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quarta-feira, 21 de maio de 2014

A Advertência Secreta Da Sabedoria No Filme Noé

Noé & Matusalém & a Árvore das Vidas
"Arte conceitual do Diretor Darren Aronofsky para o Filme Noé"

Lemos: "E Adão conheceu sua mulher Eva, e ela concebeu e deu à luz Caim (Gênesis 4:1). Junto com a energia de Adão que concebeu Caim estava a energia deixada pelo elemento de símio com quem a mulher havia copulado primeiro. Caim foi concebido do lado feminino (esquerda da Árvore das Vidas, da energia de Severidade). Assim, sobre o nascimento de Caim não se diz: “E ele Gerou...”, mas ela concebeu um filho...”. Pela mesma razão sobre Abel se diz: “E em seguida, ela concebeu seu irmão Abel” e que, apesar de ter sido concebido lado masculino (direita da Árvore das Vidas, da energia de Bondade), o acusador havia enfraquecido o poder e a energia de Adão.

Bem, em relação à letra Qof de Caim (Qain): Caim também significa macaco, porque a letra Qof significa macaco. As letras começaram a produzir. Assim que a impureza foi removida, a letra Shin (de Shet) começou a operar, a união do macho com a fêmea e por isso ele diz: “E ele gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e ele nomeou-o Shet (Gênesis 5:3). Então, as letras se inverteram combinando com o aleph de Adão a letra Nun que segue a última de seu nome, o Mem e ambas foram combinadas com a primeira letra de Schet, o Shin para formar o nome Enosh (Gênesis 5:6). Qual é a diferença entre Enosh (Homem) e Adam que também significa Homem? Enosh tem origem na palavra anash significa estar doente e indica que não há a mesma força de Adão, e sobre o qual está escrito: “Que é o homem (Enosh) para que Tu o magnifique? (Jó 7:17)”.

A Advertência
O estudo da Sabedoria por aqueles que possuem defeito de consciência

“E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos (Enosh); então se começou a invocar o Nome de Adonai (Gênesis 4:26)”.

R. Eleazar disse: Nos tempos de Enosh, os homens foram treinados em magia e adivinhação, e a arte de controlar as forças celestiais. Adão trouxe do Jardim do Éden com ele o conhecimento das “folhas de árvores”, mas ele e sua esposa e filhos não as praticavam. Mas quando Enosh veio viu a vantagem deste conhecimento e destas artes e como os cursos celestes poderiam ser alterados por eles, e ele e seus contemporâneos estudaram e praticaram magia e adivinhação e deles passou para a geração do Dilúvio e foram usados para o mal propósito por todos os homens (nashim) daquele tempo.

“NASHIM TEM RAIZ NA PALAVRA ANASH QUE SIGNIFICA “ESTAR DOENTE”. NASHIM É GERALMENTE TRADUZIDO COMO “MULHERES” PORQUE TODA MAGINA E ADVINHAÇÃO ENAMA DO PRINCIPIO FEMININO”.

Baseando-se nessas artes, eles desafiaram a Noé, dizendo que sobre eles nunca a Justiça Divina poderia ser executada porque eles sabiam todas as maneiras de evitá-la. Eles conheciam os Selos Angelicais e os Nomes Divinos e os usaram para evitar o Julgamento Divino. A prática destas artes começou com Enosh, e por isso ele diz do seu tempo: “Então começou a invocar o Nome de Adonai”. Eles fizeram isto de forma profana, usando o conhecimento e os Nomes divinos para os seus próprios propósitos egoístas.

“SEMELHANTEMENTE NÓS VEMOS ISTO NESTA ÉPOCA, ONDE AS PESSOAS (ENASHIM) QUEREM APRENDER A SABEDORIA CELESTIAL PARA USÁ-LA PARA PROPOSITOS PROFANOS, COM FINS DE ENRIQUECEREM, ADQUIRIREM PROSPERIDADE E BENS MATERIAIS”.

Por isto tenho tomado cuidado para com os que me procuram querendo aprender a Sabedoria, cuidado em investigar suas mentalidades e corações para conhecer os propósitos de porque querem aprender a Sabedoria Celeste, pois é preciso ter “Lév Tahór (Coração Puro)” sem o qual, ninguém poderá aprender a Sabedoria Celeste.

Assim aprendemos que, até que o defeito seja corrigido pela aceitação e amor à Instrução Divina (Torah) a pessoa (Enos) não pode ser introduzida nos Caminhos da Sabedoria Celestial. É preciso que ela primeiro se torne Adam.

O Filme Noach e Enosh

Recentemente nós vimos esta poderosa mensagem no filme de Darren Aronofsky “Noach”. No filme, quando Lamech está passando a Tradição da Sabedoria para Noé, ele nota quando os “Anoshim” se aproximam e diz “Homens (Anoshim)”. Na historia os Homens são os mineradores da Pedra Tzohar que é uma alusão ao Zôhar Sagrado e a Sabedoria da QABALAH. Assim, Tubal-Cain mata o pai de Noé, Lamech, toma a pele da Serpente que é uma alusão à busca pela iluminação.

"Cena do Filme onde vemos a Pedra Tzohar e as Serpentes e Répteis juntos, uma alusão a busca pela "Iluminação"".

Tudo isto no filme é uma alusão secreta de como a Sabedoria pode ser mal usada por pessoas com defeito de consciência, eles sempre a usarão para propósitos sem qualquer altruísmo, para fins próprios de enaltecimento do próprio ego, como vemos também na história bíblica da Torre de Babel: “E eles disseram: Vamos! Construamos uma Torre e façamos para nós “NOME”. O verso indica que eles usaram a Sabedoria para enaltecer o próprio poder do Ego.

