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sexta-feira, 4 de março de 2011

Tron: Uma Questão Mística Judaica


*Desative o player de música no final do blog e mantenha o player do artigo para ouvir os temas de Tron - O Legado - enquanto lê o post.

טרון

“O problema com a perfeição é que ela é irreconhecível” – Kevin Flynn, em Tron – O Legado


Esqueça o relançamento de um filme sobre o Shoah - o Holocausto judaico. Para ver um filme sobre o Holocausto voltado para a geração digital, assista Tron - O Legado
.
Muito parecido com o original de 1982 (Tron - Uma Odisséia Eletrônica), uma das grandes obras-primas do cinema americano contemporâneo, a seqüela é, em grande parte, um conto de perseguição religiosa. 

O vilão do filme é Clu, um programa de computador. Clu está furioso com a existência de falhas e erros, e sonha com um mundo perfeito. Seu primeiro passo rumo à dominação do mundo é a captura de seu programador, Kevin Flynn. Sua segunda etapa é o genocídio, dirigido contra as ISOs, sofisticada e auto-geração de programas que são humanos, demasiados humanos e, portanto, imperfeitos, muito imperfeitos. Flynn e seu filho, ajudados pelo último dos ISOs, iniciam uma batalha contra Clu e seus asseclas em um cenário wagneriano repleto de imagens religiosas, que inclui uma morada na montanha Olympus, um personagem chamado Zeus, e Jeff Bridges em roupas brancas e uma barba branca, assumindo a aparência de um místico espiritualista que alcançou uma mente elevada, um verdadeiro Qabalista.

O que torna o tema religioso mais do que um mero florescer, no entanto, é a complexa relação entre Clu e Flynn. Clu é o alter ego de Flynn, que após três décadas está mais velhos e infinitamente mais sábio, usando a kavanná (introspecção interior) como ferramenta para elevar sua mente e alcançar compreensão. Flynn criou Clu para melhorar o mundo. Jovem e impaciente, Flynn tinha fé, ao criar um mundo virtual, em compreender a virtualidade deste nosso mundo fragmentado (a Árvore da Penetração do bem e do mal) e em sua capacidade em redimir a humanidade. E Clu, como qualquer criatura feita de códigos, aspira a nada mais, nada menos, do que a eliminação do acaso, dos acontecimentos aleatórios dentro do programa. Ele aspira à eliminação dos humanos e dos ISOs, que são cheios de caprichosa e irracional emoção, que lhe causa susto e nojo.

O criador do filme original, Steven Lisberger, falou sobre essa dualidade, em uma recente entrevista. "Meu pai era um judeu alemão", disse ele. "E o lado materno da minha família o colocou em um campo de concentração." Os laços intrincados entre o bem e o mal nunca foram perdidos em Steven Lisberger, e isto está aludido em Flynn e Clu, que é o lado maléfico do próprio Flynn.

Conforme nos tornamos cada vez mais dependentes de softwares para navegar cada elemento da nossa vida, a gente pode querer dar uma boa olhada em Clu e perceber que, enquanto as máquinas não confiáveis são provavelmente um perigo claro e presente, a nossa tendência crescente é para pensar como máquinas. Quanto mais permitimos que os programas mediem nossas interações uns com os outros, mais nós deixamos nossos cálculos em computadores, mais nós confiamos algoritmos para nos ajudar a encontrar um emprego ou uma casa e um companheiro de alma, quanto mais fizermos tudo isso, menos humanos nos tornamos. Estaremos assumindo de fato a nossa forma virtual.

A perda da humanidade é o grande tema de Tron. Com todos os seus flashes virtuais, o filme merece ser levado a sério.


Até aqui
Extraido do Jornal Judaico Tablet
Com acréscimos e explicações de 
Misha´El Yehuda
Daqui em diante texto de
Misha´El Yehudá

Está é a pergunta que não quer calar: Por que nós nos relacionamos tão bem com o mundo virtual a ponto de trocarmos o mundo que consideramos "real" pelo virtual? Este é o mistério:

Foi dito pelos antigos sábios da Chochmat Nistar Há´Torah (A Sabedoria Escondida da Torah) que, tudo o que existe aqui no olam hazêh (este mundo) tem sua forma e nome registrados, escritos no Gan Éden Elion (Jardim do Éden superior), até mesmo as coisas que aqui ainda não foram criadas tem suas formas e nomes registrados lá. 

