A Alma Adicional
Fonte: Chabad (com adendos do autor)
Durante os últimos cinco anos, desde o meu Despertar em 27 de setembro de 2014 (3 de T'shri, 5775), no qual eu soube que era uma reencarnação de uma centelha de alma do Rabino Chaim Vital, abençoada seja sua lembrança, eu vinha tentando descobrir quando esta centelha sagrada teria de fato reencarnado em mim, se no nascimento ou durante meus 53 anos nesta vida. Durante um sonho, na madrugada de 26 de junho de 2019, este segredo me foi revelado.
"Ensina a Cabalá que cada judeu, independentemente de sua natureza ou comportamento, possui duas almas: uma Divina e uma natural (nefesh bahemáh e nefesh ha'elohit). Essas são as almas básicas do ser humano; e não devem ser confundidas com a alma adicional (neshamá yeterá) que um judeu recebe durante o Shabat, ou com os cinco níveis da alma – Nefesh, Ruach, Neshamá, Chaya e Yechidá que sâo adquiridos por reencarnação."
Fonte: Morashá com acréscimos do autor
Todas as pessoas nascem e recebem uma nefesh bahemáh (alma animal) que anima o corpo e, ao se aproximarem da Torá e da pratica de suas mitzvot (preceitos), acumulam méritos para adquirir uma nefesh ha'elohit (alma divina). No homem isso acontecem durante a circuncisão a, não ser e, em raros casos, que a pessoa, por reencarnação tenha acumulado méritos para receber a influência desta nefesh ha'elohit antes mesmo da sua Brit Milá (circuncisão). Isto foi o que aconteceu comigo pois, antes mesmo da minha Brit Milá, em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003) a partir de 1996 quando acordei de um sonho falando hebraico, eu comecei a receber as influências desta nefesh ha'elohit que a mim estava destinada desde o meu nascimento.
A alma animal (nefesh bahemáh) e a alma divina (nefesh ha'elohit) se opõem uma à outra fazendo do corpo um campo de batalha tentado dominar, cada uma, os seus órgãos que sâo chamados de "vilas" ou "cidades", conforme está codificado no Likutei Amarim Tânya: "Duas nações farão guerra uma contra a outra... (Tânya 9)". Estas duas nações são as duas almas.
Em Sha'ar ha'Gilgulim aprendemos que é a néfesh bahemáh (alma animal) a responsável pelos pecados que a pessoa comete, pecados esses que causam dor a "Israel (nefesh ha'elohit)" mas, de acordo com as regras do gilgul (reencarnação), esses pecados não causam manchas que trarão tikun (karma) para a nefesh ha'elohit.
A alma animal (nefesh bahemáh) e a alma divina (nefesh ha'elohit) se opõem uma à outra fazendo do corpo um campo de batalha tentado dominar, cada uma, os seus órgãos que sâo chamados de "vilas" ou "cidades", conforme está codificado no Likutei Amarim Tânya: "Duas nações farão guerra uma contra a outra... (Tânya 9)". Estas duas nações são as duas almas.
Em Sha'ar ha'Gilgulim aprendemos que é a néfesh bahemáh (alma animal) a responsável pelos pecados que a pessoa comete, pecados esses que causam dor a "Israel (nefesh ha'elohit)" mas, de acordo com as regras do gilgul (reencarnação), esses pecados não causam manchas que trarão tikun (karma) para a nefesh ha'elohit.
1966
Nascimento
Eu
fui concebido na noite de 10 de setembro de 1965 no 253º dia do ano solar e
que, naquele ano coincidiu com a noite de 13 de Elul de 5725. Meu nascimento se
deu 274 dias depois em 10 de junho de 1966 no 161º dia do ano solar, 22 de
Sivan de 5726. O valor 274 é a gematria de Ben Yosef Ben David (בן יוסף בן דוד) e é também a gematria kollel de "Ór ha'Ganuz (אור הגנוז)" que é a "Luz Oculta da Criação."
“Sua
casa (corpo) deve ser um lugar onde os sábios, as grandes almas e os grandes
estudiosos (da Toráh) vêm e se reúnem”.
