O Arizal, meu mestre, de abençoada lembrança, tem iluminado minha alma com inúmeras lembranças e trazido à consciência da minha néfesh incomensuráveis evidências de que eu sou mesmo o gilgul de Chaim Vital.
"Certa vez, uma pessoa se apresentou perante o meu mestre, de abençoada memória, e meu mestre ficou olhando para ela e disse uma coisa que vou reproduzir aqui. Talvez do que foi dito nós possamos aprender algo sobre o cumprimento dos preceitos. Foi isso o que se disse: Saiba que todos os preceitos possuem um lado masculino e um feminino, sejam eles preceitos positivos ou negativos (veja também Introdução 38). E não existe um órgão sequer dos 248 órgãos de Adão que não seja composto de carne, tendões e ossos, como já sabemos. E a carne e os ossos são os preceitos positivos que estão naquele órgão e os tendões são os preceitos negativos. E mais adiante explicaremos, com a ajuda do Santíssimo, bendito seja, que esses tendões que estão inclusos nos órgãos não são como aqueles tendões cujo número totaliza 365. E meu mestre disse a esta pessoa que sabia que a raiz que originou a alma dela era o órgão do ombro esquerdo de Adão, do aspecto do Partsuf (rosto sefirótico) de Lia (hebraico: לאה) que fica lá, às suas costas. E o número de preceitos que existem nesse órgão, chamado de ombro esquerdo, é de ONZE preceitos positivos, divididos em 6 e 5, que são os valores numéricos das duas últimas letras (ו"ה) do Tetragrama (יהו"ה).
Sha'ar Ha'Gilgulim - Haqadmáh 17
Em 2001 quando o Arizal, de abençoada lembrança, me deu a semichá (ordenação rabínica) ele me mostrou, em um sonho, a casa que seria a primeira sede da nossa K'nesset Eliahu. Acontece que, a gematria de Semichá Arizal (סמיכה אריזל) - Ordenação (rabínica) do Arizal - resulta em gematria ofanim igual a 583. O Arizal então, me nomeou Rav Misha'Ël (רב מישאל) cuja gematria é igual a 583.
Alguns dias depois da visita do meu mestre no sonho, eu encontrei a casa que ele havia me monstrado e pasmem, o número da mansão era 583. Na sacada da casa havia duas estatuetas de leão.
Assim que me mudei para a residência, convidei meu irmão Ariêh a vir morar comigo, já que ele era o mantenedor da sinagoga e dessa forma realizando um dos ONZE preceitos que Chaim Vital precisava realizar para completar toda Toráh. O número ONZE se escreve em hebraico "ACHAD ASSAR (אַחַד עָשָׂר)" e sua gematria, espantosamente e não por acaso é igual a 583.
Quinhentos e oitenta e três é também a gematria de Arizal - Rabbi Chaim Vital (אריזל - רבי חיים ויטל) e é também a gematria de "Gilgul Arizal ve'Rav Vital (גלגול אריזל ורב ויטל) - Transmigração do Arizal e do Rav Vital."
“Mestre & Aluno sempre reencarnam juntos, como no segredo do Messias filho de José e do Messias filho de David que nunca estão sozinhos na geração. Assim, professor e seu pupilo sempre estão atados um ao outro. Se na geração não existir pessoas aptas para receber a alma do professor para que este possa instruir seu aluno, ele, o professor se regenera no próprio aluno no segredo do Ibür. Assim aconteceu comigo.”
- Bën Mähren Qadësh
Em 27 de setembro de 2014, alcancei Nara'n e consequentemente o DESPERTAR da minha alma. Eu havia completado, no meu aniversário naquele ano, 583 meses de vida. Naquela manhã eu soube que era o gilgul de Rabbi Chaim Vital. Eu alcancei Nara'n de Assyáh.
נַרַ"ן מִעֲשִׂיָּה
NARA'N MI-ASSYÁH
MISPAR NE'ELAM
583
O Arizal, de abençoada lembrança, faleceu no dia 5 de Av de 5332 em Safed. A gematria de 5 de Av be'Tzaf somada à gematria mispar mishpat (gematria da sentença) é igual a 583.
ה" בְּאָב בצפת
583
Eu fui circuncidado no dia 5 de Av de 5763 (3 de agosto de 2003) na casa 583 por um rabino mohel (circuncisador) e favoreci a circuncisão de mais ONZE pessoas todas circuncidadas na mesma manhã. A gematria de ONZE (אַחַד עָשָׂר) é 583.
"No que diz respeito a um aluno e seu mestre, nós já explicamos que o mestre dá uma parte do seu espírito para o seu aluno, como o pai faz com o filho. No entanto, esta é uma união mais forte, pois o espírito do mestre fica com o aluno para sempre e nunca mais se separa dali."
“- Está vendo isto? – perguntou ela. De uma das dobras do vestido retirara um cubo de metal verde, com aproximadamente quinze centimetros de aresta. Ela o girou deixando Paulo perceber que um dos lados estava aberto – negro e assustador. Nenhuma luz penetrava aquela escuridão. – Ponha sua mão dentro desta caixa”.
