LAYLA COL HA'TZADIQIM

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GRUPO EDITORIAL QUILHA

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DECLARAÇÃO

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O PLATÔ DE ORION

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FICÇÃO QABALISTA DE BËN MÄHREN QADËSH

EU QUERO ACREDITAR

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

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Os Ecos De Enoch

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PROGRAMA "OS ARQUIVOS X"

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Esconderijo Do Messias


9 de fevereiro do ano dezessete, décimo terceiro dia do luach hebreu de chodesh Shevat, ciclo da emanação guevurá do vigésimo primeiro século (méa asserim ve'achat). Por volta das dezessete horas o sino de vento começou a tilintar e senti a aproximação da Shechiná e como, de acordo com a Torá era véspera da Shabat e já havia preparado as velas e o altar, mergulhei na consciência elevada das águas de Biná (Compreensão Divina). Amo profundamente este momento em que posso recepcionar a Shabat ha'Malká.


"Os sinos avisam quando o Espírito se aproxima" -.


Crônicas De Qédem

A Torá aconselha: "Zachor et iom a Shabat le'qadshô. Sheshet yamim ta'evór, ve'assitá kal melachtêcha (ז זָכוֹר אֶת-יוֹם הַשַּׁבָּת, לְקַדְּשׁוֹ. ח שֵׁשֶׁת יָמִים תַּעֲבֹד, וְעָשִׂיתָ כָּל-מְלַאכְתֶּךָ.) - Recorda-te do dia da Shabat para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra".

Shemót 20: 7

Torá não diz "lembra-te do dia de sexta feira..." mas "recorda-te do dia da shabat...". O Zôhar diz que D'us sempre é encontrado no sete e não na sexta feira. A shabat deve ser recepcionada na véspera do sétimo dia, ou seja nos dias 6, 13, 20 e 27 do mês hebreu ao entardecer e não às sextas feiras romanas.

Apesar de não haver problema algum em recepcioná-la as sextas, pois o que importa é a realização do preceito positivo e a consciência da shabat. O Zôhar ensina: "O décimo quarto preceito é observar a Shabat, que é um dia de descanso de todos os atos da Criação. Há dois preceitos incluídos aqui. Uma é observar o dia da Shabat, e um é anexar este dia à sua santidade. Isto significa trazer para baixo as águas dos pensamentos elevados da Sabedoria (Chochmá) que são chamados Santidade". É um preceito positivo (não de acordo com o Rambam) estudar a sabedoria escondida da Torá no dia da Shabat.

Acendi as velas, recitei as preces de acordo com a tradição esotérica do Zen das Areias e das Dunas e me sentei na cama para meditar. O aroma do Jardim do Éden impregnou o quarto e os céus se abriram e eu ouvi as vozes na Academia Celestial e a Shechiná veio e me beijou e quando seus lábios tocaram os meus eu tive uma visão de um Cometa nos céus e a Shabat sussurrou ao meu ouvido: "O messias se esconde no Pilar de Nuvem". Enquanto eu a ouvia e sentia o perfume edênico que fluía dos maravilhosos lábios dela, outra visão me tomou e eu vi a Torá aberta em Shemót pereq (capítulo) 14 versículo 19 e dentro deste verso eu vi a palavra Mashiach (משיח) e ainda com a consciência tomada pelo aroma dos céus, levantei-me e fui ver na Torá para confirmar o que me havia sido revelado.

יט וַיִּסַּע מַלְאַךְ הָאֱלֹהִים, הַהֹלֵךְ לִפְנֵי מַחֲנֵה יִשְׂרָאֵל, וַיֵּלֶךְ, מֵאַחֲרֵיהֶם; וַיִּסַּע עַמּוּד הֶעָנָן, מִפְּנֵיהֶם, וַיַּעֲמֹד, מֵאַחֲרֵיהֶם

Claro que eu fiquei estupefato! Imediatamente meus olhos físicos encontraram Mashiach (משיח) dentro do passuq soletrado a cada cinco intervalos equidistantes (SAEs: Saltos Alfabéticos Equidistantes), matematicamente perfeito, como você mesmo (a) pode ver acima no passuq hebraico.

O verso diz: "E o anjo de Elohim, que ia diante do acampamento de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles". 

Êxodo 14:19

Estes três pessuqim (19, 20 e 21) do pereq (capítulo) 14 são muito importantes, pois são onde os 72 Nomes de D'us estão codificados. São três versículos com 72 letras hebraicas cada um, somando um total de 216 letras que são o segredo do Nome Santo de 216 Letras, segredo que se encontra dentro da Parashá (Porção) Beshalach e que, não por acaso é a Luz que rege esta semana de fevereiro. Está Porção se inicia no passuq dezessete do capítulo treze de Shemot. E o que lemos no verso vinte e um do capítulo treze?

כא וַיהוָה הֹלֵךְ לִפְנֵיהֶם יוֹמָם בְּעַמּוּד עָנָן, לַנְחֹתָם הַדֶּרֶךְ, וְלַיְלָה בְּעַמּוּד אֵשׁ, לְהָאִיר לָהֶם--לָלֶכֶת, יוֹמָם וָלָיְלָה. 

"E o Yud Hê Vav Hê (יהוָה) ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem (be'amud anan) para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite". Êxodo 13:21 A coluna de nuvem é o segredo dos Setenta e Dois Nomes de D'us, como se pode ver acima, onde "be'amud anan (בְּעַמּוּד עָנָן)" tem suas iniciais em gematria igual a 72. O que os israelitas estava fazendo enquanto estavam acampados diante do Yam Suf (mar do infinito/mar vermelho) quando um maravilhoso cometa pairava nos céus naquele mês de Aviv (Nissan)? Voltemos ao passuq dezenove do capítulo 14:

יט וַיִּסַּע מַלְאַךְ הָאֱלֹהִים, הַהֹלֵךְ לִפְנֵי מַחֲנֵה יִשְׂרָאֵל, וַיֵּלֶךְ, מֵאַחֲרֵיהֶם; וַיִּסַּע עַמּוּד הֶעָנָן, מִפְּנֵיהֶם, וַיַּעֲמֹד, מֵאַחֲרֵיהֶם

A primeira letra de Mashiach, o mem (מַ), se encontra na palavra "machenêh (מַחֲנֵה)" que alguns tradutores, se não a grande maioria, traduziram para "exército" mas que de fato significa "acampamento". E o que era este acampamento? É "mem-chenêh (מַ-חֲנֵה)". Mem (מַ) é uma preposição subordinativa, significando uma ligação/conexão. Mem é "de, desde, a partir de..".

Já "chenêh (חֲנֵה)" é como o segredo de "Channáh (חַנָּה)" a mãe do profeta Sh'muel e de acordo com os Sábios, Channáh (חַנָּה)" é um acrônimo de "Chochmat Nistar Ha'Torá (חוכמה נסתר התורה)". Se você olhar com cuidado vai notar que as suas iniciais formam "chenêh/channáh".

