Não era uma aranha descendo sobre a minha cabeça naquela madrugada, às 2h32, do dia 321º do ano e não era um sonho. Era uma alma e não uma qualquer mas, a alma de Immanuel Velkovsky, uma centelha de Chizkiahu ha'melech (Rei Ezequias), enviada para ser o meu rúach e me instruir com relação aos segredos sobre o nascimento da Era messiânica e, esta foi a razão de eu não haver sonhado antes com as palavras finais de Raban Yochanan Ben Zaccai "E preparemos uma cadeira para o Rei Ezequias de judá. Ele está vindo..."
והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא
A gematria mispar kollel das palavras de Raban Yochanan Ben Zakkai é igual a 773 que alude ao ano 773 do 5º milênio no luach hebraico da Torá, o ano do Despertar, 2013.
"Kevód Elohim, hastér davar; u'kevód melachim, chaqór davar (כְּבֹד אֱלֹהִים, הַסְתֵּר דָּבָר; וּכְבֹד מְלָכִים, חֲקֹר דָּבָר.) - A glória de Elohim é ocultar a coisa; e a gloria dos reis é desvendar a coisa."
- Mishley 25:2.
Nada, absolutamente nada, acontece por acaso. Immanuel Velikovsky nasceu em 10 de julho de 1895 em uma próspera família judia em Vitebsk, Rússia (agora na Bielorrússia ). Filho de Shimon (Simon Yehiel) Velikovsky (1859–1937) e Beila Grodensky, Ele se casou com Elisheva Kramer, uma violonista. Ele faleceu em 17 de novembro de 1979, no 321º dia no ano solar.
Oito meses depois, sua alma entrou em uma novem nascida em 25 de agosto de 1980 (13 de Elul, 5740), jovem que no futuro, com o processo de Teshuvá viria a se chamar Elisheva Menuchá que viria a ser minha noiva e dela, por reencarnação em Ibür, eu receberia o meu rúach (espírito) que é o segundo nível de alma. Eu fui concebido em 13 de Elul de 5725 e nasci em 10 de junho de 1966. O nome civil desta jovem possui gematria igual a 521 e está é a mesma gematria do nome Immanuel Velikovsky (עמנואל וליקובסקי)."
"Quando eu tinha seis ou sete anos, meu pai me mostrava o capítulo do profeta Isaías, onde o nome Emanuel é encontrado; mais de uma vez ele falou comigo da fé que depositou em mim."
Immanuel Velikovsky
Na madrugada de 17 de novembro de 2012, a 321ª madrugada do ano, a alma de Immanuel Velikovsky se revelou a mim e passou a me instruir com relação aos eventos celestes da Era Messiânica.
"Immanuel Velikovsky, o escritor nascido na Rússia cujas teorias sobre a colisão de planetas entretinham e ultrajavam o mundo científico enquanto hipnotizavam milhões de cientistas, morreu ontem em sua casa em Princeton, Nova Jersey. Ele tinha 84 anos e ainda trabalha duro em vários novos volumes."
New York Times - 18/11/1979
Sua alma se revelou a mim na madrugada do dia do seu falecimento, 17 de novembro de 2012, trinta e três anos após sua morte. O primeiro segredo que Immanuel me revelou foi sobre o Cometa Ison (C/2012 S1) que foi descoberto por VITALI NEVSKY em 21 de setembro de 2012. Vitali nasceu na mesma cidade que Immanuel Velikovsky, Vitebsk na atualmente Bielorrússia.
A palavra hebraica para Cometa é Shavit (שביט) e sua gematria é igual a 321 e, por esta razão, a alma de Immanuel Velikovsky se revelou na 321ª madrugada do ano. 17 de novembro.
O cometa Ison atravessou o sol no primeiro dia da Festa de Chanuká, a Festa do Messias, um milhão de anos após iniciar sua viagem dos confins do sistema solar. A gematria de "Cometa Ison, 1º de Chanuká (שביט איסון, א חנוכה)" é igual a 538 que é a mesma gematria de "Kochav Beit-Lechêm (כוכב בית-לחם) - Estrela de Belém e é também o mesmo valor numerológico de "Shavit ha'Zôhar (שביט הזהר) - Cometa do Zôhar" que é mencionado em Parashat Balak tanto na Torá como no próprio Zôhar. É na porção Balak que lemos sobre a profecia de Bilam (Balaão) sobre a Estrela de Ya'aqóv.
Este foi, sem dúvida, um milagre da providência divina para nos instruir os segredos da chegada da Era Messiânica.
A foto no início deste artigo, mostra o Cometa Ison fotografado ao lado esquerdo do Monte Fuji, no Japão.
Em época de Páscoa cristã, sempre quando se menciona o crucificação de Yeshu'a, se torna comum encontrar postagens e artigo teológicos que mencionam o "véu do templo sendo rasgado" e, em suma, a mensagem de todos estes artigos é a mesma: Não havendo o "véu" o caminho até o Divino está aberto para sempre, uma vez que, anteriormente, somente os Cohanim podiam ter acesso ao Qodesh Ha'Qodashim (Santíssimo dos Santíssimos).
O que se nota em todas essas postagens e artigos é que, depois de 2.0000 anos a Sabedoria e a Compreensão ainda continua longe da teologia e nada novo se produziu que revelasse o mistério e que, nem mesmo o "véu" tendo, de acordo com o novo testamento, se divido ao meio, os líderes cristãos se quer tiveram acesso ao "Heichal Ha'Sodót (היכל הסודות) - Palácio dos Mistérios - do qual os Profetas obtinham sustento e revelação da profecia. Na verdade se nota que, sequer compreenderam ainda o que o referido "templo" mencionado nas Escrituras do Novo Testamento é...
Em resumo, tais lideres cristãos e teólogos que constantemente e, por muitas vezes, se utilizando de certa violência, para impor o cristianismo como uma religião verdadeira e a única capaz de conduzir a humanidade ao Divino, até hoje, 2.000 anos depois do aparecimento de Yeshu'a, não sabem nem este e nem qualquer outro segredo espiritual que lhes tenha sido revelado diretamente dos Palácios Celestiais.