Assim também é o aluno que não obedece ao professor que o adverte dizendo que ele ainda não pode ensinar, mas teimosamente ele desobedece e passa a ensinar o que não compreendeu defeituosamente criando mais defeito ainda. Devo advertir aqui o que o Zôhar fala sobre a teimosia e que ela vem de Amaleq cujo o pai é o Anjo Caído Samael.

Eu passei a compartilhar a Sabedoria Divina porque recebi a benção do meu Mestre que veio do Jardim do Éden para me revelar um mistério em Lag ba’Ômer de 2003 (33 do Ômer de 5763).

Assim, o aluno que não recebeu a benção do seu Professor e nem autorização para ensinar e teimosamente o faz, está criando defeito, maldade no mundo.

Desta forma aprendemos que, uma pessoa (Anosh) com defeito de consciência não deve aprender a Sabedoria Divina, pois se o fizer, a usará com propósitos errados e para benefício próprio.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Segredo dos Urim & Tumim & as Pedras do Peitoral



Entre as vestes do Sumo Sacerdote, o peitoral e os Urim e Tumim eram talvez o mais enigmáticos. O peitoral era um brocado padronizado feito a partir de fios de ouro , azul, vermelho e vermelho de lã e linho fino torcido. Ele foi criado com quatro fileiras de pedras preciosas montadas em cenários de ouro - doze no total. Os nomes das doze tribos foram gravados codificados nas pedras - um em cada pedra - , bem como os nomes dos patriarcas, Abraão, Isaac e Jacob . 

Urim & Tumim
Ana Be'Koach & os 72 Nomes

De acordo com o Zohar, os Urim e Tumim eram as Quarenta e Duas Letras e os Setenta e Dois Nomes de D'us colocados nas dobras do peitoral que faziam com que as letras gravadas nas pedras acendessem em seqüência, com a finalidade de explicitar uma resposta à uma pergunta feita pelo Sumo Sacerdote.

"Coloque o Urim eo Tumim no peitoral do juízo e serão sobre o coração de Arão, quando vem antes de D'us. (Ex. 28:30)".

No Zôhar, o rabino Yehuda revelou : O significado da palavra "Urim (הָאוּרִים)" foi explicado como derivando de "meirim" que significa "iluminar" - uma vez que iluminava as letras gravadas nas pedras do peitoral . Este é o segredo místico de "a lente que brilha".

A sefirá Malchut na Árvore das Vidas é chamada de "a lente que não brilha", uma vez que ela não tem a sua própria iluminação mas deriva sua luz de Zeir Anpin (A face Luminosa).

O termo aramaico para "a lente que brilha" é " aspaklarya meira". O termo "aspaklarya" foi traduzido como vidro, espelho, espéculo, telescópio etc. O significado básico é que ela (a lente) é o meio pelo qual a Inspiração Divina está focada e é manifestada, e esta pode ser a origem da "bola de cristal" falada em muitas fábulas. O comentário Mikdash Melech relaciona esta ao cluster (aglomerado estelar) do sefirot chamado Zeir Anpin (a Face Luminosa), formado pelos seis sefirot chessed, guevurá, tiféret, netzach, hód e yesód que são iluminados pelo Nome de Quarenta e Duas Letras.


Esta " lente que brilha" é formada pelas Oti'Ót (Letras) do Santo Nome de Quarenta e Duas Letras ali a nas dobras do peitoral, através do qual foram criados os mundos.

O Tumim é o segredo místico das letras incluídas no "a lente que não brilha (aspaklarya sh'eina meira)", ou seja, a sefira Malchut que é iluminada pelos Setenta e Dois Nomes de D'us conhecido secretamente como "O Nome de 216 Letras"  gravado no peitoral e seu poder de iluminar as outras letras que foram gravadas nas pedras do peitoral.

Malchut é chamado de "a lente que não brilha", uma vez que ela não tem a sua própria iluminação. Em vez disso, recebe toda a sua iluminação de Zeir Anpin. Assim, os dois são comparados ao sol, fonte de luz e a lua, que não tem luz própria. No entanto, malchut é iluminada pelo mais nobre dos Nomes Divinos, o Shem ha'Meforash, que tem a sua fonte na sefirá Chochma (Sabedoria), que é o segredo esotérico de "O pai (chochmá)  cria a filha (malchut0)". Eles são o segredo místico do Santo Nome e que unidos são chamados de "Urim e Tumim".

Venha e veja: quando essas letras desses dois Nomes Sagrados foram apresentada lá nas dobras do peitoral seu poder de iluminar as outras letras que foram gravadas sobre as pedras do peitoral, ou seja, as Letras dos Nomes das Doze Tribos (ver Talmude Yoma 73b), iluminando algumas e deixando outras apagadas.

E, assim, o Sumo Sacerdote era capaz de encontrar a resposta adequada para sua pergunta e agir em conformidade. Ele poderia saber até mesmo se algum estava relatando algo com verdade ou não. Esta ferramenta esotérica era o verdadeiro "detector de mentiras".

Retirado do  Zohar II , p. 234b ; co comentários de Moshe Miller e traduzido para português com outros comentários por Deepak Sankara (Artesão da Luz).

Notas de Rodapé
1. Mikdash Meleque, Matok MiDevash , Ziv haZohar


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sábado, 15 de março de 2014

O Mistério De Jonas & o Grande Peixe



Um Osni ou um Submarino Atlante?

Lembro-me bem da História de Jonas, pois foi a única que meu pai, quando eu era pequeno,  leu para mim nalguma noite antes de dormir, na velha casa da Vila Curuça Velha em São Miguel Paulista onde moramos por doze anos. Esta história sempre me intrigou e hoje conheço o seu segredo.