Logo, concluímos que este mundo é uma "projeção" do mundo superior. E como sabemos, projeções tem suas limitações. Tudo é feito de luz, e devemos lembrar que a luz desce dos mundos superiores, sendo canalizada pelas sefirot da Árvore das Vidas, e chega aqui bem tênue, fraca, o que provoca a imperfeição e diferença entre o objeto verdadeiro e sua forma superior. Exemplo, é que hoje temos a Hight Definition (HD) e nem todos os aparelhos de televisão comportam tal tecnologia, principalmente os aparelhos antigos.


Para os cristãos, os quais possuem entendimento limitado devido aos dogmas estabelecidos no lugar da Sabedoria, "El ha'Ivrim (Hebreus) pereq 8, 5º passuq diz: "...li'dimut ve'tzel shevashamayim (לִדְמוּת וְצֵל הַדְּבָרִים שֶׁבַּשָּׁמָיִם)". Resumindo, tudo o que aqui existe é uma projeção do que existe acima, e assim, o próprio Zohar já nos revelou.

A boa noticia é que, alguns de nós, dentro do mundo virtual, como Kevin Flynn, despertamos e nos tornamos sábios, transcendo as limitações da "simulação".

A humanidade ainda não descobriu como Flynn, um hacker (literalmente "aquele que abre portas) do mundo virtual, como cruzar a "fronteira". À medida que a humanidade penetra no século 21, mais e mais mistérios da Torah vão sendo revelados à ciência.


O termo "Digital" vem do Latim "Digitus" e significa "dedo", aludindo ao trabalho criado pelos dedos através de combinações numéricas binárias que constroem códigos que dão origem ao que vemos no mundo "digital". Da mesma forma, o mundo (olam hazêh) é um constructo realizado pelas mãos de D´us, conforme nos é dito na Torah e nos Tehilim.

Em uma parábola o Zohar nos revela que este mundo é mesmo uma projeção virtual. Diz o zohar: "A mãe emprestou suas roupas para a filha..." - A mãe é o mundo superior, o sefirot redentivo de Biná, onde fica o Jardim do Éden superior, e a filha é Malchut, o nosso mundo.

O choque será gigantesco quando cruzarmos a fronteira e descobrirmos que tudo sempre foi uma ilusão, uma projeção.

Mas... Talvez, alguns de nós, como Kevin Flynn, despertem e dominem os seus inimigos internos representados por Clu, e os transformem, conforme nos ensina o Likutei Amarim Tânya, em bem, e nos tornemos, como Flynn, em luz...


Metatron

Devemos ter em mente que “Tron” é uma abreviação de “Metratron” que usava a boca de Rabi Akiva para comunicar os mistérios.

Metatron é também conhecido como o "Príncipe do Rosto Divino", "Anjo do Pacto" ou "Rei dos Anjos", é o responsável pela existência do mundo e pela sustentação da raça humana. No Talmude é considerado a ligação direta entre Deus e os homens; na Cabala é chamado "Anjo do Senhor". Também se atribui a ele ter segurado a mão de Abraão quando ele estava a ponto de sacrificar Isaac, embora essa missão também tenha sido atribuída a Micael. Uma versão conta que Enoch, ao ser definitivamente transportado para o céu, recebeu a ajuda do arcanjo Micael, que o ungiu com óleos e o vestiu para que tomasse a aparência do anjo Metatron. Como era um escriba na terra, Metatron passou a registrar tudo o que acontecia, exercendo no céu a mesma função que desempenhava como humano. A idéia de que nossos feitos estão registrados no Céu e que serão consultados no dia do Juízo Final corresponde a essa metáfora do escriba. Outra versão aponta a presença do arcanjo na criação do mundo, invalidando a hipótese de que ele seria um homem elevado à condição de anjo. Metatron habita o Sétimo Céu e pode tomar a aparência de um pilar de fogo com o rosto mais ofuscante do que o Sol. O significado do nome Metatron é incerto. Alguns acreditam que seu nome era derivado do latim metator (guia, mediador). Outros asseguram que se originou nos círculos judeus e deve ser considerado como uma invenção puramente judaica, uma metonímia para o termo "pequeno YHWH" (nome sagrado de Deus). Seu nome é interpretado como "aquele que ocupa o trono próximo do trono divino".