A pergunta que deveria ter sido feita era: Qual foi esse templo mencionado lá no qual o véu foi partido e, de fato, qual era esse véu?
O Templo
Tando no Evangelho de Marcos como também no Evangelho de Lucas, o termo usado no hebraico para se referir ao Templo foi "Heichal (היכל)" e que significa verdadeiramente "Palácio" e é o termo usando na tradição Cabalista para se referir aos "Sete Palácios Celestiais" chamados "Sheva Heichalot (שבע היכלות)" e não ao "Beit Ha'Miqdash (בית המקדש)" que foi edificado por Sh'lomô Ha'Melech e restaurado por Hordos (Herodes). Vejamos Marcos e Lucas:
"E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo."
Na transliteração para o hebraico, lemos: "U'paróchet ha'Heichal niqrah li'shinayim qerayim milmaelá limatá." Claramente notamos aqui a ausência do uso do termo "Beit Ha'Miqdash" deixando claro que, o templo mencionado se refere a um dos Palácios celestiais e não ao templo físico restaurado por Herodes, ou seja, NENHUM VÉU SE RASGOU NO TEMPLO DE SALOMÃO.
Na transliteração de Lucas vemos o mesmo: "U'paróchet ha'Heichal niqráh li'shinayim qerayim." Ai está, novamente, o termo Heichal aludindo e reforçando que a "PARÓCHET (lit. Cortina)" que se rasgou foi uma outra que não a Paróchet que separava o Átrio do Santo dos Santos.
Se não foi a paróchet que separava e protegia o Santo dos Santos dentro do qual a Aron Ha'Bereti (Arca da Aliança) era mantida, qual foi, então, a paróchet que se rasgou? Vejamos outro versículo do Novo Testamento.
"E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles."
A palavra usada neste versículo e que foi traduzida para "véu" e diferente da usada em Marcos e Lucas e que foi Paróchet (פרכת) que é Cortina. A usada neste versículo supracitado tem raiz em "massach (מסך)" que significa "tela" que é algo usado como um "filtro" para "filtrar a luz" e que, de acordo com a Sabedoria do Zôhar, precisa ir sendo tirada gradualmente para que a Luz dos mundos superiores não nos queime.
O que se está dizendo no versículo citado de Coríntios é que, quando a Torá era lida, os seus mistérios sagrados não era abertos a eles, pois permaneciam escondidos às consciências e a Torá Ne'elam permanecia oculta.
O véu mencionado em Marcos e Lucas que se retirou, foi a cortina que encobria os mistérios que Yeshu'a lhes tinha ensinado e que eles não haviam compreendido e que agora estavam claros às suas consciências.
O templo sagrado é uma alusão ao corpo humano. O Santo dos Santos é a Cabeça dentro da qual está a Arca da Aliança que é a Glândula Pineal que é chamado de "Beit-El (בית-אל) - Casa de D'us" dentro da qual residente a Neshamá (Alma Divina). O altar no qual está acesa a Ner Tamid (Lâmpada Eterna) é o coração do qual brota do fogo do constante amor pelo Divino.
Conclusão
O véu foi a cortina que encobria a consciência espiritual sobre os segredos que Yeshu'a lhes tinha comunicado e, agora, eles tinham livre acesso ao Heichal Ha'Sodot (Palácio dos Mistérios) se se alimentavam constantemente dos mistérios sagrados escondidos na Torá.
Aqui, deixamos claro que, o véu que encobre a consciência do cristianismo permanece até hoje, pois eles não tem acesso aos mistérios divinos a não ser quando um cabalista lhes revela o segredo interior de algum versículo da Torá e que, mesmo assim, ainda permanece encoberto, pois há um outro véu que precisa ser retirado que é a cobertura do prepúcio que encobre "Yesod" e que, completa, com a adição da Letra "yud (י)" o Nome Divino "Shadda'i (שד"י)" afastando as sombras produzidas pelas letras "Shin e Dalet (ש"ד)" que formam a palavra "She'd" que significa "Demônio" e que não lhes permite compreender os segredos de D'us. Eles precisam da Circuncisão...
O meu primeiro nome espiritual, Misha'Ël é o nome de uma das centelhas de almas que formam a vestimenta da minha Néfesh. Misha'Ël foi morto pelo Nazi-Fascismo no Campo de Concentração de Aschwitz-Birkenau em 1944. Este é o segredo dos meus flashs de memória desde a infância nos quais eu me via cercado por homens da Gestapo (a polícia do 3º Reich) e da minha aversão ao Nazismo.
O nome Misha'Ël (מישאל) se refere ao grupo de almas que foi lançado nos fornos crematórios, segredo que está codificado em Daniel, onde lemos: "E estes três homens, Sadraque, Mesaque e Abednego, caíram atados dentro da fornalha de fogo ardente (Daniel 3:23)." O nome Mesaque (מישך) é o nome persa de Misha'Ël.
Misha'Ël, quando lido no sentido inverso da esquerda para a direita, se torna "le'Eshim (לאשים)" e significa "Lançados nos fornos."
SHOAH DATABASE "MISHA'ËL"
Misha'Ël está codificado na Torá Bereshit (Gênesis) capítulo 46 versículos 3 e 4 dentro do qual está o nome Eichmann, o arquiteto dos Campos de Concentrações e no qual lemos "Ele consumiu uma grande nação...". Eu já fiz uma transmissão sobre esse código.
Misha'Ël Helman nasceu em 1885 na hoje República Tcheca e morreu em 1944 no Campo de Auschwitz. Ele era metalúrgico e razão pela qual minha primeira profissão em 1985, 100 anos depois do seu nascimento, foi metalurgia. Aquele foi o ano no qual o copo do Anjo da Morte, Joseph Mengele, foi exumado em Embu das Artes. Eu conheci o médico chefe da força tarefa que o exumou e tudo aconteceu porque eu estava destinado a penetrar e recordar também esta reencarnação.
