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O Segredo Da Doação

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

GLÂNDULA PINEAL:- O SEGREDO DOS SEGREDOS




Glândula Pineal
O Segredo Dos Segredos 
ARTIGO EM CONSTRUÇÃO

Então foi escrito sobre o Ancião de Cabelos Brancos, isto é, Keter (A Coroa) de Arich Anpin (A Face Estendida - Keter, Chochmá e Biná) que é chamada "Golgolta (Calvário)". Dentro dela, isto é, da Coroa Sagrada oculta-se o Ancião Santo que é também chamado de "Antigo dos Antigos" e "Oculto dos Ocultos".

A aparência da Glândula Pineal e semelhante a um "Ancião de Cabelos Brancos" e está escondida na parte mais recôndita do cérebro. Em outra literatura ela é chamada de "A Lótus De Mil Pétalas".

Foi dito que, o Cristo foi crucificado sobre o Golgolta (Calvário). O Cristo é a Pineal. Em hebraico, Glândula Pineal é "Itzeterubali (איצטרובלי)" cuja numerologia cabalista é igual a 358 que, por sua vez, e o mesmo valor da palavra Mashiach (משיח) que se traduz para Messias ou Cristo. O Golgolta, revela o Zôhar, e o nome aramaico de Keter, a Coroa da Árvore Das Vidas. No corpo humano, Keter é o Chacra do Crânios alongados que está conectado diretamente com a Pineal.

Em outro lugar foi escrito: "E levou-o o tentador ao Pináculo do Templo...". O Pináculo do Templo é uma alusão à Glândula Pineal.

O segredo do Despertar está dentro de nós. A glândula pineal é a nossa conexão com o aspecto mais elevado da Árvore Das Vidas, o Antigo de Dias. "Assim como é acima é abaixo...".

O Zôhar também diz, em Idra Rabá, que os Olhos da Cabeça Branca estão sempre abertos e nunca se fecham porque eles não possuem membranas e nem pálpebras. Assim, a Pineal vê tudo em todas as dimensões e por isso foi escrito: "Eis que não cochila e nem pestaneja o Guardião de Israel (Salmos 121)".

O Natal & A Pineal

O Natal acontece no dia 25 de Dezembro do calendário solar e se diz dele ser o nascimento do Cristo. O dia 25 de Dezembro é o 358° dia do ano e era um costume antigo pendurar Pinhas na Árvore de Natal. A pinha em hebraico e a Itzeterubali (איצטרובלי) - a Glândula Pineal. A árvore de natal é uma alusão à Árvore Das Vidas e a ascensão a consciência crística e como explicado acima, o valor de Cristo (Mashiach)  é 358.



Pineal
A Morada De Deus

“E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus. E chamou o nome daquele lugar Bet-Ël, porém havia sido Luz o nome da cidade, no principio”.
Gênesis 28:17 e 19

O nome hebraico "Luz (לוז)" significa literalmente "Nóz", fruto este que se assemelha a Glândula Pineal. Este éo lugar da Morada de Deus, a centelha Divina chamada Neshamáh.



Peniël
A Face De Deus

Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: "Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada".

Gênesis 32:30

Este foi o lugar da Luta de Jacó com a Satan e onde seu nome foi mudado para Israel. E por que seu nome foi mudado? Jacó (Ya'akov) é igual à gematria 182 e o anjo com o qual ele lutou era, de acordo com o Zôhar Sagrado, o próprio Adversário (Satan) cuja gematria é igual a 359. Eis aqui o segredo: 359+182 é igual a 541 que é o valor numérico de Israel. Ali, naquele lugar, Jacó venceu seu ego (satan) e viu a Face do Ël e por isso chamou aquele lugar de Peniel. Peniel é, de acordo com o Zôhar, "Fani'Ël - A Face de Deus", ou seja o lugar onde Deus habita, a Glândula Pineal.

וַיִּקְרָא יַעֲקֹב שֵׁם הַמָּקוֹם, פְּנִיאֵל
"Vai'qrá Ya'akov shem ha'maqom, Peni'ël".

Venha, ouça e aprenda: Todos nós somos Cristos, Budas e Messias e precisamos encontrar aquele lugar em nós onde a Centelha Divina habita.

Autor
Dipankara Sankara Vedas

domingo, 25 de setembro de 2016

O GÊNE DO ÉDEN - DE VOLTA À CONSCIÊNCIA SUPERIOR



"E plantou o Yud Hê Vav Hê Elokim um gêne no ADN de Qedêm, naquele lugar, no Alef Tav da humanidade que havia formado (וַיִּטַּע יְהוָה אֱלֹהִים, גַּן-בְּעֵדֶן--מִקֶּדֶם; וַיָּשֶׂם שָׁם, אֶת-הָאָדָם אֲשֶׁר יָצָר)" - Torá Bereshit (Gênesis) 2 versículo 8.

Neste verso, o termo que foi antigamente traduzido para "Jardim" foi "Gan (גן)" e que é o mesmo termo no hebraico moderno para Gen (Gêne). Já a expressão "no Éden" foi "be'EDN (בעדן)" possui as mesmas letras de "no ADN" e que corresponde ao ADN (עדן) superior antes da queda da humanidade deste nível de consciência mais elevado, a Consciência de Aquário que o modificou o transformando no ADN (אדן) inferior. E como sabemos disso?

O termo hebraico "Mi-Qedêm (מקדם)" traduzido em todas as bíblias para "do oriente" e que na verdade é um nome próprio l, possui o mesmo valor numerológico (184) de "Ayden Ha'Deli (עידן הדלי)" que se traduz para "Era De Aquário". Aydën (עידן) possui muita semelhança com "Éden (עדן)" sendo a diferença entre as duas palavras o acréscimo da letra "Yud (י)" do  Nome Sagrado (יהוה) em "Éden" transfomando-a em "Aidën (Era)".

Mi-Qedêm significa "Do oculto não revelado", ou seja, a partir do Partzuf interno da Sefirá "Keter" que é o Atiká Qadishá (עתיקא קדישא) - O Ancião Sagrado" aquele de cabelos brancos cuja cabeça é oca e cheia de "Tal ha'Ór (Orvalho de Luz) destinado a ser vertido no fim dos dias para encher o Cântaro (Deli) que é a Sefirá malchut - o Sagrado Feminino - a Jovem que carrega o Cântaro e por isso, na Era De Aquário o mundo será elevado e transformado pela consciência das mulheres.

Na Era De Aquário nosso ADN (אדן) modificado e corrompido será corrigido e elevado novamente para o ADN superior (עדן) através do estudo da Sabedoria Oculta que alude à consciência de Chochmá, o homem que verte as águas que recebe de Keter para as piscinas superiores (o Sagrado masculino) que a despejaram em malchut - o Sagrado Feminino e, então, Atlântida (אטלנטידה) ressurgirá.

Beruchim Ha'baim le'Ayden Ha'Deli (ברוכים הבאים לעידן הדלי) - Bem vindos à Era De Aquário.


Artigo
Deepak Sankara Veda

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Abraão, O Pai De Todos Os Budas


SHIVA


Artigo Em Construção

א וַיֹּסֶף אַבְרָהָם וַיִּקַּח אִשָּׁה, וּשְׁמָהּ קְטוּרָה. ב וַתֵּלֶד לוֹ, אֶת-זִמְרָן וְאֶת-יָקְשָׁן, וְאֶת-מְדָן, וְאֶת-מִדְיָן--וְאֶת-יִשְׁבָּק, וְאֶת-שׁוּחַ. ג וְיָקְשָׁן יָלַד, אֶת-שְׁבָא וְאֶת-דְּדָן; וּבְנֵי דְדָן, הָיוּ אַשּׁוּרִם וּלְטוּשִׁם וּלְאֻמִּים. ד וּבְנֵי מִדְיָן, עֵיפָה וָעֵפֶר וַחֲנֹךְ, וַאֲבִידָע, וְאֶלְדָּעָה; כָּל-אֵלֶּה, בְּנֵי קְטוּרָה. ה וַיִּתֵּן אַבְרָהָם אֶת-כָּל-אֲשֶׁר-לוֹ, לְיִצְחָק. ו וְלִבְנֵי הַפִּילַגְשִׁים אֲשֶׁר לְאַבְרָהָם, נָתַן אַבְרָהָם מַתָּנֹת; וַיְשַׁלְּחֵם מֵעַל יִצְחָק בְּנוֹ, בְּעוֹדֶנּוּ חַי, קֵדְמָה, אֶל-אֶרֶץ קֶדֶם.

Bereshit 25: 1-6

Abraão, o pai de todos os Budas: - A Torá nos conta que Abraão fez de uma de suas concubinas, a que era chamada Keturá (קְטוּרָה), uma de suas esposas, e que Keturá deu a Abraão alguns filhos. Um destes filhos se chamou "Iakshan (יָקְשָׁן)" e que "Iakshan" teve um filho a quem chamou "Shiva (שְׁבָא)". Keturá significa "Incenso".

As traduções deformadas alteraram tudo em razão de fortalecer os dogmas das religiões. Nas traduções lemos nomes que sequer nos deixam perceber a verdade, como "Iakshan" que se transformou em "Jocsã". Que raios de nome é este? Shiva, filho de Iakshan foi transformado em "Seba (?)".

A VERDADE

Ao tomarmos o nome "Iakshan (יָקְשָׁן)" e permutarmos suas letras, elas se tornam "Kishan (קְיִּשָׁן)" e se tormarmos emprestados as letras "Resh (ר)" de Avraham (Abraão) e a letra "Hê (ה) de "Keturá (קְטוּרָה)" e as colocarmos em "Kishan" ele se tornará "Krishná (קרישנה)".

A Torá diz que Abraão deu "dádivas" a estes filhos e os despediu para o Oriente (Índia). O Zôhar revela que estas "dádivas" que abraão deu a seus filhos com Keturá eram partes da Sabedoria da QABALÁH. A palavra lá usada para "dávidas/presentes" foi "nathan (נָתַן)" cujas letras são as iniciais de "Nodêa Torat Nistar (Conhecimento da Torá Escondida)". A palavra que foi traduzida para Oriente é "Aretz Qedêm (אֶל-אֶרֶץ קֶדֶם)" que é realmente a Índia.

ו וְלִבְנֵי הַפִּילַגְשִׁים אֲשֶׁר לְאַבְרָהָם, נָתַן אַבְרָהָם מַתָּנֹת; וַיְשַׁלְּחֵם מֵעַל יִצְחָק בְּנוֹ, בְּעוֹדֶנּוּ חַי, קֵדְמָה, אֶל-אֶרֶץ קֶדֶם.

