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sábado, 4 de julho de 2026

CUIDADO COM AS SOMBRAS!: o demônio do meio-dia


Diz a tradição que, entre os dias 17 de Tamuz e 9 de Av, o perigo não espreita somente na calada da noite, mas sim sob o sol escaldante, especificamente entre as dez da manhã e as três da tarde. É nesse horário que o Kétev Meriri [não pronuncie este nome!], o sinistro demônio do meio-dia, ganha vida. Ele odeia os extremos: não tem poder no sol pleno e nem na sombra total, preferindo habitar as penumbras — aquela sombra minúscula colada a um jarro de água ou os cantos sujos das latrinas. Quem o viu descreve uma criatura bizarra e mutante! Cruzar o caminho desse ser sozinho é um erro fatal: o simples vislumbre de sua forma real faz o corpo cair ao chão em convulsões ou, pior, causa a morte instantânea, a menos que você dê a sorte de estar vivendo um período de imensa prosperidade espiritual ou saiba trancá-lo com palavras místicas e segulot!


O verdadeiro horror, porém, é como ele se alimenta da impulsividade humana para causar tragédias de forma invisível. O demônio adora se posicionar logo atrás de alguém que está prestes a cometer um ato impensado, impaciente ou agressivo achando que isso não prejudicará muito a sua vítima, porém, o demônio entra em ação com sua força destrutiva, transformando a ação num acidente fatal ou em uma agressão com consequências irreversíveis.

Sabendo que qualquer faísca de raiva ou imprudência viraria uma brecha para essa força maldita, os sábios da época criaram regras rígidas para este período:


SHULCHAN ARUCH, ORACH CHAIM 

551:18


Deve-se ter o cuidado, de 17 de Tamuz até 9 de Av, de não andar sozinho da quarta hora até a nona hora do dia (aproximadamente entre as 10h e as 15h) [porque nelas o Kétev Meriri domina] (...)


PESSACHIM 111B

"Kétev Meriri — existem dois tipos de Kétev. Um atua antes do meio-dia e o outro atua depois do meio-dia.

O que atua antes do meio-dia chama-se 'Kétev Meriri'; ele se parece com um pote de coalhada (ou condimento à base de leite) e gira dentro dele como uma colher de mexer.

O que atua depois do meio-dia chama-se 'Kétev Yashud Tzohorayim' (o Kétev que assola ao meio-dia); ele se parece com o chifre de um bode e gira sobre si mesmo como um funil (ou redemoinho).”

"Abaye estava caminhando pelo caminho, e Rav Papa ia à sua direita e Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, à sua esquerda.

[Abaye] viu aquele Kétev Meriri (o demônio do meio-dia) vindo em direção ao lado esquerdo dele. Ele imediatamente mudou a posição deles, passando Rav Papa para a sua esquerda e Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, para a sua direita.

Rav Papa perguntou-lhe: 'Por que sou diferente (o que fiz de errado) para que você não tenha se preocupado comigo [expondo-me ao demônio]?'

[Abaye] respondeu-lhe: 'A hora (a sorte, o momento) está a teu favor'."

(Nota de contexto: Abaye sabia que a mão direita tem mais proteção espiritual por causa das Mitzvót, por isso tirou Rav Huna da esquerda vulnerável. No entanto, ele colocou Rav Papa na esquerda porque sabia que Rav Papa estava passando por um período de extrema boa sorte e prosperidade e, por isso, estava naturalmente protegido contra as forças do mal).

"De 1 de Tamuz até o dia 16 dele — com certeza eles são encontrados. Daqui em diante [do dia 17 de Tamuz até 9 de Av] — é incerto se são encontrados, incerto se não são encontrados.

E eles são encontrados na sombra de um jarro de água que não tenha se afastado um côvado [uma sombra muito curta e colada ao jarro], e nas sombras da manhã e da tarde que não cheguem a medir um côvado, e o principal lugar onde são encontrados é nas sombras das cabines de banheiro."

(Nota de contexto: O Talmude aqui explica que, embora o período de 17 de Tamuz a 9 de Av seja o auge do perigo espiritual devido ao luto, a presença física real e frequente desses seres ocorre na primeira metade do mês de Tamuz. Eles habitam as penumbras — áreas onde a sombra é mínima, quase inexistente, ou em locais ritualmente impuros, como os banheiros públicos).


MIDRASH TEHILIM 91

Midever ba'ofel yahallokh - "Nem da peste que anda na escuridão" [Tehilim 91:6].

Os Rabanan (Nossos Mestres) disseram: Trata-se de um shed (demônio). Rabbi Yehuda, filho de Rabbi Yossi, disse: O termo Kétev expressa o sentido de destruição (shoded). Rabbi Huna, em nome de Rabbi Yossi, disse:

O demônio Kétev Meriri é feito como que cheio de escamas sobre escamas, pelos sobre pelos, olhos sobre olhos. Ele enxerga por meio de um único olho, e o seu olho fica voltado para dentro do seu próprio coração. Ele não tem poder nem na sombra total e nem no sol pleno, mas sim entre o sol e a sombra (na penumbra). Ele rola como uma bola e tem poder desde a quarta hora até a nova hora do dia [aprox. das 10h às 15h]. Ele domina desde o dia 17 de Tamuz até o dia 9 de Av, e qualquer pessoa que o vê, cai imediatamente sobre o seu rosto.

Chizkiyah (Ezequias) viu-o e caiu sobre o seu rosto. Disse Rabbi Pinchas bar Chama: Aconteceu um caso com um homem que o viu, caiu sobre o seu rosto e tornou-se epilético (sofreu convulsões).

Por conta disso, os Sábios instituíram precauções com as crianças durante esse período: Rabbi Shila, filho de Rabbi Yitzchak, costumava ordenar aos safraya (professores e escribas das escolas comunitárias) que liberassem os talya (meninos e alunos jovens) das quatro horas até as nove horas do dia (período que corresponde aproximadamente ao intervalo das 10h às 15h, horário em que o sol está mais forte e o demônio Kétev Meriri atinge o auge do seu poder).

Rabbi Yochanan costumava ordenar aos professores que não batessem (não aplicassem punições físicas escolares) nos alunos entre o dia 17 de Tamuz e o dia 9 de Av.

Daí conclui o passuk: Miketeve yashud tzohorayim" - ...nem da destruição (Kétev) que assola ao meio-dia" [Tehilim 91:6].


EICHA RABBA 1:29

"Todos os que a perseguiram a alcançaram entre as estreitas (Bein HaMetzarim)" (Lamentações 1:3).

Refere-se aos Yomin deAka (Dias de Angústia), que vão desde o dia 17 de Tamuz até o dia 9 de Av, pois neles o Kétev Meriri é encontrado, conforme o passuk diz: "Nem da peste que anda na escuridão, nem do Kétev (destruição) que assola ao meio-dia" (Tehilim 91:6).

Rabbi Abba bar Cahana e Rabbi Levi [discutem sobre o horário de atuação do demônio]:

Rabbi Abba bar Cahana disse: Ele interrompe a caminhada do meio-dia desde o início da sexta hora até o final da nona hora (aprox. das 12h às 15h).

Rabbi Levi disse: Ele interrompe a caminhada do dia desde o final da quarta hora até o início da nona hora (aprox. das 10h às 15h). E ele não caminha nem no sol pleno e nem na sombra total, mas sim na sombra que está bem próxima ao sol (na penumbra).

Rabbi Yochanan e Rabbi Shimon ben Lakish [discutem sobre a aparência]: Rabbi Yochanan disse: Ele é inteiramente cheio de olhos, feito de escamas sobre escamas e pelos sobre pelos. Rabbi Shimon ben Lakish disse: Ele possui um único olho posicionado sobre o seu próprio coração, e qualquer pessoa que o vê, cai e morre.

E aconteceu um caso com um Chassid (homem piedoso) que o viu, caiu sobre o seu rosto e morreu — e há quem diga que esse homem era Yehuda, filho de Rabbi [Yehuda HaNasi].

Shmuel (o Sábio e médico) viu-o, mas não caiu. Ele disse ao demônio [uma fórmula de isolamento]: "Aqui há uma casa (ou seja, você está confinado e não tem poder sobre mim)".

Rabbi Abbahu estava sentado e ensinando em uma sinagoga na região de Cesareia. Ele viu um homem (bar nash) que carregava um pedaço de madeira e ia bater no seu companheiro. Rabbi Abbahu viu que o mazika (espírito nocivo, demônio) estava de pé atrás daquele homem, carregando um pedaço de ferro.

Rabbi Abbahu levantou-se e gritou para o agressor: "O que você quer? Matar o seu companheiro?!" O homem respondeu: "Mas com este pedaço de madeira alguém morre?" Rabbi Abbahu lhe disse: "Eis que o demônio está atrás de ti carregando um pedaço de ferro; tu bates nele com esta madeira, mas o demônio baterá nele com o ferro, e ele morrerá!”

Por causa de perigos assim: Rabbi Yochanan costumava ordenar aos professores das escolas comunitárias e aos professores de Mishná que não estendessem a tira de couro (arkata - usada para disciplina física) sobre os meninos [como era de costume] naqueles dias.

Rabbi Shmuel bar Nachmani costumava ordenar aos professores e aos professores de Mishná que liberassem os alunos já na quarta hora do dia (aprox. 10h da manhã).


HAYKLA ARAZUTA:

Durante esse período de severidade espiritual, qualquer ato impulsivo que iniciarmos servirá de brecha para que essa força negativa amplifique o erro, empurrando o desfecho para uma verdadeira tragédia. Por isso, mantenha-se atento!


MAIS ASSUNTOS:

 Pesachim 111a-111b:

"Nossos Sábios ensinaram: Há três que não passam entre [dois homens], e não permitem que [dois homens] passem entre eles. E são estes: o cão, a palmeira e a mulher. E há quem diga: também o porco; e há quem diga: também a serpente."

