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terça-feira, 14 de maio de 2019

Terra Plana


Terra Plana?

No livro de Rav Hamnuna Saba (o Ancião), é explicado detalhadamente que a totalidade do mundo habitado circunda uma esfera, uma bola, de forma que alguns estão abaixo e outros acima, e as criaturas têm aparência diferente por conta do meio ambiente em diferentes locais, ainda que tenham o mesmo ciclo de vida. Assim, há lugares no mundo habitado em que é dia, enquanto em outra parte é noite; para alguns há luz, para outros há trevas. Também há lugares onde é sempre dia e nunca é noite, exceto por um período muito curto. Isto é o que está escrito nos livros antigos e no livro de Adam Ha'rishon - o primeiro homem... Este segredo foi confiado aos mestres cabalistas da Sabedoria, mas não é do conhecimento daqueles que simplesmente marcam fronteiras geográficas, pois este é um grande segredo da Torah.

Universo Distópico

Há um universo distópico no qual a Terra que lá existe é plana, universo no qual o sol viaja por baixo e dentro de um domo (redoma opaca) e produz o dia e por cima, cerca de dezoito horas depois e produz a noite. É lá nesta terra distópica, o homem nunca foi à Lua...


Sim, esta Terra plana existe neste universo paralelo distópico e opressor da consciência. O mistério para mim é descobrir e compreender como as consciências distópicas daqueles que lá vivem, foram absorvidas, talvez reencarnadas naqueles que aqui vivem e que dantes, crentes em uma Terra redonda que gira em torno do sol, convenceram-se, da noite para o dia de que a Terra é plana, negando todas as evidências científicas produzidas neste universo de que, neste plano, a Terra é redonda, gira em círculos e ao redor do sol, universo este, no qual fomos, certamente à Lua.

Como foi possível convencerem a si mesmos, estes habitantes do nosso globo, que a Terra não é mais redonda a ponto de, tomados por esta distopia, não a enxergarem mais como ela é neste universo? Teriam as consciências distópicas dos habitantes do paralelo e distópico universo da Terra plana se movido, saltado de universo, assim como o átomo, quando observado, salta para outra dimensão desaparecendo desta? Estou certo de que a consciência, assim como o átomo, pode saltar e, talvez, esta seja a resposta do porque, pessoas tão inteligentes tenham convencido a si mesmas de que, seu atual mundo, deixou, da noite para o dia, de ser esférico, se transformando em uma Terra plana na qual o sol viaja por dentro de um domo produzindo o dia e por cima, horas depois, produzindo a noite...

Nota Explicatica "Distopia": - 1 - lugar hipotético onde se vive sob sistemas opressores, autoritários, de privação, perda ou desespero; antiutopia. 2 - Demonstração hipotética de uma sociedade futura, definida por circunstâncias de vida intoleráveis, que busca analisar de maneira crítica as características da sociedade atual, além de ridicularizar utopias, chamando atenção para os seus males.

Cripto-Evidências

Quando investigamos procurando por Terra Plana na Toráh, ela surge codificada com intervalos equidistantes em um menor salto alfabético de 26 letras. Cruzando o termo "Plana" está o segundo verso do Bereshit (Gênesis) no qual lemos "E a terra ficou sem forma e havia o caos... (וְהָאָרֶץ, הָיְתָה תֹהוּ וָבֹהוּ)" evidenciando que neste universo a terra foi achatada e o caos apareceu. Portanto, fica estabelecido que, aqueles que creem na Terra Plana são consciências reencarnadas deste universo distópico no qual a Terra lá é realmente plana.



O Código

Na verdade, para uma melhor compreensão, o Código pode ser definido e compreendido como "Ve'ha'aretz (וְהָאָרֶץ)" e depois, como está codificado a cada 26 letras "Hi shetucháh (היא שטוחה) - Ela é plana" e a seguir, o restante do versículo "haytá tohú va'bohú (הָיְתָה תֹהוּ וָבֹהוּ) - e houve o caos e ela ficou sem forma..."

Grande grande segredo está na Letras pela qual este universo foi criado que é a letra Beit (בְּ) e cujo valor numerológico é 2. Tudo neste universo é duplo, binário, assim como a grande maioria dos sistemas estelares. Portanto, fica claro que há um universo onde a Terra é redonda e outro universo onde a Terra é plana e, este, certamente, não é aqui. Logo abaixo da palavra-chave "Hi Shetucháh (Ela é plana) está o versículo que diz "E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi (Gênesis 1:7)." A expansão citada aqui foi traduzida do hebraico "ha'Rakiá (הָרָקִיעַ)" que se traduz também para "separação" e é nesta tradução que os crentes na Terra Plana descobriram o seu "DOMO."

O Zôhar revela que, as forças individuais da energia da criação, e que se expressam como letras hebraicas, vieram diantedo Criador, solicitando que fossem os instrumentos pelos quais o mundo fosse criado. O Criador finalmente concordou em utilizar a letra Bet (בְּ) como esta letra particularmente inicia a palavra hebraica Brachah (ברכה) que significa Bênção.

"A letra Bet entrou e disse a Ele: Mestre do universo, pode por favor crie o mundo comigo, porque por mim você é abençoado nos mundos superiores e inferiores. O Santo, bendito seja Ele, respondeu: Mas, certamente, certamente irei criar o mundo com você. E você deve aparecer no começo da criação do mundo."

בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ

Zôhar - Ha'Qadmáh (Prólogo)

Fica estabelecido, por este mistério, que há, certamente, um universo no qual a terra é redonda e gira em círculos ao redor do sol e há, certamente, uma terra plana na qual o sol transita por dentro do domo durante o dia e por cima durante a noite!

Autor
Dipankara Vedas
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

A Experiência Velikovsky

Cometa mcnaught 2007
C/2006 P1

A alma do Erudito judeu russo Immanuel Velikosvsky se revelou a mim às 2h30 da madrugada de 17 de novembro de 2012. Estava usando um Talit, uma kipá e óculos redondos antigos no rosto. Olhou-me com certa severidade. Ela estava flutuando ao lado direito do Aron Ha'Qadesh (Arca Sagrada) que era da nossa Eliahu Qibbütz e que eu guardei com amor e respeito. Depois de encarar-me, ela se esvaneceu desaparecendo no ar.

Desperto, tomei imediatamente meu carderno de anotações e anotei o que o doutor Immanuel havia sussurrado à minha néfesh: "Cometa, Zôhar, estrela, anuncio, Qédem-Profecia, Armilus".

Eu nunca tinha ouvido falar em Immanuel Velikovsky, falecido 33 anos antes no mesmo dia 17 de novembro de 1979 quando eu tinha 13 anos, a idade , de acordo com o Sha'ar ha'Gilgulim, para que uma pessoa receba o seu ruach (espírito), de acordo com a antiga tradição.

Immanuel Velikovsky

A madrugada de 17 de novembro é a 321ª no calendário solar, valor este que contém a gematria da palavra Shavit (שָׁבִיט) que significa Cometa.

