Nosso mestre, de abençoada lembrança, o rabbi Isaac Lúria, foi uma reencarnação de nosso mestre Moisés, abençoado seja, o que ele mesmo revelou ao seu discípulo Chaim Vital. Agora, passo a revelar, neste artigo, este segredo maravilhoso que estava oculto no Zôhar Sagrado que foi "descoberto" por nosso professor amado, o Rabino Shimeon Bar Yochai.
Inicio a abertura desse mistério pelas palavras codificadas em Sha'ar ha'Gilgulim de autoria do Arizal (Rabbi Isaac Lúria) e compilado por seu discípulo Chaim Vital. Sabia que, em Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações) Introdução 17, está escrito:
"Sabia que o total de almas (de Israel) é 600.00 e não mais do que isso. E a Torá é a Raiz de todas as almas de Israel, pois dela as almas saíram e nela estão enraizadas. E, portanto, a Torá tem 600.000 maneiras de ser explicada, e todas elas se encontram no nível de P'shat (Literal)."
Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 17
Este é o segredo do nome Israel (ישראל) cujas letras são as roshei teivot (iniciais) de "Iêsh Sheshim Ribô Oti'ot Le'Torá (יש שישים ריבוא אותיות לתורה)" cujo significado é "Existem seiscentas mil letras na Torá." Razá Ila'áh.
"Ainda há 600.000 maneiras no nível de Remêz (alusivo), 600.000 no nível de Derash (Exegético) e 600.000 no nível de Sód (Secreto). Assim, de cada um das 600.000 maneiras de explicar Torá, uma alma de Israel foi criada e, num futuro próximo, cada indivíduo de Israel conseguirá saber toda a Torá de acordo com a sua explicação, que está relacionada com a raiz da sua alma. Isto é, aquela explicação que o criou e lhe deu existência."
Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmá 17
Imagine, então que, para todos os quatro níveis da Torá existem 2.400.000 (dois milhões e quatrocentas mil) maneiras de serem explicados, de acordo com cada uma raiz das 600.000 em cada nível.
"Mas há algumas almas que compreendem dois tipos de interpretações, enquanto outras compreendem muitos e muitos mais. E a alma de Moshê (Moises), que a paz esteja com ele, compreendia todas as 600.000 interpretações da Torá, e, prova disso é o que os Sábios disseram, de que ele sabia até o que cada aluno iria eventualmente renovar no ensino de Torá. Isso ocorria porque a alma dele (Moisés) envolvia todas as 600.000 almas de Israel. É por isso, também, que outros Sábios de Israel conseguiram compreender e fornecer tantas interpretações para a Torá, porque tudo depende do aspecto das almas incluídas nas almas deles."
Sha'ar Ha'Gilgulim Ha'Qadmá 17
Agora venha, leia e compreenda, o que foi escrito no Zõhar Sagrado há mais de 2.000 anos, muito antes que o Arizal viesse ao mundo para instruir o Rabino Chaim Vital:
"Aprendemos que, naquele momento, que chegou a hora de Moisés, o profeta fiel, descer ao mundo. O Santo, abençoado seja ele, retirou um Espírito Santo de um bloco cortado da pedra preciosa, a safira, que estava escondida dentro de 248 luzes, e brilhava sobre ele. E ele o coroou com 365 coroas e ficaram diante dele, e ele o nomeou sobre tudo o que era dele. Ele lhe deu 173 chaves, e o coroou com cinco coroas. Toda coroa subiu e iluminou em mil mundos que iluminam e nas luzes escondidas nos tesouros do Rei Santo Revelável"
Zôhar Beshalach
A alma possui 248 órgãos e 365 nervos e tendões que são forma aos órgãos, nervos e tendões do corpo, mas o segredo não é apenas este. A Torá possui 248 preceitos positivos e 365 negativos.
A gematria do Nome Raziël (רַזִיאֶל) é 248 que é a mesma gematria de Arizal (אָרִיזַל). As 173 chaves são as letras na Prece Ana Bekoach e as cinco coroas são o segredo das cinco letras no Nome Raziël (רַזִיאֶל) e também no nome Arizal (אָרִיזַל).
Os sábios declararam que Moisés era metade homem e metade anjo o que comprova esta revelação. Lemos em Sêfer Devarim (Deuteronômio) capítulo 33, a seguinte declaração sobre a natureza angélica de Moisés:
"Esta é a bênção com que Moisés, homem de Deus, abençoou os filhos de Israel antes do seu ocultamento (וְזֹאת הַבְּרָכָה, אֲשֶׁר בֵּרַךְ מֹשֶׁה אִישׁ הָאֱלֹהִים--אֶת-בְּנֵי יִשְׂרָאֵל)".
Deuteronômio 33:1
Neste passuq, Moisés é chamado de "Ish ha'Elohim" e sabemos que os "Ishim e os Elohim" são hierarquias angelicais. Em Dere'k Nistar (QABALAH), os ishim (Heb. אִישִׁים - "homens", "personagens", "personalidades", "indivíduos") ou Eshim (אֵשִׁים - "incêndios", "chamas", "faíscas") são uma classe de anjos sobre os quais disseram que são os mais próximos dos assuntos da humanidade. Eles são compostos de fogo e neve, e são descritos como "as almas belas" que residem em Makon, o 5º Céu e Moisés foi chamado "Ish ha'Elohim (אִישׁ הָאֱלֹהִים)".
No próprio Sêfer Devarim nós encontramos "Raziel" e abaixo dele "Yavô (virá) e ao lado "Moshê ish ha'Elohim...".
A metade anjo da alma de Moisés era o Anjo Raziël e por isso ele era chamado "Ish ha'Elohim" que pode ser compreendido como "Faísca de D'us". Assim também, nosso mestre Isaac Lúria era, alem de uma reencarnação de Moisés, uma reencarnação também do anjo Raziel, professor de Adão no Jardim do Éden. Portando, no Zôhar, já estava codificado que nosso mestre Moisés, que a paz esteja com ele, voltaria ao mundo e se chamaria Arizal, e ele abriria para nós os segredos inefáveis da nossa sagrada Torá. Abençoada seja a memória do nosso mestre...
Certa vez, o Dr. Velvl Greene, um proeminente microbiologista que anos atrás foi recrutado pela NASA em seu projeto para determinar se há vida. em Marte, procurou pelo Rebe de Lubavitcher e o questionou se isso era algo que ele deveria estar fazendo. O Rebe respondeu: “Dr. Greene, procure vida em Marte! E se você não o encontrar lá, procure outro lugar no universo. Porque você se sentar aqui e dizer que não há vida fora do planeta Terra estará colocando limitações no Criador, e isso não é algo que nenhuma de Suas criaturas possa fazer!”
Quando eu comecei a investigar, muitos anos atrás, através da Cripto-Ufologia, as interações extraterrestres e intraterrenas no passado da humanidade, eu fiquei surpreso, boquiaberto e exultante ao descobrir que, os rabbis do Talmude, dois mil anos no passado, já conheciam sobre a vida extraterrestre em nossa galaxia a ponto de, inclusive explicar que, a citação à Meroz na canção de Devoráh ha'Neviá (Profetiza Deborá) era alusão a um planeta habitado em algum lugar na nossa espiral galáctica.
Ao longo dos anos acabei por descobrir e decodificar inúmeras referências ufológicas criptografadas nos textos hebraicos originais do Tana'k (Torah, Profetas e Escritos). Uma dessas cripto-evidências segue aqui no próximo tópico.
Minhas investigações não tem por base textos traduzidos que são chamados Bíblia não estão corrompidos por uma mentalidade edomita (cristã), como as dos pastores evangélicos que acreditam que OVNIs e manifestações extraterrestres e intraterrenas são manifestações demoníacas.