O texto biblico diz: "Va'yeman Adonai dag gadol, le'biloá et Yonáh; va'yehi Yonáh bimei ha'dag, shelosháh yamim u'shelosháh leil'Ot (Yonáh pereq 2° passuq 1°)".

וַיְמַן יְהוָה דָּג גָּדוֹל, לִבְלֹעַ אֶת-יוֹנָה; וַיְהִי יוֹנָה בִּמְעֵי הַדָּג, שְׁלֹשָׁה יָמִים וּשְׁלֹשָׁה לֵילוֹת

A tradução aproximada seria: "E enviou o Yud He Vav He grande peixe para engolir a Yonáh (Jonas); e esteve Yonáh nas entranhas do peixe, três dias e três noites (Jonas capítulo 2 verso 1°)".

No Pirkê (Capítulo) do Rabino Eliezer, lemos um comentário do Rabino Tarphon sobre este peixe incomum, explicando que ele foi preparado no crepúsculo do sexto dia da Criação especialmente para engolir Jonas.


O Pirkê do Rabino Eliezer continua revelando os aspectos e a aparência do "peixe": "Os dois olhos eram como janelas de vidro iluminando Jonas". E mais: Rabi Meir disse: "Uma unica pérola estava suspensa dentro do ventre do peixe e iluminava Jonas como o sol ao meio dia e mostrou a Jonas tudo o que havia nas profundezas do oceano".



No Zôhar também lemos: "Ele viu na barriga do peixe um espaço aberto e as salas de um palácio e os dois olhos do peixe brilhando como o sol ao meio-dia. Dentro dele havia uma pedra preciosa que iluminava tudo ao redor e fez visíveis as maravilhas do fundo do mar".


Concluímos aqui que está "Pérola" tinha consciência, como um computador quântico, e revelou a Jonas os Mistérios e segredos ocultos no fundo do mar.

Que peixe de carne e ossos poderia conter um palácio com salas e iluminado com uma lâmpada alimentada por algum reator de energia desconhecida? Por algum tipo de fusão? Certamente o Zôhar esta revelando uma máquina submarina de tecnologia avançada, possivelmente um OSNI, termo este criado por nós e que possivelmente não vai definir um objeto intra ou extra mundo, talvez até mesmo Atlante e, talvez, uma maquina biologica, viva. 



A ATLANTIDA

A primeira vez que li sobre a Atlântida foi na obra "As Maravilhas Do Conhecimento Humano 1°" - de Henry Thomas, no capítulo "As Maravilhas Das Antigas Civilizações" intitulado "A Atlântida Perdida" em meados de 1974 e que encontrei na estante de livros do meu falecido pai. Sempre soube que era verdadeira a história da Atlântida. Ainda na infância meu seriado de televisão preferido foi o que aqui se chamou "O Homem Do Fundo Do Mar (Man From Atlantis)" de 1977 e que estreou no Brasil em 6 de Fevereiro de 1978, uma segunda feira, pela Rede Globo.

Cerca de 27 anos depois, em 2001, encontrei no Zôhar uma narrativa da experiência de um dos rabinos que viu a Atlântida e seus habitantes em uma cidade no fundo do mar. Ei-la:


"Rabi. Nehorai (נהוראי), o ancião (סבא), estava, certa vez, viajando pelo mar. O barco foi destruído em uma tempestade e todos os que estavam nela foram afogados. Mas ele, por algum milagre, desceu até o fundo mar e encontrou ali um país em que viu os seres humanos estranhos de tamanho pequeno. Eles estavam recitando orações, mas ele não pôde entender o que eles estavam dizendo. Por outro milagre ele foi devolvido à superfície e disse."Bem aventurados são os justos que estudam a Torá e conhecem os mistérios mais profundos".

Certamente rabi Nehorai, da mesma forma que Jonas, foi transportado por alguma máquina até Atlântida para testemunhar a sua existência e depois foi devolvido à superfície exatamente como Jonas.


O CÓDIGO NEHORAI

Enquanto eu meditava nestas descobertas, imaginei que, se todas elas fossem verdadeiras, eu encontraria o nome do Rabino, Nehorai, dentro da história de Jonas. E qual não foi a minha surpresa quando o descobri lá?


Acima, no texto hebraico do Profeta Jonas, no centro em vermelho, está "Nehorai (נהוראי)" e em azul e verde temos "Cidade no mar (עיר בים)". Acima, em amarelo está escrito "E falou o Eterno ao peixe... (ויאמר יהו"ה לדג)" - Jonas 2:11.
Conclusão:

O "peixe" que engoliu Jonas era alguma espécie de máquina submarina avançada capaz de mergulhar quilômetros no fundo do mar e não qualquer criatura de carne e ossos. Tal máquina possuía iluminação interna e faróis capazes de clarear como o sol do meio dia, a mais profunda escuridão no fundo do mar e revelar os seus mistérios os quais Jonas pode observar de suas duas janelas que eram os olhos de tal "peixe".


EVENTOS SURPREENDENTES
Ramsés II - Um Faraó De 500 
anos:

"Mas, deveras, para isto te mantive, para mostrar meu poder em ti, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra".


וְאוּלָם, בַּעֲבוּר זֹאת הֶעֱמַדְתִּיךָ, בַּעֲבוּר, הַרְאֹתְךָ אֶת-כֹּחִי; וּלְמַעַן סַפֵּר שְׁמִי, בְּכָל-הָאָרֶץ. 



Êxodo 9:16

No "Pirkey D'Rabbi Eliezer (a cerca de 2000 anos)", no capitulo "O PODER DO ARREPENDIMENTO", o autor menciona que o Faraó do Êxodo Bíblico, Ramsés II, sobreviveu ao evento da Abertura do "Mar Vermelho (Yam Suf)" e que teria se arrependido do mal que intentou realizar contra os hebreus. Na verdade, o texto diz que D'us o ressuscitou para que ele fosse testemunha do Seu poder em toda a terra, e, portanto, os rabis disseram que o verso se refere ao Faraó Ramssés.