Pirkê Avot
Em hebraico, 13 de Elul de 5725 (י״ג בֶּאֱלוּל התשכ״ה) possui gematria igual a 812 que é a mesma da expressão "Sód ben baruch: O número do destino (סוד בן ברוך: מספר המזל)." Este mesmo valor revela a frase "Ha'Ari sha'ag, mi ló irê (ה'אר'י שאג מי לא ירא?)?" que se traduz "O Ari rugiu, quem não o temeria?". Ari em hebraico significa Leão e é o acrônimo de "Elohei Rabbi Yitzchaq (אלהי רבי יצחק) - O Divino Rabino Isaac."
1969
A Visita Do Profeta Elias
Eu
tinha 36 meses de vida e costumava dormir na cama da minha mãe, pois meu pai
estava sempre viajando. Numa noite, uma presença encheu o quarto e uma voz
masculina me chamou pelo meu nome: - Paulo? Eu me levantei e fui até a pequena
sala na qual minha mãe costumava fazer tricô e crochê enquanto via televisão.
Eu disse: - Mãe, onde está o meu pai, ele está me chamando! Minha mãe respondeu
dizendo que meu pai não estava em casa, pois estava viajando e que eu deveria
voltar para a cama e dormir. Voltei para a cama e novamente a voz me chamou ao
que me levante e novamente questionei minha mãe pela presença do meu pai. Ela me
ordenou que voltasse novamente para a cama pois meu pai não estava. Voltei e
novamente, ao me deita, a voz me chamou a terceira vez e novamente me levante e
fui à sala perguntar pelo meu pai. Minha mãe então me disse que D’us estava me
chamando.
O
meu nome civil, Paulo (פאולו) possui gematria igual a 123 que é a mesma da expressão “Bá
Eliyahu Há’Navi (בא אליהו הנביא)” que se traduz “Veio o Profeta Elias.” Eu fui visitado pelo
profeta Elias ainda na minha infância e jamais pude me esquecer desta visita. Em hebraico "A Voz de Elias" é "Qol Eliahu (קול אליהו)" e sua gematria Ofanim é igual a 185. Mas, qual seria o mistério deste número?
1992
O Grupo Elijah
Em
1992, de comum acordo com minha primeira namorada e as irmãs dela, eu fundei o
Grupo Elijah, uma banda musical da qual eu era o líder. O grupo foi formado no
dia 14 de maio que, naquele ano, coincidiu com o aniversário de fundação de Israel.
Em 2001 o Grupo Elijah que em hebraico é “Eliahu Kibbutz” cuja gematria AchBi é
igual a 583 passaria a ser a “Sinagoga Elijah”, em hebraico “K’nesset-Eliahu” e
cuja gematria Mispar Kollel é igual a 583. Não por acaso, a casa na qual a
Sinagoga fora instalada era a de número 583 e, acima de qualquer coincidência a
gematria do meu nome e título, Rav Misha’Ël é igual a 583. A criação do Grupo Elijah
foi uma inspiração do Profeta Elias. O valor 583 é também a gematria de Yavô Tzfat (יבא צפת) que se traduz "Virá de Safed."
Em 1993, no mesmo 13 de Elul (29 de agosto), eu entrei em estúdio para gravar o álbum Pela Manhã com músicas compostas, arranjadas e executadas por mim e cantadas pelo Grupo Elijah.
Em 1993, no mesmo 13 de Elul (29 de agosto), eu entrei em estúdio para gravar o álbum Pela Manhã com músicas compostas, arranjadas e executadas por mim e cantadas pelo Grupo Elijah.
1996
Sonhando Com A Caverna Do Ari
A
mais antiga de todas as sinagogas de Tzfat[1],
a Ari Sefaradi foi nomeada em honra ao
ARI – Rabbi Yitzhak Luria, em memória do seu pai sefardita. A sinagoga foi
mencionada pela primeira vez em 1522 como um lugar sagrado de culto para os
judeus imigrantes do norte da África, que era então chamada de “A Sinagoga
Eliyahu Ha'Navi[2]”.
Segundo a tradição, o ARI que viveu em Tzfat entre 1570 e 1572 costumava rezar
ali naquele local, em 1600, já era conhecido como a sinagoga do ARI.