Como já revelei antes, quando eu vim ao mundo, eu recebi a minha néfesh (alma primordial) e me restavam apenas onze preceitos para cumprir a Toráh, Onze em hebraico é Echad Ésser (אַחַד עָשָׂר) cuja gematria é igual a 583, o mesmo valor de Rav Misha'Ël, K'nesset-Eliahu e Yavô Tz'fat (Virá de Safed). Minha alma veio de Safed, a aldeia dos cabalistas e é uma centelha da alma do Mestre Chaim Vital, nome cuja gematria é a mesma do meu nome civil que é Paulo e que é 123.

Eu fui concebido em 13 de Elul de 5725 (10 de setembro de 1965) e minha néfesh entrou no meu coração no dia 23 de outubro de 1965, na passagem do Cometa Ikeia-Seki. Minha alma foi trazida de volta ao mundo nas flamas desse cometa. Eu nasci em 10 de junho de 1966.

Quando o doutor Immanuel, que nasceu em 10 de junho, como eu, e cuja esposa se chamava Elisheva, faleceu, sua alma foi dada a uma pessoa nascida no dia 13 de Elul de 5740 (25 de agosto de 1980) e cuja gematria do nome é a mesma de Immanuel Velikovsky, 521. Vinte e um ano depois, essa pessoa que se chama Elisheva, se aproximaria de mim para me devolver o que a mim pertencia, o meu Ruach (espírito) que é a alma de Immanuel Velikovsky. Isso está conforme diz o Zôhar: "O que é seu virá para você e o que não é seu lhe será tirado."

Elul (אֱלוּל) é muito importante nesta experiência pois é formado pelas letras iniciais no versículo "Eu sou para o meu amado e o meu amado é meu... (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי) e cuja gematria é igual a 185 que é a exata gematria da expressão "Ani Chaim Vital (אני ויטאל חיים) - Eu sou Chaim Vital".

"Eu sei que esta experiência, mesmo com todas estas evidências e que foram reveladas pelo Sagrado, abençoado seja Ele, esses "ditos cabalistas" não possuem a minima motivação e nem desejo de aceitá-la pois não foi aprovada por algum "grande cabalista popular", algum ortodoxo com base na halachá ou algum "Centro de Estudos de Cabalá". O que importa é que este milagre foi causado pelo Sagrado, bendito seja Ele, que se motivou a devolver à vida a alma do rabino Chaim Vital, de abençoada lembrança, para que ela completasse a sua missão espiritual"

O Doutor Immanuel foi o autor de um tratado publicado em 1950 chamado "Mundos Em Colisão" que revela que os grandes eventos e milagres bíblicos foram causados por cometas. Em seu livro ele menciona o cometa visto pelo Rei Ezequias de Judá. O Doutor Immanuel, como o nome revela, sabia que sua alma era uma fagulha do Rei Ezequias que foi chamado pelo profeta Isaías de "Emanuel".


A alma do Rei Ezequias reencarnou no Raban Iochanan Ben Zaccai, depois no Rabino Akiva e depois no Rabino Chaim Vital. Ao Rabino Chaim Vital, nos dias da passagem do Grande Cometa de 1577 foi dado retirar o mola que represava as águas superiores do Rio Gion (Inaugurar a Era Messiânica), mas ele teve medo e fugiu da responsabilidade. A alma de Ezequias passou, então para o Doutor Immanuel que começou o trabalho de retirar o sifão e do Doutor Immanuel para mim e por isso, desde os meus 21 anos eu amava uma canção chamada Immanuel que eu gravei anos atrás.

O Selo do Rei Ezequias com o Cometa gravado nele.
Foi descoberto numa escavação em Israel em 2013.

Por este segredo, minha "parceria" com a alma de Immanuel Velikovsky, publiquei três livros: Os Filhos Das Estrelas, Kalamus Elohai e Cometas e tudo para revelar os dois cometas profetizados no Zôhar Sagrado que eram os Sinais da Chegada da Era Messiânica, os cometas PanStarrs (C/2011 L4) e Ison (C/2012 S1).

O cometa PanStarrs se tornou visível no dia no qual o Zôhar o profetizou, 25 de Adar de 5773 (7 de março de 2013). 25 de Adar em hebraico é "kaf-hê mi-Adar (כה מ-אדר)" cuja gematria é igual a 270 que é a mesma de "Kochav mi-Yaakov (כּוֹכָב מִיַּעֲקֹב)" que significa "ESTRELA DE JACÓ" e que foi profetizada por Balaão em Números 24 versículo 17. Esta estrela foi o cometa PanStarrs.

O Cometa PanStarrs
C/2011 L4

"E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite (Êxodo 13:21)".

A coluna de nuvem refere-se ao cometa que brilhou durante seis meses hebraicos desde a saída do Egito, e o Coluna de fogo ao cometa que brilhou durante outros seis meses.

Duzentos e setenta dias depois do Cometa PanStarrs, outro cometa veio e depois de viajar um milhão de anos, alcançou sua máxima aproximação do sol no dia 25 de kislev de 5774 (28 de novembro de 2013) no primeiro dia de Chanuká para inaugurar a Era Messiâinica.

Em hebraico "Cometa Ison em Chanuká" é "Shavi Ison be'Chanuká (שביט יסון ב'חנוכה)" cuja gematria é igual a 538 que é exatamente a mesma de "Shavit Ha'Zohar (שביט הזוהר)" que se traduz "O Cometa do Zohar" e que é também a mesma gematria de "Kochav Beit-Lechem (כוכב בית לחם)" a estrela profetizada para anunciar a chegada do Messias. Entenda-se "Era Messiânica".

O Cometa Ison
C/2012 S1

Autor
Bën Mähren Qadësh
Misha'Ël Ha'Levi

domingo, 11 de junho de 2017

O Despertar Da Era Messiânica


O Nascimento Da Era Messiânica: 

Em 23 de setembro (3 de T'shri) de 2017, acontecerá uma rara e maravilhosa conjunção planetária nos céus. Júpiter, depois de passar nove meses no ventre de Virgem (20 de novembro a 20 de setembro), nascerá. A virgem dará à luz ao messias (nós) dando inicio à Era Messiânica. 

Júpiter entrou no ventre da virgem celeste no dia 20 de novembro de 2016 passando nove meses escondido em seu útero, e agora nascerá inaugurando a Era da nossa iluminação. Uma maravilhosa conjunção estará acontecendo: Régulos (Alfa Leônis), Vênus, Marte e Mercúrio estarão em perfeito alinhamento na Constelação se Leão que é a Shevet (Tribo) de Judá nós céus e, portanto, é denominada esotericamente "Ha'Ari Shevet Yehudá (הארי שבט יהודה) - O leão da tribo de judá". 