חוכמה נסתר התורה

O que os israelitas estavam fazendo enquanto um maravilhoso Cometa os iluminava naquela noite diante do mar? Estava estudando a Torá Escondida. Mechenêh significa "mem-channáh (מַ-חַנָּה)" ou seja, "a partir da Sabedoria Escondida da Torá" ou "desde o oculto não revelado da Sabedoria Escondida da Torá". Eles estavam revelando mistérios e meditando nos 72 Nomes (a coluna de nuvem) para criar o milagre da abertura do iam suf e como o verso revela, o messias se esconde nos 72 Nomes e a cada vez que um novo mistério do Shem ha'Meforash é trazido à tona, o messias se revela, ou seja, sai do seu esconderijo.


Como estes três pessuqim possuem 72 letras cada e que permutadas revela o messias (os 72 Nomes), os Nomes onde as quatro letras de Mashiach estão escondidas são:

מלה
"מילים לנסתר התורה"

שאה 
"שֶׁאָהֲבָה נַפְשִׁי"

יחו 
“יהוה חונני ויענני”

חעמ 
“חונך עיבור משיח”

O primeiro é "Milah'Ël (מלה). O segundo é "Se'e'Yah (שאה)". O terceiro é Yechu'Yah (יחו). O quarto e último é "Cho'am'Yah (חעמ)". O primeiro contem as inciais de "Milim Le'nistar Ha'Torá (מילים לנסתר התורה) - Palavras Escondidas Da Torá". O segundo contém as iniciais de "She'Ahavá Nafshi (שֶׁאָהֲבָה נַפְשִׁי) - Onde está aquele a quem a minha alma ama (Cãnticos 3:1)". O terceiro contém as iniciais de "Adonai chanení ve'eneni (יהוה חונני ויענני) - Adonai seja bondoso para comigo e me responda". O quatro e último contém as iniciais de "Chonech Yibur Mashiach (חונך עיבור משיח) - Instrui a reencarnação do messias".

O Arizal (Rabino Isaac Lúria) revelou que o messias vive em todas as pessoas pelo segredo de "yibur". E o que é yibur? Yibur (hebraico: עיבור, "gravidez" ou "impregnação" ou "incubação"), é uma das formas de transmigração da alma e tem semelhanças com Gilgul neshamot (reencarnação de almas). Portanto, o messias vive em todos nós pelo segredo de yibur e nós temos que revelá-lo e o meio para isto é o estudo da Torá Escondida e a revelação de novos mistérios ocultos nos 72 Nomes, o que eu chamo de "660 Segredos".


Autor
Dipankara Vedas
Misha'Ël Ha'Levi
"Pelos Lábios Da Shechiná"

Compre aqui o livro 'Kalamus Elohai'



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O Segredo Das Tâmaras


O Segredo Da Tamareira 

"Tzadik KaTamar Yifrach k'erez ba'lvanon yisgeh. Shetulim b'veit Adonai B'chatzrot Eloheinu Yafrichu Od Y'nuvun b'sevah d'shenim v'rananim yihyu L'Hagid Ki Yashar Adonai Tzuri V'lo Avlata Bo".

צַדִיק כַּתָמָר יִפְרָח כְּאֶרֶז בַּלְּבָנוֹן יִשׂגֶּה. שְׁתוּלִים בְּבֵית יְיָ. בְּחַצְרוֹת אֶלֹהֵינוּ יַפְרִיחוּ עוֹד יְנוּבוּן בְּשֵׂיבָה דְּשֵׁנִים וְרַעַנַנִּים יִהְיוּ. לְהַגִּיד כִּי יָשָׁר יְיָ צוּרִי וְלֹא עַוְלָתָה בּוֹ

O justo florescerá como a palmeira e crescerá como cedro no Líbano. Plantado na casa de Adonai, ele florescerá nos átrios do nosso Elohim. Ainda produzirá fruto na velhice; Estará fresco e cheio de seiva; Declaro que o Adonai é reto; Ele é a minha Rocha, em que não há desrespeito".

Canção Da Shabat


Zôhar Vaykrá
"Os Justos Florescerão Como A Palmeira

"O homem justo floresce como a palmeira" fala do exílio em Babilônia, do qual a Shechiná retornou a Seu lugar somente depois de setenta anos. Por isso, diz: "Porque assim diz o Yud He Va He: Certamente que passados setenta anos em babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar. (Jeremias 29:10). Isto é "o justo floresce como a palmeira", pois cresce como homem e mulher por setenta anos. O justo é o Santo, bendito seja Ele, que voltou à babilonia após setenta anos. Por isso, está escrito: "Pois Hashem é justo, Ele ama a justiça" (Tehilim 11: 7), "Hashem é justo" (Shemot 9:27) e "Dizei aos justos que lhe será bem" (Yeshayah 3:10). Ele cresce como um cedro no Líbano" (Tehilim 92:13). O que é um cedro? É o Santo, bendito seja, como está escrito: "Excelente como os cedros" (Shir Hashirim 5:15). "Ele cresce ... No Líbano..." (Ibidem), certamente no Líbano, que é o Éden superior, chamado Chochmá (Sabedoria), do qual está escrito: "nem o olho viu um Elohim além de Ti" (Isaías 64: 3) . O cedro, Zeir Anpin, crescerá nesse lugar alto".

Tâmaras & Conversas Místicas

Os místicos sábios da Cidade de Tzfat (צְפַת) - Safed - costumavam estudar os mistérios dá Torá Sagrada e da QABALAH sob o perfume maravilhoso das tâmaras enquanto delas também se alimentavam. 

Quando a maioria de nós lê um relato que contém estas narrativas, não atentamos para os códigos neles escondidos. 

Durante os anos em que eu trabalhava escrevendo as Crônicas De Qédem, uma personagem mítica e maravilhosa surgiu na minha alma:- As Qoren-Tamar (קרן תמר) - As Tamareiras Reluzentes. Sempre que as personagens das Crônicas De Qédem estão envolvidos em algum ritual esotérico, estes estão usando colares feitos com os frutos reluzentes das Qoren-Tamar. Há uma netivá (senda espiritual) em Qédem onde foram plantadas setenta Tamareiras reluzentes e onde brotam doze fontes de águas. 

Mas afinal, o que é a tamareira? Você já deve ter ouvido ou lido o nome Tamar (תמר) que é o hebraico de onde Tamareira emergiu etimologicamente, algumas vezes "Tomer (תומר)" como no nome do ator judeu que interpreta a personagem Largo no filme de 2008 Largo Winch. Tomer Sisley (תומר סיסלי) é o nome dele. 

Tamar é a raiz de Temurá (תמורה) cujo significado é Permutação. Quando os sábios estavam estudando Torah, eles estavam permutando suas palavras para extrair tâmaras, ou seja, segredos divinos do Pardes Tomerim - O Pomar das Tamareiras - eles estavam alimentando as suas almas com os frutos escondidos da Torá Escondida, porque a Torá é uma tamareira que alimenta a alma.