Está também foi a razão do porque eu fui inspirado a escrever e dirigir o documentário Amaleq - As Origens Ocultas Do Nazismo" em 2002, documentário que foi terminado no dia 7 de outubro, aniversário de nascimento de Heirich Himmler e que naquele ano caiu no dia do aniversário de nascimento do Rabino Chaim Vital, cuja alma também estava entro os amigos de Daniel lançados na fornalha ardente. Vital era, naquela época, o jovem judeu Chananiah (חנניה) nome cuja gematria é 123 que é a mesma de Chaim Vital e a mesma do meu nome civil, Paulo.
Em 1990, nos dias anteriores à Guerra do Golfo Pérsico, eu tive uma visão no qual, um mapa-mundo começa a se encher de banderinhas-suásticas nazistas e uma voz feminina doce e suave me sussurrou "O nazismo não está morto. Está apenas dormindo." A gematria ne'elam do ano 5.750 do qual o correspondente gregoriano foi 1990 é igual a 123
Do ano 1885 à 2008 são 123 anos. O valor 2008 é o segredo de gematria que me foi revelado no sonho com Rabban Yochanan Ben Zakkai no qual eu ouvindo, sendo recitadas em únissono pelos vozes dos mestre da Academia Celestial as palavras finais de Rabban Yochanan que ele disse quando estava para morrer: "Ve'achinu k'ssê Le'Chizkyyahu Melech Yehudá Shevô."
Esses são partes do segredo que me inspiraram, em 2001, a começar a escrever o meu livro Amaleq que está sendo reescrito e rediagramado e no futuro ao livro-título dessa postagem. Ambos serão publicados pelo Selo Maharal - Letras Que Iluminam da Argonauta Editora nos dias futuros.
"A Essência da Sabedoria Suprema é composta de Terra e de Céus, do Divino e do Humano, do material e do imaterial, assim como o homem (Adão) é composto de corpo e alma. A humanidade é a síntese de todos os Nomes Sagrados. No homem estão contidos todos os mundos, tanto o Superior quanto o Inferior. O homem contém todos os mistérios, mesmo aqueles que existiram antes da Criação do mundo".
- do Zôhar "Revelações sobre Adão" - há 2000 anos.
Como traduzir um texto tão antigo que precedeu todas as religiões em mais de 2.000 anos? Eu sempre afirmo que as traduções refletem o caráter dogmático-religioso do tradutor e sua intenção de emprestar autoridade divina à sua crença.
Quase todas as traduções afirmam, defeituosamente, que o significado desse versículo é o que se segue aqui: "E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado."
Na contra mão desse dogma religioso, minha compreensão, através da Sabedoria da Cabalá, me conduziu, em 2012, à seguinte tradução:
"E plantou o Yud Hê Vav Hê-Elohim, gêne no ADN primordial, e o colocou ali o Nome (יְהוָ"ה), no alfabéto-genético da humanidade que havia formado."
O "NOME" se refere ao Tetragrama Sagrado (יהו"ה) com contém toda a tecnologia dos céus e, isso, a ciência genética prova hoje. O Nome sagrado se desdobra nas quatro letras do DNA "ACTG (Adenina, citosina, timina e guanina)." Essas letras (moléculas), são as responsáveis pela sustentação do nosso DNA (דנ"א) no formato de dupla hélice, descoberta feita em 1953 pelo inglês Francis Crick e o americano James Watson.
NÃO LEIA JARDIM
אַל תִּקְרָא גַּן
A palavra "Gan (גַּן)" que foi traduzida para "Jardim" é também a mesma no hebraico para "Gene (גֶּן)" e "Éden" é, na verdade "ADN (עדן)" com a particularidade de que este ADN superior é diferente, um uma letra, do nosso atual ADN que foi modificado depois da "descida" da humanidade se tornando "ADN (אדן)" com a letra "Alef (א)" no lugar da letra "Ayin (ע)". O que foi traduzido para "ali" é, na verdade, o hebraico que significa "Nome" que é Shem com alteração dos pontos vogais se tornando "Sham (lugar)."
O VERDADEIRO DESIGNE
INTELIGENTE
A assinatura do arquiteto pode ser encontrada logo abaixo da superfície de praticamente tudo, incluindo, mas não se limitando a, coisas como a mecânica quântica; física de partículas; teoria das cordas; dinâmica celeste; química e até biologia.
O pesquisador, o Dr. Ishayahu Rubinstein, encontrou a gematria do Tetragrammaton (Yud Hê Vav Hê) no DNA humano e é isso que está codificado no versículo do Gênesis.
Quando, em 2012, descobri este segredo, eu ainda nada tinha ouvido sobre a teoria do design inteligente e não sabia do resultado da pesquisa do Dr. Rubinstein. Foi uma revelação de Shadda'i (Metatron) que emergiu através do estudo.
O Dr. Rubinstein descobriu um padrão único que forma "quebras" na sequência de aminoácidos entre as pontes do DNA. Estas rupturas se apresentam em intervalos equidistantes de 10 5 6 5, números que são as exatas gematrias do Shem Qadosh (Nome Sagrado) Yud Hê Vav Hê (יהו"ה).
A assinatura do Criador está no ADN de toda criação e é isso que o Gênesis está nos contando cripto-enigmaticamente.
O NOME ADONAI
De acordo com a Sabedoria do Zôhar e como foi explicado em Sha'ar Ha'Gilgulim, o Nome Divino "ADONAI (אֲדֹנָ"י)" é o Nome que rege o nosso mundo físico (Olam Ha'Assyá) e não é acaso que este Nome tenha as mesmas letras de "Y-DNA (י-דנ"א)." Com frequência, esse Nome é mencionado no Tana'k junto com o Shem Qadosh (אֲדֹנָי יְהוִה). Nos nossos sidurim mequbalim (livros de orações qabalísticas) o Nome ADONAI é escrito unificado com o Shem Qadosh. Esse tipo de unificação dos Nomes sagrados nós chamados de "Shiluv (שִׁלּוּב) - Entrelaçamento."
אֲיְדֹהנָוִיה
O entrelaçamento dos Nomes ADONAI e YUD HE VAV HE unificam o ADN do nosso mundo com o ADN do mundo superior permitindo à Luz da Criação chegar ao nosso DNA. Entrelaçado, essa unificação recebe o nome de OCTAGRAMMATON - O Nome de D'us de Oito Letras.