[duas pessoas não devem passar uma entre a outra e uma única pessoa não deve passar entre dois cães, entre duas mulheres ou entre duas palmeiras.]

Contexto e Explicação: Este texto faz parte de uma discussão talmúdica sobre superstições, perigos espirituais ou "ruach ra'ah" (espíritos malignos) que se acreditava estarem associados a certas situações no mundo antigo. O significado de "Não passam entre / Não permitem passar" trata-se de uma preocupação central em relação a interrupção do espaço entre duas pessoas por um terceiro elemento, o que poderia trazer má sorte ou interromper uma conexão espiritual.

A Guemará pergunta: E se eles passam entre eles, qual é o remédio para evitar que alguém seja ferido? Rav Pappa disse: Ele deve começar a recitar um versículo que começa com a palavra El e termina com um versículo que termina com a palavra El. Em outras palavras, ele deveria recitar a passagem: "Deus, que os trouxe do Egito, é para eles como os altos chifres do boi selvagem. Pois não há encantamento com Jacó, nem adivinhação com Israel; agora é dito de Jacó e de Israel: O que Deus realizou" (Números 23:22–23). Este versículo indica que os feitiços não afetam o povo judeu.

Quanto a dois homens entre os quais passa uma mulher em estado de niddá: se ela estiver no início de sua menstruação, ela mata um deles [causa a morte]; se estiver no fim de sua menstruação, provoca uma briga entre os dois. Qual é o remédio? Deve-se começar [um versículo] com ‘El’ e que termine com com ‘El’.

(...) Rabi Yitzchak disse: “O que significa o que está escrito: ‘Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois Tu estás comigo’? Isto se refere àquele que dorme à sombra de uma palmeira solitária e sob a luz da lua.

E, quanto à sombra de uma palmeira solitária, isso só foi dito quando a sombra de outra palmeira não recai sobre ela; mas, se a sombra de outra palmeira recai sobre ela, não há motivo para preocupação.”

[“Palmeira solitária” — quando não há outra palmeira próxima dela. Mas, quando existe outra palmeira, a shedá (demônia) se afasta para a outra palmeira e não o prejudica.]

A Guemará pergunta: Mas e quanto ao que foi ensinado em uma baraita: Quanto àquele que dorme à sombra de uma única palmeira em um pátio e aquele que dorme à sombra da lua, seu sangue está sobre sua própria cabeça. Quais são as circunstâncias? Se dissermos que a sombra de outra palmeira não cai sobre ele, ele também seria ferido se estivesse em um campo. Na verdade, não se deve concluir a partir desta baraita que, se alguém está em um pátio, mesmo que a sombra de outra árvore caia sobre ele, isso continua sendo perigoso? A Guemará conclui: De fato, aprenda com ela que é assim.

[“Num pátio”: pois o lugar é estreito e não há como desviar nem para a direita nem para a esquerda; assim, [a sombra] recai sobre ele e o prejudica.]

A Guemará acrescenta: E quanto à sombra da lua, dissemos que é perigoso dormir lá apenas no final do mês, quando a lua brilha no leste, e portanto sua sombra está no oeste. No entanto, no início do mês, quando a lua brilha a oeste e sua sombra está a leste, não temos problema com isso.

Aquele que faz suas necessidades junto ao toco de uma palmeira é tomado por um rúach palgá — um mal/espírito associado à paralisia. E aquele que apoia a cabeça num toco de palmeira é tomado por um rúach tzeradá — uma afecção ligada à dor de cabeça.

Aquele que passa sobre uma palmeira: se ela for cortada, ele será cortado; se ela tiver sido arrancada, ele será arrancado e morrerá. Isto se aplica quando ele não põe o pé sobre ela; mas, se põe o pé sobre ela, não há nisso motivo de preocupação.

[Os nomes rúach palgá e rúach tzeradá são termos médicos populares aramaicos antigos; Rashi explica o primeiro como paralisia e o segundo como dor em metade da cabeça.]

Há cinco sombras [consideradas perigosas, pois um espírito maligno repousa sob elas]: a sombra de uma palmeira solitária, a sombra de uma kinadá [é o nome de uma árvore], a sombra de uma pirchá [um arbusto de alcaparras] e a sombra de uma zardetá. Há quem diga: também a sombra de um barco e a sombra de um salgueiro.

A regra geral é: toda árvore que tem muitos galhos, mais perigosa é a sua sombra [isso se deve à densidade de sua madeira].

E toda [árvore] cuja madeira é dura, perigosa é a sua sombra, exceto a Kero Masa [a árvore sobo também chamada Árvore do Amor]: embora a sua madeira seja dura, sua sombra não é severa. Pois uma demônia disse a seu filho: ‘Foge, por tua vida, da kero masa, pois foi ela que matou teu pai e também te matará.’ [A árvore kero masa é prejudicial para demônios.]

Rav Ashi disse: “Vi Rav Kahana evitar todas essas sombras.

A Guemará comenta: os demônios junto à alcaparreira chamam-se ruḥei. O demônio encontrado junto às sorveiras chama-se shedá. Os demônios encontrados nos telhados chamam-se rishfei.

A Guemará pergunta: qual é a consequência prática dessas definições? Faz diferença para escrever um amuleto em favor de alguém que foi prejudicado. É necessário conhecer o nome do demônio que causou o dano.

A Guemará acrescenta: o demônio que habita junto à alcaparreira é uma criatura sem olhos. Qual é a consequência prática dessa observação? Ela é relevante para fugir dele [pois, como não tem olhos, o ser não consegue persegui-lo].

A Guemará relata: certa vez, um estudioso da Torá foi aliviar-se junto a uma alcaparreira. Ele ouviu o demônio aproximar-se e fugiu dele [isto é, escapou de sua presença]. Quando esse espírito maligno foi atrás dele, tropeçou e caiu sobre a raiz da árvore. A palmeira secou, e o demônio explodiu.

Foi afirmado acima que os demônios encontrados junto à sorveira são chamados shedêi. A Guemará comenta: esta sorveira que fica próxima à cidade contém não menos de sessenta demônios.

A Guemará pergunta: qual é a consequência prática dessa afirmação? A Guemará responde: ela é relevante para escrever um amuleto destinado a esse número [de demônios]. 

A Guemará relata: certo guarda de uma cidade foi caminhar e parou junto a uma sorveira que ficava perto da cidade. Sessenta demônios do tipo shedêi vieram sobre ele, e ele ficou em perigo.

Veio um dos sábios, que não sabia que aquela era uma sorveira de sessenta shedêi, e escreveu para ele um amuleto contra um único demônio, um shedá. Então, ele ouviu que havia uma celebração dentro da árvore, e os demônios cantavam:

“O turbante do senhor é como o de um estudioso da Torá; mas nós examinamos o senhor e ele não sabe dizer Baruch, a bênção recitada ao colocar o turbante.”

Os demônios zombavam dele, dizendo que ele não sabia escrever corretamente um amuleto. Depois veio outro dos sábios, que sabia que aquela era uma sorveira de sessenta shedêi, e escreveu um amuleto contra sessenta demônios. Ele então os ouviu dizer:

“Retirai os vossos pertences daqui.”


Shalom, Razá Ilaá!


domingo, 31 de maio de 2026

OS PORTÕES DA MORTE: "Degraus do Gehinom" - Zohar Pekudei Parte I

Nesta primeira parte elaboraremos sobre os três primeiros palácios da Sitra Achrá:

Zohar Pekudei: Rabi Shimon abriu e disse:

“Ve'héma keAdam avrú berit, sham bagdú bi” (Hoshe'a 6:7) — “E eles, como Adam, transgrediram a aliança; ali agiram traiçoeiramente contra Mim.”

Quem removerá o pó dos teus olhos, Adam haRishon (o primeiro homem), pois o Santo, bendito seja, te ordenou um único mandamento e não pudeste sustentá-lo, porque foste seduzido pelas palavras malignas com as quais te enganou aquela serpente maligna, conforme está escrito: “E a serpente era astuta”.

E por isso te deixaste seduzir por ela e causaste a morte para ti e para todos os descendentes que sairiam de ti. Vem e vê: todo aquele que se deixa seduzir por ela e desce até ela, em um instante se perderá por ela — isto é, cairá sob seu domínio.

Vem e vê: David tinha sua existência fixada na fonte das águas que jorram — isto é, na Biná, pois David corresponde à Malchut superior a partir de Machazé (o umbigo) para cima, onde se encontra o lugar da Biná, da qual vêm sua vitalidade e sua sustentação (como explicado acima).
E quando foi expulso para outra terra, ao fugir de Shaúl e sofreu por causa disso, foi afastado da Terra Santa — isto é, caiu de seu grau, que é a Terra Santa.

E mesmo tendo descido de seus graus a um grau inferior, ele permaneceu firme em sua existência, e não caiu sob o domínio da Sitra Achra nem foi por ela tomado.

O que está escrito? “Porém, vive o Eterno e vive tua alma, que há apenas um passo entre mim e a morte” (I Shemuel 20:3) — pois ele havia descido tanto que havia apenas essa medida entre ele e a morte, e “morte” aqui é a Sitra Achra, que é chamada de morte (como explicado anteriormente). Ashrei — feliz é a porção de quem se guarda desse lado maligno e de todos os graus desse lado que existem no mundo.

Pois há muitas facetas e graus para o Yetzer HaRá (mau instinto): eles são: o Satán (acusador), o Malach haMavet (anjo da morte), e o próprio Yetzer HaRá. E já estabelecemos que, apesar de ser chamado por esses nomes, ele possui, em especial, sete nomes: Satán, Tamê (impuro), Sonê (odiador), Even Mikshol (pedra de tropeço), Arel (incircunciso), Ra (mal), e Tzefoni (oculto do norte).

Estes são os sete nomes que correspondem aos sete graus de seus heichalot (palácios ou câmaras), todos do lado da impureza, como dissemos. E contra esses sete nomes existem os nomes pelos quais o Guehinom é chamado — ou seja, o lugar onde os perversos são julgados.

