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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

É a Sexta-Feira o dia da Shabat?


Foto capturada por mim usando uma filmadora Samsung.


Há algum tempo, um de muitos desconfortos, vem fazendo sua voz ser ouvida na minha alma, e quando a alma ouve é melhor dar-lhe atenção, pois a alma não está, como o corpo, sob o domínio do reino material. 

Segundo a Instrução Divina (TORAH), nem sábado nem domingo é o dia da Shabat! O calendário original descrito na Torá e usado por Moisés foi baseado nas fases da Lua (clico lunar), e não um ciclo contínuo semanal. Este calendário lunar foi usado para todos os Moedim (Tempos Fixados) como os shabatot (todos os dias em que rainha shekiná desde à sua tenda que é Malchut), incluindo a shabat semanal. Por isto o calendário universal chama-se Luach, porque é regido pela Lua.

Uma vez que o calendário bíblico é baseado na Lua, não correspondem aos dias do calendário gregoriano moderno que foi criado pelo Papa Gregório e imposto por Roma, por que continuar a segui-lo?. Por exemplo, a Shabath não é sempre no sábado, mas poderia ser na quarta-feira de um mês, e ou em um domingo do calendário romano. A verdade é que, os dias da semana romana não deveriam ter nenhum sentido para o povo judeu e nem deveriam ser seguidos.

SE ESTÁ ERRADO E NÃO ESTÁ DE ACORDO COM O LUACH HEBREU, POR QUE ENTÃO O SILÊNCIO JUDAICO MUNDIAL? POR QUE A RABANUT DESPREZA TODOS OS LIVROS ANTIGOS QUE HISTORICIARAM QUE A SHABAT ERA RECEPCIONADA A PARTIR DO SÉTIMO DIA DO MÊS LUNAR HEBRAICO?

REPOSTA: PODER FINANCEIRO!

Se a Shabat fosse recepcionada de acordo com o Luach Hebreu, isto criaria graves impactos econômicos na vida dos judeus, pois as pessoas que desejam recepcionar a Shabat hoje, de acordo com o calendário lunar bíblico, teriam que pedir dias de folga durante a semana de trabalho aos seus empregadores durante a semana gregoriana. Isto seria não apenas uma ou duas vezes por ano, mas a cada semana. Obviamente, tal calendário não seria considerado favoravelmente pela maioria dos empregadores e colegas de trabalho.

Hoje, por exemplo, é o dia 1º de Tevet (14 de Dezembro de 2012) que é o 10º mês de acordo com o Luach hebraico, e portanto a Shabath deveria ser recepcionada ao entardecer do dia 19 de Dezembro, quarta-feira 7 de Tevet.

Isto é mais uma evidencia que mostra que o mundo tem sido enganado pela Érev Rav (A multidão mista) que é a criadora do judaísmo mundial que nada tem haver com a prática hebraica da Torah, da verdadeira comunidade Israelita do deserto.

"SE PERMITE ENGANAR AQUELE QUE JAMAIS QUESTIONA, QUE NÃO FAZ PERGUNTA E QUE ACEITA TUDO NESTE MUNDO RELIGIOSO FALSO ESTABELECIDO PELA ÉREV RAV".

EVIDÊNCIAS ANTIGAS

O Seder Olam Rabbah, um texto rabínico antigo que oferece uma visão geral da história judaica, lista a destruição dos dois Templos, enfatizando como este dia foi providencialmente escolhido para a destruição do Segundo Templo para exatamente igualar o Primeiro: 

היה ר' יוסי או' מגלגלין זכות ליום זכות וחובה ליום חובה. כשחרב הבית בראשונה אותו היום מוצאי שבת היה ומוצאי שביעי(ת) היתה, ומשמרתו של יהויריב היתה, ותשעה באב היה. וכן בשנייה. 