Rabbi Eliezer menciona que, mais tarde, Ramsés se tornou o rei de Nínive na época na qual o Profeta Jonas foi enviado para lhes advertir e que fora ele quem exortou os habitantes daquele país ao arrependimento.


Os episódio em Nínive se deu em cerca de 665 a.C, enquanto Ramsés reinou sobre o Egito de 1279 a 1213  a.C.


Já revelei acima que Jonas não foi tratado por um peixe, mas por uma máquina submarina.



Se Ramsés reinou em Nínive na época de Jonas, ele teria mais de 500 anos de idade, o que nos faz realmente pensar: FARAÓ FOI ABENÇOADO COM LONGEVIDADE OU -  Eram os Faraós seres humanos?




Conclusão

Toda esta narrativa não te lembra "20.000 Léguas Submarinas?" Não seria possível que Jules Verne tenha estudado o Zôhar e encontrado nele este segredo?


Jules Vernes autor de 20,000 Léguas Submarinas

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mistérios Sobre a Shabat - O Verdadeiro Dia da Shabat



O Zôhar afirma que Moshê (Moisés) ocultou-se do mundo numa Shabat e para os não iniciados poderá "soar" que nosso Mestre Moisés tenha deixado o mundo no entardecer duma sexta-feira qualquer, mas não é assim.


ובְהַאי רָצוֹן, אִסְתַּלָּק מֹשֶׁה, נְבִיאָה מְהֵימָנָא קַדִּישָׁא מֵעָלְמָא. בְּגִין לְמִנְדַּע, דְּלָא בְּדִינָא אִסְתַּלָּק, וְהַהִיא שַׁעֲתָא בְּרָצוֹן דְּעַתִּיקָא קַדִּישָׁא נָפַק נִשְׁמָתֵיהּ, וְאִתְטָמַּר בֵּיהּ. בְּגִין כַּךְ, (דברים ל"ד) וְלֹא יָדַע אִישׁ אֶת קְבֻרָתוֹ כְּתִיב. מַה עַתִּיקָא קַדִּישָׁא, טְמִירָא מִכָּל טְמִירִין, וְלָא יַדְעִין עִלָּאִין וְתַתָּאִין. אוּף הָכָא, הַאי נִשְׁמְתָא דְּאִתְטַמַּר בְּהַאי רָצוֹן, דְּאִתְגַּלְיָא בְּשַׁעֲתָא דִּצְלוֹתָא דְּמִנְחָה דְּשַׁבְּתָא, כְּתִיב וְלֹא יָדַע אִישׁ אֶת קְבֻרָתוֹ וְהוּא טָמִיר מִכָּל טְמִירִין דְּעָלְמָא, וְדִינָא לָא שַׁלְטָא בֵּיהּ. זַכָּאָה חוּלָקֵיהּ דְּמֹשֶׁה.

Veha’ai ratzon, istalak Moshe, nevi’ah meheimaná qadishá me’alma. Begin leminda, dela bedina istalak, vehahi sha‘ata beratzon de’Atiká qadishá nafak nishmateh, ve’ittamar beh. Begin kakh, (Devarim 34) velo yada ish et kevurato ketiv. Mah Atiká qadishá, temirá mikol temirin, vela yad‘in ila’in vetata’in. Uf hakha, hai nishmeta de’ittamar behai ratzon, de’itgalyá besha‘ata ditzlota deMinchá deShabb'ta, ketiv velo yada ish et kevurato, vehu tamir mikol temirin de’alma, vedina la shalta beh. Zaka’a chulakeh deMoshe.

"E neste ratzon retirou-se Moshe, o profeta fiel e santo, do mundo. Para saber que não se retirou por din, mas naquela hora, no ratzon de Atiká Kadishá, saiu sua neshamah e ocultou-se nele. Por isso está escrito (Devarim 34): “e nenhum homem conheceu o seu sepulcro”. Assim como Atiká Kadishá é oculto de todos os ocultos, e não o conhecem os superiores nem os inferiores, assim também aqui: esta neshamah que se ocultou neste ratzon, que se revela na hora da tefilah de Minchah de Shabat, está escrito “e nenhum homem conheceu o seu sepulcro”; e ele é oculto de todos os ocultos do mundo, e o din não domina sobre ele. Feliz é a porção de Moshe."

- ZOHAR ITRO 88A - 464

וַיִּקְבֹּר אֹתוֹ בַגַּיְא בְּאֶרֶץ מוֹאָב מוּל בֵּית פְּעוֹר וְלֹא יָדַע אִישׁ אֶת קְבֻרָתוֹ עַד הַיּוֹם הַזֶּה.

"Vayiqbor oto bagai be’eretz Moav mul Beit Pe‘or, velo yada ish et kevurato ad hayom hazeh."

DEVERAIM 34:6

Aqui, no próprio versículo que narra o sepultamento de Moshê, criptografado dentro do próprio passuq (versículo) em ""Pe'or, velo yada ish et..." está "ADAR (אדר)." Moshê se ocultou no dia 7 de Adar e o Zôhar afirma que este dia foi SHABAT.

De acordo com o luach dos Hilul'Ot dos Tsadiqim, nosso Mestre Moisés nasceu no dia sétimo de Chodesh Adar, o mês em que Moed Purim está fixado, e deixou o mundo em outro sétimo dia de Chodesh Adar 120 anos depois e o Zôhar revela que isto foi uma Shabat. O nascimento de Moisés deu-se no ano hebreu de 2368 e o seu ocultamento no ano hebreu de 2488. A Toráh foi outorgada no ano hebreu de 2448. No calendário greco-romano Moisés nasceu então no ano 1393 antes de Cristo e ocultou-se no ano 1273, no dia 23 de Fevereiro, num domingo que foi considerado pelo Zôhar como sendo uma Shabath e não porque era uma sexta-feira e sim porque foi o sétimo dia do mês hebreu.

