LAYLA COL HA'TZADIQIM

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Artrópode De Pedra


Excerto Da Ficção Mística
CRÔNICAS DE QÉDEM 

Ele fora encontrado nas profundezas áridas de um planeta orbitante da gigante azul Sigma Scorpii, nomeada na cartografia estelar por Al Nyat . Os místicos da Escola de Mistérios a chamam de Avir Nistar – O Sopro Do Oculto – ou simplesmente “A’n”. O templo artrópode apareceu nos e scanners de varredura quando a luz de Al Nyat o iluminou.

Os expedicionários que o descobriram faziam parte de um grupo de arqueólogos esotéricos do chamado Qibbütz 474. Compreenderem posteriormente que, o Akrav de pedra fora, na antiguidade, quarenta e quatro mil anos distantes no passado, a Catedral do povo alienígena de D’rash – o artrópode humanoide remanescente dos Evenim Yodêa há’Erev Briáh – Pedras do Conhecimento do Crepúsculo da Criação. Sua edificação fora datada milênios antes da descoberta do Templo de Vênus Sabra, o rubi estelar pendente no colar de Omicron Akrav , onde o sarcófago de D’rash fora descoberto e desde de que ele revelara a origem de seu povo e contara a Nachimânides sobre as vinte e seis Pedras do Conhecimento, que os arqueólogos procuravam por elas. Souberam pelos lábios do ser artrópode, que todos os segredos da criação estavam codificados naquelas vinte e seis estelas gravados no idioma antigo que D’rash chamou de “Lisan Even’i – O Idioma do Alfabeto Oculto do Criador.
Os estudiosos de mistérios que acompanharam os expedicionários do Qibbutz 474, Criptólogos de Elióra, desvendaram que o Even’i era um acrônimo para “Alef-Beis Yodêa Nistar – O Alfabeto Escondido do Conhecimento”.


O Alef-Beis Nistar
O ALFABETO OCULTO 

A gigantesca basílica artrópode possui quarenta e duas câmaras com vinte e seis subcâmaras cada uma. Na cabeça da edificação de pedra os arqueólogos descobriram duzentos e dezesseis parlamentos contendo em cada um deles um altar com uma inscrição gravada em Even’i. Eram os aposentos dos duzentos e dezesseis membros da Assembléia parlamentar de Dovrat Nistar - o nome do árido gélido planeta, a joia maior orbitante do colar gravitacional da gigante fria Al Nyat, o qual apelidaram de Kaden-Da’a devido a uma planta roxa encontrada em um Jardim interior dentro do templo em uma câmara hermética e que ficou conhecida como Muscári da Sabedoria. Bio-luminescênte e repleta de bulbos dependurados em sua haste, ao todo, vinte e oito pequenos tetraedros, cada um contendo um líquido púrpuro luminoso que descobriram ser chamado Razin D’Orayita – Luzes de Mistérios – pequeninas sementes cintilantes encontradas dentro das câmaras das flores. Os primeiros que as viram as compararam com estrelas pulsares devido às suas cintilancias. Se descobriu, que o nome era devido às propriedades geriátricas iluminadoras do licor encontrado nas pequeninas pirâmides florídeas, setenta e duas qoren zeraím, e que era usado como veneno ampliador da consciência pelo povo de D’rash.

- Você já tinha visto dunas bioluminescêntes feitas de gelo Cholit? – Perguntou She’ül, um dos expedicionários ao seu perplexo companheiro de expedição.

- Por que elas emitem este brilho azul? – Questionou intrigado apontando para uma das cintilantes dunas.

- Dizem que os cristais de gelo pelos quais são formadas emitem a luz da criação e é por isso que são luminescentes – respondeu Cholit.

Uma inscrição em hieróglifo genético  sobre uma Livnat Saphir que se descobriu, ter sido talhada de uma lasca do trono divino, no idioma de Kaden-Da’a, sequestrou a atenção dos Criptologistas de Elióra que levaram seis anos  para decifrá-la.

A câmara onde foi encontrada esta estela azul, ficara lacrada durante mil duzentos e sessenta e seis anos. Foi Patách, o chefe do departamento de criptografia de Elióra quem descobriu que o segredo, para destrancar a sala secreta, estava no sabre de D’rash que fora dado a Nachimanides.

A inscrição dizia: “Da coroa do Rei brilham quatrocentos e vinte e seis cintilancias de Luz. Sua cidade possui trinta e duas avenidas, e para entrar nela cinquenta Portões estelares foram preparados. Setenta e duas pontes cruzam o rio que cerca o seu Palácio. Quarenta e duas colunas de fogo guardam as portas dos salões dos tesouros reais e somente o que conhece o segredo do Nome do Rei contendo seis palavras abrirá os mistérios das Estelas da Criação”.