Duna – Pagina 16
Eu havia alcançado o meu 37º aniversário no dia 22 de Sivan - 3º mês hebraico da Toráh - do ano adâmico de 5763, período que se iniciou com a revelação do meu Mestre no Pilar de Fogo revelando sua presença na minha vida nesta transição de alma.
Na noite de 1º de janeiro de 2003, uma quarta-feira no calendário greco-romano, érev shabat pelo luach da Torah, regada por uma fina e constante garoa, eu e mais alguns membros da nossa Comunidade Mística, aguardávamos para iniciarmos nossa sessão Arquivos-X quando a campainha tocou. No portão cujo numero 583 estampava sua madeira envelhecida, uma jovem grávida aguardava ser atendida. Veio a convite de um dos membros e em busca de ajuda espiritual. Convidada a entrar, a conduzi até a sala de terapias onde, após uma breve conversa, lhe apliquei o Tiqun ha'Néfesh (Correção da alma).
Eu havia acendido algumas velas e incensos aromáticos e entre as velas, uma feita de gel que havia ganho de uma das membras da Comunidade. Ela havia sido condicionada em um copo de vidro grande e estava próxima à cortina da sala.
Despedi a jovem e voltei para nossa sessão de Arquivos-X na qual esperávamos para assistirmos juntos, a dois episódios da séria clássica cult.
"- O que há na caixa? - Perguntou Paulo. - Dor! - Respondeu a velha."
- Duna
Após alguns minutos do inicio do primeiro episódio, senti um cheiro de fumaça e imediatamente me levantei e fui até a sala de terapias. A vela gel que estava próxima à cortina havia se incendiado fazendo com que o gel derretesse e fervesse sob suas chamas. Corri e peguei o copo em chamas e fui até a sacada com intenção de apagar o fogo mas virei o copo e o gel fervente se derramou sobre as costas da minha mão direita provocando uma queimadura de segundo grau.
A noite de 1º de janeiro foi, na verdade, a noite de 27 de Tévet de 5763 (כ״ז בְּטֵבֵת תשס״ג) cuja gematria é igual a 1203 que é a numerologia qabalística de Ha'Ari Ha'Qadosh be'Tz'fat (הארי הקדוש בצפת) - O Leão Sagrado de Safed (Rabbi Itzchaq Lúria). Sim, o mestre veio e marcou minha mão direita para revelar a Ór-Lavan (עור-לבן) - Pele Branca - um atributo da alma de Mashiach do qual a gematria é igual a 358 que é a mesma de Mashiach e na noite de 1º de janeiro restando para o natal 358 dias.
Eu estava completando 444 meses de vida e, não foi acaso o Mestre vir naquela noite no meu ano 37º de vida. A gematria 444 é a numerologia qabalística de "Galêh sód Rabbi Chaim Vital (גלה סוד רבי חיים ויטאל) - Revelar o mistério do Rabino Chaim Vital." O valor 444 é também a gematria de "Damesheq (דמשק)" que é Damasco. E onde faleceu e foi sepultado o Rabino Chaim Vital? Em Damasco, na Síria.
O FOGO NÃO TE QUEIMARÁ
"Eu não temerei. O medo é o assassino da mente. Medo é a morte pequena que traz a obliteração. Enfrentarei meu medo. Não permitirei que ele passe sobre mim ou através de mim. E, quando ele se for, voltarei minha visão interna para olhar sua trilha. Por onde o medo passou nada restou. Apenas eu permaneço".
Duna - página 18
Alguns anos antes dessa experiência, quando eu ainda estava perdido na religião de Amaleq, no dia 14 é que do mês de outubro de 1992, recebi uma mensagem por Ibür: "O fogo não te queimará (אֵשׁ לֹא תִכָּוֶה) - Isaías 43 versículo 2º. Acontece que, a gematria dessa promessa do Qadosh baruch hú, é igual a 763, ano hebraico no qual estávamos quando o gel fervente se derramou sobre minha mão direita. Sim, o fogo não me queimou...
No dia 5 de Menachem-Av de 5763 - Hiluá do meu Mestre, o Arizal, e sob a sua benção fiz a minha brit-milá (circuncisão).
VINTE E UM ANOS DEPOIS...
“- O que há na caixa? – perguntou ele. – Dor – respondeu a velha. Sentia um torpor crescente na mão e comprimiu os lábios. O formigamento tornou-se uma coceira. A coceira tornou-se uma fraca sensação de queimadura”.
Duna – Pagina 18
Na noite de 30 de Nissan de 5784 (7 de maio de 2024), hilulá da alma do Rabino Chaim Vital, inaugurei o estudo do Sha'ar Ha'Gilgulim em nosso Espaço Hayk'la Arazuta. Eu ainda não saberia até esta manhã (3 de junho) que este ano eu estarei completando 697 meses de vida, valor este que é a exata gematria de Sha'ar Ha'Gilgulim (שער הגלגולים) - O Pórtico das Transmigrações da Alma do Rabino Chaim Vital. Mais uma vez a mão do meu Mestre guiando a minha alma.