As evidências de que não foi uma sexta-feira greco-romana (mesmo porque isto nem existia naquela época) por ser visualizadas nas imagens.





Em outro ponto está revelado pelo Dere'k Nistar, a tradição dos Mistérios através do Santo Zôhar, que o Rei David nasceu numa Shabat (Shavu'Ot) e por isto teve também que deixar o mundo numa Shabat (Shavu'Ot) 70 anos depois. O nascimento de David ha'melech (O Rei David) deu-se no ano hebreu de 2854 no dia 6 de Sivan que correspondeu ao dia 25 de Maio de 907 antes de Cristo, uma Quarta-Feira e ocultou-se no mesmo dia 6 de Sivan de 2924, isto foi Segunda-Feira, 30 de Maio de 837 antes de Cristo, ambos nascimento e ocultamento foram numa Shabat.

Portanto, a shavuá (semana) estabelecida pela Torah não é a semana estabelecida pela religião e a Shabat não é às sextas-feiras.

A Torah diz: 
"Lembra-te do sétimo dia para o santificar...".
זָכוֹר אֶת-יוֹם הַשַּׁבָּת, לְקַדְּשׁוֹ.

Por que o sétimo dia é tão importante? Porque está atado ao sétimo nível de consciência, ao sétimo céu e o Sagrado só se encontra no sétimo pavimento, que é o Pavimento de Safira (Livinat ha'Saphir) no Sétimo Heichal (Palácio Celestial). Isto significa que todos os véus da consciência ilusória devem ser atravessados para se chegar ao sétimo nível, o sétimo dia.

Dentro do passuq mencionado acima há um código nas rashei teivot (letras iniciais) onde lemos "Para ela o Zayin (sétimo)."

A consciência Israel (os aspectos negativos em nós que foram corrigidos e elevados) é dominada pela Lua, enquanto a consciência das nações (os aspectos negativos não corrigidos) é dominado pelo sol.

Assim, no 7°, 14°, 21° e 28° dias do mês lunar são shabat'Ot (plural de Shabat) caindo ou não na sexta-feira. Logo, deve-se compreender que a Shabat é consciência e assim para o mequbal (místico hebreu/qabalista) todos os dias são Shabat.

Por que então, o judaísmo aceitou a corrupção? Desconfio que a resposta seja dinheiro, o capitalismo.

A CONFUSÃO CRIADA POR 
HILLEL IIº

Antigamente, o povo ia até o Beit-Din (Tribunal Rabínico) para saber, por exemplo, quando ia cair o Rosh Chodesh ou se, ao ver a Lua nova, aquele dia era Rosh Chodesh. O Beit-Din calculava e confirmava ou não se era Rosh Chodesh. Com a destruição do Beit Ha'Miqdash e não podendo mais o Beit-Din se reunir, Hillel IIº criou um calendário com alternativa para "ajudar" o povo a não se afastar das festas e das Shabatot empurrando o dia da Shabat para sexta-feira romana e assim, ao invés de ajudar o Am ha'Aretz, ele lançou a consciência do povo ao dominio das qlipot. Hoje, passados séculos, o povo sequer conseque calcular e compreender que está errado e assim, não conseguem corrigir, devolvendo a Shabat ao seu dia verdadeiro.

IOM HA'SHABAT
O CÓDIGO 


Investigando sobre o verdadeiro dia da Shabat, descobri o código acima cuja key-code (palavra-chave) é "IOM HA'SHABAT (יום השבת)" que surgiu cruzada pelo versículo  de Shemot (Êxodo) 15 do capítulo 31:

שֵׁשֶׁת יָמִים יֵעָשֶׂה מְלָאכָה וּבַיּוֹם הַשְּׁבִיעִי שַׁבַּת שַׁבָּתוֹן קֹדֶשׁ לַיהוָה כָּל הָעֹשֶׂה מְלָאכָה בְּיוֹם הַשַּׁבָּת מוֹת יוּמָת׃

"Sheshet yamim ye’aseh melachah, u’vayom ha’shevi‘i Shabbat Shabbaton kodesh laYHWH; kol ha’oseh melachah beyom haShabbat mot yumat."

"Seis dias será feita a obra, mas no sétimo dia é Shabat de completo repouso, sagrado para YHWH; todo aquele que fizer trabalho no dia de Shabat certamente morrerá."

- Êxodo 31:15


EVIDÊNCIAS ANTIGAS

O Seder Olam Rabbah, um texto rabínico antigo que oferece uma visão geral da história judaica, lista a destruição dos dois Templos, enfatizando como este dia foi providencialmente escolhido para a destruição do Segundo Templo para exatamente igualar o Primeiro: 

הָיָה ר׳ יוֹסִי אוֹמֵר מְגַלְגְּלִין זְכוּת לְיוֹם זְכוּת וְחוֹבָה לְיוֹם חוֹבָה. כְּשֶׁחָרַב הַבַּיִת בָּרִאשׁוֹנָה אוֹתוֹ הַיּוֹם מוֹצָאֵי שַׁבָּת הָיָה וּמוֹצָאֵי שְׁבִיעִית הָיְתָה, וּמִשְׁמַרְתּוֹ שֶׁל יְהוֹיָרִיב הָיְתָה, וְתִשְׁעָה בְּאָב הָיָה. וְכֵן בַּשְּׁנִיָּה.