O OVNI DE JACÓ
עב"ם יעקב
Dentro do nosso universo físico, os "anjos (מלאכים)" enviados pelo Divino e Sagrado Nome (יהוה) se manifestam e se locomovem com vestimentas materiais. Estes "malachim (mensageiros) também são chamados "chaizarim (חייזרים)" termo plural hebraico este que significa "alienígenas". Uma cripto-evidência da aparição de "anjos" aos antigos se encontra em Genesis capítulo 35, lembrando que "anjo" é uma mera tradução interpretativa católica-cristã emprestada ao termo hebraico-bíblico "malach (מלאך)" cujo verdadeiro significado é "mensageiro." O versículo da Toráh Bereshit (Gênesis) 35, diz:
"Apareceu Elohim outra vez a Jacó, quando ele voltou de Padãn-Arãm, e o abençoou."
"Vá'yerá Elohim el Ya'aqov ód, be'vô mi-Paddan-Aram va'yevaréch otô."
Gênesis, 35:9)".
No versículo original hebraico as iniciais (roshei teivot) das palavras "ód be'voô mi-Paddan-Aram (וַיֵּרָא אֱלֹהִים אֶל-יַעֲקֹב עוֹד, בְּבֹאוֹ מִפַּדַּן אֲרָם; וַיְבָרֶךְ, אֹתוֹ)" revelam o notarikon (acrônimo) hebraico para "OVNI (עב"ם) que são as iniciais de "Etzem Balti Mezoháh (Objeto Voador Não Identificado)".
Como Elohim veio a Ya'akov? Numa carruagem divina que hoje chamamos de Ufo-Ovni. Para evidenciar esta cripto-evidência, transcrevo novamente o versículo citado acima com as devidas marcações.
Esta é uma cripto-evidência ufológica da presença Alien no passado da humanidade e claro que, estes alienígenas não são os que preenchem a mentalidade de cultura ufológica moderna.
Contato Imediato
מפגש מהסוג השלישי
Na Toráh Bereshit (Gênesis) existe a narrativa do contato de Avraham Avinu (o Patriarca Abraão) com três homens que surgem de repente caminhando em sua direção enquanto ele estava sentado à entrada da sua tenda. O Zôhar, na Porção Vayerá, esclarece que estes três homens eram os três anjos Micha'Ël, Gavri'Ël e Rafa'Ël que se vestiram na "avir (atmosfera)" e assumiram a aparência de homens. Dentro do versículo no qual este encontro de terceiro grau é narrado, nós descobrimos o mesmo acrônimo hebraico para "UFO-OVNI (עב"ם)". Vamos ao versículo:
Dentro das palavras "anashsim nitzavim alaiv (אֲנָשִׁים, נִצָּבִים עָלָיו)" o acrônimo UFO (עב"ם) está codificado a cada três saltos equidistantes e, não por acaso, são três os anjos que vem ao encontro de Abraão.
Não foi a primeira e nem a única vez que descobri o acrônimo OVNI (עב"ם) no hebraico moderno criptografado nas Escrituras Hebraicas, tanto no singular como no plural (עב"מים) e você poderá ler estas referencias nos artigos "As Carruagens De Eliseu" e "A Abdução Do Profeta Elias." Uma destas cripto-ocorrências se encontra na Toráh Devarim (Deuteronômio) capítulo 33, como demonstro a seguir. Este acrônimo para UFO no hebraico pode ser encontrado no verbete sobre o Incidente Rendlesham, acontecido na Floresta de Rendlesham, Sufolk, Inglaterra, entre 26 e 28 de dezembro de 1980.
CAVALGANDO OS CÉUS
רכב השמים
A explicação deste versículo está publicada em alguns artigos aqui neste blog, incluindo o maior deles intitulado "Evidências Ufológicas". O plural de "Objeto Voador Não Identificado" no hebraico (עב"מים) está criptografado na Toráh Devarim (Deutoronômio) capítulo 33 versículo 26, como se segue:
"Não há outro, ó Jesurum, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda, e com a sua majestade sobre as mais altas nuvens."
A pergunta certa a ser feita aqui é: Como o "El" cavalga os céus para auxiliar Yeshurun (a Terra)? A resposta está criptografada no próprio versículo, como demonstro a seguir:
No sentido inverso ao do hebraico tradicional, ou seja, escrito da esquerda para a direita, descobrimos o acrônimo plural "UFOs" no hebraico (מים"בע) como demonstrado aqui entre parenteses. e, não por acaso, o termo está criptografado entre as palavras "be'ezêcha (para o teu auxílio)" e "shamayim (céus)".
Para deixar claro e evidente que realmente o versículo está aludindo a OVNIs e vida extraterrestre, fiz uma pesquisa criptográfica cruzando este versículo com o nome de um dos mais renomados ufologistas do brasil: Gevaerd.
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No centro da matriz, marcado na cor vermelha, está a key-word (palavra-chava) que é "Gevaerd" devidamente transliterado para o hebraico (גבערד) de acordo com a grafia no verbete da Wikipédia traduzido para o hebraico. No código Gevaerd é cruzando pelo versículo citado e explicado acima, sendo que, seu nome é cruzado por "rochev shamayim (cavalgando os céus)". Fica claro aqui, com a decodificação deste código que o versículo é um segredo ufológico.
O renomado Ufólgo Ademar Gevaerd
O termo hebraico "Shechaqim (שְׁחָקִים)" citado no versículo e traduzido para "altas nuvens" é, na verdade, o nome de um dos sete céus mencionado nas Escrituras Hebraicas, nomes estes (dos sete céus) que a cristandade traduziu unicamente para céus, quando, na verdade, são "pavimentos" específicos. Shechaqim é citado no Tehilim 78 versículo 23, no qual lemos "Contudo ordenou às nuvens (shechaqim) lá em cima, E abriu as portas do céu (וַיְצַו שְׁחָקִים מִמָּעַל; וְדַלְתֵי שָׁמַיִם פָּתָח)." A tradução mais correta seria "E ordenou ao shechaqim acima e as portas dos céus se abriram.".
Os sete céus são: Vilon (וילון), Raki'a (רקיע), Shehaqim (שחקים), Zebul (זבול), Ma'on (מעון), Machon (מכון), Arvoth (ערבות) que é o sétimo céu.
O Enigma De Chasdai Crescas
חידת חסדאי קרשקש
Enquanto eu estava investigando estas ocorrências cripto-ufológicas nas Escrituras Hebraicas, ao longo dos últimos cinco anos, me deparei com um enigma que, se tornou, para mim, grandioso. O que eu não sabia era que ele já era conhecido de um dos grandes mestres do judaísmo catalão, o filósofo Chasdai Crescas, no século XIII. Eis o enigma:
"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos."
É claro que você vai questionar onde o enigma está? E se você continuar a pensar em termos de Bíblia traduzida, nunca vai descobrir o segredo. E como foi mencionado acima, a investigação foi realizada para determinar a ocorrência do acrônimo UFO no hebraico em textos que faziam alusão a aparições Ufo-Extraterrestres nas Escrituras Hebraicas como, no caso do Profeta Elias e do Profeta Eliseu.
Enquanto eu investigava, descobri uma cripto-ocorrência do plural OVNIs no hebraico dentro do Salmo mencionado acima. Vou destacar abaixo:
Criptografado dentro destes versículos se encontra a ocorrência "OVNIs Yiered (עב"מים יירד)" cuja tradução é "OVNIS DESCERÃO" "REVELADOS E CONHECIDOS (ג"ו)."
