O rabino Chaim Vital foi o mais proeminente aluno do Sagrado Leão de Safed (Tzfat) e a razão pela qual o Santo Ari'zal veio ao mundo em sua única encarnação. Em certa ocasião, o Sagrado Mestre, revelou ao Rabino Vital que ainda faltavam onze preceitos para que ele cumprisse toda a Torá de Hashem e ele os enumerou para iluminar a consciência do Rabino Chaim e servir como um sinal para quando ele voltasse mais um vez ao mundo para completar estes preceitos e realizar a sua missão. Estes preceitos foram divididos em 5 preceitos femininos e 6 preceitos masculinos.
O número onze é um grade segredo aqui e o sinal para também se reconhecer a Era messiânica e sua chegada. Onze se escreve em hebraico "Echad Ésser (אֶחָד עֶשֶׂר)" e a sua gematria é 583. O rabino Chaim faleceu em 3 de maio de 1620 no calendário vigente na época e que era o juliano e 23 de abril no calendário gregoriano que passou a ser vigente em 1583. O meses de abril e maio são regidos pela constelação de Touro e que em hebraico é Mazal Shör (מַזָּל שּׁוֹר) cuja gematria é exatamente 583.
O Rabino Chaim Vital nasceu em Safed ao Rabino Yoseff Vital Calabrese no dia 1º de Cheshvan de 5303 que no calendário juliano correspondeu ao dia 23 de outubro de 1542 e depois, com a mudança para o gregoriano ficou sendo o dia 11 de outubro de 1542. O pai do Rabino Chaim era da Calábria na Itália e por isso ele foi chamado de Vital Calabrese.
Dos onze preceitos que faltavam ao Rabino Chaim para cumprir toda a Torá, um dos mais importante entre os masculinos era o da hospitalidade. Na ocasião em que o Santo Mestre lhe revelou este segredo, ele disse: "Teu irmão habitará contigo e este é um preceito próximo ao da Tzedaká (Caridade), sendo que se trata de dar um ofício ao irmão para que possa viver contigo, como é sabido (Shaar Ha'Guilgulim Ha'Qadmá 38)".
O segredo é que, este preceito não está limitado à ação física apenas, mas também ao mundo espiritual, pois devemos ser hospitaleiros para com as almas durante a shabat para recebermos almas adicionais e durante toda a vida recepcionando almas que vem para nos auxiliar com nossa missão e também para completarem os seus tikunim (correções espirituais).
Uma das centelhas que completavam a vestimenta da néfesh do Rabino Vital era a alma do Profeta Yonáh (Jonas).
Em hebraico, a expressão mística "Bô Yonáh Ben Amittai (Veio Jonas, o filho de Amittai) resulta em gematria igual a 583. Este valor, 583, é segredo da minha reencarnação nesta vida do porque eu sou um verdadeiro qabalista.
Até os 29 anos, eu nada sabia sobre a minha reencarnação e eu estava perdido ainda na religião das qlipot (cristianismo) onde foi instruído pelos meus pais a trilhar. No ano em que completei 358 meses de vida (29 anos) eu tive um sonho no qual eu estava em uma caverna dentro da qual havia um Aron Ha'Qodesh (Arca Sagrada da Torá) e pessoas que cantavam o Máh Tovú, hino o qual eu jamais tivera ouvido até aquele sonho. Quando acordei, passei a cantar aquela canção e o conhecimento do hebraico começou a emergir naturalmente na minha boca. Logo, eu já lia e escrevia em hebraico.
Quatro anos antes, aos vinte e seis anos, eu havia fundado um grupo musical cristão o qual chamei de "Elijah" e eu não sabia que estava sendo acompanhado e instruído pelo Profeta Elijah (ELiahu Ha'Navi). A primeira vez que Elijah apareceu foi quando eu tinha 36 meses de idade (3 anos). Ele entrou no meu quarto e me chamou pelo meu nome (Paulo) por três vezes e nas três vezes eu levantei e fui até a sala perguntar à minha mãe onde meu pai, que viajava muito, estava, pois ele estava me chamando. Era a voz de Eliahu.
Dois anos depois do meu primeiro despertar, em 1998, eu ofereci meus trabalhos como músico em um site chamado Eclesianet. Um senhor, judeu messiânico e fluente em hebraico me contatou, pois o nome Elijah lhe havia chamado atenção. Esse senhor, cujo nome é Paulo, viria a ser meu primeiro professor de judaísmo e não por acaso ele residia no Tucuruvi na casa de número 667. Ora, o número 667 é o valor em gematria de Rabbi Isaac Lúria (רבי יצחק לוריא). A gematria do nome Paulo (פאולו) é 123 que é a mesma de Chaim Vital (חיים ויטל).
Certa vez, o Rabino Chaim disse "Eu e o Ari somos um (Shaar Qedushá)" aludindo à sua unificação eterna com a alma do seu mestre que, a partir dali, jamais se separaria dele.
No ano 1999, em outubro, eu comecei a recepcionar as Shabatot em uma sala emprestada no número 337 e ali, por aquele período, as pessoas me chamavam de Shaul (שְׁאוֹל), pois se acreditava que o Paulo tinha origem neste nome, o que não é verdadeiro, mas mesmo nisto, não havia um acaso, pois a gematria de Rabbi Chaim Vital (רבי חיים ויטאל) é exatamente 337. D'us me cercou de evidências que seriam gatilhos para o Despertar da minha alma. Depois de Purim, passamos, e eu o o senhor Paulo, a realizar os rituais em uma garagem situada em uma casa no número 1445 da Avenida Armando Salles de Oliveira onde ficamos até março de 2001 e o número desta casa possuía outro segredo que eu só descobriria quatorze anos depois...