A gematria 697 é também a numerologia qabalística de "Le'Rabbi Itzchaq Lúria (לרבי יצחק לוריא) - do ou através de Rabbi Isaac Lúria." Também é a gematria de "Brit Miláh (ברית מילה) - Aliança da Circuncisão" e eu fiz a minha no Hilulá de Rabbi Itzchaq Lúria. Seiscentos e noventa e sete é também o resultado de "Zôhar Mishpatim (זוהר משפטים) - Zôhar Sentenças" que contém e explica as regras do gilgul (reencarnação). Outro segredo da gematria 697 é que ela é o resultado de "Sodí le'qabalat Vital (סודי לקבלת ויטל) - O segredo da qabalá de Vital" e também pode ser compreendido como "O segredo para receber (uma centelha da alma de) Vital." Em hebraico "50 portais da compreensão (נ" שערי בינה)" resulta em 697.
Em 2017 no Hilulá do Rabino Chaim Vital eu visitei o túmulo de Rabbi Akiva. Em hebraico "Kéver Rabbi Akiva (קבר רבי עקיבא) - túmulo de Rabbi Akiva" é igual a 697. O rabino Chaim Vital foi Pinchás e em hebraico "Pinchás ló-yumat (פִּינְחָס לֹא-יוּמַת) - Pinchás não-morrerá" resulta em 697 (respeitando a regra bíblica de que palavras unidas por maqefim (hifens) são uma única palavra).
No sábado, 1 de junho, durante nosso Shiür, uma vela que estava acesa no Aron ha'Qodesh, pegou fogo. Imediatamente me levantei da Cadeira do Arizal peguei a vela em chamas (novamente com a mão direita) e levei-a até janela para apagar o fogo e, foi quando, a cera derretida e liquida virou sobre as costas da minha mão direita me queimando a pele novamente, dessa vez, sem gravidade.
"E disse-lhe o Eterno, mais: "Leva, por favor, a tua mão ao teu peito". E levou a sua mão ao seu peito, e a tirou, e eis que a sua mão estava leprosa como a neve (branca)".
Êxodo 4: 6
O dia 1º de junho é o 153 dia no ano solar gregoriano, valor esse que possui a gematria de Nés Gadol (נס גדול) - Grande milagre - cuja gematria Mispar Ne'elam da frase é igual a 667 que é a numerologia qabalística de Rabbi Itzchaq Lúria. Foi a alma e a presença do meu Professor que fez com que a vela se incendiasse para revelar novamente sua presença e os mistério da minha encarnação neste gilgul. Os dias restante para o final do período anual que são 213 a partir de 1º de junho, duzentos e treze, são o resultado em gematria de "be'Ari (באר"י) - do Ari".
153
Nés gadol
"Grande milagre"
213
be'Ari
"do Ari"
יִירְאוּ עֵת הַזֶּה
ימות המשיח
"Temam este momento"
JAHA ISH
A Era Messiânica
583
Duzentos e treze é também a gematria da declaração no versículo 46 da Toráh Shemot 29 que diz "Ve'yad'ú que ani Adonai (וְיָדְעוּ כִּי אֲנִי יְהוָה) - E conhecerão que Eu sou Adonai..."
O que aconteceu, foi para testemunho, para que todas as pessoas na sala naquela noite de 1º de junho conhecem que somente Adonai pode realizar estas maravilhas e para que também fosse reafirmado meu gilgul nesta encarnação:
אני חיים ויטאל
Então, na noite de 1º de junho de 2024, dez dias antes de completar meus 58 anos de vida, seiscentos e noventa e sete meses de vida, a exata gematria de Sha'ar Ha'Gilgulim, o Arizal, meu mestre, vem e novamente derrama a cera derretida de uma vela na minha mão direita, novamente sobre as costas da mão, no mesmo lugar em que derramou na noite de 1º de janeiro de 2003. A cera secou e minha mão ficou branca...
“Kynes passou a mão pelo rosto, pensando na lenda: “ – Ele conhecerá os teus caminhos como se neles houvesse nascido”.
Lag ba'Ômer é como é chamado chamado, na tradição esotérica do Zôhar, o 33° dia dos 50 do Sefirat ha'Ômer. Neste dia, há uma abertura nos céus e uma luz especial desce até nós. Mas qual luz especial é esta? Na Qedumah Nistará (tradição esotérica), o número 33 é muito significativo, porque é a gematria da palavra Gal (גל) cujo significa é revelar o que está oculto. Através de Temur'Ot (permutações) Lag ba'Ômer se transforma em Gal me-Ór (גל מ-עור) que traduzimos como Revelar do Despertar. Qual é a Luz de Lag ba'Ômer? A gematria "Im ha'Otiot" de "Lag ba'Ômer (לג ב'עומר)" é 358 que é a mesma de Mashiach (messias). Mas, por que revelar a luz do Despertar? Porque ela está oculta, escondida. E onde ela está entesourada? A gematria Atbash (אתבש) de Lag ba'Ômer é 620, número este que alude à Sefirá keter, a coroa da Árvore das Vidas e é dentro dela que a Luz de Lag ba'Ômer se oculta. No 33° dia do Sefirat ha'Ômer, está luz vem ao nosso mundo passando pela Sefirá Binah quando se transforma no evento bíblico chamado "Sarça Ardente" que em hebraico foi o evento onde Metatron se revelou a Moisés e contou a ele que ele era o messias. Em hebraico, Sarça Ardente é Sanêh be'êsh (סנה ב'אש) cuja gematria Im ha'Otiot é 424 que é a numerologia de Mashiach Ben David (משיח בן דוד) que é uma alusão ao mundo (malchut) iluminado, e portanto a luz de Lag ba'Ômer é a luz do Zôhar que revela o messias em nos.