Uma
pequena sala da caverna fica na parede leste, onde a tradição informa que era
usada pelo ARI para aprender a Torá com Eliyahu HaNavi (Elijah o Profeta). No
século XVII, uma grande pedra foi colocada na entrada da caverna para proteger
seu espaço sagrado, mas hoje é possível entrar na caverna.
Quatrocentos
e vinte e quatro anos depois do ocultamento da alma do Arizal em Safed, entre o
dia 23 de abril e 3 de maio, eu sonhei que estava em uma caverna na qual havia uma
Arca Sagrada e lá dentro eu ouvia muitas vozes entoando uma canção que, até
então, eu nunca tinha ouvido e em um idioma que eu não conhecia. Ao acordar eu
comecei entoar aquela canção no idioma que tinha ouvido durante o sonho. A
canção era o cântico Má tovú.
Eu, na escadaria da K'nesset Eliyahu Ha'Navi
30 de Nissan de 5777
Até
então, eu acreditava que era um cristão, mas, depois deste sonho, eu nunca mais
pisaria, a não ser por um breve período que me foi necessário, dentro de uma
igreja cristã.
Depois
de sonhar, eu fui até a estante de livros do meu pai e tomei um volume da enciclopédia
Delta-Larousse e procurei pelo tópico “Hebraico” e quando vi a tabela com o alfabeto
tive o sentimento que já havia visto as letras antes. Era um fragmento de
lembrança de outra vida.
A página da Delta-Larrouse
1999
A Transmigração
Eu
fui destinado, desde minha concepção em 13 de Elul de 5725[3]
a receber, nesta vida, os três níveis de alma mencionando em Sha’ar Há’Gilgulim
– O Portal das Reencarnações - que são Néfesh, Rúach e Neshamá e, em razão deste mistério a presença da alma do
Arizal se fez presente durante minha concepção juntamente com o espírito Zahariel. Este espírito é puro e mais claro
que os inferiores. Seu nome é Zahariel, porque ele é extraído do óleo da unção
sagrada, que é extraído do mundo superior, Bina (a Compreensão Divina sobre os
mistérios sagrados da Toráh), e desse nome ele cresce e cresce. Ambos os nomes Há’Ari’zl
e Zahariel possuem a mesma gematria que é 253. E qual é o dia 253 do ano solar?
É o dia 10 de setembro, dia no qual eu fui concebido.
Até
o dia do sonho da caverna eu nunca tinha ouvido falar do Arizal e nem de Chaim
Vital, o mais amado discípulo do Ari. Depois daquela experiencia minha atração
pelo mistério divino crescia mais e mais e a cada dia eu me movia mais e mais
para o interior.
Quando
D’us chamou Abraão cujo nome ainda era Abrão, Ele lhe disse: “-Lech lechá (לך לך)”
que traduzido significa “Parta para ti mesmo!” A gematria Mispar Ne’elam de
Lech Lechá é igual a 248 que é a mesma de Ari’zl (אריזל)
e Raziel (רזיאל) o nome do Príncipe dos Mistérios, o professor de Adão no
Jardim do Éden. O Arizal foi uma reencarnação do Anjo Raziel e por esta única razão
veio ao mundo ensinar Chaim Vital que era uma reencarnação de Adão.
Esta
minha viagem cada vez mais para o interior de mim mesmo, em direção à minha
alma, resultou no desejo insuportável de viajar, o que acabou se realizando,
pois eu já estava destinado também a esta experiencia.
O
Zôhar nos ensina sobre mudança de nome, mudança de lugar e mudança de ação como
um processo para a correção do pecado de Adão e para receber as centelhas de
almas que já estão nos destinadas. Não suportando mais o desejo de viajar, eu
publiquei um recado em um grupo cristão na internet, oferecendo-me como
ministro de música e louvor. Um pastor brasileiro residente nos EUA respondeu ao
recado e me convidou para viajar com ele pelo interior de Minas Gerais quando
ele estaria visitando algumas congregações. Eu aceitei.