Em setembro de 2000, eu ainda trabalhava securlarmente e estava em um estande da Sky vendendo assinaturas quando fiz amizade com um florista que tinha seu estande ali perto. Um certo dia, falando sobre assuntos misticos, Eugene, que é o nome do meu amigo florista, me perguntou se eu já tinha lido ou estudado Abdruschin (Abd-ru-shin ou Abdrushin) que é o pseudônimo pelo qual Oskar Ernst Bernhardt o autor da Obra Im Lichte der Wahrheit - Gralsbotschaft (Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal) é mais conhecido. Ele me mostrou o livro e eu perguntei onde ele o havia adquirido, ao que ele o abriu e me mostrou o selo da livraria na qual ele o havia comprado.
Era o selo do Centro de Estudos da Cabalá que ficava na Rua Conselheiro Brotéro em São Paulo e cujo o professor, naquela época era o Rabino Yoseff Saltoun. Na verdade, o que aconteceu ali, naquela noite de setembro de 2000, dentro do Suzano Shopping, foi a mão do meu Mestre, o Santo Arizal, me guiando para o meu despertar e para reconhecer minha reencarnação nesta vida. Era o Leão que ele queria que eu visse e que novamente a QABALAH SAGRADA despertasse no meu interior e foi ali, a partir daquela noite que eu voltei a estudá-la nesta vida.
Naquele período, durante o qual realizamos todos os rituais e os moedim (festivais da Torá) dentro da garagem que nos fora emprestada por um empresário chamado Benedictus, eu tive um sonho durante o qual eu ouvia sendo cantada a canção de Shabat chamada Veshamru no qual eu estava fazendo as tefilot diante de uma parede feita de tijolos à vista (ou aparentes) e uma voz me dizia "Mantenha firme a aliança".
Devido ao crescimento exponencial da nossa Qehilá, o senhor Paulo no qual o meu mestre, o Santo Ari, por Yibur (reencarnação) usava para me instruir, foi inspirado a me ordenar o Rabino da Qehilá, coisa que eu não desejava de forma alguma, mas da qual não podia escapar, pois eu sou a reencarnação de um rabino e não poderia negar nesta vida o que já havia sido ordenado em outra.
Então, no dia sete de Adar de 5761 (2 de março de 2001), foi lançada a sorte e ela caiu sobre a Even Tarshish (Berílo) e ficou claro o que Hashem desejava, pois meu avô materno se chamava Berílo e o nome desta pedra no original hebraico era o nome da Cidade para a qual Jonas pretendeu fugir quando foi chamado por D' us. A partir daquela noite eu passei a ser chamado "Misha' Ël Ha'Levi" cuja gematria é 432 (216x2) e conhecido por Rav Misha' El (רַב מִישָׁאֵל) nome e título cuja a gematria é igual a 583. Na mesma noite, meu irmão, Márcio, recebeu seu nome hebraico vindo dos lábios do senhor Paulo no qual a alma do Rabino Isaac Lúria estava por Yibur. Ele passou a ser chamado "Ariêh Mordechai" e mais uma vez a Providência Divina estava atuando.
Quando era pequenino, o Rabino Yitzchak Lúria ficou órfão de seu querido pai e então foi criado por seu tio, o Rabino Mordechai Francis. O Sagrado queria que eu soubesse este segredo de reencarnação e por isso deu ao meu irmão o nome hebraico de Ariêh Mordechai que tem as mesmas letras de "Ha' Ari-Mordechai" - o sobrinho e o tio.
Naquele ano, ainda celebramos o Pessach ali, na garagem da casa cujo número o segredo se revelaria ainda no futuro. Uma semana depois, ao nos reunirmos novamente para a Recepção da Shabat, descobrimos que a empresa de formaturas do senhor Benedictus havia se mudado e nos teríamos que devolver as chaves e não teríamos mais onde nos reunirmos para celebrar a praticar Torá e foi então que o sonho no qual eu rezada diante de uma parede de tijolos à vista me foi recordado e eu compreendi que, como Rabino da Qehilá, deveria procurar uma casa para estabelecê-la. Iniciei uma senda por todas as imobiliárias da cidade e nada, até que, em abril, no dia 20, um corretor me contatou e me disse, ao telefone: Rabino, tenho uma casa para o senhor. A primeira pergunta que fiz, foi qual seria o valor do aluguel, ao que o corretor respondeu "R$500,00".
No mesmo dia ele me levou para ver a casa, e quando eu a vi, fiquei assustado, pois, era uma mansão. Ao chegar no portão, dei de cara com o número na qual a casa estava estabelecida: 583. Quando entrei, tomei outro susto, pois a frente da casa era toda de tijolos à vista! Era a parede diante da qual eu estava fazendo minhas tefilot enquanto o Veshamru estava sendo cantado.
Voltamos à imobiliária para preencher a documentação e assinar o contrato. A secretária da Concept Imóveis me disse que Contrato seria de 30 meses e a data da vigência seria do dia 23 de abril de 2001 até ao dia 23 de outubro de 2003. Não foi eu quem escolheu a data, uma vez que eu não tinha ciência ainda sobre o Rabino Chaim Vital e nem nunca tinha ouvido, ainda, falar nele, ele que havia nascido no dia 23 de outubro e falecido no dia 23 de abril. A minha reencarnação nesta vida era e é um milagre, mas eu ainda não sabia disto.
Desde que havia retornado à prática da Torá de Hashem em 1999, o único desejo que eu tinha no coração era realizar minha Brit Milá (Circuncisão) e eu rezava com lágrimas nos olhos para que D' us me proporcionasse cumprir este preceito. No mesmo ano, 2001, eu hospedei por mais de um ano, um ex-pastor evangélico na nossa casa no número 583 e também, durante alguns meses, a um amigo meu, o qual chamavamos carinhosamente de "Beni" cujo nome é Ronaldo e que é um exímio baterista que eu havia conhecido no tempo no qual ainda estava perdido na religião das qlipot. Eu estava cumprindo parte dos onze preceito que haviam faltado ao Rabino Chaim Vital.