Tudo começou na tarde de segunda-feira, 30 de setembro de 2002. Eu estava sentado no chão da sala superior da casa 583 na qual nossa K'nesset-Eliahu estava residindo desde 23 de abril de 2001. Estava assistindo e pela primeira vez ao filme Eclipse Mortal (Pitch Black) de 2000 com o ator Vin Diesel. De repente, na cena final, a voz do mistério, a qual eu ainda não conhecia a sua identidade, emergiu movendo minha vontade. Eu me levantei, peguei a apostila Amalek - As Origens Do Nazismo - que havia escrito no final de 2001, revisei, acresci assuntos e a transformei no roteiro para o documentário Amalek - As Origens Ocultas Do Nazismo.
CENA DE ECLIPSE MORTAL
Na sexta-feira durante a Recepção da Shabat, avisei a Comunidade que iria dirigir e gravar o documentário. No final do ritual, tomei um taxi e fui a casa de Elvis Mariano, produtor de vídeos e meu amigo com quem já havia combinado previamente sobre a edição do documentário. Juntei tudo o que tinha preparado, fotos, fitas VHS e o roteiro e com tudo isso debaixo do braço, adentrei a casa de Elvis e fomos para os fundos da residência onde sua pequena produtora estava instalada.
O Local
Acima, a captura de tela do terreno onde a casa na qual Elvis residia havia sido edificada, hoje um terreno baldio e na qual na sexta-feira 4 de outubro de 2002 por volta das 23 horas, iniciamos a edição do documentário. A casa já não mais existe, foi demolida.
A edição do documentário Amalek - As Origens Ocultas Do Nazismo, foi concluída na segunda-feira, dia 7 de outubro, data essa que escondia dois mistérios. Na época, eu não sabia que, Heinrich Himmler, o Reichsführer das SS Nazistas, havia nascido em 7 de outubro de 1900. A voz daquela alma oculta em mim e que me havia inspirado a realizar o documentário, estava me guiando e havia assinado com seu atributo a sua presença, me permitindo, no futuro, desvendar a sua identidade.
Himmler com sua filha em um evento Nazista
O dia 7 de outubro naquela ano de 2002, caiu em 1º de Heshvan de 5763, dia do Hilulá de nascimento da alma do Rabino Chaim Vital em Safed, Norte de Israel, em 1542. Havia sido a alma do Rabino Chaim Vital, oculta em mim, que me havia inspirado, através do filme do ator Vin Diesel, que também hospeda uma centelha de Chaim Vital, a realizar o documentário Amalek.
A gematria Mispar Ne'elam de Nazistas em hebraico (נאציים) é igual a 240 que é exatamente a mesma gematria do nome Amaleq.
תיקון נאציים
778
הירושימה ונגזאקי אבד
778
שואה אטומית
778
O MISTÉRIO DA SWÁSTIKA
סוד צלב קרס
A suástica nazista (צלב-קרס) exerce uma atração misteriosa sobre determinadas almas chegando mesmo a conduzi-las à adoração nazista. Mas qual será o mistério por trás da influencia que a cruz gamada exerce sobre estas determinadas almas?
A suástica nazista é o símbolo que representa o poder de Amaleq e é por esta razão que ela exerce enorme poder e influência sobre determinadas almas, centelhas que estão ainda sob o domínio de Amaleq, almas que são reencarnações dessa alma-raiz que é a coroa das qlipot. A suástica nazista tem o poder de acordar essas centelhas de almas não corrigidas, que rejeitaram a Toráh e reuni-las para fazer praticarem o mal.
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Dentro da Toráh Bereshit, existe um código cuja palavra-chave é Tzlav-Keres (צלב-קרס) - a Swástika nazista - e dentro deste termo central surge Amaleq.
O MISTÉRIO DE AMALEQ
O que significa o nome AMALEQ (עמלק)? Qual é o seu verdadeiro significado? E o que verdadeiramente é AMALEQ?
ק
ל
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ע
Q
L
M
A
AM-LAQ
"POVO QUE LAMBE"
AMALEQ é um construto de "AM+LAQ (עם-לק)" que significa "POVO QUE LAMBE." Agora, nos cabe a pergunta: POVO QUE LAMBE O QUE? E a resposta é SANGUE! Ao aplicarmos as cifras cabalisticas de Temurot (Permutações) descobrimos que "LAQ (לק)" se transforma em "DAM (דם)" que é a palavra hebraica para SANGUE.