Esta esfinge da Sabedoria ocupou os decifradores por muitos meses, até que, não conseguindo abrir está pirâmide mística, a enviaram a mim, Beniel bar Ayyub e eu a coloquei sobre a guarda de S’thur que  como eu, fora iniciado na Escola de Mistérios de Qedêm, e foi ele quem decifrou o enigma.

- No sabre de D’rash há uma inscrição contendo doze letras que é a chave biogenética que abrirá a câmara – explicou Tzafën, o Criptólogo de Qedêm ao membros do 474.
Sobre a descoberta de Kadên-Da’a,  fora o Delta Argos, um veleiro espacial fabricado em Avior, que o encontrara enquanto navegava os mares profundos da Constelação de Escorpião. O Argos fora construído para ser uma biblioteca esotérica com arquivos repletos de milhares de pergaminhos–filmes. Gal’enay fora o experiente timoneiro que conduziu o Argos pelas águas de Akrav sob as vozes dos navegantes que entoavam o poema de Yoach Kalach – o Anjo protetor criado por Niflá – o poeta músico-escrivão – também conhecido por trovador das estrelas.

Na cauda do Artrópode de Pedra os expedicionários encontraram uma necrópole sagrada contendo duzentos e setenta sarcófagos flutuantes levitando sobre um magnífico mar de luz. No centro deste oceano luminoso descobriam uma Cidadela flutuante cujas casas, edificadas em todos os bairros, possuíam um Escorpião fluorescente em cada porta. Os estudiosos de Elióra descobriram que era um leitor de palma, e de fato,  somente através deste as portas se abririam. Já haviam desistido de entrar em qualquer casa quando, acidentalmente, um jovem arqueólogo do grupo chamado Liór, colocou instintivamente a palma da mão direita sobre um dos escorpiões fluorescentes nas portas. O leitor leu as linhas da mão do jovem e a porta se abriu. A curiosidade em descobrir como se dera este “milagre” conduziu os cientistas a uma incrível descoberta: Liór era um descendente do próprio D’rash, linhagem de sua primeira esposa, uma mulher de Elióra chamada Malka Livna. Sobre Liór e sua distante genealogia farei um relato em pergaminho-filme.
No sarcófago de D’rash havia uma inscrição gravada no idioma de Evenim Yodê’a, quatro palavras escritas com treze letras que transliteradas para o eberiano diziam: Chaf beit shomerei há’shesh rakavan. Os tradutores interpretaram como “22 segredos guardados por seis cavaleiros”.

Claramente havia nela um segredo sobre o sagrado Nome de 42 letras e que certamente seria decifrado pelos criptógrafos de Elióra.

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sábado, 21 de janeiro de 2012

O Zohar & A Bomba Atômica



O Zohar sagrado é uma ferramente espiritual, metafísica sem precedentes na história da humanidade. Em suas páginas nós encontramos os mais profundos mistérios, como conceitos da "mecânica quântica" e a "física nuclear". A astronomia também está codificada nas páginas do Zohar e assim, a criação e a detonação da bomba atômica em Horishima no Japão. 

Como decodifiquei este segredo das páginas do Zohar Santo? Primeiro, devo contar-lhe como este mistério me começou a ser revelado: Estavamos reunidos na Chácara Serpa nos dias 9, 10 e 11 de Dezembro, num maravilhoso retiro místico intitulado "D.U.N.A II (Da'at U'nistar Ha'Torah)". Creio que foi em shabath que nos sentamos à tarde para recitarmos o Zohar. Abri, então na página 203 "Revelações sobre o Messias - O ninho do pássaro". O trecho diz:

"Durante o tempo em que Israel for castigado, com todas as nações e reis em aliança contra ele, quando ele for oprimido por um mal depois do outro, cada novo mal tão terrível a ponto de fazê-lo esquecer o último, então uma "coluna de fogo" estendendo-se da terra ao céu se fará visível a todos os povos da terra...".

O segredo sobre este trecho do Zohar e sobre todos estes males que se abateriam sobre Israel começa de fato no ano 66 quando o Templo Santo foi destruído e o General Tito sitiou e destruiu Jerusalém e milhares de israelitas. Israel aqui neste trecho do Zohar não está aludindo ao Estado Sionista de Israel criado em 1948 pela Érev Rav (multidão mista) mas aos israelitas, israel como um povo, incluindo os israelitas do exílio que não podem ser reconhecidos e nem contados a não ser pela alma do messias e pelo profeta Elias. Portanto, todo senso feito para contar quantos "judeus" existem no mundo é falso e é contra a Torah, pois Hashem proibiu-nos de contar o povo. Outra é que não existe menção a um "povo judeu" na Torah e sim "hebreus/israelitas". O Judaísmo é uma criação da Érev Rav.

