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quarta-feira, 24 de maio de 2017

O DNA & O NOME DE D´US


"A Essência da Sabedoria Suprema é composta de Terra e de Céus, do Divino e do Humano, do material e do imaterial, assim como o homem (Adão) é composto de corpo e alma. A humanidade é a síntese de todos os Nomes Santos. No homem estão contidos todos os mundos, tanto o Superior quanto o Inferior. O homem contém todos os mistérios, mesmo aqueles que existiram antes da Criação do mundo". - do Zôhar "Revelações sobre Adão" - há 2000 anos.

Introdução

Nos primórdios o homem andava curvado, pois não havia no seu DNA e no seu corpo o Nome (יְהוָה) Divino. Quando o Criador colocou no homem o Seu Nome (יְהוָה) Sagrado, o homem foi colocado em pé, ereto sobre seus pés. As letras/códigos que formam o Nome (יְהוָה) do Criador são "Yud (10), Hê (5), Vav (6) e Hê (5) cujas somas resultam em 26. O Pé O pé humano é composto de 26 ossos sendo, sete ossos do tarso (tálus, calcâneo, cubóide e os três cuneiformes); cincos ossos do metatarso; 14 falanges (três para cada um dos dedos, exceto para o hálux, que tem apenas duas). A Coluna A coluna vertebral de uma pessoa adulta é composta por 26 ossos e 33 vértebras, sendo 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5 vértebras lombares, 1 sacro (formado por 5 vértebras fusionadas) e 1 cóccix (formado por 4 vértebras fusionadas). Está é mais uma evidência da sagrada assinatura do Criador em Sua obra.



1º Parte

E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado.
וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר. 

Gênesis 2:8

A palavra hebraica para gene é "gen (גֵן)" que é a mesma para o hebraico da Torá jardim que é "gan (גן)" e isso nos dá um entendimento mais elevado do versículo supracitado. Podemos agora, ler o passuq de forma mais elevada revelando seu segredo interno.

"E plantou, o "YUD HE VAV HE" Elohim, gene no ADN primordial, e naquele lugar, o Nome, no código de letras da humanidade que havia formado."

Raziel 
O Codificador Do ADN Da Humanidade

Esse assunto não é novo, pois o revelei, em 2012, conforme me foi revelado pelo Anjo, o Maguid que me acompanha. Venha e Compreenda, está escrito "E criou Elohim a humanidade na sua imagem, na imagem de Elohim a criou, masculino e feminino criou-os (וַיִּבְרָא אֱלֹהִים אֶת-הָאָדָם בְּצַלְמוֹ, בְּצֶלֶם אֱלֹהִים בָּרָא אֹתוֹ:  זָכָר וּנְקֵבָה, בָּרָא אֹתָם)." A pergunta que deve ser feita aqui é quem foi o Elohim que criou a humanidade à sua imagem? A resposta está em "be'tzelem Elohim (בְּצֶלֶם אֱלֹהִים)" cuja gematria é 248, valor esse que revela o nome do Codificador Do ADN da humanidade. Seu nome é Raziel, o príncipe dos mistérios que foi o professor de Adão e Moisés.

É verdade, o Nome Divino está codificado no ADN da humanidade, conforme foi escrito: "Zêh sêfer toledot Adam, be'iom bará Eloqim Adam, be'dimut elohim assá otô (זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם: בְּיוֹם, בְּרֹא אֱלֹהִים אָדָם, בִּדְמוּת אֱלֹהִים, עָשָׂה אֹתוֹ) - Este é o livro das gerações da humanidade (Adão significa humanidade) no dia em que criou Eloqim Adam, à semelhança de Eloqim o criou (Bereshit 5:1)". E não é apenas isto, pois o Nome do Genetista Celestial que codificou o ADN da humanidade está escrito, codificado no sentido inverso ao passuq (versículo). Seu nome é Raziel (רָזִיאֵל).



A numerologia cabalística do Nome Raziel (רָזִיאֵל) é 248. Todos nós assinamos nossos nomes quando criamos algo, arte, musica, etc, e desta mesma forma, Raziel, assinou sua criação, formando para o homem 248 órgãos.

Na Torá Bereshit (Gênesis) capítulo 4 versículo 26 e cpítulo 5 versículo 1º, descobrimos um surpreendente segredo: Além do Nome do Anjo dos Mistérios, Raziel, codificados nestes versos, está também escrito a cada 4 saltos equidistantes de letras "Yud Hê Vav dam (יְהוֹ דָם)" que pode ser interpretado como "O Nome Divino no sangue".

בְּשֵׁם יְהוָה .זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם: בְּיוֹם

Por temurá, esta 5 letras podem ser permutada para revelar "YUD HE VA HE".  Para evidenciar e deixar claro que o versículo 1º do capítulo 5 do Gênesis está tratando do Livro do Genoma Humano, vou fornecer outra cripto-evidência:

זֶה סֵפֶר, תּוֹלְדֹת אָדָם: בְּיוֹם, בְּרֹא אֱלֹהִים אָדָם, בִּדְמוּת אֱלֹהִים, עָשָׂה אֹתוֹ.

Dentro do mesmo versículo a cada 6 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) temos AIDS (אידס) e depois "be'dam mut (no sangue mata)".

2º Parte
O NOME ADONAI & O CROMOSSOMO Y 

O Nome Divino que brilha sobre o nosso universo é Adonai (אֲדֹנִי) que em hebraico não possui as vogais como no nosso idioma português e, portanto, se translitera "ADN-Y" (אֲדֹנִ-י )". Este Nome possui 24 permutações, uma para cada uma das 24 horas do dia e, no mais profundo dos segredos divinos, uma para cada um dos 24 cromossomos que possuiu Adam ha'rishon (אָדָם הרִאשׁוֹן) - a humanidade primordial. Com a queda para dentro deste universo um destes cromossomos foi desligado. São 4 as núcleo-bases que formam a dupla hélice do ADN: Adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T) chamadas bases de ADN representadas pelas letras ACGT e que são equivalentes às 4 letras do Tetragrama (יְהוָה). Uma destas 24 permutações é exatamente a "Y-ADN (י-אֲדֹנִ) e ainda há mais.


Na genética humana, um haplogrupo humano do ADN do cromossoma Y é um haplogrupo definido por diferenças nas porções não recombinantes do ADN do cromossoma Y (chamado Y-DNA ou Y-ADN). Representa a diversidade genética humana baseada em polimorfismos de um único nucleotídeo (SNPs) no cromossomo Y. Os haplogrupos de Y-DNA representam os ramos principais da árvore filogenética do cromossomo Y. O "Y-cromossômico Adam" é o nome dado pelos pesquisadores para o antepassado patrilineal mais recente comum de todos os seres humanos vivos na raiz desta árvore. Estimativas da data em que Y-cromossômico Adam viveu variaram significativamente em diferentes estudos.

3º Parte
O DNA HUMANO & O NOME DE D'US

A assinatura do arquiteto pode ser encontrada somente debaixo da superfície de praticamente tudo, incluindo, mas não limitado, à coisas como a mecânica quântica; Física de partículas; teoria das cordas; Dinâmica celestial; Química e até biologia. O foco deste artigo é a biologia. 