AMALEQ é a religião de SAMAEL, o príncipe-demônio que é o principado do Cristianismo, o povo que mais derramou sangue na história da humanidade. SAMAEL é o anjo da guarda de Esaú que é Edom (ROMA) e sobre isso nos revela o Santo Zôhar, na Porção Balaq:
"Ele (O Sagrado) chamou Samael (O Demônio) o anjo da guarda de Esaú (Edom/Roma) e lhe perguntou: "Você aceita a minha Oráita (Torá)?". Samael perguntou: "O que está escrito Nela?" O Sagrado lhe respondeu: "Não matarás (Êxodo 20 verso 13)!". Samael afirmou: "D'us me livre! Está Oráita (Torá) e Sua e deve permanecer Sua. Eu não desejo tal Oráita (Torá), e implorou: "Mestre do universo, se você me der esta Torá, todo o meu governo vai cessar, já que toda a minha dominação baseia-se em assassinato. E se eu aceito esta Torá, não haverá mais guerras. Meu governo é influenciado pelo planeta Ma'adim (Marte) que regra o derramamento de sangue".
- Zôhar Parashat Balak
AMALEQ
O PAI DO CRISTIANISMO
O Zôhar tem uma importante informação que nos ajudou a discernir este segredo obscuro de AMALEQ. Esta informação se encontra na parashá (porção da Toráh) BALAQ. EI-la:
"Ele enviou a Bilaam e disse-lhe: Tenho em meu nome as duas letras de Amalek, que são Lamed Quf, a terminação do nome AMALEQ. Eu tenho Lamed Quf, e o final de Amalek é Lamed Quf. Eu tenho o final. E você tem o começo, Bet Lamed. Rabi Shimon disse-lhe: É assim que digo. O início do NOME Balak é Bet Lamed e o início do nome de Bilaam é Bet Lamed; portanto, o início de Balaque foi com Bilaam. O término do nome de AMALEQ, LAMED QUF, estava em Balaq e o término de Bilaamestá no começo de AMALEQ. ASSIM ENCONTRAMOS QUE O SUFIXO DE BILAAM QUE É AM (עם) E O SUFIXO DE BALAK, QUE É LAMED QUF (לק), SOLETRAM AMALEQ."
Zôhar Balaq 170
O MISTÉRIO DE JANES E JAMBRES
"OS MAGOS"
"E assim como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé."
IIº Timóteo 3:8
Quem foram esses Janes e Jambres sobre os quais o falso apóstolo dos cristãos advertiu Timóteo sobre pessoas da mesma alma-raiz perversa?
"Assim viajaram os filhos de Israel de a Ramessés a Sucote, cerca de seiscentos mil homens de pé, sem contar as crianças. E também a multidão mista subiu com eles, e o rebanho e uma grande quantidade de gado."
Êxodo 12:37-38
Quem era essa MULTIDÃO MISTA (Érev Rav) que subiu com Israel do Egito? O Zôhar responde que a Multdidão Mista era composta de todos os magos do Egito liderados por Yunus e Yumbros (Janes e Jambres). E o Zôhar diz que eles praticaram magia a partir da sexta hora a partir do nascer do sol, ou seja, no crepúsculo, porque a magia é mais forte nessa hora e é por isso que eles foram chamado de Érev Rav que foi traduzido para Multidão Mista mas que verdadeiramente significa Multidão do Crepúsculo.
"Os maiores mágicos começariam a realizar sua magia seis horas e meia após o nascer do sol, quando o sol começasse a se pôr, até o início das nove horas e meia, ou seja, o pôr do sol completo e todos os magos menores PRATICARIAM MAGIA das nove horas e meia até a meia-noite."
Zôhar Ki Tisá 61
"O que eles fizeram? Eles dividiram esse ouro entre eles, YUNUS E YAMBRUS, COMO MENCIONADO ANTES. Um ficou com dois terços e o outro com um terço. Eles nasceram com o sol na sexta hora DO DIA, praticaram sua feitiçaria e empregaram suas artes secretas com magia verbal. No início da sétima hora, ambos levantaram suas mãos para as mãos de Arão, como as palavras: “E ele recebeu o ouro de suas mãos” (Shemot 32:4), referem-se a dois e não mais, A saber, YUNUS E YAMBRUS. Assim que ele recebeu de suas mãos, uma voz saiu e disse: “Aqueles que unem as mãos para fins perversos não ficarão impunes” (Mishlei 11:21). Pois está escrito: “eles estão empenhados em travessuras” (Shemot 32:22), SIGNIFICADO, “E AARON DISSE... VOCÊ CONHECE AS PESSOAS, QUE ESTÃO EMPENHADAS EM travessuras” porque ele trouxe o mal ao mundo."
Zôhar Ki Tisá 75
"E prenderam a dois príncipes dos midianitas, a Orev e a Zeév; e mataram a Orev na penha de Orev , e a Zeév mataram no lagar de Zeév, e perseguiram aos midianitas; e trouxeram as cabeças de Orebe e de Zeebe a Gideão, além do Jordão."