Em 2002 eu fiz uma palestra em uma loja maçônica em São Paulo, e eles me deram uma placa de agradecimento dedicada ao "Rabino Misha' Ël Ha'Levi" e nesta placa foi gravada a data na qual a palestra fora realizada: 23 de abril de 2002. O antigo rabino estava ali dentro de mim atuando para revelar a sabedoria da QABALÁH.
No dia 13 de Elul de 5762 (22 de agosto de 2002) eu tive uma elevação durante uma meditação e uma voz me disse que eu deveria acrescentar ao meu nome o nome Yehudá o que eu obedeci de pronto e imediatamente e então, chegamos a 2003.
Em Lag Ba' Omer, eu tive um sonho, e um Tzadik Nistar, vestido com um chassídico e portanto uma bengala, veio e me contou um segredo sobre o Guilgul (Reencarnação). Ele me disse: O Ruach de um judeu, não pode reencarnar sobre uma néfesh gentia e o segredo para isto está no verso que diz "irei e voltarei para o meu primeiro marido". que é parte do versículo "Ela irá atrás de seus amantes, mas não os alcançará; e buscá-los-á, mas não os achará; então dirá: Ir-me-ei, e tornar-me-ei a meu primeiro marido, porque melhor me ia então do que agora (Oséias 2:7)".
O segredo deste passuq (versículo) é a reencarnação das nafeshot (almas) dos judeus na Galut (exílio) e até completarem seus tikunim e então serem devolvidos para se unificarem, como numa casamento, aos seus ruchot (espíritos), segredos que estão em Shaar Ha'guilgulim, mas, até então, eu nunca havia estudado, nesta vida ao Portão das Reencarnações e apenas havia lido e estudado ao livro do Rabino Philip Berg, de abençoada memória, A Roda Das Almas.
No mesmo ano, 2003, eu traduzi dez capítulos do Shaar ha'Guilgulim e os guardei no computador. A razão para o que foi em dito em sonho por um Tzadiq Nistar está está estabelecida em Shaar Ha'Guilgulim que explicita que um ruach retificado não pode se assentar e ser unido com uma nefesh manchada e vice-e-versa.
No meu coração, a prece pelo milagre da minha circuncisão ainda era mantida com kavanná e então, no meu aniversário de 37 anos, eu pedi ao Santo, bendito seja ele, que me permitisse ser circuncidado no Hilulá (aniversário de facelimento) de um dos mestre de Safed, mas não especifiquei qual e foi então que o milagre se realizou. Tudo estava estabelecido pelo Divino.
No final de julho, fui apresentado, por um dos membros da nossa Qehilá, a um Mohel e Rabino que aceitou, depois de averiguar a intenção do meu coração e que eu era um verdadeiro praticante da Torá, fazer a minha Brit Milá. No meu coração, eu queria estabelecer um Minian (dez homens circuncisos) para a Qehilá, e cheio de amor para com os meus amigos e companheiros, questionei ao Rabino e se ele faria mais dez circuncisões no mesmo dia. Ele aceitou me pedindo o valor de U$100,00 por cada circuncisão e ele mesmo marcou a data: dia 3 de agosto de 2003.
Quando eu fui verificar no calendário hebraico, descobri que o dia 3 de agosto iria cair no dia 5 de Av de 5763, aniversário de falecimento do meu mestre, o Santo Arizal. Fui às lágrimas.
Uma semana antes da circuncisão, um jovem chamado Sh' muel teve um sonho no qual D' us lhe disse: O Arizal está no vosso meio. Eu fiquei me perguntando quem poderia ser uma reencarnação do Sagrado Leão no exílio e no nosso meio. Guardei este segredo no meu coração.
Na semana da minha Brit Milá, restrições gigantescas se manifestaram. A Federação Israelita estava sabendo da Nossa Qehilá e mandou duas pessoas para nos ameaçar e desmotivar pessoas a realizar a Brit Milá. Entraram em contato com o Mohel e o fizeram desistir de realizar a Brit contato a ele mentiras sobre a minha pessoa. Ele me comunicou sobre a sua desistência e eu implorei a ele que não desistisse. Hashem então, moveu o coração dele e ele aceitou novamente realizar as circuncisões.
No dia 5 de Av de 5763, no Hilulá do meu mestre, o Santo Arizal, eu fui, aos 37 anos, circuncidado na casa de número 583 juntamente com mais dez homens, num total de onze pessoas e realizado assim todos os demais preceitos que haviam faltado ao Rabino Chaim Vital de uma única vez. A partir daquele dia passei a me chamar Rav Misha' Ël Yehudá (רַב מִישָׁאֵל יְהוּדָה) cuja gematria é igual a 613 que é o mesmo número de preceitos que contem a Torá de Hashem!
No dia 23 de outubro de 2003, o contrato de aluguel da casa 583 venceu, e eu, motivado pelo Ruach Ha'Qodesh (Espírito Santo) mudei a Qehilá para a cidade de Mogi das Cruzes, para a casa de número 106, em frente à casa número 123. Em agosto de 2008, eu publiquei meu primeiro Livro, chamado "Guilgulim - A Roda Das Reencarnações".
Em dezesseis de fevereiro de 2017, sonhei e me foi mostrado uma escritura hebraica na qual eu podia ler "Eifo ha'navi ben-Amitai (אֵיפֹה הַנָּבִיא בֶן-אֲמִתַּי) - Onde está o profeta, o filho de Amitai?" ao mesmo tempo em que eu ouvia esta pergunta sendo pronunciada pelos mestres nos Céus (Academia Celestial).