Leão possui nove estrelas que somadas com os três planetas (Vênus, Marte e Mercúrio) resulta em doze. A gematria de "Ha'Ari Shevet Yehudá" é 557 que é a mesma de "Sêfer Ha'Zôhar (ספר הזהר) - O Livro do Esplendor". O Zôhar diz que o Leão é o símbolo no estandarte da tribo de Judá e representa o Messias filho de David que é o segredo do DESPERTAR GLOBAL MESSIÂNICO DA HUMANIDADE. A permutação do Nome Sagrado de Leão é "Hê Vav Yud Hê (הוֹיָה). Ora, 557+26=583. É na constelação de Leão que se encontra a estrela binária classificada no catálogo de Hiparcos como HIP 50.583 (Gamma Leônis). 

"Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará (גּוּר אַרְיֵה יְהוּדָה, מִטֶּרֶף בְּנִי עָלִיתָ; כָּרַע רָבַץ כְּאַרְיֵה וּכְלָבִיא, מִי יְקִימֶנּוּ.)? 

Gênesis 49:9 

A palavra hebraica para planeta é a mesma palavra para estrela que é Kochav (כוכב). Todas as doze estarão apontando para o sol e este que é o rei estará apontando para a virgem, constelação que recebe o nome esotérico de "Beit-Lechem (Belém). Beit-lechem significa "Casa do Pão" classificação devido à nomenclatura estelar da sua principal estrela Spica (Espiga). A constelação é representada por uma virgem que segura, em sua mão esquerda, um feixe ou espiga de trigo. Virgem estará com a lua a seus pés. 


Apocalipse 12 

"E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estando grávida, gritava com as dores do parto, sofrendo tormentos para dar à luz ".

וְאוֹת גָּדוֹל נִרְאָה בַּשָּׁמָיִם אִשָּׁה אֲשֶׁר־הַשֶּׁמֶשׁ לְבוּשָׁהּ וְהַיָּרֵחַ תַּחַת רַגְלֶיהָ וְעַל־רֹאשָׁהּ עֲטֶרֶת שְׁנֵים עָשָׂר כּוֹכָבִים

Apocalipse, 12: 1 & 2 

Algo maravilhoso estará se realizando. As nove estrelas de Leão mais os três planetas são "sh'nayim ésser kochavim (שנים עשר כוכבים) - As doze estrelas - que serão a coroa da virgem que estará "vestida com o sol", pois, nossa estrela estará na constelação de virgem. 

Isto foi o que profetizou Ishayahu ha'Novi (O profeta Isaías): "Portanto HASHEM mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel (לָכֵן יִתֵּן אֲדֹנָי הוּא, לָכֶם--אוֹת: הִנֵּה הָעַלְמָה, הָרָה וְיֹלֶדֶת בֵּן, וְקָרָאת שְׁמוֹ, עִמָּנוּ אֵל)" - Isaías, 7: 14. Que sinal é este? "E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos (וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים, יְהִי מְאֹרֹת בִּרְקִיעַ הַשָּׁמַיִם, לְהַבְדִּיל, בֵּין הַיּוֹם וּבֵין הַלָּיְלָה; וְהָיוּ לְאֹתֹת וּלְמוֹעֲדִים, וּלְיָמִים וְשָׁנִים.)" - Gênesis 1:14. A palavra traduzida para "sinal e sinais" nos dois versículos é "Ót (אוֹת)" e "Ótot (אֹתֹת)" que significam "Letra" e "Letras". 

As constelações são as letras do alfabeto celeste. O Zôhar revela que a palavra hebraica "alma (הָעַלְמָה)" traduzida aqui para virgem significa "mundo/universo/constelação". 

Este evento aconteceu há 2000 anos quando recebemos uma janela para a Era da iluminação mas a rejeitamos dando lugar à religião. Não, Jesus não vai voltar. Cada era tem o seu Cristo, o que aponta o caminho para a iluminação. Agora é a nossa vez. 

Eu já havia publicado sobre este evento anos atrás. Os evangélicos o descobriram e novamente se iludiram pregando que é um sinal da volta de Jesus. Não, não é. Novamente eles se enganarão, mas os despertos reconhecerão o sinal e se iluminarão dando à luz ao seu Cristo interior.


Os Três Reis Magos

Então, novamente, os Três Reis Magos (Vênus, Marte e Mercúrio) estarão seguindo a estrela do messias (o sol) apontando para o local do seu nascimento em Belém (constelação de Virgem) onde o menino (Júpiter) irá nascer na manhã de 23 de setembro de 2017. A data 23 de setembro quando transliterado para o hebraico (בְ"כ'ג בְ"סֵפְטֵמְברוֹ) resulta em gematria 424 que é o valor numérico de "Mashiach Ben David (מַשִיִח בְן דַוִד)" que se traduz para "Messias Filho De David" que é o segredo do Despertar global.

424
מַשִיִח בְן דַוִד

Obrigado meu mestre, Dr. Immanuel Velikovsky por me guiar à descoberta destes mistérios, bendita seja sua alma.

Immanuel Velikovsky
1899 - 1979



Autor
Deepak Sankara Veda

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O Segredo De Enoque



E Andou Enoque Com Os Deuses: Erich Von Däniken começou todo o seu trabalho investigativo quando leu a narrativa sobre Hanoch  (Enoque). O Patriarca bíblico Hanoch nos é apresentado no capítulo quinto da Torah  Bereshit  (Gênesis) e no verso 24, lêmos: "Vay'te'halech Hanoch ET ha'Elohim vê'eineinu ki laqach otô  Elohim (וַיִּתְהַלֵּךְ חֲנוֹךְ, אֶת-הָאֱלֹהִים; וְאֵינֶנּוּ, כִּי-לָקַח אֹתוֹ אֱלֹהִים) - Bereshit Pereq 5, passuq 24.

A narrativa sobre Enoque que é sempre confundida com o "Livro de Enoque (Sipra Razi'Ël ha'Malach)" dá-nos entender que Hanoch foi levado pelos Astronautas Antigos, com os quais ele andara por 40 anos, segundo Erich Von Däniken, e com os quais, afirma Däniken, aprendera a Língua e seus segredos. Ambas afirmações seriam verdadeiras? Sim! São! E as evidências estão no próprio Código  (verso).

Vamos começar pela Língua Sagrada,  o Hebraico. Enoque a aprendeu e também os seus mistérios? O verso diz: "Vay'te'halech Hanoch ET ha'Elohim...". O termo "ET" não precisa estar aqui neste verso, pois em seguida temos o artigo e um substantivo próprio "ha'Elohim" significando "Os Elohim" uma vez que Elohim é plural. Por quê então, o ET  está no verso e qual o seu mistério?

No Bereshit capítulo primeiro no verso primeiro, encontramos: "Bereshit bará Elohim ET ha'shamayim vê'ET ha'aretz  ( בְּרֵאשִׁית, בָּרָא אֱלֹהִים, אֵת הַשָּׁמַיִם, וְאֵת הָאָרֶץ) - No princípio criaram os Elohim "ET (את)" dos Céus  e 'ET (את)" da Terra". O que é o "ET?"