Shofetim 7:25
"Orev e Zeév eram as reencarnações de YUNUS e YUMBRUS (Janes e Jambres). Orév (ערב) significa Corvo e Zeév (זאב), lobo. Um fazia feitiçaria com uma bruxa e o outro com um lobo. Através dessas feitiçarias, o lobo (Zeév) e o corvo (Orév) foram transformados (reencarnados) em Rômulo e Remo (fundadores de Roma)."
Sêfer Gilgulei Neshamot
AS CAUSAS DO SHOÁH
DEVARIM 31: 16-18
"E disse HaShem a Moshé: eis que tu te deitas com teus pais; e este povo se levantará e se prostituirá após os deuses estrangeiros da terra para onde ele está indo, no meio dela; e Me abandonará, e quebrará Minha aliança que firmei com ele. E Minha ira se acenderá contra ele naquele dia, e os abandonarei, e ocultarei Meu rosto deles, e será para ser devorado; e o encontrarão muitos males e angústias; e dirá naquele dia: não é porque meu Deus não está no meu meio que me encontraram estes males? E Eu, ocultarei Meu rosto naquele dia, por causa de todo o mal que fez; pois voltou-se para outros deuses."
Vinte anos depois, tive um sonho no qual o ator Vin Diesel me dizia "Eu queria ser judeu...". Ao acordar do sonho, fui em busca de alguma informação e me deparei com esta imagem abaixo:
É uma captura de tela do filme Knockaround Guys aqui chamado de
A verdadeira Chave de Salomão é não um grimório cheio de magia ou afamada Goetia Salomonis. A verdadeira Clavícula Salomonis é o Zohar Sagrado. A gematria Mispar Ne'elam (oculta) de Maftêach Sh"lomô (מפתח שלמה) - Chave de Salomão e igual a 583 que é exatamente a mesma gematria Mispar Milui de Zôhar e portanto, o Zohar é a verdadeira chave de Salomão. O Zohar é o livro que contém a tradição do Messias pois, 583 é a gematria Ayak-Bakar de Mashiach e a gematria Mispar Ne'elam de Yemot Ha'Mashiach (Era Messiânica). O Zôhar é a verdadeira chave para destrancar a Sabedoria do Jardim do Éden e da Torah.
Em Melachim Alef pereq 8, passuq 12, está escrito "¹² Áz amar Sh'lomô: Adonai amar, lishchon be'arafél (אָז, אָמַר שְׁלֹמֹה: יְהוָה אָמַר, לִשְׁכֹּן בָּעֲרָפֶל) - Então falou Salomão: Adonai disse que ele habita no mistério." A palavra "arafél (עֲרָפֶל)" significa "neblina, nevoeiro" aludindo que o Sagrado, bendito seja Ele, está oculto, escondido, que ela habita no mistério. E que mistério é este? É o Zôhar sagrado.
As letras finais (sofei teivot) em "Áz amar Sh'lomo: Adonai... (אָז, אָמַר שְׁלֹמֹה: יְהוָה)..." são as letras de "Ha'Zôhar (הזהר)." Então, o que foi que Salomão disse? Ele falou o Zôhar.
אָז, אָמַר שְׁלֹמֹה: יְהוָה
הזהר
O SÍMBOLO PERDIDO
Há alguns anos atrás, eu estava assistindo à série O Símbolo Perdido na Globo Play, série que trás, novamente, o decifrador Robert Langdon, recebe um pergaminho com o primeiro 3º capítulo de Melachim Alef (Iº Reis) e assim que meus olhos repousaram sobre a imagem do pergaminho, o código se abriu para mim.
No primeiro passuq do capítulo 3º, está escrito "Vaytchaten Sh'lomô êt-Far'ôh melech Mitzraim; vaiqach êt-bat Far'ôh..." As letras finais em "Far'ôh melech Mitzraim vaiqach (פַּרְעֹה מֶלֶךְ מִצְרָיִם; וַיִּקַּח)" são as letras de "Ha'Chochmáh (הַחָכְמָה) - A Sabedoria (Oculta)" e, em "vaytchaten (וַיִּתְחַתֵּן)" temos as iniciais de "Chochmát Torát Nistar (חַתֵּן) - Sabedoria da Toráh Escondida."
Quem é o Far'ôh rei do Egito aqui mencionado? É o Qadosh Baruch Hú e o Egito é o mundo. Quem é a filha de Far'ôh que o rei Salomão tomou para si? É a sabedoria oculta, a filha do Qadosh Baruch Hú."
Ibür é o segredo da alma ou de almas que vem para uma pessoa durante sua vida enquanto ela ainda está viva. Aprendemos que existem três tipos de Iburim (é o que sabemos até agora) e que são o Ibür normal que se refere a partes de almas que vem para uma pessoa justa enquanto ela está vida. Ibür entre vivos que concerne a centelhas de almas que são emprestadas e uma pessoa para outra. Um exemplo disso é o empréstimos de centelhas de almas do mestre para os seus discípulos. O terceiro tipo de Ibür é chamado "Ibür desde o nascimento" que acontece imediatamente após o nascimento de uma pessoa e segue durante toda sua vida. Esse tipo de Ibür, conforme me foi revelado, é chamado de "mi-na'ar ve'ëd zaqën (מִנַּעַר וְעַד-זָקֵן)- - desde jovem até a velhice."