Eu descobri esta cripto-evidência em 7 de setembro de 2017 e fiz uma publicação para o Facebook sobre esta descoberta intitulada "Magdiim Ha'Raqía". Segue abaixo o que publiquei:
"Os OVNIs são chamados de "Maguidiim ha'Raqia (מַגִּידים הָרָקִיעַ) - Os que contam os segredos dos céus". Minha investigação do "Fenômeno Ufológico" me conduziu ao Tehilim 19 versículo 1º, no qual lemos: "Os céus enumeram a glória do Ël e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos (הַשָּׁמַיִם, מְסַפְּרִים כְּבוֹד-אֵל; וּמַעֲשֵׂה יָדָיו, מַגִּיד הָרָקִיעַ.). A seguir, o versículo 2º diz: "Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite (יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ אֹמֶר; וְלַיְלָה לְּלַיְלָה, יְחַוֶּה-דָּעַת)". Dentro deste versículo, em suas primeiras palavras hebraicas "Iom la'iom yaviá (יוֹם לְיוֹם, יַבִּיעַ)" a cada um salto alfabeto equidistante (SAE) no sentido da esquerda para a direita está codificado o plural de "Etzem Balti Mezohêh (עצם בלתי מזוהה)" que significa "Objeto Voador Não Identificado (עב"ם)". Descartando aqueles Círculos em plantações que sabemos serem falsos, os que não podem ser explicados são, certamente, uma mensagem dos Seres dos Céus, um Código que devemos, sem dúvida alguma, descobrir sua mensagem e segredo, pois, como é possível que um texto com 3.000 anos de idade contenha informações que aludam a eventos modernos os quais investigamos e atribuímos aos seres extraterrestres e intra terrenos? E mais importante ainda: Como é possível que alguns ufólogos desprezem este fenômeno "cripto-ufológico" apenas por não compreendê-lo e com medo daqueles que o compreendem simplesmente por medo de perderem a posição que construíram para si no meio ufológico? Ora, ninguém aqui quer derrubar ninguém e nem obter a posição de outro, pois não se trata de uma guerra de egos, mas uma busca para revelar o que os Céus estão querendo nos revelar."
Mesmo tendo escrito e publicado esta mini explicação, minha consciência sobre o mistério com o qual eu havia me deparado era parcial. De fato, eu não havia compreendido a importância deste código até que, na noite de 10 de setembro de 2019, me deparei com a declaração enigmática do Rabino Chasdai Crescas e então, eu compreendi a importância maravilhosa deste código.
Há mais de seiscentos anos, ou seja, muitos séculos atrás, o grande filósofo judeu Chasdai Crescas (1340-1411), em sua obra clássica Ór Hashem (אור יהו"ה), escreveu um capítulo inteiro no qual sustentava que a possibilidade de vida em outros planetas não está em conflito com a crença judaica. Além disso, as fontes da Torá de fato oferecem apoio a elas. Ele invocou as palavras do Salmo 19: 2: “Os céus declaram a glória de Deus” - a rica paisagem cósmica com todas as suas maravilhas continua a nos impressionar com as infinitas possibilidades das criações de Deus.
Como evidência adicional da possibilidade de vida extraterrestre, Crescas menciona os ensinamentos talmúdicos de que "Deus voa por 18.000 mundos para ouvir os louvores das suas criaturas (Talmud Babilônico Avoda Zara 3B). Além disso, a afirmação do Salmo 145: 13 de que "Seu reino é um reino que abrange todos os mundos (olamim)" poderia implicar a existência de vida extraterrestre, pois se não existisse nesses outros mundos, que tipo de reino Deus teria?
Sobre os 18.000 mundos habitados, declarou Erich Von Danikën em sua clássica-cult publicação dos anos 60 "Carruagens Dos Deuses" aqui intitulada "Eram Os Deuses Astronautas?"
"O número aproximado de estrelas, somente em nossa Via Láctea, sobe a trinta bilhões. A suposição de que nossa galáxia contém, pelo menos, dezoito bilhões de sistemas planetários, é admitida pelos astrônomos da atualidade. Se tentarmos reduzir essas cifras, tanto quanto possível, e imaginarmos que as distâncias no interior de sistemas planetários são reguladas de tal modo que somente num caso entre cem existe planeta em órbita na "ecosfera" de seu próprio sol, tudo isso ainda deixará 180 milhões de planetas capazes de manter a vida. Se, em prosseguimento, supusermos que, entre Os planetas assim capacitados, somente num deles, em cada centena, o potencial vitalizante haja sido aproveitado, ainda teremos 1.800.000 planetas com seres vivos. Admitamos, para concluir, que num só planeta, entre cem com seres vivos, existam criaturas com grau de inteligência semelhante ao do Homo sapiens. Pois esta última conjetura ainda garante para nossa Via Láctea o enorme número de 18.000 planetas com vida inteligente semelhante à nossa."
A Estrela Meróz
מרוז הכוכב
Outra alusão bíblica à vida alienígena são as palavras da canção de Devoráh no livro de Shoferim (Juízes): "Maldita seja Meroz, disse o anjo do Senhor, amaldiçoados amargamente seus habitantes. (Shofetim 5:23) Em seu livro Sefer Ha'Berit (Livro de Rabino Pinchas Eliyahu Horowitz - século XVIII) cita como autoridade uma clara referência do Talmude - a afirmação de que Meróz é uma estrela e seus habitantes uma referência ao seu campo planetário em algum lugar do espaço sideral.
Os sábios de séculos atrás não possuíam uma ferramenta essencial que temos nos tempos modernos, o computador. Então, como eles poderiam saber com absoluta certeza de que Meróz é uma referência a uma estrela se não podiam verificar a criptografia do versículo?
Além disso, ele afirma enfaticamente que Deus criou um número infinito de mundos, de natureza física, espiritual e interdimensional.Esta visão é confirmada pelo Ari'zal (Rabino Yitzchak Luúia), que também falou de um "número infinito de mundos espirituais".
Falando do verso (Cântico dos Cânticos 6: 8), "Mundos sem número", o Zohar, a obra-prima clássica da Cabala, o misticismo judaico, afirma: "As estrelas certamente são sem número. Mas cada estrela é chamada de mundo separado. Estes são os mundos sem número ".
Que estrela seria esta tão enigmaticamente mencionada na Canção de Devoráh? A resposta está no texto criptografado. Ao buscarmos por Meróz no texto oculto descobrimos não apenas Meróz como também um outro nome que tem populado o imaginário da população mundial deste a publicação de O 12º Planeta do Dr. Zechariah Sitchin, de abençoada lembrança.
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Aqui, nesta matriz criptográfica, no canto esquerdo temos "Meróz (מרוז)" codificada a cada 146 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) e conectado a esta key-word (palavra-chave) está "A Estrela (הכוכב)".
De Volta Ao Enígma De Crescas
תשוב החידת קרשקש
Graças ao que o Rabino Chasdai Crescas publicou em seu livro Ór Hashem (Luz do Criador) eu pude compreender a profundidade do que eu havia descoberto. O código "OVNIs Descerão" indica que, no futuro as civilizações extraterrestres farão contato com a humanidade para auxiliá-la em todos os campos, tanto cientificamente como espiritualmente, uma vez que, os sábios antigos proclamaram que, se D'us visita 18.000 mundos diariamente é porque sua presença é requerida, ou seja, eles também possuem espiritualidade.
A busca da humanidade por civilizações extraterrestres, planetas habitados, não é uma ilusão e os sábios também declararam a razão mística da nossa buscas por ETs: Iremos habitar as estrelas no futuro...
O termo hebraico "Sód (סוד)" significa "Segredo Divino" e alude à porção oculta da Toráh que somente pode ser revelada com a aplicação de todas as ferramentas sagradas que foram reveladas em Har Sinai (Monte Sinai) e que foram dadas aos cabalistas por nosso mestre Moisés.
A gematria 887 me foi revelada divinamente e é um segredo do Gilgul (Reencarnação). Este valor contém a numerologia cabalista de "Néfesh ha'Elohit (נפש האלוהית)" expressão que geralmente transcrevemos "Néfesh ha'Eloqit" e que significa "Alma Divina" que é a parte mais elevada da "néfesh".
Como já foi explicado aqui e acolá e em muitos artigos neste Blog, são cinco os níveis e os nomes da alma:
NÉFESH, RÚACH, NESHAMÁ, CHAYÁ E YECHIDÁ
Todos esses nomes são mencionados nas Escrituras Sagradas Hebraicas, como, por exemplo, no versículo "A lâmpada de Adonai é a alma do homem... (Provérbios 20:27". No hebraico lemos "Nër Adonai nishamat Adam... (נֵר יְהוָה, נִשְׁמַת אָדָם)". O termo usado para alma foi nishmá que é derivado de neshamá e significa fôlego/respiração. A melhor tradução seria "A lâmpada de Adonai é a neshamá de Adão...". De acordo com o Sha'ar ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações), uma pessoa só é considerada Adão quando merece a alcança o terceiro nível de alma que é Neshamá.