E são eles: Bor (poço), Shachat (destruição), Dumah (silêncio/morte), Tit HaYaven (lama movediça), Sheol, Tzelmavet (sombra da morte), e Eretz Tachtiyah (terra inferior). Todos estes são os sete compartimentos do Guehinom que correspondem aos sete nomes do Yetzer HaRá.

E os sete heichalot da Sitra Achra são chamados por esses mesmos nomes dos sete compartimentos do Guehinom.

Eis que já estabelecemos que, assim como existem madregot (degraus espirituais) e heichalot (palácios) do lado da kedushá (santidade), também há equivalentes do lado da tumá (impureza). E todos eles existem e exercem domínio no mundo, do lado da impureza. Por isso, há sete heichalot que correspondem aos sete nomes pelos quais o Guehinom é chamado — isto é, nomes correspondentes aos sete níveis infernais. E todos esses palácios estão posicionados para julgar e contaminar os ímpios do mundo que a eles se apegaram, e que não guardaram seus caminhos deles enquanto viviam neste mundo.

Pois aquele que vem para se purificar neste mundo, do lado da pureza, é purificado naquele lugar chamado sod ha’emunáh (segredo da fé), ou seja, em Malchut deQedushá. Ali há muitos madregot (graus espirituais) e muitos memunim (supervisores angelicais), todos posicionados para aproximar a pessoa do serviço ao Qadosh Baruch Hu para purificá-la. Mas quem vem para se contaminar, esse é contaminado pelo outro lado, que é impuro, onde também há muitos madregot e muitos memunim, todos posicionados para contaminar os seres humanos.

Aquele que se aproxima deles e se deixa atrair por esse lado do mal, sobre ele está escrito: “Quem é o homem que viverá e não verá a morte, que poderá livrar sua alma...?” (Tehilim 89:49). Quem é o ser humano criado neste mundo que não verá a morte — isto é, o Malach haMavet (anjo da morte)? Pois todos os seres deste mundo acabam sendo conduzidos a ele.

Quando a pessoa se prepara para prestar contas diante de seu Senhor — isto é, quando está prestes a deixar este mundo —, antes mesmo de falecer, ela vê o Malach haMavet. E isso já foi devidamente estabelecido e explicado.

O primeiro heichal (palácio) é o início do Yetzer Hará. Este primeiro palácio é chamado “poço vazio de tudo” (Bor Reiq mikol). Quem tenta entrar ali, não há quem o sustente para não cair. Todos o empurram para fazê-lo cair, e ele não consegue se levantar. Não há nele nenhum apoio para o bem.

Perush (explicação) do Baal haSulam:
No fim da kedushá, ou seja, após a Malchut de Qedushá (reino da santidade), começa o domínio do Yetzer Hará — isto é, da Sitra Achra, que possui sete nomes, como já explicado. E sobre ela está dito: “À porta jaz o pecado” (Bereshit 4:7), ou seja, à entrada inferior de Malchut repousa a Sitra Achra. Trata-se da Malchut que não foi adoçada em Biná, e por isso é chamada Man’uláh (fechadura), sendo o ponto inicial da Sitra Achra. Como ela deriva da Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo), todo aquele que tenta entrar ali é empurrado — todos o fazem cair, sem que ele possa se reerguer. Isso significa que ele perde os Gadlut deNeshamáh (mochin superiores da alma), pois “levantar-se” indica possuir Gadlut (grandeza espiritual). (Chaz ve’Shalom!)

Perush Pashtaní (comentário simples) Haykla Arazuta:
Malchut (dinim) que não foi adoçada por Biná - ou seja, extremo desejo de receber sem aspectos de misericórdia (Biná), como uma "fechadura" trancada por um julgamento severo e implacável, qualquer pessoa que tente cruzar essa barreira ou ceda a essa energia negativa é derrubada espiritualmente, perdendo sua maturidade mental e conexão com a própria alma (Gadlut), restando em um estado de profunda fraqueza espiritual.

Neste heichal encontra-se um supervisor chamado Dumá (דומה) – (Chaz ve’Shalom!) Ele é o mesmo que atua acima, no terceiro heichal da Sitra Achra, e também abaixo, neste primeiro heichal aqui, ele é quem segura a alma quando ela é rejeitada do heichal haQedosh (palácio sagrado) pelo supervisor Tahari’el (טהריא"ל). Esse Dumá (Ch”V) se encontra junto ao portão daquele lado sagrado — isto é, à entrada do primeiro heichal de Qedushá — e ali permanece para agarrar a alma e conduzi-la aos heichalot da tumáh (impureza). Com ele há muitos executores de julgamento e severidade.

Perush Baal HaSulam:
Se a alma não estiver em estado de taharáh (pureza), então o anjo Tahari’el a rejeita, impedindo-a de entrar no primeiro heichal da santidade. E imediatamente o anjo Dumá (Ch”V), que se encontra ali, próximo à kedushá, na entrada da Sitra Achra, a agarra. Esta é a origem do lado impuro, que provém do sod (segredo) do Zachat, o aspecto masculino da Sitra Achra, e que se encontra no início de toda sua estrutura.

E abaixo daquele supervisor, Dumá (Ch”V), está outro supervisor, sob o qual há milhares e dezenas de milhares de subordinados, e esse supervisor é chamado Patut (פתות), Ch”V. Este é o que se coloca para seduzir os seres humanos, e é ele quem se posiciona junto à alma, incitando-a a olhar e contemplar aquilo que não deveria — com relação a muitos atos de fornicação e adultério. Todos esses anjos que estão com ele se mantêm ao redor da alma, caminham à sua frente e a forçam a desviar seus olhos para observar o que é impróprio.

E esse Patut Ch”V é um intermediário maligno, que incita a todos esses atos perversos. Ele está presente junto à sepultura quando o corpo é julgado e quebra os olhos do corpo. Isso porque ele os ganhou enquanto o corpo ainda estava neste mundo — eles lhe pertencem.

Perush Baal haSulam:
Esses dois supervisores, Dumá e Patut são os aspectos de zachar veNekeváh (masculino e feminino) da Sitra Achra, Ch”V. A Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo) não causa dano completo logo no início de sua revelação, enquanto ainda está no aspecto masculino da Sitra Achra. Ela precisa se manifestar repetidamente até alcançar força para agir e punir — o que corresponde ao aspecto feminino da Sitra Achra. Assim, Dumá é o aspecto masculino, que apenas agarra a alma, mas ainda não tem poder de puni-la diretamente. Já Patut, que está sob seu comando, é quem seduz a alma a olhar para o que não deveria, ou seja, a puxar Chochmá (Luz do deleite) de cima para baixo (sem a Luz da Misericórdia) — da mesma forma que age a Sitra Achra. Toda vez que isso acontece, a Midat haDin haKasháh se revela no final, como está escrito: “À porta jaz o pecado” (Bereshit 4:7). É nesse ponto que a alma é ferida pelo juízo severo e tem seus olhos destruídos junto ao corpo morto.

Tudo o que o corpo fez neste mundo, a alma é obrigada a repetir no mundo vindouro. E como o corpo caiu na armadilha desse Patut, também a alma cai em suas mãos e realiza aquilo que ele a incita e ordena a fazer. Por isso está escrito: “e eu a forçarei a desviar seus olhos para olhar o que não deveria” — ou seja, por causa das ações do corpo neste mundo. E é o que está dito: “ele se posiciona junto ao túmulo... e quebra os olhos dele, porque foram ganhos por ele enquanto ainda estava neste mundo.” Pois por ter se vinculado a Patut e sua comitiva enquanto vivo, seus olhos foram moldados a partir deles — e por isso, agora, eles lhe pertencem, e ele os destrói.

E nesse lugar — o túmulo — é julgada a alma, até que ela seja lançada num lugar chamado Bor (poço), no qual há muitas serpentes e escorpiões. Eles são mal’achê chabalah (anjos destruidores), e todos eles picam essa alma, a agarram e a julgam.

Mais internamente do que aquele ruach (espírito) chamado Patut, existe um outro espírito de impureza, que está acima de todos. Ele domina sobre todo esse heichal, e todos os outros dependem de sua força. Seu nome é Gamgimá (גמגימא), Chaz veShalom. Ele é avermelhado e agitado, e está sempre pronto para fazer o mal. Quando a prece de uma pessoa é rejeitada, e o indivíduo não tem mérito nela, esse ruach, Gamgimá (Ch' V) , se ergue e se associa com o espírito superior da impureza, que é o Satan (השטן), e então ambos acusam nas alturas, trazendo à lembrança as transgressões da pessoa perante o Santo, bendito seja. E o sinal está na expressão: “E veio também o Satan entre eles” (Iyov 1:6) — pois não está escrito apenas “e veio o Satan”, mas sim “também o Satan” (gam haSatan), o que alude a Gamgimá (Ch'V), que se juntou ao Satan (השטן) para acusar.

Perush Baal HaSulam:
Os dois primeiros ruachot, Dumá e Patut, derivam da Midat haDin haKasháh (medida do juízo severo) que pertence à Malchut, a qual é chamada Man’uláh (fechadura). Já esse ruach chamado Gamgimá se apoia sobre a iluminação de Biná, ou seja, sobre Israel Saba veTevuná (metade de baixo de Biná). Pois quando ocorre uma transgressão no nível inferior, a Malchut sobe até Biná, e com isso as Qlipot se elevam e se apegam à Malchut no lugar de Biná. Por isso ele é chamado Gamgimá — pois traz “gagueira”, isto é, falta de clareza na iluminação de Israel Saba veTevuná. E é isso que significa que ele está “acima de todos”, pois por se apegar à iluminação de Israel Saba veTevuná, ele se encontra acima de Dumá e Patut, que pertencem apenas aos juízos da própria Malchut.

