mordechai quem escreveu a Meguilat Ester e que foi ele quem grafou estes três nomes assim. Ao juntarmos estas três letras hebraicas, "Tav Shin Zayin (תָשְׁ"זָ)" elas formam a grafia usada para representar anos e o ano que elas juntas representam é o ano de 706 do quinto milênio, ou seja, ano 5706 que se iniciou na noite do dia 25 de setembro de 1946. E o que aconteceu neste ano que havia sido escondido dentro dos nomes dos filhos de Haman? O Tribunal de Nuremberg!

O TRIBUNAL DE NUREMBERG
O Tribunal de Nuremberg (português brasileiro) ou Nuremberga (português europeu) constituiu numa série de tribunais militares, realizado pelos Aliados depois da Segunda Guerra Mundial, conhecidos pelos processos contra os proeminentes membros da liderança política, militar e econômica da Alemanha Nazista. Os julgamentos ocorreram na cidade de Nuremberg, Alemanha, entre 20 de novembro de 1945 e 1º de outubro de 1946. O tribunal de Nuremberg decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações a 20 anos de prisão, uma a 15 e outra a 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.

Os sentenciados à morte foram condenados ao enforcamento. Dos doze, um cometeu suicídio (Hermann Goering) e outro (Martin Bormann) foi condenado In Absêntia (ausência). Ao todo, dez foram enforcados selando este mistério assombroso da reencarnação.

Eis o que lemos na Meguilat Ester: "E disse o rei à rainha Ester: Na fortaleza de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens, e os dez filhos de Hamã; nas mais províncias do rei que teriam feito? Qual é, pois, a tua petição? E dar-se-te-á. Ou qual é ainda o teu requerimento? E far-se-á. Então disse Ester: Se bem parecer ao rei, conceda-se aos judeus que se acham em Susã que também façam amanhã conforme ao mandado de hoje; e pendurem numa forca os dez filhos de Hamã (Ester 9: 12 & 13)".

וַיֹּאמֶר הַמֶּלֶךְ לְאֶסְתֵּר הַמַּלְכָּה, בְּשׁוּשַׁן הַבִּירָה הָרְגוּ הַיְּהוּדִים וְאַבֵּד חֲמֵשׁ מֵאוֹת אִישׁ וְאֵת עֲשֶׂרֶת בְּנֵי-הָמָן--בִּשְׁאָר מְדִינוֹת הַמֶּלֶךְ, מֶה עָשׂוּ; וּמַה-שְּׁאֵלָתֵךְ וְיִנָּתֵן לָךְ, וּמַה-בַּקָּשָׁתֵךְ עוֹד וְתֵעָשׂ. יג וַתֹּאמֶר אֶסְתֵּר, אִם-עַל-הַמֶּלֶךְ טוֹב--יִנָּתֵן גַּם-מָחָר לַיְּהוּדִים אֲשֶׁר בְּשׁוּשָׁן, לַעֲשׂוֹת כְּדָת הַיּוֹם; וְאֵת עֲשֶׂרֶת בְּנֵי-הָמָן, יִתְלוּ עַל-הָעֵץ.

O Rei é o Sagrado, bendito seja Ele, e Ester é a Shechiná (Presença Divina) e o Rei Santo concedeu a ela a realização do seu pedido e novamente os dez filhos de Haman foram enforcados.

ע

א

א

ו

ז

ש

ת

ה


וַתֹּאמֶר אֶסְתֵּר, אִם-עַל-
התש"ז

OS CÓDIGOS DE ESTHER
Clique Na Imagem

Hitler está codificado cinco vezes dentro da Meguilat Ester, lembrando que o Pergaminho foi escrito há 2400 anos, e em estreita proximidade com ele está "Haman, o Agagi" e cruzando Haman está "Nazista (נאצי)" sendo a letra "Tzad (צ)" de "Natzi" é a mesma da palavra usada para forca no verso.

O FÜHRER DO INFERNO
Criptologia Hebraica 

Quem era Hitler? A Criptologia é  a ciência que pode nos revelar mistérios e fornecer evidências. Para responder à pergunta acima, façamos de conta que estamos na Alemanha nazista dos anos 30 e 40 e que Hitler ainda esteja vivo. Perguntamos então "Quem é Hitler?" Em hebraico a pergunta seria "Mi Hitler (מי היטלר)?". Para encontrar a resposta à nossa pergunta, vamos eleger uma ferramenta para análise criptográfica e aplicá-la à questão. Para este caso eu escolhi a Gematria, que é o cálculo do valor numérico das letras hebraicas que o formam. Foi esta ferramenta que deu a Pitágoras a base para a criação de sua Numerologia Pitagórica.