No oriente é por demais apreciado o uso de incensos, pois a mãe do oriente se chamava "Keturá (Incenso)". Além disso, dois dos 72 Nomes de D'us revelados no Sipra Raziel ha'Malach são o "Hari" e o "Om" e dai o mantra "Hari Om". 

הרי אום

Sarasvati:- 

O nome da principal esposa de Abraão era Sara. No hinduísmo que se derivou dos Filhos de Keturá existe Sarasvati. Nome do sânscrito ( सरस्वती, sarasvatī)que é a deusa hindu da sabedoria, das artes e da música e a shákti, que significa ao mesmo tempo poder e esposa, de Brahmā, o criador do mundo.

Na Torá aprendemos que D'us disse a Abraão ouvir tudo quando Sara, sua Esposa lhe aconselhasse. Sara era a Sabedoria, Sarasvatī, a divindade hindu da Sabedoria. Shákti é muito semelhante a Shekiná que é a Divina Providência. 

Brama:-  

Brahma ou Bramá é o primeiro deus da Trimúrti, a trindade do hinduísmo (os outros deuses são Vishnu e Shiva). Brama é considerado, pelos hindus, a representação da força criadora ativa no universo.

O Zôhar revela que a criação do universo só se completou quando Abraão veio, o que significa que ele veio antes da criação. Parece uma contradição, mas isso é porque nossos pensamentos são dominados por dogmas religiosos. Para fornecer a evidência disso, o Zôhar cita o Gênesis capitulo 2 versículo 4, que diz "Elêh toledot ha'shamayim ve'ha'aretz be'hibaram (אֵלֶּה תוֹלְדוֹת הַשָּׁמַיִם וְהָאָרֶץ, בְּהִבָּרְאָם)". A tradução é "Estas são as origens dos céus e da terra na criação".

No pergaminho da Torá, a palavra "be'hibaram (בְּהִבָּרְאָם)" é escrita com a letra Hê (הִ) menor que todas as outras e o Zôhar revela que este Hê é o Hê (letra agá)) de Abraham. Ao permutarmos "be'hibaram" descobrimos "Por Abraham (ב'אברהם)".

A pequena letra Hê (ה) em "be'hibaram

Retraduzindo o verso, lemos "Estas são as origens dos céus e da terra por Abraão (Brahma)".

Evidentemente os Filhos de Qedêm (בני קדם) estavam muito mais próximo da Sabedoria do que todas as religiões enganosas que existem hoje.

No final, aprendemos que Abraão aprendeu a criar (ver Sêfer Yetzirá) e por isso Deus o chamou "meu amigo".

O CÓDIGO KRISHNA

Pesquisando, encontrei alguns Códigos interessantes que corroboraram a verdade aqui postada. A chave que usei foi "Krishna (קרישנה)". O resultado pode ser estudado abaixo:


CLIQUE PARA AMPLIAR

Acima, no centro, temos "Krishna (קרישנה) - em vermelho" e dentro dele aparece "B'ney Qedêm (בני קדם) - em amarelo" comprovando que "Krishna" e dos Filhos de Qedêm. Shiva (שְׁבָא) também surgiu codificado usando a mesma letra "SHIN (ש)" de "Krishna", está marcado em azul.



Escrito Por
Dipankara Vedas

domingo, 11 de setembro de 2016

Razá Ila'ah - A Conexão Com Metatron


Razá Ila'ah (רָזָא עִלָּאָה):- Eis que agora se torna necessário explicar a minha Saudação quando faço uma transmissão (Live) online ou público algum mistério.

Esta Saudação me foi revelada pelas almas dos mestres do Zôhar Sagrado e que é o mistério do meu nascimento nesta reencarnação: Revelar Mistérios ocultos do Livro da Iluminação (Zôhar).

Razá Ila'ah é a Carruagem (Merkaváh) do Anjo Metatro'n (מטטרו'ן). A gematria de Metatro'n é 314 e que é a mesma de Shadda'y (שד'י). Razá Ila'ah significa que tenho recebido Mistérios divinos dos lábios de Metatro'n, o que inclui as Poesias que público. O segredo segue como será explicado abaixo. Razá Ila'ah tem o mesmo valor numerologico que é 314.

314

Eu tirei meu CPF quando tinha 14 anos e quando ainda o documento era chamado CIC. O número (091.314.978-02) que me foi dado contém este segredo:- 91 é a gematria de Malach (מלאך) que é Anjo em hebraico. Já 314 é a gematria de Metatro'n. 978-02 é a exata gematria de be'Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh. Traduzindo tudo lemos: "Malach Metatro'n be'Sêfer ha'Zohar ha'Qadosh (מלאך מטטרו'ן ב'ספר הזוהר הקדוש) - Anjo Metatron no Livro do Zôhar Sagrado", e ainda há mais.

978+02 igual 980 que é a gematria de "Tzafen Sefer Zôhar Pinchás (צפן ספר זהר פינחס)" cuja tradução é "Codificado no Livro do Zôhar, Pinchás".

Onde encontramos no Sêfer ha'Zohar sobre a Carruagem De Metatro'n? Na Porção Pinchás que foi donde recebi a Canção ao Anjo Metatron a qual vocês já me ouviram cantar e com a qual sempre início às Lives (transmissões ao vivo) no Facebook.

Fica, portanto explicado que, Razá alude às três sefirot superiores do Rosto Extendido (Arich Anpin) que são Keter, Chochmá e Biná que são chamadas "Razá (Mistério) Ila'ah (Superior)".

Uma evidência de que tenho recebido os segredos da Boca de Metatro'n está no meu Livro Crônicas De Qédem (Devarei ha'Iamim Mi-Qedem), pois Mi-Qedem (מקדם) significa "Do oculto não revelado", ou seja, diretamente do "Ancião Sagrado (Atiká Qadishá)" para Metatro'n e foi por esta razão que eu disse "mi-na'ar ve'ed Zaqen (desde à juventude até a velhice)" porque o "Jovem (hebraico Na'ar)" é Metatro'n e o "Velho (hebraico Zaqen) é o Ancião Sagrado (Atik Yomim)" indicando que o Jovem (Metatro'n) recebe instruções do Velho (Atiká). Além do mais, Zaqen alude às barbas do Sagrado, sendo a barba da Face Curta (zeir Anpin) e a barba da Face Extendida (Arich Anpin) sendo esta última formada pelos "Treze Atributos de Misericórdia" como revelado pelo Rama'k (Rabi Moshe Kordovero) em seu Tomer Devorá (A Tamareira De Devorá), que a paz esteja com ele, abençoada seja sua memória. 

Ainda sobre o Jovem que é Hanoch  (Enoque) foi escrito "Chanoch la'na'ar al pi darchô, gam ki yazkim ló yassur mimenáh  (חֲנֹךְ לַנַּעַר, עַל-פִּי דַרְכּוֹ--    גַּם כִּי-יַזְקִין, לֹא-יָסוּר מִמֶּנָּה) - Enoque se tornou jovem (Metatron), de acordo com seu caminho,  e mesmo na velhice não se desviou dele". - Provérbios 23:6. Aqui nós encontrarmos Naar (נער)  e Zaqen (יזקין).



Quem são os Cheruvim sobre o tampo da Aron ha'Berit (Arca da Aliança)? "Ve'asita shnayim keruvim zahav mikshah ta'aseh otam mishnei ketzot hakaporet".

יח וְעָשִׂיתָ שְׁנַיִם כְּרֻבִים, זָהָב; מִקְשָׁה תַּעֲשֶׂה אֹתָם, מִשְּׁנֵי קְצוֹת הַכַּפֹּרֶת

ÊXODO 25:18

Eis aqui algo que os "auto-proclamados profetas cristãos evangélicos" não sabem, o que determina que jamais tiveram um contato com o Sagrado realmente e que são, na verdade, falsos profetas. Claro que, a partir desta revelação aqui publicada e aqueles que a lerem, vão, como é de costume, declarar tal conhecimento em seus cultos e para seus cegos seguidores, que D'us lhes revelou tal mistério, mentirosos que são.

Os "Chevurim" sobre o tampo da Arca da Aliança são Metatron e Sandalfon, isto é, Enoque e Elias, pois ambos foram transformados em Anjos.

Tudo isto é a razão de eu sempre dizer que aqueles que são almas reencarnadas dos mestres do Zôhar sabem onde suas vidas estão codificadas no Zôhar Sagrado. Verdadeiros Mequbalim (qabalistas) são e agem diferente dos mercadores da Sabedoria e os sinais podem ser percebidos pelos verdadeiros estudantes nas vidas deles.

Fica estabelecido que tudo isso eu revelei com a permissão do Sagrado, Mestre de todos os mestres e de acordo com a vontade dos meus mestres, que a paz esteja com eles, e não por arrogância ou Ego ou para promover-me pessoalmente, longe de mim tais coisas. Razá Ila'ah.



Deepak Sankara Veda
(Misha'El Ha'Levi).

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

No Fim Dos Dias...



Calma, não se assustem pela imagem, ela é apenas para ilustrar o segredo de como eu soube que, o Holocausto Atômico estava destinado à humanidade para o dia 16 de Julho de 2013. 

Antes de tudo, é preciso recordar que, o primeiro teste Atômico foi realizado em Alamogordo, Novo México, no dia 16 de Julho de 1945. 

Em 1990 sonhei que estava num deserto e sentado sobre uma pedra, quando um cogumelo Atômico se ergueu no horizonte. Apovorado, comecei a correr tentando escapar dos escombros nucleares. Acordei no momento em que fui atingido pelo deslocamento atômico. Descobri por imagens e filmes que, o deserto que eu estava era o de Alamogordo, no Novo México e que eu estava assistindo o teste da primeira bomba atômica. A data no meu sonho, era, então, 16 de Julho de 1945. 

A pedra onde eu estava sentado no meu sonho

O "Fim Dos Dias", de acordo com o segredo por cálculo de gematria da expressão bíblica hebraica "be'acharit ha'iamim (בְּאַחֲרִית הַיָּמִים) encontrada na Torah Bereshit (Gênesis) capitulo 49 verso primeiro. A gematria (cálculo do valor numérico das letras hebraicas de uma palavra, nome ou expressão) de "be'acharit ha'iamim (בְּאַחֲרִית הַיָּמִים)" é igual a 726, valor este que corresponde ao ano hebreu que foi correspondente no gregoriano a 1966, e, portanto, o "fim dos dias" se iniciou naquele ano, o ano do meu nascimento.

בְּאַחֲרִית הַיָּמִים
=726

Não compreenda "no fim dos dias"como uma ameça de destruição ou punição, apesar que, para alcançarmos a Iluminação teremos que enfrentar poderosas restrições. Todas as adversidades enfrentadas pela humanidade somente as impulsionaram para uma consciência mais elevada.