DEGENERADOS A IMAGEM DO
MACACO
"Quatro coisas mudaram durante os dias de Enos, filho de Sete: As montanhas tornaram-se terreno rochoso; os cadáveres dos mortos começaram a produzir vermes (apodrecer); os rostos das pessoas tornaram-se semelhantes aos dos macacos; e eles foram desvalorizados diante dos espíritos malévolos."
Charles Darwin foi um charlatão que proclamou ao mundo uma mentira. O homem nunca descendeu do macaco, mas o macaco já foi homem. Devemos recordar que a humanidade primordial era a semelhança de Elohim, tinha a aparência dos anjos acima, mas depois da queda começou a se degenerar e a partir do nascimento de Enosh filho de Shet, ela adquiriu a aparência do macaco.
O nome Enosh (אֱנוֹשׁ) também significa homem, mas um ser humano com defeito, doente, degenerado de sua aparência a forma originais.
Estudando os Códigos da Torah, descobri um muito intrigante que me fez realmente perceber a verdade que foi proclamada pelos chachamim atiqim (sábios antigos) dois mil anos antes de Darwin.
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Na matriz (tabela) do Código acima, a key-word (palavra-chave) é "Qufim (קופים) - Macacos" e logo abaixo dela está cruzando o versículo do Gênesis capítulo 4 que diz "E a Shet também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enosh; então se começou a invocar o nome de Adonai." Quando olhei mais atentamente, descobri que a palavra chave era maior. Na verdade a key-word é "Shemô qufim ihiê (שמו קופים יהי) - serão chamados macacos." Quem "serão chamados macacos?" Os filhos de Enosh, como o versículo conectado à palavra-chave nos dá a compreender.
A MODIFICAÇÃO DO ADN
EDÊNICO
Dentro do versículo 26 do capítulo 4 da Toráh Bereshit (Gênsis) supracitado, está a evidência de que o ADN EDÊNICO foi modificado a partir do nascimento de Enosh.
Codificado em "hú yulad-bën (הוּא יֻלַּד-בֵּן) - para eles nasceu um filho" as letras finais (sofei teivot) são as letras de "ADN" demonstrando que o ADN EDÊNICO foi modificado de "ADN (עדן)" letras que compõem o nome ÉDEN para "ADN (אדן)" substituindo a letras "AYIN (ע)" pela letra "ALEF (א)." A seguir temos "vai'qrá ÊT shemô Enosh (וַיִּקְרָא אֶת-שְׁמוֹ אֱנוֹשׁ) - e chamou o genoma seu nome Enosh" ou seja, uma humanidade modificada, com defeito.
ENTÃO, A HUMANIDADE FICOU CURVADA...
"Inicialmente, Malchut (o mundo) estava em um estado de prostração, que é o segredo da curvatura, e tinha de ser levantado através do nome do Yud Hei Vav Hei (יהוה), para ser colocado ereto. "
- ZÔHAR
O Zohar está indicando que o homem pós-adâmico, ficou em um estado de prostração, curvado como um macaco . Somente através da infusão da energia divina, as letras genéticas semelhantes ao Nome do Criador infundidas no símio, fizeram que o homem ficasse em pé e andasse sobre dois pés. O Nome que alterou a nossa natureza foi o Tetragrammaton, o Yud Hei Vav Hei (יהוה). O valor numérico deste Nome é 26. Existem 26 ossos em cada pé e a coluna vertebral adulta possui 26 principais ossos"
O Zõhar diz que Elohim veio e colocou 26 ossos nos pés e 26 na coluna do "homem-símio (Enosh)" e então a humanidade ficou de pé. A esta humanidade corrigida se deu o nome de "ADAM-ZEQUF (HOMOS-ERECTUS)." Agora é necessário compreender que ADAM-ZEQUF (אדם-זקוף) verdadeiramente significa ~ADAM ZOT OMERET QUF (אדם ז"א קוף) Homem a partir do Macaco."
הוֹמוֹ אֶרֶקְטוּס
Palestrando no XXV Congresso de Ufologia
Curitiba - PR
Bën Mähren Qadësh (Paulo Sergio Batalini) Embaixador Universal Da Paz (Diplomado - França/Suiça)
O Caso Roswell, ou Incidente em Roswell (em inglês: The Roswell UFO Incident), é um dos casos mais famosos da ufologia mundial, diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell, no estado do Novo México, nos Estados Unidos, onde um objeto voador não identificado (ou OVNI) teria caído.
Dizem, que os restos do OVNI de Roswell estão escondidos na Wright-Patterson Air Force Base, em hebraico "Basis Chail Ha'Avir Shel Wright-Patterson (בסיס חיל האוויר של רייט-פטרסון)" que fica a aproximadamente a 16 quilômetros de Dayton, Ohio.
Em 2009, eu estava investigando, procurando por uma cripto-evidência do Incidente Roswell, quando descobri um segredo em Melachim Alef (Iº Reis) capítulo 20.
Antes de tudo, preciso explicar como determinei a palavra-chave que usei para pesquisar buscando por um ufocripto-evidência nos textos hebraicos do Tana'k (Bíblia Hebraica).
Primeiro, nomes não se traduzem, são apenas transliterados e existem dois tipos de transliteração ortográfica que é quando as letras de um nome são apenas copiadas para outro idioma e transcritas se usando os caracteres daquele idioma. O segundo tipo de transliteração é a fonética que é quando as letras de um nome são transliteradas para outro idioma fonéticamente.
Roswell é transliterado para o hebraico ortograficamente "Roswell (רוזוול)" e fonéticamente "Roswell (רוסוול)". A diferença entre as duas transliterações está na letra "Zayin (ז)" para a transliteração ortográfica e na letra "Samech (ס)" para a transliteração fonética.
Realizei duas buscas, sendo uma com a palavra-chave obtida com a transliteração ortográfica e outra com a palavra-chave obtida com a transliteração fonética e o resultando descoberto através da palavra-chave obtida com a transliteração fonética foi surpreendente.