O valor em gematria de Metatron é 314, o mesmo que Shadai que é o Anjo do Pacto, cujas letras são um acrônimo para “Shomer Daletot Yesod – Guardião das Portas de Yesod – o mundo dos segredos na Árvore das Vidas.

Abrindo O Segredo

Metratron é מטטרון e o segredo do por que é dito que ele foi criado no crepúsculo do sexto dia da criação é porque Metraton é nada mais nada menos do que a "Vara de Moisés". Em hebraico o "Cajado" de Moshê é מטה e Metatron tem a mesma raíz de "Matêh (Vara/cajado)". As letras restantes טרון são as responsáveis pelas criações da Constelação de Leão (hebraico "Ariêh"), do planeta Mercúrio, da Constelação do Taurus e da Constelação de Escorpião, e dai inúmeros outros mistérios se escondem...



O Mistério dos Algoritmos Isomórficos


Em Tron, Flynn explica para seu filho Sam, que ele estava trabalhando em um novo sistema "perfeito" e que nomeou Clu como seu co-criador. Depois de muito trabalho, Flynn descobriu uma nova série de sencientes "algoritmos isomórficos" (ISOs), programas auto manifestados o qual ele descobriu possuírem o potencial para revelar os mistérios da ciência, religião e medicina (também chamado de algoritmos genéticos). Clu considerou que estes programas eram uma imperfeição, razão ilusória que o levou a traiu Flynn. Tron foi derrotado (se sacrificou para dar a Kevin tempo suficiente para escapar) e Clu exterminou através do genocídio os ISOs. Flynn também revelou que, enquanto ele se escondia de Clu, o portal de volta ao mundo real se fechou, tornando-o cativo de sua própria criação, até Sam o reabriu a partir do exterior.

Este mistério está atado ao segredo do Alef Beit – O Alfabeto Hebraico e sua manifestação mórfica neste mundo. O que você está tentando entender é o significado do que eu estou revelando aqui. Vou simplificar então: As letras do alfabeto hebraico se manifestam neste mundo na forma de pessoas. Um exemplo disto foi Eliyahu Há´Navi (o Profeta Elias) que era a manifestação física da letra hebraica Tzad (18º letra do alef beit). De fato ele não era uma pessoa, mas a manifestação algorítma isomórfica de uma letra hebraica. Isto parece complexo, não é mesmo? E é...

Eis aqui o segredo de como eu aprendo os mistérios da Chochmat Nistar e de como eles me são revelados: Eu converso com as letras e elas me contam os mistérios escondidos.


Além disto, os ISOs são uma alusão ao povo judeu, que é o canal do fluxo da luz para o mundo, e o mundo está, como Clu, sempre querendo nos exterminar através do genocídio.



Clu – A Potencialização do Ego


Esta é a parte mais impactante do filme: O diálogo entre Flynn e Clu – O ego manifestado do próprio Flynn.

Clu:
- Eu fiz tudo... Tudo o que você pediu!

Kevin Flynn:
- Eu sei que você fez.

Clu:
- Eu executei o plano!

Kevin Flynn:
- Como você o viu...

Clu:
- Você prometeu que iríamos mudar o mundo juntos. Você quebrou sua promessa...

Kevin Flynn:
- Eu sei. Eu entendo isso agora.

Clu:
- Levei este sistema para o seu potencial máximo. Eu criei o sistema perfeito!

Kevin Flynn:
- A coisa sobre a perfeição é que é incognoscível (irreconhecível). Ela impossível, mas também está bem em nossa frente o tempo todo. Você não saberia disso, porque eu não o sabia quando criei você. Sinto muito, Clu. Eu sinto muito...

O grande mistério deste diálogo é que Flynn criou e alimentou o seu próprio ego, mas quando ele o fez, ele era jovem e sem sabedoria. Agora, vinte anos depois, tendo atingido um estado de Zen de consciência e alcançado Sabedoria, a batalha final de Flynn é destruir aquilo que ele criou o seu próprio ego. Em outras palavras, como diz o segundo verso do Nome de D´us de 42 Letras, o Ana Be´koach - “Qerá Satan (Rasga o Satan)”, ou seja, o ego. Flyyn diz isto, ao pisar na ponte que conduz ao portal:

Kevin Flynn:
- Esta batalha é minha...