A era messiânica se iniciou, de fato, em 1966, quando alcançamos um alto grau de tecnologia com o início das missões Mercury da NASA. 

Em 2006, enquanto estudava, descobri que, a expressão bíblica "Julga-los-á (הֲתִשְׁפֹּט) ha'tishpót" encontrada em Ezequiel 20 verso 4, contém as mesmas letras que formam o ano hebreu 5789 (הֲתִשְׁפֹּט) equivalente no gregoriano a 2029. Eu gelei naquele momento, pois a primeira recordação que me veio à memória foi o filme "Terminator (O Exterminador Do Futuro)"  de 1984 que menciona este ano. Então, no ano seguinte (2007), comecei a receber é escrever o que eu julgava que seria o meu primeiro livro, a obra de ficção pós-apocalíptica esotérica "Crepúsculo De Bronze". Eu não sabia que estava recebendo informações vindas do futuro ou lembranças da minha alma, o que só viria a descobrir com o lançamento do filme "The Book Of Eli (O Livro De Eli)" pois o roteiro do filme era exatamente a estória que eu havia começado a escrever em 2007, ano no qual a produção do filme havia começado. 



No final de 2011 comecei a compreender que o Holocausto Atômico viria. No incio de 2012 escrevi e publiquei artigos sobre a questão é criei e publiquei filmes com alusões místicas ao evento. E havia aquele código que vinha estudando há 18 anos, cuja chave era "Shoáh Atomit Shav (Holocausto Atômico, vocês o Farão novamente)". 

Artigo
"O Livro De Eli"

Ora, 16 de Julho de 2013 iria cair exatamente em 9 de Av, dia considerado de maior infortúnio para os judeus, e então, eu me lembrei do cometa, que em 8 de Av de 5754 (1994) havia se chocado com o Planeta Júpiter, fazendo com que um grande cogumelo Atômico fosse visto aqui da terra. O dia 8 de Av daquele ano foi exatamente 16 de Julho de 1994. 

O cogumelo atômico emergindo na superfície de Júpiter

Eu calculei, então, a data "be'9 be'Av 5773 (בט ב'אב התשעג)" que traduzido é "16 de Julho de 2013" e cujo valor era exatamente o mesmo de "Julga-los-á?" que é 794. Em hebraico "Shoáh Atomit be'9 be'Av (שואה אטומית בט ב'אב)" tem exatamente o mesmo valor, ou seja, 794. Como eu cheguei à compreensão de que o ano seria 2013 (5773)? Pela gematria de "Shoáh Atomit (שואה אטומית) - Holocausto Atômico" que é a mesma de 5773 (התשעג) que foi o ano de 2013. A gematria, neste caso específico é 778.


Esta é a matrix que estudo há dezoito anos. A chave é "Shoáh Atomit (Holocausto Atômico) - no centro na vertical em vermelho". Logo acima aparece escrito "Ison" e na vertical está "Shem Shavit Nun (שם שביט נן)" que traduzido é "Nome do Cometa de Escorpião (a letra Nun "נ" criou, de acordo com o Livro da Formação, o signo de Escorpião). O periélio do Cometa Ison foi no dia 28 de Novembro de 2013 quando o sol estava ainda em Escorpião. Abaixo e ao lado está "Yuly" e ao lado esta "2013 Koreia". Obama aparece aqui com o verso "No terceiro dia Presidente (Terça-feira, Presidente)". A última eleição americana foi em uma terça. Tudo isto na matrix cuja chave é "Shoáh Atomit (Holocausto Atômico). Todos estes códigos nos dizem que o Holocausto Atômico estava mesmo fixado para o dia 16 de Julho de 2013, ano em quem o cometa Ison veio.

O Cometa Ison à direita


Como fomos salvos? Este é outro segredo pertencente aos que se dedicam ao estudo profundo da QABALAH e do Zôhar Sagrado e ao mistério da reencarnação em yibur, mas eu posso lhes contar: Uma poesia salvou o mundo. 



 Ezequiel 20 verso 4

Acima na matrix de Ezequiel: Em 9 de Av - de 5789 - todos os povos da terra - holocausto - de fogo -. O ano 5789 surge no verso 4 do capítulo 20.

Só não devemos esquecer que, "Julga-los-á" possui as mesmas letras que foram o ano hebreu correspondente a 2029.

Artigo Escrito Por
Deepak Sankara Veda
Direitos Autorais Reservados

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O MAHARAL & O GOLEM DE PRAGA




CAPÍTULO 6
Fogos Do Holocausto

Pés rápidos sobre pedras rústicas. O velho rabino caminhava apressadamente sobre a calçada de ardósias antigas ao lado esquerdo da rua Maiselova parcialmente iluminada por tênues lâmpadas elétricas. Seguia na direção da Velha-Nova Sinagoga de Praga. Era noite de 14 de setembro de 1939, lua nova de Tishri, o sétimo mês hebreu, brumas do ano novo judeu. Ruas adjacentes apresentam suas belezas adornadas com grandes paralelepípedos ardósios, um convite à introspecção.

Nuvens pálidas semiocultavam a lua nova como uma noiva adornada com um vestido transparente. Seis quarteirões atrás, as vozes dos homens da Gestapo nazista, a polícia de Himmler, se faziam ouvir junto aos gritos dos moradores do bairro enquanto esmurravam as portas das casas forçando suas entradas aos gritos e empurrões.

- Onde ele está? O velho rabino? Vocês o estão escondendo aqui? – Vociferavam os homens de brilhantes uniformes negros, que abriam passagem derrubando ao chão os moradores sob a mira de suas lugers alemãs engatilhadas sobre as frontes dos habitantes do shtetl de Praga Interpelando-os voraz e violentamente.

A Staronová Synagoga, construída em 1270 no também antigo bairro Josefov, guarda, em seu sótão seu maior e assombroso segredo, o qual Himmler desejava tomar sob seu controle: O corpo adormecido do Golem criado, no século dezesseis, pelo Rabino Loëw - o Maharal de Praga.

O golem havia sido criado na madrugada de 20 de Adar de 1580 pelo Maharal e seus dois mais queridos e próximos discipulos e desativado na aurora de 18 de Iyar, no 33º dia do Sefirat ha'Ômer, aniversário do ocultamento da alma de Rabbi Shimon Bar Yochai, o grande do século I e o autor do Zôhar Sagrado.

O rabino Yoseff Cohen Há’Levi tinha pressa. Queria chegar antes da Gestapo. Sua intenção era acordar a antiga criatura moldada da argila colhida das margens do Rio Moldova no século dezesseis, e a lua nova do ano novo favorecia este momento. Em outros tempos, teria preferido acordar a criatura na mesma madrugada em que ela fora criada, mas a urgente não lhe dera essa escolha. 

Enquanto caminhava apressadamente, via, ao longe, outras sinagogas dos bairros adjacentes que ardiam consumidas pelos fogos maléficos de Adolf Hitler. Lembrou-se da carta escrita a ele pelo amigo da Yeshivá Qol Yehudá de Jerusalém, o rabino Yehudá Leib Ashlag, e que lhe avisava dos fumos negros que pairavam sobre os judeus da Europa, o que viu em uma visão, aconselhando os rabinos da Europa sobre o mal que estava por vir. 

Hitler, ele já sabia, era um gilgul ha'rá (reencarnação do mal), uma transmigração da alma do demônio amalequita Haman.

Yoseff sabia que, ao entrar na sinagoga, teria que sentar na antiga e ornamentada cadeira do Rabino Loëw para receber a alma de Betzalel momentaneamente por ibür, uma reencarnação temporária ou, quem sabe, permanente[1], pois somente se a centelha do criador do golem estivesse nele, poderia encontrar a passagem secreta que levaria ao sótão oculto onde a criatura estava escondida e ressuscitar o ser feito do barro. Tinha esperança de que o Golem o ajudasse a salvar o povo da tirania nazista que o estava dizimando. Ao chegar, deteve-se por um momento, se virou e contemplou a lua e as estrelas e percebeu que ela ainda navegava os mares da constelação de Libra. Entrou por uma passagem adjacente lateral à sinagoga e encontrou a porta que o conduziria para dentro. Enfiou a mão esquerda no bolso do kitel preto e pegou um dos dois pequenos pergaminhos amarrados com tiras feitas de pele de carneiro.

- Onde está a passagem secreta? – Balbuciou enquanto tomava do bolso o escrito. Sabia da existência desta passagem desde sua mais tenra idade quando seu pai lhe contou, em uma noite chuvosa, a lenda do Golem de Praga. O documento secreto esteve aos cuidados do seu próprio Abba[2].

O pergaminho continha não apenas as instruções que o levariam à passagem secreta cuja entrada era ao lado do Aron ha’Qodesh[3] e que o conduziria ao sótão escondido onde repousava o corpo da opulenta criatura, mas também o conhecimento para acordar o golem. Ele jamais o tinha aberto, pois havia sido instruído para o fazer somente se o povo estivesse em perigo.

A sinagoga estava parcialmente iluminada por velas que foram acesas pelos membros para a prece de Amidá de Arvit e que proporcionavam uma atmosfera maravilhosa e mística. Sabia, pela tradição desde o Maharal, que eram setenta e duas velas, nenhuma a mais, nenhuma a menos. Um número místico que ocultava um segredo. Aquelas luzes místicas conduziram seus olhos à cadeira de Betzalel que descansava ao lado da Arca sagrada. Mas, de fato, ele já sabia que, aquela não era a cadeira de Judá, mas uma réplica, pois, a verdadeira fora escondida para evitar que os desavisados se sentassem sobre ela. Não era permitido pelos céus. Seu pai lhe havia dito, quando ele era criança, que a verdadeira fora escondida em um lugar secreto. Quem poderia ter mérito para se sentar na cadeira do grande rabino de Praga? Somente aquele que para ela fora destinado.


- Baruch ata Atika Qadishá megalê há’sodot – Bendito sejas Tu ó Ancião Sagrado, que revelas os segredos – pronunciou o rabino Joseff a brachá[4] apropriada para a ocasião e abriu o pergaminho que tirou do bolso e começou a ler o que nele estava escrito. Ficou surpreso ao descobrir que estava assinado pelo próprio Grão Rabino de Praga à época em que o monstro foi criado.