Agora esta assinatura foi encontrada no DNA humano também. Um médico de pesquisa em Israel, Dr Rubinstein, que se especializou em DNA e usa um microscópio eletrônico em uma base regular, descobriu um padrão único que forma "quebras" na sequência de aminoácidos entre as pontes. 

A primeira ruptura aparece em um intervalo de 10, a segunda em um intervalo de 5, a terceira em um intervalo de 6 e a quarta em um intervalo de 5. Este padrão se repete sempre em intervalos de 10, 5, 6  e 5 e, depois outros 10, 5, 6, 5 e outros 10, 5, 6, 5; e assim por diante. 

Alguns irão reconhecer imediatamente esses números. Eles são a gematria de cada letra no Tetragrammaton (יְהוָה) em seqüência. O Yud (יְ) tem uma gematria igual a 10. O Hê (ה) tem uma gematria igual a 5. O Vav (וָ) tem uma gematria igual a 6 e o Hê final (ה), é claro, é igual a 5. 



Assim, a assinatura do arquiteto pode ser encontrada em DNA humano, assim como Ele é encontrado em quase tudo o mais, em um nível ou outro. Foi-nos dito que um dia todos os homens conhecerão o Nome de Deus. Talvez esta descoberta sobre o DNA, juntamente com as muitas outras conexões reveladas neste blog, entre as características matemáticas e geométricas de todas as 216 letras no Nome Explícito; as propriedades das luchot (Tablets da Torá); e tantos aspectos do universo físico; serão um dia de conhecimento comum e o mundo realmente vai conhecer este segredo maravilhoso e compreender que as letras deste nome realmente rege, literalmente, sobre tudo.

4º Parte

É aqui que as religiões são destruídas com seus dogmas e segregações, com suas motivações egoísticas que tornam as pessoas tolas e preconceituosas. Não existem um dogma melhor que outro e nem pessoas melhores que outras, pois todas, possuem a assinatura do Criador do universo em seus DNA's.
 


Ninguém é melhor por ser judeu, ou cristão ou islamita e para destruir este preconceito, D'us codificou seu nome no DNA humano que é a imagem da Torá sagrada pela qual todo o universo foi criado. O DNA humano é verdadeiramente um Livro Sagrado assinado pelo Criador.



Revelação

Esta é uma revelação pela Compreensão Divina e, não, um vaticínio religioso baseando em achismo e no ego. Este é o ano 778 do 5º milênio e, o valor 778 é a gematria de "Sha'ar Razá" que traduzido significa "O Portão Do Mistérios". Muitos segredos da Torá serão abertos à humanidade.

O CÓDIGO Y-DNA

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Dentro dos capítulos 4 e 5 do Gênesis, a cada 298 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) descobri Y-DNA que é cruzando pelos versículos 26 de capítulo 4 e 1º do capítulo 5 "E a Shet também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor. Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez  (Gênesis 4:26 e 5:1)." Dentro do versículo 1 do capítulo 5 em direção ao 26 do capítulo 4 está codificado o nome RAZIEL e  "Este é o Livro das gerações de Adão..." cruza "Y-DNA".

Abençoado seja o Sagrado, bendito seja Ele, que revela os Seus mistérios aos Seus servos, os qabalistas. Razá Ila'áh.

Autor
Partes 1, 2 & 4
Bën Mähren Qadësh
MIsha'Ël Ha'Levi


terça-feira, 16 de maio de 2017

EU QUERO ACREDITAR


Cripto-Ufologia

Cripto-Ufologia é a Ciência que trata da busca de descoberta de fenômenos encriptados e sua análise com finalidade de produzir evidências sobre os fenômenos ufológicos e ou decodificar mensagens deixadas por civilizações extraterrestres.

Os OVNIs DE YESHURUN

"Não há outro, ó Yeshurun, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda, e na sua majestade sobre as mais altas nuvens".

אֵין כָּאֵל, יְשֻׁרוּן: רֹכֵב שָׁמַיִם בְּעֶזְרֶךָ, וּבְגַאֲוָתוֹ שְׁחָקִים.

Deuteronômio 33:26

Como o Sagrado vem em auxílio a Yeshurun (Israel) cavalgando os céus? Dentro do verso no original hebraico (אֵין כָּאֵל, יְשֻׁרוּן:  רֹכֵב שָׁמַיִם בְּעֶזְרֶךָ, וּבְגַאֲוָתוֹ שְׁחָקִים), nas palavras "shamayim be'ezrêcha (שָׁמַיִם בְּעֶזְרֶךָ) - céus para tua ajuda" no sentido inverso  (da esquerda para a direita) encontramos as letras "ayin beit mem yud mem (מַיִםבְּעֶָ)" e ao reagrupá-las no sentido correto do hebraico  (da direita para a esquerda) descobrimos o plural do termo hebraico para "Ovni (עב'ם)", o mesmo encontrado no singular dentro da narrativa da abdução do Profeta Elias (2 Reis 2:11) que é (עבמים).

É claro que OVNI é um acrônimo na língua portuguesa e que contém as iniciais de "Objeto Voador Não Identificado. Em inglês o termo é UFO cujas iniciais são o acrônimo de "Unidentified Flying Object". Em hebraico é "Etzêm Baltí Mezohêh (עב'ם)" no singular.

Fica apoiado com esta evidência que, a humanidade é vigiada, visitada e auxiliada por Deus e que este auxílio é prestado por seres extraterrestres (malachim/anjos) que se utilizam de suas carruagens celestes.

O que foi traduzido para "cavalgando os céus" é no original hebraico "rochév (רֹכֵב)", termo este que possui as mesmas letras da palavra "rakav (רַכָּב)" termo este que, de acordo com a língua hebraica significa carruagem ou transporte motorizado e também "máquina".

Outro verso onde rakav (רַכָּב) aparece é no Tehilim (תהילים) péreq 68, no 18º passuq, muitas "rakavim (plural)" vieram com o Sagrado quando ele veio ao Monte Sinai:

"Rechév Eloqim ribotayim alfê shin'an, Adonai vam Sinai ba'qodesh - Miríades e miríades de carruagens com incontáveis anjos O acompanhavam, e entre eles, em sacralidade, veio o Eterno ao Sinai".

רֶכֶב אֱלֹהִים, רִבֹּתַיִם אַלְפֵי שִׁנְאָן; אֲדֹנָי בָם, סִינַי בַּקֹּדֶשׁ.

Arte do filme "Contatos Imediatos Do 3º Grau"
do cineasta judeu Steven Spilberg

AS CARRUAGENS DOS DEUSES

A expressão encontrada no passuq (versículo) citado acima (Rechév Eloqim) pode ser, com a mudança dos nikudot (vogais) compreendida como "Rakav Eloqim (רַכָּב אֱלֹהִים)" e que pode ser traduzida como "Carruagens Dos Deuses". Você já leu ou ouviu esta expressão ou título?

A capa do Livro 
"Eram Os Deuses Astronautas (Chariot Of Gods)?" do autor suíço 
Erich Von Daniën.

Erich é um controverso escritor suíço conhecido por criar diversas teorias sobre a suposta influência extraterrestre na cultura humana desde os tempos pré-históricos. Däniken é o principal responsável por popularizar a crença de que os deuses, descritos na literatura e escrituras das principais religiões e civilizações, eram na realidade extraterrestres. Estaria ele realmente errado e sua teoria que é amplamente rejeitada por cientistas e academicos, que caracterizam o seu trabalho como pseudo história e pseudo arqueologia, estaria realmente errada?