Em Iº Reis capítulo 20, no versículo 25, lemos: "Recruta outro exército semelhante àquele que caiu; dá-nos o mesmo número cavalo por cavalo, carruagem por carruagem; vencê-los-emos se for numa planície; não há sombra de dúvida que os liquidaremos (וְאַתָּה תִמְנֶה-לְךָ חַיִל כַּחַיִל הַנֹּפֵל מֵאוֹתָךְ וְסוּס כַּסּוּס וְרֶכֶב כָּרֶכֶב, וְנִלָּחֲמָה אוֹתָם בַּמִּישׁוֹר--אִם-לֹא נֶחֱזַק, מֵהֶם; וַיִּשְׁמַע לְקֹלָם, וַיַּעַשׂ כֵּן).”
Dentro do versículo nos encontramos o termo "Chail (חיל)" que se traduz aqui para Exército, o termo Nafal (נפל) que significa "Caiu" e o termo "Rachev (רכב)" que é Carruagem e é o mesmo termo usado para a "Carruagem de Fogo" que abduziu Enoque e também Elias.
O termo "Chail (חיל)" que se traduziu para Exército e que é o mesmo usado para a Base Wright-Patterson possui as letras que são as iniciais de "Chayizarim Yubaim Le'Chalal (חייזרים יבאים לחלל)" cuja tradução é "Alienígenas que vieram do espaço." Estas notarikon (acrônimo) junto com "Rechev, Nafal e Mishur" foram "Carruagem, caiu em capo aberto (planície).
Agora, o mais surpreendente foi que, codificado a cada três saltos alfabéticos equidistantes está "Roswell" a partir da letra "Rêsh (ר)" de "Rechev (רכב)" que é Carruagem (OVNI) e que você pode ver na imagem abaixo.
Conclusão
Codificado em Iº Reis capítulo 20 no versículo 25, nos descobrimos uma ufocripto-evidência sobre o Incidente Roswell: "Carruagem dos Alienígenas que vieram do espaço caiu em campo aberto em Roswell (Novo México).
"Melhor é serem dois do que um (טוֹבִים הַשְּׁנַיִם, מִן-הָאֶחָד:)."
Eclesiastes 4:9
O Capitão Edward Get, despede-se de sua esposa, a enfermeira naval Jude Laws, com quem ele tinha uma difícil relação, pois nunca a havia tratado com respeito e amor, como é devido a um esposo tratar sua mulher, pois ela, a esposa, é a “Pedra do Altar Celeste”.
O Capitão Edward está indo na mais difícil missão dos Aliados: O desembarque na praia de Omaha. Quatro meses se passam após a partida do capitão Edward, mas nenhuma carta, nenhuma mensagem, e nem mesmo um aviso de falecimento em combate é recebido pela enfermeira Jude.
Um dia, após um pesado combate nas Florestas de Ardenas, contra a terrível força nazista, a Panzer, o hospital está cheio. Soldados mutilados, em terríveis condições. Alguns sem as pernas, outros sem braços, e muitos com os órgãos internos expostos por terríveis explosões. Entre eles estava o tenente David Soul Mate com um terrível ferimento no braço esquerdo. Quando Jude passa, ele a segura pela mão, e é então que seus olhos se cruzam pela primeira vez. Ela se aproxima ainda presa ao olhar do tenente, e logo nota sua terrível ferida, e imediatamente começa a tratá-lo.
Dias se passam, e o tenente é liberado do hospital, mas seus corações e suas almas permanecem ligados. O amor é imediato e inevitavelmente poderoso.
Numa manha, enquanto a enfermeira Jude em sua casa, nos arredores da vila militar, prepara o seu café deliciosamente misturado com o sabor de um pau de canela, alguém bate á porta. Seu coração imediatamente dispara, como que percebendo que, aquele por quem ele agora suspirava estava lá, em pé a sua porta. Ela arruma o cabelo, e depois de olhar-se no espelho, dirige-se a porta. Em pé, com seu quepe embaixo do braço esquerdo, totalmente curado, está o tenente David. Eles se olham por alguns segundos, e magicamente permitem o encontro dos seus lábios num momento capaz de mover os céus e a terra.
Dois meses são decorridos deste encontro, e numa manha em que a enfermeira Jude prepara o seu delicioso café com a especiaria, três toques na porta a fazem suspirar. Achando ser o seu amado tenente, ela se dirige à porta, ainda segurando em sua mão sua xícara de café, que ao deparar-se com a figura de 1,90 à porta, e deixada ao ar, indo estalar-se de encontro ao chão.
- Edward! – exclama a doce enfermeira. Sua vida agora mudaria radicalmente, e um problema a ser solucionado agora a aguardava, pois achava que o marido havia morrido na guerra.
Para nós estudantes da torah, surge imediatamente um pergunta: Teria a enfermeira Jude cometido Adultério, lançando-se num novo relacionamento, uma vez que seu marido ainda estava vivo?
A resposta evidentemente é sim! Ela cometeu adultério, pois o marido não a havia liberado do seu compromisso.
Para evitar que esta desgraça acontecesse com os guerreiros de Israel, D´us comandou pela “tradição” que, todo guerreiro de Israel ao sair para a guerra, deveria escrever um termo de divorcio, conforme comandado pela lei me Moisés nosso Rabi, para que, não havendo noticias de seu desaparecimento em combate, sua esposa pudesse iniciar um novo relacionamento, e encontrar para os seus filhos um novo pai. É aqui que reside o segredo da história do Amado Rei David e Bath-Sheva.
Muitos “auto intitulados” homens de D´us, pastores e lideres de congregações, tem pecado por gerações, imputando uma má fama ao Rei Santo de Israel, um homem segundo o coração de D´us. Estas pessoas tem pecado contra a Tora e assim contra o Sagrado, bendito seja Ele, ao acusar o Rei de Israel de “adultério”. Tolos que são, continuam se movendo pelas sombras do “romanismo católico” e suas interpretações profanas das escrituras.
Estes homens tolos sem nenhum conhecimento, obrigam mulheres humilhadas, maltratadas a permanecerem atadas a casamento com estes homens que são inimigos de D´us, pois humilham a “Pedra do Altar Celeste” que é a esposa, a figura da “Presença Divina” no mundo, aquele que representa a “terra de kana´an”.