Durante o sonho eu senti a presença do meu amado Professor, o Sagrado Leão de Safed (Ha'Ari Ha'Qadosh) e sabia que ele queria me dar um segredo. Ao acordar e ainda com esta impressão mística na memória da alma, procurei nela a assinatura do meu amado Mestre. Calculei a gematria das letras na oração que li e ouvi nos céus e descobri o valor 667 que é a gematria do meu mestre. Alguns dias depois deste sonho, eu atravessei o Portão de Yaffo pela primeira vez nesta minha reencarnação. Em hebraico "Shaar Yaffo (שָׂעַר יָפוֹ)" possui gematria Im Hakollel igual a 667 e esta por sua vez é a mesma gematria Im Hakollel de "Guilgul Arizal ve' ha' Rav Chaim Vital (גִּילְגּוּלִ אֲרִיזָּל והַרַב חיים ויטל)" ou gematria Hechrachi (com o acréscimo da letra alef a Vital como em algumas gafrias) igual a 667. O segredo é o que o Rebe Chaim Vital disse: "Eu e o Ari somos um!". No dia 30 de Nissan, hilulá do Rabino Chaim Vital, eu pisei na Rechov Ha' Ari (Avenida do Ari) e caminhei até o túmulo o meu mestre, o Sagrado Leão de Safed. Em hebraico "Rechov Ha' Ari (רְחוֹב הַאֲרִי)" tem a mesma gematria de Misha' Ël Ha''Levi que é 432, duas vezes 216 que é a gematria de Ha' Ari (הַאֲרִי).
Conclusão
Para encerrar esta profunda e espiritual revelação, vou abrir outro segredo que adorna este selo divino da obra realizada por Hashem, este verdadeiro milagre. O rabino Chaim Vital se ocultou do mundo no dia 30 de Nissan do ano 380 do 5º milênio. Em hebraico esta data é escrita com as letras "lamed, nun, yud, samech, nun sofit, shin, e pei (ל ניסן שפ)" e a gematria Mispar Kolel desta data maravilhosa do ocultamento desde grande sábio é exatamente 583.
"Os que falam contra os milagres de D' us no mundo, fazem lashon hará (maledicência) contra os Céus e contra a obra de Hashem, pois quem determina ao homem renascer e onde renascer é o Sagrado, bendito seja Ele, e não o homem".
Na noite de segunda 18 de Abril de 2011 terá início o "Tempo Fixado de Pessach (hebraico Moéd)". Digo "tempo fixado" porque todos os "Moedim" foram criados no princípio. Bereshit péreq 1, 14º passuq diz: "Vai omer Eloqim: yehi meorot bi´reqia ha´shamayim le´havdil bein ha´iom u´vein ha´laila ve´hayú le´otót u´le´moadim u´le´iamim ve´shanim (E disse Eloqim: Sejam luzeiros na expansão dos céus, para separar entre dia e entre noite, e sejam por sinais e por tempos fixados, e por dia e anos)".
Sabemos através do Sêfer Yovelim (ou Sêfer Ha´Yovel - O Livro dos Jubileus) que os Patriarcas antigos, anteriores à revelação da Torah em Har Sinai, já praticavam todas este moedim, como "Pessach, shavu´ot, rosh ha´shaná e sukot", portanto, estes moedim não fazem parte apenas de uma "religião judaica", mas são sim, uma ferramenta dada à todos aqueles que desejam elevarem-se através da prática e compreensão dos mistérios da Toráh.
Nós sabemos também, através do Zohar que, quando Adam caiu, ele cometeu três pecados, que foram "Idolatria, assassínio e incesto", e portanto toda a humanidade deve sofrer os tiqunim (karmas/correções) destes três grandes pecados.
Em Pessach nós temos a oportunidade de corrigirmos o pecado de idolatria, e por isto e outro mistério, a noite de Pessach é chamada de "Tiqum Ha´Pessach". O Zohar nos revela que em Pessach nós nos separamos da levedura, por ela é o poder designado sobre as nações (povos) idolatras. Aqui eu devo fazer lembrar que, o perverso Hitler começou os seus discursos nas "cervejarias da Bavaria" e portanto este por si só, já seria um ótimo motivos para aqueles que praticam a Torah, se absterem da cerveja. É desnecessário dizer que a cerveja contem "levedo".
Eu realmente não entendo porque os judeus, sabendo do Shoá (Holocausto) onde o perverso Hitler ceifou a vida de 6,6 milhões de judeus, sendo 1,5 milhão de crianças, ainda insistem em tomar cerveja.
Os ingredientes na Keará de Pessach contem símbolos e energias internas que nos fazer elevar os pensamentos e usá-los como ferramentas para nos corrigirmos (tiqunim) dos pecados cometidos por Adam e por nós mesmos.
O "Zeroa (Braço de Cordeiro)" simboliza que com "Braço forte nos tirou o Eterno do Egito (Mitzraim)". Este "Braço" corresponde à "Mão direita de Hashem" que é o Sefirot de Chessed (bondade), cuja a "Qlipá (Casca)" é a Idolatria, e portanto, ao intecionarmos com kavanot sobre este ingrediente, nós fazemos o tiqum e nos corrigimos do pecado relacionado a ele.
O "Betzá (O Ovo)" com a ponta queimada, externamente simboliza o "Am Isra´El (O Povo de Israel)" que quando mais persequido é, mais forte se torna, e internamente funciona como ferramenta para corrigir o pecado de assassínio. A "Chochamat Nistar (Sabedoria Oculta)" revela que o pecado de assassínio não está ligado apenas com o derramento físico de sangue, mas também com "envergonhar alguém em público", pois ao fazê-lo, a face da pessoa se torna vermelha, o que é considerado pela Qabalá como "Derramamento de Sangue".