Importante ressaltar o que Clu diz quando encontra Flynn na ponte: - Eu executei o plano! - Flynn por sua vez revela: "Como você o viu" - Em outras palavras, o ego, a pessoa tomada por ele vê tudo distorcido, e acima de tudo, o ego manifestado dentro dela "NÃO TOLERA A IMPERFEIÇÃO". Ninguém é melhor do que ela e tudo o que outras pessoas fazem é imperfeito.

Amigo, sua batalha é a mesma de Kevin Flynn: Destruir aquilo que você criou. O seu próprio ego...

Para terminar, devo confessar, que fiquei impactado por Tron, e chorei muito no final, não porque é um filme belo, bonito, mas um resultado dos mistérios penetrando a minha alma.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Conde de Monte Cristo


"A vida é uma tempestade, meu jovem amigo. Você se aquece ao sol em um momento, e é jogado às rochas no outro. O que faz de você um homem, é a sua reação quando vem a tormenta..." 

- Edmond Dantes - O Conde de Monte Cristo

"Monte Cristo - hebraico הר המשיח (Har Ha´mashiach)". O termo "Har (Montanha) tem raiz no termo "Hirhurim" que significa "Pensamentos (singular "Hirhur")". O significado da frase הר המשיח é literalmente "Pensamentos Messiânicos" e alude àquele que atingiu o grau que é chamado na Sabedoria de "Gad´lut" ou elevou a sua consciência ao estado messiânico tornando-se ele "Mashiach (Messias)". Já sei, você assitiu o filme e não sabia disto. Bem, o que é que você quer que eu te diga? Estude "Chochmat Nistar (Qabaláh)", mas estude com um verdadeiro qabalista, e não com pessoas não circuncisas que se dizem "kabbalistas".

"Então, Adonai respondeu a Jó do meio da tempestade, dizendo: “Quem é este que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento? Prepare‑se como homem; eu farei perguntas, e você me responderá."

- Yóv 38

O roteirista que escreveu The Count Of Monte Cristo foi o judeu "Akiva Goldsman" e então é certo que o filme está repleto de códigos da Chochmat Nistar e que ele pode ter recebido por Ibür.


Na cena em que Edmond Dantê esta na prisão do Castelo Deaf, quando o padre lhe oferece o "conhecimento (hebraico Da'at)" as paredes ao fundo estão repletas de desenhos que aludem à sabedoria, inclusive a Árvore das Vidas. Ah! Você não viu? Quem mandou assisitir o filme sem um qabalista presente ao seu lado... rs

Nesta maravilhosa parábola, Edmond Dantes é aquele que tem o potencial para ser o messias. Falta-lhe apenas um degrau para alcançar a consciência messiânica. O segredo está na gematria de Edmond Dantes (אדמונד דנטס) que é 582, faltando apenas 1 para 583 que é a gematria secreta de Mashiach.

"Monte Cristo - Hebrew הר המשיח (Har Ha'mashiach). The term "Har (Mountain) is rooted in the term" Hirhurim "which means" Thoughts (singular "Hirhur"). "The meaning of the phrase is literally הר המשיח" Messianic Thoughts "and alludes to that which reached the level which is called the Wisdom of "Gad'lut" or raised their consciousness to the state it became messianic "Mashiach (Messiah)." I know, you watched the movie and not know it. Well, what do you want me to tell you? Study "Chochmat NISTAR (Qabalah)".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cuidado! Você Pode Estar Sendo Enganado...



O Zohar diz:

A letra Shin então entrou e ficou diante do Santo, bendito seja Ele e disse: Mestre do universo poderia, por favor, criar o mundo comigo, porque eu sou chamado em seu próprio nome Shadai (shin, dalet e yud). E apropriado criar o mundo por um nome Santo.  O Santo, bendito seja Ele, respondeu: Você é digna, você é boa, e você é verdadeira. Mas porque você está incluído entre as letras que dão forma à palavra Sheker (mentira/falsidade), eu não desejo criar o mundo com você. Sheker não prevaleceria se você não tivesse se associado às letras Resh e Kuf.

Disto nós aprendemos que, quem quer que diga uma mentira, deve adicionar essa mentira a uma base que seja verdadeira. Porque a letra Shin é uma letra da verdade, significando uma letra da verdade pela qual os patriarcas alcançaram a harmonia.