Hayah Rabi Yosi omer: megalgelin zechut leyom zechut vechovah leyom chovah. K’shecharav habayit barishonah, oto hayom motza’ei Shabbat hayah, u’motza’ei shevi‘it hayetah, u’mishmarto shel Yehoyariv hayetah, veTish‘ah beAv hayah. Vekhen basheniyah.


"Rav Yossi declarou: O mérito é destinado a um dia de mérito, e acerto de contas para um dia de acerto de contas. Quando o Primeiro Templo foi destruído, foi na noite seguinte ao dia da Shabat, foi no ano seguinte a um ano sabático (shemitá), e foi no tempo de serviço da família Yehoyariv, e foi o 9º da Av. O mesmo se aplica à Segunda destruição do Templo."

Aqui está a evidência de que a recepção da Shabat no mês em que o Beit Ha'Miqdash foi destruído, foi no sétimo dia do mês de Av e logo, se compreende que se seguida o calendário lunar da Toráh e não o calendário juliano vigente na época.

TALMUD TAANIT 29a

אָמְרוּ: כְּשֶׁחָרַב בֵּית הַמִּקְדָּשׁ בָּרִאשׁוֹנָה, אוֹתוֹ הַיּוֹם תִּשְׁעָה בְּאָב הָיָה, וּמוֹצָאֵי שַׁבָּת הָיָה, וּמוֹצָאֵי שְׁבִיעִית הָיְתָה, וּמִשְׁמַרְתָּהּ שֶׁל יְהוֹיָרִיב הָיְתָה. וְהַלְּוִיִּם הָיוּ אוֹמְרִים שִׁירָה, וְעוֹמְדִין עַל דּוּכָנָם. וּמָה שִׁירָה הָיוּ אוֹמְרִים? ״וַיָּשֶׁב עֲלֵיהֶם אֶת אוֹנָם וּבְרָעָתָם יַצְמִיתֵם״, וְלֹא הִסְפִּיקוּ לוֹמַר ״יַצְמִיתֵם ה׳ אֱלֹהֵינוּ״, עַד שֶׁבָּאוּ נׇכְרִים וּכְבָשׁוּם. וְכֵן בַּשְּׁנִיָּה.

"Os Sábios disseram: Quando o Templo foi destruído pela primeira vez, aquele dia era o Nono de Av; e e foi no término do Shabat; e era o ano seguinte a um Ano Sabático; e era a semana da guarda sacerdotal de Yehoyariv; e os levitas estavam cantando o cântico e de pé sobre sua plataforma. E que cântico eles estavam cantando? Eles estavam cantando o versículo: “E Ele trouxe sobre eles a sua própria iniquidade, e os eliminará em seu próprio mal” (Salmos 94:23). E não conseguiram recitar o final do versículo: “O Senhor nosso Deus os eliminará”, antes que os gentios viessem e os conquistassem. E assim também aconteceu quando o Segundo Templo foi destruído."

Taanit 29a -12


O texto do Talmud deixa claro que o Beit-haMiqdash foi destruido um dia depois da Shabat, logo, se o Templo foi destruido em 9 de Av, a Shabat foi no dia 7. Qualquer pessoa que queira argumentar que o calendário de Hillel IIº está correto mostrará toda ausência de compreensão e se insistir mostrará o qual desonesto é.

7, 14, 21 e 28


EVIDÊNCIAS NO SÊFER CHEZIONOT
CHAIM VITAL




Outra evidência se encontra no Sêfer Ha'Chezionot (Livro das Visões) do Rabino Chaim Vital em uma anotação que ele fez sobre um sonho que teve na Érev Shabat (Véspera da Recepção da Shabat). Ei-lo:

ליל שבת כ"ז לניסן. ראיתי כי קרי בחלום, ואקום ואצטער מאד מאד על הקרי, וחזרתי לישון וארא למורי ז"ל. ויאמר לי: "הנה, עדיין לא הגיע הזמן על מה שצוויתיך בהיותי חי, שתלך לדור בירושלים." ועתה בא הז"ה עמי למערה אחת של צדיקים, לדעת מה יהי'. והכנסני היה במערה אחת של צדיקים מהזמן התנאים הראשונים, והיו בה בנין קדרון מפואר מאד מן אבנים גדולות על הציונים של ת"ח, אותן הקברות על אותה מערה של הלל ושמאי. וארא שהייתי חקוקתי באבן אחת גדולה, שעל קבר אחד שם קסטיאל חקוק, ותחתיו חקוק שם סמאל, וגם היה שמות אחרים חקוקים חקוקין כן שם ושכחתים. ושם אמר לי מורי ז"ל: "הנה, כבר הגיע הזמן ונתנין לך רשות שתלך לדור בירושלים."


"Sexta-feira à noite, dia vinte e sete de Nisan, 5337. Eu vi que eu tive uma emissão seminal em um sonho. Acordei e fiquei muito angustiado com a emissão. Voltei a dormir e vi meu mestre z"l. Ele me disse: Ainda não chegou o tempo que eu te ordenei quando eu era vivo, que você deveria ir morar em Jerusalém. Agora, venha comigo para uma caverna dos Tzadqim, para saber o que será no futuro. Ele me levou a uma caverna particular dos Tzadiqim do período do início dos Tannaim. Era uma construção muito bonita e antiga, feita de grandes pedras sobre as lápides, como a caverna de Hillel e Shammai. Eu vi esculpido em uma grande pedra sobre uma sepultura o nome Castiel e sob ela esculpido o nome Samael. Havia outros nomes também esculpidos ali, mas eu os esqueci. Lá, meu professor z"l me disse: Chegou a hora e você recebeu permissão para ir morar em Jerusalém."