Na matriz criptográfica acima nós temos todo o capítulo de Devarim (Deuteronômio) 33 e codificado dentro dele a cada 33 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) se encontra "Erich (אריך)" e acima dele surge o verso citado no início deste assunto, sendo que o acrônimo para "Objeto Voador Não Identificado" em hebraico (עב"מים)" no sentido inverso, como já explicado, aparece ao lado esquerdo dentro do versículo em questão. Na verdade, Erich surge duas vezes no verso (marcado em azul), sendo uma dela, cruzando o versículo supra citado.

Erich Von Daniën quando jovem

Na biografia de Erich Von Danikën na Wikipédia, o acrônimo de "Etzêm Balti Mezohêh (עב"מים)" com as mesmas letras encontradas no verso, é usado. Veja abaixo:

אריך פון דניקן נולד בצופינגן אשר בשווייץ. עוד מילדות התעניין במדע בדיוני ובעב"מים
"Erich von Däniken que nasceu Btzofingn Suíça. Desde a infância tem interesse infância em Ficção Científica e UFOs (עב"מים)".


Está é uma cripto-evidência com 33 séculos de idade codificada no texto hebraico original da Torá por Moisés nosso mestre e evidência que deste tempos primordiais somos visitados por seres de outros mundos existentes e habitados da galáxia.

. 
Excerto do Livro
"EU QUERO ACREDITAR"
Em processo de criação

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Autor
Deepak Sankara Veda

quarta-feira, 22 de março de 2017

Chaim Vital:- O Saltador De Dimensões

Chaim Vital 
O Saltador De Dimensões
“Kiftzat Há’Dera’k”



"Era manhã do dia onze de novembro de 1577, rosh chodesh Kislev, o primeiro dia do novo mês do luach hebraico antigo. O mestre acordou cedo, como de costume, antes dos primeiros raios do sol iluminarem os telhados das antigas casas da aldeia de Tzfat (Safed) - a cidade mística dos qabalístas judeus, o vilarejo dos estudantes da Sabedoria Escondida. Ainda em sua cama, mentalmente, recitou o Shivit cognitivamente com introspecção, a temurá do Nome Divino de quatro letras correspondente ao mês vigente para, logo a seguir, pronunciar diligentemente e sussurradamente o Modê Ani . Se levantou e caminhou até a pequena mesa sobre a qual descansavam uma pequena bacia de cerâmica e um cântaro médio cheio com água. Tomou a vasilha com a mão direita e entregou-a à esquerda e com kavaná e alternadamente, conforme a tradição do Zôhar, fez a ablução conforme a transmissão esotérica.

Depois de fazer sua higiene pessoal, vestiu os tzitziot, após de recitar a brachá (benção) apropriada, atou os tefilin e se cobriu com seu talit. Proclamou as bênçãos da aurora e seguiu recitando a Amidá de Shacharit cantilando cada letra e meditando em cada nikud e com as tagin das otiot sagradas e foi somente ao terminar, dando três passos para trás e se inclinando para a esquerda, direita e para o centro, que se sentou à mesa para o seu café da manhã. Pães frescos recém assados por sua maravilhosa esposa Oirá Boêina, descansavam dentro de uma cesta feira de folhas de tamareira trançadas. Outras duas continham tâmaras recém colhidas pelo quitandeiro da aldeia e que as entregava de casa em casa e um favo de mel deliciosamente fresco e que o mestre comprava do apicultor da vila.

- Boqer Tóv zugotí – disse o mestre, expressão que significa “Bom dia minha alma gêmea”. Oirá se aproximou e beijou o mestre: - Bom dia raboni – que quer dizer “meu mestre”. Vital se alimentou, agradeceu pela provisão à sua amada esposa, lavou as mãos sem pronunciar benção, uma vez que isto não era adequado e recitou a brachá de agradecimento pela provisão e, como de costume, saiu para caminhar.

O sol timidamente começava a anunciar sua presença suavemente espargindo sua luz sobre a maravilhosa aldeia de Safed e colorindo as nuvens com um púrpuro místico, mas, não foi o sol que lhe sequestrou a atenção e sim a maravilha estrela adornada por uma luminosa cauda que mergulhava por detrás das colinas de Tzfat. Sua longa e luminosa cauda foi vista se estendendo sobre o mar da Galiléia. O mestre se sentou em um banquinho de madeira embaixo de uma frondosa tamareira e a observou desaparecer atrás dos montesinos do lurgo esotérico de Israel. Permaneceu ali, pensativo, refletindo consigo, após o que, se decidiu pela mudança para Jerusalém. Um mistério se vestiu em sua decisão e nem mesmo os companheiros ousaram o questionar sobre sua decisão. 

Quinze dias depois, com aquela maravilhosa estrela ainda brilhando sobre os céus de Israel, o mestre e sua família sagrada se assentou em uma nova casa nos arredores da cidade santa. Dizem que ele comentou, ao pé dos ouvidos dos amigos da assembleia sagrada, da lembrança que teve enquanto observava a estrela. Recordou-se da instrução de seu agora oculto professor, o Sagrado Leão de Safed, o Tzadiq Nistar, sobre as palavras de Raban Iochanan Ben Zakai que ele viu surgir, misticamente, em sua testa numa Shabat do ano do seu ocultamento: “E preparem uma cadeira para Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo”. Foi esta a razão da mudança do mestre junto com sua família para Jerusalém no ano do Grande Cometa de 1577 apareceu.

Numa manhã de Shabat, após realizar todo o seu ritual sagrado e tomar seu delicioso café regado com tâmaras frescas e aquele delicioso favo de mel, caminhava, seguindo a halachá de não caminhar uma distância longa durante o período da Shabat, pelas vielas da antiga cidade quando, um dos guardas do palácio real, bastante ofegante, por sinal, o abordou, engasgando com as palavras enquanto buscava fôlego para lhe declamar as palavras do Sultão de Jerusalém:

“O rei – pausou respirando com dificuldade – requer vossa presença – suspirou aliviado”. Havia caminhado por quase todas as vielas à procura do grande cabalista. Nenhum judeu naqueles dias jamais pensaria em não atender a um chamado do Sultão de Jerusalém “- e certamente – pestanejou franzindo a sobrancelha esquerda – eu não serei o primeiro” – disse para si enquanto caminhava ao lado do guarda real que recebeu ordem de o escoltar até o palácio. O mistério lhe aquecia as almas.

“- Pelas barbas de Rabi Akiva...” – balbuciou puxando as próprias zaqenot “ – e pela luz da lâmpada sagrada, o que será que deseja o sultão comigo?” – discorreu em seus pensamentos.

Adentraram, depois de vinte e seis minutos de andança, os portões do palácio entre olhando-se como se aliviados ambos por terem alcançado as entradas da oponente edificação sãos e salvos.

“- Dias perigosos!” – sussurrou o guarda ao que Vital, franzindo a sobrancelha esquerda, demonstrou concordar. O guarda sei foi.

“- Eu ouvi, enquanto caminhava pelas ruas de Jerusalém sob o manto do silêncio deste dia, o som de águas subterrâneas correndo por baixo desta grande e sagrada cidade e curioso” – disse o sultão – “me informei com meus sábios sobre este mistério e eles me revelaram se tratar das águas do rio Giom que foi selado pelo rei Ezequias” – completou.