Em outro trecho, o Zohar diz:

"No ano 66 o Messias surgirá na Galiléia, e ele é chamado "Mashiach ben Iosef (Messias filho de José)" e aparecerá conseqüentemente na Galiléia".

Enquanto liamos juntos o Zohar no shabath dia 10 durante o nosso retiro, o mistério foi-nos aberto instantaneamente, chocados que ficamos, nos detivemos de continuar a leitura por alguns segundos, procurando absorver a revelação.

Depois do retiro, passei dias meditando sobre aquele trecho procurando penetrar ainda mais os seus mistérios e foi então que, no dia 17 de Janeiro, penetrei-o e o mistério deu nascimento ao vídeo "O Legado de Oppenheimer" que você poderá assistir no final deste artigo.

Decodificando O Segredo

O número 66 alude sempre a Sefirá (Esfera) de Malchut na Árvore das Vidas que é a Merkavá do Rei David e corresponde à Shemitá que é o Ano Sabático, isto, porque 66 é gimatria de "ben David". A gimatria de "Mashich ben Iosef (משיח בן יוסף)" é 566. Gimatria é o cálculo do valor numérico atribuído a cada letra hebraica.

"... uma coluna de fogo surgirá da terra ao céu..." - veja que o Zohar não diz "do céu a terra" mas "da terra ao céu". Não por acaso, 566 é a mesma gimatria (valor numérico) do nome da cidade japonesa sobre a qual foi detonada a primeira bomba atômica: Hiroshima!

הרושימה
Hiroshima
=566

O valor 566 é também o mesmo da frase "לעת אטומי Le'êt Atomi" que significa "Era Atômica" e "סתם אטומי - Satom Atomi" cujo significado é "Segredo Atômico". O termo hebraico "אטומי Atomi" resulta no valor numérico 66 em gimatria. Acaso? 1945, o ano em que foi criada e detonada a primeira arma de destruição em massa, foi um ano sabático. A palavra "Ano" vem do hebraico Shaná (שנה) cuja gimatria é 355 e esta por sua vez é a mesma do termo "Sefirá (ספירה)". Messias alude a "consciência elevada" e não especificamente a uma pessoa que ira salvar o mundo. A merkavá (carruagem divina) de "Mashiach ben Yosef" é a sefirá de yesod que é o "Salão dos Mistérios". O termo "coluna de fogo" vem do hebraico "Amud ha'Êsh" cuja gimatria é 426 e é também a gimatria de "be'iom chamishi ביום חמישי" que é o hebraico para "quinta-feira".

Relendo o Zohar utilizando-nos destes métodos, nos encontramos: "Na sefiráh 66, no ano sabático, o messias surgirá revelando um mistério e ele é chamado "Era Atômica". Na quinta feira uma coluna de fogo surgirá da terra ao céu e todos os povos verão...".

Shanáh
Ivri
Sefirot
Mazal
Idade
1939
5699
Chessed
Áries/Libra
1
1940
5700
Guevurá
Touro/Escorpião
2
1941
5701
Tiféret
Gêmeos/Sagitário
3
1942
5702
Netzach
Câncer/Capricórnio
4
1943
5703
Hod
Leão/Aquário
5
1944
5704
Yesod
Virgem/Peixes
6
1945
5705
Malchut
-
7


De acordo com a tabela acima, que crei para ilustrar este artigo, o ano de 1945 foi "malchut" na Árvore das Vidas" e portanto "Ano Sabático".


O primeiro teste nuclear foi realizado na madrugada do dia 16 de Julho de 1945 e este dia foi equivalente no luach hebreu ao dia 6 de Av de 5705, dia este de alta importancia para os qabalistas do mundo inteiro, pois é a data posterior ao aniversário de ocultamenta do Rabi Isaac Lúria que na época dele foi uma reencarnação do messias (Mashiach ben David).

A detonação da bomba na cidade de Hiroshima foi na terça-feira dia 6 de Agosto de 1945 e na quinta-feira dia 9 de Agosto de 1945 na cidade de Nagazaki. D´us! Isto é impressionante!

"TODOS OS SEGREDOS DO UNIVERSO ESTÃO CODIFICADOS NO ZOHAR SAGRADO!".

E ainda há mais... A palavra para "Segredo" em hebraico é "Sod" cujo valor numérico é 70. Robert Oppenheimer foi o diretor do "Projeto Manhathan" que criou a bomba atômica. Veja como o zohar é maravilhosamente impressionante.