O documento havia sido passado de mestre para discípulo desde o Rabi Betzalel até que chegou aos cuidados do pai do Rabino Joseff, o rabino Lavan Cohen Ha’Levi, um habidoloso artesão e escriba cujos os Tefilin que fazia eram muito elogiados e apreciados e que era o Rabino chefe de Praga. Palavras escritas com letras estranhas as quais Joseff identificou como sendo o Alfabeto Malachim e uma prece em hebraico preenchiam a claff. Joseff o aproximou da luz de uma das velas acesas para poder ler melhor as letras e palavras no pergaminho. Logo descobriu o nome de cinco anjos escritos em angélico e uma oração com duzentas e dezesseis letras[5]. Palavras escritas ao redor da claff continham uma inscrição em código que Joseff descobriu ser a escrita atbash. Cinco pontos interligados por linhas estavam também anotados no pergaminho, os quais, identificou o Rabino como sendo o desenho de uma constelação estelar: - Libra! – Balbuciou. A lua estava desenhada acima destes cinco pontos. Agradeceu ao conhecimento astrológico que seu pai lhe havia instruído sem o qual não poderia ter identificado a constelação.

A lua nova do ano novo era a única na qual a criatura que dormia no sótão há quatro séculos, poderia ser despertada, a noite na qual o satã não tem domínio. Joseff sabia também que teria que colocar em prática os conhecimentos que obteve daquele pequeno livro de capa preta gravado com letras douradas que seu Abba havia lhe dado.

O rabino tinha esperança de que a Gestapo não o encontrasse imediatamente, dando-lhe tempo para as kavanot[6] e invocações necessárias para acordar o ser de argila. Ele sabia que o Grão Rabi de Praga havia colocado um selo sobre a entrada do sótão e ninguém jamais poderia entrar sem a permissão dos céus e da alma de Betzalel, o que indicava que ele primeiro deveria se sentar na cadeira de Judá Loëw e, se zechut[7] tivesse, receberia por ibür, a alma do Grão Rabi e assim, poderia quebrar o selo e entrar no sótão para despertar o Golem, o antigo protetor dos judeus do gueto de Josefov em Praga.

Enquanto caminhava para o lado do Armário Sagrado, lembrou-se, por um momento, das brincadeiras de menino e de como gostava de fazer pequenos homenzinhos de barro lembrando as histórias que seu pai e mestre lhe contava quando pequeno. Sorriu.

Encontrou a alavanca, conforme havia sido instruído pelo pergaminho e abriu a primeira passagem secreta. Tomou uma das velas acesas e se deixou escorregar para dentro da câmara oculta. Iluminados pelas flamas da vela, seus olhos encontraram a antiga cadeira do mestre de Praga que estava no centro da sala secreta. O assento místico descansava sobre um Escudo de David entalhado no chão ao centro da sala por algum dos artesãos do passado. Inscrições místicas em hebraico adornavam o círculo desenhado ao redor do hexagrama. Nomes de anjos estavam escritos nele numa escrita antiga que Joseff identificou como sendo “Transitus Fluvii[8]”. Se deteve por um momento. O temor do Divino lhe tomou a alma e um arrepio, como uma corrente elétrica lhe percorreu a cervical fazendo-o contorcer o pescoço.

- Santo, bendito sejas, tenho eu méritos para me sentar nesta cadeira tão sagrada? – Sussurrou em uma prece enquanto mantinha a mão direita sobre o coração. Se lembrou das palavras de seu velho pai “- não temas, quando o povo em perigo estiver e te desafiar a atos grandiosos”.

- Obrigado Abba sheli – balbuciou com emoção e, caminhando até a cadeira, respirou profundamente e se sentou. Talvez, em tempos de paz, teria um momento para atar seu Tefilin e vestir seu Talit, mas hoje, com a polícia de Himmler o caçando pelas casas do bairro, era preciso urgência. O Reichsführer[9] das Schutzstaffel[10] nazistas, havia sido instruído pelo Mentor do ocultismo de Adolf Hitler, Dietrich Eckart, para não apenas encontrar o golem e despertá-lo, mas também tomar posse do conhecimento secreto da fabricação da criatura.

“- Imagine um exército feito de golems” – insuflou a imaginação de Himmler em uma certa noite no Castelo Wewelsburg, onde os rituais da Ahnnerbe – a religião do 3° Reich – eram realizados. Himmler já fazia experiências com soldados mortos criando zumbis através de rituais onde as almas de antigos espíritos teutônicos eram invocadas a possuir os corpos de militares falecidos. Ele mesmo acreditava ser uma reencarnação. Mas está é uma outra recordação para um outro momento.

Não foi preciso muito tempo para “lembranças” de quatro séculos tomarem seus pensamentos depois que Joseff se sentou na cadeira de Betzalel. Sim! Estava certo que havia recebido o ibur da alma do Grão cabalista de Praga, o Maharal. Começou a recordar seus segredos e entre eles, a entrada secreta para o sótão onde repousava o corpo do Golem, porém, uma dúvida permaneceu: Havia recebido o ibür da alma do Maharal ali naquele momento ou no nascimento? Todos aqueles “homenzinhos de barro” – brincadeiras de criança? – Questionou a si mesmo. Foi um despertar! Aquele terrível momento no qual descobriu a si mesmo.

- “Eu sei quando o Golem foi criado” – Exclamou para si. – “Na madrugada de 20 de Adar de 5340– Completou.

Fazia um sentido absolutamente esotérico que o Golem tivesse sido criado no ano 340 do 5° milênio, porque 340 era a gematria da palavra “SHEM (שם)” cujo significado é Nome divino, o segredo do SHEM QADOSH (יהו"ה).

Entre outras muitas e mistas recordações, uma particularmente flutuou em sua consciência. Levantou-se vagarosamente e afastou a cadeira olhando para a estrela de David que estava abaixo dela. Abaixou-se e pressionou o centro do Escudo, onde sinal de Aaron foi esculpido, com a palma da mão direta. Um ruído de engrenagens girando e madeira roçando madeira se fez ouvir. Subitamente, o chão se abriu sobre seus pés lançando poeira ao ar e obrigando-o a saltar para o lado, revelando uma passagem que conduzia para baixo da sala secreta por uma escada. O cheiro de mofo sequestrou seu olfato. Tomou a vela e desceu. Logo seus olhos descobriram muitas estantes repletas de livros e pergaminhos antigos. Certamente, em outros tempos, se sentaria ali por muitas horas para os estudar. Seus olhos perceberam também seis mesas retangulares separadas, três à esquerda e três à direta. Percebeu que ali, no passado, deveria ser a escola de Talmude Torá[12] do antigo shtetl de Praga. Caminhou entre as mesas pelo corredor guiado pelas flamas da vela e descobriu no final dele uma outra estante de madeira tomada por muitos livros e mais pergaminhos. Girou sobre si mesmo apontando a vela para o lugar nos qual seus olhos buscavam alguma porta ou passagem. 

- Nenhuma porta? Mas deve estar aqui embaixo – murmurou. Voltou-se para a estante no final do corredor entre as mesas e desta vez seus olhos perceberam algo.

- Hummm. É isto! Tem que ser! Sussurrou. Entre os livros naquela estante estava um em particular que apreciava por demais: O Sêfer Yetzirah – O Livro da Formação. Recordou-se do presente que seu pai lhe dera em seu bar mitzvá, o livro de capa preta e letras douradas já desgastadas que trazia no bolso do kitel – O Sêfer Yetzirah. Trocou a vela para a mão esquerda e puxou com a direita o livro da estante enquanto colocava a vela no lugar do livro. Abriu-o e de pronto percebeu a anotação em hebraico no verso da capa:

“Tehilim 91:1 – A porta será aberta para aquele que conhece o segredo oculto por gematria neste passuq[13]”. Fez um gesto para tomar a luz novamente em sua mão e foi quando notou um criptograma de dez letras fixado na parede onde o livro repousava.

“Segredo de gematria? ” – Pensou enquanto permitia que o verso viesse à tona em sua mente. “Yohev be’seter elyon be’tzel Shaddai itlonan (יושב בסתר עליון בצל שדי יתלונן) ”.

Sua mente focou-se instintivamente na palavra “be’seter (בסתר) ” cujo significado “no esconderijo” lhe foi muito sugestivo. “E agora? ” – Pensou. Calculou a gematria e descobriu o valor 662. Olhou para o esotérico livro em sua mão. Sua alma se concentrou nas dez letras hebraicas que compunham o título do livro. Voltou a atenção para o Criptógrafo colocado na parede atrás da estante.

-“Dez Letras. Mas é claro” – Exclamou no pensamento. Voltou novamente a atenção para o título do livro e contou as letras e descobriu que eram oito letras.

-“be’Sefer há’Yetziráh” – murmurou. “Dez letras”. Calculou a gematria: - “Razá Ila’ah! ” – Recitou. “ – 662!”. Colocou o livro que segurava em uma das mesas atrás de si e girou as letras hebraicas no Criptógrafo na parede até formarem “be’Sefer Yetzirah”. Uma pancada seca ressoou e a estante deslizou para a esquerda revelando uma porta atrás dela onde o Criptógrafo estava fixado. A porta destravou. Degraus ascendentes que o conduziriam finalmente ao sótão onde o guardião dos judeus criado por Judá Loëw o aguardava se revelaram.

Ao lado da escada ascendente notou um quadro onde leu uma inscrição em aramaico: “Você que aqui se aventurar a subir, guarde tua boca e em teu coração o temor de D’us”. Era certamente um aviso aos curiosos que quisessem se aventurar a subir ao sótão e descobrir o seu poderoso inquilino.

Conta a agadá do shtetl que, certa vez, um espia cristão enviado pelo bispo de Praga para Inquisição seguiu, na calada da noite, um dos antigos rabinos de Praga e entrou escondido na sinagoga. Ele subiu ao sótão, mas nunca retornou. Seus ossos foram descobertos na manhã seguinte. Judá Loëw mandou recitar por eles um Qadish e os enviou para serem sepultados do lado de fora do cemitério israelita do shtetl.

Se Joseff obtivesse sucesso em acordar a criatura, a partir daquela noite, Frankenstein, de Mary Sheley, se tornaria uma estória em quadrinhos.

Com temor, subiu o primeiro degrau em parou. Tentou suspirar profundamente, mas o cheiro de mofo não o permitiu. Tomou coragem assim mesmo e retomou a ascensão até o sótão.

- Treze degraus – disse a si mesmo. No final do décimo terceiro deu de frente com uma porta de madeira trabalhada com um desenho que se pareciam com mãos moldando barro.

- Certamente é aqui! – Exclamou num sussurro enquanto levava as mãos à boca. Notou a mezuzá fixada no batente direito um pouco acima da cabeça de quem entra. Deu mais um passo é levantou a mão direita tocando o objeto Sagrado e, como de costume, trazendo-a aos lábios.