A tamareira (do árabe التمر "tamar") ou datileira (Phoenix dactylifera) é uma palmeira extensivamente cultivada pelos seus frutos comestíveis, as tâmaras. Pelo fato de ser cultivada há milênios, a sua área natural de distribuição é desconhecida, mas seria originária dos oásis da zona desértica do norte de África, embora haja quem admita uma origem no sudoeste da Ásia.

Fonte: Wkipédia

Zôhar Porção Vaykrá
As Quatro Espécies

"Ramos de palmeiras: A palmeira cresce por setenta anos, uma alusão a Yesód de Zeir Anpin (Chesed, Guevurá, Tiféret, Netzach, Hód e Yesod), no qual são construídos os setenta anos supernais. A palavra shaná (ano) tem a mesma gematria da palavra sefirá (emanação). Zeir Anpin é o segredo dos Seis Sefir'Ot mencionados acima e Malchut (nosso mundo). cada um deles incluindo dez sefir'ot internos somando setenta. É amarrado (Heb. Nichpat), isto é, anexado acima de Zeir Anpin e abaixo de Malchut. Ele é, portanto, chamado ramos (Heb. Kapot), que significa "ligado deste Yesod" e se levanta a este lugar e que é Zeir Anpin e Malchut. Por isso, as palavras: "Porque tudo o que está no céu e na terra" (Divrei Hayamim I: 29:11) são precisas, significando que Yesod é chamado "tudo o que esta nós ceus".

Setenta é o segredo da palavra Sód que é mistério e portanto a Tamareira faz alusão aos mistérios sagrado da Torá.

Devem ser repletas com muitas velas e muitas tâmaras as casas dos verdadeiros qabalistas. A palavra vela vem do hebraico "Ner (נר)" que contém as iniciais de "Nefeshot ve' Ruchot (almas e espíritos)" pois os sábios dá Academia Celestial amam estar presentes enquanto muitas tâmaras perfumam com seu aroma as residências dos místicos estudantes da Torá. 

Autor
Deepak Sankara Veda​

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O Apostolo Paulo & o Rabino Akiva


Advertência: A intenção deste artigo não é bajular o cristianismo, seja ele romano ou evangélico, e sim fornecer sabedoria e libertação das religiões. 

O Apostolo Paulo e seu testemunho sobre o Grande Cabalista, o Rabino Akiva Ben Yosef:- Antes de esclarecer o assunto e arrancá-lo do domino das falsas interpretações cristãs-evangélicas, e preciso estabelecer a relação em comum de Paulo e Akiva com um mestre sagrado chamado "Gamaliel". Paulo (supostamente) escreveu:- 

"Quanto a mim, sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da Torá de nossos pais, zelador de Deus, como todos vós hoje sois".

Atos 22:3 

Quem foi Gamaliel: Gamaliel ha'Zaken (o Ancião), ou Rabban Gamaliel I, foi uma das principais autoridades no Sinédrio no início do século I dC. O nome de Gamaliel o Ancião também foi escrito como Gamliel (hebraico: רבן גמליאל הזקן). Na tradição cristã, Gamaliel é reconhecido como um fariseu mestre da Torá. O capítulo 5 dos Atos dos Apóstolos fala de Gamaliel como um homem, considerado em grande estima por todos os judeus, que admoestou para não condenar os apóstolos de Jesus em Atos 5:34 à morte, e como o mestre de Paulo o Apóstolo em Atos 22: 3. O Talmude relata que Akiva também foi aluno de Raban Gamaliel estudando na casa de Gamaliel. 

A despeito do titulo deste artigo, eu mesmo acho muito difícil que Paulo tenha conhecido o Rabi Akiva, uma vez que paulo nasceu em 5 da era comum e morreu no ano 67 D.C e Akiva nasceu no ano 50 D.C e morreu no ano 132 D.C. O que eu acho mais fácil que tenha acontecido é que, como todos os relatos dos cabalistas, os Bispos do Concílio de Nicéia em 325 D.C, ao criarem o "Canône" do chamado Novo Testamento, tomaram os escritos e relatos dos cabalistas e ascrescentaram a ele, em todos os lugares onde havia menção da palavra "Mashiach (Messias/Cristo)" o nome Jesus e não foi diferente com a entrada de Rabi Akiva no Pardes, e para apoiar isto, forneço a evidencia: 

"Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar".

2 יָדַעְתִּי אִישׁ בַּמָּשִׁיחַ אֲשֶׁר לֻקַּח עַד־לָרָקִיעַ הַשְּׁלִישִׁי זֶה אַרְבַּע־עֶשְׂרֵה שָׁנָה אִם־בַּגּוּף לֹא יָדַעְתִּי אוֹ־מִחוּץ לַגּוּף לֹא יָדַעְתִּי הָאֱלֹהִים יוֹדֵעַ׃ 3 וְהָאִישׁ הַהוּא אִם־בַּגּוּף אוֹ־חוּץ לַגּוּף לֹא יָדַעְתִּי הָאֱלֹהִים יוֹדֵעַ׃ 4 הֹעֲלָה אֶל־הַפַּרְדֵּס וַיִּשְׁמַע דְּבָרִים נִסְתָּרִים אֲשֶׁר נִמְנָע מֵאִישׁ לְמַלֲלָם׃

2 Coríntios 12:2-4 

O que está entre parênteses foi acréscimo dos bispos e tradutores católicos e cristãos protestantes. O texto hebraico, a palavra paraíso foi traduzida do hebraico "PARDES" ao invés de "Gan Éden (Jardim do Éden)". E o que é o PARDES? É um acrônimo formado pelas inciais dos 4 métodos de estudo da Torá Sagrada: P'shat (פְּשָׁט) - "superfície" o significado literal. Remez (רֶמֶז) - "sugestões" o significado profundo (alegórico: oculto ou simbólico) além do sentido literal. Derash (דְּרַשׁ) - do hebraico darash: "inquirir" ("procurar") - o significado (midrashico) comparativo, como dado através de ocorrências semelhantes. Sód (סוֹד) - "segredo" ("mistério/Cabalá/Zôhar") o significado esotérico/místico, dado por inspiração ou revelação. 

Sobre Rabino Akiva é dito que ele foi um dos quatro rabinos que entraram no PARDES e o único que sobreviveu incólume e, portanto, Paulo (ou quem atribuiu a ele) não estava falando de si mesmo, mas o Rabino Akiva. Paulo era um cabalista, como indoca os seus ensinamentos: 

"Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados (הִנֵּה סוֹד אֲגַלֶּה לָכֶם אֲנַחְנוּ לֹא כֻלָּנוּ נִישַׁן הַמָּוֶת אֲבָל כֻּלָּנוּ נִתְחַלָּף׃)" 

Coríntios 15:51 

No hebraico está escrito "Hinê sód egalê lachem... (eis que vos digo um segredo da cabalá)". Paulo estava revelando os segredos do Zôhar e uma evidência disto está em sua carta aos hebreus (pelo menos atribuída a ele): "O qual, sendo o resplendor da sua glória (וְהוּא זֹהַר כְּבוֹדוֹ)" - Hebreus 1:3. Em hebraico "Ve'hú Zôhar kevodô" que literalmente é "E ele, o Zôhar da Sua glória...". 