 אטמי רוברט אופנהיימר
Atômico de Robert Oppenheimer
=879

O trecho do Zohar que liamos no retiro começava com "Durante o tempo em que israel for castigado...", e você se lembra que revelei que este tempo começou em 66 quando o Templo Sagrado foi destruido. Como expliquei acima 66 é uma alusão a Sefira de Malchut que é a carruagem divina de "Mashiach ben David (Messias filho de Davi)" cuja gimatria é 424 e por sua vez uma alusão ao nosso planeta. Hiroshima pode ser escrito no hebraico moderno com um "yud (הירושימה)" a mais somando assim 576 ao invés de 566. Então...

אטמי רוברט אופנהיימר
Atômico de Robert Oppenheimer
=879
+
66+424+576=1945


1945 foi o ano em que o Projeto Manhathan testou e detonou em Hiroshima o primeiro artefato atômico na da era moderna, mas não foi o primeiro na historia da humanidade. Mas este é outro assunto...

Agora, assista ao vídeo "O Legado de Oppenheimer" e você agora poderá entedê-lo melhor, com uma consciência mais elevada. Não esqueça de desativar o player de música no final da página para poder ver o vídeo com clareza.


O Legado de Oppenheimer



Números & Evidências

De acordo com a cidade de Hiroshima, a 6 de Agosto de 2005, o número total de mortos entre as vítimas do bombardeamento era de 242.437.[16] Esse valor inclui todas as pessoas que estavam na cidade quando a bomba explodiu, ou que foram, mais tarde, expostas aos escombros nucleares e, consequentemente, morreram.

Estes números são de alta importancia, pois revelam-se como evidencias deste terrível mistério escondido no Zohar Santo.

Em gimatria hebraica o número 242 é o valor do nome Zechariah זכריה ou em português "Zacarias". Este mesmo valor também é o mesmo para a frase Raz Yochai רז יוחאי cujo significado é "Mistério de Yochai (Rabi Shimeon bar Yochai)" que é o autor do Zohar Sagrado. Os números restantes 437 quando somados entre si resultam em 14 (4+3+7=14). Bem, o o que tem isto? Outro segredo aterrador:


Zacarias 14:12
"E esta será a praga com que o SENHOR ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne apodrecerá, estando eles em pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua lhes apodrecerá na sua boca".

Mas 437 é também a gimatria de סדום ועמורה - SODOMA E GOMORRA! Isto é assutador, pois sabemos que Sodoma e Gomorra foram destruídas numa também semelhante "explosão nuclear", foram queimadas por felo fogo do Arcanjo Gavri'ël.


"Nunca esquecerei esse momento. Pouco depois das 8 da manhã, houve um estrondo, uma explosão reverberante e, no mesmo instante, um clarão de luz amarelo-alaranjado entrou pelo vidro do telhado. Ficou tudo tão escuro como noite. Um golpe de vento atirou-me no ar e a seguir no chão, contra as pedras. A dor estava apenas brotando quando o prédio começou a ruir em torno de mim.
 Aos poucos o ar se aclarou e eu consegui sair dos destroços. No caminho para um dos centros de emergência vi muita confusão. As ruas estavam tão quentes que queimavam meus pés. Casas ardiam, os trilhos de bonde irradiavam uma luz sinistra e no local de um templo pessoas se amontoavam. Algumas respiravam, a maioria estava imóvel. No pronto-socorro chegava gente correndo, as roupas rasgadas, chorando, gritando. Alguns tinham o rosto ensanguentado e inchado, outros tinham a pele queimada caindo aos frangalhos de seus braços e pernas. Em um bonde vi fileiras de esqueletos brancos. Havia também os ossos de pessoas que tentaram fugir. Hiroshima tinha se tornado num verdadeiro inferno." - Depoimento de Sumie Kuramoto de 16 anos que sobreviveu á detonação atômica. 

Continuará...

domingo, 5 de junho de 2011

Heroes & a Qabaláh



A série "Heroes" saiu diretamente das páginas da Tradição Mística Hebraica e das folhas do Zohar Sagrado. Com a abertura da Chochmat Nistar ha'Torah (Sabedoria Escondida da Torah) para o mundo, muitos segredos e mistérios elevados da Sabedoria estão sendo revelados à humanidade. Assim, quando assisti ao primeiro e maravilho episódio de Heroes, eu soube imediatamente que tudo estava conectado com a Torah Sagrada de Ha'Shem e sua Sabedoria.

Este artigo será especial porque estará revelando os mistérios elevados da Sabedoria escondidos na Série Heroes e abertos aos Sábios da Chochmat Nistar.

