Al-Ghaib é uma expressão árabe usada para transmitir que algo está oculto (invisível ao entendimento). É um conceito importante no Islã e também na QABALAH, abrangendo não apenas o reino do divino, incluindo anjos, paraíso e inferno, mas também eventos futuros, que somente Hashem conhece.
No universo de Duna é referido como "Lisan Al-Gaib" significando "A voz do oculto/escondido" e é uma alusão aos mistérios da Sabedoria Escondida. Há uma expressão no árabe que é "eilm alghayb (علم الغيب)" e que se traduz como "Presciência" e também "Ocultismo." Na fé islâmica é o conhecimento exclusivo de do Divino (Allah) e que ele revela apenas aos Seus profetas e ao Mahdi (Messias).
Na Qabaláh a expressão é "Lashon Ha'Ne'elam (לְשׁוֹן הַנֶעְלָם) - A Voz do Oculto" que revela os mistérios ocultos da Sabedoria Esotérica da Toráh (Instrução Divina). A gematria mispar kollel de "Leshon ha'Ne'elam" é igual a 583. No aramaico-zohárico a expressão é Davrá ne'elam min-ha'malká (דַּבְרָא נֶעְלָם מִן-הַמַלְכָּא)" e signfica "Palavra oculta do Rei (Messias)." A gematria dessa expressão é igual a 583 e é a mesma mispar ne'elam de Mashiach (Messias) e também de "Yemót Ha'Mashiach (Era Messiânica)."
Na Bíblia encontramos a expressão "Leshon yonéq-Ël (לְשׁוֹן יוֹנֵק אֶל) - a Voz da criança divina" e é uma alusão a Enoch que é Metatron. A gematria dessa expressão é igual a 583 que é a gematria Albam de Chanoch (Enock). A numerologia qabalística mispar ne'elam de "Leshon yonéq" é igual a 314 que é a mesma de Shadda'i (שַׁדַּ"י) e Metatron (מְטַטְרוֹ"ן).
O Anel Do Mahdi
"Lisan al-Gaib"
Lisan al-Gaib é uma referencia sim, ao Mahdi (Messias) que tem o poder da presciência e a permissão de Hashem para revelar os segredos dos céus (Sabedoria Oculta).
O KIFTZAT HA'DERACH
O dom chamado "Qiftzat Ha'Derach". A reputação de grandeza do Rav Chaim Vital se espalhou até mesmo para os não judeus de Eretz Yisrael – e isso por si só às vezes lhe causava sérios problemas. Apesar de seu forte desejo de não deixar a Terra Santa, ele foi forçado a fugir para salvar sua vida para Damasco. Aqui está a história: Uma sexta-feira, todos os portões de Jerusalém foram selados. Ninguém tinha permissão para entrar ou sair da cidade. Os muçulmanos se reuniram na mesquita que, tragicamente, fica onde nosso sagrado Templo ficava em toda a sua glória. Um de seus oficiais de alta patente, um raivoso odiador de judeus chamado Abu-Sifin, estava passando por um dos portões. No silêncio das estradas vazias, ele ouviu o som de água fluindo sob o portão. Essas eram as águas de Nachal Gichon, o riacho de água que o rei Chizkiyohu havia selado ao enfrentar o inimigo, Sancheriv [ver Divrei HaYomim II 32:30]. O oficial, lembrando-se da existência deste canal de água e sabendo quem o havia fechado, virou-se para seus homens. “Há algum judeu que seja capaz de abrir este canal?” “Certamente”, respondeu um de seus homens. “Não muito longe daqui vive um grande Rav . Ele pode fazer qualquer coisa!” Dentro de uma hora, Abu Sifin estava parado na porta de Rav Chaim Vital. “Escute, judeu”, ele disse. “O povo desta cidade precisa das águas do Gichon. Eu ordeno que você abra o canal – sob pena de morte!” Rav Chaim não queria usar o santo Nome de Hashem para realizar milagres abertos em público. Em vez disso, ele fugiu e, com kefitzas haderech (encurtamento milagroso do caminho), chegou a Damasco no mesmo dia. Ele adormeceu e teve um sonho em que seu mestre em Kabbola , o sagrado Arizal , apareceu para ele. “Por que você não abriu o Gichon?”, perguntou o Ari . “Este teria sido o momento adequado para reparar o que o Rei Chizkiyohu fez contra a vontade dos Sábios. Se você tivesse aberto o Gichon, teria sido o início da Redenção!” Rav Chaim Vital desejou retornar a Yerushalayim imediatamente, mas o Arizal o impediu. “O tempo passou”, ele disse. “Perdemos nossa chance.”
O Midrash nos informa que, na Era Messiânica, todas as conexões ordenadas na Toráh (os moedim) não serão mais necessários e desaparecerão, exceto a Meguilat Esther, a abertura (Sha'ar) de Purim e a Toráh, isso porque, a humanidade terá alcançado a consciência de Mashiach (Messias).
Quando examinamos a Toráh com profundidade e com a ajuda de um Rúach ha'Qadosh (Espírito Sagrado), diferente daqueles que não recebem ajuda de cima para revelar os segredos da Toráh, descobrimos e evidenciamos o quão verídica é essa verdade.
Dentro da Porção Vayigash (Toráh Bereshit 44:18 a 47:27), no capítulo 45 no versículos 3 e 4, vemos Yossef ha'Tzadiq se revelando a seus irmãos dizendo "Ani Yossef (אֲנִי יוֹסֵף) - eu sou Yossef" afirmando isso por duas vezes, sendo uma no versículo 3 e outra no versículo 4.
A gematria dessa declaração (Ani Yossef) é igual a 583 em ATBASH e essa numerologia qabalística é a gematria oculta de Mashiach (Messias). Yossef declara isso duas vezes, uma para revelar que ele era Mashiach e a a alma-raiz de Mashiach e a outra para profetizar e revelar o atributo da Era Messiânica porquê, a gematria 583 é a numerologia qabalística oculta (ne'elam) de Yemót Ha'Mashiach (ימות המשיח) - Era Messiânica.´
No versículo 4, Yossef clama a seus irmãos, dizendo "gueshú-na elai (גְּשׁוּ-נָא אֵלַי) - aproximai-vos, vos imploro, de mim..." O que Yossef quis dizer com este pedido? Ele os estava implorando que despertassem o messias dentro deles, suplicando que eles se elevassem e alcançassem a consciência messiânica, e eles o fizeram, pois em seguida, está escrito "vayigashú (וַיִּגָּשׁוּ) - e se aproximaram..." cuja gematria Avgad é igual a 438 que é a numerologia qabalística mispar Gadol de "Sodei Meshiach (סוֹדֵי מְשִיחַ) - segredos de Mashiach."
Então, a seguir, Yossef declara "Ani Yossef (אֲנִי יוֹסֵף) - eu sou Yossef" que secretamente significa "Eu sou o messias" pois sua gematria é igual a que é a mesma de Mashiach e de Yemót ha'Mashiach (Era Messiânica).
Como nós podemos nos aproximar da alma-raiz de Mashiach e despertar nossa Messias interior e nos assemelhar a ele? Ouvindo e estudando com kavanná as revelações do Messias da geração (הַמְשִיחַ הִדּוּרָהּ) - Meshiach hiduráh" cuja gematria é igual a 583.