“- Alteza” – disse o mestre se curvando da forma apropriada – “ – se me permite o questionar, foi por este mistério que o rei mandou me chamar?

“- Não!” – Respondeu o sultão. “- Eu o mandei chamar porque, fui informado pelos meus sábios, que você é o mais elevado cabalista em toda Israel e que somente você poderia retirar o sifão e abrir a fonte do Giom e é o meu desejo que você o faça!” – Exclamou o rei apontando seu cetro na direção do coração do mestre.

Vital estremeceu e em poucos segundo refletiu sobre toda as meditações que teria que realizar para abrir o manancial do Giom. “- E se eu falhar...” – Pensou. O medo o tomou de súbito.

“- Agora que você conhece o meu desejo, vá e o realize para mim!” – Ordenou o sultão fazendo um sinal para que um guarda o escoltasse até ao portão do palácio.

Vital saiu, curvando-se adequadamente, atemorizado da presença do rei. Ao chegar em casa, atravessou a porta sob os sinos de vento colocados sob o telhado e se fechou em seu quarto. Acendeu muitas velas e tomando aquele antigo livro de meditações que ele mesmo havia anotado, intencionou com determinados nomes secretos e sagrados que ali estavam escritos. Os sinos de vento pendurados sob o telhado em frente à porta de entrada da casa tilintaram como que soprados por um vento esotérico assoviando mistérios. No quarto, o mestre já não era. Somente as cortinas dançavam à luz de velas acesas sopradas pelo mesmo ruach que fez cantar os sinos do lado de fora.

Que homem era este que recebia imediatamente o auxílio da provisão divina ao invoca-la? Vital reapareceu em Damasco caminhando pela rua principal como que saído de lugar algum. Ninguém o notou. À noite, o sagrado Leão, veio a ele em um sonho, enquanto Vital se revirava na cama da velha hospedaria de Damasco no quarto iluminado pelas flamas de uma vela e lhe perguntou:

“- Por que você fugiu?” – “- Tive medo meu mestre” – respondeu o cabalista ao seu professor e tentou infortunadamente lhe explicar:

“- As meditações eram muito complexas e eu temi pela minha alma” – justificou-se o cabalista tentando convencer o seu mestre.

“- Dezesseis dias atrás em vim até você cavalgando uma brilhante estrela e lhe recordei das palavras de nosso mestre ben Zakai quando estava para morrer, e você sabe que você é a reencarnação de Ezequias, rei de Judá, que fechou a fonte superior do Despertar e era sua tarefa retirar o sifão a liberar as águas e você me diz que teve medo por causa das temurot que teria que realizar? – Lhe repreendeu o sagrado professor.

“- Sim meu mestre!” – Tentou novamente se justificar o cabalista ao que seu mestre lhe questiounou: “ – E como você chegou a Damasco? Não foi através das muitas permutações sobre os Nomes Sagrados?” – O lembrou seu amado instrutor.

“ – Esta bem mestre, eu vou voltar lá amanhã e vou retirar o sifão!” – Vital disse arrependido, ao que o mestre lhe respondeu enquanto esvanecia de seu sonho: “ – O dia era hoje e agora somente daqui a quatrocentos e trinta e seis anos, no primeiro dia do festival de Hannuká quando outro Anjo do Sagrado Nome aparecer anunciando a chegada da Era messiânica, e eu o estarei cavalgando novamente...” – sumiu.

Vital desistiu de voltar para Jerusalém e mandou buscar a família. Ele se ocultou do mundo atravessando a cortina para uma nova reencarnação no 123º dia do ano de 1620 aos 77 anos. Em muitos livros se anotaram o seu feito milagroso de ter saltado, atravessando dimensões, até reaparecer na cidade de Damesheq no ano de 1577".

O Mistério Do Rio Giom

O rio Gichon é mencionado no Gênesis como um dos quatro afluentes do principal rio que fluía do Éden para regar o Jardim místico de D’us.  Ele é identificado pelos sábios como o manancial do despertar e que foi represado pelo Rei Chizkiahu (Ezequias) que era o responsável para inaugurar a Era messiânica. A missão passou ao Rabino Chaim Vital que era uma reencarnação de Ezequias e ele postergou a inauguração da Era messiânica se recusando a obedecer ao sultão de Jerusalém (D’us). A gematria de Gichon é igual a 77 “im há’kollel”.


O Mistério Do Sifão

O termo sifão vem do hebraico “sifon”  e a sua gematria esconde o seu verdadeiro segredo. Sifão possui seu valor numerológico igual a 207 que é o mesmo da palavra hebraica “raz” que significa “mistério divino”. O sifão foi o selo colocado pelo rei para represar as águas dos mistérios divinos da Sabedoria Escondida da Torá. A gematria do nome do rio é a mesma da palavra “mazal” cuja raiz “nozel” significa “a partir do oculto não revelado”. Retirar o sifão e liberar as águas do Giom significa “abrir das fontes do despertar messiânico” através da revelação de mistérios divinos que nunca antes haviam sido revelados.

A gematria das palavras de Raban Iochanan ben Zakai quando estava para morrer “Ve’hachino kissê le’Chizkiahu melech Yehudá, shevô “E preparemos uma cadeira para Ezequias, o rei de Judá, ele está vindo” é igual a 773 em gematria “im há’teivot”. O valor 773 corresponde ao ano hebraico 773 do quinto milênio que foi correspondente ao gregoriano 2013.

436 anos depois...

No ano 2013, uma maravilhosa estrela apareceu alcançando sua máxima aproximação do sol no primeiro dia do Festival de Hannuká e o restante, você já o conhece...



Autor 
Dipankara Vedas 
Misha’Ël Há’Levi 
Kalamus Elohai 
O Mistério Do Cometa 
“Zechar-Yáh”

Compre aqui o livro 'Kalamus Elohai'

sábado, 18 de março de 2017

Doctor Who: Quem é o senhor do tempo?


DOCTOR WHO

Doctor Who (דוקטור הו) em hebraico resulta em gematria (numerologia cabalista) igual a 336. O Primeiro ator a interpretar o Senhor do Tempo na televisão britânica foi William Hartnell que faleceu no dia 23 de abril de 1975 aos 67 anos. 

Rabbi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) foi o mais proeminente discípulo do grande cabalista do século XVI, o Rabino Isaac Lúria. Rabbi Chaim tinha a habilidade de se deslocar no tempo e espaço, como registrado em muitas narrativas cabalistas, desaparecendo de uma cidade e aparecendo em outra instantaneamente, como Lemos em uma agaddá onde ele salta de Jerusalém para Damasco na Síria usando os Nomes de D'us. Rabbi Chaim Vital faleceu no dia 23 de abril de 1620 aos 77 anos.

PERSONAGEM

Papel representado por ator ou atriz a partir de figura humana fictícia criada por um autor. "Tudo neste mundo é vestido com vestes materiais e isto inclui os pensamentos. Pensamento são almas e almas reencarnam". Personagem: Do francês "personnage" por sua vez do Latim "persona" e que vem do Etrusco "Phersu" significando "máscara teatral" vindo, finalmente do Grego "Prosopon" que é máscara, face". No hebraico face é Panim (פנים) para a qual não existe singular, sendo, então, faces. No Zôhar encontramos dito que, tudo o que possui uma face convida um Ruach (alma/espirito) e daí, a proibição de se criar ícones que possuam uma face, conforme Lemos "Lo yheyê lechá Elohim acherim, al fanai (לֹא-יִהְיֶה לְךָ אֱלֹהִים אֲחֵרִים, עַל-פָּנָי.) - Não farás para ti Deuses estranhos, sob suas faces (Shemot 20: 5)".