מי היטלר

Mi Hitler  (מי היטלר) resulta no valor 304 e o que este número nos revela? 304 é escrito com duas letras hebraicas que são Shin (ש) e Dalet (ד) e que juntas formam o termo "Shéd  (ש'ד)" cujo significado é "Demônio" é há mais. 304 e também a gematria da palavra "Rotzêach  (רוצח)" cujo significado é "Assassino".

Quem era Hitler? A resposta é "Demônio & Assassino". Adolf Hitler não era um ser humano. Sua alma era a alma de um Demônio chamado Haman. E o que e um Demônio? Quando as letras Shin e Dalet recebem a aplicação de outra ferramenta de analise criptográfica, a Temurah, elas se tornam Dalet Shin que sao as iniciais de Dalet Shaytan (דלת שטן) cujo significado é "A Porta do Satan" ou "A Passagem  para o Mal". Quando aplicamos Temurah à palavra Dalet (דלת) ela se torna "Toled  (תלד)" que significa "nascimento ou geração" é agora "Dalet Shaytan" se transforma em "Toled Shaytan (תלד שטן)" ou "Toled Shéd  (תלד שד)" que é "Nascimento do Demônio" ou "Geração do Satan".

E quem é o Satan que encarnava em Adolf Hitler e se anexava junto à sua já perversa alma que era a centelha obscura de Haman? Era o próprio Sama'el (Lúcifer), perverso, cuja intenção é destruir a humanidade, o que é o seu plano desde o principio. Foi Samael quem derrubou o casal sagrado da sua estatura espiritual, conforme aprendemos no Sêfer Ha''Bahir - O Livro da Iluminação - do Rabbi Nechuniá Ben Ha'Qaná.

"Seus discípulos lhe perguntaram: como tudo isso aconteceu (a queda da humanidade)? E ele respondeu: Samael o perverso,  de acordo com todas as legiões celestes, armou um complô contra o seu Mestre, o Santo, abençoado seja Ele, porque Ele disse ao homem (Adão) em Gênesis 1:28: "e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus...". As "aves dos céus são os anjos... (explicação do autor)". Então Samael disse: Como poderíamos induzir o homem a pecar e desobedecer o Criador? Descendo à terra com todas as suas legiões, ele propôs encontrar um cúmplice. Ele encontrou a serpente (a Nachash que havia sobrevivido à destruição de seu nundo - adendo o autor) tinha a aparência de um camelo. Samael a montou (reencarnou nela) e foi ver a mulher. Ele falou: "É verdade que Elohim disse?"

Sêfer Ha'Bahir

O restante nós já conhecemos, como Samael através da Serpente seduziu Eva, coabitou com ela e produziu sua prole da qual Amaleq (Cain) foi o primogênito, e derrubou o casal sagrado, causando a queda de toda a humanidade. Desde então, Samael vem tentando destruir, varrer a humanidade da terra. Amaleq é o arqui-inimigo da humanidade, o verdadeiro anti-messias (anti-cristo) já que, a humanidade é o verdadeiro messias.

O REI DOS NAZISTAS
Dentro dos Códigos da Toráh Sagrada, os pesquisadores que o descobriram, encontrar um código esclarecedor sobre Hitler. Ei-lo aqui abaixo com as devidas explicações:


A palavra-chave, vista acima na matriz no centro e na cor vermelha, é "Melech-Natzim (מלך נאצים)" que se traduz "Rei dos Nazistas". Ao lado direito do termo central surge "O Führer" e à esquerda surge "Samael." Sobre o termo "Führer" nos lemos: 

"Führer em alemão, "condutor", "guia", "líder" ou "chefe". Deriva do verbo führen “para conduzir”. Embora a palavra permaneça comum no alemão, está tradicionalmente associada a Adolf Hitler, que a usou para se designar líder da Alemanha Nazista."

Fonte: Wikipédia

Fica claro e estabelecido que, o verdadeiro Führer dos nazistas foi Samael que usava Hitler como seu "cavalo" assim como ele usou a Serpente. Portanto, Adolf Hitler, além de ser a reencarnação de Haman, era também possuído por Samael, o perverso, cujo único propósito é destruir a humanidade.

