LAYLA COL HA'TZADIQIM

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CRIPTO-EVIDÊNCIAS DA PRESENÇA ALIENÍGENA NO PASSADO DA HUMANIDADE

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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ONDE O MEU NOME ESTÁ (criptografado) NA TORÁ?

Vamos começar com uma história encontrada no Sefer Seder HaDorot, seção Yemot Olam, quinto milênio, [ano] 4954. Eis suas palavras:

“Recebi por tradição que o Ramban tinha um discípulo chamado Rabbi Avner, que se tornou apóstata [abandonou a Torá]. Sua sorte fez com que ascendesse a uma posição elevada, tornando-se temido em toda a terra.

Depois de algum tempo, no dia de Yom Kippur, mandou buscar seu mestre, o Ramban, e, diante dele, matou com suas próprias mãos um porco, cortou-o em pedaços, cozinhou-o e comeu-o. Depois de comê-lo, perguntou ao Rav quantas penas de karet havia transgredido. O Rav respondeu que eram quatro; ele, porém, disse que eram cinco e quis discutir com seu mestre. O Rav lançou-lhe um olhar de ira, e o homem emudeceu, pois ainda lhe restava algum temor de seu mestre.

Por fim, o Rav perguntou-lhe o que o havia levado à apostasia. Ele respondeu que certa vez ouvira [o Ramban] ensinar sobre a Parashat Ha’azinu, dizendo que naquela parashá estavam incluídas todas as mitzvot e todas as coisas existentes no mundo. Como isso lhe pareceu impossível, transformou-se em outro homem [rompeu com a Torá].

O Rav respondeu: ‘Ainda sustento aquilo que disse. Pergunte o que quiser.’

O homem ficou extremamente admirado e disse: ‘Se é assim, mostre-me, por favor, se consegue encontrar meu nome escrito ali.’

O Ramban respondeu: ‘Pediste corretamente; isso podes pedir de mim.’

Imediatamente retirou-se para um canto e orou. Então veio à sua boca o versículo:


אָמַרְתִּי אַפְאֵיהֶם אַשְׁבִּיתָה מֵאֱנוֹשׁ זִכְרָם

ר' אבנר

Rabbi Avner

Amarti af’eihem, ashbitah me’enosh zichram — “Eu disse: Eu os dispersaria; faria cessar dentre os homens a memória deles” (Deuteronômio 32:26).

Pois contando a terceira letra de cada palavra no versículo, encontramos o nome daquele homem, que era Avner junto com a letra Reish que é a inicial de Rabbi, pois o fato de a Torá chamá-lo implicitamente de “Rabi Avner”, apesar de naquele momento ele ser um mumar [apóstata], é uma indicação de que ele retornou em teshuvá.

Quando Avner ouviu isso, seu semblante caiu, e perguntou ao mestre se havia remédio [tikkun] para sua transgressão. O Rav respondeu: ‘Tu ouviste as palavras do versículo’, ou seja, o próprio versículo que contém teu nome já te disse o que fazer.

O Rav seguiu seu caminho.

Imediatamente o homem tomou um barco sem marinheiro e sem remo, entrou nele e deixou-se levar para onde o vento o conduzisse. E nunca mais se soube coisa alguma a seu respeito. (fim da citação)

O Gaon de Vilna num comentário sobre o Sifra deTzniuta, capítulo 5, declarou:

"E o princípio geral é este: tudo aquilo que foi, que é e que será até o fim dos tempos está inteiramente incluído na Torá, desde Bereshit [Bereshit 1:1] até le-einei kol Yisrael [aos olhos de todo Israel - Devarim 34:12].

E não apenas os princípios gerais, mas até mesmo os detalhes de cada espécie e de cada ser humano individualmente, e tudo aquilo que lhe acontecerá desde o dia de seu nascimento até o seu fim, bem como todos os seus gilgulim [reencarnações], todos os seus detalhes e os detalhes dos detalhes.

Do mesmo modo ocorre com cada espécie de animal doméstico, animal selvagem e todo ser vivo existente no mundo; e com cada erva, planta e objeto inanimado; todos os seus detalhes e detalhes dos detalhes, em cada espécie, bem como os indivíduos pertencentes às espécies, até o fim dos tempos — aquilo que lhes acontecerá e sua raiz.