"Rav Yossi diria: O mérito é destinado a um dia de mérito, e acerto de contas para um dia de acerto de contas. Quando o Primeiro Templo foi destruído, foi na noite seguinte ao dia da Shabat, foi no ano seguinte a um ano sabático (shemitá), e foi no tempo de serviço da família Yehoyariv, e foi o 9º da Av. O mesmo se aplica à Segunda [destruição do Templo."

Aqui está a evidência de que a recepção da Shabat no mês em que o Beit Ha'Miqdash foi destruído, foi no sétimo dia do mês de Av e logo, se compreende que se seguida o calendário lunar da Toráh e não o calendário juliano vigente na época.

Shabatot
7, 14, 21 e 28

Outra evidência se encontra no Sêfer Ha'Chezionot (Livro das Visões) do Rabino Chaim Vital em uma anotação que ele fez sobre um sonho que teve na Érev Shabat (Véspera da Recepção da Shabat). Ei-lo:

"Sexta-feira à noite, dia vinte e sete de Nisan, 5337. Eu vi que eu tive uma emissão seminal em um sonho. Acordei e fiquei muito angustiado com a emissão. Voltei a dormir e vi meu mestre z"l. Ele me disse: Ainda não chegou o tempo que eu te ordenei quando eu era vivo, que você deveria ir morar em Jerusalém. Agora, venha comigo para uma caverna dos Tzadqim, para saber o que será no futuro. Ele me levou a uma caverna particular dos Tzadiqim do período do início dos Tannaim. Era uma construção muito bonita e antiga, feita de grandes pedras sobre as lápides, como a caverna de Hillel e Shammai. Eu vi esculpido em uma grande pedra sobre uma sepultura o nome Castiel e sob ela esculpido o nome Samael. Havia outros nomes também esculpidos ali, mas eu os esqueci. Lá, meu professor z"l me disse: Chegou a hora e você recebeu permissão para ir morar em Jerusalém."

Sêfer Ha'Chezionot

Se nota aqui, claramente, que o rabino Chaim Vital, teve o cuidado de anotar o dia, que foi o dia 27 de Nisan e, evidentemente, Vital não escreveu "sexta-feita" mas, "Yom Shishi (o sexto dia)" ou seja, numa Érev Shabat, indicando que a Shabat era santificada nos dias ordenados pela Torah, ou seja, 7, 14, 21 e 28 do mês hebraico e, por esta razão, Vital escreveu "sexto dia à noite..."

Seguindo em seu diário, o Rabino Chaim Vital nos fornece outra evidência de que a Shabat era santificada nos dias de acordo com o luach da Toráh. Vejamos:

"Na noite seguinte de sábado. Sonhei que havia um livro aberto diante de mim e escrito nele que os zaddiqim estão em um nível mais alto do que os "animais sagrados", pois suas almas são cortadas do trono divino."

Sêfer Ha'Chezionot

É claro que Vital não escreveu "Saturday" como está na tradução para o inglês. Isso foi coisa do tradutor cuja mente permanece dominada pelo calendário gregoriano. O que Chaim Vital escreveu foi "Dia seguinte, Shabat..." ou seja, "Dia seguinte, vinte e oito de Nisan, Shabat..." o que deixa claro e evidência que, láno século XVI, os Cabalistas de Tz'fat seguiam os dias no calendário da Torah e não no calendário juliano imposto por Roma.

Em outras anotações em seu diário, Vital nos forneceu mais evidência de que seguia a santificação da Shabat de acordo com o que foi ordenado na Torah. Vejamo-as:

"Sexta-feira à noite, dia treze de Ab. Sonhei que era o dia de Shavuot ou Rosh Hashaná e eu estava sentado com meu pai, minha mãe e parentes comendo à mesa."

Sêfer Ha'Chezionot

Nota aqui que Vital menciona o dia 13 do mês como sendo o sexto dia, ou seja, a Érev Shabat, o que está correto, pois as vésperas das Shabatot sempre caem nos dias 6, 13, 20 e 27 de cada mês hebraico.