"Aquele que despreza o Mashiach da geração, atenta contra a Shechiná e vilipendia a oportunidade de corrigir a sua néfesh, desdenhando a oportunidade de despertar."
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PURIM PARA SEMPRE
Purim é a oportunidade que recebemos que nos aproximarmos da consciência de Mashiach e despertar o Messias interior.
No versículo 4 na parte na qual lemos "vayigashu, vay'omer, ani Yossef, achichem (וַיִּגָּשׁוּ; וַיֹּאמֶר, אֲנִי יוֹסֵף אֲחִיכֶם) - e se aproximaram, e disse-lhes, eu sou Yossef, vosso irmão..." as letras finais (sofei teivos) são as letras que formam o termo "Purim (פורים)" e isso evidência que Purim a a abertura que temos para nos aproximarmos da consciência messiânica.
No código acima encontrado no capítulo 45 da Toráh Bereshit, dentro da porção Vayigash, o termo-central na posição vertical é Mashiach e ao lado direito dele está Ani Yossef. Marcado na cor verde estão as sofei teivos que formam, por temuráh, o nome Purim.
O VINHO DA TORÁH
Existem duas mitzvot (conexões) muito importantes em Purim que são, alcançar e despertar muita alegria e tomar muito vinho. A palavra para alegria no hebraico é "Simchá (שִׂימְחָה)" cujas letras são as mesmas de ha'Mashiach (הַמְשִיחַ). Já, o termo hebraico para vinho é "Yain (יַיִן)" cujas gematriot são 70 (mispar hechrachi) que é a mesma de Sód (סוד) que significa mistério e se refere ao estudo do Zôhar Sagrado, 720 (mispar gadol) que é a gematria de Nistar (ניסתר) que é a parte oculta da Toráh, 73 (mispar mussafi) que é a gematria de Chochmá (Sabedoria), 45 (mispar siduri) que é a numerologia qabalística de Gueulá (Redenção) e 207 que é a gematria (ayak-bakar) de Ór (אור) que é luz.
Os judeus entenderam errado a mitzvá de Purim e começaram a se embebedar com muito vinho em Purim para alcançarem a alegria quando, na verdade, deveriam estudar os mistérios dos céus para despertarem Mashiach neles mesmos.
"O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; e quem se deixa dominar por eles, não será sábio (לֵץ הַיַּיִן, הֹמֶה שֵׁכָר; וְכָל-שֹׁגֶה בּוֹ, לֹא יֶחְכָּם)."
Mishley 20:1
Em algum outro lugar, não me recordo exatamente onde, lemos "O vinho abre mistérios...". Este vinho não é a bebida extraída do fruto da videira, mas, a Sabedoria Oculta Da Toráh. O Zôhar nos revela:
"Nesse momento (na véspera da Era Messiânica), Ela (a Shechiná) é aberta para dar à luz o Messias (Era Messiânica). Isto é devido à dor e angústia dos piedosos, homens de boas qualidades, sábios dos segredos da Torá, pessoas de humildade e vergonha, de temor e amor, de bondade, homens de valor, tementes a Elohim, homens verdadeiros, que desprezam subornos, para os quais será um tempo de pobreza. Isto é o que os sábios da Mishná explicaram. Nos tempos em que o filho de Davi vier (Era Messiânica), homens valentes irão circular de cidade em cidade, mas não serão favorecidos. Aqueles que temem o pecado serão desprezados e a sabedoria dos escribas será manchada (pelos religiosos). A verdade estará ausente e a videira dará o seu fruto mas o vinho (os mistérios dos céus) será caro."
Zôhar Acharei Mot 213
Celebremos Purim com verdadeira alegria e tomando o verdadeiro vinho da Toráh que é a Sabedoria dos céus.
"O vinho (mistérios dos céus), que alegra o coração do homem; o azeite (sabedoria oculta), que lhe faz brilhar o rosto, e o pão (a compreensão divina), que sustenta o seu vigor."
"Os mistérios dos céus despertam Mashiach no coração da humanidade, do azeite do Zôhar, a Era Messiânica, a compreensão divina no coração da humanidade trará o filho de David (Era Messiânica) na Era de Aquário (D'li)"
"Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência."
Gênesis 15:5
Na noite de 25 de dezembro de 2021, foi lançado ao espaço o telescópio espacial James Webb com a missão de estudar as estrelas, descobrir novos mundos e revelar os mistérios dos céus e as imagens que o James Webb já enviou são surpreendentes.
Quatro mil anos antes, Ha'Shem tomou Abraão, o levou para fora do mundo e o fez olhar decima para baixo e o desafiou examinar as estrelas. Ao fazer isso, o Qadosh, baruch hú, usou o termo hebraico "ha'bét (הַבֶּט)" que significa "olhar a partir de um determinado ponto de vista" mas que contém um maravilhoso segredo e que, somente os iniciados na Sabedoria Oculta da Toráh, aqueles que dormem com a alma da Toráh descansando sobre seus peitos, podem penetrar e revelar.
Há muito que venho dizendo que, cada palavra da Toráh é um acrônimo cujas iniciais encerram segredos sublimes e superiores. O termo "ha'bét (הַבֶּט)" é o acrônimo cujas roshei teivos (iniciais) são o segredo de "Hadrachá Bentzaút Technologia (הַדְרָכָה בְּאֶמְצָעוּת טֶכְנוֹלוֹגְיָה)" cujo significado é "Instrução Por Meio da Tecnologia."
Então, há quatro mil anos quando Ha'shem desfiou Abraham Avinu a examinar as estrelas e penetrar os seus mistérios, Ele inclui o futuro e que no amanhá vindouro, na aurora da Era Messiânica, as estrelas seria estudadas através da tecnologia e seus segredos seriam revelados.
O CÓDIGO JAMES WEBB
Assim que o James Webb foi lançado ao espaço, eu fui buscar por códigos na Toráh sobre ele, e o que encontrei foi surpreendente. James Webb está codificado uma vez na Torah Bereshit a cada 11910 SAEs (Saltos Alfabéticos Equidistantes) e no código diz que ele foi criado por homens, lançado em 5782 (2021/2022) e o mais supreendente: Logo abaixo de James Webb está o versículo no qual o Qadosh, baruch hú, desafia Abraão a examinar as estrelas, versículo no qual se encontra o termo-acrônimo "ha'bét (הב"ט)" que é o segredo de "Instrução Por Meio da Tecnologia."
O CÓDIGO JAMES WEBB
Somente um SER que conhece não apenas um futuro, mas todos os futuros e todos os universos, poderia ter codificado James Webb no Seu Livro e não em qualquer lugar mas, no texto no qual Abraão e desafiado a examinar e contar as estrelas e que, em uma única palavra tenha escondido que, no futuro, as estrelas seriam estudadas através da tecnologia.
"- Você está há muito tempo na estrada e a estrada muda um homem..."
Will Macklin - Velozes & Mortais
Uma estrada pode ser assustadora, mas também pode ser um caminho para uma bênção, uma vereda para a revelação. Assim, aconteceu comigo. Era o ano de 1999...