Da mesma maneira, tudo aquilo que está escrito acerca dos Patriarcas, de Moshe e de Israel existe em cada geração, pois as centelhas de todos eles se reencarnam em cada geração, como é sabido.

E igualmente todos os seus atos, desde Adam HaRishon até o final da Torá, encontram-se em cada geração, como é sabido por aquele que compreende. E assim também ocorre em cada ser humano individualmente [...]" (fim da citação).

Veja também Kol haTor 3:3 na continuação das palavras do Gaon:

"E todas essas alusões estão contidas nos números, segundo o segredo do versículo: “Ha-motzi ve-mispar tzeva’am, le-kulam be-shem yikrá — Aquele que faz sair seu exército segundo o número, e a todos chama pelo nome” (Isaías 40:26).

Isto significa que cada ser criado possui um número fundamental próprio, e que a finalidade ou destino particular de cada um, de acordo com seu nome e seu número fundamental, encontra-se aludida na Torá segundo o segredo de “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo”; isto é, por meio do cálculo das letras da Torá através de guematria — gematriot e notarikon, método pelo qual as letras são interpretadas como abreviações ou combinações significativas.

E conforme disseram nossos Sábios acerca do versículo: “Lechu chazu mif‘alot Havayah, asher sam shamot ba’aretz — Ide, contemplai as obras de Havayah, que estabeleceu desolações na terra” (Salmos 46:9). Não leias “shamot — desolações”, mas “shemot — nomes”, conforme a interpretação registrada no Talmud Bavli, Berachot 7b.

As “parperaot la-chochmá — iguarias ou condimentos da sabedoria” são os recipientes que recebem as propriedades espirituais superiores provenientes do Olam HaAtzilut — Mundo da Emanação, através dos miluiim — preenchimentos dos nomes e das letras, e dos miluiim de-miluiim — preenchimentos dos preenchimentos, prosseguindo sucessivamente até o Ein Sof — Infinito.

Ou seja, as letras hebraicas (Otiot) podem possuir significado em sua forma simples, em sua forma expandida ou “preenchida” [milu’in], e ainda no preenchimento das próprias letras que compõem esse preenchimento [milu’in de-milu’in], continuando assim em níveis sucessivos.

E cada criatura e cada ser humano, de acordo com suas funções gerais e particulares, encontra-se aludido em seu próprio nome; e encontra-se também aludido na Torá por meio dos valores numéricos da guematria.

Cabe a cada pessoa de Israel empenhar-se com todas as suas forças para alcançar e compreender o nível dos números superiores — misparim elyonim, ocultos em seu próprio nome por meio dos cálculos de guematria — cheshbon gematriot, os quais estão aludidos na Torá e dizem respeito à missão singular — ha-shelichut ha-yechida’it de cada indivíduo, conforme está escrito: “ish al diglo be-otot le-veit avotav — cada homem junto à sua bandeira, segundo os sinais da casa de seus pais” (Números 2:2).

E acerca disso foi dito: “Yigdal na koach Adonai — Que seja engrandecido, por favor, o poder de Adonai...” (Números 14:17).

Este é o segredo do “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo” mencionado em Kohelet 9:10.

Cabe, portanto, a cada pessoa alcançar e compreender os cheshbonot ve-gematriot shemo — cálculos e guematriot de seu próprio nome. Caso contrário, ela poderá ter de passar por um novo gilgul, a fim de reparar aquilo que deixou incompleto neste gilgul.

Pois aquele que não conhece as guematriot e os cálculos que lhe pertencem e que estão ocultos em seu nome está destinado a descer ao Sheol.

E, segundo a explicação de nosso mestre no Tikkunei Zohar Chadash, deve-se alcançar aquilo que está contido em seu próprio cheshbon — cálculo — mediante o poder que está em sua mão. Este é o sentido do versículo: “Kol asher timtzá yadchá la‘asot be-koachachá, asê — Tudo aquilo que tua mão encontrar para fazer, faze-o com tua força” (Kohelet/Eclesiastes 9:10), pois:

“ein ma‘assê ve-cheshbon bi-Sheol — não há ação nem cálculo no Sheol” (Kohelet 9:10).