O termo Rúach é mencionado, por exemplo, no versículo "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu (Eclesiastes 12:7)". Em hebraico lemos "ve'ha'rúach tashuv el-ha'Elohim asher nitaná (וְהָרוּחַ תָּשׁוּב, אֶל-הָאֱלֹהִים אֲשֶׁר נְתָנָהּ.)" e neste caso, especificamente, o versículo está mencionando um rúach que é uma faísca de Elohim e não um rúach de Adão e é por isso que afirma "e o rúach volte a Elohim que o deu.
Quando uma pessoa recebe uma faísca de um rúach de Elohim acima, ela é chamada de Ish ha'Elohim (איש האלהים) - O homem de Elohim, como foi Moisés nosso mestre e os profetas Eliahu e Elisha.
O termo Néfesh é mencionado, por exemplo, em Ezequiel, onde lemos "... a alma que pecar, ela morrerá (Ezequiel 18:4)." No hebraico lemos "... ha'néfesh ha'chotét, hí tamút (הַנֶּפֶשׁ הַחֹטֵאת, הִיא תָמוּת.)".
Existem determinados pecados que afetam somente a néfesh de uma pessoa. Outros pecados podem manchar apenas o rúach e o Santo, bendito seja Ele, proveu meios para que, uma vez corrigidos esses níveis, eles sejam guardados e protegidos do pecado para que não sejam novamente manchados e toda correção alcançada seja perdida gerando mais carma.
Para ajudar com compreensão àqueles que desconhecem a língua sagrada e seus mistérios, cito aqui, o versículo do chamado "Novo Testamento" no qual se lê "... o que é nascido de Elohim não peca, pois o que é nascido de Elohim e é protegida a sua néfesh e o o mal não lhe toca (יָדַעְנוּ כִּי כָל־הַנּוֹלָד מֵאֵת הָאֱלֹהִים לֹא יֶחֱטָא כִּי אֲשֶׁר יֻלַּד מֵאֵת הָאֱלֹהִים יִשְׁמֹר אֶת־נַפְשׁוֹ וְהָרַע לֹא־יִגַּע בּוֹ׃) - Iª Carta de João 5:18
AS DUAS ALMAS
'E neshamot (almas) que eu fiz (וּנְשָׁמוֹת אֲנִי עָשִׂיתִי).' Eu (Rabi Shneur Zalman de Liadi) sabia que em todo judeu, homem ou mulher, residem duas almas, uma das quais é a alma Divina, e a outra a alma animalesca. Sempre me empenhei muito, fazendo grandes esforços, para entender a profundidade de cada conceito, e assim passei muito tempo ponderando a diferença entre estas duas almas. Afinal, ambas são formadas pelo Criador, e a respeito de ambas o versículo declara: 'Eu fiz.'"
Likutei Amarim Tanya - 7
O versículo citado acima pelo Rabbi Sheneur Zalman de Liadi se refere especificamente à neshamá que é o terceiro nível da alma.
Toda pessoa quando nasce recebe uma "Néfesh Bahamit (נפש נהמית) - alma animal" e precisa trabalhar espiritualmente cumprindo mitzvot (preceitos da Toráh) para merecer uma "Néfesh ha'Eloqit" a, não ser, que tenha nascido num lar judaico e, através da Brit Milá (Circuncisão) no oitavo dia a partir do nascimento e através das kavanót (meditações) adequadas, os pais adquiram para a criança, uma néfesh elevada.
A possessão da pessoa apenas de uma alma que é a néfesh bahamit (alma animal) explica as atitudes e ações animalescas dessa pessoa e sua falta de espiritualidade.
Na antiguidade, quando os israelitas estavam totalmente envolvidos com a Toráh ha'Sód (Toráh do Segredo), aos oito dias de nascimento recebia-se uma néfesh elevada de assiá (mundo da ação). Aos 13 anos, durante o Bar Mitzvá, um Rúach de Yetzirá (mundo da formação) e, aos vinte anos, uma neshamá de Briá (mundo da criação) e, a partir dai, se mérito adquirisse, almas mais elevadas de Atzilut (mundo da emanação) e de Yechidá (mundo da unificação). Hoje, o Bar Mitzvá, não passa de uma festa para um menino judeu que completou 13 anos...
Quando eu nasci, e, mesmo tendo nascido no exílio (fora de um lar onde Toráh e Qabaláh são praticadas) e por razões secretas e de reencarnação eu recebi uma néfesh judia. Isso me foi revelado quarenta e dois dias antes da minha Brit Milá (circuncisão) em Lag ba'Ômer de 5763 (2003) quando, durante meu sonho eu fui visitado pelo Tzadiq Nistar (Justo escondido que é a alma de um mestre da Toráh que habita no Jardim do Éden) que me disse:
"- Um rúach judeu não pode assentar sobre uma néfesh não judia..."
Este tzadiq nistar era a alma do Maharal Sagrado que trazia, na sua mão esquerda, sua bengala milagrosa.
O meu nome civil é Paulo cuja gematria é 123. Ele foi escolhido por minha mãe e inspirado pelo anjo que me acompanhava no ventre dela durante sua gestação.
Um ano antes da minha Brit Milá, eu havia experimentado uma elevação (projeção astral) e durante esta uma voz me ordenou dizendo: "- Una ao seu nome Misha'Ël Ha'Levi o nome "Yehudá". Eu obedeci e passei a ser chamado e conhecido por "Misha'Ël Yehudá Ha'Levi".
Treze anos após a minha circuncisão, dois anos após o meu despertar, na tarde de 23 de outubro de 2016, eu fui inspirado pelo Divino a realizar um teste caseiro de glicemia. O Sagrado, bendito seja Ele, queria me revelar o segredo chamado "A néfesh está no sangue." Imediatamente após receber a inspiração, eu tomei o meu glicosímetro e aferi a glicose no sangue e o valor foi exatamente 123 mg/dl.
O horário registrado pelo glicosímetro foi 14h07m. Ora, quatorze horas e sete minutos contém 887 minutos. O Sagrado, bendito seja Ele, estava me revelando a identidade da alma que eu havia recebido, uma néfesh ha'eloqit cuja identidade secreta estava guardada na gematria 123. Ora, a gematria 123 além de ser a numerologia cabalística do meu nome civil é, também, a gematria do nome "Chaim Vital (חיים ויטל)". Sim, eu havia recebido uma centelha da alma do mestre Chaim Vital, de abençoada memória e por isso, todos os milagres que me aconteceram se realizaram nas datas de 23 de abril, 3 de maio, 11 e 23 de outubro que são datas relacionadas ao nascimento e morte do rabbi Chaim Vital, de abençoada memória.
O dia no qual aferi a glicose foi o dia de nascimento de Chaim Vital em 1542. Foi em razão deste segredo de reencarnação que, em 1996, eu acordei de um sonho, durante o qual eu fui levado à caverna do Arizal (K'nesset Eliahu Ha'Navi), falando e cantando em hebraico, idioma que, até então, eu jamais havia estudado nesta encarnação.
Em Ezra (Esdras) capítulo 2, versículo 21, está escrito: "B'ney Beit-Lechêm: 123 (בְּנֵי בֵית-לָחֶם, מֵאָה עֶשְׂרִים וּשְׁלֹשָׁה.)." A tradução é "Os filhos de Belém: 123."
Eu nasci em 1966, no dia 10 de junho na maternidade do Belênzinho. no distro de Belém em São Paulo, e como disse, minha mãe me chamou pelo nome Paulo (פאולו) cuja gematria é 123. "Os filhos de Belém, 123." O rabino Chaim Vital também está em simetria com Beit-Lechém mesmo tendo nascido em Tzfat (Safed), Israel, pois ele era da família do rei David.