Precisaria de muita coragem para entrar no local onde o Sagrado Grão Rabi de Praga havia escondido sua monstruosa criatura, o Golem protetor dos judeus do antigo gueto de Josefov.


[1] Reencarnação temporária.
[2] Papai.
[3] O Armário Sagrado onde o Rolo da Torah é mantido.
[4] Bênção.
[5] Ana Be’koach.
[6] Meditações.
[7]MERITO
[8] Alfabeto Passando O Rio.
[9] Comandante Militar.
[10] Tropa de proteção.
[11] 19 de Setembro de 1506.
[12] Local onde a Torah é estudada.
[13] Verso.







Excerto
O MAHARAL & O GOLEM DE PRAGA
Em Processo De Criação
Direitos Reservados Ao Autor

Autor
Deepak Sankara Veda


CAPA
ARTE & DESIGNE

DANIELA OWERGOOR


EDITORAS CONTATO:


segunda-feira, 27 de junho de 2016

O Cometa De Ezequias


Cometas:
OS ARAUTOS DA ERA MESSIÂNICA
Artigo Em Construção

Temidos pelo mundo religioso e por religiosos e há muito vistos como anunciadores de desgraças e grandes catástrofes, os cometas são enigmas divinos que sempre despertaram temor na humanidade. Eu os admiro desde 1977 quando li sobre eles no "Novíssimo Dicionário Ilustrado Urupês" - 24° Edição - publicada no mesmo ano pela Editora AGE. A definição de Cometa nesta obra é "Astro de cauda luminosa" e jamais pude esquecer a foto que a ilustrava.

Minha própria concepção havia sido influenciada pela passagem  do Grande Cometa de 1965, o Cometa Ikeya-Seki  (C/1965 S1).

Em mim, os cometas afloraram o mistério do meu Despertar e o Santo, bendito seja Ele, queria que eu descobrisse o segredo divino dos Cometas.

O Grande Cometa de 1965/66

Este grande cometa apontou o início da Era Messiânica. Em hebraico "O Cometa Da Era Messiânica" é "Shavit Aiden Mashiach (שביט עידן משיח)" é sua gematria ne'elam  (נסתר/נעלם) é igual a 1966 - o ano no qual ele apareceu. A gematria atbash é 660 que é o valor da palavra séter que, junto com 1966 escrevem "Seter 1966 - O segredo divino de 1966".

O YIBUR DE EMMANUEL 
VELIKOVSKY

Quarenta e seis anos depois da passagem do Grande Cometa de 1966, na madrugada de 17 de Novembro de 2012, recebi o Yibur da alma do erudito russo Immanuel Velikovsky, falecido 33 anos antes no mesmo dia 17 de Novembro de 1979. O Dr. Immanuel foi o autor de uma importante obra literária rejeitada pelos ortodoxos, um tratado sobre cometas. O Sagrado, bendito seja Ele, queria que eu fosse instruído para o Despertar de outra centelha em Yibur em mim: - A alma de Ezequias

"YIBUR É UM DOS TIPOS DE REENCARNAÇÃO MENCIONADAS SECRETAMENTE NA TORAH É NO TANA'K. A PALAVRA SIGNIFICA "GRAVIDEZ" POIS A PESSOA SE SENTE GRÁVIDA DE UMA OUTRA ALMA. O YIBUR É TEMPORÁRIO, MAS ALGUMAS RARAS VEZES POR RAZÕES ESPIRITUAIS E SECRETAS SE FUNDE ALMA DO HOSPEDEIRO PARA SEMPRE".
.
Naquela madrugada eu ainda não sabia quem havia sido o Dr. Emmanuel e nem conhecia a sua obra, acordei com sua alma flutuando proximo ao Aron ha'Qodesh que fica no meu quarto. Estava usando um talit e uma kipa e óculos redondos. Ele veio para me instruir e eu já estava instintivamente atento à passagem do Cometa Ison. A alma do cometa havia se conectado à minha. Sua aparência "residual" se deve à néfesh da pessoa que permanece com a forma que a pessoa tinha neste mundo e por razões divinas, para dar ao hospedeiro oportunidade para descobrir sua identidade e assim penetrar o mistério.

No dia 3 de Janeiro de 2013 um novo cometa foi descoberto, o C/2013 A1 - Síding Spring,  e que sua trajetória iria fazê-lo “raspar” em Marte. A palavra inglesa Spring significa Primavera e o sinônimo de Siding é Penetrar. Siding Spring significa "Penetrar a Fonte da Primavera". A maxima aproximacao do Sol do Cometa Siding Spring foi no dia 25 de Outubro de 2014 e neste seu nome e data de perielio estava o seu segredo, o qual você compreenderá no final do artigo.

O Cometa Siding Spring 
indo de encontro ao Planeta Marte

Neste dia 3 de Janeiro no qual fora descoberto, neste mesmo dia, fui levado a encontrar à venda no Mercado Livre, um livro chamado Mundos em Colisão. Eu já havia tido contato com os escritor do autor sem saber, foi meu discípulo e amigo Avraham Kuk quem descobriu a fonte dos escritos. Descobri o autor da obra e fui pesquisar sobre ele e fiquei chocado quando vi suas fotos, pois era a aparência da Nefesh que havia entrado em mim na madrugada de 17 de novembro. O livro estava à venda por 70,00 e era justamente o valor que eu possuía na minha conta. Não tive dúvida e o comprei imediatamente.

O livro chegou no dia 10 de janeiro. Abri o pacote e tomei o primeiro susto. O autor havia dedicado a obra à sua esposa Elisheva. Seria um acaso? Pois dez anos antes eu fora noivo de Elisheva que era uma reencarnação de Ora Buena que havia sido minha segunda esposa na minha vida anterior e a hospedeira, naqueles dias, da minha centelha gêmea. Corri no Google e fui reler a biografia do Dr. Immanuel e tomei o segundo susto. Immanuel Velikovsky era do dia 10 de Junho exatamente o mesmo dia do meu nascimento em 1966.

Assim, com as instruções da alma do Dr.  Immanuel, descobri os segredos dos Cometas PanStarrs e Ison e suas missões Anunciar a chegada da Era Messiânica. O Ison era o cometa predito no Zôhar Sagrado e profetizado por Balaão em Bamidbar 24 verso 17: “Uma estrela procederá de Jacó...”.

A palavra hebraica para Cometa é "Shavit (שביט)" que possivelmente tem sua raiz na palavra "Shevet (שבט)" que é o hebraico bíblico para Tribo, como em Bamidbar  (Números) 24 verso 17:

 יז אֶרְאֶנּוּ וְלֹא עַתָּה, אֲשׁוּרֶנּוּ וְלֹא קָרוֹב; דָּרַךְ כּוֹכָב מִיַּעֲקֹב, וְקָם שֵׁבֶט מִיִּשְׂרָאֵל, וּמָחַץ פַּאֲתֵי מוֹאָב, וְקַרְקַר כָּל-בְּנֵי-שֵׁת

"Vê-lo-ei, mas não agora, e o olharei, mas não em breve. Procederá uma estrela de Ya'aqov e se eguerá um cetro de Israel".

Números 24:17


Esta foi a profecia do Mago Bila'am (Balaão) - O homem de um só olho - sobre a estrela de Jacó. Com a compreensão divina que agora possuímos,  o verso pode ser retraduzido e que nos daria o segredo interno do seu significado.

"Vê-la-ei, mas não está época, a contemplarei, mas não em breve, a senda (trilha) da estrela de Jacó e a ascensão do Cometa de Israel".

E Balaão viu, ele contemplou a realização da sua própria profecia, tenha certeza, é este segredo habita na reencarnação.



O Grande Cometa de 1976
WEST - que formou nos céus a Letra hebraica "Shin (ש)"
inicial de Shavit (Cometa)

A CASA DOS COMETAS


A nuvem de Oort, também chamada de nuvem de Öpik-Oort, é uma nuvem esférica de planetesimais voláteis que se acredita localizar-se a cerca de 50 000 UA, ou quase um ano-luz, do Sol. Isso significa que ela está a aproximadamente um quarto da distância a Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sol. O cinturão de Kuiper e o disco disperso, as outras duas regiões do Sistema Solar que contêm objetos transnetunianos, localizam-se a menos de um milésimo da distância estimada da nuvem de Oort. A parte externa da nuvem de Oort define o limite cosmográfico do Sistema Solar e a região de influência gravitacional do Sol.

Acredita-se que os cometas se originem em dois pontos distintos do Sistema Solar. Os cometas de período curto (aqueles com períodos de até 200 anos) provêm do cinturão de Kuiper ou do disco disperso, que são dois discos planos ligados entre si de detritos voláteis 30 UA além da órbita de Netuno, ambas estendendo-se até 100 UA do Sol. Cometas de período longo, como o cometa Hale-Bopp, cujas órbitas duram milhares de anos, originaram-se na nuvem de Oort. As órbitas dentro do cinturão de Kuiper são relativamente estáveis, por isso acredita-se que muito poucos cometas sejam gerados lá. Entretanto, o disco disperso é dinamicamente muito ativo, com o que é muito mais provável de ser o lugar de origem de cometas. Os cometas escapam do disco disperso e caem nos domínios gravitacionais dos planetas exteriores, tornando-se "centauros". Estes centauros, com o tempo, são enviados mais para dentro do Sistema Solar e tornam-se cometas de período curto.

JÓ (YÓV) E A NUVEM DE OORT

Em "Sêfer Yóv (Livro de Jó)", durante uma conversa esotérica, o Qudshá, Berich hú (קוּדְשָׁא בְּרִיךְ הוּא) - Sagrado, bendito seja Ele, desafia Jó com perguntas enigmáticas, e dentre uma dela, oferece a Jó uma "esfinge" reveladora:  

"Penetraste tu nos depósitos onde estão guardados a neve (shalég), e viste os depósitos onde estão guardados a saraiva (barad)..." 

Jó 38:22  

Qual o mistério neste maravilhoso enigma oferecido a Jó? D'us estava o instruindo sobre os locais no nosso sistema solar onde os cometas, que são formados de "shalég (neve)" e barad (meteoritos) se originam na chamada "Nuvem de Oort" e do lugar, no nosso sistema solar, o chamado "Kuiper Belt (Cinturão de Kuiper)".  Como sabemos que são dois lugares específicos mencionados no verso? Porque nele encontramos duas vezes o termo "otzerot (אֹצְרוֹת)" traduzido aqui por "depósitos".  Fica claro que as Escrituras Hebraicas são um Código Divino que contém, há mais de 3.000 anos, informações que somente agora, no último século, a astronomia e a ciência tem descoberto e confirmado.