O "Marór (Raíz Amarga)" externamente representa o sofrimento do povo Hebreu em Mitzraim, e internamente nos ajudará a fazer o tiqum pelo pecado de incesto. A Qabalá considera "incesto" todo tipo de relações sexuais realizadas de forma inapropriadas, envolvidas com o desejo de receber para si mesmo, ou como "zonot (prostituições)", e não apenas "relações sexuais que envolvem parentes, membros da mesma família). Outro segredo sobre o Marór é que, ingerido com as kavanot apropriadas ele nos aproximará a cada ano para mais próximo da imortalidade. O marór funciona como um "Antidoto" que faz com que anticorpos sejam produzidos e se tornem mais fortes, mais poderosos a cada ano.
O "Charósset (Mistura de maças, nozes raladas e vinho)" representa externamente os tijolos amaçados no Egito, e é o tiqum realizado pela Geração da Torre de Babel. O "Charósset" nos conecta ao Sefirot de Netzach que é a vitória, a imortalidade.
O "Carpás (Salsão)" que será mergulhado em água salgada, representa nossas lágrimas derramadas no Egito e internamente nos conecta ao Sefirot de Hód que é o refinamento, o esplendor atingido através das muitas e amargas restrições as quais somos submetidos e provocam o derramamento de lágrimas. Este ato de mergulhar o salsão em água salgada eliminará, erradicará todo julgamento despertado por nossas próprias ações.
Em "Devarei Ha´Iamim (Crônicas)" nós encontramos uma surpreendente revelação. Diz o passuq: "La´Adonai ki tóv, ki le´olam chasdô (Porque o Eterno é bom, e para sempre é a sua bondade)". Isto nos revela que, em todo o tempo, dia e noite, inverno e verão, em todas as épocas, a cada minuto, hora, o Eterno, bendito seja Ele, é bom, e que somos nós realmente, que despertamos sobre nós mesmo a severidade, que é a coluna esquerda da Árvore das Vidas. Não é o Eterno que nos pune, e sim, nós mesmos.
A "Chazéret (Alface Romana)" devidamente inspecionada e limpa de vermes e impurezas), nos conecta ao Sefirót de Yesod que é o "Salão dos Segredos", os mistérios da Torah revelados pela Chochmat Nistar. Aqui, eu aconselho que o oficiante ou o maguid revele mistérios do Zohar para os participantes do Sêder.
E por falar em "Sêder" palavra esta que é geralmente associada com a "Mesa de Pessach" devidamente preparada, mas que alude a um mistério mais elevado: O termo "Sêder" que significa "Ordem" alude a "Erradicar O Caos" de nossas vidas através destas eficientes ferramentas e kavanot intencionadas com profunda introspecção.
Finalmente a "Keará (O Prato)" onde estes ingredientes todos são dispostos de forma "ordenada" representa e nos conecta com o Sefirot de Malchut, e nos ajudará a realizar o tiqum pelos pecados de "Lashon Ha´Rá (Maledicência, fofocas, etc)".
As três "Matzot (Pães Azimos)" aludem e nos conectam aos três níveis da alma que são a "Nefesh (alma animal), Ruach (espírito) e a Neshamá (alma divina)", chamados pelos nomes códigos "Isra´El, Levi e Cohen". O "Aficoman (do Grego "Escondido)" e que em hebraico é "Tzafun (Secreto)" que é a "Matzá" do meio partida em duas (ao meio), alude ao Ruach (espírito) que é o mundo superior (zeir anpin -a pequena face). Uma das metades será "escondida" e está corresponde aos "Mistérios de D´us" à "Chochmat Nistar - A Sabedoria Escondida da Torah" e ao "Salão dos Segredos" o Sefirot de Yesód.
É chegado o momento de revelarmos os mistérios escondidos, que foram ocultos dos judeus pelo judaísmo rabínico, e nos elevarmos e conectamos com um nível mais elevado de consciência. Que Hashem nos ajude.
Sefirat Ha´Ômer
Ao iniciarmos o "Sefirat Ha´Ômer" na noite do segundo dia de Pessach, estaremos contando os cinquenta dias até Shavu´ot e retificando as Sefirot de cada Partzuf (Rosto) da Árvore das Vidas, atraindo centelhas luminosas para os cinquenta portais negativos, evitando assim, a nossa queda espiritual e a perca de nossa batalha contra o Satan, obtendo merecimento/mérito para que a Torah nos seja revelada em Shavu´ot.
Cerca de vinte, vinte e cinco anos atrás, surgiu, no movimento evangélico mundial, um movimento chamado “Batalha Espiritual”, baseado na interpretação corrupta das palavras ditas por Paulo, o Apostolo, aos Efessim (Efésios). Segue o passuq (verso):
“Porque não é contra carne e sangue a nossa guerra, sim contra os Príncipes, contra as Potestades, contra os Governadores das trevas deste mundo, contra os Espíritos maléficos que estão nas regiões acima."
- El Ha´Efesiim péreq 6, 12º pasuq
Aqui, existe um verdade escondida que os pastores e lideres espirituais cristãos se quer imaginam o que possa ser, e que Paulo, o Apostolo, um ex-rabino ortodoxo que outrora havia sido um suposto aluno de Ranban Gamali´El Ha´Zaqen (só que não), Mestre Qabalista citado no Talmud inúmeras vezes, sabia. É certo, portanto, que Paulo estudou a Sabedoria Escondida (Qabaláh) e conhecia muitos dos seus mistérios. Paulo Sabia que, ao abandonar a prática da Torah de Há´Shem, (o que ele claramente fez) ele e todos os seus seguidores estariam lançados debaixo do governo dos poderosos Príncipes Celestiais, os Sarim, que governam não só as regiões celestes, mas, também, são os “reis” deste mundo, e o segredo de como ele (Paulo) saiu de debaixo do governo de Ha´Shem está na "Brit Milá - A Aliança Sagrada da Circuncisão.