Sêfer Ha'Chezionot - anotação 26

Se nota aqui, claramente, que o rabino Chaim Vital, teve o cuidado de anotar o dia, que foi o dia 27 de Nisan e, evidentemente, Vital não escreveu "sexta-feita" mas, "Leil 27 be'nisan (noite de 27 de nisan)" ou seja, numa Érev Shabat, indicando que a Shabat era santificada nos dias ordenados pela Torah, ou seja, 7, 14, 21 e 28 do mês hebraico e, por esta razão, Vital escreveu "leil" que é anterior à meia-noite.

Seguindo em seu diário, o Rabino Chaim Vital nos fornece outra evidência de que a Shabat era santificada nos dias de acordo com o luach da Toráh. Vejamos:



"Na noite seguinte no encerramento da shabat. Sonhei que havia um livro aberto diante de mim e escrito nele que os zaddiqim estão em um nível mais alto do que os "animais sagrados", pois suas almas são cortadas do trono divino."

Sêfer Ha'Chezionot - anotação 27 

É claro que Vital não escreveu "Saturday" como está na tradução para o inglês. Isso foi coisa do tradutor cuja mente permanece dominada pelo calendário gregoriano. O que Chaim Vital escreveu foi "Dia seguinte, Shabat..." ou seja, "Dia seguinte, vinte e oito de Nisan, Shabat..." o que deixa claro e evidência que, láno século XVI, os Cabalistas de Tz'fat seguiam os dias no calendário da Torah e não no calendário juliano imposto por Roma.

Em outras anotações em seu diário, Vital nos forneceu mais evidência de que seguia a santificação da Shabat de acordo com o que foi ordenado na Torah. Vejamo-as:

"Sexta-feira à noite, dia treze de Ab. Sonhei que era o dia de Shavuot ou Rosh Hashaná e eu estava sentado com meu pai, minha mãe e parentes comendo à mesa."

Sêfer Ha'Chezionot

Nota aqui que Vital menciona o dia 13 do mês como sendo o sexto dia, ou seja, a Érev Shabat, o que está correto, pois as vésperas das Shabatot sempre caem nos dias 6, 13, 20 e 27 de cada mês hebraico.

Erev Shabat
6,13,20 e 27

Fica claro e estabelecido que os qabalistas de Safed não seguiam o calendário de Hillel IIº e continuavam seguindo o calendário cósmico da Torah.

O Zôhar, em Parashat Itro, nos conta que, Moshê, nosso messias e nosso mestre, faleceu em uma Shabat como consequência de ter nascido em uma Shabat. E quando foi que nasceu Moshê nosso mestre? No dia 7 do décimo segundo mês, o Chodesh Adar e, faleceu no mesmo dia, 120 anos depois, em 7 de Chodesh Adar e portando, o Zôhar está nos informando que, o dia da Shabat é o dia 7 do mês hebraico.

A SHABAT DE'QATNUT

EM CONSTRUÇÃO...

Bem, temos que trabalhar para corrigir isto, o que é muito difícil, pois tudo no mundo (alma) esta sob o domínio do lado da corrupção, exceto Israel (a consciência corrigida, elevada e desperta). Que o Sagrado, bendito seja Ele, nos ajude. 

Razá Ila'ah
BËN MÄHREN QADËSH
RAV MISHA'ËL HÄ'LEVI

sábado, 26 de outubro de 2013

Paralelo 70/137

No dia 8 de Maio de 1945, no momento em que o Almirante Karl Dönitz assinava a capitulação da Alemanha Nazista e assim rendia incondicionalmente a nação hitlerista aos países aliados, uma imagem foi capturada pela judia Edell Mainard, libertada do Campo de Concentração de Auschwitz em 27 de Janeiro de 1945 pelos Soviéticos, no momento no qual o navio Goya se aproximava da Ilha de Manhattan.

O negativo foi encontrado 36 anos depois por sua neta, a jovem Elisabeth Edell, no antigo baú da avó. Ela o mandou revelar. Ao ver a foto, surpresa e sem compreender, guardou-a junto às relíquias da avó e se esqueceu dela até que seu filho Martin Edell a encontrou e publicou-a em seu blog com o titulo “Parallel 70/137” no dia 10 de Outubro de 2006. A postagem dizia: "If parallel universes exist this is surely, definitive proof (“Se universos paralelos existem, esta é com certeza, uma prova definitiva”).

Nas linhas posteriores Martin explicou porque intitulou a postagem de “Paralelo 70/137”: In the Hebrew language the number 70 and the value of the word "Sod (Secret)" and 137 is the value of "QABALAH" and together were the mystical sentence "Secret of QABALAH (Na lingua hebraica o numero 70 e o valor da palavra "Sod (Segredo)" e o 137 é o valor de "QABALAH" e juntos foram a sentença mística "Segredo da QABALAH).

Depois de somente 600.000 visualizações o blog foi misteriosamente retirado do ar. Martin Edell nunca mais foi encontrado. Sua família acredita que ele foi sequestrado e morto. A foto e a história reapareceram em Fevereiro de 2012.


Se esta historia for verdadeira, seu significado aterrador prova que, em algum universo paralelo os EUA já não existem mais...

A Foto

סיפור דמיוני

Fatos Reais

O Goya foi navio utilizado para refúgio de alemães, chegou a salvar muitas vidas antes de ser atingido por dois torpedos e ser partido ao meio, afundando em pouquíssimo tempo. O cargueiro abrigava cerca de 7 mil pessoas.

O Almirante Karl Dönitz realmente existiu e foi mesmo o responsável pela rendição da Alemanha nazista.

Fatos Fictícios

Edell Mainard e demais personagens não existem. Foram criados pelo autor para este conto de Ficcão. A foto da detonação atômica da Ilha de Manhattan foi capturada de um vídeo com o uso do Smartphne Samsung Galaxy Note II e recebeu a aplicação de alguns filtros digitais para o efeito de envelhecimento.