O ET (את) é escrito com a primeira e com a última letra do hebraico é portanto, o ET e o Alfabeto dos Céus que são as Constelações e o Alfabeto da Terra que é o DNA. E o que são ambos alfabetos? São a Torah.


Aqui está a evidência de que Enoque aprendeu com os Elohim o Alfabeto, e portanto a Língua hebraica falada em toda Galáxia,  como também os segredos e mistérios de todas as 72 Constelações com suas 144.ooo gigantescas Estrelas e aprendeu toda a Torah e então ele voou para fora deste mundo com os Astronautas Antigos e isto, também está codificado no verso. E onde está?

Diz o passuq: "Vay'te'halech..." Ele foi traduzido de acordo com o verbo andar (le'halach) para "E andou...", mas como todo código hebraico criptografado na Torah, ele tem o seu segredo.

Halech  ( הַלֵּךְ), como revelei no artigo sobre a Arca da Aliança, possui as letras iniciais de "haytáh lô kenafei (הייתה לו כנפים)" que significa "Ele possuía asas", ou seja, Enoque foi levado deste mundo voando (e não que ele possuía literalmente asas). Podemos retraduzir "Vay'te'halech" para "E voou Enoque e aprendeu o Alef Tav dos Elohim...". A última parte do verso carrega um segredo mais surpreendente ainda. 


 Diz: "vê'eineinu la'qach otô Elohim (וְאֵינֶנּוּ, כִּי-לָקַח אֹתוֹ אֱלֹהִים) - e não era, porque tomaram ele os Elohim". Evidentemente, a tradução além de não ser correta, não é compreensível. Depois de "la'qach  (לקח) nós encontramos "otô (אתו)" que é escrito com as mesmas letras de "vê'ET" do Gênesis primeiro. O que significa isto? Vamos retraduzir: "é não era, porque tomaram o Alfabeto dele os Elohim". O segredo é que Enoque foi transformando, teve o seu "Alfabeto  (Código Genético) modificado e foi transformado em um dos Elohim, o Anjo Metatron, e por isso diz "e não era (Enoque)", pois foi modificado o seu DNA pelos Elohim.

E como Hanoch foi levado deste mundo pelos Astronautas Antigos? Evidentemente em uma Nave Espacial. Veja o código abaixo, Enoque está nele, apesar de eu não o haver mencionado:


Deepak Sankara Veda - Especialista em Criptologia Hebraica - Autor de Câmaras Do Tetraedro & de Marte - As Origens Secretas Da Humanidade.


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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Os Filhos Das Estrelas

No Tehilim (Salmos) capítulo 19, lemos: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos”. O passuq (verso) em hebraico é “Há’Shamyim messaprim kevod Ël, uma’assê iadav maguid há’raqia”. Isto pode ser traduzido como “Os céus enumeram a glória de Ël, e o firmamento conta a obra das suas mãos”, e também para “Os céus narram a glória de Ël, e o firmamento conta o seu trabalho digital”. 




A palavra “messaprim” tem raiz no termo hebraico “sipur” que é “contar/narrar” mas também é o mesmo radical de “enumerar” e também do termo “sêfer” que é livro. Misticamente o verso está nos dizendo que os “céus” são um livro. Outro termo interessante no verso é “maguid” cuja raiz é a palavra “aguidá” que significa “contar um mistério” um segredo. Bem, traduzindo novamente o verso, ele ficaria assim: “Os céus narram a gloria de Ël e o firmamento revela os segredos da obra das suas mãos”. Existem segredos divinos gravados nas constelações, uma linguagem mística secreta com camadas de mistérios elevados e assim, voltamos ao que o Zôhar nos ensina sobre as constelações: 

“Sabei que na abóbada celeste que circunda a Terra, há figuras e sinais através dos quais podemos descobrir os mistérios mais profundos e secretos". "Venha, veja e compreenda: Ner Adonai, nishamat Adam (נר יהוה נשמת אדם) - A luminária de D'us é a alma da humanidade - Mishley (Provérbios) 20:27 Assista ao Book Trailer do Livro 



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sábado, 11 de maio de 2013

Consciência Etérea




Consciência do Olam ha'Atzilut, o mundo da Sabedoria (The Wisdom World's) onde tudo é etéreo, sem forma e tudo pode ser moldado. Em Crônicas de Qédem este universo é chamado "Sólomon".

Eu não preciso de uma EBE (Entidade Biológica Extraterrestre) para me revelar e ensinar os mistérios da Sabedoria, porque minha Neshamá (Alma Divina) é uma faísca, uma centelhas de uma das 144.000 gigantescas estrelas que D'us criou e espalhou por 72 constelações. Estas estrelas são azuis. São os sóis mais quentes do universo e este é o segredo das “seis tábuas” nas quais a Torah foi gravada.



O Segredo da Alma Divina
Neshamá

Na Instrução Divina (Torah) nossas almas divinas são chamadas de "Pavimento" de Safira cuja cor se assemelha ao azul dos céus. Nossas almas são lascas deste Pavimento de Safira (Livinat ha'Saphir) e as Letras da Torah foram gravadas, segundo o relato escrito nela, em Tabletes feitos desta pedra celestial, portanto, uma vez que nossas almas são lascas deste pavimento, todos os mistérios da Instrução Divina (Hê) estão gravados em nossas Neshamot (almas divinas).




Este é o mistério do porque o Midrash diz que, apesar das Tábuas nas quais a Torah fora escrita serem de Safira, elas podiam ser enroladas como pergaminhos, conforme já havia revelado. Estas tábuas estão em nós, são nossas próprias almas divinas e, portanto, toda instrução dos mistérios da Sabedoria se encontra dentro de nós mesmos.

A busca por EBEs que possam nos revelar que somos na verdade é uma ilusão, pois o verdadeiro caminho, a verdadeira viagem de busca é a "jornada interior" até o "despertar" e então todos os mistérios serão lembrados por nossas almas e saberemos quem realmente somos. Este é o segredo e a razão do porque você o está lendo, pois ele emergiu do meu interior como uma vivida lembrança.

O despertar fora marcado para ter inicio no "sexto céu" chamado "Etzem ha'Shamayin (Essência dos Céus) para atingir seu grau mais elevado onde toda a humanidade estará desperta no "sétimo céu" chamado "Livinat ha'Saphir (Pavimento de Safira), conforme escrito na Torah em Shemot (Êxodo) capítulo 24 verso 10 "E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que um pavimento de pedra de safira (livinat ha'saphir), que se parecia com o céu (etzem ha'shamayim) na sua pureza”.


Quando os hebreus israelitas tiveram suas “lascas de safira” gravadas com a Instrução Divina, eles foram trazidos ao “sétimo milênio” ao futuro, e viram o “D’us de Israel” ou seja, contemplaram a revelação de todos os mistérios da criação como seres despertos, uma só nação de iluminados, todos messias.