William Hartnell - Falecido em 23 de abril de 1975 aos 67 anos

IBÜR

O valor 67 é a gematria do Nome Elul (אֱלוּל) um acrônimo do verso de Cânticos dos Cânticos do Rei Salomão "Ani le'dodi vê'dodi li (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי)" cuja tradução é "Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu". A gematria deste verso é igual a 185 é que é a mesma de "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) - Eu sou Chaim Vital'. Quem é no Senhor do Tempo? Doctor Who é uma parábola sobre o verdadeiro Senhor do Tempo, a alma do mestre Chaim Vital que, segundo o Portão das Reencarnações, já se regenerou 12 vezes...

A alma do Rabini Chaim Vital viajou no tempo e espaço e veio a 1963 na noite do dia 23 de novembro e criou a personagem do Senhor do Tempo "Doctor Who" e se vestiu nela.

Existem outras situações que trazem evidencias sobre este mistério em toda a série. No episódio "Let´s Kill Hitler" que foi ao ar em 27 de agosto de 2011, o Doutor morre e é revivido por River Song sua alma gêmea. No final do episódio, o Doutor vê em uma tela a data da sua morte: 22 de abril de 2011 - 5h02pm. Como o episódio foi ao ar à noite, no calendário hebreu já era o dia 23 de abril, data do hilulá no calendário juliano da passagem da alma do Rabbi Chaim Vital.



O primeiro episódio da 6ª temporada "The Impossible Astronaut (O Astronauta Impossível)" foi ao ar em 23 de abril de 2011.



GEMATRIA
REVELANDO A ALMA

A gematria é o cálculo do valor numérico atribuído às letras hebraicas e é usada para revelar a alma da palavra e alma contém os segredos. É na alma onde os mistérios dos céus estão registrados. A gematria de Rabi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) é igual a 336 que é exatamente a mesma de Doctor Who (דוקטור הו). Esta gematria evidência que a personagem Doctor Who é animada pela alma do Rabino Chaim Vital. A TARDIS (Time And Relative Dimension In Space) - a máquina do tempo do Doutor é a Torá que é menor por fora e infinita por dentro.

Doctor Who estreou na televisão britânica na noite de 23 de novembro de 1963 que foi correspondente, naquela noite, ao dia 7 de kislev de 5724 no luach hebraico. Ora, a gematria de 7 de kislev (ז כִּסְלֵו) é igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital. Este dia, 23 de novembro, é chamado na ficção científica de "The Day Of The Doctor (O Dia Do Doutor)" e em hebraico a expressão inglesa "Comes november, 23 (chegará em 23 de novembro)" é "Yavô noverber, 23 (יבא כ'ג נובמבר)" e possuí gematria igual a 336 que é a mesma de Doctor Who e Rabi Chaim Vital.

Não há dúvida que Doctor Who é uma reencarnação do Rabino Chaim Vital, a TARDIS a Torá e a série é um livro, o próprio "Shaar ha'Guilgulim (Portal das Reencarnações)".

"Personagens são almas e almas reencarnam".



GILGUL HA'ACHARIT

Estudando no dia de hoje, a santa alma do Arizal, nosso mestre, nos revelou este último tipo de Gilgul que é chamado de "Gilgul Ha'acharit (גלגול האחרית) - O Gilgul Final" cuja gematria mispar kollel de acordo com o segredo do "maqef (מקף)" é igual a 697 que é a gematria de Sha'ar Ha'Gilgulim.

"It all just disappears doesn't it? Everything you are, gone in a moment like breath on a mirror. Any moment now, he’s a coming, The Doctor and I always will be. But times change and so must I. We all change, when you think about it. We are all different people all through our lives and that's okay, that's good you've got to keep moving so long as you remember all the people that you used to be. I will not forget one line of this, not one day, I swear. I will always remember when The Doctor was me...".

"Tudo isso simplesmente desaparece, não é? Tudo que você é, se vai em um momento como a respiração em um espelho. A qualquer momento agora, ele está chegando, O Doutor e eu sempre serei. Mas os tempos mudam e eu também. Nós todos mudamos, quando você pensa sobre isso. Somos todos pessoas diferentes durante toda a nossa vida e tudo bem, isso é bom e você tem que continuar se movimentando, desde que você se lembre de todas as pessoas que você costumava ser. Eu não vou esquecer uma linha disto, nem um dia, eu juro. Eu sempre lembrarei quando o doutor era eu ..."

Doctor Who indo para sua 12ª reencarnação

Autor
Deepak Sankara Veda​
Misha'Ël Ha'Levi

segunda-feira, 13 de março de 2017

A Assinatura Da Alma (Néfesh)




A alma Está No Sangue


"Porque a néfesh (alma) está no sangue (כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר, בַּדָּם הִוא)" 

- Vaikrá (Levítico) 17: 11. 


Todas as almas possuem uma assinatura que é a manifestação do seu atributo e tal assinatura pode dar ao estudante verdadeiro da Chochmat Nistar Ha'Toráh o conhecimento da identidade da alma que lhe habita.


E se alguém tivesse estado  lá, em meados de 1570, sentado aos pés do Arizal (Rabbi Itzchaq Lúria) ouvindo as maravilhosas e profundas revelações que emanavam dos seus santos lábios, como poderia provar sua lembrança?

"As vinte e duas letras do alfabeto divino (hebraico) estão impressas em cada alma, que, por sua vez, as imprime no corpo que anima."

Zôhar - Os Tipos De Homen

No momento da fecundação, a alma destinada para aquela concepção de acordo com os méritos do casal, mergulha para dentro do ventre da mulher trazendo o DNA da alma e imprimindo este mesmo ADN no corpo que começa a ser construído.

Está é uma grande revelação e compreendemos através deste Sód (segredo escondido da Toráh) que o DNA do corpo é o mesmo que o DNA da alma e, portanto, o corpo será o mesmo que a alma teve em uma encarnação anterior.

"Sabei que os corpos dos mortos voltarão a viver com as mesmas almas que tiveram antes. E renovarão a face do mundo."

Zôhar - Revelações Sobre A Ressurreição Dos Mortos

Como a alma está no sangue, ela produz uma assinatura de acordo com sua origem e raiz e o que se tornou sábio reconhecerá este segredo.

A ASSINATURA DA MINHA NÉFESH

A primeira vez que a minha alma manifestou sua assinatura, foi em 23 de outubro de 2016 quando fiz um teste de nivel de glicose usando um glicosímetro que acusou 123 mg/dl. O nível da glicose naquele dia não significaria nada se não tivesse sido realizada no dia 23 de outubro.


TESTE DE VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE GLICOSE
23 DE OUTUBRO DE 2016 - 14H07M

"E os mortos ressuscitarão com todas as suas feridas...."E ninguém poderá dizer - veja! não é fulano - pois ele ressuscitará com todas as doenças com as quais morreu." 

- Zôhar Emôr 91a


O meu nome civil é Paulo (פאולו) e o valor numerológico do meu nome é 123. Minha alma tem raiz na alma do sábio Chaim Vital (חיים ויטל) cujo nome possui o mesmo valor numerológico que é 123.