Um Segredo Sobre O Rei David
“Ai do homem, diz Rabbi Shimeon Bar Yohai, que afirma que a Torá pretende se relacionar unicamente com coisas banais e narrativas seculares, pois, se assim fosse, então, nos tempos atuais também a Torá poderia ser escrita com narrativas mais atrativas. Na verdade, porém, a questão é assim: O mundo superior e inferior são estabelecidos sobre um e o mesmo princípio; no mundo inferior é Israel (consciência) , no mundo superior são os anjos. Quando os anjos desejam descer ao mundo inferior, eles têm que vestir roupas terrenas. Se isto é verdade para os anjos, quanto mais para a Torá, por quem, de fato, o mundo e os anjos foram criados iguais e existem. Todo o mundo poderia simplesmente não ter suportado olhar para ela. Agora, as narrativas da Torá são as suas vestes. Aquele que pensa que estas peças de vestuário são a própria Torá merece perecer e não têm participação no mundo vindouro. Ai dos tolos que não procuram mais do que veem. Um roupão elegante não é mais valioso do que o corpo que o carrega, e mais valiosa que o corpo é a alma que o anima. Tolos! veem apenas a roupa da Torá! O inteligente vê o corpo, o sábio porém vê a alma, mas na Era Messiânica do Despertar, alma superior da Torá (os seus segredos ocultos) será revelada.”
Zôhar – O Livro Do Messias - Século Iº
Muitos lideres religiosos e muitas gerações, procurando ensinar justamente aquilo sobre o que não tem nenhuma autoridade, a “Bíblia”, e procurando as causas que culminaram no evento do Rei David com Bathsheva, atribuíram ao Rei Santo de Yisrael, um pecado que ele jamais cometeu: “ADULTÉRIO”. E isto é tão certo porque as conseqüências contidas na Toráh sobre esta questão, não foram aplicadas ao Rei Santo. A torah diz: “E com a mulher de teu companheiro não te deitarás para dar sêmen (Levitico 18:20)”.
Maimônides, explicando acerca deste preceito da Toráh, que é o de Nº 347 dos preceitos negativos, diz: “A punição pela violação deste preceito varia de acordo com as circunstancias. Se a mulher for noiva, ambos ficam sujeitos ao apedrejamento, como determinam as Escrituras. Se ela for filha de um Cohen (sacerdote), ela deverá morrer queimada e o homem estrangulado. Se ela for filha de um Israelita, ambos estão sujeitos a morte por estrangulamento. Tudo isto se aplica se a prova for evidenciada, caso contrário o homem fica sujeito à extinção”.
Nós sabemos que, nenhuma destas punições foi imposta ao amado Rei de Yisrael, o que evidencia que a natureza do pecado do Rei não foi o de adultério. E senão, então qual foi? Para responder esta intrigante questão, temos que voltar ao principio.
Rabbi Shimeon deixou claro que a Torá é um Livro de Códigos e precisa ser olhada a partir desse prisma e somente aqueles que conhecem as chaves para quebrar esses Códigos poderão penetrar os seus segredos.
O talmude declara que, aquele que começa o estudo da Toráh pelo P'shat (Literal), não terá entrada permitida no Olam ha'bá (mundo vindouro).
AS QUATRO MORTES DO TRIBUNAL CELESTE
"O Zohar tem um longo discurso sobre as penas de morte ordenadas na Torá e afirma que, dentro dessas leis prescritas, existem quatro tipos de sentenças. Em outras palavras, não cabia ao Estado decidir se a execução seria na forma de cadeira elétrica ou decapitação, como ocorreu ao longo dos milênios. Em vez disso, o que aprendemos é que existe uma prescrição de qual pena de morte alguém merece. A aplicação de tais penas não estava sobre a tutela dos magistrados ou seja, condenados os transgressores, a pena não era aplicada, pois ela está sobre o domínio de mishpatim e sob as leis do gilgul (transmigração da alma), em outras palavras, é proibido ao homem matar o homem. Na Toráh, esses aspectos negativos em nós são chamados "Goyim (Nações gentias)". Goy (singular) não é uma referências à pessoas, mas, aos aspectos impuros das qlipot (cascas negativas) que estão anexadas em nossas almas. O talmude, no tratado Avoda Zará (26b, Tosephoth), diz o seguinte: “Deve-se matá-los, mesmo o melhor dos goiym”. Evidentemente o talmude não está comandando matar pessoas, mas, sim, nossos aspectos negativos, ou seja, corrigi-los, que é o mesmo que matar esses aspectos. Como exemplo, podemos citar as primeiras palavras da porção Ki Tetsê (כִּי-תֵצֵא) da Toráh (Devarim 20:1), que diz "Ki tetsê la'milchamáh al-oivêcha (כִּי-תֵצֵא לַמִּלְחָמָה עַל-אֹיְבֶךָ) - Quando saíres à guerra contra o teu inimigo...". Aqui, a Toráh não nos está comandando ir e fazer guerra contra outras pessoas mas, sim, contra os nossos inimigos interiores, nossos aspectos negativos que precisam ser corrigidos e a prova está em "al-oivêcha (עַל-אֹיְבֶךָ) - contra vosso inimigo, onde, as letras finais (sofei-teivot) se juntam para forma o pronome de tratamento "você (לך)." Quem é o inimigo? É você mesmo..."
עַל-אֹיְבֶךָ
O Rei David
O Profeta
Foi durante a guerra com os amonitas que o primeiro pecado grave foi cometido por Davi. Sendo profeta, Davi sabia que seu herdeiro e sucessor seria o filho que nasceria para ele e Bate-Seba, uma mulher de renome, famosa por sua excelência em caráter, não menos que por sua beleza insuperável. David soube, no entanto, que ela era casada com Urias, um capitão que lutava com Joabe no comando. Agora, era costume naqueles dias que homens casados, antes de irem à guerra, se divorciarem de suas esposas, para que, no caso de estarem "desaparecidos" em batalha, suas esposas pudessem se casar novamente. Urias havia conseguido o divórcio de sua esposa. David desejou se casar com Bate-Seba imediatamente. Ele convocou Urias para ele e, no curso da discussão, Urias insultou o rei. Davi poderia ter acusado Urias por alta traição, mas temia que o julgamento pudesse ser considerado um meio de se livrar dele. Davi permitiu que Urias retornasse ao campo de batalha, mas instruiu Joabe a não pôr em perigo a vida de outros soldados para salvar Urias de qualquer situação, pois ele merecia a morte em qualquer caso. Joabe seguiu estas instruções e Urias caiu, perfurado por um arqueiro amonita. No devido tempo, Urias ' a viúva tornou-se esposa de Davi. Mas Davi logo aprendeu que sua ação havia irritado muito a D'us .