No mesmo dia em que esta lembrança emergiu no meu interior, resolvi, como de costume tradicional, procurar por um código que comprova-se este mistérios elevado e maravilhoso, e o encontrei conforme a lembrança da minha neshamá me houvera instruído.

CLIQUE PARA AMPLIAR

No código acima, a “key word (Palavra Chave)” é “mi neshamá (O que é a Neshamá?) pergunta para a qual a resposta surpreendeu-me, mesmo tendo recebido a revelação e sabendo que a resposta a comprovaria. Cruzando “mi neshamá” está o 10º passuq (verso) do Êxodo pereq (capítulo) 24 que citamos anteriormente: "E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que um pavimento de pedra de safira (livinat ha'saphir), que se parecia com o céu (etzem ha'shamayim) na sua pureza”.



Logo acima de “mi neshamá” está o termo “modêh” que é uma alusão à prece “Modêh ani” recitada por nós hebreus todas as manhãs em seguida ao “Shiviti” que é a contemplação do Nome Santo. O “Modêh ani” é a prece de agradecimento e a carruagem através da qual nossas “neshamot” são devolvidas ao nosso corpo num processo diário e contínuo de reencarnação.

Resumindo: Nós somos a Torah, a Instrução Divina, e as palavras do Eterno estão gravadas em nossas almas.


PISANDO NO FUTURO

De acordo com este segredo revelado, as "neshamot" dos hebreus, foram trazidas ao futuro e toda a tecnologia que seria canalizada do Gan Éden (Jardim do Éden) neste tempo futuro foi conhecida por elas. Certamente Steve Jobs e Bill Gates estavam entre estas almas. Steve Jobs criou o Tablet para a Apple e este equipamento já estava aludido neste vislumbre futuro:

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Cruzando os dois pessuqim (versos) do Êxodo 24:10 e 24:12 está o termo "Machshev (Computador)". No Êxodo 32 onde novamente somos instruídos sobre as Tabletes dadas a Moshê (Moisés), secretamente o termo "Machshev (Computador)" está codificado e agora, um novo entendimento nos é revelado:

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De acordo com todos os escritos sagrados nos Midrashim, Zohar e no Talmude, nosso universo e tudo o que nele existe, incluindo o DNA primordial de Adão (da humanidade) foram feitos por seres de outros mundos encarregados pelo Sagrado, bendito seja Ele, e que nós chamamos de Malachim (Anjos). Este segredo revelado diminui a nossa "emuná (Fé)" no Criador de todas as coisas? De forma alguma, apenas a aumenta. Sim, fomos feitos por criaturas extraterrestres, por EBEs (Entidades Biológicas Exoplanetárias) de outros mundos e que revelaram as almas dos hebreus em Har Sinai toda a tecnologia que seria descoberta durante o 6º e o 7º milênios.

O sétimo passuq (verso) do Nome de D'us de 42 Letras diz: "Shav'atênu Qabel Ushemá Tza'aqatênu Yodêa Taalumot (Aceita as nossas preces e ouve os nossos clamores, ó Tú que conheces todos os mistérios encobertos)". Este sétimo verso do Ana Be'koach está atado ao sétimo milênio e nos diz que neste tempo todos os mistérios seriam descobertos, os segredos que foram gravados, escritos, esculpidos em nossas neshamot (almas divinas) em Har Sinai cerca de 4.000 anos atrás. Hallelluia!!!!! Umen!

Para evidenciar, fornecer uma prova de que a alma de Steve Jobs estava entre as almas dos Hebreus que foram "transportados" ao futuro, abaixo o código que o Sagrado, bendito seja Ele, me revelou:

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domingo, 14 de abril de 2013

A Estrela Gêmea do Sol



A Estrela Gêmea do Sol: Tempos atrás, enquanto estudava o Zohar Sagrado, fui levado a questionar o a natureza dupla do nosso universo, uma vez que ele fora criado pela "letra beit" e portanto, tudo no nosso universo seria duplo. Perguntei-me então, sendo assim, uma vez que a maioria das estrelas da nossa galáxia são "binárias" onde estaria então a companheira gêmea do nosso sol?

Sim, nosso sol possui uma companheira gêmea aludida no verso do Gênesis "E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas (Gênesis 1:16).

וַיַּעַשׂ אֱלֹהִים, אֶת-שְׁנֵי הַמְּאֹרֹת הַגְּדֹלִים:  אֶת-הַמָּאוֹר הַגָּדֹל, לְמֶמְשֶׁלֶת הַיּוֹם, וְאֶת-הַמָּאוֹר הַקָּטֹן לְמֶמְשֶׁלֶת הַלַּיְלָה, וְאֵת הַכּוֹכָבִים.

A palavra noite (ha'laila) no verso não alude ao tempo no qual o ocaso solar acontecia, pois, somos ensinados pelo Zohar, midrash e Talmud que, antes do pecado de Adão, não havia noite, e o sol nunca se punha... Portanto, sabemos aqui que, estes dois grandes luzeiros não se referem ao sol e a lua no estado no qual ela se encontra atualmente, mas a dois sóis...

Aprendemos que, quando Adão pecou ele viu o sol se por pela primeira vez, e ficou aterrorizado com a noite.

Precisava então, encontrar uma evidência deste segundo sol nas Qituvei Ha'Qodesh (Escrituras Sagradas) e a encontrei.

Em Shofetim (Juízes) capítulo 5 verso 20 lemos: "Desde os céus pelejaram; até as estrelas desde os lugares dos seus cursos pelejaram contra Sísera (Juízes 5:20)". Expliquei anteriormente em outro artigo, que os planetas do nosso sistema solar, estavam batalhando por seus lugares (orbitas) e sobrevivência. Então, no verso 23 do mesmo capítulo lemos:

"Amaldiçoai a Meroz, diz o anjo do SENHOR, acremente amaldiçoai aos seus moradores; porquanto não vieram ao socorro do SENHOR (יְהוָה), ao socorro do SENHOR (יְהוָה) com os valorosos (Juízes 5:23)".

O Zohar revela que Meroz é uma estrela e seus moradores são os planetas que a orbitam, e também o talmud no Tratado Moed Katan diz o mesmo, que Meroz é uma estrela.

Nêmesis

Recentemente, astrônomos não ortodoxos, surpreenderam o mundo com a teoria de Nêmesis.

Nêmesis, dentro da astronomia teórica, seria uma provável estrela companheira do Sol, fazendo do Sistema Solar um sistema binário de estrelas. Ao passo de que ainda não foi observada diretamente, Nêmesis seria uma estrela escura e pequena, talvez uma anã vermelha, com uma órbita dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais distante que a de Plutão.

Uma outra hipótese levantada a respeito de Nêmesis é que a sua órbita ao redor do Sol dure algo em torno de 26 milhões de anos e que em determinado momento a estrela atravessa a Nuvem de Oort e arremessa bilhões de asteróides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o Sistema Solar e atingindo a Terra causando assim grandes extinções da vida no planeta, como por exemplo a extinção KT que ocorreu há 65 milhões de anos.