Em 2001, um amalequita disfarçado de judeu, introduziu em nossa Sinagoga, um homem que se dizia rabino nascido em Ashkelon, Israel. Apresentou-se com o nome “Rabi Iosef Karl Al Shadi”.

Numa noite, o Malach Hashem (Anjo), veio a mim durante um sonho e me disse: Escreva num papel o nome e o título pelo qual ele se apresenta e você encontrará dentro do nome dele a palavra Sheker.

Levantei-me, tomei um pedaço de papel e escrevi o nome e o titulo com os quais aquela pessoa havia se apresentado a nós, e como o Malach Hashem havia me instruído, lá estava à palavra Sheker. Soletrada a intervalos iguais de seis letras.


Descobri então, que aquela “pessoa” não era um Rabi, e nem mesmo israelense, mas que havia nascido no Paraná. Outro segredo aterrador estava marcado sobre aquela pessoa: Como ele não era um judeu e nem mesmo circunciso, o nome “Shadi” do qual ele se utilizava não poderia conter a letra “Yud”, e sem esta letra “Shadi” torna-se “Shed” que significa “Demônio”. De fato, ele não era uma pessoa...

Nos aprendemos que devemos ter cuidado com quem vamos nos associar, pois podemos receber as conseqüências de tal associação.



 No filme "O Preço de um Resgate (Ransom)" o ator Gary Sinise faz o papel do policial corrupto "Jimmy Shaker", que seqüestra o filho de Mel Gibson e pede um resgate de 2 milhões de dolares. É evidente que quem escreveu o roteiro conhecia o segredo da palavra Shaker. Jimmy Shaker torna-se em "Jimmy - O Impostor". Por mais incrível que possa parecer, o mesmo ator Gary Sinise atuou no filme de ficção científica "O Impostor". 

Nesta semana, um homem de muito prestígio estará no Brasil, e muitos estarão sendo enganados por seus discursos eloqüentes, pois as letras "Shin, Quf e Resh (Shaker)" estão sobre ele como um selo.

Você está sendo enganado...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Feitiço De Áquila



No filme "LadyHawke" - Isabeau é a alma gêmea do Capitão Etienne Navarre. Poucos sabem, mas "Isabeau" vem do hebraico "Elisheva (a esposa de A´aron Ha´Cohen)" e o Zohar nos conta que Elisheva possuía a alma de "batsheva" que foi a "alma gêmea" do Rei David. Certamente "LadyHawke (O Feitiço de Áquila) é um filme repleto dos mistérios da Sabedoria. Uma pena que pouquíssimas pessoas dêem valor para o que eu compartilho aqui. Talvez porque seja de "graça"...

Quando Isabeau está em sua forma humana (a mulher) ela é "Sheva", isto é, Malchut - a sétima sefirá que é a nukva (a fêmea) de Zeir Anpin. Quando ela se transforma na águia ela é Tiféret (a face da águia das chayot ha´qodeshim). 

O capitão Etienne Navarre quando homem também é o aspecto de Malchut (a alma do Rei David) e quando ele se transforma no Lobo ele é Yesod que é a Lua e a luz dos mistérios...

In the movie "Ladyhawke" - Isabeau is the soul mate of Captain Etienne Navarre. Few people know that "Isabeau" comes from the Hebrew "Elisheva (A'aron Ha'Cohen's wife)" and the Zohar tells us that Elisheva had the soul of "Bathsheba," which was the "soul mate" of King David. Certainly "Ladyhawke (The Spell of Aquila) is a film full of the mysteries of Wisdom. A pity so few people give value to what I share here. Maybe it is because is free "...

When Isabeau is in his human form (the woman) she is "Sheva", ie Malchut - the seventh sefirah Nukva which is the (female) Zeir Anpin. When she turns on the eagle she is Tiferet (the face of the eagle ha'qodeshim chayot).

Captain Etienne Navarre when man is also the aspect of Malchut (the soul of King David) and when he becomes the Wolf he is Yesod is the Moon and the light of the mysteries ..

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Circuncisão...



Cristian chegou em frente às portas do Gehinom (inferno) mas seu coração ainda batia. As gigantescas folhas da porta se abriram rangendo com um barulho estridente. O calor esbofeteou-lhe a face e uma voz grave e terrível fez-se ouvir vindo de dentro da caverna feita de lodo cujo cheiro provocou-lhe náuseas.