GÊNESE

 "De onde ela vem? esta busca, esta necessidade de desvendar os mistérios da vida, quando as mais simples perguntas da vida nunca serão respondidas: Por que estamos aqui? O que é a alma? Por que sonhamos? Talvez seja melhor não pensarmos nisto, não estudar e nem investigar isso. Mas esta não é a natureza humana, não é o coração. Não é por isto que estamos aqui..."

APTO 613
Na primeira vez que Mohinder Suresh, o filho do professor Chandra Suresh aparece na série, podemos notar o número do apartamento e que não é um número que foi escolhido aleatóriamente, simplesmente ao acaso, e que émuito importante: 613

A Sabedoria nos conta que a frase "Adonai Elohei Yisra'El (O tetragrama o D´us de Yira'El)" resultado no cálculo de sua gematria em 613, e que Ele deu a "Moshe Rabêinu (Moisés nosso mestre)" que também é 613, os 613 preceitos da Torah. Também aprendemos com a Sabedoria que, o corpo humano possui 613 orgãos e tendões (248 órgãos e 365 nervos e tendões). É claro, portanto, que o número do apartamento de Mohinder Suresh, e herdou a missão do pai de investigar o genôma humando e descobrir suas habilidades escondidas, não poderia ser outro.

OS 36 JUSTOS

 A série nos conta que, a primeira lista criada pelo pai de Mohinder, continha originalmente 36 individuos que possuem habilidades escondidas que estavam por se manifestar. Há, no Talmude, um enigmático verso que esconde um maravilhoso mistério:

"Há somente 36 tsadikim (imortais) no mundo que recebem a presença divina (Talmude Bavlí. Sanhedrin 97b)”

Através deste passuq (verso) do Talmude Bavlí, aprendemos que há, em cada geração, um número de 36 Tzadiqim (indivíduos justos) que são imortais e que são os responsáveis por atrair a Shekiná (a Divina Presença) para o nosso mundo (malchut). Eles são almas reencarnadas de 36 pessoas justas do passado e de partes do corpo metafísico de Adão que fugiram antes que ele começe da Árvore da penetração do bem e do mal. Eles não podem morrer, e possuem habilidades escondidas que somente são reveladas quando a geração em que vivem ocultos corre perido de ser destruída, aniquilada. Você poderá conhecer um pouco mais deste mistério clicando no endereço abaixo:


Destes 36 individuos justos chamados "Lamed Vav Nistarim (36 Escondidos)", nos conta a Sabedoria que um destes individuos incomuns, sempre tem o potencial maior para ser o messias, e atingindo este potencial, ele ajuda os outros a fazerem o mesmo.

A RESIDÊNCIA DA ALMA

No episódio "Seis meses atrás", o professor Chandra Suresh diz para "Gabriel Gray (Sylar)": "Se existe uma alma, ela habita no cérebro". Esta é uma maravilhosa revelação que esta escondida nos Seforim Atikim (Livros Antigos) da Sabedoria, e especialmente em um deles: O Tânya.

Diz o "Likutei Amarim Tânya: "Mas a sede (residência) da alma divina (Nefesh ha'elokit) é no cérebro, e partindo de lá extende-se à todos os órgãos, e também ao coração, no ventrículo direito dentro do qual não há sangue... (Likutei Amarim Tânya capítulo 9)".

A alma divina - nefesh ha'elokit ou neshamá - e a sede de todas as habilidades ocultas que haviam em Adão antes da queda e que existem adormecidas em nós, aguardando à ascensão à consciência messiânica para que sejam novamente despertadas.

AS HABILIDADES
 Vôo

A primeira personagem a que somos apresentados em Heroes é a figura maravilhosa de Peter Petrelli, dotado de uma inefavel bondade e que sempre tem sonhos em que possui a habilidade para voar, e quando acorda, sente que realmente pode fazê-lo. Quantos de nós já tivemos sonhos semelhantes em que estavamos voando ou levitando, e quando acordamos, tinhamos a verdadeira consciência de que realmente tinhamos a capacidade para realizá-lo, e até tentamos, mas ao nos depararmos com as leis do ilusório mundo fisico, fomos absorvidos por elas, substituindo a certeza que antes possuíamos pela dúvida.

Talvez você se surpreenda, mas o Zohar nos revela que cada um de nós temos a inata habilidade para voar, mas foi a queda, junto com a incerteza e nossos pecados que mantém esta maravilhosa habilidade adormecida, que nos mantém no chão.