Havia três anos que a alma do meu mestre, o Arizal, tinha vindo e durante um sonho, me levado a Saféd e para a antiga caverna onde ficava sua sinagoga. Ele havia feito isso para despertar a minha alma que é a centelha do Rabino Chaim Vital.
Em 1998, o meu mestre veio, novamente, até mim por Ibür, em um senhor, um judeu messiânico chamado Paulo que morava na rua Tanque Velho número 667. Ora, o nome Paulo (que também é o meu) possui gematria igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital e o valor 667 é o resultado em gematria de Rabbi Itzchaq Lúria, o Arizal. O que eu ainda não sabia mas que descobriria no futuro era que meu mestre estava presente desde que eu estive no ventre de minha mãe.
Tanque Velho, 667
Em 1999, eu estava inquieto e insatisfeito e havia nascido em mim um desejo enorme por mudança de lugar. Escrevi um anuncio oferecendo meus serviços como músico e um pastor, um evangivaldo (mequetrefe como todos os outros) me respondeu me convidando para viajar com ele pelo interior de Minas Gerais para ministrar música enquanto ele pregava. Ali, eu ainda acreditava que poderia haver algo bom no cristianismo. Aquela viagem, destruiu aquela crença ilusória.
Aceitei ao convite do pastor, que naquele ano ainda residia nos EUA onde tinha sua igreja e, no dia 19 de abril, me encontrei com ele em Belo Horizonte para, no dia seguinte, em um Wolksvagem Gol cor verde, iniciarmos a viagem pela BR381. Era o inicio da minha jornada pela autoestrada do despertar, o caminho místico para a aurora da minha alma.
Escrito na imagem acima com o Gol verde, está a transliteração para o hebraico de BR381, o código que começaria a revelar a minha reencarnação e o meu destino. A gematria de BR381 é igual a 583.
No dia 3 de maio, depois de muitos dias de viagem, eu me encontrei com a pessoa que seria um gatilho para a centelha de Chaim Vital que já me circundava e estava destinada a transmigrar definitivamente para dentro de mim. Ora, o dia 3 de maio é o 123 dia no ano solar e a data na qual 379 anos no passado, havia se ocultado a alma do grande mestre, o Rabino Chaim Vital. Sim, o Rabino Chaim Vital havia falecido no dia 3 de maio de 1620.
O nome da jovem, Clélia (קליליה) cuja gematria é igual a 185 e que é o segredo da declaração "Ani Chaim Vital (אני חיים ויטאל) e que se traduz "Eu sou Chaim Vital." Clélia, assim como Chaim Vital, havia nascido sob a influência de Aqrav (Escorpião) no universo no dia 14 de Cheshvan do ano hebraico 5741 (התשמ"א). A gematria AVGAD de Akrav é igual a 583 e a Albam de 5741 (1981) é igual a 132 que é a mesma de Gilgulim (Reencarnações) e o mestre Chaim Vital é o autor do Sha'ar Ha'Gilgulim - O Portal das Reencarnações.
No mesmo ano me mudei por alguns meses para Dom Cavati onde Clélia residia. Uma noite antes de retornar à Suzano, acordei com um ESCORPIÃO amarelo na parede da casa que tinha alugado lá. Lá estava novamente o número 583 acenando para minha alma...
Dois anos depois, novamente o meu mestre veio e me deu a sua semichá (ordenação rabínica) e mudou meu nome para Rav Misha'Ël. Ora, o título Rav (רב) tem as mesmas letras de BR (בר) e Misha'Ël possui a gematria igual a 381. Isso foi na noite de Hilulá de Moshê, nosso mestre (7 de Adar) e o Rabino Isaac Lúria foi uma reencarnação de Moshê. Somando a gematria das letras de Rav Misha'Ël (רב מישאל) o resultado é igual a 583. Alguns dias depois e não por acaso, o meu mestre, o Arizal, me conduziu para morar na casa que ele já havia preparado, a casa 583 e no mês de Touro (מזל שור) cuja gematria é igual a 583...
O rabino Chaim Vital havia se ocultado em 3 de maio de 1620, no dia 30 de Nissan do ano hebraico 380. No ano 381 foi o seu primeiro Hilulá e e 381 anos depois, eu seria novamente rabino.
Quatorze anos depois desses eventos, no dia 27 de setembro de 2014, eu alcancei o despertar e todas as almas em mim acordaram e eu soube as minhas reencarnações. Eu tinha 583 meses de vida...
Em 22 de novembro de 2019, encontrei com o Rabino Joseph Saltoun na sinagoga de Mogi das Cruzes. Na shabat, dia 23, fizemos o miqevê na piscina da casa da avó do rabino Gabriel Grinberg. Depois do miqevê, o rabino Joseph Saltoun quis saber a minha história e eu contei à ele. À noite, ele se virou para mim e declarou: Você foi um dos alunos do Arizal...
O que eu não contei ao Rabino Saltoun foi que eu já sabia pois o próprio Arizal já havia me revelado. Ele me havia conduzido ao despertar.
"Estou surpreso que as pessoas deste mundo não prestem atenção às palavras da Torá ou à compreensão da razão de sua própria existência no mundo!"
"Estou surpreso que as pessoas deste mundo não prestem atenção às palavras da Torá e não se esforçam para alcançar a compreensão da razão de sua própria existência no mundo!"
Zôhar Lech Lechá
פִּתְחָא לְסֵפֶר חֶזְיוֹנָיָא דְּבַר אַמִּתַּי
Pitcḥá le-Sefer Ḥezyonayá de-bar Amittai
Em nome do Elohê Vivo, Rei do Universo, que concede sabedoria aos simples e revela os segredos do Seu universo aos que buscam com temor e amor. Bendito seja Aquele que ilumina os olhos dos que dormem, e desperta os que caminham nas sombras da ignorância para o conhecimento da origem de suas almas.
Naqueles dias, quando o espírito do mundo estava adormecido e os homens haviam esquecido de onde vieram e para onde vão, foi-me concedido ver, em sonho e em visão da madrugada, o mistério de Yonáh ben Amittai — o profeta que desceu às profundezas do mar e tornou-se sinal para todas as gerações. E ouvi uma voz que me dizia: “Eifo ha’navi ben Amittai?” — Onde está o profeta, o filho de Amittai? E estremeci em meu íntimo, pois compreendi que a pergunta não era sobre ele, mas sobre mim, sobre o eco das almas que retornam a cumprir o que deixaram inacabado.
Assim começou o relato das visões que o Santo, bendito seja Ele, me revelou: como as águas de Biná se moveram dentro do cântaro do tempo e a alma de Yonáh — o mesmo que foi também o Rabi Nehorai Sabá e o Rabbi Chaim Vital — despertou em mim, Misha’Ël HaLévi - Bën Mähren Qadësh, para cumprir o tikun da sua descida.
Eis aqui o registro de minhas visões, sonhos e sinais que o Altíssimo me mostrou — desde a noite chuvosa em que o “Homem do Fundo do Mar” surgiu na tela naquela segunda-feira 6 de fevereiro de 1978, até as madrugadas em que a Atlântida espiritual se revelou como o heichal oculto de Chochmah. Tudo isto escrevo, não por vaidade, mas como testemunho diante do Céu e da Terra, para que os que possuem Lév TAhór (coração puro) entendam que nada se perde sob o olhar do Ein Sof, e que os mistérios dos antigos profetas ainda se movem entre as ondas do tempo.