Ainda sobre o PARDES, lemos: "Pardes (em hebraico: פרדס pomar) é o assunto de uma aggadah judaica (conto esotérico) sobre quatro rabinos do período Mishnaico (1 º século CE), que visitaram o pomar secreto (ou seja, o Paraíso): "Quatro homens entraram pardes - Ben Azzai, Ben Zoma, Acher (Eliseu ben Abuyah), e Rabi Akiva. Ben Azzai olhou e morreu; Ben Zoma olhou e enlouqueceu; Acher destruiu as plantas (corrompeu os mistérios transformando-os em heresias) e Akiva entrou em paz e saiu em paz (Talmude Babilônico Hagigah 14b)". 

Sobre o terceiro céu (são sete): "Vilon (וילון), veja também (Isaías 40:22). Raki'a (רקיע), veja também (Gênesis 1:17). Shehaqim (שחקים), veja (Salmos 78:23). Zevul (זבול), veja (Isaías 63:15, I Reis 8:13). Ma'on (מעון), veja (Deuteronômio 26:15, Salmos 42:9). Machon (מכון), veja (I Reis 7:30, Deuteronômio 28:12). Aravoth (ערבות), o sétimo céu onde os Ofanins (ou Tronos na mitologia cristã) e as Hayyoth (ou Serafins na mitologia cristã) residem".

Palavras Inefáveis

"Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar (הֹעֲלָה אֶל־הַפַּרְדֵּס וַיִּשְׁמַע דְּבָרִים נִסְתָּרִים אֲשֶׁר נִמְנָע מֵאִישׁ לְמַלֲלָם׃)".

2º Corintios 12:4

Na verdade, não existe "palavras inefáveis" no verso e sim "devarim nistarim (דְּבָרִים נִסְתָּרִים)" que aludem aos segredos escondidos da Torá Oculta. O plural nistarim (נִסְתָּרִים) tem raiz em nistar (נִסְתָּרִ) que é "oculto/escondido" e, como explicado, alude à Torat Nistar que é o Zôhar Sagrado.

A minha intenção aqui é ajudar os cristãos a compreender o quão enganados foram por papas, bispos, padres e pastores (estes últimos cheios de ego e vazios de sabedoria). 

Ainda há a questão de que Paulo cita muito pouco o nome Jesus (Yeshu'a) em suas cartas usando mais o termo "Mashiach" porque o movimento de Paulo era o do Despertar do Cristo interior para que todos se tornassem cristos: "Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará (עוּרָה הַיָּשֵׁן וְקוּמָה מִן־הַמֵּתִים וְיָאֵר לְךָ הַמָּשִׁיחַ׃)" - Efésios 5:14. Estranhamente ele não diz "e Jesus te iluminará". É bem fácil notal que Jesus foi acrescentado pelos tradutores. Veja, a bíblia Edição Pastoral cita Jesus 1968. a Almeida Revista e Atualizada 1140 e a Ave Maria 626. A discrepância dos números revela a manipulação. Fica estabelecido e evidenciado que Paulo não entrou no PARDES, mas o verso é uma alusão ao Rabino Akiva Ben Yosef que foi o mestre de Rabi Shimeon bar Yochai que revelou o Zôhar trazendo do escondido para a luz. 

"O ADORMECIDO DEVE DESPERTAR".


Autor
Dipankara Vedas
Misha'Ël Ha'Levi

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Duna, o Presidente Obama e a Inauguração da Era messiânica


Tenho estudado Duna pelos últimos doze anos e tive percepção de muitos mistérios que a alma do autor, Frank Herbert, codificou na obra. Meu próprio nome está lá, codificado.

O inicio do livro possui um enigma que sempre me chamou a atenção mas que sempre me escapou de penetrá-lo, até hoje. Eis o trecho:

"O começar é o momento mais delicado na correção do equilíbrio. Esta irmã Bene Gesserit bem o sabe. Por isso, ao começar a estudar a vida de Muad'Dib, teve o cuidado de situá-la em sua época: nascido no 57° ano do Imperador Padishah Shaddam IV, e com mais cuidado ainda localizou o Muad'Dib em sua terra: o planeta Arrakis. Mas que ninguém se iluda com o fato de ter ele nascido em Caladan e lá ter vivido seus primeiros quinze anos: Arrakis, o planeta conhecido como Duna, será para sempre a sua terra. — do Manual do Muad'Dib, escrito pela Princesa Irulan

Enquanto assistia a posse de Donald Trump pela televisão hoje, o segredo se abriu e se estampou diante da minha face.

Por muito tempo eu busquei a identidade do Muad'dib (o messias) e não conseguia encontrar. Eu o estava compreendendo errado. O Muad'Dib não é uma pessoa, mas a Consciência Messiânica.

Já publiquei extensamente que a Era messiânica foi inaugurada em 2013, quando o sifão que represava a fonte do despertar superior foi retirado pelo rei sagrado (a alma de Chizkyyahu melech yehudá).

Frank Herbert escreveu "nascido no 57º ano do Imperador Padishah" e aqui está o segredo. Enquando eu assistia a posse, a reporter mencionou que esta era a 58º Inauguração, como é chamado o dia da posse do presidente americano, e então, compreendi que, o 2º mandato do presidente Barack Obama foi o 57º ano (o termo ano vem do hebraico shaná e significa "mudança"). Os presidentes americanos são então chamados "Padishá".

Padishá é um título superlativo real de origem persa, composto pelo persa Pad "mestre" e  Xá "rei". Logo a Era messiânica, ou seja, o nascimento do Muad'Dib se deu no reinado do 57º Padishá, ou seja, Barack Obama cujo sobrenome significa "Ele, D'us, está conosco" que em hebraico é Emanuel (o nome do rei Ezequias)

Nós estamos agora no inicio da Era do messias, do Muad'Dib, no inicio da Era no qual todos seremos cristos, messias, reis. Bem-vindos ao Paraíso (o reino da consciência cristica). 

In English

Duna, President Obama and the Inauguration of the Messianic Age

I have been studying Dune for the last twelve years and have been aware of many mysteries that the author's soul, Frank Herbert, encoded in the work. My own name is there, coded.