O Zohar também nos conta sobre o perverso feiticeiro "Bila'am (Balaão)" que junto com o rei Balak queria amaldiçoar os filhos de Israel. Ele precisava ser morto, mas ninguém podia pegá-lo, pois ele possuia a habilidade adquirida, através da magia, para voar e sempre escapava. Pinchás, o imortal, queria matá-lo, assim como matou Zimri que afrontou Moisés, dando ao Anjo da Morte a oportunidade para tirar as vidas de 24.000 israelitas, mas era necessário capturá-lo (Balaão) primeiro. Cercado por Pinchás e seu exércio, Balaão tomou seus dois filhos e levantou vôo, e foi então que Pinchás virou para a sua compania e gritou: Há alguém entre nós que possua tal habilidade? Uma mulher da tribo de Dan chamada Zilya, levantou-se, dominou o conhecimento que Balaão havia usado para o mal, levitou e voou atrás dele. No momento em que a viu, Balaão virou-se no ar em direção a Zilya, e através de um encantamento, desapareceu. Zilya ficou muito triste e envergonhada e sem saber o que fazer, e foi então que Pinchás gritou do solo uma frase poderosa e mágica (não vou relelá-la aqui) e através dela, revelou o caminho (nativ) oculto que Balaão havia tomado para se ocultar. Zilya o cercou e o derrubou por terra em frente a Pinchás que disse para ele: "miserável! quantos males e azares tem você trazido sobre o povo santo". E então, olhando para Zilya ordenou que ela o matasse, mas não usando o Inefável Nome de D´us. Zilya tentou então, matá-lo de todas as maneiras conhecidas e possíveis, mas não conseguiu, e então Pinchás disse: "Matá-o com sua própria espada". Tomando ela sua espada, o matou.

O Zohar nos revela aqui que, a espada de Zilya não era uma espada comum. Ela possuía gravada em ambos os lados uma serpente que era o símbolo da tribo de Dan: 

"Dan será como uma serpente no caminho (Gênesis 49:17)"

E há outros mistérios aqui neste trecho do Zohar que são proíbidos de serem revelados, para que, pessoas cujas almas são más, e não possuem "lev tahor (coração puro) e nem  Brit Milá (circuncisão) não os usem para fazer o mal.

Na era da ascensão à consciência messiânica isto é o que acontecerá com a humanidade elevada á estatura do cérebro divino:

"E eles voaram com asas como águia, correrão e não se não se cansarão, caminharão e não se fatigarão (Isaías 40:31)".

TELEPORTE
 

No Gênsis capítulo 12 verso 8 diz: “E moveu-se (Abrão) do lugar da montanha de Qédem para Beith´El...”. A palavra “montanha” aqui é Hará cuja raíz é o termo “hirhur” que significa “pensamento”. O segredo do verso é que Abrão moveu-se de Qédem através do pensamento para outro lugar. É certo que Abrão “viajou sem se mover”. Este tipo de mudança de lugar tem um nome da Qabalá que é “Qiftzat Ha´Derach” ou “Qiftzat Ha´Nativ”. Qiftzat Ha´Derech é geralmente traduzido para “O Encurtador do Caminho”.

E aqui cabe um maravilhoso segredo escondido em um ditato cabalístico yidish:

"Shonê maqôm, shonê mazal - Mudança de Lugar, mudança de signo".

Esta mudança de lugar, tanto física, quanto metafísca, pode ser feita através de uma viagem pelos derechim (Caminhos) do olam hazê (este mundo), quando pelas nativot (avenidas celetiais da árvore das vidas), resultando em alterações no tempo e espaço, no continuum espaço-tempo, movendo constelações e planetas de suas orbitas. Isto é assim, pois constelação em hebraico e em yidish é "mazal", e então, "mudança de lugar, mudança de signo, constelação e assim alterando o karma de quem quer que tenha a habilidade para tal.

A frase Qiftzat há'derach vem originalmente do Hebraico (HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qiftsát do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento qabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

Esta habilidade não era e é usada para para que o tzadiq mova-se para dentro de um outro ambiente em sua vila, mas também para mover-se para outro universo, passado e futuro.

INVISIBILIDADE

Nós já conhecemos através da narrativa literal da Torah, que pouco antes de tomar posse da terra prometida, Moisés enviou dez agentes para espioná-la. Dois deles, Yechoshuá (Josué) e Kalev (Caleb) foram os únicos que voltaram com boas notícias. O que a marioria não sabe é que, Joshua e Kalev tinham uma habilidade incomum que os outros espiões não possuiam: Eles podiam torarem-se invisíveis aos olhos dos seus inimigos. Assim, nós aprendemos com os midrashim, que, quando Josué, Kalev e Pinchás foram a Jericó, esconderam-se das vistas dos guardas ficando invisiveis para entrar na cidade. Devemos lembrar que Pichás era o "Highlander" dentre os três, aquele que não podia ser morto, pois era imortal.