No
dia 19 de abril de 1999 lá estava eu viajando para Belo Horizonte onde me encontraria
com o pastor e, depois de encontrá-lo, iniciamos a viagem pela BR 381. Ora, BR
381 tem as letras de RAV (Rabino) e o valor em gematria do nome Misha’Ël. Dois
anos depois, em março de 2001 eu me tornaria o Rabino Misha’Ël (רב מישאל).
O pastor Valdir Viveiros e um amigo, Valdênio. Foto clicada por mim
No
dia 1º de maio de 1999, um sábado, nós chegamos à cidadezinha de Sobrália onde
à noite eu tocaria em um evento na praça da cidade. Ali, eu encontraria a jovem
que estaria carregando a centelha de Chaim Vital destinada a mim. O nome dessa jovem
é Clélia (קלליה)
nome cuja gematria Ne'elam (Oculta) é igual a 185, o mesmo valor da declaração em hebraico "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)" cuja tradução é "EU SOU CHAIM VITAL". A jovem é do signo de escorpião e Chaim Vital era do
mesmo signo que é também meu signo ascendente.
Quando
meus olhos encontraram os olhos verdes de Clélia, a atração foi instantânea e
nossas almas se conectaram imediatamente. Havia uma criança de colo aos prantos
ao lado de Clélia e que não parava de chorar de jeito algum. Eu deixei meu violão
e caminhei até ela, coloquei a mão direita em sua cabeça e disse “Shalom” e imediatamente
a criança parou de chorar.
Depois
do evento, eu me aproximei de Clélia e iniciei uma conversa com ela. No dia
seguinte, voltaríamos a nos encontrar e no dia 3 de maio, o dia 123 no calendário
solar, iniciaríamos nosso namoro e ela me ofereceria seus lábios pela primeira
vez iniciando o processo de transmigração por Yibur da alma que ela havia
recebido e que era minha trinta e três anos depois do meu nascimento, valor este que contém a gematria da palavra "Gal (גל)" cujo significado é "revelar." Clélia havia nascido
no dia 11 de novembro de 1980, dia que coincidiu no calendário hebraico ao dia
3 de Kislev. Ora, a gematria Mispar Kollel de 3 de Kislev (ג בכסלו)
é exatamente 123, a mesma de Chaim Vital.
“Se
uma pessoa faz uma ação da maneira correta, ela recebe uma quantidade da alma
de uma pessoa justa que deixou este mundo. Em seu comentário no Sulam, Rav
Ashlag diz que uma pessoa não pode crescer espiritualmente, a menos que receba
a assistência e pequenas partes da alma de uma pessoa justa, chamado ibur.”[4]
Devido
a esta experiencia, eu desistiria de viajar para os EUA a convite do pastor que
havia me convidado para residir lá e ser ministro em sua congregação. Na verdade, o próprio pastor motivado pelo Divino Espírito, desistiria de me levar antes mesmo que eu desistisse. Voltei
para São Paulo e no início de junho viajei de volta para a cidade de Dom Cavati
onde Clélia residia. Meu desejo era me casar com ela. Eu pouco sabia sobre reencarnação
e não havia tido contato com o Sha’ar Há’Gilgulim nesta vida ainda e, portanto,
não conhecia seus mistérios.
Depois
de algumas semanas em Dom Cavati, eu retornei para São Paulo para pegar algumas
dos meus pertences e roupas e, no dia 15 de julho, embarquei de volta para Dom Cavati
para residir na casa que havia alugado e me casar com Clélia. Eu não sabia que
esta relação era temporária e terminaria assim que a transmigração se
completasse.
Dom Cavati - MG
Durante
minha estadia em Dom Cavati, Clélia entrou em profunda depressão e me pediu pelo
fim do nosso relacionamento. Sua depressão, é claro, se dera em razão de que ela
estava perdendo a alma que era a centelha de Chaim Vital destinada a mim. A
gematria do nome Cavati (קוואטי) é igual a 132 que é a mesma de Gilgulim. Ora, o Rabino Chaim
Vital fora o autor do Sha’ar Há’Gilgulim – O Portal das Reencarnações – no qual
ele reunira os ensinamentos do seu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria, o Ari’zl sobre os segredos bíblicos da reencarnação.