Antes de continuar, quero citar um trecho do Zohar Sagrado, o Livro Selado de Daniel, acerca da "Sagrada Circuncisão":
"R. Abba dijo: Feliz es Israel porque Dios lo que ha elegido de todos los pueblos y le dio este signo del pacto. Pues todo aquel que tiene este signo del pacto no descenderá a la Guehena (Rabino Abba disse: Feliz é Israel porque D´us o escolheu de todos os povos e lhes deu este sinal do pacto (a circuncisão), pois, todo aquele que tem este sinal do pacto, não descerá ao inferno)".
Zohar Lech Lechá
No final dos anos 80, o grupo musical “vencedores por cristo” lançou a música “Rei das Nações”, um louvor cristão que logo, como muitos outros, se tornou uma “febre” nacional dentro dos movimentos evangélicos. Segue a letra do refrão:
“Ó Rei das nações, quem não temerá? Quem não glorificará teu nome? Ó Rei das nações, Quem não te louvará? Pois só teu nome é santo”.
Na verdade, este cântico é baseado no livro do Apocalipse capítulo 15 e que foi construído a partir do versículo do profeta Yeremiahu capítulo 10 versículo 7 e que é o segredo do Rei das Nações (Melech ha'Goyim) e que não é o Santo, abençoado seja ele, uma vez que, em Jeremias, o Nome Santo não é mencionado. Já no Apocalipse ele foi acrescentado para fazer aludir ao Qadosh Baruch, mas, o Santo, abençoado seja Ele, não é o Rei das Nações, ele é o Rei de Yisrael (Melech Yisrael). Então, quem é o verdadeiro Rei das Nações? Veremos adiante...
Graças a Ha´Shem, nós temos a marca da circuncisão na carne, o Nome de D´us gravados em nossos corpos, e acima de tudo, o conhecimento da “Chochmat Ha´Nistar (Sabedoria Escondida)” da Torah de D´us, que é Perfeita, repito, que é Perfeita. Como então, a Torah de Ha´Shem que é declarada "PERFEITA" pôde ser chamada de imperfeita pelo chamado "Apostolo Paulo?" Penso que nem mesmo alguém que tenha abandonado a prática da Torah a chamaria de imperfeita. Está claro que isto foi influênciado nas mentes dos padres tradutores do chamado "Novo Testamento" pelo Príncipe que governa as nações e que rejeitou a Torah por eles, sabendo que eles não cumpririam os seus preceitos (mitzvot).
MELECH HA'GOYIM
מֶלֶךְ הַגּוֹיִם
No Zohar, os rabis estavam discutindo um pasuq dos neviim (profetas) e de como as pessoas o haviam entendido errado. Eis o verso. Está escrito:
“¿Quién no Te temería, oh Rey de las naciones? Porque a Ti te pertenecen, ya que entre todos los sabios de las naciones, y en todos los reinos, ninguno hay comparable a Ti
- Yeremiahu péreq 10, 7º pasuq – Zohar Mishpatim
Este é o mesmo verso que foi usado para construir o versículo do Apocalipse que musicado pelo grupo cristão “Vencedores por Cristo” acreditando eles que o verso está falando e está se dirigindo a Ha´Shem. Eis a terrivel verdade:
No Zohar os rabis continuam discutindo este verso, e eles então dizem: “Quanta gente entendeu mal este versiculo. Repetem suas palavras (como papagáios - acrécimo meu) mas o seu verdadeiro significado não lhe é revelado. É o Santo, bendito seja Ele, o Rei das Nações? Quando o Altíssmo dividiu por herança as nações, quando dividiu os filhos de Adão, fixou o limite dos povos conforme o número dos benei Israel (Filhos de Israel). Porque a porção do Eterno é o Seu povo, e portanto, Ele é o Rei de Yisra´el”.
O segredo do verso revela que D´us governa somente sobre Yisra´El, e se está é a grande e terrivel verdade, então surge a pergunta: “E quem governa sobre as nações da terra?”
O Príncipe Sama'El
מַלְאָךְ סַמָּאֵל
Ele é quem governa as nações da terra. Quando D´us estava para dar a Torah a Yisra´El, e para que este fosse um ato justo para com os povos da terra, D´us a ofereceu primeiro às nações, quer dizer, ofereceu-a ao Principe (Sar) que governa as nações, mas ele a rejeitou, pois sabia que as nações não conseguiriam cumprir os preceitos da Torah. Assim a Torah foi dada para Yisra´El, e é por isto que D´us reina somente sobre Yisra´El.
"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue".
- Zôhar Parashat Balak
A grande verdade é que, todos estes povos (os goyim) reunidos nestes grande movimentos religiosos dogmaticos, onde não existe a Sabedoria da Torah, mais somente a Sabedoria dos Sábios das nações, estão juntos, entregando louvores a quem eles acreditam ser o Criador, eles estão, na verdade e como o verso e a sua posterior musicalização diz, louvando ao Principe da Nações, o Anjo caído Sama´El (que D´us nos livre de pronunciar os seu nome), conhecido pelo nome Lucífer, de origem do Latim.
Aqui ainda há outro mistério que alude ao código hebraico “Goyim” traduzido frequentemente para “Nações” e que só poderá ser entendido por aqueles circuncisos que guardam e praticam a Torah de Ha´Shem.
"Goyim (Nações) é um termo bíblico hebraico que se refere aos aspectos negativos na alma e que são dominados pelo Anjo Samael. Quando estes aspectos negativos são colocados sobre o demínio e subserviência do Qadosh Baruch Hu, eles são chamados "Goy Qadosh (Nação Santa) - Êxodus 19:6" pois agora como uma única nação (unida) servem ao Santo, abençoado seja Ele."