Isto significa que, no Sheol, já não será possível realizar ou completar esse “ma‘assê ve-cheshbon — ação e cálculo”. A razão é que, com base nesse conhecimento, cada pessoa poderá saber como cumprir sua missão singular neste mundo.

E, quanto mais entramos nos Ikvot Meshicha — “passos do Mashiach”, mais se revelam as alusões de guematria — remezei ha-gematriot, nas quais estão ocultos os segredos das finalidades ou missões destinadas tanto gerais quanto particulares.

E acerca disso foi dito:

“Kol gei yinnassê — Todo vale será elevado...” (Isaías 40:4).

E isto corresponde às gematriot que são chamadas “parperaot la-chochmá — iguarias da sabedoria”, conforme é apresentado no Zohar HaKadosh, Tikkun 70. (fim da citação)

EXEMPLOS DE NOMES CRIPTOGRAFADOS NA TORA:

Veja Tratado Chulin 139b, apesar de Haman só surgir muito tempo depois lá na Meguillat Ester, no entanto, ele já é mencionado na Torá:

"os sábios do Talmude perguntam: 'De onde [encontramos uma alusão a] Haman na Torá?' A resposta é: “Ha-min ha-etz” — הֲמִן הָעֵץ — “Acaso da árvore...?” (que pode ser lido Haman para a forca)

Os Sábios perguntaram a Rav Mattana: “De onde, na Torá, encontramos uma alusão a Haman e seu enforcamento?” Ele respondeu citando o versículo pronunciado depois que Adam comeu da Árvore do Conhecimento:

Ha-min ha-etz asher tziviticha le-vilti achol mimennu achalta? — הֲמִן־הָעֵץ אֲשֶׁר צִוִּיתִיךָ לְבִלְתִּי אֲכָל־מִמֶּנּוּ אָכָלְתָּ — “Acaso comeste da árvore da qual Eu te ordenei que não comesses?” (Gênesis 3:11).

A alusão encontra-se em ha-min — הֲמִן. Quando retiramos os nekudot (sinais vocálicos), temos המן, exatamente as mesmas letras do nome Haman.

De onde [encontramos uma alusão a] Mordechai na Torá?”

Rav Mattana respondeu citando Êxodo 30:23, onde, entre os ingredientes do óleo sagrado da unção, aparece a expressão mor deror — מָר דְּרוֹר, “mirra pura”. Essa expressão é traduzida para o aramaico como meira dachya — מֵירָא דַּכְיָא, cuja pronúncia apresenta uma correspondência com o nome Mordechai — מָרְדֳּכַי." (fim da citação).

E agora, de nossos próprios exemplos:

Nosso mestre, o Ari z'l nos guiou a encontrar muitos códigos importantes na Torá e no Tanack, dentre eles, citaremos estes dois:

Em Zechariah 9:9 no verso que fala sobre o Mashiach Ben David, nós encontramos codificado o nome de Rav Akiva:

Gili me’od bat-Tziyon, hari‘i bat-Yerushalayim; hineh malkech yavo lach, tzaddik ve-nosha hu; ani ve-rochev al-chamor, ve-al ayir ben-atonot.

“Alegra-te muito, filha de Tziyon! Exulta, filha de Yerushalayim! Eis que teu rei virá a ti; ele é justo e vitorioso; humilde, montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumentas.”


גִּילִ֨י מְאֹ֜ד בַּת־צִיּ֗וֹן הָרִ֙יעִי֙ בַּ֣ת יְרוּשָׁלַ֔͏ִם הִנֵּ֤ה מַלְכֵּךְ֙ יָ֣בוֹא לָ֔ךְ צַדִּ֥יק וְנוֹשָׁ֖ע ה֑וּא עָנִי֙ וְרֹכֵ֣ב עַל־חֲמ֔וֹר וְעַל־עַ֖יִר בֶּן־אֲתֹנֽוֹת׃

ר' עקיבא
Rabbi Akiva, o Reish de Rabbi é o Reish de Chamor - O notarikon de חמור — CHaMoR é:
 חכם מופלא ורב רבנן
Chacham Muflá ve-Rav Rabbanan que se traduz:
 “Mestre extraordinário e mestre dos mestres.”