Os Dois Sóis

O Talmud e o Zohar também revelam que, a frase "dois grandes luzeiros" alude que eles eram do mesmo tamanho, mas então, um deles foi diminuído devido ao pecado, e por isto estaria dito, no mesmo verso "o menor para governar a noite" o que levou muitos a confundir este astro celeste com a lua em seu atual estado e que ela teria sido criada assim, teoria esta que o Zohar não apoia, pois em outro lugar ele nos revela que, a Lua foi diminuída em seu tamanho, ela encolheu devido ao pecado de Adão. No livro do profeta Isaías, lemos:

"E a luz da lua será como a luz do sol, e a luz do sol sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR ligar a quebradura do seu povo, e curar a chaga da sua ferida (Isaías 30:26)".


O verso está aludindo que a Lua será restaurada ao seu estado estelar original e por isto "a luz do sol será sete vezes maior".


Recentemente a NASA afirmou aquilo que o Zohar já havia revelado, que a lua está encolhendo:


"Fotografias tiradas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), enviada pela Agência Espacial Americana – NASA, ao satélite, para investigar a órbita da Lua, revelaram que a circunferência da superfície lunar contraiu pelo menos cem metros, nos últimos mil milhões de anos. A descoberta foi relatada pelo cientista Thomas Watters, do Centro de Estudos Planetários, num artigo publicado pela revista especializada «Science».

Ao amaldiçoar Meroz, o segundo sol, o anjo do Eterno a diminuiu tornando-a uma Anã Vermelha? Ou ela teria sido transformada na nossa lua? E o outro mistério que permanece é: o que teria acontecido com seus habitantes (planetas)?


Adão & os Dois Sóis
Dr. Immanuël Velikovsky

A primeira catástrofe foi a expulsão do homem da terra abençoada do Éden, um mundo, planeta que ainda não conhecemos. Não foi um único par de seres humanos, a tradição atribui a Adão a invenção de 70 línguas distintas. Anterior a este evento, o hebraico era a única língua em toda a galáxia.

A Mitologia hebraica atribui ao período anterior à expulsão de Adão diferentes condições físicas e biológicas.

O sol brilhava permanentemente sobre esta terra e no Jardim do Éden, colocado no Oriente (Qédem - que é o nome bíblico da nossa galáxia), ele estava sob os raios permanentes do amanhecer, nunca era noite. A terra não havia sido regada pela chuva, mas a névoa estava subindo da terra e caindo como o orvalho sobre as folhas. As plantas apareciam apenas para a nutrição num mundo onde tudo era bio luminescente, tudo brilhava, incluindo Adão. O homem, Adão, era de estatura muito grande. As dimensões do corpo do homem eram gigantescas. Sua aparência era diferente da dos homens posteriores. O seu corpo era coberto com uma belíssima pele translúcida. Mas o homem não cumpriu os preceitos do seu Criador e um dia veio a pecar. Como consequência, o sol escureceu no instante em que Adão se tornou culpado de desobediência. As chamas da espada giratória o aterrorizaram. Em outra agadá conta-se que a luz celestial brilhou um pouco na escuridão e em seguida cessou, para a consternação de Adão, que temia que a serpente fosse atacá-lo no escuro. A iluminação do primeiro período nunca mais voltou.

Antecipando-se à perversidade das gerações pecaminosas do dilúvio e da Torre de Babel, que eram indignos de desfrutar a bênção da luz. Deus ocultou-se, mas no mundo vindouro Ele aparecerá ao piedoso em toda a sua glória primitiva.

O céu que o homem nunca viu aparecerá diante dele novamente. O firmamento não é o mesmo que os céus do primeiro dia.

A lua era maior antes, e de repente ficou menor, "porque ela falou mal do sol". A Lua, diz a aggada, tinha inveja e desejou ser mais brilhante que o sol. De acordo com outra lenda: A terra também teve de sofrer punição.

O significado disto é que, o nosso sol era uma estrela binária, como a maioria dos outros sistemas neste universo, que de acordo com o Zohar, foi criado pela letra hebraica Beit cujo valor numérico é dois. De acordo com a NASA, a Lua continua a encolher ainda hoje, como foi explicado acima.

Uma evidencia de que a Lua pode ter sido uma estrela, menor, é claro que o Sol, é que nela é encontrado o He3 (Hélio 3). O hélio-3, abreviado por He-3, às vezes chamado em inglês de tralphium é uma forma isotópica não-radioativa do hélio com dois prótons e um nêutron no núcleo atômico. Ele é muito raro na Terra e é procurado para atividades de pesquisas sobre fusão nuclear. Acredita-se que o gás exista em abundância na Lua incorporado na camada superior do regolito pela ação de ventos solares durante bilhões de anos e nos grandes planetas gasosos do Sistema Solar deixado lá durante a nebulosa solar original, embora ainda em baixa quantidade.

Se a lua é Meroz talvez seja esta a razão dos astrônomos não terem encontrado Nêmesis, por talvez ela não seja uma Anã Marron, mas a própria lua no seu estado degenerado.

De acordo com a aggada, por causa do pecado que o pôr do sol aconteceu pela primeira vez. A primeira vez que Adam testemunhou o ocaso do sol foi apreensivo e com temores ansiosos. Toda a noite ele passou em lágrimas. Quando o dia começou a amanhecer, ele entendeu que o que ele tinha feito, e lamentou a inversão da natureza.

Também percebeu, ao mesmo tempo, que os dias começaram a se tornarem mais curtos e repetentes. E isto é contada na seguinte história: Expulsos do Jardim do Éden, Adão e Eva sentaram-se em grande sofrimento, luto e lamentações. Adam percebeu que os dias foram ficando mais curtos e temia que em breve, o mundo se escurecesse por conta de seu pecado.


Continuará...





sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sírius: O Local do Jardim do Éden




Talmud Bavli 58b:

Rav Ashi disse: "Uma estrela foi removida de um lado da Constelação de Órion e uma estrela companheira apareceu do outro lado , e as pessoas ficaram perplexas e eu pensei que a estrela tinha atravessado para o outro lado".

O Local do Jardim do Éden

Onde fica o "Gan Éden (Jardim do Éden)" de onde a "Humanidade (Adão) foi deportada? Esta é a pergunta que se faz desde a antiguidade e a mim, me foi permitido penetrar a resposta.

A Estrela Sírius 

Os SISTEMAS SOLARES, também possuem um SOL CENTRAL e um ESPAÇO UTERINO receptor, onde estão os PLANETAS. O SOL do nosso sistema solar é a Estrela Divina Sirius, SIRIUS é o SOL do nosso SOL. O SOL do SOL da Terra. O Sol do nosso Sistema Solar, o Sol da nossa Galáxia. Sirius é o foco do Grande Sol Central em nosso setor da nossa galáxia.

O sistema Solar Sírius é chamado desde a antiguidade de "A Estrela do Messias (Kochav ha'Mashiach) e é o locar no universo onde os pensamentos são elevados, onde antes possuíamos o estado de "Messias" e é para lá que devemos retornar, para eles estado.