- Conheces a razão porque ganhastes residência no Gehinom? – perguntou Sama´El, cujo corpo coberto estava escondido por um manto com um capuz sobre a cabeça. Somente o brilho vermelho dos seus olhos era visível.

- Não! Eu não sei – respondeu-lhe Cristian tentando fazer-se de inocente. - Toda minha vida eu fui um bom cristão – terminou.

- Você nunca leu o Zohar Sagrado? – devolveu-lhe o Satan apontando-lhe o terrível ser cujo corpo estava cheio de olhos e que estava à esquerda do portão e que segurava também, na mão esquerda, uma longa espada negra.

- O que é ele? – respoudeu-lhe Cristian enquanto seus ossos sacudiam-se de medo a cada vez que Sama´El lhe perguntava.

- Percebo perfeitamente que não estudastes as palavras da Sua Sabedoria, pois, se assim o tivesses feito saberias que, os circuncisos, não descem ao Gehinom!

Assim dizendo, Sama´El fez um sinal com o indicador esquerdo para o “Anjo da Morte” que aproximou-se de Cristian e perfurou-lhe o “ventre” com a espada que segurava em com os esqueléticos dedos da sua mão esquerda.

- Levem-nos para o Avadon, arranquem-lhe a alma, mas mantenham seu corpo vivo sobre tortura eterna até que o Santo, bendito seja Ele, destrua a morte para sempre – ordenou o senhor das sete câmaras do inferno.

“Feliz é Israel, a quem o Santo, bendito seja Ele, escolheu dentre todas as outras nações para receber o sinal da circuncisão. Porque quem mantém esse sinal não descerá ao Gehinom – Zohar Sagrado Parashat Lech Lechá”.

Pequeno conto por Misha´El Há´Levi

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Superman - O Homem de Aço Judeu


Por Avraham ben A´haron Kuk


Quem leu a fantástica Grandes Astros Superman (título no Brasil) deve lembrar-se uma cena inesquecível em que o herói faz com que uma garota desista de pular de um prédio e tirar sua própria vida. Isso meio que aconteceu na vida há poucos dias. O artigo abaixo foi publicado originalmente no site bspcn.com com o título de Why Superman is My Hero (Por que Superman é O Meu Heroi):

Eu venho lutando contra a depressão desde que tinha 10 anos de idade. Ela me deixou aleijada emocionalmente. Eu estava com 27 anos de idade, não tinha formação, estava desempregada. Então decidi que iria me matar após o Natal. Foi então que o namorado da minha irmã me emprestou estas revistas.

O Superman estava morrendo de envenenamento radioAtivo e está tentando completar todas as suas tarefas antes que morra e ainda tem o tempo de salvar uma garota que está prestes a pular de um prédio. Eu chorei por horas depois de ler isto. Me identifiquei tanto com ela e quase podia ouvir o Superman me falando que era mais forte do que imaginava.

Agora toda vez que minha depressão começa a me tomar eu repito as palavras dele e imagino ele me abraçando. Funciona melhor do que qualquer outro remédio que já tomei. Agora estou na faculdade e sou a melhor aluna da classe. Tenho amigos, tenho uma vida. Simplesmente não me importa se ele é só um personagem de gibi. Ele salvou minha vida.


Kal´El praticou uma "Mitzavah (Uma boa ação)"



All Star Superman sairá em animação ano que vem e a obra original foi escrita por Grant Morrison e desenhada por Frank Quitely.

Superman foi o primeiro super-herói dos quadrinhos e hoje é considerado um símbolo da cultura americana. O herói foi criado em 1938 pelos judeus Joe Shuster e Jerry Siegel: Kal-El, o último filho do moribundo planeta Krypton, foi enviado à Terra por seu pai Jor-El para ser o único sobrevivente de seu povo. Na Terra ele foi criado por um maravilhoso casal de fazendeiros, Jonathan e Martha Kent, recebendo o nome de Clark Kent. Hoje um repórter renomado no Planeta Diário, ele também age como Superman graças aos incríveis poderes que possui sob a radiação do sol amarelo. Inspirador, o Superman é o maior símbolo heroico da DC Comics, dentro e fora do universo fictício.