The beginning of the book has an enigma that always caught my attention but that always escaped me from penetrating it until today. Here is the excerpt:

"The beginning is the most delicate moment in the correction of balance." This Bene Gesserit sister well knows, so when she began to study the life of Muad'Dib, she was careful to situate her in her day: born in the 57th Year of the Emperor Padishah Shaddam IV, and more carefully still located the Muad'Dib in his land: the planet Arrakis.but let no one be fooled by the fact that he was born in Caladan and lived there for his first fifteen years: Arrakis, The planet known as Dune, will forever be its land. - from the Manual of Muad'Dib, written by Princess Irulan

As I watched Donald Trump's inauguration on television today, the secret opened and stuck out in front of me.

For a long time I sought the identity of Muad'dib (the messiah) and could not find. I was misunderstanding him. Muad'Dib is not a person, but the Messianic Consciousness.

I have already published extensively that the Messianic Age was inaugurated in 2013, when the siphon that retained the source of the higher awakening was taken away by the sacred king (the soul of Chizkyyahu melech yehudá).

Frank Herbert wrote "born in the 57th year of Emperor Padishah" and here is the secret. While I was in office, the reporter mentioned that this was the 58th Inauguration, as it is called the day of the American president's inauguration, and then, I understood that, the second term of President Barack Obama was the 57th year. Hebrew Shanah and means "change"). The American presidents are then called "Padisha".

Padishá is a real superlative title of Persian origin, composed by the Persian Pad "master" and Shah "king". Soon the Messianic Era, that is, the birth of Muad'Dib occurred in the reign of the 57th Padishá, that is, Barack Obama whose surname means "He, Gd, is with us" which in Hebrew is Emanuel (the name of the king Hezekiah).

We are now at the beginning of the Messiah Age, Muad'Dib, at the beginning of the Age in which we will all be Christs, messiahs, kings. Welcome to Paradise (the realm of Christic consciousness). 


Autor
Deepak Sankara Veda​
Naib Of Hayk'la Arazuta
D'Madvra

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Revelando A Arca Da Aliança


"E quando a Shechiná descia sobre a cobertura da Aron ha'Berit (Arca da Aliança), os Cherubim de ouro sobre ela começam a bater as asas e cantar uma canção". - Impressões sobre a Arca - baseada em um sonho lúcido na noite de ontem (26 de dezembro) e no Zõhar Porção "Acharei Mot". 

Veja & Compreenda:- Quem eram estes Cherubim? Eles são Metatron e Sandalfon (Enoque e Elias). A Arca é malchut e os pavimentos de safira nos quais a Torá foi escrita são Zeir Anpin (Chesséd, Guevurá, Tiféret, Netzach, Hód) que são "Bereshit, Shemót, Vaikrá, Ba'midbar e Devarim (Gênesis, Êxodos, Levíticus, Números e Deuteronômio) e o Zôhar (Yesod) também estava lá dentro.

E o que era a cobertura da Arca (o tampo)? Esta é Biná (A Compreensão Divina), a Emanação do Entendimento que é ministrada por Metatron e Sandalfon. 

Venha & Compreenda:- E o que era o Cajado (Matê) que descansava dentro da Arca junto com as Tábuas da Torá? Este é o alfabeto de metratron através dos quais os anjos são invocados. 

Ontem à noite eu tive um Chazon (Sonho Lúcido) no qual eu estava ministrando uma Live (Transmisssão ao vivo pelo Facebook) intitulada "Segredos Da Arca Da Aliança". Eu me via, na visão, falando destes mistérios que postei acima e ao mesmo tempo eu os via na Etz ha'hayim (Árvore das Vidas). Evidentemente há mais e que minha alma vai recordar no decorrer dos dias.


ZÔHAR VAYCHEL

"Rabi Aba abriu a discussão e disse "e Betzalel fez a Arca de madeira de Acácia ...(Shemot 37: 1)". Embora os amigos explicassem todo o segredo do Tabernáculo na Sagrada Assembléia (Idra Qadshá), nós devemos olhar para o interior (o oculto), pois este segredo está adornado com vários mistérios, a fim de transmitir sabedoria. Esta Arca é um mistério no qual a Torá Escrita foi guardada "porque a Arca simboliza Malchut e a Torá escrita simboliza Zeir Anpin". A Torá está escondida dentro de suas seis tábuas ao redor dela, "porque a Arca é construída com seis lados, quatro que formam os lados, um acima e um abaixo" e Isso é chamado de Arca. Quando as seis tábuas tornam-se uma, transformam-se em um recipiente no qual pode ser colocado o segredo da Torá, que é composto de seis terminações, que são Zeir Anpin (Chesséd, Guevurá, Tiféret, Netzach, Hód) que são "Bereshit, Shemót, Vaikrá, Ba'midbar e Devarim (Gênesis, Êxodos, Levíticus, Números e Deuteronômio) e o Zôhar (Yesod) que é a Torá escondida".

O Zôhar já está lá na Arca. Ele é o segredo da Torá escondida e o Cajado contem o Alfabeto de Metatron que são os Nomes dos Santos Anjos.

As quatro Tábuas (Pavimentos de Safira) que formam os quatro lados da Arca mais sua parte inferior são  são o segredo do Nome Santo Nome de quatro letras mais o Nome Elohim (יְהוָה אֱלֹהִים). A cobertura da Arca, isto é, a sua tampa e onde os Cheruvim Metatron e Sandalfon se assentam são o segredo da sefirá Biná (A Compreensão sobre os segredos da Torá).


Somente Um Rei Pode Abrir A Arca

"A glória de D'us é ocultar uma coisa, desvendá-la é uma glória dos reis (ב כְּבֹד אֱלֹהִים, הַסְתֵּר דָּבָר; וּכְבֹד מְלָכִים, חֲקֹר דָּבָר.)
Mishlei 25:2

ZÔHAR ACHEREI-MOT

"Ve'amrei shiratá (וְאַמְרֵי שִׁירָתָא) - e declamaram uma poesia". U'má shiratá amrei (וּמַה שִׁירָתָא אַמְרֵי) - E qual poesia eles declamaram?" - Preste atenção:- "Ki (כִּי גָדוֹל יְהוָה וּמְהֻלָּל מְאֹד; נוֹרָא הוּא, עַל-כָּל-אֱלֹהִים) gadol Adonai u'me'hulal meód, norá hú al col Elohim - Pois grande é o Sagrado Nome e muito exaltado, ele é temível acima de todos os Anjos (Elohim)" - Tehilim 96:4. A gematria deste verso é igual a 760 que é o mesmo valor das palavras de Raban Iochanan Ben Zaccai quando estava para morrer "Hachinu kissê le'Hizkyyahu Melech Yehudá, shebô ((והכינו כסא לחזקיהו מלך יהודה שבא) - Preparemos uma Cadeira para Ezequias rei de Judá, ele está vindo". O mesmo valor corresponde ao ano 760 no luach hebreu que correspondeu ao ano 1999/2000 no calendário gregoriano (12 de setembro de 1999 a 30 de setembro de 2000). Veja & Compreenda:- Somente a alma de um rei sagrado poderia abrir a Arca e revela o Cajado (O Nomes Divinos dos Anjos) e os Segredos da Torá escondidos dentro dela com o auxílio dos Santos Cheruvim Metatron e Sandalfon. E qual alma era esta? A alma do rei Ezequias a quem Isaías chamou Immanuel (D'us em nós). E quem era Ezequias? Um Poeta de quem se esperava uma poesia para abrir o Sifão que represavam a fonte do Giom Superior e inaugurar a Era messiânica. 