DESCOBRINDO A MINHA NESHAMÁ
Em 2010, eu sonhei que estava na Morávia. Anotei o sonho no meu diário daquele ano e fiz uma menção a ele no dia 10 de novembro. O dia 10 de novembro é o 318º dia no calendário solar e, este valor é a gematria do nome Eliezer (אֱלִיעֶזֶר) cujo significado é "Aquele a quem D'us auxilia." Além disso é também a gematria de "NR'N - CH'Y" que são o segredo dos cinco níveis da alma (néfesh, rúach, neshamá, chayá e yechidá). Em fevereiro de 2014, um pouco antes do meu despertar no 270° dia no calendário solar (270 é a gematria de Ër que significa Desperto), o nome "Bën Mähren Qadësh (בן מהרן קדש)" me foi revelado através de um maravilhoso e enigmático Código na Torah e que seria um enigma para mim até a minha viagem a Israel, quando o segredo me foi revelado.
Na tabela acima, o código que me foi revelado pelo Sagrado em fevereiro de 2014. No centro encontra-se a key-word (palavra-chave) em vermelho que é "Shavit T'shri (Cometa de outubro)" e ao lado em rosa surge "Bën Mähren Qadësh (Filho da Mähren Sagrada)." Ambas ocorrências são cruzadas pelo meu nome civil "Paulo" e ao lado, no canto direito da tabela esta "Yibur Maharal". Há muito mais neste código e eu o venho decodificando ao logo dos cinco últimos anos. Para não haver dúvida de que o Paulo mencionado no código sou eu, o nome da pessoa com a qual eu me relacionava na época (פרננדה) e que estava ao meu lado quando o código foi aberto, está codificado também na matriz e compartilhando a mesma letra "Pei(פ)" do meu nome. Nós estávamos sentados no sofá do apartamento dela, o número 112.
Em Sha'ar ha'Guilgulim (Portão Das Reencarnações) Ha'Qadmáh (Introdução) 18, o Rabino Chaim Vital revela sobre os três Nomes Divinos que brilham e reinam sobre os três níveis de alma, nefesh, ruach e neshamá que são Adonai (אדנ"י), o Tetragrammaton (יהו"ה) e o Nome Eheyêh (אהי"ה) e quando estes três Nomes se conectam dentro da pessoa, isso é, quando ela recebeu e unificou a estes três níveis de alma, o número 112 brilha sobre ela nítida e misticamente, porque a soma da gematria destes três Nomes Sagrados resulta em 112. Nada me aconteceu por acaso!
A expressão "Giluí ha'gilgul Bën Mähren Qadësh (גלוי הגילגול בן מהרן קדש)" que se traduz "A descoberta da reencarnação de Bën Mähren Qadësh" possui gematria igual a 887. Bën Mähren Qadësh significa "Filho do Mähren Sagrado" e pode ser lido também "Von Mähren Qadësh.
Então, em 2016, no dia 20 de março, Karla Roberta Carvalho, uma amiga e aluna, sonhou que eu a estava ensinando a criar um golém, na mesma madrugada na qual, 433 anos antes, o Maharal Sagrado havia criado Yosséle, o Golem, da argila do Rio Vlatava.
Algum tempo depois, eu estava tentando descobrir o significado de ter sonhado com a Morávia e, ao calcular a gematria de Morávia transliterada para o hebraico (מוראביה), quase perdi os sentidos, ao descobrir a gematria ne'elam (oculta) de Morávia, pois o valor é 887.
Então, certa tarde, eu estava estudando gematriot, quando fui inspirado a procurar pelo significado de "Mähren". Cliquei no app Google Translate e, sem notar, deixei em "detectar idioma" e escrevi Mähren com esta exata grafia. O Google tradutor identificou com sendo Alemão e o significado "MORÁVIA".
"Este é o sod (segredo) : Do mesmo nível de pureza e extensão do tikun (correção) alcançado pela Néfesh (נֶפֶשׁ) da pessoa, irá reencarnar no seu corpo, enquanto ele ainda está vivo, a Néfesh de um tzadik (justo) que já completou o seus gilgulim e retificações, e não precisa mais reencarnar aqui. Ao entrar aqui, a Néfesh deste tzadik toma o lugar do Ruach ou da Neshamá desta pessoa". -
Sha'ar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 2
Este tipo de reencarnação mencionada nesta Introdução do Portal das Reencarnações é chamado "Yibur (עיבור)" que significa "gestação" pois a pessoa fica grávida de uma outra alma que recebe ainda em vida.
Devo mencionar aqui que, antes de que o código mostrado acima me fosse revelado, eu jamais, nesta vida, tinha ouvido ou lido o nome Mähren e nunca alguém o havia mencionado para mim.
Em hebraico "O falecido Maharal, de boa lembrança, Mikulov, Morávia, República Tcheca (מהרל ז"ל מיקולוב במוראבה צכיה)" possui gematria igual a 887. O Maharal, abençoada sua lembrança, ficou conhecido como "Landesrabbiner Von Mähren (Rabino Chefe da Morávia)".
Placa em homenagem ao Maharal na qual se pode ler "LandesRabbiner Von Mähren"
Aqui, tudo fez sentido, e claridade foi trazida aos meus sentimentos com relação ao Maharal e o porque fui inspirado a escrever o Maharal & O Golem De Praga e, também, a razão secreta do porque quando eu era criança adorava fazer pequenos homens de barro. Eu já estava destinado a receber estes níveis de alma mas, eu precisava trabalhar para os merecer e receber.
O Segredo Dos Segredos
Quando eu estava meditando e estudando sobre este mistério grandioso, resolvi aplicar sobre o título "Maharal (מהרל)" a cifra Atbash e esta me revelou o maior segredo.
Atbash é uma criptografia de simples substituição do alfabeto hebraico. Ela consiste na substituição do aleph (a primeira letra) pelo tav (a última), beth (a segunda) pelo shin (a penúltima), e assim por diante, invertendo o alfabeto usual. Quando aplicada sobre Maharal transforma o título do nosso mestre, de abençoada lembrança, nas letras "yud, tzad, gimel. chaf sofit (יצגך)" cuja gematria é igual a 123 que é a exata gematria do meu nome civil e também Chaim Vital. Esta foi a razão secreta do 887 estar escondido sobre o resultado 123 no teste de glicemia.
Em hebraico "Yibur Maharal mi-Prague (עיבור מהרל מפראג) - Yibur do Maharal de Praga" possui gematria igual a 887 e, para completar, devo mencionar que, a data do meu nascimento no calendário hebraico, 22 de Sivan de 5726 (כ״ב בְּסִיוָן תשכ״ו), possui gematria Mispar Mussafi igual a 887. Não foi acaso que, minha brincadeira preferida, quando era menino, no quintal da casa do meu amigo de infância chamado Levi, era fazer "golenzinhos". Era uma lembrança da alma-raiz com a qual nasci conectado, uma evidência de que eu estava destinado a receber uma faísca da alma do Maharal de Praga.
Na madrugada de 7 de janeiro de 2013, eu passei a madrugada nas companhias de Platão e Aristóteles. Eu mencionei esta experiência na manhã do dia 7 em um e-mail para o meu amigo e aluno Raul Kuk. Nada acontece por acaso e então, a pergunta certa a ser feita sobre esta experiência é: Por que Platão e Aristóteles vieram a mim durante a madrugada de 7 de janeiro e não no dia 6 ou no dia 8? Eis a razão:
Sete dias contém 169 horas e este valor é a exata gematria (numerologia cabalística) de "Atlantis (אטלנטיס)" quando transliterada para o hebraico. E qual o significado disto? Por que Platão e Aristóteles vieram ao meu sonho?
Platão foi aluno de Sócrates e professor de Aristóteles. Foi Platão quem mencionou Atlantis em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida" e foi seu aluno Aristóteles quem declarou "Um amigo é uma alma solitária que vive em dois corpos". Está declaração enigmática é um segredo da reencarnação por Yibur, tipo de gilgul que acontece com a pessoa ainda em vida.
Aristótles era uma centelha da alma de Avtalyon que tinha ensinado aos alunos que não tinham mérito para isto. Aristóteles ficou adverso com a Torá, mas fez teshuváh (arrependimento) no fim a sua vida. Ele então, foi devolvido em vida (reencarnado) no guilgul de Antonyn que foi estudar com RABEINU HAQADOSH (Judá, o príncipe).