“Há
três maneiras principais que podemos merecer um ibur. Uma é fazendo uma ação
pela qual o justo era conhecido, da fonte de sua alma. Por exemplo, a grande
ação do Rav Pinchas ben Yair era compartilhar. Então, se uma pessoa faz uma
grande ação de compartilhar, pode provavelmente obter a centelha da alma de Rav
Pinchas ben Yair, ou se uma pessoa tem grande humildade, que era uma das
qualidades de Moisés, ela pode receber uma centelha da Luz de Moisés. A segunda
maneira é através do estudo. Quando lemos o Zohar, por exemplo, recebemos uma
injeção de ibur uma centelha de Luz, da alma do Rav Shimon Bar Yochai. E o
terceiro caminho é ir aos sepulcros dos justos. Fazemos isso para pedir que uma
parte de sua alma entre em nossa alma.”[5].
Sobre Reencarnação
Foi no Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) que a reencarnação foi retirada do cristianismo pelo imperador Justiniano e sua esposa Teodora. Essa história da influência de Justiniano e Teodora no citado concílio, de um modo geral, não é abordada pelos historiadores, certamente, para evitarem conflitos com a Igreja, com as contradições e adulterações na Bíblia cristã e os dogmas do cristianismo.
"Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem, Para trazer a sua alma de volta da cova, e a iluminar com a luz dos viventes. "
הֶן-כָּל-אֵלֶּה, יִפְעַל-אֵל-- פַּעֲמַיִם שָׁלוֹשׁ עִם-גָּבֶר. ל לְהָשִׁיב נַפְשׁוֹ, מִנִּי-שָׁחַת-- לֵאוֹר, בְּאוֹר הַחַיִּים.
Jó 33:29,30
No versículo é usado o termo "Shachar (שָׁחַת)" que é uma alusão ao poço das almas, o Sheol, o antigo mundo dos mortos (עולם המתים הקדום הנזכר בתנ"ך) mencionado no Tana'k (Bíblia hebraica).
O Escorpião Na Parede
Minha
última noite em Dom Cavati foi de imensa tristeza e choro. Na manha seguinte
quando acordei, olhei para a parede do quarto e havia um escorpião amarelo agarrado
a ela, imóvel, me espreitando como se tivesse mesmo vindo apenas para me instruir. Era um sinal da alma de Chaim Vital. Claro que, naquele momento eu não poderia
saber disso. À noite, embarquei de volta para São Paulo. Em 1º de outubro de
1999, noite de 21 de T’shiri na qual se celebra Roshaná Rabá, eu entrei pela
primeira vez em uma sinagoga para nunca mais sair.
A mensagem deste artrópode estava na palavra hebraica para escorpião que é Akrav (עקרב) e cuja gematria é igual a 372 e esta, por sua vez, é a mesma e exata numerologia cabalística da expressão "Lo Rabbi Chaim Vital (לו רבי חיים ויטאל) que se traduz "Para ele (a centelha) do Rabino Chaim Vital)." Como este evento poderia ser um acaso do universo? Eu não sabia que o Rabino Chaim Vital tinha sido do signo de Escorpião.
Sobre o meu signo nesta vida, Gêmeos, a astrologia cabalística diz "Se você nasceu em 1966 e é do signo de Gêmeos, significa que em sua ultima vida você foi Escorpião...
"O quarto caminho que é maior do que todos eles (caminhos) é que ele merecerá uma revelação da alma de um antigo tsadic que morreu (como o rei Salomão). Se a partir de um daqueles que são de sua alma raiz (ou seja, perto da raiz de sua alma), como é conhecido ou de outro, mas porque ele realizou um mitzva (excepcionalmente) semelhante a este tsadic. Aquele que merece esse nível, alcançará que eles lhe ensinarão sabedoria e segredos e maravilhas ocultas da Torá. Tudo isso está de acordo com suas ações."
A mensagem deste artrópode estava na palavra hebraica para escorpião que é Akrav (עקרב) e cuja gematria é igual a 372 e esta, por sua vez, é a mesma e exata numerologia cabalística da expressão "Lo Rabbi Chaim Vital (לו רבי חיים ויטאל) que se traduz "Para ele (a centelha) do Rabino Chaim Vital)." Como este evento poderia ser um acaso do universo? Eu não sabia que o Rabino Chaim Vital tinha sido do signo de Escorpião.