O meu primeiro despertar se deu em meados de 1996, no calendário da Toráh o ano 5756. A gematria mispar ne'elam de 5756 (התשנ"ו) é igual a 123 que é a gematria do nome Chaim Vital, o principal e mais amado discípulo do Arizal. Aquele foi o ano da passagem do cometa Hale-Bopp e não foi um acaso que a minha concepção se tenha dado em 13 de Elul de 5725 durante o lapso do Cometa Ikeya-Seki (C/1965 S1) e o meu primeiro despertar durante a passagem do Cometa Hale-Bopp. A gematria de Cometa Ikeya-Seki é igual a 667 que é a numerologia qabalística de Rabbi Itzchaq Lúria e a gematria de Cometa Hale-Bopp é igual a 336 (avgad reversa) que é a numerologia qabalística de Rabbi Chaim Vital.

Como Chaim Vital eu também fui visitado (e ainda sou) pelo Profeta Eliahu. Em hebraico "Eliahu Ha'Navi Bô (אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא) - Veio o Profeta Elias" possui a gematria (valor numerológico) igual a 123. 

אֵלִיָּהוּ הַנָּבִיא בֹּא
123

Cento e vinte e três (123) é também a gematria de "Nés Ahavá (נס אהבה) - Milagre do Amor" e outros mais segredos.

No dia 27 de novembro de 2013, a Van da Amanhecer Turismo que eu havia alugado em 21 de agosto, estacionou na porta de casa para nos transportar ao local do nosso retiro espiritual em Mogi das Cruzes. O número da Van? 123!


No dia seguinte, 28 de novembro de 2013, dia 25 de Kislev de 5774, o Cometa Ison alcançou seu periélio cruzando o Sol no Iº dia do Festival de Chanucá. Isso não seria nada se, quatrocentos e setenta e dois anos antes, o Rabino Chaim Vital, que é 123 não tivesse declarado, no Sêfer Chezionot, que ele é a essência de Chanucá.

"Dezoito de Kislev, 5370. Sonhei que arranjei um casamento para meu filho Samuel com a filha de Solomon Ragwan, e disse a Solomon: Você não reconhece a importância do meu nível, já que todos os aspectos de Chanuká estão aludidos no meu nome. Eu expliquei a ele. E eu acordei. Então, tive um segundo sonho no qual voltei e expliquei o que havia esquecido: O chet (ח) de Chaim (חיים) é o chet de Chanuká. Da mesma forma, inicialmente, o chet de Chaim alude às oito luzes de Chanuká. E junto a ele estão duas oliveiras (Zacarias 4:3), que são os dois "yudim (יי)" como se encontra no Zohar Raya Mehemna, Pinchás [III.244b], que cada yud é do tamanho de uma oliveira. Eles também são o segredo de "Estes são os dois filhos de Yizhar (Zacarias 4:14), uma vez que o azeite que sai das azeitonas também é chamado de "Yizhar", como está escrito: "Seu novo grão, vinho e azeite (Yizhar)" - Dt 7:13. Yizhar também foi o pai de Korach. O mem (מ) de Chaim é o mem da menorá (מנורה), que são as próprias luzes. Assim, a vela, o óleo e a luz estão aludidos no meu nome. O nome do redentor que foi o autor do milagre de Chanuká, Matatias, o Chasmoneu, também é mencionado no meu nome. O mem (מ) de Chayim é uma referência ao mem de Matatias. Eu expliquei mais grandes coisas sobre este assunto. Só me lembro do que escrevi."

Chaim Vital - Sêfer Ha'Chezionot



Abaixo o meu teste de glicose realizado na manhã de 12 de Fevereiro de 2017 (123 mg/dl). Nada acontece por acaso e a assinatura do Divino está em toda Sua criação. 


Eu nasci em 1966 na Maternidade do Belenzinho no bairro do Belém em São Paulo. Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito:- "B'ney Beit-lechem, meá asserim u'shloshá (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.) - Os Filhos de Belém: Cento e vinte e três. 

בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה

Não é mais possível flertar com o ordinário (comum) depois do Despertar da alma. Eu alcancei o despertar total no dia 270 do ano solar de 2014. O valor 270 é a gematria do nome Ër (עֵר) cujo significado é Desperto.

A gematria mispar ne'elam de "ki néfesh habassar, badam hú (כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר, בַּדָּם הִוא) - porque a néfesh (alma) está no sangue" é igual a 1966, ano no qual nasci.

Dois anos depois do meu primeiro despertar, fui contatado, misteriosamente, por um senhor, judeu messiânico residente em uma certa residência de número 667 no Bairro do Tucuruvi e cuja a gematria do nome é igual a 123.

רבי יצחק לוריא
667
חיים ויטל
123

Nele, o senhor de numerologia qabalística igual a 123, vinha, por Ibür, a alma do meu mestre, o Rabbi Itzchaq Lúria para me instruir. Em 1999, o meu mestre, transmigrado por Ibür naquela pessoa, me levou à minha primeira visita a uma sinagoga, a Beit Sar Shalom, em Higienópolis.


A RESIDÊNCIA 667

Em 2001 eu recebi a minha semichá (ordenação) da alma do meu mestre, o Arizal e então, sua alma me conduziu a ir residir no número 583 onde se estabeleceria também a nossa sinagoga. A gematria mispar kollel de "Arizal ve'Rav Chaim Vital (אריזל ורב חיים ויטל)" é igual a 583.

אריזל ורב חיים ויטל
583



A Residência Da Néfesh
כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר, בַּדָּם הִוא

De acordo com o Likutei Amarim Tania, a alma mora no ventrículo esquerdo do coração onde há sangue. Diz o Tania:

"O domicílio da alma animal (néfesh ha'bahamit), que é derivada da Qlipá Noga (casca brilhante) em todo o judeu é no coração, no ventrículo esquerdo que é cheio de sangue. E está escrito: "Pois o sangue é a néfesh (Levítico 17:11)".

Likutei Amarim 9

No dia 3 de maio de 2012 eu fui acometido de uma arritmia cardíaca e precisei ser medicado na santa casa. Por que no dia 3 e não no dia 4? Por que no dia 3 e não no dia 2? Porque o dia 3 de maio é o 123º dia do ano no calendário solar, restando para o final do ano 242 dias. Em 2012 me foi revelado o segredo do Nome Divino Zechariáh, o Nome que tem o poder de abrir os arquivos celestiais e todas as lembranças da alma.

Cento e vinte e três é a gematria de Chaim Vital e Paulo e duzentos e quarenta e dois é a gematria do Nome Zechariáh cujo significado é "Yáh se lembrou" e também "Yah fará recordar (as memórias da alma)".

זְכַרְיָה
242

Dois anos depois, no dia 3 de maio, no 123º dia do ano solar, eu me recordei dos segredos da minha vida passada e descobri quem eu era realmente. Eu nomeei este dia "O 123º dia do ano do Despertar". Neste mesmo dia 3 de maio em 1620 faleceu o Rabbi Chaim Vital, de abençoada lembrança. Existe mesmo algum acaso no universo.

O meu derradeiro e completo despertar se deu no dia 27 de setembro de 2014, no 270º dia no ano solar, dez meses depois da passagem do Cometa Ison.