Erev Shabat
6,13,20 e 27

O Zôhar, em Parashat Mishpatim, nos conta que, Moshê, nosso messias e nosso mestre, faleceu em uma Shabat como consequência de ter nascido em uma Shabat. E quando foi que nasceu Moshê nosso mestre? No dia 7 do décimo segundo mês, o Chodesh Adar e, faleceu no mesmo dia, 120 anos depois, em 7 de Chodesh Adar e portando, o Zôhar está nos informando que, o dia da Shabat é o dia 7 do mês hebraico.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sinais Nos Céus: A Mensagem Do Cometa



"Dizem... que o cometa sempre os precede, estes destruidores de mundos - Iman no filme As Crônicas de Riddick. "E acontecerá que, no fim dos tempos, o Santíssimo reedificará Jerusalém (a terra). Uma estrela "fixa" estará (aparecerá) rodeada de outras setenta estrelas (constelações), e será visível por setenta dias - Zohar "O Ninho do Pássaro".

Todas as guerras e catástrofes são anunciadas por um evento celeste. Em 1986 o Comenta Halley anunciou uma grande catástrofe: A explosão do reator nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, tornando o local e a cidade vizinha de Pripyat inabitáveis, verdadeiras cidades fantasmas.

Em agosto de 2006, o C/2006 P1 - o Cometa Mcnaught - visto acima na foto, foi descoberto, sendo o mais brilhante em 40 anos depois da passagem do Ikeya-Seki em 1965. Durante sua passagem, Israel bombardeava o Líbano.


No texto do Zohar, um outro cometa é revelado: "Depois disto, a estrela reaparecerá somente uma vez no dia de Sábado". Isto é, sete anos depois, durante a Shemitá (שמיטה) que é o ano Sabático, e por isto diz "somente uma vez no dia de sábado". Esta estrela será o cometa recém descoberto, o C/2012 S1 que terá a magnitude de 15 luas cheias e atingirá o seu periélio em 28 de Novembro de 2013 (25 de Kislev de 5774) no primeiro dia de "Chanuká" exatos sete anos depois do Cometa McNaught.

A Mensagem Do Filme "IMPACTO PROFUNDO"


Outra assustadora profecia está codificada no filme "Impacto Profundo" quando um cometa é descoberto por um jovem astrônomo amador chamado "Leo Biderman". No filme o presidente dos EUA é um Afro-Americano. Leo é Leão, e o ano de 2013 quando o cometa C/2012 S1 se tornará visível é o ano que, de acordo com o luach universal será regido por leão no universo. Nos dias atuais, o Presidente dos EUA é o Afro-Americano Barak Hussein Obama. Coincidência?


Morgam Freeman como Presidente Afro-Americano em Impacto Profundo

No filme "As Crônicas de Riddick", Iman é um homem sagrado do Islam, um afro-heliano que vive em Nova Meca. Isto nos diz que, durante a passagem do cometa, uma grande batalha deflagrada contra as nações arábicas por causa do "Petróleo" e que culminará com a 3ª Guerra mundial será iniciada. O ego dos governos mundiais colocará fogo no planeta, e é por isto que o Zohar diz que "Deus reedificará Jerusalém" que é o nome que a Terra é também chamada nas Escrituras Sagradas.


Dadas estás evidências, nos resta considerá-las atentamente e usarmos este conhecimento para nos elevarmos mais, alterarmos nossas consciências e prepararmo-nos para o que está por vir.

domingo, 11 de novembro de 2012

Causa & Efeito

"Céus e inferno são resultado dos nossos pensamentos - Rabi Shimeon no Zohar". - "Eu criei o meu próprio inferno... - E eu sou o demônio que rastejou para foram dele" - do filme "Rápida Vingança". - "De Deus não se zomba, pois, aquilo que o homem semear, isto também colherá" - Paulo aos Gálatas.
 