Perush Pashtaní Hayka Arazuta:
Como as forças da negatividade (Qlipot) estão grudadas em Malchut, elas pegam "carona" nessa subida. Elas invadem o nível inferior de Biná. Gamgimá (גמגימא) vem do hebraico e do aramaico na raiz ג-מ-ג-ם (G-M-G-M), o verbo legamgem (לגמגם) significa literalmente gaguejar ou balbuciar. Desta forma, em termos gerais, prejudicando uma transmissão de pensamento clara, fluida e iluminada. Enquanto Dumá e Patut (Chaz veShalom) ativam os julgamentos pesados, Gamgimá (Chaz veShalom) consegue infiltrar até o nível do intelecto.

E desse ruach rá (espírito maligno) derivam muitos outros instigadores do juízo, que são supervisores encarregados de agarrar qualquer palavra impura ou imunda que o ser humano pronuncie com sua boca, e que depois são seguidas por palavras sagradas. Ai deles, ai de suas vidas! Esses seres humanos causam com suas ações que esses instigadores do juízo dominem e causem dano no lugar sagrado. Ai deles neste mundo, e ai deles no mundo vindouro! Pois esses ruachot da tumáh (espíritos da impureza) tomam aquela palavra impura que saiu da boca da pessoa, e quando a pessoa pronuncia logo em seguida uma palavra de kedusháh (santidade), esses ruachot da tumáh se adiantam, tomam a palavra impura e contaminam a palavra sagrada. Com isso, o ser humano não merece aquela santidade — e, por assim dizer, a força da kedusháh se enfraquece.

Perush Baal HaSulam:
O trecho explica como as Qlipot se apegam à iluminação de Yeshsut (Ysrael Saba veTevuná) por causa da transgressão humana. Ele diz: quando o ser humano peca e é afetado pelos juízos de Malchut, sendo rejeitado do heichal da Malchut pelo supervisor Tahari’el (טהריא"ל), isso é considerado como se ele tivesse pronunciado uma palavra impura com sua boca. E se, antes de ter se purificado de sua tumáh (impureza), ele atrai a iluminação de Yeshsut, então as forças externas (chitzonim) tomam a falha que ele causou em Malchut e a projetam também sobre a iluminação de Yeshsut. É isso que o texto diz: “tomam aquela palavra impura” — ou seja, o dano causado nos juízos de Malchut. E mesmo que, posteriormente, a pessoa pronuncie uma milá qedosháh (palavra sagrada), ou seja, mesmo que atraia a iluminação de Yeshsut, e mesmo que ela mesma não tenha manchado diretamente esse nível, ainda assim, essas forças pegam a impureza da primeira palavra e a transferem para a segunda — a palavra sagrada. Assim, as Qlipot se apegam, por assim dizer, também à iluminação de Yeshsut (Ysrael Saba veTevuná).

Perush Pashtaní Haykla Arazuta:
Um processo de contaminação espiritual onde a transgressão gera uma impureza nos juízos rígidos de Malchut. Se, antes de se purificar desse defeito através da Teshuvá, o indivíduo tenta "atrair a iluminação de Yeshsut" — o que significa buscar estados elevados de consciência, clareza mental e conexão com as luzes intelectuais superiores —, as forças negativas (Qlipot) pegam a impureza fixada no nível inferior e a projetam sobre a luz sagrada que é atraída.

E acima destes há um supervisor, cujo nome é Sefseritá (ספסיריט"א), Ch”V. E muitos incitadores de lei e julgamento estão com ele, e esse supervisor, que está sobre eles, toma todas as palavras más que o ser humano pronunciou (como foi dito no trecho anterior), e também toma todas aquelas coisas que o homem lançou com as mãos no momento em que a ira se apoderou dele. Pois então esse supervisor, Sefseritá (Ch'V) segura aquele objeto que o homem atirou em sua ira, sobe e diz:
“Este é o sacrifício de fulano que ele ofereceu ao nosso lado.”
(Chaz veShalom!)

Pois todo o lado da tranquilidade pertence ao lado da direita e da fé (Emuná, Malchut da Santidade), e todo o lado da ira pertence ao outro lado — o lado mau e impuro. E por isso, aquele que atira algo com suas mãos em sua ira, todos os que pertencem ao lado do mal tomam esse objeto lançado, elevam-no para cima e o aproximam daquele lado, dizendo:
“Este é o sacrifício de fulano.”

E o arauto clama em todos os firmamentos e diz:
“Ai de fulano, que se desviou após um deus estranho, e serviu a outro deus!”
E o arauto clama uma segunda vez e diz:
“Ai deles, pois se afastaram de Mim...”
Bem-aventurado é o homem que guarda seus caminhos e não se desvia nem para a direita nem para a esquerda, e não cai no poço profundo, do qual não é possível sair.

O segundo Heichal da Sitra Achrá.
Este palácio é mais escuro do que o primeiro. Este palácio é chamado Shachat (Destruição), correspondente ao nome do Yétzer HaRá que é chamado Tamê (Impuro). Pois o primeiro palácio é chamado Bor (Poço), correspondente ao nome do Yétzer HaRá que é chamado Satan, e este é chamado Shachat, correspondente ao nome do Yétzer HaRá chamado Tamê. Neste palácio há três portais.

O primeiro portal:
Nele se encontra um supervisor, cujo nome é Astiryá (עסטירי"א), Ch”V, e há milhares e dezenas de milhares de anjos de destruição (malachê chabalah) sob sua autoridade.
Ele está sobre todos aqueles que corrompem seus caminhos ao derramar sêmen sobre a terra, ou que emitem sêmen de maneira não natural, ou todos os que se masturbam com as mãos.
Estes não veem o rosto da Shechiná de modo algum. Apenas este supervisor, do lado da impureza, que mencionamos, sai naquele momento, e com ele milhares e dezenas de milhares — todos se reúnem sobre aquele homem para contaminá-lo neste mundo.
Depois, quando a alma dele sai deste mundo, esse supervisor, Astiryá (Ch'V) e todos os que estão com ele, contaminam sua alma, agarram-na e a levam para ser julgada entre eles.

E estes, os malachê chabalah (anjos de destruição), são chamados “shichvat zéra rotechat” (שכבת זרע רותחת, “sêmen fervente”), pois todos os coléricos impuros estão presentes sobre isso — todos eles se colocam e repousam sobre o homem naquele momento em que ele se aquece (no desejo), e são eles que o aquecem para essa paixão. Então, tomam aquela paixão, e aquele sêmen que foi derramado na terra, fortalecem-se com ele e o elevam para cima, e causam que o pacto superior — que é o Yesod (fundamento) — seja submetido ao lado da impureza. Ou seja, para proporcionar prazer e fortalecimento a eles.

O segundo portal:
Ali está de pé outro supervisor, cujo nome é Taskifé (טסקיפ"ה) Ch”V. Este é o supervisor sobre todos aqueles que corrompem seus caminhos, e não derramam seu sêmen sobre a terra, mas o derramam sobre animais ou em transgressões severas da Torá, como as arayot (relações sexuais proibidas). Este supervisor e os muitos milhares e dezenas de milhares que estão com ele, todos se colocam sobre ele para julgá-lo — assim como dissemos sobre aqueles que são julgados no primeiro portal.

Vem e vê: este supervisor tem em suas mãos um cálice, e é chamado “Cálice da Amargura” (Kos HaTarála), o cálice de Sua ira. E todos aqueles executados pelo tribunal (Beit Din) ou punidos por essas transgressões, todos eles foram arrancados destes lados da impureza, e não têm parte com eles. E esse cálice, que é chamado Kos HaTarála (כוס התרעלה), está ligado ao outro cálice que beberam no início, aquele que o Beit Din lhes deu antes de sua morte. E a sua morte pelo tribunal é a sua expiação.

E todos aqueles que não beberam daquele cálice do Beit Din — ou seja, que não foram executados pelo julgamento do tribunal — serão tomados posteriormente por esse cálice da amargura. Quando sua alma sai deste mundo, esse supervisor e todos os que estão com ele o agarram, e este é o dia amargo; e aquela alma bebe desse cálice e sofre muitos tipos de julgamentos, variados uns dos outros.

Neste palácio está presente um espírito, sob o qual aqueles citados acima estão subordinados, e seu nome é Niatiryel (ניאציריא"ל), Ch”V.

E desse espírito poderoso saem três gotas amargas, que caem dentro desse Kos HaTarála (Cálice da Amargura). Uma se chama Chatzatz (חצץ), que significa “corte” ou “aniquilação”, como está escrito: “e o número dos seus meses cortaram” (Jó 21:21). A segunda se chama Mar HaMavet (מר המות, “amargura da morte”), como está dito: “certamente passou a amargura da morte” (I Samuel 15:32). E a terceira se chama Kova’at (קובעת), como está dito: “cálice de vertigem da amargura” (Isaías 51:17). E essas três gotas caem, então, desse cálice sobre aquela espada do Malach HaMavet (anjo da morte) que mata os seres humanos.

O terceiro portal:
Ali se encontra um supervisor, cujo nome é Sangadyel (סנגדיא"ל), Ch”V. Este é o supervisor sobre todos aqueles que introduziram o pacto sagrado (Brit HaQodesh) em uma mulher estranha — que é do lado de um deus estranho (El Nêchar), e todos os que corrompem seu caminho nisso, e mentem no sinal do pacto sagrado.
Este supervisor e todos os supervisores com ele desenham dentro de si imagens daquelas mulheres impuras, nas quais foi profanado aquele Brit HaQodesh, e todas essas imagens ficam registradas diante dele quando o homem sai deste mundo, e depois contaminam aquele espírito.

E neste palácio estão suspensos todos os segredos da feitiçaria, para matar seres humanos antes do tempo determinado, e todas as magias que os homens utilizam — estão pendentes aqui.
Aqueles que praticam feitiçaria para se contaminar com ela, como Bilam, que praticava feitiçaria com seus encantamentos, primeiro se contaminavam com a impureza do sêmen fervente derramado sobre a besta. E por isso Bilam foi julgado naquele sêmen fervente, como dissemos. E por isso este palácio é chamado Shachat Tamê (שחת טמא, “destruição impura”).