Claro, neste momento, os religiosos ortodoxos que estão lendo este artigo estão tendo comichões na alma e dizendo "como pode este impuro afirmar tal coisa?". Minha resposta: Perguntem para o Criador do universo cuja criação é perfeita.


Autor
Dipankara Vedas
"Misha'Ël Ha'Levi"
Com A Permissão Do Qadosh, Baruch Hú

sexta-feira, 10 de março de 2017

O Ninho Do Pássaro - Qan Ha'Tzipor


"Naquele tempo, o rei, o Messias, se levantará para sair do Jardim do Éden do lugar chamado o 'Niinho do Pássaro' e ele será revelado na terra da Galiléia" 

Zôhar Porção Shemot (Êxodo). 

Este é grande segredo que não foi revelado pelos antigos e sobre qual os novos nada sabem, ele se chama "Qan Ha'Tzipor (קַן הצִפּוֹר) - O Ninho do Pássaro". Na mesma parashá (porção) o Zôhar nos informa: 

"O Messias está escondido fora ao redor desse lugar, chamado "ninho do pássaro" é revelado a ele. Este lugar é anunciado pelo pássaro, que desperta diariamente no Jardim do Éden". 

Todas as manhãs há uma proclamação no Jardim do Éden, um criptograma é anunciado pelo pássaro que vive lá e somente o messias pode ouvi-la e decifrá-lo e quando ele o decifra, esta proclamação se chama "Ará D'Galilí (אַרְעָא דְּגָלִיל) - Terra da Revelação" que é a sefirá yesod. 

O que é o Ninho (קַן)? As letras aramaicas de "Qan (קַן)" contém as iniciais de "Qabalat Nistar (קבלת נסתר) - Recepção do Escondido", e o que é o Pássaro (צִפּוֹ"ר)? É a permutação (צִרוֹ"ף) - tzeruf - das palavras da Torá que é chamada "Gan Éden (Jardim do Éden) para revelar o seu segredo interior (ver a live Moisés, o Cajado & o Pássaro de Fogo). Na Torá este criptograma é chamado de "Gan be'Éden Mi-Qedêm (גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם) - que significa "a partir da Torá não revelada (escondida) que é Zeir Anpin (A Pequena Face de D'us).

Quando o messias (aquele que despertou) revela os segredos da Torá Escondida que ele ouve todas as manhãs do pássaro que habita no Jardim (as permutações) e vai e entra em um Palácio Celestial (nível de consciência) chamado "Ekron Avelei Tzion (אִקְרוּן אֲבֵלֵי צִיּוֹן)" que significa "Prantos de Sião" onde os santos anjos reais choram pela destruição do Beit Ha'Miqdash (O Templo Santo) que era o corpo de luz de Adam ha'rishon (o adão celeste) chamado templo e que foi fragmentado. Então, o santos anjos vem e dão ao messias uma veste púrpura chamada "Argaman (אַרְגָּמָן)" feita das luzes dos santos anjos Ariel, Rafael, Gavriel, Micael e Nuriel" e por esta razão se chama Argaman (אַרְגָּמָן), porque este nome contem as iniciais destes santos anjos. 

Muitos judeus, a grande maioria, guiado por religiosos ortodoxos, estão à procura do "esconderijo do messias" o "ninho do pássaro" há milênios, mas não o encontram porque estão procurando por um lugar físico e um messias físico ao invés de despertar a própria centelha do messias permutando as palavras da Torá Santa.

Até hoje, ninguém jamais havia revelado este mistério, mas eu o venho ouvindo do pássaro que habita o Éden já a alguns dias e hoje me foi dada a permissão para o revelar.


Autor
Eliahu Ha'Novi
"O Profeta Elias"
Publicado Por
Deepak Sankara Veda
Escritor Místico

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O Segredo De Beer-Sheva


Na madrugada de hoje, 27 de Fevereiro (Iº de Adar), sonhei e me mostraram no sonho um pergaminho que estava queimada nas bordas e onde haviam grandes letras hebraicas escritas. Quando acordei, realizei as kavanot (introspecções), tomei banho e recitei as preces matinais ao mesmo tempo em que refletia no sonho. "- À tarde eu anoto..." - Concordei comigo mesmo sobre o que havia visto no sonho.

O Zôhar diz, citando a Torá Bereshit: ""E Iosef se lembrou dos sonhos que ele sonhara...(וַיִּזְכֹּר יוֹסֵף--אֵת הַחֲלֹמוֹת, אֲשֶׁר חָלַם לָהֶם)"

Beresheet 42: 9

Pela natureza dos meus sonhos e pelas visões que sempre tenho neles, já sabia que este não havia sido diferente e que algum segredo da Torá me havia sido entregue. À tarde, depois do almoço, sentei na minha cama e fui anotar o sonho. Enquanto fazia a anotação, a imagem que tinha visto no sonho me veio à memória e junto com ela as seis primeiras letras do Nome de 42 Letras e o ano 5774 (2013/2014). Abri meu software de pesquisa dos códigos da, selecionei a Torá Bereshit apenas e escrevi as seis primeiras letras do Santo Nome e solicitei ao programa que fizesse uma busca com um cruzamento com o ano 5774. Bingo!


Assim que meus olhos encontraram as letras na matriz, imediatamente eu tive um chazon (sonho lúcido) e vi o Profeta Eliahu descendo dos céus e tomando um balde junto ao Poço de Beer-Sheva. Ele o desceu e o recolheu cheio com as águas do Poço e me deu para beber e assim que bebi das águas de Beer-Sheva o véu foi tirado e eu vi todo o segredo no meu sonho e também que era justamente o segredo de Beer-Sheva. Eu comecei a tremer e meus braços e pernas adormeceram e eu fiquei na visão por alguns minutos e quando voltei, olhei novamente para a matrix e vi que, cruzando "Ana Be'koach" estava escrito "No deserto de Beer-Sheva" logo acima do ano 5774 que foi o ano do meu Despertar.

Quando voltei novamente meu olhar para o Nome Santo (בְּאֵר שָׁבַע) - Beer-Sheva eu vi as letras se permutarem e revelarem as seis primeiras letras do Ana Be'koach.

Todo o pensamento elevado sobre os mistérios da Torá começa em Biná e terminar em Malchut que é chamada esotericamente de "Be'er Shevá - O Poço dos Sete" e que pode também ser compreendida como "Nas Sete Luzes (be'or-sheva)" uma vez que os sete sefirot superiores derramam suas luzes em malchut que é chamada poço e como malchut é o Vergel (Jardim) do Santo, bendito seja Ele, nos o nomeamos "Jardim das Sete Luzes". 

Quando Eliahu me deu de beber do Poço de Sheva eu bebi das águas de Biná que me deram compreensão. Foi o Ana Be'koach  que eu vi no meu sonho anotada em um pergaminho queimado nas bordas, significando que um segredo do Santo Nome de  Letras me tinha sido presenteado. É de Biná que Sandalfon (Elias) vem.