O MACROCOSMO gravita em torno do SOL CENTRAL da nossa Galáxia, SÍRIUS OU SÍRIO. Por SÍRIUS penetram as diretrizes da GRANDE LEI, do GRANDE SOL CENTRAL e passam pelo SOL DO NOSSO SISTEMA governados por HÉLIOS E VESTA até chegar a nosso planeta Terra e aos nossos corações.

Sírius é uma estrela tão grande e tão quente, que, desde os tempos antigos, quando os dias estão muito quentes aqui, nos expressamos isto com o dito popular "Está um calor do cão" ou "Esta quente para cachorro" que é aparentemente uma expressão sem fundamento, sem pé ou cabeça, se não fosse o seguinte:

Sírius é a principal estrela da Constelação de "Canis Majoris (Cão Maior)". Aqui a expressão "Está quente para cachorro" começa a fazer sentido e então, uma pergunta intrigante se apresenta: Se nunca estivemos ou residimos em Sírius, como poderíamos saber o calor que faz e expressar isto com este dito? A resposta é mais intrigante e surpreendente ainda: Sim, estivemos em Sírius, mas nossa memória foi apagada e o que expressão faz parte da nossa "memória genética".

A evidência está no Zohar que afirma que, assim que a Humanidade (Adão e Chavah) foram deportados do Jardim do Éden sua memória foi apagada e nem mais a Vós dos Céus (A Sabedoria) ela não pode mais reconhecer.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Plêiades ou "Quadrante das Plêiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. 

O Livro da Formação...

O Sefer Yetzirá de autoria do Patriarca Abraão nos informa codificadamente que, o nosso sistema solar migrou de um ponto muito mais alto no universo chamado "Etz ha'Chaiim (Árvore das Vidas). Assim, sabemos que o nosso Sol, mesmo que a astronomia e astrofísica neguem isto, migrou de um sistema Solar maior e mais alto. Para evidenciar que estrelas migram, eu citei o Talmud acima.

O Cinturão de Órion

Desde a antiguidade três belas estrelas nos chamam a atenção. Elas são conhecidas como as "Três Marias" e também pelo título código de "Os Três Reis Magos". Elas aponta diretamente para Sírius, e Sírius aponta diretamente para o nosso sol em Dezembro e Janeiro.

As Almas dos Messias...

As almas de todos os messias são centelhas da Gigante Azul Sírius. Uma grande evidencias disto, mesmo que a maioria dos religiosos dogmáticos a neguem, é Yeshu'a - Um dos Messias que era seguido e auxiliado pelas três Marias: Maria irmã de Lazarus, Maria de Magdala e Maria sua mãe e que foi visitado pelos "Três Reis Magos". Evidentemente trata-se de um código celeste e não de uma história física.

A Evidência Codificada na Torah...

Durante uma conversa mística com meu amado discípulo Avraham ben A'aron Kuk, todo este mistério me foi revelado. Para que não houvesse nenhuma duvida, resolvi procurar a evidência dentro das letras Sagradas da Torah, e lá estava este surpreendente código, onde o termo central é "Sirius (סיריוס)" e logo abaixo deste termo central está "Kelev Gadol (כלב גדול,) - Alfa Canis Majoris", mas o que me surpreendeu foi o que li acima de Sírius:

"E tomou o Eterno Deus, a Adão (Humanidade) e o colocou no Jardim do Éden, para o cultivar e guardar ( וַיִּקַּח יְהוָה אֱלֹהִים, אֶת-הָאָדָם; וַיַּנִּחֵהוּ בְגַן-עֵדֶן, לְעָבְדָהּ וּלְשָׁמְרָהּ)" - Gênesis 2:15.



Ao lado deste verso o termo hebraico para "Gravidade" desce na vertical ligando-se a Sírius e aludindo que o Éden orbita a estrela Sirius... Veja o código abaixo.

Ursa, Órion e as Plêiades

Duas estrelas migraram das Plêiades para a Ursa Maior, e Talmud explica que isto foi feito para que o dilúvio tivesse inicio, mas que no tempo da correção, as "Filhas das Plêiades" lhe serão devolvidas. Agora sabemos porque D'us perguntou a Yov (Jó): Quem fez a Ursa, Órion e as Plêiades? (Jó 9:9).

SIRIUS E OS DOGONS

Dogon é um povo que habita o Mali e o Burkina Faso. Os dogons do Mali são um povo que vive em uma remota região no interior da África Ocidental - são cerca de 200 mil e a sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, ao leste do Rio Níger. Ainda não podem ser qualificados como "primitivos", pois possuem um estilo de vida muito complexo, e não são excelentes candidatos a possuir conhecimentos científicos. Contudo, possuem um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius[1] (incluindo pelo menos uma estrela que ainda não foi identificada pelos astrônomos) e dos seus períodos orbitais. Os sacerdotes dogons dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente são transmitidos oralmente e de forma secreta, séculos antes dos astrônomos.

Esses conhecimentos foram publicados pela primeira vez em 1950, no "A Sudanese Sirius System", escrito pelos antropólogos franceses Germaine Dieterlen e Marcel Griaule, que viveram muito tempo com os dogons no final dos anos 1940. Os dois cientistas ganharam a confiança dos sacerdotes até o ponto deles lhe confiarem esses notáveis conhecimentos, muito ligados às suas crenças religiosas.

A origem da vida

Para os dogons, toda a criação está vinculada à estrelas que eles chamam de Po Tolo, que significa "estrela semente". Esse nome vem da minúscula semente chamada de "fonio", que em botânica é conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os dogons referem-se ao inicio de todas as coisas. Segundo os dogons, a criação começou nessa estrela, qualificada pela astronomia como anã branca, e que os astrônomos modernos chamam de Sirius B, a companheira muito menor da brilhante Sirius A, da constelação Cão Maior.

Os dogons sabem que a Po Tolo tem uma enorme densidade, totalmente desproporcional ao seu reduzido tamanho e acreditam que isso deve-se à presença do sagala, um metal extremamente duro e desconhecido na Terra. Continuam descrevendo que as órbitas compartilhadas da Sirius A e da Sirius B formam uma elipse, com a Sirius A localizada em um dos seus focos.

Os dogons também dizem que a Sirius B demora 50 anos para completar uma órbita em volta da Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu período orbital é de 50,4 anos. Igualmente intrigante é a sua afirmação de que a Sirius B gira em torno do seu próprio eixo e demora um ano terrestre para terminar este movimento. Alguns astrônomos afirmam que isso é possível, enquanto outros discordam dizendo que esse período de rotação é muito longo para uma estrela tão pequena e densa.