“Felizes os que mergulham no Mar da Torá e retornam com pérolas de compreensão; ai dos que zombam dos mistérios e fecham os olhos para a luz.”
"Ah! Esses pseudo-cabalistas, cujo único interesse é encher as próprias contas bancárias de dinheiro — e, por essa razão, cercam-se das mulheres da chamada “Constelação Familiar”, a pseudociência criada por um nazista que amava tanto Adolf Hitler que chegou a escrever um poema perdoando aquele perverso ditador por todo o genocídio que praticou. Ah! Esses pseudo-cabalistas que desprezam os que nasceram na Galut, gilgulim verdadeiros de verdadeiros qabalistas de Tz'fat (Safed) e se recusam a ouvi-los ou a ler seus escritos, por medo de descobrirem o quão alto eles ascenderam na Etz ha’Chaim, a Árvore das Vidas. Ah! Esses pseudo-cabalistas! Falsos!"
- Um Lamento Contra Os Vendilhões Do Sagrado
Eu estive com um DITO KABBALISTA em 22 de novembro de 2019. Naquela manhã fizemos o miqevêh e depois de ser reapresentado a ele, o mesmo quis saber a minha história. Me sentei diante dele e narrei-a para ele que em resposta declarou: "-você foi um dos alunos do ARI (Rabbi Itzchaq Lúria)." Acontece que eu já o conhecia, pois o tinha procurado na manhã de shacharit de 9 de março de 2002 e, em agosto daquele ano, 2019, eu havia sonhado que iria encontrar com ele, sem saber que ele estaria naquela cidade e naquela sinagoga naquele dia. Ali, foi dito a ele que, aquela comunidade só existia devido aos meus esforços espirituais. Naquela oportunidade, mostrei a ele o CÓDIGO LÚRIA que está criptografado na TORAH BERESHIT 24 vs 15, CÓDIGO este que me tinha sido revelado pelo próprio ARIZAL, de abençoada lembrança, mas ele não deu nenhuma importância. Ali eu percebi que ele, aquele dito kabbalista, não tinha verdadeiramente a alma de um qabalista e nem nenhuma conexão com a parte oculta da Torah, pois se tivesse, teria dado excepcional importância aquele código.
Lúria em BERESHIT 24 vs15 junto com ERA DE AQUÁRIUS justamente no versículo que RIVKA sai com seu CÂNTARO sobre o ombro.
Ele, o dito kabbalista, nunca me procurou, nunca enviou um recado, nunca quis saber mais a meu respeito. O que não contei a ele naquela manhã, foi que eu já sabia que havia sido aluno do ARIZAL em Tz'fat (Safed) em 1570 pois, o próprio ARIZAL, já havia me revelado o mistério do meu próprio gilgul.
Dois anos depois, em 2021, eu fui ofendido pelo líder daquela comunidade, sendo chamado de ANTISSEMITA apenas porque havia publicado um vídeo de uma reportagem feita pela REDE GLOBO em nosso PESSACH de 2004 quando estávamos naquela cidade e no qual eu havia colocado um disclaimer sobre as perseguições, injúrias, difamações, calúnias e ameaças de morte que havia sofrido por judeus ortodoxos. Chorei de tristeza e na minha prece pedi pela visita do meu mestre, o ARIZAL, pois se aproximava o Hilulá da sua alma. Na madrugada de 13 de julho de 2021, o ARIZAL me visitou e tomando-me pela mão me conduziu àquela comunidade naquela cidade e apontando para aquele dito kabbalista, me ordenou, dizendo: "- eu não quero você aqui, pois eles não estão preparados para sua alma." Obedencendo meu mestre, nunca mais coloquei meus pés naquela comunidade.
RITUAL DO CÂNTARO SAGRADO
MEMÓRIAS DE YONÁH,
NEHORAI SABA E CHAIM VITAL NA ERA DE AQUÁRIUS
Tudo começou, na verdade, em uma noite chuvosa do inicio dos anos 1970. O meu quarto foram improvisado na copa da nossa pequena casa, pois eu não tinha um. Os trovões me assustavam e o medo me fez gritar por meu pai e veio e começou a narrar-me a história de Jonas. Ele nunca mais leria para mim.
Na noite de 30 de Shevat, mês de Aquário, do ano 5.738 no Lúach da Torah, segunda-feira, 6 de fevereiro de 1978, estreava na Rede Globo de Televisão, à série Man From Atlantis (איש מאטלנטיס), aqui chamada de O Homem do Fundo do Mar. Eu tinha onze anos e estava com uma baita dor de dente. Era uma noite chuvosa e meu pai, contra minha vontade, me levou ao odontologista para fazer a extração do dente. Eu não queria ir pois não queria perder a estreia da série que amei deste que vi a chamada na Tevê Globo. Claro, eu não sabia que a razão de amar tanto aquela série era devido ao mistério da transição da minha alma.
Onze anos correspondem a 132 meses e este valor contém a gematria da palavra Gilgulim (גילגולים) que significa "transições da alma."
Fomos até ao dentista que ficava em uma sala em cima do Supermercado Kofu na Avenida Marechal Tito, 721 em São Miguel Paulista. Em hebraico "Extodontia (Extração do Dente) é "AKIRAT HA'SHIN (עֲקִירַת הַשֵּׁן)" cuja gimatria Mispar Ne'elam é igual a 583 e como dito, eu tinha ONZE anos de idade e ONZE em hebraico é igual a 583.
A série estreou nos USA em 22 de setembro de 1977 (י" בתשרי ) que foi Yom ha'Kippurim e isso é muito importante pois é, em Yom ha'Kippurim que lemos a Haftará de Jonas. A série teve seu capítulo final de 6 de junho de 1978 que caiu em Iº de Sivan e a Haftorah dessa semana foi Hoshêa que é sobre redenção.
SONHANDO COM ATLÂNTIDA
O Primeiro Sonho
12/04/2005
Ao alvorecer de 12 de abril de 2005, eu sonhei com a cena final da série Man From Atlantis e quando acordei, ouvi uma voz suave e doce que me declarou: "- Você não sabe tudo..."
O que a Voz quis dizer? Que eu nada sabia sobre mim mesmo, nem quem realmente era e nem quem eu havia sido em inúmeras transições passadas.
"Tem gosto de sal..."
Mark Harris
A palavra hebraica para Sal é melach (מֶלַח) e a sua gematria é igual a 78 que é a mesma mispar ne'elam (oculta) de Yoná (יוֹנָה) que é Jonas.
A Visita de Platão & Aristóteles
7 de janeiro de 2013
Na madrugada de 7 de janeiro de 2013, eu passei a madrugada nas companhias de Platão e Aristóteles. Eu mencionei esta experiência na manhã do dia 7 em um e-mail para o meu amigo e aluno Raul Kuk. Nada acontece por acaso e então, a pergunta certa a ser feita sobre esta experiência é: Por que Platão e Aristóteles vieram a mim durante a madrugada de 7 de janeiro e não no dia 6 ou no dia 8? Eis a razão:
Sete dias contém 169 horas e este valor é a exata gematria (numerologia qabalística) de "Atlantis (אטלנטיס)" quando transliterada para o hebraico. E qual o significado disto? Por que Platão e Aristóteles vieram ao meu sonho?