Deus é um código para o mundo superior da Árvore das Vidas, onde todas as causas criadas, colocadas em movimento neste mundo (malchut) ganham vida e se manifestam depois. Causa (malchut) e Efeito (Zeir anpin). O mundo superior também é chamado "Céus". Nós somos os criadores das nossas bençãos ou dos nossos infortúnios.
 
Quando algum aceita o dogma religioso e vive por ele, será este o universo que seus pensamentos criará, e todas as bençãos ou "maldiçoes" serão fruto dos seus próprios pensamentos limitados.
 
Um exemplo, é a do jovem cristão que engravidou a namorada sabendo estar indo contra o "dogma" pelo qual sua vida era regida. A sabedoria nos informa que a carruagem da criança (os ossos) é criada através do sêmen do pai e dos seus pensamentos no momento da concepção. Assim, o pai escreve nos ossos da criança as consequências da sua própria "transgressão" àquele dogma religioso.
 
Resumindo, o filho fará exatamente a mesma coisa que o pai fez ao gerará-lo, e assim, todas as gerações futuras, a não ser que a "maldição" seja quebrada, e isto só pode acontecer ao gerar-se uma nova vida, cuja carruagem esteja livre de dogmas religiosos, em cuja palavras sagradas da Sabedoria foram escritas.
 
Portando, por que a jovem engravidou antes do chamado "casamento (de acordo com o dogma religioso e não de acordo com a sabedoria)?" Por que a sua mão fizera o mesmo.... Causa e Efeito.
Não adianta ir para a igreja e pedir perdão exaustivamente e em lágrimas. O perdão não apaga as consequências, somente a sabedoria pode fazer isto. Torna-se claro, então, que o pai deverá colher aquilo que semeou...
 
É comum filhas que vivem dentro de um dogma religioso, descobrirem, ao ficarem grávidas, que seus pais esconderam dela a vida inteira que fizeram o mesmo...
 
Melhor é viver pela Sabedoria do que através dos pensamentos da religião... Gerar filhos não deve ser a consequência de um relacionamento, deve ser uma ação da Sabedoria. Isto quer dizer que existe "ciência" na concepção de filhos, conhecimento que os antigos tinham, e por isto, as antigas gerações possuiram Sábios...
 
 
"Eu criei o meu próprio inferno... - E eu sou o demônio que rastejou para foram dele" - do filme "Rápida Vingança". -

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abraão - O Iogini



De repente, durante a minha kavanná (instrospecção, direção interior), ficou claro, ou seja, a luz revelou o mistério diante dos "Einai ha' Neshamá (olhos da alma)", e a imagem "religiosa" que eu carregava de um "Pai Abraão" velho, avançado em dias, curvado, foi substituida pela verdadeira essência de Abraão: Um praticante dos segredos ocultos da Instrução Divina (Torah), um "Iogini (Praticante de Yoga)". De fato, Abraão é o pai da yoga e suas práticas e também do Tantra. Mas, a religião, em razão de controlar as pessoas através da ignorância e do medo mentiu, ocultando estas verdades espirituais e produzindo assim, um mundo de pessoas acorrentadas, escravas.

Tomando uma avenida paralela, preciso dizer que, não há nada pior do quem o "bajulador", aquele que tece palavras de elogios afim de obter algo que não lhe pertence, algo que não lhe foi concedido pela Luz através do mérito. Nem todas as pessoas podem e não terão acesso à Sabedoria divina, pois não possuem mérito obtido através de muitas encarnações praticando a compaixão, bondade e o amor elevado pelas nações e pela própria Sabedoria.