Quando estes homens eram enviados à guerra, eles usavam estas habilidades especiais, como lemos em Bamidbar (Números) na Torá:

"E Moshê os enviou à guerra, mil de cada tribo, e com eles Pinchás, filho de Eleazar, o sacerdote, com os utencílios do santuário, e com os toques de teruá em sua mão."

וַיִּשְׁלַח אֹתָם מֹשֶׁה אֶלֶף לַמַּטֶּה, לַצָּבָא: אֹתָם וְאֶת-פִּינְחָס בֶּן-אֶלְעָזָר הַכֹּהֵן, לַצָּבָא, וּכְלֵי הַקֹּדֶשׁ וַחֲצֹצְרוֹת הַתְּרוּעָה, בְּיָדוֹ.

Números 31:6


Você notou as letras marcadas em vermelho dentro do versículo original hebraico em "vê'êt Pinchás ben Eleazar ha'Cohen (וְאֶת-פִּינְחָס בֶּן-אֶלְעָזָר)? Elas são um "sofei teivos (letras finais)" que são um anagrama do termo "nisatér (נִסָּתֵר)" que significa "oculto/invisível" indicando que Pinchás não podia ser visto pois estava invisível. As letras se encontram nesta ordem (תסןר) e quanto são permutadas revelam sua verdadeira natureza e energia:

נִסָּתֵר

Devo aproveitar esta oportunidade de escrever sobre este maravilhoso assunto, para testemulhar aquilo que meus olhos já viram, e meus ouvidos ouviram de testemunhas fiés.

Houve uma vez, em uma certa Qehilá, numa noite de shabath, em que um certo rabino estava em profunda kavanná, tendo o corpo coberto por seu talit e meditando com as letras hebraicas, permutando-as para frente e para trás, de acordo com as instruções do Livro de Abraão. Ele sentiu quando uma poderosa e sublime energia o envolveu, mas como estava em profunda introspecção, continuou sua kavanná até ser interrompido por um Zaqen da Qehilá que veio para pedir-lhe instruções quanto ao Ritual de Shabath. O rabino viu quando o Zaqen entrou pela porta de seu escritório, e interrompeu sua kavanná aguardando que o homem falasse com ele. Alguns minutos se passaram, e o Zaqen não abriu a boca, permancendo com os olhos voltados para a cadeira onde o rabi estava assentado. O rabino resolveu então, perguntar-lhe sobre a razão que o havia feito subir ao chader (quarto de estudos) dele.

- Pois sim Sh´lomô? O que você deseja? - Ao ouvir a voz do rabi, o zaqen Sh´lomô, deu um salto para trás e perguntou ofegante:

- De onde o senhor saiu rabi? - O rabino respondeu que estava ali mesmo, esperando que ele dissesse o que havia vindo fazer, e foi então que Sh´lomô disse:

- Ai o senhor não estava! Porque, eu estava olhando para a cadeira, e não havia nínguém sentado nela!

O rabino havia sido ocultado daquele universo, ficando invisível aos olhos de todos através das meditações com as letras do Alef beit...

Como mencionado acima, o Midrash identifica um dos espiões como Fineias, filho de Elazar , filho de Arão , o sumo sacerdote . Isso é interessante, visto que, quando Moisés enviou os doze espiões originais, havia um representante de cada tribo, exceto a de Levi — a tribo à qual Fineias pertencia. A ausência de um representante levita nos tempos de Moisés pode ser facilmente compreendida: essa tribo não participava de nenhuma ação militar, nem deveria receber um território tribal independente em Israel. A função da tribo de Levi era servir no Templo e ensinar a Torá ao povo, e por essa razão eles não participavam dos assuntos comuns da nação. Por que, então, Josué escolheu enviar Fineias como espião? Essa questão ganha uma dimensão adicional com a personagem de Pinchas em particular. Em seu comentário, Rashi destaca uma peculiaridade linguística em um dos versículos da haftará . Ao narrar a história de Raabe escondendo os espiões, diz-se que Raabe escondeu "ele", no singular. Rashi oferece uma explicação simples: as Escrituras frequentemente se referem ao plural usando uma forma singular. A razão para essa escolha, nesse caso específico, foi porque ela os escondeu rapidamente e em um lugar estreito, semelhante à velocidade e ao espaço necessários para esconder uma única pessoa. Rashi, no entanto, cita um Midrash que afirma que Raabe, de fato, escondeu apenas um dos espiões: “Os espiões eram Fineias e Calebe, mas Fineias ficou na frente deles e não foi visto, pois era como um anjo”. O corpo de Fineias era de natureza tão espiritual que não precisava necessariamente se manifestar aos olhos físicos. (É interessante notar que, em muitas fontes, Fineias é associado ao profeta Elias : “Finchas é Elias ” .⁵ Elias é a única pessoa nas Escrituras cujo corpo físico foi elevado à condição angelical. Ele ascendeu aos céus — corpo e alma juntos — em uma carruagem de fogo