Dentro do Livro de Jó, nós descobrimos o Código acima, no qual "Ananat (Nuvem)" e Oort surgem codificadas juntas, sendo que Oort cruza a palavra "Shavit (Cometa)" e todos estes termos, "Ananat Oort e Shavit" são cruzados pelo verso de Jó citado acima: 

"Penetraste tu nos depósitos onde estão guardados a neve (shalég), e viste os depósitos onde estão guardados a saraiva (barad)..."

Jó 38:22

Acima de Shavit (Cometa) temos escrito "Ló nodêa mispar (não se conhece o seu número)", indicando que os cometas que habitam a Nuvem de Oort são inumeráveis.


O ANO 687 A.C

Em mundos em Colisão, na página 184, o Dr. Immanuel fala sobre o evento que causou a destruição do exército de Senaqueriv e o que eu nomeei “O Cometa de Ezequias” que “raspou”, na sua passagem, na terra no ano 687 a.C, fazendo chover os meteoritos da sua cauda sobre uma certa localidade do planeta e matando 185.000 soldados assírios.

Ezequias, no décimo quarto ano do seu reinado, havia sido ameaçado pelo Rei da Assiria, o filho de Sargão II, Senaqueriv. O rei da Assiria havia escrito uma carta blasfemando o Sagrado,  bendito seja Ele, e desafiando Hizkyyahu há’melech . Ezequias tomou a carta, leu-a e depois subiu ao Templo e a estendeu diante do Sagrado e fez uma prece exaltando o Criador e pedindo por Seu auxílio.

A narrativa no Tana’k diz que, naquela mesma noite, o Sagrado, bendito seja Ele, enviou um Anjo, que feriu, no acampamento dos Assírios,  a 185.000 soldados. Quando o rei Senaqueriv levantou pela manhã,  seu exército era um cadáver sobre o seu acampamento militar. Ele fugiu para a cidade de Nínive onde foi morto por seus próprios filhos.

O Dr. Immanuel questiona, em seu livro, que espécie de destruição havia se abatido sobre o exército de Senaqueriv,  cita que, no livro dos Reis e em Isaías,  e dito que uma “rajada” foi enviada sobre o exército do Rei da Assiria: “Mandarei sobre ele uma rajada... e (ele) voltará para sua terra... ”.

As fontes talmúdicas e midráshicas, que são numerosas, concordam todas com relação a maneira pela qual foi destruído o exército assírio; uma rajada caiu do céu sobre o acampamento de Senaqueriv. Não foi fogo, mas uma rajada destruidora: “Suas almas foram queimadas, apesar de suas roupas terem sequer sido danificadas”. O fenômeno foi acompanhado por um ruído terrível. Arad gibil é a expressão babilônica que significa ignis e coelo  (fogo do céu).

O RELÓGIO DE ACAZ

Após a vitória sobre o exército de Senaqueriv, o talmude no conta que o rei Ezequias deveria ter escrito uma poesia e assim inauguraria com ela a Era messiânica e abriria as fontes do Despertar, mas como ele não poetizou , fechou a fonte do Giom  (Guihon) e postergou a chegada da Era Messiânica. O rei Ezequias adoeceu, como resultado da sua falha e o Profeta Isaías foi-lhe enviado para fazê -lo conhecer que ele morreria. Ezequias se arrependeu e orou ao Sagrado que enviou-lhe Isaías novamente para lhe dar um sinal de que ele viveria. Isaías recomendou-lhe usar uma pasta feita de figos como tratamento para sua enfermidade e ofereceu-lhe um sinal que ele teria sua saúde restaurada: Adiantar ou retroceder dez graus a sombra no relógio de Acaz seu pai. Ezequias escolheu que a sombra retrocedesse dez graus, e assim se realizou.

“E não é a Figueira a árvore dos budas e sobre a qual eles meditaram até despertarem suas centelhas messiânicas?”

A pergunta é: O que fez o planeta se mover  no sentido contrário à sua rotação pra fazer retroceder as horas dez graus no relógio de sol de Acaz? Fontes rabínicas deixam claro que, a perturbação no movimento do Sol se verificou ao entardecer do dia em que foi dizimado o exército de Senaqueriv  por uma rajada devastadora .

Um Relógio De Sol

Um evento cósmico foi o responsável pela destruição do exército de Senaqueriv e que produziu também a perturbação no movimento da Terra. A data na qual o exército assírio foi destruído foi estabelecida no Talmude e no Midrash como tendo ocorrido na noite do Seder de Pessach  do ano 687 a.C .

A data fixada pelo talmude para o evento que perturbou a rotação do nosso planeta foi estabelecida como tendo sido na noite da festa da primavera, a páscoa, e nesta noite Ezequias deveria ter inaugurado a Era messiânica.

A  causa da destruição do exército de Senaqueriv foi a passagem de um grande e misterioso cometa que “roçou” a terra na sua senda e lançou uma chuva de barad  sobre o acampamento militar assírio e o gás liberado pelas pedras da cauda do cometa asfixiou os soldados matando-os sem os ferir externamente.

Em hebraico Cometa de Ezequias Rei de Judá é “Shavit Hizkyyahu Melech Yehudá (שביט חזקיהו מלך יהודה)” e que possui as letras iniciais que formam o termo Mashiach (משיח) que significa Messias e não por acaso as mesmas letras são também as iniciais de “Shirat Hizkyyahu Melech Yehudá  (שירת חזקיהו מלך יהודה)” cuja tradução é “Poesia de Ezequias Rei de Judá”. Esta claro o poder que teria tido a poesia de Ezequias se ele a tivesse escrito.

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A imagem acima é uma porção de IIº Crônicas (Devarei ha'Iamim) onde, a cada 1265 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) encontrei "Kometa (vermelho)" e este é cruzando pelos versos 21 e 22 do capítulo 32, exatamente o trecho no qual lemos que D'us enviou um anjo para destruir o exército de Senaqueribe rei da Assíria. Marcado em azul está Hizkyiahu (Ezequias) que está conectado a Kometa:

"Então o Senhor enviou um anjo que destruiu a todos os homens valentes, e os líderes, e os capitàes no arraial do rei da Assíria; e envergonhado voltou à sua terra; e, entrando na casa de seu deus, alguns dos seus próprios filhos, o mataram ali à espada. Assim livrou o Senhor a Ezequias, e aos moradores de Jerusalém, da mão de Senaqueribe, rei da Assíria, e da mão de todos; e de todos os lados os guiou".

כא וַיִּשְׁלַח יְהוָה, מַלְאָךְ, וַיַּכְחֵד כָּל-גִּבּוֹר חַיִל וְנָגִיד וְשָׂר, בְּמַחֲנֵה מֶלֶךְ אַשּׁוּר; וַיָּשָׁב בְּבֹשֶׁת פָּנִים לְאַרְצוֹ, וַיָּבֹא בֵּית אֱלֹהָיו, ומיציאו (וּמִיצִיאֵי) מֵעָיו, שָׁם הִפִּילֻהוּ בֶחָרֶב.  כב וַיּוֹשַׁע יְהוָה אֶת-יְחִזְקִיָּהוּ וְאֵת יֹשְׁבֵי יְרוּשָׁלִַם, מִיַּד סַנְחֵרִיב מֶלֶךְ-אַשּׁוּר--וּמִיַּד-כֹּל; וַיְנַהֲלֵם, מִסָּבִיב

2º Crônicas 32:21,22

O código também diz que o Cometa já era visível na tarde de Pessach no momento do Sacrifício, como está marcado em amarelo "le'shechitát ha'Pessachim (Para o abate de Pessach)".

Matêh Adonai
O Cajado De Adonai
Atualização
29 De Junho De 2016

Nesta madrugada de 29 de Junho de 2016, eu estava acordado por volta das 5h da manhã e então cochilei. Imediatamente a "Qol ha'Tor (Voz da Instrução)" veio a mim com a transliteração da palavra "Kometa (Alemão)" para o hebraico e me falou: -" Não leias Kometa, mas "Cô-Matêh - 26 Matêh". A compreensão divina (Biná) me atingiu de súbito e eu compreendi que deveria ler "Matêh Adonai (O Cajado de Adonai)" porque 26 é o valor em gematria do Nome Santo "Yud Hê Vav Hê (יהוה)". Abri os olhos, tomei o Smartfone e fiz imediatamente a anotação do mistério revelado. Levantei, fiz a higiene pessol, realizei as preces e vim para o computador pesquisar pelo Código "Matêh Adonai (מַּטֶּה יְהוָה)" esperando encontrar um cruzamento com o termo hebraico para Cometa que é "Shavit (שביט)" e qual não foi a minha surpresa quando, não apenas, descobri "Matêh Adonai" codificado junto com "Shavit" mas, também, que, este Código está em Isaías 38:8, onde lemos:

"Eis que farei retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz. Assim retrocedeu o sol os dez graus que já tinha declinado". 

הִנְנִי מֵשִׁיב אֶת-צֵל הַמַּעֲלוֹת אֲשֶׁר יָרְדָה בְמַעֲלוֹת אָחָז בַּשֶּׁמֶשׁ, אֲחֹרַנִּית--עֶשֶׂר מַעֲלוֹת; וַתָּשָׁב הַשֶּׁמֶשׁ עֶשֶׂר מַעֲלוֹת, בַּמַּעֲלוֹת אֲשֶׁר יָרָדָה.

Isaías 38:8


Acima, na matrix, codificado a cada 3.354 saltos equidistantes, temos: "Matêh Adonai (מַּטֶּה יְהוָה)" e "Cometa (שביט)" não apenas conectado com "Matêh Adonai (O Cajado Do Eterno)" mas usando a mesma letra "Tet (ט)" de "Matêh (מַּטֶּה)". Cruzando "Shavit (Cometa)" está o verso citado acima: "Eis que farei retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz. Assim retrocedeu o sol os dez graus que já tinha declinado". A evidência deixa claro que, a causa do movimento retrógrado do planeta que deu a Ezequias a vitória militar sobre Senaqueriv e o sinal de que ele seria curado, foi mesmo um cometa que "raspou" na Terra.

Outra evidência que prova que o Cometa é chamado nas Escrituras Hebraicas de "Matêh (Cajado/Vara Divina)" está no Êxodo capítulo 7 verso 17:

Assim diz o Senhor: Nisto saberás que eu sou o Senhor: Eis que eu com esta vara, que tenho em minha mão, ferirei as águas que estão no rio, e tornar-se-ão em sangue. 