הרמי"ה
O Zohar continua nos revelando: "Se o profeta aqui quisesse ter chamado “D´us” de “O Rei das Nações” ele o teria dito, mas ele está se referindo apenas aos Seus servidores (Os Sarim). Além disso, a última parte do versículo contradiz esta idéia, pois diz: "Ora, entre todos os sábios das nações não há nenhum como Tú (D´us)”. Os "sábios das nações" não é uma referência aos lideres religiosos, padres, pastores, etc, mas aos "Sarim (Os Príncipes)" que governam as nações.
Como outras nações têm muito a se vangloriar, é surpreendente que com esse verso não ascendam aos céus. Mas, na verdade o Santo, Bendito seja Ele, cegou seus olhos e de todas as outras nações irmãs, que para Ele são como nada, e são por ele reputadas como menos do que nada e vaidade. Constantemente nós encontramos todos estes povos que pregam que Ha´Shem rejeitou Israel porque Israel teria rejeitado o messias, se vangloriando de que são eles os "filhos do dono de todas as coisas" e portanto são ricos, possuem herança em todas as coisas, etc, e é absurdamente impressionante como estes povos não enxergam a verdade. É tão certo que estes povos não possuem a "Sabedoria Divina" pois, nunca, desde o principio nenhum padre, bispo, papa ou pastor ganhou um debate sobre as kituvei ha´qodeshim com qualquer rabino. A relatos no Zohar de bispos que até se convertam à Torah após perderem debatem acalorados sobre determinados pesuqim das escrituras.
E triste saber que as nações da terra continuam sendo enganadas por este lideres religiosos que nada entendem dos mistérios da escrituras, e não podem revelar a eles que estão sendo induzidos a adorar aquele que não é o Rei de Yisra´El.
Estas pessoas enganadas, saem em campanhas chamadas de "Batalha Espiritual" com intenções tolas e errôneas de "conquistar" bairros, cidades, estados e países, marchando pelas ruas carregando faixas, cantando e fazendo orações, tentando "reproduzir" o feito de Yechoshua Avéd Moshê (Josué, servo de Moisés), quando derrubou as muralhas de Yerichó (Jericó). O que eles não sabem é que, aquelas pessoas eram circuncisas e praticavam a Torah de D´us, e conheciam mistérios que estes, hoje, sequer desconfiam que existem, e mesmo quando ouvem falar em Qabalá, a rejeitam dizendo ser coisa do "diabo", e com isto blasfemam contra o Eterno, que Ele nos livre de tal ação. Quando os "Sarim" nas regiões celestes vêem estes povos em marcha pelas ruas tentando "derrubá-los" com suas campanhas de "batalha espiritual" e olhando para eles não encontram neles o "sinal da convenção sagrada (a circuncisão), eles riem-se deles dizendo: "Ali está o povo que rejeitou a Torah e a "Convenção Santa" tentando nos derrubar".
Quando Ha´Shem convocou Moshê e o comando a descer ao Egito para libertar o "Am Israel", Ele disse: "Vai ao Faraó... (Shemot 10, pasuq 1º)". Na verdade a "aparente má tradução (feita propositalmente para esconder os mistérios)" esconde um segredo maior. A Torah não diz "Vai ao Faraó", mas "Vem ao Faraó (Bô el Faraó)". De fato, Ha´Shem estava comandando Moshê a subir (vem) às regiões celestes e se apresentar diante do Príncipe que governava o Egito, e este Príncipe era um corrupto. Quando o Príncipe celeste olhou para Moisés e viu sua estatura messiânia, ele foi enfraquecido. Daqui nós aprendemos que, qualquer um que queira destronar um dos Sarim que governa sobre qualquer Continente ou qualquer país, esta pessoa tem que ser uma encarnação de Mashiach, e tem que ter atingindo a "estatura da consciência de mashiach". O segredo deste Príncipe celeste que governava o Egito, está no pasuq 8º do capítulo primeiro de Shemot (Êxodo): "E se levantou um novo rei sobre o Egito que não conheceu a Iosef (José). Este "novo rei" era o Príncipe que governava o Egito quando Moshê se apresentou diante dele nas regiões celestes.
O Zohar diz que, acima os Seres (Anjos, chayot) proclamam: "Afastai-vos do fulano que não honra a Torah". Imediatamente ele é deixado só e nem mesmo ajudado pelos céus ele será.
As pessoas imaginam que todos os Seres Celestiais (Chayot) acima são bons. Os antigos nos ensinaram que, quando o Egito abaixo se tornou corrupto, os Príncipes acima foram lançados na corrupção e impureza, e assim, todas as cidades do mundo foram lançadas na corrupção, exceto Isra´El, tanto acima, como abaixo.
Isto é tão poderoso que, mesmo Moisés, quando estava subindo para receber a Instrução (A Torah), correu o risco de ser destruido pelos Sarim (Chay´Ot Ha-Qadosh), pois quando eles o viram, questionaram quem era aquele intruso que ousava entrar no reino deles. Os principes estavam para o queimar, quando Moisés sacou e fez uso do Nome Santo, e então eles se prostraram, pois sabiam que era um homem de elevada estatura e que conhecia o segredo do Nome do Senhor.