A gematria é outra ferramenta sagrada que revela mistérios e a gematria de "Melech Natzim" é igual a 281 que é exatamente a mesma da expressão "Oiév Adonai Melech Olam (אויב יהוה מלך עולם)" cuja tradução é "Inimigo de Adonai o rei do mundo". Sim, Samael é o arquinimigo de D'us porque ele se opôs e tramou contra o Criador e sua criação e tramou também a queda da humanidade. E aqui está o segredo de todas as sentenças de morte que encontramos na Toráh. pois elas são todas para o Satan e não contra a humanidade. É o Satan quem deve ser morto e não o homem e, portanto, não existem sentenças de morte contra o homem na Toráh, pois são todas contra o Satan.

"Samael, סמאל , é o anjo ministrador de Esaú. Esaú teve um neto, o filho de Elifaz ao qual foi dado o nome Amaleq. O nome Samael tem dois significados. O primeiro leva o nome e o divide como סמא אל . Aqui o significado literal é cegueira para Deus. Quando Samael está agindo através do povo de Israel, ele os influencia a perder a visão de Deus. O segundo significado leva o nome e o quebra como סמ אל. Aqui o significado literal é veneno ou veneno de Deus. Quando Samael age externamente ao povo de Israel, ele age como o veneno de Deus. Como tal, ele é o princípio do mal que visita o povo de Israel através de cada infortúnio que ocorreu a eles, particularmente os infortúnios causados ​​a eles pelas nações cristãs, que são consideradas Edom. Edom, lembre-se, é a terra de Esaú. O Zohar nos diz que todo o objetivo de Samael é causar dano e destruição ao povo de Israel (Zohar Vol III p199b). O pior e mais surpreendente dano que aconteceu ao povo de Israel é a destruição do Primeiro e Segundo Templos e do Holocausto. Vamos explorar o papel de Samael na destruição do Primeiro e Segundo Templos em outro estudo."

Fonte: Real Bible Codes

Samael é o maior genocida do universo e é, por esta razão que o cristianismo, desde seu aparecimento no mundo, matou, queimou, enforcou, torturou, perseguiu o povo de Israel, porque o anjo da guarda do cristianismo é o próprio diabo. Não é atoa que, ainda nos dias de hoje, os chamados cristãos apoiam políticos que destilam dos próprios lábios o amor à tortura e à matança e isso não é um acaso, é a assinatura da origem do mal.

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."

Yeshu'a (Jesus)

Na foto, os Cardeais da Igreja Romana fazendo a saudação nazista

Talvez, você queira argumentar que, os Socialistas e os Comunistas, por não serem cristãos ou professarem a fé no cristianismo, nada tem a haver com Amaleq. A verdade, é que eles também são filhos de Esaú que era chamado Edom e o nome Edom (אדום) significa "Vermelho." Da mesma forma, a ultra direita, também é filha de Edom, mesmo que não seja representada pela cor vermelha, como a igreja cristã.

A ORIGEM DE ROMA

Segundo o Rabino Menachem em seu "O Livro da Reencarnação das Almas", Orebe e Zeebe, os perversos midianitas de 7:25, mortos pelos emissários de Gideão e decapitados. Orebe - עוֹרֵב quer dizer “corvo”; Zeebe – זְאֵב quer dizer “lobo”. Orebe e Zeebe reencarnaram através de magia negra em Rômulo e Remo, os fundadores de Roma. Através dos feitiços da bruxa Persa Parvah, a mesma que construiu o palácio Beit HaParvah, residência de veraneio do Sumo Sacerdote, o corvo e o lobo foram transformados nos fundadores de Roma. Roma representa Esaú, o grande inimigo de Israel e este foi e é o papel de Roma ao longo da história. O Talmude Megilah 6b menciona que a Roma de Edom, chamada “Germamia” (Germânia) faria muito mal ao mundo e que se fosse capaz, tentaria destrui-lo, profetizando o ressurgimento do ideal romano no nazismo germânico. A Germânia de Edom (A Alemanha nazista) foi a herdeira direta de Edom e por isso teve o mesmo fim: os edomitas tentam destruir Israel, mas sempre acabam sufocados em seus ideais de destruição.