A declaração "Ani Avtalyon (אני אַבְטַלְיוֹן)" que se traduz "Eu sou Avtalyon" possui gematria igual a 169 que é a mesma de Atlantis e isso confirma que Avtalyon era o gilgul (reencarnação) de Aristóteles que foi aluno de Platão que foi quem escreveu sobre Atlantis - o Continente perdido. O meu primeiro sonho sobre Atlantis havia sido no amanhecer de 12 de junho de 2005, sonho no qual vi a cena final da minha série preferira de todos os tempos desde que eu tinha 12 anos de idade: Man From Atlantis. Quando acordei estava em lágrimas e, então, uma suave voz me disse: "Você ainda não conhece tudo..." E realmente eu não sabia.
Mas a pergunta ainda permanece. Por que Platão e Aristóteles vieram a mim durante a madrugada do dia 7 de janeiro?
Aristóteles para falar à minha alma, à minha néfesh ha'eloqit (alma divina) sobre reencarnação, uma vez que ele conhecia os seus segredos e, especificamente sobre Yibur. Platão, para falar sobre Atlantis cuja gematria é igual a 169 que é a mesma de "Li, ha'bá Yonáh, dag gadol (לי, הבא יונה, דג גדול)" cuja tradução é "Para mim, a seguir (yibur) Jonas, e o grande peixe."
Todos nós conhecemos a narrativa bíblica de Jonas e de como ele foi comandado pelo Sagrado, abençoado seja Ele, para a grande cidade de Nínive para conduzi-la à Teshuvá que é o retorno à Compreensão Divina (Biná) que possui cinquenta portais e o valor cinquenta é a gematria de "dag gadol (דָּג גָּדוֹל)" mencionado no capítulo 2 de Jonas, no versículo 1º.
Alguns anos depois das visitas de Platão e Aristóteles, em 17 de junho de 2016 eu recebi uma visita incomum de uma jovem residente em Amisterdã, Holanda, que desde 2014 vinha se aconselhado comigo pelo Facebook. O nome desta jovem? Nínive! Sim, o nome da cidade para qual Jonas foi enviado. Um mês depois, em 16 de julho, sonhei novamente e nesta cripto-visão, um código me foi mostrado. Eis a descrição do sonho: "Sonhei que estava na antiga casa de um dos meus antigos discípulos, o Samuel. Havia uma mesa e sobre ela repousava uma antiga máquina datilográfica de cor verde (uma Olivetti). De repente, a máquina começou a datilografar sozinha e alguém que estava no lugar queria impedir esta ação milagrosa, mas eu não permiti e fui até a máquina verificar o que ela havia escrito. No papel, a Olivetti havia datilografado uma data: 18 de janeiro."
No sonho eu sabia que a data tinha haver com Yibur (um dos tipos de reencarnação mencionadas secretamente na Torá) e sabia que havia recebido yibur nesta data em outros anos. O segredo é que, 18 de janeiro (יח ב'יאנואר) possui gematria igual a 288 que é a gematria de "yibur (עיבור)". O que D'us queria me revelar? O yibur do profeta Jonas, pois a casa onde eu estava no sonho pertencia ao sr. Jonas, pai do meu antigo discípulo Samuel.
A data de 16 de julho contém outro segredo que está relacionado ao 198º dia no calendário solar. O valor 198 é a gematria de "yaviú Atlantis (יביאו אטלנטיס)" que se traduz "traga Atlantis". Trazer no sentido de "revelar" ou "trazer à tona", em outras palavras, "revelar a sabedoria escondida." No final deste artigo, a compreensão te alcançara...
Na madrugada de 4 de setembro de 2016, eu novamente sonhei que estava em busca da Atlântida perdida. Por que tantos sonhos sobre Atlantis?
Ao amanhecer do dia 31 de outubro do mesmo ano, tive um sonho recorrente, o mesmo que havia sonhado na madrugada anterior. Nele, eu estava mergulhando no mar, em uma caverna submarina onde havia uma garganta que eu sabia ser a passagem para Atlântida. Acordei e voltei a dormir e sonhei novamente. Neste novo sonho, eu estava com meu amigo Raul Kuk quando minha mãe me chama por um apelido e em resposta eu dizia: "Mas nos céus, Deus me chama de "Pashan Narada". Acordei e escrevi os sonhos para o e-mail.
Pashan Narada é um sábio citado no Bagavad-Gita como tendo aparecido em muitas reencarnações, mas o segredo do sonho estava no nome do meu amigo Raul Kuk cuja gematria é 443 que é a mesma numerologia cabalística da frase "Báh yadúa ha'chacham Nehorai (באה ידוע החכם נהוראי)" que se traduz "Veio o conhecido erudito Nehorai." Quem foi este sábio Nehorai?
"Rabi. Nehorai, o ancião, estava, certa vez, viajando pelo mar. O barco foi destruído em uma tempestade e todos os que estavam nele foram afogados. Mas ele, por algum milagre, desceu até o fundo mar por caminhos secretos e encontrou ali um país em que viu seres humanos estranhos de de pequena estatura. Eles estavam recitando orações, mas ele não pôde entender o que eles estavam dizendo. Por outro milagre ele foi devolvido à superfície e depois, ele declarou: "Bem-aventurados são os justos que estudam a Torá e conhecem os mistérios mais profundos".
- Do Zôhar
Rabbi Nehorai, como Jonas, foi lançado no mar durante uma tempestade e como Jonas, ele esteve na Atlântida. Rabi Nehorai era, certamente, uma reencarnação de Jonas. "Existe uma lenda antiga que narra sobre um homem que sai do mar vestido com uma roupa de "pele de peixe" ou que vive no ventre de um peixe e que emerge para ensinar a humanidade de tempos em tempos. Este professor estava na Atlântida quando ela afundou no mar e ele vive lá nas entranhas do grande peixe que o Leviathan devorou".
Mais alguns meses se passaram e, então, dezesseis de fevereiro de 2017, sonhei e me foi mostrado uma escritura hebraica na qual eu podia ler "Eifo ha'navi ben-Amittai (אֵיפֹה הַנָּבִיא בֶן-אֲמִתַּי) - Onde está o profeta, o filho de Amitai?" ao mesmo tempo em que eu ouvia esta pergunta sendo pronunciada por todos os mestres nos Céus (Academia Celestial) que estavam assentados sobre cadeiras.
Durante o sonho eu senti a presença do meu amado Professor, o Sagrado Leão de Safed (Ha'Ari Ha'Qadosh) e sabia que ele queria me revelar um segredo. Ao acordar e ainda com esta impressão mística na memória da alma, procurei nela a assinatura do meu amado Mestre. Calculei a gematria das letras na oração que li e ouvi nos céus e descobri o valor 667 que é a gematria do nome do meu mestre (Rabbi Yitzchaq Lúria).
Quem era o profeta, o filho de Amittai? Vejamos na Bíblia: "E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amittai, dizendo:
"Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do Senhor para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor."
Jonas 1:1-3
Alguns dias depois deste sonho, eu atravessei o Portão de Yaffo (Jope) pela primeira vez nesta minha reencarnação. Em hebraico "Shaar-Yaffo (שָׂעַר-יָפוֹ)" possui gematria Im Hakollel igual a 667 que é a mesma de "Eifo ha'navi ben-Amittai (אֵיפֹה הַנָּבִיא בֶן-אֲמִתַּי) - Onde está o profeta, o filho de Amittai?
O Zohar explica que o segredo interno de Jonas é sobre reencarnação e por esta razão eu fui levado à Academia Celestial e todos os mestre me perguntaram em uníssono "Onde está o profeta, o filho de Amittai?" D'us queria despertar a centelha de Jonas reencarnada em mim por Yibur e por isso Nínive me foi enviada também.