O Zohar diz que, nada pode ser tomado de alguém a quem algo foi destinado. No entanto, aquele a qual tal coisa não lhe pertence e que foi obtido através da falsidade, da prática da bajulação com fins escusos, o Zohar diz que, sempre lhe será tirado aquilo que não lhe pertence. Em outras palavras, a Sabedoria não pode ser dada, não permanecerá sobre o domínio da pessoa para quem ela não foi destinada e sempre será tomada do "néscio" que deseja mantê-la sobre o seu domínio.

Pouco tempo depois de tentar possuir a Sabedoria, de haver bajulado os mestres a fim de obter vantagens através do conhecimento divino, o bajular se volta contra aquele que procurou instruí-lo com amor caluniando-o, difamando-o diante da sua ausência.

Voltando à nossa avenida principal, assim que o mistério foi revelado à minha neshamá, a imagem caduca religiosa de pai Abraão velho, doente, foi erradicada da minha mente, sendo substituida pela sua verdadeira imagem. Mas, como dizem, falar é fácil. Necessário é produzir evidência de que, o que escrevo aqui é verdadeiro.

Ontem, enquanto me deslocava sobre a merkavá do mantra "Om Namah Shivaya" iniciando minha nessiá (viagem mística) em direção aos mundos no interior, os olhos da alma se abriram novamente, e o texto hebraico do Gênesis capítulo 12 me foi mostrado, e dentro dele, codificado estava o termo transliterado para o hebreu "Yoga (יוגה)", e não apenas isto, mas o principal Nome de D'us usado em mantras indianos, budistas e das práticas orientais estava lá também, foi já o era usado pelo pai Abraão.


Acima, nós podemos conferir o capítulo 12 do Gênesis disposto numa grade de 26 em 26 letras equidistantes. No centro, na posição vertical na cor abóbora temos "Yoga" com a ocorrência duas vezes do termo "Qedem (Oriente)" na posição horizontal na cor rosa. Acima, cruzando "Qedem" na posição vertical em verde está o "Omm" o nome divino dos 72 Nomes usado em mantras hindus e budistas.



Quem codificou isto no capítulo 12 do Gênesis? O Sagrado, bendito seja Ele, e conforme foi escrito "e a escrita nas tábuas era a escrita de D'us...". Portanto, o hinduísmo, o budísmo e práticas místicas orientais, não são práticas impuras como dizem os rabinos ortodoxos, mas práticas místicas da Torah e que eram praticadas pelo pai Abraão.

Brahmanismo

Quando Siddarta Gautama começou a sua "Nativ (caminhada mística)" os praticantes da Sabedoria eram chamados "Brahmanês" que eram então os praticamentes do "Brahmanismo". De fato, e é fácil evidênciar isto, os Brahmanes eram os praticantes da Sabedoria que o Pai Abraão ensinou aos filhos das suas concubinas conforme o Zohar Sagrado revela. 

ברהמניזם
O termo hebraico acima é "Brahmanismo" translirerado do inglês para o "ivrit (hebraico)". Notem, abaixo a semelhança com o nome de Abrahm nosso pai.

אברהם
Marquei as letras semelhantes com a cor vermelha, para que a verificação fique mais fácil. Então vemos que, verdadeiramente, Abrahm é o pai do Bramanismo, e procurando por uma outra evidencia, encontrei na Torah um impressionante código:

Acima, temos em hebraico dentro do Livro do Levitcos "Brahmanism" e marcado em azul estão as letras raizes do nome Abrahm.

Aqui todo o código "Brahmanism" está marcado com a cor azul. Talvez você tenha notado, como eu notei assim que abri o código, a letra "alef (א)" que está sobrando acima do código central "Brahmanism". Ela surgiu espontaneamente, pois não pedi ao programa para procurar por ela. De fato, o código revelado pela Divina Providência é "Abrahmanism", como destacado abaixo:
 אברהםיזם

Então, acima temos agora o código "Abrahmanismo" marcado com cores diferentes, sendo o alef revelado pela torah em azul com o código raíz "Brhm" em vermeho e "nism" em verde. Então, Abraão é de fato o pai dos "vedas brahmanes" e consequentemente do "hinduísmo" e do "budismo". Estas práticas tiveram origem na Sabedoria escondida da Torah que Abraão revelou aos seus filhos e os mandou para o oriente, conforme está na Torah Bereshit  no capítulo 25 verso 6.