E neste palácio há um outro espírito, que está subordinado ao espírito acima dele, e seu nome é Sartiyá (סרטי"א) Ch'V. E há milhares e dezenas de milhares sob sua autoridade. Todos eles se colocam sobre aquela palavra que sai com o espírito do homem em seu sonho, da parte do lado sagrado. Este espírito da impureza, e todos os incitadores de julgamento que estão com ele, todos saem e se apegam àquela palavra, e descem até ela e se conectam com ela, a fim de negar aquela palavra que veio do homem, e lhe anunciam em seu lugar outras coisas — palavras de mentira misturadas com palavras de verdade.

Pois assim é o caminho do mentiroso: se ele não incluir alguma verdade, não poderá sustentar sua mentira para que seja acreditado.
Assim também aqui: uma vez que se misturam com palavras de verdade que a pessoa viu em sonho, e as negam diante dele, anunciam-lhe depois palavras de verdade para dar sustentação às palavras falsas que lhe informam. Mais adiante, isso se espalha entre os espíritos inferiores (ruchot tachtonim) — que não possuem existência verdadeira, e não perduram. E essa informação é divulgada no mundo de muitas formas e tipos diversos.

Deste palácio saem dois espíritos que se transformam, ora em homens, ora em mulheres. Eles vagueiam pelo mundo, no ar, e zombam dos seres humanos em seus sonhos, aparecendo-lhes como mulheres belas em visão onírica, tomando para si a paixão do homem. E da mesma forma, para as mulheres, aparecem como homens.
E esses são chamados Ra’á (רָעָה, “mal”) e Néga (נֶגַע, “aflição”), como está dito: “Não te acontecerá o mal (Ra’á), e a aflição (Néga) não se aproximará da tua tenda” (Salmos 91:10).

E estes, Ra’á e Néga (רעה ונגע), são chamados espíritos inferiores (ruchot tata'ei), que saem de uma labareda de fogo. Pois, quando aqueles espíritos superiores percorrem o interior do heichal, saem duas labaredas de fogo, e delas se formam esses dois espíritos, Ra’á e Néga, como dissemos.
E tudo isso provém deste lado da impureza. Bem-aventurados são os justos que se afastaram desses lados e se protegeram deles. E sobre isso está escrito:
“Para te guardar da mulher estranha…” (Provérbios 7:5)

O terceiro palácio:
Este é um palácio escuro e sombrio, sem nenhuma luz. Ele é mais tenebroso do que os palácios anteriores. E este é chamado Dumá (דומה), em correspondência com o nome do Yétzer HaRá (impulso do mal) que é chamado Sone (שונא, “inimigo”). Neste palácio há quatro portais, um voltado para este lado, e outro para aquele, correspondendo aos quatro lados.

Um supervisor está de pé sobre o primeiro portal, e esse supervisor se encontra no poder da ira que paira sobre o mundo. Quando o julgamento domina o mundo, esse supervisor que reside nesse portal toma armas e as coloca nas entradas das sinagogas (beit knesset). E seu nome é Sakfortiyá (סקפורטי"א) Ch”V. E este é o tropeço do mundo.
Sobre ele está escrito:
“O caminho dos ímpios é como a escuridão; não sabem no que tropeçarão.” (Provérbios 4:19)
Nesse tempo, quando ele domina e o julgamento reina no mundo, ele observa quem caminha sozinho no mercado, e se o encontra, pode prejudicá-lo e enfraquecer sua sorte (mazal).

PerushBaal haSulam:
A Malchut é chamada de "sinagoga" (beit knesset), e é sabido que à entrada da Malchut espreita o pecado (chatat rovétz) — que é a medida do julgamento severo da Man'ulá (מנעולא, a “tranca”, fechadura), como foi mencionado anteriormente.
E este anjo aqui, chamado Sakfortiyá é o que deposita ali estas armas — isto é, o segredo da Man'ulá - julgamentos — por estar de frente para o Heichal haNetzach (palácio da eternidade) da santidade, e por isso sua força é grande. E foi dito: “Este supervisor que reside neste portal toma armas e as coloca nas entradas das sinagogas” — ou seja, na entrada da Malchut, como explicado. E por isso os ímpios, que se apegam à Sitra Achrá e atraem Chochmah de cima para baixo (desejo intenso de receber), é sobre eles que está dito:
“Se não melhorares, o pecado espreita à porta” (Gênesis 4:7), pois tropeçam nesse pecado — que é o segredo da Man'ulá (julgamentos) — que está à porta da Malchut, e perecem por causa disso no “lenho da vida”. E por isso está escrito: “E este é o tropeço do mundo…”

O segundo portal:
Ali está de pé outro supervisor. Este é aquele que recebe os veredictos do julgamento — ou seja, os escritos nos quais os decretos de julgamento estão registrados. E esse é Sangadyel (סנגדיא"ל), e sob sua autoridade estão muitos que despertam o julgamento e o direito (din u’mishpat), que dominam e estão prontos para receber esses veredictos.
E esse supervisor está postado sobre esse segundo portal.

E quando ele recebe o petek (פסקא, veredito) do julgamento, da parte do supervisor Malkiel (מלכיאל), que está no primeiro portal do terceiro heichal da santidade (conforme mencionado acima), ele permanece neste portal (do lado da Sitra Achrá) e desce para aqueles portais sombrios inferiores: um para aquele que é chamado Shachat (שחת, destruição) — ou seja, o segundo heichal da Sitra Achrá — e outro para aquele que é chamado Bor (בור, poço) — que é o primeiro heichal da Sitra Achrá — pois estes estão abaixo (conforme explicado acima).
E ali há milhares e dezenas de milhares de supervisores que dominam no mundo para executar o julgamento, e o decreto daquele petek din (veredicto judicial) é então cumprido.

O terceiro portal:
Neste portal há outro supervisor, cujo nome é Angaryon (אנגריו"ן), Ch”V.
Ele está encarregado de todas aquelas doenças, dores, febres e fogo nos ossos — isto é, sofrimentos que não conduzem à morte — que derivam dos julgamentos do lado esquerdo. Pois dele saem muitos milhares e dezenas de milhares de supervisores com ele, sobre todas essas enfermidades e dores, como aprendemos.

O quarto portal:
Aqui há um espírito que foi criado por causa da diminuição da lua, e seu nome é Askará (אסכר"א). Ele está encarregado da morte das crianças. Ele aparece para as crianças e ri com elas, até que as mata. E ele se manifesta para elas como uma mulher, semelhante à mãe da criança, amamentando-a, rindo com ela, segurando-a — e então a mata.

No centro deste heichal, há um espírito cujo nome é Agirison (אגיריסו"ן), Ch”V. Este foi nomeado sobre todos aqueles que morrem entre os treze e vinte anos. Essa é a morte deles, que vem da parte desse supervisor, como já estabelecemos. E isso ocorre por sua conexão com aquela serpente (nachash) que mencionamos, que está com ele e o acompanha. E sobre isso está dito: “E eis que era muito bom” (Gênesis 1:31), e explicamos que isso se refere ao anjo da morte.

Deste lugar se espalham e saem dois espíritos: Af (אף, “ira”) e Chemá (חמה, “furor”). Estes foram designados sobre todos aqueles que escutam uma repreensão vinda de alguém que se ocupa com a Torá — ou seja, quando alguém que estuda Torá os repreende por não seguirem o caminho correto — e, ainda assim, confiam em sua própria bondade e não se preocupam com isso. E também sobre todos aqueles que zombam e ridicularizam as palavras da Torá ou as palavras dos Rabbanan (sábios).

Desses dois — Af (אף, “ira”) e Chamá (חמה, “furor”) — saem muitos milhares e dezenas de milhares. Todos eles saem e repousam sobre pessoas que se ocupam com a Torá ou com palavras de mitsvá, e que andam no caminho da mitsvá, com o propósito de que fiquem tristes e não sintam alegria na Torá e na mitsvá que realizam. E foi por causa desses que Moshê temeu quando Israel pecou com o bezerro de ouro e ele desceu do monte, conforme está escrito: “Pois temi diante da ira (af) e do furor (chamá)...” (Devarim 9:19)

Abaixo desses — Af e Chamá — há um espírito que está sobre todos aqueles que praticam lashon hará (לשון הרע, “fala maldizente”). Pois quando as pessoas despertam a lashon hará, ou mesmo uma única pessoa desperta em lashon hará, então se desperta aquele espírito impuro de cima, chamado Siskisyá (סכסיכ"א). E ele repousa sobre esse despertar da lashon hará que os homens começaram, e ele ascende ao alto, e causa, por esse despertar da lashon hará, morte, espada e matança no mundo.
Ai daqueles que despertam esse lado do mal e não guardam sua boca e sua língua, e não se preocupam com isso, pois não sabem que o despertar de baixo causa o despertar de cima — tanto para o bem quanto para o mal.

Vem e vê:
Quando esse despertar de lashon hará se desperta aqui embaixo, então aquela serpente tortuosa (nachash ‘aqaltón) ergue suas escamas e as levanta para cima, de modo que fiquem eretas voltadas para o alto, e desperta desde sua cabeça até os pés. Pois, quando suas escamas se levantam e se agitam, todo seu corpo se desperta. Essas escamas são todos os executores da lei e do julgamento exteriores.


(continua...)


quarta-feira, 24 de junho de 2015

O Templo De Asmodeus


Quem seria tão petulante no desejo de construir uma cópia em menor escala do Beit ha'Miqdash (O Templo de Salomão)? Quem seria tão arrogante e zombeteiro para empreender em solo não sagrado tamanha afronta? Certamente não seria um homem, pois um homem comum não teria poder para tal. Quem seria capaz então de zombar do Sagrado edificando uma cópia imperfeita de Sua casa sem sua permissão?