Mas, o que é realmente assustador é o conhecimento que dizem ter sobre o terceiro astro do sistema Sirius, descoberto apenas recentemente pelos astrônomos, já que possui um tamanho irrelevante perto dos dois outros astros do sistema, e por isso levou quase meio século para ser descoberto. Os Dogons chamam este terceiro corpo de Emme Ya, ou "Mulher Sorgo" (um cereal) e dizem que é uma estrela pequena com apenas um planeta em sua órbita, ou um grande planeta com um grande satélite. Os modernos intérpretes dessa tradição chamam esta estrela de Sirius C.

A conclusão de que a informação recebida por Dieterlen e Griaule era conhecida pelos dogons há milhares de anos, e é aceita pelo membro da Royal Astronomical Society, Robert Temple, uma vez que há provas a favor de tal afirmação. Contudo, há um grupo de críticos que não concordam com essa informação. Entre este grupo de cético, estão Carl Sagan, Ian Ridpath, James Oberg e Ronald Story. Segundo eles, os exploradores da Europa e dos Estados Unidos encontraram os dogons há 150 anos e forneceram-lhes informações sobre Sirius, que logo foi incorporada à sua cosmologia.

Contudo, em uma entrevista ao programa Horizon da BBC, Germaine Dieterlen não concordou com esse ponto de vista e, para prová-lo, mostrou um esquema feito pelos dogons do sistema Sirius de 500 anos de idade. Além disso, outros pesquisadores argumentam que muitos dos astrônomos dos dogons não eram conhecidos no Ocidente até o século XX.

As migrações gregas

Os pesquisadores afirmam que os conhecimentos sobre o sistema Sirius dos dogons possuem milhares de anos, e tem a seu favor as provas históricas. Supõe-se que os dogons são remotos descendentes dos gregos que colonizaram a parte da África que atualmente constitui a Líbia. Heródoto os chama de Garamantianos, de Garamas, o folho de Gaia, a deusa grega da terra. Os elementos da tradição grega são muito parecidos à preocupação dos dogons com os números. Além disso, durante a sua permanência na Líbia, aqueles gregos expatriados poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos egípcios.

Séculos de lenta emigração para o sul levaram os dogons ao Rio Níger, onde se estabeleceram e se misturaram com os habitantes negros locais. Segundo Robert Graves, os últimos restos dessa errante tribo estão agora em uma aldeia chamada Koromantse, também chamada Korienze, a 75 km de Bandiagara.

Visitantes Anfíbios

Para alguns[quem?], isso constitui uma prova irrefutável da antiguidade dos conhecimentos astronômicos dos dogons. Mas a forma como os adquiriram continuam sem respostas. Como um povo que não dispunha de instrumentos óticos poderia conhecer os movimentos e as características da estrela mais brilhante, da sua companheira pouco visível e de um terceiro astro do qual ainda não existem provas cientificas de sua existência?

Os dogons explicam os seus conhecimentos astronômicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: seus antepassados os adquiriram de visitantes anfíbios extraterrestres, chamados por eles de "nommos", provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B). As descrições feitas pelos dogons são muito precisas.

Contam que os nommos chegaram pela primeira vez do sistema Sirius em uma nave espacial que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho tão forte quanto o rugido do vento. Também dizem que esta máquina voadora rebateu ao aterrissar como se fosse uma pedra pela superfície da água, semeando a terra com "jorros de sangue". Alguns estudiosos[quem?] dizem que "jorros de sangue" na língua dogon é semelhante a "escape de foguete", o empuxo invertido usado nos veículos espaciais. Os dogons também falam que pode ser interpretada como "nave mãe" colocada em órbita. Isso não é tão estranho quanto parece: A Apollo 11 ficou em órbita lunar enquanto o módulo descia para fazer a primeira alunissagem em julho de 1969.

Tudo isso parece ridículo se não fosse pelo paralelismo com as civilizações que apareceram na época das migrações dos antepassados dos dogons. As representações artísticas dos nommos na forma de réptil assemelham-se ao semideus babilônico Oannes, com rabo de peixe, aos anfíbios dos acadianos conhecidos como Ea, e à representação na arte primitiva egípcia de Ísis em forma de sereia. Todos esses personagens foram, para seus respectivos adoradores, os pais das suas civilizações.

Os seus vínculos com as antigas civilizações do Oriente Médio dependem da aceitação da teoria que diz que seus antepassados teriam viajado até o sul, enquanto a afirmação de que os extraterrestres descreveram-lhes o sistema estelar.

Correspondentes egípcios

A Sirius A era conhecida pelos antigos egípcios como Sothis. Seu ano começava como os "dias do Cão", quando a Sirius, a estrela da constelação Cão Maior, surgia atrás do Sol, por volta do dia 23 de julho. Aparentemente também conheciam a Sirius B porque, nas suas tradições religiosas, a deusa Ísis era símbolo da Sirius A e Osíris, seu consorte, era associado à sua escura companheira.

Os antigos rituais vinculam Ísis a Sirius. A câmara do ano novo do templo de Dendera foi construída de forma que a luz da Sirius seja canalizada por um corredor até o interior da câmara.

Isso é um antecedente da cerimônia Sigui que os dogons celebram quando a Sirius pode ser vista pela fresta de uma rocha da aldeia de Yougo Dogorou. Devido ao fato de Osíris ser adorado como o senhor da vida após a morte e as lendas dos antigos egípcios falarem de almas, que voavam a uma mansão imortal junto aos deuses, é possível que considerassem que essa mansão estivesse localizada na Sirius B.

Répteis humanos

Os dogons acreditam que deuses (nommos) vieram de um planeta do sistema Sirius, há 5 ou 6 mil anos. Na linguagem dogons, Nommos significa "associado à água" ; "bebendo o essencial". Segundo as lendas, os anfíbios Nommos viviam na água e os Dogons referem-se a eles como "senhores da água". A arte dogon, sempre mostra os Nommos parte humanos, parte répteis. Lembram o semideus anfíbio Oannes dos relatos babilônicos e o seu equivalente sumério Enki. Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais de suas civilizações com seres procedentes de algum lugar diferente da Terra. Coletivamente, isso é interpretado por algumas pessoas como a prova da existência de vida extraterrestre que estabeleceu contato com o nosso planeta em um passado distante.

FONTE: WIKIPÉDIA

A GEMATRIA DE SÍRIUS

A gematria hebraica de Sírius, devidamente transliterado para o hebreu (סיריוס) é 346 e possui alguns segredos que evidenciam nossa teoria: 346 é o mesmo valor do termo "Be'Pardes (בפרדס)" cujo significado é "No Paraíso". É também a gematria de "Karma (קארמה)" e também de "B'ney Pered (בני פרד)" que pode ser entendido como "Filhos da Incompreensão (o termo Pered é mula no hebraico)". A alusão aqui é que, caímos de um padrão de consciência elevado, messiânico, e como consequência, derrubamos todo o sistema para um lugar mais baixo no universo a fim de sofrermos a correção, o karma.

Todo este mistério está publicado no meu livro "B'ney Kochavim - Os Filhos das Estrelas" o qual estou canalizando. Aguardem...

Artesão da Luz

O Artesão Da Luz