"Kal´El - nome hebreu que significa "Tudo é El (aludindo à misericordida divina que adocica os julgamentos) é um descendente da "Casa de El" cujo pai "Jor´El (nome que pode ser interpretado como "Aquele que desceu do El - a misericordia), é um exilado do Planeta Kripton (nome que alude à criptologia, aos mistérios escondidos). Como mencionado acima, ele foi adotado por Jonathan (Ionathan - dado por D´us) e Martha Kent, que, ao que tudo indica, são na verdade um "casal de "criptos-judeus". Tudo na vida e na história do Superman alude para isto, revela o segredo do "messias judeu" vivendo na "galut" exílio entre os dispersos (as dez tribos perdidas) esperando pelo momento de salvar o mundo inteiro. Como disse o Grande Rabino Avraham Yitzchak Kuk: No esforço para se elevar e sair do exílio, Efraim (um das tribos perdidas) salvará o mundo inteiro".



Superman em Sefer Devarei Ha´Iamim Alef (Iº Crônicas) Péreq 24: 6º Passuq)
"E o escriba Shema´Yah, filho de Natan´El..."

Na matrix acima, nós encontramos no centro na posição vertical e em vermelho "Kal´El" e ao lado de "Kal´El" na posição horizontal e na cor rosa "Superman (Sofer Man)".



O Homem de Aço e os Anussim:

Seu nome é Kal’Ël que escrito com a letra “Qof” significa “A voz do Ël (D’us)” mas que, quando escrito com “Kaf” significa “Tudo aquilo que D’us é (bondade, força, equilíbrio, imortalidade, esplendor, fundamento e o reino).

Kal’Ël é um exilidado de Kripton nome que alude à parte oculta da Torah e seu nome marrano é ”Clark Kent”. Kal’Ël é a manifestação do Messias e aponta para o que realmente devemos ser na terra: Messias. Já o nome de seu pai biologico é "JorËl (Ior'Ël)" cujo significado é "Aquele que desceu de D'us". Na terra, seu pai adotivo chama-se "Jonathan (Ionathan)" que pode ser entendido como "Dádiva Divina".

Anachnu Meshichim
“Nós Somos Messias”.

Por Misha´El Ha´Levi







quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Encurtador Do Caminho



O Kwisatz Haderach é um nome fictício de uma figura profetizada do messias no universo de Duna, criada por Herbert Frank, e estendida mais tarde por seu filho, Brian Herbert, ao lado do autor de ficção científica Kevin J. Anderson. O nome significa a “o encurtador do caminho” e é o titulo aplicada pelas Bene Gesserit ao desconhecido que procuravam através de uma solução genética, um Bene Gesserit masculino cujos poderes mentais e orgânicos construíssem uma ponte sobre o espaço e o tempo. Conhecido também como “aquele que pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo.” A frase Kwisatz Haderach veio originalmente do Hebreu (קְפִיצַתהַדֶּרֶךְ, HaDérech originalmente do Hebraico Tiberiano e Qif̄îá do Hebraico padrão). No judaísmo, o termo está especialmente associado com o movimento cabalista, que é usado para descrever a habilidade de saltar instantaneamente de um lugar para outro sem se mover, atribuído a vários homens santos (tzadiqim). O termo é usado em alguns dos trabalhos de Shmuel Yosef Agnon, um escritor Israelita que ganhou o prêmio Nobel de literatura de 1966 (mesmo ano em que Duna ganhou os prêmios Hugo e Nebula). Em uma história de Agnon baseada em um dos contos dos cabalistas acima mencionados, a um Rabbi justo (Tzadiq) é dado o dom de “Kfitzat Haderech” que o usa para entrar na Tesouraria do império de Habsburg, e saltar de volta para o seu shtetl (aldeia judia), despercebido por qualquer um. Usa o dinheiro para ajudar os Judeus pobres e perseguidos, e a história diz que o poder seria removido dele se ele ficasse com algum do ouro. Mais tarde, quando o Imperador planejou criar um decreto prejudicial aos Judeus, o Rabbi usou seu poder de “Kfitzat Haderech” a fim saltar para câmara de audiências e bater no Imperador com sua vara, sendo visível (e tangível) ao Imperador, mas invisível a seus conselheiros e protetores.

O Artesão Da Luz