Constantemente o Rabi Akiva é associado à figura do jumentinho, por causa de muitos aspectos de seus gilgulim [um deles Yissachar chamado de um jumento poderoso - Bereshit 49:14], da origem de sua alma que veio dos prosélitos, conforme é nos explicado no Shaar haGilgulim, por ele ser da raiz de Kayin e esses é um dos motivos de ele ter dito em Pesachim 49b:

“Quando eu era um am ha’aretz [homem sem instrução em Torá], eu dizia: ‘Quem me dera encontrar um talmid chacham [sábio da Torá], para que eu o mordesse como um jumento (חמור — chamor)!"

Outro exemplo é o nome completo do Rav Chaim Vital criptografo no profeta Isaías 12:2 que trata sobre o Rei Mashiach:

Hineh El yeshu‘ati, evtach ve-lo efchad; ki ozi ve-zimrat Yah Havayah, va-yehi li li-yeshu‘ah.

“Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei, pois minha força e meu cântico são Yah, Havayah, e Ele se tornou para mim salvação.

הִנֵּ֨ה אֵ֧ל יְשׁוּעָתִ֛י אֶבְטַ֖ח וְלֹ֣א אֶפְחָ֑ד כִּֽי־עׇזִּ֤י וְזִמְרָת֙ יָ֣הּ יְהֹוָ֔ה וַֽיְהִי־לִ֖י לִישׁוּעָֽה׃


חיים ויטל

Chaim Vital

Outro exemplo de código:

Codificado em MEGUILAT ESTHER capítulo Iº no passuq 18 através de RASHEI TEIVOT (INICIAIS) temos o ano 5786 (התשפ"ו) seguido por "ÊSH (אש) - FOGO" e "ËD (אד) - VAPOR" conforme se pode ver abaixo como o ano 5786 marcado em vermelho, FOGO em abóbora escuro e VAPOR em verde.

"Vehayom hazeh tomar'nah sarot Paras u'Madai, asher sham'u et devar hamalkah, lechol sarei hamelech; uchedai bizayon vakatsef."

"E neste mesmo dia dirão as nobres da Pérsia e da Média, que ouviram a palavra da rainha, a todos os príncipes do rei; e haverá desprezo e indignação em abundância."


 וְֽהַיּ֨וֹם הַזֶּ֜ה תֹּאמַ֣רְנָה ׀ שָׂר֣וֹת פָּֽרַס־וּמָדַ֗י אֲשֶׁ֤ר שָֽׁמְעוּ֙ אֶת־דְּבַ֣ר הַמַּלְכָּ֔ה לְכֹ֖ל שָׂרֵ֣י הַמֶּ֑לֶךְ וּכְדַ֖י בִּזָּי֥וֹן וָקָֽצֶף׃


O mais surpreendente veio como a deflagração do bombardeio contra o IRAN e sua nomeação como "EPIC FÚRY (זַעַם אַגָּדִי) - ZA'AM AGADI - FÚRIA ÉPICA. Ao reezaminar o CÓDIGO, descobri que "ZA"AM AGADI" também estava codificado no mesmo passuq através de RASHEI TEIVOT (INICIAIS) sendo a letra ZAYIN (ז) de ZA"AM (זַעַם) o ZAYIN de HAZÊH (הזה) e o ALEF (א) de AGADI (אַגָּדִי) o ALEF de TOMAR'NÁH (תֹּאמַרְנָה).

O passuq fala do temor de uma REVOLTA FEMININA inspirada na rebelião da rainha contra a ordem do rei e isso é muito importante.

"No início de janeiro de 2026, o Irã registrou uma nova e intensa onda de protestos deflagrada inicialmente por uma profunda crise econômica, que rapidamente se transformou em um movimento antigovernamental generalizado. As mulheres voltaram a ocupar um papel central na linha de frente da resistência, construindo sobre o legado do movimento "Mulher, Vida, Liberdade" de 2022."

Fonte: Quadrinhos na Cia.

Se você deseja conhecer a localidade do seu nome na Torá-Tanach, nós temos uma pesquisa de código, você deve entrar em contato conosco e escrever para:

baaltzafuntorah@gmail.com 



O Artesão Da Luz