כֹּה, אָמַר יְהוָה, בְּזֹאת תֵּדַע, כִּי אֲנִי יְהוָה:  הִנֵּה אָנֹכִי מַכֶּה בַּמַּטֶּה אֲשֶׁר-בְּיָדִי, עַל-הַמַּיִם אֲשֶׁר בַּיְאֹר--וְנֶהֶפְכוּ לְדָם

Êxodo 7:17

Dentro do texto do capítulo 7 de Shemót (Êxodo) encontrei o termo "Shavit" cruzando pelo verso 17 que diz que D'us iria ferir as águas do Nilo com Sua Vara, seu Cajado, que estava na sua mão, ou seja, sob Seu comando e que estava conectado ao Cajado de Moisés (Metatron).


Acima temos "Shavit (Cometa)" no centro em vermelho e cruzando-o está "hinêh micáh be'Matêh asher be'yadi al ha'maim ( הִנֵּה אָנֹכִי מַכֶּה בַּמַּטֶּה אֲשֶׁר-בְּיָדִי, עַל-הַמַּיִם אֲשֶׁר בַּיְאֹר--וְנֶהֶפְכוּ לְדָם) - Êxodo 7:17.

Em "Mundos em Colisão" o Dr. Emmanuel Velikovsky afirma que a Terra atravessou a cauda deste grande cometa, cauda está que continha muita hematita e portanto era vermelha e que tingiu as águas não apenas do Nilo, mas de todo o mundo e cita as evidencias encontradas em escritos de muitas tradições.

O Selo De Ezequias

Por volta de 2013, durante as escavações arqueológicas no Sítio de Ophel, sob a direção do arqueologista Dr. Eiat Mazal,  um selo real foi encontrado e nele a inscrição em hebraico antigo "L'mlk  (ל'מלך)" cuja tradução é "Pertencente ao Rei". Era o selo de Ezequias filho de Acaz e a gravura nele deixa claro que o grande milagre recebido pelo Rei Hizkyyahu veio do Anjo Divino enviado pelo Sagrado: um grande cometa. O milagre foi tão esplendoroso e o cometa era tão grande que Ezequias cunhou seu selo real usando a imagem de um "sol alado".

O sinete (selo real) no anel de Ezequias descoberto durante as escavações de Ophel ao lado do monte do Templo (Har ha'Bait)

Esta importante descoberta evidência que foi um cometa a casa da destruição do exército de Senaqueribe em 687 a.C.

É preciso frisar, deixar claro aqui que, eu nada sabia sobre a descoberta do Selo de Ezequias até o dia 1° de Julho de 2016, três dias depois que comecei a redigir este capítulo, mas desde o início de 2013 eu já sabia sobre o Cometa de Ezequias. Imaginam o quão surpreso fiquei ao descobrir o Selo?

Arautos Messiânicos
De volta ao dia 27 De junho/2016

Desde os primórdios um cometa é enviado como um Anjo para anunciar o nascimento de um Cristo e o potencial para a humanidade alcançar a mesma consciência. Nos próximos capítulos desta obra descobriremos que o mesmo aconteceu na época de Moisés e da saída dos hebreus do Egito.

No Sêfer Yashar – o Livro dos Justos – lemos que um cometa anunciou o nascimento de Abraão: 

“E aconteceu na  noite em que Avram nasceu, que todos os servos de Terá, e todos os sábios de Nimrod, e seus magos que viviam, comiam e bebiam na casa de Terá e alegraram-se com ele naquela noite. E quando todos os homens e magos sábios deixaram a casa Terá levantaram os olhos para o céu para observar as estrelas, e eles viram uma grande estrela vinda do oriente e engoliu outras quatro estrelas em todos os quatro lados do céu. E todos os sábios e os magos do rei foram surpreendidos com a visão, e os sábios entendidos no assunto souberam da sua importância”.

O Livro De Jasher Capitulo 8

O nascimento de Abraão foi anunciado por um grande cometa que cruzou quatro constelações, o que foi aludido no SêferYashar como tendo “engolido quatro estrelas”.

Voltando ao Rei de Judá, não tendo escrito a Shirá (Poesia), Ezequias fechou a fonte do Gion, conforme foi escrito: “E foi ele, Iehizkiáhu, quem fechou o manancial superior das águas do Gihon...” – II° Crônicas 32:30. Assim Hizkyáhu atrasou a chegada da Era Messiânica e a tarefa passou para as gerações de alma futuras.

Para tornar mais claro a compreensão e o poder que teria a abertura das fontes elevadas do Gihon, revelo aqui o significado do termo hebraico para “águas” que é “mayim  (מים)” cujas as letras são as iniciais da sentença “matai yavô mashiach  (מתי יבא משיח)” cuja tradução é a pergunta “Quando virá o messias?”.

O manancial do Gihon permaneceu fechado até ao século XVI quando outra oportunidade para ser aberto foi concedida à humanidade.

O COMETA DE VITAL

O rabino Hayim Vital foi o mais proeminente aluno do Leão de Saféd, o Rabi Isaac Luria. O rabino Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, o Ari, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas do Gihon. O Gihon era uma nascente subterrânea que fluia em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud, como já mencionado acima, tinha sido fechada pelo Rei Hizkyyahu (Ezequias) contra a opinião dos estudiosos (Sábios) de sua geração (2° Crônicas 32:30).

Sabemos que retirar o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo e espiritual do que o físico e que vou revelar mais abaixo, por agora vou continuar a narrativa. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chayim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechada desde a antiguidade, mas o Rabino Vital não quis, e sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusasse a fazê-lo, e usando uma técnica do Kwisatz ha'Derech (o encurtador do caminho), se teletransportou imediatamente para Damasco, fugindo da presença do Sultão e da missão que lhe fora confiada.

Naquela noite, seu professor, o Ari'zl (Rabi Isaac Lúria), apareceu para ele em um sonho: "Por que você se recusou a abrir o Gihon hoje?", Perguntou ao seu discípulo. "Eu estava com medo de usar os nomes Sagrados de Deus que eram necessários para fazer isso", retrucou o rabino Chayim. "E como você chegou a Damasco, então?" Questionou o Santo Ari.

בשנת ה'של"ו עבר רבנו למצרים שם שהה תקופה קצרה וובשנת ה'של"ז חזר ארצה ועלה לירושלים בה התגורר שמונה שנים, באחד הימים עבר השר אבו סיפון בשער העיר ושמע קול פכפוך מים, מששאל מה זה ענוהו מלויו כי זהו מעיין הגיחון שנסתם על ידי חזקיהו המלך עת נלחם בסנחריב, שלך השר לקרוא לרבנו וציווה עליו לפתוח את המעיין והגביל אותו לזמן מסויים. רבנו היה יכול לומר איזה שם ובכך לפתוח את המעיין, אך השימוש בשמות לצרכים אישיים אסורה, ורבנו ברח לדמשק שבסוריה.

עוד באותו הלילה נגלה לו האריז"ל בחלום ואמר לו כי נשמתו היא מניצוץ חזקיהו המלך וכי השר הוא מניצוץ סנחריב  ואם היה רבנו פותח את המעיין היה מקרב את הגאולה בכך, מאחר וחזקיהו סתם את נהר הגיחון למורת רוחם של הרבנים".

Obviamente, o rabino Chayim emudeceu diante da pergunta do seu mestre, pois ele havia usado os Nomes Divinos para se teletransportar para Damasco. O Arizal lhe disse então: "Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Chizquiyahu (Ezequias) e você veio ao mundo para reabrir a primavera (A Era Messiânica/Despertar) que você mesmo tinha fechado há muitos séculos atrás".

Podemos apenas imaginar a responsabilidade o que o rabino Chayim sentiu sobre seus ombros. Ele mesmo documentou sua reação em sua auto biografia : "Amanhã voltar lá e eu vou abri-lo." Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje era o dia e, agora, a oportunidade se foi".

Um dos nossos testes mais difíceis é aprender usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser "dojek et ha'shaá - forçar quando muito cedo é tão inútil quanto tarde demais".

O rei bíblico Chyzkiahu (Ezequias) era o Messias da sua geração chamado pelo Profeta Isaías de Immanu'Ël e para atingir a consciência messiânica e abrir as fontes da primavera (o Despertar) sua tarefa era ter composto uma shiráh (poesia), o que já mencionamos e a qual ele não realizou, fechando assim a fonte do Gihon. Sua alma reencarnou no rabino Chaim para realizar a tarefa, mas Vital teve medo e postergou por mais 436 anos a abertura da fonte do Gihon, as fontes da primavera, o Despertar. O Sultão era o próprio Criador.

Quinze dias antes deste evento e desta experiência vivida pelo rabino Hayim, um Cometa apareceu para despertar a alma do Rei Ezequias reencarnada em Vital. Ele mesmo relatou a experiência: 

“1577- Rosh chodesh Kislev, depois de nascer do sol, uma grande estrela, com uma longa cauda, apontando para cima, foi vista na parte sudoeste do céu. Parte da cauda também estava apontando para o leste. Ela permaneceu parada lá por três horas. Em seguida, ela afundou no oeste atrás dos montes de Safed. Isso continuou por mais de cinqüenta noites. No décimo quinto dia de Kislev, fui morar em Jerusalém ”.

Quando o Sultão de Jerusalém  (Deus), pediu para o Rabino Hayim abrisse a fonte do Gihon, o Cometa era visível nos céus exatamente como 3.000 anos antes nos dias de Ezequias. Este foi o Grande Cometa de 1577.

Em hebraico a expressão "Hayim Vital, yibur Hizkyáhu Melech Yehudá  (חיים ויטל, עיבור חזקיהו מלך יהודה)" é igual a gematria 667. Quem revelou ao Rabino Hayim Vital que ele era uma reencarnação de Hizkyyahu foi seu mestre, o Rabino Isaac Lúria. Em hebraico "Rabbi Isaac Lúria  (רבי יצחק לוריא)" é igual a exatamente 667.

Não por acaso, este cometa foi designado C / 1577 V1. Ele foi um cometa que passou perto da Terra durante o ano 1577 AD. Foi visto por pessoas em toda a Europa, incluindo o famoso astrônomo dinamarquês Tycho Brahe e o astrônomo turco Taqi ad-Din. Observações modernas usando o  JPL Horizons sugere que o cometa está atualmente cerca de 320 UA  do Sol. Com base nas observações de Brahe, sabemos hoje que o cometa foi visível durante 74 dias a partir de 13 de novembro de 1577 a 26 de Janeiro 1578.


O GRANDE COMETA DE 1577

O COMETA DE PESSACH (PÁSCOA)

Descoberto em 6 de junho de 2011, o C/2011 L4, também designado Cometa PanStarrs, teve sua máxima aproximação do Sol em 12 de Março de 2013 no primeiro dia da Festa de Pessach, a festa da primavera anunciando o ano no qual o Portão da Era Messiânica seria aberto.