Sobre o meu signo nesta vida, Gêmeos, a astrologia cabalística diz "Se você nasceu em 1966 e é do signo de Gêmeos, significa que em sua ultima vida você foi Escorpião...
Alcançando O Rúach Ha'Qodesh
Espírito Santo
"O quarto caminho que é maior do que todos eles (caminhos) é que ele merecerá uma revelação da alma de um antigo tsadic que morreu (como o rei Salomão). Se a partir de um daqueles que são de sua alma raiz (ou seja, perto da raiz de sua alma), como é conhecido ou de outro, mas porque ele realizou um mitzva (excepcionalmente) semelhante a este tsadic. Aquele que merece esse nível, alcançará que eles lhe ensinarão sabedoria e segredos e maravilhas ocultas da Torá. Tudo isso está de acordo com suas ações."
Shaerei Qedush (Portais da Santidade)
O que é o Espírito Santo (Rúach Ha'Qodesh)? É a centelha de alma de um tzadiq (Justo da Torah) que é dada por reencarnação em Yibur para aquele que alcançou mérito semelhante a ele em sua vida. Isso foi o que me aconteceu, de acordo com a raiz da minha alma.
No
dia 23 de abril de 2001, assinei o contrato de aluguel da casa que seria a sede
da K’nesset-Eliahu, contrato que venceria em 23 de outubro de 2003, ano da minha
Brit-Milá (Circuncisão). Ora, o dia 23 de abril no calendário gregoriano de
1620 foi o dia do ocultamento da alma do Rabino Chaim Vital em Damasco, na Síria,
e o dia 23 de outubro o dia do seu nascimento na cidade de Safed, Israel, em
1942. Minha circuncisão foi em 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003), no
aniversário de ocultamento da alma do meu mestre, o Rabino Yitzchaq Lúria.
2014
O Despertar
Depois
de 13 anos mergulhado no estudo do Zôhar Sagrado o Despertar me alcançou. Na manha
de 27 de setembro durante um retiro espiritual, acordei com uma voz me dizendo “Cuidado
com a pessoa de um olho só” e logo uma visão me revelou o segredo da minha
reencarnação e de onde minha centelha de alma havia vindo. Ora, o dia 27 de
setembro é o 270º no calendário solar e o valor 270 possui a gematria da
palavra “Ër (ער)”
que significa Desperto.
“Quando
se diz no Pirkei Avot, "Sua casa deve ser sempre um lugar onde os justos
vêm", significa que devemos sempre estar despertando a nós mesmos para a
necessidade e a importância de receber ajuda e faíscas dos justos. Mas também
diz, que sua casa precisa ser um lugar onde essas almas venham o tempo todo,
não apenas de vez em quando. Portanto, temos que nos perguntar: esta semana,
que almas, que iburim, eu trouxe para a minha casa, para o meu corpo? Precisa
ser um processo constante de trazer iburim, de trazer assistência. É uma das
mais importantes preparações para Shavuot, a fim de receber a Luz de Bila
HaMavet LaNetzach, a Remoção da Morte.”[6]
O Segredo De Elul
Por que eu fui concebido no mês de Elul? Durante muitos
anos eu usei, no dedo anular da mão esquerda, que é Yesod na Árvore das Vidas,
um anel com a gravação em revelo escrita E.L.U.L que é o nome do 6º mês hebreu,
o de virgem e um acrônimo para o versículo de Shir Há’Shirim[7]
“Ani Le’dodi Ve’dodí Lí (אני לדודי ודודי לי) – Eu sou para o meu amado e o
meu amado é meu.” A gematria deste verso é igual a 185 e este valor é o mesmo
da afirmação “Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל)” que se traduz:
EU SOU CHAIM VITAL
אני חיים ויטאל
[1] Safed
[2] Sinagoga do Profeta
Elias.
[3] 10 de setembro de 1965
[7] Cânticos dos Cânticos do
Rei Salomão.