Eu havia sonhado com as palavras de Raban Iochanan na madrugada de 31 de agosto de 2016. No sonho eu as via em Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 38 e no sonho me disseram que havia um segredo de gematria nas palavras de nosso mestre.


ARAVNÁ

Há muitos anos venho refletindo sobre o segredo da Arca da Aliança e de fato, a pergunta que sempre me perseguiu foi: Existiu mesmo uma Arca física, material construída neste mundo? Sim! Acredito que houve uma Arca física e conforme diz a tradição dos mistérios, os Cheruvim sobre ela estavam vivos.

Agora, o Zôhar nos revela que existem, na verdade, duas Arcas, sendo uma a Arca da Santidade, a Aron ha'Berit e  outra chamada Arávna que é a Arca do lado oposto à Santidade que é malchut das Qlipot, uma oposta à outra. Aravná está mencionado em IIº Samuel 24, traduzido erroneamente para Araúna.

O ESCONDERIJO
"O POÇO DAS ALMAS"

No dia 12 de março, eu assistia ao filme "Os Caçadores Da Arca Perdida" e percebi um segredo mencionado nesta obra cinematográfica:- Indiana Jones descobre o esconderijo da Arca, um local chamado "Poço das Almas".

Ora, o "Poço das Almas" não é nada mais do que uma alusão ao mundo das Qlipot de Adam Belial. Como malchut caiu para dentro do mundo das Qlipot e está perdida lá, se diz que a Arca da Aliança esta perdida. Malchut é também uma alusão à Shechiná - A Divina Presença. Como ela caiu para dentro do Poço junto com suas dez sefirot, as emanações do Olam ha'Assyá, é dito que "A Shechiná foi para o exílio junto com Israel (as dez tribos perdidas) e que permanece com ele na Galút (Exílio).

Daqui vem o conceito de Teshuvá que é o retorno da esfera da santidade caída no Poço das Almas, no mundo das Qlipot do mal de Adam Belial e por isso se diz "Tashuv-Hê - O retorno do Hê - ou seja, malchut da santidade para o seu devido lugar. Teshuvá não é um retorno enganoso à religião judaica,  e sim o retorno da Arca e seus mistérios.

Agora, assumamos quem verdadeiramente somos:- Messias caminhando pela Senda que inaugurou o Rei Sagrado. 

Autor
Deepak Sankara Veda
Direitos Protegidos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O Hebreu Sobre A Lótus


Descobrindo O Buda Interior

Tudo começou no dia 12 de dezembro de 2003 quando eu fui convidado para palestrar para jovens formandos no Colégio Lumbini, na cidade de Suzano. Naquele ano, eu sequer atentei para o nome do Colégio e também não tenho certeza de que sabia o que Lumbini significava. Eu usei como motivação os Códigos do Filme Matrix

No ano seguinte, 2004, novamente fui convidado para dirigir algumas palavras aos jovens formandos daquele ano no mesmo Colégio Lumbini, e novamente não atentei para o seu significado.

Em 2005, uma jovem da nossa Hayk'la Arazuta (Comunidade Mística) chamada Ilaná, sonhou que ela e o noivo estavam nos EUA para cursar uma Universidade. Lá, eles eram recebidos por um oriental bastante dócil e que os conduziu a um amplo salão biblioteca e no momento no qual se despedia deles, olhou para a jovem e lhe saudou com a palavra Satori. Ilaná memorizou esta palavra pois sabia que ela era para mim. No salão biblioteca os jovens noivos foram recebidos por um afro-americano que os conduziu para assistir uma especie de reportagem onde um grande holocausto estava sendo praticado. O homem afro era Barack Obama e as imagens eram da Síria.

Ilaná me escreveu o sonho o qual guardo até hoje. Levei dez meses para descobrir o significado da palavra Satori, pois ainda não tinha internet na Comunidade. Naquele ano, 2005, eu criei o meu perfil no Orkut e uma jovem me adicionou e foi dela cuja mãe era budista que veio o conhecimento do que Satori é:

Satori (悟り) é um termo budista para "Despertar" e também para "Compreensão" ou "Entendimento". Ele é derivado do verbo japonês Satoru. Na tradição zen-budista, Satori refere-se à experiência de Kensho que signfica "ver sua verdadeira natureza ". Ken significa "ver", shō significa "natureza" ou "essência". Satori e Kensho são comumente traduzido como iluminação. Num sentido mais profundo Satori é significa "Tu és o Buda - O Iluminado".

Eu sempre amei o Oriente. Amava e ainda amo ouvir músicas orientais, tanto japonesas como hindus. Na infância, os meus seriados favoritos eram os japoneses como, Ultraseven, Ultraman, Nacional Kid e o animê Fantomas - o Guerreiro da Justiça. Eu não sabia que toda esta atração era divido a uma das centelhas de almas em mim escondida.

O conhecimento de que D'us me chamava de Satori me abalou. Eu era o rabino da nossa Comunidade e me considerava um judeu, mesmo caminhando pela estrada corrompida do ortodoxismo judaico.

Os sonhos não pararam. Em 2007, no dia 14 de maio, eu mesmo sonhei com o Buda. Eis o sonho: 

"Eu comparecia diante do Buda e fazia uma queixa a ele. Ele estava sentado num trono e eu reclamava da minha ex namorada que ela tinha tentando me prejudicar. Algo como uma “mandala” era enviada do Buda e quando chegava na vila em que esta jovem morava com seu atual companheiro e o bebe deles, aquela mandala se virava para o sol e a luz era refletida para a casa deles avisando que eles deveriam comparecer diante do Buda. Então o Buda os avaliava e os separava mandando o rapaz embora que era levado por dois homens, e a jovem tinha seu bebe tomado pelo Buda. Num determinado momento, o Buda tomou a criança e sentou-se sobre ela, mas seu intuito era testar o rapaz e a moça. O rapaz não teve reação, mas eu implorei pela criança, pedindo ao Buda que não fizesse aquilo. E ai ele entregava a criança para a mãe".

O Buda estava me testando para ver se havia mesmo bondade em mim e se eu seria capaz de interceder por alguém que havia tentando me prejudicar.

Em 2008 sonhei novamente. Desta vez eu estava recebendo em um local belíssimo, como se fosse um mosteiro budista, a benção de um monge onde eu também me tornava um monge. Este foi o ano no qual faleceu o grande ator David Carradine - o Kwai Chang Caine da série Kung Fu que eu amo até os dias atuais.