Mas, porque Platão e Aristóteles vieram conversar comigo no dia 7 de janeiro de 2013? Porque Jonas esteve na cidade perdida de Atlântis e por esta razaão Atlantis tem sido meu mistério preferido desde a infância quando meu pai, em uma noite chuvosa no início dos anos 1970 e esta foi, durante toda a minha vida, a única noite na qual meu pai me contou uma história e a única história que ele me contou, a do profeta Jonas. Conclusão
Fora na noite de 12 de junho de 2003 que assistimos eu e Elisheva Menuchá, minha noiva naqueles dias e que viera ao mundo trazendo o rúach que a minha estava destinado, ao filme piloto de Man From Atlântis, aqui conhecido como "O Homem Do Fundo Do Mar". Dois anos depois, em 12 de abril, eu tive o sonho, mencionado no começo deste artigo, com a cena final de "Man From Atlantis" e, dois meses depois, em 12 de junho, dois anos depois que eu e ela havíamos assistido ao filme piloto, um antigo canal da Directv, chamado "Retrô" exibiu ao filme. A gematria do nome Elisheva Menuchá (אלישבע מנוחה) é igual a 522 que é a mesma gematria mispar kollel de "Ish mi-Atlantis (איש מ-אטלנטיס)" cuja tradução é "O Homem De Atlantis" em inglês "Man From Atlantis". Este homem "(ish) é o profeta Jonas. A cena do filme que eu vi no meu sonho está no final do vídeo abaixo.
Nesta cena cena final, Mark Harris, entra para o oceano depois de dizer, para a jovem oceanóloga que o salvou "Eu te chamarei Elisabeth (Elisheva). Mantenha seus ouvidos limpos, Elisabeth." Ele então se lembra das experiência que teve enquanto esteve no mundo da superfície e decide retornar e, ao fazê-lo, ele diz para Elisabeth: "- Eu não aprendi o bastante."
Manter os ouvidos limpos significa "estar atento à compreensão divina" pois os ouvidos são Biná na Árvore das Vidas.
Há muito de David ha'Mélech em Anakin Skywalker, o messias do universo Star Wars e o grande segredo reside na natureza dual de Anakin, tendo sua alma parte da Luz e parte no lado sombrio, porque, somente desta forma ele poderia realizar a profecia Jedi de trazer equilíbrio à Força.
Filosoficamente, o Zôhar esclarece que, se algum veio ao mundo para dominar uma determinada energia negativa, está pessoa precisa ter uma alma em parte com raiz nesta mesma energia negativa, ou seja, esta pessoa deve ter uma alma com parentesco com aquela energia. Este é o segredo de Anakin Skywalker. Sua alma tinha parte no lado Sombrio, a Sitra Achará, e parte no lado Luminoso, na Ór ha'Ganuz - a Luz Oculta do Criador - pois somente desta forma, possuindo uma natureza dual, ele poderia trazer equilíbrio à Força.
"Você era o escolhido! Foi dito que você iria destruir os Sith, e não se unir a eles! Que traria equilíbrio à força ... e não jogá-la na escuridão!"
Obi-Wan Kenobi
David Ha'Mélech
Luz & Sombras II
A maioria dos cristãos caluniam o Rei David. Durante milênios eles vem imputando ao Rei Sagrado um pecado que ele jamais cometeu: O adultério! Fazem isso pois desconhecem os segredos ocultos do Codex da Toráh e da natureza dual do Rei David.
Para esclarecer este assunto, perguntamos: O Rei David cometeu adultério ao tomar para si a "mulher" de Urias? A resposta é não! Eis aqui o segredo do evento: Para evitar que esta desgraça (adultério) acontecesse com os pessoas de Israel, D´us comandou pela “tradição” que, todo guerreiro de Israel ao sair para a guerra, deveria escrever um termo de divorcio (Gêt), conforme comandado pela lei me Moisés nosso Rabi, para que, não havendo noticias de seu desaparecimento em combate, sua esposa pudesse iniciar um novo relacionamento, e encontrar para os seus filhos um novo pai ou dar continuidade, em caso de dizimação dos homens na guerra, à nação para que ela não fosse extinta. É aqui que reside o segredo da história do Amado Rei David e Bath-Sheva.
Muitos “auto intitulados” homens de D´us, pastores e líderes de congregações, tem pecado, por gerações, imputando uma má fama ao Rei Santo de Israel, um homem segundo o coração de D´us. Estas pessoas tem pecado contra a Toráh e assim contra o Sagrado, bendito seja Ele, ao acusar o Rei de Israel de “adultério” sendo este um pecado que ele jamais cometeu. Tolos que são, continuam se movendo pelas sombras do “romanismo católico” e suas interpretações profanas das escrituras. Os cristão não possuem autoridade sobre as Escrituras Hebraicas pois, seus mistérios não foram revelados a eles.
Estes homens tolos sem nenhum conhecimento, obrigam mulheres humilhadas, maltratadas por maridos malígnos a permanecerem atadas a casamento com estes homens que são inimigos de D´us, pois humilham a “Pedra do Altar Celeste” que é a esposa, a figura da “Presença Divina” no mundo, aquele que representa o mistério da a “terra de kana´an”.
Muitos lideres religiosos e muitas gerações, procurando ensinar justamente aquilo sobre o que não tem nenhuma autoridade, a “Bíblia”, e procurando as causas que culminaram no evento do Rei David com Bathsheva, atribuíram ao Rei Santo de Yisrael, um pecado, como explicado, que ele jamais cometeu: “ADULTÉRIO”. E isto é tão certo porque as conseqüências contidas na Toráh sobre esta questão, não foram aplicadas ao Rei Santo. A torah diz: “E com a mulher de teu companheiro não te deitarás para dar sêmen (Levitico 18:20)”.
Maimônides, explicando acerca deste preceito da Toráh, que é o de Nº 347 dos preceitos negativos, diz: “A punição pela violação deste preceito varia de acordo com as circunstancias. Se a mulher for noiva, ambos ficam sujeitos ao apedejamento, como determinam as Escrituras. Se ela for filha de um Cohen (sacerdote), ela deverá morrer queimada e o homem estrangulado. Se ela for filha de um Israelita, ambos estão sujeitos a morte por estrangulamento. Tudo isto se aplica se a prova for evidenciada, caso contrário o homem fica sujeito à extinção”. Devo lembrar aqui que, pessoas jamais foram apedrejadas pelos israelitas e, isto tanto é verdadeiro que o Talmude diz que o Sinédrio (Tribunal Rabínico) só se reunia para julgar uma vez a cada setenta anos, pois as pessoas de israel não ficavam transgredindo os Preceitos da Toráh. O apedrejamento, assim como todas as outras sentenças de morte e punição prescritas na Toráh é contra o Satan, e somente contra ele, pois foi ele quem causou a queda da humanidade. D'us jamais ordenou que pessoas fossem sentenciadas à morte e esta é uma interpretação cristã pois o cristianismo vem de Edom e o príncipe de Edom é Samael, o próprio Satan.
Nós sabemos que, nenhuma destas punições foi imposta ao amado Rei de Yisrael, o que evidencia que a natureza do pecado do Rei não foi o de adultério. E senão, então qual foi? Para responder esta intrigante questão, temos que voltar ao principio.
O Zohar diz: A Serpente original no Jardim de Éden comeu frutas da árvore que também é interpretada como “bebendo vinho”. Por esta ação, duas forças de energia negativas vieram a existência, que são Malcon, e Peor (não devemos pronunciar os nomes). O Zohar expõe estas duas forças negativas e como elas se manifestam em nosso mundo para influenciar o homem. As duas crianças nascidas de uma relação incestuosa entre Lót e as suas duas filhas são a manifestação física destas duas forças. Está escrito na Toráh: “E conceberam ambas as filhas de Lót, de seu pai. E deu à luz a maior um filho, e chamou seu nome Moab, ele foi o pai dos moabitas até hoje. E a menor, também ela, deu à luz um filho, e chamou seu nome Ben Ami; ele foi o pai dos filhos de Amon até hoje."