Roma é aludida, nas escrituras hebraicas, pelo termo esotérico "Seir (שעיר) que significa "Peludo" porque Esaú que é Edom (vermelho) era peludo. A expressão esotérica "Gilgul abba seir (גילגול אבא שעיר) - Reencarnação do pai de seir (Esaú) é igual a 666 que é o mesmo de "mi-Qlipot (מקליפות)" cujoi signifiado é "que provém das Qlipot" e que é a mesma gematria de "Lá, politica (לה פוליתקה) - dela, a política (escrita com a letra tav).

O SÍMBOLO DO MAL
Advertência: A Suástica nazista não deve ser confundida e associada, de forma alguma, com a Swástika hindu que é um símbolo ou ícone de espiritualidade. Veja a explicação abaixo.

A verdadeira Swástika


"A suástica ou sauwastika (como personagem, 卐 ou 卍, respectivamente) é uma figura geométrica e um antigo ícone religioso nas culturas da Eurásia . É usado como um símbolo da divindade e espiritualidade nas religiões indianas .No mundo ocidental , foi um símbolo de auspiciosidade e boa sorte até a década de 1930, quando, distorcidamente, se tornou uma característica do simbolismo nazista como um emblema da identidade ariana . Como resultado da Segunda Guerra Mundial , o mundo passou a associá-la, deficientemente, ao anti - semitismo. O nome suástica vem do sânscrito ( Devanagari : स्वस्तिक ), que significa 'propício ao bem-estar' ou 'auspicioso'. No hinduísmo , o símbolo com os braços apontando no sentido horário (卐) é chamado de suástica , simbolizando surya ("sol"), prosperidade e boa sorte, enquanto o símbolo anti-horário (卍) é chamado sauvastika , simbolizando a noite ou tântrico aspectos de Kali .

Fonte: Wikipédia

A suástica nazista é chamada "Tzlav Keres (צלב-קרס)" que se traduz "A Cruz de Keres." e representa as deusas chamadas "Keres" que personificaram a morte violenta e que foram atraídos por mortes sangrentas nos campos de batalha. As Keres eram filhas de Nyx e, como tais, as irmãs de seres como Moirai , que controlavam o destino das almas e Thanatos , o deus da morte pacífica. Algumas autoridades posteriores, como Cícero , as chamavam pelo nome em latim Tenebrae significando "A Escuridão", e nomeou-as filhas de Erebus e Nyx. Mas, a suástica nazista esconde um mais sinistro e antigo segredo obscuro.

O ESTANDARTE DE AMELEQ
Na Toráh, as doze tribos de Israel, divididas em um acampamento militar em grupos de três, eram representadas por doze estandartes que eram empunhados pelos seus porta-bandeiras que era um das tribos do grupo de três designada líder e que representava as outras. As porta-bandeiras de Israel eram Judá, à Leste, Reuvên, ao Sul, Efraim, à Oeste e Dan, ao Sul. O cabalista medieval chamado Ebenezer, nos conta como eram as figuras nestes estandartes. Por exemplo, no estandarte de Reuvên havia uma figura humana representando as mandrágoras que ele, Reuvên, trouxe para sua mãe poder engravidar.

Assim como Israel, Amaleq que é o Anti-Israel, tem também o seu estandarte no qual as quatro letras de Amaleq (עמלק) estão ocultas. Estas são as letras ayin (ע), mem (מ), lamed (ל) e quf (ק) e que formam juntas o nome Amaleq, o primogênito de Samael.

"E vendo a Amaleq, proferiu a sua parábola, e disse: Amaleq é a primeira das nações; porém o seu fim será a destruição." 

Números 24:20
A suástica nazista

Se você conhece as letras do alfabeto hebraico e olhar com atenção, irá descobrir as quatro letras de Amaleq escondidas na Suástica nazista.



O Código Suástica

O termo "Tzlav-Keres (צלב-קרס)" está codificado na Torah a cada 3.725 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) e, surpreendentemente, o nome Amaleq surge codificado dentro de Suástica (Tzlav-Keres). Veja abaixo:


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O termo "Natzi ()" que é a transliteração de Nazi para o hebraico surge logo ao lado direito de Tzlav-Keres dentro do qual está codificado Amaleq (em rosa). Acima de Natzi surge Samael, o pai de Amaleq. Isso mesmo senhores (as), os nazistas eram reencarnações de Amaleq.