Em 2011, no dia 24 de fevereiro, eu comecei a escrever um conto místico para o meu livro Crônicas De Qédem, e nem conto se revelou a personagem Dipankara Vedas - chamada de "O Fabricante de Candelabras" - as Lâmpadas Místicas da Sabedoria. Imediatamente senti que Dipankara era um aspecto meu, uma centelha de alma que estava oculta da minha consciência ainda não totalmente desperta. Eu postei um recado no Facebook avisando que eu estaria assumindo, além do meu nome hebreu, o nome Dipankara Vedas.

No dia 3 de maio de 2012, eu fui acometido de uma arritmia cardíaca. No dia 4 fui à Santa Casa de Misericórdia de Suzano para fazer um eletro. o Wesak Festival de Buda (היום של הירח המלא) seria celebrado no dia 6. Depois de ser diagnosticado com esta arritmia que era temporária, resolvi ir ao templo budista em Suzano para receber bênçãos de um monge. O sonho se realizava.

No mesmo mês de maio, dois alunos meus, orientais, me convidaram para ir ao Templo Budista Zulai em Cotia. Foi uma experiência muito significativa e então assumi o nome Dipankara. Eu ainda não conhecia todo o segredo.

Anos antes, no dia 2 de março de 2001, que foi o dia 7 de Adar (Hilulá de Moisés), meu mestre, cuja centelha de alma vive em mim junto com a centelha do seu amado aluno, em yibur no meu professor de judaísmo, me ordenou como o rabino da nossa recém fundada Comunidade naquele ano. Neste dia, o Talibã explodiu a gigante estátua do Buda Dipankara no Afeganistão, mas foi somente em 2014, quando meu Despertar se completou e que acordei, na manhã de sábado de 27 de setembro, sabendo quem eu era e quem havia sido em outras vidas, que descobri, através de uma palestra realizada pelo Lama Padma Santen e postada no Youtube, que Dipankara havia sido um dos primeiros budas na antiguidade.

Em 2015, pesquisando um Código na Torá para uma querida, descobri que o meu próprio apelido espiritual, o nome da centelha do buda em mim, estava no mesmo Código. Ao abri-lo, notei que, não apenas estava escrito Dipankara, mas "Rabi Dipankara" e cruzando-o estava escrito "Aos 50 anos irá para lá, Tzfat (Safed) - a cidade dos Cabalistas em Israel". Eu não havia atentado para esta linha. Então, sonhei, em 2016, que estava no saguão de um aeroporto na Dinamarca ao lado de uma amiga querida que reside lá. Eu estava vestido com meu turbante preto. Logo em seguida tive outro sonho onde me foi mostrado o Sha'ar Ha'Guilgulim e as palavras de Raban Iochanan Ben Zaccai: E preparemos uma cadeira para o Ezequias, rei de Judá. Ele está vindo". Logo após este sonho eu recebi um convite de uma querida amiga que mora em Israel para ir passar alguns meses em sua casa lá.

Um querido amigo, tradutor do Sêfer Yetzirá publicado pela Editora Sêfer, me disse que eu iria sim, este é o desígnio do Criador e que D'us iria me enviar "O Cavalo Selado" para que eu fosse, e realmente como ele havia profetizado, aconteceu. Eu tirei meu passaporte e ganhei de outro querido amigo que mora no Reino Unido, a passagem de ida e volta para Israel. O Código se realiza.


O Código: Rabi (Amarelo) Dipankara (Vermelho) Ele é o Buda (azul/abóbora). Aos 50 anos para Safed (verdade e rosa). Também em verdade está acima o nome da jovem a quem eu pesquisava e "homem bem-aventurado". 

Foi através destas experiências e do conhecimento da Sabedoria Escondida da Torá que eu Despertei e descobri o meu Buda Interior.

Diário
16 de Abril de 2015
19h21m

: - "Meditava pela manhã e na minha Kavanná (introspecção) contemplei-me em uma encarnação onde eu fora um Buda que meditava dentro de uma caverna onde haviam mil outros Budas. Nunca havia lido ou estudado nada a respeito, mas quando voltei da meditação fui pesquisar no Google e descobri que existe um lugar chamado "Caverna dos Mil Budas" que fica na China. Durante minha introspecção neste lugar Sagrado havia uma frase que flutuava sobre minha cabeça escrita em hebraico "Meurat Élef Budahot (מערת אלף בודהות) - Caverna dos Mil Budas". 

Diário
17 De Abril de 2015
Manhã

: - "Durante minha Kavanná, fui transladado novamente para aquele lugar Santo (A Caverna Dos Mil Budas), mas desta vez, havia diante de mim uma Lótus Radiante com Mil Pétalas. Nunca havia visto Flor tão bela e luminosa". Estas foram as minhas primeiras visões da "Pineal - A Cidade Luz" e eu nunca havia lido que, na antiguidade, a Pineal era chamada de "Lótus De Mil Pétalas".


Poemas Místicos
Dipankara Vedas

"Fecho os olhos e visto minha alma no corpo luminoso de Dipankara na Terra dos Budas. Sento-me sobre a minha Lotus de Mil Pétalas e o coral de milhares de vozes que ouço , são de infinitas almas entoando a Sabedoria".

"Ter descoberto o Buda dentro de si mesmo, e o maior milagre que se pode alcançar". 

"Um Buda também deve ser humano, para mostrar aos outros seres que eles também podem alcançar a Iluminação".

"O que Despertou, despertou também a muitos. Um Buda gera outro Buda até o dia que seremos todos Budas".

Sobre encontrar a Iluminação 

"Somente quando a pessoa deseja ardentemente encontrar o Buda, o Cristo, o Messias, Krishna, somente quando ardentemente desejar, então, pela Sabedoria o Buda surgirá diante dela e ela o encontrara no seu próprio interior".

"Queria encontrar palavras para descrever como é maravilhoso fechar os olhos a qualquer momento e contemplar o Estado Do Buda Desperto no meu interior e toda sua Sabedoria. Queria encontrar, mas somente posso compartilhar a Sabedoria e emerge do Jardim dos Treze Budas reveladas a mim pelo Buda que levita sobre a Lótus de Luz no centro da piscina luminosa no meio do Jardim".