Platão foi aluno de Sócrates e professor de Aristóteles. Foi Platão quem mencionou Atlantis em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida" e foi seu aluno Aristóteles quem declarou "Um amigo é uma alma solitária que vive em dois corpos". Está declaração enigmática é um segredo da reencarnação por Ibür, tipo de gilgul (ciclo transmigratório de alma) que acontece com a pessoa ainda em vida.
Aristótles era uma centelha da alma de Avtalyon que tinha ensinado aos alunos que não tinham mérito para isto. Aristóteles ficou adverso com a Torá, mas fez teshuváh (arrependimento) no fim a sua vida. Ele então, foi devolvido em vida (reencarnado) no guilgul de Antonyn que foi estudar com RABEINU HAQADOSH (Judá, o príncipe).
A declaração "Ani Avtalyon (אני אַבְטַלְיוֹן)" que se traduz "Eu sou Avtalyon" possui gematria igual a 169 que é a mesma de Atlantis e isso confirma que Avtalyon era o gilgul (reencarnação) de Aristóteles que foi aluno de Platão que foi quem escreveu sobre Atlantis - o Continente perdido.
A Visita Ao Sebo Messias
רָזָ יוֹנָה
"O
segredo de Jonas (רָזָא דְּיוֹנָה) que entrou nas profundezas do mar se tornará realidade com
você, e da mesma forma você entrará nos abismos profundos da Torá. Isto é
o que está escrito pelo profeta Jonas: “porque me lançaste nas profundezas, no
coração dos mares (Yonah 2:4).”
Sêfer Ha'Zôhar Beha'alot'cha
Na manhã de 28 de março, entrei no Sebo do Messias e me deparei com um livro intitulado "O Enigma Da Atlântida" do autor Cel. Alexandre Brachine" publicado pela Editora Pongetti em 1959. Comprei-o e o levei para casa. Cinco meses depois, em 7 de setembro de 2014 (nove anos depois do sonho), eu fui adicionado no Facebook por uma jovem cujo nome é Nínive Raquel residente em Amsterdã, na Holanda e mesmo com este evento, a alma de Jonas ainda não despertou. Dois anos depois e muitas conversas, Nínive viria ao Brasil e fez questão de me visitar, mesmo eu estando relutante com a sua intenção.
"E levantou-se Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra do Senhor. Ora, Nínive era uma cidade muito grande, de três dias de caminho."
Jonas 3:3
O dia 28 de março é o 87º no ano solar restando para o final do ano 278 dias. Esse valor, 278 é o segredo em gematria de Raz Yonáh (רָזָ יוֹנָה) que significa "O Mistério De Jonas." O Qadosh, baruch hú, estava me informando que eu havia merecido, alcançado e recebido a Neshamá de Briáh, a alma divina e que agora havia alcançado o deveikut (aderência total ao Divino).
"Va'ytpalel Yonah, el Adonai elohav, mimey ha'dagah (וַיִּתְפַּלֵּל יוֹנָה, אֶל-יְהוָה אֱלֹהָיו, מִמְּעֵי, הַדָּגָה.) - E orou Jonas, a Adonai, seu Elohê, do ventre do peixe."
Yonah 2:2
"Assim que Jonas, entrou no ventre do peixe, ele viu a sua extensão que era como um grande palácio (הֵיכְלָא). E os dois olhos do peixe (נוּנָא) o iluminavam intensamente como o sol ao meio-dia. E uma pedra preciosa surgiu diante dele (אֶבֶן טָבָא) e através dela, ele viu tudo o que existia no mar e em suas profundezas."
Sêfer Ha'Zôhar Beshalach
Jonas é a Neshamá e o peixe é Bináh. O ventre do peixe é Zeir-Anpin e os seus dois olhos são Netzach e Hód que são visão e profecia. A gematria de "einui d'hahu nuná (עֵינוֹי דְּהַהוּא נוּנָא)" possui numerologia qabalistica igual a 277 que é o resultado do termo gematria. A pedra preciosa é o Livro de Raziel e a tradição do Jardim do Éden pois, a gematria mispar revu'a de "even tavá (אֶבֶן טָבָא) é iguala 248 que é a gematria do nome Raziel.
A Vinda De Nínivêh
Ninguém no mundo, nesta geração, tem tido as experiências divinas de gilgul as quais o Qadosh, baruch hu, me destinou e por isso eu as estou registrando e publicando. Existem aqueles que, por inveja e por desejarem ser o que não foram destinados a ser, me perseguem, me caluniam e tentam me destruir, acabando por provocar danos a si mesmos.
Na manhã de 7 de setembro de 2014, uma jovem de nome Níniveh, residente em Amsterdã, Holanda, me adicionou no Facebook. Desejava, acreditava ela, instrução espiritual. Era a tarde de 13 de Elul em Israel. Quase dois anos depois, no dia 17 de junho de 2016, o 169º no ano solar, viajou de Amsterdã apenas para encontrar comigo. Ela havia sido preenchida com o desejo de se aproximar de mim pelo alma do meu mestre, o Arizal, para ser outro testemunho de que Jonas está nesta geração. O nome desta jovem, Ninivêh, é o nome da cidade para qual Jonas foi enviado. Tudo isso aconteceu para revelar a centelha de Jonas em mim, assim como também foi revelado ao Rabino Chaim Vital pelo Arizal. Ao chegar aqui e encontrar comigo, Níniveh caiu em prantos copiosamente, saiu para nunca mais voltar ou falar comigo.
A gematria Mispar Kollel de Niniveh (נִינְוֵה) é igual a 122 e que adicionada ao valor da gematria Mispar Mishpat, que é sempre 1, o resultado será 123, a gematria do nome Chaim Vital (חיים ויטל) e do meu próprio nome civil (פאולו).
A gematria Albam de "13 de Elul de 5774 (י״ג בֶּאֱלוּל התשע״ד)" é igual a 667 que é a gematria de Rabbi Itzchaq Lúria (רבי יצחק לוריא). Meu mestre sempre assina suas manifestações para que eu e o mundo saibam que foi uma ação da sua alma. O valor 667 é também a gematria de "Eifo ha'navi ben Amittai (איפה הנביא בן אמתי) - Onde está o profeta, o filho de Amittai?" pergunta que me foi feita na Academia Celestial durante um sonho em 2017 e sobre o qual você lerá aqui.
Então se cumpriu, novamente, a ordem do Qadosh, baruch hú, a Jonas: Qum lechá el-Niniveh (קוּם לֵךְ אֶל-נִינְוֵה) - Erga-te e vai até Niniveh. A gematria Mispar Milui desta ordem divina é igual a 887 que é a gematria de "Ninêh El-yeshuati (הִנֵּה אֵל יְשׁוּעָתִי) - Eis que no El da minha salvação..." que se encontra no profeta Isaías capítulo 12 dentro do qual o nome Chaim Vital está oculto. Além disso, a gematria Avgad Reversa de "yeshuatí (יְשׁוּעָתִי)" é igual a 583. A gematria 887 é também a numerologia de "neshamá le'vush guf heichal (נשמה לבוש גוף היכל) - a alma divina vestindo o templo do corpo." É também a mesma gematria de "néfesh ha'elohit (נפש האלוהית) - néfesh divina."