ASMODEUS
O Rei Dos Demônios
אַשְׁמְודַאי מלך השדים


Representação De Asmodeus

Quando a noticia de que o Bispo Edir Macedo (בישופ אדיר מאסדו) iria edificar em São Paulo, uma cópia do Beit Ha'Miqdash (בית המקדש) - O Templo De Salomão - logo escrevi e publiquei um artigo explicando porque jamais tal obra poderia ser chamada de "Templo de Salomão".  Abaixo no link você será direcionado para este artigo publicado em 27 de Agosto de 2010.


Ontem (23 de Junho de 2015) pela manhã, durante minhas kavann'Ot (Meditações), a Centelha do Mestre Chaim Vital em mim retirou o véu e me revelou a verdadeira identidade do construtor e dono do chamado "Templo De Salomão".

Quando a Centelha do Sagrado em mim desvelou este mistério, trouxe com a revelação as evidências também. Na matrix do Código estão escritas as evidências.

Os "Mequbalim (QABALISTAS)" existem para desvendar os mistérios, revelar a Sabedoria e arrancar o povo da escuridão da ignorância e do engano. Quando nos opomos a eles, nos opomos à Centelha do Divino em nós mesmos, criamos rebelião, motim, e a insurreição leva à morte. Agora, não é todo o que se diz "Cabalista" que o é realmente, e vocês estudantes devem conhecer os atributos das almas das Centelhas dos 70 que Moisés instruiu para que não se façam enganar pelos "cambistas da sabedoria". Se você não conhece os atributos divinos das almas dos mestres antigos, se deixará certamente enganar, e não há desculpas para aquele que se faz enganar.

O Demônio

Ashmodai (também conhecido como Asmodeus) é muitas vezes chamado de o rei dos demônios, muitos dos quais estudam Torah, e não prejudicariam um erudito que estuda a Torah! Diz-se que o próprio Ashmodai ascende ao Céus para estudar. Ele também parece ter senso de humor. Há um número de histórias acerca dele e de como o Rei Salomão o consultava e de como, certa vez, ele expulsou Salomão do trono e assumiu à sua aparência, até que Salomão voltou e o expulsou novamente.

Quando Shlomô Ha'Melech (O Rei Salomão) decidiu começar a construção do Primeiro Templo, foi confrontado com um problema. De acordo com a Torá, as pedras do altar não podiam ser lavradas usando metal, pois é um material usado para fazer armas que matam. O altar simboliza a vida e sua preservação, e, portanto, usando o mesmo material criado para fabricação de armas para o edificar o altar seria uma contradição.

Para este propósito, D'us criou o Shamir, um verme radioativo capaz de cortar através da rocha. No entanto, havia apenas um verme do gênero no mundo inteiro, e Shlomo Ha'Melech necessitava de Ashmodai (o demônio Asmodeus) para revelar-lhe o seu paradeiro e de como capturá-lo, o que significava que Salomão teria prender Ashmodai, o que foi realizado, mas só depois de ter criado uma armadilha inteligente para ele e, assim, Shlomo finalmente acabou tendo o Shamir.

De acordo com o Talmude, Shlomo Ha'Melech manteve Ashmodai preso em correntes seladas com o nome de D'us durante todo o período que o templo estava em construção. De acordo também com o Talmud, Shlomo HaMelech (O Rei Salomão) foi temporariamente deposto como rei do povo judeu pelo chefe demônio Ashmodai (Asmodeus).

Narrei acima previamente sobre Asmodeus, como o Rei Sh’lomo, com a ajuda do demônio, encontrou o Shamir para cortar as pedras que foram usadas no Templo. Após esta experiência, o Rei Salomão perguntou:

Qual é a sua superioridade sobre nós? Ashmodai respondeu: "Remova esta corrente do meu pescoço e me dê o seu anel e o seu sinete, e eu te mostrarei a minha superioridade".

Nem bem Shlomo há’Melech aceitou e cumpriu o desafio do demônio, quando Ashmodai repentinamente o arrebatou, engoliu, e esticou as suas asas, tocando os céus com uma e a terra com outra, e cuspiu-o novamente (teletransportou-o) a uma distância de 400 milhas. É com referência a este tempo foi que Shlomo disse: "Qual é o proveito de um homem que labuta sob o sol? (Qohelet 1:3)”, e "Esta é a minha porção de todo o meu trabalho (Ibid. 2:10)”. Por quê o Rei Salomão disse isto? A que se refere? Rabino Shmuel argumentou que foi devido ao tempo em que Sh’lomô, expulso do trono real, andou e andou de porta em porta mendigando enquanto Asmodeus, assumindo sua aparência, sentou-se no trono em seu lugar. Onde quer que fosse, o rei Salomão dizia: "Eu, Qohelet  fui rei sobre Israel em Jerusalém (Qohelet 1:12)”.

אֲנִי קֹהֶלֶת, הָיִיתִי מֶלֶךְ עַל-יִשְׂרָאֵל--בִּירוּשָׁלִָם

Depois de ser derrubado por Ashmodai, a estatura do rei Sh’lomo foi reduzida drasticamente, e ele foi deixado com apenas suas roupas e seu manto. Em decorrência desta experiência, o Talmud diz que Shlomo ha’Melech viveu com medo de Ashmodai pelo resto da sua vida, um claro sinal do impacto duradouro que o seu encontro com a morte espiritual deixado por Asmodeus, causou.

Este tipo de metamorfose e troca não aconteceu apenas com o Rei Salomão. Continua acontecendo até os dias de hoje.

A gematria (numerologia hebraica) de Ashmodai Mélech Ha'Shedim (אשמודאי מלך השדים) - Asmodeus, o rei dos demônios, é igual a 811. Guarde bem esta gematria.

Edir Macedo
O Bispo Asmodeus

Quem então arquitetaria com tamanha arrogância edificar uma cópia imperfeita do Templo Sagrado em "Terra Estranha?" Quem ousaria querer parecer o próprio Rei Salomão com tamanha petulância? O Próprio Asmodeus!

Tendo assumido forma humana, ou seja, se vestido como a barata gigante de "Homens de Preto" na pele de Edgar, o demônio levou a cabo querer parecer novamente como o Rei Santo. Ah! Sim! Zombeteiro este Ashmodai.

O segredo e a evidência desta encarnação profana está na sua gematria (numerologia cabalística). Ao calcularmos "Ashmodai Mélech ha'Shedim (אשמודאי מלך השדים)" cuja tradução é "Asmodeu o rei dos demônios" nós descobrimos a numerologia 811 que é exatamente a mesma de "ha'gilgul Bishop Edir Macedo (הגילגול בישופ אדיר מאסדו)" que se traduz "A encarnação do Bispo Edir Macedo". Sim, o bispo é a reencarnação do Ashmodai, o rei dos demônios e por isso é tão fácil para ele manipular os demônios sobre seu comando fazendo-os possuir aquelas milhares de pessoas tolas e cheias de carma que frequentam os templos profanos da IURD.

Quando a centelha do Rabi Chaim Vital me revelou isto, mostrou-me também as evidências escritas no próprio Tana'k (Torah, Profetas & Escritos).

Clique para ampliar

Na Matriz acima, no centro em vermelho, está a key-word(palavra-chave) "Ashmodai (אשמודאי)" e logo abaixo na diagonal em amarelo surge "Macedo (מאסדו)" e cruzando "Macedo" aparece escrito "... dias maus até que a cova se abra para o perverso..." e conectado a Macedo e "... dias maus até que a cova se abra para o perverso" está escrito, na vertical "ascensão do demônio da morte."

Se você ainda tem algum dúvida da identidade do construtor do "falso templo", analise abaixo outras provas e evidências.

Continuei investigando e fui inspirado a pergunta para os Anjos Luminosos da Escritura Hebraica "Quem é Edir? (מי אדיר)" A resposta veio com outra revelação impressionante. Veja na matriz abaixo.


Acima, no centro em vermelho esta a pergunta a qual mencionei "Mi Edir (Quem é Edir)" e abaixo em azul esta a resposta "ASHMEDAI (ASMODEUS)". Foi o que surgiu logo abaixo de Asmodeus que me surpreendeu. Em amarelo está escrito "Miqdash hayáh be'aretz Essáv (מקדש היה בארץ עשו)" a tradução é "O templo foi feito na terra de Esaú".

Esaú é chamado nas escrituras de EDOM (Vermelho) e que é uma alusão à Roma e ao que emergiu dela: A Religião que é o domínio da Érev Rav (multidão mista dos filhos da serpente).

"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue". 

- Zôhar Parashat Balak

Este excerto acima é um trecho do Zôhar Sagrado da Guarda de Esaú é o próprio Lúcifer e é por isto que a Religião é a que mais matou, massacrou no planeta e todas as guerras tem origem na Religião. A Religião é a "Terra Vermelha de Esaú".

"Samael tem quatro faces que são a iniquidade, o encantamento, a teimosia e o engano."

Agora sabemos também porque de tantas manifestações de demônios nos cultos da IURD, e porque ela se especializou nisso. Não passa de um teatro comandado pelo Rei dos Demônios Asmodeus. Na verdade, não há qualquer verdeiro exorcismo e ninguém e liberto.

Porque as pessoas estão sendo engadas desta maneira? Achando que estão cultuando a D'us, mas na verdade estão adorando o próprio Samael sob a direção de Ashmodai. A razão é porque foram dados ao engano por haver rejeitado a Torah e Sua Sabedoria Escondida - A QABALAH. Agora, o demônio esta fazendo com que todos os seus aspectos malévolos e negativos sejam manifestados. Certos grupos "cristãos evangélicos" tem pregado que o Rei Sh'lomô era um Feiticeiro adorador do demônio. D'us! Que pecado horrível estão cometendo, atribuindo ao demônio o que é Sagrado. Rejeitam a Sabedoria da QABALAH porque não podem Compreendê-la e então atribuem o que é Santo ao que é profano. Entre estes estão os seguidores do chamado "Irmão Rubens".