Compaixão

A principal caracteristica do Bramanismo e que foi herdada pelo budismo é a Compaixão, a bondade por todos os seres vivos e isto foi herdado do Pai Abraão, também conhecido como Pai da Misericórdia, da bondade e compaixão. Isto é com certeza mais uma evidência de que tanto o Bramanismo como o Budismo se originaram em Avraham Avinu (Abraão nosso pai).

Brahma

A origem do nome Brahma é sanskrito e significa "Extremamente Grande" e este é também o significado de Abraham. Antes conhecido por Avram cujo significado é "O pai elevado, grande, sublime" ou ao contrário "O elevado e sublime pai", Avram ganha a letra do Nome divino e passa a ser "Avraham" cujo significado é "O grande, elevado, sublime pai" e não, como deram os tradutores biblicos "Pai de Nações". Em hebraico "Av (אב)" é "Pai" e "Raham (רהם)" é "Elevado, sublime, grande". Verdadeiramente a raiz de "Raham (רהם)" é "Ram (רם)" que é "Grande, elevado, sublime" e que sofre um acréscimo do "Hê (ה)" do Nome Divino" tornando-se "Raham (רהם)". Se permutarmos "Raham" movendo o "Hê" para o inicio teremos "Haram (הרם)" que é "O Grande, O Elevado, O Sublime".

Há, por exemplo, um nome bíblico hebraico cuja signifiado é "Meu pai é elevado" que é "Abiram (אבירם)".


Continuará...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O Mantra do Buddha da Medicina e O Nome de D'us de Onze Letras

À medida que o despertar vai se tornando completo, que a mente vai se elevando após ser libertada do "Egito (a consciência do corpo)", os mistérios divinos vão se abrindo, vão se revelando àquele cujo coração está repleto de pureza na sua busca espiritual. As mentiras dos lideres religiosos e suas intenções egoistas de controlar o povo pelo medo, pela falsa pregação de quem vai ou não herdar os céus vão perdendo seu poder.

Três dias atrás, meditava, como de costume, quando minha mente ampliou-se e um segredo revelou-se, como muitas outras vezes e muitos outros mistérios. Eu usava na meditação um mantra conhecido como "Mantra do Buddha da Medicina". Na verdade, eu fui sarado por esta oração sagrada recitadas pelo Monge Seishin Arturo, meu amigo. Enquanto eu meditava usando esta "merkavá (carruagem) entoada por um monge através de um vídeo no Youtube, como disse, um segredo me foi revelado pela "Bat Qol - A voz da Filha, a Presença Divina". Ela contou-me que a oração possuia onze palavras assim como o Nome de D'us de Onze Letras que foi usado por Moisés no deserto para curar Miriam da lepra.

Abri os olhos voltando da meditação, e pus-me a contar as palavras do mantra do buddha da medicina, e como havia sido revelado, descobri exatamente onze palavras sagradas que são escritas e recitadas em Sânscrito, que, segundo Daniel Hale Feldman, judeu autor do livro "QABALAH - O LEGADO MÍSTICO DOS FILHOS DE ABRAÃO" é a segunda língua do Gan Éden (Jardim do Éden). 

É verdade, o mantra do buddha da medicina cura mesmo, assim como o Nome de D'us de Onze Letras. 

O segredo aqui é que, a sabedoria da Torah existe em todas as práticas místicas que se derivaram do Pai Abraão e que ele ensinou aos filhos de suas concubinas e os despediu para o oriente. Nós fomos enganados pelos lideres das religiões com seus discursos de ódio e segregação que é na verdade o veneno da serpente que é a mãe da Érev Rav (Multidão Mista) de quem as religiões se originaram. É fácil ver que as religiões são o engano da serpente, pois todas elas carregam discursos de ódio e separação racial ou etnico religiosa.