Ainda tomado pela visão de Eliahu, eu comecei a permutar as letras de Beer-sheva e anotá-las no meu diário. O segredo das permutações é este: Através do método de temurá (permutação) chamado "anterior" a letra "beit (בְּ)" se torna "alet (אָ)". A letra "alef (אֵ)" de "Beer" se torna "beit (בְּ)" e através do método "atbash" a letra "resh (ר)" se torna a letra "guimel (ג) e então nos temos as três primeiras letras do "Ana Be'koach" e então, vamos para "sheva (שָׁבַע)". A letra "shin (שָׁ)" através do método "próxima (seguinte)" se torna a letra "tav (ת)" e que através do método "albam (alef-lamed, beit-mem)" se torna a letra "yud (י)". A letra "beit (בְּ)" de "sheva (שָׁבַע)" se transforma, através de "atbash" em "shin (שָׁ)" e esta, através de "próxima" se torna em "tav (ת)", e então vamos para a última letra que é "ayin (ע)". Ao aplicarmos sobre "ayin (ע)" o método "atbash" ela se transforma em "zayin (זְ)" e esta, através de "albam" se transforma na letra "hê (ה)". Ao aplicarmos novamente o "atbash" na letra "hê (ה)" ela se transforma em "tzad (צְ)" resultando na última letra da primeira sequencia do Ana Be'koach (אב"ג ית"ץ).

As Temurot 
"Permutações"


Como explicado acima, usei basicamente três métodos ou cifras, se assim preferirem, para extrair para fora de "Beer-sheva" o segredo que me tinha mostrado o Profeta Eliahu. Estas cifras foram o "Atbash (צופן אתב"ש)" - método usado pelo profeta Jeremias (capítulos 25 verso 26 e 51 verso 41) onde a primeira letra "alef (א)" é substituída pela última que é "tav (ת)", a segunda letra que é "beit (בֹ)" é substituída pela penúltima que é "shin (שִׁ)" e assim sucessivamente. O segundo método que usei foi o "Avgad (אַבְּגַ'ד)" onde o alef é substituído pela próxima e assim sucessivamente e tamb´´em o oposto. E finalmente a cifra "Albam (אלב"ם)" onde o alef-beit é dividido em dois grupos de onze letras e então, a primeira é substituída pela décima primeira, a segunda pela décima segunda e sucessivamente.

ע
בַ
שָׁ
ר
אֵ
בְּ
זַ
שָׁ
ת
גַ
בְּ
אֵ
ה
ת
י
גַ
בְּ
אֵ
ץ
ת
י
גַ
בְּ
אֵ

אב"ג ית"ץ

A cifra "Atbash" foi a que o Sagrado, Ele mesmo, bendito seja, usou para extrair Seu Nome Sagrado de 42 Letras das primeiras 42 letras do Gênesis. Todos estes métodos são divinos.

Foi este segredo que me foi dado no sonho e que Elias veio para me dar a compreensão dando-me de beber das águas místicas do Poço de sheva e ainda há mais. A gematria de Beer-sheva (בְּאֵר שָׁבַע) é 575 e este valor é o mesmo de "Vai'omer Elohim: Yehi ór (וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים, יְהִי אוֹר)" cuja tradução é "E disse D'us: Haja luz... (Gênesis :3)" e sabemos que a palavra "Ór (אוֹר)" possui a mesma gematria da palavra "raz (רז)" que é "segredo místico". O valor 575 também é a gematria de "Va'yehi davar Adonai elai le'emor (וַיְהִי דְבַר-יְהוָה, אֵלַי לֵאמֹר) - E veio a mim a palavra de Adonai, dizendo (Jeremias 1:4)".

SOD HA"NIQUDOT

As vogais (niqudot) embaixo de "Ber-sheva" nos revelam outro segredo, o número 72, uma alusão aos 72 Nomes.



Beer-sheva é um Nome poderoso porque, carrega o segredo do primeiro verso do Santo Nome de 42 Letras e a força dos 72 Nomes de D'us. Claro, ainda existem outros mistérios.

As Águas De Beer-Sheva

No dia 25, dois dias antes de receber a visita de Eliahu, eu republiquei no Facebook um excerto do meu Livro Crônicas De Qédem que narra o Rio Púrpura que corre em Aur e deságua no Pardes Rimonim (malchut):


"A leste encontra-se a nascente do “Argaman (אַרְגָּמָן) – o Rio púrpura”, e no centro do rio, numa ilha flutuante está “Onég – A Árvore Do Deleite” cujas folhas destilam o “Samim” usado como especiaria nos templos de “Sagidá – o mundo da adoração eterna ”, o segundo planeta do sistema do Altar, onde o Rei Yoshiahu também chamado “A Quarta Centelha ”, escondeu a “Arca da Aliança”, a mesma que fora usada pelos Filhos de Éber durante seu exílio em Aretz, posteriormente procurada pelos arqueólogos durante milénios. Agora, todo o universo conhecerá o seu lugar. O primeiro planeta deste sistema é “Hallel” cujo patriarca, “Dód”, fora o criador das “cento e cinquenta canções”, usadas nos serviços de adoração por quase todos os planetas do universo e que escrevera: “Ele é o contador do inumerável exército de estrelas a qual chama uma a uma pelo nome (Crónicas de Dód 147º Suráta 4º ayát) ”. As folhas de “onég” possuem três cores, fruto da sua complexa fotossíntese derivada dos três sóis Darom, Tzafun e Mizrach, e das águas púrpuras do Argaman. O “Argaman” cruza todo o planeta Aur, passando por baixo da muralha escudo do castelo, precipitando-se numa belíssima cachoeira no Vale da Imortalidade. As suas águas são a razão dos lábios purpúreos dos Sekudot. Ali, no Vale da Imortalidade é onde crescem as “rimonim – as maçãs de 613 sementes”. 

Excerto de Crônicas De Qédem

Argaman (אַרְגָּמָן) é um nome esotérico, um acrônimo dos Nomes dos cinco malachim (anjos) "Ariel, Rafael, Gabriel, Michael e Nuriel" e que juntos criam as "vestes púrpuras do messias (daquele que despertou)".

Qual é a cor das águas de Beer-sheva? Elas são púrpuras que é o resultado das águas de Biná que descem passando por Zeir Anpin sendo misturadas em yesod. Quando são despejadas no "Poço de Sheva (malchut) elas estão desta cor e como só há um caminho de yesod a malchut este caminho é chamado "Nahar Argaman (Rio Púrpura)".



Shirat Beer-Sheva
O Poema De Beer-Sheva

Em dezoito de janeiro, estando tomado pela sabedoria superior, eu poetizei e publiquei no Facebook "És Beer-Sheva". Eu nada sabia do que me estava para acontecer:

"És Beer-sheva, o jardim das sete luzes e eu desejo eternamente habitar em ti. Teus lábios púrpuros declamam fagulhas de luz vestidas em palavras místicas. Teu corpo é uma tenda esotérica e os sábios se reúnem para observar-te. Campo sagrado é a tua pele dourada, um pergaminho onde anotam os anjos os desejos e as vontades dos céus. Teus belos seios são esfinges divinas que ocultam o mel da Sabedoria. Quem será digno de ti se alimentar? Sobre quais lábios destilarás o doce e sublime mel que escorrem dos teus lindos mamilos excitados protegidos por tuas róseas auréolas? Que eu seja digno de beber do tua doçura e que minha boca possua mérito para provar as águas púrpuras da tua fonte, pois tu és o Santuário do Divino, a morada da Presença Santa neste mundo. És Beer-sheva, o jardim das sete luzes e eu eternamente desejo habitar em ti". 

Deepak Sankara Veda​



Autor
O Qadosh Baruch Hú
com o auxílio de Eliahu
Anotado por
Dipankara Vedas




O Artesão Da Luz