O NÚMERO 22

O nome "Ha'Agagi (הָאֲגָגִי) - O Agagita" possui gematria igual a 22 e aqui reside o mistério do Tribunal de Nuremberg. Nele, vinte e dois chefes da Alemanha Nazista foram julgados por crimes contra a humanidade. O restante você já sabe...

Conclusão

Depois das mortes de Mussolini e Hitler, as centelhas da alma de Haman se reuniram no corpo de Stalin anexando-se, como dibuqim que são, à centelha de Haman nele fazendo dele um genocida muito mais terrivel e tenebroso do que Hitler. Stalin assassinou mais de 20 milhões de pessoas...



Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi
Dipankara Vedas


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Enfrentando o "deus" da Guerra



"Você faria as pazes com o deus da guerra?" - Perseus em Wrath Of The Titans (Fúria de Titãns).

Está chegando a época em que o deus da guerra é libertado e a batalha no nosso interior se intensifica. Na antiga mitologia grega, o deus da guerra é Ares e este é o nome do Planeta Marte que, de acordo com o "Livro da Formação (Sefer Yetziráh)" do nosso amado patriarca Avraham (Abraão) é o regente de Áries (Talê) e Escorpião (Akrav) no universo.

Áries é o mês da guerra, o tempo em que empreendemos a batalha para nos libertarmos do egito (a consciência dogmática religiosa) que é, de acordo com Yeremiahu na'Novi (O profeta Jeremias), o corpo no qual a consicência do desejo de receber para si mesmo está atada. Este mês regido por Talê (Áries) é chamado de Nissan e antigamente "Aviv" que significa "Primavera" e secretamente "O Pai dos Doze (ha'Av-Iv האביב)" aludindo que ele, Áries é o "cabeça" o primeiro dos doze signos do zodíaco, e por esta razão secreta, são muito importantes dos "doze primeiros dias do ano hebreu" que tem início em 1º de Nissan, porque, nestes primeiros doze dias podemos influênciar todos os doze meses do ano positivamente. Alguém poderá retrucar e dizer que é errado hebreus se basearem ou se deixarem influenciar por astrologia, mas, nós não estamos falando aqui de astrologia e sim, de "consciência estelar" pois, as estrelas são de fato as "almas de adão" de quem as almas da humanidade se derivaram. Portanto, com a consciência espiritual certa, podemos nos elevar acima da influencia zodiacal e causarmos mudanças positivas desde que, nosso desejo não esteja sendo governado pelo Satan (O Ego) e assim, alimentando nosso desejo de receber para si mesmo.

Fazendo um pequeno parenteses neste assunto, foi nos ensinado que, o 5º mês hebreu, o mês de Av que é governado por Leão no universo, é um dos mêses mais negativos do ano, o que é um erro, pois não existem meses negativos, e sim consciência negativa. O mês de Av é o único regido pelo Sol, e portando, recebe toda a influência desde astro rei. O Sol vivifica a tudo, e tudo ganha vida, inclusive nossos pensamentos. Então, se nossos pensamentos são negativos, eles serão vivificados pela luz e fortalecidos e o resultado será um mês negativo.

O nono dia do mês de Av é o "Tishá be'Av (o 9º de Av)" que segundo a tradição "judaica" é o dia mais negativo do ano, o o zohar nos ensina que este dia é governado pelo Satan. Muita gente desconhece a verdade por trás disto e o resultado é confusão, perplexidade. O "satan" é o código para o "ego" que é vivificado pela luz neste dias, pois neste dia está influencia da luz é poderosíssima. Atados a uma consciência religiosa dogmática, consciência daquelas pessoas que caminham pelo trigal sem conhecer os mistérios escondidos nele, tudo o que fazemos é permitir que nosso ego seja fortalecido, e ai, grandes tragédias tem origem. Por esta razão, o dia nove de Av foi é continua ser um dia de grandes tragédias, e não vai ser diferente com o 3ª guerra mundial.

Mas também, o 9º de Av é o dia em que o Messias nasce, e veja que não estamos dizendo "nascerá" e sim nasce, pois diferente da mentira "judaico-ortodoxa" de que o messias um dia virá, é no dia nove que o messias nasce. O significado secreto disto é que, grandes tragédias trazem mudança de consciência, forçando a humanidade a mudar, elevar os pensamentos e assim, se aproximando mais da era da justiça: A era de Aquário. O que não está compreendido no disto "que um dia o messias virá" é que, será no dia nove de Av depois de uma grande tragédia que a humanidade alavancará, se catapultará em direção à uma consciência elevada que chamamos de "consciência do messias".