Até mesmo a vida de Siddartha Gautama - O Buddha - está escondida, códificada nas escrituras hebraicas.

Gênesis capítulo 25 verso 6 diz: "No entanto aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu ele dádivas; e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os ao Oriente, para a terra oriental".

 O zohar revela que, estas dádivas que Abraão deu aos filhos de suas concubinas foram partes da Sabedoria Escondida da Torah (Instrução Divina) e esta é a razão secreta do porque antes de Sidddarta atingir a iluminação messiânica os praticantes desta filosofia oriental eram chamados "Brâmanes" aludindo aos seguidores de "Brahma" que é na verdade "Abraham (Abraão)". 

ו וְלִבְנֵי הַפִּילַגְשִׁים אֲשֶׁר לְאַבְרָהָם, נָתַן אַבְרָהָם מַתָּנֹת; וַיְשַׁלְּחֵם מֵעַל יִצְחָק בְּנוֹ, בְּעוֹדֶנּוּ חַי, קֵדְמָה, אֶל-אֶרֶץ קֶדֶם

A palavra hebraica em vermelho (קֶדֶם) é "Qédem" e o zohar revela que esta "terra de Qédem" é de fato o oriente, em outras palavras a Ásia.

Muitas pessoas acreditam que Brahma é o deus cultudo pelos Hindus, mas é na verdade uma alusão ao pai Abraão, cujo aparecimento deu-se antes mesmo de que adão fosse criado, conforme está dito na Torah:


"Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus".
Gênesis 2:4
O verso original hebraico diz: "Ele toledot ha'shamayim ve´ha'aretz b'hibaram b'iom assot Adonai Eloqim aretz ve'shamayim".

No texto hebraico original a palavra "b'hibaram (בְּהִבָּרְאָם)" é escrita com a letra "h (הִ)" pequena, menor e o zohar nos conta que "b'hibaram" é um código cujo significado é "b'Abraham (בְּאָבָּרְהִם)" sendo esta pequena letra "הִ" o "Hê" do Nome Divino (יְהוָה) que seria dado para "Abram" tornando-o "Abraham". De fato, Abraham é "Brahma".

As religiões tem desvirtuado a humanidade da sua verdadeira essência divina, trocado a Sabedoria pelos dogmas e assim ensinado ódio no lugar do amor. Certamente D'us não está nisto e nunca esteve.

O Buddha Nas Escrituras Hebraicas

Todos os messias que se manifestaram neste mundo tiveram origem na mesma alma: A alma do pai Abraão. De acordo com o Sefer ha'Yashar (The book of Jasher em inglês) Abraão nasceu e por causa da ameaça de ser morto por Nimrod foi escondido numa caverna e lá cresceu até os treze anos. Yashu'a nasceu numa caverna, rabi Shimeon bar Yochai numa caverna permaneceu por treze anos e assim também rabi Isaac Lúria, todos reencarnações da alma do messias.

Em Micáh (Miquéias) capítulo 5 verso 1 nas escrituras hebraicas (verso dois na biblia cristã) diz: "Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de governar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade".

Na verdade este verso foi traduzido ambiguamente para se adaptar ao dogma cristão, hora fazendo parecer que se refere a Jesus, e hora fazendo-se parecer que se refere ao messias judeu para se adaptar ao dogma judaico.

Nós aprendemos que cada "passuq (verso)" das escrituras hebraicas possui 70 mistérios e este verso não é diferente.