Eu comecei a receber Iburim desde o nascimento e tudo me foi revelado a partir do meu Despertar em 27 de setembro de 2014 quando completei 583 meses de vida (48 anos). O meu primeiro Ibür foi aos três anos de vida e eu jamais esqueci esta maravilhosa experiência divina. Foi o Ibür de Eliahu Na'Novi (Profeta Elias).
RECONHECENDO AS EVIDÊNCIAS
Uma vez, em 1992, ano no qual eu ainda está inserido dentro da religião das qlipot do mal (Edom), abri a minha bíblia em Neemias capítulo 3 e assim que a abri, meus olhos imediatamente encontraram o nome Eliasibe. Assim, logo fui em busca de um dicionário de nomes bíblicos para conhecer o significado daquele nome. O original hebraico é Eliashiv (אֶלְיָשִׁיב) e significa "D'us fará retornar."
Já há muito, na verdade, desde 1982, eu ansiava pelo retorno à Toráh, mesmo não sabendo disso conscientemente. Esse desejo era o desejo da alma que eu havia recebido por gilgul (transmigração de alma) no nascimento, a alma de Rabbi Chaim Vital, e essa alma elevada e maravilhosa, foi dobrando o universo e manifestando sinais e descobrindo os gatilhos para o seu próprio despertar.
Mais tarde, naquele mesmo ano de 1992, na tarde de 14 de outubro, eu recebi um Ibür e essa alma que veio, tomou minha consciência me colocando numa momentânea hibernação espiritual, Quando despertei, havia duas folhas de papel carta completamente escritas sobre a escrivaninha e em uma das linhas meus olhos encontraram:
"Lembra-te do que te falei? Eliasibe: D'us te fara retornar..."
Eu descobriria, mais tarde, que o dia 14 de outubro é o 288º dia no calendário solar e que este valor contem a exata gematria do termo Ibür (עיבור). Em 1999 o meu retorno se completou e comecei a trilhar os caminhos da Toráh novamente neste gilgul.
Em Sha'ar Ha'Gilgul, o Rabino Chaim Vital lita um número muito grande de suas reencarnações e entre elas Jonas, filho de Amittai, Chizqyahu, rei de Judá e Rabban Yochanan Bën Zaccai. Ele també cita divresas raízes de sua alma e entre elas, uma muito importante, a do Rabino Itzchaq Bën Eliashiv.
"Outra raiz: Rav Chanina ben Dossa; Rabi Meir; Rabi Ieshvav, o escriba; Rabi Itschac ben Eliashiv. Ao sair de Ein Zeitun indo para a vila de Gevaraitin tem uma montanha grande da qual se desce para chegar em Gavreitin mesmo. Ali no meio do caminho da montanha estão enterrados juntos, em um mesmo túmulo, Ionatan ben Horcenus e o Rabi Itschac ben Eliashiv."
Sha'ar ha'Gilgulim Haqadmot 36-37
Em 1997, no mês de fevereiro, eu viajei para Londrina, no Paraná, para conhecer, a convite, o Grupo Eliasibe. Fui hospedado por um dia na casa da fundadora do grupo e ali, estava a evidência de gilgul (transmigração de alma) da alma que eu havia recebido, a centelha do Rabino Chaim Vital, de abençoada lembrança.
Anotação
Foi no domingo, 24 de fevereiro de 2024, enquanto assistia a um filme, que a voz da minha alma emergiu me guiando à recordação dessa experiência. Imediatamente, abri o baú das minhas memórias e procurei por uma velha agenda do ano de 1994 na qual eu sabia que estava anotado o endereço do Grupo Eliasibe em Londrina. Foi surpreendente olhar para aquele velho número de telefone e reconhecer as gematriot dos nomes Chaim e Vital e não apenas isso mas, também o segredo que lá estava codificado.
גַלֵה סוֹד בְּרַבִּי חַיים וִיטַאל
GALÊ SÓD BE'RABBI CHAIM VITAL
REVELAR O SEGREDO DO RABINO CHAIM VITAL
Por que minha alma, que é o gilgul de Chaim Vital, me conduziu a Eliashiv e depois a viajar para Londrina para conhecer o Grupo Eliasibe? Para revelar o gilgul, em mim, da alma de Rabbi Chaim Vital e suas reencarnações.
Assim que o segredo se abriu para minha alma, entrei no Google e fui ao site dos Correios para enviar um telegrama com intuito de obter mais informações da minha estada no número 182 da Rua Santa Cruz, bairro Boa Vista, Londrina Paraná.
...
Quando a "EXPERIÊNCIA ELIASIBE" se concretizou comigo, eu não tinha ideia deste segredo que está criptografado em Neemias capítulo 3 onde o nome Eliashiv é mencionado:
A primeira vez que Eliashiv é mencionado é no capítulo 3 de Nehemiahu. Depois, ele só é mencionado novamente nos versículos 20 e 21 e é neste versículo que BRASIL aparece criptografado a cada 4 saltos equidistantes a partir da palavra "Ben-Uriah" na direção do versículo 20 onde Eliashiv está mencionado. Foi a vontade do Santo, abençoado seja Ele, que me direcionou naquele dia para descobrir Eliashiv em Neemias porque o Santo, abençoado seja Ele, havia criptografado BRASIL lá.