SÓD GEMATRIA

A gematria é o cálculo do valor numérico das letras hebraicas que compõe uma palavra ou uma frase. Existem vários tipos de gematria e a gematria revela o segredo interno de qualquer coisa. A gematria de "Comer Edir Macedo Bezerra (הכומר אדיר מסאדו בזרה) - Pastor/Bispo Editor Macedo Bezerra" é igual a 811 que é exatamente a mesma de "Asmodeus, o rei dos demônios." Agora você sabe a verdadeira identidade de Edir Macedo.

"Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo. Isso não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam ser servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem."


JAIR BOLSONARO
O ENVIADO DO SATAN

Há muito venho escrevendo sobre Bolsonaro ser um enviado do mal, a reencarnação de um demônio terrível e ficou claro que o era quando os cristãos o fizeram se sentar na cadeira do presidente da república.

Charge Reveladora


Em hebraico, o nome "Jair Messias Bolsonaro (גאיר מסיאס בולסונארו)" possui gematria kollel (numerologia cabalística) igual a 749 que é exatamente a mesma da expressão "Shaliach mi-Satan (שליח-משטן)." A tradução desta expressão é "Enviado do Satan (Samael)" ou, para deixar mais claro "Enviado do Diabo."

O CÓDIGO JAIR MESSIAS

Em 23 de fevereiro de 2018, eu tive a bênção de descobrir uma palavra-chave intrigante que trouxe uma revelação preocupante. Esta palavra-chave foi "Messias (מסיאס)" devidamente transliterada para o hebraico com um cruzamento com o nome "Jair (גאיר)". Ao abrir a matriz, vi, logo acima de "Jair Messias" a data de nascimento no calendário hebraico do candidato a presidente na época que é "10 de Adar (21 de março)". Fiz uma análise superficial da matriz e a fechei de deixei de lado durante muitos meses. Em setembro, resolvi dar uma outra olhadela no texto criptografado de "Jair Messias" e foi ai que meus olhos viram a frase que cruzava "Jair Messias" e que me deixou preocupantemente certo de que ele seria eleito para presidente do Brasil. Veja matriz abaixo:

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No centro, temos "Messias (מסיאס)" como palavra-chave e dentro deste termo-chave surge "Jair" cruzando ambos os termos entrecruzados está escrito "Yashev al k'ssê" que traduzido significa "Ele se sentará sobre a cadeira" e acima desta ocorrência esta "et nassí" que significa "do presidente". Juntado as duas ocorrências temos "Jair Messias: Ele se sentará na cadeira do presidente". O texto criptografado também revela que "todo o exército votou nele". O termo "Natzi (נאצי)" que significa "Nazista" surge compartilhando a mesma letra "alef" de "Jair". Até mesma a data de nascimento de Jair Bolsonaro está neste código. O código diz "Ele nasceu em Adar". Adar é o 12º mês no calendário da Toráh e o mês no qual Haman, o arquiinimigo dos judeus e da humanidade se levanta para tentar destruir a nação judaica e não se engane com esta falsa adulação cristã-sionista ao Estado de Israel.

Antes que os RELIGIOSOS batam no peito proclamando que Bolsonaro é um "UNGIDO" e que D'us o escolheu para presidente afirmo aqui que NÃO! O Divino não o escolheu, mas permitiu, devido ao tiqun (correção espiritual) desta nossa nação que se revelou FASCISTA NA ALMA e é por isso que o termo "Nazista" surge em estreita proximidade com Jair Messias.

O que aconteceu, foi o seguinte: Samael, vendo que esta nação não persegue a verdadeira espiritualidade da Torah e a tendo rejeitado (não confundir a busca corrupta de pessoas pelo judaísmo como uma aceitação verdadeira à Torah) subiu e requereu o "karma" da nação e o Sagrado, bendito seja Ele, a deu (a nação) nas mãos de Samael (o demônio). Num outro código cuja palavra-chave é Bolsonaro, a letra "samaech (s)" de Bolsonaro é a mesma letra de "Samael" que surge cruzando seu nome e o código diz "Ele é o trono no qual Samael se sentou."

A cada dia que passa Bolsonaro se torna cada vez mais autoritário revelando o tirano ditador que já vivia dentro dele. Para nossa bênção o código diz que ele "cairá pela própria língua dele" mas, não acredito que isso aconteça antes de que a nação sofra muita dor.

A MORTE DO HOMEM
OS ATRITUBOS DA ALMA DO ANTIMESSIAS

No dia 6 de setembro do 2018. às 15h40m, Jair Bolsonaro morre em decorrência de um golpe de faca desferido por Adélio Bispo de Oliveira a quem o próprio Satan sussurrou aos ouvidos. A alma obscura do anticristo ascende das qlipót do mal e se anexa à centelha da escória que anima o corpo de Jair trazendo-o de volta à vida. Sim, é isto mesmo! Jair Bolsonaro morreu, mas a obscura centelha do antimessias o fez reviver anexando-se à sua alma e manifestando assim um atributo da escoria do anticristo, levantando-o novamente para que cumprisse o destino satânico da sua alma perversa.

"E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta."

Apocalipse 13:3

O dia 6 de setembro é o 249º dia no calendário solar e, como o evento se deu às 15h40h, às 21h40m no fuso-horário israelense, o dia a ser considerado é o 250º no calendário solar e é neste valor que está escondido criptografado o segredo. O valor 250 contém a gematria de "Bá dibuck ha'Edom be'Elul (בא דיבוק האדום באלול)" cuja tradução é "Veio um demônio de Edom em setembro." Edom é o nome-código para o cristianismo nas escrituras originais hebraicas. Edom era como foi chamado Esaú, o irmão de Jacó. E o que lemos sobre Essav (Esaú) no Zôhar Sagrado?

"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue". 

- Zôhar Parashat Balak

A alma dele já era muito perversa e por esta razão ele também é, como Heinrich Himmler  - o nazista - chamado de "Adam rá (homem mal)" no código da Toráh. E, então, veio o demônio e o ressuscitou anexando-se à sua já perversa centelha mantendo-o com vida para trazer dor e tristeza à esta já tão kármica nação. Os cristão que são Edom o colocaram na Cadeira do Presidente da República e se maravilharam adorando-o como um deus.


No código acima que se encontra dentro da Meguilat Esther, está criptografado "Jair Messias" e cruzando-o está "Nazista" e mais abaixo está "Ele é um dos dez filhos de Haman" que está cruzando "Himmler" de quem ele é uma reencarnação.

Eu tive uma namorada nos anos 90, foi a minha primeira relação e eu terminei com ela divido à sua insistência para que eu me adequasse ao cristianismo, raspasse a minha barba que eu matinha por faze devido ao meu amor à Toráh. Eu vi no perfil dela outro dia uma foto com a legenda "Mulheres à favor de Bolsonaro". Pobre gente possuída por demônios, que batem no peito se proclamando "cheios do Espírito Santo" mas que nunca, jamais provaram uma centelha da Presença Divina e que servem ao Satan ajudando-o a propagar o mal no mundo. Pobre gente!

A gematria de Jair Bolsonaro (גאיר בולסונרו) é 574 que é exatamente a mesma numerologia hebraica de "Hú ka'Malach Ha'Mavet (הוא כמלאך המות)" que se traduz "Ele é como o Anjo da Morte" o que explica porque Bolsonaro ama tanto a tortura, o assassinado e o genocídio e porque da sua boca só emergem palavrões e palavras de morte. Jair Bolsonaro morreu e o Anjo da Morte está sentado na Cadeira do Presidente da República.


Na foto acima, o "Bispo-Demônio" vestido como um judeu (o que ele não é) usando um talit (xale judaico de orações) de forma completamente errada profanando uma vestimenta sagrada para os cabalistas. Ele é a reencarnação de Asmodeus e por isso os templos da IURD sempre estão cheios de pessoas possuídas por demônios, os dibuckim trazidos do inferno pelo próprio rei-demônio, Asmodeus!

A gematria mispar kollel de "Jair Messias Bolsonaro (ג'איר מסיאס בולסונארו)" como já demonstrada acima, é igual a 749 e esta é a mesma numerologia cabalista mispar kollel de "Shaliach-miSatan (שליח-משטן)" cujo significado é "Enviado do Diabo."

Conclusão

Estes são os segredos da edificação desta cópia imperfeita do Templo Santo na "Terra de Edom", num terreno impuro e sem a permissão e a benção do Sagrado, bendito seja Ele, e a verdadeira identidade do seu edificador, que agora está se fazendo passar novamente pelo Rei Sábio Salomão.

Como foi possível que, esta nação cristã, que chama Jesus de mestre, o judeu que foi torturado por Edom (Roma) e crucificado, fizessem campanha a favor de um idólatra da tortura e do genocídio, um "homem" que homenageia torturadores, como Carlos Alberto Brilhante Ustra, que torturava mulheres durante a ditadura inserindo ratos em suas vaginas? Que povo é esse cujas mulheres fizeram campanha a favor desse misógino a ponto de declarem "mulheres a favor de Bolsonaro? A resposta é apenas uma: Eles são Edom e seu príncipe angélico é o próprio Samael, aquele que eles chamam de Lúcifer sobre o qual o próprio Apóstolo Paulo escreveu:

"E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros (pastores, bispos e apóstolos) se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras."


2 Coríntios 11:14,15

E quanto ao que se lê no Evangelho Segundo João, sobre o próprio Samael não é o que foi dito no Zôhar Sagrado?

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."

João 10:10

"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue". 