No Livro Azul das Reencarnações do Doutor, Chaim Vital também menciona um grande número de suas transmigrações desde Kayin Bem Adam Há’Rishon[9]. Eis a lista do numero das metempsicoses de Chaim Vital:
"Caim, Keinan, Mahalelel, Yuval, Yavel, Lemech, Issachar, Shelah ben Judá, Jetro, Nadab, Abihú, Nachshon ben Aminadav, Netanel ben Tzo'ar, Korach (o calvo), Datã, Abiram, Pinchás, Otaniel ben Kenaz. , Karmi pai de Acã, Shamgar ben Anat, Sansão, Elcaná, Samuel o profeta, Aviah ben Shmuel, Chaver Hakini, Ya'el a esposa de Chaver Hakini, Ephlal, Sismai o amigo do pai de Sucho, Yishbach o pai de Ish Tamua, Yashuv, Lechem, Jessé, pai de David, Avishai ben Tzroya, Shima, irmão de Davi, Do'eg, Achitophel, Aviah ben Roboam, Elias, o profeta, Eliseu, o profeta, Jonas ben Amitai, Chiel Beit Ha'eli, Navot Hayizraeli, Michah Hamorashti, Nachum Ha'elkoshi, Ezequias o rei de Judá, Menasha ben Ezequias, Urias o Cohen, Zacarias ben Yevarchihu, Ezequiel o profeta, Eliyahu ben Berachel Habuzi, Chananiah o amigo de Daniel, Nedavia ben Yechaneyah o rei, Aneni ben Eliyoani".
Na lista cima extraída do Livro das Regenerações do Doutor (Vital) nos encontramos uma de suas regenerações como Jonas, o filho de Amitai. E quem foi Jonas? Ele foi aquele que esteve na Atlântida conforme explicado no Pirkê D’Rabbi Eliezer[10].
O meu nome, Paulo (פאולו) cuja gematria é igual a 123 que é a mesma de Chaim Vital, foi codificado pelo Qadosh, baruch hú, em Sêfer Yonáh e abaixo revelo este código
Nos versículos 6 e 7 de Yonáh capítulo 1, a cada 18 saltos equidistantes, está codificado o meu nome Paulo (פאולו) nas palavras "vay'pol, hazót, goralot, el, lâno (וַיִּפֹּלהַזֹּאת גוֹרָלוֹתאֶללָנוּ)" que traduzido revela "E este destino caiu sobre nós."
O CÓDIGO
רָזָא דְּיוֹנָה
Na noite anterior à minha ordenação rabínica, eu escolhi, a olhos fechados, a pedra Tarshishá (תַּרְשִׁישָׁה) que aqui é chamada Berilo. Assim que vi a pedra, o temor de Hashem me tomou pois, meu avô materno se chamava Berilo. Na noite seguinte foram lançadas sortes (goralot) e a sorte caiu sobre mim e então, meu mestre, o Arizal, por Ibür me deu o nome de Misha'Ël. No código acima, meu nome Paulo (פאולו) como já explicado, surge a cada 18 saltos equidistantes e acima dele está escrito "Le'Misha'Ël (למישאל) - para Misha'¨Ël." Acima de Misha'Ël está escrito "Ele foi Vital. Conectado com Misha'Ël está "Lo Mavet (לא-מות)" cuja tradução é "Ele não morrerá!"
O Rabino Chaim Vital foi o autor do livro chamado "Sêfer Ha'Goralot (O Livro dos Oráculos)" e que ele escreveu há 400 anos quando revelou que ele havia sido Jonas. A gematria AchBi de Tarshishá é igual a 169 que é a mesma de Atlantis. E não foi no dia 169º do ano solar que Níniveh chegou a Suzano para me visitar? Então, quem é você para questionar a obra de Adonai? E pasmem! Surpreendam-se e se encham do temor dos céus. A gematria mispar ne'elam do meu nome civil, Paulo (פאולו) é igual a 169!
גַּל קוֹד יְהוָ"ה
"REVELAR O CÓDIGO DE ADONAI"
169
Então, naquela noite exótica e excepcional, quando o GORALOT foi lançando e me apontou como o Rabino legítimo escolhido pelo QADOSH BARUCH HU, o ARIZAL, meu mestre, me nomeou MISHA'ËL HA'LEVI (מישאל הלוי) cuja gematria é 432 que é a mesma de MISPAR ELOHAI (מספר אלוהי) - NÚMERO DIVINO - e, não por acaso a mesma numerologia qabalística AVGAD REVERSA de "GORALOT (גּוֹרָלוֹת)."
A Passagem Para Atlântida
31/10/2016
Ao
amanhecer, tive um sonho recorrente que havia sonhado na madrugada anterior. Nele, eu estava
mergulhando no mar, em uma caverna submarina onde havia uma garganta que eu
sabia ser a passagem para Atlântida. Eu estava emergindo nadando através dessa passagem voltando da Atlântida. Lembrei-me, como já supracitado, que havia sonhado o mesmo sonho
na predecessora madrugada. Acordei e voltei a dormir e sonhei novamente. Neste eu
estava com meu amigo Raul Kuk e minha mãe então me chama por um apelido e em resposta
eu dizia: "Mas nos céus, D'us me chama de "Pashan Narata (פאשן נראטה)".
Acordei e escrevi os sonhos para o e-mail.
A mãe representa e é o segredo, na vida do qabalista, da "Ima Ila'ah (אִמָּא עִלָּאָה) - Mãe supernal" que é o mundo da Criação, Briáh na Sefirá Bináh. No meu sonho, a mãe supernal surge para revelar uma centelha sagrada.
Onde Está O Profeta O Filho De Amittai?
Já relatei como a centelha de Yonáh foi despertada dentro de mim quando o meu Mestre, o Arizal, me levou, durante um sonho, na madrugada de 16 de fevereiro de 2017, à Idra Ila’áh, quando as vozes de todos os Mestre lá, me perguntaram, mostrando-me um pergaminho no qual estava escrito “Eifo Há’Navi Bën Amittai (איפה הנביא בן אמתי)?” em uníssono e, como antes, a jovem Níniveh foi enviada de Amisterdã para me visitar aqui na minha casa, para evidenciar que eu também sou uma reencarnação de Jonas e que a minha missão, assim como Yonáh, é ensinar a sabedoria superior e pregar a Teshuváh, e, não por acaso, Níniveh veio até mim no dia 17 de junho de 2016 que é foi o 169º dia naquele ano solar bissexto, valor que é exatamente a gematria de Atlântis (אטלנטיס).
"Jonas (Yonáh) é a Neshamá (alma do mundo da criação) que sai do mundo da criação (Briá) chamado "Jerusalém superior" e desce até Níniveh que é o mundo físico. O navio é o corpo. O capitão do navio é o anjo do rigor e os marinheiros são os membros do corpo. O mar é a Toráh e Atlântida é a Sabedoria oculta da Toráh. O grande peixe é Biná (a compreensão divina) e o Leviathan é Moisés que revela os mistérios escondidos."