א וְאַתָּה בֵּית-לֶחֶם אֶפְרָתָה, צָעִיר לִהְיוֹת בְּאַלְפֵי יְהוּדָה--מִמְּךָ לִי יֵצֵא, לִהְיוֹת מוֹשֵׁל בְּיִשְׂרָאֵל; וּמוֹצָאֹתָיו מִקֶּדֶם, מִימֵי עוֹלָם

 Verdadeiramente "Belém (Beith-Lechém)" cujo significado é "Casa do Pão" é uma alusão à constelação de virgem que é representada por uma jovem que segura na mão esquerda uma "espiga de trigo" e por isto, sua principal estrela chama-se "Spica (Espiga)". O simbolo da constelação de virgem é um "M". O segredo aqui é que toda manifestação das almas do messias tem uma conexão com Belém (a constelação) geralmente seus corpos são gerados neste mundo sob a influência de virgem, e por esta razão outro verso enigmatico diz: "Eis que a virgem (Belém) conceberá...".

No Novo testamento, encontramos este mistério na vida de Jesus: "Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré...".

O sexto mês hebreu, uma vez que o calendário gregoriano, juliano, ou seja, romano cristão fosse criado, é o mês de Elul que recebe e está sob a influência da constelação de Virgem, ou seja, Belém.

Assim, voltando ao verso de Micáh, descobridos que Buddha está codificado ali, pois a mãe de Siddartha chama-se "Maya (M)" e esta é a constelação de virgem. A seguir encontramos "moshal be'Israel (Governador de Israel)" e o dogma diz que, este "Israel" é pais de Israel e as pessoas chamadas judias, mas está não é a verdade e mais uma vez o mundo foi enganado.

Israel é um código para aquele que atingiu, através da prática da Sabedoria, um estado de consciência espiritual e dominou o seu ego. Na Torah, quando Yaakov está para encontrar o seu irmão Esav, este envia um anjo para matá-lo, e o zohar revela que este anjo era o "satan (הַשָּׂטָן)". Aprendemos que satan é um código para o ego e é muito simples verificarmos isto.

Logo após derrotar o anjo enviado por Esav, o qual os cristão acreditam erroneamente ser "Jesus", Hashem muda o nome de Yaakov para "Israel" e por que? A gematria de Yaakov (יַעֲקֹב) é 182 e a gematria de ha'Satan (הַשָּׂטָן) é 359.

182+359=541

O valor numérico 541 é o exato valor de Israel (יִשְׂרָאֵל) aludindo que Yaakov venceu a batalha contra o pior inimigo da humanidade: O ego.

Assim aprendemos que Siddartha venceu está batalha contra o seu pior inimigo tornando-se ele também Israel. Logo a seguir nos lemos: Cuja origens são deste os tempos antigos, desde os dias da eterninade.

Veradeiramente o verso não diz "dias da eternidade" mas sim "desde os dias de Qédem e por esta razão eu marquei em vermelho este termo no verso de Micáh colado acima, assim como o marquei também no verso de Gênesis com a mesma cor. Então, Buddha está também codificado nas escrituras hebraicas.

Agora sabemos também porque milhares de judeus se converteram o judaísmo para o budismo, fugindo do veneno da serpente, das mentiras da Erev Rav, em busca da alma da Torah: A Sabedoria Divina. Existem inúmeros mongem cujo sobrenome é Cohen revelando a origem destas pessoas.


O Caminho do Meio

Através da Sabedoria Escondida da Torah, sabemos que o caminho que devemos trilhar é o caminho do meio, conforme Hashem comandou a Josué: "Não te desviaras dela (arvore das vidas) nem para a direita e nem para a esquerda". Ou seja, trilharás o caminho do meio. Este "nativ (caminho)" é chamado "Nativ ha'Mashiach (O caminho do iluminado)". Veja os video abaixo.


Verdadeiramente Siddartha alcançou o nível de consciência da Torah despertando sua verdadeira naturez messiânica, a natureza verdadeira chamada Israel, mostrando que nós também podemos atingir este nível e despertar o "Buddha Dharma (Messias interno)" em nós.

O Artesão Da Luz