O Zohar diz: A Serpente original no Jardim de Éden comeu frutas da árvore que também é interpretada como “bebendo vinho”. Por esta ação, duas forças de energia negativas entraram em existência (não devemos pronunciar os nomes) Malcon, e Peor. O Zohar expõe estas duas forças negativas e como eles se manifestam em nosso mundo para influenciar o homem. As duas crianças nascidas de uma relação incestuosa entre Lót e as duas filhas dele são a manifestação física destas duas forças. Está escrito na Toráh: “E conceberam ambas as filhas de Lót, de seu pai. E deu à luz a maior um filho, e chamou seu nome Moab, ele foi o pai dos moabitas até hoje. E a menor, também ela, deu à luz um filho, e chamou seu nome Ben Ami; ele foi o pai dos filhos de Amon até hoje (gênesis 18:36, 37 e 38)”.
Teremos um segundo Shiür para estudarmos as relações de Lot com suas filhas para expormos como o Qadosh baurch hu, manipulou esta situação para trazer a redenção ao mundo. Esta ação do Santo, abençoado Seja Ele, é chamada de "Tiqlá (טקלא) - A Roda do Oleiro."
"A palavra Tikla (טקלא) tem o significado de uma roda de oleiro (טקלא). O seu aparecimento está ligado às heroínas femininas da dinastia davídica e aos seus atos de sedução, cometidos com o objetivo de provocar a redenção e o nascimento do Messias. A primeira vez que a palavra Tikla aparece no Zohar é na Parashat Vayera . É usado tanto no contexto das filhas de Ló, as arquimatriarcas da dinastia Davídica, quanto de Rute, a Moabita, a ancestral materna do Rei Davi. “ Tiqla aparece pela segunda vez na seção Sabba deMishpatim (Zohar II 95b), que discute a reencarnação das almas, o mistério do casamento levirato (as leis que cercam o casamento com a viúva de um irmão falecido) e os relatos da genealogia messiânica.”
Um destes líderes tolos que pregam esta tolice é o "Reverendo Caio Fábio d'Araujo" que tenta justificar o erro cometido no passado usando Rei David. E sua página no Facebook, encontramos estas palavras escritas por Leonardo Gonçalves: "Após o escândalo moral envolvendo a sua pessoa, o adultério seguido do divórcio, bem como a confissão em sua auto-biografia, o reverendo amazonense se desvelou ao público, abriu seu coração como nenhum outro, tirou a máscara e teve a ousadia de revelar ao mundo a sua verdadeira face. Sua hipocrisia, sua conduta dúbia, tudo isso foi delatado por ele mesmo, resultando no ostracismo ao qual ele foi submetido por alguns anos. Não quero com isso justificar a atitude do Caio. Adultério é pecado, causa um tremendo estrago, deixa cicatrizes profundas e em alguns casos a ferida nunca fecha completamente, e o Caio sabe disso. Contudo, que direito temos nós de punir um homem por algo que ficou lá no passado, e que certamente Deus mesmo já perdoou? Será que Caio, em plena vigência da Graça, foi privado por Deus do perdão enquanto Davi, na dispensação da Lei, foi perdoado pelo Criador?"
Nota-se, pelas palavras acima, que não há diferença de pensamento de Caio Fábio para aqueles a quem ele denuncia constantemente. Através das palavras acima se vê claramente que ele acredita mesmo estar no tal "tempo da graça" e que a Torah foi abolida, como é descrito, ela era a "dispensação da Lei"...
Amon & Moab
O Rei David que era um descendente de Moab através de Ruth, usou esta tremenda negatividade como uma ferramenta para ter controle em cima destas duas forças negativas. De acordo com as leis de espiritualidade, para se atingir controle genuíno em cima de qualquer situação, a pessoa tem que ter alguma conexão (parentesco) com isto. Foi destinado que o Rei David seria semeado com esta negatividade porque ele era cheio com a força espiritual necessária para ter controle em cima disto. Está, portanto escrito no Zohar:
O Rei David disse: “Contra Ti, contra Ti somente, tenho eu pecado, e praticado o mal em Tua vista”. O significado disto é o seguinte. È possível cometer pecados que são ofensas tanto para o Senhor quanto para o homem; também se pode cometer pecados que são ofensas contra o homem, mas não contra o Senhor; mas há também pecados que são cometidos somente contra o Senhor. O pecado de David foi este último tipo. Talvez, porém, você se incline a questionar isto, dizendo:
“Mas e o pecado com BatSheva? Por acaso não pecou contra o marido – para quem ela estava agora proibida – assim contra o Senhor?”.
Para esta pergunta há uma resposta, que é a seguinte: De acordo com a tradição, Urias, como era costume com os guerreiros de Israel, deu à sua esposa uma nota de divórcio antes de ir para a batalha, logo David não pecou contra Urias no sentido de traiçoeiramente roubar a sua esposa. E por isso lemos: “E David confortou a BatSheva, sua esposa”, o que prova que ela era considerada como a esposa legítima de David, destinada a ele desde o início dos tempos.
O seu pecado, então, foi uma ofensa somente contra o Senhor. E em que constituiu esta ofensa? Não em que ele ordenou que Joab, seu general, enviasse Urias para frente de batalha para que fosse morto – porque David tinha o direito de fazer isto, uma vez que Urias chamou Joab de “meu senhor Joab” na presença do Rei, o que foi desrespeitoso.
O pecado de David foi que ele não matou Urias no momento em que desonrou o Rei, mas em vez disso deixou que fosse morto pela espada dos filhos de Amon; porque em cada espada amonita estava gravada a serpente que era seu deus. Disse o Senhor a David: “Tu conferiste força à abominação”; porque quando os filhos de Amon mataram Urias e muitos outros israelitas, e a espada de Amon prevaleceu, o deus pagão foi fortalecido por David.