- Do Zôhar
"יונה הוא הנשמה (הנשמה האלוהית) שעוזב את עולם הבריאה (בריא) הנקרא "ירושלים העליונה" ויורד לנינוה שהיא העולם העשיה. הספינה היא הגוף. רב החובל של הספינה הוא המלאך של קפדנות והמלחים הם איברי הגוף. הים הוא התורה ואטלנטיס היא חכמת נסתר התורה. הדג הגדול הוא בינה (ההבנה האלוהית) והלויתן הוא משה שמגלה את התעלומות הנסתרות".
- מזוהר
Alcançando A Compreensão
Seis
anos se passaram e, claro, nunca deixei de meditar sobre estes sonhos que
Há’Shem me deu, até que, no dia 27 de junho de 2022, ano da shemitá[1],
enquanto tomava o meu banho matinal, as letras de Pashan Narata (פשאן נראטה)retornaram misticamente
no meu pensamento e, então, uma voz ecoou no meu coração me dizendo: - Este
segredo, das letras de Pashan Narata, é semelhante à experiência do Rabbi Loëw quando foi ordenado, pelo
Qadosh, Baruch hú, a criar o Golem de Praga.
Mas, antes de desvelar o mistérios, devo explicar sobre a gematria de Pashan Narata (פשאן-נראטה) que é o resultado da soma das gematriot Hechrachi+Mispar Mishpat (gematria da sentença) que é um novo-antigo método de gematria que a mim foi revelado. O resultado é 697 que é exatamente a numerologia qabalística de "Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים).
Assim que a voz se esvaneceu, a letras de Pashan Narata
se moveram no meu pensamento permutando-se pelos métodos e cifras ensinados e
usados pelos chachamim, zichrênu le’tovim (de boas lembranças), e me revelam “Néfesh Nehorai (נֶפֶשׁ נְהוֹרַאי) - a Alma de Nehorai.”
Comecei a chorar enquanto água do chuveiro caia sobre a minha cabeça.
Aquelas
águas caindo sobre o meu corpo, foram como as águas de chochmá, as águas do
cântaro superior sendo derramadas pelo Anjo Raziel sobre o cântaro abaixo, a
ânfora machut recebendo as águas da Era de Aquárius.
PASHAN NARATA - NÉFESH NEHORAI
E o que nos diz o Sha'ar Ha'Gilgulim (Portal das Reencarnações)? Existe alguma menção ao Rabino Nehorai no Tratado das Transmigrações das almas? Lá, o Rabino Chaim Vital revela suas reencarnações da época dos Tanaítas:
"Matitiahu Ben Chasmonai, sumo Sacerdote; Iossi Ben Iochanan, Isha Ierushalayim; Natai, o Arbelita; Akaviá Ben Mahalalel, Rabban Iochanan Ben Zaccai; Rabbi Akiva Ben Iosef; Rabbi Iossi, o Galileu; Rabbi Nehorai Savá (o ancião), do Zôhar, no final da Porção Semanal de Tetsavê..."
Sha'ar Ha'Gilgulim - Ha'Qadmáh 38
Desde 2001, quando li, pela primeira vez no Zôhar Sagrado, a história de Rabbi Nehorai e sua experiência e visão da Atlântida, eu a amei e, claro, eu não sabia que Rabbi Nehorai havia sido também uma reencarnação de Yonáh Há’Navi assim como, posteriormente, também Rabbi Chaim Vital, o foi. E eu sou a reencarnação de Rabbi Chaim Vital e por esta razão recebi também as centelhas e Jonas e de Rabi Nehorai Sabá.
Nesta tabela do Código acima, no centro está codificado "NEHORAI" e acima dele está o passuq no qual o Qadosh, baruch hú, ordena ao peixe para vomitar Jonas em terra. As letras finais em Yonáh pereq 2, passuq 11, são as letras de Nehorai quando permutadas através dos métodos de Tzafenat Painêach. O gilgul Nehorai já está anexado à alma de Jonas.
Por
que na Academia Celestial eles não disseram “Onde está Yonáh, o filho de
Amittai? Eis a razão: Sempre que o meu mestre me visita, ele manifesta e deixa
um atributo espiritual da sua alma para que se evidencie que ele realmente veio.
A gematria de “Eifo Há’Navi Bën Amittai” é igual a 667 e está é a gematria de “Rabbi
Itzchaq Lúria.”
"- Rabino Nehorai Saba navegou certa vez, o Grande
Mar. Durante sua viagem houve uma tempestade e todos aqueles a bordo do navio
pereceram. Um milagre aconteceu a ele, e ele desceu através de certos caminhos
(secretos) no mar e saiu debaixo do mar onde havia uma civilização. Ele viu
criaturas, uma civilização de pequena estatura que estavam que estavam
recitando preces, mas ele não entendeu o que eles disseram. Um milagre
aconteceu com ele novamente e ele foi devolvido à superfície. Mais tarde, ele
disse: Felizes são os justos que trabalham na Torá (para decodificá-la) e
conhecer os mistérios dos segredos sobrenaturais; Ai daqueles que não concordam
com o que eles disseram..."
- Excerto do Zôhar -
Parashá Vayikrá -
Como eu sempre escrevo, nada acontece antes ou depois do
tempo determinado pelos céus. Tudo acontece no tempo determinado para que seja
uma evidência para os sábios.
"O Despertar é sempre gradual. Ninguém acorda desperto, sabendo tudo de si mesmo em uma manhã qualquer. O que é certo é que ele nunca acontece em um dia qualquer."
רמי"ה
O dia 27 de junho, dia no qual a compreensão do sonho de
Pashan Narata me alcançou, é o 178º no ano solar e, este valor, possui a
gematria da palavra Mequbal (מקובל) cujo significado é Cabalista e é também a gematria de "bô Atlantis (בוא אטלנטיס)" que se traduz "veio da Atlântida." E quem veio da Atlântida? Jonas e o Rabi Nehorai Sabá.
Foi o Arizal, meu professor, quem me ensinou a calcular a
gematria dos dias e madrugadas no ano solar nos quais os sonhos me são dados e
se você encontrar esse tipo de cálculo por aí, saiba que é mera cópia, plágio
feito por alguém que deseja aparecer como revelador de mistérios.
Na matriz acima, temos Nehorai no centro na posição
vertical e, acima dele, o versículo no qual se lê “E Adonai falou ao peixe e este
vomitou a Jonas na civilização.” Esta é a prova de que Nohorai foi uma
reencarnação de Jonas.
"Depois disso, o meu professor me contou extensivamente sobre muitas pessoas (almas) que vieram dessa raiz de Caim. Há outros, mas ele não disse para mim. Ele me contou: Cain, Keinan, Mehalelel, Yuval, Yavel, Lemech, Issachar, Shelah ben Judá, Jethro, Nadab, Abihu, Nachshon ben Aminadav, Netanel ben Tzo'ar, Korach, Datan, Abiram, Pinchas, Otniel ben Kenaz Karmi, pai de Achan, Shamgar ben Anat, Samson, Elkanah, o profeta Samuel, Aviah ben Shmuel, Chaver Hakini, Yaa, esposa de Chaver Hakini, Ephlal, Sismai, amigo do pai de Sucho, Yishbach, pai de Ish Tamua, Yashuv, Lechem, Jesse, pai de Davi, Avishai ben Tzroya, Shima, irmão de Davi, Do'eg, Achitophel, Aviah ben Roboão, Elias, profeta, Eliseu, profeta, Jonah ben Amitai, Chiel Beit Ha'eli, Navot Hayizraeli, Michah Hamorashti, Nachum Ha'elkoshi, Ezequias, rei de Judá, Menasha ben Ezequias, Urias, Koen, Zechariah ben Yevarchihu, Ezequiel, o profeta, Eliyahu ben Berachel Habuzi, Chananias, amigo de Daniel, Nedavia Ben Yechaneyah, o rei, Aneni ben Eliyoani. Estes são especialmente da raiz Cain. Enquanto outros são misturados, ou não são suficientemente significativos para mencionar relativos e em termos deste aspecto".