O BODE PARA AZAZEL
“Rabi shimon disse: "e Jacó disse a Rivkah, sua mãe: eis que Esaú, meu
irmão, é um homem peludo, e eu sou um homem liso (beresheet 27:11).” O que esta
afirmação está sugerindo? Certamente, Esaú (עֵשָׂו) era um homem peludo (heb. Sa’ir),
daquele que se chama bode (heb. Se’ir), que é o outro lado, pois vem do mesmo
aspecto. “e eu sou um homem suave (heb. Chalak)”, significado um homem que foi
dado (heb. Nechelak) daquilo que ele distribuiu (heb. Chalak) aos ministros das
outras nações, como está escrito: “o qual Hashem teu Elohim distribuiu a todas
as nações (Devarim 4:19)” e, “pois, a porção de Hashem (hbe. Chelek) é o seu
povo (devarim 32:9).” Além disso, “um homem suave” significa que os dois bodes
foram separados e restou uma porção, que o sacerdote dividiu (heb. Chilek). Um
foi para a porção de Jacó e outro para o Santo, bendito seja ele. Por quê? Para
que a Bode carregue sobre seus ombros todos os pecados de Jacó, como está
escrito: “e o bode levará sobre si todas as suas iniqüidades (heb. Avonotam)” -
vaykira 16:22. Estas compreendem as letras “avonot (eng. pecados) + tam (lit. “Um
homem perfeito”), referindo-se aos pecados de Jacob conhecido como o homem
perfeito.”
- Zôhar Acharei-Mot 132
O bode (se'ir) é o cristianismo que emergiu de Esáv e que foi dado a Samael para que ele se ocupe com eles esquecendo Jacó (Israel) para que eles possam se ocupar com o Divino.
O Rei David E Os Príncipes Celestiais
David Ha´Melech (O Rei David), de abençoada memória, foi perseguido pelos Sarim (Os Príncipes Celestiais). Este segredo está no Tehilim péreq 119, 1º passuq, onde diz: "Sarim redafúni chinam, u´midevarêcha fachad libi - Sem motivo os Sarim (Príncipes Celestiais) me perseguiram, mas meu coração temeu somente afastar-se da Tua palavra (Salmo 119:1)".
Se o Rei David, praticante da Toráh de D´us, circunciso, um homem amado por D´us e pelo povo de Isra´El, foi perseguido pelos Príncipes Celestiais, o que se diria então, destas pessoas que rejeitaram a Torah e vivem enganando-se com suas falsas interpretações da Bíblia e enganando aos outros?
Paulo, o Apóstolo, já sabia disto, e por isto revelou aos cristãos daquela época, que não são os mesmos cristão desta época, e nem o mesmo movimento, que se eles quisessem que suas orações fossem ouvidas, teriam que vencer os Principes Celestiais que governam as regiões celestes e principalmente ao governador deste mundo, o Principe caído Sama´El.
É não era com muitas palavras, orações, suplicas que eles venceriam, mas com o uso dos Nomes Sagrados do Eterno, que certamente Paulo ensinou a eles. Mas acima de tudo, eles deveriam ser circuncidados, marcado com o Nome Santo, para que pudessem escapar dos demônios atados a eles, como revelei anteriormente.
O Zohar revela que, nenhum que seja circunciso, e que tenha cuidado corretamente da marca de D´us em seu corpo, descerá ao inferno, pois na porta do Gehinon a um Anjo que verifica se a pessoa é circuncisa ou não.
Eu não sinto pena e nem tristeza porque você está sentindo desconforto agora ao ler este artigo, mas sim, alegria, pois alguém que leia esta verdade, e esteja mesmo interessado em mudar sua vida, em demonstrar verdadeiro amor ao Eterno, aceitará a Torah e procurará circuncidar-se, mas não por interesse ou barganha, como muitos fazem dizendo: Ah! Vou virar judeu, pois judeus são ricos, prosperos, etc.
Eu tenho dez anos agora de experiência no ensino da Sabedoria Escondida, e neste longo período aprendi muitas coisas, principalmente adquiri a habilidade de conhecer as verdadeiras intenções daqueles que me procuram pedindo ajuda, ou supostamente interessadas em aprender a Qabalá. Poucos e raras pessoas tinham intenções sinceras, verdadeiras. A maioria apenas queria uma mudança social, financeira.
Outro dia, fui procurado por um empresário, que até hoje não conseguiu explicar como chegou até mim. Ele tinha muito interesse em Anjos. Cada vez, das poucas que veio à minha residência, me perguntava se eu "conhecia anjo tal". Fez-me promessas disto daquilo se eu o ajudasse, sem saber que já sou bastante experiente e que D´us sempre me revela aquilo que está escondido nos meus sonhos. Acabei lhe escrevendo e pedindo-lhe que fosse sincero comigo. Resultado é que tal empresário desapareceu, nunca mais me procurou.
Para esta pessoas, eu apenas gostaria de deixar um pasuq do Pirkey Avot: "Hillel, vendo um crânio boiando num rio, disse: Porque afogaste outras pessoas foste afogado, e quem te afogou virá também a ser afogado (Pirkey Avot péreq 2º, 7º pasuq)".
BATALHA ESPIRITUAL
קְרָב רוּחָנִי
O termo para "Batalha Espiritual" no hebraico é "קְרָב רוּחָנִי (Karav Ruchani)" o que "limita" esta dita "batalha espiritual" aos "Anjos de Yetzirá" os quais duvido que sejam conhecidos por pastor algum, ou será que estou errado?
Para encerrar por aqui, deixo um trecho do Zohar Sagrado que encerra um poderoso segredo, que estará revelado aos olhos dos iniciados:
Ana Be´Koach
Rabi Simeão disse: Quando a Shechiná desceu ao Egito, um ser vivente celestial (uma Chayáh) chamou Israel, e a forma do patriarca Jacob desceu com Ela (a Shechiná) acompanhada por quarenta e dois atendentes celestiais, cada um carregando uma letra pertencente ao Santo Nome de Ha´Shem. Todos eles desceram com Jacób ao Egito, e por isso é dito “e estes são os nomes dos filhos de Israel que vieram para o Egito ... com Jacob (Zohar Shemot)”.