O número 600 é a razão em gematria hebraica qabalista do termo "Sheqer" cujo significado é "Fake".

Autoria
Deepak Sankara Veda
Escritor místico autor de Crônicas de Qédem e Câmaras do Tetraedro

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O Antigo Código Ison

COMETA ISON NAS ANTIGAS ESCRITURAS HEBRAICAS: Um antigo código descoberto em 1996 por Michael Drosnin, autor do Livro "O Código da Bíblia" parece conter uma previsão sobre um cometa que seria fragmentado. Junto com o código encontra-se um ano (2012) que poderia ser o ano da fragmentação ou a nomenclatura deste cometa. 

Muitos códigos que Michael descobriu mostraram-se, para tristeza dos religiosos, que tem feito esforços para tornar falso o verdadeiro, mostraram-se corretos, como o "Assad Shoá (Holocausto de Assad)" descoberto na mesma época e que agora mostra-se real, já tendo ceifado mais de 110,000 vidas. Seria esta previsão sobre o Cometa Ison?



O Código diz: "Cometa, 2012, ele será desintegrado, Eu o cortarei em pedaços". Interessante notar que, a nomenclatura do Ison é "C/2012 S1.

Sobreviverá o Cometa Ison por sua passagem pelo Sol? Ou seu destino já estará decidido? Resta-nos aguardar, pois está previsão pode ser apenas um dos muitos universos paralelos codificados no Antigo Código Hebreu. 

COMET ISON ANCIENT HEBREW SCRIPTURES: An ancient code discovered in 1996 by Michael Drosnin, author of the book "The Bible Code" seems to contain a prediction about a comet that would be fragmented. Along with the code is one year (2012) it could be the year of fragmentation or the nomenclature of this comet.

Many codes discovered that Michael showed up for the sadness of religious who have made efforts to make the false true, proved correct, as the "Assad Shoah (Holocaust Assad)" discovered at the same time and now shows up real, having already reaped more than 110,000 lives. Would this prediction about Comet Ison?

The code says: "Comet, in 2012, it will be disintegrated, I'll cut to pieces." Interestingly, the nomenclature of Ison's "C/2012 S1". 

Ison survive by its passage by the Sun? Or his fate is already decided? It remains to wait because it is forecast may be just one of many parallel universes encoded in the Hebrew Old Code.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A Carruagem do Tempo


"Este é o livro": literalmente assim, como temos explicado, isto é, quando Adam estava no Jardim do Éden, Deus enviou-lhe um livro pela mão de Raziel, o anjo encarregado dos mistérios sagrados. Neste livro estavam as matrizes superiores contendo a sabedoria sagrada, e setenta e dois ramos de conhecimento expostos a fim de demonstrar a formação de seiscentos e setenta e inscrições de mistérios mais elevados". - Zôhar Bereshit

Zôhar Bereshit

Os 72 Nomes (Shem ha'Meforash) possuem 670 mistérios elevados, conforme revela o Zôhar. A maioria dos livros publicados são cópias do que foi revelado pelo Kabbalah Centre e não possuem profundidade e nem a revelação de novos mistéios. Eis aqui, um segredo que nenhum livro havia revelado:

"Vehu'Yah= Gematria estendida de "Vehu (Vav, Hê, Vav)" é 44 e isto revela "D'lí (Aquário)" e "D'li" é o "Cântaro" o doador e o receptor das Mayim tehorim (águas puras superiores), ou seja, a Sabedoria de Chochmá. Já a gematria estendida de "Vehu'Yah" é 64 e este valor somado ao revelador do nome, Razi'ël (248) é igual a 312 que revela Le'aver yud - O atravessador do yaqum (universo) e também me'aver (passagem/transição) e também "transição de" e "passagem de (um universo para outro)". Assim, Vehu'Yah é uma verdadeira "Merkavá (carruagem)" divina que pode ser usada pelo "Portador das águas superiores (o que atingiu o despertar, a consciência de D'li)" como um veículo para conduzí-lo a todos os tempos e em e para todos os universo, mundos, constelações.


Revelando mais sobre está "carruagem", seu uso pode e deve ser associado à Shabat, pois a "Shabat" e chamada de "Hayá, Chovê vê'Yavô (Era, é e virá)" pois, na Shabat todos os tempos estão unidos e o "andarilho estelar" pode viajar para frente e para trás. Para tornar este veículo ainda mais poderoso, podemos associá-lo às Oti'Ot divinas do passuq de Qohelet 3:15 que diz: "O que existe, já existiu, e o que existirá já existe agora (מַה-שֶּׁהָיָה כְּבָר הוּא, וַאֲשֶׁר לִהְיוֹת כְּבָר הָיָה; וְהָאֱלֹהִים, יְבַקֵּשׁ אֶת-נִרְדָּף.)", pois dentro deste verso temos duas vezes a palavra "K'var (כְּבָר  antes/passado)" e que, quando permutada torna-se "Rakav (רכְּבָ  carruagem)" e como são duas, são então veículos para o futuro e para o passado.

Assista aos filme "Deja-Vu com Denzel Washington e Jim Caviezel", Incotrolável com Denzel Washington e Chris Pine" e "Frequência" com Dênis Quaid e "Jim Caviezel", todos estes filmes carregam mistérios sobre este Nome Divino e sobre os 72 Nomes.

Incontrolável

Deja-Vu

Alta Frequência

"É preciso fazer com que o Sol ilumine todos os mundos unindo-os debaixo de uma única luz e então poderás transitar entre eles (Artesão da Luz)".

De Volta Para O Futuro


Shem ha"Meforash - O Livro


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O Artesão Da Luz