Quem é o messias? Você, eu e toda a humanidade o somos. De fato "NÓS SOMOS MESSIAS" e precisamos assumir isto, tomar posse desta verdade e deixarmos de lado a mentira religiosa de um dia o messias, uma pessoas fisica aparecerá para salvar a humanidade.

Em Duna, que é o meu livro favorito, a um dito muito interessante: "Horrivel coisa é para um povo cair nas mãos de um heroi". O significado disto é que, a crença no aparecimento de uma pessoa que irá salvar o povo, conduz as pessoas à apatia, pois, estas pessoas deixam de elevar-se para tornarem-se o "messias", trocam a ascensão da consciência por uma armadilha que os tornará e assim ficam presas à "Samsara (a roda karmica)".

O "Filho de David" é um código para o dia em que "TODA A HUMANIDADE SERÁ ELEVADA, ILUMINADA".

O judaismo falhou com a missão de informar às pessoas, ensiná-las a verdade de que elas são o messias. A religião nunca diz a verdade, pois se o fizesse, se enfraqueceria, pois a religião fortalece-se através do medo impostos às pessoas.

Buddha atingiu a consciência que os "judeus" deveriam ter atingido e ensinou a verdade às pessoas, de que todas elas podem ser "buddha" através da eliminação do ego. Já o judaismo  mostra ser tão egoísta quanto outras religiões no seu dito que que os "judeus são superiores aos outros povos". As pessos de fato não entenderam o que "ISRAEL" significa. Yeshu'a também atingiu o mesmo nível de consciência e ensinou outros que eles também poderiam atingí-la.

Quando Ya'aqov lutou contra o Anjo enviado por Esav (Esaú), logo após tê-lo vencido, Hashem veio o mudou seu nome para Israel, e por que? Israel é o resultado de "Ya'aqov (יעקב) que é 182+Satan (שטן) que é 359":

182+359=541

A gematria (o cálculo do valor numérico das letras hebraicas) de Israel (ישראל)é exatamente 541, e portanto, conhecemos que o anjo de Esáv era simplesmente o "Ego" de Jacó o qual ele conheceu e dominou elevando-se à consciência do messias que recebe o título de "Israel". De fato, Israel alude àqueles que alcançaram, que ascensionaram-se torando-se iluminados e não a um determinado povo sobre a terra. Portanto, todos aqueles que atingem este nível de consciência são chamados israel. Neste segredo, o próprio Buddha é chamado Israel.
Voltando à nossa batalha contra o deus da guerra, o outro mês governado por Ares (Marte) é o mês de Escorpião, mês este em que todos os nossos inimigos internos ganham força para manifestarem-se e assim, nós ganhamos a preciosa oportunidade de conhecê-los. É aqui onde a pergunta de Perseus em Fúria de Titans 2 torna-se interessante: Você faria as pazes com o deus da guerra? Evidentemente não á como assinar um "tratado de paz" com aquele que governa os nossos inimentos intermos: ira, inveja, cobiça, medo, distração, apatia, etc. E quem é o deus da guerra? Ele é aquele a quem Buddha chamou de "Arquiteto" ou "Senhor do nosso próprio ego" que na Bíblica recebe o titulo de "ha'Satan". Não, nós não estamos batalhando contra um ser vermelho de chifres e causa com um tridente nas mãos. Nossa batalha é contra o "senhor dos nossos próprios inimigos internos": O Ego!

Portanto, nós não podemos fazer as pazes com o deus da guerra, e sim, podemos e devemos conhecê-lo e às suas mentiras e estratégias.

Quando o mês de Escorpião chegar, e você começar a sentir toda a guerra no seu interior, todo o cerco sufucante provocado por todos os seus inimimos internos, lembre-se de não "converter-se" à religião buscando alivio para suas dores procurando fazer as pazes com o deus da guerra. Ao invés disto, busque compreensão, adquira sabedoria, eleve-se, vença o satan (o ego) e todos os seus exércitos, e torne-se você aquilo que veio ao mundo para o ser: O Messias...

O Artesão Da Luz