Gênesis 18:36, 37 e 38
Um destes líderes tolos que pregam esta tolice é o "Reverendo Caio Fábio d'Araujo" que tenta justificar o seu próprio erro cometido no passado usando Rei David. E sua página no Facebook, encontramos estas palavras escritas por Leonardo Gonçalves: "Após o escândalo moral envolvendo a sua pessoa, o adultério seguido do divórcio, bem como a confissão em sua auto-biografia, o reverendo amazonense se desvelou ao público, abriu seu coração como nenhum outro, tirou a máscara e teve a ousadia de revelar ao mundo a sua verdadeira face. Sua hipocrisia, sua conduta dúbia, tudo isso foi delatado por ele mesmo, resultando no ostracismo ao qual ele foi submetido por alguns anos. Não quero com isso justificar a atitude do Caio. Adultério é pecado, causa um tremendo estrago, deixa cicatrizes profundas e em alguns casos a ferida nunca fecha completamente, e o Caio sabe disso. Contudo, que direito temos nós de punir um homem por algo que ficou lá no passado, e que certamente Deus mesmo já perdoou? Será que Caio, em plena vigência da Graça, foi privado por Deus do perdão enquanto Davi, na dispensação da Lei, foi perdoado pelo Criador?"
Nota-se, pelas palavras acima, que não há diferença de pensamento de Caio Fábio para aqueles a quem ele denuncia constantemente. Através das palavras acima se vê claramente que ele acredita mesmo estar no tal "tempo da graça" e que a Torah foi abolida, como é descrito, ela era a "dispensação da Lei"...
Amon & Moab
O Rei David que era um descendente de Moab através de Ruth, usou esta tremenda negatividade como uma ferramenta para ter controle em cima destas duas forças negativas. De acordo com as leis de espiritualidade, para se atingir controle genuíno em cima de qualquer situação, a pessoa tem que ter alguma conexão (parentesco) com isto. Foi destinado que o Rei David seria semeado com esta negatividade porque ele era cheio com a força espiritual necessária para ter controle em cima disto. Está, portanto escrito no Zohar:
O Rei David disse: “Contra Ti, contra Ti somente, tenho eu pecado, e praticado o mal em Tua vista”. O significado disto é o seguinte. È possível cometer pecados que são ofensas tanto para o Senhor quanto para o homem; também se pode cometer pecados que são ofensas contra o homem, mas não contra o Senhor; mas há também pecados que são cometidos somente contra o Senhor. O pecado de David foi este último tipo. Talvez, porém, você se incline a questionar isto, dizendo:
“Mas e o pecado com BatSheva? Por acaso não pecou contra o marido – para quem ela estava agora proibida – assim contra o Senhor (Adonai)?”.
Para esta pergunta há uma resposta, que é a seguinte: De acordo com a tradição, Urias, como era costume com os guerreiros de Israel, deu à sua esposa uma nota de divórcio (Gêt) antes de ir para a batalha, logo David não pecou contra Urias no sentido de traiçoeiramente roubar a sua esposa. E por isso lemos: “E David confortou a BatSheva,sua esposa”, o que prova que ela era considerada como a esposa legítima de David, destinada a ele desde o início dos tempos. "Guet (do hebraico גט) é o nome dado ao documento de divórcio dentro do judaísmo. De acordo com o tratado Kidushin, do Talmud Babilônico, o guet é um processo legal que exige o consentimento do casal. A outra é a morte do cônjuge e esta morte, de acordo com o Zôhar, e por questões cármicas.
O seu pecado (de David), então, foi uma ofensa somente contra o Senhor. E, em que constituiu esta ofensa? Não em que ele ordenou que Joab (Yoáv), seu general, enviasse Urias para frente de batalha para que fosse morto – porque David tinha o direito de fazer isto, uma vez que Urias chamou Joab de “meu senhor Joab” na presença do Rei, o que foi desrespeitoso.
O pecado de David foi que ele não matou Urias no momento em que desonrou o Rei, mas em vez disso deixou que fosse morto pela espada dos filhos de Amon; porque em cada espada amonita estava gravada a serpente que era seu deus. Disse o Senhor a David: “Tu conferiste força à abominação”; porque quando os filhos de Amon mataram Urias e muitos outros israelitas, e a espada de Amon prevaleceu, o deus pagão foi fortalecido por David e então, o lado Sombrio ganhou força e ficou no controle.
Vemos claramente que a natureza do pecado do Rei David não foi a de tomar para si a BathSheva por mulher, uma vez que ela estava destinada a ele desde a criação, e nem tampouco o de matar Urias, e sim matá-lo através da espada dos Amomitas. E é por isto que está escrito: E David confortou Bath-sheva, SUA ESPOSA!. "Então consolou Davi a Bate-Seba, sua mulher, e entrou a ela, e se deitou com ela, e ela deu à luz um filho, e deu-lhe o nome de Salomão; e o Senhor o amou."
2 Samuel 12:24
"Quando David cometeu seu grande pecado ao tomar para si Bat Sheva, ele pensou que isto iria deixar para sempre uma marca. Mas chegou até ele a mensagem: “O senhor pôs de lado o teu pecado, e não morrerás”; Quer dizer, a mancha foi removida. Rav Abba colocou esta pergunta para rav Shimon: ‘Se aprendemos que Bat Sheva foi destinada ao Rei David desde o dia da criação, como pode ser que o Senhor a tenha dado primeiro a Urias, o hitita?’ Rav Shimon respondeu: Assim é o caminho do Senhor; embora uma mulher esteja destinada a um determinado homem. Ele permite que ela seja primeiro mulher de outro homem até que chega a hora da alma-gêmea (que se elevou espiritualmente). Este é o segredo porque a terra de Kana´an foi primeiro esposa de outro para depois ser dada a Israel que era o seu legitimo marido. Tolo é o homem que humilha sua esposa e a difama perante os outros, pois por este pecado, ele será morto. Foi por isto que o povo foi punido, pois quando os espias voltaram de olhar a Terra, a difamaram. Fazendo assim, o marido se vai deste mundo (ele morre) para ceder lugar ao outro homem que a tratará como uma pedra preciosa, como está escrito: Esposa virtuosa, quem a achará, pois o seu valor excede finíssimas jóias. Esta é a razão secreta pela qual Bat Sheva foi dada primeiro a Urias."
- Do Zôhar
Anakin & Padmé
Luz & Sombras III
Anakin Skywalker se revoltou contra o Código Jedi que havia caído nos domínios da dogmatização e tomou para si Padmé como esposa. Anakin é uma representação do Rei David, ele trás a força espiritual do Rei Sagrado. Anakin é, então, morto e Darth Vader nasce, fortalecido pelo lado Sombrio. No final, Anakin se arrepende e faz a correção salvando seu filho, Luke, das "mãos" do imperador Palpatine. Ele traz equilíbrio à Força e seu filho, em termos, reina em seu lugar, com Salomão deu continuidade ao reinado de David, seu pai.
"Não me ensine, Obi-Wan! Eu vejo através das mentiras dos Jedi. Não tenho medo do lado sombrio como você."
Anakin Skywalker
Star Wars é uma parábola que contém os segredos da Toráh e do Zôhar Sagrado e somente aqueles que estudam o Zôhar poderão perceber esta "Opera Mística" escondida em Guerra nas Estrelas.
Acima de tudo, Anakin somos nós, feitos de dualidade, de luz e sombras e o que vai dominar, depende unicamente de nós...
E há muito mais...
"Aqui do meu lado, um anjo (luz) Aqui do meu lado, um diabo (sombras). Nunca se vire de costas para mim. Nunca se vire de costas para mim, novamente. Aqui do meu lado, é o paraíso. ohhh... Aqui do meu lado, você é destruição. Aqui do meu lado, uma nova cor pinta o mundo, ohhh... Nunca se vire de costas para mim. Nunca se vire de costas para mim. Aqui do meu lado, é o paraíso. Cuidadoso, tenha cuidado. Cuidadoso, tenha cuidado Isto é onde o mundo desaba. Onde o mundo desaba. Cuidadoso, tenha cuidado. E você inspira. E você expira. Por isto Não é tão esquisito. Como fazer você uma arma e você dá em e você deu. Por isto Não é tão esquisito Como fazer você uma arma Nunca se vire de costas para mim Nunca se vire de costas para mim novamente. Cuidadoso, Tenha cuidado Aqui do meu lado, é o paraíso (luz) Aqui do meu lado, é o paraíso Aqui do meu lado, é o paraíso..."