Sha'ar Ha'Guilgulim - ha'Qadmá 36
Na lista de reencarnações do Rabino Chaim Vital, ele menciona o profeta Jonas e nesta reencarnação, eu que fui Chaim Vital, acrescento a esta lista a transição de Jonas no Rabi Nehorai Sabá.
A madrugada de 31 de outubro na qual o sonho “Pashan
Narata” me foi dado, é a 305ª madrugada no ano solar e esse valor possui a
gematria de “chalom be’galê sód mi ani (חלום בגלה סוד מי אני)” cujo significado é “sonho para revelar o mistério de quem eu sou.”
E quem sou eu? Sou muitas almas, muitas reencarnações, e como Rabbi Chaim
Vital, eu também sou Jonas e Rabbi Nehorai Saba.
"Daquele dia em diante, quando o Rabino Nehorai chegava ao Beit Midrash (casa de estudo da Torá), onde os sábios estudariam a Torá, ele chorava. Eles perguntaram a ele, por que você está chorando? Ele disse a eles, porque eu não acreditava nas palavras dos sábios, o que significa que ele não acreditava que havia sete terras com criaturas estranhas até que as viu, e temo o julgamento do futuro."
Zôhar Vaykrá
O meus sonhos com a Atlântida são lembranças das almas de Jonas e de Rabi Nehorai que, de acordo com Pirkêi de Rabi Eliezer e as palavras do Zôhar Santo, estiveram na Atlântida.
O Milagre Do Cometa NeoWise
Em 4 de novembro de 2018, eu publiquei um novo conto para as Crônicas De Qédem intitulado ARGAMAN. Nele, aparece o Cometa Argos cruzando a Constelação dos Argonautas. A menção ao cometa foi profética. Eis os trechos onde este cometa é mencionado.
"O Arpoador iniciou flutuação antigravitacional no espaço-porto de Pardês – a Capital de Aür – em direção à nascente do Argaman – o rio púpura. A bordo eu, Beniel, S’thur e muitos alunos e mestres da Escola de Mistérios incluindo, Dipankara Vedas, que preparou as lâmpadas suspensas para nossa iluminação, para uma viagem de introspecção e também as chamas levitantes para a Menorá suspensa que está no Heichal Sód Elohai – o Salão do Segredo de D’us – que fica em um compartimento secreto abaixo da popa do Arpoador. Râma[1], o capitão-timoneiro, estava no leme conduzindo a belíssima embarcação como se declamasse uma poesia esotérica. De inicio, nos foi servido café com biscoitos de q’namon os quais provocaram a espanção das nossas consciências. A viagem duraria a queda de 144.000 pedras de nossas shaonim. A bordo também estavam os vinte e quatro Zaqenim – os Anciãos de Aür – que servem com conselhos ao regente do Planeta da Luz Divina, o meu Pai, o mestre Ayyüb. Um cometa riscava os céus velejando as constelações em direção ao sol ocidental de Aür."
"Chegadas as noites, as embarcações suspensas dos Kivunim – os meditantes – iluminadas por lâmpadas suspensas surgem navegando acima do leito do rio e são vistas flutuando sobre o álveo do Argaman. Estrelas maravilhosas iluminam as noites com mistérios escritos nas constelações pelo maravilhoso Cometa Argos que cruza o grupo estelar da Quilha e se torna visivel a cada sete anos e que estava próximo de seu periélio nesta nossa nessiá[13]."
Então, em 24 de outubro de 2019, veio o sonho no qual eu segurava o cometa pela cauda e o anjo Raziel emergia dele e me revelava segredos do Jardim do Éden. Cinco meses se passaram e, então, descobriu-se, cruzando a Constelação dos Argonautas, um cometa que imediatamente foi nomeado de NeoWise. O Periélio desse cometa foi em 3 de julho de 2020, o 185º dia no ano solar, valor esse que é o resultado em gematria da declaração "Ani Chaim Vital (Eu sou Chaim Vital)" e sabemos que Vital foi Jonas. Além disso, 185 é a gematria de Yonáh Ha'Navi be'Deli (יונה הנביא בדלי) cujo significado é "Jonas, o profeta na Era de Aquárius."
"- Rabino Nehorai Saba navegou certa vez, o Grande Mar. Durante sua viagem houve uma tempestade e todos aqueles a bordo do navio pereceram. Um milagre aconteceu a ele, e ele desceu através de certos caminhos (secretos) no mar e saiu debaixo do mar onde havia uma civilização. Ele viu criaturas, uma civilização de pequena estatura que estavam que estavam recitando preces, mas ele não entendeu o que eles disseram. Um milagre aconteceu com ele novamente e ele foi devolvido à superfície. Mais tarde, ele disse: Felizes são os justos que trabalham na Torá (para decodificá-la) e conhecer os mistérios dos segredos sobrenaturais; Ai daqueles que não concordam com o que eles disseram..."
- Excerto do Zôhar - Parashá Vayikrá -
E por que o cometa foi enviado e cruzou a Constelação dos Argonautas (hoje divida em três grandes Constelações) no 87º dia no solar solar? Restando para terminar o ano 278 dias, valor esse que possui a gematria de Raz Yonáh (O Mistério de Jonas)? O Valor 87 é resultado em gematria da data 18 de Elul (י"ח באלול) data na qual se ocultou do mundo a alma do nosso mestre o Maharal de Praga e foi ele, o nosso professor, de abençoada lembrança, que revelou qual era o segredo de Jonas.
São os mestres na Academia Celestial quem revelam à alma
a sua identidade e as suas reencarnações e a revelação não é um produto da intelectualidade,
mas depende da raiz da alma da pessoa e o seu nível na Árvore das Vidas. Claro
que a revelação depende da Sabedoria. Mesmo assim, ela leva tempo até que se
alcance o nível da raiz da alma.
O Cometa NeoWise
Enquanto o Cometa NeoWise estava cruzando a Constelação dos Argonautas, eu fundei o Grupo Editorial Quilha e a Editora Argonavis e o primeiro Selo Editorial que criei foi o Maharal - Letras Que Iluminam.
Há 2000 anos, Rabi Nehorai, o Ancião, era um Taná (תנא) que viveu no século segundo e a quem se faz referência três vezes na Mishiná e em outras seções do Talmude. Uma de suas declarações, comentando a era de Aquário é digna de referência:
"Na geração da Era de Aquário os jovens insultarão os velhos, os idosos se levantarão na presença dos jovens, as filhas se rebelarão contra suas mães e as noras contra suas sogras. A face desta geração se parecerá com a face de um cão, e um filho não ficará embaraçado na presença do seu pai".