TELECINESE
A telecinésia é a alegada capacidade de mover fisicamente um objeto com a força psíquica (da mente), fazendo-o levitar, mover-se ou apenas ser abalado pela mente. Tal poder está agrupado na paranormalidade. A telecinese, telecinésia, telecinesia ou telecinética, é também conhecida como TK (do inglês, telekinesis).

A palavra telecinese origina das palavras gregas tele e kinese, que significam "mover à distância".

Assim sabemos também que, os antigos patriarcas hebreus possuíam esta habilidade, e para comprovar isto, vou narrar aqui uma história sobre Moisés e o usao de Telecinése:
Quando Moisés chegou ao Egito para retirar de lá os hebreus, era preciso primeiro encontrar o local onde se havia sepultado o sarcófago de Yosef e retirá-lo, sem isto, Moisés não poderia retirar os hebreu para fora daquele país. Este evento maravilhoso do uso da telicinésia nos é revelado tanto no midrash (Ialcut 227) como no Zohar em parashat Bô.

Diz o midrash que foi Serach, filha de Asher, que sobreviveu à geração de José, que contou a Moisés sobre o local onde o sarcófago de José havia sido escondido: Dentro do Rio Nilo!

Moisés foi então à margem do Rio Nilo, e fazendo uso do Nome Invefável de D´us, disse: "José! José! A hora da libertação de Israel é chegada! Não faça pois, por tua causa, demorar a nossa redenção! De repente, o sarcófago de José emergiu de dentro do Nilo levitanto sobre ele e veio até a margem, e o que sabemos é o que foi escrito: "E tomou Moisés os ossos de José com ele... (parashat Bô, verso 19).

Moisés fez uso da telicinésia, mas, ele não foi o único a usar esta fantástica habiliade, outro também a usou.




Em Melachim Beit (IIº Reis) nos é narrado o episódio de quando Eliseu que fora discípulo de Elias na Escola de Mistérios, estava junto com os filhos dos profetas construindo uma morado junto ao Rio Jordão, e um deles que cortava madeira, deixou cair o machado no Rio.


"E sucedeu que, derrubando um deles uma viga, o ferro caiu na água; e clamou, e disse: Ai, meu senhor! ele era emprestado" (Melachim Beit péreq 6, passuq 5)".


Eliseu perguntou então, onde o machado havia caído, e tomando uma madeira, a lançou naquele lugar, e o machado flutuou. Aqui, nós sabemos que Elisha (Eliseu) fez uso do Nome Inefável de D´us assim como Moisés o havia feito.


A Telecinése Na Construção do Beit ha´Miqdash
O Templo de Salomão

O mundo crê mesmo que houveram trabalhadores cortanto pedras, construindo andâimes, carregando pedras de mais de quatorze toneladas para edificação do Templo de Salomão. Basta lermos um único verso do Tana´k para descobrirmos que está é uma idéia tola produzida por mentes limitadas que querem, sem terem permissão ou mérito, conhecer os mistérios das Qituvei ha´Qodeshim. Esta escrito:

"E edificava-se a casa com pedras preparadas, como as traziam se edificava; de maneira que nem martelo, nem machado, nem nenhum outro instrumento de ferro se ouviu na casa quando a edificavam" (Melachim Alef péreq 6, passuq 7).

Como levaram a cabo o milagre da construção do Templo Santo sem o uso de quaisquer ferramentas? E como moveram pedras tão pesadas, algumas com mais de 60 toneladas sem o uso de instrumentos criados para tal finalidade?

O Zohar nos revela que, o Rei Salomão possuia o "Shamir", um inseto místico que cortava as pedras sem fazer qualquer ruído e no tamanho em que elas seriam usadas. Depois, é claro, elas foram transportadas da pedreira através do poder do pensamento com o uso da telecinésia.

Este também é o segredo de como as Pirâmides foram edificadas, através do conhecimento que Imhotep (Hermes Trimegistro) passou aos egípicios. Imhotep não era nínguem mais que o patriarca Hanoch (Enoque) que também foi o faraó Saurith, quem edificou a Grande Pirâmide. 










Continua...

O Artesão Da Luz