- Zôhar Parashat Balak

A gematria de Ustra (אוסטרה) é igual a 281 e a gematria de Bolsonaro é igual a 360. Os dois valor juntos somam 641 que é o valor em gematria da palavra hebraica "meerat (מארת)" que significa "maldição." Está palavra é mencionada em Mishlei (Provérbios) capítulo 3 no versículo 33:

"Meerat Adonai be'beit rashá ... (מְאֵרַת יְהוָה, בְּבֵית רָשָׁע) - A maldição de Adonai habita na casa do perverso..."


Provérbios 3:33

Devido à energia satânica desse ser que emergiu do inferno houve um aumento pavoroso nas estatísticas de feminicídio somente no Brasil, 76% dos casos no 1º trimestre de 2019 somente em São Paulo, o número de mulheres vítimas de homicídio é de Oito em cada dez casos  e neste ano ocorreram dentro de casa.

Então, mulheres cristãs dominadas por maridos machistas religiosos, fizeram campanha para colocar na cadeira do Presidente da República do Brasil o próprio diabo.

Escrita e afirmada toda esta verdade, novamente voltamos a perguntar como foi que essa nação cristã colocou na Cadeira do Presidente da República do Brasil o "Avéd ha'Satan (Servo do Demônio)". Fica claro que este povo, esta nação jamais ouviu a voz do Criador, pois se assim se tivesse realizado, jamais teriam compactuado com o Satan para colocar o seu servo no poder.

GEMATRIA
Revelando A Identidade Da Alma De Bolsonaro

A gematria revela a identidade da alma e os segredos internos de todas as coisas e através dela nós podemos conhecer todos os segredos e os que são versados nela, os que possuem verdadeiramente o Rúach Ha'Qadosh (Espírito Santo), não poderão ser enganados.

Na Meguilat Esther, nós lemos sobre a ascensão de Haman Ben Hamedatha, o Agagi. Haman tinha dez filhos que são reencarnações da Qlipá De Haman, as dez energias negativas da Sitra Achará, a Árvore da Adam Belial.

Muitos anos atrás, publiquei o que me foi revelado sobre a gematria de Haman Ben Hamedatha, o Agagi que é 619 e como as centelhas da alma perversa de Haman haviam reencanrado em Hitler, Stalin e Mussolini.

Em 2018, Bolsonaro se lançou à candidatura à Presidencia da República pelo PSL e seu número era o dezessete (17). Lá estava o segredo obscuro da sua alma e sua verdadeira identidade.

Houve uma comoção nacional pelo número dezessete. Cristão de todo o país se cercaram de argumentos bíblicos falaciosos extraídos de interpretações de textos traduzidos para darem a si mesmos uma evidência da escolha do Qadosh, Baruch Hú, para elegerem Bolsonaro. Pastores e crentes produziram para si mesmos falsa gematria para apoiarem a eleição do "mito." A verdade está na Meguilat Esther.

"Depois destas coisas o rei Assuero engrandeceu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, e o exaltou, e pôs o seu assento acima de todos os príncipes que estavam com ele." 

אַחַר הַדְּבָרִים הָאֵלֶּה, גִּדַּל הַמֶּלֶךְ אֲחַשְׁוֵרוֹשׁ אֶת-הָמָן בֶּן-הַמְּדָתָא הָאֲגָגִי--וַיְנַשְּׂאֵהוּ; וַיָּשֶׂם, אֶת-כִּסְאוֹ, מֵעַל, כָּל-הַשָּׂרִים אֲשֶׁר אִתּוֹ.

Ester 3:1

No versículo, nós lemos "Achar ha'devarim ha'elêh, gidal ha'Melech Achashverosh êt Haman Ben Hamedatha ha'Agagi, vay'yenassehú, va'yassem, êt kissô, me'al, col ha'sarim asher itô. A gematria de "Agagi (אֲגָגִי)" é igual a 17. Aqui está a identidade verdadeira de Bolsonaro. Ele é uma reencarnação de uma parte da alma de Haman. Esta é a verdade e a razão da comoção em torno do número dezessete. Os cristãos, que são reencarnações de Edom, tiveram as partes impuras e obscuras de suas almas ativadas pelo número 17 e se reuniram, em massa, para eleger o servo do Diabo. Além disso, a gematria Atbach de Agagi é igual a 113 que é a mesma de Dibbuck (דִּבּוּק), o nome de um demônio (ש"ד), um espírito maligno (רוח הרע) que assume um corpo vivo.

אֲגָגִי

Pobre "Jezebel kabalista" que votou em Bolsonaro na eleição de 2022 alegando que 22 é o número de letras do Alfabeto da Criação e com o argumento de que Bolsonaro é amigo do Estado ultra direitista de Israel. Ela não prestou atenção que, em 1946, no tribunal de Nuremberg, 22 chefes da Alemanha Nazista foram julgados por crimes de guerra contra a humanidade. Pobre "Jezebel kabalista." O número 22 é a exata gematria de "ha'Agagi (הָאֲגָגִי)" nome que esconde o segredo das roshei teivot (iniciais) de "Hitler (היטלר), Eichmman (איכמן), Gobbels (גובלס), Goering (גורינג) e "Yoseff Mengele (יוסף מנגלה)."

Falsos cabalistas fortalecem, com seus enganos, a Sitra Achará, chás ve'shalom (Hashem não permita) e induzem o povo ao erro e ao afastamento da Shechiná.

הָאֲגָגִי

"Será, pois, que, quando Adona'i vosso Elohê, te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que Adona'i vosso Elohê, te dará por herança, para possuí-la, então, apagarás a memória de Amaleq de debaixo do céus; não te esquecerás.

וְהָיָה בְּהָנִיחַ יְהוָה אֱלֹהֶיךָ לְךָ מִכָּל-אֹיְבֶיךָ מִסָּבִיב, בָּאָרֶץ אֲשֶׁר יְהוָה-אֱלֹהֶיךָ נֹתֵן לְךָ נַחֲלָה לְרִשְׁתָּהּ--תִּמְחֶה אֶת-זֵכֶר עֲמָלֵק, מִתַּחַת הַשָּׁמָיִם; לֹא, תִּשְׁכָּח.

Toráh Devarim 25:19

Em Meguilat Esther, Haman joga o Pur mês a mês ano a ano durante um período de quatorze anos até que o Pur cai no décimo segundo mês que é Adar. Não por acaso, grande parte dos carrascos nazistas eram nascidos no mês de Adar e, também, não por acaso Jair Bolsonaro é nascido no mês de Adar. Jair nasceu em 21 de março de 1955 que, no calendário da Toráh caiu em 27 de Adar de 5715.

כ״ז בַּאֲדָר התשט״ו


AT'BASH
O SEGREDO DE JAIR

Aqueles que não são versados em Dere'k Nistar (Caminho Oculto) e no Sendero Luminoso (Zôhar) e que não possuem o Rúach Ha'Qadosh, são os iludidos que acham que são sábios e por isso se autopromovem a "kabalistas" quando verdadeiramente não são. Jair é Agagi e Agagi é Jair.

O nome Jair é transliterado no hebraico com a letra Guimel ("ג) se escrevendo "Gair (ג"איר)" mas se pronunciando como no português Jair. A letra Resh ("ר) de Jair é substituida pela Cifra do Profeta Yeremiahu pela letra Guimel ("ג) e quando permutada através de Temurá se revelar "Agagi (אגגי)." Agagi é Jair Bolsonaro, Jair Bolsonaro é Agagi,


Jair no hebraico e traduzido para o português


A letra Resh de Jair transformada pela Cifra At'bash do Profeta Jeremias

E para concluir a revelação do perverso mistério de Jair Bolsonaro, quando aplicado a Cifra At'bash no nome Jair, ele resulta em "ר'תמג" que são as letras de "Gilgul Rá: Mét (גלגול רע: מת)" cuja tradução é "Reencarnação Maligna: Morte." O hipônimo de "Mét (מת)" é "Rotzêh (רוֹצֶה)" cujo significado é "Assassino."

"Será, pois, que, quando Adona'i vosso Elohê, te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que Adona'i vosso Elohê, te dará por herança, para possuí-la, então, apagarás a memória de Amaleq de debaixo do céus; não te esquecerás.

וְהָיָה בְּהָנִיחַ יְהוָה אֱלֹהֶיךָ לְךָ מִכָּל-אֹיְבֶיךָ מִסָּבִיב, בָּאָרֶץ אֲשֶׁר יְהוָה-אֱלֹהֶיךָ נֹתֵן לְךָ נַחֲלָה לְרִשְׁתָּהּ--תִּמְחֶה אֶת-זֵכֶר עֲמָלֵק, מִתַּחַת הַשָּׁמָיִם; לֹא, תִּשְׁכָּח.

Toráh Devarim 25:19


Quando tomamos AMALEQ e aplicamos nele as ferramentas, as cifras de temurot (transformações) da Toráh, ele se revela AGAGI. Mas, isso só é possível para aqueles que são versados em TZAFENAT PANÊACH. Aplicando o At'bash em AMALEQ ele se transforma em ZIKAD (זיכד). A letra ZAYIN (ז) através do Atbach se transforma em GUIMEL (ג). A letra YUD permanece. A letra KAF (כ)  se transforma, através de AchBi em ALEF (א) e a letra DALET (ד) através de AVGAD REVERSA se transforma em GUIMEL (ג). As quatro letras de AMALEQ (עמלק) se tornam "GIAG (גיאג) e ao sofrer uma TEMURÁH (תמורה) se revela AGAGI (אגגי).

A alma perversa de Jair é a reencarnação de AGAGI arqui-inimigo do povo judeu e de toda a humanidade. Amaleq é o genocida mor que reencarnou em Hitler, Stalin e Mussolini.

Eu ouvi pessoas que conheci declarando voto no messias das trevas com o argumento de "sou anti-esquerdista" ou com o argumento de "o Lula é Ladrão." Essas pessoas não sabem, mas, suas almas tem raiz na mesma alma-raiz Haman que é Amaleq.

"...minha especialidade é matar..." 
Jair Bolsonaro

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