"Você sabe qual é a coisa mais assustadora? Não saber o seu lugar neste mundo, não saber por que você está aqui. Isso é é uma sensação horrível."
- Elijah Price - Corpo Fechado
Existe uma constante tristeza na alma daqueles que caminham sonolentos pelas avenidas deste mundo, daqueles que não alcançaram o despertar (נר"ן) e que nada sabem sobre si mesmos. Sim, é assustador!
"Diga-me uma coisa, David. Quando você acordou esta manhã... Ainda estava lá? A tristeza?"
Elijah Price - Corpo Fechado
Em vinte e seis de abril de 2017 (30 de Nissan, 5777 - Hilulá de Chaim VItal), o Santo, abençoado seja Ele, me levou para visitar o qéver (túmulo) do meu mestre, o Santo Arizal. No caminho para o qéver, encontrei um haredi (judeu ortodoxo) e pedi a ele informações de como chegar lá. Ele me acompanhou sem expressar um único sorriso. Lá, ele me emprestou um pequeno livro de Salmos e me aconselhou a rezar o 119. Eu estava emocionado por estar no qéver no meu mestre depois de 400 anos. O único passuq que meus olhos encontraram foi o 25 o qual rezei repedidas vezes recitando as três primeiras palavras "Daveqáh le'afar nafshí (דָּבְקָה לֶעָפָר נַפְשִׁי) - Apegada ao pó está minha alma...". Eu não sabia na época, mas a gematria avgad reversa destas três primeiras palavras é igual a 667 que é a numerologia qabalística de "Rabbi Itzchaq Lúria." Foi a alma do meu mestre, por Ibür naquele haredi quem me instruiu a recitar aquele passuq pois ele continha o segredo do atributo da alma do meu mestre. O atbash de "le'afar (לֶעָפָר ) - ao pó" é "ke'zug (כזוג)" que significa "como um casal." Substituindo "le'afar" pela sua temurá atbash o verso se revela "Anexada como um casal está a minha alma..." - O santo Arizal estava me dizendo "Sua nefesh está anexada à minha como um casal."
Na volta, eu também fui visitar o túmulos de Rashbi, Rabbi Meir Baal Ha'Nés e o túmulo do Rabbi Akiva, todos mencionados em Sha'ar Ha'Gilgulim (Pórtico das Transmigrações das Almas). No túmulo de Rabbi Akiva há uma inscrição que contem as letras do pessuq 11 do Tehilim 97:
A razão deste passuq estar gravado no sarcófago de Rabbi Akiva é que ele contém o nome de Rabbi Akiva criptografado nele. As letras finais em cada palavra deste passuq soletram "R. Akivah (ר עקיבה)."
O meu despertar se deu em 27 de setembro de 2014, como já amplamente divulgado nos meus livros e artigos postados aqui neste jornal eletrônico mas, ele não começou e terminou naquele dia. Ele teve inicio na minha concepção quando, o Arizal, meu mestre, trouxe a minha centelha e a fecundou no ventre da minha mãe na noite de 13 de Elul de 5725 (10 de setembro de 1965).
Alguns meses antes do meu despertar, o Qadosh baruch hú, me revelou o meu nome codificado em dois versículos no Tanach. Um no livro dos Tehilim (Salmos) e outro em Shir Ha'Shirim (Cântico dos Cânticos).
"²¹ Esqueceram-se de Deus, seu Salvador, que fizera grandezas no Egito, ²² Maravilhas na terra de Cão, coisas tremendas no Mar Vermelho. ²³ Por isso disse que os destruiria, não houvesse Moisés, seu escolhido, ficado perante ele na brecha, para desviar a sua indignação, a fim de não os destruir."
¹⁶ Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!
- Shir Ha'Shirim 4:16
Não muito recentemente, o meu professor, o Arizal, veio e me levou, mais uma vez, à Academia Celestial e lá, eles me mostraram um passuq na Porção Vayigash e apontaram nele o meu nome escrito em código. Eu acordei chorando...
³ E disse José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, porque estavam pasmados diante da sua face.
- Gênesis 45:3
Ali me foi revelado que a minha ânima tem raiz na alma de Iossef Ha'Tzadiq. Iossef era uma reencarnação de Chanoch (Enock). A gematria Albam de Chanoch (חנוך) é igual a 583. No versículo, José diz "Ani Iossef (אֲנִי יוֹסֵף) - Eu sou José" se revelando aos seus irmãos. A gematria AtBash desta declaração é igual a 583 que é a gematria Albam de Chanoch. A gematria do meu título e nome (Rav Misha'El) que me foram dados pelo meu mestre é igual a 583 e durante 30 meses nossa sinagora residiu no número 583 em Suzano.
"Diga-me uma coisa, David. Quando você acordou esta manhã... Ainda estava lá? A tristeza?"