Então vemos claramente que a natureza do pecado do Rei David não foi a de tomar para si a BathSheva por mulher, uma vez que ela estava destinada a ele desde a criação, e nem tampouco o de matar Urias, e sim matá-lo através da espada dos Amomitas. E é por isto que está escrito: E David confortou Bath-sheva, SUA ESPOSA!.
Quando David cometeu seu grande pecado ao tomar para si Bat Sheva, ele pensou que isto iria deixar para sempre uma marca. Mas chegou até ele a mensagem: “O senhor pôs de lado o teu pecado, e não morrerás”; Quer dizer, a mancha foi removida. Rav Abba colocou esta pergunta para rav Shimon: ‘Se aprendemos que Bat Sheva foi destinada ao Rei David desde o dia da criação, como pode ser que o Senhor a tenha dado primeiro a Urias, o hitita?’ Rav Shimon respondeu: Assim é o caminho do Senhor; embora uma mulher esteja destinada a um determinado homem. Ele permite que ela seja primeiro mulher de outro homem até que chega a hora da alma-gêmea (que se elevou espiritualmente). Este é o segredo porque a terra de Kana´an foi primeiro esposa de outro para depois ser dada a Israel que era o seu legitimo marido. Tolo é o homem que humilha sua esposa e a difama perante os outros, pois por este pecado, ele será morto. Foi por isto que o povo foi punido, pois quando os espias voltaram de olhar a Terra, a difamaram. Fazendo assim, o marido se vai deste mundo (ele morre) para ceder lugar ao outro homem que a tratará como uma pedra preciosa, como está escrito: Esposa virtuosa, quem a achará, pois o seu valor excede finíssimas jóias. Esta é a razão secreta pela qual Bat Sheva foi dada primeiro a Urias.
Existe um recado dos céus, uma mensagem, um código divino criptografado em algum lugar para cada um de nós. Percepções sinalizam o caminho guiando a alma ao seu destino final. São como gatilhos que vão dando à alma pequenas gostas de lembrança que a vão fazendo recordar de sua verdadeira identidade até que ela alcance o momento pela qual reentrou nesse mundo: O Despertar.
O Despertar acontece quando a alma se recorda de seu verdadeiro nome (ver Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 38). A alma à qual nos referimos aqui é a neshamá, mas o processo é o mesmo para os três níveis.
Em 22 de janeiro de 2001, no meu primeiro ano do rabinato cabalístico, estreou, na Rede Globo, a novela "Um Anjo Caiu Do Céus" com Caio Blat e Tarcísio Meira. 22 de janeiro transliterado para o hebraico (כב ב"יאנואר) possui gematria igual a 292. Teve seu primeiro capítulo gravado em Praga, na República Tcheca, sim, Praga, a cidade na qual o Maharal, o rabino Yehudá Loëw Ben Betzalel foi o Rabino chefe e na qual ele criou o Golem, o ser de barro feito para proteger o povo judeu e muitos outros milagres.
A novela teve 185 capítulos e teve o seu último episódio exibido na noite de 25 de agosto de 2001 (7 de Elul, 5761).
Tarcísio Meira
Não por acaso, o valor 292 é o resultado em gematria mispar kollel de Yehudá Loëw Ben Betzalel (יהודה לוואי בן בצלאל). A gematria mispar kollel é o resultado da soma da gematria mispar gadol com o numero de palavras na frase ou no nome e nesse caso, a gematria do nome do Rabi que é 288 mais as quarto palavras que o formam.
Já o valor 185 é o resultado em gematria da expressão "Yavoú ba'chelom ha'layla (יבאו בחלום הלילה)" cuja tradução é "Ele virá em um sonho à noite..." Quem viria em um sonho à noite? A alma do rabino Judá Loëw Ben Betzalel.
A data do término da novela, noite de 7 de Elul (ז ב"אלול) possui gematria mispar musafi igual a 82 que é a mesma gematria da palavra Gilgul (גילגול) que significa "Reencarnação." Em hebraico "Um Anjo Caiu Do céu" é "Ha'Malach-Nafal-Mi-Shamayim (המלאך-נפל-משמיים)" escrito assim mesmo com "Maqafim (hifens)" e a gematria mispar kollel é igual a 697 que é exatamente a mesma de "Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים) - Portal das Reencarnações."
Passados dois anos da estreia da novela, na madrugada de Lag Ba'Omer de 5763 (20 de maio de 2003), a alma do Maharal me visitou durante um sonho. Ele portava sua maravilhosa bengala na mão esquerda. Ele me olhou e passou a me revelar um segredo sobre reencarnação que eu jamais havia lido ou ouvido dos lábios de qualquer pessoa. Eu chorei durante todo o recorrer daquele dia e cada vez que um dos discípulos vinha falar comigo eu chorava e nada conseguia falar ou responder.
E, por que na madrugada de Lag Ba'ômer? Porque, 413 anos antes, na mesma madrugada de Lag Ba'ômer de 1590, o Maharal desativava o Golem que havia criado para proteger o povo judeu. Naqueles dias eu estava noite de uma jovem cuja gematria do nome era exatamente 413. A gematria do nome do ator principal da novela, Tarcísio Meira (טרסיסיו מאירה) é 611 que é a mesma de Torá (תורה), e a gematria mistar kollel é 613 que é o número de preceitos que contém a Torá. Já a gematria Avgad Reversa é 774 (תשע"ד) que foi o ano do meu despertar.
Quando o despertar acontece, todos os segredos ficam despidos diante da alma do que despertou e ele passa a ler os códigos que sua alma escreveu no universo antes de entrar no mundo. Este código estava lá para mim e por esta razão somente minha alma pode percebê-lo e o decodificar.
A propósito, o valor 288 é o resultado gematrico de Yehuda Loëw Ben Betzalel e tbem de Ibür (impregnação, tipo de reencarnação mencionada em Shaar Ha'Gilgulim) e é tbe a gematria de "Borê Golem (בורא גולם)" que significa "Criador do Golem." Bendito seja o Atiqá Qadishá que revela os segredos.