Trinta e três séculos antes, quando Moisés liderou o povo hebreu para fora do Egito, dois grandes cometas surgiram e sobre eles foi escrito: “Um pilar de nuvem durante o dia, um pilar de fogo durante à noite. O dia se refere aos seis meses influenciados pelo sol, e a noite aos seis meses influenciados pela lua no calendário hebreu. Um cometa na Páscoa é outro em Hannukáh, festival que só se revelaria no futuro, no período dos Hasmoneus, mas que já havia sido criado quando as estrelas foram criadas no quinto dia da criação.

A ciência astronômica deu o periélio deste cometa em 10 de março, mas certamente o dia exato da sua máxima aproximação do Sol foi no dia 12 de Março, dia no qual o novo Sumo Pontífice da Igreja Romana seria escolhido, evento que havia sido profetizado pelos sábios do Zôhar Sagrado 2.000 antes.

O COMETA DA ANUNCIAÇÃO

Há dois mil anos, Rabi Shimeon Bar Yochai e os Rabbis da Idra Rabá e da Idra Zuta, ao revelar o Zôhar que havia sido escondido pelo Profeta Daniel, profetizaram os arautos da Era Messiânica. 

Na Porção Balak do Zôhar, nós encontramos um destes sinais. Eis o que descobrimos: "No 6º dia, do dia 25 do sexto mês, uma estrela aparecerá. Eles estarão reunidos no 7º dia, no final de 70 dias. No primeiro dia, a estrela será vista na cidade de Roma".



ZÔHAR BALAK

Acima, lemos no aramaico: "U've'iomá sh'titá'ah yitchazei be'25 yomin le'yarechá sh'titá'áh ve"ytchenish be'yomá shevia'ah".

2.000 anos depois, numa sexta feita, dia 7 de Março de 2013, exatamente no 25º dia de Adar (décimo segundo mês hebreu), o Cometa PanStarrs (C/2011 L4) alcançou sua máxima aproximação do Sol, se tornando muito brilhante. E o que aconteceu neste dia? Os bispos estavam reunidos em Roma, e no dia seguinte, dia 8 de Março, fixaram a data para o Conclave, no qual o novo Sumo Pontífice da Igreja Romana seria escolhido: O dia 12 de Março.

Duzentos e setenta dias depois do aparecimento do Cometa PanStarrs, outro cometa, no dia 28 de Novembro, no primeiro dia da Festa de Hannukáh, alcançou seu periélio (máxima aproximação do Sol). Era o cometa Ison (C/2012 S1) que veio para revelar outro segredo: O Inicio da Era Messiânica.

Em hebraico "Cometa Ison em Hannukáh (שביט יסון ב'חנוכה)" resulta em gematria (numerologia hebraica) igual a 538 que é exatamente a mesma de "Estrela De Belém (כוכב בית לחם)" que é a Estrela de Ya'akov que em hebraico soma, em gematria, o valor igual a 270. 

Notem a perfeição do Zôhar: Exatamente 270 dias depois do aparecimento do Cometa PanStarrs, o Cometa Ison alcançou seu periélio revelando a Era Messiânica.

 "Um Pilar de nuvem durante o dia (meses regidos pelo sol), e um Pilar de fogo durante à noite (meses regidos pela lua)" - Êxodo 13:21. Bem vindo a Era Messiânica, à Era da Iluminação, à Era na qual todos seremos messias, budas, cristos.



O Cometa PanStarrs

Na foto, os cometas Lemmon (C/2012 F6) e PanStarrs (C/2011 L4) juntos, um ao amanhecer (PanStarrs) e o outro ainda de madrugada (Lemmon), cumprindo, mais uma vez, um mistério da Torah que aconteceu durante a saída do Egito há 33 séculos: "Um pilar de nuvem durante o dia, um pilar de fogo durante à noite (Êxodo 13:21)".



O código acima prova este segredo. Nele temos "Kometa (קומטה)" é ao lado esquerdo "ha'Pessach (הפסח)" é ao lado direito "amud esh ve'anan (עמוד אש וענן)" que traduzidos são "Kometa de Pessach, pilar de fogo e nuvem", revelando que o mesmo evento que ocorreu há 33 séculos liderando o povo hebreu à revelação da Torah é à consciência messiânica sob a liderança do messias Moisés, se repetiu agora no final dos tempos liderando a humanidade à Era do Messias.

A gematria do ano 773 do 5° milênio (2013), é a mesma de "Shavit ha'Zohar, ubá le'Tzion go'ël (שביט הזהר ובא לציון גואל)" cuja tradução é "O cometa do Zohar, vira de Sião o Redentor". Sião e uma alusão à Sefirah Malchut.  Foi neste ano, 2013, que os cometas apareceram, conforme se havia profetizado no Zôhar Sagrado em Parashat Balak.

Novamente a alma do Rei Hizkyyahu unida e m yibur permanente à alma do Rabino Hayim Vital obteve a oportunidade para tirar o selo do manancial do Gihon e inaugurar a Era messiânica e desta vez, ele não falhou.

NÍNIVËH

Dois dias antes de começar a redigir este artigo recebi uma visita importante: Uma amiga e aluna que reside na Holanda veio me ver e seria apenas mais uma visita de um de muitos dos meus alunos se o nome desta jovem não fosse "NÍNIVËH", o nome da cidade para a qual o rei Senaquerive fugiu e onde foi morto por seus filhos. Nada acontece por acaso no universo. D'us a enviou para evidenciar todas as revelações que tenho publicado sobre os Arautos da Era Messiânica.

Abrindo O Manancial Do Gihon
A Fonte Do Despertar

Então,  a alma do Rabino Hayim que é um guilgul do Rei Ezequias, veio para abrir a Fonte do Gihon - A Fonte da Primavera - e inaugurar a Era Messiânica.  O Rabino Hayim nasceu no dia 24 de Outubro de 1542 no calendário Juliano que regia na época e que, depois, com a mudança para o Gregoriano,  foi alterada para 11 de Outubro. A data no calendário hebreu é o dia 1° de Heshvan de 5.303. Em hebraico, "Em 24 de Outubro (ב'כד ב'אוקטוברו)" transliterado resulta em gematria 358 que é o valor numérico de Mashiach (משיח) que é messias. O dia no qual o selo da fonte do Gihon foi tirado pela alma do Rabino Hayim Vital foi 24 de Outubro de 2013, inaugurando a Era Messiânica.

Para confirmar a chegada da Era da Iluminação,  um Pilar de Fogo (Amud Ha'Êsh) foi enviado para apontar o caminho, como dito na própria Torá: "Um pilar de nuvem durante o dia, um pilar de fogo durante  noite (Êxodo 13:21)".

Como foi dito no princípio deste artigo sobre o Cometa Siding Spring, seu nome significa "Penetrar a Fonte da Primavera" é seu periélio foi no dia 25 de Outubro de 2014 que no calendário hebreu foi exatamente o dia 1° de Heshvan, aniversário de nascimento do Rabino Hayim Vital.

O Cometa Ison

Em 21 de setembro de 2013, o astrônomo russo Vitali Nevesky junto com outro astrônomo, descobriu o Cometa Ison, que foi nomeado C/2012 S1. Eu o chamo de Cometa de Vitali é você deve ter notado que Vitali (ויטלי) é Vital (ויטל) são na verdade o mesmo nome. A maxima aproximação do Sol do Cometa Ison foi em 28 de Novembro de 2013, no primeiro dia da Festa de Hannukáh. Qual o significado secreto disto?

O rabino Hayim nos deixou a resposta em sua auto biografia no Sêfer Chazionot  - O Livro das Visões. Ele revelou que sua alma é a própria essência de Hannukáh e que isso estava codificado no seu nome "Hayim  (חיים)". O "Chet  (ח)" de Hayim é o "Chet" de "Hannukáh  (חנוכה)". Os dois "Yudim  (יי)" são as duas Oliveiras das quais o óleo para a Hannukia é destilado, os dois sumos sacerdotes mencionados em Zacarias no Tana’k e, finalmente o "Mem  (ם)" de Hayim é a própria Menoráh (מנורה).

Na sua senda esotérica para o Sol, o Ison cruzou seis constelações: Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra e Escorpião. De acordo com o Livro da Formação - O Sêfer Yetzirah  (ספר יצירה) - de autoria do Patriarca Abraão, estas constelações foram criadas pelas letras hebraicas "Zayin (זר), Chet (ח), Tet (ט) Yud (י), Lamed (ל) e Nun  (נ)". O cometa é a letra "Vav (ו)" que é a "Pena do Divino", o "Kalamus Elohai". Qual é a mensagem que o Sagrado, bendito seja Ele, queria  os revelar?

"EIS A PENA DO DIVINO COM A QUAL ELE ESCREVE OS SEUS MISTÉRIOS E OS CÉUS SÃO O SEU PERGAMINHO".

Eis a resposta: Começando com a letra "Vav (ו)" que é o cometa é tomando as letras que criaram as Constelações que ele cruzou e permutando-as, nós descobrimos que elas formam o nome "Vital (ויטל)". A letra Chet é a inicial de Hayim

Teria sido um acaso do universo que o cometa, a Pena do Divino,  o mensageiro Sagrado,  que foi descoberto por Vitali, escreve-se nos céus "H. Vital (ח. ויטל)?".


O Cometa Ison

Artigo escrito (em construção) por Deepak Sankara Veda para o Livro "Kalamus Elohai - O Mistério Do Cometa - Anunciando a Chegada da Era Messiânica (em processo de escrita).

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Kalamus Elohai

O GRANDE SEGREDO 5776
(REVELADO PELAS ALMAS DOS SÁBIOS)

"Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação".

הִנֵּה אֵל יְשׁוּעָתִי אֶבְטַח, וְלֹא אֶפְחָד: כִּי-עָזִּי וְזִמְרָת יָהּ יְהוָה, וַיְהִי-לִי לִישׁוּעָה 

"Hinêh El Yeshuatí evtach, ve'ló efchad: ki azi ve'zimrat Yah Adonai, va'yehi li lishuah". 

Isaías 12 verso 2


Eis aqui um profundo e maravilhoso segredo escondido (marcado em vermelho) no verso do Profeta Isaías e que foi reservado para nossa geração. A terceira palavra que é "Yeshuatí  (יְשׁוּעָתִי) - minha salvação" esconde o ano na qual a salvação que é o Despertar estaria disponível para a humanidade. Ao aplicarmos Temuráh  (permutação cabalística) descobrimos as letras hebraicas que formam o ano "5776 (תשע'ו)". Escreverei detalhando este mistério nos dias que virão.... aguardem

O Artesão Da Luz