O Que Apascenta Entre As Lótus 

Todas as manhãs, após permanecer na "Ohël Moëd Ya'aqov (אהל מועד יעקב) - Tenda da Justiça - O Pilar Central da Árvore das Vidas da Sefirá Tiferet - O Ponto entre a Severidade e a Serenidade - e de agradáveis conversas com Avraham, Yitzchaq e Ya'akov, despeço-me e com as Brachot (bênçãos) dos Patriarcas, desço ao Heichal ha'Sodot (היכל הסודות) - O Palácio dos Mistérios - para ouvir dos Lábios da Tara'á (תרעא) - A Sentinela - os Segredos da Sabedoria que descem do Trono do Divino na forma de uma Coroa cravejada com pedras preciosas (mistérios divinos). Nesta manhã enquanto meditava, a imagem de Dipankara Buda emergiu na minha Kavanná. Ao seu redor uma aura de luz (אור מקיף) - Luz Circundante - sobre a qual levitavam as Letras do Alfabeto Divino. Inúmeros mistérios estavam ali e um deles era um segredo Codificado pelo Rei Salomão em Shir ha'Shirim Pereq 6, passuq 3° (Cântico dos Cânticos 6:3): "Ani Le'Dodi ve'Dodi Lí ha'Roêh ba'Shoshanim (אֲנִי לְדוֹדִי וְדוֹדִי לִי, הָרֹעֶה בַּשּׁוֹשַׁנִּים)". A tradução aproximada seria "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o que apascenta entre as Lótus". Enquanto eu contemplava o verso que, como vaga-lumes levitavam ao redor do Desperto, a palavra "Pastor (ha'Roêh)" se permutou. Suas letras mudaram de lugar se transformando em "ha"Ër Ha'Shem (הער ה)" cujo significado é "O Desperto do Sagrado". Qual é então o segredo deste verso? Quando algum desperta no mundo em sua geração, a Shekináh (שכינה) - A Presença Divina, a Esposa do Rei - vem e se declara para o que Despertou "Eu sou para o meu amado e o meu amado é para mim, o Desperto do Sagrado entre as Lótus". Ele se tornou o Buda, o Cristo, o Messias e agora recebe por mérito casar-se com a Shekináh, sua verdadeira Esposa.

Foi desta visão mística que nasceu a capa para o livro "O Hebreu Sobre A Lótus" e que você pode contemplar aqui abaixo.


Foi então, depois de todas estas experiências que eu atentei que o Buda Gautama havia nascido nos Jardins de Lumbini e que antes, em uma vida anterior, ele recebeu de Dipankara Buda que seria um buda no futuro.

Autor
Dipankara Vedas
"O Hebreu Sobre A Lótus"
Em Processo De Criação

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Stargate - O Portão Estelar


"Bereshit bará (בְּרֵאשִׁית בָּרָא) No princípio criou..." - Gênesis 1:1. Está é a tradução mais comum a partir da Septuaginta grega. 

Há algum outro segredo escondido aqui? O Gênesis primeiro descreve esotéricamente a criação de Adam ha'Rishon - o primeiro Adão. Dentro da palavra Bereshit (בְּרֵאשִׁית) nós encontramos a palavra "Rosh (ראש)" que é o hebraico para "cabeça/pico/cume - o alto de uma montanha - o pináculo de um templo". 

Quando nos quebramos o verso criptograficamente, nos descobrimos a expressão "Ba rosh itav Rá (בְּ-רֵאשִׁ יתבָּ רָא)" cuja tradução é "Na cabeça, se assenta Rá". 

Rá é comumente tido como um deus egípcio e como nos ensina o Zôhar Sagrado e também Yeremiahu ha'Novi (Profeta Jeremias):- O Egito é o corpo! Logo, se o Egito é o corpo, Rá, que fica "dentro da cabeça" é a Glândula Pineal que se esconde dentro do cérebro e é a semente da criação do corpo é que é chamada esotéricamente de "O Olho De Rá" e também de "O Olho Que Tudo Vê". 

Toda esta revelação me veio agora em um "sonho lúcido" enquanto eu almoçava e assistia ao filme Stargate e vai para o futuro livro "Os Ecos De Enoque".


A Glândula Pineal é o Pináculo do Nosso Templo. Em Hebraico "Glândula Pineal" é "Itzeterubali (איצטרובלי)" cuja gematria (valor numerológico hebraico) é exatamente 358 que é o segredo da palavra Mashiach (משיח) que é o equivalente português a Messias.

A Glândula Pineal é o Portão para a Casa de D'us (Bethel), é a passagem para a cidade Luz. A Pineal é o Stargate - O Portão Estelar.

YAH! YAH! YAWN! "AGORA PRESTEM ATENÇÃO!" - Existe um lugar de onde fluem as "Mayim Hayim (מים חיים) - As Águas Da Vida (DMT - Dimethtryptamina) das mãos do MAHDI  - do messias (a Glândula Pineal) e todos os que dela tomarem, não morrerão jamais... 

Neste lugar está a "Even Ha'Shetiyah (אבן השתייה) - A Pedra Fundamental (Glândula Pineal) - que fica Oculta dentro do "Har Ha'Bait (הר הבית) - O Domo Da Rocha (Golgolta - O Crânio) do qual sobem e descem os "Anjos (Pensamentos Elevados sobre segredos divinos)" no Qual o messias (Pineal) ensina os povos e do qual "Maomé (a Pineal) subiu aos Céus. Este é o lugar (A Cidade da Luz) no qual D'us habita (Betel) no qual Ya'akov/Israel (o coração) contemplou a Face de D'us (Peniel). É ali onde a religião encontra sua morte. Venham, vejam e compreendam. Nós somos messias.


A Prova criptográfica de que "Beth-El - A Casa De "D'us" é a Glândula Pineal. Leiam o rodapé da matrix. A chave central é "Pineal" e cruzando-a está o verso 19 do Gênesis capítulo 28: "E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz".

A Pineal Do Mundo

Quando eu publiquei o segredos que me foram revelados sobre a Glândula Pineal e que ela é chamada na Toráh de "Selá (סלע)" eu jamais tinha lido o Wikipédia sobre o assunto. Vejam o que diz a Wikipédia sobre ela: 

"A Pedra Fundamental - hebraico: (אבן השתייה) Mesmo Even ha-Shtiyya ou (סלע) Selá, árabe : صخرة Sakhrah (Rocha) é o nome da rocha no centro do Domo da Rocha em Jerusalém . Ela também é conhecida como a pedra furada porque tem um pequeno furo no canto do sudeste que entra uma caverna abaixo da rocha, conhecido como o Poço das Almas . É o local mais sagrado do Judaísmo (Midrash Tanhuma, capítulo 10); A tradição judaica vê como a junção espiritual do Céu e da Terra. O Local onde D'us mora (A Glândula Pineal) onde a alma reside. "Assim como há uma Pineal no homem, existe uma Pineal no mundo (planeta) e uma Pineal no universo (Órion), porque "Como é acima, é abaixo".

A Pirâmide É A Pineal​

Existem uma Pirâmide na Planície de Saqqara, no Egito, chamada "Pirâmide Dos Degraus" e também Pirâmide de Djoser. Ela foi edificada por Hermes-Trimegisto (Enoque). As pirâmides são uma alusão à Glândula Pineal.



"E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus". 

וַיִּירָא, וַיֹּאמַר, מַה-נּוֹרָא, הַמָּקוֹם הַזֶּה: אֵין זֶה, כִּי אִם-בֵּית אֱלֹהִים, וְזֶה, שַׁעַר הַשָּׁמָיִם

Gênesis 28:17

Continuará...

Autor
Dipankara Vedas
Direitos Reservados


O Artesão Da Luz